#22 Estudo de O Livro dos Médiuns AEE CFN/FEB - Das manifestações espíritas - Parte 14

FEBtv Brasil 06/09/2025 (há 7 meses) 1:14:27 809 visualizações

Estudo de O Livro dos Médiuns pela Área de Estudo do Espiritismo do Conselho Federativo Nacional/FEB. Semanalmente, toda sexta-feira, às 21h30, no horário de Brasília, com transmissão ao vivo pelos canais da FEB no Facebook, FEBtv no YouTube e Facebook e Portal do Consolador no Youtube. Encontro 22 - Segunda Parte. Das manifestações espíritas. Cap. VI Das manifestações visuais. Teoria da alucinação. Itens 111 a 113. Link de acesso ao Estudo: https://febtv.live/livrodosmediuns_cfn_feb Par...

Transcrição

Vamos juntos nessa jornada de conhecimento e descoberta refletir e expandir nossos horizontes sobre a mediunidade, ampliando nossa compreensão sobre o mundo espiritual e suas belezas. Estudo de Oviviuns pela área de estudo do Espiritismo do Conselho Federativo Nacional da Federação Espírita Brasileira. Olá, você que está conosco. nossas boas-vindas, as nossas boas-vindas aos participantes, todos ao Carlos Campete, que é vice-presidente de unificação da Federação Espírita Brasileira e Âncora conosco neste espaço, a Jamile Lima, coordenadora de grupo de auto atendimento e participante da equipe do programa para Viver o Evangelho da Federação Espírita do Estado da Bahia e Fábio Souza de Carvalho. que é presidente da Federação Espírita do Maranhão, secretário adjunto da Coordenação Regional Nordeste, palestrante e facilitador de grupos de estudos. São os nossos convidados. >> Muito bem, boa noite a todos. Uma saudação fraterna a todos que estão acompanhando o nosso estudo. Vamos dar continuidade hoje ao estudo do livro dos médiuns. Nós vamos examinar a segunda parte das manifestações espíritas no capítulo 6. das manifestações visuais, teoria da alucinação, aqui nos itens 111 a 113. E vamos iniciar perguntando aqui a Jamile, eh, referente ao item 111. Jamile, o que Allan Kardec comenta nesse item sobre a questão da alucinação? >> Olá, boa noite a todos que encontram-se conosco, ao Carlos, Euzita, Fábio, aos nossos internautas. O item em 111, ele vai trazer uma explicação acerca da alucinação. E aí é interessante que saibamos que não é a adotada exclusivamente pelo espiritismo. É bom que a gente também traga essa ideia de que ela é reconhecida, mas não pode ser assumida como explicação para todas as situações que envolvem percepções sensoriais as mais diversas, sejam as visuais, as olfativas, enfim, todas as correspondentes aos órgãos dos sentidos. O interessante é que a alucinação vai nos levar a uma ideia de erro. Então, uma percepção que eu venho a ter, ela vai ser considerada como uma

enfim, todas as correspondentes aos órgãos dos sentidos. O interessante é que a alucinação vai nos levar a uma ideia de erro. Então, uma percepção que eu venho a ter, ela vai ser considerada como uma ilusão. Então, o que eu percebo vai ser fruto de um equívoco, porque aquilo de fato não está acontecendo. E eu achei muito interessante nesse item 111, porque Kardec vai nos levar a uma reflexão de que nem a ótica e nem a fisiologia trouxeram uma explicação para o que seja a imaginação. Então, é fácil dizer que a alucinação é uma decorrência da imaginação, mas não explica também o que seria a própria imaginação. E aí ele vai nos trazer uma ideia de incompletude. Se eu não consigo explicar uma coisa ou parto do pressuposto de que aquilo que eu também não compreendo explica o que eu também não estou conseguindo entender, leva a gente a perceber que há uma espécie de vácuo, um vazio. E aí a proposta que ele faz, que ao mesmo tempo que é respeitosa, nos leva a refletir. Kardec toma muito cuidado. Ele não coloca uma espécie de conclusão eh precipitada de que as explicações não são adequadas, mas que elas não vão explicar o conjunto. Então ele vai recomendar que já que ela não explica tudo e se não tem uma teoria que de fato da alucinação abarque tudo, que as outras coisas devem ser sim explicadas por aquilo que a alma tem e que pode perceber na sua condição de espírito. E é interessante quando ele diz: "Não dá para explicar tudo pela ótica da matéria, considerando que nós estamos muito além dela. Tá fechado o seu microfone, Usita. >> Obrigada, Jamil. Muito bem. Fábio quer comentar alguma coisa? >> Não, a Jamile foi bem abrangente em suas análises. Muito bom. >> OK. Então, vamos entrar no item 112 e é para você a pergunta: a que são atribuídos os sonhos e como o espiritismo esclarece o tema? Eh, inicialmente, quando nós eh fazemos uma análise do item 112, a gente verifica que Allan Kardec pontua que a ciência ela não, pelo menos a época, não tinha uma explicação para a causa dos sonhos e se atribuía

mente, quando nós eh fazemos uma análise do item 112, a gente verifica que Allan Kardec pontua que a ciência ela não, pelo menos a época, não tinha uma explicação para a causa dos sonhos e se atribuía muito isso ao efeito da própria imaginação. Eh, no entanto, o próprio codificador, ele critica essa explicação por não definir mesmo o que é imaginação, nem como ela pode produzir imagens tão claras e nítidas eh durante o estado de sono. Eh, Kardec também questiona como essa teoria explicaria as visões de coisas reais que a pessoa nunca havia em estado de vigília e nas quais eh jamais havia pensado e correspondem ao mundo real, correspondem à realidade. Aí, por Kardec sugere eh que explicar algo desconhecido por algo ainda menos desconhecido, eh, constitui-se nisso ah um perigo, porque não é uma explicação, passa a ser uma questão sem resposta, sem qualquer lastro científico. É, no momento em que eu digo que o sonho é uma imaginação e eu não sei o que é imaginação, nem defino imaginação, é tomar uma coisa desconhecida para explicar outra mais desconhecida ainda. Ou seja, você não chegou a lugar nenhum. Como é que o Espiritismo esclarece o tema dos sonhos? Os sonhos eh se constituem um fenômeno complexo que se relaciona diretamente com a emancipação da alma durante o sono. É o que a gente vai extrair de o livro dos espíritos, especificamente a a partir da questão 400 o livro dos espíritos. E essa libertação parcial da alma, ela vai permitir eh que o espírito, ainda que esteja com alguns laços eh presos ao corpo, esses esses laços estão mais afrouchados e o espírito tem condição de se desprender parcialmente. E ao se lançar eh no mundo espiritual, no espaço, eh ele pode estabelecer relação com outros espíritos, relação consigo mesmo. É, e isso vai eh trazer explicação sobre as lembranças que esse espírito teve durante essa emancipação da alma, que nós chamamos de sono. Então, a lembrança seria o sono, a emancipação da alma, o sono. eh essa essa natureza desses sonhos e

e as lembranças que esse espírito teve durante essa emancipação da alma, que nós chamamos de sono. Então, a lembrança seria o sono, a emancipação da alma, o sono. eh essa essa natureza desses sonhos e como lembrança, elas podem ser, conforme a classificação que Allan Kardec apresenta, elas podem ser tanto a recordações de passado, lugares, coisas que o espírito ele já eh experienciou nessa ou em outras existências, em outras ocasiões, pode ser pressentimento eh do próprio futuro. visões do futuro permitidas por Deus, visões daquilo que pode acontecer e acontecerá em outro lugar para onde ele se transporta e consegue perceber isso em razão eh da altura simbólica onde ele se encontra. E aí do cima desse monte, que é a comparação que ele faz na obra Gênese, ele consegue ver o que acontece com quem está serpenteando um lugar e ele vê antes que aconteça que aquela pessoa depois daquela curva vai encontrar isso ou aquilo. Então eu consigo ver o futuro porque eu estou desprendido do corpo. pode ser, podem ser, eh, encontros com espíritos, como a gente havia dito no início, quadros alegóricos, porque os espíritos eles podem apresentar eh a aquele que está vivendo a experiência de emancipação da alma, eh conselhos, eles podem apresentar eh visões e se eles forem superiores, essas visões elas têm algum sentido. Se não forem, ou elas não têm sentido algum, ou elas são induções para paixões eh humanas. Eh, e Kardec ainda pontua a influência também da da própria matéria e da imaginação. É quando a alma ainda ela sob a influência da matéria, guarda algumas preocupações do estado de vigília que podem dar uma certa aparência daquilo que acontece durante o sonho, principalmente quando ele se dedica a determinadas leituras, filmes, a coisas que podem lhe trazer excesso de impressões. Ah, então é, acho que é mais ou menos isso, deixar a Jamile falar um pouquinho também. Jamile, eh, dentro desse item, não é, a gente ainda pergunta, eh, há uma explicação científica para as organizações como Kardec desenvolve o

s ou menos isso, deixar a Jamile falar um pouquinho também. Jamile, eh, dentro desse item, não é, a gente ainda pergunta, eh, há uma explicação científica para as organizações como Kardec desenvolve o tema nesse item 112. Kardec faz uma construção magistral, se é que as construções todas que ele fez, né, elas podem ter essa adjetivação, mas acho interessante a didática que ele vai construindo e que nos ajuda a entender o que é mesmo que a alucinação pode representar e o que é que pode ser realmente considerado como algo percebido pela alma. Aí, lembrando que estamos falando do espírito eh encarnado e ele vai falar de uma questão que a gente poderia denominar ou entender como fruto do acaso. E aí ele vai dizer que o acaso não pode ser algo que se repita, senão perderia a característica de ser algo fortuito que aconteceu em um momento isolado ou por acaso e deixou de acontecer. Então ele diz que a repetição já é um indício de que aquilo que é denominado como alucinação não pode ser obra ou fruto do acaso. Então ele vai dizendo que essa frequência é relatada então por pessoas que experimentam esse estado, a gente pode denominar de ampliação de consciência ou estado alterado, e que elas vão percebendo no ambiente coisas que natural ou comumente elas não perceberiam. Então, como a gente já compreende um processo de que a gente precisa de uma certa emancipação da alma no cochilo, um fechar dos olhos, uma conexão pela prece, por essa conexão nós vamos percebendo no ambiente outras coisas que em vigília e no automatismo do cotidiano nós não perceberíamos. E aí ele faz perguntas muito simples, mas ao mesmo tempo inteligentes, como é que eu não estou pensando em uma determinada pessoa, inclusive nem recordo durante o meu dia a dia da existência dela e vejo aquela comunicação ou muitas pessoas relatam isso, eu vi fulano como se tivesse entrando ou apareceu e me disse alguma coisa. Eu sonhei e horas depois ou no dia seguinte a gente recebe então a notícia de que aquela pessoa

muitas pessoas relatam isso, eu vi fulano como se tivesse entrando ou apareceu e me disse alguma coisa. Eu sonhei e horas depois ou no dia seguinte a gente recebe então a notícia de que aquela pessoa desencarnou. Então, se eu não estou com um pensamento nela, por que que aí a gente volta pra ideia que por acaso eu então recebo aquela mensagem ou vejo ou recordo daquela pessoa. E Kardec ainda diz mais. Muitas vezes as pessoas além da visão, da lembrança, alguma menção ou você pode recordar de vivência com aquela pessoa, você ainda consegue perceber as circunstâncias em que a morte aconteceu. Então, se isso não é consequência da memória, vamos dizer, você vem lembrando dessa pessoa dias, o que ele diz que não é, são ocorrências em que você recorda e mais das minúcias, então, daquele desencarne, não dá para dizer que isso é fruto de alucinação, porque a comprovação do que está sendo percebido é logo então em seguida, digamos que atestada. Então, a imaginação, a alucinação não podem explicar essas eh situações ou ocorrências. Por isso que Kardec no desenvolvimento desse raciocínio, ele vai dizer: "Olha, se não tem nada que explique essa alteração ou digamos que as experiências sensoriais que expliquem, significa que a alma transportou-se para o lugar em que aquele fato aconteceu. E se não é fruto de alucinação e a comprovação vem depois, significa que a teoria aí então adotada para justificar a alucinação, ou ela é falsa ou ela é incompleta. E aí Kardec vai fechar esse item nos afirmando que toda e qualquer teoria que tenha algo que a contraponha significa que ela está carecendo de alguma complementação. E se não obtiver a complementação, ela então é falsa. Logo, ele propõe que essa teoria, mesmo existindo, que ela abra a possibilidade de outras explicações para aquilo que não é de fato uma alucinação, sim uma ocorrência concreta, porque tem comprovações subsequentes. Bom, Jamille Fábio, quer fazer alguma coisa? Sim, só eh um elemento muito interessante eh que a Jan trouxe,

é de fato uma alucinação, sim uma ocorrência concreta, porque tem comprovações subsequentes. Bom, Jamille Fábio, quer fazer alguma coisa? Sim, só eh um elemento muito interessante eh que a Jan trouxe, a a por a alucinação ela se transformou na tentativa de explicação dos materialistas, porque a alucinação ela a priori uma percepção sem objeto real. Imagina eu perceber uma coisa, mas tem objeto não é real. Eh, eh, é como se o ambiente externo não tivesse nada ambiente externo que correspondesse a qualquer estímulo quanto a percepção que eu estou sentindo. Então, eu tenho uma percepção, mas não há um estímulo correspondente. Eh, eu estou aqui e digo que senti um vento. Olha, se te se tem um vento, existe um estímulo correspondente externo que me fez sentir esse vento. Eh, no momento em que alguém ela descreve uma determinada sensação e o materialista não vê nenhum estímulo externo, para ele não há um objeto real que provoque aquela percepção. Então, para ele só tem uma explicação. Essa explicação será uma alucinação. O que Kardec demonstra é que esse estímulo externo existe. Esse estímulo externo são os espíritos. Os espíritos são reais. Eh, então ele começa o livro dos médiuns respondendo a pergunta a espíritos. Ou seja, no momento em que eu reconheço que eles fazem parte da realidade, eu afasto a ideia da alucinação como uma percepção, eh, sem que exista no ambiente externo um estímulo que corresponda a ela. Mas na verdade existe. Eu estou, por exemplo, vendo a uma pessoa que está dizendo que vai desencarnar e eu vejo que essa pessoa desencarnou logo depois. O estímulo externo existiu. É isso que a Jamile tá falando. Então, eu estou diante de uma comprovação científica da existência dos espíritos. E é exatamente por isso que o sistema da alucinação não consegue explicar todos esses fenômenos. É incompleto. >> Beleza, Fábio? E continuando na linha do seu raciocínio, na no item 113, provam os fatos que há aparições verdadeiras? >> Eh, sim, nós poderíamos dizer indubitavelmente que sim. Os fatos

ncompleto. >> Beleza, Fábio? E continuando na linha do seu raciocínio, na no item 113, provam os fatos que há aparições verdadeiras? >> Eh, sim, nós poderíamos dizer indubitavelmente que sim. Os fatos provam que há aparições verdadeiras. Allan Kardec, eh, ele explica que estas aparições elas são perfeitamente elucidadas eh na teoria espírita. E para aqueles que que não admitem nada além do organismo físico, as aparições verdadeiras, elas eh são naturalmente negadas, porque você eh tem um paradigma ontológico de que a única coisa que existe é a matéria. tanto como o espiritismo ontologicamente prevê além da matéria algo espiritual que é o espírito e acima de tudo Deus, fica muito mais fácil de explicar e comprovar esses fenômenos. Então, essas aparições elas eh se atestam e se provam pelas visões reais. da diante do exemplo do que a Jamile falou, eh, eu tenho como comprovar esses fatos. Eh, eu tenho aí também a a a possibilidade de identificar nessas eh aparições elementos que o indivíduo não estava pensando anteriormente, como a Jamil lembrou, eh situações em que elas se comprovam quando você tem uma previsão, você tem um pressentimento e os pressentimentos se confirmam, você tem outra prova prova dessas aparições. E aí, a medida em que Allan Kardec vai se valendo de um elemento matemático chamado probabilidade, ou seja, são muitas as pessoas que trazem a narrativa, elas não estavam pensando que aquela pessoa estava para desencarnar. Essas pessoas elas se comunicaram. Essa probabilidade aproxima da verossemelhança da teoria de que as aparições elas de fato têm comprovação científica. Ou seja, eu reúno diversos fatos que comprovam isso e o conjunto desses fatos para a ciência passam a ser naturalmente a prova de que aquele fenômeno é um fenômeno patente, existente e explicado por uma determinada lei natural. É assim que a gente pode dizer que as aparições verdadeiras elas têm prova fática, elas têm prova fenom fenomênica, elas têm prova empírica e elas têm explicação

icado por uma determinada lei natural. É assim que a gente pode dizer que as aparições verdadeiras elas têm prova fática, elas têm prova fenom fenomênica, elas têm prova empírica e elas têm explicação teórica. >> Muito bem. Jamile quer comentar alguma coisa sobre essa essa questão? >> Não, me sinto contemplada pelo que Fábio trouxe. >> Muito bem. Nós vamos fazer, apresentar aqui um comentário do Silvio. Ele coloca assim: "Na obra animismo e espiritismo de Alexandre Xakov, o Dr. Hartman tem como teoria em seus estudos que os fenômenos mediúnicos são alucinações, sem comprovação alguma de fato, né? Eh, ali escrito, esse Dr. Hartman escreve para combater, mas não apresenta prova de nada, né, naquela época. Então fica tudo na base do eu sou autoridade, eu estou falando, vocês têm que acreditar no que eu estou dizendo, mais ou menos por aí, né? Então, >> exatamente. >> E e não é bem assim, né? A questão é que as coisas não são como a gente cria, as coisas são como elas são. E é tão interessante, né, que eh alguns cientistas eh naquela época combatendo a questão da crença religiosa, eles criavam crenças, né? criavam também dogmas, mas isso tudo vai evoluindo com o tempo, né? Hoje em dia, eh a ciência vai se aproximando mais da ideia, não é, de uma realidade que vai além daquilo que os sentidos estão manejando e que os equipamentos puderem evidenciar até agora, né? E há um pedido aqui da Maria Aparecida. Eh, Maria Aparecida, nós não temos quem possa trabalhar isso agora, tá? Ela diz que se poderiam fazer um material sobre narcisistas na parte espiritual, independente da psicologia. Teria que ser um estudo feito por, né, especializados. Eu vou anotar aqui do lado para apresentar isso aqui para ver se alguém que que trabalha, né, nós temos uma equipe de especializadas e tem a parte da psicologia para ver se alguém já pesquisou alguma coisa sobre esse assunto. Se pesquisou, a gente traz, tá bem? Mas se não pesquisou, porque é uma coisa bem específica, nós temos que ter elementos, informações do

ara ver se alguém já pesquisou alguma coisa sobre esse assunto. Se pesquisou, a gente traz, tá bem? Mas se não pesquisou, porque é uma coisa bem específica, nós temos que ter elementos, informações do mundo espiritual para compor isso, não é? E em princípio no momento nós não dispomos, tá bem? Mas nós vamos anotar aqui então, Jamile, vamos paraa questão cinco do nosso roteiro de hoje. E e tá dentro desse item 113, né, que ele é bastante profundo e longo. E aí a nossa pergunta é tirada dali do que Kardec está colocando. Então, são sempre reais as visões ou não serão algumas vezes efeito da alucinação? Que que ele fala para nós? Mais uma vez ele traz uma explicação brilhante. E o que eu acho admirável na codificação é que não há um receio de que o confronto acabe abalando as bases estruturantes do espiritismo. Porque quando a pergunta as visões são sempre reais? você pode responder ou que sim ou que não, mas ele vai trazendo ponderações e nisso a gente vai enxergando essa ideia de fé raciocinada, né? Então ele vai responder que sim, mas logo depois ele diz algumas vezes. Então quando ele fala isso, a gente pode identificar o nosso cotidiano quando estamos muito preocupados com alguma coisa ou que vamos dormir com um problema que pra gente naquela situação não tem uma solução, pelo menos não inicialmente, ou que a gente assiste alguma coisa que nos impressiona. Já observaram as sensações que nos causam quando a gente assiste um jornal ou alguma coisa com uma cena muito violenta e que aquilo nos tira o equilíbrio, nos consome ou a gente fica preocupado? É muito natural que a gente acabe sonhando ou até levando essa imagem para o nosso dia a dia. É tão perturbadora que isso acaba nos acompanhando. E vamos lembrar também que se isso nos acompanha e a gente vai alimentando essa forma pensamento, espíritos que não estão muito interessados na nossa harmonia podem se valer da sua possibilidade de alterar o perespírito para nos assustar, para nos amedrontar e tantas outras coisas que nós já conhecemos. Inclusive

o estão muito interessados na nossa harmonia podem se valer da sua possibilidade de alterar o perespírito para nos assustar, para nos amedrontar e tantas outras coisas que nós já conhecemos. Inclusive os espíritos se valem desse tipo de estratégia em processos obsessivos. Então eles assumem a forma perespiritual daquilo que a gente pode ter medo, como por exemplo a figura do diabo ou então algo que nos cause asco como formatos de animais em que visualizando aquilo muito naturalmente a gente perde a paz e a harmonia. Então ele vai dizer que quando nos deixamos impressionar em excesso, o que a gente poderia entender como imaginação é factível, mas também pode haver um proveito dos espíritos para nos desarmonizar nesse tipo de situação. Aí ele vai então dizer que o espírito, a partir desse envoltório semimaterial, ao poder assumir essas formas, pode se manifestar. E aí a gente pode lembrar de um espírito zombeteiro, mas a gente também precisa ter sempre uma visão proativa de que não são só os espíritos zombeteiros, levianos e aí ignorantes que agem em relação a nós. Eles também podem os bons espíritos se manifestarem de uma forma que a nossa imaginação já tenha como algo bom, como por exemplo um anjo, Dr. Bezerra de Menezes, que a gente tem em alta conta. E os espíritos podem assumir essas formas para nos acalmar, nos aconselhar e tantas outras coisas. Então ele vai dizendo: "Sim, essas visões podem ser da imaginação, mas também podem ser fenômenos naturais da relação de uma alma encarnada com o espírito no mundo dos espíritos". Nós somos seres interesistenciais, então é muito natural que essas visões ou até mesmo ruídos ou sensação de sabores, cheiros que a gente percebe, que às vezes até já atribuímos diretamente a determinados espíritos, nós já temos uma ideia de que essas relações podem existir. Mais uma vez, Kardec, didaticamente insistindo, nem tudo fica no campo da matéria. Nós temos explicações outras e estamos além desse instrumento que a gente se manifesta.

essas relações podem existir. Mais uma vez, Kardec, didaticamente insistindo, nem tudo fica no campo da matéria. Nós temos explicações outras e estamos além desse instrumento que a gente se manifesta. Não somos matéria, nos expressamos através dela. >> Muito bom, Fábio. >> Comentos. Então vamos prosseguir, >> Fábio. Quando em sonho ou de modo diverso, se vem, por exemplo, o diabo ou outras coisas fantásticas que não existem, não será isso um produto de imaginação? Eh, Allan Kardec, ele trabalha bem essa questão no item 113, eh, de Livro dos Médiuns. Eh, e aí a gente vai perceber eh duas coisas interessantes. Primeiro, Allan Kardec, ele pontua que algumas vezes essas visões de coisas fantásticas como o diabo, eh, eh, e, eh, elas, eh, de fato podem ser sim um produto da imaginação. Isso ocorre especialmente quando a pessoa ela dá muita atenção a certas leituras, filmes, eh utilizando a expressão de Kardec histórias de sortilégios, né, que impressionam muito. E mais tarde, ao recordar-se delas, julga que realmente viu uma coisa que não existe. Eh, e aí vale aqui um um parênteses sobre a própria natureza humana. Eh, Palma quando escreveu medo líquido, ele faz uma comparação eh do medo do indivíduo, do ser humano, com medo de um animal. Eh, o animal em regra, ele tem medo diante de um estímulo real existente. Por exemplo, o animal, ele não tem medo do escuro, mas o homem pode ter medo do escuro, ainda que não haja perigo nenhum. O animal, mesmo no escuro, só vai ter medo se houver ali um estímulo que gere. Isso por quê? Porque como nós somos estimulados para algo além daquilo que estimula os animais, nós somos estimulados por livros, por filmes. Imagina, você acabou de assistir um filme de terror à noite, na hora que desliga a luz no filme, o o monstro corria atrás da pessoa no escuro, você já tá imaginando que a luz do carro que passou e a luz passou rapidamente pela sua janela, já alguém correndo atrás de você. E aí você corre o risco de começar a ver coisas onde não há nenhum estímulo

já tá imaginando que a luz do carro que passou e a luz passou rapidamente pela sua janela, já alguém correndo atrás de você. E aí você corre o risco de começar a ver coisas onde não há nenhum estímulo real ou mesmo eh está diante de uma ilusão, onde você tem o estímulo externo, mas você interpreta errado. Sabe aquela pessoa que na penumbra ela tá o casaco lá pendurado? Aí no lugar do casaco ela tá vendo um homem, né? E não só o casaco. Ou seja, ela está fazendo a interpretação errada. Só que Allan Kardec também lembra que o espírito eh sob o o involtório semimaterial, que é o perespírito, ele pode também tomar todas as espécies de formas para se manifestar. Então assim, o espírito zombeteiro, ele pode aparecer sim com chifres e garras, eh ele pode aparecer de formas fantásticas se lhe aprover, pode se divertir à custa da credulidade de quem vê. Então, eu posso estar diante de uma alucinação, eu posso estar diante de uma imaginação, de uma ilusão, eu posso estar diante, de fato, de uma visão de um espírito cujo cuja plasticidade, essa propriedade plástica do perespírito, permitiu que ele eh se apresentasse com chifres ou de uma forma muito fantástica. Então essa manifestação de figuras fantásticas pode ter essas duas origens, ou a imaginação ou de fato a ação do espírito que se apresenta dessa forma, em razão dessa propriedade do perespírito. >> Muito bom, Fábio. Eh, Jamile, eh, primeiro Eusita tem duas perguntas, como para elas não ficarem fora de contexto, eu vou colocar uma para Jamília agora, né? Então, meu Fábio pode complementar se ele quiser depois e aí você coloca a outra para é pro Fábio. Eu vou colocar o do Jonas para você, Jamílio, porque está relacionado com o que o Fábio está comentando agora, inclusive. Mas é uma pergunta específica, né? O Jonas coloca: "Um usuário de drogas do tipo alucinógena tem de fato alucinações, certo?" >> Sim, Jonas, ele tem, sim. ele está em estado alterado de consciência, então ele pode vir a ter alucinações, inclusive ajudadas por aquilo que o

do tipo alucinógena tem de fato alucinações, certo?" >> Sim, Jonas, ele tem, sim. ele está em estado alterado de consciência, então ele pode vir a ter alucinações, inclusive ajudadas por aquilo que o próprio cérebro guarda. Então é como se houvesse uma visita a esses arquivos da memória, em que ele vai trazendo elementos que inclusive poderiam nem estar aí numa ordem consciente. Então ele pode lembrar de coisas do passado, pode acessar conteúdos até mesmo de outras experiências reencarnatórias que vê à tona em um momento em que estamos nesse estado. Quando a gente pensa, por exemplo, até na mediunidade, nesse deslocamento perespiritual em que há essa fusão ou um encontro dos perespíritos, há uma possibilidade de captação daquilo que está no ambiente. Então, do mesmo jeito que Kardec nos levou a imaginar, o que Jonas traz é correto. Sim, uma pessoa que usa a substância psicoativa, ela pode vir a ter alucinações, mas como ela está ali em um outro estado alterado de consciência, isso não impede também de captar espiritualmente aquilo que acontece no ambiente em que ele está inserido. Aí mais à frente, quando formos comentar as outras perguntas, a gente aprofunda esse tópico, porque dá aquela ideia de que a gente não sabe o que é real e o que é imaginação, porque estamos olhando e percebendo várias coisas que já podem estar contidas e que podem estar no ambiente, mas a resposta é sim, mas também pensando que outras possibilidades acontecem. >> Muito bom. Essa aqui pro Fábio Zita. Então, Fábio, o que acontece comigo? Eu gostaria de uma explicação, por gentileza, diz a Regina Div. Eu sonho com os meus entes queridos e amigos desencarnados quase que todos os dias, mas no entanto na mediúnica, só consigo ficar na sustentação. >> Eh, isso não é um problema. A priori, Regina, quais são as nossas sugestões? Eh, existe uma lei que nós não costumamos considerar uma lei natural, que é a lei do anjo guardião. Eh, e nós desconsideramos muito essa lei natural. Que diz essa lei? Eh, todos nós, todos os espíritos

h, existe uma lei que nós não costumamos considerar uma lei natural, que é a lei do anjo guardião. Eh, e nós desconsideramos muito essa lei natural. Que diz essa lei? Eh, todos nós, todos os espíritos inferiores têm um espírito de uma ordem superior, lhes prestando assistência, lhes cuidando. E pouquíssimas vezes nós oramos para o nosso anjo guardião antes de dormir, a fim de que ele nos preste assistência e nos conduza durante o sono para locais onde nós possamos aprender e venhamos no dia seguinte a utilizar esse aprendizado para eh atravessar bem as provas, tomar decisões melhores, agir conforme as leis morais e e assim sucessivamente. Então, a minha primeira sugestão diante dessa narrativa é esse contato mais íntimo com o anjo de guarda, com os espíritos superiores, especialmente eh antes de dormir. Obviamente, prece contraindicação, também ao acordar e sempre que lembrar, ela é sempre muito oportuna. E o segundo ponto é que nós criamos a ideia de que nós só vamos contribuir mediúnicamente ou medianimicamente se houver alguma daquelas eh daqueles tipos de mediunidade que nós estamos acostumados e esquecemos que pela emancipação da alma nós temos contato com o mundo espiritual que pode nos trazer revelações às vezes mais graves. do que a de médiuns ostensivos. Vou dar um exemplo. Se a gente pega no Velho Testamento, ah, os sonhos de José para o faraó, eles foram muito mais impactantes do que aquilo que era revelado pelos próprios médiuns egípcios. Ele foi consultar um judeu que revelou um sonho, interpretou um sonho que ele tinha. Ou seja, ele teve uma revelação onírica, explicado por um judeu e do qual os médiuns, que geralmente constituíam os oráculos a serviço dos reis, não deram conta de explicar. Então, às vezes os sonhos são muito importantes, às vezes o contato com os amigos espirituais são importantes e como o sonho é uma lembrança do que aconteceu durante o sono, muitas vezes essas lembranças elas só têm alguma razão de ser no mundo espiritual e outras têm

com os amigos espirituais são importantes e como o sonho é uma lembrança do que aconteceu durante o sono, muitas vezes essas lembranças elas só têm alguma razão de ser no mundo espiritual e outras têm algum reflexo para nós durante a existência física. E isso, a experiência vai nos ajudando a diferenciar uma coisa de outra, mas a prece, a intuição, que ela resultante do pedido do anjo de guarda. Meu anjo de guarda, me ajude a interpretar esse sonho, me ajude eh a compreender o que eu devo fazer, por eu estou tendo esse tipo de sonho, porque eu estou tendo tanto contato com Beltrano que já desencarnou. Toda noite eu sonho com ele. Então, essas preces nos ajudam a encontrar explicação. Então, é um uma lei natural, uma lei da natureza, essa lei do anjo de guarda. >> Muito bem. Jamile quer comentar alguma coisa? Eu comento, eh, achei muito interessante, como a nossa irmã coloca, eh, o fato de que não há uma comunicação no momento em que ela está na reunião mediúnica e que ela está ali na sustentação. Mas é interessante também pensar que a comunicação já aconteceu pelo sonho. Então, é muito provável também ou é possível que pensemos que se não há uma comunicação na reunião mediúnica, é que para esses espíritos que lhe têm afeto e que lhe tem amor, eles já se comunicam contigo pela via dos sonhos. Isso a gente vê muito bem explicado em o livro dos espíritos. O momento da emancipação da alma é uma espécie de respiro para o espírito, em que ele volta para a pátria, onde ele é aconselhado, encontra os seus que já lhe antecederam no retorno e volta mais fortalecido. Então, nesse sentido, a comunicação já vem acontecendo, você já desfruta desse convívio. Então, achei interessante trazer essa ideia de que isso pode fazer com que não haja necessidade da manifestação na reunião, porque o contato já está sendo permanente pela via do sonho. >> Isso. E eu só agregaria que de toda maneira, se você participa do trabalho mediúnico como apoio, não é, vibratório, eh, queria lhe dizer que eu sou médium e

está sendo permanente pela via do sonho. >> Isso. E eu só agregaria que de toda maneira, se você participa do trabalho mediúnico como apoio, não é, vibratório, eh, queria lhe dizer que eu sou médium e eu tive a oportunidade de comprovar a diferença entre o trabalho mediúnico quando não tem apoio vibratório e onde tem. E eu lhe digo que a diferença é muito grande. Então, o apoio vibratório às vezes em certas circunstâncias, se constitui como o elemento mais importante da reunião. Então, eh, a gente tem que tomar muito cuidado com isso, porque na verdade o apoio vibratório é médium também, não médium de psicofonia às vezes, né, de psicografia ou nem de evidência, mas é um médio de sustentação. E isso é um trabalho muito importante dentro da atividade mediúnica. Muito bem. E aí, né, as explicações Fábio e e Janile, eh, Jamile, a gente espera que tenha ter atendido, né, e qualquer coisa apresenta a dúvida de novo aí pra gente, né, reformulada. O Fábio Canuto perguntou, eh, está em qual capítulo do livro dos médiuns? Nós estamos na segunda parte do livro dos médiuns, das manifestações espíritas, no capítulo 6 das manifestações visuais. E hoje estamos examinando até teoria das alucinações nos itens 111 a 113. E agora nós vamos fazer eh para Jamile a pergunta sete do nosso roteiro de hoje. E a pergunta eh podem ser consideradas como aparições as figuras e outras imagens que se apresentam a certas pessoas quando estão meio adormecidas ou quando apenas fecha os olhos? >> Essa pergunta também é muito interessante porque ela pode ser respondida daquela forma. Sim, pode ser. Mas também a gente tem a explicação que o espiritismo nos apresenta. E isso me fez lembrar o caso já bem conhecido e até mesmo discutido de Séis Mundo, que André Luiz vai trazer paraa gente na sua obra, eh, quando vai falar do reencarne dele, que tem um momento em que o seu futuro pai, e aí é interessante lembrar que eles tiveram uma questão muito difícil no passado. Jismundo tinha sido alguém apaixonado

quando vai falar do reencarne dele, que tem um momento em que o seu futuro pai, e aí é interessante lembrar que eles tiveram uma questão muito difícil no passado. Jismundo tinha sido alguém apaixonado pela a mulher que vai ser a sua mãe na próxima vida por Raquel. e ele acaba cometendo um assassinato. Então, gira em torno disso a trama, a reencarnação, para que eles possam rever as questões do passado. Só que o pai ou futuro pai de Sismundo, quando ele dorme e emancipa-se e sonha, ele vê um espírito com uma expressão fisionômica de tristeza, um tanto quanto aturdida, porque ali era Sergmundo, que já estava na casa deles em contato, solicitando como se tivesse ali a rogar uma oportunidade de volta. E o seu futuro pai compartilha com a esposa que ele vem sonhando com uma certa frequência e todas as noites com um espírito que lhe causava ódio, raiva e asco. Então aí a gente não pode dizer que é um simples pesadelo ou fruto da imaginação, porque no momento em que ele dorme e que ele sonha, ele de fato encontra-se com esse espírito. E o sentimento que ele não consegue explicar naquele momento já é resultante de uma vivência no passado. Claro que a gente não vai dizer, então, que todas essas situações explicam-se desse modo, mas também não dá para descartar essa possibilidade. Então, se quando os nossos sentidos vão entorpecendo e a gente já percebe a emancipação da alma ou esse certo afrouxamento, mas que o cordão de prata nos mantém ali retidos no corpo, significa que já estamos captando ou percebendo o que vem ocorrendo no mundo espiritual. Então, uma maior ou menor percepção e lembrança vai depender da nossa estrutura, vai depender da nossa capacidade cerebral e de algo importantíssimo que os espíritos nos dizem. Tem coisas que o cérebro consegue reter, mas tem outras informações que ficam exclusivamente para o espírito ou para a alma. Então, essa ideia de que os sonhos não têm sentido ou que falta alguma peça no quebra-cabeça, querem dizer que algumas coisas estão fixadas

ões que ficam exclusivamente para o espírito ou para a alma. Então, essa ideia de que os sonhos não têm sentido ou que falta alguma peça no quebra-cabeça, querem dizer que algumas coisas estão fixadas no espírito e que no seu dia a dia ele vai conseguir desenvolver e outras o cérebro retém o que pode dar uma ideia aparente de confusão. Então, Kardec vai dizer que com muita frequência tais imagens são visões, mas também podem ser consequência. por exemplo, alguém que faz um tratamento, alguém que toma alguma medicação, mas isso não é uma regra. As essas ocorrências podem ser sim fruto de alucinação, mas de percepção no momento em que estamos um pouco mais distantes da matéria do que ocorre no mundo espiritual. Bom, então Fábio, quer acrescentar alguma coisa? Excelente. >> Tudo bem. Então vamos com você agora paraa oitava questão. É corrente ser a memória o resultado das impressões que o cérebro conserva? Mas por que singular fenômeno essas impressões tão variadas, tão múltiplas, não se confundem? Eh, de fato, é uma uma ideia comum que a memória ela resulte das impressões que o cérebro conserva. Eh, o que Allan Kardec p contou é que aí é um é um mistério o fato de essas impressões, apesar de serem muitas, variadas, múltiplas, não se confundirem, né, eh umas com as outras. Eh, de qualquer de qualquer de qualquer jeito, Allan Kardec, ele faz uma comparação com os fenômenos sonoros. Eh, ele observa, por exemplo, que a quando você observa as ondulações sonoras, elas se cruzam no ar e ainda assim elas permanecem distintas. Eh, hoje nós poderíamos falar a mesma coisa com as ondas artesianas de rádio e assim sucessivamente, mas eh não há uma explicação clara, uma teoria clara que explique isso e é o que Allan Kardec pontua. Existem muitas coisas que demonstram que, de fato, a doutrina tem um aspecto científico, ela não tem resposta para todas as coisas. Eh, e de fato Allan Kardec reconhece isso. Eh, mas é interessante também eh pontuar que em um cérebro são, um cérebro bem

doutrina tem um aspecto científico, ela não tem resposta para todas as coisas. Eh, e de fato Allan Kardec reconhece isso. Eh, mas é interessante também eh pontuar que em um cérebro são, um cérebro bem organizado, essas impressões elas se revelam nítidas e com uma certa precisão, com uma certa clareza. Contudo, em um estado menos favorável, eh, de doença, elas acabam se apagando, elas mesmo se confundem. Isso pode levar uma perda de memória, uma confusão das ideias a depender do estado debilitado em que indivíduo ele se encontra. Eh, há ainda um ponto eh de que eu gostaria de destacar é que não tem muita relação com a com a pergunta, mas foi pontuado na nesse item, se não me falha a memória, que é a uma possível explicação que existia na época da frenologia, de que na verdade havia uma organização tão bem feita no cérebro que para cada tipo de ideia eh ela estaria ligada a uma parte do cérebro, né? Ah, obviamente eh essa teoria não se confirmou. A ciência e hoje considera isso uma pseudociência. a explicação. E muitas vezes naquela época no século XIX tentava identificar uma pessoa mais inclinada para isso ou mais inclinada para aquilo em razão do formato do crânio, né? Imagina o cearense. O cearense ele teria uma disposição mais para uma coisa, o baiano mais para outra, o maranhense mais para outra em razão do formato do crânio e e hoje a gente já tem certeza de que essa eh essa teoria não se confirma. Isso não quer dizer que a neurociência não tenha confirmado que há partes do cérebro responsável responsáveis por determinadas coisas. a gente tem aí a área de brocá, por exemplo, responsável pela fala, mas isso não se reflete na no relevo do cérebro como pensavam naquela época, né, né, que o formato, o relevo do crânio, eh, frenologicamente poderia explicar essas funções e, por isso, cada ideia, as ideias não se confundiriam, porque essa estaria ligada a essa parte e aquela outra, aquela outra parte e as ideias não teriam nenhum tipo de confusão, né? Então, só para trazer eh

isso, cada ideia, as ideias não se confundiriam, porque essa estaria ligada a essa parte e aquela outra, aquela outra parte e as ideias não teriam nenhum tipo de confusão, né? Então, só para trazer eh essa observação, porque como Kardec cita a frenologia e ela foi afastada cientificamente essa teoria, seria interessante eh fazer apenas essa essa rápida eh eh pontuação sobre ela. >> OK. Obrigado, Fábio. Eh, a Regina agradeceu, não é, as respostas e agradecemos nós, viu, Regina, pela pergunta. A gente fica muito agradecido pela participação de vocês, né? Quando vocês fazem comentários, trazem as perguntas. Por exemplo, nós temos um comentário aqui agora. Olha, eh, vou pedir paraa Euzita ler para nós. Euzita, pode ser? >> Sim. É o comentário do Aldo Nobre. A lei natural, nada sobrenatural. A mediunidade é condição natural da espécie humana e a comunicação entre o mundo material e o espiritual é de todos os tempos. Testamentos. Nos últimos tempos, disse o Senhor, derramarei do meu espírito sobre toda a carne, em verdade, leis divinas ainda desconhecidas, inscritas na consciência, a providência, combinação material e sematerial. Excelente observação, Álvo. É isso mesmo. Muito bem. >> Muito bem. Nós vamos então agora, eh, Jamile, paraa nona pergunta. Eh, Kardec afirma dentro desse item 113, né? Conforme se vê, explicamos esta anomalia por meio de uma muito conhecida lei, inteiramente fisiológica, a das impressões cerebrais. Como ele segue esse tema? O que você gostaria de comentar sobre isso? Eu gostei muito, Carlos, da forma que Kardec foi construindo essa explicação de forma muito natural. ele vai falar das impressões cerebrais realmente como resultado daquilo que a gente fixa no cérebro. Então, se, por exemplo, eu observo um quadro, se em algum outro momento ele não estiver diante da minha visão, eu posso descrevê-lo inclusive com riqueza de detalhes, porque isso ficou guardado na minha memória. E assim pode acontecer com a fotografia, uma paisagem de nossa cidade. Quando a gente

minha visão, eu posso descrevê-lo inclusive com riqueza de detalhes, porque isso ficou guardado na minha memória. E assim pode acontecer com a fotografia, uma paisagem de nossa cidade. Quando a gente fixa atenção em alguma coisa, é natural que as impressões cerebrais do objeto visualizado fique ali conosco. Então, dessa forma que ele também diz, afirma para nós que podemos acessar figuras que nos amedrontam, que nos inquietam, como imagens que nós podemos dizer que nos acalmam. A gente pode lembrar do mar, a gente pode lembrar do som, aquele ir e vir das ondas. Então, essas espécies de percepções ficam gravadas no nosso cérebro. Tem pessoas que depois de um longo tempo elas falam: "Eu estou sentindo um cheiro de café da casa da avó". Então, embora seja o cheiro de café, mas você tem uma lembrança específica de um local. Então, essas impressões cerebrais, elas nos marcam muito, mas Kardec vai trazer mais uma vez a observação. Isso não nos exenta de também lembrar que a alma pode trazer essas impressões que não são de natureza meramente mnemônica, não é só a memória. O espírito também naquele no na fase de estar no corpo, ele pode ter a percepção do ambiente. E a gente pode às vezes até imaginar que a percepção é só o que eu vejo. Vi um espírito, vi uma situação, uma circunstância. Não. A gente também pode, vamos lembrar que a alucinação ela explica percepções de ordem sensorial. a gente se arrepia ao entrar em determinados lugares. Isso não deixa de ser uma percepção que até a sensação traz algo de desagrado. Isso também pode é uma impressão sua, é uma bobagem, você está alucinando ou você é facilmente impressionável, enquanto que isso tem um nome muito natural que é a captação fluídica. Do mesmo jeito que a gente pode adentrar ambientes onde a gente já experimenta paz. Nossa, minha dor de cabeça passou. Estar nesse lugar, eu saí reenergizado. Isso também é uma percepção que acaba ferindo os sentidos, mas ela não tem uma uma consequência de alucinação. A gente não fica alucinado

dor de cabeça passou. Estar nesse lugar, eu saí reenergizado. Isso também é uma percepção que acaba ferindo os sentidos, mas ela não tem uma uma consequência de alucinação. A gente não fica alucinado entrando num lugar que eu tô muito cansado e saio bem ou com dor de cabeça e saio bem e vou dizer que isso é fruto de alucinação. Isso é algo perceptível. Então ele vai dizer que ideias fixas podem gerar o que ele chama de impressões cerebrais, mas que tem outras circunstâncias que são sim percepções, mas que são de natureza espiritual. >> Muito bem, Fábio. Alguma colocação? >> Então >> ficaria a noite todo escutando Jamil. Ótimo. Então, olha só, Kardec continua discorrendo sobre alucinação e ainda propõe: "É boa a nossa explicação? O que ele agrega sobre isso?" É, o que Kardec conclui, eh, com toda a construção desses três itens, eh, de fato de que a os fisiologistas eles não conseguem explicar, não tem uma lei, não tem uma teoria que consiga explicar os fenômenos ou pelo menos todos os fenômenos. Eh, e Kardec e ele reconhece que a apresentada pela doutrina espírita, ela é a melhor na falta de uma outra. Não há outra que possam explicar hoje, até hoje, isso de forma melhor do que a doutrina espírita. a ela eh nem todos os casos de visão são espirituais e ele deixa isso claro. Certamente que essa teoria não vai explicar todos os casos. A gente viu ao longo do nosso estudo que a alucinação ela eh acontece e a gente viu as possíveis razões. Contudo, Kardec, ele desafia alguém apresentar algo que consiga abranger, abarcar todos os casos >> porque as teorias materialistas elas não conseguiram responder, não conseguiram explicar esses fenômenos. Eh, então é eh com esse objetivo que ele lança essa pergunta, se essa explicação é boa, porque essa explicação ela dá resposta lógica, tem uma teoria eh muito bem estruturada para explicar os fenômenos das aparições e das visões, permitindo com que eh o indivíduo, reconhecendo a possibilidade da emancipação da alma, da percepção dos espíritos, eh valendo-se

bem estruturada para explicar os fenômenos das aparições e das visões, permitindo com que eh o indivíduo, reconhecendo a possibilidade da emancipação da alma, da percepção dos espíritos, eh valendo-se naturalmente do perespírito, das combinações fluídicas, explicar as percepções e explicar eh não só o que eles percebem, mas explicar naturalmente as próprias aparições e as visões pela percepção, que a a gente crê que seja uma percepção visual, mas há cegos também que t visões E há cegos que percebem as aparições, né? >> Uhum. >> Bem. >> E é e é interessante que a gente eh não vê pelos olhos propriamente. Eu eu já tive oportunidade de estar vendo o espírito ali atrás. Eu não estava olhando para lá e na minha nuca não tem olho. Então, eh, é uma percepção espiritual mesmo, né? E e aí a a situação é que em seguida veio a confirmação, não é? Porque uma outra pessoa que estava presente falou: "A a senhora não é acabou de entrar aqui". Então eu a percebi por trás, ela passou por mim, quando chegou próximo da outra pessoa, outra pessoa disse: "A senhora acabou de entrar aqui". Ela era uma pessoa desencarnada, então não fui o único a perceber, não é? E, e é muito interessante isso. E agora nós temos três perguntas, uma ainda é de hoje e duas da semana passada. Vamos apresentar a primeira e para vocês dois, né? A a Jamile pode começar. Se o Fábio quiser complementar, é aqui da Mabel Dresk, não sei se a pronúncia tá certa. Ela diz eh, que gostaria de fazer uma pergunta que ela antes sonhava todos os dias, mas agora que está em tratamento fazendo quimioterapia, não sonha mais e é um outro dia na semana. Aí ela pergunta assim: "Isso tem relação eh por causa desse tratamento que ela tá fazendo com quimioterapia? Será? Olá, Mabel. Boa noite. Primeiro lugar, desejo êxito ao seu tratamento. Que os bons espíritos estejam contigo nessa fase, que com certeza estão. Veja, a resposta aí, ela não pode ser exata porque seria uma irresponsabilidade, mas é um pode ser. Por que eu digo pode ser?

. Que os bons espíritos estejam contigo nessa fase, que com certeza estão. Veja, a resposta aí, ela não pode ser exata porque seria uma irresponsabilidade, mas é um pode ser. Por que eu digo pode ser? Quando nós estamos muito cansados ou exaustos, eh, aí a gente vai falar das nossas tarefas cotidianas, a gente tende, como os espíritos explicam, isso tem na obra de André Luiz, o nosso corpo está aqui e ficamos perespiritualmente pairando acima dele. Então, a exaustão e a proximidade com o corpo é tamanha que a gente não consegue a emancipação. Isso é muito comum no nosso nível evolutivo, porque ainda estamos mais voltados para necessidades fisiológicas, como se alimentar, como dormir. Então isso às vezes evita e o cansaço pode ser uma explicação que a gente se emancipe, como seria esperado em todas as noites. Como você está em um tratamento, é natural que algumas células ou áreas cerebrais demandem mais energia para poder fazer com que o conjunto trabalhe e funcione melhor. Então, é como se parte do corpo estivesse precisando da ajuda de outra parte do corpo. Então isso pode também favorecer uma espécie de estado em que essa emancipação não aconteça, porque aí o corpo está prevalecendo em relação às questões de natureza espiritual. Contudo, é bom observar que não lembrar não significa não sonhar, que pode ser a situação que você esteja passando. Então, nós podemos estar emancipados, podemos estar em contato com o mundo espiritual, mas como o tratamento e aí vejamos, é uma possibilidade, não lhe permita reter no cérebro as lembranças, porque no momento as funções cerebrais estão trabalhando em um outro campo. Então, nesse sentido, você pode sonhar e o cérebro não reter, ou por uma necessidade temporária e natural, pode ser um sim como resposta devido ao momento que você está passando. >> Quer agregar, Fábio? >> Não, não. >> Tranquilo. Então, agora vamos a uma questão da semana passada, Carlos. >> Isto >> para o Fábio. >> Aham. >> Olha só. Eh, o Francisco Tarcísio Siqueira

passando. >> Quer agregar, Fábio? >> Não, não. >> Tranquilo. Então, agora vamos a uma questão da semana passada, Carlos. >> Isto >> para o Fábio. >> Aham. >> Olha só. Eh, o Francisco Tarcísio Siqueira colocou: "Entender que alguns espíritos evoluíram mais rápido que outros não é admitir que são de origens diferentes e por isso que uns foram criados com melhores condições." >> Muito obrigado pela pergunta, Francisco. Ela de fato, ela é muito importante essa pergunta para que nós possamos esclarecer questões importantes. Eh, se a essa teoria ela fosse verdadeira, eu teria matematicamente a evolução como uma função de primeiro grau e ela naturalmente seria uma reta. Eh, se ela fosse uma reta, a conclusão que eu chegaria é que os espíritos não têm escolhas. Eles evoluiriam. sempre obrigatoriamente tomando decisões iguais. Por quê? Porque a evolução é uma reta. Entretanto, o processo evolutivo, ele está profundamente relacionado às escolhas que os espíritos fazem. Então, é possível que um determinado espírito faça escolhas melhores e, portanto, a sua evolução se dê mais rápido, mais próximo a uma linha. Mas é possível que outro faça escolhas diferentes e a evolução dele pode ser uma evolução que mais lembre eh o lado de uma parábola numa função de segundo grau, onde ela pode demorar muito mais e só lá na frente ele dá uma guinada, dá uma melhorada. Como nós temos livre arbítrio, nós não evoluímos igualmente todos. Então, se você analisar bem a a a pergunta feita, entender que alguns espíritos evoluíram mais rápido que outros, não admitir que são de origens diferentes e por isso que uns foram criados com melhores condições, isso só seria verdadeiro se nós não tivéssemos escolhas e todos evoluíssemos da mesma forma. E aí sim, eu teria, se eu tenho alguém mais evoluído que outro, porque naturalmente foi criado antes. Mas isso não é uma obrigatoriedade. É possível que, em razão de escolhas, dois espíritos que surgiram na mesma época estejam em diferentes níveis evolutivos

utro, porque naturalmente foi criado antes. Mas isso não é uma obrigatoriedade. É possível que, em razão de escolhas, dois espíritos que surgiram na mesma época estejam em diferentes níveis evolutivos eh alguns anos depois. >> Muito bem. Isso vem à raiz, né, da pergunta que Kardec faz. eh a respeito desse assunto, né? E ele faz na afirmativa, porque ele já tinha entendido isso do contato com os espíritos, quando ele diz assim que evolui, não é? Uns espíritos evoluem mais rápido que outros. E isso já ficou pelo entendimento do estudo. Foram os espíritos que informaram isso a Kardec, não foi conclusão dele. Não somos nós. O espiritismo não tem achômetro, gente, né? A espiritualidade superior vem e informa. Kardec faz a fazia a checagem, ele ficava, quando havia dúvida, ele ficava esperando vir outras respostas para comparar. E quando havia necessidade de ajustar, ajustava, porque na primeira edição do livro dos espíritos dizia que a alma realmente só assumiu o corpo no momento que nascia. E aí então ficaria ou justificado o aborto durante o período da gestação. Mas os espíritos informaram depois e aí ele comparou que havia uma resposta isolada dizendo isso e que a maioria das respostas diziam que não, que o espírito se liga ao corpo no momento da concepção. E aí ele fez a modificação na segunda edição do livro dos espíritos dessa questão, deixando ali não é o que de fato a espiritualidade em sua maioria, por isso que tem o controle universal do ensino dos espíritos que Kardec vai colocar. Então não é uma teoria isso de que os espíritos uns evoluem mais rápido que outros. Isso é fato, não é? E aí Fábio deu uma explicação excelente. Nós temos livre arbítrio e no livre arbítrio nós fazemos escolhas. E o que nós escolhemos faz uns caminharem mais rápido e outros mais lentamente. Mas fiquemos tranquilos porque Kardec vai perguntar lá na frente, quando os dois chegam, vai ter diferença entre um e outro? Deus não faz discriminações. Demorou mais. Mas qual é a diferença entre um e outro? O que foi mais rápido,

Kardec vai perguntar lá na frente, quando os dois chegam, vai ter diferença entre um e outro? Deus não faz discriminações. Demorou mais. Mas qual é a diferença entre um e outro? O que foi mais rápido, o que foi mais lento? A diferença são as eternidades. Porque como é que os espíritos vão explicar isso pra gente? Então eles disseram as eternidades. Você quer é um período de tempo que é maior para um do que é pro outro. Simplesmente isso. Se a gente pode entender assim, mas como não tem o tempo para os espíritos superiores, aí nós temos que continuar estudando isso e entender melhor no futuro. Tá bem? Aí nós vamos paraa última pergunta eh que foi colocada na semana passada. Alan Loures Guerra perguntou: "É, Jamile, além da oração, que deveria ser quando sincera, a solução para tudo, mas além disto, como conseguir controlar a depressão e ansiedade?" >> Boa noite, Alan. Olha o que a gente precisa pensar. A oração, sim, eu concordo que ela pode funcionar como alicerce. solução vai depender da expectativa que a gente tenha com a oração, porque a gente pode pedir alguma coisa que não necessariamente seja o melhor para o nosso momento evolutivo. Então, sempre vamos ter a prece atendida, mas não necessariamente do jeito que gostaríamos, mas sempre vai ser o melhor para o nosso momento evolutivo, porque sempre a divindade concorrerá para o nosso bem. E a outra parte que você traz nessa pergunta muito interessante é como a gente pode então além do que você traz, né, quando ela é sincera, quando ela é profunda, quando nos conecta a trazer a solução, como conseguir controlar depressão e ansiedade? Aí vai depender do que nós estamos trazendo das outras vidas e especialmente o que estamos cultivando nesta. Hoje à tarde eu tive a oportunidade de fazer uma leitura de um texto Mundo e Jesus de Joana de Angeles, que está na obra Sendas Luminosas. E lá ela vai dizer que nós nos entregamos à ansiedade, à depressão, a compulsão quando nos afastamos daquilo que entendemos que são os tesouros da alma

a de Angeles, que está na obra Sendas Luminosas. E lá ela vai dizer que nós nos entregamos à ansiedade, à depressão, a compulsão quando nos afastamos daquilo que entendemos que são os tesouros da alma que vamos conquistar. Então, além do somatório que trazemos de outras vidas, se não nos decidirmos por uma busca de autoconhecimento, de reflexão e principalmente de ação, a gente primeiro reflete para agir e reflexiona depois que age um pouquinho aquilo que Santo Agostinho nos recomenda lá em um livro dos espíritos, nós vamos conseguindo, se não sanar, reduzir o que a gente entende como depressão, que é um grande grito da alma, que já está cansada de algumas inconformidades com a lei divina. Então, ela acaba pedindo uma uma espécie de sensação de que estou eh necessitando de socorro e deprimo para me voltar para dentro. Neste momento significa que a alma está pedindo um retorno a Deus como o filho pródigo que todos somos. E a ansiedade ainda é algo que nos acomete porque estamos muito preocupados com o futuro, esquecidos do presente, que é o momento em que a gente constrói um futuro melhor, e remoendo as questões do passado. Então, ansioso é todo aquele que vislumbra um futuro que ele não sabe se vai acontecer. Os históicos trazem pra gente essa reflexão. O estoicismo é muito bom nesse sentido, quando nos leva a uma reflexão. Muitas das coisas que nós pensamos, o final mais trágico para as histórias que estamos vivendo, muito difícil ou muito raramente eles acontecem, porque eles decorrem do medo que a alma experimenta quando não se entrega ao amor divino, que é aquela fé que a gente disponibiliza porque sabe que o condutor dos nossos destinos é o próprio Jesus, o nosso modelo e guia. Então, a gente pode controlar depressão e ansiedade pela oração, pelas boas práticas, pelas boas conexões, bons círculos eh sociais, quais são as conversas que nós dispomos, o que estamos entregando do nosso mundo interior por outro e assim a gente vai percebendo que depressão e ansiedade vão

oas conexões, bons círculos eh sociais, quais são as conversas que nós dispomos, o que estamos entregando do nosso mundo interior por outro e assim a gente vai percebendo que depressão e ansiedade vão ficando para trás. Bem, então nós estamos encaminhando pro nosso encerramento. Agradecemos a Jamile e ao Fábio que estiveram conosco, a você que esteve conectado e no nosso próximo encontro daremos continuidade ao estudo de O livro dos Médiuns na segunda parte das manifestações espíritas, capítulo 7 da bicorporeidade e da transfiguração. Itens 114 a 118 serão a nossa pauta da próxima semana. >> Muito bem. Nós estamos fechando aqui, mas queria colocar para vocês que a Mabel agradeceu, né, a Jamile pela resposta e que ela ficou muito tranquila depois, não é, de ouvir. A gente que agradece Mabel pela pergunta também, viu? E a Marisa faz um uma colocação aqui, olha, que é interessante com relação à pergunta feita sobre a possibilidade de ajuda de fluido de encarnado para Jesus nas suas curas. A resposta está aí na Gênesis, no capítulo 15, que vale a pena ler esse capítulo todo, que é maravilhoso, tá bem, gente? Então, fica aí o convite para a leitura. Eh, a gratidão, né? A a Elita já falou para Jamile, pro Fábio. Obrigado, Euzita também. Obrigado pro nosso pessoal na equipe técnica, né? A Ana Olga tá dando todo o apoio hoje aí. A semma não poôde estar conosco. O Marcos está cuidando da parte técnica. E a você que acompanhou, que vai ver depois a gravação. Fica aqui já a nossa gratidão e o nosso carinho, o nosso abraço muito fraterno. Até a semana que vem. Somos impulsionados e motivados por um bem maior. Por meio da caridade e da vivência do evangelho do Cristo. Chegamos onde chegamos, conquistamos o que conquistamos. O nosso trabalho acolhe quem mais precisa. E independente da distância, nossos meios acessam lugares que antes pareciam inalcançáveis. A comunicação é chave em todos os setores de nossa sociedade e ela muitas vezes nos permitiu abraçar quem precisava de atenção em momentos de dor

eios acessam lugares que antes pareciam inalcançáveis. A comunicação é chave em todos os setores de nossa sociedade e ela muitas vezes nos permitiu abraçar quem precisava de atenção em momentos de dor e angústia. Esse trabalho é feito com muita dedicação por toda uma equipe profissional, preparada para produzir diversos tipos de conteúdos que alcançam o público. Já são mais de 4.000 conteúdos de qualidade disponibilizados gratuitamente em nossas plataformas, produzidos por comunicólogos, produtores audiovisuais, cenógrafos, editores, designers, programadores e técnicos de áudio. Toda essa estrutura só é possível graças a você, apoiador do nosso trabalho. E somos gratos por toda a sua doação até aqui. Mas este trabalho precisa continuar. Podemos acolher ainda mais pessoas. E para continuar alcançando tantos corações, precisamos de você. Por isso, mais uma vez, contamos com seu apoio financeiro. Apenas com ele poderemos avançar ainda mais e continuar próximos de você. Trabalhamos pelo consolo, pelo esclarecimento e pela esperança. E sabemos que somente juntos com você poderemos fortalecer essa corrente. A padrinha FEB TV. Estamos juntos com você através da FEB TV. Acesse doi.com.br BR e faça sua doação.

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