#24 Estudo de O Livro dos Médiuns AEE CFN/FEB - Das manifestações espíritas - Parte 16
Estudo de O Livro dos Médiuns pela Área de Estudo do Espiritismo do Conselho Federativo Nacional/FEB. Semanalmente, toda sexta-feira, às 21h30, no horário de Brasília, com transmissão ao vivo pelos canais da FEB no Facebook, FEBtv no YouTube e Facebook e Portal do Consolador no Youtube. Encontro 24 - Segunda Parte. Das manifestações espíritas. Cap. VII Da bicorporeidade e da transfiguração. Itens 119 a 125. Link de acesso ao Estudo: https://febtv.live/livrodosmediuns_cfn_feb Para fazer ...
Vamos juntos nessa jornada de conhecimento e descoberta refletir e expandir nossos horizontes sobre a mediunidade, ampliando nossa compreensão sobre o mundo espiritual e suas belezas. Estudo de Ovre dos Médiuns pela área de estudo do Espiritismo do Conselho Federativo Nacional da Federação Espírita Brasileira. >> Boa noite a todos. Eu, Natália Melo, falando aqui diretamente de João Pessoa na Paraíba. Estamos iniciando mais um estudo do livro dos médiuns e eu já vou logo de cara saudando ele que estará conosco hoje fazendo essa mediação com a sua docilidade e riquíssimo em exemplos, Samuel Magalhães que está conosco aqui. Samuel, fez uma alegria de novo de estar aqui com você nesse estudo >> também. Sinto a mesma coisa, né? Estarmos juntos. Já vou saudando aqui que estão aqui também conosco já em tela, convidando a você aí que está do outro lado da telinha ao estudo da noite de hoje. Eles que vem para facilitar o nosso entendimento. Ela Luía Leontina Andrade Ribeiro, presidente da Federação Espírita do Estado do Mato Grosso. E ele, Luciano Alencard da Cunha, colaborador na assessoria jurídica da Federação Espírita Brasileira. ele que é advogado, que também é professor, que é empresário, que nos autos, sejam muito, muito bem-vindos. Então, vamos lá. Sejam bem-vindos todos aqueles que participam da FEB Lives aqui em parceria com o portal do Consolador na sextas-feiras, estudando o livro dos médiuns. Vamos dar continuidade a esse estudo na segunda parte de o livro dos médiuns, no capítulo 7, que trata da bicorporeidade e da transfiguração. Vamos eh analisar os itens de 119 e 125 e deles tirar eh aí alguma alguns conhecimentos, algo que possa nos favorecer a compreensão da mediunidade, né? Então para podermos começar, né, Natália, com a primeira questão aqui. >> Vou passar, >> né? Vou passar pro meu amigo Luciano, companheiro aqui da FEB, que na questão 119, no item 119, aliás, lembrando que o o livro do dos médiuns, Kardecera do um e vai à sequência, ele não separa por
>> né? Vou passar pro meu amigo Luciano, companheiro aqui da FEB, que na questão 119, no item 119, aliás, lembrando que o o livro do dos médiuns, Kardecera do um e vai à sequência, ele não separa por capítulos, né? Então, no item 119, que definição de bicorporeidade Allan Kardec apresenta nesse item? O que é bicorporeidade? O que é que Kardec nos fala sobre isso? Olá, Samuel, Natália, Luía e todos aqueles que nos acompanham aqui através dos multimeios estudando o livro dos médiuns. Kardec nos fala que a bicorporiedade é a aparição de um espírito, de uma pessoa viva. Ele afastado do corpo, ele pode aparecer com todas as aparências da realidade. E isso então Kardec chama de tangibilidade momentânea. Vamos eh entender isso um pouquinho mais. Nós aqui somos constituídos basicamente de três elementos. Primeiro, o corpo físico. É esse fácil da gente perceber aqui. Esse que a gente toca com a mão, que é o nosso corpo físico, o nosso corpo somático. Mas nós, nós somos espíritos, nós somos inteligência. E o espírito para viver aqui através da matéria, através do corpo, ele precisa de um elemento intermediário. E esse elemento intermediário, os espíritos disseram a Kardec que aoificar o espiritismo, chamou esse elemento intermediário de perespírito. E se a gente for olhar, por exemplo, em Emanuel, ele chama o perespírito de corpo espiritual. Só para didaticamente nós entendermos então o que que seria a bicorporeedade? seria quando alguém encarnado, né, tem um corpo físico emancipado, desdobrado desse corpo físico, esse espírito revestido do seu perespírito, do seu corpo espiritual, aparece em outro local e aparece de uma forma tão tangível que a aparência dele é uma aparência real. É como se ele aparecesse para outra pessoa em outro lugar, enquanto o seu corpo, via de regra, está em estado de sono do corpo físico. É isso aí que em síntese nos dizem os espíritos no item 119 de o livro dos mês. >> Perfeito, Luciano. No fundo, no fundo é o que todo mundo quer, né, Samuel? ter
stá em estado de sono do corpo físico. É isso aí que em síntese nos dizem os espíritos no item 119 de o livro dos mês. >> Perfeito, Luciano. No fundo, no fundo é o que todo mundo quer, né, Samuel? ter capacidade de biconforiedade para dar conta de tudo que tá fazendo. Brincadeiras à parte, porque a noutrina ela é de alegria. Luía, por favor, nos ajude agora com essa outra questão. Kardec apresenta dois exemplos de bicorporiedade. Quais são eles e como o Santo Afonso os explicou? >> OK. Boa noite, Natália. Boa noite, Samuel, boa noite, Luciano, e boa noite aqueles que estamos aqui reunidos. Eh, existe dois exemplos que são exemplos fatos, né, que ocorreram e um deles é o é o de Santo Afonso Deligório. Santo Afonso deório, ele estava numa cidade do interior da Itália, que é Arienzo, e ele foi visto em Roma no momento do desencarne do Papa Clemente XV. E ele foi visto no momento, nesse momento ele estava orando em Arizo, mas foi visto lá. Então, seria um caso de transfiguração, que o perespírito dele foi a Roma, onde estava o Papa nos últimos momentos de sua vida, no momento do seu desencarne. E ali ele estava lá participando com ele deste momento. O outro exemplo que foi dado foi o exemplo de Santo Antônio de Pádua. Santo Antônio de Pádua. Ele estava orando em Pádoa quando o seu pai estava sendo julgado por um assassinato que não cometeu. E nesse momento ele projetou-se, desdobrou-se, ele foi até Portugal, que ficava inclusive uma distância de 80 milha, mais de 2.000 km. Ele foi lá e comprovou a inocência do seu pai. que ele não era o responsável por aquele assassinato. E Santo Kardec questiona Santo Afonso Deligório e ele dá aí umas umas respostas importantes sobre esse desdobramento, sobre a bicorporiedade, né? Ele muitas vezes ele explicou a Kardec que pode acontecer do do indivíduo, o indivíduo virtuoso, desapegado. Ele ora a Deus e desdobra-se e o seu corpo aparece projetado, desdobrado, né, com a semelhança igual o corpo físico, muitas vezes sendo confundido, mas porém
divíduo, o indivíduo virtuoso, desapegado. Ele ora a Deus e desdobra-se e o seu corpo aparece projetado, desdobrado, né, com a semelhança igual o corpo físico, muitas vezes sendo confundido, mas porém diferente porque eh não tem o elemento orgânico, né, enquanto o corpo físico tem a parte orgânica. Então, é isso que que Santo Afonso de Gório explicou e mais profundamente tem outros exemplos também, mas acredito que a pergunta era só isso mesmo. >> Uhum. Muito bem, Luía. eh esses fenômenos de bicorpore em que alguns algumas pessoas têm essa faculdade de se desprender do corpo físico e eh se corporificar, se se mostrar em outros lugares. Ela é rara, mas não é tão rara assim, né? esses dois casos de Afonso de Ligor, de Antônio de Pádro especialmente, eh, é muito conhecido. É, só lembrando que o Evandro colocou uma nota, a editora da FEP colocou uma nota eh na tradução que no original em francês, eh, Allan Kardec diz que Antônio Pá estava na Espanha e que foi defender o pai em Páa, mas é porque a fonte que Kardec usou é que tava equivocada, como tá aqui no livro, tá feito a correção. tem a nota final, mas nós temos o caso de bicorporeidade do São Francisco Xavier também que aparece em dois barcos no meio de uma tempestade. Nós temos, por exemplo, tivemos aqui no Brasil, ficou muito famoso Eurico Baçanufo, >> aqui em Minas Gerais >> e costumava inclusive nesse eh eh nesses momentos de bicorporeidade inclusive realizar partos, né? ele eh ia a grande distâncias em espíritos, se corporificava, praticamente se materializava e ali realizava curas, conversava com as pessoas, fazia os partos. Então, é uma faculdade já bem conhecida na história, essa da bicorporeidade. Essa questão que o Afonso, que Kardec pergunta, Afonso de Ligor pede para comentar. Até a Luía já falou alguma coisa dela, seria a questão três, mas se Luciano quiser acrescentar alguma coisa ou alguém mais sobre o como é essa explicação que Afonso de Ligor dá a Kardec, nós podemos nos estender um pouquinho, mas as pessoas têm muita
stão três, mas se Luciano quiser acrescentar alguma coisa ou alguém mais sobre o como é essa explicação que Afonso de Ligor dá a Kardec, nós podemos nos estender um pouquinho, mas as pessoas têm muita curiosidade >> Uhum, >> de saber sobre isso, embora a gente saiba muito pouco. Eh, Samuel, se vocês me permitem, eu gostaria de fazer aqui uma referência ao caso brasileiro que você citou do Euríped Barçanufo. Se nós tivermos um tempinho aqui, tem um caso muito curioso lá de sacramento, >> a, eh, na qual o Eurípedes então eh vivenciou entre nós a bicorporiedade, eh, praticamente se tornando completamente tangível lá em Sacramento. Bom, então qual que é a história? O Euríp dos Barçan um professor aqui de Minas Gerais que criou o colégio Allan Kardec, foi um dos primeiros colégios eh daquela região que sucedeu Liceu Sacramentano e a primeira escola espírita do Brasil. E os alunos relatavam que quando o professor Eurípedes ele sentava ali na sua cadeira e se recostava na mesa, ele dava uma tarefa pros alunos e dizia que ia dar uma saidinha e dali algum tempo ele voltaria. Então ele passava um exercício, uma tarefa ali paraos seus alunos e ele então se debruçava ali sobre a mesa e ficava num estado semelhante ao sono. E aí os alunos já estavam acostumados, falavam: "Ih, o professor já saiu". E de fato, nesse dia, ele saiu mesmo, ficou algum tempo fora do corpo e quando ele volta pro corpo, ele retoma as suas atividades ali normais do magistério. Mas algum tempo depois aparece no colégio Allan Kardec um jovem eh muito apavorado, muito assustado, pedindo socorro porque a esposa dele estava em uma fazenda que destava mais de 2 horas de sacramento. E naquela época a locomoção era de charrete, era no burro, na mula. E ele tava estava desesperado porque a mulher estava em trabalho de parte do primeiro filho do casal e a parteira não havia conseguido ajudar a criança a nascer. Então aquele jovem pai primeiro de primeira viagem, né? pai de primeira viagem, eh, busca o professor Eurípedes
do primeiro filho do casal e a parteira não havia conseguido ajudar a criança a nascer. Então aquele jovem pai primeiro de primeira viagem, né? pai de primeira viagem, eh, busca o professor Eurípedes para fazer o parto, porque uma das qualidades dele também era fazer partos, ele era homeopata, né? Mantinha lá uma farmácia em sacramento e ajudava muitas pessoas. Lembrando que aquela época estava ele ali no sertão do desemboque, um lugar muito herno para aquela época. E o professor Eurípedes com toda a paciência disse pro jovem: "Olha, não se preocupe, eu já estive lá, a criança já nasceu, ele passa muito bem, o seu filho passa bem, a sua esposa também, fica tranquilo, deu tudo certo." E aí o rapaz ficou muito irritado com o professor Eurolipas, porque ele falou: "Olha, professor, só tem um caminho para ir na fazenda. Se o senhor tivesse ido ou voltado, eu teria encontrado com o senhor pelo caminho". o senhor não quer me ajudar. E aí o rapaz ficou exaltado. Então Eurípides percebendo, né, com empatia a dor daquele jovem, o desespero do jovem e sabendo que ele não teria condição de compreender a bicorporeidade, era um sujeito simples lá da roça, né, que não tinha essa informação. Professor Eurípides, então subiu naquela charrete junto com o rapaz e foi até a fazenda. E quando eles chegaram na fazenda, as pessoas da família do rapaz disseram: "Professor Euríped, o senhor aqui novamente? Que bom que o senhor voltou, mas aqui tá tudo bem, a criança está bem, a mãe está bem, deu tudo certo." Então, olha só que interessante, né? Então, os os as pessoas que viviam na fazenda foram testemunhas oculares da bicorporeidade, porque Oípides estava ao mesmo tempo no colégio Allan Kardec, na cidade de Sacramento e ao mesmo tempo na fazenda, a mais de 2 horas de distância fazendo o parto daquela criança. >> Isso é interessante, né? Porque é uma prova. Você quer continuar aí, Natália? Então, querida? Seguimos tranquilamente, Samuel Luiz, eu volto com você depois desse comentário que fica bem bem bem
a. >> Isso é interessante, né? Porque é uma prova. Você quer continuar aí, Natália? Então, querida? Seguimos tranquilamente, Samuel Luiz, eu volto com você depois desse comentário que fica bem bem bem materializado um pouco mais de vivências como essa. Tem gente já colocando as perguntas aqui dentro do chat, dentro da temática que estamos discutindo hoje de corporeedade. Vamos agora com Luía com o nosso item quatro, né? E exatamente com nossa pergunta quatro e do com item 120. Para você que tá acompanhando o estudo, que tem participaram conosco. Aqui, exemplo análogo se refere Tácito e a gente já te pede agora para explicar quem foi ele. >> Sim. Eh, como nós sabemos, Tácito foi um escritor famoso da antiguidade que viveu aí entre os anos 56 depois de Cristo até 120 depois de Cristo. E ele escreveu várias obras famosas ali. E ele descreve um um caso de Vespasiano que seria que foi imperador de Roma. Vespasiano querendo tirar aí os seus dias antes de assumir o encargo. Ele foi a Alexandria. E Alexandria era o centro cultural da época, cidade sagrada, tinha vários oráculos. E Vespasiano se adentrou no oráculo para rezar. E quando ele reza com a fé profunda, ele vê ao lado dele, logo atrás Basilide. E Basilide era aquele considerado aí um homem que tinha uma comunhão muito próxima com os deuses na época. E ali trocaram um diálogo, uma conversa e parece até que ele estimulou Vespasiano a aceitar o convite para ser imperador de Roma. Então esse eh foi o caso que depois Vespasiano procurou saber se Basilide estava ali, mas Basilide estava doente numa outra cidade que ficava a 2.000 km de Alexandria. Então, daí ele concluiu-se que também tratava-se de um fenômeno de transfiguração, né? É isso aí. e que nesse caso veio para orientar, para dialogar muitos, muitos casos desses fenômenos de transfiguração era realmente para ensinar as verdades cristãs, a espiritualização. A revista espírita tem vários casos que ela cita de de transfiguração que foi muito útil paraa humanidade.
nômenos de transfiguração era realmente para ensinar as verdades cristãs, a espiritualização. A revista espírita tem vários casos que ela cita de de transfiguração que foi muito útil paraa humanidade. É, não sei se tem tempo aí para contarmos um caso, mas se não tiver fica, hein, tá? Eh, tem o caso aí de Maria de Jesus Agreda, que viveu no século X7. Ela morava na cidade de Castela, na Espanha, e ela orava com a fé genuína. Ela orava por aquelas pessoas que ainda não tinha compreendido a mensagem de Jesus e foi colocada. Ela teve uma intuição de que havia um pessoal no Novo México que estava pronto para receber a mensagem cristã. O Novo México era uma colônia espanhola na América. Então ela orou e ela foi vista junto ao pessoal do do Novo México, principalmente ali, tinha muitos víndios naquela região que levou a palavra, falou sobre a fé, falou sobre Deus, falou sobre a vida eh espiritual, trabalhou a parte espiritual desse povo e depois orientou. Foi isso aí continuou vários anos, 8 anos seguida, orientou o pessoal a procurar ali um grupo de franciscanos que estava ali na região. Os franciscanos chegaram, ficaram, mas quem é essa senhora? E eles contaram como era ela. Os franciscanos mostraram a foto e falou: "Não, parece muito que era de uma também de uma senhora espanhola. Parece muito com ela, mas não é. é uma mulher mais jovem, mais bonita, os traços bonitos. E eles foram à Espanha e chegaram até ela, Maria de Jesus a Greda. E ela conta com detalhes o que que aconteceu, como foi, a ida dela. Então era realmente uma missionária que utilizava da transfiguração para levar os ensinamentos sagrados para o pessoal daquela região, do antigo Novo México. >> Muito bom, Luísa. Se nós formos buscar na história, nós vamos encontrar vários relatos, né? A maioria desses espíritos, como vai dizer Afonso Gligores, são almas já bastante adiantadas, né, que já, digamos assim, se desmaterializaram e conseguem realizar esses fenômenos da bicorporeidade com essa finalidade. Mas seguindo com o nosso estudo, Allan
es, são almas já bastante adiantadas, né, que já, digamos assim, se desmaterializaram e conseguem realizar esses fenômenos da bicorporeidade com essa finalidade. Mas seguindo com o nosso estudo, Allan Kardec no item 121 ele explica os fatos da bicorporeidade, como Kardec veio, qual é a explicação que Kardec nos dá. Inclusive a gente pede aí que se fale um pouco, se for possível, do que tá na revista espírita. Vamos então ouvir o Luciano, como Kardec explica os fatos da bicorporeidade. Tá aí no item 121, >> Samuel, ele explica que nós apresentamos nessa circunstância dois corpos. >> Então nós vamos ter um corpo que seria o corpo físico, que ele chama de corpo real, esse corpo palpável material que nós temos aqui constituído dos elementos que são encontrados aqui na Terra. né? Se nós formos olhar esse corpo físico nosso tem todos os elementos quase da tabela periódica, né? Então é o corpo físico, fisiológico, somático. Mas nós temos um segundo corpo que ele chama do corpo anímico, que é exatamente esse corpo que nós falamos constituído pelo perespírito. Então esses dois corpos, então, eles coabitam quando nós estamos no estado de vigília. Então nós quatro aqui, as pessoas que estão nos assistindo, estamos todos aqui no estado de vigília. Os dois corpos eles estão eh unidos, eles estão próximos, o corpo anímico, o corpo físico e juntos. Mas quando o corpo físico está dormindo e é só o corpo físico que dorme, né, o perespírito, o corpo espiritual, a alma, o espírito não dorme, nós temos esse fenômeno de emancipação, de desdobramento. Então assim, nós passamos a ter, segundo Kardec, os dois corpos. E dessa maneira, quando nós desdobrados do corpo, aparecemos em outro lugar com o nosso corpo anímico, com a nossa aparência, nós então vamos ter aí o fenômeno da bicorporeidade. estaremos em dois lugares ao mesmo tempo com dois corpos diferentes, só que um é chamado de do corpo real que pode ser tocado, e o outro vai ser o corpo espiritual, o corpo anímico, que é a nossa projeção, que pode se tornar
s ao mesmo tempo com dois corpos diferentes, só que um é chamado de do corpo real que pode ser tocado, e o outro vai ser o corpo espiritual, o corpo anímico, que é a nossa projeção, que pode se tornar tangível, mas que ela pode eh se desfazer retornando para o corpo através desse fenômeno que os espíritos nos ensinam, que é então uma capacidade de projeção, que é a capacidade de desdobramento, de emancipação da alma. E os espíritos também relatam que os médiuns videntes, quando vem um corpo anímico, quando veio um perespírito, ele consegue identificar que aquele segundo corpo desdobrado eh ele é de um espírito encarnado, porque há um uma ligação, há um o que os orientais chamavam de cordão de prata, há um cordão fluídico, uma ligação fluídica entre o corpo físico que dorme e o corpo anímico, o perespírito que está desdobrado do corpo. Então, há ali uma ligação entre os dois corpos de forma que o espírito se desdobre e depois volta pro corpo. E pra gente poder trazer isso pro campo prático, pra realidade, assim, para nós entendermos de uma forma mais didática, eu pergunto a vocês, alguma, em alguma circunstância vocês já tiveram a impressão que caíram no corpo? Uhum. >> Estavam tendo um sono muito profundo, de repente caíram no corpo e acordaram ser assustados, né? Uhum. Então, olha que coisa interessante. Isso costuma acontecer com muita gente. Às vezes, num estado de sono profundo, nós espíritos estamos projetados fora do corpo e às vezes a gente volta rapidamente quando, por exemplo, tem algum risco, tem algum medo, tem algum barulho. Então, por exemplo, você pega um um quarto onde tem algumas pessoas dormindo e aí você faz um barulho forte ali, toca uma sirene, bate um sino, faz um barulho forte. É muito provável que aqueles espíritos que estão desdobrados longe do corpo voltem rapidamente e acordem de forma assustada, como se tivesse realmente caído no corpo físico. E aí nós temos esse fenômeno muito simples, mas que ajuda a compreender que nós temos então dois corpos que coabitam no
e e acordem de forma assustada, como se tivesse realmente caído no corpo físico. E aí nós temos esse fenômeno muito simples, mas que ajuda a compreender que nós temos então dois corpos que coabitam no mesmo espaço, no mesmo tempo e que podem ocupar espaços diferentes, né? Enquanto um dorme, o outro se emancipa se desdobra. Deu para explicar? Ficou claro? Deu, Samuel, deixa vir aqui. Gidelma teve existe para que você que tá em casa, nós Samuel e eu estamos aqui no processo de mediação. Quem tá aqui também conta com uma equipe que tá por trás, né, Samuel? organizando, recepcionando as perguntas de vocês, vendo partes técnicas e a gente sempre aqui, como tem uma direção, a gente sempre pede licença. E eu tava aqui justamente para aproveitar, Luciano e recobrando também, eu acho que é um comentário que a Luía fez muito bem feito, mas que tem uma uma colocação que bate justamente com essa explicação ainda mais espiçada que o Luciano colocou, Samuel, que é o que a Regina tava colocando aqui através do Facebook. Ela colocou, obrigada, Marcos. Colocando justamente isso, ó, quanto ao item um, mas tá recuperando exatamente o que o Marcos colocou. Eu fiquei com determinadas dúvidas, como por exemplo, um encarnado quando vem o sono pode pedir a Deus para que lhe seja permitido transportar-se a um lugar a qualquer? Então, o corpo aparece no lugar desejado. Aí a pessoa aqui tá pedindo para entender um pouco mais isso. Eh, Luciano colocou bem como é feito esse processo, mas qualquer pessoa pode estar pedindo para que esse processo aconteça. Samuel até tinha colocado, né, Samuel, de que são pessoas que estão um pouco mais desprendidos da matéria. Mas >> vamos ajudar aqui a Regina a entender. Só lembrando aqui o o ô Natália, eh, que ela faz referência ao que eh a resposta de Santa Fonte de Ligores lá quando Kardec pergunta, né, que é no item primeiro, no no no item um, eh, das respostas dele, né, das questionamentos de Kardec. Quem é dos dois que vai querer fazer o comentário? Porque eu retornoi,
quando Kardec pergunta, né, que é no item primeiro, no no no item um, eh, das respostas dele, né, das questionamentos de Kardec. Quem é dos dois que vai querer fazer o comentário? Porque eu retornoi, chamei. >> Nós podíamos tirar a a pergunta que a gente quase não tá vendo os meninos. É, >> eu eh eu posso fazer sim, tá? Luciano fez essa recobrada de como era o processo e entender agora que qualquer pessoa pode se submeter a ele. É, eh, Santo Afonso de Ligório deixa muito claro que ele, ele ainda põe o seguinte, que aquele ser humano virtuoso, ou seja, aquele que tem um determinado crescimento espiritual, que já tem as suas qualidades morais, que já é mais desapegado do mundo espiritual, ou seja, o processo de espiritualização já tá tá mais ou menos implantado nesse interior. Esse sim, quer dizer, um ser evoluído. Esse sim, quando ele ora e pede ao pai para estar em determinado local. E se o pai Deus permitir, ele vai até esse local pelo merecimento evolutivo que ele já tem. É pedir, todo mundo pode, né? Não pode, pedir, não custa nada, né, >> mas nem todo mundo consegue. >> Eh, já pensou se um que pedisse conseguisse? A gente estamos só num lugar já causa problema, não podendo estar em dois. Bem que nós devemos observar que, como Kardec coloca no ponto anterior, quando há eh a bicorporeidade quando ela acontece, ou seja, o espírito deixa o corpo físico pelo processo de desdobramento, só lembrando que a palavra desdobramento não encontramos na codificação, porque ela aparece depois na literatura espírita. Kardec chama de emancipação da alma, como bem colocou o o Luciano, quando ele deixa e que vai, digamos, entre aspas, densificar o seu perespírito num outro local, o corpo fica num estado meio que letárgico. O corpo físico, então não ficam os dois corpos agindo ao mesmo tempo. O corpo físico ele fica meio que inerte ali. Por quê? que o espírito, apesar de estar ligado pelo cordão fluído, que nós vamos encontrar uma referência perfeita desse cordão de prata lá em Eclesiastes 126. É
físico ele fica meio que inerte ali. Por quê? que o espírito, apesar de estar ligado pelo cordão fluído, que nós vamos encontrar uma referência perfeita desse cordão de prata lá em Eclesiastes 126. É uma grandeza. Você pensa que tá lendo num texto espírita em Eclesiastes 126, o corpo fica num num quase êxtase ali ou no êxtase e vai o espírito aí no caso na bircoporeidade se manifestar mais à frente, né? Lembrando disso aí, >> ô Samuel. Eu fiquei devendo falar sobre a notinha do item anterior. >> No fim a gente vê a nota que tem outras coisas aqui. >> Opa, >> tá certo. >> Fique tranquilo, Luciano. Pode comentar. Tempo tá equilibrado. >> É, mas que a nota já vem sendo comentada o tempo todo aqui. >> Mas qualquer observação que você queira fazer, Luciano, fica à vontade. É porque o professor Kardec, ele coloca na nota 11 casos de estudos de casos que foram feitos por ele na revista espírita e ele faz lá nesses casos uma distinção entre a bicorporeidade e os agêneres. >> Então vamos vamos entender um pouco essa diferença. Conforme nós acabamos de falar na bicorporiedade tem os dois corpos, né? o corpo material físico e o corpo perespiritual emancipado do corpo físico. Mas aí o professor Kardec, além de citar diversos casos, ele traz também o caso de agêneres, que são pessoas que não estão encarnadas, que não tem o corpo físico, são só espíritos desencarnados, mas que se tornam tangíveis, entre aspas, se materializam e assim eles conseguem eh emitir, né, uma ideia, uma opinião, uma informação. Ele até cita o caso de uma senhora que vai à missa e pede ajuda a Deus porque passa por uma necessidade muito grande e ela precisava de arrumar um emprego, um meio de sobrevivência. Então aparece para ela um um homem, um jovem que pergunta a ela se ela gostaria de trabalhar e ela diz que sim e ele então dá o endereço e o nome de uma pessoa. Então, essa senhora vai ao encontro dessa oportunidade de trabalho e a empregadora fica surpresa porque ela realmente precisava de alguém para
que sim e ele então dá o endereço e o nome de uma pessoa. Então, essa senhora vai ao encontro dessa oportunidade de trabalho e a empregadora fica surpresa porque ela realmente precisava de alguém para trabalhar, mas ela não tinha comentado com ninguém. E aí a trabalhadora diz: "Olha, mas foi um rapaz que eu encontrei com ele na saída da missa e ele que me deu o seu nome, seu endereço, eu vi vim aqui". E quando ela olha na parede, tem uma foto de um rapaz. Aí ela conta: "Olha, foi esse rapaz aí dessa foto é que me disse para vir aqui". Então a empregadora diz: "Olha, isso é impossível porque esse rapaz aí da foto na parede é meu filho que faleceu há 3 anos. Então, olha só que interessante, faleceu o corpo físico, mas não faleceu o espírito que se tornou tangível e que se comunicou com essa senhora. Então, um fenômeno que a Sociedade Parisiense de Estudos Espíritas classificou, tipificou como um agênere. Então fica aí só essa comentári. >> Esse a gênere vem de não nascido, né? Esse a é o negativo gên seria a gêno nascimento. Mas interessante que isso não é uma criação da doutrina espírita. Nós temos um livro no Antigo Testamento que é o livro de Tobias, que é uma gêneris. E Allan Kardec, quando vai falar sobre a prece, a transmissão do pensamento e a eficácia da prece, essa coisa toda, ele vai falar no anjo de Tobias. Esse anjo de Tobias tá no livro Tobias, que é um livro que tem no Antigo Testamento e que é uma gênere. Ele convive com esse rapaz, com a família, viaja com ele e faz tudo. E para quem vai falar sobre a prece, ler o livro de Tobias, que é curtinho, é uma uma maravilha, é um espetáculo. Então nós temos essa gênere aqui no livro de Tobias, no Antigo Testamento. Quem tiver curiosidade para dar uma olhada, tá lá. O anjo de Tobias é uma gênero. Bom, mas vamos paraa frente paraa pergunta da moça lá, né? para responder da Regina. >> Você quer voltar com a pergunta dela, Samuel? É isso >> foi respondido. Isso é que eu >> Foi ela tem, ela trouxe uma outra dúvida. Por isso que eu tô perguntando a
lá, né? para responder da Regina. >> Você quer voltar com a pergunta dela, Samuel? É isso >> foi respondido. Isso é que eu >> Foi ela tem, ela trouxe uma outra dúvida. Por isso que eu tô perguntando a você, já que a gente acabou basicamente de responder o item 10, que aqui a gente é bem aguado. >> Eu vou aqui, então eu vou voltar do jeito que Samuel tá colocando aqui. Eu vou pedir a Gidelma, a Marco licença. Eh, Luía, eh, Regina, volta aqui. Mas Luía, desculpe-me eu novamente, mas esse encarnado desse nível seria ainda aqui deste planeta Terra ou de Júpiter, por exemplo? O bom é que a gente tá falando de estes que nós estamos falando do planeta Terra, não é isso? >> Uhum. É. >> É, mas a gente que tava aqui na terra, o Cristo esteve conosco. >> Essa essa que pode falar, Samuel. >> Então, nós temos almas elevadas. O Eurípo de Barçanufo, o Chico disse que ele é da esfera crística. Eu acho isso interessante porque eu tava na casa da pressa nessa noite, alguém disse assim: "Chique, nós ele disse, nós somos da crústica, ou seja, espíritos menos adiantados". Mas o livro de Barçanuf que nós falamos de desdobramento, o Chico diz que ele é da esfera crística, tem aquele caso em que ele desdobrado vai encontrar o próprio Cristo, que é referido eh numa psicografia do Chico. Então, essas almas estão na terra, agora são espíritos missionários, né? >> Exatamente. >> Luiz Banufo é vários casos que tem dele, né? O Luciano falou de um e tem de vários aí da história do desdobramento dele, porque são almas mais evoluídas que vem para vem junto conosco para nos dar o exemplo, nos ensinar, nos incentivar. Essa que nós falamos, ela existiu, existe um livro, a própria revista espírita fala isso, que fala só sobre a biografia dela, Maria de Jesus a greda. Então, era uma missionária também. Então, vários espíritos missionários, principalmente agora nesse momento de transição, regeneração, estão reencarnando para nos ajudar nos momentos difíceis que nós passamos, que não são poucos, em todas as épocas
espíritos missionários, principalmente agora nesse momento de transição, regeneração, estão reencarnando para nos ajudar nos momentos difíceis que nós passamos, que não são poucos, em todas as épocas tivemos. >> Diga, Samuel, Samuel, acho que tá, seu microfone tá mutado, Samuel. digo, vamos ver essa questão da transfiguração, que ela é tão interessante também, que é o item seguinte, 122 >> e 123. Eh, vamos passar aqui o Luciano ou a Luía, quem quiser falar. E é no item 122 e o 123. Kardec comenta sobre isso. Kardec passa a examinar a questão da transfiguração. O que ele apresenta nesses itens, no 122 e no 123, o que é a transfiguração, né, que às vezes a gente fala na casa espírita e tal. >> OK. quer falar, Luciano? O que que eu posso falar? Depois você completa, então pode ser. Pode. >> Eh, a transfiguração, ela que Kardec fala aí, ela ocorre assim uma mudança no aspecto físico, na fisionomia da pessoa. Eh, nesse item 122, ele ainda dá um exemplo de uma mocinha. Essa mocinha foi o próprio pai dela que levou para Kardec e outras pessoas, pessoas muito respeitáveis também assistiram os fenômenos. Foi assim um fenômeno que não ficou apenas na família, várias pessoas assistiram. Então esse eh essa pessoa, essa mocinha, ela tinha capacidade muito grande de transfigurar. Ela, vários familiares dela que já tinham morrido, quando ela transfigurava, apresentava ali a aparência física da pessoa, o timbre de voz modificava a fisionomia, né, aparência física modificava. por exemplo, era muito comum ela transfigurar, tomar a fisionomia de um irmão dela. Então, eh, mudava-se o aspecto dela além do timbre de voz, tinha-se aquela aparência de que havia mudado ali o tamanho, o peso. E na realidade teve um médico que se propôs a estar pesando essa essa jovem antes do momento da transfiguração e na hora da transfiguração. Então, eh, viu que quando ela estava transfigurada no irmão, que o meu irmão desencarnou, tinha uns 20 e poucos anos, então ela, o peso aumentava muito, quase dobrava. Então, com isso, ficou
iguração. Então, eh, viu que quando ela estava transfigurada no irmão, que o meu irmão desencarnou, tinha uns 20 e poucos anos, então ela, o peso aumentava muito, quase dobrava. Então, com isso, ficou confirmado que não era uma ilusão idiótica, mas era uma realidade ali. Então, na realidade era o peso aparente, não era o corpo que modificava, mas era ali o perespírito que somava ali, porque é um corpo semifluídico, semimaterial, somava ao peso dela. Então daí a gente vê que é interessante, né, que Kardec ensinava já baseado nos fatos que vinha acontecendo em grande número naquela época ali, em várias regiões. Parece que realmente era o momento de descortinar os fenômenos espirituais para a humanidade. Perfeito. Eu queria só lembrar, ô Luciano, antes de você falar, porque quem tá acompanhando pode ser que não tenha percebido, mas nós saímos da bicorporidade paraa transfiguração. São dois temas distintos e agora nós estamos vendo a transfiguração, >> tá certo? Era só para situar quem tá acompanhando. Bem que nós saímos da bicorporeidade, estamos transfigurando agora. Vamos lá com Luciano. >> Perfeito. Eh, antes de entrar aí na resposta do Kardec sobre a transfiguração, eu queria lembrar aqui uma passagem do Evangelho de Jesus quando ele sobe o Monte Tabor e ele sobe o Monte Tabor acompanhado de discípulos mais próximos dele, né, como Simão Pedro, Tiago João. E ele disse que ia subir para orar e conversar com o Pai, mas que os discípulos ficassem ali vigilantes, né, acordados, atentos. Então ele ele sobe o monte e quando ele faz a prece, ele se transfigura e quando os discípulos o observam, eh, enxergam luz, né? Ele está irradiando luz como se fosse um sol, né? Uhum. >> E ao lado dele aparecem alguns espíritos que eh estão ali presentes, como Moisés e Elias. Então, essa referência da transfiguração é também evangélica, porque nósamos a referência no próprio Jesus, né? Bom, mas voltando aqui para Kardec, Kardec coloca uma outra hipótese de transfiguração, é mais singela, que é aquela fruto de
ção é também evangélica, porque nósamos a referência no próprio Jesus, né? Bom, mas voltando aqui para Kardec, Kardec coloca uma outra hipótese de transfiguração, é mais singela, que é aquela fruto de uma contração muscular. Diz ele que a contração muscular pode dar a uma expressão fisionômica diferente a ponto de tornar a pessoa irreconhecível e que isso é muito comum em alguns sonâmbulos. Então, a gente observa, principalmente em algumas reuniões mediúnicas nas quais encontramos médiuns com características de sonambulismo que muitas vezes muitas pessoas relatam que olham para o médium e enxergam outra pessoa, né? não reconhecem o a aparência do médium, mas sim a aparência do espírito que está ali eh envolvendo o médium ou até mesmo se comunicando. Então, eh existem nesses casos uma transformação que não é radical, mas ela sempre eh altera a a figura, né, do corpo físico do médium. daí a ideia da transfiguração, ou seja, uma figura diferente daquela que o corpo do médium tem. Então, nós vamos verificar que a chave da compreensão dos fenômenos espirituais, dos fenômenos de efeitos físicos, ela sempre, a chave principal é a compreensão do perespírito. E nós temos obras assim muito profundas que tratam do perespírito. E eu gostaria de comentar uma delas que é do Zalmino Zimmer, que escreveu uma obra chamada Perpí. Então, é um é um livro assim de bastante conteúdo, o eh um livro volumoso, né? Almiro Zimmerman foi fundador da Abraham, que é Associação Brasileira dos Majestados Espíritas, e publicou essa obra para estudar a teoria do per espírito, que vai explicar essa fenomenologia à luz do Espiritismo. >> Muito bom, Luciano, muito bem lembrado que é uma propriedade do perespírito, né? Quando há essa modificação assim mais intensa, é o perespírito que se projeta fora do corpo. Como ele é plástico, ele assume ali eh formas diferentes, inclusive com tamanhos diferentes, né? Então, é uma propriedade do perespírito que se projeta, embora tem aqueles casos das contrações. O Divaldo
o ele é plástico, ele assume ali eh formas diferentes, inclusive com tamanhos diferentes, né? Então, é uma propriedade do perespírito que se projeta, embora tem aqueles casos das contrações. O Divaldo muitas vezes quando recebia eh mensagens piscofônicas do do Bezerra, eu vi em algumas ocasiões o o Dival transfigurado. Eu acompanhei o Edson eh de Queiroz Cavalcante que recebia Dr. Fritz na época, na década de 80. ele lá do Pernambuco, eu morava no Ceará, mas ele ia sempre lá e acompanhei os trabalhos dele durante um bom tempo, ajudando e na algumas tarefas e e ele transfigurava em algumas ocasiões. O Ed ficava com o rosto totalmente diferente. Então é um fenômeno bastante interessante que merece ser estudado, mas é uma propriedade do perespírito. Agora ainda continuando nisso, tem uma questão que tá dentro desse negócio que eu vou até perguntar aqui. como Kardec explica o caso da transfiguração, nós já falamos, mas como ele explica a diferença de peso, que alguém comentou aqui até que a pessoa quando pesa, tava mais pesado, no caso da mocinha, eh, quando e ela tava com a assumia a forma do irmão, que era um rapaz de 27 anos e tudo, eh, ficava mais pesado, como se Como isso se o corpo era o mesmo, como é que explica, né? Então eu acho que aí com a Luía que tava tocando esse assunto foi o caso Luciano complementar. O como explica essa questão do peso, a diferença de peso na transfiguração? O que é que Kardec diz aí? Se você é o Luciano. Pode falar, Luciano. >> Vamos lá. Perfeito. O Kardec disse para nós o seguinte, que há uma influência de um agente exterior e esse agente exterior pode aumentar ou diminuir o peso relativo. E então nós vamos verificar que essa transformação ela sofre a influência desse agente que nós estamos chamando aqui de perespírito, né? Existe não necessariamente o aumento ou a diminuição do corpo inerte, mas sim a influência desse agente exterior que faz com que haja o aumento ou a a diminuição do peso, como foi o caso que a Luía falou do médico
cessariamente o aumento ou a diminuição do corpo inerte, mas sim a influência desse agente exterior que faz com que haja o aumento ou a a diminuição do peso, como foi o caso que a Luía falou do médico que pesou a mocinha lá na França, que manifestava a presença do irmão que era mais forte, que era mais pesado que ela e que o corpo chegava a registrar o dobro do peso, mas não é o corpo da menininha que crescia, era esse agente exterior, como Samuel colocou, o próprio perespírito que se expandia, era o próprio perespírito que se radiava e com isso ele abrangia a diminuição ou o aumento do peso relativo. Então, no item 78 seguintes, o professor Kardec fala das propriedades do perespírito e que explica esse fenômeno. Isso é bem interessante porque aí é a presença dos fluidos para causar essa alteração de peso. De mesma forma, quando a mesa levita, o roquer corpo levita também influência desse fluido. Parece que ele diminuiu o peso. E esses foram observados, por exemplo, eh, por William Cooks. >> Quando nós vemos o William Cooks lá nos fatos espíritas, eles fazem também essas experiências em que há o aumento de peso ou a diminuição do peso por esse agente externo. casais são os fluidos manipulados pelo próprio espírito que vão eh eh promover eh digamos assim essa alteração na medição, já que o corpo material não sofreu alteração, então não tem porque ele tá mais pesado ou tá menos pesado, né? pela presença desse flúdio que vai impregnar essa força nos nos fenômenos da Ana Prado também aqui no Brasil, no final da da da segunda década do século passado, eh, e começo da terceira, esse ser nome da Ana Prado também eles realizaram várias experiências, eh, dessa natureza em que os corpos pareciam mais pesados ou pareciam mais leve pela presença desse >> É. Espírito >> Samuel. Então, o que acontece na realidade é que os fluidos cria uma realidade aparente e que os sentidos cata como se fosse verdadeira. >> É, >> mas na realidade é aparente. >> É, é, é um uma aparente sobre o ponto de
ue acontece na realidade é que os fluidos cria uma realidade aparente e que os sentidos cata como se fosse verdadeira. >> É, >> mas na realidade é aparente. >> É, é, é um uma aparente sobre o ponto de vista de que o outro não sofreu uma alteração. A gente que não vê. Exatamente. É, >> mas sensibiliza a balança. Então é e ele sabe que o perespírito é semimaterial, então ele tem peso. Dizem alguns que o perespí pesa em torno de 25 a 30 g do nosso do do nosso peso. Aqui eu não sei, o meu deve est mais pesado, mas dizem que ele tem esse peso. Por quê? Porque ainda é matéria. Então para nós ele é imponderável no mundo espiritual não. Ele é capaz, ele se submete a medições, né? Natália, vou deixar contigo. Tá muito caladinha. Aí vai. Samuel, a gente tem que equilibrar o tempo aqui. Vamos aqui. Eu vou voltar com Luía. Luía, vamos pro item 124. Lembrando que a gente tem o item 125, que aparentemente foi respondido, mas está aqui também como pergunta da Lissa Barbos. Daqui a pouco a gente responde ela no nosso último item. Luía, volta conosco aqui. Qual foi a explicação que Kardec nos oferece com o item 124? Kardec, no item 124, ele faz algumas considerações quando a transfiguração ocorre com espírito de dimensões menores, por exemplo, o espírito de uma criança. Não seria, ele inclusive põe até o seguinte, não seria de esperar que o corpo real ultrapassasse os limites do corpo aparente. Daí vem que na transfiguração o corpo do médium pode assumir a aparência do espírito em que se manifesta. Então não era bem assim como se pensava. Kardec explica então que o espírito de uma criança até o peso do médium pode parecer menor aquela imagem, aquela aparência que nós falamos. Então, por quê? Porque o perespírito do médium se combina com o do espírito e essa ação fluídica modifica a percepção dos sentidos. Assim, tanto a visão quanto o tato pode ser enganados dando a impressão que o corpo ficou menor, mais leve, mas é uma aparência apenas. >> Perfeito. Diga, Luciano, sem um comentário. Tá
dos sentidos. Assim, tanto a visão quanto o tato pode ser enganados dando a impressão que o corpo ficou menor, mais leve, mas é uma aparência apenas. >> Perfeito. Diga, Luciano, sem um comentário. Tá ouvindo? >> Sim. Eh, eu gostaria de colocar também que o professor Kardec, ele nos lembra que nós ainda estávamos aquela época nos primórdios da ciência e que ela está longe de haver dito a última palavra sobre esse ponto, como sobre muitos outros. Então, por isso ele nem afirma a possibilidade, nem nega. Mas o fato é que pessoas idôneas relatavam esses fatos e é muito comum nós vermos por aí esse esses relatos, né, de transfiguração. Então, eh temos ainda um longo caminho, né, de pesquisas para que a gente possa encontrar cada vez mais respostas, respostas cada vez mais lúcidas, racionais e condizentes. Agora, a dica que tem do professor Kardec é que quem vai explicar a fenomenologia é sempre a compreensão do perespírito. >> Perfeito. >> E é algo a ser estudado, né, Natália? O perescrito em termos científico ainda se conhece muito pouco das suas propriedades. E assim deve ser, porque a humanidade el não tem um desenvolvimento moral suficiente para lidar com isso da melhor forma, né? Inclusive, nesse caso dos corpos que eh a transfiguração é um corpo menor, Kardec sugere que aquela outra parte física, no caso do do médium, ela seja camuflada pelos espíritos e se torna invisível. Ou seja, ela é envolvida em fluidos, não é desse materializado, envolvida em fluidos. E aí ela se torna invisível, como nos fenômenos de transporte, os espíritos levam determinadas substâncias e nas salas fechadas trazem objetos físicos, como é que eles passam a o os locais, quer dizer, a a as investigações de são muito pequenas, as sugestões que podem haver desmaterialização e rematerialização. No caso do corpo, Kardec só sugere que haja um envolvimento fluídico e que impeça as pessoas de verem aquela parte, digamos assim, eh a a menina tivesse uma altura de 1,60 m e um garoto só de 1,20 m e os
caso do corpo, Kardec só sugere que haja um envolvimento fluídico e que impeça as pessoas de verem aquela parte, digamos assim, eh a a menina tivesse uma altura de 1,60 m e um garoto só de 1,20 m e os 40 cm foi para onde? Só envolvido em fluido, se tornam invisíveis. Eh, nós conhecemos muito pouco ainda das propriedades desses fluidos e do perespino. >> É que no fundo no fundo é tudo isso pra gente nos chamar atenção e foi muito apropriado nesse período do processo de formação de todo o estudo dautrina espírita e para algumas pessoas que vão chegando agora para que de que realmente existe esse mundo espiritual no fundo do fundo é para abrir a nossa sensibilidade de tudo isso. Muitas vezes, e é o mais importante de tudo isso, é que todos esses processos, todos esses fenômenos só querem chamar atenção ao nosso propósito de renovação íntima. Muitas vezes nós nos colocamos muito no no fenômeno, muito nos colocamos dentro de partes extremamente científicas e esquecemos de que tudo isso é para chamar a atenção de que existe um espírito imortal, é que é dele que temos que cuidar, porque passado dessa vida continuarão com suas alegrias, suas dores. Vamos pro nosso último item, Samuel. O item esse que eu sei que você vai dizer já foi explicado aqui antes, mas como >> estão perguntando de novo ali, né, Larissa Barros perguntíssimo porque o preceito de estudo é esse, né, Luciano, Luía, Samuel Bem sabe disso que é repetição para que o conteúdo fique firmado. Então, seguindo o roteiro do nosso estudo, atendendo aqui a Larissa Barbos, que também nos pergunta e que pela pergunta já nos entendemos, que tava ali bem espertinha acompanhando conosco. Eu vou colocando para Luciano é o item 125 para quem tá acompanhando o estudo, que vai acompanhar depois repotamente o que são as gêneres estão referidos nesse item 125 do livro dos médiums. >> Perfeito, Natália. conforme já foi dito, mas como você disse para reforçar do ponto de vista didático, essa expressão vem do grego. E o todas as vezes que a
dos nesse item 125 do livro dos médiums. >> Perfeito, Natália. conforme já foi dito, mas como você disse para reforçar do ponto de vista didático, essa expressão vem do grego. E o todas as vezes que a gente usa a a palavra a, né, a letra A, nós estamos indicando aí uma negação. Quando a gente fala em gerar, né, nós estamos falando daquilo que foi gerado. Então, a gênere seria aquilo que não foi gerado, né? a negação aquilo que não foi gerado. Ou seja, é um espírito que está fora do corpo e se torna tangível. Então, é um espírito desencarnado, mas ao tornar-se tangível, ao aparecer, ele é classificado então como um agênere, né? porque ele tem uma realidade, uma existência fora do corpo físico. Samuel lembrou as pesquisas do Dr. William Crooks inglês, que era médico e era eh responsável por cuidar, né, dos dos reis e das rainhas inglesas e que desenvolveu a pesquisa em princípio, até para negar a fenomenologia espírita. E depois de diversos experimentos, né, a contrariando a expectativa inicial, ele afirmou a veracidade dos fenômenos e fenômenos de aparição. Mas eu que estou aqui hoje em Minas Gerais, queria lembrar um caso muito comum aqui que o Chico presenciou e que o Peixotim produzia, né, eh, fenômenos relacionados à aparição de espíritos que, de forma habitual, se comunicavam com eles e se tornavam tangíveis. Então nós temos até foto. Você que nos acompanha e tiver a curiosidade, pode buscar aí no no Google, pode buscar aí na internet aparição de espíritos Peixotinho, Chico Xavier. Você vai ver fotos, né, de espíritos que apareceram para eles com frequência, trazendo sempre uma mensagem, como a Natália colocou, a aparição dos espíritos é para nos chamar atenção para a realidade da vida espiritual. E para que nós possamos ter a compreensão que mais dia, menos dia, nós vamos abandonar esse corpo e vamos continuar a viver como espíritos. E aí os espíritos voltam para contar que eles existem, que eles sobrevivem e que eles podem aparecer para nós. Interessante essa questão do agênere,
sse corpo e vamos continuar a viver como espíritos. E aí os espíritos voltam para contar que eles existem, que eles sobrevivem e que eles podem aparecer para nós. Interessante essa questão do agênere, que são os espíritos que estão desencarnados e que podem ficar muito tempo com a gente. Dizem os espíritos que às vezes nós encontramos com muitos deles na rua, estão convivendo com a gente nessa condição de agendas, eh ainda eh tomam em defesa aqueles que pregam o corpo fluídico de Jesus por conta do agênere. Quer dizer, não contraria os ensinamentos espíritos no que diz respeito a essas questões das manifestações espirituais. O que com o que Allan Kardec contraria na Gênese, porque ele faz uma análise dizendo que se o Cristo fosse uma gênere, estaria simulando aquele sofrimento físico e isso não seria eh compatível com a sua grandeza espiritual do nosso governador planetário, o espírito puro que passou pela Terra. Então, Kardec, eh, por esse caminho, ele rejeita que o Cristo fosse uma gênere, mas ele diz que os agêneres são uma realidade. E aqui alguém perguntou se o livro que nós citamos foi o livro de Sofia. Eu tô vendo aqui o Silvio, não é? é o livro de Tobias, tá no Antigo Testamento, que é uma gênere e que Allan Kardec faz referência no capítulo sobre a prece quando fala do anjo de Tobias, tá falando desse livro. >> Pronto, perfeito. Eh, Samuel, no comentário já respondeu aqui a Larissa Barros que perguntava justamente se Jesus era um espírito a gênere. Na hora que Samuel tava comentando, vocês tiveram a sintonia da pergunta chegar. Então a resposta era que não, Larissa não era. Samuel leu o seu pensamento, sentiu a sua pergunta e e respondeu. >> Pois é, eu não tinha visto a pergunta dela. >> Sintonia de estudo, querido. Então, >> sintonia de estudo. Tanto que o Silvio também que colocou sobre o livro tá aqui brincando com você, né? Samuel participa de tantos projetos da FEB que deve ter no tricorporiedade ou mais. É uma pessoa que tá usando bem do tempo dele, né, gente? Samuel tá usando bem do
vro tá aqui brincando com você, né? Samuel participa de tantos projetos da FEB que deve ter no tricorporiedade ou mais. É uma pessoa que tá usando bem do tempo dele, né, gente? Samuel tá usando bem do tempo dele para colaborar com a FEB. >> Quem tá velinho tá aposentado, tem que achar alguma coisa para fazer. Eu lembro André Luiz que nos diz que a sugestão do mal nos chega pela hora vazia. E minha mãe dizia lá no Ceará, quem tem as mãos vazias, o diabo faz crochê com elas. Então é melhor a gente se ocupar um pouco com alguma coisa. Pessoal, eh, eu tô aqui em Mato Grosso, mas eu nasci na região perto de Minas Gerais, divisa de Goiás com Mina e Itumbiara. Itumbiara, eu me recordo, na época da minha infância, a gente via muito trabalho de materialização e às vezes em algum caso aparecia até o caso que Kardec escreve também aí na revista espírita, às vezes não aparecia o corpo inteiro, às vezes aparecia as mãos. Então, eh, que se tornavam aí tangíveis ou não. Às vezes você tocava, sentia, outras vezes você tocava e você encontrava vazio. >> Então, nós tivemos esse esse momento muito comum no espiritismo aí da dessa região. depois passou. E não, mas o fato é que era e era um momento que talvez fosse necessário para provar que eles estão aqui junto conosco, né, e nos incentivar ao estudo, porque passou essa época, passou agora raramente acontece um caso de a gênere ou de ver só a mão ou de ver só uma representação do espírito de forma diferente. Isso aí. Perfeito, Luís. Perfeito, perfeito, perfeito. Algum comentário mais, Luciano? Eu queria só fazer uma referência da revista espírita de fevereiro de 1859, que traz um caso exatamente como esse que a Luía comentou, que é o caso do sor, que ele conseguia eh produzir manifestações que a época eram consideradas extraordinárias, porque apareciam eh mãos tangíveis e as pessoas podiam ver, palpar, cumprimentar mãos né, a mão dos espíritos que apareciam através do seu home, que era um médium de efeitos físicos, que era capaz de produzir muitos fenômenos
tangíveis e as pessoas podiam ver, palpar, cumprimentar mãos né, a mão dos espíritos que apareciam através do seu home, que era um médium de efeitos físicos, que era capaz de produzir muitos fenômenos assim. Então, assim como o caso do sor, muitos outros casos estão relacionados na revista espírita, né, envolvendo o tema de hoje, né, bicorporiedade, transfiguração e aparição de espíritos. Então, se esse tema chamou a atenção aí do nosso ouvinte, né, a essa revista de fevereiro de 1859 pode ser uma boa fonte de consulta. >> Perfeito, meus queridos. Estamos chegando ao final, não é isso, Samuel? >> Isso. Você que de hoje, doutrina espírita. A, o espiritismo é uma doutrina e como sua definição, ele é um conjunto moral que leva a você uma mudança de comportamento, de visão, e que a gente se baseia e tem a ciência, tem a filosofia e tem o aspecto religioso para que isso aconteça. Isso é doutrina espírita. Vamos convidando você a continuar conosco neste estudo. Lembrando que o nosso próximo encontro daremos continuidade ao estudo do livro dos médiuns na segunda parte. Anoto para você para que você possa participar conosco. Lembrando que vai ser da segunda parte das manifestações espíritas, capítulo oito do laboratório do mundo >> dos itens 126 a 131. É um tema maravilhoso, vocês vão achar muito bom, porque realmente é instigante, não é? E nós chegamos ao final. Queremos desejar a todos paz, que nós nos melhoremos para melhorar o nosso planeta, que nós fortaleçamos nossa fé com base no conhecimento, a fim de vencermos as lutas, né, que a gente tem, que são tantas, mas haveremos de chegar lá, porque a promessa não é nossa, é do Cristo. Nenhuma ovelha do rebanho do Pai se perderá, né? Então, um prazer estar com vocês aqui nesses instantes, tanto com os amigos que estão aqui estudando, como aqueles que à distância estão acompanhando conosco o estudo de O livro dos Méd Allan Kardec, que tanto nos instrui sobre as questões da mediunidade. A base, é fundamental para que nós possamos abordar qualquer outra
istância estão acompanhando conosco o estudo de O livro dos Méd Allan Kardec, que tanto nos instrui sobre as questões da mediunidade. A base, é fundamental para que nós possamos abordar qualquer outra obra e saber se tá de acordo ou não com o que Kardec e os inscritos nos trouxeram. Muita paz. Até o nosso próximo programa. >> Somos impulsionados e motivados por um bem maior. Por meio da caridade e da vivência do evangelho do Cristo. Chegamos onde chegamos, conquistamos o que conquistamos. O nosso trabalho acolhe quem mais precisa. E independente da distância, nossos meios acessam lugares que antes pareciam inalcançáveis. A comunicação é chave em todos os setores de nossa sociedade e ela muitas vezes nos permitiu abraçar quem precisava de atenção em momentos de dor e angústia. Esse trabalho é feito com muita dedicação por toda uma equipe profissional, preparada para produzir diversos tipos de conteúdos que alcançam o público. Já são mais de 4.000 conteúdos de qualidade disponibilizados gratuitamente em nossas plataformas, produzidos por comunicólogos, produtores audiovisuais, cenógrafos, editores, designers, programadores e técnicos de áudio. Toda essa estrutura só é possível graças a você, apoiador do nosso trabalho. E somos gratos por toda a sua doação até aqui. Mas este trabalho precisa continuar. Podemos acolher ainda mais pessoas. E para continuar alcançando tantos corações, precisamos de você. Por isso, mais uma vez, contamos com seu apoio financeiro. Apenas com ele poderemos avançar ainda mais e continuar próximos de você. Trabalhamos pelo consolo, pelo esclarecimento e pela esperança. E sabemos que somente juntos com você poderemos fortalecer essa corrente. A padrinha FEB TV. Estamos juntos com você através da FEB TV. Acesse doi.com.br br e faça sua doação.
Vídeos relacionados
#01 Estudo de O Livro dos Médiuns AEE CFN/FEB - Introdução
FEBtv Brasil
#02 Estudo de O Livro dos Médiuns AEE CFN/FEB - Noções preliminares - Parte 1
FEBtv Brasil
#03 Estudo de O Livro dos Médiuns AEE CFN/FEB - Noções preliminares - Parte 2
FEBtv Brasil
“O que fazes da tua mediunidade?” com Jacobson Trovão e Reginal Souza (FEB) - (19/01/25 - 20h)
FEBtv Brasil · Jacobson Trovão, Regina Souza
#09 Estudo de O Livro dos Médiuns AEE CFN/FEB - Das manifestações espíritas - Parte 1
FEBtv Brasil
#05 Estudo de O Livro dos Médiuns AEE CFN/FEB - Noções preliminares - Parte 4
FEBtv Brasil
#08 Estudo de O Livro dos Médiuns AEE CFN/FEB - Noções preliminares - Parte 7
FEBtv Brasil
#06 Estudo de O Livro dos Médiuns AEE CFN/FEB - Noções preliminares - Parte 5
FEBtv Brasil