#23 Estudo de O Livro dos Médiuns AEE CFN/FEB - Das manifestações espíritas - Parte 15
Estudo de O Livro dos Médiuns pela Área de Estudo do Espiritismo do Conselho Federativo Nacional/FEB. Semanalmente, toda sexta-feira, às 21h30, no horário de Brasília, com transmissão ao vivo pelos canais da FEB no Facebook, FEBtv no YouTube e Facebook e Portal do Consolador no Youtube. Encontro 23 - Segunda Parte. Das manifestações espíritas. Cap. VII Da bicorporeidade e da transfiguração. Itens 114 a 118. Link de acesso ao Estudo: https://febtv.live/livrodosmediuns_cfn_feb Para fazer ...
Vamos juntos nessa jornada de conhecimento e descoberta refletir e expandir nossos horizontes sobre a mediunidade, ampliando nossa compreensão sobre o mundo espiritual e suas belezas. Estudo de Ovre dos Médiuns pela área de estudo do Espiritismo do Conselho Federativo Nacional da Federação Espírita Brasileira. >> Olá, saudações fraternas a você que acompanha esse estudo do livro dos médiuns, realizado pela área de estudo do Espiritismo do Conselho Federativo Nacional da Federação Espírita Brasileira. as nossas boas-vindas também a Euzita de Melo Quinta, que é a coordenadora nacional da área de estudo do espiritismo, com quem nós dividimos aqui a responsabilidade, né, Eusita e vamos aprendendo juntos, não é? E hoje nós recebemos como convidados a Ana Maria Pacheco Becker, colaboradora do Centro Espírita Caridade e da União Municipal Espírita de Santana do Livramento Rio Grande do Sul, da União Municipal Espírita de Santana do Livramento, do Conselho Regional Espírita da Sexta Região do Rio Grande do Sul e do Centro Espírita Sem Fronteiras. Ela também integrante da equipe de traduções de obras da Federação Espírita Brasileira para o Espanhol e Saulo Golveia Carvalho, diretor da área de unificação da Federação Espírita do Estado de Mato Grosso, secretário geral da regional centro do Conselho Federativo Nacional da Federação Espírita Brasileira. Muito bem-vindos os dois. >> Muito bem. Muito bem-vindos todos que estão conosco. E hoje, dando continuidade ao estudo de O livro dos Médiuns, vamos examinar a segunda parte das manifestações espíritas, capítulo 7, da bicorporeidade e da transfiguração. Item 114 a 118. E Saulo vai para você a primeira pergunta, abordando o item 114. O que são os fenômenos de bicorporeidade? e da transfiguração e que relação eles têm com o perespírito. >> Boa noite a todos. É uma alegria estar aqui nesse grupo de estudo de um livro tão fundamental para que nós possamos nos conhecer um pouco mais. Nós estamos aqui sobre um assunto de grave importância.
Boa noite a todos. É uma alegria estar aqui nesse grupo de estudo de um livro tão fundamental para que nós possamos nos conhecer um pouco mais. Nós estamos aqui sobre um assunto de grave importância. Porque esses fenômenos ocorrem sempre e muitas vezes as pessoas ficam preocupadas sem saber como lidar e que fazer com esses fenômenos. Eu peço licença para eh dizer do que da importância do perespírito em tudo isso, porque às vezes a gente investe um pouco na situação querendo traduzir pelo corpo físico como é que a gente pode se movimentar. Mas nós somos espíritos e temos o perespírito como esse corpo intensenciado, esse corpo flexível que tem essa possibilidade de manifestação. O perespírito, ele vai de quando o espírito foi criado por Deus e vai seguir com ele cada vez mais etério e mais fortalecido pelas forças morais até a plenitude. Mas enquanto espírito em transição nessa jornada, o perespírito é preciso compreender que ele tem suas camadas de manifestação. Um espírito pode se manifestar em mais de um local pelo perespírito. Um médium pode dar passividade a um espírito e ao se desdobrar, ele pode estar em um local observando a si mesmo que vai atender um espírito em numa profundidade de alguma situação. Então ele tem não só o corpo físico está na mesa mediúnica, quanto o perespírito está desdobrado em dois lugares ao mesmo tempo, como falam, né, Carlos, é como se fosse uma cebola, né, com várias camadas. Quando a gente entende o perespírito, quando a gente entende que o ser está no corpo, mas ele não é o corpo e que a vida no corpo é é consequência, é secundária, é uma consequência desse espírito que vai moldando as suas condições. E aí a mediunidade mais paraa frente tem também perguntas sobre o médium natural. Nós vamos compreender que o a bicorporeidade é um fenômeno natural, não é nada eh fora do que o espírito tem condições de manifestar. O espírito pode inclusive estar no corpo e se manifestar em outra situação, inclusive numa reunião mediúnica e ser atendida, não é
al, não é nada eh fora do que o espírito tem condições de manifestar. O espírito pode inclusive estar no corpo e se manifestar em outra situação, inclusive numa reunião mediúnica e ser atendida, não é isso? Quem participa de uni mediúnica sabe desses fenômenos como eles podem acontecer. E quantas vezes esses fenômenos são altamente caridosos, consoladores, amorosos e que permite ao ser desdobrar além dos limites daquilo que o corpo permite. A liberdade fora do corpo é muito maior. Então é um fenômeno da caridade de Deus para conosco, da bondade de Deus para conosco. é um fenômeno daquilo que nós podemos eh transcender os limites do corpo, porque viver no corpo é um grande desafio. E viver no corpo nessa era de transição é um desafio decuplicado, muito maior. E Deus nos permite essa condição de nos movermos e nos aproximarmos uns dos outros além do corpo físico. Não sei se respondi tudo, mas deixa um pouco para Ana Maria. Muito bem. >> Tá no outroão. >> Exente. Vamos ver se a Ana tem alguma coisa a comentar sobre essa pergunta. Fica à vontade, Ana. essa questão que o Saulo traz, né, tão bem colocada, questão da importância do perespírito nesses fenômenos, tanto no da bicorporeidade desse fato de estar em dois lugares, né, ou aparecer ao mesmo tempo, quanto da transfiguração, né, que é quando eh o espírito eh encarnado acaba eh misturando seus fluidos ou com o de um outro espírito e surge vamos dizer assim, uma aparência modificada e também pode ser a própria transfiguração quando ele emite a sua própria essência espiritual, assim como aconteceu com Jesus lá no Monte Tabor, né, quando os o eh quando aqueles apóstolos que o acompanhavam, discípulos, perceberam ele lá iluminado, né, transcendente, eh eh mostrando então a sua verdadeira natureza. espiritual ali foi um fenômeno de transfiguração em que o a o próprio espírito eh demonstra a sua essência. E também pode acontecer quando o médium, ao, vamos dizer assim, sofrer a influência de um outro espírito, assume parcialmente, né? Eh, acontece uma
o a o próprio espírito eh demonstra a sua essência. E também pode acontecer quando o médium, ao, vamos dizer assim, sofrer a influência de um outro espírito, assume parcialmente, né? Eh, acontece uma mescla aí da aparência. Isso tudo se dá, né, esses fenômenos quanto o da incorporeidade por conta das propriedades do perespírito, né? O perespírito ele tem várias propriedades, né? Uma delas é a plasticidade, que é o que faz com que ele consiga se moldar, né? Ser moldado. Eh, a própria tangibilidade, que é quando, em circunstâncias especiais é possível eh que que ele seja tocado, né? Que a gente perceba com sentidos físicos, eh, entre várias outras, né? a própria corporeidade, que também é uma propriedade do perespírito, porque ele é semimaterial, né? Então ele pode assumir ali essa essa forma e essa densidade para nós, né? também tudo isso. Então, essas são algumas das propriedades do perespírito, a própria expansibilidade também que permite tudo, que todos esses fenômenos aconteçam. Pra gente entender um pouquinho, né, desses fenômenos mediúnicos, é fundamental que a gente se aprofunde aí no conhecimento do que nos é possível conhecer, né, do perespírito. >> Muito bem. É, é um estudo muito interessante que a gente vai encontrar no estudo sistematizado da doutrina espírita. Quando a gente faz o estudo sistematizado da doutrina espírita, a gente aprofunda essa questão do do perespírito, o seu papel, não é? É muito importante isso aí que Kardec nos traz para conhecer como é essa questão que o Saulo explicou, que a Ana está explicando da gente não estar contido no corpo físico, não é? como se tivesse ali preso. Então o perespírito expande, né? A gente fala para fora, mas não é propriamente para fora. Ele está ligado ao corpo, mas ele se expande, né? >> Ele é ligado molécula a molécula no corpo físico, né? É tão interessante isso, porque hoje em dia a ciência já diz, né, que essas as nossas células emitem luz. >> Uhum. Uhum. emitem essa vibração, né, que é per espiritual. E isso também
corpo físico, né? É tão interessante isso, porque hoje em dia a ciência já diz, né, que essas as nossas células emitem luz. >> Uhum. Uhum. emitem essa vibração, né, que é per espiritual. E isso também sempre que quando eu ouvi essa quando eu li a respeito desse assunto, eu lembrei das palavras de Jesus quando ele nos fala para brilhar a nossa luz. Eh, não é só metafórico, né? também tem esse aspecto da nossa essência imortal divina, né? E a gente precisa permitir que surja esse espanda e cresça. >> Muito bem. Eh, para você que está acompanhando, a gente agradece aí, né, a sua a sua eh o seu acompanhamento do do que do estudo que a gente tá fazendo. Se tiver alguma pergunta para colocar, coloca aí no chat que a gente atende aqui. Os nossos convidados poderão responder para vocês, tá bem? A gente pede que seja relacionado com o assunto que a gente está abordando hoje, não é? E aí nós vamos fazer a segunda pergunta aqui pra Ana. É do item 115. Dentro disso que foi comentado até agora, né, o Saulo comentou e você comentou da 114, na 115, Kardec apresenta alguns exemplos. Então, queria que você, por gentileza, comentasse um pouco desses exemplos referidos por Kardec aqui nesse item 115. Kardec conta aqui nesse 115 situações de bicorporeidade. E aí ele oferece exemplo de uma senhora, né, que via de noite uma eh uma vendedora de frutas aparecer no seu quarto e ela e ela estava acordada, ela sabia, a senhora, né, sabia que estava acordada, mas já era tarde da noite. Provavelmente a senhora que aparecia para ela na casa dela, no quarto dela, estava dormindo. Então essa vendedora de frutas dormia, repousava e aparecia lá para ela. Não se sabe por que razão, né? Mas ficou esse registro disso, a prova de que ela estava acordada, ela não tava, não era um sonho, né? E também outras vezes essa mesma senhora viu um um homem que ela não conhecia, né? que aí a gente nesse caso, pode se imaginar se seria um encarnado ou um desencarnado, porque ela não conhecia, não é? E certo dia ela viu
s essa mesma senhora viu um um homem que ela não conhecia, né? que aí a gente nesse caso, pode se imaginar se seria um encarnado ou um desencarnado, porque ela não conhecia, não é? E certo dia ela viu o próprio irmão, que coloca aqui que estava na Califórnia, em outro lugar, né? E ele apareceu para ela com uma aparência perfeitamente real, que ela achou que o irmão tava ali mesmo e ela quis conversar com ele. E aí, nesse momento, eh, era o o ele desapareceu, né, o outro desapareceu. E aí logo em seguida chegou uma carta alguns dias depois, né? Do irmão, né? Que dando conta que ele não tava mesmo ali, né? Então essa senhora é o que se pode chamar de médium vidente natural. não é uma médium que estava estudando doutrina espírita, nem que estava trabalhando com mediunidade, talvez nem tivesse consciência que era médico, mas ela estava vendo essas situações, né? Tava eh vendo pessoas vivas, né, em outros lugares diferentes de onde estariam os corpos das pessoas. Eh, Carlos e Euzita e Saulo, vocês devem lembrar também, né, de um exemplo bem bem nosso aqui do Brasil, que é o querido Eurípio desbarçanufo, né, que aparecia que acontecia esses fenômenos com ele. Tem vários casos do Eurípedes em que ele entrava rapidamente numa espécie de transe de vez em quando e aparecia em outros lugares. tem um livro muito interessante que é O Apóstolo da Caridade, que vai contando essas histórias do Eurípedes. Tem um um um fato que aconteceu quando ele tava dando aula no colégio e daqui a pouco ele meio que ficou quietinho, né? Entrou numa espécie de situação ali, o pessoal eh fala que tava cadavérico, né? Tipo branqueava, né? Como a gente diz, né? Embranquecia assim. E e aí ele voltou do trans e disse pros alunos: "Olha, prestem atenção, acabo de estar em uma residência atrás da igreja do Rosário fazendo um parto difícil, né? E o marido não sabe é pai e tá aqui a caminho, né? Ele tava vindo, o marido vindo procurar o Euríped para ele lá ajudar no parto. E aí ele ele falando com os alunos e disse assim: "Ele está
fícil, né? E o marido não sabe é pai e tá aqui a caminho, né? Ele tava vindo, o marido vindo procurar o Euríped para ele lá ajudar no parto. E aí ele ele falando com os alunos e disse assim: "Ele está neste momento apiando em frente ao colégio, vê que ele tava vendo, né, em outro lugar, vai subir os degraus". E aí ele entrou na sala e falou e o o marido e o er disse: "Eu já fiz o parto, nasceu uma menininha". É. E ele não acreditava no Eurípedes, tanto que fez o Eurípedes voltar lá. E quando o Eurípedes chegou lá, a a mulher, né, que recente tinha ganhado o bebê, disse para ele: "Mas o senhor não precisava vir de novo, né, seu Eurípid, eu e o bebê, a gente tá passando bem". Então, eh, esses fenômenos, esse é um dos fenômenos, tem vários fenômenos documentados do Eurípio de Esbarufo, onde ele surge em dois lugares, né? Está num lugar e vai no outro e consciente disso, né? Porque às vezes esses fenômenos não são conscientes. A pessoa nem sabe o que aconteceu, o espírito, né, que foi para outro lugar e a pessoa não registrou no consciente. >> Ótimo, Ana. E Saulo, dando continuidade à questão ao item 115, no final Kardec comenta que a médium é natural. A Ana até se referiu a isso. Você poderia explicar, por gentileza, o que é esse médium vidente natural? Naturalmente posso. >> O médium natural. Nós acreditamos que o que Allan Kardec quis trazer é que a mediunidade dessa pessoa era uma faculdade natural dela, já que ela, o médium ostensivo, ele nasce com essa ostensividade porque ele já traz essa predisposição natural no perespírito e as aptidões físicas e a partir de estar encar Nado, ele vai educar isso moralmente. Então, médium natural. Por quê? Porque ela já era uma médium ostensiva. Mas por que que Allan Kardec colocou um avidente natural? Se um médium ostensivo já é um médium que tem essa faculdade? Acreditamos que seja para destacar que é possível por uma questão de consolo, caridade, muitas vezes os benfeitores trazerem alguém para um médium não ostensivo e criar as condições para que
aculdade? Acreditamos que seja para destacar que é possível por uma questão de consolo, caridade, muitas vezes os benfeitores trazerem alguém para um médium não ostensivo e criar as condições para que ele tenha esse contato, essa percepção visual, essa situação de ver um espírito desencarnado ou até um encarnado que está num outro local. Então, acreditamos que Allan Kardec trouxe a palavra natural aqui para para destacar também que é possível que em em casos extremos, em casos exceções, em situações que o espírito merece esse consolo, está em condições de receber esse consolo, ele vê um um espírito mesmo não sendo um médium ostensivo. Não sei se é isso, né, Ana? Será que é isso? >> Parece que sim, né? Parece que exatamente essa situação. >> Uhum. É natural, né? Espontâneo ele vê e pronto, né? É muito interessante. Eh, a minha a minha mulher tinha uma amiga que ela ela via, né? Eh, e e ficava confusa se era se era encarnada ou desencarnado. Inclusive, ela ficava não conseguia saber às vezes se o indivíduo tava ou não, né? encarnado. Eh, às vezes tem essas mediunidades assim que se desenvolvem, né? E aí agora nós estamos na na quatro, né? Nós temos uma pergunta aqui que está relacionada, para não ficar muito longe, vamos colocar já, não é? da Jane Oxum que ela perguntou aí o o Saulo pode responder que a Ana já comentou sobre o assunto ou de repente o Saulo responde para nós e aí Ana complementa se ela tiver alguma coisa para colocar. Essa luz que a Ana falou, os espíritos sofredores emitem luz? Saulo, >> bem sofredores, de certa forma todos nós somos um pouquinho, né? Porque ainda não somos espíritos superiores e trazemos ainda as nossas >> Uhum. angústias, as nossas necessidades de os incômodos que às vezes ainda sentimos em certas situações. Eu sonho um dia não me incomodar com nada, sabe? Eu sonho um dia ter luz em qualquer momento. Acreditamos que pelos ensinamentos de Allan Kardec, da doutrina espírita, emite conforme o grau de evolução. >> Uhum. >> Né? conforme o grau de evolução. Às
u sonho um dia ter luz em qualquer momento. Acreditamos que pelos ensinamentos de Allan Kardec, da doutrina espírita, emite conforme o grau de evolução. >> Uhum. >> Né? conforme o grau de evolução. Às vezes é uma luz opaca ou às vezes quase não é luz, né? Se é um espírito maldoso, malvado, cruel, realmente a gente consegue entender que não vai emitir uma luz que vai alcançar um ambiente. Pelo contrário, ele faz isso, ele faz força para não emitir luz e sim escuridão. >> Uhum. Muito bem. Eh, pode coloca outra aí para para então. Eh, Carlos, você possa convencionar isso? É >> porque hoje em dia a ciência confirma que toda célula viva emite uma radiação luminosa bem sutil, né? eh, que fraquinha, é um fenômeno biológico e físico. Então, todos nós vivos, né, de qualquer, não só humanos, né, >> emitimos luz, né, nas nossas células. é uma luz invisível ao olho nu, né? Se se observa por aparelhos, né? Essa luz reflete um estado de vitabilidade, de metabolismo do corpo, mas a gente também pode correlacionar essa luz que é fraquinha no ser humano, no encarnado ou no ser vivo, com a luz espiritual que pode se expandir, não é? Aí à medida que a gente vai, vamos dizer assim, crescendo em em maturidade emocional e espiritual, adquirindo valores, né, isto pode se elevar e se expandir, mas eh isso é um processo natural do do corpo humano. Evidentemente que quanto mais eh apegado à matéria, mais inferiorizado, as nossas emissões luminosas vão ficar abafadas enquanto espíritos, né? Não é? Mas a luz já está dentro de nós. >> É verdade. Me permite, enquanto você tava falando, me lembrei do do irmão Jacó no livro Voltei, né? Eh, o caso dele é um caso muito rico de sobre a luz, né, no sentido trazendo o sentido do corpo físico e o sentido do perespírito, já que o corpo físico é é é um moldado pelo perespírito. E o irmão Jacó, ele sente até uma certa inveja da professora que chega iluminada no plano espiritual e ele fica naquela condição constrangedora. Aí tem uma recepção com bezerra e vários
o perespírito. E o irmão Jacó, ele sente até uma certa inveja da professora que chega iluminada no plano espiritual e ele fica naquela condição constrangedora. Aí tem uma recepção com bezerra e vários espíritos vem vitencampai e ele lá com aquele corpo opaco, aquela vergonha de estar no meio dos espíritos todos com a sua luz própria. Mas me permite lembrar que depois com o tempo ele atendendo a outros espíritos, é abordado por uns espíritos que foram padres na terra e que o atacaram muito. Ele ali conseguiu já num estado de amorosidade vibrar com paixão sincera, mas foi tão sincero e orou com tanta sinceridade que de repente ele percebeu uma luz em volta e ele falou: "Mas da onde vem essa luz?" Aí tem curso ampaio chega e fala para ele: "Essa é sua, essa é sua luz. Se eu continuar, ela vai cada vez iluminar mais, >> certo? >> É, é para lá que nós vamos, né? Isso aí. >> É, é muito interessante. Eu voltei, né, Zita? Muito. Para todo espírita precisa conhecer porque foi o primeiro livro espírita escrito por espírito espírita destinado ao público espírita, né? >> Exatamente. Frederico, >> olha só, Carlos, aqui não me permite compartilhar, mas seria uma questão interessante para Ana Maria. A Sandra Sorage coloca: "Gostaria de entender melhor quando Ana Maria falou que Euiptes Barçangufo entrou em transe e agradece. Pode explicar um pouco mais, Ana, por favor?" >> Eh, como se ele eh diminuísse a consciência eh naquele momento no ambiente onde ele estava. Então, >> uma espécie de ausência, né? Exato. Não é que ele conseguia, ele estava nos dois lugares, mas o lugar onde demandava mais atividade dele era onde ele tinha a condição de estar com inteiro, né? e consciência, consciência, a energia estava voltada para aquilo ali. Então, eh eh como ele precisava, ele precisava diminuir a atividade do corpo físico. Então, o trans é isso, é esse momento de diminuição. Eh, às vezes o trans surge da na concentração e às vezes é involuntário. Então ele sentiu o chamado lá e teve uma ausência
ividade do corpo físico. Então, o trans é isso, é esse momento de diminuição. Eh, às vezes o trans surge da na concentração e às vezes é involuntário. Então ele sentiu o chamado lá e teve uma ausência temporária na sala que o pessoal lutou >> fisicamente inclusive porque ele perdeu a cor, né? Claro, toda a energia tava lá naquele outro lugar onde ele precisava estar. >> Muito bom. E Saulo, então agora a quatro é para você. Kardec cita outro exemplo interessante no item 116. Aí pedimos a gentileza de você comentar, por favor. OK. O 116 é de uma outra senhora que reside no interior e estava enferma. E ali pelas 10 horas ela viu um senhor idoso que residia naquela cidade e que em algumas reuniões sociais ele, embora eles não tivessem nenhuma relação estreita, nenhuma relação mais próxima de amizade, então ela sentada numa poltrona perto da cama, ela eh que pegava chama pitada de rapé, né? >> Hum. para nós aqui no Brasil, acho que Rapé é bem conhecido >> e parecia velar por ela. Então, ela ficou surpreendida com essa visita naquela hora, quis perguntar o motivo, mas o o senhor não não falasse, não, ela ia dormir, ele não. Então, várias vezes esse gesto aconteceu até que ela acabou adormecendo. Depois de alguns dias, ela recebeu a visit, mas em hora conveniente, e dessa vez ele realmente estava lá, usava a mesma roupa, o mesmo caixinha de rapé, os mesmos modos. Então aqui vai desenrolando tudo isso que aconteceu e não era um sonho. Allan Kardec traz que não era um sonho porque ela ela não tinha essa condição de de achar que sonhou com alguém apenas. porque ele velava e ele cuidava dela com essa circunstância. E é mais um caso, né, entre o o a 115 e a 114. E o que All Kardec traz aqui é para consubstanciar que não era uma alucinação, não era uma mágica, porque ela efetivamente tinha aquelas experiências com esse senhor que vinha ali eh cuidar dela. Eu me lembro de um um fato acontecido comigo mesmo. O meu irmão mais velho, ele esteve internado numa UTI em Goiânia e nós
ente tinha aquelas experiências com esse senhor que vinha ali eh cuidar dela. Eu me lembro de um um fato acontecido comigo mesmo. O meu irmão mais velho, ele esteve internado numa UTI em Goiânia e nós eh estávamos no horário de visita, fomos visitá-los, ficamos um tempo, estava inconsciente, conversamos com alguns outros ali. Eh, foi muito interessante que a gente nessa época conseguiu uma coisa inusitada que foi eh uma liberação do hospital para levar a o coral da Federação Espírita de Goiás para eh paraa UTI. Eles foram lá e trouxeram uma harmonia eh na UTI. Foi realmente um momento muito rico. Mas o que eu quero contar mesmo é que eu fui para casa, dormi, casa da minha sobrinha, e no dia seguinte, no horário de visita, eu fui visitar meu irmão. Mas a hora que eu cheguei assim, que eu que eu estava de frente dele, uma senhora de uma outra cama na da mesma UTI, ela olha e fala: "Mas o senhor veio aqui essa noite? O senhor veio aqui, o senhor cuidou de mim, me abraçou e foi falando e queria um abraço meu e foi ali como se a gente tivesse passado a noite junto. Sabe? Certamente a gente interessado pelo humano, né? deve ter desdobrado do corpo. E a mulher estava, a senhorinha, né, estava muito feliz com a minha presença lá. O senhor viu essa noite aqui, cuidou da gente, foi muito bom. Então, acho que esses encontros assim, a vida é muito mais do que apenas uma situação limitada ao corpo, né? Eu creio que é isso que Allan Kardec tá querendo com a 116 aqui fortalecer. >> Muito bom. Eh, Carlos, tem a pergunta do Silvio Rodermba. Antes de prosseguir, a gente podia colocá-la às 21:49. Nos casos de experiências quase morte, corresponde a uma bicorporeidade. Vai para Ana, Maria e o Saulo, os dois, por favor. eh eh não deixa de ser um desprendimento, né, que pode ser bem similar, a gente poderia fazer essa inferência assim, porque a bicorporeidade é um tipo de desdobramento, né? A pessoa aparece em dois lugares. Ah, agora ali, quando a gente tá dormindo, a gente também pode se
a gente poderia fazer essa inferência assim, porque a bicorporeidade é um tipo de desdobramento, né? A pessoa aparece em dois lugares. Ah, agora ali, quando a gente tá dormindo, a gente também pode se deslocar, assim como aconteceu aqui com o Saulo, né? e ir pros lugares onde a gente tem eh preocupações ou onde a gente tem eh interesses, né, ou para aprender ou para ajudar ou, né, quem gosta de se divertir com coisas, né, as mais diversas, vai achar suas afinidades e vai desenvolver suas tarefas. Quem tem condições de enxergar, porque como estamos em espírito, vai poder enxergar. Então, eh, às vezes depende da situação da experiência de quase morte. Se a pessoa consegue ser vista, a gente pode falar que é bicorporeidade. Agora, se ela simplesmente eh saiu do corpo, que é muito comum nesses casos, né, relatar que eu vi eu eu me vi, né, deitado, eu vi os médicos, eu vi, ela que viu, então foi apenas o desprendimento dela que não teve impacto nas outras pessoas. Agora, se alguém viu ela, né, viu ela em dois lugares, aí a gente poderia entrar e interpretar que foi sim um fenômeno de bicorporeidade. Depende da situação, né? >> Permite? Não interrompi você >> não. Fica à vontade. Sal, >> já que eu contei o caso do meu irmão, aí os médicos disseram pra gente despedir do meu irmão que ele não ia permanecer no corpo mais. Então a gente pode despedir minha sobrinha, filha dele, chorando, né? E ele no plano espiritual, eh, passando por uma experiência que para ele era como se ele tivesse preparando o próprio caixão, fazendo parte da estrutura de que iria ser utilizado o seu caixão. E aí chega um senhor e fala com ele assim: "Olha, houve uma mudança de planos. Pode parar. Houve uma mudança. Ou seja, não vai agora. E aí, meu irmão acorda na nossa frente lá, gente chorando e ele acorda na nossa frente, volta pro corpo, houve uma mudança de planos. contrariando a medicina da terra, ele volta pro corpo e tá isso tem uns 15 anos, tá até hoje encarnado, ainda não foi ainda, mas é um fenômeno onde ele estava fora
corpo, houve uma mudança de planos. contrariando a medicina da terra, ele volta pro corpo e tá isso tem uns 15 anos, tá até hoje encarnado, ainda não foi ainda, mas é um fenômeno onde ele estava fora do corpo e participando de atividades lá enquanto o corpo dele estava ali sendo tratado pelos médicos. >> Interessante essas experiências, né, Saulo? Muito interessante. E Ana, o que Kardec esclarece do último parágrafo desse item 116? Ele tá falando a respeito dessa senhora que via o Só pra gente voltar um pouquinho, né? Porque a gente foi para outro lado. >> Sim. Foi falando >> da senhora que via o o homem com o rapé no quadro, né? Então ele vai dizer que as pessoas, os incrédulos, vão dizer que eh foi um sonho acordado, né? Ou foi uma uma alucinação e que isso eh não explica, né? Eh é muito fácil, né? a gente jogar tudo a conta do do imaginário ou da alucinação, né? Claro que a gente sabe que há pessoas que imaginam e a gente sabe que há circunstâncias em que de fato existe alucinação. Então sempre é bom a gente manter a prudência e fazer uma investigação. Kardec também nos aconselhava isso, mas aqui ele diz que especificamente no caso dessa senhora, ela não estava dormindo, ela tava acordada e lúcida. E esse fenômeno aconteceu com detalhes muito concretos, né? Tinha as roupas, tinha os gestos, tinha o uso do rapé, né? Coisa que ela ela não podia ter inventado. Às vezes, quando é imaginação, a gente se perde nas histórias, né? Ou alucinação também, porque a pessoa não vai lembrar todos os detalhes. Essa essa explicação só na só na imaginação, ela não explica também a coincidência de depois, né? ela ter encontrado o homem com mesmo do mesmo jeito, com a mesma aparência, com os mesmos com o rapé, né? Então ele tá mostrando que não é suficiente a gente ficar no ras, né? Simplificar as coisas, menosprezar certos fenômenos, né? Para descartar aquilo que a gente não entende. A gente precisa manter o espírito investigativo. A imaginação pode criar figuras vagas. alucinação não dá tanto, tanta
menosprezar certos fenômenos, né? Para descartar aquilo que a gente não entende. A gente precisa manter o espírito investigativo. A imaginação pode criar figuras vagas. alucinação não dá tanto, tanta informação, né? não não elas não reproduzem fielmente tantos detalhes que depois se confirmam na realidade. É, não é uma coisa tão clara como quando a gente tá acordado, Lúci, prestando atenção. Então, nesse caso mais lógico e lúcido, de acordo com essa nossa visão aqui, né, é reconhecer que realmente esse o espírito do homem se desprendeu, né, foi até lá, né, se desdobrou e ela conseguiu enxergá-lo, configurando então a bicorporeidade por conta, né, dessas dessas propriedades todas do perespírito. >> Bem, >> ótimo. Agora a seis vai pro Saulo, né, Carlos? >> Isto. >> Então, Saulo, outro fato é comentado por Kardec no item 117. Você poderia narrá-lo, por gentileza, clareá-lo para nós? >> Esse esse caso, de forma resumida, é um senhor que deveria se casar. estavam oferecendo a ele teus casamentos familiares e ele não conhecia a noiva e ela teve com ele antes dele conhecê-la. E depois quando ele esteve com ela eh ele levou maior susto por reconhecê-la e ela também. Os dois se reconheceram que estiveram junto fora do corpo per espiritualmente e se encontraram com a mesma roupa, o buquê de flores e depois se casaram. O que Allan Kardec aqui eh trabalha pra gente analisar é que se fala muito, se falava na época de imaginação, que a mente é capaz de imaginar situações que a gente deseja. Mas no caso aqui, o pretendente, ele nem ele nem estava tão assim entusiasmado, demorou mais de ano para ir conhecer a sua cultura noiva, não tinha essa força mental para querer imaginar e nunca tinha visto ela. Então, não tinha como ele imaginar eh a a fisionomia, tudo o que existia do outro espírito, que ele veio depois, em 1835, ele veio casar com ela. Eu creio que aqui Allan Kardec tá fortalecendo o a o fenômeno fenômeno desse encontro entre dois espíritos. Muito interessante. Interessante. É, é um caso diferente dos
m 1835, ele veio casar com ela. Eu creio que aqui Allan Kardec tá fortalecendo o a o fenômeno fenômeno desse encontro entre dois espíritos. Muito interessante. Interessante. É, é um caso diferente dos outros, né? Os dois se se reconhecem. Muito interessante. >> Eles esse caso aqui, eles não se conheciam, né? Nunca tinham >> não se conheciam. É. Então, quando encontram pela primeira vez se reconhece como já tendo se encontrado, né? É bem interessante. Eu gostaria de Já passo para você, só destacar. que existe algo acima de tudo isso, que é almas afins, almas que se almas que reencarnam para >> Então isso não é não é acaso, não é, nossa, que legal por se ver, não. Eles eles tinham já um compromisso na >> Havia havia uma espécie de programação, né? E se encontraram antes. E é o que acontece normalmente, a gente encontra, mas não lembra. E na situação eles se reconheceram. É o o inusitado da da coisa tá aí, né? É >> bem interessante. E >> é a Ana aí é o aqui o 117 tem um desdobramento, né? Também o que Kardec comenta aqui no último parágrafo desse 117 sobre esse caso? >> É a mesma basicamente a a mesma coisa, né? Que a gente não pode que ele comentou no outro caso que a gente não pode atribuir tudo isso à imaginação, né? justamente porque tinha todas essas coincidências aí de vestuário, né? A data também foi interessante porque tinha na na no Corpus Crist tinha uma celebração na cidade da moça, né? Todos os anos tem provavelmente ela usava o mesmo trage para essa celebração e ela apareceu para ele com aquela roupa que ela usava no corpos crísticos. E aí quando ele se encontrou, um ano depois era a data do Corpus Cristo, né? E é e interessante porque eles se reconheceram mutuamente, né? Que o Carlos tinha falado isso. Não foi só ele que viu ela, talvez e e ela também viu ele e reconheceu quando chegou lá, né? Então, eh, e aí talvez a gente possa dizer, como Saulo bem comentou, que os dois tinham essa coisa, essa ideia do da união, né, do casamento, uma preocupação quanto a isso, mas o homem aqui não tava
? Então, eh, e aí talvez a gente possa dizer, como Saulo bem comentou, que os dois tinham essa coisa, essa ideia do da união, né, do casamento, uma preocupação quanto a isso, mas o homem aqui não tava nem muito interessado em se casar, né? É o que fala aqui no começo. Então, eh, não era exatamente isso, né? Não era por conta disso. E talvez fosse justamente um chamado para ele ficar ligado quando ele encontrasse ela de que era alguém importante, né? Muito provavelmente também. Eh, é isso. Esse reconhecimento físico recíproco. Eh, isso não pode ser levado a conta de alucinação, né? Uma alucinação dupla. >> Uhum. Enfim. É interessante. >> Vamos pra oitava questão com Saulo. >> Uhum. >> Saulo, como pode o corpo viver enquanto está ausente o espírito? Acontece o desdobramento e como que o corpo vive? E a Kardec faz aqui na 118 analogia com as plantas que vivem e não têm espírito, mostrando aqui a questão orgânica da vida orgânica, mas também ele destaca que enquanto o espírito está vivendo a vida no corpo, ele está ligado, né? Ele tem o chamado cordão luminoso que liga o espírito ao corpo físico e que dá essa sustentabilidade, essa ligação de perespírito com o corpo físico. Quando o espírito sai do corpo e ele está encarnado, ele nunca é visto sem esse cordão que o liga. Ele está sempre ligado ao corpo dele. Isso é muito eh importante lembrar que a gente tem nas obras de André Luiz, Manuel Filomeno Mirando, tantas obras, casos de reuniões de espíritos no plano espiritual, aonde tem os desencarnados e os encarnados e os encarnados todos eles com seu cordãozinho ali luminoso ligado ao corpo físico. Is distingue. Dá para estudar bastante quem é quem gosta desses fenômenos, de estudar essa essa questão do perespírito. Eh, tem obras clássicas do espiritismo com o russo Alexandre ACP, com William Cooks, tem estudos muito ricos sobre isso e sobre essa ligação. O Alexandre Azakov teve com vários médiuns, inclusive Douglas Rome e outros médiuns e e fez estudos do perespírito, do peso
com William Cooks, tem estudos muito ricos sobre isso e sobre essa ligação. O Alexandre Azakov teve com vários médiuns, inclusive Douglas Rome e outros médiuns e e fez estudos do perespírito, do peso do perespírito no corpo físico, né? certa vez assim, eh, eu estava, acho que tem uns 20 anos isso, eh, assistindo uma reportagem de um, um senhor chamado Million Man de Belo Horizonte. Ele eh era um estudioso e um profissional das chamados foto russa, desenvolvido na russa. >> Uhum. na Rússia e ele conseguiu catalogar todas as doenças do corpo físico através da foto então ele dizia que naquele livro ele tinha como pela foto detectar até um câncer precoce que certamente ele afirmava que isso não ia avançar muito. muito rápido, porque uma fotoquía é muito barata e se o sistema econômico ir paraa fotoquía, ia eh ter toda uma uma consequência com os exames caríssimos que existem hoje. Mas o que eu tô falando aqui não é exatamente só sobre isso. É que ele traz que quando eles tiravam a foto de um corpo físico que o o corpo, o espírito já se afastou, já morreu o corpo. Dis que a foto fica igual ele usou na época. Você veja que faz tempo, ele usou aquelas fichas de telefone, eh, fichas de orelhão. Ele diz que a foto do corpo ficava da mesma forma da cor da foto de uma ficha do orelhão. Então, a foto, o corpo deixava de ter vitalidade, de ter aquela energia do perespírito. A foto detectava que aquele corpo quando morto ele ficava sem vida. >> Uhum. >> Ou seja, o corpo com vida precisa do espírito para dar essa dinâmica de de vitalidade. Acreditamos que é isso que a gente aprende na doutrina espírita. >> É interessante que você falou sobre essa questão da da máquina Killan, que foram medir a a aura do Chico, né? E a máquina não teve não teve alcance suficiente para medir o tamanho da aura do Chico, que ela era muito mais ampla do que a capacidade da máquina de medir. Então aí é onde a gente vai ver a questão da luminosidade, que depende da evolução do espírito. Mesmo encarnado, não é? O
o Chico, que ela era muito mais ampla do que a capacidade da máquina de medir. Então aí é onde a gente vai ver a questão da luminosidade, que depende da evolução do espírito. Mesmo encarnado, não é? O espírito irradia, né? Tem aquela aquela situação de irradiação. E essa máquina realmente ela ela ela e acabou, né? Né? Saulo, ninguém mais fala da máquina Kilia, >> não. Período lá atrás e acabou. É muito interessante essa, são interessantes essas experiências. Queria chamar a atenção aqui para duas coisas. Nós temos aqui manifestações de gente de vários lugares do Brasil, mas nós também temos gente do Texas, lá de Dallas acompanhando e do Uruguai acompanhando aqui ao vivo, não é? Então a gente agradece muito, gente, aí a a participação de vocês, não é? E então nós temos a a Marlene Viegas disse que tem uma pergunta aqui. Eh, eu trabalhei com muitos funcionários, mas tinha uma funcionária que nós não falávamos após alguns anos. Ela perguntou: "Por que nós nunca falamos um com o outro?" Eu respondi que não sabia o porquê e nunca mais conversamos. Tem como me explicar? Eu acredito que não tem. Não sei se alguém tem uma explicação para isso, né? Eh, são situações da vida, às vezes a gente não tem afinidade com a pessoa ou não tem oportunidade de convivência, não é? Não sei se tem algum comentário. >> Eu acho que é isso, né? Não tem como a gente para saber, talvez só vocês eh só inquirindo o teu coração, Marleine. >> Isso, >> né? Só que questionando o teu coração. E e bom, e o melhor agora, já que não falaram, não tiveram oportunidade, é dar um espaço importante eh com no teu coração para essa pessoa, né? Todas as pessoas que passam pela nossa vida, >> elas elas estão trazendo as suas questões, as suas dores, as suas angústias. Algumas a gente vai ter afinidade, outras não, >> né? Mas todas elas merecem eh os nossos desejos de eh de tudo de bom, né? Então, só faça isso e pronto. >> Uhum. Eh, e orar por ela, né? Emitir essa vibração boa que a Ana tá falando, né, pela pessoa
né? Mas todas elas merecem eh os nossos desejos de eh de tudo de bom, né? Então, só faça isso e pronto. >> Uhum. Eh, e orar por ela, né? Emitir essa vibração boa que a Ana tá falando, né, pela pessoa >> e aguardar, porque se tiver que reencontrar vai. É, a gente costuma dizer assim, a vida sempre traz de volta as pessoas com quem a gente precisa conviver. Se não trouxe é porque não tem necessidade, pelo menos por enquanto, não é? Se houver necessidade algum dia vai trazer. Mas eu queria voltar com Saulo aqui, porque eh Kardec faz uma uma pergunta dentro dessa desse tópico que você tava explicando, Saulo. Eh, depois de perguntar como pode o corpo viver enquanto está ausente o espírito, ele continua fazendo uma suposição. Poderíamos dizer que o corpo vive a vida orgânica que independe do espírito, não é? e que a prova é que as plantas vivem e não têm espírito. Eh, será que a gente pode considerar isso mesmo dessa maneira como ele colocou aqui? Como é que ele ele desdobra? O espírito se afasta mesmo da quando desdobra fica completamente afastado. >> Como falamos, ele fica ligado, né? não se ausenta porque inclusive psiquicamente a vida dele tá em torno à vida dessa persona, desse corpo, dessa comunidade, dessa o psiquismo dele está aqui, né? Hum. >> Mas é importante destacar que eh isso dá sustentabilidade também ao corpo, a energia, a vitalidade e e isso eh pela bondade de Deus nunca vai permitir que o corpo vá morrer porque ele saiu. Não faria sentido, né? Se é uma lei natural, é uma as leis são sempre a favor de um espírito, as leis são sempre bondosas, amorosas, justas, caridosas. Então, eh, na verdade, o a ciência espírita é a ciência do consolo pelo esclarecimento, que mostra a grandeza de Deus, assim, do tantinho que a gente consegue ver, né? Porque Deus a gente não tem o sentido para entender, mas dá esses flashes da bondade de Deus pra gente sentir confiança, sentir confortável, sentir segurança, sentir que a gente existe e está no colo dele. >> Muito bem. Tem uma pergunta aqui, que dá
er, mas dá esses flashes da bondade de Deus pra gente sentir confiança, sentir confortável, sentir segurança, sentir que a gente existe e está no colo dele. >> Muito bem. Tem uma pergunta aqui, que dá para colocar paraa Ana de repente. >> Isso. Vamos colocar. Ana, eh, a Regina pergunta: "Quando o corpo está dormindo, este não não precisa do espírito. Eles estão ligeiramente desligados um do outro, não totalmente. O corpo realmente a todo momento do eh precisa do espírito quando se encontra em estado de vigília". Correto? >> É assim, Regina. Quando nós eh dormimos, o espírito permanece conectado ao corpo. Eh, e aliás, quando a gente está acordado, o espírito é que está de plena posse ali da nossa do nosso corpo. Nós, espíritos nos encarnados, nós nos conectamos ao corpo físico, nos ligamos ao corpo físico através do perespírito. E essa ligação, como a gente já falou aqui, ela é feita molécula a molécula, é intrínseca. Só que o perespírito ele é expansível, ele é elástico, né? Então quando a gente dorme, quando a gente tem essa possibilidade de descansar o corpo físico, o espírito continua com as suas atividades, porque quem precisa do repouso é o corpo, né? Então o espírito pode se afastar e pode ir para outros lugares, né? Pode estar em outros ambientes, mas ele vai permanecer sempre conectado por meio, né, do que o Saulo trouxe aí, esse cordão fluídico que é uma extensão do perespírito, né? E aí então, eh a gente pode ir a longas distâncias, né? está no mundo espiritual é distante e que a gente vai estar sempre conectado ao corpo, porque eh a gente precisa disso, né? Não, o afastamento do espírito não faz o corpo morrer. A gente tá tão ligado que a gente só vai eh romper essa ligação com a morte do corpo. Então, não é a saída do espírito que causa morte, né? É a morte, né? desorganização, a desorganização da matéria que não oferece mais condições para que aquele espírito permaneça ligado à aquele corpo. Então, daí o espírito vai se libertar através da morte física. lá no
esorganização, a desorganização da matéria que não oferece mais condições para que aquele espírito permaneça ligado à aquele corpo. Então, daí o espírito vai se libertar através da morte física. lá no no plano espiritual a gente tem relatos, né, e o o Saulo trouxe alguns. Tem um relato muito engraçado até do a primeira vez que eu li eu lembro que eu ria do André Luiz no nosso ar, né? Porque eh ele conta ali então as primeiras experiências dele quando ele tava lá no mundo espiritual que ia haver uma reunião em que seriam chamados para essa reunião espíritos que estavam encarnados. Era uma reunião mista, vamos dizer assim, né, de encarnados e desencarnados. Os encarnados estariam dormindo e seriam levados, encaminhados, então, para receber orientações do mundo espiritual. E ele tava ali, né, desprevenido, não entendia ainda muito das coisas e se deparou com um e um espírito saindo, então um cordão que ele ele descreve como um cordão prateado da da cabeça, né? E ele se assustou com aquilo. Ele levou o susto, né? >> Pareceu fantasma. >> Imagina. é um fantasma que é ou sei lá, um ghost potergide, algo estranho acontecendo. Então ele se assustou e eh depois, claro, né, ele foi orientado que aquilo ali eh representava o o que o espírito ainda estava aqui na terra encarnado. E essa era a ligação que se mantinha, né? Tem um livro que a gente pouco fala de do de Allan Kardec, né, que é o que é o Espiritismo. E tem uma uma parte interessante ali que ele diz assim, ó, durante a vida, qualquer que seja a distância que se transporte o espírito, o a que se transporte, o espírito, fica sempre preso ao corpo por um cordão fluídico. Só a morte rompe esse laço. tá lá no que é o espiritismo no capítulo dois, né, desse livro escrito sim, desse jeitinho. A gente tem vários outros exemplos e aqui no item 118 ele também fala nisso, né? A gente quando o corpo requer, tipo assim, ah, precisa acordar, né, ou levou um susto aqui, né, ou e o espírito sente como que é convocado, né, a voltar e
e aqui no item 118 ele também fala nisso, né? A gente quando o corpo requer, tipo assim, ah, precisa acordar, né, ou levou um susto aqui, né, ou e o espírito sente como que é convocado, né, a voltar e volta rapidinho com a rapidez de um relâmpago, né, para porque eh as distâncias elas são vencidas rapidamente eh na espiritualidade, né? O corpo não pode morrer, né, durante a ausência do espírito. Opa. >> Uhum. >> Eh, rapidinho, a gente já passa essa pergunta pro pro Saulo. Eh, a Ana tava comentando, me fez lembrar >> me fez lembrar de um de uma de uma situação que a minha mulher viveu quando era jovem ainda, né? Mas ela já tava dando aula, tinha lá seus 20 e poucos anos. E ela então eh estudava, dava aula, tava muito cansada, na hora do almoço ela ela eh sentou numa cadeira de balanço e aí ela sentiu necessidade de de se preparar para continuar da tarde, queria tomar um banho. Belém do Pará, muito quente, né? Tomava um banho na hora do almoço. Aí ela disse que subiu a escada, chegou lá em cima no banheiro, foi abrir a torneira, não abria do banheiro, não abria, não conseguia abrir a torneira, não conseguia. Então ela ficou tão chateada que ela não conseguia tomar o banho que ela queria. E aí ela resolveu descer a escada, de repente procurar alguém para saber porque que ela não conseguia abrir o chuveiro. Quando ela tava na escada descendo, ela olhou, ela tava deitada lá no na cadeira, levou um susto e acordou. Ela tinha se desdobrado, não é? Tava tão cansada. E o o quem dorme é o corpo, é o corpo que tá cansado, né? E o espírito ativo foi fazer o que tinha que fazer na sequência da vida. >> Conclusão, o esper espírito não abre torneira. >> É, o espelho espírito não abre a torneira. O espírito desdobrado não consegue abrir torneira. Precisa do corpo para isso, né, Saulo? Mas Saulo, até a última você que a Ana começou a responder aqui. O o corpo não pode morrer durante a ausência do espírito. A Ana até falou que não pode. Por que que não pode? Ué, Deus criou o espírito para viver,
té a última você que a Ana começou a responder aqui. O o corpo não pode morrer durante a ausência do espírito. A Ana até falou que não pode. Por que que não pode? Ué, Deus criou o espírito para viver, né? Mas o espírito vive a em função da evolução moral. E o corpo é um instrumento. Deus na sua bondade, ele dá o que é definitivo e empresta o que não é definitivo. Ou seja, ele nunca pega de volta o que ele deu. >> Uhum. >> Mas ele pega de volta o que ele prestou. Ou seja, nós fomos criados por Deus pela sua bondade para nós mesmos. Porque Deus já é pleno. Ele não precisava de nada mais para poder se sentir pleno. Então ele criou você para você sentir a alegria de existir. Ele não pega de volta. O fez imortal nunca vai pegar de volta. >> Uhum. Mas ele criou e deu para você a imortalidade, ou seja, o seu tempo imortal nunca vai deixar de existir. Porém, o tempo no corpo, ele é transitório. Esse deixa de existir. O tempo que passou já foi. Então esse deixa de existir. O corpo é um desses que ele pega de volta. Ele emprestou e pega de volta. E esse corpo, ele não vai deixar de existir, só porque o espírito, o perespírito deu uma voltinha e foi ver um parente querido lá na Europa que tá com saudade e o corpo continua vivendo. Então, ligado à bondade de Deus, eu tô trazendo a parte filosófica porque o meu coração tá aqui animado com esse estudo. Então eu tô viajando aqui nessas nessas situações aqui do do da liberdade do espírito. Já tô querendo ir dormir para poder dar umas voltinhas por aí, encontrar vocês. A gente pode continuar o estudo hoje à noite, né, no plano espiritual. >> E a gente trabalha, né, Saulo, durante a noite. De vez em quando a gente lembra, né, nem sempre a gente lembra, mas às vezes a gente lembra do trabalho que a gente tava fazendo durante a noite com quem encontrou, né? Hum. >> Interessante. Euzita, tem umas coisas aqui no pessoal. >> É, vamos ver aqui. >> Acho que o Carlos caiu. >> Caiu, mas ele não deixou de existir. Foi dar uma voltinha. >> Caiu. Ele ele volta já já. Enquanto ele
ante. Euzita, tem umas coisas aqui no pessoal. >> É, vamos ver aqui. >> Acho que o Carlos caiu. >> Caiu, mas ele não deixou de existir. Foi dar uma voltinha. >> Caiu. Ele ele volta já já. Enquanto ele não volta, vamos colocar aqui para vocês. Eh, o Silvio coloca chegando, ó. Carlos caiu. É, a internet tá de mal comigo hoje. Me tá me jogando para fora, mas pode seguir, Zita. >> Então, é a pergunta do a colocação do Silvio Rodermbau às 22:29. Carlos, costumo brincar que somos flex quando encarnados usamos o corpo em vigília e o perespírito em desdobramento. >> Interessante, né? >> Muito bom. >> Interessante. É uma realidade. >> Aham. >> E temos também a Regina. O que acontece com o espírito quando a pessoa morre dormindo? A pessoa morre dormindo, Ana e Saul vamos pros dois. >> E acorda no mundo espiritual, né? Ela acorda verdadeira vida. Então na vida espiritual e vai seguir fazendo as suas coisas, né? >> D trabalho, né? >> Isso aqui é tão maravilhoso, né? A gente a gente vive >> Uhum. A gente vive o tempo todo, até quando a gente acredita que não vive, né? A gente não está vivendo. Jesus disse que ele veio para que a gente tivesse vida, né? E vida em abundância. >> Abundância, né? Uhum. >> E ela é abundante. A gente precisa identificar e querer se comprometer com ela, né? Seja aqui encarnado, seja desencarnado, né? >> Uhum. Muita gente fala isso, que gostaria de dormir, de morrer dormindo, porque já acordaria no mundo espiritual. Pois o meu paizinho foi assim, não é? Ele foi se deitar e a minha mãe perguntou para ele se ele se ele tava bem, se ele queria o chazinho. Ele disse que não, que ele tava muito bem, que não precisava se preocupar não, que ele tava bem. E aí deitou e quando foi lá pela madrugada, ela viu que ele não levantava, que ele não se mexia, não sei, foi verificar, ele tinha tinha partido, então foi foi dormindo. Disse que é é a morte mais suave, né? Mas a gente disse que depende da condição do espírito, porque se o indivíduo tá perturbado e ligado, né, à questões da
inha tinha partido, então foi foi dormindo. Disse que é é a morte mais suave, né? Mas a gente disse que depende da condição do espírito, porque se o indivíduo tá perturbado e ligado, né, à questões da matéria, pode ser que sofra bastante, né? Então, Regina, a resposta é essa, né? Em princípio, né? já desperta na realidade espiritual na hora que ele, né, o espírito na verdade não dorme, né, ele se afasta, é desligado do corpo ali naquela situação, mas todo espírito para haver desencarnação passa pro pela turbação. Então ele vai ficar eh como semiinconsciente, né, para depois salvo aqueles espíritos que já são bem elevados, o livro Obreiros da Vida Eterna, que a gente está relo André Luiz. é onde ele vai falar dos vários casos, né, de de desencarnação e que tem uma situação em que eu acho que a Delaide, ela trabalha no próprio processo, ela se desliga toda, ela que vai fazendo o desligamento. O bezerro de Mereza só vem cortar o laço final que esse espírito não consegue fazer nem tendo a evolução. Agora isso é raro. maior parte dos espíritos não é o o o Frederico Figner, por exemplo, né, o o irmão Jacó do Voltei, ele precisou de ajuda e foi o próprio Bezerra que o acolheu, mas ele passou pelo período da turbação ali naquele momento da desencarnação, não é? Muito bem. Tem tem uma última pergunta. Já foi, Zita? Acho que não tem mais nada aqui não, né? Parece que não. >> Ah, tem um a Raquel tem um comentário aqui, já foi lido, já faladoita que eu caí. Acho que não, né? Não, >> acredito que na bircorporeidade há manifestação de um desejo puro, genuíno, de querer estar em um lugar onde o corpo físico não tem alcance naquele momento. É, pode ser, né, que que seja o o Euripse se desdobrou naquela situação, indo ao encontro de uma necessidade, porque tinham a necessidade dele e ele espiritualmente recebeu o chamado. Então, André Luiz aprendeu isso, né? Tem um momento lá quando ele vai paraa casa dele que ele vê que a mulher dele tava casada com outro e a família toda nem lembrava direito dele. Só tinha uma
amado. Então, André Luiz aprendeu isso, né? Tem um momento lá quando ele vai paraa casa dele que ele vê que a mulher dele tava casada com outro e a família toda nem lembrava direito dele. Só tinha uma filha que que ainda lembrava com carinho dele e tal, aquela coisa toda. Ele se senta e ele tinha aprendido que ele podia chamar alguém pela concentração, pela oração. E a Narcisa vem para ajudá-lo, se apresenta ali, vem para dar uma mão para ele, porque ele tá num choque, né? ficou um tempo a 100 8 anos de umbral, depois mais assistência que ele recebeu. Quando ele foi liberado para visitar o lar, ele encontra aquela situação. E quem leu o nosso lar, né, sabe. Quem não leu fica o convite, viu, gente? Há uma obra maravilhosa, espírita, pra gente conhecer. Eh, mais algum comentário, Ana, sobre o assunto? Esse essa questão desse desejo às vezes ele não é consciente pro espírito. É >> como aconteceu aqui quando no caso do EuDes era consciente, ele recebeu o chamado e atendeu o chamado até pela condição do Eurípides. Mas às vezes, como esses encontros aqui de gente que encarnado não se conhece, né? os dois não se conhecem ou um não conhece o outro ou não pensa. Às vezes pode ser o desejo de rever uma amizade que a gente tem. A gente é cheio de amigo, né, gente, de amigos que conquistamos em outras experiências, porque a gente fala muito dos perseguidores, né, das revanches e tal. Essas existem, mas existem muitas amizades que a gente construiu ao longo da vida e que estão encarnados aqui na Terra, em outros locais e que a gente não se conhece, né, nessa existência. E aí, às vezes, surge o desejo de estar junto e se vai, se há o encontro, mas a gente não tem a consciência disso, né? Claramente isso pode se dar tanto através da bicorporeidade como através só de um de um encontro espiritual entre pessoas vivas, né? eh, que é faz parte lá no no livro dos espíritos, nós temos a uma parte lá que fala sobre a emancipação da alma, né, que vai nos explicando esses esses momentos todos,
iritual entre pessoas vivas, né? eh, que é faz parte lá no no livro dos espíritos, nós temos a uma parte lá que fala sobre a emancipação da alma, né, que vai nos explicando esses esses momentos todos, esses encontros que a gente tem. >> Muito bem, Saulo. Algum comentário final? >> Não, acho que foi foi bem colocado já. >> OK, então vamos encaminhar, né, Zita, pro fechamento. >> Uhum. Então, no nosso próximo encontro, nós seguiremos com o estudo aqui da segunda parte das manifestações espíritas no capítulo 7 da bicorporidade e da transmigração. Vamos seguir nos itens 119 a 125 para fechar esse assunto. >> Ótimo. Então, nós agradecemos a Ana Maria, ao Saulo, a vocês que estiveram conosco. Tenham todos muita paz e muita luz. Até a próxima sexta. Agradecimentos ao Marcos que cuida aí da da técnica, dando todo o apoio no trabalho. Será que eu teria mais uns 60 segundos para falar uma coisa? >> Sim, tem. Uhum. >> Tem. Eu lembrei de Joana de orientando como se preparar para sair do corpo na hora de dormir, né? >> Uhum. do livro Desafio, vida, desafios e soluções. Então, é bom convidar a todos que estamos aqui assistindo e participando do estudo, porque ela diz que nós podemos nos preparar adequadamente para ir aonde nós achamos que vale a pena ir, num estudo, num trabalho. Ah, eu quero ir participar do estudo, eu quero ir participar de um trabalho caridoso, eu quero ficar em plena atividade do bem, da caridade, porque o espírito não cansa, né? Quem cansa é o corpo, câncer o cansaço físico mental. Então ela diz que nós podemos, além do preparo do ambiente, além do preparo da da do tipo de música, de ambiência, de leitura, também fazer uma visualização, uma oração e uma visualização e criando a imagem aonde nós queremos estar. E com essa visualização, nós teremos ali toda a nossa força da nossa vontade. E ao sair do corpo, certamente a gente vai para onde nós realmente queremos estar. E o espírito, quando ele vai para lugares que ele estuda, que ele aprende, que ele trabalha, ele acorda de manhã outra
ao sair do corpo, certamente a gente vai para onde nós realmente queremos estar. E o espírito, quando ele vai para lugares que ele estuda, que ele aprende, que ele trabalha, ele acorda de manhã outra pessoa. Ela afirma no livro: "Dize-mes eh para eh parafraseando um ditado popular, dize-me como sonhas que te tirei que futuro terás". Ou seja, a vida fora do corpo, ela é balizar para a vida no corpo. O esforço de viver no corpo não é fácil, é trabalhoso. Então o preparo antes de acordar de manhã é essencial, mas o preparo antes de acordar de manhã vem do preparo para dormir. E se nós estivermos despreparados, é, o espírito sai do corpo e tiver um pirulito ali, ele vai para aquele pirulito, que ele adora aquele pirulito e, ó, vai embora para outros lugares. Então, é importante o preparo, porque senão a gente cai nas armadilhas aonde nós devemos nos preparar para acordar no dia seguinte. E que Jesus possa ser o influenciador da sua vida. Só uma um uma observaçãozinha aí em relação a a esse comentário, porque eu tava com isso a minha cabeça e passou vê como a gente tá com conexão e eu não falei, veio essa informação e eu >> e eu deixei >> eu deixei ela passar e mas o o que o que veio para mim naquele momento, não é, foi a questão do nosso rei da guarda, do nosso espírito. amigo do nosso protetor, né, desse que tá ali para nos acompanhar e nos orientar, porque que a gente lembre de pedir a ele antes de dormir, né, que ele nos oriente e nos leve aos lugares onde ele acha que a gente precisa receber a orientação ou onde a gente possa ser útil, né? E isso eu aprendi foi com Kardec, né? foi com os espíritos da codificação, que eles no Santo Agostinho mesmo lá na questão quando ele fala do nosso exame de consciência, ele disse pra gente pedir pro nosso anjo da guarda, né, nos ajudar nesse processo. Ele tá aí para isso, né? Então que a gente cria essa intimidade com ele >> para que o nosso sono possa ser amparado, né, e direcionado da melhor forma. Às vezes eu peço desculpa meu anjo da
processo. Ele tá aí para isso, né? Então que a gente cria essa intimidade com ele >> para que o nosso sono possa ser amparado, né, e direcionado da melhor forma. Às vezes eu peço desculpa meu anjo da guarda, eu falo para ele assim: "Eu sei desculpa de eu lembrar de você só na hora de dormir, mas hoje foi tão corrido, mas hora de dormir eu lembro de você." >> Pelo menos tá lembrando, né? Saulo na hora de dormir a gente normalmente esquece do nosso anjo da guarda, né? A comunicação com ele deveria ser mais >> mais fluente, né? Mais constante. Mas nós vamos aprendendo, né? Devagarinho. Muito bem, gente. >> Intimidade é >> mais intimidade com ele, né? Uma boa semana para todos. >> Obrigado, Elita. Até mais. >> Obrigada. Tchau. Tchau. >> Abraço virtual em você. >> Somos impulsionados e motivados por um bem maior. Por meio da caridade e da vivência do evangelho do Cristo. Chegamos onde chegamos, conquistamos o que conquistamos. O nosso trabalho acolhe quem mais precisa. E independente da distância, nossos meios acessam lugares que antes pareciam inalcançáveis. A comunicação é chave em todos os setores de nossa sociedade e ela muitas vezes nos permitiu abraçar quem precisava de atenção em momentos de dor e angústia. Esse trabalho é feito com muita dedicação por toda uma equipe profissional, preparada para produzir diversos tipos de conteúdos que alcançam o público. Já são mais de 4.000 conteúdos de qualidade disponibilizados gratuitamente em nossas plataformas, produzidos por comunicólogos, produtores audiovisuais, cenógrafos, editores, designers, programadores e técnicos de áudio. Toda essa estrutura só é possível graças a você, apoiador do nosso trabalho. E somos gratos por toda a sua doação até aqui. Mas este trabalho precisa continuar. Podemos acolher ainda mais pessoas. E para continuar alcançando tantos corações, precisamos de você. Por isso, mais uma vez, contamos com seu apoio financeiro. Apenas com ele poderemos avançar ainda mais e continuar próximos de você.
s. E para continuar alcançando tantos corações, precisamos de você. Por isso, mais uma vez, contamos com seu apoio financeiro. Apenas com ele poderemos avançar ainda mais e continuar próximos de você. Trabalhamos pelo consolo, pelo esclarecimento e pela esperança. E sabemos que somente juntos com você poderemos fortalecer essa corrente. A padrinha FEB TV. Estamos juntos com você através da FEB TV. Acesse doe.com.br BR e faça sua doação.
Vídeos relacionados
#01 Estudo de O Livro dos Médiuns AEE CFN/FEB - Introdução
FEBtv Brasil
#02 Estudo de O Livro dos Médiuns AEE CFN/FEB - Noções preliminares - Parte 1
FEBtv Brasil
#03 Estudo de O Livro dos Médiuns AEE CFN/FEB - Noções preliminares - Parte 2
FEBtv Brasil
“O que fazes da tua mediunidade?” com Jacobson Trovão e Reginal Souza (FEB) - (19/01/25 - 20h)
FEBtv Brasil · Jacobson Trovão, Regina Souza
#09 Estudo de O Livro dos Médiuns AEE CFN/FEB - Das manifestações espíritas - Parte 1
FEBtv Brasil
#05 Estudo de O Livro dos Médiuns AEE CFN/FEB - Noções preliminares - Parte 4
FEBtv Brasil
#08 Estudo de O Livro dos Médiuns AEE CFN/FEB - Noções preliminares - Parte 7
FEBtv Brasil
#06 Estudo de O Livro dos Médiuns AEE CFN/FEB - Noções preliminares - Parte 5
FEBtv Brasil