#25 Estudo de O Livro dos Médiuns AEE CFN/FEB - Das manifestações espíritas - Parte 17

FEBtv Brasil 27/09/2025 (há 7 meses) 1:17:12 793 visualizações

Estudo de O Livro dos Médiuns pela Área de Estudo do Espiritismo do Conselho Federativo Nacional/FEB. Semanalmente, toda sexta-feira, às 21h30, no horário de Brasília, com transmissão ao vivo pelos canais da FEB no Facebook, FEBtv no YouTube e Facebook e Portal do Consolador no Youtube. Encontro 25 - Segunda Parte. Das manifestações espíritas. Cap. VIII Do laboratório do mundo invisível. Itens 126 a 131. Link de acesso ao Estudo: https://febtv.live/livrodosmediuns_cfn_feb Para fazer part...

Transcrição

juntos nessa jornada de conhecimento e descoberta, refletir e expandir nossos horizontes sobre a mediunidade, ampliando nossa compreensão sobre o mundo espiritual e suas belezas. Estudo de O livro dos Médiuns pela área de estudo do Espiritismo do Conselho Federativo Nacional da Federação Espírita Brasileira. Boa noite a todos. Sejam todos bem-vindos aqui ao estudo do livro dos médiuns de Allan Kardec, um trabalho da área de estudos do Espiritismo do CFN FEB e aqui em parceria com o portal do Consolador. Então que nós possamos ter alguns momentos aqui de muito aprendizado e de muita alegria fraterna. Queremos aqui cumprimentar eh os amigos que vão estar aqui conosco, mais diretamente, a Elsita, né, que vai estar conosco coordenando esse trabalho, conduzindo, ela que já é figurinha carimbada nesse trabalho. Eu é que sou visitante, podemos dizer. E vamos estar hoje repassando as questões que foram eh trazidas à nossa amiga Caroline Fonseca ou Carolina Maria Fonseca Rocha. Ela é palestrante, divulgadora da doutrina espírita, facilitadora dos grupos de estudo do Evangelho Rede Vivo na Federação Instita Brasileira e no CESP, o Centro Espírita Sem Fronteira, onde também colabora no núcleo da família Juventude Espírita. E ainda ao nosso companheiro Felipe Menezes, que é palestrante espírita e é vice presidente da Federação Espírita do Amapá. Sejam bem-vindos. E nós vamos explorar vocês um pouco hoje para conhecermos mais sobre a doutrina espírita. >> Tá, tá sem áudio, Elzita? >> Sem áudio não dá para fazer fenômeno de voz direta, né, Samuel? >> Não, >> mas sejam todos muito bem-vindos. Samuel, que divide conosco hoje a condução deste momento de estudo, aos queridos Caroline e Felipe e a você que nos acompanha. Daremos continuidade ao estudo de O livro dos Médiuns. Hoje examinando a segunda parte das manifestações espíritas, capítulo 8 do laboratório do mundo invisível. Trabalharemos as os itens de 126 a 131. E a nossa primeira pergunta vai para o Felipe. Dentro do item 126, Felipe, o

da parte das manifestações espíritas, capítulo 8 do laboratório do mundo invisível. Trabalharemos as os itens de 126 a 131. E a nossa primeira pergunta vai para o Felipe. Dentro do item 126, Felipe, o que Kardec explica neste item 126 sobre o vestuário dos espíritos e a formação de objetos? É uma alegria atravessar aqui pelas ondas da internet, atravessar o Brasil, vindo aqui do extremo norte do Brasil, no Amapá, para tratarmos dessa eh desse capítulo oitavo tão profundo, tão elucidativo, uma parte da intervenção dos espíritos no mundo corporal. Essa é uma preocupação de todos os tempos. Nós nos lembramos eh que Joana Dark quando estava sofrendo a inquisição daqueles que a perseguiam, né? E até para pegá-la em contradição, uma vez que ela dizia que falava com os espíritos e o inquisitor pergunta: "E esses espíritos, eles se apresentam vestidos? Como é a veste deles? Eles têm vestes. E aí, para não embaraçá-los e não se comprometer, ela responde magistralmente, dizendo: "E você acha? E Deus não teria com que vesti-los." Então, essa é uma preocupação de todos os tempos. Eh, então Kardec se preocupa nesse capítulo sobre a formação espontânea de objetos tangíveis. Então, é disso que trata essa questão 126, esse item 126. Para sintetizá-lo, eh, Kardec faz todo um um um raciocínio filosófico. No início, ele mesmo indaga dele mesmo onde os espíritos irão buscar os vestuários semelhante em tudo que traz no mundo dos vivos, até com acessórios que o que o complementavam, da onde eles vêm buscar. e ele mesmo começa a filosofar, criar uma teoria que depois a gente vai socorrer mais à frente dos espíritos superiores. Então, eh, ele diz que é fora de dúvida que não levam consigo esses objetos. Quando os espíritos desencarnam, eles não levam as roupas, não levam, fica tudo na terra. Então, como é que formam, da onde que tiram essas vestes, esses objetos? E aí nós vamos encontrar Kardec fazendo alusão ao item 116 do livro dos dos médiuns sobre aquela questão de uma médium que estava

tão, como é que formam, da onde que tiram essas vestes, esses objetos? E aí nós vamos encontrar Kardec fazendo alusão ao item 116 do livro dos dos médiuns sobre aquela questão de uma médium que estava doente e recebe a visita de uma amiga encarnada, né? um amigo, melhor dizendo, encarnado. E esse amigo vem visita ela semimaterializado, senta ao lado dela, puxa uma caixinha de rapé e esse fato Kardec utiliza para falar sobre essas aparições, como é que ele levava? ele levava o duplo etérico da caixa, ele levava, o que que ele levava? Ele levava o objeto? De certo que não, porque aquela aquele estudo do item 116 já nos mostra que aquela era uma aparição tangível, mas momentânea. Ele diz até que eh o perespírito do espírito semimaterializado, ele tira de si mesmo, né, das das propriedades que o perespírito adquire adquire de plasmar a sua aparência e até adençá-lo e se tornar tangível. Mas nesse caso era a tangibilidade momentânea e o corpo e perespírito, aliás, o corpo perespiritual e a caixa de rapé, o espírito, ah, com sua vontade o formou momentaneamente para quê? para convencer a pessoa enferma de que estava lá um amigo que a estava visitando e aí se fazer realmente identificado identificado por esse item, por esse objeto. Então mesmo assim diz Kardec nesse item, introduzindo o nosso estudo, tá? Ele diz que isso é um fenômeno extraordinário e se torna mais extraordinário. Eu vou parar por aqui para não entrar. mais à frente na resposta da Carol, mas ele diz assim que é ainda é muito mais extraordinário quando esses objetos se tornam tangíveis e assim o permanece ao longo do tempo. Aí que vem a curiosidade, a extraordinariedade do nosso estudo e desse tema. Então, devolvo a vocês a palavra pra gente seguir, senão eu vou me empolgar e já vou entrar. na parte que não me cabe. >> Muito bom, muito bom, Felipe, né? Já pensou, para quem não conhece nada disso, o susto que não é deparar-se com outro assim à sua frente, né? Ainda mais estando encarnado, que o no caso o outro

be. >> Muito bom, muito bom, Felipe, né? Já pensou, para quem não conhece nada disso, o susto que não é deparar-se com outro assim à sua frente, né? Ainda mais estando encarnado, que o no caso o outro tava encarnado, né? O espiritismo vem realmente esclarecer. Mas Allan Kardec, eh, falando sobre essas questões todas, ele levanta um outro item que ele até diz que mais tarde vai tratar isso com mais propriedade, que é o que nós vamos perguntar aqui agora para Caroline, lembrando as pessoas que estão participando conosco que podem colocar suas dúvidas, suas questões, suas perguntas aí nos comentários que oportunamente aqui os meninos os vão eh respondendo, é claro, a luz da doutrina escrita. Então, façam isso, por favor. Mas a segunda questão pergunta: "O que é pneumatografia?" Tá lá no item 127 também, 128. O que é pneumatografia que a Allan Kardec traz já dizendo que tá antecipando esse estudo que vai ser aprofundado mais adiante. Carol, o que é que ele nos diz aí? Saudações fraternas a todos. É muito importante esse tema, como o nosso companheiro já mencionou, porque isso se refere à nossa curiosidade, digamos assim, palavra usada até por Allan Kardec nesse item. Nós temos curiosidade em saber se existe uma forma, uma reprodução de objetos e até mesmo de vestuários da forma com que a gente vai além terra e da forma com que a lé Terra se apresenta a nós. E a escrita direta, que é a pneumatografia, é um assunto mais familiar, digamos assim, no que se no que tangeja os fenômenos espirituais, diferente da psicografia, onde nós temos alguém que manuseia o instrumento da caneta e do lápis e junto com uma outra inteligência nos traz comunicações. a escrita direta e muito se relaciona com esse tema de hoje, porque não existe um lápis, não existe uma caneta terrena, existe simplesmente um papel que muito bem preparado coloca-se sobre a mesa, conforme Allan Kardec nos exemplifica, ou dentro da gaveta para minimizar todas as possibilidades de fraudes e depois de um tempo, depois de uma concentração

uito bem preparado coloca-se sobre a mesa, conforme Allan Kardec nos exemplifica, ou dentro da gaveta para minimizar todas as possibilidades de fraudes e depois de um tempo, depois de uma concentração Abre-se a gaveta, observa-se sobre a mesa e esse papel tem uma escrita. E aí a questão é: quem escreveu? Como é que isso foi escrito? E quando observa-se as letras, observa-se uma tinta de caneta. Ele até menciona o grafite com a cor cinza uma tinta de caneta com a cor vermelha. E observa-se palavras, frases e até dissertações. E importante é que Allan Kardec nos esclarece que se esse papel fosse colocado dentro da gaveta junto com um lápis ou uma caneta, podia-se supor que o espírito utilizara-se desse instrumento para escrever, mas não houve isso. A escrita veio de algum lugar e ela se tornou tangível nesse papel, como diz o nosso companheiro, para nos mostrar que algo operou sobre todos os elementos de uma matéria que nós vamos conversar ao longo desse estudo. E uma mensagem foram colocada para cada um daqueles que estavam ali presentes. E a pergunta que ele faz ao encerrar o conceito da escrita direta é de onde? tira-se essa matéria, no caso, o espírito, tal problema, ele coloca como problema cuja solução será aqui investigada, estudada e estas hipóteses que o sordec já tinha serão esclarecidas posteriormente pela espiritualidade amiga. Então, o importante é que a escrita direta é mais uma prova de que algo se torna tangível sobre os nossos olhos em um ambiente totalmente controlado, onde não existe a possibilidade de alguém estar ali usando o instrumento do lápis ou da caneta. Então, por hora, caminhamos nesse raciocínio. >> Muito bem, Carol. Obrigada. Eh, Felipe Kardec pergunta ainda no item 127. de onde o espírito tirou a matéria para escrever no papel pelo fenômeno da pneumatografia, conforme a Carol trouxe para nós. E na sequência, no item 128, ele diz que São Luís vai explicar, apresentando a ele uma série de perguntas. E você poderia então, depois de tratar

o da pneumatografia, conforme a Carol trouxe para nós. E na sequência, no item 128, ele diz que São Luís vai explicar, apresentando a ele uma série de perguntas. E você poderia então, depois de tratar um pouquinho da pneumatemografia, em resumo, dizer algo sobre o que se tratam as sete primeiras questões apresentadas a São Luís. É muita coisa. >> OK. Então, depois de filosofar, depois de entretcer esses ensinamentos, vejo que esses fenômenos eh ocorre ainda hoje, mas raramente na época de Kardec se precisava comprovar a imortalidade da alma e se estudar os princípios que regem as leis que regulam a intervenção dos espíritos no mundo material. Então, por isso, muitos médiuns de efeito físico reencarnaram e Kardec, né, em número grande, onde ele estudou bastante e com médium seguro, então ele formula, pergunta a um espírito superior, no caso São Luís. Vamosá agora, né? Eh, eh, parece-me aqui que a proposta foi dividirmos em três blocos de pergunta, né? A primeira vai até a sétima e depois vai da oitava à 13ª e depois da 14ª a 16ª 16, não é isso, meninos? Isso. >> Então, vamos à primeira. Ah, eu quero chamar a atenção paraa forma, antes de fazer as perguntas e respondê-las, eu gostaria de chamar a atenção de todos, todos nós que nos debuchamos sobre esse estudo, que estamos estudando, que estamos prestando atenção nesse momento e aqueles que vão assistir esse vídeo depois. Prestem atenção na forma da pergunta. A sabedoria, a inteligência, a precisão de Kardecade, depois de cada uma, ele volta a perguntar a fim de comprovar e esmiçar aquilo que já fora respondido. Então, eh, Kardec diz: "Citamos um caso de aparição de um espírito de uma pessoa viva, que é o caso lá do rapé. Esse espírito tinha mesmo uma caixa de rapé do qual tomava pitado, ou seja, cheirava, né, que era um costume antigo. Hoje quase não se faz. Hoje nós temos remédio que quando estamos com o nariz eh constipado, né, a gente coloca o remedinho e o nariz desentope, por assim dizer. naquela época usava seu rapé

me antigo. Hoje quase não se faz. Hoje nós temos remédio que quando estamos com o nariz eh constipado, né, a gente coloca o remedinho e o nariz desentope, por assim dizer. naquela época usava seu rapé porque você cheirava aquele cheiro forte, adentrava as narinas e acabava tendo um efeito terapêutico, fazia a pessoa espirrar, enfim, era era usada para isso. Então o Kardec pergunta: "Era verdadeira essa caixa? Ele tomava pitada de rapé? Ele experimentava a sensação de um indivíduo encarnado que faz o mesmo?" E a resposta foi não. Por que não? Porque já dissemos no início que aquela foi uma aparição, né? E o nome já diz aparição, ela tem uma aparência. Ela está semimaterializada, mas não completamente materializada. Ele está respondendo, São Luís, respondendo aquele caso, tá? Então, se era uma caixinha ficta apenas para convencer a pessoa de que quem estava lá era um amigo seu, né? Então, lá dentro, nesse caso, nesse caso específico, porque daqui à frente nós vamos ver outros casos que a resposta é diferente, mas aqui diz que não, ele não tinha uma caixa tangível e nem podia dar aspiradas, dar pitadas, né, no rapé. Eu já cheirei rapé quando era criança, porque o meu avô usava, viu? É um cheiro muito forte, gente. Vocês não imaginam. Segunda, aquela caixa de rapé tinha a forma da que ele se servia habitualmente e que se achava guardada lá na sua casa enquanto ele se apresentava à amiga. Lembre-se que era uma médica que estava doente em casa e o amigo foi visitá-la, né, de forma semitangível. Então ele pergunta que era que era a dita caixa na mão da aparição? Olha que ele já fala aí de aparição, não é? E a resposta é lógica. É uma aparência. OK? É uma aparência, algo que foi plasmado. OK? E era para que a circunstância fosse notada como realmente foi, e não tomassem aparição por uma alucinação devido a o estado de saúde da médio vidente. O espírito queria que a senhora em questão acreditasse realmente na realidade da sua presença. Por isso plasmou a caixa de rapé, por isso fez

ma alucinação devido a o estado de saúde da médio vidente. O espírito queria que a senhora em questão acreditasse realmente na realidade da sua presença. Por isso plasmou a caixa de rapé, por isso fez que tomasse todas as aparências de realidade. OK? Terceira pergunta. Dizes que era uma aparência, mas essa aparência aí nada tem de real. É como uma ilusão de ótica. Desejamos saber se aquela caixa de rapé era apenas uma imagem. Olha, é uma pergunta reforço, tá? Desejamos saber se aquela caixa de rapé era apenas uma imagem sem realidade ou se nela havia alguma coisa de material? Parece que é a mesma pergunta, mas aí é uma pegadinha de Kardec aos espíritos, né? Já que era uma aparência, tinha algo dentro. Em era o que Kardec queria dizer. Ele disse que certamente e com auxílio deste princípio material que o pelo espírito toma a aparência de vestuários semelhante ao que o espírito usava como vivo, tinha toda a aparência dentro e fora. E aí é uma nota explicativa aqui de Kardec, tá? É evidente que a palavra aparência deve ser aqui tomada no sentido de aspecto de imitação. A caixa de rapé real não estava lá no caso da da na casa da médium, tá? A que o espírito deixava de ver era apenas uma representação daquela. Era pois com relação ao original, estava lá na casa da pessoa encarnada que fora visitar a amiga, né? uma simples aparência, embora formada de um princípio material, OK? Semimatéria, um princípio era material porque se mostrava, mas não era tangível. OK? Então vamos prosseguir. Quarta, deixar que a matéria inerte se desdobre. Aqui a pergunta é como a gente se desdobra, né? A gente vai dormir daqui a pouco, o corpo relaxa, o espírito se desdobra e sai da matéria. Kardec quer perguntar aqui se a caixa que tava lá na casa do Senhor se desdobrou e foi junto com ele até lá, não é? E aí continua Kardec ou que haja no mundo invisível uma matéria essencial capaz de tomar a forma dos objetos que vemos. Numa palavra, terão esses objetos um duplo etéreo no mundo invisível, como

ão é? E aí continua Kardec ou que haja no mundo invisível uma matéria essencial capaz de tomar a forma dos objetos que vemos. Numa palavra, terão esses objetos um duplo etéreo no mundo invisível, como os homens são nele representado pelos espíritos. Olha a pergunta. Nós temos o duplo etérico, né, que é a nossa energia vital. Quando saímos do corpo junto com o perespírito, forma o duplo etérico, que é o é o duplo do corpo, é a representação idêntica do corpo. Então, Kardec perguntar se todos objetos, uma caneta, um lápis, qualquer coisa tem no mundo espiritual um duplo? É lógico que não. É, os espíritos disseram que não. Não é assim. Não é assim que as coisas se passam. Sobre os elementos materiais disseminados por todos os pontos dos espaços na vossa atmosfera, tem os espíritos um poder que estáais longe de suspeitar. Aqui vem agora o início do desvelar do processo, OK? Ele diz que os espíritos têm um poder sobre o quê? sobre os elementos materiais disseminados no espaço, a que nós denominamos de fluído, de campo, OK? Os espíritos têm um poder mental sobre esses objetos. E aí eles podem concentrar a sua vontade nesses elementos e dar-lhe forma aparência aparente que corresponda à forma dos objetos materiais. Então, tá aí o desvelar. Não é um duplo etéreo da caixa, não é uma uma um prolongamento do perespírito como as vestes o são. Não. Os espíritos usam a matéria, condensam a matéria em várias formas, tá? e em várias de em várias, vamos dizer assim, formas e dimensões materiais, vários níveis de densidade, OK? Dependendo do quê? Da vontade. OK. Quinta. E aí, Kardec não contente, ele faz a mesma pergunta sobre outra perspectiva. Vejam, pergunta quinta. formulo novamente a questão de modo categórico, a fim de evitar todo e qualquer equívoco. Olha aí o educador, o pedagogo, não é? Aí ele diz que ele vai formular a mesma questão que não haja dúvida de forma categórica. Olha a pergunta. São alguma coisa as vestes que os espíritos se cobrem estão alguma coisa? É um vapor?

, não é? Aí ele diz que ele vai formular a mesma questão que não haja dúvida de forma categórica. Olha a pergunta. São alguma coisa as vestes que os espíritos se cobrem estão alguma coisa? É um vapor? É um fantasma? É aquele lençol que a gente vê nos filmes, né, do Scubiddu, lençol que voa, o fantasma. Não, eu fui longe com o Scubido, entreguei idade, né, Samuel? Então, ele ele eles respondem eh se é alguma coisa. E os espíritas disseram: "Parece que tudo que eu falei precedente resolve a questão. Não sabes que o próprio perespírito é alguma coisa? É alguma coisa que não é matéria, mas não é espírito. É algo intermediário, é alguma coisa que está em outra dimensão, mas é algo que na escala periódica, não é? está acima do urânio, abaixo do oxigênio, do do hidrogênio, não é? São outros átomos em outras dimensões que não estão na escala dos elementos periódicos que forma a nossa matéria tangível, ok? Mas é alguma coisa para nós é um nada nós que estamos na matéria, para os espíritos é algo tangível. OK? Sexta questão. Resulta dessa explicação que os espíritos fazem passar a matéria etérea pelas transformações que queiram e que, portanto, com relação à caixa de rapé, o espírito não encontrou, não a encontrou completamente feita. Ele se por si próprio no momento em que teve necessidade dela e por ato de sua vontade. E do mesmo modo que a fez, ele pode desfazê-la. No outro tanto, naturalmente se dá com todos os demais objetos, como vestuário, joia e etc. Aí Kardec pergunta: "Será sim do jeito que ele faz, ele desfaz?" A resposta foi clara: sim. Evidentemente que sim. Ok, agora minha última desse bloco, hein? A caixa de rapé se tornou tão visível para a senhora de que se trata que lhe produziu a ilusão de uma tabaqueira material. Teria o espírito podido torná-la tangível para a mesma senhora? Agora é outra pergunta, hein? Aquela caixa que era aparente, era algo plasmado, mas não tangível, não tocável, não pesável, não cheirável? Não, não produz algo aos nossos cinco sen sentidos.

senhora? Agora é outra pergunta, hein? Aquela caixa que era aparente, era algo plasmado, mas não tangível, não tocável, não pesável, não cheirável? Não, não produz algo aos nossos cinco sen sentidos. Mas se o espírito quisesse, Kardec pergunta, poderia torná-la tangível a fim de que a pessoa que recebeu a visita tocasse na caixa, sentisse o seu peso, ele poderia torná-la tangível? E a resposta é sim. Teria possibilidade de torná-la tangível. Agora já estamos aprofundando mais, não estamos mais falando de aparência, de semimaterialidade. Essa é a pergunta. Pode torná-la tangível? Sim. Aí eu deixo agora o resto para pobre da Carolina fazer a parte difícil, a parte fácil eu já fiz. Muito bom, Felipe. Felipe, lendo aí as questões propostas por Kardec, a resposta de São Luís, lembrando que São Luís é eh foi Luís IX, rei da França, que viveu aí no século XI, né? Eh, e realmente uma alma bastante adiantada e é um dos espíritos da codificação. E segundo Divaldo Franco, uma curiosidade seria o guia espiritual da França, né? Valdo faz essa declaração. >> Então ele responde a essas questões, vai adiantando. A gente viu alguns processos, como é que o espírito faz, de onde é que vem, é da e eh eh da matéria, eh digamos assim, quintessenciada que há dispersa no universo, né? o o fluido cósmico universal que proporciona todas essas coisas aí pela vontade do espírito, ele encarnado ou desencarnado. Mas seguindo adiante, nós temos a pergunta número quatro aí para Carol perguntando de que trata os itens 8 a 13, as perguntas feitas por Kardec a São Luís, né? Nós vimos até a sétima. E o que é que Kardec trata da 8 a 13? Aí, como São Luís responde, Carol? É interessante que nós precisamos ver na íntegra mesmo a pergunta de Kardec e a resposta do espírito, porque é aí que a nossa fé ganha o alicerce do raciocínio. Porque são perguntas simples e que nós também precisamos entender pela curiosidade que se assume em nós. Por exemplo, o nosso companheiro Felipe estava dizendo sobre a caixa sem uma

rce do raciocínio. Porque são perguntas simples e que nós também precisamos entender pela curiosidade que se assume em nós. Por exemplo, o nosso companheiro Felipe estava dizendo sobre a caixa sem uma aparência nas questões de Kardec e o espírito disse que sim. E aí Kardec coloca na oitava questão, será que se aquela senhora colocasse as mãos na caixa de rapé, ela poderia segurá-la? Sim, o espírito diz. Então, mesmo que seja uma aparência, ela pode se tornar possível de ser ali, né, segurada. E aí, Kardec emenda? Se abrisse, ela acharia ali rapé? se aspirasse, ela faria ou teria a sensação do espirro, né? E aí o espírito responde: "Sem dúvida, porque a caixa naquele momento se tornou ilusoriamente, digamos assim, uma realidade. A caixa naquele momento tinha algo dentro dela e ela poderia abrir e se ela cheirasse, ela poderia espirrar, né, se ela abrisse." E aí ele coloca, pode então o espírito dar ao objeto não só a forma como a caixa de rapé, mas também propriedades específicas? Daí é uma questão mais profunda, ele vai aprofundando. Além da aparência, pode ter alguma propriedade? E aí o espírito diz: "Sim, se eu quiser". E quando ele coloca, se ou quiser, operando agora a nossa fé raciocinada, o espírito, se quiser, ele pode fazer isso. E é neste princípio, São Luís diz a partir desse princípio que ele responde afirmativamente às questões anteriores para que Kardec e todos nós que estamos estudando agora esse assunto possamos compreender o poder da vontade, possamos entender que o espírito, com o poder da vontade e o seu pensamento aliado a isso, atua, opera mudanças e torna entre aspas, né, presentes aos nossos olhos físicos os ditos objetos. E aí ele coloca: "Tereis provas da poderosa ação que os espíritos exercem sobre a matéria? A ação que estáais longe de suspeitar." Por que que ele coloca longe de suspeitar? Porque o nosso raciocínio ainda, trazendo agora para a nossa realidade é do entendimento dos fenômenos, mas existem detalhes que nós estamos longe ainda de suspeitar. como é

coloca longe de suspeitar? Porque o nosso raciocínio ainda, trazendo agora para a nossa realidade é do entendimento dos fenômenos, mas existem detalhes que nós estamos longe ainda de suspeitar. como é que eles se dão no detalhe. Nós já sabemos a partir desse estudo que é possível operar propriedades, é possível operar um objeto, é possível tocá-lo. Mas os detalhes São Luís deixa claro, está longe ainda do nosso entendimento. E na 11ª ele coloca, né, Kardec? Suponhamos então, veja a pergunta, que quisesse fazer uma substância venenosa, se uma pessoa a ingerisse, ficaria envenenada? Interessante essa pergunta. E aí São Luís diz: "Teria podido, mas não faria por não lhe ser permitido isso." E quando nós observamos essa resposta, trazendo Samuel as suas palavras, o estudo cruzado com as outras obras da codificação, nós nos lembramos do chamado livre arbítrio. E nós entendemos que o espírito ele pode, mas ele não assume o livre arbítrio absoluto. Porque se assim o fosse, a lei divina ficaria muito, digamos, entre aspas, vulnerável de ser atingida. Então, o espírito produzindo uma substância venenosa, sim, poderia, mas ele não faria, porque aí entra a relatividade do livre arbítrio. E aí ele vai falar também, né, questionar na 13ª. Então, poderia fazer uma substância alimentar? Então, saiu do campo do veneno agora. Vamos pensar no alimento. Suponhamos que tenha feito uma fruta, uma iguaria qualquer. Se alguém pudesse comer esta fruta, ficaria saciado? Olha uma questão aí sobre a fome, né? É possível a espiritualidade trazer a sensação de saciedade produzindo uma fruta, um alimento que seja? E o espírito responde. Ficaria assim a sensação da saciedade. Por quê? Daí entramos no processo da fisiologia. Quando nós ingerimos um alimento, São Luís que responde, né? Esse alimento bate no estômago e dá uma sensação de saciedade, mas o alimento é real para nós que estamos encarnados aqui. Quando ele é uma aparência, ele dá a sensação, mas a sensação de saciedade não permanece, porque aquele

mago e dá uma sensação de saciedade, mas o alimento é real para nós que estamos encarnados aqui. Quando ele é uma aparência, ele dá a sensação, mas a sensação de saciedade não permanece, porque aquele objeto, aquela fruta, no caso, aquele alimento, aquela comida, aquela iguaria, é uma aparência. E aí ele faz uma analogia com o raio de sol. Quando nós de manhãzinha abrimos a janela dos quartos, né, da nossa casa e o raio de sol penetra nos ambientes, nós percebemos o quê? Partículas. Alguns de nós, né, começam a analisar como poeira, não é isso? Acro e etc. Mas por que que nós conseguimos perceber esses objetos? Eles se tornam perceptíveis aos nossos órgãos grosseiros porque eles existem ali, mas eles não vão ocupar aquele espaço indefinidamente nessa analogia. E assim ele compara, fazendo uma pergunta com o ar. Nós sabemos, como o nosso irmão Felipe falou, né, nós temos a tabela periódica na química e nós lembramos os elementos, todos nós lembramos. Quais são os elementos que compõem a água? hidrogênio e oxigênio. E aí nós sabemos que a água ela se transforma. Quando nós colocamos a água para ferver e fazermos um cafezinho, a gente percebe aquele vapor, não é isso? A água vai esquentando, esquentando. Aquele vapor não deixa de ser água. Então ele é água. Se a gente pega aquela água, não faz o café e coloca na forminha de gelo e coloca na geladeira, vai existir uma solidificação daquelas moléculas e ele vai se condensar, transformar-se em gelo, não deixou de ser água. Então, se na matéria existe a alteração dos elementos que compõem a matéria, poderia acontecer o mesmo no plano espiritual. O espírito ele tem a instrumentalidade para fazer isso, fazer o objeto, torná-lo aparente aos nossos órgãos grosseiros, assim como o raio de sol, torna para nós aparente as partículas que estão no ar e ao mesmo tempo operar sobre as propriedades. Agora voltando na nota que Allan Kardec coloca sobre a saciedade, é uma sensação de saciedade. Por quê? Aquela substância alimentar, ela não existe de um modo convencional.

erar sobre as propriedades. Agora voltando na nota que Allan Kardec coloca sobre a saciedade, é uma sensação de saciedade. Por quê? Aquela substância alimentar, ela não existe de um modo convencional. Então chega ao estômago, se nós gerirmos, comermos, vamos ter a sensação. Mas isso não é permanente. Por isso que no final ele coloca os farmacêuticos, os inventores, né, de de inúmeros processos de alimentação, de suplementos, poderiam ficar mais tranquilos, digamos assim, porque isso não vai acontecer ao ponto de se acabar com toda a fome, né? Se isso pudesse acontecer com a permissão de Deus, já seria algo muito mais grandioso do ponto de vista do Criador do que simplesmente da necessidade, do desejo do espírito em fazer isso, né? em alimentar, digamos assim, e curar toda a nossa humanidade. Então, é nesse sentido que Allan Kardec traz as perguntas e nós começamos a compreender a limitação até do espírito para operar essas modificações, mas a vontade atuando como atributo desse espírito. Aí a gente vai falar disso mais tarde, também com mais detalhes nas outras questões. >> Muito bom, Carol. Só lembrando que essas questões soldas são devidas à vontade do espírito, que age sobre o fundo cósmico universal, que é a matéria elementar primitiva. E que a a vontade do espírito e o conhecimento que dependendo da hierarquia do espírito, ele vai ter mais possibilidade de manipular esse fluido. E ele pode fazer todas essas alterações, inclusive é do alimento. Só que nesses casos não sacia porque ele só dá algumas propriedades do alimento, mas não todas, mas algumas para dar aquela sensação, aquela impressão. Mas os alimentos são formados desse mesmo princípio, só que com todas as propriedades. Aí nós lembramos, por exemplo, de Jesus transformando a água em vinho, que é uma sugestão também dada por Kardec. Alguns assim estudam que teria levado a alga ao estado primitivo, reagrupado isso aí com algumas propriedade do vinho, mas logicamente sem o álcool. E era um vinho melhor. É

ão também dada por Kardec. Alguns assim estudam que teria levado a alga ao estado primitivo, reagrupado isso aí com algumas propriedade do vinho, mas logicamente sem o álcool. E era um vinho melhor. É tanto que quem tomou o vinho diz: "Ora, mas aqui foi diferente. Primeiro deram o vinho ruim, agora deram o bom, que normalmente dava um bom para depois dar o ruim, que quem já tá bêb. Então são algumas propriedades, eh, digamos, do alimento que o espírito consegue dar nesse flúo, nessa formação, né? E não é o fruto em si, mas se eu quisesse, os espíritos muito muito elevados, seguramente poderiam fazer isso, dando todas as propriedades que tem o alimento, mas não é o caso. Mas vamos pra frente que o nosso tempo >> Vamos pra frente, Samuel. O nosso tempo tá pequenininho. >> Eu tô vendo, >> não é? Nós temos que correr um pouco. >> Olha só, tá muito bom. a Caroline e Felipe estão sendo muito claros que olha, nós não temos questões, mas temos alguns comentários já participando das colocações de vocês que vale a pena eh compartilhar. Às 21:48, a Cristiane Rosa Araújo colocou em se referindo à caixinha de rapé, que no caso era só para fazer-se reconhecido, uma realidade, então uma característica daquela visita que fez com que a médium percebesse que realmente era real. E às 21:49, Andreia Henriques colabora com o Felipe dizendo que ela também conhece o fenômeno do rapé, porque a minha avó também usava, ela sentava na cadeira de de balanço, segurava a lata de rapé com uma mão e com a outra ela colocava nas narinas. Então, uma realidade comum a muitas pessoas. E lembrando também Samuel, Caroline e Felipe, que os espíritos não criam, eles transformam as propriedades do fluido cóspo universal. Kardec deixa isso bem claro. Quem cria é Deus. Por isso, eh, essas formações são temporárias, duram até quando? duram enquanto durar a ação fluídica sobre essa formação. E voltando agora para o Felipe e vou pedir Felipe, assim de uma forma mais resumida ainda, o que fica esclarecido das da 14ª à 16ª questão por

duram enquanto durar a ação fluídica sobre essa formação. E voltando agora para o Felipe e vou pedir Felipe, assim de uma forma mais resumida ainda, o que fica esclarecido das da 14ª à 16ª questão por São Luís. >> Bom, primeiro eu quero agradecer aí a a precisão da Carolina, né? E e você falando agora, Elita, é muito importante que você falou, não é, pela lei de destruição e lei de criação, até os mundos materiais, planetas, os sós, eles são criam e depois somem, recriam-se, né, em buracos negros e depois supernovas. E a criação e destruição é contínua da matéria tanga e da matéria espiritual. Vocês vão de lembrar, eu não me recordo agora qual o livro de André Luís, né, que uma senhora grávida foi tomar passe no centro espírita, muito pobre, numa cidade muito pobre e a senhora era muito pobre e ela não ia no médico. E os mentores viram a situação da falta de ferro no sangue dela. Então, um dos benfeitores foi à colônia, sintetizou um comprimido e trouxe, depositou na corrente sanguínea e materializou o ferro na corrente sanguínea dela. OK? Então, eh eh isso aí é um binômio, tá gente? Olha a lei. A lei aqui diz: "Os espíritos dispõe de instrumentos instrumentos mais perfeitos que o vosso, a vontade e a permissão de Deus." É um binômio. A vontade e a permissão de Deus. Qual é a permissão de Deus? é para o bem, é para o útil, para o elevado, para o propósito, não é? Então, assim que se passa as coisas. Então, vamos lá. Ah, os objetos que pela vontade do espírito se tornam tangível poderiam permanecer com esse caráter e tornar-se de uso. Olha só a proposta. Agora você pode continuar tangível e ter o caráter de uso. Isso poderia dar-se. Para aí a primeira parte da resposta. Poderia dar-se. Poderia. Um espírito poderia fazê-lo. Tá. Agora vamos ver se a lei permite. Mas não se faz, tá? Poderia dar vírgula, mas não se faz. Está fora da lei de Deus. Não é por besteira que você vai tá os espíritos vão estar criando objeto. É diferente do Saibaba, porque o Saibaba uma vez alguém pediu um relógio relx

rgula, mas não se faz. Está fora da lei de Deus. Não é por besteira que você vai tá os espíritos vão estar criando objeto. É diferente do Saibaba, porque o Saibaba uma vez alguém pediu um relógio relx para ele e ele se concentrou. Daí alguns minutos ele voltou e entregou o relógio de ouro que o cara queria ainda, o Rolex de ouro e era uma pessoa que morava em outro país. Aí disse: "Ah, que beleza, mas eu não vou poder voltar pro meu país." Era um repórter. Não vou poder voltar pro meu país que eu não declarei na alfândica que eu saí de lá com esse relógio. Se eu voltar com esse relógio, eu não vou ter dinheiro para pagar o imposto. Aí se concentrou de novo e voltou com uma nota fiscal. E aí essa pessoa, depois de alguns meses, foi fazer uma reportagem lá na Suíça, foi na loja da Rolex, chegou com a nota o relógio, já fazia um mês, e disse: "Olha, esse relógio foi comprado aqui na loja nessa data assim." Aí a pessoa disse: "Ah, incrível". Eu acho muito curioso porque entrou uma pessoa aqui vestida com uma roupa alaranjada, cabelo enorme, black power, e ela rápido comprou, foi rápido que eu vendi, ela pagou e foi embora. Daí a um segundo ela voltou a nota fiscal. Nesse caso não é materialização, tá gente? É aporte, transporte. Ele foi lá, desmaterializou e materializou. Não era nada mediúnico, tá? Eh, são propriedades anímicas de Saibaba. Kardec estuda isso também mais adiante, OK? Que 15ª tem os espíritos no mesmo grau o poder de produzir objetos tangíveis? Ele não esgota o assunto, ele quer saber cada vez com maior precisão, não é? Se podem dispor de se podem produzir objetos tangíveis. Resposta. É fora de dúvida que quanto mais elevado o espírito, olha, Jesus não formou a terra, gente. Quanto mais elevado o espírito, tanto mais facilmente o consegue. Porém, ainda aqui, tudo depende das circunstâncias. Desse poder também podem dispor espíritos inferiores. OK? Então, a gente sabe que Jesus não criou a terra, né? Ele formou a Terra um fluído cósmico universal, com a

i, tudo depende das circunstâncias. Desse poder também podem dispor espíritos inferiores. OK? Então, a gente sabe que Jesus não criou a terra, né? Ele formou a Terra um fluído cósmico universal, com a determinação de Deus para que servisse de morada aos homens. Aqui ele faz também uma observação. Podem também os espíritos inferiores também fazerem isso, inclusive para o mal. a gente não vê. Muit das vezes a gente pensa que não existe. A maioria dos feitiços que é Goéssia. Inclusive se vocês digitarem no Google, eh, Cloves Nuni tem uma palestra de antigo muito interessante, tá? De materialização daquele que se chama de feitiço. Enfim, a maioria dos feiticeiros são charlatães, tá? Mas tem feiticeiro que tendo mediunidade desmaterializa um prego e materializa dentro do corpo de uma pessoa. Isso já a gente goessa vai lá e retira. É só assistir essa palestra pode ser usada pro mal. Não sou eu que tô dizendo, tá gente? Eh, tá aqui, né? Desse poder também dispõe os espíritos inferiores. Então, vamos lá. É a última agora desse bloco. 16º. O espírito tem sempre o conhecimento exato do modo por compõe suas vestes ou objetos cuja aparência ele faz visível. Então, é consciente esse processo do próprio espírito materializar a roupa que queira? A resposta não. Muuit das vezes concorre para a formação de todas essas coisas, praticando um ato instintivo. Ele próprio não compreende se já não estiver bastante esclarecido para isso. Então, é extintivo que com a força da vontade ele, um espírito que não tenha muita consciência, não tenha muito estudo, ele materializa a roupa dele naturalmente. Ele não sabe porque processo foi, mas ele faz instintivamente. OK. Paro por aqui. >> Ô, Samuel, não. >> Antes da da Carol entrar, nós temos aqui às 22:14, o Carlos Campos, ele coloca o seguinte: "Boa noite. Diante dessas criações temporárias, poderíamos afirmar que a esfera espiritual nosso lar se comprova na doutrina espírita?" Eu vou fazer essa pergunta para o Samuel. Aí depois você já faz para passa a

Diante dessas criações temporárias, poderíamos afirmar que a esfera espiritual nosso lar se comprova na doutrina espírita?" Eu vou fazer essa pergunta para o Samuel. Aí depois você já faz para passa a continuidade para Carol, >> tá? Nós queremos só lembrar que nosso lar é mundo espiritual, né? Então são permanentes para eles lá até certo ponto, porque lá também se modifica. Nós temos, por exemplo, eh, em mensageiros, a mudança de local, eh, daquela instituição, né, que muda de local, as energias vão ser desfeitas naquele ambiente. >> Casa transitória de Fabiano, >> isso que tá lá no no na segunda obra de de André Luiz. Então, o que dizem os espíritos? E Allan Kardec diz isso. Nós vamos encontrar isso na Gênese. Quando ele estuda os fluídos. Para nós compreendermos melhor os fluídos, Allan Kardec dedica um capítulo inteiro na Gênese para estudarmos os fluidos. E ele vai nos dizer que os fluidos no mundo espiritual são o que a matéria é para nós aqui. Então sim, a está perfeitamente justificado essas cidades, esses objetos, essas coisas. eh, que André Luiz nos traz por meio do Chico. Quando a gente vai na Gênesis, Kardec diz claramente que os fluidos são para os espíritos, o que a matéria é para nós, ou seja, eles podem construir, transformar e e por métodos variados, só que lá eles fazem através da mente, da vontade. E aqui nós temos que usar a força mecânica, força bruta, como se chama, e aparelhos outros. Mas eh a gênese comprova a realidade do que André Luiz nos traz acerca desse assunto. Quem diz: "Ah, mas isso não existe". Sugiro que visite a Gênesis lá no capítulo 14, que a Allan Kardec vai tratar especialmente dos frutos. Tá bom? Mas o nosso tempo realmente hoje e eu acho que nem vai dar tempo a todas as perguntas hoje, mas vamos a Carol. Vai dar tempo sim. >> Vamos a Carol aqui, ó, na questão quinta, não é a quinta agora? É a sexta, né? >> A sexta. >> Eh, parece que Kardec finalmente chega ao ponto na 17ª, mas insiste ainda na 18ª. Comente, por gentileza. Só lembrando,

aqui, ó, na questão quinta, não é a quinta agora? É a sexta, né? >> A sexta. >> Eh, parece que Kardec finalmente chega ao ponto na 17ª, mas insiste ainda na 18ª. Comente, por gentileza. Só lembrando, não é que Kardec não houvesse compreendido, por exemplo, na 17ª, mas ele faz o trabalho para nós. Ele já havia entendido, mas ele vai adiante porque sabia que muita gente iria precisar disso, que Kardec é um espírito bastante elevado, é, da esfera crística, com toda certeza. Carol, com você, querido. >> Excelente, Samuel. E essas questões nós já comentamos aqui anteriormente, só para recapitularmos, né, digamos assim, que o senhor Allan Kardec ele pergunta: "Uma vez que o espírito, nós já falamos, pode extrair do elemento universal os materiais que eles são necessários para a produção de todas essas coisas e dar-lhes uma realidade temporária com as propriedades que eles são peculiares, particulares?" Ele poderia tirar dali o espírito o que for preciso para escrever. Possibilidade que nos daria a explicação do fenômeno da escrita direta. Ele gostaria de reunir a dúvida sobre a pneumatemografia escrita direta e a questão da aparência desses objetos. Poderia acontecer da mesma forma extrair desse elemento universal esses materiais? E São Luís é objetivo até que afinal chegasse ao ponto. É isto é extraído do fluido universal. Esses elementos são manipulados, operados, digamos assim, e eles são transformados. Por isso que a escrita direta acontece, o objeto pode aparecer. E o Allan Kardec coloca uma nota, né? Era com efeito. Veja que ele fala aí que queríamos chegar. com todas essas questões e no final ele completa a resposta prova que o espírito lera o nosso pensamento e a gente já sabe que isso acontece, um espírito dessa envergadura. Então ele já facilitou, respondeu e concluiu todas as indagações de Kardec. E na 18ª ele coloca: "Pois que a matéria de que se serve o espírito carece de persistência, como é que não desaparecem os traços da escrita direta?" E aí o espírito também responde de forma

de Kardec. E na 18ª ele coloca: "Pois que a matéria de que se serve o espírito carece de persistência, como é que não desaparecem os traços da escrita direta?" E aí o espírito também responde de forma muito objetiva: "Não façais jogos de palavras". Ou seja, nos ensina a não ficar deduzindo e colocando termos que talvez generaliza o contexto. Por exemplo, primeiramente, São Luís responde, primeiramente, não empregai o termo nunca, porque nós sabemos que esse nunca não é propriedade nossa. Nós somos criaturas. E aí ele completa, trata-se de um objeto material volumoso, a caixa de rapé e outros objetos que podem aparecer com os espíritos. E no caso da escrita direta são sinais. E se esses sinais permanecem é porque Deus assim o permite. Eu que estou dizendo, Deus. São Luís só diz assim: "É porque é útil conservá-los, mas a utilidade vai permissão do Pai". Então, vejamos a diferença. Os objetos volumosos, encerrando esse raciocínio apresentado, eles vão desaparecer. A escrita direta vai ser conservada pela sua utilidade. E um ponto que Euzita colocou pra gente poder relembrar também sobre esses objetos de uso comum e da matéria que tem, né, cada um deles no seu processo de agregação, elas não permanecem. diferente dos objetos reais que se encontram nas nossas mãos materiais, que t as suas partículas, né, todos os seus elementos agregados, nesses não são aparências, por isso eles não podem ser comparados em permanecer conosco como permaneceriam os objetos sólidos. É importante esses conceitos de São Luís para que a gente não envieze os nossos raciocínios. É isso, caminhemos. >> Excelente, Carol. Muito bom mesmo. E lembrando ainda o que o Felipe colocou, a história do relógio do Satia Saibaba, um guru indiano, foi um fenômeno de transporte. Então é um instrumento real, esse permanece. Não foi uma senão teria uma duração temporária. Mas Felipe, entrando no item 129 e vou pedir para vocês ainda mais agilidade, como Kardec resume a teoria da formação dos objetos? Eu vou ler de jeito, ponto por ponto. Olha

ia uma duração temporária. Mas Felipe, entrando no item 129 e vou pedir para vocês ainda mais agilidade, como Kardec resume a teoria da formação dos objetos? Eu vou ler de jeito, ponto por ponto. Olha só. Primeiro, o espírito atua sobre a matéria. Da matéria cósmica, universal, tira ele os elementos de que necessite para formar a seu bel prazer objetos que tenham aparência dos diversos corpos existentes na Terra. pode igualmente, pela ação da sua vontade, operar na matéria elementar uma transformação íntima que lhe confira determinadas propriedades. Esta faculdade é inerente à natureza dos espíritos, que muitas vezes a exerce de modo instintivo quando necessário, sem disso se perceber. Os objetos que o espírito forma têm existência temporária subordinada a vontade ou a uma necessidade que ele experimenta. Pode fazê-los e desfazê-los livremente. Em certos casos, esses objetos, aos olhos de pessoas vivas podem apresentar todas as aparências da realidade. Isto é, tornarem-se momentaneamente visíveis e até mesmo tangíveis. Ah, então a formação, porém não a criação. Atento que do nada o espírito nada pode tirar, ou seja, não é mágica, não sai do nada. OK? Eu lembro até de Lavosier. Na natureza nada se perde, nada se cria, tudo se transforma, não é? Então fica aí a contribuição da ciência para nossa reflexão. Pronto. >> Muito bom, Felipe, né? E Kardec é esmiuça, né? Ele vai nas entrelinhas ali, mas volto a convidar estudar o capítulo 14 da Gênesis dos fluidos, né? Então, muito bom. Mas vamos paraa pergunta oito aqui para Carol que vai est dentro do mesmo diapazão aí falando eh um pouco mais, fazendo uma questão que Kardec levanta. Kardec inicia o item 30, 130, que foi visto agora afirmando: "A existência de uma matéria elementar única hoje, está hoje quase geralmente admitida pela ciência e os espíritos, como você acaba de ver, a confirmam." Como Kardec segue desenvolvendo esse item, né? que ele ele diz que essa matéria, a existência dessa matéria elementar já é admitida por grande parte da do do do

, como você acaba de ver, a confirmam." Como Kardec segue desenvolvendo esse item, né? que ele ele diz que essa matéria, a existência dessa matéria elementar já é admitida por grande parte da do do do que trabalham na ciência. E os instintos vem confirmar o que é que Kardec nos diz, como ele desenvolve. Ele desenvolve de forma muito objetiva e nos faz lembrar das nossas aulas de química, porque ele coloca todos os corpos da natureza nascem dessa mesma matéria. E daí, de uma forma simplista, com todo respeito aos químicos, para nos tornar didáticas na no entendimento, nós vamos pensar no átomo. Esse átomo se reúne, tem todo um trabalho, forma as moléculas, as moléculas se reúnem até chegar à posição de células e as células vão formando os tecidos, formando os órgãos até chegar a esse corpo material que abriga o nosso espírito. Então, os cientistas já entendem isso. E nesse sentido, nós temos um diálogo entre a matéria e o plano espiritual. Porque se todos os corpos da natureza nascem dessa matéria nomeada pelos cientistas como átomos, né, como moléculas, como células, tecidos e assim sucessivamente, nós temos no plano espiritual também o dito fluido universal, a matéria alimentar única, onde irão se operar todas as fusões, uniões, todas as questões no plano espiritual para que aconteça o que nós estamos estudando. até agora agita as aparições. E é interessante que ele relembra de novo, ao final dessa questão, a questão da água, né, do oxigênio. Veja como a química funciona. Nós temos a água com dois hidrogênios e um oxigênio, OK? Uma água salutar. E nós temos também, se modificarmos um desses compostos adicionando mais um oxigênio, um elemento que não pode ser tomado por nós, né? E se nós modificarmos ainda mais os elementos químicos, nós podemos produzir até veneno, substâncias, né, venenosas. Então isso para nós, no campo da ciência, da matéria, significa operarmos, modificarmos, manipularmos elementos e termos uma resposta X. E no plano espiritual, ação, Kardec chama de

as, né, venenosas. Então isso para nós, no campo da ciência, da matéria, significa operarmos, modificarmos, manipularmos elementos e termos uma resposta X. E no plano espiritual, ação, Kardec chama de ação sobre a matéria elementar, pode também, além de fazer a aparição acontecer, operar-lhe as propriedades. Assunto de suma importância que a gente vai concluir hoje no nosso estudo nas questões seguintes: como que espiritualmente isso pode acontecer também para os bálsamos da nossa vida? Digamos que seja por aí, Samuel Euzita Felipe. >> Euzita. Bem, Carol, olha só, Felipe. Kardec deixa claro que os espíritos eles atuam como operários do fluido universal, mas não como criadores absolutos. De acordo? E >> esse capítulo, ele combate a ideia do milagre e coloca os fenômenos espíritas no campo da ciência natural e espiritual. A pergunta é, a ciência, a nossa ciência, ela admite essa a existência dessa matéria elementar? Essa é a nossa penúltima questão, viu, Samuel? >> Tá certo. >> Legal. Eh, a gente sabe que a ciência vem evoluindo com o tempo, né? Então, a ciência hoje tá muito mais avançada que há 100 anos atrás. a de 100 anos atrás tava muito mais avançada que a de 200 anos atrás. Daqui a 100 anos para frente a gente vai ter uma noção ainda mais aprofundada. Olha que maravilha eh a lei da evolução, né? Mas quando ele você pergunta se a ciência admite, a ciência de hoje, sim, ela admite, porque eh nós temos com Einstein, né, a a fórmula da matéria, né, que energia igual MC², né, onde é energia, M é massa, né, a matéria e ser aceleração a velocidade da luz, né? Se a gente pegar essa fórmula ao contrário, se a gente, né, tira essa energia, essa aceleração, a massa vira energia, tanto quanto a energia condensada vira matéria. Antes do Einstein, entretanto, André Luiz falou-nos em uma das suas obras, que não me recordo agora, se vocês lembrarem, me ajudem, disse que matéria é luz coagulada. Nosso lar. >> Nosso lar. Isso mesmo. Matéria é luz com É a mesma fórmula. É a mesma fórmula.

das suas obras, que não me recordo agora, se vocês lembrarem, me ajudem, disse que matéria é luz coagulada. Nosso lar. >> Nosso lar. Isso mesmo. Matéria é luz com É a mesma fórmula. É a mesma fórmula. OK. Então, tá se estudando, né, eh, essa matéria primordial. Antigamente a menor partícula era uma bolinha, era um átomo, né? As primeiras compreensão do átomo era uma bolinha. Depois viram com o Ruterf que tinha um modelo, né? Tinha um núcleo, né? Os elétrons, os prótons, as suas órbitas, né? os elementos que vão mudando a configuração, número de prótons, número de elétrons, aí se vai mudando, né, formando a escala periódica, enfim. Hoje já se estuda as subpartículas, matérias, unidades de matérias menores, menos pesadas, né, que átomos, que fótons, né, que são matérias, são partículas. Mas a pergunta, e a partícula primordial, eu lembro de uma de um diálogo de um médico, eu já me lembro o nome dele, conversando com o espírito, né, Dr. Frederice, senhor consegue ver átomos? Consigo, meu filho. Não, o senhor consegue ver célula? Consigo, meu filho. Senhor consegue ver eh moléculas? Consigo, meu filho. O senhor consegue ver átomos? Tem que ser um espírito acima de mim. Senhor não consegue ver fluído cósmico universal? Não. Fluído cósmico universal é assim porque Deus só cria aquilo que é imutável e eterno, né? Então Deus cria o espírito, o fluído cósmico universal e as leis. O resto nós cocriamos com ele, nós condensamos, nós damos forma, nós modificamos. Mas a pergunta é, e esse elemento primitivo, essa matéria elementar, ultimamente, se por um cálculo de como o universo se move, a força que ele faz, eles entenderam que tudo que há de matéria, matéria no na nossa dimensão, ou seja, só, planeta, asteroides, cometas, ah, todos os os corpos reunidos, eles não justificariam todas as forças do universo. Então eles calcularam, eles viram que tem uma matéria que inicialmente chamavam, chamaram dark matter, matéria escura. Por que esse nome? Porque é matéria que não reflete a

odas as forças do universo. Então eles calcularam, eles viram que tem uma matéria que inicialmente chamavam, chamaram dark matter, matéria escura. Por que esse nome? Porque é matéria que não reflete a luz. Por isso que chamavam matéria escura. Agora não estão mais chamando matéria escura, estão chamando matéria indetectável. Ou seja, não dá para calcular, não dá para ver, não dá, não dá para compreender, mas há a matéria escura e a energia escura que somadas fazem quase 96% de tudo que há. Então o material só tem 4 v alguma coisa por c de matéria no universo. O resto é o que eles estão tentando detectar e que vai demorar muito, não é? Então, para chegar a essa matéria, vamos levar muito tempo. Mas nós já temos notícias de que o homem já está concebendo que há um elemento primordial, uma matéria elementar, né? Inclusive com a compreensão do boso de rigs, né? Que é aquela força que é aglutina. Então a gente já sabe que existe uma força que aglutina, essa energia e essa matéria escura, essa matéria indetectável, não é? E futuramente nós vamos saber, mas o que há hoje? A resposta é sim. A ciência atual já detecta essa matéria elementar, sem no entanto, compreendê-la. Só corrigindo aqui, eu falei nosso lá, não foi? É. E a vida continua. Que André Luiz >> E a vida continua, né? Obrigado. Obrigado, Samuel. O >> livro da da da coleção de André Luiz. Tá bom. Muito bom, Luiz. Ô, é, Felipe, vamos agora perguntar a Carol na questão 10, né? A última, né? Agora, n é isso? Isso. >> No item 131, Kardec afirma: "Esta teoria nos fornece a solução de um fato bem conhecido em magnetismo, que tava muito em voga na época de Kardec, mas inexplicado até hoje, o da mudança das propriedades da água por obra da vontade. O que ele comenta a seguir, né, muda as propriedades. Eu lembro que no interior eh as pessoas costumam colocar água para serenar. e usa ali como elemento para tratamento, às vezes para eh curar animais, feridas de animais, isso e aquilo. Quer dizer, a água mudou a propriedade. Então, o que

oas costumam colocar água para serenar. e usa ali como elemento para tratamento, às vezes para eh curar animais, feridas de animais, isso e aquilo. Quer dizer, a água mudou a propriedade. Então, o que Kardec nos fala aí sobre isso? >> Muito bem lembrado, Samuel. E quando eu estava aqui refletindo, eu pensei muito na nossa água fluidificada. E Kardec comenta, o espírito atuante é o do magnetizador, quase sempre, olha o termo, quase sempre assistido por outro espírito. E o que acontece é uma transmutação por meio de um fluido magnético. Esse fluido magnético, todos nós temos o fluido. para esse ser que utiliza sindomagnetismo, para esse espírito, ele é um fluido parecido, uma substância, como Kardec coloca, que mais se aproxima da matéria cósmica ou do elemento universal. E ele coloca um ponto importante que ele fala sobre os fluidos que nós temos também no nosso organismo, de onde o efeito curativo da ação magnética pode atuar. assunto esse que vai ser estudado posteriormente sobre os médiuns curadores. Mas só paraa gente não ter dúvida, o magnetizador ele atua de forma sistemática seguida existe uma sequência. O médium curador atua de uma forma espontânea e esse fluido cura às vezes pelo olhar, às vezes pelo toque, pela imposição das mãos, às vezes pelo pensamento. E é muito interessante que ele termina dizendo para nós que o papel capital, o ponto principal dessa atuação no processo de magnetização é a vontade. A vontade ela atua em todos os fenômenos do magnetismo. E aí Kardec faz uma pergunta: "Porém, como se há de explicar a ação material de tão sutil agente? Porque existe um agente." E aí a conclusão, a vontade ela não é um ser. E nós nos lembramos muito da obra Pensamento e Vida do capítulo da vontade por Chico Xavier através do nosso irmão Emmanuel, onde nós entendemos a vontade como um atributo. Todos nós temos esse atributo. É um atributo do espírito, do ser pensante. E com o auxílio dessa alavanca, nós podemos acionar o processo do magnetismo. Nós podemos operar a

vontade como um atributo. Todos nós temos esse atributo. É um atributo do espírito, do ser pensante. E com o auxílio dessa alavanca, nós podemos acionar o processo do magnetismo. Nós podemos operar a matéria elementar. Isso é muito sério, porque nós podemos operar, como nosso irmão Felipe já trouxe, para o bem e podemos operar para situações ainda mal são, transformar. E essa vontade, né, Kardec conclui na questão, é um poder que nós temos, um atributo, digamos assim, e quanto maior a nossa vontade, maior o nosso processo de trazer, se somos um médium magnetizador, a operação, a transformação daqueles fluidos. E aí ele conclui que explica-se dessa forma a questão da mediunidade da cura, porque pela imposição das mãos ou não, uma faculdade que as pessoas têm, algumas nem sabem o que tem, e acontece pela vontade ali de forma espontânea, o processo de operarmos os fluidos e renovarmos as energias daqueles que necessitam, exemplificando a água que é fluidificada e também o processo de passe. nós conhecemos na doutrina espírita e das orações que também atuam sobre esse fluido, essa matéria universal e se achega a algum lugar. Então é isso que o nosso senhor Allan Kardec nos coloca no encerramento deste capítulo. >> Muito bom, Carol. Fica o convite para que todos nós estudemos mais o livro dos médiuns. E sobre os fluidos, que é um tema bastante complexo, sugerimos outra vez o estudo do capítulo 14 da Gênesis. Nós chegamos ao nosso horário. Agradecemos a presença de todos, né? Aqui da Carol e do Felipe. Eu estou aqui com a Elita hoje substindo o carro que não pôde e aqueles que sempre têm acompanhado esse estudo. E lembrar que na próxima semana daremos continuidade ao estudo de O livro dos Médiuns. Na segunda parte ainda no capítulo 11 agora, dos lugares assombrados. O item 132. Quem nunca já ouviu falar de casa mal assombrada disse daquilo. Quando a gente é criança, dá aquele calafrio. E quando tá mais velho também, se não compreendemos as coisas. Vamos estudar sobre isso. E eu deixo a palavra agora

de casa mal assombrada disse daquilo. Quando a gente é criança, dá aquele calafrio. E quando tá mais velho também, se não compreendemos as coisas. Vamos estudar sobre isso. E eu deixo a palavra agora com Elzita para conduzir o nosso encerramento. >> Obrigado, Samuel. Tem aqui a ainda a Mary Cleade colocou aqui porque mesmo estudando e frequentando centro espírita, ainda temos pensamentos agressivos. Será uma deficiência da mente pelo espírito? Como proceder? Claro, tento repulsar, mas parece que é doentio. Um minuto para o Felipe e um minuto para a Caroline para trazer essa resposta para nós, por favor, antes de encerrarmos. >> Muito bem. a querida, eu só trago uma frase muito interessante, orientativa nesse caso do nosso querido e saudoso Divaldo Franco, que não adianta a gente ficar lutando contra os nossos pensamentos inferiores e todos nós os temos porque não somos espíritos superiores. Então não adianta ficar, não vou pensar nisso, não vou pensar nisso, ah, eu sou espírita, não devia mais pensar nisso. Não é por aí. Ele diz assim: "Procure cultivar pensamentos superiores e aí os inferiores se enfraquecem e vão perdendo força. Estude, leia, assiste palestras no YouTube, alimente a sua mente com conceitos renovadores, construtivos e aí esses pensamentos inferiores vão diminuir. Não se preocupe com isso, não. >> Muito bom, >> Carol. Quem responde é Emânel. Eu vou sugerir a leitura do capítulo um e dois do livro Pensamento e Vida, mas só já adiantando um assunto. O espelho da nossa alma é a nossa mente e quem se apodera dela somos nós. E a alavanca para que a gente trate sobre esses pensamentos bons ou não muito bons é a nossa vontade. Nós precisamos acionar essa alavanca da vontade para coordenar os diversos departamentos que existe aqui na nossa mente. E relembrando Leão Deni na obra O Problema do ser, do destino e da dor, no capítulo do amor. Lá no finalzinho, nós somos herdeiros de nós mesmos. E quando nós nos esforçarmos, né, acionando a alavanca da vontade, nós vamos nos assenhorear de

a do ser, do destino e da dor, no capítulo do amor. Lá no finalzinho, nós somos herdeiros de nós mesmos. E quando nós nos esforçarmos, né, acionando a alavanca da vontade, nós vamos nos assenhorear de nós mesmos, sermos donos de nós. E com os recursos que a doutrina nos apresenta, Felipe muito bem relembrou, a prece, o estudo, o trabalho do bem, nós vamos conseguir balsamizar esses pensamentos até que sejamos luz onde quer que estejamos. Essa é a meta. >> Beleza, Carol? Beleza, Felipe. Agradecemos a presença de vocês que estiveram conosco, ao querido Samuel, Caroline e Felipe. Foi muito produtivo, um trabalho lindo vocês fizeram essa noite. E lembrando, realmente, a mente é o espelho da vida em toda parte. Então, para mudar o nosso modo de pensar, é a receitinha que o Felipe trouxe. Traga novas coisas para sua mente. Alimente-a com boas leituras, com boa conversa, com boas palestras. Aí devagarinho a gente vai conseguindo mudar. Fiquem com Deus. Até a próxima sexta. Muita paz para todos. >> Paz. Somos impulsionados e motivados por um bem maior. Por meio da caridade e da vivência do evangelho do Cristo. Chegamos onde chegamos, conquistamos o que conquistamos. O nosso trabalho acolhe quem mais precisa. E independente da distância, nossos meios acessam lugares que antes pareciam inalcansáveis. A comunicação é chave em todos os setores de nossa sociedade e ela muitas vezes nos permitiu abraçar quem precisava de atenção em momentos de dor e angústia. Esse trabalho é feito com muita dedicação por toda uma equipe profissional, preparada para produzir diversos tipos de conteúdos que alcançam o público. Já são mais de 4.000 conteúdos de qualidade disponibilizados gratuitamente em nossas plataformas, produzidos por comunicólogos, produtores audiovisuais, cenógrafos, editores, designers, programadores e técnicos de áudio. Toda essa estrutura só é possível graças a você, apoiador do nosso trabalho. E somos gratos por toda a sua doação até aqui. Mas este trabalho precisa continuar. Podemos acolher ainda

écnicos de áudio. Toda essa estrutura só é possível graças a você, apoiador do nosso trabalho. E somos gratos por toda a sua doação até aqui. Mas este trabalho precisa continuar. Podemos acolher ainda mais pessoas. E para continuar alcançando tantos corações, precisamos de você. Por isso, mais uma vez, contamos com seu apoio financeiro. Apenas com ele poderemos avançar ainda mais e continuar próximos de você. Trabalhamos pelo consolo, pelo esclarecimento e pela esperança. E sabemos que somente juntos com você poderemos fortalecer essa corrente. A padrinha FEB TV. Estamos juntos com você através da FEB TV. Acesse doi.com.br br e faça sua doação. M.

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