#28 Estudo de O Livro dos Médiuns AEE CFN/FEB - Das manifestações espíritas - Parte 20

FEBtv Brasil 18/10/2025 (há 6 meses) 1:18:22 799 visualizações

Estudo de O Livro dos Médiuns pela Área de Estudo do Espiritismo do Conselho Federativo Nacional/FEB. Semanalmente, toda sexta-feira, às 21h30, no horário de Brasília, com transmissão ao vivo pelos canais da FEB no Facebook, FEBtv no YouTube e Facebook e Portal do Consolador no Youtube. Encontro 28 - Segunda Parte. Das manifestações espíritas. Cap. X Da natureza das comunicações. Itens 133 a 138. Link de acesso ao Estudo: https://febtv.live/livrodosmediuns_cfn_feb Para fazer parte do gru...

Transcrição

Vamos juntos nessa jornada de conhecimento e descoberta refletir e expandir nossos horizontes sobre a mediunidade, ampliando nossa compreensão sobre o mundo espiritual e suas belezas. Estudo de Ovre dos Médiuns pela área de estudo do Espiritismo do Conselho Federativo Nacional da Federação Espírita Brasileira. Olá, boas-vindas a você que está conosco e nossas boas-vindas também aos participantes. Carlos Campete, que é vice-presidente de unificação da Federação Espírita Brasileira. Adriana Paula, facilitadora do ESD, palestrante espírita, terceira vice-presidente da Federação Espírita do Piauí, diretora do Departamento de Estudos Doutrinários do Centro Espírita Irmã Sheila Piripiri e Paulo de Tarso Souza, que é coordenador de comunicação social e palestrante do estado da Bahia. Muito bem-vindos. Muito bem-vindos. Satisfação imensa estarmos juntos. a nossa saudação fraterna a você que acompanha o estudo do livro dos médiuns pela área de estudo do espiritismo e também a você que virá depois, né, pela gravação. Nós vamos dar continuidade hoje ao estudo do livro dos médiuns, examinando a segunda parte das manifestações espíritas no capítulo 10 da natureza das comunicações nos itens 133 a 138 hoje. E vamos já iniciar com a primeira pergunta para Adriana Paula. O que Kardec comenta, Adriana, no primeiro parágrafo desse item 133. >> Oi, Carlos, tudo bom? Elita Paulo, que alegria tá aqui de volta, né? Muito obrigada pelo convite, pela possibilidade de juntar o interior do Piauí com a Bahia. Não sei nem onde é que o Carlos tá nesse momento, né? Estou embbado no Caribe. >> Olha aí, imagina só. Euzita deve tá em Brasília, >> em Goiânia. Goiânia. >> Goiânia. Bom, então, olha só, né? Que que a internet não faz? Uma alegria muito grande estar dividindo esse espaço aqui com todos vocês e com todos aqueles que estão nos acompanhando. Muito obrigada pelo convite. Bom, o item 133 aí de o livro dos médiuns, né? Eu tava relendo essa parte, peguei meu livro, vi que ele tava todo riscado, eu disse:

os aqueles que estão nos acompanhando. Muito obrigada pelo convite. Bom, o item 133 aí de o livro dos médiuns, né? Eu tava relendo essa parte, peguei meu livro, vi que ele tava todo riscado, eu disse: "Meu Deus, quanta anotação!", Deixa eu ver isso aqui se eu organizo isso. Mas de um modo geral que o Kardec faz aqui nesse item 33, especialmente nesse primeiro parágrafo, é muito didático. Por quê? Porque ele vai fazer uma distinção entre o que são manifestações inteligentes do que são comunicações mediúnicas, né? ele vai trazer para nós uma eh uma relação entre esses dois conceitos. E didaticamente ele vai nos dizer que as manifestações inteligentes se apresentam para nós em várias circunstâncias. os ruídos, os barulhos, que são manifestações de espíritos que t uma causa inteligente, né, que se manifestam ali, ocorrem normalmente quando eh o espírito responde, por exemplo, a um pensamento, que foi o que aconteceu com o movimento das mesas girantes. Ali o que nós tínhamos eram manifestações inteligentes. excluindo-se aí o fato, né, desse ruído não ser material, a gente vai ter ali uma manifestação espiritual e ela será inteligente, diz Kardec aí quando há uma resposta ao nosso pensamento. E aí é interessante observar que o Kardec não fala da, ele não diz a fala, ele diz o pensamento, porque de repente ele col, se ele colocasse a fala, o médium de repente poderia ali ser induzido a responder de alguma forma em decorrência da sua pergunta, mas ele deixa aí muito clara a questão do pensamento, da conversa ali com os espíritos que devem ser psíquicas, né? né? Isso aí é um aspecto muito importante quando ele vai fazer essa distinção para que o médium muitas vezes quando ele está em trans, essa conversa até se dá, né, pelo pela fala, mas no caso das manifestações inteligentes, ele utiliza o recurso do pensamento. Então, a gente tem eh um espírito que responde a um pensamento intencionalmente, movimentando um objeto, por exemplo, como a gente teve aí em muitos momentos ali logo no início

recurso do pensamento. Então, a gente tem eh um espírito que responde a um pensamento intencionalmente, movimentando um objeto, por exemplo, como a gente teve aí em muitos momentos ali logo no início da da do estudo de Allan Kardec a respeito das manifestações espíritas. E a comunicação mediúnica, ele vai nos dizer, ela ocorre quando essa inteligência ela desenvolve de tal maneira, né, um contato regular, contínuo, uma troca de ideias que se percebe ali uma continuidade. Então, a gente tem aí um aspecto extremamente importante para distinguir o que ele chamava de manifestação inteligente e comunicação mediúnica. Então, a gente precisa atentar para isso, para poder compreender o que ele vai explicar logo adiante a respeito da relação da categoria dos espíritos com essas comunicações e dos tipos ou das naturezas, né, de manifestações que ele vai explicar logo aí ao longo das próximas questões. Tem muito didaticamente ele diferencia o que são manifestações inteligentes e o que são comunicações mediúnicas. Então a gente pode resumir assim: a manifestação inteligente, ela ocorre quando o espírito responde a um pensamento e a comunicação, quando isso se dá um diálogo constante, contínuo, permanente e irregular, respondendo a esses a esses pensamentos. É basicamente isso. >> Ótimo. Adriana Paulo quer colaborar nessa questão ainda? Eu acho que a Adriana foi assim bem completa, né, no que ela traz, porque Allan Kardec um bom professor, ele busca realmente trazer da origem o a sua ideia desde o princípio, assim, ele tá construindo um raciocínio, então ele parte da da ideia de que não é só uma manifestação material, é uma manifestação inteligente, que tem aí alguma coisa realmente que precisa ser estudado, que precisa ser investigado. O que chama atenção justamente é essa capacidade que as coisas têm de trazerem alguma algum sentido na comunicação, não somente um movimento físico, mas algo que transcende a essa possibilidade indo além, né, revelando que existe algo mais a ser descoberto para além dessas meras

alguma algum sentido na comunicação, não somente um movimento físico, mas algo que transcende a essa possibilidade indo além, né, revelando que existe algo mais a ser descoberto para além dessas meras manifestações físicas dos movimentos das mesas, que no caso aqui era o que estava basicamente intrigando nos primeiros momentos os pesquisadores da doutrina espírita. Eu falei e nem dei boa noite para todos, né? Carlos, Leusita, Adriana, boa noite aos queridos amigos da internet. Muita paz, viu, gente? >> Beleza, Paulo. E no segundo parágrafo do item 133, que relação Kardec estabelece entre a elevação intelecto moral dos espíritos e os tipos de comunicações? Essa, né, complementando aí o que eu estava dizendo, isso me lembra um pouco quando o Kardec foi convidado pelo senhor Fortier para as primeiras experiências e que no no contato que ele teve com esses amigos, não é? Eh, inicialmente ele foi convidado para ver mesas girantes e aí em um determinado momento, Carlotti tinha dito: "Olha, as mesas estão girando e tal e ele não se impressionou muito, mas quando o Fort disse elas estão falando, ele disse: "Até que você me prove que uma mesa realmente é capaz de falar, eu vou realmente assim acreditar que isso que você está me contando é uma história, eh, eu diria assim, traduzindo para o bom português, né? é uma história para boi dormir. Então, eh, Kardec vai a essa experiência e lá ele descobre que, de fato, os movimentos que estavam vindo das coisas, né, as próprias, os movimentos tiptológicos e também toda a comunicação que já se mostrava ali através de outros mecanismos, estava eh mostrando uma inteligência subjacente à aquelas pessoas ou transcendendo todas aquelas experiências físicas que estavam ali sendo eh apresentadas. Qual é o o o meio que Kardec vai utilizar, o caminho que ele vai utilizar para fazer as suas digressões? Inicialmente, que são princípios inteligentes agindo eh nas consequências inteligentes que estavam sendo vistas, né? Então ele diz, ó, por trás de todo o efeito inteligente

a fazer as suas digressões? Inicialmente, que são princípios inteligentes agindo eh nas consequências inteligentes que estavam sendo vistas, né? Então ele diz, ó, por trás de todo o efeito inteligente existe uma causa inteligente. Essa causa inteligente é justamente essa manifestação espiritual que ele vai classificar em função do grau de evolução moral desses comunicantes. Então, existiam comunicações de diversos graus, de diversas ordens, porque os espíritos eles se posicionam em diversos níveis. E aí, obviamente que ele vai apresentar isso na escala espírita, questões 100 seguintes, quando ele fala sobre as três ordens e as 10 classes. A terceira ordem são aqueles espíritos ainda muito presos à matéria e que, portanto, as suas manifestações são grosseiras, são muito ainda presas a essa experiência sensorial. E os espíritos de segunda ordem, eles teriam já um certo grau de liberdade. Portanto, eles denotariam algo mais da essência espiritual, da essência pura do espírito. Enquanto que os espíritos de primeira ordem e de primeira classe, né, porque a terceira ordem vai da classe 10 à classe 6, os espíritos de segunda ordem vão da quinta classe à segunda classe e o de primeira ordem eh só tem uma classe que é o espírito puro ou puro espírito. Esses espíritos já alcançaram o seu grau de pureza, portanto eles não encarnam mais, eles têm algumas características. E a depender do estado evolutivo do espírito comunicante, haveria um grau, um tipo diferente de comunicação, que ele vai classificar em quatro tipos. Esses quatro tipos são justamente esses tipos que estão nesse capítulo 10, que são as comunicações grosseiras, as fríolas, as sérias e aquelas que são as instrutivas. Esses quatro tipos. Kardec, ele sempre tem essa ideia de eh mostrar através de uma tipologia as comunicações, os fenômenos, os graus de obsessão. sempre tem essa ideia de apresentarem em em classificações muito bem elaboradas, mas obviamente ele sempre deixa claro de que essas são apenas informações didáticas,

s fenômenos, os graus de obsessão. sempre tem essa ideia de apresentarem em em classificações muito bem elaboradas, mas obviamente ele sempre deixa claro de que essas são apenas informações didáticas, que existem muito mais outras que podem ser desdobradas a partir dessas quatro, que seriam espécies de eh misto entre uma e outra, algo que se mistura, né, que a gente tem que ter aí realmente um bom discernimento para poder classificar a qualidade da comunicação que nós Estamos recebendo isso dentro do livro dos médiuns. Tem uma importância fundamental quando nós estamos diante de uma experiência mediúnica para saber qual é o tipo de espírito, qual é o nível do espírito que está se comunicando e consequentemente podemos avaliar melhor a comunicação que nós estamos recebendo. Então, basicamente, ele faz essa comparação dizendo se são essas entidades, os espíritos e os espíritos são, como ele vai dizer no início dessa obra, são a os homens, né, as os homens, as almas dos homens destituídas dos seus corpos físicos. Então, da mesma forma que na Terra nós podemos encontrar diferentes graus de comunicação, no meio espiritual também a mesma coisa que o que ele abre espaço para essa tipologia dos quatro tipos das comunicações mediúnicas. Excelente, Paulo de Taro. Excelente. Muito bom. Nós vamos eh vendo aqui como o Paulo colocou, né, que Kardec e Adriana também chamou atenção para isso de uma maneira muito lógica. Ele vai construindo o pensamento e ficando bem didático pro nosso entendimento, não é? Então o que o Paulo apresentou ali, que v nós vamos ver agora os vários tipos, né, de de comunicações que podem ocorrer, as grosseiras, frívolvulas, sérias e instrutivas, né? Esses quatro tipos que a gente vai passar a examinar. Antes, só destacando aqui, temos pessoas acompanhando de várias cidades e e estados do Brasil e temos gente do exterior também, ó. Aqui, ó. Vá, o nosso abraço aí pra Regina Dible, que é lá do de Dallas, no Texas. E Adriana, no item 134, então Kardec vai examinar

s cidades e e estados do Brasil e temos gente do exterior também, ó. Aqui, ó. Vá, o nosso abraço aí pra Regina Dible, que é lá do de Dallas, no Texas. E Adriana, no item 134, então Kardec vai examinar essas comunicações grosseiras, não é? E o que é que caracteriza essas comunicações? >> É isso mesmo, Carl. ele vai iniciar aí o processo de análise, né, didática dessas comunicações. E aqui é muito importante a gente lembrar, né, que Kardec ele tá fazendo um exercício, né, tá exemplificando, tá apresentando para nós um roteiro, é uma, né, uma régua, uma medida de como analisar a natureza dessas comunicações. quando ele coloca ali a escala espírita, ele nos dá uma régua, né, para que a gente possa ir medindo as características, a qualidade dessas comunicações. Aí é bom lembrar sempre que a natureza da comunicação é reflexo da natureza do comunicante, né? E o comunicante é o espírito. Nós funcionamos quando médiuns mais ostensivos como um filtro, como um intérprete. Então a gente precisa lembrar disso e ter em mente aquela classificação que o Paulo de Tasso muito bem apresentou. Essas comunicações grosseiras, segundo Allan Kardec, é tão curtinho o trecho que vale até pena a pena a gente lendo e comentando. Ele diz: "Elas são concebidas em termos que chocam o decoro." Então, aquelas comunicações eh que são apresentadas, são trazidas, como ele mesmo diz aí, por espíritos de baixa estofa, de baixa classe, né? aqueles espíritos inferiores. Além disso, diz Allan Kardec, essas essas mensagens em nada diferenciam das que provenham de homens viciosos e grosseiros. São aquelas mensagens que repuginam aos que não aos que não eh aos que são eh possuem a delicadeza do sentimento. São elas triviais, ignóbeis, eh de ondas, causam repugnância, normalmente obscenas, insolentes, arrogantes, malévolas e ímpias, ou seja, desprezíveis. E aqui a gente tem, né, uma caracterização do que são essas comunicações grosseiras. E aqui a gente precisa lembrar, né, de algumas coisas que são muito importantes já que Kardec tá

eja, desprezíveis. E aqui a gente tem, né, uma caracterização do que são essas comunicações grosseiras. E aqui a gente precisa lembrar, né, de algumas coisas que são muito importantes já que Kardec tá falando para os médiuns. Nesse caso, a gente tem uma mensagem que é trazida por um espírito normalmente ignorante, por espírito inferior, por um espírito, como ele mesmo coloca aí, malévalo. Dentro das reuniões mediúnicas, todos nós sabemos que elas são acompanhadas pelos espíritos que conduzem aquele trabalho, que conduzem aquela atividade. E se de alguma maneira essa mensagem chegou até nós, chegou até um grupo mediúnico, chegou até aquele médium, nós precisamos atentar para o fato de que aquele espírito que ali chegou e trouxe aquela mensagem, há uma utilidade, porque se não houvesse uma utilidade, aquele espírito não teria chegado a trazer aquela mensagem. Então, essas mensagens elas não podem ser acolhidas, né, como a gente às vezes eh vê em algumas situações alguns grupos com menos estudo, com menos informação, acolhendo essas mensagens. A gente precisa acolher o espírito que a trouxe. O espírito necessita ser acolhido, né? A mensagem pode se tornar instrumento de estudo para todos nós, né? de um convite para nossa vigilância, para nossa eh a a vigilância e a oração para aqueles médiuns que estão envolvidos naquela atividade. E aqui é interessante observar que Kardec ele está analisando mensagens e não médiuns, porque às vezes a gente confunde essas coisas, né? dentro de um grupo mediúnico. Quando uma mensagem grosseira dessa chega, a gente precisa acolher o espírito, lembrar que essas mensagens elas provém, como Paulo disse, de espíritos que assim como os homens viviam apegados à trivialidades, a malícia, né, a maldade e desencarnaram. Então, a gente acolhe o espírito, estuda a mensagem e se coloca em vigilância, né? se coloca em oração, porque é preciso separar a análise da mensagem da crítica ao médium, porque isso às vezes acaba acarretando inclusive em prejuízos para alguns

sagem e se coloca em vigilância, né? se coloca em oração, porque é preciso separar a análise da mensagem da crítica ao médium, porque isso às vezes acaba acarretando inclusive em prejuízos para alguns grupos de trabalho. Quantas vezes a gente eh tem notícias, especialmente junto de grupos de estudo, em casos espíritas de determinado grupo, acabou porque o médium vivia recebendo crítica das mensagens que ele recebia na reunião mediúnica. Então aqui a gente precisa lembrar disso, que a Kardec tá colocando pra gente uma medida da mensagem, né? Um critério de análise da mensagem e da não do médium. E aí essa mensagem ela também tem um objetivo, né? É nos despertar. Porque se ela chega até nós, ela chega até o nosso grupo mediúnico, a gente precisa despertar, despertar o médium, despertar o grupo paraa vigilância, paraa oração e para o estudo, porque a gente só reconhece esse tipo de mensagem estudando, né? e analisando com muito cuidado, com muito carinho a mensagem. Porque se um espírito dessa natureza se aproxima de um grupo, se aproxima de um médium, eh com certeza com a conceção dos espíritos superiores e alguma utilidade >> ótimo, Adriana. Eh, Paulo de Tarso, você fique à vontade se quiser trazer algo mais, mas a questão que vai para você é relacionada ao item 135. O que caracteriza as comunicações fívolas? >> Essas talvez sejam as comunicações mais difíceis que ocorrem regularmente. E só lembrando, né, Adriana tocou num ponto super importante. Quando Allan Kardec escreveu esse livro, ele se chamava Instruções Práticas das reuniões mediúnicas. Depois virou o livro dos médiuns. E por que que ele fez esse instruções práticas? porque ele queria de alguma forma orientar os médiuns em relação à sua conduta diante dessa desse trabalho, dessa interface com os espíritos na comunicação e nas reuniões. Então todas essas informações elas vão servir sim clar para o a orientação do trabalho como um todo. Isso foi muito bem colocado por Adriano. E a gente tem que entender que as comunicações

s reuniões. Então todas essas informações elas vão servir sim clar para o a orientação do trabalho como um todo. Isso foi muito bem colocado por Adriano. E a gente tem que entender que as comunicações vívoras, elas são espaços que os espíritos, aproveitando das nossas fragilidades, da vaidade, do nosso ego inflamado, muitas vezes aparecem espíritos que vêm falando coisas que as pessoas querem ouvir, falando exatamente o que as pessoas querem ouvir. Então, os consulentes são aqueles que se colocam diante de médiuns incorporados para saberem sobre sua vida, saber sobre os seus destino, saber se estão no emprego certo, se aquela pessoa é a pessoa mais indicada pro seu relacionamento. Esse é o tipo de informação frívola, porque ela não tem uma utilidade, se você for olhar do ponto de vista prático, a não ser saciar a curiosidade das pessoas que estão diante desses desses dessas comunicações. Então, o espírito que sabe qual é o nível do grupo que está se reunindo, ele já se prepara antecipadamente para trazer essas comunicações. E obviamente que quando estamos falando de reuniões sérias, existe uma preparação de grupos que se organizam, mas às vezes as pessoas fazem reuniões em casa. Às vezes as pessoas incorporam espíritos em determinados lugares onde não há essa essa preparação toda. E aí, obviamente, é um espaço aberto para que esses sofistas do espaço se apresentem com suas articulações eh verbais, intelectuais, trazendo a condução de muitas vezes um trabalho, abrindo portas para os níveis de obsessão que Kardec muito bem classificou, aí já beando as fascinações. É onde o grupo fica muito impressionado com a qualidade, com a alegria às vezes que chega um espírito desse fazendo muita piada, muito jucoso, falando de coisas que são coisas que as pessoas ali estão no nível daquelas pessoas na expectativa. Então essas comunicações frívolas, elas não têm o objetivo de instrução, elas não têm o objetivo do engrandecimento das pessoas, da orientação espiritual. Elas são simplesmente comunicações que abrem

Então essas comunicações frívolas, elas não têm o objetivo de instrução, elas não têm o objetivo do engrandecimento das pessoas, da orientação espiritual. Elas são simplesmente comunicações que abrem portas para que essas entidades possam se comunicar de forma aberta e passar as suas mensagens. muitas eh teorias foram imiscuídas dentro do pensamento, o pensamento filosófico duro, pensamento bem estruturado da da da humanidade, sofreu embates muito sérios por conta desse tipo de influência de pessoas que traziam ideias novas, aparentemente ideias sofisticadas, que em verdade eram apenas planos muito bem ordidos para poder desestabilizar grupos e fazer com que essas pessoas, de certa forma, perdessem a sua união. Então, é muito importante que nós saibamos que um espírito quando ele se comunica, ele se comunica com a própria com o propósito útil de alguma coisa. Se eles estiverem em dificuldade, o propósito é a a orientação, é o acolhimento, é trazer também informações muito claras a respeito da sua situação no mundo espiritual para que sirva de orientação para os encarnados não estarem na mesma condição posteriormente em que ele está se encontrando agora. Então, essas informações todas elas têm uma utilidade prática, elas têm uma uma um objetivo grandioso por trás. Quando elas não têm, elas são simplesmente vazias, elas são sem nenhum propósito, elas são chamadas de frívolas porque elas não têm objetivos sérios, elas não têm objetivos mais estabelecidos. São, portanto, comunicações perigosas que, infelizmente, as pessoas gostam muito, porque elas falam das coisas que as pessoas querem ouvir muito mais do que as pessoas precisam ouvir. >> Muito bem, ótimo. Acho muito bem colocado. E esse item agora é o 136. Adriana, nós vamos desdobrar em duas perguntas e a primeira delas, o que diferencia as comunicações sérias das grosseiras e frívolvas? Já vimos as as grosseiras, frívulas. Agora, o que que faz a diferença entre uma e outra, né? Dando continuidade até o que o Paulo já

o que diferencia as comunicações sérias das grosseiras e frívolvas? Já vimos as as grosseiras, frívulas. Agora, o que que faz a diferença entre uma e outra, né? Dando continuidade até o que o Paulo já começou. >> Sim, é interessante a gente observar esse aspecto, porque o Kardec ele vai fazendo essa classificação por exclusão, né? E é muito didático a maneira como ele vai excluindo. Então ele apresenta ali a as grosseiras e as grosseiras elas são eh notórias notoriamente mais fáceis de serem identificadas. As frívolas aí uma coisa que que me cham muita atenção com relação às frívolas é quando ele diz que nós vivemos rodeados de espíritos levianos, né? que eles ali nos cercam o tempo inteiro. Eles usam a expressão pululam em torno de nós. Então a intromissão e eles buscam, eles se aproveitam de todo, se eu não tiver enganado, é isso que ele diz, eles se aproveitam de todas as ocasiões para se intrometerem nas comunicações. E aí a gente percebe que essa intromissão nas comunicações de espíritos levianos é um é um processo do fenômeno eh mediúnico, né? Daí a necessidade premente do orai, do vigiai e do estudo constante. Mas aí as a questão 136, né? Eh, as comunicações sérias, Kardec diz que elas são ponderas, elas são minuciosas quanto ao assunto e elevadas quanto à forma. E aqui a gente eh já tem aqui um aspecto que pode distingui-la das duas anteriores, tanto das grosseiras quanto das frívulas. Por quê? Porque elas estão minuciosas, né? Essas, aliás, é exatamente isso. Elas são minuciosas, são ponderas, minuciosas quanto ao assunto e elevadas quanto a forma. você se utilizam de uma linguagem que não é tão grosseira quanto as primeiras e elas são mais minuciosas, né, de frivolidade, isenta de grosseria, tem por objetivo aí um fim útil, mesmo que seja de caráter particular. E ele chama a atenção disso, ou seja, tem um fim útil, mesmo que seja uma comunicação particular. Então aqui ele nos convida a olhar para essas comunicações a partir do crio da razão e da rigorosidade

E ele chama a atenção disso, ou seja, tem um fim útil, mesmo que seja uma comunicação particular. Então aqui ele nos convida a olhar para essas comunicações a partir do crio da razão e da rigorosidade lógica todas as comunicações. Por quê? Porque lá adiante ele vai falar que embora sejam comunicações sérias, existem entre elas as que são verdadeiras e as que são falsas. E aí a gente tem que lembrar de uma coisa, nem todo espírito é espírita e nem todo espírito estuda. Então a gente precisa lembrar disso quando está no contato com essas comunicações, porque às vezes a gente vê aquela comunicação com um palavreado muito empolado, estruturalmente muito bem organizada, escrita numa linguagem extremamente correta. E aí a gente vai analisar observando a razão e a rigorosidade lógica e ela começa a se contradizer. Às vezes, algumas inclusive contradizem a própria doutrina espírica, né? Porque não é porque é séria que é verdadeira, não é isso? >> Muito bem, Adriana. E seguindo nesta linha, Paulo de Tarso, Kardec afirma que dentre as comunicações sérias cumpre distinguir as verdadeiras das falsas. Você pode comentar, por gentileza? >> É claro. Eh, eu queria voltar um pouquinho aqui na escala espírita, sobretudo nas classes mais altas, nas classes 10, 9 até a classe 6 da terceira ordem. Então, basicamente, os espíritos de 10ma classe são os impuros. São aqueles que estão completamente emblutecidos. Esses espíritos, eles ainda não têm um discernimento muito claro sobre evolução, sobre suas potências. Eles são ignorantes no seu mais alto grau. Por isso, as suas ações são muito cruéis, são muito difíceis, são chamados espíritos assim, eh, os trevosos, os complexos. Esses espíritos estão nessa condição. Abaixo deles estão os levianos. Observe que os levianos eles são perigosos porque eles têm essa ideia de passar as mensagens frívolas, as mensagens que não têm este objetivo mais de instrução. E a oitava classe é justamente essa. São chamados pseudosábios. Eles são espíritos que eles trazem uma

ideia de passar as mensagens frívolas, as mensagens que não têm este objetivo mais de instrução. E a oitava classe é justamente essa. São chamados pseudosábios. Eles são espíritos que eles trazem uma espécie de falsa capa de superioridade intelectual, porque se utilizam de argumentos da retórica para poder passar uma ideia falsamente verdadeira. Usam até alguns argumentos verdadeiros, uma linguagem rebuscada. usam uma técnica de formação do raciocínio que leva a pessoa a intuir que há uma certa lógica no que está sendo colocado, embora saiba e eh se se aquela mensagem for passar por um crio mais rigoroso, ela não resiste a uma menor eh um menor embate com a razão, porque eh vai se perceber realmente esse construto ardiloso que está por trás da comunicação, que é a chamada comunicação séria, falsa, que ela tem aspecto de seriedade e ao mesmo tempo ela traz-se em si algo que não é verdadeiro. Há uma coisa interessante a se falar também sobre essas comunicações sérias é que a comunicação séria não é necessariamente a comunicação cisuda, a comunicação de um espírito que não tem nenhum tipo de flexibilidade na sua expressão. são comunicações sérias quando elas estão focadas no objetivo sério, um objetivo determinado e que visa crescimento e desenvolvimento do grupo e também as suas comunicações vão se desdobrar em algo útil pra humanidade. Então, esses espíritos, depois disso, há um espírito chamado espírito neutro, uma classe de espíritos são chamados espíritos neutros, que esses não são bons nem ruins, eles são inertes e depois uns que são os batedores e perturbadores. Eu faço questão de frisar essa escala porque o puttergast, aquele que quebra tudo dentro de casa, é esse sexto aí. É esse sexto. Então, só pra gente ter ideia de como esses espíritos estão numa classe ainda inferior, abaixo até daqueles que quebram casas, que quebram pratos, que movimentam as coisas dentro de casa. tamanha a seriedade que nós temos que ter dentro de uma reunião mediúnica para saber discernir realmente

xo até daqueles que quebram casas, que quebram pratos, que movimentam as coisas dentro de casa. tamanha a seriedade que nós temos que ter dentro de uma reunião mediúnica para saber discernir realmente o joio do trigo. Então, uma comunicação aparentemente eivada de boas informações e tal, elas precisam sempre passar pelo crio da razão, pelo estudo. O grupo precisa estudar, precisa estar de acordo aí com a questão doutrinária, saber realmente a orientação se está em conformidade com aquilo que as entidades superiores já nos revelaram em relação ao mundo espiritual. Então, sem muitas eh discrepâncias em relação a isso, se a comunicação fugir e estiver, de certa forma flertando com algo que não pode ser validado ou algo que ainda não está no devido crio ou na devemos ter reservas sempre nessas comunicações para não eh passarmos como sérias comunicações que estão eivadas de subterfúgios, de confusão e e coisas que não são úteis para o desenvolvimento dos nossos trabalhos espirituais. Muito bom. Sabe que a primeira vez que eu li, né, quando eu vi a comunicações sérias, achei o que é séria, então é verdadeira, né? Aí quando eu li que entre as comunicações sérias, essas instrutivas aqui, ela teria, né, aquelas que são realmente verdadeiras, essas que são falsas. Aí eu me assustei, eu falei: "Poxa, se elas são sérias, como é que pode ser falsa?" Eu fui ler de novo, examinar, não é? Então, às vezes o indivíduo está mistificando, querendo enganar, o espírito tá tentando enganar e ele é sério, ele tá com toda seriedade que ele tá fazendo, né? E por isso tem que prestar muita atenção. Nós tivemos, e aí eu vou pedir pro pro pessoal que tá acompanhando, conta aí pra gente se você participa de atividade mediúnica, coloca aí no chat se já teve alguma vez que se manifestou algum desses tipos de espírito, espírito frívolvo, não é? Espírito assim, eh, que que traz essas comunicações mais grosseiras. se houve alguma vez de uma tentativa de de mistificação, né, de espírito que tava falando seriamente,

to, espírito frívolvo, não é? Espírito assim, eh, que que traz essas comunicações mais grosseiras. se houve alguma vez de uma tentativa de de mistificação, né, de espírito que tava falando seriamente, mas a comunicação não era condizente. Nós tivemos uma situação a vez lá na FEB, tava um trabalho mediúnico e o espírito se manifestou eh cheio de, né, com aquela seriedade toda de e disse assim: "Coloco meus apetrechos sobre a mesa", não é? E começou a falar e tal. E o dirigente num dado momento disse pra gente, eu tava começando o desenvolvimento mediúnico, ele disse assim: "Não sintonize com o espírito, é um magnetizador mistificador. Ele está tentando atrair a atenção da gente para manipular as nossas energias, né? O dirigente falou isso, a gente ficou alerta ali já mudando a sintonia, não prestando muita atenção no que ele tava falando, porque ele entrou com toda a seriedade, mas era um espírito mistificador, não é? Sem vergonha e queria de alguma maneira tomar o tempo da reunião, inclusive. E aí o dirigente alertou pra gente não entrar na onda, né? E nós temos sim >> aqui em Salvador tinha tinha um centro espírita aqui de um espírita bem conhecido aqui na cidade e ele era daqueles das antigas, né? E aí ele numa reunião mediúnica aparecia um espírito que queria dominar a situação e na hora dele sair ele não queria de jeito nenhum deixar o médium, ele queria ficar ali, ele queria perturbar mesmo a reunião. E o o o dirigente ele não sabia mais o que dizer. Aí teve uma hora que ele teve uma ideia inusitada. Ele disse: "Vou chamar a polícia". No momento que ele falou que ia chamar a polícia, a entidade foi embora. >> Então é interessante polícia, a entidade foi embora. >> Eh, acontece umas coisas assim interessantes nessas relações com os espíritos, né? Às vezes eles são, nós tivemos uma experiência hoje, de repente eu, eu estava na cozinha e eu pensei que o meu filho ia passando, né, ali. Aí quando eu olho, ele tá sentado no sofá, falei: "Que coisa é essa?" Aí daí a pouco tô eu

s uma experiência hoje, de repente eu, eu estava na cozinha e eu pensei que o meu filho ia passando, né, ali. Aí quando eu olho, ele tá sentado no sofá, falei: "Que coisa é essa?" Aí daí a pouco tô eu distraído lá de novo que eu olho assim, me dá a impressão de ver alguém de pé ali perto de mim e eu olho, não tem ninguém. Aí eu falei, eu vou comentar com a Vera isso, né? Com a minha mulher, né? Porque a gente quando percebe essas coisas comenta um com outro que aí já revela que tem alguma coisa, a gente ora e tal, né? Aí eu venho para cá para contar para ela, entro no quarto e ela disse assim para mim: "Uai, eu achei que você tava no banheiro. Eu vi você entrando no banheiro". Opa, tá confirmado. Eu vinha justamente para te contar isso. Aí nós fazemos uma leitura. Todo dia de manhã a gente faz uma leitura com raras exceções, quando acontece tá viajando, tem algum impedimento, mas a gente normalmente lê, não é? eh, estudo espiritismo em família, nos sentamos paraa leitura e resolvemos fazer uma boa oração pelo espírito. Aí eu identifiquei, era um desses eh como é que é que é o nome que fala? Eles fazem investigação. Quem descreve Hermínio Miranda. Eles ficam investigando a vida da gente para prestar contas a certas grupos que querem perturbar, dificultar a vida da gente, esse tipo de coisa, né? Aí identifiquei, mas não era um mau indivíduo, ele vinha amando, né, de de instituições religiosas e tem as suas organizações do mundo espiritual para saber que história era essa de espiritismo que a gente tava fazendo por aqui, não é? E ele então bo um bom sujeito, não era um mau sujeito não. Aí >> mandando brasa, né? fazendo esclarecimento na leitura, inclusive a leitura que a gente foi fazer era adequadíssima para esclarecer o assunto. Parece que foi trazido de propósito para ele poder ouvir aquilo. E ele saiu com outra impressão completamente diferente do que ele entrou, do que ele veio, não é? Porque ele foi esclarecido ali no estudo naquele momento. Então, eh, a gente tem

e poder ouvir aquilo. E ele saiu com outra impressão completamente diferente do que ele entrou, do que ele veio, não é? Porque ele foi esclarecido ali no estudo naquele momento. Então, eh, a gente tem que estar muito atento. Aqui nós temos o Carlos Campos. Daqui a pouco a gente coloca a sua pergunta, viu? Mas tem um comentário do Carlos Campos agora. Os espíritos podem ler os nossos pensamentos e nos rodeiam e se interessam somente daquilo que lhes toca, não é? Quando não tem interesse, eles se afastam, não é? E então a Darlene Reis está perguntando alguma coisa que a gente comentou agora. Olha, qual o significado de um espírito ser mistificador? Quem quer comentar? Podem comentar os dois, né? Começa aí, Adriana. >> Olha, eh, a gente, a gente, eu tava até lendo agora a pouco sobre isso, né? Porque quando a gente tava falando das comunicações grosseiras, das comunicações frívolvas e chegamos às sérias e percebemos que entre as sérias aquelas que são verdadeiras e aquelas que são falsas, a gente precisa tomar muito cuidado. Por quê? Porque às vezes o Kardec até diz isso, a sombra da elevação da linguagem, né? Surgem os pseudos sábios, os presunçosos que se utilizam de nomes respeitáveis. E o que que significa a sombra da linguagem? Às vezes aquela comunicação chega cheia de argumentos, né? toda argumentativa que leva muitas vezes a pessoa inexperiente, aquela pessoa sem o estudo e sem a experiência da vivência mediúnica, porque isso é uma coisa que a gente precisa tomar muito cuidado, porque não basta só o estudo, é necessário também a vivência da prática mediúnica, porque se é uma ciência, a gente precisa dessa experiência, precisa dessa prática. Então eles chegam ali muitas vezes com nomes, como ainda pouco acho que foi o foi o o Carlos que comentou, eh, que eles não foi o Paulo, que eles se utilizam, né, de nomes muito pomposos e o nome de Bezerra de Menezes é sempre utilizado nessas mensagens, né, pseudo desses pseudos sábios, desses prédosos. Então, tomar cuidado. Por quê?

que eles se utilizam, né, de nomes muito pomposos e o nome de Bezerra de Menezes é sempre utilizado nessas mensagens, né, pseudo desses pseudos sábios, desses prédosos. Então, tomar cuidado. Por quê? Porque às vezes a linguagem vem toda rebuscada, a linguagem vem ali toda arrumadinha, cheia de argumentos, mas ele vai se contradizendo. Ele vai se contradizendo e muitas vezes vai entrando em conflito com o próprio pensamento espírita. Como é que eu vou saber disso se eu não estudo? Como é que eu vou saber que aquela mensagem, que aquela idea está em confronto? Ela está confrontando, por exemplo, o capítulo 17 de O Evangelho Segundo o Espiritismo. Então, a gente precisa lembrar que os que a mistificação ela se dá em várias situações. E uma das coisas que a gente tem que lembrar é que ela faz parte do processo do aprendizado, da construção, do exercício da mediunidade, né? Todo médium, o próprio Chico comentava que em algum momento passou por esse processo. Por quê? Porque nós não podemos de maneira nenhuma considerar aqui a crítica ao médium, mas o aprendizado com relação à análise à mensagem. Kardec tá aqui nos ensinando a avaliar, analisar as mensagens e não os médiuns. Mas nós precisamos assumir o compromisso. que temos especialmente mediunidade ostensiva ou mediunidade tarefeira, como alguns chamam, assumi o compromisso do estudo perseverante contínuo e da vivência, né, da vivência eh rotineira, porque a gente não é médium somente dentro da casa espírita, a gente não é médio somente na reunião mediúnica, nós somos médio 24 horas por dia. Então, mistificar, né, faz parte do exercício da mediunidade. se eu sou instruído, se eu já tenho a experiência com a vivência mediúnica, eu vou saber quando é um espírito que chega ali pseudo do sábio. Eu vou reconhecer quando é um espírito grosseiro, eu vou reconhecer quando é a mensagem de um espírito malicioso. Então essa mistificação, ela é um dos escolhos, inclusive de da mediunidade, um dos grandes desafios da mediunidade e

spírito grosseiro, eu vou reconhecer quando é a mensagem de um espírito malicioso. Então essa mistificação, ela é um dos escolhos, inclusive de da mediunidade, um dos grandes desafios da mediunidade e a gente precisa, né, aprender a lidar com ela da melhor maneira possível. Paulo quer agregar aí? É, o espírito mistificador ele eh só queria fazer um comentário porque eu tô vendo aqui os comentários que o pessoal tá fazendo sobre essas essa pergunta. Já tem algumas respostas aqui, né? >> Aham. >> Então, é só para efeito de complementar que muitas vezes o a pessoa ignorante ela mistifica sem saber, sem ter uma intenção ruim. Ela é apenas porta-voz de uma comunicação frágil nas suas argumentações, mas que a depender de como seja colocada dentro daquilo que é a fantasia, ela adquire um ar realmente assim de um pseudo verdade que é tomada como verdade. Então, o fato de vir de reunião mediúnica já dá um certo upgrade na qualidade da mensagem, porque nós temos uma crença de que aquilo que vem do mundo espiritual necessariamente é algo superior àquilo que viria de um encarnado, por exemplo. A gente tem que lembrar que o espírito quando ele desencarna, ele carrega todas as suas impressões, o seu conhecimento e ele vive no plano espiritual em conformidade com suas tendências mentais. Então, quando ele se comunica, ele se comunica com aquela verdade que ele carrega no seu mundo íntimo, que não necessariamente é uma verdade esclarecida. Então, a mistificação é quando ele vem enganando ou ele vem trazendo uma mensagem que não corresponde verdadeiramente a uma coisa que possa ser tomada como verdade. A questão da mistificação, ela adquire uma característica também interessante, porque há um processo de mistificação também na própria recepção da mensagem, quando o médium se servindo da condição de mediador, ele modifica a mensagem ao sabor das suas vontades para poder influenciar um grupo ou trazer algo que seja do seu interesse. Então, toda vez que uma mensagem ela vem poluída de

a condição de mediador, ele modifica a mensagem ao sabor das suas vontades para poder influenciar um grupo ou trazer algo que seja do seu interesse. Então, toda vez que uma mensagem ela vem poluída de interesses pessoais ou até mesmo deivada de ignorância ou de algo que falte a ela para que ela se consubstancie como sendo uma verdade, ela é uma uma mensagem mistificada, uma mensagem que flerta, por exemplo, com os mistérios. toda a linguagem, né, normalmente flertando com mistérios, com aquela coisa do sobrenatural, com aquela coisa que está mais fora da questão do possível de ser alcançado pela razão, que está mais no metafísico. Normalmente são essas mensagens que vêm muito cheias, ou então aquelas que vem mistificando, trazendo realidades entre as pessoas do grupo e tal, que servem como formas de de desestabilização. Por isso que foi colocado aqui que eles estão muitas vezes eh sob serviço dos das entidades das trevas, porque eles são instrumentos para fazer isso, mas não necessariamente eles precisam estar sobre esse comando. Eles podem estar fazendo isso de modo próprio, por conta da sua própria visão estreita de realidade, de mundo, de vivência, de vida e o seu conhecimento que pode então trazer essas condições paraa terra. E aí, mais uma vez, nós temos que prestar atenção. O estudo é fundamental para que nós saibamos diferenciar os conteúdos. Não nos impressionemos com as mensagens que chegam no mundo espiritual, não importa qual seja a titulação. Kardec duvidou certa feita, de uma mensagem que chegou na sociedade parisiense, assinada pelo espírito de verdade. E ele disse: "Olha, esse aqui não está muito apropriada a linguagem desse espírito que normalmente aqui se comunica". E há quem diga que o médium até se chateou um pouco por conta disso, o que já mostra um certo uma certa fragilidade no aparelho mediúnico quando ele se toma de dores quando uma comunicação é questionada dentro de um processo de de reunião mediúnica. Então a gente tem que ficar muito atento,

to uma certa fragilidade no aparelho mediúnico quando ele se toma de dores quando uma comunicação é questionada dentro de um processo de de reunião mediúnica. Então a gente tem que ficar muito atento, tomar consciência de que essa essa essa comunicação transdimensional faz parte da nossa relação com o mundo espiritual. Ela precisa ser tratada com naturalidade, com verdade, com absoluta seriedade, com o devido preparo para que nós não façamos reuniões eh vazias ou reuniões que não tenham como não ofereçam uma segurança até mesmo para quem está naquela sala mediúnica para que aquela reunião possa correr ocorrer sem nenhum perigo ou nenhuma consequência negativa para ninguém. >> Muito bem. Eh, a Regina colocou que a Regina Souza, ela colocou aqui, eh, lembrando o Hermínio Miranda, né, no diálogo com as sombras, que esses espíritos são os planejadores que visitam os grupos buscando os pontos fracos para trocarem planos. Eh, esses, na verdade, que visitam são os observadores e que levam informação para os planejadores para fazerem o planejamento de como derrubar o grupo, como fazer o trabalho, tá certo? Dá, vamos dar uma revisitada. É. Muito boa obra Diálogo com as Sombras Germínio Miranda, né, para quem tá tratando da mediunidade. Euzita, coloca aí a sétima para para Adriana com nós. >> OK. Adriana, o que Kardec comenta sobre as comunicações instrutivas no primeiro parágrafo do item 137? Olha só, a gente precisa lembrar, né, que foram essas comunicações, foram com elas que Kardec lidou para organizar o que nós conhecemos hoje como, né, a grande obra da doutrina espírita. Foi sobre elas. E aqui a gente precisa, né, lembrar que Kardec nos diz que as comunicações instrutivas são comunicações sérias, cujo principal objeto consiste num ensinamento qualquer dado pelos espíritos sobre as ciências, a moral, a filosofia. Ou seja, são comun, se elas são instrutivas, se elas vêm para instruir, a gente já supõe que elas sejam verdadeiras, porque aquilo que não é verdadeiro não instruir. Enté que é uma

moral, a filosofia. Ou seja, são comun, se elas são instrutivas, se elas vêm para instruir, a gente já supõe que elas sejam verdadeiras, porque aquilo que não é verdadeiro não instruir. Enté que é uma primeira constatação que nós tiramos do que Kardec chama de comunicações destrutivas. Se elas são instrutivas, elas são verdadeiras. traz para nós os ensinamentos sobre a moral, sobre as ciências, sobre a filosofia. E a profundidade desses ensinamentos, obviamente, vai depender do grau de desmaterialização do espírito. Porque como a gente viu, e o Paulo foi reforçando isso ao longo da sua fala com relação à escala espírita, nós sabemos que as comunicações elas são trazidas pelos homens que deixaram a matéria. E se nós abandonamos o corpo físico, mas retornamos pra pátria espiritual, ainda muito seduzidos pela materialidade moral, digamos assim, as nossas comunicações elas não vão ser nem sérias e nem instrutivas. Por isso que aqui é necessário observar que Kardeclusão, né? ele vai excluindo o que que são comunicações verdadeiras e comunicações sérias, que são aquelas que são instrutivas. Então, as comunicações instrutivas, elas podem ser consideradas sérias e verdadeiras, né? E é bom atentar para isso, porque ele vai fazer isso de maneira filosófica. Então ele diz aí ainda na na no item 137 que são mais ou menos profundas conforme o grau de elevação e de desmaterialização do espírito. Ou seja, elas vão sendo trazidas como objetivo da instrução, dependendo, como nós dissemos, da desmaterialização desses espíritos, né? Essa a profundidade dessas dessas mensagens, elas estão diretamente são proporcionalmente relacionada ao grau de elevação desses espíritos. E aí ele conclui esse esse trecho dizendo assim: "Para se retirarem frutos reais dessas comunicações, precisa que elas sejam regulares e continuadas com perseverança. Isso aqui é muito importante. Elas precisam ser continuadas e regulares, né? Não vou a ao exercício, não vou à Casa Espírita uma semana, passo um mês sem ir e aí vou

es e continuadas com perseverança. Isso aqui é muito importante. Elas precisam ser continuadas e regulares, né? Não vou a ao exercício, não vou à Casa Espírita uma semana, passo um mês sem ir e aí vou participar da reunião mediúnica. ou eu vou no dia que eu quero ou no dia que eu tô com vontade ou quando eu acho que eu devo. Não é assim. Aqui fica inclusive uma alerta para todos nós, né, que temos mediunidade, que desenvolvemos tarefas mediúnicas nas nossas casas espíritas. Por quê? Porque a mediunidade é algo sério e precisa ser tratada seriamente. Aqui é a necessidade da disciplina, né? E disciplina é renúncia. A gente, quando a gente começa esse exercício da disciplina, a gente entende que a disciplina ela é renúncia. Eu preciso ir renunciando a algumas questões para que eu possa assumir o compromisso com a mediunidade, compromisso esse que provavelmente eu assumi antes da minha encarnação. Então aqui há também um alerta para todos nós que lidamos, né, com a mediunidade cotidianamente. Precisamos aprender a renunciar, porque os frutos reais dessas comunicações, eles só ocorrerão com as comunicações regulares, as comunicações continuadas, mas principalmente com a perseverança do médium. E aí fica, né, um aspecto muito muito delicado. Porque o que é essa perseverança? Perseverança não é só ir à casa espírita, mas é a perseverança de desenvolver em nós o homem novo, abandonar o homem velho, n abandonando pouco a pouco os nossos vícios e educando o nosso o nosso pensar, o nosso sentir, o nosso fazer, né? E trazendo paraa nossa vivência aqueles aspectos do homem de bem, porque o bom médium é o ser humano de bem, né? O homem de bem. Então aqui Kardec ele traz para nós um convite, perseverar na tarefa da mediunidade, porque comunicação instrutiva é aquela comunicação verdadeira. Agora, ela é verdadeira, segundo, né, a categoria desses espíritos, segundo o conhecimento que esses espíritos têm, ou seja, a profundidade dessas mensagens vai depender também do espírito. E aí eu

a. Agora, ela é verdadeira, segundo, né, a categoria desses espíritos, segundo o conhecimento que esses espíritos têm, ou seja, a profundidade dessas mensagens vai depender também do espírito. E aí eu gostei muito do que o Paulo falou ainda agora com relação a às comunicações, dessa relação do espírito com a comunicação. Por quê? Porque eu percebo muito o médium como intérprete. E a gente tava falando de idioma no começo lá do programa, né, de aprender um outro idioma. Quando eu sou intérprete de um idioma e eu tenho um vocabulário muito amplo, eu tenho muito conhecimento daquele idioma, é muito mais fácil para que eu faça a interpretação, a compreensão de um determinado texto e uma determinada fala. Mas se eu sou um intérprete com pouco conhecimento da língua, a minha comunicação também vai ser dificultada, né? a interpretação de determinado texto vai ser dificultado. Então nós como médiuns, que somos intérprete dos espíritos, se não temos o estudo, não temos a disciplina, não temos a renúncia, fica muito complicado trazer para as nossas reuniões essas comunicações instrutivas, né? Então acho que a gente precisa começar a pensar nisso. >> Muito bem, Adriana. Vamos passar pro Paulo Carlos para dar continuidade e explicar para nós o que Kardec agrega sobre as comunicações instrutivas no segundo parágrafo desse item 137. Eh, esse esse só complementando o que a Adriana já colocou bastante aí sobre essa questão das instrutivas, eh a mensagem instrutiva ela tem que ser algo que realmente venha fazer aquilo que ela se propõe a fazer, instruir. E para instruir, ela precisa trazer alguma informação que se sustente em verdade, em algo que realmente faça valer a pena a pessoa acumular aquilo como conhecimento. Então, as mensagens que não são verdadeiramente instrutivas, elas vão cair por terra, elas vão ser falseadas, elas vão perder a sua qualidade na medida em que elas sejam confrontadas com outros aspectos da razão que sejam oposição a essas informações. Então, todas elas, eu me lembro sempre,

vão ser falseadas, elas vão perder a sua qualidade na medida em que elas sejam confrontadas com outros aspectos da razão que sejam oposição a essas informações. Então, todas elas, eu me lembro sempre, a referência que eu tenho na minha cabeça de prudência espiritual é Kardec, porque ele não aceitava qualquer informação como sendo uma revelação do plano espiritual. Ele usava do conceito da universalidade como um conceito de validação das mensagens, porque ele entendia que se as mensagens fossem validadas dentro de um universo maior, mais abrangente, ele poderia ter mais segurança de ofertar essas informações como informações de instrução. A doutrina espírita, ela é toda ivada de instruções e todo o conjunto dela, nós vamos encontrar informações que são seguras, que que podem ser adotadas como rumo certo para que façamos a coisa certa. Então isso de novo, voltando só mais uma vez, que a mensagem instrutiva ela precisa ser verdadeira e para que ela seja verdadeira, ela tem que se passar pelo crio da razão antes de ser aceita, simplesmente porque ela veio eh dentro de um envelope, um envelope dourado com uma boa etiqueta. Então a gente precisa ter esse cuidado, né, pra gente não se alongar mais. Seria basicamente isso, ter o cuidado da validação. >> Uhum. Muito bem. Nós vamos para 138 e depois vamos paraas perguntas do nosso público. Temos três perguntas. Eh, Adriana, são muito variados os meios de comunicação dos espíritos com os encarnados? >> Sim. Olha só, Kardec diz, né, assim, de maneira muito categórica, são variadíssimos os meios de comunicação. E aí ele vai dizer quais são, né, esses meios, os nossos órgãos, né, os nossos sentidos. E diz, podem os espíritos manifestar-se a nossa visão, né, por meio das aparições, ao nosso tato, por impressões tangíveis, visíveis ou ocultas, a audição pelos ruídos, ao olfato por meio de odores sem causa conhecida. E aí ele diz, este último modo de manifestação, né, se bem muito real, é incontestavelmente o mais incerto pelas múltiplas causas que podem

os ruídos, ao olfato por meio de odores sem causa conhecida. E aí ele diz, este último modo de manifestação, né, se bem muito real, é incontestavelmente o mais incerto pelas múltiplas causas que podem induzir ao então são variados os nossos sentidos, né, eles eh são sensíveis, digamos assim, a as manifestações e as a as as relações com o mundo espiritual. É por meio dos nossos sentidos que nós entramos em contato. E esses sentidos eles podem nos enganar, porque a relação do espírito é de perespírito a perespírito, né? Então os sentidos podem nos enganar. Daí ele diz que é necessário examinar com muito cuidado todos esses meios pelos quais obtemos a comunicação. Por quê? Porque muitas vezes a própria visão ela pode nos enganar. A gente pode achar que, viu? O espírito, na realidade não viu. Pode ter sido uma criação da nossa própria imaginação, né? A audição, muitas vezes a gente pode achar que ouviu e na realidade isso também pode ser uma criação da nossa imaginação. Então ele diz, é necessário eh examinar com muito cuidado os diversos meios de se obter a comunicação. Por quê? Porque o que que é a mediunidade? A mediunidade é a relação do mundo material com mundo espiritual. é esta comunicação. E como em toda comunicação, como a gente aprende lá no início do ensino médio, toda comunicação tem ruído. Às vezes a gente não consegue perceber, mas o ruído se faz presente. Então o exame é que Kardec nos convida, observando rigorosamente a lógica e a razão, eh analisar com muito cuidado todos esses meios. Por quê? Porque esta permuta, esta troca, né, de comunicações, ela deve se dar maneira regular e continuada pelo pensamento, né? E aqui ele nos convida a atentar para algo que é extremamente importante no intercâmbio mediúnico, o pensamento. Não os sentidos, né, a visão, o tato, a audição, mas o pensamento, porque são esses meios que ele aponta, a pancada, a palavra e a escrita, elas precisam atender ou responder aos pensamentos. Então, a gente precisa estudar, né, estudar esses aspectos. ficar atento

o, porque são esses meios que ele aponta, a pancada, a palavra e a escrita, elas precisam atender ou responder aos pensamentos. Então, a gente precisa estudar, né, estudar esses aspectos. ficar atento para esses meios de comunicação e observá-los, porque eu posso eh sim ter a a vidência, né? Posso ouvir os espíritos, mas a os meus sentidos, dependendo do estado psíquica em que eu me encontre, eles podem também me enganar, eles podem ser adulterados, pode haver um ruído aí na comunicação. Então, a gente precisa estudar o pensamento, que é a relação mais direta de espírito a espírito, né? Pensamento. Esse é o instrumento de comunicação entre nós, o mundo material, o mundo espiritual, entre o mundo espiritual e o mundo material. Estudar então o pensamento, né, seria a nossa tarefa premente nessa relação comum espiritual. >> Carlos vamos colocar o Wilson Leite pro Paulo de Tarso. >> Aham. Então, Paulo, eh, Wilson Leite colocou Paulo de Tarso, penso que os espíritos superiores têm comunicação com grupos de médiuns com a finalidade diferente da reunião de auxílio aos desencarnados. Portanto, penso que os coordenadores da reunião podem verificar quando há desvio nas mensagens. Estou correto ou não? Wilson, excelente pergunta. E é uma coisa que a gente precisa sempre prestar atenção é que essa divisão ela não é muito clara nas reuniões que acontecem ordinariamente dentro da casa espírita. em uma reunião para atender espíritos necessitados, esses que estão nessa condição eh de desencarnados necessitando do auxílio, muitas vezes ela também recebe os mentores do trabalho que dão as suas mensagens, normalmente abrem as as reuniões e finalizam, de maneira que todos possam compreender o que se deu naquele trabalho, qual o objetivo daquele trabalho. uma orientação para os encarnados paraa conduta ou paraa condução do trabalho que vai se desenvolver a partir do início até o final da reunião. Então, não é muito clara essa distinção. Olha, eu vou fazer uma reunião só com espíritos superiores,

uta ou paraa condução do trabalho que vai se desenvolver a partir do início até o final da reunião. Então, não é muito clara essa distinção. Olha, eu vou fazer uma reunião só com espíritos superiores, vamos receber mensagens mais eh seguras e vamos fazer agora com os irmãos desencarnados necessitando de auxílio, aonde esse tipo de mensagem pode ocorrer. verdade, a nossa maneira de fazer a separação das mensagens passa pela capacidade de nos instruirmos como encarnados para sermos esses trabalhadores dessas reuniões e termos o discernimento para podermos tratar as comunicações como elas são, comunicações que vão ser aceitas ou não em conformidade com o grau de verdade, de seriedade, de conteúdo positivo que elas possam trazer. Então, é muito mais do que confiar simplesmente numa divisão de reuniões, porque pode ser, isso está inclusive dentro da própria codificação, que os médiuns possam ser testados por espíritos que venham tumultuar a reunião com o objetivo de abusar da confiança que eles têm. naquele momento em que ele se sente sempre assistido por boas entidades, pode ser que ele receba uma companhia, que se pareça a seu amigo e companheiro naquele instante e que, em verdade, vá levar ele a um grande desvio na sua conduta ou até mesmo no seu trabalho que ele se propõe a fazer. Então, é preciso que nós tenhamos realmente assim sempre a ideia de que como o mundo espiritual ele é algo que está muito além da nossa capacidade de percepção como o mundo real, a gente consegue perceber as coisas muito mais claramente. Então, nós temos que ter o bom senso de sabermos separar o joio do trigo. A boa recomendação de Kardec, os espíritos são identificados pelo conteúdo moral das suas mensagens. Essa é talvez a melhor orientação que a gente possa ter. Então pode chegar um espírito dizer: "Eu sou Bezerra de Menezes ou eu sou eh uma outra entidade superior, eu posso ser até o Chico Xavier ou o Divaldo Franco desencarnado trazendo uma mensagem. Vamos observar qual é o conteúdo dessa mensagem, qual é a sua a

enezes ou eu sou eh uma outra entidade superior, eu posso ser até o Chico Xavier ou o Divaldo Franco desencarnado trazendo uma mensagem. Vamos observar qual é o conteúdo dessa mensagem, qual é a sua a similaridade com a forma de pensar, com o nível daquele espírito, para que possamos então dar prosseguimento a um acolhimento dessa mensagem dentro da reunião, mais do que simplesmente confiar em uma separação de atividades por nível espiritual, porque às vezes nessa separação a gente pode encontrar surpresas que não necessariamente são agradáveis. Bem, para a Adriana, o Carlos Campos colocou essa pergunta: "É possível que um espírito de segunda ordem e segunda classe fale em uma prova e sofra sédio de obsessores cruéis?" >> Na realidade, todos nós estamos propensos em algum momento eh às nossas quedas. Nós não somos criaturas infalíveis. Eh, e o assédio ou o processo, né, de sedução dos espíritos de um modo geral, eles dizem respeito àquilo que nós acabamos de falar, falamos há pouco, a conexão que estabelecemos com o mundo espiritual via pensamento, porque o pensamento ele é a base de todos os fenômenos de sintonia na esfera do espírito, no campo do espírito. Então, eh, como nós vivemos ainda em um processo de aprendizado, a encarnação para todos nós é uma jornada pedagógica. Nós estamos aqui nesse processo de ir construindo pouco a pouco as nossas experiências e ganhando fortaleza moral, mas nós sabemos que estamos eh correndo risco de a qualquer momento pelos nossos impulsos, pelos nossos desejos, muitas vezes pelo que realizamos, pelo que pensamos, atrair a companhia daqueles espíritos que são afins muitas vezes com os nossos vícios. Então, independente, né, do que do que a gente eh estabeleça como categoria, como você colocou aí, né, espírito de segunda ordem, espírito de segunda classe, independente disso, todos nós que estamos na terra encarnados, se nós estamos aqui encarnados, já dizia muita coisa sobre nós, né? Então, a gente pode sim passar por esse processo, cair,

gunda classe, independente disso, todos nós que estamos na terra encarnados, se nós estamos aqui encarnados, já dizia muita coisa sobre nós, né? Então, a gente pode sim passar por esse processo, cair, sofrer o assédio. Agora, a gente precisa lembrar de uma coisa que a gente coloca muita responsabilidade no hospital. está sendo assediado por um espírito, está sendo atacado por um espírito e na realidade nós nos sintonizamos, nós atraímos essas companhias pelas nossas condutas, pelos nossos pensamentos, pelos nossos sentimentos e pelas nossas ações. Então, é vigiar e orar, né? Disciplina, né? disciplina no sentido mesmo de renúncia, de renunciar ao velho homem, de renunciar aos velhos hábitos e obviamente sem ser tão cruel conosco, porque às vezes a gente também é muito cruel com a gente. A gente é muito cruel ainda com as nossas deficiências. a gente já tem a consciência de que nós estamos aqui em processo de aprendizado, a gente já deu um grande passo. E se dentro dessa consciência de que eu tô aqui em aprendizado, eu começo esse exercício de me melhorando nas microatitudes, porque também não adianta eu buscar ter espetáculos de de transformação que isso não vai funcionar, tem que ser nas microatitudes, nas microcondutas, porque são esses micros hábitos que vão construindo aquele homem novo que eu desejo, que possivelmente um dia não cairá mais e nem será atraído, nem seduzido e nem atrairá e nem seduzirá a companhia. dos espíritos obsessores que são nossos irmãos, estão necessitados por todos nós. Carlos, vamos colocar a Letícia Ramos pro Paulo de Tarso. >> Uhum. >> Veja lá, Paulo, eu gostaria de saber se ler um livro sobre obsessão, como nos bastidores da obsessão, pode ler em casa sozinha ou é mais recomendável ler num grupo de estudo, no centro? Porque pode gerar obsessão no lar a leitura de um livro. >> Letícia, eh, bom, primeiro assim, se esses livros fossem proibidos para serem lidos, eles viriam com a tarja bem grande assim, ó, não leia em casa. Eles teriam que ter uma advertência, porque

ivro. >> Letícia, eh, bom, primeiro assim, se esses livros fossem proibidos para serem lidos, eles viriam com a tarja bem grande assim, ó, não leia em casa. Eles teriam que ter uma advertência, porque teríamos um risco iminente na leitura dos livros. Não é a leitura que pode provocar o processo obsessivo. Como a Adriana bem colocou, o que coloca a pessoa em vulnerabilidade é a sintonia dos seus pensamentos, das suas emoções, dos seus sentimentos. É recomendável que o grupo de estudo, ele sempre vai ter uma vantagem, porque há o compartilhar das ideias. Não fica só uma uma pessoa lendo, tendo as suas próprias conclusões que podem ser equivocadas. Às vezes no grupo você tem a oportunidade de ver uma opinião diversa da sua e chegar à conclusão de que aquela é melhor do que aquela que você agasalhou inicialmente na sua compreensão. Então, sempre que possível estudar no grupo de estudo, não porque em casa vá se trazer qualquer tipo de compromisso eh com relação à atração de espíritos, coisas que tais. Eh, tem certas literaturas que eu particularmente não recomendo. Há muitas literaturas colocadas na na nas livrarias espíritas falando sobre determinados tipos de entidades que estão no mundo espiritual, que eu não recomendo para as pessoas que não estejam preparadas para ler, porque ela enseja a formação de daquilo que é chamado de formas pensamento. A pessoa fica tanto imaginando aquelas cenas que ela termina construindo no seu mundo psíquico aquelas imagens, nas lembranças das cenas descritas naqueles livros. Então eu eu prefiro que as pessoas eventualmente que não estão acostumadas com esse tipo de livro que não leiam. Mas tem tantas outras literaturas grandiosas, as obras de Emanuel, as obras de Chico, de um modo geral, as obras de Edivaldo com Joana que fala tanto sobre nossa vida íntima, sem tocar e sem provocar esse tipo de sensação. Então nós temos sim literatura segura. Termínio de Miranda é um pesquisador, ele usa de uma linguagem muito séria. Ele sempre procurou ter muita seriedade

m tocar e sem provocar esse tipo de sensação. Então nós temos sim literatura segura. Termínio de Miranda é um pesquisador, ele usa de uma linguagem muito séria. Ele sempre procurou ter muita seriedade em todas suas construções, nas suas afirmações. Então, não há nada de fantasioso naquilo que ele traz. Apenas nós precisamos tomar o cuidado sempre, independente de estarmos lendo esse ou aquele livro, com o nível da nossa mente, com o nível da nossa emoção, com a forma como nós nos colocamos diante das nossas atitudes na vida cotidiana, que é isso que realmente faz uma atração a entidades, espíritos, amigos ou não, que estejam próximos do nosso mundo, do nosso campo mental, tá certo? Então, pode ler seu livro tranquilamente, né, sem nenhum problema. Agora, se possível, procure os grupos, porque no grupo, com certeza, você vai ter um pouco mais de esclarecimento e vai poder entender melhor aquelas lições que estão ali. >> Eh, nós estamos com duas perguntas e o tempo bem curtinho aí. Nós vamos precisar ser objetivos nas respostas, por gentileza também. >> Adriana, Carlos Campos, no tempo de Kardec, devido às dificuldades de locomoção e distâncias, os médiuns e casas espíritas não se conheciam. Portanto, com, portanto, com se utilizar do ensino universal dos espíritos diante da internet, seria como utilizar? Acho que não tem nada a ver uma coisa com a outra, né? >> É. E aí aqui acho que aqui entra mais uma questão mesmo, é da nossa prudência, né? Como utilizar o ensino universal dos espíritos diante da internet. o ensino universal dos espíritos, a época de Kardec, quando se utilizou de todas as as mensagens instrutivas, né, como o objetivo de reconhecer quais eram as sérias e as verdadeiras, ali havia um contexto muito diferente do nosso, porque o que a gente pode observar hoje, a gente precisa tomar muito cuidado, é que muitas vezes nós abandonamos Allan Kardec, abandonamos o Evangelho e damos prioridade a mensagens e a conteúdos que são disseminados na internet, sem

r hoje, a gente precisa tomar muito cuidado, é que muitas vezes nós abandonamos Allan Kardec, abandonamos o Evangelho e damos prioridade a mensagens e a conteúdos que são disseminados na internet, sem nenhuma responsabilidade, sem nenhuma seriedade doutrinária. Isso é complicado, né? E acho que com relação a isso todos nós precisamos ser muito vigilantes. Mas a universalidade dos espíritos, o ensino dos espíritos, especialmente se a gente voltar ao tempo de Allan Kardec, foi exatamente essa universalidade que serviu de viga, de sustentação para o que nós conhecemos hoje como espiritismo, como doutrina espírita. A internet hoje para nós, ela tem sido um canal maravilhoso de expansão do conhecimento da doutrina espírita, mas às vezes também tem funcionado como um instrumento muito perigoso de distorção do que é verdadeiramente o espiritismo, tá? Por isso, >> deixa eu fazer um comentário, Carlos, me permita, essa pergunta do Carlos Campos, ela talvez tenha uma um significado o seguinte: na época de Kardec era mais fácil você pegar essas informações plurais e ter certeza de que elas não estavam se autocontaminando. com a internet, com todo mundo divulgando, é, fica mais difícil, porque um passando a mensagem, o outro lendo, ela deixa de ter esse ineditismo >> e passa a ser muito mais assim, há uma poluição no processo. Eu creio que ele tenha colocado nesse sentido, viu? >> Mas a base é Kardec, então a gente pega tudo isso e compara com Kardec. Se não bate com Kardec, a gente tem que desconfiar da mão, não é? >> Você agora tá falando uma coisa correta, né? Porque agora nós temos um parâmetro, o Kardec não tinha, então nós temos um parâmetro, mesmo que a mensagem esteja poluída, esteja disseminada, hoje nós temos o referencial que é Kardec, que pode servir de orientação para que a gente possa entender realmente se aquela mensagem universal. >> Muito bem. >> Isso aí. A última >> pro Paulo. >> Pro Paulo. >> Eh, Adriana também pode complementar. Paulo, gostaria de saber. Não dá tempo, não, é

entender realmente se aquela mensagem universal. >> Muito bem. >> Isso aí. A última >> pro Paulo. >> Pro Paulo. >> Eh, Adriana também pode complementar. Paulo, gostaria de saber. Não dá tempo, não, é só o Paulo. >> Gostaria de saber como podemos estudar melhor o pensamento. Poderia nos dar algumas dicas, por favor? Letícia, eu eu não sei se a sua pergunta tá alcançando o pensamento como fenômeno ou pensamento como algo que ocorre em todas as nossas vidas, né, na nosso mundo íntimo, ou seja, o meu pensamento, como é que eu posso saber melhor o que eu estou pensando? Então, do primeiro do primeiro aspecto, que é o aspecto do fenômeno como algo inerente à condição do ser consciente, existe uma literatura espírita muito vasta que fala não somente sobre essa construção do ponto de vista cerebral, mas do ponto de vista do casamento dessa condição cerebral com a condição espiritual. Então, Joana de Ângeles, na sua obra, na sua série psicológica, ela explica bastante sobre isso, que eu acho que cabe aí uma visita nesses livros para poder compreender um pouco melhor. Em relação a si mesmo, cabe sempre aquela ideia de buscar trazer referenciais, de uma leitura boa, de coisas positivas, ouvir uma boa canção, uma boa música, não se envolver em conversas fúteis, não se envolver em querer em discussões, em coisas que não têm muito sentido, porque nós nos alimentamos daquilo que nós recebemos do mundo. Se nós alimentamos nosso mundo íntimo de melhores informações e de coisas mais sutis, certamente que os nossos pensamentos eles vão ser amainados se eles estiverem contaminados do nosso passado, eles serão amainados pelas novas contribuições de inserções mentais que nós estamos fazendo nesse momento agora. Então é importante sempre pensar que o pensamento ele pode ser direcionado pelo tipo de conteúdo que a gente coloca em nossa nosso mundo mental e também se você quiser estudar tem uma vasta literatura à sua disposição para que você possa realmente compreender melhor como é que esse fenômeno se dá

que a gente coloca em nossa nosso mundo mental e também se você quiser estudar tem uma vasta literatura à sua disposição para que você possa realmente compreender melhor como é que esse fenômeno se dá dentro de cada um de nós. >> Ei Carlos, eu queria só lembrar que lá no Ceara dos Médunos, no capítulo dois, tem um texto chamado cartão de visita. Ele é maravilhoso pra gente compreender a importância do pensamento desses dois aspectos que o Paulo acabou de falar. >> Perfeito. >> OK. >> Vamos agradecer Paulo, Adriana. E antes de dizer tchau, gente, leiam o Pensamento e Vida de Emmanuel, que dá uma orientação fantástica também. Juntando Emanuel e Joana. É tranquilo. Então, no próximo encontro nós daremos continuidade ao estudo de O livro dos Médiuns na segunda parte das manifestações espíritas, capítulo 11 da sematologia e da tiptologia. Itens 139 a 145. Nossos agradecimentos a todos vocês, a Adriane Paulo de Tar e até a semana que vem. Muito bem, muito obrigado Adriana Paulo, obrigado Elita, e agradecimentos ao pessoal dos bastidores, não é? O o Marcos e a Gidelma dando todo o apoio pra gente e a você que acompanhou. Até a semana que vem nos encontramos aqui de novo. Somos impulsionados e motivados por um bem maior por meio da caridade e da vivência do evangelho do Cristo. Chegamos onde chegamos, conquistamos o que conquistamos. O nosso trabalho acolhe quem mais precisa e independente da distância, nossos meios acessam lugares que antes pareciam inalcançáveis. A comunicação é chave em todos os setores de nossa sociedade e ela muitas vezes nos permitiu abraçar quem precisava de atenção em momentos de dor e angústia. Esse trabalho é feito com muita dedicação por toda uma equipe profissional, preparada para produzir diversos tipos de conteúdos que alcançam o público. Já são mais de 4.000 conteúdos de qualidade disponibilizados gratuitamente em nossas plataformas, produzidos por comunicólogos, produtores audiovisuais, cenógrafos, editores, designers, programadores e técnicos de

e 4.000 conteúdos de qualidade disponibilizados gratuitamente em nossas plataformas, produzidos por comunicólogos, produtores audiovisuais, cenógrafos, editores, designers, programadores e técnicos de áudio. Toda essa estrutura só é possível graças a você, apoiador do nosso trabalho. E somos gratos por toda a sua doação até aqui. Mas este trabalho precisa continuar. Podemos acolher ainda mais pessoas. E para continuar alcançando tantos corações, precisamos de você. Por isso, mais uma vez contamos com seu apoio financeiro. Apenas com ele poderemos avançar ainda mais e continuar próximos de você. Trabalhamos pelo consolo, pelo esclarecimento e pela esperança. E sabemos que somente juntos com você poderemos fortalecer essa corrente. A padrinha FEB TV. Estamos juntos com você através da FEB TV. Acesse doi.v.com.br BR e faça sua doação.

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