#20 Estudo de O Livro dos Médiuns AEE CFN/FEB - Das manifestações espíritas - Parte 12
Estudo de O Livro dos Médiuns pela Área de Estudo do Espiritismo do Conselho Federativo Nacional/FEB. Semanalmente, toda sexta-feira, às 21h30, no horário de Brasília, com transmissão ao vivo pelos canais da FEB no Facebook, FEBtv no YouTube e Facebook e Portal do Consolador no Youtube. Encontro 20 - Segunda Parte. Das manifestações espíritas. Cap. VI Das manifestações visuais. Noções sobre as aparições. Itens 100.21ª. à 30ª. Link de acesso ao Estudo: https://febtv.live/livrodosmediuns_cfn...
Vamos juntos nessa jornada de conhecimento e descoberta refletir e expandir nossos horizontes sobre a mediunidade, ampliando nossa compreensão sobre o mundo espiritual e suas belezas. Estudo de Oviviuns pela área de estudo do Espiritismo do Conselho Federativo Nacional da Federação Espírita Brasileira. Olá, nossas boas-vindas aos participantes, ao Carlos Campete, a Rita de Cácia Castro, que é palestrante espírita, facilitadora do Evangelho Rede Vivo na FEB e na Federação Espírita Amazonense, colaboradora de outras federativas e casas espíritas. e a José de Ávila Vieira Neto, conhecido como Neto, que participa do Conselho Federativo Espírita do Estado de Minas Gerais, do Grupo Espírita Emanuel, no Instituto Assistencial Espírita André Luiz e do Cenáculo Espírita Thiago Maior. Bem-vindos. Muito obrigado. Muito bem-vindos. Eh, satisfação imens estarmos juntos aqui paraa continuidade desse estudo. A nossa saudação fraterna a todos. Dando continuidade ao estudo de livro dos médiuns, nós hoje vamos examinar a segunda parte das manifestações espíritas no capítulo seis das manifestações visuais. Noções sobre as aparições dos itens sem as perguntas 21ª a 30ª. Tem bastante pergunta dentro desse item 100 aqui, não é? Então, nós vamos começar aqui pela 21ª para a Rita. Como pode o espírito tornar-se visível? >> Então, vamos lá. Boa noite, meus queridos. Uma grande alegria estarmos aqui. E aí a gente vê que essa é uma questão que muitas pessoas querem as respostas, porque muitas pessoas acabam querendo também ver espíritos, né, até para poder acreditar. E o que que Allan Kardec coloca aqui nessa resposta? Ele diz o seguinte, que o princípio é o mesmo de todas as manifestações, reside nas propriedades do perespírito, que pode sofrer diversas modificações a sabor do espírito. Então, nessa resposta é interessante que a gente possa conhecer um pouco mais sobre perespírito, né, sobre a sua plasticidade, sobre como é que o espírito faz essa manifestação para que ele possa se tornar visível, né? Então,
nteressante que a gente possa conhecer um pouco mais sobre perespírito, né, sobre a sua plasticidade, sobre como é que o espírito faz essa manifestação para que ele possa se tornar visível, né? Então, é um um processo que tem e um estudo importante, né, desse processo em várias obras da doutrina espírita para que a gente possa entender melhor como é que isso se dá. Então, a gente vai ver que no nesse processo, né, de tornar-se visível, o espírito vai se manifestar de acordo com a sua necessidade. Então, é sempre uma questão também de necessidade para aquela eh manifestação. Então, isso a gente precisa começar a entender que não é sempre que a gente quer, né? Mas ele pode se tornar visível dessa forma, >> correto? >> Obrigado, Rita Neto, você quer colocar alguma coisa? Não, acho que a Rita foi completa aí. >> Então vamos a próxima questão para você. Pode ser? >> Pode ser. >> Nós vamos na 22ª pergunta do item 100. Pode o espírito propriamente dito fazer-se visível ou ou só o pode com o auxílio do perespírito? Bom, essa a resposta que Kardecu, já foram foi bastante estudada, inclusive nas questões anteriores, né? Mas no estado da encarnação qual qual nós estamos, nós só ele nós só poderemos vê-los, né, encarnados ou desencarnados com o auxílio do perespírito, do invóco semimaterial, do intermediário. A gente fala encarnados também, é porque o encarnado pode eh eh se tornar visível também, né? Isso nós vai servir isso mais à frente aí, não é? Mas o em função da propriedade do nós vamos ver mais tarde também do do perespírito, do invólico, semimaterial, eh o mais comum é aparecer pela forma humana, usando a forma humana, né? Mas ele pode usar outras formas também, né? ou como ou como uma projeção do perespírito ou mesmo de uma forma consciente ou inconsciente até em formas de animais. Mas nos sonhos ou no estado de vigília, que são os casos, né, que da das aparições, eh, eles podem aparecer tanto em na em plena luz do dia, né, ou mesmo na obscuridade. Então nós vamos encontrar no perespírito
nhos ou no estado de vigília, que são os casos, né, que da das aparições, eh, eles podem aparecer tanto em na em plena luz do dia, né, ou mesmo na obscuridade. Então nós vamos encontrar no perespírito todas as explicações, né, necessárias para essas aparições. >> Para mim tá cortando o teu áudio. >> Tá cortando o áudo, Carlos. >> Tá cortando >> agora. Melhorou. Voltou normal. >> Eu perguntei pra Rita se quer fazer algum comentário sobre essa essa pergunta. Então, é interessante a gente ver no senso comum, né, que a pessoa diz assim: "Ah, eu vi um espírito", né? Mas quando a gente vai entender espírito perespírito, matéria, a gente vai ver que para que esse espírito possa ser visualizado, né? Até mesmo no sonho, o perespírito vai ser justamente esse fator importante para nós podermos fazer o reconhecimento, né? Então, de acordo com o mundo que se vive, né, ele vai tirar, né, dessa praticidade, da sua necessidade, a manifestação, a sua manifestação pelo perespírito, como o Neto bem colocou. >> Uhum. Muito bem. Eh, queria pedir aos participantes, se tiverem dúvidas sobre o assunto, colocarem, por gentileza, aí as suas perguntas no chat, né, para fazer dinâmico aqui. Se tiver comentários também pode colocar aí que a gente aproveita. E Rita, então tem uma continuidade, né? Kardec vai desdobrando o assunto e ele pergunta: "Então, poderse a dizer que é pela condensação do fluido do perespírito que o espírito se torna visível?" Ele quer mais detalhes, né? mais detalhes. Então ele quer entender bem como é que acontece todo esse processo e nós também curiosos que somos, a gente também vai querer entender, né? Então Kardec representa muito todos nós querendo aprofundar mais pra gente poder entender esse processo. Mas quando ele quando a gente pensa em condensação, né? Aí a gente vai lá para o que Allan Kardec fala, que condensação não é o termo. Essa palavra, ela pode ser usada para estabelecer uma comparação, porque a gente falta entendimento, falta a linguagem. Então ele se aproxima dessa
ue Allan Kardec fala, que condensação não é o termo. Essa palavra, ela pode ser usada para estabelecer uma comparação, porque a gente falta entendimento, falta a linguagem. Então ele se aproxima dessa explicação, né? os espíritos eh eh se aproximam dessa explicação quando é colocado a condensação para que a gente possa compreender então esse fenômeno que está acontecendo, porquanto não há realmente condensação. Quando a gente verifica, né, a condensação, por exemplo, do estado da água, eh, ela tem aí três estados, né, o físico, sólido, gasoso. Então, quando eu trago uma uma lata de suco, alguma coisa assim, uma garrafa com água bem gelada, a condensação vai mudar esse estado, né? As suas moléculas vão estar num processo diferente. Mas ele fala aqui que é pela combinação dos fluidos, o perespírito torna, toma uma disposição especial. E aí, nesse processo, não vai ter analogia, a gente não vai conseguir fazer essa comparação, né? Porque essa é uma disposição que o torna perceptível. Mais uma vez a gente recomenda, né, porque agora tá falando de fluido, então a gente precisa também conhecer um pouquinho de fluido. A gênese vai trabalhar muito esse conteúdo que vai nos dar eh uma possibilidade de entender melhor e aprofundar até um pouco mais. Mas é isso que os espíritos colocam nessa pergunta de Kardec. >> Ótimo, Rita. Capítulo 14 da Gênese. É o top sobre fluidos. Neto, quer colocar alguma coisa? >> Não, nós iríamos dar exatamente essa essa complementação do da gênese, né? Mas combinação de fluidos muitas vezes de uma forma consciente ou inconsciente significa sintonia ou afinidade, né? Se não se não houver essa sintonia, não só a a vidência, mas qualquer tipo de de outra faculdade, ela não acontece, não é? Então, h é uma há necessidade dessa sintonia e muitas vezes na eh na maioria das vezes eh amparados pelo plano espiritual, né? >> Uhum. Exato. E Neto, antes da próxima questão, para quem chegou depois, estão perguntando, Carlos, em qual questão nós estamos hoje nós estamos vendo o item
eh amparados pelo plano espiritual, né? >> Uhum. Exato. E Neto, antes da próxima questão, para quem chegou depois, estão perguntando, Carlos, em qual questão nós estamos hoje nós estamos vendo o item 100 de O livro dos médiuns, perguntas 21 a 30. Então vamos continuar agora passando pro Neto a seguinte questão: os espíritos que aparecem são sempre inapreensíveis e imperceptíveis ao tato? >> Essa é uma questão interessante, né? Porque na realidade um estudo dessa ordem interessa a todos, né? Porque mesmo mesmo não sendo voluntário da prática mediúnica, é bom a gente entender isso, né? Mas no estado normal, né, os e essa parte de de inapreensível é ser compreendido, né, de uma forma mais objetiva. Então, no estado normal, para os nossos sentidos, eles são inreensíveis, como o Kardecou aqui, n suas observações, né? Mas podem, de acordo com a necessidade, né, de acordo com a permissão, ele pode pode produzir impressão do tato, né, de de toque mesmo, da tangibilidade, né, ou deixar vestígio da sua presença, como a gente tem já teve histórias, né, e aqui fala da tangibilidade, né, ou seja, a possibilidade de de se tornarem eh eh sensível ao toque. né? Mas o interessante aqui é que entre o fenômeno, né, tem que haver a matéria, né? Tem que haver a matéria, não é? Isso na no livro dos espíritos, na pergunta 22, 22a, fala exatamente sobre isso. A matéria é o laço que prende o espírito, né? Então, precisa do bem material para que haja essa essa percepção, né, de de dos diversas dimensões da matéria. >> Hum. Eh, quer comentar, Rita? >> Eu gostaria sim. Aí vem muita coisa, né, na cabeça quando a gente vê essa questão eh da tangibilidade, né? Muitos corações querem reencontrar e abraçar os seus entes queridos que se foram, né? Não é só ver, mas é abraçar, é tocar, é manifestar esses momentos de carinho. E aí, que que a gente vai lembrar, né, do livro sobre Ana Prado, que Samuel, que tava na semana passada, né, eh, escreveu, editado pela FEB. Então, Ana Prada era uma grande média amazonense,
carinho. E aí, que que a gente vai lembrar, né, do livro sobre Ana Prado, que Samuel, que tava na semana passada, né, eh, escreveu, editado pela FEB. Então, Ana Prada era uma grande média amazonense, né, de efeitos físicos. Então, a gente via materializações, né, que ela provocava, que ela produzia. Então, muitas vezes a gente quer tocar no espírito, mas para isso, né, eh existe todo um outro processo para que isso possa acontecer e também a necessidade, né? Muitas pessoas às vezes estão muito focadas nos fenômenos, né, do aparecer, da ainda em tempos de mesas girantes. Então essa foi uma fase importante e hoje a gente tá no processo de compreender. Isso é possível? Sim, minha tangibilidade é possível. E eh eu consigo, né? Mas há todo uma um outro contexto para que isso aconteça, né? Aí a gente vai encontrando em várias obras, né, histórias que vão demonstrando essas situações, né, que acontecem e o porquê que aconteceram. >> Uhum. Muito bem, Elusita. Nós temos perguntas aqui relacionadas com esse tópico anterior. Antes de ir para 25, eh, vou colocar aqui eh para você fazer para o Neto e depois eu apresento outra para a Rita. Rita. >> Olha isso aqui, ó. Foi a Raquel colocou ali. >> Então, Neto, a Raquel pergunta uma pergunta pertinente. A condensação pode ter uma cor assinisada? Pode, né? Mas quando a gente quando a gente estuda a a tanto a forma como a forma das aparições, é como é como se fosse um vapor, né, uma forma esbranquiçada e que pode chegar até no outro extremo da da forma humana mesmo, não é? E Kardec fala inclusive da roupa, da roupagem, né? e falar isso. Nós vamos ver isso mais mais talvez na em tópico seguinte, né, da da roupagem dos cabelos, né, mas pode pode vir acinzentada, pode ou uma percepção da pessoa ou é a é a é a combinação dos fluídos pelo pelo espírito, né? Às vezes é a pessoa que tá enxergando acentada também, né? >> Uhum. Eh, o ambiente, né, neta? O ambiente onde ela se encontra pode ter percepção, ambiente pode pode >> diferenciadas.
elo espírito, né? Às vezes é a pessoa que tá enxergando acentada também, né? >> Uhum. Eh, o ambiente, né, neta? O ambiente onde ela se encontra pode ter percepção, ambiente pode pode >> diferenciadas. >> A questão da luz, né? >> Uhum. Tá certo. Você aqui me fez lembrar essa pergunta de uma situação que não é propriamente relacionada com a apresentação do espírito, mas eh essa coração inentada fez lembrar esse fato que eu vou vou relatar. Eh, tinha duas tias minhas que participavam de um trabalho mediúnico e não se coloca água para fluidificar na mesa do trabalho mediúnico, mas eles colocavam numa mesinha à parte e o dirigente colocava os copinhos conforme a posição das pessoas da mesa mediúnica e depois ele entregava o copinho correspondente. >> Uhum. >> E um dia terminou o trabalho, o copinho de uma das minhas tias estava com essa cor acinzentada. A água fluidificada estava com cor ass acinentada. E aí o o o dirigente disse: "Olha, o seu copo tá dessa cor, você decide se você vai tomar ou não, né?" Ela disse assim: "Eu tomarei, né? Porque os espíritos podem ter colocado alguma alguma medicação aí e fez a água ficar desse jeito >> e tava tudo fechado, não tinha como entrar ninguém lá dentro daquele ambiente, né? Tava tudo trancado e tudo. Eram eles só ali que estava dentro. Além disso, não era uma luz absoluta eh eh negra, era uma luz meridiana que dava para ver que não houve movimento nenhum ali para alguém lá e botar nada na água, né? Então é interessante esses fenômenos que às vezes acontecem, não é? Eh, e falando nisso, uma outra vez, >> oi, >> se um copo estava, porque o outro não estava, né? Então é, >> alguma coisa porque só aquele dela que estava, né? E uma uma outra coisa que aconteceu também relacionado com água fluidificada, era um centro espírita muito simples numa cidadezinha pequena. A gente tava começando na época, né, e a gente tinha o hábito de abrir a jarra para fluidificar água na palestra pública para distribuir a ali para as pessoas presentes, né, e tal. E
adezinha pequena. A gente tava começando na época, né, e a gente tinha o hábito de abrir a jarra para fluidificar água na palestra pública para distribuir a ali para as pessoas presentes, né, e tal. E esquecemos. Quando começou a prece de encerramento que foi pedido para frutificar água, a gente ouviu um tampa saiu sozinha da jarra e caiu em cima da mesa. >> Para chamar atenção mesmo. >> São coisas, né, que que os espíritos fazem é interessante na convivência. E agora eu vou colocar essa aqui. >> Pode destacar, Carlos, uma coisa e dessa situação que às vezes as pessoas estão querendo uma explicação do fenômeno espiritual e às vezes é só uma questão da lei da física, né, de uma pressão. Então eu já vi o colega ficou apavorado porque a tampa da garrafa d'água tava batendo. Será que ela quer se comunicar comigo, né? O que que será que tem aí? Então, era o movimento de uma pressão negativa que tava ali dentro da garrafa e a tampa, né, se movimentava ali naquele processo, né? Então a gente tem que também perceber, não achar que tudo pode ser, >> tem que eliminar as causas físicas primeiro, né? >> Exatamente. Por aí por eliminação. >> A gente, eu só chamei a atenção da da jarra d'água porque ela abriu exatamente na hora da pressa que tava pedindo para fidificar, né? Era muita coincidência a pressão funcionar bem ali. Mas a Edna Carneiro perguntou isso aqui, olha, da questão 23, depende do fluido do médium para que haja a visibilidade do espírito, correto? Então aí aqui a gente vai verificar eh esse movimento pela pelo espírito. Ele vai, agora vejam bem, existe todo um contexto do espírito, do médium, porque ele vai ver o espírito por onde, né? É pelos olhos do corpo, pelos olhos da alma. Então, é uma faculdade que a gente daqui a pouquinho vai falar, mas o espírito também ele vai eh elaborar isso e muitas vezes, né, eu não quero dar spoiler, mas existe um outro um outro auxílio que ele vai precisar, que aí vai ser do médium. >> Uhum. Muito bem. A gente já avança mais, né, com informação. Elita, vai ter outra
né, eu não quero dar spoiler, mas existe um outro um outro auxílio que ele vai precisar, que aí vai ser do médium. >> Uhum. Muito bem. A gente já avança mais, né, com informação. Elita, vai ter outra pergunta. Só vou colocar isso aqui da Enivitin aí para para o Neto. A outra, só um minutinho. En Vicentin colocou aqui: "Boa noite, Carlos. Acabei de assistir uma palestra sua maravilhosa. Gratidão. Obrigado aí pelo comentário. E agora vamos ao nosso estudo semanal. Eh, se foi na União eh espírita de Vitória da Conquista agora a pouco, nos convidaram para falar sobre a influência dos espíritos na na no mundo material, né? E aí eu comentei com com o amigo Barreto, né, que é o dirigente, que a gente tinha falado alguma coisa relacionada algum tempo, né? Aí eu disseram: "Tô pedindo inspiração aos bons espíritos para para, né, se eles me ajudarem a fazer um comentário que seja diferente do que saiu antes, né? Isso foi nos bastidores, né? Tal hora do comentário eu senti uma assistência espiritual muito grande, realmente, né? Um bom amparo espiritual. E, aliás, eh, os grupos quando eles se dedicam ao trabalho, que eles fazem uma atividade, eh, com dedicação, com, com seriedade, a assistência espiritual não falta de jeito nenhum. E a gente está fazendo a distância e já me aconteceu de eu ter toda a impressão que eu estava lá dentro do salão falando dentro do salão, não é? Porque a gente sente o envolvimento espiritual mesmo a distância, né? É tão interessante isso pros espíritos, né? Na na realidade não tem essas distâncias. Então, olha, eh, essa daqui, qual era que eu te falei, que tinha um aprendente aqui, eh, o 24, a gente vai fazer o 25 agora, né, Euzita? Então, esse aqui pro Neto, olha, Neto, os espíritos que aparecem, essa já foi feita, são sempre perceptíveis ao tato. Basicamente você quase respondeu tudo. >> É. Uhum. vocês são sempre imperceptíveis ao Tato, na maioria das vezes, né? Kardec coloca que a tangibilidade é muito rara e hoje em dia, né, nas reuniões que das chamadas de
quase respondeu tudo. >> É. Uhum. vocês são sempre imperceptíveis ao Tato, na maioria das vezes, né? Kardec coloca que a tangibilidade é muito rara e hoje em dia, né, nas reuniões que das chamadas de materialização, né, são a a bem da verdade, eu a pelo menos na na área que eu atuo aqui na região que eu atuo, eu eu não con não conheço mais, mas eu sei que no passado elas foram muito intensas, né? mas eh e muito bonitas, né? Tem alguns livros na eh materializações luminosas. Tem dois livros com esse mesmo título, né? Descrevem descrevem eh eh materialização assim impressionantes, né? Impressionantes. Mas essas reuniões hoje elas hoje elas são muit Eu eu eu não conheço. Eu não sei se alguém conhece aqui. Eu nunca vi uma materialização. Bem da verdade, né? Mas elas são bem raras. >> Uhum. É, estão bem mais raras na atualidade. Com certeza. Agora, eh, eu, eu tenho notícia de de, eh, um grupo que funciona em algum lugar do estado de São Paulo, a gente não fica sabendo onde. Eu fiquei sabendo por pela Lípio Gonzales, hoje já está desencarnado, ele só recebe as pessoas por eh convite. Então ele estava com problemas de saúde e ele foi convidado a participar e o espírito fez a cirurgia, entregou o pedaço do órgão que foi retirado na mão dele e depois ele foi fazer o exame e estava realmente tinha sido retirado o pedaço do órgão, né, que ele tinha recebido na mão. E mas ele só foi lá quando ele assumiu o compromisso de que não diria onde é informaria para ninguém. poderia contar o fato, mas não dizer onde, porque, né, e é é muito delicada essa questão da projeção dos médiuns nesse campo. >> Isso. >> E normalmente acontece muitos problemas com médios de efeitos físicos que se fazem, ficam famosos. >> Sim. >> Então eles trabalham com muita descrição. E há uma pergunta aqui e é justamente relacionada com isso que tá sendo comentado, não é? Se tem notícias desses fenômenos em algum lugar atualmente, né? Então, já foi respondido agora. >> Não, não tem sido comum, não é que não
justamente relacionada com isso que tá sendo comentado, não é? Se tem notícias desses fenômenos em algum lugar atualmente, né? Então, já foi respondido agora. >> Não, não tem sido comum, não é que não exista, pode até estar havendo, mas não há divulgação às vezes. E também, gente, vai se partindo mais para um trabalho coletivo. Vou contar para vocês, né? a gente teve uma experiência agora recentemente eh eh pré-pandemia, um pouquinho antes da pandemia, eh a cidade Melo, lá tem vários médiuns e tudo e um companheiro médio muito muito eficiente, muito eficaz, inclusive já tinha a casa dele foi tinha chegado até ser invadida, porque as pessoas querem querem falar com médio, querem estar com médio, aquela coisa, aquela ansiedade e eles tinham uma preocupação, a mulher dele preocupada. Então, durante a pandemia, o centro fechou, né? Então, houve a interrupção e ele eh disse que pararia com o trabalho, né? De não tinha um apoio de um centro espírita, então ele não faria o trabalho. E nós estamos iniciando o trabalho do Centro Espírita sem Fronteiras, totalmente virtual, as atividades virtuais. O convidamos e passamos a fazer uma irradiação à distância. As pessoas continuavam mandando nome para lá e recebendo a radiação à distância com vários retornos de resultados efetivos, que as pessoas eram orientadas num certo horário a se recolher, fazer oração, ficar em repouso e, né, colocar água para fluidificar e tudo. E eles eh e a gente fazendo a radiação à distância. Nós continuamos com isso até hoje. Pessoas erradiam de vários lugares do Brasil e fora do Brasil naquele momento. Às vezes 10, oito, seis pessoas estão irradiando e as as pessoas estão recebendo, né, que mandaram o nome e tudo. E é muito interessante, né? Tem um caso que envolveu a família da Euzi, né, Euzita? >> Sim. >> E que foi um resultado impressionante, realmente. >> E aí a assistência não falta, gente, pode ter certeza disso. Mas os espíritos são discretos. Eles não querem publicidade, eles não desejam isso e não
que foi um resultado impressionante, realmente. >> E aí a assistência não falta, gente, pode ter certeza disso. Mas os espíritos são discretos. Eles não querem publicidade, eles não desejam isso e não precisa disso. Isso é que a gente tem que tomar muito cuidado, né? Eh, o Carlos Campos fez essa pergunta aqui que eu tenho que responder. Como não há barreira física para o espírito, por que há necessidade de se abrir uma garrafa com água para a penetração dos fluídos? A pergunta é, Carlos Campos, o que que gasta menos energia? abrir a garrafa ou eles atravessarem as paredes da garrafa para colocar o fluido lá dentro. Então, funciona uma lei de economia, dá menos e gasta menos energia abrir a garrafa do que eles fazerem essa operação de atravessar o o vidro ou o plástico para colocar o fluído lá dentro. É uma questão de lógica aqui, tá bem? Não sei se alguém tem algum comentário, se quiser fazer, fica à vontade. Gente, eu vou colocar Rita de 25 para você e depois nós temos duas perguntas aqui já relacionadas com a 25, né, Zita? >> Eh, então, sem a questão 25ª. Toda a gente tem a pedidão para ver os espíritos? >> Olha, muita gente, como a gente falou ainda agora, né? Muita gente tá doido para ver os espíritos. Uhum. >> Mas o que que a Allan Kardec vai falar, né? Eh, eh, trabalha pra gente essa resposta que os espíritos trazem para esclarecer, ele diz que durante o sono todos têm. Então, aí a gente pode pensar na coletividade, todos nós vamos ter essa faculdade sim de ver os espíritos durante o processo do sono, desse desdobramento. Mas aí ele entra, né, com a outra parte da resposta. em estado de vigília, não, ou seja, no estado que nós estamos agora acordados, né, ver os espíritos, nem todos têm essa possibilidade, essa aptidão. E aí os espíritos explicam que durante o sono a alma vê-se intermediário. Então nós estamos ali desligados, né, em estado de espírito acompanhado do nosso perespírito para vermos os outros, né? A diferença vai ser esse laço que nos prende ao corpo, visualizando aqueles
rio. Então nós estamos ali desligados, né, em estado de espírito acompanhado do nosso perespírito para vermos os outros, né? A diferença vai ser esse laço que nos prende ao corpo, visualizando aqueles espíritos que já partiram pro mundo espiritual, que não tem mais essa ligação. Então aí há as conexões no estado de vigília, no estado em que nós estamos acordados, acha-se sempre mais ou menos influenciada pelos órgãos. Então a nossa matéria densa vai impossibilitar, né, esse processo de visualização, porque aí, como a gente falou antes, né, essa visualização no estado de vigília, ela não vai ser com os olhos do corpo, com os olhos físicos, né? Daí vem não serem totalmente idênticas as condições nos dois casos. Quando a gente tem um companheiro, um um um um ente querido no atendimento espiritual, né, que ficou muito abalado pela pelo pela perda, né, pelo pela separação física momentânea, pelo desencarne de o ente querido, essa pessoa quer muito encontrar com ente querido, muito, né? E aí, às vezes, ela faz várias coisas, ela vai em vários locais porque ela quer encontrar esse ente querido. E a gente sabe que esse encontro vai acontecer. E é nesse processo aqui do sono, nesse desprendimento que a gente vai poder encontrar sempre, não necessariamente, né? Até porque quem partiu precisa estar em condições. Mas quantas vezes a gente segue para o plano espiritual durante o sono e quando a gente volta, nem sempre a gente lembra, >> o que não significa que a gente não sonhou, que a gente não encontrou. e outras situações e sonhos já foi trabalhado, né, nos roteiros anteriores e quantas situações a gente acorda com aquela sensação muito forte desse encontro, do que eu vi, né? E a gente vai lembrar, por exemplo, da mediunidade onírica de José quando Jesus nasceu, né? Em sonho ele conseguiu ter orientações para o que fazer. Então esse é um processo importante de entender porque e aí aquela coisa, né, de quem é médium, que tem a vidência, ele tem um preparo orgânico diferente, né? Então, de olho
entações para o que fazer. Então esse é um processo importante de entender porque e aí aquela coisa, né, de quem é médium, que tem a vidência, ele tem um preparo orgânico diferente, né? Então, de olho fechado. E aí que vem aqueles que morrem de medo, aqueles que não aceitam, né, essa essa missão, por assim dizer, que fecham o olho e continuam vendo. Então, no estado de vigília, quando eu vejo o espírito, tem algo a mais aí por trás que a gente precisa entender que que eu vou fazer agora com esta faculdade que eu estou percebendo agora. Ótimo, Rita. Vamos às questões, Carlos, antes de prosseguirmos. >> É, aí se o Neto quiser comentar, tem essa daqui. Ó, Elita, >> olha, Neto, quando o sonho é uma consulta médica, sonhei que estava tendo uma consulta médica, estamos diante de uma cura espiritual. >> Acho que a Rita começou a fazer, é uma consulta, né? é uma consulta. E e a sabedoria divina, gente, a questão do como que ela prepara, eh, ela ela ela nos nos contempla com todas as situações por para já nos preparando para o retorno, que é a nossa verdadeira pátria, né? Então, no sono há um afrouxamento dos laços e é importante uma preparação, uma boa preparação, né, para que a gente possa entrar em contato, ver os bons espíritos, né, ou em trabalho ou em tratamento. caso aí a pergunta falou de consulta médica, né? Tava em tratamento, né? Eh, ou em aprendizado, né? Para que evitar a questão da sintonia com irmãos menos felizes, né? Que aí é é um pouco mais complicado. Mas aqui no estado da vig de vigília, Kardec fala a dupla vista, né? Já foi estudado também, vai ser estudado mais tarde também, não é? >> Uhum. E essa questão ela é muito importante, porque muita gente acha que tá doente no no pelo fato no do do do desconhecimento, né? Acha que é uma alucinação, que é um delírio, né? Então é preciso uma a importância do estudo para esclarecer, né? Nem sempre é um adoecimento mental, né? Eu queria fazer uma complementação, se me permite. Eh, a pergunta foi uma consulta médica e aí a
ntão é preciso uma a importância do estudo para esclarecer, né? Nem sempre é um adoecimento mental, né? Eu queria fazer uma complementação, se me permite. Eh, a pergunta foi uma consulta médica e aí a gente vai precisar parar para analisar alguns elementos nesse sonho, né? Eh, era uma consulta médica, era um médico, porque no plano físico, né, e eu trabalho na área da saúde, de vez em quando a gente encontra alguém em exercício legal da profissão. Qual era, né, o teor dessa orientação, né? Era um espírito que realmente tava dando um suporte ou ele estava ali eh de uma forma dissimulada, né? qual era a a posição dele, né? Mas vamos supor que realmente era um espírito amigo que estava orientando. Mas a cura espiritual ela se dá pela nossa transformação íntima, né? Então é o exercício da caridade, do bem, do perdão, eh eh estarmos sempre conectados com o bem. Então isso tudo é um conjunto que vai nos fornecer a cura espiritual. Então é é um processo eh individual, né? Cada um vai ter esse seu processo até que a cura espiritual, né? Mentição, corpulção. A gente vai ver que muitas vezes a doença do corpo é a oportunidade para trabalharmos a cura da alma. E essa é uma cura que só depende de nós, das nossas atitudes, né, da nossa transformação, do nosso olhar diferente para nós, pro próximo, pros exercícios tão bonito que é da caridade, né? Então, só algumas percepções, como Kardec questionava muito, né? E nós somos também orientados a questionar tudo para que fique bem eh a orientação fique bem dada para que nós possamos entender esse processo. >> Avançamos ou tem mais uma, Carlos? >> Eh, eh, a outra era só uma repetição da pergunta. Pode colocar a 26 pro pro Neto. >> Ótimo, Neto. Então, vamos a mais uma questão para você. >> De que depende para o homem a faculdade de ver os espíritos em estado de vigília? E pode essa faculdade desenvolver-se pelo pelo exercício? >> Eh, essa como outras faculdades, não é? Eh, bem da verdade, a essência dessa pergunta tá na condição do do de médium,
em estado de vigília? E pode essa faculdade desenvolver-se pelo pelo exercício? >> Eh, essa como outras faculdades, não é? Eh, bem da verdade, a essência dessa pergunta tá na condição do do de médium, né? A questão do médium, eh, que depende da organização física. Quando a gente fala da organização física é do corpo e uma petidão perespiritual para para eh para fazer esse trabalho, né? Então, a maior ou menor facilidade vai depender dessa aptidão do do encarnado, do ou do médio vidente, né, que tem a visão de fazerse eh a combinação do seu fluído com o espírito que estará atuando. Mas o interessante aqui é que não basta um esforço apenas do espírito, né? Mas é é preciso que haja essa harmonia, essa sintonia, não é? Tem que haver permissão e tem que haver se eh se os espíritos querem também fazer isso, não é? Então essa petidão, né, não somente no estado de vigília, mas é é com relação à à própria faculdade mediúnica nossa como como encarnado, não é? Como encarnado. E aí então tem desenvolve-se todo um um porquê, né, da mediunidade, para quê, né, essas coisas todas. Um estudo que já tá sendo feito aí, já foi feito, não é isso, Carlos? >> Muito bem. Bom, >> é >> a questão do exercício, né? Só do exercício aqui, ó. essa questão do exercício pode, a resposta Kardec pode e a gente tem visto e a gente tem visto na prática a a o desenvolvimento não somente dessa, mas de outras faculdades através do exercício. >> Mas o melhor como mas a melhor situação tanto na eclusão da mediunidade como o seu a sua própria desenvolvimento e educação mediúnica é um desenvolvimento natural, não é? >> Uhum. espontâneo, a espontaneidade, porque isso isso nos dá a garantia >> de que estamos aproveitando as circunstância de nosso né? >> Muito bem, tudo bem, Rita? Algum comentário? E aí aqui a gente vai lembrar, né, que é preciso que haja realmente esse encontro, né, como bem o Neto colocou, essa aptidão. E por outro lado, por mais que o o a pessoa, né, esteja aqui nessa condição de médium, dividência, ele vai conseguir
reciso que haja realmente esse encontro, né, como bem o Neto colocou, essa aptidão. E por outro lado, por mais que o o a pessoa, né, esteja aqui nessa condição de médium, dividência, ele vai conseguir ver, ele tem a aptidão, né, foi, estava no planejamento reencarnatório, ele passar por essa, esse aprendizado, eh, não significa que ele vai ver em todos os momentos os espíritos, né? Então existe uma necessidade porque senão com certeza isso ia perturbar demais, né? E agora a gente vive no mundo e a gente eh vê, por exemplo, mediunidade de Chico Xavier, ele via os encarnados e desencarnados, ele tinha uma percepção muito aguçada. Então, precisa haver uma necessidade para que o médium possa ver os espíritos que estão ali ao seu redor, porque senão seria perturbador, né? E aí eu queria só acrescentar aqui o que o Neto falou sobre eh essa faculdade pode desenvolver-se pelo exercício, né? Então, algumas pessoas têm outros motivos, né? Para desenvolver. É possível? Ele coloca aqui. Sim, mas temos que ter muita cautela. Por que que estamos querendo forçar uma faculdade que ainda não se manifestou, né? Porque aí a gente pode eh cair, né, na na no animismo. Então agora eu queria tanto ser médio de vidência que eu estou, como ele coloca, né, sobrecitar a imaginação e tudo que eu estou vendo agora pode ser um processo, né, dessa minha eh desse meu querer tão intenso de ver os espíritos que eu posso entrar em alguns equívocos, né? Então, qualquer mediunidade, seja ela qual for, se ela ainda não despertou, calma, né? Se tiver que acontecer, vai acontecer no momento certo, né? Então, às vezes as pessoas ficam naquela ânsia, eu quero, queria ter tanto, queria tanto psicografar, mas vai chegar o momento certo. Então, a essa é uma questão muito delicada, né, para quem, poxa, não tenho mediunidade nenhuma, né? Então, quem sabe a percepção das coisas já não seria o suficiente para você seguir a sua caminhada. >> Uhum. André Luiz recebeu informação de que quando o médium vê 20% é um médium
nidade nenhuma, né? Então, quem sabe a percepção das coisas já não seria o suficiente para você seguir a sua caminhada. >> Uhum. André Luiz recebeu informação de que quando o médium vê 20% é um médium excepcional, porque justamente aconteceria isso que a Rita falou, perturbaria porque a pessoa reencarnou por alguma razão, precisa estar no mundo físico e fica vendo muito a realidade espiritual, perde o contato com a realidade física e perde a encarnação. E depois, gente, quem vê não vê sempre só coisa bonita, né? Como já foi comentado, tá? temos um um uma situação que que foi vivenciado pela minha mulher. >> Eh, ela tinha uma amiga que ela tinha essa essa vidência assim mais acentuada e ela de vez em quando dizia paraa minha mulher: "Não é fácil, porque a gente vê muita coisa que a gente não gostaria de ver." E às vezes tava andando, as duas desciam para ali mor perto da febre, né? Ia descendo pra febre, de repente ela dizia: "Vera, vamos desviar". Ela via os espíritos, aquela grupo de espíritos esperando virem as pessoas para ficarem fazendo, né, tentando influenciar aquela coisa toda. E então ela desviava, né, para não ter aquele encontro ali. Então é é bastante complexo. Às vezes a pessoa não sabe o que que tá pedindo, pede para ter uma faculdade mediúnica e depois a coisa, né, quando ela surge, como a Rita falou, de maneira espontânea, né, o o Neto comentou também a respeito de é importante a coisa fluir naturalmente e a gente provocar não é conveniente de forma nenhuma. Em relação à 26ª que foi feita, o Jonas Lima fez um comentário pra gente esclarecer aqui. Eh, ele comenta que a pergunta 26 foi respondida na primeira pessoa do plural e ela tem a tradução do do Herculano Pires. Eh, olha, existe uma diferença da da na tradução. Eu não não temos original aqui pra gente conferir nesse momento, tá? Eh, mas isso é um problema de realmente de de interpretação do tradutor, provavelmente, e a maneira de traduzir. O importante é que o conteúdo fique preservado, né? Se usa a segunda pessoa,
mento, tá? Eh, mas isso é um problema de realmente de de interpretação do tradutor, provavelmente, e a maneira de traduzir. O importante é que o conteúdo fique preservado, né? Se usa a segunda pessoa, a primeira pessoa, se às vezes faz uma inversão em alguma situação, mas o conteúdo é preservado, isso é o que interessa. Tá bem? Estava comentando que a primeira edição, a primeira vez que eu li o livro dos espíritos foi na tradução do Erculan Pires. Adorei as anotações que ele fazia lá, né? Muito bom. E a Nina Fontes perguntou: "É verdade que Palmela é a cidade com maior número de espíritas?" A nossa produção, Gidelma, que trab tá apoiando a gente aqui na produção, fez a investigação e colocou, a gente já publicou ali, não é? Que sim, que de fato é considerada a cidade de maior quantidade de espíritas, dá até o percentual tá aí publicado, viu, gente? E agora um acolhimento. Euzita. Eh, a Sueli Eli fez esse seguinte comentário aqui. Queria que você dá um conforto para ela, por >> Vamos lá. Tenho um filho que desencarnou há 13 anos. Ele tinha só 18 anos. Eu me envergonho em dizer, mas é um fato que não aceito a partida a ausência física do meu filho. Isso me faz sofrer muito. Por favor, me dê uma orientação. Sou Sueli, moro em Pau Amarelo Paulista. Sueli, vamos aceitar. Deus, antes de tudo, é pai. E muitos espíritos vêm com uma programação até determinada faixa etária. Então, o que que é que acontece? Deus dá e Deus retira no momento certo. Todos nós temos conosco a companhia daqueles espíritos que nos são afinizados. Mas quando chega o momento da partida, o que que é que nós podemos fazer de uma forma lógica? orar, aceitar e pedir a Deus forças, porque realmente não é fácil. Então, não tenha vergonha do que você sente, mas busque, acima de tudo, se consolar com os esclarecimentos espíritas. Todos nós sabemos, pelo espiritismo, que a morte não existe como extinção de vida. Então, faça caridade em nome de seu querido filho. O Chico sempre dizia que o momento de nós estarmos juntos à
ritas. Todos nós sabemos, pelo espiritismo, que a morte não existe como extinção de vida. Então, faça caridade em nome de seu querido filho. O Chico sempre dizia que o momento de nós estarmos juntos à aqueles que partiram é um momento em que nós estaríamos fazendo alguma coisa em nome deles por aqueles que têm necessidades maiores. Então, use essa estratégia e você verá como que seu coração irá aliviar. Ao invés de se revoltar, peça a Deus a orientação para que você entenda e aceite o que aconteceu, porque longe de você ele não está. Mas se você entra na revolta, você pode se afastar. Por quê? Porque o espírito precisa do nosso equilíbrio para se aproximar de nós. E eu queria fazer um comentário, Carlos, Rita e Neto, sobre a questão de nós querermos vidarmos se o que nós estamos querendo é exercer a faculdade da vidência ou a evidência pela possível faculdade que a gente possa vir a desenvolver. Então é bom pensar nesse sentido também, porque como já foi colocado, >> o organismo do médium vem preparado para que ele tenha condição de exercer essa ou aquela faculdade. Podemos treinar, podemos buscar, desenvolver, sim, mas se o organismo não tiver a possibilidade, não chegaremos a lugar nenhum. >> Exatamente. E lembrar que a mediunidade ela não é o fim. do do nossa da nossa doutrina, não é? >> Ela é quadante, ela é um recurso de aperfeiçoamento. >> E pelo menos na experiência que a gente tem vivido, eu vivi uma experiência muito interessante. Eu tinha num grupo de educação mediúnica, né? Depois de um certo ponto, os médios de sustentação estavam doido para ter alguma mediunidade e os médiuns ostensivos não queriam, não queriam saber dela mais, não, sabe? Porque porque no mundo que nós estamos vivendo, gente, quem é médium sabe que não é fácil, né? >> É, >> não é fácil, né? Ela traz, ela traz muitas alegrias, mas é ela, ela atua >> é bem desafiadora para p para as pessoas, né? >> Uhum. E como muito você muito bem colocou, Neto, mediunidade não é o fim, é o meio. >> É o meio.
traz, ela traz muitas alegrias, mas é ela, ela atua >> é bem desafiadora para p para as pessoas, né? >> Uhum. E como muito você muito bem colocou, Neto, mediunidade não é o fim, é o meio. >> É o meio. >> Entre as duas dimensões. >> E aí diz, >> a vantagem do espiritismo é que o fenômeno permitiu que o espiritismo fosse codificado e ele existe. Mas a filosofia espírita transcendeu o fenômeno. >> Exatamente. >> Esse que é o fato, ele explica o porquê dele e a gente entende da sua utilidade. Quando ele não está sendo útil, ele pode ser até prejudicial. E a gente não tem que buscar. As coisas acontecerão de forma natural, espontânea, não é? Muito. >> E aí eu não preciso mais ver para crer, né? >> Isso é, a gente sabe, né? Conheço, né? >> É. 27ª. Pode se provocar a aparição dos espíritos depois de tudo que a gente já comentou? >> Cas 26ª, a 26ª pro Neto, >> foi? Agora foi. >> Ah, então então vai com ela, Neto. >> Pelo exercício. Pelo exercício. >> Exercício, né? É verdade. >> Já foi falado. >> Foi sim. >> Já foi. >> Já foi. >> Já foi. >> É, eu me lembro que foi. Então, Rita, pode, depois de tudo que já foi comentado, pode se provocar a aparição dos espíritos? >> Olha só, né? É, mais uma vez muita gente doida para que o espírito, né, apareça ali pra gente, né? Aí, que que os espíritos disseram para Allan Kardec? Isso algumas vezes é possível, porém muito raramente. Aparição é quase sempre espontânea. A gente falou ainda agora da espontaneidade, né? Para que alguém veja os espíritos, precisa ser dotado dessa faculdade que a gente acabou de falar. E a gente lembra mais uma vez da frase de Chico que o telefone toca de lá para cá, né? Qual a necessidade? Então, às vezes a gente quer tanto que apareça, né, como ele colocou. É raro, mas pode acontecer. Mas como é que tá a nossa conexão? Como é que tá a nossa intenção, o nosso pensamento, né, essa ligação mente à mente, que equilíbrio tá acontecendo? Então, a gente precisa ter realmente muita cautela, porque até podem aparecer, mas aqueles que querem se
sa intenção, o nosso pensamento, né, essa ligação mente à mente, que equilíbrio tá acontecendo? Então, a gente precisa ter realmente muita cautela, porque até podem aparecer, mas aqueles que querem se aproveitar dessa nossa vontade aí que não está bem sintonizada com o bem, né? Então, para isso também a gente precisa ter essa cautela. >> Ótimo, Rita. Então agora, Neto, 28ª, né? Isso o que me lembrou dessa dessa resposta que a prática mediúnica ela deve ser exercida no na casa espírita, né, em reuniões especializadas, né, porque a situação ideal é que o médium eh adquira o seu autodomínio, o seu autocontrole, ou seja, fora da reunião mediúnica, ele não teria essaidade muito com relação à evidência, né? Pode ser que algumas vezes, né, isso isso surja, mas aí nós vamos lembrar da oração, né, da prece para sair da da da sintonia, não é? Então essa pergunta ela provocar, isso é possível, né? Mas isso nós temos que lembrar que eh essas as perguntas e respostas foram dadas por espíritos eh especiais num momento especial, né? Hoje a gente não vai provocar aparição do espírito para nós, né? Porque a gente sabe do do da da dos escoles, das dificuldades, né? Então o exercício na no centro espírita, né? Na casa espírita de de preferência, >> onde tem todo o ambiente, toda a ambiência, né? Além do respaldo dos companheiros que estão conosco. >> Exatamente. >> Podemos ir, >> podemos, >> podemos ir agora paraa 28ª, Neto. Podem os espíritos tornarem-se visíveis sob outra aparência que não a da forma humana? E não podem manifestar-se na forma de chama? É essa essa pergunta ela interessante que o normal é a forma humana, não é assim de uma forma geral, é uma forma humana, né? Mas eh a variação que pode ter na aparência, né? Aí eh eh entra na letra A, chamas e clarões, né? e mas com um objetivo com um objetivo específico de atestar a presença de um espírito ou ou às vezes uma miragem ou uma emanação do próprio perespírito, eh induzido pela mente do espírito, né? Mas aí nós vamos ver a presença
m um objetivo específico de atestar a presença de um espírito ou ou às vezes uma miragem ou uma emanação do próprio perespírito, eh induzido pela mente do espírito, né? Mas aí nós vamos ver a presença normalmente do perespírito, né? eh que eles pode mostrar integralmente ou não, mas temos outras formas bem mais dos espíritos inferiores, né, que a gente da da zoia, onde os espíritos e eh mergulhados profundamente na culpa, não é? Eles entram num estado de rebeldia, tal, que eles tomam até a forma de animais, né? De animais, mas não é a forma natural que eles que eles se apresentam. Então, quando a gente lida com o plano espiritual ou com ou na nossa realidade, a gente deve a gente deve ter presente, né, assim, a a diversidade, a heteronizada dos espíritos. É como aqui na Terra, nós vamos ter gente boa, gente mais ou menos, gente ruim, né, pessoas cruéis lá no plano espiritual a mesma coisa, não é a mesma coisa. Mas a o que o que determina a forma vai ser o estado do mental do espírito. E tem a questão do das mistificações, né, que é outro perigo, né? O espírito que consciente ou não, ele pode manipular a sua forma pela espiritual, pelas suas propriedades para aparecer uma pessoa que não é, uma pessoa que não é, tanto o bem quanto o mal, né? Então é preciso ter um cuidado tato para tratar desses assuntos. Muito bem. Eh, tem um comentário da Marie Cleade e Maricle, não vou colocar o comentário, só vou dizer que não dá pra gente saber, tá bem? Eh, pode ser que o espírito não tem encontrado condições de de ser visto ou e ele precisava mesmo era transmitir o recado da mensagem, então falou simplesmente, né, foi ouvido. Tá bem, mas não dá pra gente saber, né? eh teria que ter mais informações para ter certeza realmente do do porquê do espírito não ter se apresentado visivelmente e só falou. Tá bem? Pode ter sido inclusive uma opção, né? Bem, eh, Rita, 29ª, que se deve pensar da crença que atribui os fogos fatos à presença de almas ou espíritos e a chama azul que, segundo
ente e só falou. Tá bem? Pode ter sido inclusive uma opção, né? Bem, eh, Rita, 29ª, que se deve pensar da crença que atribui os fogos fatos à presença de almas ou espíritos e a chama azul que, segundo dizem, apareceu sobre a cabeça de Sérvios Túlios, quando o menino é uma fábula ou foi real? >> Então, olha só, nós temos duas situações diferentes, né? Eh, e o Neto acabou de falar da questão do da chama. Então, quando a gente vai ver aqui fogo fato, né, a gente precisa entender o que são os fogos fatos, né, que é justamente um processo químico, físico que acontece nas regiões alagadas de pântano, onde tem eh matéria orgânica em decomposição. Então, esses elementos, né, vão eh quimicamente se juntar e há uma combustão espontânea e nessa combustão aparece, né, uma espécie de fogo, uma espécie de luz. E aí em relação a isso, o que que os espíritos falam para Kardec? Que isso é uma superstição produzida pela ignorância. bem conhecida é a causa física dos fogos fatos, como eu acabei de falar para vocês. Só que essa percepção das pessoas, né, aí a questão da ignorância, do folclore, vão trabalhar outras coisas na mente das pessoas, porque isso também pode acontecer em pântos, mas também em cemitério. Imagina você passando por um cemitério e vendo aquela luz, aquela fumaça, aquela coisa. No mínimo você vai falar aqui na minha terra, isso é uma assombração, né, que tá ali e que vem atrás de mim. E se tem alguma, aí veja só a imaginação, né, como ela vai embora. Se tem alguma árvore, alguma palmeira, né, que uma folha na hora da sombra tá se movimentando, pronto, tá vindo correr atrás de mim. Então essa eh essa esse fogo fato, ele acabou dando eh motivo para algumas lendas, né, como do boitatá. Eh, e uma coisa também interessante é a própria palavra, né, que é o fogo dos tolos. Então a gente vai acreditando em coisas, né, que alguém falou um dia, daí a importância do estudo, do esclarecimento e de ir também atrás da ciência paraa gente poder eh ficar realmente mais bem informado. Em relação à questão eh da
coisas, né, que alguém falou um dia, daí a importância do estudo, do esclarecimento e de ir também atrás da ciência paraa gente poder eh ficar realmente mais bem informado. Em relação à questão eh da chama azul, né, do Sérgios Túlios, aí a gente vai ver, mas quem foi esse Sérvio Túlios? Então, ele foi eh um conhecido por ser eh um rei que era de origem humilde, que eh vem na história trabalhar movimentos em prol da sociedade. Então, ele tinha um perfil diferenciado, né? E aí o que que os espíritos respondem a respeito desse dessa chama, né? Era real, sim, era real. E era produzida, vejam bem, por era produzida, né, esse eh esse clarão, né, sobre a cabeça, essa chama azul sobre a cabeça dele enquanto criança. Era produzida por um espírito familiar que desde que desse modo dava aviso à mãe do menino. Então, naquele movimento, a mãe do menino estava percebendo, ela era médio vidente. Essa mãe percebeu uma irradiação do espírito protetor do seu filho, espírito benfeitor, o anjo da guarda, que estava ali protegendo a criança naquele momento do sono. E a mãe conseguiu, pela sua mediunidade perceber isso. Assim como os médiuns escreventes, né, eh, os espíritos fazem essa essa comparação, assim como os médiuns escreventes não escrevem todos a mesma coisa, também nos médiuns videntes não é comum que eles tenham a mesma forma de ver, porque ao passo que aquela mãe viu apenas uma chama, outros médiuns com outras percepções, exercício mais ampliado, podia ter visto o próprio corpo do espírito, ou seja, do anjo da guarda do do do da criança que estava ali, né? Então, muitas vezes as mães acabam vendo o benfeitor ou às vezes até o obsessor daqueles que elas estão ali cuidando, né, pelas suas percepções. Então, de modo geral, a gente vai ver essas duas respostas para essas duas condições que ele coloca. >> Comentário, Neto, >> mas só sobre servios, né? foi um imperador romano numa época eh em que foi dado um grande impulso de progresso para Roma, né? Ele ele foi sucessor do pai Tarquínio, não sei o quê. E
mentário, Neto, >> mas só sobre servios, né? foi um imperador romano numa época eh em que foi dado um grande impulso de progresso para Roma, né? Ele ele foi sucessor do pai Tarquínio, não sei o quê. E ele fez muitas coisas assim para engrandecimento da Roma, né? Foi antes de Cristo, não é? Eh, ele é citado tanto aqui no livro dos me que eu conheço, né? Como é citado também no Caminho da Luz. Nós nós vamos ver lá. Eu não sei se existem outras obras que citam essa esse de onde que foi foi tirada essa questão aqui, né? Mas só >> Tarquínio Prisco, Neto. >> Tarquío Prisco, né? Isso mesmo. Tarquinho Prisco. Ele foi sucessor dele, né? >> Então, Neto, vamos à 30ª questão. >> Vamos. >> Poderiam os espíritos apresentar-se sob a forma de animais? Po, por favor, a nota que segue aí abaixo para os comentários. É isso aí. Eh, assim, nossa reunião de desobsessão, ela é muito comum, não é? Naquele caso de iso que normalmente são espíritos mergulhados na culpa e que se rebelem contra o criador. Na verdade é essa, né? E por dentro eles eles escondem eh às vezes crimes, situações horríveis do do seu passado, mas eles eles ou por ou por hipnose, não é, de outras mentes mais eh desenvolvidas, eles então eles são se apresentam, pode se apresentar em forma de animais, né? Isso não significa, né? Aí vem a questão da nota, né? que eh o animal, o animal ele não, ele não tem a questão mediún, ele não é encarnação de um homem, porque não tem o penso que ele não tem um pensamento contínuo, que a base da mediunidade é a mente, né? É o pensamento contínuo. O animal não tem isso. Ele pode ter alguma percepção, mas não é não tem nada de sobrenatural. Mas de qualquer forma, no aparecimento da da dessas formas de animais, né? eh tem como objetivo ou amedrontar, não é? Eh, ou e na reunião med era para serem tratados ou desvinculados mesmo de determinadas pessoas, não é? São aparências momentâneas que a espiritualidade superior tem meios, né, de até de retornar a à forma humana, né, através da dos recursos eh
ados ou desvinculados mesmo de determinadas pessoas, não é? São aparências momentâneas que a espiritualidade superior tem meios, né, de até de retornar a à forma humana, né, através da dos recursos eh eletromagnéticos do plano espiritual. Mas é uma situação que pode ocorrer inclusive no sonho, né? Você a pessoa pode sonhar com tem um pesadelo, né? Sonha com com um animal. Aí o que que acontece com a pessoa? Ela corre pro corpo, né? É o primeiro refúgio ao corpo, né? Corre pro corpo. Mas então a prece, né? A preparação antes de dormir é muito importante. A prece uma leitura, o ambiente que nós estamos dormindo, né? para para eh minimizar isso, mas não tem nada de sobrenatural, tudo explicado pelas leis naturais, né? E Kardec observou com com muita tranquilidade essa essa situação, né? >> Muito bem, >> obrigada, Neto. Algum comentário? Rchar >> gostaria. Eh, o Neto falou há pouco, né, que a forma de vermos é a forma humana. né, humana >> e que quando isso acontece, a gente vai ver que há um desequilíbrio. Eh, em algumas reuniões mediúnicas, eu tive oportunidade de na manifestação de psicofonia de espíritos que gruniam, né, gruniam, que o diálogo não foi possível, né? E pela vidência dos companheiros que estavam próximos, era essa forma, né, eh, embrutecida, animalizada que o espírito adotou pela condição moral em que ele se encontrava. E a gente vai ver em algumas obras, as formas ovoides, né? Então a gente vai ver essas modificações. E um outro destaque também é de uma situação que nos chegou à casa espírita de uma mãe que estava com um bebê pequeno e que a gravidez dela toda tinha sido muito eh muito difícil, né? Ela foi pro atendimento espiritual, era paz, era prece, água frficada, evangelho no lar. E quando a criança nasceu, eh, ela tava dormindo no berço e a mãe ficava apavorada porque ele chorava, parecia que tinha caído do berço no chão. Até que a irmã dela chegou na casa e presenciou a cena do bebê recém-nascido, né? Então ela disse: "Minha irmã, se você visse o que eu vi agora, as imagens
a, parecia que tinha caído do berço no chão. Até que a irmã dela chegou na casa e presenciou a cena do bebê recém-nascido, né? Então ela disse: "Minha irmã, se você visse o que eu vi agora, as imagens que os espíritos mostravam para o bebê eram aterrorizantes. Então ele se assustava com aquelas imagens horrendo, aquelas formas, né, realmente bem assustadoras para que houvesse todo um desequilíbrio, né? E aí a criança chorava. Então, aumenta o evangelho, aumenta a oração e mais adiante tudo se harmonizou, né? Então, vejam o quanto a gente encontra, né, desses espíritos imperfeitos, né, que ainda não conseguiram entender o seu processo, a maravilha que é a comunicação eh do dos dois planos, o que podemos fazer para seguir adiante. Então, a gente vai encontrar essas formas aí, como o Neto falou. >> Muito bem. Ob >> dois comentariozinhos antes de encaminhar pro fechamento. >> Sim. >> O Francisco Tarcísio coloca: "Quando encontramos a capa de um livro espírita editado pelo espírito, é que o espírito foi falando e o médium foi ouvindo e escrevendo." Não necessariamente, Francisco, quando diz que é ditado, pode ter sido pela psicografia, não é? O médium psicografou e normalmente se coloca ditado pelo espírito, não é? Não, não necessariamente porque falou, não. Tá bem. E aqui tem um outro comentário, é o Silvio. Aí que que houve aqui? Saiu os comentários saiu. Só um segundinho que eu localizo de novo. O Silvio tava comentando aqui, olha, eh, capítulo 21, né? Capítulo 5, item 21, perda de pessoas amadas, mortes prematuras, um consolo magnífico para as nossas perdas que consideramos prematuras. Então, olha, houve vários eh comentários, né, de de mães que os filhos desencarnaram muito cedo. Então, vale a pena visitar esse item 21 do capítulo 5 do Evangelho Segundo o Espiritismo, Pedro de Pessoas Amadas. E aí as as mortes prematuras que a gente fica muito preocupada ali, tem a explicação muito clara, muito objetiva sobre isso. Tá bem, gente? Contigo Euzita. >> Muito bem. Então, nós vamos agradecer a
. E aí as as mortes prematuras que a gente fica muito preocupada ali, tem a explicação muito clara, muito objetiva sobre isso. Tá bem, gente? Contigo Euzita. >> Muito bem. Então, nós vamos agradecer a Rita, ao Neto, que estiveram conosco neste estudo, agradecer a você que acompanhou, que participou do chat e no próximo encontro nós daremos continuidade ao estudo de O livro dos Médiuns, na segunda parte das manifestações espíritas, capítulo 6 das manifestações visuais. Ensaio teórico sobre as aparições. Iremos dos itens 101 a 110. Vamos preparar. A gente agradece, né, a vocês e a oportunidade, né, de conhecer a Rita, está mais próximo aí e dos que assistiram ao plano espiritual que nos assistiu, né? E eu tava vendo os comentários, algumas pessoas que eu conheço que convigo, a Cristina Ávila, que a minha esposa tá dando a sustentação, ela cresce, e o José Reis Neto, né, que é um, ele é um colunista de um jornal aqui aqui em Belo Horizonte, né, que faz muito sobre, fala muito sobre espiritismo nesse jornal. Então, um abraço a todos e muito obrigado pela, pelo aprendizado aí que tivemos. Gratidão também, queridos, pelo encontro de hoje. Dizia para Sueli, o amor ultrapassa fronteiras, né? Então, amor de verdade, ele segue adiante. Fiquem bem e que a gente continue estudando essa obra maravilhosa, Livro dos Médiuns. >> Até logo. >> Somos impulsionados e motivados por um bem maior. Por meio da caridade e da vivência do evangelho do Cristo. Chegamos onde chegamos, conquistamos o que conquistamos. O nosso trabalho acolhe quem mais precisa e independente da distância, nossos meios acessam lugares que antes pareciam inalcançáveis. A comunicação é chave em todos os setores de nossa sociedade e ela muitas vezes nos permitiu abraçar quem precisava de atenção em momentos de dor e angústia. Esse trabalho é feito com muita dedicação por toda uma equipe profissional, preparada para produzir diversos tipos de conteúdos que alcançam o público. Já são mais de 4.000 conteúdos de qualidade disponibilizados
o é feito com muita dedicação por toda uma equipe profissional, preparada para produzir diversos tipos de conteúdos que alcançam o público. Já são mais de 4.000 conteúdos de qualidade disponibilizados gratuitamente em nossas plataformas, produzidos por comunicólogos, produtores audiovisuais, cenógrafos, editores, designers, programadores e técnicos de áudio. Toda essa estrutura só é possível graças a você, apoiador do nosso trabalho. E somos gratos por toda a sua doação até aqui. Mas este trabalho precisa continuar. Podemos acolher ainda mais pessoas. E para continuar alcançando tantos corações, precisamos de você. Por isso, mais uma vez, contamos com seu apoio financeiro. Apenas com ele poderemos avançar ainda mais e continuar próximos de você. Trabalhamos pelo consolo, pelo esclarecimento e pela esperança. E sabemos que somente juntos com você poderemos fortalecer essa corrente. A padrinha Feb TV. Estamos juntos com você através da FEB TV. Acesse doi.com.br BR e faça sua doação.
Vídeos relacionados
#01 Estudo de O Livro dos Médiuns AEE CFN/FEB - Introdução
FEBtv Brasil
#02 Estudo de O Livro dos Médiuns AEE CFN/FEB - Noções preliminares - Parte 1
FEBtv Brasil
#03 Estudo de O Livro dos Médiuns AEE CFN/FEB - Noções preliminares - Parte 2
FEBtv Brasil
“O que fazes da tua mediunidade?” com Jacobson Trovão e Reginal Souza (FEB) - (19/01/25 - 20h)
FEBtv Brasil · Jacobson Trovão, Regina Souza
#09 Estudo de O Livro dos Médiuns AEE CFN/FEB - Das manifestações espíritas - Parte 1
FEBtv Brasil
#05 Estudo de O Livro dos Médiuns AEE CFN/FEB - Noções preliminares - Parte 4
FEBtv Brasil
#08 Estudo de O Livro dos Médiuns AEE CFN/FEB - Noções preliminares - Parte 7
FEBtv Brasil
#06 Estudo de O Livro dos Médiuns AEE CFN/FEB - Noções preliminares - Parte 5
FEBtv Brasil