#26 Estudo de O Livro dos Médiuns AEE CFN/FEB - Das manifestações espíritas - Parte 18
Estudo de O Livro dos Médiuns pela Área de Estudo do Espiritismo do Conselho Federativo Nacional/FEB. Semanalmente, toda sexta-feira, às 21h30, no horário de Brasília, com transmissão ao vivo pelos canais da FEB no Facebook, FEBtv no YouTube e Facebook e Portal do Consolador no Youtube. Encontro 26 - Segunda Parte. Das manifestações espíritas. Cap. IX Dos lugares assombrados. Item 132.1ª. a 7ª.a. Link de acesso ao Estudo: https://febtv.live/livrodosmediuns_cfn_feb Para fazer parte do grup...
Vamos juntos nessa jornada de conhecimento e descoberta refletir e expandir nossos horizontes sobre a mediunidade, ampliando nossa compreensão sobre o mundo espiritual e suas belezas. Estudo de O livro dos Médiums pela área de estudo do Espiritismo do Conselho Federativo Nacional da Federação Espírita Brasileira. Olá, nossas boas-vindas a você que está conosco, aos nossos participantes, Carlos Campete, vice-presidente de unificação da FEB, Ivana Risk, palestrante espírita, integrante do Conselho de Administração da Federação Espírita de Goiás e Ronaldo Pereira Silva, presidente da Sociedade de Estudos Espíritas, Ismael, diretor patrimonial da Federação Espírita do Maranhão, e colaborador da área de família. Muito bem, nossa saudação fraterna a todos que vocês que estão acompanhando. A Euzita de Melo Quinta é a coordenadora nacional da área de estudo do espiritismo. Boas-vindas ao Ronaldo Ivana que estão conosco hoje. Se você tiver perguntas sobre o tema, por gentileza, pode colocar. E nós vamos dar continuidade ao estudo do livro dos médiuns, examinando a segunda parte das manifestações espíritas no capítulo 9 dos lugares assombrados. Estamos no item 132, então, do livro dos médiuns. Vamos examinar da primeira, a sétima proposição, sétima ponto A que Kardec coloca aqui tratando desse assunto dos lugares assombrados. Você acredita que tem assombração? Vamos lá, então, Ivana, fazendo a primeira pergunta para você. O que Kardec explica nesse item 132 sobre a origem da crença na existência de lugares mal assombrados? >> Bom, antes de mais nada, boa noite a todos. Uma alegria nós estarmos juntos aqui nessa noite de estudos. Então, eh, Kardec começa nesse item 132, né, que é no comecinho lá do capítulo 9, que fala dos lugares assombrados, falando que isso acontece justamente por conta das manifestações espontâneas dos espíritos. em todos os lugares. Então, é muito comum, eh, principalmente assim, cria-se até um folclore em torno disso, né, de que aquela casa é mal assombrada. Eh, às
as manifestações espontâneas dos espíritos. em todos os lugares. Então, é muito comum, eh, principalmente assim, cria-se até um folclore em torno disso, né, de que aquela casa é mal assombrada. Eh, às vezes algumas pessoas não conseguem viver na casa porque ali ela é uma casa mal assombrada. Eh, os pais muitas vezes contam histórias pros filhos de assombração. Isso nada mais é do que retratando essa possibilidade que os espíritos têm de se mostrarem, né, de se dizerem presentes em certos ambientes, eh, naturalmente, né, como eles existem, estão ao nosso redor, muitas vezes eles se eles se fazem perceber para as pessoas e aí gera essa crença, né, de que aquela casa ou aquele lugar é um lugar mal assombrado. Interessante, né? Porque mal assombrado poderia ser só assombrado, né? Tá bom, Ivana. Ronaldo, a próxima pergunta é para você. Seu microfone tá desligado. Eh, no item 32, 132, a primeira questão, Ronaldo. Os espíritos se apegam unicamente às pessoas ou também às coisas? Eh, depende da elevação dele. Eh, ele pode se apegar às pessoas, pode se apegar também às coisas. Eh, certa feita, não tem muito tempo, numa reunião mediúnica, um espírito se apresentou e disse que estava na varanda da fazenda dele. E aí começou falando eh com um apego muito grande àquela propriedade. E aí eu falei assim: "Você lembra que ninguém mais atende as suas ordens? Já faz algum tempo?" Aí ele disse que sim e ficou eh inclusive chateado com isso. E a gente vai levando ele a mudar o que um psiquiatra de Minas Gerais, desculpa o nome, desculpa, não lembro o nome, há três anos no Méespória, trouxe pra gente eh com bastante propriedade que os espíritos quando se manifestam, o papel do dialogador é fazer com que ele mude o tonus mental. Porque quando ele muda o tono mental, aí ele vem para aspas para a realidade e aí começa então todo um processo de educação ou de reeducação eh dos costumes. Então esse que se manifestou ainda se achava dono da fazenda, sentado na varanda e disse que ia me enquadrar
realidade e aí começa então todo um processo de educação ou de reeducação eh dos costumes. Então esse que se manifestou ainda se achava dono da fazenda, sentado na varanda e disse que ia me enquadrar inclusive lá, ia me punir. Aí comecei a conversar com ele. Depois eu perguntei: "Você sabe como é que você tá falando comigo? Olhe paraas suas mãos. Como você está vestido?" Aí foi que ele acabou caindo na real e percebendo que já fazia bastante tempo que ele tava eh naquela condição que ninguém mais ligava para ele. Quanto tempo faz que você viu a sua esposa? Não, não vi mais também. Pois é. E aí você vai devagar, fazendo com que ele compreenda que o estado dele agora é outro. apesar desse apego, mas o estado agora é outro completamente. Ele não precisa mais daquela fazenda, ele não precisa mais daqueles escravos, ele não precisa mais daquele trabalho. Enfim, o trabalho que ele tem que fazer consigo mesmo agora é completamente diferente. >> Muito bom. estamos aí, né, nos situando, né, com relação a essa manifestação dos espíritos e e como eh as a o grau de ligação deles, o interesse que eles têm, conforme o Ronaldo destacou pra gente, depende do grau de elevação do espírito, não é? Então, visto isso, Ivana, tem os espíritos errantes lugares de sua predileção. >> Carlos, eh, eu posso fazer só um breve comentário ainda Ronaldo comentou. >> É, eh, eu soube de uma história muito interessante de uma família que alugou um apartamento, tá? Se mudou para aquele apartamento. Aquele apartamento tinha pertencido a um casal durante muitos anos. Eles viveram ali, criaram ali os filhos e ali eles desencarnaram. E quando essa família mudou para esse apartamento, eh, tinha pouco tempo que o último, né, dos proprietários havia desencarnado. Eles começaram a enfrentar muitas dificuldades, sabe? muitos problemas, era muita perturbação. Eh, a esposa que era médium, ela sentia uma perturbação o tempo inteiro no ambiente e ela procurou a casa espírita pedindo ajuda porque ela achava que ela tava
muitos problemas, era muita perturbação. Eh, a esposa que era médium, ela sentia uma perturbação o tempo inteiro no ambiente e ela procurou a casa espírita pedindo ajuda porque ela achava que ela tava sendo vítima de um processo obsessivo, alguma coisa que estava acontecendo na casa dela que ela não conseguia entender. E o que que foi identificado? Aquele último que desencarnou, ele ainda se considerava na carne vivo. E ali era a casa dele. E o que que aquelas pessoas estranhas estavam fazendo na casa dele? >> Entende? Então foi feito todo um trabalho, né? Eh, para que mostrasse a esse espírito que, na verdade, ele já não precisava mais daquela casa, ele tinha outra muito melhor e tal. E isso nos chamou atenção para esse fato, né? sempre que nós formos adentrar um ambiente, principalmente se nós estamos trocando de moradia e não é uma casa nova, é uma casa onde outras pessoas já viveram, a gente sempre, né, no nosso evangelho, no lar, a gente pedir o amparo, pedir a proteção e até mesmo mentalmente, né, dizer: "Olha, se você por acaso, né, viveu aqui, gratidão, que bom, né, que hoje eu estou usufruindo daquele que foi o seu lar, porque muitas vezes existe esse apego, né, ainda aquele ambiente, aquelas coisas. É muito interessante, né? Ivana, antes de você entrar na pergunta, você fez uma colocação que me fez lembrar também, eh, nós já moramos em oito países diferentes contando com o Brasil, né? E às vezes mudamos dentro da mesma cidade algumas vezes. E nós estávamos morando no local e alugamos uma casa de uma família que era asiática, eh, o dono era asiático. E logo que nós entramos na casa, começamos a fazer o nossa, na o nosso estudo, né, do espiritismo, evangelho no lar e tal. E eu senti, não é, que uma senhora asiática que eu identifiquei como sendo avó, não é, do dono da casa, ela estava muito contrariada porque não era o culto deles, não era a religião deles. E aí então eu tive que fazer todo um diálogo com ela, não é, ali mental explicando para ela que nós nos
no da casa, ela estava muito contrariada porque não era o culto deles, não era a religião deles. E aí então eu tive que fazer todo um diálogo com ela, não é, ali mental explicando para ela que nós nos dedicávamos ao bem, que inclusive observávamos que ela era uma boa pessoa e que nós gostaríamos inclusive de contar também com amparo e a proteção dela e tal, né? Paraá para mudou completamente o clima, né? Mudou totalmente o clima. >> Pois é. É um cuidado que a gente tem que ter, né? Interessante isso. >> Pois é. Aí na questão seguinte, quando Kardec pergunta, né, tem os espíritos errantes lugares de sua predileção, aí os espíritos novamente dizem, né, que também tem muita relação com a evolução do espírito. Os espíritos mais evoluídos, eles não se apegam a lugares, eles se apegam mais a pessoas. Então, eles estão onde existe a possibilidade de se fazer o bem, né? Essa é a preocupação deles. Mas dependendo do nível evolutivo do espírito, ele pode às vezes ficar sim apegados a alguns lugares. A gente vê, né, um caso como esse mesmo, um apego a uma propriedade, um apego às vezes até à própria família, porque o espírito desencarna, mas não consegue eh abandonar a família, né? Julga-se ainda responsável, precisa ficar ali tentando ajudar, na verdade, às vezes mais atrapalha, interfere, né? bem intencionado. E tem também aqueles espíritos que, é claro que eles vão buscar lugares com os quais eles se afinizam. Então, se era um espírito, por exemplo, que tinha um vício do alcoolismo, ele pode eh frequentar lugares preferencialmente em que pessoas estejam consumindo bebida alcoólica para que ele possa usufruir daquela energia, né? no caso dos drogaditos, eh no caso da daquelas pessoas do sexo desregrado. Então o espírito ele pode sim buscar lugares com os quais ele se afinize, mas claro, sempre pensando com as pessoas, né? Eles têm mais predileção por buscar pessoas afim e não especificamente lugares, né? Necessariamente. >> Bom, Ivana, eh, Ronaldo, você quer trazer alguma colaboração nessa questão
o com as pessoas, né? Eles têm mais predileção por buscar pessoas afim e não especificamente lugares, né? Necessariamente. >> Bom, Ivana, eh, Ronaldo, você quer trazer alguma colaboração nessa questão anterior? Eh, a outra vai quase e que complementar. Podemos, se for o caso, seguir. >> Tudo bem. Então, vamos a terceira questão do item 132. O apego dos espíritos a uma localidade, sendo sinal de inferioridade, constituirá igualmente prova de serem eles maus? >> Certamente que não. Pode o espírito ser pouco adiantado sem que, por isso seja mal. não se observa o mesmo entre os homens. Eh, a Ivana falou aí sobre eh o apego inclusive aos familiares. E aí quando eh na família tem alguém com a sensibilidade um pouco mais aguçada, eh às vezes regista a presença de um ente querido e fica passando mal até sentindo os sintomas que o espírito quando partiu também levou. sei lá, morreu afogado, morreu uma morte meio trágica, aí ele se aproxima de alguém que ele ama e esse alguém registra a sua presença e consequentemente regista um sintoma e acha que tá doente quando não conhece, quando não sabe o caminho, quando não tem a educação mediúnica e fica às vezes querendo, vai às vezes numa casa espírita ou em algum outro lugar pedir para que eh afaste um espírito mal que esteja perto dele. Na verdade, às vezes não é um afeto, é um amor que está ali eh querendo dar ou pedindo socorro, mas por completo desconhecimento de um ou dos dois, aí acaba acontecendo isso. Então, e a maldade eh sempre quer dizer ignorância, mas aquele que se aproxima não necessariamente é por maldade, às vezes é por amor e tá causando eh o contrário do que ele gostaria, que era ajudar às vezes. Por isso é que precisa eh ser esclarecido para se distanciar, se preparar e depois pedir a permissão para, se for o caso, eh voltar num momento ou outro para ajudar aqueles que deixou aqui e que amam. >> Muito bem. Alguém lembrou aqui entre a terra e o céu. >> Tem um caso nesse, né? >> É velinha. É, velhinho faz a oração e aí
ltar num momento ou outro para ajudar aqueles que deixou aqui e que amam. >> Muito bem. Alguém lembrou aqui entre a terra e o céu. >> Tem um caso nesse, né? >> É velinha. É, velhinho faz a oração e aí a mãe dela vai se preparar porque a mãe dela que tá complicando a situação. >> É a própria mãe que estava perturbando ali. É. E tem um aspecto também, né, Ronaldo e Cita, todos, né, eh, o apego às instituições. >> Eh, nós recebemos na nossa reunião mediúnica a visita de um espírito desencarnado, amigo nosso, desencarnou há pouco tempo e ele se manifestou na reunião mediúnica dizendo da dificuldade dele em desapegar da casa espírita. Uhum. Porque ele dizia assim que ele sentia tanta falta que ele ainda se via entrando ali nas dependências da casa espírita, sabe? Ele dizia assim, eh, ele falou: "Minha irmã, eu estou muito envergonhado, porque com o conhecimento que eu tenho, eu não pensei que eu teria essa dificuldade. O meu apego maior é com o centro espírita. A dificuldade que eu estou tendo de me desapegar da casa espírita, não é? Então é interessante isso porque a oportunidade do trabalho ela está em toda parte, mas às vezes a gente desenvolve uma apego e um amor tão grande que aquilo fica nos fazendo sofrer, né? Uhum. >> E o sofrimento dele era justamente pelo fato dele ser espírita, dele ser esclarecido e ainda assim estar se sentindo daquela forma. >> Uhum. Veja, veja que veja que o que a gente sabe é do ponto de vista intelectual para o que a gente consegue fazer há uma certa distância em todos os casos. Aham. >> Verdade. >> Eu tô me lembrando do eh Obreiro da vida eterna que tem o caso do espírita, não é? É Flávio, acho que o nome não tô lembrando o nome dele. É o ele ele desencarna muito bem, inclusive ele prepara a família e fala pra mulher, não é? É que ele inclusive ajudará, porque ela ainda é jovem para encontrar alguém que ajude ela com as crianças, não é? porque ele ele sente que ele vai partir e ele dá um exemplo de desapego, que é uma coisa impressionante, não é? E aí a
que ela ainda é jovem para encontrar alguém que ajude ela com as crianças, não é? porque ele ele sente que ele vai partir e ele dá um exemplo de desapego, que é uma coisa impressionante, não é? E aí a gente vê eh que ele não estava nem preso à própria família, ele era desprendido disso. Mas tem espíritos que desencatam, ficam presos mesmo ou ao lugar ou a família, né? Aos familiares passa a conviver. André Luiz descreve isso, né? inclusive se tornam comensais. Na hora que a família serve a comida, ficam em volta da mesa porque ainda estão muito materializados, não é? É tão interessante e a gente tem que se cuidar. Olha, espírita, a Ivana colocou aqui, apegado ao centro espírita. Então, a gente pode ter situações, a gente não se dá conta às vezes daquilo que está lá dentro da gente, desencarna e aí a gente vai ver que a gente pode ter esse tipo de apego ainda de limitação, não é? Euzita, nós temos aqui pelo menos duas perguntas. >> Sim. >> Eh, vamos colocar agora, deixa eu só fazer um comentário. Eu coloco uma para Ivana e você coloca outra pro Ronaldo. >> Eh, aqui tem um comentário do Aldo Nobre, ele diz assim: "Os espíritos nada mais são que as almas dos homens que viveram na terra". É isso aí. Então, como há espíritos mais ou menos homens, né? pessoas mais ou menos elevadas, vai haver espíritos mais ou menos elevados, como aqueles desprendidos, haverá espíritos desprendidos apegados, vai haver espíritos apegados no mundo espiritual também. Isso aqui é é uma cópia perfeita. Então, a pergunta é da Regina Dible. >> Uhum. >> Ela está parece que nos Estados Unidos. >> Eh, ela pergunta aqui, Vana, o médium vidente é raro ou sempre acontece? É, a vidência é uma um dos tipos de mediunidade, né, que nós temos, assim como a audiência, assim como a psicofonia, psicografia. Alguns médiuns têm essa vência de uma forma muito clara, né? Consegue perceber muito o plano espiritual. Outros às vezes têm momentos pontuais de evidência, mas é muito normal nos grupos mediúnicos nós termos médiuns videntes que também
a forma muito clara, né? Consegue perceber muito o plano espiritual. Outros às vezes têm momentos pontuais de evidência, mas é muito normal nos grupos mediúnicos nós termos médiuns videntes que também conseguem observar a as cenas que estão acontecendo, né, na reunião do ponto de vista do plano imaterial, do plano espiritual. Eh, a gente considera, né, as medalidades mais comuns, as mais propagadas, a psicofonia e a psicografia, mas muitas vezes a a vidência ela está associada, né? É um psicofônico que também é vidente, é um psicógrafo que também é evidente ou às vezes um médium que tem apenas a vidência, não tem as outras, né? Então ela é uma faculdade mediúnica, né? Um dos tipos, assim como nós temos os outros. Eh, não é, não diria que ela é rara. Ela talvez não seja uma das mais comuns, mas também não diria que elas, né, é rara. E é uma das que todas elas precisam do cuidado, é, precisa do estudo, precisa do equilíbrio. E essa principalmente porque eh o que se vê depende muito do que se está pensando, do que está sentindo e do que sabe sobre eh a própria doutrina e a própria vida eh além do túmulo. Então, eh requer, eh, muito mais, eu diria, eh conhecimento, autoconhecimento, requer estudo e requer trabalho, enfim, para poder eh prosseguir no na na tarefa eh da maneira mais equilibrada possível. >> Muito bem. Eu cito, só queria fazer um comentário. Uhum. Eh, André Luiz recebeu informação de que quando o médium ele vê 20% da realidade espiritual, ele é um médium excepcional. E por que que então não há médiuns que vê todo tempo vê a os espíritos explicam, André Luiz, para não perderem o contato com a realidade material para a qual eles estão reencarnados. Então, eh, mas são aqueles médiuns assim que são, né, videntes no sentido eh amplo do termo, não são comuns, não é? Inclusive, Kardec escreve que é uma faculdade intermitente que muitas vezes falha. A a mediunidade ela é intermitente, né? Na maior parte dos médiuns acontece esses momentos de de ausência da faculdade e depois volta e e
creve que é uma faculdade intermitente que muitas vezes falha. A a mediunidade ela é intermitente, né? Na maior parte dos médiuns acontece esses momentos de de ausência da faculdade e depois volta e e mas a faculdade também se intensifica com exercício. Um exemplo típico e claro disso foi Divaldo Franco. Na medida em que avançando, passando o tempo, mais a faculdade se aprofundava, mais se desenvolvia por causa do exercício equilibrado de ajuda, de auxílio ao semelhante, não é? e do esforço. Então, jamais eh passado, né, da da idade mediana, ele descreve, ele descreveu que ele tinha eh desdobramentos lúcidos, inclusive visitava, né, pessoas que tinham desencarnado e lembrava completamente do encontro que teve tudo quando retornava pro corpo. Então, eh, a faculdade se desenvolve, mas nós devemos estar atentos a isso. E Kardec também coloca que é uma faculdade que exige de nós um cuidado excepcional, porque a gente pode ser ludibriado, né, com a com a faculdade. E ele disse que tem que se desconfiar muito daquele que diz que toda hora vê tudo, porque muitas vezes a pessoa tá criando coisas, tá usando a imaginação, não é? Uhum. Porque não é comum ver tudo ao todo tempo, não. Mas tem médiuns que são assim: "A minha mulher conviveu com uma senhora, elas moravam próximas e desciam a pé para ir paraa FEB em Brasília, Federação Espírita Brasileira. E de vez em quando ela dizia pra Vera, né, minha mulher, vamos desviar a Vera?" E aí ela dizia, ali na frente tem um grupo deles, ela já tava vendo a distância e ela evitava de passar no meio, porque se eles percebessem que ela estava vendo, aí a coisa ficava feia pro lado dela, não é? Então ela preferia dar uma volta e tal e seguir por outro caminho para evitar, não é, o confronto. Então há pessoas que têm essa capacidade mesmo de tá vendo com mais frequência, não é? Mas alerta que também André Luiz recebeu, nós estamos envoltos pelo umbral, então o médium vidente vai ver muito mais coisa negativa do que positiva, especialmente se ele não mantiver uma
ncia, não é? Mas alerta que também André Luiz recebeu, nós estamos envoltos pelo umbral, então o médium vidente vai ver muito mais coisa negativa do que positiva, especialmente se ele não mantiver uma vigilância e não mantiver o seu tôus vibratório elevado, porque vai ver coisas que não gostaria de ver. É por isso que tem gente que diz: "Ah, como eu gostaria de ser vidente". Eu digo, não sabe o que tá pedindo e se soubesse não pediria, não sabe o que vai ver. >> É, >> eu tenho uma conhecida que evita muito dirigir. Sonaldo, eu tô dirigindo. Aí de repente eu olho, não sei se é um encarnado ou um desencarnado tá na minha frente, será que eu vou atropelar? Eu piso no freio. Enfim, tá muito eh fácil cometer um acidente, uma coisa. Então ela evita. Aconteceu com a minha filha essa semana passada. Ela foi dar récebeu que alguma coisa tinha acontecido, que ela olhou era um espírito, mas ele acreditava que tava vivo e que tinha sido atropelado por ela e tava agredindo ela, né? E ela vendo o espírito agredindo ela. >> Como é que vai explicar para ele que ele tava desencarnado que ela não atropelou coisa nenhuma? Ótimo. Eh, nós temos aqui a questão da Graziele Favoreto. Carlos Faveto, >> eu tenho uma dúvida sobre isso de espíritos em casas antigas. Podemos rezar por eles mesmo longe de da casa ou somente dentro da casa, Ronaldo. >> A oração ela é importante a todo tempo e ela alcança a qualquer distância. Vamos lembrar que eh nós vamos mandar energias positivas para que os irmãos trabalhem conduzindo os outros que estão ainda equivocados eh através do pensamento. Então, na casa é importante que se que faça, mas se não der, pode fazer a distância, pode fazer. Veja, eh, os nossos encontros online, a gente faz eh orações eh eh como se tivéssemos eh no ambiente presente, mas faz a oração para começar, a oração para terminar, para concluir os trabalhos. Então, a energia que nós vamos mandar, ela vai sair de nós e vai alcançar o seu objetivo e o lugar eh eh indefinidamente em qualquer lugar. Então, pode ser feito
terminar, para concluir os trabalhos. Então, a energia que nós vamos mandar, ela vai sair de nós e vai alcançar o seu objetivo e o lugar eh eh indefinidamente em qualquer lugar. Então, pode ser feito no próprio espaço e pode ser feito à distância. E é bom que faça sempre. A oração é um recurso muito precioso que às vezes muita gente desconhece. Eh, cultivar o hábito da oração, eh, nos aproxima. Quando a gente entra em estado de oração, segundo os os irmãos espirituais mais evoluídos do que nós, se a gente abre um campo, um espaço, portanto, muito mais acessível a eles. Eh, você abstrai um pouco essas preocupações do cotidiano, das contas que tem para pagar, de um filho que tá doente, da esposa que viajou, enfim, se abstrai um pouco, entra no estado de oração, a espiritualidade amiga te alcança com mais facilidade e com mais efetividade para te ajudar. Aí a ajuda vem de todas as formas, de várias formas. vem através de um pensamento, uma intuição, vem através de uma leitura que você faça, vem através, enfim, a vida vai te apresentando agora as oportunidades para que você seja alcançado a partir de uma abertura que você fez de uma oração. É importante demais a oração. >> Muito bem. Ivana, quer comentar alguma coisa? >> Não, acho que é isso aí. Ronaldo falou muito bem. Uhum. Ótimo. Eh, o Carlos Campos fez um comentário aqui que a gente vai colocar rapidinho. A doutrina espírita é libertadora e consoladora, pois nos possibilita o perfeito entendimento sobre a necessidade do desapego a pessoas ou bens materiais. E ele vai dar um exemplo aqui também que é o Divon Pereira, eh, Ivone do Amaral Pereira com a vidência para auxílio dos desencarnados. É Recordações da Mediunidade. É um livro maravilhoso, né? Quem não leu ainda, fica aí a recomendação, não é? Eh, Divon do Amaral Pereira. Excelente livro. Muito bem, Vana. Vamos então agora para eh a o o quarto tópico aqui do item 132. Tem qualquer fundamento à crença de que os espíritos frequentam de preferências ruínas? >> Não. Kardec diz que não tem nenhum
bem, Vana. Vamos então agora para eh a o o quarto tópico aqui do item 132. Tem qualquer fundamento à crença de que os espíritos frequentam de preferências ruínas? >> Não. Kardec diz que não tem nenhum fundamento, né? Ele diz assim: "Os espíritos vão a tais lugares como a todos os outros." outros. A imagão, a imaginação dos homens é que despertada pelo aspecto lugro de certos sítios, atribui a presença dos espíritos, o que não passa quase sempre de efeito muito natural. Então, na verdade, eh, quando a gente vê uma casa em ruínas, e eu penso que a gente lembra daquelas histórias dos filmes de sessão da tarde, né, que mostrava aquela casa caindo em ruínas e ali era uma casa mal assombrada. Isso na verdade é uma ficção, né? Os espíritos eles não têm preferência por ruínas, eles têm preferências inclusive por lugares onde tem pessoas, né? Normalmente eles procuram lugares em que estão as pessoas e não numa casa, numa ruína de uma casa mal, né, que seria mal assombrada, né? Então ele diz que isso realmente ainda é fruto da ignorância das pessoas, né, por fazerem essa ligação. >> Muito bem, Vana. Eh, Ronaldo, ainda na na no quarto item, pelo que sabemos da diversidade dos caracteres entre os espíritos, podemos inferir a existência de espíritos misantropos que prefiram a solidão? Aí ele continua dizendo assim, ó: "Por isso mesmo não respondi de modo absoluto à questão. Disse que eles podem vir aos lugares desertos como a toda parte. É evidente que se alguns se conservam insulados, é porque assim lhes apra. Isso, porém, não constitui motivo para que forçosamente tenham predileção pelas ruínas. em muito maior número a nas cidades e nos palácios do que no interior dos bosques. Tem muita eh muita falta de conhecimento e aí associam que de noite é melhor para trabalhar. Aí tem e sexta-feira 13 e depois de meia-noite é que os espíritos se manifestam com mais propriedade e que eh enfim, evidentemente que eh alguns espíritos se aproveitam disso às vezes até para ficar brincando com alguns
a 13 e depois de meia-noite é que os espíritos se manifestam com mais propriedade e que eh enfim, evidentemente que eh alguns espíritos se aproveitam disso às vezes até para ficar brincando com alguns médiuns. Mas um trabalho sério, um estudo comprometido, eh a gente vai perceber que não é assim. Os espíritos se manifestam em qualquer lugar e a qualquer momento. Evidentemente que isso não é também para que o médium, isso não é uma uma uma carta branca para que o médium possa mediunizar em qualquer lugar e a qualquer hora. Não é isso que nós estamos falando. Nós estamos falando que os espíritos têm a capacidade de fazê-lo e não tem escolhas. É quando for necessário. A hora é a hora necessária. O lugar é o lugar que for eh necessário. Aí ele se manifesta. Então não tem essa escolha, não tem essa predileção. Pelo menos pelos espíritos um pouco mais evoluídos. Não tem. >> Uhum. Muito bem. Vana quer comentar alguma coisa? Tudo bem. Tá? Então, eh, aí aí nós vamos vendo, né, que quanto mais evoluído o espírito, mais desapegado dessas coisas todas. Mas há espíritos que gostam de cultivar essas crenças, já que a pessoa tem a tendência, né? Então, aí as coisas acontecem à meia-noite, é, naqueles horários, né, de sexta-feira, 13, que é tudo tudo questão da nossa crendice, né? E a Marie Cleade Costa Ferreira perguntou qual o nome do livro. É Recordações da Mediunidade, Divon do Amaral Pereira. Tudo bem? Recordações da Mediunidade. A edição é da Federação Espírita Brasileira. Nós temos uma pergunta aqui que não tá relacionado diretamente com o assunto e o Clides, a gente vai colocar mais no finalzinho, tá bem? ele não tá não tá ligado diretamente, a gente a gente já apresenta. E há aqui um agradecimento da Regina. É muitíssimo obrigado pela sua explicação, Carlos Campete. Sempre eu tenho em mente e passo para outros a sua mensagem. O espiritismo é uma doutrina de estudo. É isso aí. Muito bem, Regina. E efetivamente, já que a Regina colocou aqui, eh, é uma oportunidade para a gente poder estudar eh sobre a nossa
s a sua mensagem. O espiritismo é uma doutrina de estudo. É isso aí. Muito bem, Regina. E efetivamente, já que a Regina colocou aqui, eh, é uma oportunidade para a gente poder estudar eh sobre a nossa própria realidade, gente, de onde nós viemos, o que que nós estamos fazendo aqui, para onde nós vamos. O espiritismo explica tudo isso, né? E é, tá, está havendo cada vez mais uma aproximação, porque havia um conceito entre alguns irmãos nossos, principalmente eh protestantes, de que o espiritismo não é cristão porque ele tem o seu próprio evangelho. Mais recentemente, a Federação Espírita Brasileira lançou um programa chamado Evangelho Rede Vivo e está se espalhando assim, eh, pelo Brasil inteiro. Em alguns locais a gente tem recebido a notícia que alguns irmãos nossos que são protestantes, são evangélicos, não é, que são católicos, estão interessados em saber que é que a gente está fazendo com essa questão de evangelho Rede Vivo. e eles têm vindo para assistir e tem havido uma aproximação espontânea, porque estão observando que nós espíritas também somos cristãos. Então é muito importante o estudo para nós estarmos preparados para dialogar, conversar, esclarecer sem impor. O espiritismo não se impõe, se oferece e a pessoa aceita se quiser. Se ela não quiser, aguarda. Não é? Porque conforme Leão Denin nos colocou, o espiritismo não é a religião do futuro, é o futuro das religiões. Porque todas as religiões se depararão com a lei natural, com a lei divina, que é o que o Espiritismo nos traz, porque foi o que Jesus trouxe. E o Espiritismo revive esse ensinamento do Cristo para a humanidade, não é? Então isso é muito importante mesmo. Nós vamos ter uma pergunta da da Graziele que entrou agora a pouquinho, mas eh vamos dar seguimento aqui, a gente já volta aqui a pergunta. Ah, mas tá relacionada com o assunto. >> Vou colocar >> é >> coloca pra Ivana, né? vez da Ivana agora respond >> então Ivana Graziele Favreto. Eh, eles também são apegados aos túmulos onde estão? Eu sempre me senti mal e
da com o assunto. >> Vou colocar >> é >> coloca pra Ivana, né? vez da Ivana agora respond >> então Ivana Graziele Favreto. Eh, eles também são apegados aos túmulos onde estão? Eu sempre me senti mal e cemitério. Agora não vou mais há mais de 20 anos. >> Graziele, então cada caso é um caso, né? Pode acontecer sim do espírito ficar ali junto ao túmulo, principalmente se ele ainda está naquele naquela fase de perturbação, né? de não compreender o que tá se passando com ele. Eh, muitas vezes isso acontece também em alguns casos de espíritos suicidas, né, eh que ainda se sentem vinculados ao corpo por conta do fluído vital que ainda existe ali em abundância. Eh, então isso não é regra. Eh, e algumas pessoas dizem, inclusive nós vemos um número muito menor de espíritos no cemitério do que, por exemplo, numa igreja. Uma igreja tem muito maior quantidade de desencarnados do que no cemitério. Por quê? Porque os espíritos desencarnam e a maioria deles eles têm um um atendimento, né? Eles são acolhidos no mundo espiritual, eles têm eh outros espíritos que cuidam, que se interessam por eles e estando em condições, eles são acolhidos, eles são encaminhados para as colônias espirituais. Então, eh são alguns que ficam ali, né? Então não não há assim necessidade de temer cemitério. A gente não deve relacionar o cemitério como sendo um lugar eh lúglobre, né? Aquela coisa ruim. Não, nós temos que ter a reverência porque ali estão depositados os restos mortais, né? ou o a parte material do corpo que serviu de instrumento para aquele espírito. Então, quando nós vamos, por exemplo, ao cemitério visitar o túmulo de um ente querido, se nós fazemos isso, é muito mais para honrar a memória, né? Para nos lembrarmos do que ele representou. E para isso nem precisa ir no cemitério também, né? A gente faz isso em casa. Por isso que normalmente os espíritos não têm essa coisa do dia de fin, de ir ao cemitério. A gente se lembra o tempo inteiro, a gente ora pelos desencarnados o tempo todo, né? Mas não há eh não há
a. Por isso que normalmente os espíritos não têm essa coisa do dia de fin, de ir ao cemitério. A gente se lembra o tempo inteiro, a gente ora pelos desencarnados o tempo todo, né? Mas não há eh não há isso, né, de que todos ficam apegados, não. Pode ser que alguns fiquem mais por ignorância, né? Mas a maioria já não tá mais ali, já foi embora há muito tempo, né? >> Uhum. Esses dias eu ouvi o Raul falando de uma mulher brasileira que conheceu um italiano e foi morar lá. E aí tiveram um filho, casaram, tiveram um filho e o filho desencarnou em terra idade e o pai ficou muito triste e muito apegado, ia todo dia ao cemitério. A mãe passou pelo luto normal, natural, depois voltou, eh, tentou tirá-lo daquela situação, não conseguiu, voltou ao Brasil, ficou levando a vida dela normal. Ele passou por um atendimento e aí alguém disse para ele, disse: "Esse seu comportamento está inadequado para você, para com sua esposa e para com o seu filho." Inclusive, você acha que o seu filho tá lá no cemitério? Você vai lá todo dia chorar por ele, se duvidar, quando ele se recuperar um pouco, ele vai est lá onde a mãe dele que conseguiu eh se recompor e tá levando a vida dela. Ela tá com dificuldade. É mais fácil ele tá perto dela do que perto de você. fez esse choque de realidade, fez com que ele viesse pro Brasil, retomasse a vida com ela e meses depois ou anos depois ela engravidou de novo. Adivinha quem era? >> Hã? >> A mesma criança que voltava que precisava só daquele tempo, cinco, se ou 7 anos e aí depois prosseguia. E aí uma outra oportunidade com o mesmo casal de novo. Então nós somos convidados a estudar e compreender essas situações para não ficar amarrado, eh não ficar eh eh sofrendo demais. por situações que em alguns casos podem e devem ser superadas. >> Isso aí. Muito bom, muito bom os comentários da Ivânia e do Ronaldo. E e Graziele, eh, só como a título assim de ilustração, eh, minha mulher e eu, né, eh, moramos em Brasília há muito tempo e a gente vai voltar paraa Brasília quando
comentários da Ivânia e do Ronaldo. E e Graziele, eh, só como a título assim de ilustração, eh, minha mulher e eu, né, eh, moramos em Brasília há muito tempo e a gente vai voltar paraa Brasília quando retorna pro Brasil. Agora, estamos só aguardando a definição pra gente retornar. No cemitério em Brasília, nós dois percebemos um portal que abre para uma colônia espiritual que está naquela região de Brasília. Então, eh ali no cemitério é que abre o portal, não é? Ali para para o trânsito, para esse tem um portal ali que se abre para, né, espiritual para esse local que é uma colônia espiritual. Então, eh, a gente tem muito prejuízo em relação ao cemitério, né? depende do nosso posicionamento. Tem situações difíceis, como a Ivana colocou, tem, mas a maior parte já se desapegou e já foi, não é? Já está em outros em outros trabalhos, outras atividades, não é? Às vezes até reencarnados, né? Então a gente não deve ficar impressionado por causa disso. Tem gente que diz que tá acontecendo agora postei o guide, não sei aonde, porque construiu as casas em cima de um cemitério. Então, em princípio, não tem nada a ver uma coisa com a outra, não é? Mas a nossa querendice muitas vezes faz a gente ficar com essas impressões. Eh, agora então eh não sei se tem alguma outra pergunta aqui. Não foi colocado não. Euzita, comenta isso aqui que tá foi colocado pelo >> Sim. É esse é o Silvio e também Eloía. >> O estudo de hoje desmistifica muitas crenças sobre espíritos com assombrações, casas e lugares assombrados. Se fosse assim, viveríamos assombrados, pois estamos rodeados de desencarnados. >> Esse esse capítulo 132 traz para nós esclarecimentos fantásticos que muita coisa que acontece em termos de crenças em assombrações similares vai do do nosso imaginário, vai do nosso costume de contos fantásticos e que de repente a gente atribui ao sobrenatural. Porque o espiritismo mostra que não existe. Tudo é natural. Para tudo temos uma explicação. E a Eloía também coloca: "A doutrina espírita nos favorece o
que de repente a gente atribui ao sobrenatural. Porque o espiritismo mostra que não existe. Tudo é natural. Para tudo temos uma explicação. E a Eloía também coloca: "A doutrina espírita nos favorece o conhecimento e a desmistificação. Doutrina espírita é a libertadora das nossas percepções, das nossas almas, do nosso conhecimento. É realmente o conhecimento da verdade que liberta. Então aí muita coisa cai por terra. Pois é. Aí lá na frente, nessa mesma nesta obra que nós estamos estudando, evidentemente vai passar por lá, fazer um pequeno comentário, mas lá no 252, quando fala da obsessão, fala das duas irmãs, lembram que a roupa delas era rasgada, que era encontrada em cima da casa, encontrado não sei onde, enfim, era uma perturbação só. Quando eh vai se apurar, qual era a razão que mandaram dizer para elas? o espírito que foi eh eh incubido de de trazer aspas, bota aspas nisso. O diagnóstico era a língua delas. E aí foi bem bem contundente a resposta, eu diria. E Kardec pergunta, eu posso adocicar um pouco? Essa é o tempo que ele usa. Essa resposta para dis não tem que levar dessa forma porque elas acham que não fazem nada. Elas acham que são pessoas eh nobres e que são pessoas elevadas e que não faz nenhum mal. E a língua delas é que tá provocando. Então, fazer fofoca é complicado e pode trazer dificuldade. >> Isso aí >> é interessante. Ninguém faz fofoca sozinho. Atrai os fofoqueiros que ficam de volta. E às vezes a gente tá falando de alguém e tá ofendendo o espírito que tá ligado àquela pessoa e o espírito vem, não é, para fazer o rolo na casa da gente. Então >> me lembrei de uma historinha aqui rapidinho que eu li, é da biografia do Tancredo Neves, que quando ele se elegeu a presidente, chegou um deputado novo para ele, é novato, e ele começou a conversar com ele, disse assim: "Eh, presidente, eu vou lhe contar um segredo, mas é um segredo mesmo." E aí começou dar muito ênfase ao segredo. San Credo Neves olhou para ele, disse assim: "Não conte não, meu filho. Nem você é
im: "Eh, presidente, eu vou lhe contar um segredo, mas é um segredo mesmo." E aí começou dar muito ênfase ao segredo. San Credo Neves olhou para ele, disse assim: "Não conte não, meu filho. Nem você é capaz de guardar o seu segredo, porque eu guardaria. Vai pra frente, não tem como?" >> É isso aí. Não vale a pena, né? Eh, o o Sócrates tinha os três filtros, né? >> É. >> Vinha para falar, ele perguntava se é é verdade, não é? Vai produzir alguma coisa de bom? Então a gente tem que prestar muita atenção porque a gente fala demais, a realidade é essa, né? Nós estamos o tempo todo falando e às vezes não sabemos o que nós estamos falando. Isso é muito perigoso para nós, não é? >> Ou quem tá nos ouvindo, >> é porque estamos cercados por uma nuvem de testemunhas, né? Já foi alguém que já colocou aqui. Os espíritos estão à nossa volta aí. Paulo colocou isso. >> Sim. >> Essa daqui em princípio é para Ivana, né? A sétima. >> Isso. >> Então, item 132. A a quinta proposição, Kardec vai botar aqui, em geral, as crenças populares guardam um fundo de verdade. Aí ele pergunta: "Qual terá sido a origem da crença em lugares mal assombrados?" Vamos ver se a gente esclarece isso aí, Vana. >> Então, aí ele deixa claro que é justamente pela manifestação dos espíritos, né? Ele coloca assim: "O fundo de verdade está na manifestação dos espíritos, na qual na qual o homem instintivamente acreditou desde todos os tempos." E aí ele ainda diz, né, que esse aspecto lugro de certos lugares li fere a imaginação e esto leva naturalmente a colocar nestes lugares os seres que ele considera sobrenaturais. Então existe toda uma superstição, né, de imaginar que espírito é algo sobrenatural e muitas vezes é é associado a uma coisa ruim. Então, por exemplo, eh, olha, eu soube que pode ser que tenham espíritos na minha casa. É verdade isso? Como se fosse uma coisa muito perigosa, algo muito ruim. E aí a gente vai dizer, não tem a menor dúvida, que tem espíritos na sua casa, né? Tem os encarnados e tem muitos desencarnados
É verdade isso? Como se fosse uma coisa muito perigosa, algo muito ruim. E aí a gente vai dizer, não tem a menor dúvida, que tem espíritos na sua casa, né? Tem os encarnados e tem muitos desencarnados também. Agora, a questão é que tipo de espíritos estão na sua casa? Então, existe toda uma mística, né, uma superstição em torno dos espíritos e em função deles se manifestarem eh e associando-se a esses lugares abandonados, né, eh, lugares, eh, em ruínas, cria-se essa ideia, né, que virou a crença popular, que inclusive eu me recordo da minha infância aqui no interior de Goiás, né? Eu sou de Jataí. A minha infância foi em Jataí. Eu me lembro que à noite era comum a gente se reunir nas rodas e os mais velhos iam contar histórias de assombração, >> sabe? De coisas que aconteciam, por exemplo, no pasto da fazenda. Meu pai contava, ah, uma certa feita, à noite, eu estava voltando da fazenda do compadre e aí a gente viu aquilo e tal, e as crianças sentavam em volta, aquilo causava um fascínio, né, aquela coisa e tal do sobrenatural. Então são os espíritos se manifestando e a gente, né, fantasiando com tudo isso, né? >> Uhum. Há muitas coisas que a gente não compreende, né? A minha mãe conta que eh morando no em fazenda, no interior, a casinha lá era fora, né? Não tinha banheiro dentro de casa, né? >> Isso. >> Até quando a gente mudou pra cidade, a cidade também, a casinha era lá fora, só depois que começou a fazer banheiro dentro de casa, né? Não façam contas da minha idade, não, tá? Tem mais gente aqui que passou por isso. >> É, então ela disse que saiu com a irmã para ir na casinha e quando saíram lá fora, que elas olharam pra casinha, eh, tinha um vulto, alguma coisa com um chapelão, era alguém, né? E elas viram aquilo, ficaram assustados. De repente aquilo desaparecer, veio um vento assim que ela se aquele aí ela contava aquele aí alguma coisa que a gente tem explicação, né? Aí a gente disse, quando a gente não entende as coisas, então a gente imagina, fica, imaginação da gente, fica criando coisas
uele aí ela contava aquele aí alguma coisa que a gente tem explicação, né? Aí a gente disse, quando a gente não entende as coisas, então a gente imagina, fica, imaginação da gente, fica criando coisas em cima, né? E naturalmente, provavelmente se fosse algum espírito que tem muitos mesmo, não é? E na hora que elas viram ali, elas tiveram aquele susto. E pode ter havido um vento natural. Aí fica aquela coisa toda que a gente vai criando em cima, né? Nós temos aqui eh tem uma pergunta Euzita, da Marlene Viegas e depois tem dois comentários, parece. Então vou colocar, se quiser colocar pro Ronaldo a pergunta. Isso, Ronaldo. Moradores que moram perto do cemitério, o solo não fica contaminado da decomposição dos cadáveres? E ela agradece o esclarecimento. >> Vamos lá. Eh, o corpo é matéria, né? >> Uhum. >> Eh, ele é enterrado e aí por durante algum tempo, eh, ele vai se decompondo e volta para a própria Terra. se se confunde ali, não vai ficar eh nos perturbando e não vai ficar so muito menos sobre o aspecto eh natural que ela tá perguntando aí, contaminando o solo, porque se fosse assim as cidades não não cresceriam. C trouxe agora que fizeram construir um bairro, sei lá, uma cidade, um condomínio, é, onde era um cemitério. E aí não poderia fazer isso? Então, porque ela tá perguntando se for próximo, quando a cidade cresce, lembra que o cemitério vai mais para longe e ali onde foi um cemitério há 30, 40, 50 anos, hoje são residências naval eh que as pessoas habitam. Então, não tem não não nos preocupemos com isso. Eh, o espírito sai do corpo, o corpo volta, se decompõe e tudo vai se renovando ao longo do tempo. >> Ô, Ronaldo, me fez lembrar que sempre o pessoal diz: "Olha, as melhores laranjas, as melhores mangas são as do cemitério, porque o corpo se decompõe e aduba, não é? >> O adubo é >> é o adubo para a planta. Tudo é reaproveitado pela natureza, não é? >> Sim. >> E aí tem um outro comentário. Deixa eu tirar essa aqui. Aqui tem um comentário da A, eh, a Graziela comentando com para
> é o adubo para a planta. Tudo é reaproveitado pela natureza, não é? >> Sim. >> E aí tem um outro comentário. Deixa eu tirar essa aqui. Aqui tem um comentário da A, eh, a Graziela comentando com para você, Ivana. Eu não gosto de pensar que sempre há espíritos na minha casa, pois ficam pensando se ficam nos olhando em momentos que estamos em coisas íntimas. Espero que não fiquem quando vamos no banheiro. Eh, ô, Graziele, queria comentar com você que o Divaldo disse que ele teve um que perseguiu por 40 anos. Ele ia tomar banho e Feliz estava lá olhando para ele. E o Divaldo um dia comentou que ele tinha tomado uma decisão de nunca fazer em privado, o que ele não podia fazer em público, porque a gente sempre tem testemunha. >> Sempre tem testemunha. Agora, André Luiz, ele registra, né, que eu acho que é Aulos quem comenta, eh, para ele dizendo que o lar é protegido onde há o evangelho, onde a gente, né, não faz fofoca, onde a gente evita a entrada de desses filmes negativos, onde a gente cultiva, não é, o bem então lá era protegido e que normalmente o casal é protegido na sua intimidade se eles têm o hábito de orar e tudo. tudo, não é? Mas aí, prestemos atenção nisso. A Ver e eu, eh, nós tínhamos um local em Brasília, conjunto nacional, onde tinha vários cinemas, né? Os cinemas naquele período era praticamente ali. E aí a gente queria ver um filme, nem eu lembro o jornal, nada, porque tinha vários cinemas lá, a gente ia encontrar, não é? Alguns que algum filme que a gente poderia ver. Aí chegamos e o filme de ficção científica, adoro ficção científica, ela também, aí nós entramos, era um filme de terror, era o alien, o oitavo passageiro, uma coisa assim, não é? E é terrível o filme. Nossa Senhora, ela queria sair, eu dizia: "Eu não posso sair, querido, eu preciso ver o monstro morrer, senão eu não durmo". E bom, aí o problema não foi o filme de terror, foi que quando nós saímos, saiu uma chusma de espíritos que entraram no carro com a gente, estavam indo para conosco, para casa.
r, senão eu não durmo". E bom, aí o problema não foi o filme de terror, foi que quando nós saímos, saiu uma chusma de espíritos que entraram no carro com a gente, estavam indo para conosco, para casa. Aí eu disse para ela: "Nossa, nós estamos cheio de espíritos no carro". E aí nós falamos: "Mas que cinema que nós entramos?" Aí nos lembramos que o cinema só colocava filme pornográfico e naquele dia tava colocou aquele filme de ficção chamado ficção científica, que era um filme de terror na verdade. Então estava cheio de espíritos que estavam indo conosco para casa. Para quê? Prestaram atenção? Nós paramos o carro num local seguro, abre o porta-luvas do carro e tirou o evangelho segundo espiritismo e vamos orar. Conforme a gente ia lendo e orando, aquele chu para cá, chu para lá, foram saindo todos. E eu vi um deles dizendo assim: "Ih, pegamos o carro errado, sabe? >> Então a gente não sabe o que que a gente atrai, não é? Dependendo da onde a gente vai, tem que prestar muita atenção com esse tipo de coisa, não é? Há espírito sempre. Agora, se nós temos o hábito da leitura, do evangelho em casa, o nosso lar é protegido, gente. Por isso a importância de nós fazermos o evangelho no lar uma vez por semana. E hoje nós estamos nos conscientizando. E a gente já faz isso desde o ano de 2002. Nós estudamos em família espiritismo todo dia em casa. Mas é possível fazer isso? Quando a minha mulher propôs, a Vera propôs, eu disse que não era possível. Mas depois as coisas se evidenciaram que era necessário, não tinha outro jeito e a gente começou a fazer e não paramos mais. Aí eu tenho que destacar isso que a Vera sempre pede para dizer. A nossa família não é perfeita por causa disso, não. Nós continuamos as nossas lutas, mas a assistência espiritual, a percepção da realidade que a gente enfrenta, tudo isso melhora muito, mas muito mesmo. Então, gente, ler coisas nobres em casa e a gente evitar de ver coisas negativas é muito importante. >> É, Carlos, >> o comentário do Silvio desdobra essa
ta, tudo isso melhora muito, mas muito mesmo. Então, gente, ler coisas nobres em casa e a gente evitar de ver coisas negativas é muito importante. >> É, Carlos, >> o comentário do Silvio desdobra essa colocação sua. Coloca, por favor. Só seríamos assombrados se abrirmos nossa mente através dos nossos eh pensamentos inferiores aos espíritos assombradores inferiores. É isso mesmo. É uma questão de sintonia. Então, se você muda o seu tôus mental, se se você traz para você leituras, assuntos, complementos, filmes, papos legais, tudo será melhor. Então, seremos assombrados na medida da nossa conexão com os fatos assombradores. Desligando disso, tudo legal. >> Isso mesmo, Euzita, a última pergunta que você fez pro Ronaldo, né? Foi uma pergunta aqui do chat. Então, vou colocar essa aqui pra Ivana, >> é da Regina Dible. Pegando o comentário sobre espíritos desencarnados, estes quando já deixaram a Terra há muitos anos, eles podem ainda estar ao redor de nós? >> Regina, eles podem sim. Muitos não estão porque já reencarnaram ou estão cuidando, né, da da do seu processo evolutivo em outros lugares, mas muitos estão por aqui. Mas vou dar um exemplo. Dr. Bezerra de Menezes, ele continua entre nós, não é? Ele continua nos ajudando, é um trabalhador do movimento espírita no mundo dos espíritos, já desencarnado há muitos anos e continua aqui com a gente. Então, depende muito do propósito que o espírito tem. Muitas vezes são benfeitores, né? Tem curso Sampaio, é outro deles e outros que a gente tem notícias, né? Que acompanham o trabalho do movimento espírita do mundo espiritual, mesmo já estando desencarnados há tanto tempo, né? >> Muito bem, Euzita. Coloca a oito pro Ronaldo e a gente volta pro chat depois, né? >> OK. Ronaldo, indo para a sexta colocação de Kardec, você até já começou a comentar, acho que você vai dar um desfecho agora. >> Há para os espíritos que costumam reunir-se dias e horas em que prefiram fazê-lo? Não. Os dias e as horas são medidas de tempo para o uso dos homens e para a
cho que você vai dar um desfecho agora. >> Há para os espíritos que costumam reunir-se dias e horas em que prefiram fazê-lo? Não. Os dias e as horas são medidas de tempo para o uso dos homens e para a vida corpórea, das quais os espíritos nenhuma necessidade sentem e nenhum caso fazem. Então, os espíritos eles se manifestam independentemente do dia ou da hora. A hora é a hora que for necessária. Eh, e aí quando eles, porque como é que os espíritos se manifestam? Eh, via de regra, é atraídos pelo nosso pensamento. Eh, vem trazendo alguma, algum ensinamento ou pedindo alguma alguma assistência, enfim. Eh, fazendo um comentário aqui com relação ainda à intimidade do casal, que o Carlos trouxe um comentário de alguém que tá participando, aquele filme Deixe-me viver tem uma cena eh muito sutil eh do ensinamento. Nesse sentido, há uma preparação para um espírito reencarnar, toda uma equipe espiritual dando assistência, orientação para o casal e aí eh estão na sala de jantar. casal tá jantando, depois na varanda, toma um café, alguma, depois entra paraa intimidade. Um dos espíritos lá quer entrar pro quarto, aí o outro só faz o sinal para ele, ó. Não, nosso trabalho, nosso papel é só até aqui. Agora é com eles. Nosso trabalho já foi feito. Evidentemente que para um casal eh ter essa assistência precisa eh buscar de alguma forma. Qual é a forma? a leitura, a oração e o comportamento nobre também, senão não terá. Nós somos acompanhados por aqueles que gostam do que a gente gosta. Eh, viu os espíritos que acompanharam o Carlos e a esposa e depois viram que pegaram o carro errado? Então, quando um espírito eh se aproxima da gente para querer conseguir eh algo que não seja nobre, se você tiver com nobres pensamentos e com comportamento adequado, ele vai ver que pegou o carro errado, não vai ficar muito tempo. Um espírito que chega eh eh desencarnado, que chega para um encarnado sugerindo eh que tome uma cerveja gelada ou que tome uma dose de whisca ou uma cachaça ou seja o que for, se não tiver
uito tempo. Um espírito que chega eh eh desencarnado, que chega para um encarnado sugerindo eh que tome uma cerveja gelada ou que tome uma dose de whisca ou uma cachaça ou seja o que for, se não tiver ressonância, ele não vai ficar muito tempo. Esse que tá eh recebendo essa sugestão para ir tomar uma cerveja no bar ou para ir, sei lá, para uma festa, para alguma coisa, ele vai para o centro espírita, sei lá, vai para a igreja, vai para algum lugar onde ele professa a sua fé e tem um comportamento adequado. Esses espíritos não vão ficar perto dele. Então, os espíritos estão sempre na nossa casa, perto de nós, como o cardete recebe a resposta lá do livro dos espíritos, se acotovelhando de ordinário, eles que nos dirigem, mas é sempre, sempre está em nós essa capacidade de eh através do esforço e do trabalho, atrair sempre aqueles que eh vão trazer aspas, benefícios para nós. >> Muito bem. comentar, Ivana? >> Não. Perfeito. >> Vou colocar um comentário rápido do Carlos Campos. Eh, e daquele tempo que a gente tava falando, né? Era um tempo bom, pois não tinha televisão, mas haviam as histórias de assombrações contadas pelos avós, mula sem cabeça, saci, homem eh do saco e etc., né? Eram muitas personagens, né, que eram criadas pelo folclore, né? Inclusive o saci é próprio, né, do folclore brasileiro, né? >> Muito muito eh rapidinho, eu tenho uma história interessante sobre essa questão da mula sem cabeça. Minha avó era uma excelente contadora de histórias, então nos reunia para contar e de repente ela descrevia com tanta precisão a mula sem cabeça que vinha pela praça Orcalino Santos lá de Caldas Novas soltando fogo pelas ventas. Eu falei: "Vó, mas como se ela não tinha cabeça? Cala a boca, menina atática. Eu no entusiasmo, né? A gente vê que tem algumas incoerências, né? >> Muito bem, Ivana. E vamos paraa sétima proposição de Kardec. De onde nasceu a ideia de que os espíritos vêm preferencialmente durante a noite? é justamente dessa dessa coisa da crendice, né, do misticismo, porque a
na. E vamos paraa sétima proposição de Kardec. De onde nasceu a ideia de que os espíritos vêm preferencialmente durante a noite? é justamente dessa dessa coisa da crendice, né, do misticismo, porque a noite é associado à sombras, né? É aquele momento da escuridão. Então, cria-se toda toda uma uma mística em torno do da aparição dos espíritos, especialmente à noite. Então, também isso faz parte, né, dessa crendice, dessa crença popular que não tem nada a ver, né? os espíritos, eles se manifestam a qualquer momento, né, à noite, de dia, de madrugada, não tem isso. Agora, é claro que a gente sabe, né, e a gente aprende muito isso nas obras de André Luiz, que muitas vezes os espíritos eles vêm estar conosco à noite, porque nosso corpo está descansando, o espírito se liberta e é o momento em que eles podem entretecer conversas conosco, tentar nos ajudar ou às vezes nós somos encaminhados, né, para alguma atividade com esses espíritos no mundo espiritual, mas apenas porque é o momento em que o corpo está adormecido, a maioria das pessoas. Agora, e aqueles que trabalham a noite inteira e que dormem durante o dia, quer dizer que então eles também não teriam essa oportunidade de viverem as experiências no mundo espiritual? Os espíritos virão para esses durante o dia e vão aproveitar o momento do descanso do corpo e vão levá-los para viverem, né, as experiências que eles precisam no mundo espiritual. Então, na verdade, isso tudo é só uma crendice popular. Não, não tem nenhum sentido. >> Ótimo. Eh, Ronaldo, você quer eh comentar alguma coisa? Não, satisfeito. >> Então, vamos passar a nossa a nossa sétima questão a por alguns espíritos anunciam sua vinda e suas manifestações para certos determinados dias, como a sexta-feira, por exemplo? Isso fazem eh os espíritos que se aproveitam da credulidade. Eh, está eh em nós e não neles. Eles também, os que partiram para lá e continuam com esse comportamento. Eles aproveitam às vezes para se divertir e em outros casos para perturbar inclusive
edulidade. Eh, está eh em nós e não neles. Eles também, os que partiram para lá e continuam com esse comportamento. Eles aproveitam às vezes para se divertir e em outros casos para perturbar inclusive aqueles que guardam essa crença e que ficam alimentando essas ilusões. Então, eh, a melhor forma qual é então? É estudar. estudar para compreender eh como os espíritos se manifestam e quando. Eh, então a gente estudando, a gente vai cada vez mais avançando. O quando o Carlos falou que o Divaldo desenvolveu a mediunidade, evidentemente que quando você vai se preparando e tendo mais responsabilidade, vem vindo muito mais trabalho nobre para você. Você tem que se preparar. No nosso caso, sair dessa dessa crendice de hora de espírito se manifestar, de que a casa tá mal assombrada, é de que eh tem que ser na sexta-feira ou tem que ser meia-noite ou tem que ser, enfim, não cabe mais entre quem tá entre as pessoas que estão estudando e buscando esclarecimento, que a gente tem que se libertar, que isso é um, eu imagino que deve ser um peso para quem acredita: "Meu Deus, na minha casa tem espírito". E aí eles estão a todo momento e me vendo fazendo qualquer coisa. Vamos estudar um pouco. E a gente estudando é bom que a gente avança, como o Divaldo avançou e tantos outros. >> Muito bem. Nós temos quatro perguntas aqui do nosso dos nossos internautas participantes. Wilson Leite, vou fazer isso aqui para você. Boa noite, meus irmãos. Mas quando constrói em cima de um cemitério, não pode estar algum espírito que foi enterrado o seu corpo ali e ele não sabendo da continuidade da vida fica por muito tempo naquele lugar? >> Wilson, pensa sempre o seguinte, né? Eh, eu acho que são vários aspectos que a gente pode considerar aí. Primeiro deles é que nós nunca estamos desamparados. Então, mesmo quando o espírito está ali renitente, né, achando que ele precisa ficar ao lado do corpo, eh, ele não está desamparado. Existem ali os benfeitores estão sempre, eh, eh, esperando a menor oportunidade para ajudá-lo, para
stá ali renitente, né, achando que ele precisa ficar ao lado do corpo, eh, ele não está desamparado. Existem ali os benfeitores estão sempre, eh, eh, esperando a menor oportunidade para ajudá-lo, para resgatá-lo, para encaminhá-lo, né, para uma outra situação. Eh, e muitas vezes ele pode criar uma ilusão, inclusive, né, de repente ele pode criar a ilusão de que ainda as coisas estão daquela forma quando as coisas já se modificaram. Mas imaginemos então que esse espírito esteja ali ao lado do túmulo lúcido, acreditando que ele precisa ficar ali esperando, por exemplo, o juízo final. Eh, normalmente nesses casos eles estão dormindo, né? Os espíritos dormem para esperar esse juízo final. Mas ainda assim a gente tem que sempre que entender o seguinte, esse estado de perturbação ele é temporário. Vai chegar um momento em que esse espírito vai ser tocado, ele vai perceber que existe algo eh, né, que ele que ele não está conseguindo perceber. E aquele espírito que tá ali do lado tentando ajudá-la, vai encontrar a brecha e vai levá-lo e vai conduzi-lo, tirá-lo dali, né? Então nós não temos que ter essa preocupação. Olha, nós vamos desativar o cemitério e agora vamos construir em cima. Não, nós não podemos. Porque pode ser que tenha algum espírito ainda pegado. Não, nós vamos fazer porque a vida na matéria compete a nós que estamos aqui na matéria, né? E eles que estão no mundo espiritual não estão desamparados. Então, quando a gente lembra disso, tá tudo certo. Se quiserem completar aí também com relação à questão do processo reencarnatório, essa história de ficar esperando ressuscitar no juízo final é completamente fake. >> Não tem como, >> porque todos nós somos inclusos na lei da reencarnação. >> Isso aí. >> Então, podemos até desencarnar pensando que iremos aguardar a ressuscitação do juízo final. Mas isso não vai acontecer, porque somos todos submetidos à lei do retorno, independente de querer ou não, de acreditar ou não, que iremos ressuscitar no tal do juiz final, que o
tação do juízo final. Mas isso não vai acontecer, porque somos todos submetidos à lei do retorno, independente de querer ou não, de acreditar ou não, que iremos ressuscitar no tal do juiz final, que o juiz final para nós é cada retorno nosso ao plano espiritual no contato com a nossa própria consciência. Então, claramente o que o espiritismo explica é isso, não é? Euzita, você colocou isso e ó, o Euclid tinha colocado essa pergunta aí relacionado com a reencarnação. É, os animais reencarnam? Sim, os animais reencarnam, estão em um processo evolutivo naturalmente, né? Faz parte. Eu diria que eles eles passam, não é, a gente se quiser chamar de encarnação, eh, por várias experiências do campo material, né, em diversas espécies, né, para se desenvolver. >> Agora aqui reencarnar já é um conceito e inclusive no livro dos espíritos tem as duas perguntas, né? Qual o objetivo da encarnação e da reencarnação? Então, eh, reencarnar propriamente, o animal não reencarna, ele não tem nada para reparar do que ele já fez. ele vai evoluindo em princípio, né? Vai reencarnar quando a gente atinge o nível de consciência e a gente então é responsável, a gente comete os enganos e precisa voltar na Terra para reparar. É o que a gente consegue entender pelo livro dos espíritos, né? Porque tem a encarnação e a reencarnação. O objetivo da encarnação é o progresso. Da reencarnação é a expiação para o progresso. >> É. Então eles encarnam sempre. >> Uhum. É o que a gente entende, né? Mas muito boa pergunta, né? Ótima, >> excelente. >> Essa aqui é pro Ronaldo. Isita. >> Ronaldo. E o corpo se decompõe como acreditam os irmãos de outras religiões, que os corpos ressuscitarão? Mas como tá tudo decomposto? >> Mas o aí aí aí acho que já tá a própria a resposta tá na pergunta. Eh, se ele se decompõe, não vai ter como. Então, eh, ressuscitar não é exatamente o termo. Nós vamos reencarnar, porque o corpo é um elemento, é uma ferramenta que serve para que nós possamos avançar eh na no processo de aprendizagem. Então, eu tô
, eh, ressuscitar não é exatamente o termo. Nós vamos reencarnar, porque o corpo é um elemento, é uma ferramenta que serve para que nós possamos avançar eh na no processo de aprendizagem. Então, eu tô com eu tô reencarnado nesse corpo agora. Eu vou ter um aprendizado, depois eu volto pro plano espiritual e aí se precisar e vai precisar reencarnar de novo e aí vai ser um outro corpo. Eh, tem um exemplo que o corpo é uma vestimento do espírito, então ele veste a roupa e aquela roupa que não serve mais, ele não vai usar depois. O corpo se decompõe, volta para lá e o espírito continua em essência no mundo espiritual. E quando tiver nova oportunidade, ele veste outro corpo e terá e avançará no aprendizado. Isso acontece com todos nós, tem acontecido ao longo da nossa existência e por isso que estamos aqui. E vamos avançar mais ainda em outros corpos, evidentemente, inclusive em outros mundos mais evoluídos, os corpos também são um pouco diferentes. >> Uhum. Muito bem. Ótimo. >> Eu queria fazer um comentário, Carlos, que na verdade isso é que diferencia o que a gente chama de fer raciocinado e fé cega. Isso né? Porque a festega é quando você aceita isso, alguém te diz que esse corpo que logicamente você sabe que se decompõe, esse corpo vai de repente ressuscitar. Então, se você acredita e para você tá tudo certo, isso é uma fé cega, né? Porque você não passa pelo crio da razão. E o espiritismo nos conclama uma fé raciocinada, que é aquela que precisa, precisa fazer sentir, tem que ter lógica, né? A gente precisa questionar essas coisas. Então, que maravilha que a gente, né, já conseguiu chegar nesse patamar da fé raciocinada. >> Isso aí. E além disso, tem que considerar, né, ler o evangelho e, eh, extrair o espírito da letra. Paulo disse, e ele disse com todas as letras claramente, semeia-se copos materiais e colhe-se copos espirituais. Então, não é, a gente eh vai para o mundo espiritual com um corpo espiritual, não é? que no espiritismo é chamado de perespírito. E aí quando
e, semeia-se copos materiais e colhe-se copos espirituais. Então, não é, a gente eh vai para o mundo espiritual com um corpo espiritual, não é? que no espiritismo é chamado de perespírito. E aí quando reencarna assume o novo corpo físico, não é? Muito bem. Eh, Ivana, os espíritos têm o poder de nos deixar com sono para, por exemplo, atrapalhar algo como um estudo que a gente tem que fazer? >> Tem sim, os espíritos têm esse poder. E aí nós vamos lembrar o seguinte: os bons espíritos usam esse poder para nos ajudar. Existem muitos relatos. André Luiz, né, que os benfeitores chegam, induzem ao sono encarnado para que ele possa então se desprender do corpo espiritualmente e possa dialogar com os espíritos que estão ali para ajudá-lo, né, por algum motivo. Assim como existem espíritos bons que usam isso para o bem, existem aqueles espíritos que também tento dessa técnica de induzir o encarnado ao sono para que ele, por exemplo, nunca consiga assistir uma palestra quando vai ao centro espírita. chega no centro, dá um sono inexplicável, não consigo prestar atenção. Então eles podem fazer isso, eles podem. Tem gente que diz: "Ah, eu não consigo ler. Eu começo a ler, eu durmo, eu fico com sono." Então, é preciso que nós tenhamos, né, eh, a vigilância de estarmos atentos para não nos deixarmos influenciar e buscar alternativas. Então, existem hoje muitos audiolivros. Tem muita gente que diz assim: "Gente, eu não consigo ler." Eu começo a ler, eu fico com sono. Então, bota o livro em áudio, né? começa a ouvir o livro, quem sabe você tá ali lavando louça, se movimentando, mas tá ouvindo. Busca alguma forma de sair dessa influência, né? Porque à medida que você vai se esclarecendo, a influência negativa vai diminuindo, né? >> Vai se afastando. >> Eu conheci uma pessoa que tava com essa dificuldade uma época e alguém eh orientou dela não conseguia, quando conseguia ler um parágrafo, não conseguia entender. Aí alguém eh orientou, disse assim: "Escreve o que tu lê". vai escrevendo, vai, enfim, vai
uma época e alguém eh orientou dela não conseguia, quando conseguia ler um parágrafo, não conseguia entender. Aí alguém eh orientou, disse assim: "Escreve o que tu lê". vai escrevendo, vai, enfim, vai exercitando, mas você não pode deixar de estudar. Procure sair desse tôus mental que algum espírito tá te alcançando e te atrapalhando. >> Mas inclusive, Ivana, nas reuniões mediúnicas, os espíritos, na as reuniões de desobsessão, os espíritos que se manifestam com bastante dificuldade, muitos deles são induzidos ao sono. os irmãos espirituais estão assistindo, dá um passe, ele mesmo diz: "Eu tô". Aí ele começa a dizer, a a relatar o sintoma que tá com sono ou que tomou um remédio e que vai adormecer e depois ele vai acordar já um pouco mais refeito para poder compreender a mensagem que vai ser trazida para ele. >> Muito bem, >> Euzito, o nosso tempo tá terminando. Tem duas perguntas aqui. Vamos responder rapidinho. Olha, Estter Amaral. Sim, passando pro Ronaldo. O que significa sonhos que sempre estou perdida, descalça e tudo lugares escuros? >> Eu não sou muito bom em interpretar sonho, não, mas vamos lá. Quando a gente adormece para o descanso do corpo físico para refazer as energias, a gente desdobra, vai para o mundo espiritual. E quando a gente, e aí via de regra, toda noite, toda noite tem acontecimentos, você vai para algum lugar, acontecem muitas coisas. Quando você retorna para o corpo físico, para as atividades diárias, você vai lembrando paulotinamente do que aconteceu. Eh, você tá indo para esses lugares. Então, eh, uma sugestão é que, eh, quando, eh, você for dormir, faça orações pedindo ao seu anjo da guarda, os espíritos dos amigos, para te levar para lugares, para um jardim, para grupos de estudo, para, enfim, para poder sair eh dessa angústia de est descalça no lugar escuro e perdida. Peço ajuda ao seu anjo da guarda. >> Muito bem. >> Eh, eu queria só dizer que também uma outra possibilidade, porque realmente o sonho é uma coisa muito complexa, né?
scalça no lugar escuro e perdida. Peço ajuda ao seu anjo da guarda. >> Muito bem. >> Eh, eu queria só dizer que também uma outra possibilidade, porque realmente o sonho é uma coisa muito complexa, né? pode ser uma reminiscência de algo vivido no passado, né, que ficou ali gravado na na no subconsciente e que às vezes aflora, né, lembrança de algo que já foi acontecido, mas talvez até em outra encarnação. >> Muito bem, gente. Não dá mais tempo paraas eh perguntas. Eu peço a vocês que deixem paraa semana que vem. Nós temos duas aqui. Essa foi para mim que a Marlene fez. O filho desencarna eh antes de 3 anos e ele nasceu em 72. E aí ela pergunta se ele já reencarnou. Muito difícil saber, Marlene. Nós não temos elementos para te dizer que sim ou que não, não é? Então, eh, é bem possível que sim em função do tempo, mas o tempo para os espíritos é tão relativo, diferente do nosso, então a gente não tem condições de dar uma resposta, tá certo? seria aventurar aqui alguma coisa para dizer. Eh, Euzita tem que responder muito rápido isso aqui. Ivana, >> rapidinho, por gentileza. Pode um espírito desencarnado enviar pensamentos agressivos e negativos com imagens de acidentes e cenas ruins envolvendo entes queridos querendo dominar nossa mente? O que fazer? Pode acontecer sim, me Mas o que que você pode fazer? Ore, peça esclarecimento, mude o tonus mental, peça auxílio espiritual e encaminhe esses espíritos. Eles podem tentar nos perturbar, mas nós podemos reagir também buscando a segurança da prece e a orientação espiritual. O Silvio colocou ali que os espíritos influenciam em nossas vidas muito mais do que imaginamos, realmente questão 459 do livro dos espíritos. Então é só nós entendermos que essa influenciação existe, mas ela persistirá se nós dermos guarida a ela. O processo de escolha, de mudança e atitude é nosso e nós podemos fazer isso com toda segurança. >> Ivana quer comentar alguém rapidinho? >> Não. É, é isso que o Zita falou, né? A vigilância e oração é constante na nossa
a, de mudança e atitude é nosso e nós podemos fazer isso com toda segurança. >> Ivana quer comentar alguém rapidinho? >> Não. É, é isso que o Zita falou, né? A vigilância e oração é constante na nossa vida, >> tá ligado o que o Ronaldo comentou também, né? A gente se preparar bem pro sono, né? Orar, fazer uma leitura nobre. Muito bem, gente. Excelente. Euzinho tá contigo aí para fechar. >> OK. Então, agradecemos a todos vocês que estiveram conosco, aos nossos convidados, Ivana e Ronaldo. E no próximo encontro nós daremos continuidade ao estudo de O livro dos Médiuns, na segunda parte das manifestações espíritas, continuando no capítulo 9, dos lugares assombrados, item 132 da 8ª a 14ª pergunta. >> Muito bem, muito obrigado a todos, um grande abraço, até a semana que vem. Obrigado, Ronaldo. Ivana, >> boa noite. >> Boa noite. Boa noite. Que eu não dei boa noite no início porque eu tava aqui eh tentando ativar o fundo branco também não consegui. Enfim, mas boa noite agora a todos. Foi um prazer participar. Somos impulsionados e motivados por um bem maior por meio da caridade e da vivência do evangelho do Cristo. Chegamos onde chegamos, conquistamos o que conquistamos. O nosso trabalho acolhe quem mais precisa e independente da distância, nossos meios acessam lugares que antes pareciam inalcançáveis. A comunicação é chave em todos os setores de nossa sociedade e ela muitas vezes nos permitiu abraçar quem precisava de atenção em momentos de dor e angústia. Esse trabalho é feito com muita dedicação por toda uma equipe profissional, preparada para produzir diversos tipos de conteúdos que alcançam o público. Já são mais de 4.000 conteúdos de qualidade disponibilizados gratuitamente em nossas plataformas, produzidos por comunicólogos, produtores audiovisuais, cenógrafos, editores, designers, programadores e técnicos de áudio. Toda essa estrutura só é possível graças a você, apoiador do nosso trabalho. E somos gratos por toda a sua doação até aqui. Mas este trabalho precisa continuar. Podemos acolher ainda
écnicos de áudio. Toda essa estrutura só é possível graças a você, apoiador do nosso trabalho. E somos gratos por toda a sua doação até aqui. Mas este trabalho precisa continuar. Podemos acolher ainda mais pessoas. E para continuar alcançando tantos corações, precisamos de você. Por isso, mais uma vez contamos com seu apoio financeiro. Apenas com ele poderemos avançar ainda mais e continuar próximos de você. Trabalhamos pelo consolo, pelo esclarecimento e pela esperança. E sabemos que somente juntos com você poderemos fortalecer essa corrente. A padrinha FEB TV. Estamos juntos com você através da FEB TV. Acesse doi.com.br BR e faça sua doação.
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