#21 Estudo de O Livro dos Médiuns AEE CFN/FEB - Das manifestações espíritas - Parte 13

FEBtv Brasil 30/08/2025 (há 7 meses) 1:14:19 849 visualizações

Estudo de O Livro dos Médiuns pela Área de Estudo do Espiritismo do Conselho Federativo Nacional/FEB. Semanalmente, toda sexta-feira, às 21h30, no horário de Brasília, com transmissão ao vivo pelos canais da FEB no Facebook, FEBtv no YouTube e Facebook e Portal do Consolador no Youtube. Encontro 21 - Segunda Parte. Das manifestações espíritas. Cap. VI Das manifestações visuais. Ensaio teórico sobre as aparições. Itens 101 a 110. Link de acesso ao Estudo: https://febtv.live/livrodosmediuns_...

Transcrição

Vamos juntos nessa jornada de conhecimento e descoberta refletir e expandir nossos horizontes sobre a mediunidade, ampliando nossa compreensão sobre o mundo espiritual e suas belezas. Estudo de Ovre dos Médiuns pela área de estudo do Espiritismo do Conselho Federativo Nacional da Federação Espírita Brasileira. >> Olá, saudações fraternas a você que acompanha o estudo do livro dos médiuns aqui pela FEB TV. Nós temos a satisfação de dividir a responsabilidade da constução com a Eusita de Melo V, que é a coordenadora nacional da área de estudo do espiritismo. E hoje nós contamos com a participação, a presença de Fabiane Oliveira, que é palestrante espírita, facilitadora do estudo de livro dos médiuns na Federação Espírita Brasileira em Brasília e Flávio Donizetes Gabi, coordenador e facilitador do estudo sistematizado da doutrina espírita de estudos da série psicológica de Jonas de Angângeles, palestrante espírita, trabalhador da Federação Espírita de Rondônia. Sejam muito bem-vindos os dois. >> Muito bem-vindos. mesmo. Uma alegria ter vocês conosco e muito bem-vindos também todos vocês que estão conosco nesse momento. Dando continuidade ao estudo de O livro dos Médiuns, hoje vamos examinar a segunda parte das manifestações espíritas, capítulo 6, das manifestações visuais. Ensaio teórico sobre as aparições. Estaremos com o foco nos itens 101 a 110 e vamos começar com o nosso querido Flávio. O que são os sonhos segundo a explicação de Allan Kardec e o que ele comenta a respeito? Flávio, >> uma boa noite a todos. uma grande alegria estar aqui nesse estudo novamente. Eh, Allan Kardec nos diz assim que as manifestações, as aparições visuais, elas ocorrem mais comumente durante sonho. todo o sono, todos nós eh durante o o o sono, enquanto o corpo repousa, como a gente já viu no item 100, o espírito se desprende parcialmente do corpo e pode então entrar em contato com outros espíritos, tendo comunicação com eles, tendo comunicação nesse estado eh com os espíritos que já se encontram

0, o espírito se desprende parcialmente do corpo e pode então entrar em contato com outros espíritos, tendo comunicação com eles, tendo comunicação nesse estado eh com os espíritos que já se encontram desencarnados e aqueles que estão encarnados, mas durante esse período também estão desdobrados do corpo físico, né? E o sonho, conforme a definição de Allan Kardec, não é senão uma lembrança desse estado de semilibertação, né, durante o sono físico. Então, eh, as manifestações aparentes se dão mais comumente durante o o sono, por meio da lembrança que nós conservamos dessas experiências, que são os sonhos. E os sonhos, ainda conforme nos ensina Allan Kardec, eh eles podem ser uma visão atual de coisas presentes ou ausentes, ou então pode ser também uma visão retrospectiva do passado, passado dessa existência mesmo, recordação do de ocorrências que nos marcaram ou eh recordações até de experiências passadas que são liberadas do inconsciente durante esse período do sono. Algumas vezes pode ser também um pressentimento do futuro, das provas que já estão previamente combinadas antes de nós nos reencarnarmos e que somos rememorados às vezes pelos nossos amigos espirituais para nos prepararmos para para elas, por exemplo. E além disso, ainda durante o o sonho, o sono, os amigos espirituais, eles podem nos passar imagens alegóricas para nos orientar a respeito de e nos aconselhar. Como assim imagens alegóricas? Eles fazem que então que a gente tenha determinadas visões simbólicas que representam para nós um aviso, uma orientação, né? Ivone Pereira nos conta uma experiência em que ela estava numa ponte, né, passando sobre um rio durante o sono, né, ela tá tendo essa experiência. Então, ela se vê passando por um rio, uma ponte muito alta e um rio bravo, bravio, passando lá por baixo e ao lado dela o amigo espiritual que apontava que a vida dela seria eh ela passaria por muitas provações, mas atravessando aquela ponte com segurança no evangelho, ela seria bem-sucedida. Então aquela imagem, aquela alegoria

piritual que apontava que a vida dela seria eh ela passaria por muitas provações, mas atravessando aquela ponte com segurança no evangelho, ela seria bem-sucedida. Então aquela imagem, aquela alegoria fica profundamente gravada na no inconsciente dela e aquilo serve para que quando ela ela acorde, ela tenha então essa noção, essa lembrança fique mais vívida, né? Então, basicamente é isso que eu tô, alguns dos muitos pontos que Kardec são esses daqui. >> Muito bom, Flávio. Fabiane, fique à vontade se quiser comentar alguma coisa, viu, dos itens que a gente pergunta pro Flávio e o Flávio também à vontade de comentar quando for a Fabiane que responder primeiro. Fique à vontade. Tá bem. É, eu quero agradecer primeiro, né, por estar aqui com vocês. Uma alegria enorme. Eh, acho que o Flávio foi perfeito nas suas colocações. Realmente os sonhos eles são em grande parte uma recordação do que o espírito vê e vivencia durante esse desprendimento parcial que ocorre durante o sono. Então, é interessante a gente notar que enquanto muitas pessoas imaginam que nós estamos descansando durante o sono, muitas vezes nós estamos trabalhando porque estamos nos desdobrando, né, saindo, se desprendendo parcialmente e visitando outros locais, eh, tendo novas experiências, né? Na verdade, só quem repousa é o corpo. O espírito, em verdade, ele se emancipa e entra em contato com o mundo espiritual. Então essa é a grande beleza do sono, nós continuarmos vivos, inteiros, trabalhando de maneira muito dinâmica muitas vezes, mas não aqui no corpo físico e sim nesse mundo espiritual. Então, realmente, como o Flávio bem disse, esses sonhos muitas vezes não são meras ilusões, mas realmente experiências reais da alma fora do corpo. >> Muito bem. E você também que está acompanhando de casa e acompanhando do seu ambiente, fique à vontade para escrever no chat os seus comentários sobre os temas que vão sendo abordados aqui dentro desse tópico e também se tiver alguma pergunta não deixe de colocar, por favor. Agradecemos

fique à vontade para escrever no chat os seus comentários sobre os temas que vão sendo abordados aqui dentro desse tópico e também se tiver alguma pergunta não deixe de colocar, por favor. Agradecemos aí as saudações, os cumprimentos de vocês. A gente destaca alguma coisa. E aqui nós temos do Ivan Franco um comentário que a gente vai compartilhar com vocês. Olha, boa noite. Estudar com vocês é como eh se eu estivesse mais um que eu estivesse com mais um olho e mais um ouvido. Tudo fica mais claro. Obrigado, Ivan. É uma satisfação imensa nós estarmos juntos no estudo e é um estudo que a gente realiza como uma espécie de construção coletiva. Lógico, o conhecimento está aqui no livro, mas nós precisamos construí-lo dentro de nós, não é? Então, nos apoiando mutuamente com os comentários, não é? Com as respostas aqui que os nossos convidados vão trazendo para nós, os comentários que eles vão fazendo sobre o que Kardec escreveu, vai nos facilitando o entendimento, né, dessa proposta. E agora paraa Fabiane, nós vamos então eh perguntar aqui sobre o item 102. Como o Flávio comentou, Kardec coloca muitos temas dentro de cada tópico desses, não é? Então a gente pergunta aqui, Fabiane, como se dão as aparições, com que aparência os espíritos se apresentam e como são os espíritos superiores aqui nessa descrição que ele coloca. >> Eh, essas perguntas são incríveis, né? Todo mundo gostaria sempre muito de saber sobre isso, né? Eh, a grande contribuição do espiritismo, sem sombra de dúvida, foi eh os ensinos sobre o perespírito. E as aparições elas se dão justamente pela ação do perespírito, que pode tornar-se visível ao olhar humano. Então, nós sabemos que nós somos espíritos e o nosso espírito tem um corpo espiritual denominado perespírito. Quando reencarnamos e estamos aqui nesse plano, nós também temos um corpo físico. Então, temos o corpo físico, o corpo espiritual, que é o perespírito, e somos o espírito, né? Então essa aparição Kardec comenta que realmente ela vai se dar pela ação do perespírito.

um corpo físico. Então, temos o corpo físico, o corpo espiritual, que é o perespírito, e somos o espírito, né? Então essa aparição Kardec comenta que realmente ela vai se dar pela ação do perespírito. O espírito ele aparece porque o seu perespírito pode tornar-se visível ao olhar humano. Como é que esses espíritos então eles aparentam? Muitas vezes com a forma que tinham na sua última encarnação, até porque eles querem ser reconhecidos, né? Muitos deles querem se comunicar com os seres que aqui estão encarnados, né, com conosco. E, portanto, eles querem eh ser reconhecidos e, por isso eles aparentam a forma da sua última encarnação. Mas nem sempre é possível também que ele possa aparentar com a uma forma que ele tinha em outra encarnação. O importante é que ele se identifique e isso será possível. Portanto, com essa eh condensação do seu perespírito, os espíritos superiores de Kardec, eles vão, evidentemente se apresentar de uma maneira muito nobre, muito serena, irradiando uma luz, né? Porque são espíritos que já estão despidos das nossas paixões humanas, das nossas vulgaridades, né? São espíritos mais próximos de Deus. Portanto, essa luz que eles irradiam é uma luz que contrasta, evidentemente, com os espíritos inferiores que podem ter aspectos mais grosseiros. Então, Kardec nos nos diz assim, em linhas muito rápidas que realmente esses espíritos superiores eles vão emanar muita luz, uma sensação de paz, de felicidade quando eles estiverem eh aparentando, né, aparecendo para todos nós. >> Muito bom, Fabiane. Muito obrigada. Flávio, você quer trazer algum comentário? É só eh, a Fabiane falou muito bem, né? Eh, só lembrando que Kardec nos fala assim também que essa questão das aparições, ela pode acontecer em vários graus, né? desde uma forma vaporosa que vai aparecendo como uma névoa esbranquiçada, né, que vai se concentrando e tomando uma forma mais ou menos perceptível com detalhes, até uma aparição com detalhes bastante perfeitos, em que o espírito ele se manifesta tal qual ele era quando

da, né, que vai se concentrando e tomando uma forma mais ou menos perceptível com detalhes, até uma aparição com detalhes bastante perfeitos, em que o espírito ele se manifesta tal qual ele era quando estava encarnado, né? Porque vivo ele continua, né? E ele cita o exemplo também dali de Exoto, né? que é o antigo fabulista da da da Grécia, né, do século VI antes de Cristo. fala assim: "Olha, pode ser que um espírito ele tenha tido várias encarnações depois dessa encarnação como exoto, mas ele, através da sua vontade, ele pode optar por se aparecer como fabulista, né, inclusive com a sua corcunda, que ele que era uma das características, né, depozas, a cigarra e a formiga para se fazer visível, para comprovar que realmente era ele, né? Então são alguns dos aspectos dessas questões das aparições. >> Ótimo, Flávio. E você poderia continuar então trazendo mais clareza para nós sobre o que Kardec comenta no item 103? >> Kardec faz uma uma algumas observações bastante curiosas nesse item 103 e que nos nos obrigou inclusive a fazer algumas pesquisas, né? Ele ele fala assim, né, que eh que alguns médiuns têm a aparição é vaporosa e assim quando a gente olha para aquela aparição, a gente é capaz de observar aquilo que se passa através dessa aparição, porque ela não está totalmente materializada. Ele fala assim, é como seasse um espelho sem a, né? Então é um espelho que ele não tem aquele revestimento posterior e daí quando a gente olha pro espelho, a gente vê o nosso reflexo, mas vê também aquilo que tá se passando ali por trás do espelho. Daí ele diz assim que os médiuns que t a capacidade de ver os espíritos, ele vai observar como se eles fossem uma grande plateia, né, que estivesse em constante ligação com o os encarnados sem serem notados. Então eles caminham entre os homens, tomam parte até muitas vezes da das frivolidades que estão se passando em determinado local, que os espíritos nada mais são do que os o os homens, seres humanos que desencarnam e continuam com os mesmos

mam parte até muitas vezes da das frivolidades que estão se passando em determinado local, que os espíritos nada mais são do que os o os homens, seres humanos que desencarnam e continuam com os mesmos interesses, assopram ideias para o bem ou para o mal, né, que fazem parte, na verdade, daquilo que Paulo comenta, né, uma das suas epístolas, a nuvem de testemunhas que está sempre nos acompanhando. Então, esse foi o alguns dos detalhes que que Allan Kardec nos coloca aqui nesse item. >> Muito bom. >> Muito bom, Fábio. Flávio, muito, muito bom. É, Fabiane, >> eu, eu gostaria de acrescentar, há uma frase de Kardec aqui que é, eh, muito reveladora, em que ele nos diz o seguinte: "O microscópio nos revelou o mundo dos infinitamente pequenos". is >> de cuja existência sequer suspeitávamos. O espiritismo, com auxílio dos médiuns videntes, nos revelou o mundo dos espíritos, que, por seu lado, também constitui uma das forças ativas da natureza. Essa frase é sensacional, realmente a partir da mediunidade, que aliás existe desde que o mundo é mundo, não é por depois do espiritismo que a mediunidade começou a acontecer. A mediunidade sempre existiu desde os tempos mais remotos. É óbvio, porque é a interação do mundo da matéria com o mundo dos espíritos, né? E a gente inclusive se lembra das guerras helênicas. Quantos daqueles guerreiros não consultavam as suas pitonisas, né, que nada mais eram do que médiuns videntes, que traziam orientações do mundo dos espíritos para aqueles guerreiros daquelas épocas, né? Então, quer dizer, Kardec nos revela o o a força do espiritismo em sistematizar todo esse ensino que vem eh que é trazido a partir dos médiuns, né, de todos os recantos do planeta. E aqui a gente fala da Europa, das Américas, né, do mundo asiático. Então, espíritos que se comunicam e que se mostram como forças ativas da natureza. Então, esse item para mim ele é muito importante e muito revelador. >> Muito bem, >> inclusive até interessante, né? Só e um acrescentando que o Kardec ele fala

mostram como forças ativas da natureza. Então, esse item para mim ele é muito importante e muito revelador. >> Muito bem, >> inclusive até interessante, né? Só e um acrescentando que o Kardec ele fala assim que assim como microscópio, ele nos revelou a vida do dos microorganismos que existem e a gente não enxerga e passou a enxergar, os médiuns também são os instrumentos com os quais a gente passou a conhecer melhor o mundo espiritual, >> né? Através deles a gente foi levado a perceber toda essa realidade que também permanecia desconhecida do ser humano, né? >> Muito bem. E vamos pro item 104. Então, Fabiane, os espíritos podem se mostrar em uma forma mais precisa. Há aparições simplesmente visuais, né? Pelo que foi colocado aí, parece que sim. Há aparições tangíveis, quer dizer, aquelas que a gente pode até tocar, né? >> Exatamente. Sim. Os espíritos podem se mostrar de formas muito precisas, como se realmente fossem corpos reais. Aqui a gente sabe dos fenômenos de materialização, em que os espíritos realmente têm o seu perespírito condensado a tal ponto em que eles podem ser tocados. Há uma série de evidências sobre isso, de fenômenos de materialização que ocorreram também ao longo de toda a história da humanidade e e que demonstra justamente isso, a capacidade dos espíritos de eh aparecerem de maneira tangível, a tal ponto de poderem inclusive ser tocados. Evidentemente que para que isso ocorra é preciso que haja ali nas proximidades médiuns de efeitos físicos, que são médiuns doadores de fluidos muito especiais. O fluido vital que o médium doa, que se une ao fluido do espírito e ao fluido cósmico universal. E da combinação desses fluidos, é possível, portanto, nós termos um fenômeno de materialização. Agora, é claro que é um fenômeno não tão constante, porque demanda muito, muita doação fluídica, um fluido mais eh condensado, ectoplásmico, né, e que, portanto, não tá acontecendo a todo momento. O que é mais comum são as aparições apenas visuais, aquelas em que não há essa condensação do

ídica, um fluido mais eh condensado, ectoplásmico, né, e que, portanto, não tá acontecendo a todo momento. O que é mais comum são as aparições apenas visuais, aquelas em que não há essa condensação do perespírito e, portanto, uma aparição que muitas vezes só é vista por médiuns videntes, né? Pessoas que têm uma mediunidade eh de efeitos inteligentes denominada vida, né? Muito bem, Fabiane. Eh, Flávio, fique à vontade. Antes de continuarmos. >> Eh, como a Fabiane nos colocou, né, essas essas eh aparições tangíveis são muito mais difíceis de serem conseguidas, né? Mas a partir da época de Kardec, durante mais ou menos uns um século, né, a gente teve muitos médiuns de efeitos físicos que que fizeram eh que produziram com apoio da espiritualidade, né, com a permissão da da espiritualidade, vários fenômenos para que que tiveram como objetivo chamar as pessoas, os estudiosos para estudar a a mediunidade em laboratório, né? Então são eh grandes médiuns cujos nomes ficaram anotados ali na história. Florence Cook, Eusapia Paladino, Florence Cook que materializava o espírito Kate King e esse espírito materializava o seu perespírito, dava as mãos para as pessoas nas reuniões, cortava o seu vestido, distribuía pedaços, materializava flores, né? Mas Kardec, ele cita aqui no rodapé da minha edição do livro dos médiuns, o senor Holm, ele coloca ali na nota de roda P, né, que é o Daniel Douglas ou Douglas Home, né, que era um médium ao qual ele participou de algumas reuniões, o Kardec, né, e ficou muito impressionado, né, porque ele produzia levitações, movimentos de objetos sem o toque, psicofonia, quer dizer, eram ruídos e vozes que produziam-se no ambiente espontaneamente, materializações de espíritos que se tornavam visíveis e muitas outras questões. Então, eh todos esses eh esses médiuns surgem no momento em que a espiritualidade deseja produzir provas científicas para comprovar a eh a existência da alma em laboratório, né? Daí muitas pessoas no nos dizem assim: "Nossa, mas a gente queria tanto as

ento em que a espiritualidade deseja produzir provas científicas para comprovar a eh a existência da alma em laboratório, né? Daí muitas pessoas no nos dizem assim: "Nossa, mas a gente queria tanto as provas, né, a respeito disso, mas existem, estão registradas aí em dezenas de livros, né? Podemos buscá-las inclusive registradas fotograficamente. >> Muito bom. >> E olha só, Flávio, vamos para o item 105. O que Kardec comenta sobre o perespírito em relação às aparições? Bom, Kardec nos diz assim, né, que no seu estado normal, o perespírito, ele não é visível ao olho humano, né? Mas ele pode sofrer algumas modificações, o corpo perespiritual que vai fazer com que ele se torne perceptível por meio de uma disposição das suas moléculas, tornando-o condensado. Mas ele fala assim, não é uma condensação da forma assim, ele se torna como uma pedra, né? ele se torna algo assim que a gente possa comparar os corpos condensados, o corpo físico, porque essa condensação ela se desfaz instantaneamente também. No momento o espírito tá materializado, às vezes tangível, né? No outro momento ele já se desmaterializou completamente. Então ele compara essa propriedade, essa modificação das moléculas do perespírito com algo que a gente observa, por exemplo, com o vapor d'água. Então a água ela se evapora, se torna invisível pra gente, né? Sobe, torna-se négua, torna-se nuvem, depois se condensa, torna-se água, né? É uma, e o perespírito de alguma forma também tem a propriedade de passar por todas essas transformações na sua matéria, mas é necessário alguns requisitos que para que isso ocorra. Daí Kardec nos coloca o primeiro requisito, o espírito tem que ter vontade de que isso ocorra. Ele tem que desejar para que ele aja com o pensamento na matéria perespiritual. O segundo ponto é que temos que ter um médium doador de fluidos específicos, né, que alguns chamam ectoplasma. tem que ser fluídos e tem que ser um doador e que tem a capacidade de doar eh uma quantidade suficiente de fluidos para

e ter um médium doador de fluidos específicos, né, que alguns chamam ectoplasma. tem que ser fluídos e tem que ser um doador e que tem a capacidade de doar eh uma quantidade suficiente de fluidos para proporcionar a materialização. E daí, além disso, esse fluido que o médium doa tem que ter afinidade com o fluido perespiritual do espírito desencarnado. Olha quanto trabalho, né? Mas além disso, ainda tem um outro fator. Tem que haver permissão da espiritualidade para que haja a materialização, a aparição do corpo perespiritual. Então, somente quando se reúne todos esses fatores, é que a gente vai conseguir uma aparição mais perfeita ou mesmo tangível. Então, não basta que a pessoa queira ver o espírito, nem que o espírito queira fazer-se visível. É necessário todos esses fatores para que isso ocorra. >> E lembrando, né, que essa combinação de fluidos, a o fluido do médium com o fluido do espírito, ela nem sempre acontece, né? E é por isso, como diz Kardec, que nós não estamos aí à torta e à direita vendo espíritos por todos os lados, né? Então, é preciso realmente que haja uma combinação exata entre o fluido do médium, do encarnado, com o fluido do espírito. Se não houver essa combinação, realmente é impossível que ocorra essa eh materialização ou até mesmo uma aparição mais fluídica, maisa, mais vaporosa, né? >> Muito bem. Elita, é uma mensagem para você no chat privado, tá? Eh, nós temos temos várias perguntas aqui, já a gente vai atender, viu? Eh, tem um comentário do Alan Loures, eh, que vamos atender rapidamente aqui antes da da pergunta, eh, seguinte aqui para Fabiane, OK? Eh, o Alan coloca que ele é médium, ele tem um pouco de conhecimento, mas não consegue aplicar na vida, né? é não entender, é para entender o que, por que que ele sofre tanto. Sei que há sofrimentos maiores do que os meus, mas parece que minha cruz é de um peso que não consigo suportar. Primeiro, Alan, eh, a gente aprende no evangelho, né, que Deus não coloca cruz nos ombros que a gente não pode levar.

s do que os meus, mas parece que minha cruz é de um peso que não consigo suportar. Primeiro, Alan, eh, a gente aprende no evangelho, né, que Deus não coloca cruz nos ombros que a gente não pode levar. Então, eh, aquilo que se apresenta na nossa encarnação é porque a gente tem condições de carregar, sim, mas a gente pode contar com ajuda. Todos nós temos um anjo da guarda, né? Nós podemos falar com ele, pedir ajuda, ele não vai resolver o nosso problema, tá? Porque as coisas acontecem para nós, paraa nossa evolução, pro nosso crescimento espiritual. Então é muito importante manter a confiança, inclusive em si mesmo, de que você é capaz de superar as dificuldades e não vai faltar esse amparo espiritual. Se a gente ora, pede ajuda, não faltará, tá bem? Então, se você precisa, procura um centro espírita, onde você possa fazer um um atendimento fraterno, onde você possa conversar com alguém, fazer um encaminhamento, não é, a respeito eh da da da situação. E muito importante na situação de ser médio, é a gente ter o Evangelho Segundo o Espiritismo como nosso livro de cabeceira, né? nos ajuda muito no processo do autoconhecimento, de a gente conhecer melhor o que é a própria faculdade que a gente tem. Então, firme, não desanime, não faltará amparo espiritual, tá bém? Você não está sozinho, pode ter certeza disso, ok? Esperamos que você encontre o caminho e possa, né, se sentir melhor. OK. Bem, Fabiane, >> pois não. >> Item 106. Então, que outra propriedade do perespírito Kardec apresenta nesse item 106? >> Aqui ele nos fala sobre a penetrabilidade, né? Nós sabemos que o perespírito apresenta inúmeras eh propriedades. Aqui a gente lembra da obra de Zalmino Zimmerman perespírito, uma obra que é assim, ó, de grossura, né? mas em queino examina com com muita minudência diversas características do perespírito. Mas aqui Kardec fala da penetrabilidade. Então ele diz que matéria nenhuma lhe opõe obstáculo. Ele as atravessa todas como a luz atravessa os corpos transparentes. E aqui a gente fica se lembrando dos

Mas aqui Kardec fala da penetrabilidade. Então ele diz que matéria nenhuma lhe opõe obstáculo. Ele as atravessa todas como a luz atravessa os corpos transparentes. E aqui a gente fica se lembrando dos filmes, né? que a gente lembra de Ghost, um filme clássico e que nos mostra justamente o espírito atravessando portas e caminhando sem que nenhum daqueles obstáculos, né, lhe seja eh um prejuízo para a a sua jornada. Porque realmente é isso, o perespírito, ele tem essa característica da penetrabilidade, a matéria não lhe opõe resistência. Então, eh, daí vem não haver e tapagem capaz de obstar a entrada dos espíritos, né? Às vezes a gente vê as pessoas também brincando, ai eu tenho medo de espírito, eu vou trancar as portas para que os espíritos não entrem, né? Isso não será possível, porque os espíritos penetrarão aquela porta sem problema algum. Eh, então Kardec fala aqui, uma frase muito curiosa, eles visitam o prisioneiro no seu calabolço com a mesma facilidade com que visita uma pessoa que esteja em pleno campo. Então, podem haver muros e muralhas que nenhuma delas será obstáculo para que o espírito ali ingresse, porque o seu perespírito tem essa capacidade da penetrabilidade. >> Ótimo, Fabiane. Carlos quer trazer mais alguma questão do chat do pessoal? >> É, vamos trazer, não é? Eh, Enivitin fez um comentário aqui. Quando eu repousar, eu peço em minhas orações que eu possa ser útil também. É interessante isso, né? Se colocar à disposição para auxiliar, né, para colaborar com os outros. Muitas vezes a gente ajuda os nossos familiares, companheiros de trabalho e também recebe ajuda quando a gente está precisando. Então, se a gente ora, pede ao nosso anjo da guarda, não é? Ele nos leva inclusive para locais de refazimento espiritual. Muito bom. Então vamos agora fazer algumas perguntas. Eh, Euzita, coloca esse Daniel Zimar aqui então pro Flávio, né? Na na sequência a gente vai fazendo para os dois. >> Isso. Então, Flávio, a Neusimar Selen, ela coloca: "Quando não lembramos do

guntas. Eh, Euzita, coloca esse Daniel Zimar aqui então pro Flávio, né? Na na sequência a gente vai fazendo para os dois. >> Isso. Então, Flávio, a Neusimar Selen, ela coloca: "Quando não lembramos do sonho, é como se não tivesse sonhado com nada. É a questão da assim, toda noite nós dormimos e toda noite a gente tem experiência fora do corpo. O sonho ele é a lembrança da experiência. Ele não é a experiência em si, né? E pode acontecer que por inúmeros motivos a gente não se lembre daquilo que aconteceu durante o desdobramento. E isso é uma questão até providencial, porque muitas coisas, se nós nos lembrássemos com muita exatidão, isso nos perturbaria. eh durante eh o a vida, a a nossa vida de vigília, né? Então, sempre a gente a gente tem experiências. O fato de não lembrar delas não quer dizer que a gente não tenha tido essas experiências fora do corpo. Às vezes elas são fragmentárias, inclusive parece assim que são coisas que não fazem sentido, porque a gente tem que lembrar também que quando a gente tá dormindo, as coisas que nós estamos presenciando, nós estamos presenciando e vivenciando com o corpo perespiritual. Ao acordarmos, voltarmos pro corpo físico, é como se a gente tivesse visto e vivido coisas com um equipamento muito superior e tenta decodificá-los com um com um um um equipamento, né, que é o corpo físico muito mais denso. Isso gera alguma dificuldade da gente filtrar essas lembranças, né? Mas dá, inclusive existem aí exercícios que a gente pode buscar eh para inclusive para facilitar a lembrança do do da daquilo que a gente viveu durante o sono. A gente pode buscar isso e exercitar e aos poucos ir eh lembrando eh os fragmentos daquilo que ocorreu conosco durante o desdobramento do sonho. >> Muito bem. Fabiane quer comentar alguma coisa sobre essa pergunta? Não, eu eu gostaria de lembrar que às vezes também nós não estamos tendo a possibilidade de ter um sono tão profundo ao ponto de registrar essas lembranças. E aqui eu até compartilho uma experiência pessoal. Eu comecei a

de lembrar que às vezes também nós não estamos tendo a possibilidade de ter um sono tão profundo ao ponto de registrar essas lembranças. E aqui eu até compartilho uma experiência pessoal. Eu comecei a ficar curiosa porque eu não lembrava dos meus sonhos e coincidiu que eu estava fazendo uma série de uma bateria de exames e e ao fui ao médico e e ele comentou comigo que era preciso investigar se eu estava atingindo o sono rin, que é quando você realmente termina o ciclo. >> E eu acordava sempre muito cansada. Eu poderia dormir 8 horas, 10 horas, 12 horas, que eu não descansava. Então, era justamente porque eu não estava conseguindo atingir esse sono profundo, Rem. Você sabe que com o remédio que ele me passou, e aqui então eu busquei ajuda médica, eu hoje me lembro com muito mais frequência os sonhos que eu tenho. Então, a gente às vezes tem que lembrar que nós estamos num corpo físico que também tem as suas deficiências. as suas demandas, né? Nós que estamos aqui no no campo da mediunidade e são muitos anos de jornada lá com a com as nossas turmas de estudo do livro dos médiuns, a gente sempre precisa lembrar que nós temos que trabalhar o ser como um ser integral. Então, nós temos que trabalhar a nossa saúde psicológica, emocional, temos que trabalhar a nossa saúde física, então recorrer muitas vezes aos médicos para verificar toda a nossa disposição orgânica e também temos que cuidar da nossa saúde espiritual. Sem esse tripé, algumas coisas ficam capengas, né? Então, às vezes a gente também não está sonhando porque está com alguma deficiência aí na, né, nesse corpo físico que demanda de vez em quando uns ajustes, né? >> Muito bom. A Vânia Barbosa colocou pra gente, mesmo orando antes de dormir, fazendo o evangelho no lar, trabalhando no bem, às vezes tem sonhos trevosos. Por quê, Fabiane? É, eu também tenho. E a gente acorda desesperado, né, falando: "Senhor, por meu Deus, que coisa horrível?" Primeiro a gente tem que lembrar que a gente mora aqui num mundo de provas e expiações,

iane? É, eu também tenho. E a gente acorda desesperado, né, falando: "Senhor, por meu Deus, que coisa horrível?" Primeiro a gente tem que lembrar que a gente mora aqui num mundo de provas e expiações, né? Nós estamos num mundo em que convivemos com todo tipo de ser humano, né? Dentro da categoria dos dos espíritos. e Kardec nos ensina isso muito bem no livro dos espíritos. Nós temos ainda aqui conosco convivendo pessoas muito difíceis, pessoas trevosas, portanto que emanam pensamentos muito ruins, assim como também convivemos com pessoas melhores. Então, viver aqui na terra é esse grande desafio. E é por isso que nem sempre nós estamos bem sintonizados, mesmo fazendo evangelho no lar, trabalhando no bem, nós estamos em contato com todos esses seres aqui. E é possível que a gente possa ter recordações de cenas que assistimos em noticiários, por exemplo, ou preocupações que que carregamos e que não conseguimos nos desfazer delas, né? Então, qual que é o remédio? Continuar a fazer o evangelho no lar, continuar a fazer meditação, oração, lembrando de Jesus, do orai e vigiai. É assim que a gente vai conseguir se libertar desses sonhos trevosos de vez, né? Temos mais uma sobre sonho, Carlos. Se o Flávio quiser comentar alguma coisa sobre o que a Fabiane trouxe, mas tem mais uma sobre sonho. Tem uma, deixa eu ver. Ah, é aqui do Beto, não é >> isso? Tenho dificuldades de entender sobre os sonhos. Já ouvi que se lembramos dele. Não é sonho. Poderiam me ajudar a entender isso, Flávio? Depois, Fabiane. >> Eu acho que é justamente ao contrário. Pela visão espírita, se a gente lembra é porque é sonho, né? É que a gente confunde muito a questão do sono quando a gente tá desdobrado com o sonho, que é a lembrança daquilo que nos aconteceu com durante o sono, durante o momento que nós estávamos parcialmente desligados do corpo físico, né? >> Uhum. Então, eh, e, e a dificuldade de entendê-lo, mais ou menos, acho que eu já até comentei, né? A dificuldade está exatamente por conta de que a gente tem

almente desligados do corpo físico, né? >> Uhum. Então, eh, e, e a dificuldade de entendê-lo, mais ou menos, acho que eu já até comentei, né? A dificuldade está exatamente por conta de que a gente tem vivências quando a gente está desdobrado com os órgãos do corpo perespiritual. E ao tentar recordar essas vivências, né, quando nós despertamos, nós eh fazemos isso com o cérebro físico. Se a espiritualidade desejar, achar importante que a gente recorde, ela pode até nos auxiliar para que a lembrança seja mais nítida, para que a gente conserve alguma algum aspecto dessa experiência que não seja educativo. Mas das outras vezes o que vai acontecer é que a gente tem essa lembrança meio quebrada, né, meia e eh perturbada daquilo que que ocorreu. E a gente acha, talvez, até que a experiência foi perturbadora, mas não foi a experiência que foi que foi perturbadora. Na verdade, é a forma de nós nos lembrarmos dela que não tá fazendo sentido, né, por conta dessa dessa eh dissonância entre o o veículo que nós tivemos a vivência e aquele com a qual nós tentamos recordá-la. Agora, se me permitem, talvez a pergunta dele nos faça eh fazer uma reflexão aqui sobre um ponto importante de que nem sempre todo sonho é um encontro espiritual ou um desdobramento e um acontecimento no mundo espiritual. Porque há também os sonhos que nada mais são do que essas emanações dos nossos registros cerebrais, daquilo que nós vivenciamos ao longo de dias, experiências da nossa vida. Às vezes a gente sonha com período de infância, né, Carlos? um período pretemp >> isso ou até de outras encarnações. Exatamente. Porque tudo está registrado no nosso perespírito. Enquanto estamos aqui encarnados. Esse perespírito tá ali ainda eh com várias informações adormecidas, porque tá tudo condensado aqui para se ocupar dessa existência física. Então, muitas vezes, o nosso sonho é uma lembrança de uma outra vida, é um registro de algo que aconteceu na nossa encarnação, nessa vida aqui e que ficou na nossa memória como registro,

ência física. Então, muitas vezes, o nosso sonho é uma lembrança de uma outra vida, é um registro de algo que aconteceu na nossa encarnação, nessa vida aqui e que ficou na nossa memória como registro, que a todo momento pode ser pensado, né? Então, a gente precisa fazer essa distinção. Nem sempre o sonho é eh registro ou consequência de um desdobramento ou de um encontro no plano espiritual. >> Uhum. Fabiane, aproveita aí e repete o livro Per Espírito. >> Ah, sim. O título, o título é o Perespírito >> e o autor é Zmino Zimmerman. Se não me engano, ele foi até desembargador do Tribunal de Justiça do Estado de Minas Gerais, >> um grande estudioso espírita e que nos deixou, né, essa obra assim fantástica, em que ele se debruça sobre as minudências do perespírito. Realmente, para quem estuda perespírito, essa referência bibliográfica é obrigatória. >> Ótimo. Eu vou responder essa da Larissa Barros e aí você coloca depois eu citar outra do Beto pro Flávio. A Larisse Barros colocou: "Tem que ser necessariamente médio vidente para ver espíritos". Se está eh em vigília, acordado, desperto e vê os espíritos, é médium vidente. Salvo se tem um médium que doa ectoplasma, doa fluidos, que aí o espírito se condensa e a gente vê, não é? Agora vai ter dois tipos de evidência aqui. A pessoa que só vê se o espírito estiver realmente mais condensado e aquele que tem uma capacidade que não é bem vidência, mas que quando o espírito já faz uma graduação de, não é, de condensação, ele já começa a ver também. Agora, todos nós, Larissa, durante o sono, vemos os espíritos. Isso não significa propriamente ter mediunidade, né, de vidência. Então eu espero que fique claro assim. >> Então vamos eh a outra questão do Beto às 21:52. Flávio, no caso de Jesus, ele apareceu tangível pela graduação espiritual dele ou havia ali entre eles esses médiuns para lhe fornecer os fluídos? Então, eh, imagina, eh, considerando, né, que na hipótese espírita Jesus estava ali materializado em um corpo perespiritual

ual dele ou havia ali entre eles esses médiuns para lhe fornecer os fluídos? Então, eh, imagina, eh, considerando, né, que na hipótese espírita Jesus estava ali materializado em um corpo perespiritual e como eh eh ninguém foge às leis naturais do planeta e Jesus não necessitaria fugir delas, eh neste caso, teria que ter médiuns ali paraa doação das energias eh do ectoplasma para que o corpo perí espiritual dele se materializasse e se tornasse inclusive tangível, né? Então, acredito que seja isso que aconteceu. >> Muito bom. Fabiane quer >> essa essa essa é uma pergunta dificílima, né? Porque nós que estudamos a fundo as obras espíritas e e e sabemos que Jesus é um ser que atingiu a pureza e, portanto, ele, o perespírito dele já é tão fluídico, tão fluídico, ao ponto de ele não ter mais assim uma característica humana, humanoide, digamos assim, né? Eh, nós não podemos dizer aqui com certeza absoluta é sobre isso que estamos falando. Agora, o Flávio tem toda a razão. É a partir do momento que ele eh esteve entre nós e, portanto, teve uma preparação, acreditamos nós, de milênios quissá para que ele pudesse reconstituir um perespírito materializável, ao ponto de poder reencarnar aqui na Terra, né? ele realmente precisaria em assim sendo, de espíritas eh de médiuns ali do fluido. Agora é que às vezes a gente fala, será, né, que Jesus diante Jesus que como diz Emanuel e a caminho da luz, né, o céu é azul porque Jesus assim quis, né, foi ele quem imprimiu, né, foi ele quem quem trabalhou com os fluidos cósmicos, o fluido cósmico universal para que pudesse construir a esse modelo orgânico aqui da Terra, né? Então essa é uma pergunta difícil que nos foi feita para um encontro tão breve como esse. Convidamos a estudar profundamente o espiritismo, que eu tô aqui há 45 anos estudando e ainda tenho dúvida sobre essa pergunta. >> Muito bem. Para eh tem um livro chamado Jesus perante a cristandade, não é? Que coloca que inclusive Maria ela não é era médium auxiliando Jesus, não é?

do e ainda tenho dúvida sobre essa pergunta. >> Muito bem. Para eh tem um livro chamado Jesus perante a cristandade, não é? Que coloca que inclusive Maria ela não é era médium auxiliando Jesus, não é? eh no no no processo da sua manifestação junto de nós. Então, eh como o Flávio colocou, ele não fugiria das leis naturais, mas nós não conhecemos todas as leis, né? Ele conhece muito mais do que nós, porque afinal de contas ele é o canal cósmico de formação desse planeta >> e que preparou durante milênios paraa nossa vinda aqui. Então, como a Fabiane disse, é muito complexo. Quando fala de Jesus é realmente complexo, não é? Bastante difícil. Então fica aí pra gente continuar aprofundando. Nós temos mais algumas perguntas, mas nós vamos seguir com o nosso roteiro. A gente volta já já aqui nas perguntas do pessoal, né, Euzita? Vamos pro item 107, pro Flávio, né? Uhum. >> Então, Flávio, vamos lá. O que Kardec fala sobre as aparições em vigília? Os espíritos são atraídos por simpatia? Bom, vamos só recordar o que significa a palavra vigília, que não é muito usada, né, entre nós, né? Então, o o que são as aparições quando a gente está acordado, né? Então, essas não são aquelas que ocorrem durante o o sono. Daí Kardec nos fala assim, olha que essas aparições elas não são raras, elas aconteceram durante todos os tempos na história. É possível que cada um de nós tenha até alguma coisa a respeito delas para dizer. alguém que viu um espírito, né, que teve uma experiência, ele fala assim, são bastante comuns, especialmente na época de de Allan Kardec eram muito comuns, porque inclusive a espiritualidade estava ali liberando eh o acesso maior da dos espíritos para se manifestarem por conta da codificação da doutrina espírita, né? Então, a primeira coisa é que a aparição ela e se é uma aparição de verdade, ela não é uma alucinação. E a gente não vai falar sobre alucinação porque semana que vem o estudo vai ser exatamente sobre isso, não é? ISO, >> mas e Kardec fala assim que as aparições

ção de verdade, ela não é uma alucinação. E a gente não vai falar sobre alucinação porque semana que vem o estudo vai ser exatamente sobre isso, não é? ISO, >> mas e Kardec fala assim que as aparições mais frequentes, né, são aquelas que envolve pessoas eh de no caso de morte de pessoas que estão ausentes, né? Então são pessoas que têm uma ligação conosco, né? Então tem uma conexão, um laço de simpatia conosco e daí quando desencarnam aparecem para nós para avisar que desencarnavam, né? Então, eh, temos casos, a pessoa fala: "Olha, acordei de manhã e vi fulana lá na minha na minha eh, batendo palma lá no meu no portão." Daí quando eu fui atender, ela tinha desaparecido. Depois eu fui descobrir mais tarde que ela tinha desencarnado, né? Então, por que que ocorrem essas coisas, né? Então, eh, daí Kardec nos falou: "Olha, que essas aparições inclusive são as mais comuns, né, assim como aquelas eh de pessoas que que estão eh próximas ao desencarno e começam a ver os desencarnados perto do leito de morte, né, e que também são muito comuns." E tudo isso sempre tem uma questão ligada com a sintonia, com a simpatia que a pessoa que participa desse fenômeno tem com o espírito que se encontra desencarnado. >> Uhum. Muito bom. Eh, Fabiane, o item 108 ele é bastante extenso, não é? a que Ilusões Kardec se refere nesse item 108, inclusive uma coisa curiosa sobre espíritos glóbulos. >> É, >> é bom. Kardec alerta aqui pras ilusões da imaginação, né? Porque é claro que eh nós ainda temos essa questão das imaginações. A gente lembra muito das crianças, né? As crianças falam muito sobre os amigos imaginários, né, que eles têm. E eu me lembro que o meu filho mais velho, ele quando era pequeno, tinha 2, 3 anos, ele tava sempre com um amiguinho com ele. Era muito recorrente esse amiguinho com ele. Era um amiguinho imaginário. E eu, espírita imaginei que realmente fosse um espírito que estivesse ao lado dele, porque ele falava inclusive o nome completo do amigo e ele trazia histórias sobre o

le. Era um amiguinho imaginário. E eu, espírita imaginei que realmente fosse um espírito que estivesse ao lado dele, porque ele falava inclusive o nome completo do amigo e ele trazia histórias sobre o amigo. Ele me contava que o amigo era da França e ele tinha 2, 3 anos, ele nem sabia o que era França, né? Então eu me lembro que ele falava assim: "Mamãe, ele veio lá de França". Eu falava: "Nossa, que interessante". E onde ele me falou o nome completo, eu até dei uma gugada para ver se tinha alguma informação daquele nome completo. Então, vejam, Kardec aqui fala da imaginação. Às vezes a criança tá imaginando. Às vezes a a pessoa adoecida tá num estado de vulnerabilidade, fragilidade, ela também pode estar imaginando, né? Vamos falar sobre as alucinações no próximo encontro, que não será hoje. Mas então, Kardec nos nos faz aqui, aliás, como em todo o livro dos médiuns, ele tá sempre muito preocupado com o embuste, a mentira, o charlatanismo, né? Isso é muito interessante, porque senão a gente também cai no erro de achar que tudo é espírito. Eu me lembro de uma amiga que às vezes falava assim para mim: "Fabi, todo dia de noite eu sinto no quarto do meu filho o cheiro de um de cigarro. Tem algum espírito fumante que fumava no meu quarto, no quarto, né? Aí eu brinquei com ela e falei: "Bom, eu acho que em primeiro lugar você deveria verificar se você não tem um vizinho que fuma e que essa fumaça não tá entrando no seu quarto." Por quê? Porque a gente também tem mania ou pode ter a tendência de achar que tudo é de espírito, né? Então, Kardec assim o faz durante toda a obra do livro dos médiuns, ele tá sempre muito preocupado porque ele sabe que existem também as questões físicas atuantes instalados de madeiras, por exemplo, né? Não são eh manifestações de efeitos físicos. Às vezes é uma dilatação da madeira que ela traz barulhos, né? E o o espírito glóbulo é a mesma coisa. Às vezes a gente tá no sol e quando você vai fechando o olho assim, você vê vários glóbulozinhos. Não sei se as

dilatação da madeira que ela traz barulhos, né? E o o espírito glóbulo é a mesma coisa. Às vezes a gente tá no sol e quando você vai fechando o olho assim, você vê vários glóbulozinhos. Não sei se as pessoas já tiveram, eu já passei por isso várias vezes. O que que é isso? É a umidade do olho, né? Nosso olho é muito úmido por conta das lágrimas. E ocorre ali um reflexo com a luz solar e a gente vai enxergando aqueles glóbulos. E aí na época de Kardec tinha quem dissesse que ali eram os espíritos glóbulos que apareciam, né? Kardec fala: "Não, não, não tem nada a ver com isso". Então, realmente esse item é muito interessante porque é mais um item ao longo de toda a obra em que Kardec está muito preocupado de separar aqui o joio do trigo, o que é realmente manifestação espírita daquilo que possa ser manifestação física. >> OK. poderia só acrescentar com isso, é porque eu achei muito interessante que Kardec traz várias situações, daí eu fui mais ou menos pesquisar porque ele pesquisou com a com o o vocabulário da época, né? Então, por exemplo, ele cita ali a questão da de que existe, porque a questão dos espíritos glóbulos, inclusive era assim que as pessoas diziam: "Olha, eu vejo um espírito em forma de de de de globo e ele me persegue por toda parte. Quando eu olho, ele tá sempre ali. Se eu viro a cabeça, ele vira junto, né? Daí Kardec começa a falar sobre várias questões, né, ligadas ao corpo físico, né? Ele fala assim, ó, por exemplo, existe uma problemática que dá no no humor acoso dos olhos, né, que é o líquido que preenche o o olho, que ele faz com que a pessoa ela veja eh realmente sinais como se fossem sinais luminosos, né? E hoje a gente estuda isso como uma das doenças que causa isso que é o glaucoma, né? E daí depois ele fala também nas moscasuróticas aí, né? Que são eh que assim que muitas pessoas aí confundiam com espíritos inferiores porque eram marcas, né? Eh eh escuras que a pessoa via quando ela olhava, né? Então estava sempre seguindo a pessoa e que hoje a ciência estuda

ue muitas pessoas aí confundiam com espíritos inferiores porque eram marcas, né? Eh eh escuras que a pessoa via quando ela olhava, né? Então estava sempre seguindo a pessoa e que hoje a ciência estuda isso com o nome de moscas volantes, né? que também é um problema no adoecimento do do dos olhos, né, do próprio envelhecimento, que faz com que a pessoa teja impressão que ela tá vendo então algo que ela pode até confundir com espíritos que está ali flutuando eh na frente dela e que inclusive quando ela tenta eh colocar a mão, parece que desaparece para depois aparecer de novo. Então, vejam a a Kardec tivessem o que acreditasse que tudo era espírito, né? Que tudo que vê é espírito. Então ele vai atrás da ciência para ajudar para que as pessoas adquirem adquiram uma questão ali de lógica, né, de racionalidade diante dos fenômenos. Muito interessante. Eu fico fico rindo aqui, Zita, porque depois que foi ficando mais velho, teve um período, né? Depois usando colírio e tal, ajudou a resolver, mas eu ficava vendo esses glóbulozinhos por todo o tempo, né? Eu lembrei que eu tinha lido esse CAD, dizia: "Olha aí, tá acontecendo comigo, né? Se eu fosse dessas pessoas que cri essas coisas todas, teria espírito me perseguindo o tempo todo." Desculpe, Zita. Vamos lá. Não, tranquilo. Vamos então eh dar continuidade à programação, Carlos, e depois a gente volta pela pras perguntas. Pode ser? >> É, o nosso tempo tá ficando curtinho, mas vamos lá. >> Isso tá ficando curtinho, mas vamos lá. Eh, Flávio, no item 109, Kardec retoma o tema do perespírito. O que que ele diz? Basicamente, >> é, basicamente Kardec nos diz assim que o perespírito é a chave para que a gente consiga entender os fenômenos de aparição, mas não só ele, todos os fenômenos mediúnicos, né? Então, e ele fala assim que o estudo do perespírito, ele só se tornou possível por conta da contribuição dos espíritos que vieram nos alertar a respeito desse corpo semimaterial que nós possuímos e que tá na base de todos os fenômenos

do do perespírito, ele só se tornou possível por conta da contribuição dos espíritos que vieram nos alertar a respeito desse corpo semimaterial que nós possuímos e que tá na base de todos os fenômenos mediúnicos, eh, os fenômenos obsessivos, eh, na questão da própria reencarnação. ele fala assim que eh depois que a gente tomou conhecimento da existência do perespírito, a gente começou a entender os fenômenos espíritas e percebendo que eles não são maravilhosos, quer dizer, eles não ocorrem além das leis naturais, mas muito pelo contrário, todos eles ocorrem obedecendo leis naturais que nunca são derrogadas, mas se tratavam de aspectos da lei que a gente ainda não conseguia entender, né? Isso. E e a questão do perespírito, ela continua desafiadora e com certeza com o a evolução da própria tecnologia humana, nós vamos poder estudá-lo melhor no plano físico. >> OK. Eh, Carlos, >> bem, vamos para 110, então, não é? Eh, Fabiane, como Kardec considera a teoria que ele está apresentando aqui nesse item 110? É, Kardec finaliza essa teoria das aparições comentando que realmente tudo que ele percebeu com as informações dos espíritos e que ele condensou como teoria das aparições, ela é lógica, ela é racional, mas acima de tudo ela é fundamentada na observação dos fatos, fatos que eh eram eh utilizados como experimentos, né, por diversos espíritos e médiuns ao longo de todo o período em que Kardec também um cientista, né, na análise desses fatos. Então, como o Flávio bem já adiantou, não se trata, a mediunidade não se trata de algo sobrenatural, não se trata de algo maravilhoso, de algo eh milagroso ou miraculoso. Na verdade, é uma lei natural eh da interação entre espírito e matéria. Aliás, eu gosto sempre de lembrar lá no na nos grupos de estudos que em o livro dos espíritos, eh, os espíritos nos ensinam sobre a trindade, Deus, espírito e matéria. Então, Deus criou o espírito e matéria. O espírito, ele precisa passar pela matéria para chegar até Deus, né? Nós não iremos até

h, os espíritos nos ensinam sobre a trindade, Deus, espírito e matéria. Então, Deus criou o espírito e matéria. O espírito, ele precisa passar pela matéria para chegar até Deus, né? Nós não iremos até Deus se não passarmos pela matéria. Então essa interação dual, espírito e matéria é constante, é natural, é da lei de Deus e, portanto, explicável pelas leis espirituais. A proposta de Kardec busca dar, sem sombra de dúvida, uma base científica e filosófica às manifestações visuais. Aliás, como como Kardec era um cientista e que, portanto, ele precisava de fatos, analisava, estudava esses fatos e depois condensava uma teoria que era eh analisada e e e validada pelos espíritos. Aliás, o que há de mais interessante em Kardec é que inicialmente ele tinha uma outra teoria sobre o que se tratavam as manifestações de efeitos físicos e foram os espíritos que disseram para ele: "Não, você tá enganado. A manifestação de efeito físico, ela ocorre". E aí explicou com a com a combinação do fluido do espírito, com o fluido do médium, com fluido cósmico universal. Kardec não imaginava que era assim, né, a a que aconteciam os fenômenos de efeitos físicos. Ele imaginava que o espírito sozinho conseguia ali se condensar e se, né, e aparecer. E foram os espíritos que disseram: "Não, você está equivocado isso, para que isso aconteça, é preciso que haja uma combinação com o fluido eh do presente encarnado, né? Então, acho que em síntese é isso que Kardec nos apresenta nesse último item aqui do nosso estudo. >> É microfone Carlos >> da Ana Paula Selindá pro Flávio. >> Sim, Flávio. É quando sonhamos com uma pessoa e a aparência não é da pessoa, pode ser que o espírito esteja com aparência de outra reencarnação. O que que acontece no caso? >> Na verdade, esses fenômenos eles têm tantas nuances, né, que a gente fala de algumas, né? Então, pode ser que a pessoa esteja aparecendo com esteja com aparência de outra encarnação, pode ser. Mas o que acontece também muito comumente é que a pessoa quando ela

a gente fala de algumas, né? Então, pode ser que a pessoa esteja aparecendo com esteja com aparência de outra encarnação, pode ser. Mas o que acontece também muito comumente é que a pessoa quando ela desencarna, por exemplo, é comum que pessoas apareçam rejuvenescidas no mundo espiritual, às vezes desencarnam já idosas ou judiadas pela doença, daí chega lá do outro lado porque foram pessoas que tiveram uma vida muito correta, né? eh se esforçaram bastante no bem, chega lá do outro lado, automaticamente o perespírito tá rejuvenecido. Daí a gente olha pra pessoa da aparência, da última aparência que a gente eh que a gente tinha visto, né, que a gente da experiência que a gente tinha tido, encontra com ela, falou: "Nossa, mas fulana tá diferente, né? E de fato porque o o corpo per espiritual sofreu alguma mudança nessa transição entre o plano físico e o plano espiritual. Então, essas aí são algumas das hipóteses que explicam isso. >> Uhum. Muito bem. Eh, tem uma para Fabiane já já. Mas o Silvio Chico Holderb, ele coloca pra gente aqui o que a doutrina espírita acha do livro A vida de Jesus é ditada por ele mesmo. Pode Jesus ter ditado tal obra, Silvio, é uma obra apócrifa, tá bem? Com todas as letras. Não foi Jesus que ditou isso, tá bem? Então, eh, a gente já viu centros que estudam a obra e tudo a gente respeita, mas fora de qualquer dúvida, Jesus não escreveria esse tipo de coisa. Jesus escreveu nada quando ele esteve entre nós, porque queria escrever depois dele estar no mundo espiritual. Não faz nenhum sentido, inclusive. Tá bem bom. Então agora, eh, Fabiana, Fabiane, eh, a Ivani diz assim: "Exatamente isso acontece comigo e meu questionamento sempre o do porquê. Você poderia dizer a especialidade do médico que ajudou a resolver o problema de não ter o sono profundo? >> Sim, com certeza, sem problema algum. Eu fui a um psiquiatra na época, eu imaginei que fosse a especialidade que melhor pudesse, imaginei que o psiquiatra estuda profundamente questões cerebrais, né, de neurológicas.

, sem problema algum. Eu fui a um psiquiatra na época, eu imaginei que fosse a especialidade que melhor pudesse, imaginei que o psiquiatra estuda profundamente questões cerebrais, né, de neurológicas. E realmente foi muito importante para mim e resolveu meu problema. Hoje eu sonho eh e não acordo mais cansada. Então tá tá sendo fantástica a medicação que ele me passou. Foi uma medicação acertada porque eu percebo que eu realmente completo o ciclo do meu sono, né? Uhum. Tem essa aqui, Elita. Flávio, meu sobrinho com 4 ou 5 anos tinha um amiguinho imaginário que ele chamava de Roberto. Com a chegada do meu filho, que tinha o nome de Roberto, através da adoção, o Roberto não mais apareceu. Casualidade, >> só Deus sabe, né? Isso aí. Uma das hipóteses pode ser que o Roberto se reencarnou como seu filho, não teria nenhuma e eh dificuldade de acontecer isso. OK? Mas a gente não pode afirmar, né? Só a espiritualidade superior é que saberia o plano reencarnatório de cada um deles, inclusive do seu filho, >> né? Pelos nossos estudos, a gente vai observando todas as hipóteses possíveis a partir do nosso conhecimento, né? Eu me lembro também que eu antes da chegada do meu caçula, o meu filho mais velho, um belo dia tomando café da manhã, ele tava com 4 anos, ele acordou, olhou para mim e falou: "Mãe, você sabia que meu irmão tá para vir?" Eu falei: "É mesmo? Eu não tava nem pensando seu irmão tá para vir. Ah, é um seu irmão?" É, meu irmão está para vir. Eu me lembro disso até hoje. Isso foi no mês de maio. No mês de julho eu estava grávida. e era um menino, meu caçula. Então, a gente sabe que as crianças até os 7 anos elas estão muito atentas ainda com o plano espiritual, né? Eles estão sempre recebendo ali informações porque eles ainda estão em processo de finalização dessa reencarnação, né? Então, tudo isso pode acontecer >> muito bem. Tem uma do Alessandro que entrou agora a pouquinho. Eh, antes disso, o Carlos Campos colocou esse comentário: "O Cristo foi o único encarnado na terra que seguiu para Deus

pode acontecer >> muito bem. Tem uma do Alessandro que entrou agora a pouquinho. Eh, antes disso, o Carlos Campos colocou esse comentário: "O Cristo foi o único encarnado na terra que seguiu para Deus em linha reta, sem as quedas comuns cotidianas. O consolador na questão 277 é é o que coloca aqui o Cos Campos, de fato, Emanuel coloca, né, que dos espíritos que aqui pisaram na Terra, Jesus é o único que evoluiu em linha reta. O que significa que ele não precisou reencarnar. Prestemos atenção que no livro dos espíritos tem a pergunta: "Qual, qual é o objetivo da encarnação? É o progresso, a evolução. Qual é o objetivo da reencarnação? A expiação e o progresso do espírito. Então existe as duas coisas, existe a encarnação e a reencarnação. E então aí Kardec vai perguntar: "Qual a diferença daqueles que evoluem mais rápido?" Então chegam mais rápido à meta, não é? Que o o objetivo é o nosso a nossa evolução espiritual. Então aqueles que são dóceis evoluem mais rápido. Tá lá na questão 115 também no livro dos espíritos, 115, né? Os espíritos rebeldes atrasam seu processo evolutivo. Jesus não foi rebelde nunca. Então essa é a diferença. Muito bom. Nós temos aqui e Fabiane uma do Pedro de Lima. Faz um ano que minha mãe saiu da matéria e nosso clima em casa não tá bem. O que posso fazer? É, nós precisamos nesse caso insistir, Pedro, em fazer um evangelho no lar, em fazer orações. Você sabe que eu brinco que enquanto nós estamos aqui encarnados, se a gente tem uma dor no estômago, uma dor de cabeça, a gente busca o remédio, toma o remédio e passa. Quando a gente tá no plano espiritual, o nosso remédio é a oração, porque a oração ela carrega os fluidos regeneradores que o espírito precisa. Esses fluidos vão acoplando no corpo espiritual, né, no perespírito do espírito. Então vocês precisam em família orar e mandanar muito sentimento de amor, de gratidão acima de tudo, porque eu acho que esse é o papel que nós filhos, temos que ter com os nossos pais de gratidão por eles terem nos oferecido

família orar e mandanar muito sentimento de amor, de gratidão acima de tudo, porque eu acho que esse é o papel que nós filhos, temos que ter com os nossos pais de gratidão por eles terem nos oferecido a oportunidade da reencarnação e orando por ela que pouco a pouco esse clima vai mudar. Vai mudar porque o amor sempre vence, né? devagarzinho, com muito amor, com muita renúncia, né, com muita bondade e gratidão, o clima da casa vai melhorar e a sua mãe vai recebendo esses fluidos no plano espiritual e vai ficando muito feliz por você ser o corajoso, capaz de enfrentar tudo isso com muita bondade, muita resignação. Bom, a última aqui, Euzita, pro Flávio. >> Eh, Flávio, foi Jesus que editou as cartas de Paulo? >> É, eu não tenho essa informação, né? >> Também, >> mas com certeza e Paulo, Paulo foi inspirado pelas espiritualidade superior para escrevê-las, né? E certamente Jesus deve ter tido alguma participação aí neste trabalho também. Mas, >> aliás, uma coisa nós sabemos, hein, Flávio, >> hã, >> nós sabemos que muitas delas ali podem ter sido inspiradas por Estevão, porque no livro Paulo e Estevão, >> verdade, >> né? no livro Paulo Estevão, que é uma obra fantástica, todo mundo tem que ler. Eu de tempos em tempos, de cinco em cinco anos, já tá na hora de eu reler meu Paulo Estev. >> De 5 c anos a gente tem que reler Paulo Estev. >> E ali e Abigail, né? >> Que Estevão e Abigail são os dois amigos incansáveis que permanecem ao lado de Paulo. Ele aqui encarnado e os dois desencarnados. inspirando e ajudando Paulo na sua empreitada. >> Muito bom. >> Excelente. E ficar a recomendação, gente. Paulo Estevo, toda a obra de Emanuel é uma coisa maravilhosa simplesmente, né? Então, vale a pena realmente quem não leu renúncia. 50 anos depois e há 2000 anos, 50 anos depois, né? Paulo Estevão, >> Ave Cristo. >> Ave Cristo. Nossa, que coisa mais maravilhosa. Vale a pena, de fato. Então, nós vamos aqui encaminhando pro fechamento, né? Infelizmente o nosso tempo tá terminando e então no próximo

> Ave Cristo. >> Ave Cristo. Nossa, que coisa mais maravilhosa. Vale a pena, de fato. Então, nós vamos aqui encaminhando pro fechamento, né? Infelizmente o nosso tempo tá terminando e então no próximo encontro nós seguiremos com o estudo da segunda parte do livro dos médiuns, das manifestações espíritas, no capítulo 6 das manifestações visuais, teoria da alucinação. Olha, dos itens 111 a 113. Então vamos examinar eh com detalhes essa questão aqui da teoria das alucinações >> e trazer as questões. Então nós agradecemos ao Flávio, a Fabiane e a vocês que estiveram conosco. E até a próxima semana. >> Tchau. Tchau, pessoal. Tchau. Tchau. >> Muito obrigado. >> Somos impulsionados e motivados por um bem maior. Por meio da caridade e da vivência do evangelho do Cristo. Chegamos onde chegamos, conquistamos o que conquistamos. O nosso trabalho acolhe quem mais precisa. E independente da distância, nossos meios acessam lugares que antes pareciam inalcançáveis. A comunicação é chave em todos os setores de nossa sociedade e ela muitas vezes nos permitiu abraçar quem precisava de atenção em momentos de dor e angústia. Esse trabalho é feito com muita dedicação por toda uma equipe profissional, preparada para produzir diversos tipos de conteúdos que alcançam o público. Já são mais de 4.000 conteúdos de qualidade disponibilizados gratuitamente em nossas plataformas, produzidos por comunicólogos, produtores audiovisuais, cenógrafos, editores, designers, programadores e técnicos de áudio. Toda essa estrutura só é possível graças a você, apoiador do nosso trabalho. E somos gratos por toda a sua doação até aqui. Mas este trabalho precisa continuar. Podemos acolher ainda mais pessoas. E para continuar alcançando tantos corações, precisamos de você. Por isso, mais uma vez, contamos com seu apoio financeiro. Apenas com ele poderemos avançar ainda mais e continuar próximos de você. Trabalhamos pelo consolo, pelo esclarecimento e pela esperança. E sabemos que somente juntos com você poderemos fortalecer essa corrente. A

e poderemos avançar ainda mais e continuar próximos de você. Trabalhamos pelo consolo, pelo esclarecimento e pela esperança. E sabemos que somente juntos com você poderemos fortalecer essa corrente. A padrinha FEB TV. Estamos juntos com você através da FEB TV. Acesse doi.com.br br e faça sua doação.

Vídeos relacionados