#29 Estudo de O Livro dos Médiuns AEE CFN/FEB - Das manifestações espíritas - Parte 21

FEBtv Brasil 25/10/2025 (há 6 meses) 1:12:32 855 visualizações

Estudo de O Livro dos Médiuns pela Área de Estudo do Espiritismo do Conselho Federativo Nacional/FEB. Semanalmente, toda sexta-feira, às 21h30, no horário de Brasília, com transmissão ao vivo pelos canais da FEB no Facebook, FEBtv no YouTube e Facebook e Portal do Consolador no Youtube. Encontro 29 - Segunda Parte. Das manifestações espíritas. Cap. XI Da sematologia e da tiptologia. Itens 139 a 145. Link de acesso ao Estudo: https://febtv.live/livrodosmediuns_cfn_feb Para fazer parte do g...

Transcrição

Vamos juntos nessa jornada de conhecimento e descoberta refletir e expandir nossos horizontes sobre a mediunidade, ampliando nossa compreensão sobre o mundo espiritual e suas belezas. Estudo de O livro dos Médiuns pela área de estudo do Espiritismo do Conselho Federativo Nacional da Federação Espírita Brasileira. >> Olá, saudações fraternas a você que acompanha esse estudo do livro dos médiuns, que é responsabilidade da área de estudo do espiritismo do Conselho Federativo Nacional. Damos as boas-vindas a Uita de Melo Quinta, que é a coordenadora da área de espiritismo e com quem nós dividimos aqui a responsabilidade da condução. Boa noite, Elita. Estamos recebendo também hoje a Meir Jane da Silva Morais, que colaborou em diversas áreas da Federação Espí do Alagoas, na Assistência e Promoção Social, na área de estudo do Espiritismo, na área de mediunidade, na vice-presidência de coordenação da integração federativa e também como presidente. e Vinícius Lima Lousada, que é vice-presidente doutrinário da Federação Espírita do Rio Grande do Sul e colaborador do Centro Espírita Leondid Porto Alegre, no Rio Grande do Sul. Sejam muito bem-vindos os dois. >> Sim, muito bem-vindos os dois. Muito bem-vindo você que está conosco. E dando continuidade ao estudo de O livro dos Médiuns, hoje vamos examinar a segunda parte das manifestações espíritas, capítulo 11 da semologia e da tiptologia dos itens 139 a 145. E a nossa primeira pergunta vai para o Vinícius. Bem-vindo, Vinícius. No item 139, as primeiras comunicações inteligentes foram obtidas por meio de pancadas ou da tiptologia. Como Kardec descreve esse processo? Então, boa noite, Elita, Carlos Meire e os queridos amigos que nos acompanham nesse momento, nesse estudo do livro dos médiuns. É uma alegria estar com vocês e a gente agradece a oportunidade de revisitar o texto de Allan Kardec, que precisa sempre ser visitado por aqueles que, como nós, estamos querendo aprender espiritismo. Muito bem. Allan Kardec, nesse capítulo

agradece a oportunidade de revisitar o texto de Allan Kardec, que precisa sempre ser visitado por aqueles que, como nós, estamos querendo aprender espiritismo. Muito bem. Allan Kardec, nesse capítulo tem a oportunidade de detalhar esses processos da sematologia e da tiptologia e nos permite compreender que nós podemos simplificá-lo da seguinte forma. A sematologia diz respeito à utilização de sinais por parte dos espíritos. é uma forma de comunicação inteligente, mas utilizando aspectos de manifestações físicas, os espíritos moveriam na sematologia algum objeto inerte, indicando a posição a respeito de algum tema de algum assunto. Já a tiptologia diz respeito às pancadas propriamente ditas. E Kardec ainda alerta que não se trata aqui do caso dos espíritos batedores. São comunicações em que se utiliza de uma estratégia em que se combina com os espíritos o uma significação, uma quantidade de pancadas diz respeito a um determinado caractere, a uma determinada letra ou determinado número. E isso permitiria, portanto, que em uma reunião espírita fosse possível estabelecer frases ou palavras que os espíritos quisessem comunicar aos participantes da reunião. é um método lento, tanto um quanto o outro, restringe um tanto a possibilidade do diálogo, porque no na sematologia, no uso do símbolo, do signo, né, ou do gesto, melhor dizendo, é necessário estabelecer um diálogo entre sim ou não e as pancadas também, entre sim ou não, ou a formação de frases através de caracteres. sinteticamente é assim que a gente compreende a partir da descrição de Allan Kardec. Mari, eh, Meiri quer comentar alguma coisa? Pergunta. Tranquilo. Foi bem bem sintético mesmo, né? Foi bem tranquilo. Ele deu uma explicação muito legal. >> Ótimo. Aí nós vamos então para 140, que o item 140 agora a gente vai desdobrar em algumas perguntas. Eh, quando se comunica por esse meio, o espírito usa uma espécie de mímica. Como é que é isso aí, Me? >> Pois é, né? Então assim, antes eu dar um boa noite a todos vocês, aos amigos

algumas perguntas. Eh, quando se comunica por esse meio, o espírito usa uma espécie de mímica. Como é que é isso aí, Me? >> Pois é, né? Então assim, antes eu dar um boa noite a todos vocês, aos amigos internautas que estão nos acompanhando para essa noite, né? E é tão feliz, fico tão feliz com esse estudo do livro dos médunos, porque ele ainda é um desconhecido para muitos, né? E e mergulhar nessas páginas é sempre uma maravilha. eh, alimenta a nossa intimidade com tanto conhecimento. A Kardec é simplesmente perfeito, né? Pois é, né? Mímica, né? Kardec ele define essa livre de sinais, essa metodologia, eh, e nos faz refletir que os espíritos utilizavam sim clínicas para demonstrar, para se comunicar, para trazer, digamos assim, um pouco os seus sentimentos, os seus sentimentos através das pancadas. Então, na medida que eh eles começavam a se movimentar com aquelas pancadas mais fortes ou mais fracas, isso uma energia de afirmação ou de negação. alguns movimentos mais bruscos que trazia um pouco mais de violência, né, eh, na mesa, batendo mais forte, imitando até uma a as pessoas movimentando o pé com uma certa irritação, mostra uma uma cólera, uma impaciência, uma certa violência eh naquela naquela naquele sentimento, né? Outras vezes eles iam com uma amabilidade, uma certa delicadeza, inclinava a mesa de de forma mais suave, eh como fosse uma saudação, eh demonstrando um certo afeto. E outras vezes eles direcionavam realmente a mesa encaminhando diretamente para uma determinada pessoa aí e parecia que ali dizia: "Eu quero conversar com ela, é com ela, com ela, com ela". E às vezes fazia isso de forma um pouco mais violenta, mais rápida, né? mostrava, eu quero falar é com ele mesmo, eu vou ter uma conversa com ele, mostrava os sentimentos, na verdade, né? Essa mímica demonstra que o espírito ele se comunica eh não apenas com um som, mas também com um movimento, revelando a sua personalidade, mas movendo o seu temperamento, os seus sentimentos com relação ao que tá sendo dito e com

spírito ele se comunica eh não apenas com um som, mas também com um movimento, revelando a sua personalidade, mas movendo o seu temperamento, os seus sentimentos com relação ao que tá sendo dito e com relação até às pessoas que ali encontram-se, né, mostrando que por trás daquelas comunicações existe sim uma inteligência. Muito bem, Meridiane Vinícius quer agregar alguma coisa? >> Olha, é interessante, né, a gente revisitar o texto de Kardec sobre esse tema e pensar o quanto trabalhoso eram as comunicações no período em que se dedicava essa perspectiva, essa metodologia, né? E também eu gostaria de destacar a generosidade de Kardecisto, ter um retrato de como é que era a história do fenômeno mediúnico nas hostes espíritas. É importante a gente ter clareza disso e perceber o quanto se evoluiu e o quanto o fenômeno inteligente ou a manifestação inteligente, melhor dizendo, tinha uma variedade de manifestações, que é o que a gente vai ver aqui também. que a própria tipologia, a tiptologia vai avançando, né? >> Perfeito, Vinícius. E pensando nesse registro histórico, que que exemplo Kardec descreve nesse item 140? >> Muito bem. O que que ele traz pra gente aqui? caso de um amigo que recebe uma carta e toma conhecimento dessa carta, se aproxima da mesa após a leitura da carta e a mesa se movimenta pro lado oposto da sala, indicando a alguma relação entre a leitura da carta, né, o seu conteúdo e o interesse dessa presença espiritual. O espírito chama atenção nesse sentido. Kardec se refere que o espírito foi indagado em razão desse fato o que que havia se dado e ele diz que precisava se comunicar, chamar atenção e que não era incomum a conviver com outras criaturas do contato de Kardec, porque se tratava de um espírito familiar de Kardec, para que pudesse dar-lhes conselhos ou lhes prestar assistência. Então o espírito acaba, nessa situação que Kardec se refere, procurando deixar patente a sua presença, já que não havia uma ideia preconcebida de uma sessão mediúnica e a

ou lhes prestar assistência. Então o espírito acaba, nessa situação que Kardec se refere, procurando deixar patente a sua presença, já que não havia uma ideia preconcebida de uma sessão mediúnica e a pessoa não havia provocado qualquer fenômeno, simplesmente a revelia da sua vontade, a manifestação se deu. >> Uhum. Muito bem. Bom, e agora, Me? A gente vai pro item 141 e Kardec vai dizer que não tardou, né, para que essa tiptologia fosse se aperfeiçoando. E aí o que é que ele explica aqui que é a tiptologia alfabética? >> Pois é, né? Já é um aperfeiçoamento, né? Depois de tantas situações vivenciadas, né? E nessas situações vai se aperfeiçoando a comunicação, vai melhorando a comunicação, né? vai permitindo dessa forma, né, que a tiptologia alfabética que os espíritos eles possam a indicar as letras do alfabeto por meio de pancadas, né? E aí isso é um avanço na comunicação. Aí eles já podiam formar as palavras, podiam formar algumas frases e algumas pessoas assim fiéis, realmente fortes, discursos inteiros, né? Então como é que funcionava esse método, né? Ele consistia eh na mesa, né, da dar o número de pancadas correspondentes para indicar uma letra do alfabeto. Então, a letra A, uma pancada, letra B, duas pancadas, letra C, três pancadas. E eu juro a vocês, eu já me perdi na letra D. Eu digo: "Meu Deus, se fosse eu para est lá anotando letra por letra, eles iam dizer sempre: "Para, várias pancadias, tá tudo errado, começa de novo, porque eu ia me atrapalhar." A turma daquela época, eu vou dizer para vocês, viu? Foram pessoas assim comprometidíssimas. Incrível, porque o método era trabalhoso demais. Se imaginem vocês estarem atentos a cada pancada, anotando e por um sinal convencionado vai parar. É por aqui, a frase concluiu aqui. Era um método lento que existia, exigia muita paciência, né? E que exigia a assim uma dedicação, uma dedicação de todas aquelas pessoas, né? Então assim, e foi uma evolução, uma senhora evolução já naquele em tão pouco tempo para que nós chegássemos a a

ia, né? E que exigia a assim uma dedicação, uma dedicação de todas aquelas pessoas, né? Então assim, e foi uma evolução, uma senhora evolução já naquele em tão pouco tempo para que nós chegássemos a a questões mais futuras aonde nós nos encontramos hoje, né? Eles caminharam muito rápido, na verdade, para chegar a soluções bem mais práticas de comunicação, né? Muito bem, Meridiane. Eh, Vinícius Kardec diz que esse tipo de comunicação é muito lenta e o que mais ele agrega a partir daí nesse item 141, >> ele vai identificando que na medida que as manifestações foram se dando, elas progridem, como bem lembrou a Meire, né? E aí nós vamos encontrar a descrição da tiptologia alfabética, onde há uma convenção a provavelmente considerando um quantitativo de batidas representando determinada letra ou determinado numeral. E aí permitindo com esse código que as pessoas que participavam da reunião, utilizando-se naturalmente dos fluidos dos médiuns presentes, sob a assistência dos espíritos pudessem ter informações mais completas, ainda que num processo, como bem lembrou a não muito dinâmico, né, não muito rápido. Portanto, exigindo muito cuidado, muita concentração, ocupação da atividade. Mas é isso que vai surgindo, esse modo de operar vai se modificando. E claro que a gente tá aqui lidando com uma síntese de Kardec, esse processo conduzido pelos espíritos num dado momento histórico, né? A gente vê aqui que tem alguns comentários no chat. Eu já queria destacar que aqui é uma etapa do desenvolvimento das atividades experimentais e que a próprio Kardec ao final do capítulo vai demonstrar que se avança de uma forma que ele mesmo não se ocupava dessa, não se ocupava mais dessa metodologia. Que que eu tô trazendo isso, né? fugindo um pouquinho da pergunta, né, Zita, mas para que quem nos escute de casa não queira eh retroceder, né, voltar a metodologias anteriores. A gente tem hoje possibilidades mais dinâmicas com a psicografia, com a psicofonia, mas naquele momento foi preciso até como uma

de casa não queira eh retroceder, né, voltar a metodologias anteriores. A gente tem hoje possibilidades mais dinâmicas com a psicografia, com a psicofonia, mas naquele momento foi preciso até como uma forma de dar prova material do fenômeno. Então, basicamente é isso, né, amiga? ah, se desenvolve uma possibilidade de indicar a letra conforme as batidas. Isso permitia que as comunicações se dessem. >> Muito bom. Eh, nós temos duas perguntas. Antes de avançar, Elita, de repente, a gente pudesse atender, vou apresentar uma paraa Meir e você apresenta outra pro Vinícius. >> OK. e está mais ou menos dentro do do tema, apesar de que fala da evocação. >> Eh, a Regina Dible pergunta, Meire, eh, mas evocar algum determinado espírito seria só mesmo para o médium evoluído como o Divaldo? provocação. >> Olha, eh eh nos eh a os espíritos nos orientam atualidade que a evocação ela não é recomendável. Kardec efetuou momento crucial, no momento de experimentação, no momento de pesquisa, no momento aonde havia uma real necessidade de se desenvolver todos os esforços para essa construção, né? E nos dias atuais, eh, os nossos trabalhos, os trabalhos que nós realizamos nas nossas reuniões mediúnicas, são trabalhos eh coordenados pelos amigos espirituais e eles são sabedores das nossas necessidades, são sabedores das nossas condições, eh, daquilo que nós podemos receber, que nós podemos acolher na eh os médiuns podem acolher. Então, não é questão de ser Divaldo Franco, de ser eh Carlos, de ser Marta Antunes, não é a questão da condição de cada um de nós, aquilo que nós podemos eh ter a condição realmente de acolher na nossa instrumentalidade para dar essa passividade, para que nós não sejamos enganados com tanta facilidade, porque nós corremos esse risco de sermos enganados. Nós somos facilmente enganados pelas ilusões que nos envolvem ainda. Então, deixa a vocação para os tempos que foi propício nos dias de hoje. Vamos estudar, vamos esclarecer as nossas mente, nossas mentes, vamos trabalhar muito, como diz

ilusões que nos envolvem ainda. Então, deixa a vocação para os tempos que foi propício nos dias de hoje. Vamos estudar, vamos esclarecer as nossas mente, nossas mentes, vamos trabalhar muito, como diz Hermia Miranda, para não atrapalhar. >> Bom, então vamos eh colocar pro Vinícius agora a pergunta do Carlos Campos às 21:41. Vinícius e as comunicações continuam evoluindo. Será que existe ainda outras formas de comunicação além daquelas pelo pensamento? Muito boa a pergunta, né? Porque a gente pode seir a própria transcomunicação instrumental, que foi um outro recurso que os espíritos utilizaram e, ao que parece ainda utilizam para chamar a atenção de experimentadores e de pessoas que não aceitam a vida após a morte quanto a essa realidade da continuidade da vida, da identidade dos espíritos. No entanto, a gente vai perceber que esses fenômenos vão acontecendo a revelia propriamente do Espiritismo, porque o Espiritismo não se detém no fenômeno. A sua proposta é eminentemente moral. Lembro de uma passagem que São Luís recomenda a Kardec se referindo à Sociedade Espírita de Paris, que se investigue tudo, sim, mas que sobretudo ali se estabeleça o hábito de amar que se ame. Porque o propósito da doutrina é tornar a criatura mais alinhada à lei divina em condições de assumir essa evolução de modo consciente. Esses fenômenos que a gente tá se referindo aqui são o que Kardec chamou de ABC do Espiritismo. São os primeiros passos. Imagine, né, na evolução da tiptologia, na questão anterior que tu trazias, havia um momento em que alguém vai indicando as letras e o espírito vai batendo. Há toda uma mecânica e uma e uma logística que hoje não é mais o nosso foco. Nosso foco é extrair das comunicações dos espíritos aqueles ensinamentos morais que nos transformam para melhor dentro mesmo da diretriz de Allan Kardec. Mas é importante conhecer essa ordem de coisas porque diz respeito à história do espiritismo. Há pessoas que até tem apontado, arriscado a entender que, por exemplo, hajam outras formas de

lan Kardec. Mas é importante conhecer essa ordem de coisas porque diz respeito à história do espiritismo. Há pessoas que até tem apontado, arriscado a entender que, por exemplo, hajam outras formas de apresentar os textos psicografados. Isso tudo merece investigação. A gente precisa trazer paraa nossa vida um pouco o espírito de investigação de Kardec. que pressupõe um pouco de zelo, cuidado, sem exaltação ou empolgação, para que a gente também não se desvida do propósito que a doutrina nos apresenta. Não se trata aqui de indicar que não se deva pesquisar, pelo contrário, precisa ciência, mas que a gente entenda só da psicografia nós temos centenas de obras de excelente qualidade, alinhadas aos princípios da doutrina espírita. o material para estudar, eu acredito, para algumas encarnações à nossa frente. Muito bom. Excelente. Ó, voltando a as duas perguntas rapidamente, não é? Eh, paraa Meir foi perguntado sobre a questão da da evocação e a Meir deixou bem claro, né? na época de Kardec fazia sentido que o trabalho fosse daquela forma, >> porque ele controlava as comunicações, acompanhava de perto e já naquela época surgiu a a discussão sobre o assunto, né, se deveria ter as comunicações espontâneas ou eh mediante a evocação. E Kardec chega a examinar, não existe eh qualquer tipo de eh questão que diga a respeito à qualidade que vai ter a comunicação, se é por evocação ou se é por é por espontânea. Mas como a a Me deixou claro para nós, na atualidade nós não trabalhamos mais com aquelas reuniões de pesquisa que Kardec fez, não é? Nós trabalhamos com atendimento, acolhimento aos espíritos necessitados, orientação aos espíritos sofredores e obsessores. Então, eh o centro espírita funciona muito mais nesse campo do do eh do consolo, da orientação. Nada impede, como o Vinícius chamou atenção, das pesquisas serem feitas. Se um grupo decidir pesquisar, não é? Agora cuidado porque não tá mais no tempo da gente usar a comunicação pela mesa girante. Então que tipo de espírito sério vai se

nção, das pesquisas serem feitas. Se um grupo decidir pesquisar, não é? Agora cuidado porque não tá mais no tempo da gente usar a comunicação pela mesa girante. Então que tipo de espírito sério vai se dedicar um tipo de experiência desse só para atender nossa curiosidade? Então tem que ter muito cuidado com o que a gente vai fazer, porque os espíritos sérios, superiores, eles não atendem a curiosidade nossa, não. Quem vai atender são os inferiores. Então é por isso que tem que ter equilíbrio nisso tudo, não é? E as comunicações continuam evoluindo e naturalmente nós vamos evoluindo como médiuns também. E ela tem dimensões diferentes. A gente lembra aqui da situação, né? Foi lembrar do Divaldo já. Eh, a gente acompanhou o Divaldo por muito tempo, né, na na exercício da faculdade mediúnica dele. E nós observamos o quanto a faculdade dele se aprimorou ao longo do tempo por um exercício sério de dedicação, né? Quantos aspectos foram surgindo depois na faculdade até ele se tornar um médium de desdobramento consciente. Ele se desdobrava e depois lembrava tudo que tinha acontecido. Tinha capacidade de descrever, inclusive depois durante o sono até também, não é? Então tem relatos interessantes relacionados com com o Divaldo. Tem um que é o Alípio Gonzales, que também já desencarnou, contou pra gente que ele estava de volta, estava na Venezuela uma vez e eu o Alipio levou ele para uma entrevista na na televisão, né? Eu já tive visitei também quatro vezes o Alipo no período que ele tava encarnado. Ele fazia isso, levava a gente paraa TV lá para fazer entrevista, né? E aí diz que o Dival tava dando uma entrevista e uma senhora quis conversar com a Alípio. O Alipio pegou e levou a mulher lá para longe, né, para conversar com ele. E quando terminou, tava voltando, o Divaldo disse que achou muito interessante a orientação que o Alipo tinha dado pra mulher. Aí o Alip disse: "Mas Divaldo, eu tava falando baixinho, eu atrapalhei a entrevista, então". Aí Edivaldo disse: "Não, Alípio,

e achou muito interessante a orientação que o Alipo tinha dado pra mulher. Aí o Alip disse: "Mas Divaldo, eu tava falando baixinho, eu atrapalhei a entrevista, então". Aí Edivaldo disse: "Não, Alípio, não tava atrapalhando nada, não dava para ouvir". Quem tava respondendo as perguntas do jornalista era Joana e eu estava ao seu lado ouvindo você dar orientação paraa mulher e ele lembrava de tudo que tinha acontecido, não é? Tava consciente. Então, eh, o próprio médium se aperfeiçoa dentro das suas possibilidades, né, da sua da sua condição. E também a faculdade vai se aprimorando. Ela não é a mesma, por exemplo, a psicografia não é a mesma em todos os médiuns, nem a psicofonia. depende das condições e tudo. Então, muito boa a pergunta do Carlos Campos, né, que ele colocou pra gente aqui as perguntas muito boas. Se tiver mais pergunta, coloquem, viu, gente, pra gente ir atendendo aqui a a e também comentários de vocês sobre o que a gente tá estudando, não é, aqui hoje. E a gente vai eh Meir agora então, Elusita, não sei se você tem algum comentário para fazer, fica à vontade, viu? >> Tranquilo, prossigamos. >> Tranquilo. Nós vamos pro item 142, né, Uzita? Agora e >> é a sexta, a sexta questão para paraa Meire. >> É paraa Meir agora, né? >> Uhum. >> Eh, é a é as é as é a seis que vai fazer para ela, Josita, >> é a sexta. >> É a sexta pergunta. É isso. Eh, eh, Me, então, o que é tiptologia interior? Caramba, tiptologia interior. Esse tipo de comunicação pode ser facilmente imitado? >> Pois é, né? Eh, Kardec descreve esse processo, né, de pancadas que são eh são produzidos diretamente na própria na própria madeira da mesa, né, sem qualquer tipo de movimento visível, sem qualquer móvel se movimentando, né? Esse método ele é considerado assim um pouco superior à tipologia de básculo, né, que é justamente a mesa, a mesa é se agitando e indo e vindo naquele naquele naquele movimento, né? E tem uma dupla vantagem, ele é um pouco mais rápido, né? E a margem de de de suspeita da que

o, né, que é justamente a mesa, a mesa é se agitando e indo e vindo naquele naquele naquele movimento, né? E tem uma dupla vantagem, ele é um pouco mais rápido, né? E a margem de de de suspeita da que a comunicação já é causada por uma pressão voluntária do médium também é um pouco menor. No entanto, ela ela Kardec afirma que sim, ela pode ser facilmente imitada sim por médiuns fraudulentos, por médiuns de máfé, né? ela pode sim ser imitada, mas isso não desvaloriza eh esse esse método que ele considera muito bom, que ele considera um método eh de comprovação muito eficiente eh nessa nessa abençoada caminhada de evolução da comunicação. consideram um dos mais eficientes e que o fato de existir esse tipo de de médiuns fraudulentos que façam fraude daquela situação não desmerece essa essa evolução, essa evolução, essa conquista a mais de da comunicação. Bem, me eh, Vinícius, no prosseguimento do item 142, o que que Kardec segue comentando no segundo parágrafo? É >> essa questão que a Miri traz com muita clareza. A tiptologia interior, sem o contato físico do médium com a mesa ou com qualquer outro objeto, ela permite a observação da independência do fenômeno em relação ao médium, em relação à suas ideias préconcebidas. E interessante disso, segundo Kardec, pode levar, tem uma vantagem de provar a veracidade do fenômeno e pode levar as pessoas sem ideias préconcebidas, determinadas a descrer, há uma certa convicção. Então, é interessante pensar nisso, né? O médium não está pensando na resposta e as respostas vêm de maneira aleatória em relação às próprias concepções ou convicções do médium ou das pessoas presentes, dada a espontaneidade da resposta. E outra coisa que vai nos chamando atenção nesse aspecto que Kardec nos traz é que talvez a gente possa associar um pouco aquilo que o Carlos vinha dizendo. Se eu estou aguardando alguém para se manifestar, eu tenho um certo conteúdo de assunto que eu quero que seja abordado. Quando a comunicação é espontânea, ela há ela tem mais

e o Carlos vinha dizendo. Se eu estou aguardando alguém para se manifestar, eu tenho um certo conteúdo de assunto que eu quero que seja abordado. Quando a comunicação é espontânea, ela há ela tem mais possibilidade de transcender a compreensão, o conteúdo, o conhecimento das pessoas que estão ali presentes, nos dando condição de efetivar a ideia de que se trata de um espírito se comunicando independente da inteligência do médium ou daqueles que estão presentes, né, que a gente vê naquelas explicações mirabol dos que querem negar o fenômeno espírita é que talvez aquelas manifestações fossem oriundas do inconsciente coletivo dos presentes. Mas como não diz respeito à vida das pessoas, conteúdos é de moral elevada, filosófico, com profundidade ainda que sintético, se apresenta aí uma prova em conteste da imortalidade da alma. Muito bom. Me quer comentar alguma coisa. >> Tá tudo bem? >> Não, não. Ele foi, ele foi bem, ele deu uma completada aí na resposta e deu um fechamento bem legal. Gostei. >> Muito bem. É interessante. Nós temos aqui da EC fez um um comentário aqui. Claí fez um comentário dizendo: "Eu daqui escrevendo meu nome letra por letra através dos números, já me perdi na terceira letra". Imagina como a a Me chamou atenção da dificuldade aquela hora, né? Da da comunicação, né? Eh, bastante difícil. >> Vamos junto, é, Clair. >> Não é simples, hein? Já pensou? Eh, eles chegaram a gente no numa das das reuniões anteriores, né, eles às vezes estabeleciam como ainha tinha três patas, né, às vezes. Então, botava uma parte do alfabeto era numa das patas, outra parte na outra, outra pata na outra. Se começasse a bater com essa pata aqui, começava a doar. dessa daqui a começar lá pelo G, por exemplo, e assim sucessivamente. Então, olha, tinha que estar muita atenção, né, para saber que que era que tava acontecendo ali. Bem interessante. Eh, tem mais uma pergunta que apareceu. Daqui a pouquinho a gente apresenta, viu, Larissa? Então, eh, nós vamos seguir aqui no item. Agora é 143, né, Zita?

que tava acontecendo ali. Bem interessante. Eh, tem mais uma pergunta que apareceu. Daqui a pouquinho a gente apresenta, viu, Larissa? Então, eh, nós vamos seguir aqui no item. Agora é 143, né, Zita? >> Isso. >> Vamos pro 140. Nossa, já, >> já. Então, item 143, Kardec comenta, Miri, que várias medidas foram adotadas para prevenir as fraudes. O que ele afirma sobre esse assunto? >> Pois é, né? Kardec, sendo Kardec, né, tem grandes reservas com relação a certas eficácias do que eles foram, do que eles trouxeram, do que eles mostraram, né? foram trazidos alguns instrumentos, né, com objetivo de melhor garantir a independência do pensamento do médium, né, como eh o o objeto que imitava até o telégrafo, né, que tinha aquela agulhazinha com as letras ali que se moviam, mas eh Kardec diz: "Eu eu eu eu não tenho como atestar a veracidade dessa desse de dessa situação. Eu não vi esse esse equipamento, eu não conheço esse equipamento. por si só ele já é uma complicação, porque o o médium tá lá com o dedinho apontando e vai girando, vai seguindo lá a influência eh dos espíritos, vamos assim dizer, não é como do do do método anterior, aonde a influência era direta, aqui tem o dedo ali apontando e direcionando a situação. Então, é uma coisa que era muito mais delicada, porque a vontade, digamos assim, de certas respostas poderia complicar muito esse esse esse esse mecanismo que foi utilizado, né? Então, essa prova de independência, eh, que poderia ser uma comprovação muito maior, na verdade ele argumentava que era um problema, era um problema sério e que merecia, não merecia, digamos assim, seguir com tanta de forma tão tão tão tão tão forte, eh, porque ele não garantiria a veracidade de tal situação, né? E pelo muito pelo contrário, né, daria muito mais força aos incrédulos para que eles pudessem eh arranjar e responder que aquilos eram artifícios, que aquilo era arranjo e a fraude seria uma coisa muito mais amplificada se Kardec tivesse bem assim concordado com tal situação. Como Kardec

essem eh arranjar e responder que aquilos eram artifícios, que aquilo era arranjo e a fraude seria uma coisa muito mais amplificada se Kardec tivesse bem assim concordado com tal situação. Como Kardec era altamente prudente, altamente analítico, muito muito prudente em tudo que ele fazia, porque tava a visão dele era, nossa, a gente nem imagina a visão dele, acho que era pros dias atuais, né? Ele dizia: "Não, aqui não tem como, isso aqui não é seguro, isso aqui não não tem uma, como nós atestarmos que isso aqui vai dar certo. Não é assim não, não, não vai, né? Muito obrigada Kardec por ser essa mente fantástica, né, que nos convida a nos prevenirmos com relação às fraudes, a essas situações que inventam, porque eh as pessoas com certas instrumentos complicam tantas questões e esquecem de que tudo tudo é elevação de ética, é moral, é elevação dos sentimentos. E Kardec já via tudo isso nos convidava realmente a fazer, a exercer a mediunidade com dignidade, com Jesus realmente com essas orientações que ele trabalhou para nos trazer de forma muito digna, com análises firmes, né? Eu costumo dizer quando o pessoal começa, pessoal aqui em Alagoa é tudo bravo comigo. Eu digo bem assim, porque eu acho, você não tem que achar nada, meu filho, porque Kardec já achou que tinha que achar, tirou todos os achismos e agora é eu sei. Então a gente tem que ir nessa direção. É o Pic Kardec tá dizendo aí, a gente tem que seguir assim. Quem acha acha demais e quem acha não sabe de nada. Tem uma amiga minha que é pior, diz: "Quem acha é doido, tá? Que não sabe mesmo, não tem condições de achar nada doutrina escrita". É assim, ponto final. Tard que já estudos. >> Eu eu tive um chefe no meu trabalho, ele assumiu a área, né? E a gente entrava na sala dele, tava escrita assim: "Se você não achou ainda, volte. A hora que você encontrar, você volta. Ele sentar se eu acho qualquer coisa, você tem que quando falar tem que ter certeza do que tá dizendo. >> Mas você vê que te acha tanto, complica

u ainda, volte. A hora que você encontrar, você volta. Ele sentar se eu acho qualquer coisa, você tem que quando falar tem que ter certeza do que tá dizendo. >> Mas você vê que te acha tanto, complica tudo, acha demais e fica emendando as coisas. Você não tem que achar, não é assim, Kardec já disse. >> Muito bom. >> Podemos prosseguir ou você quer colocar a Larissa? >> Eh, acho que a gente pode ir com a com a outra pergunta e a gente volta aqui para pra Larissa. >> Eh, >> OK. Então, pro Vinícius. >> Uhum. >> Entrando no item 144. Eh, 144. O que é mesa giradã e o que Kardec comenta a respeito? >> Eu vou pedir licença pros amigos e vou ler o que Kardec escreveu porque é um pequeno parágrafo e o detalhe é muito rico para que a gente possa aqui transmitir de maneira idêntica. Olha o que ele diz. É um aparelho mais ou menos simples, do qual a Mafé pode abusar facilmente, conforme vemos os capítulos das fraudes. Aí ele vai descrever logo abaixo. Consiste o instrumento num tampo móvel de mesa com diâmetro de 30 a 40 cm, girando livremente e facilmente em torno de um eixo como uma roleta. sobre a sua superfície, acompanhando-lhe asferências, se acham traçadas como sobre um quadrante as letras do alfabeto, os algoritmos e as palavras sim e não. No centro, uma agulha fixa, pousando o médium, os dedos na borda desse tampo, né, na borda do disco móvel, este gira e para quando a letra desejada está sob a agulha, escrevem-se umas após outras as letras indicadas e formam-se assim muito rapidamente as palavras e as frases. Nessa descrição de Kardec, nós temos como ter uma ideia do que se trata a mesa de Radã, que foi desenvolvida por essa senhora Emí de Jiradan Kardec, alerta que tudo indica no texto que ela era um pouco crédula em demasiado em relação à influência dos espíritos. E aí alguém aqui nos comentários lembrou o bom senso de Kardec, né? Família, Camilo Flamariol definiu como bom senso encarnado. Muito zelo, muito cuidado. Ele não deixa de destacar que, apesar desse instrumento ter sido utilizado,

os lembrou o bom senso de Kardec, né? Família, Camilo Flamariol definiu como bom senso encarnado. Muito zelo, muito cuidado. Ele não deixa de destacar que, apesar desse instrumento ter sido utilizado, algumas vezes também foi colocado a serviço da mafé, da fraude, do charlatanismo, mas que permite eh se comunicar com os espíritos. No entanto, favorece a fraude. Por quê? porque ali tem o contato do médium na própria mesa, talvez naqueles casos em que houvesse a fraude, passasse a movimentar, portanto, as letras para atender sentenças e palavras conforme as suas ideias. No entanto, é uma ferramenta, um instrumento que foi utilizado também com algum resultado positivo. Essa é a descrição que o Mestre Leonês nos traz. Muito bem. E aí nós vamos para 145. Eh, Meire, >> todos os espíritos que se comunicam por meio de pancadas são batedores? Euzita, dá uma olhadinha, mensagem privada para você, por favor. Me >> esperar aqui. Eh, Kardec diz categoricamente que não, né? Um erro assim o pensar, né? O Vinícius logo no começo do do programa, a primeira fala dele foi justamente sobre essa questão, né, falando das da das questão dos espíritos batedores e e dessas manifestações, né, por batidas, né, a gente tem que entender que eh a a batida, ela inicialmente ela é um meio de comunicação, como é escrita, como a palavra. E todos os espíritos podem sim se utilizar desse meio de comunicação. A priori, todos os espíritos podem utilizar sim esse meio de comunicação sem maior distinção. Agora sim, tem aqueles espíritos que lhes trazem algumas características de de de aborrecer, de importunar. São espíritos pouco esclarecidos, são espíritos que gostam de de de fazer certas estripolias de bagunça ou de realmente de perturbar as pessoas. Então eles utilizam sim desses métodos e se muitas vezes, né, eh alguns os espíritos elevados, eles podem utilizar-se desses espíritos batedores, menos esclarecidos, para chamar atenção sobre um fato, sobre uma situação ou outra. Então, a priori, todos essas eles

h alguns os espíritos elevados, eles podem utilizar-se desses espíritos batedores, menos esclarecidos, para chamar atenção sobre um fato, sobre uma situação ou outra. Então, a priori, todos essas eles podem utilizar eh esse método, sim, mas quanto mais esclarecido, não vê a necessidade realse desse modo de comunicação tão primitivo. Tem alguns espíritos que utilizam esse modo de comunicação. Então, os espíritos superiores se aproveitam, de certa forma, desses espíritos para chamar atenção naquilo que interessar a eles para despertar, para uma questão superior, com certeza, eh, para auxiliar de alguma forma a todos, né? Então, então é isso, é um meio de comunicação, a gente não pode esquecer isso, né? Primitiva no início da eh do início da arte da comunicação, mas é o meio de comunicação. >> Uhum. Agora da Larissa, né? >> E vamos ver se alguém tem mais alguma dúvida, não é? Aproveitar os meninos >> pro Vinícius. Essa daí eh >> Vinícius, tem médiuns conscientes que possam estar percebendo a manifestação do espírito? Nesse caso específico narrado por Allan Kardec, se o médium tiver justamente educado quanto a sua faculdade, ele pode perceber a presença, indicá-la e até antecipar o que que vai se dar durante as manifestações em contato com os espíritos. Agora, de maneira geral, a consciência do médium, ela varia conforme necessidade e aprimoramento. O Carlos deu o exemplo aqui muito propício do nosso irmão Divaldo Pereira Franco, porque ao longo do processo de tarefa mediúnica, que a gente poderia aqui considerar que é um mediunato, né, ou como diria o próprio Leanderia, uma mediunidade gloriosa, porque é de uma entrega total, de uma de um serviço de relevo à coletividade. Ele foi naturalmente desenvolvendo uma consciência a respeito do fenômeno, se tornando mais copartícipe no sentido de ter a perfeita compreensão daquilo que ocorria durante as manifestações mediúnicas, fossem psicofônicas, fossem psicográficas. a gente vê relatos dele, por exemplo, me lembrei agora de Víor Hugô, que em

r a perfeita compreensão daquilo que ocorria durante as manifestações mediúnicas, fossem psicofônicas, fossem psicográficas. a gente vê relatos dele, por exemplo, me lembrei agora de Víor Hugô, que em determinado momento viria a psicografar por ele e que fica um tanto incomodado porque o Divaldo acompanhava os ditados do espírito durante a psicografia, em determinado momento não ficava um tanto satisfeito com o desenrolar da trama da obra mediúnica. E o espírito passou a ditar os capítulos de maneira salteada, não numa sequência para que ele viesse a não interferir no texto e no resultado da comunicação. O médium ele pode ser consciente, pode ter uma consciência, nós podemos pensar numa gradação desde o médio inconsciente que dá a passividade, sem poder relatar o que que aconteceu durante a passividade, até a condição mais mediana e aquela de uma consciência plena do fenômeno mediúnico, em que nada afeta a veracidade do fenômeno, e nada estabelece um grau maior de animismo nessa ou naquela comunicação. Isso diz muito respeito à experiência do médium, a dedicação, a entrega e aquilo que tá vinculado ao seu compromisso reencarnatório. Como lembrava também o nosso irmão Carlos, a mesma mediunidade, a mesma faculdade mediúnica varia ao infinito de um indivíduo ao outro. Isso tá muito relacionado com aquilo que ele traz. como compromisso para presente reencarnação. Nós não vamos ter médiuns psicográficos iguais. Eles não são fotocópias, cada qual as suas características singulares do corpo físico, tanto quanto das construções perespirituais estabelecidas antes que eles renascessem. >> Muito bom. >> Pois é, né? Eh, eh, Vinícius, posso dar um adendozinho? Então assim, pela fala do Vin percebe sempre assim a importância eh do do do conhecimento, né, do estudo, de se aprofundar no estudo, de entender o que é ser médium, o que ser médium espírita, o que é a mediunidade, o que ela representa para todos nós que estamos mergulhados eh nos trabalhos mediúnicos, que estamos desenvolvendo as ações. como é

que é ser médium, o que ser médium espírita, o que é a mediunidade, o que ela representa para todos nós que estamos mergulhados eh nos trabalhos mediúnicos, que estamos desenvolvendo as ações. como é importante esse conhecimento, quantas quantas coisas eh são trazidas de importância para que nós possamos perceber e verdadeiramente auxiliar nesse trabalho e nos auxiliar, né, como Emmanuel coloca, né, eh, quando ele fala da mediunidade, que é é uma proposta de redenção para cada um de nós. Nós estamos ali para nos instruirmos, né? E que que nós fazemos muitas vezes e por por vaidade, por arrogância, por nos permitir muitas vezes que aquele homem velho lá que tá no no porão, venha suja com tudo, né? E metemos os pés pelas mãos e fazemos um verdadeiro, uma bagaceira na na nossa caminhada evolutiva. Perdemos uma oportunidade fantástica, né? Por isso sempre a recomendação, vamos saber o que é ser médium, o que é a mediunidade e ser médio espírita. Ser médium espírita tem diretamente relacionado com a felicidade futura. É a nossa redenção, como nos diz Emanuel, é o é o conhecimento do que é ser médio. Isso isso precisa estar muito bem firme nas nossas mentes, né? Para que nós não não não derrapemos, gente. E nós precisamos ter essa consciência. Algumas pessoas dizem assim: "Mas m você é muito chato. Você digo gente não é isso não. É Emuel que é chato. Chama Emano de chato. Não chama perinha não. Porque eu sou tão passando do que diz quando ele fala quem são os médicos na generalidade. São espíritos que fracassaram desgraçadamente. que aí vem aquela coisa linda, maravilhosa, aquele colchão de orelha, que aquilo é para nós termos a consciência de o que nós somos, para pisarmos com serenidade, para desenvolvermos a nossa mediunidade, como Divaldo aprimorou a sua mediunidade com tanta dignidade para que trabalharmos com os bons, como diz Ivone, né? Eu quero trabalhar com os bons espíritos, né? E para trabalhar com os bons espíritos, a gente tem que vencer a nós mesmos. Temos que ter a consciência do

trabalharmos com os bons, como diz Ivone, né? Eu quero trabalhar com os bons espíritos, né? E para trabalhar com os bons espíritos, a gente tem que vencer a nós mesmos. Temos que ter a consciência do que nós estamos fazendo aqui, processo, do trabalho, tem dessa entrega maravilhosa, desse contato incrível, né? Porque trabalhar com a mediunidade é uma coisa assim que particularmente eu amo. Eu aprendo todos os dias e não só com contato, mas com contato com os trabalhadores que estão ali com conosco, né? E isso é construção. Isso é construção. Isso é fantástico. Desculpa aí, eu tomei um pouquinho de tempo aí porque eu me empolguei um pouquinho, mas tudo bem. Mas isso é bom. Tranquilo. >> E aí eu acho que dá para colocar outra, já que a Meir terminou de comentar outra pro Vinícius. Eh, aqui temos uma da live. Você que os dois comentem, Carlos. Enriquece >> os dois. É, então pode começar o dos dois. Tá aí a a a pergunta da começar pelo pelo Vinícius que a Me acabou de falar. Isso. >> Então, Vinícius complemento. >> Exato. E quanto aos caprichos dos curiosos que incomodam os espíritos, o médium também pode sentir esse incômodo? >> Com certeza. A sensibilidade mediúnica, ela permite com que o médium faça uma leitura do ambiente. É por isso que as reuniões mediúnicas são sobretudo privativas. Quando a gente estuda o livro dos médiuns, o que é o espiritismo, que Kardec dialoga com o Cético e há um anseio do cético de assistir reuniões, Kardeco, primeiro que o fenômeno não provoca convicção e outro que os espíritos não estão sujeitos à vontade dos curiosos, né? Para que uma comunicação aconteça, ela precisa da permissão de Deus, da vontade do espí do médium e ambiência adequada. Então, quando o médium está presente a uma reunião em que haja assim pessoas com pensamento de curiosidade ou contrapondo mesmo aquilo que se dá, porque nós espíritas e não somos anjos. Pode ser que vez por outra nós tenhamos uma contrariedade em relação a algum companheiro e daqui a pouco nós possamos

ade ou contrapondo mesmo aquilo que se dá, porque nós espíritas e não somos anjos. Pode ser que vez por outra nós tenhamos uma contrariedade em relação a algum companheiro e daqui a pouco nós possamos estar pensando de uma forma colocar em dúvida ou estar contraditando o que o espírito está dizendo. O médium sente e se ressente porque recebe aqueles fluidos e naturalmente os benfeitores não eliminam, embora filtrem essas circunstâncias, mas não de todo, porque também o médium precisa ganhar experiência e aprender a lidar com esse tipo de circunstância. Esse é um ponto muito importante que nos permite lembrar o por que não se deve realizar reuniões mediúnicas públicas. com hora marcada, com agenda, com ficha, porque é impossível garantir que este ou aquele espírito venha se comunicar. está na base kardequiana, onde o fenômeno demanda uma certa naturalidade, espontaneidade do lado de cá, já que quem organiza as comunicações e a própria finalidade de uma determinada reunião são os benfeitores. A curiosidade no sentido filosófico, ela é bem-vinda. Mas essa curiosidade a que se refere aqui é aquela curiosidade quem quer tirar dúvidas, o que que vai ser na próxima encarnação, quanto que vai ganhar na loto, será que é verdade e não é verdade quando não é curiosidade quem busca aprender, quem abre a alma a um novo conhecimento. E isso realmente não faz o menor sentido. Agora, aquele que queira satisfazer a curiosidade filosófica, a vontade de saber, que é muito justo, porque a proposta espírita é de fé raciocinada, ele tem oportunidade extraordinária de frequentar os grupos de estudo, assistir as palestras e com o tempo nos caminhos naturais de o centro espírita meio organizado, vai encontrar com o fenômeno e talvez até lá ele não tenha mais curiosidade, ele tem a vontade de servir. Meid, >> muito bom, Maid, >> muito bem, né? E e eu ouvindo a resposta de Viní aqui, eu já minha mente já foi para um outro lado, né? queira Deus e os médiuns possam sentir-se incomodados, porque se eles

id, >> muito bom, Maid, >> muito bem, né? E e eu ouvindo a resposta de Viní aqui, eu já minha mente já foi para um outro lado, né? queira Deus e os médiuns possam sentir-se incomodados, porque se eles sentissem atiçados na sua vaidade, como se eles fossem o último biscoito do pacote que sempre está quebrado, aí complica a história. É aí onde tá a grande pegadinha. É aí onde encontram-se aqueles que vão em busca do médium e o médium sente-se envaidecido por tá sendo procurado para alguma coisa. Aí tá outra armadilha bem delicada nesse processo que infelizmente não é raro e que muitos caem, que muitos caem e obviamente os espíritos sérios que não se compactuam com tal situação se afastar, outros tomarão conta. E por eles estar tão envolvido naquela sensação, vamos dizer assim, de eu estou sendo procurado, eu sou importante, ele passa a não se aperceber que o original, vamos dizer, o espírito sério não está mais ali. E ele pai, aí inicia esse processos seríssimos, seríssimos. é onde se perdem eh médiuns, vamos dizer assim, de grandes possibilidades, porque se permitiram enveredar por caminhos eh da vaidade, da arrogância e a fascinação tá aí convidando a tudo e a todos, né? Manuel Flamengo de Miranda nos chama atenção, nos convida sempre a refletir que hoje os inimigos do espiritismo encontram-se dentro das suas fileiras e somos nós que ali nos encontramos. E como nós nos colocamos diante do outro, né? como é que nós nos colocamos diante das situações, né? Eh eh eh eh e isso precisa ser muito refletido, não tão somente com os médiuns, como também como companheiros de trabalho, como amigos, sermos sempre muito sinceros uns com os outros, né? Para que nós possamos nos auxiliar e auxiliar o nosso próximo, porque muitos já se perderam por esses caminhos, muitos já se perderam, né? Então, eh, esse foi o segundo pensamento que me veio com essa pergunta, que é uma pergunta excelente do do que foi colocada aqui agora. >> Uhum. >> E me trouxe essas reflexões. É, é interessante, né? A

ntão, eh, esse foi o segundo pensamento que me veio com essa pergunta, que é uma pergunta excelente do do que foi colocada aqui agora. >> Uhum. >> E me trouxe essas reflexões. É, é interessante, né? A a o a vigilância que precisa. O Carlos Campos fez um comentário, ó. Erasto, assim como Emânuel, foi rigoroso nas mensagens contidas no livro dos médiuns, chamando a nossa atenção paraa vigilância, né, pro cuidado que a gente tem que ter. E são os os chamados escolhos da mediunidade que Kardec colocou, não é? E há riscos naturalmente, mas o trabalho é uma bênção, né? Quando a pessoa sabe realmente se conduzir e aproveitar bem a oportunidade, é uma bção. A bênção para o médium é uma bênção para os espíritos que são beneficiados. É uma bção pros mentores que encontram alguém que se disponha a realizar a tarefa com seriedade, não é? Mas realmente tem muitos que acabam enveredando pelos caminhos do interesse pessoal, da vaidade e e se pedem nos labirintos, não é? Agora a isso aqui vai começar com você, Mar. O Flávio colocou aqui, ó, Flávio Morais, seria o médio consciente e tá perguntando se há se há médios conscientes ou se o médium é consciente. Comenta um pouquinho para nós sobre essa questão de médio consciente, médio não consciente >> e outra coisa, >> não consciente, né? Médium consciente >> Meir e Vinícius, >> a questão do médium consciente ou não, como que a gente identifica? É um médio consciente, é um médio inconsciente, como é que isso acontece? >> Uhum. Muito bom. >> Pois é, né? O médium médico é aquela questão, será que sou eu? Será que não sou eu? Meu Deus do céu, será que sou eu? Digo, meu amigo, você já estudou, já tá trabalhando há tanto tempo ainda. Tá nessa questão. Será que é meu? Será que não é meu? Não, porque eu tô percebendo muita coisa. Digo, tenha calma, preste atenção no que não é seu, no que você não está pensando, nas ideias que estão de vindo. Você já estava trabalhando com essas ideias, eu estava pensando em tudo isso? Não, não tava pensando. Então aí tem uma

o no que não é seu, no que você não está pensando, nas ideias que estão de vindo. Você já estava trabalhando com essas ideias, eu estava pensando em tudo isso? Não, não tava pensando. Então aí tem uma outra mente trabalhando com você e você tem uma percepção mais ampla das ideias que estão chegando nesse momento. Então o médio consciente ele tem essa possibilidade de perceber eh antes do espírito falar aquilo que está chegando. E aí vai precisar, esse médium vai precisar realmente de de muito, não é que todos vão precisar, né, de muito autocontrole, de muita disciplina, de muita vigilância e principalmente do que do que o Jacobson chama lá naquele livro que ele publicou pela FEB, Psicofonia na obra de André Luiz, da concentração mediúnica, que é justamente o tipo de concentração que é o desenvolvimento no dia a dia da disciplina da educação e da vitória sobre si mesmo, para que melhor possa controlar suas emoções e essas emoções não interfiram nas comunicações para que o o o eh as emoções, as complexidades, os traumas que nós trazemos não interfiram nessas comunicações, porque o médio consciente ele vai trabalhar com situações e ele precisa começar a filtrar, ser um bom filtro para que a mensagem saia limpa, pura. Divald ele traz no livro Consciência e Médiumidade um exemplo muito fantástico do médium, né? Ele diz que o médium ele ele compara o médium a um copo, é um copo que tá com um restinho de café, né? E diz que o espírito, a voz do espírito é aquela água limpa. A água limpa tá ali e o o médium é aquele copo que tá com fundo sujo de café. Então a água limpa bate no copo. O que que vai acontecer? Aquela água limpa mistura-se com o café e consequentemente vai se misturar. Então aquela aquela aquela sujeira que é o café é justamente as emoções, os sentimentos que nublaram a comunicação pura que veio do espírito. E é só vai poder eh melhorar, digamos assim, a tonalidade daquela daquela sujeira íntima com a educação, com a evangelização, com o melhoramento e assim o médium vai se melhorando dessa

o do espírito. E é só vai poder eh melhorar, digamos assim, a tonalidade daquela daquela sujeira íntima com a educação, com a evangelização, com o melhoramento e assim o médium vai se melhorando dessa forma. No caso do médium consciente, por ele ser consciente, esse trabalho, digamos assim, fica muito mais patente, porque ele tem uma percepção bem mais eh presente desses acontecimentos. Só um médio inconsciente, o médio inconsciente que em verdade eles são bem raros, não é uma coisa que você encontre a de qualquer forma a corte a direita não é tão não é tão tão presente quanto o médio consciente, são médiuns mais raros, mas eles, apesar da inconsciência, de não trazer a lembrança dos acontecimentos como espírito, eles estão ali ao lado daquele da da das entidades, das comunicações. E eles através desse processo de educação, de evangelização, de autoconhecimento, eles também vem todo o trabalho a ser desenvolvido de filtro e de controle dessas comunicações. Mas eu acho que o Vinícius veio acrescentar alguma coisa aí, né, meu amigo, para poder >> nos ajudar. Muito bom ouviu, enquanto te ouvia e tu destacava a concentração mental, eu lembrei daquela página de espírito de André Luiz que está numa antologia sobre centro espírita educandar de luz. E nesse capítulo concentração mental, o nobre benfeitor da oportunidade da gente entender que ela não se estabelece simplesmente com exercícios de pontuar o pensamento a respeito de algum tema, mas diz respeito a uma construção que é feita na vivência diária. Quanto mais nós nos dedicamos à prática do bem, mais concentração mental nós construímos. Quanto mais focamos em responsabilidades, cumprimento do dever, quer dizer, a moralização do médium favorece a concentração e favorece com a experiência a própria consciência da mediunidade e das suas responsabilidades. E eu acho que isso é muito importante. Bezerra de Menezes, tem uma outra página recebida pelo Chico e há uma frase que diz assim: "A mediunidade com Jesus é serviço aos semelhantes".

esponsabilidades. E eu acho que isso é muito importante. Bezerra de Menezes, tem uma outra página recebida pelo Chico e há uma frase que diz assim: "A mediunidade com Jesus é serviço aos semelhantes". Então, quando nós vamos pensar em mediunidade, na seara que nós abraçamos, nós não estamos assim para despoltar num âmbito de uma paranormalidade que venha a se destacar pela paranormalidade. Não é mediunidade que vai destacar o médium, não é? é a mediunidade que vai lhe garantir um estado de serenidade na vida após a morte, quando vai encontrar com a própria consciência, mas é sobretudo a aplicação que o indivíduo dá à mediunidade. Portanto, a gente precisa recolher dessas obras como de Manuel Filomeno de Miranda, como o próprio André Luiz dos Mensageiros, entre outras, compreender daqueles exemplos pródigos. Esses livros são de exemplos quanto a lei de ação e reação na vida dos médiuns, para que nós possamos colocar mediunidade a serviço da nossa autoeliminação. Naturalmente a partir da podemos colocar à disposição do bem do próximo, né? >> Muito bem. E isso que você coloca, Vinícius, é tão importante, porque nesse capítulo mesmo, eh, Kardec coloca o foco na inteligência e não no fenômeno. Rapidamente ele retira a atenção do como o mecanismo para o quem, a inteligência comunicante. E ao notar que as pancadas expressavam emoções, ele já apontava para a prova mais significativa do espiritismo. ou seja, a sobrevivência da alma e a manutenção de sua individualidade após a morte. Então, a gente tem que olhar para o fenômeno com este foco, buscar retirar a interdependência daquilo que nós estamos absorvendo. Porque o que que a gente observa nesse capítulo 11, conforme você muito bem pontuou no início, simplesmente eh o nascimento da comunicação escrita, ilustrando uma jornada de descoberta e o aperfeiçoamento que se transformou de simples pancadas em um meio rico e detalhado de intercâmbio entre os dois mundos. Então, o foco desse capítulo é esse despertar o nosso para essa

e descoberta e o aperfeiçoamento que se transformou de simples pancadas em um meio rico e detalhado de intercâmbio entre os dois mundos. Então, o foco desse capítulo é esse despertar o nosso para essa realidade, uma pontuação histórica e a continuidade, o que acontece hoje e como estamos nós na condição de seres observadores e qual tem sido o nosso senso de utilidade na aplicação da nossa tarefa mediúnica. por aí >> da Keila Lousada, sua parente, Vinícius, >> minha irmã. >> Oh, que legal, irmã do Vinícius. Olha aí. Então, Vinícius, para você, para e para e paraa Me, quais os meios mais eficazes para o médium tornar-se disciplinado e assim bom instrumento, >> a gente precisa levar em conta, tanto para essa questão quanto paraa anterior também, a necessidade do autoconhecimento. >> Uhum. >> Né? Que é uma questão chave do espiritismo, né? Questão que a gente repete diversas vezes, 919, 919 a de o livro dos espíritos. É. preciso que nós pratiquemos essa interrogação diária à nossa própria consciência para poder identificar os erros e acertos e estabelecer metas comportamentais para aquisição de virtudes e desenvolver, como diz o professor Neilobo, a nossa espiritualidade, educando os nossos próprios sentimentos. E aí, claro, a disciplina que posta a serviço da nossa transformação interior. Quando a gente fala em disciplina, a gente tá falando, a gente muitas vezes se repete aquela expressão de Emanuel, mas a gente tá falando de um espírito e condição sublimado em relação a nós mesmos. E a gente confunde disciplina com rigidez. Disciplina é uma dedicação perseverante na aquisição de uma determinada conduta que cada qual deve empreender com consciência, como escolha. Não é um processo de flagelo, de autopunição, de comiseração de si mesmo. A gente erra, reconhece o erro e passa a identificar as possibilidades de correção. Quais são os meios mais eficazes? O que a gente identifica particularmente à luz da doutrina espírita é esse processo do autoconhecimento recomendado pelo Espírito Santo

as possibilidades de correção. Quais são os meios mais eficazes? O que a gente identifica particularmente à luz da doutrina espírita é esse processo do autoconhecimento recomendado pelo Espírito Santo Agostinho em o livro dos espíritos. Nessa prática, nós somos capazes de identificar na nossa conduta diária aquilo que em nós precisa de reforma, de correção, a tão decantada reforma íntima que os espíritos nos recomendam. mesmo, né? Conhece-te a ti mesmo, né? Um sabe da antiguidade, já volo disse, "Conhece-te a ti mesmo, né? E nesse processo de autoconhecimento, que não é coisa fácil, mas é necessário, né? Somado com os estudos não só da mediunidade, mas também o estudo da doutrina espírita, trabalhando o coração e o sentimento nesses dois processos, com certeza aí nós vamos realmente caminhar numa direção muito legal. Porque uma coisa que muitas vezes eu percebo que as pessoas, se algumas pessoas não compreendem ainda é a eh a doutrina espírita como o consolador prometido que ele é. E muitas vezes nós espíritas não estamos consolados. E aí é é justamente a ausência desse combo de situações, do esforço para vencer as nossas más inclinações, o conhecimento de si mesmo, conhece-te a ti mesmo, os estudos e entender o que que a doutrina tá nos trazendo, porque nós estamos vivendo uma um existência e não vai ser só flores, não. Vão ter muitos espinhos, vão ter muitas pedradas. Vamos arrancar o dedão do pé, levar topada e vai sangrar e vamos chorar. E nós vamos ter que entender tudo isso, superar, cuidar das feridas e seguir adiante. Porque a doutrina escrita, ela é extremamente consoladora. Se eu me permitir consolar com tudo que ela me traz, >> né? Então, é, é um combo de situações aí para que nós possamos realmente sermos disciplinados, tornarmos esses instrumentos, esses instrumentos realmente de serviço na seara eh do nosso mestre Jesus, né? No que nós abraçamos como espírito, graças a Deus. E agora nós somos espíritas, gente. Agora nós estamos lá no centro. Vamos lá, então. Eh, vou colocar da

erviço na seara eh do nosso mestre Jesus, né? No que nós abraçamos como espírito, graças a Deus. E agora nós somos espíritas, gente. Agora nós estamos lá no centro. Vamos lá, então. Eh, vou colocar da Regina e colocam para você queita rapidinho, a gente encerra, né, por causa do tempo. >> A Regina Dibou: "Sem estudar a doutrina com seriedade é praticamente impossível dizer que é um bom médium". Ela cita um exemplo que seria aquele médium que já chega na reunião mediúnica sentindo ser mal e deduz que é pela influência espiritual, não é? Ele não eh tem se precisa primeiro estudar, conhecer para poder realmente ter segurança, não é? E aqui nós temos entrou mais uma do Aldo aqui. Eh, vou colocar essa aqui para você ler. Eh, >> eh, da essa da Cristiane. Vejo que esses conhecimentos nos ajudam a nos libertar de tantos preconceitos e misticismos. É claro, não é? Esse conhecimento é o conhecimento que liberta. Doutrina espírita é luz nas almas. Então, quanto mais nós nos dedicarmos ao conhecer, mais livres nós seremos e mais donos do nosso destino para agir com segurança em todos os momentos. >> Muito bem. E o Aldo Nobre, há leis cheias de sabedoria que fariam a nossa felicidade se as observássemos. Com essas leis fariam reinar entre nós a paz e a justiça, nos ajudando mutuamente. É isso aí. Estudar o espiritismo, gente, a doutrina da fraternidade, não é? Muito bom. Nós queremos agradecer muito, né, as perguntas, participação, carinho e no próximo encontro nós seguiremos com o estudo da segunda parte das manifestações espíritas aí no capítulo 12 da pneumatografia ou escrita direta e da pneumatofonia, a escrita direta nos itens 146 a 149 e pneumatofonia nos itens 150 a 151. e um encerramento contigo, >> OK? Então, agradecemos a você que esteve conosco, aos nossos convidados, Mary Jane e Vinícius, que Jesus os abençoe. Muito agradecida pela presença e pelo bom trabalho. Fiquem com Deus e até a próxima. >> Até a próxima. Boa noite. >> Boa noite. >> Somos impulsionados e motivados por um

inícius, que Jesus os abençoe. Muito agradecida pela presença e pelo bom trabalho. Fiquem com Deus e até a próxima. >> Até a próxima. Boa noite. >> Boa noite. >> Somos impulsionados e motivados por um bem maior. Por meio da caridade e da vivência do evangelho do Cristo. Chegamos onde chegamos, conquistamos o que conquistamos. O nosso trabalho acolhe quem mais precisa. E independente da distância, nossos meios acessam lugares que antes pareciam inalcançáveis. A comunicação é chave em todos os setores de nossa sociedade e ela muitas vezes nos permitiu abraçar quem precisava de atenção em momentos de dor e angústia. Esse trabalho é feito com muita dedicação por toda uma equipe profissional, preparada para produzir diversos tipos de conteúdos que alcançam o público. Já são mais de 4.000 conteúdos de qualidade disponibilizados gratuitamente em nossas plataformas, produzidos por comunicólogos, produtores audiovisuais, cenógrafos, editores, designers, programadores e técnicos de áudio. Toda essa estrutura só é possível graças a você, apoiador do nosso trabalho. E somos gratos por toda a sua doação até aqui. Mas este trabalho precisa continuar. Podemos acolher ainda mais pessoas. E para continuar alcançando tantos corações, precisamos de você. Por isso, mais uma vez, contamos com seu apoio financeiro. Apenas com ele poderemos avançar ainda mais e continuar próximos de você. Trabalhamos pelo consolo, pelo esclarecimento e pela esperança. E sabemos que somente juntos com você poderemos fortalecer essa corrente. A padrinha Feb TV. Estamos juntos com você através da FEB TV. Acesse doe.febtv.com.br BR e faça sua doação.

Vídeos relacionados