#19 Estudo de O Livro dos Médiuns AEE CFN/FEB - Das manifestações espíritas - Parte 11

FEBtv Brasil 16/08/2025 (há 8 meses) 1:21:39 996 visualizações

Estudo de O Livro dos Médiuns pela Área de Estudo do Espiritismo do Conselho Federativo Nacional/FEB. Semanalmente, toda sexta-feira, às 21h30, no horário de Brasília, com transmissão ao vivo pelos canais da FEB no Facebook, FEBtv no YouTube e Facebook e Portal do Consolador no Youtube. Encontro 19 - Segunda Parte. Das manifestações espíritas. Cap. VI Das manifestações visuais. Noções sobre as aparições. Itens 100.11ª. à 20ª. Link de acesso ao Estudo: https://febtv.live/livrodosmediuns_cfn...

Transcrição

Vamos juntos nessa jornada de conhecimento e descoberta refletir e expandir nossos horizontes sobre a mediunidade, ampliando nossa compreensão sobre o mundo espiritual e suas belezas. Estudo de O livro dos Médiuns pela área de estudo do Espiritismo do Conselho Federativo Nacional da Federação Espírita Brasileira. Boa noite, amigos. Sejam todos bem-vindos a mais um estudando o livro dos médiuns desse trabalho que é do CFN FEB, da área de estudo e aqui em parceria com o portal do Consolador. Então, sejam todos bem-vindos. Estou aqui hoje substituindo o nosso companheiro Carlos Campete, que tá em atividade eh no movimento espírita em no Paraná e está e vamos conduzir o nosso estudo de hoje, eu e a Ana Maria Beck, que é conhecida nossa já de muito tempo, companheira de outros estudos, né, Ana? Seja ela também bem-vinda. E vamos contar aqui para eh debatermos, para estudarmos, explorarmos os assuntos de hoje. A nossa companheira eh lá do Ceará, do Jeep, do grupo espírita Paulo Esteva Pira Campelo, né, que é expositora espírita eh em várias casas no Ceará, também é facultadora do ESD e do estudo da mediunidade no Paulo Estevan. e também o nosso companheiro Paulo de Tar, que é palestrante e é da área de comunicação social da Federação Espírita Baiana. Sejam todos bem-vindos. Que nós tenhamos uma noite maravilhosa aqui estudando a doutrina espírita. >> Muito boa noite, Samuel. Boa noite, Pira. Paulo, o pessoal que tá aí do outro lado da telinha também, né? Sejam todos muito bem-vindos. E dando continuidade ao estudo de O livro dos médiuns, hoje nós vamos examinar a segunda parte das manifestações espíritas. É o capítulo seis das manifestações visuais, Noções sobre as aparições. A gente vai do o item analisar o item 100 da 11ª 20ª pergunta. E a nossa primeira pergunta de hoje vai pro Paulo de Tarso. Antes, lembrando a todos vocês que quem quiser fazer sua pergunta, fique à vontade aí no chat. Aproveite, aproveite a oportunidade. Paulo, no item 100, a 11ª pergunta é: Poderá aquele a quem um espírito apareça

brando a todos vocês que quem quiser fazer sua pergunta, fique à vontade aí no chat. Aproveite, aproveite a oportunidade. Paulo, no item 100, a 11ª pergunta é: Poderá aquele a quem um espírito apareça travar com ele conversação? E como pode o espírito nesse caso, responder? Gente, boa noite, muita paz, Samuel querido, Pira, Ana, a todos os amigos queridos que estão conosco essa noite. Um abraço aqui da Bahia para todos vocês. Eh, muito alegre e feliz por estar nesse estudo, né? Esse é um livro muito importante da codificação. E a gente tem que entender que essas informações que estão sendo colocadas aqui, elas são não somente para aqueles que estão envolvidos diretamente numa atividade mediúnica tradicional dentro da casa espírita, mas para outras pessoas que eventualmente poderiam ter contato com esse fenômeno fora da casa espírita, por exemplo, eh, na sua vida cotidiana, dentro de casa, eh passando por uma experiência familiar. Então essas informações elas auxiliam também a essas pessoas, sobretudo essa especificamente que trata da questão de uma de um espírito que se manifesta de uma forma um pouco mais tangível, visível, pelo menos, a pessoas que poderiam ter com eles um um travar um tipo de diálogo, de conversa acerca daquilo que está ali se apresentando naquele instante. É, é claro que para que essa conversação possa ocorrer de acordo com aquilo que está preconizado na doutrina, nos manuais da doutrina, em relação a os cuidados que precisam ser observados nesse particular, que se trata do contato com espíritos de forma mais explícita, eh uma vez que isso esteja devidamente esclarecido, as pessoas podem tranquilamente ter conversas com os espíritos, afinal de contas, conforme as nossas nossas eh mensagens espirituais que estão trazidas aí pelos nossos queridos amigos, como Emmanuel, como Joana de Angeles, eles afirmam que os espíritos, em verdade são homens sem corpos. Então nós temos aí um ser humano que está se apresentando a outro ser humano através de uma de um aspecto de

el, como Joana de Angeles, eles afirmam que os espíritos, em verdade são homens sem corpos. Então nós temos aí um ser humano que está se apresentando a outro ser humano através de uma de um aspecto de uma fenomenologia diferenciada, porque estamos falando de duas dimensões que se apresentam eh conjuntamente através dos fenômenos da própria natureza. A mediunidade não tem nada de excepcional. E a o aparecimento de um espírito, quer seja da forma materializada ou através da somente das percepções do médium, da pessoa que está conversando com o espírito naquele instante, isso faz parte de uma natureza. Isso tem nada de sobrenatural e nada de exce. Então, as pessoas podem, no momento em que tenham contato com o espírito, ter uma conversa como se nós teríamos com uma pessoa normal, uma pessoa que está vivendo um determinado momento da sua vida feliz ou não feliz, feliz ou triste, e temos uma conversa fraterna, uma conversa amorosa, uma conversa ivada de boas intenções. Então, quando nós estamos nesse tipo de, nesse particular, nessas conversas, estamos munidos desse sentimento de amorosidade, de caridade, estamos acompanhados de bons pensamentos e fundamentados em princípios que vão orientar, seja lá qual for a conversa, para um sentido mais nobre, tenhamos a certeza que não estaremos sozinhos, estaremos amparados por outros amigos que poderão nos auxiliar nesse trabalho. E é desse jeito que acontece. ordinariamente nas casas espíritas, nas reuniões, sobretudo aquela de assistência aos amigos espirituais, porque se trata de um diálogo. Eles trazem a sua demanda, eles trazem seu posicionamento, recebem uma uma escuta sensível com uma devolutiva, carinhosa, eh, eivada de amor, de sentimentos nobres mesmo, de amparo, de acolhimento. E com isso eles recebendo essa devolutiva, eles podem mudar em se tratando de espíritos de necessidade, podem mudar a sua situação para uma situação melhor. Então essa esse diálogo não somente ele é possível como muitas vezes desejado. >> Muito bem, Paulo. Eh, você quer falar

e espíritos de necessidade, podem mudar a sua situação para uma situação melhor. Então essa esse diálogo não somente ele é possível como muitas vezes desejado. >> Muito bem, Paulo. Eh, você quer falar alguma coisa, Pedro, ou vamos passar para outra pergunta? Até alguém, eu vi aqui que eh a Edna do Socorro Matos, ela perguntou se houve algum engano na pergunta 11. Não, não houve. A a questão é essa mesmo, é que ela tem um subitem, né? Ela tem a pergunta e tem um subitem que vai falar, perguntar e indagar sobre como pode o espírito nesse caso responder. Mas vamos adiante. Eu vou passar a palavra agora à pera que no item, na questão 12º ou na no item 12º diz assim: "Os espíritos que aparecem com as realmente ou essas asas são apenas uma aparência simbólica?" A gente ouve muito se falar: "Ah, fulano viu um anjo com asas e Allan Kardec pergunta: "Esses espíritos têm realmente asas? espir o que é que o que foi que responderam aí os espíritos? >> Muito bem, que a paz do nosso mestre, irmão Jesus, invada os nossos corações e permaneça em nós. >> Samuel, interessante essa pergunta, muito interessante, porque assim, uma das coisas que me encanta imensamente, eu sempre falo, é a atualidade do pensamento da doutrina espírita. Nós ainda hoje carregamos esses atavismos. >> Hum. Então a gente imagina que os espíritos, se o espírito é evoluído, ele vem com as então ele vai. Por que que ele vem com asas? Porque na imaginação nós vemos o espírito se manifestar flutuando para o mundo materialista. Nós ainda não conseguimos entender que espíritos dessa magnitude dominam a técnica da flutuação, da volitação. Então, para o mundo materialista, ele precisa ter asas, porque se ele não tiver asa, ele não voa. Então, a gente associa isso. É bem interessante. Então, não, os espíritos eles não têm asas. Eh, eles eh poderiam até se apresentar com algumas estruturas se houvesse interesse para isso. E como é que funciona isso? O espírito quando ele tem a consciência ele faz isso de forma automática. Ele

Eh, eles eh poderiam até se apresentar com algumas estruturas se houvesse interesse para isso. E como é que funciona isso? O espírito quando ele tem a consciência ele faz isso de forma automática. Ele conduz o processo da plasticidade do seu perespírito. Então, eh, vinculados a um mundo material, mesmo os desencarnados sãoos do perespírito, que é a roupinha que veste o espírito tomada do fluído cósmico universal daquele planeta. Então, o que que ele faz? Uma da eh das possibilidades, das faculdades do espírito é conduzir esse processo de plasticidade do perespírito. Então, sim, Samuel, ele pode adotar para ele a aparência que ele quiser. Então, vamos lá. Digamos que Ana, Ana ela tem medo de espírito. Isso não tá muito longe não, porque o que espírita que não é brincadeira, né? Então, Ana tem medo de espírito. O espírito, se for um espírito brincalhão, ele pode, tem uma pergunta que foi lançada agora há pouco tempo, porque tem espíritos com aparências horripilantes, né? Então, a gente junta, ele pode moldar a plasticidade do perespírito dele para assustar a Ana, porque ele sabe que poderia atingi-la. E se for para que a Ana aceite a proximidade dele, ele conhece os mais elevados, conhecem os mais inferiores. A de baixo para cima não funciona. A gente não consegue conceber o pensamento dos espíritos mais evoluídos, mas aquele que pode mais, pode menos. Então ele conhece do mais íntimo de Ana Maria e sabe que ela tem um afeto, uma afeição aos anjos. Então ele pode materializar, né, manifestar-se com asas, mas não faz parte da estrutura do espírito ter essas asas, tá? É interessante a gente ver que o espírito vai se manifestar de duas formas, tanto da vontade dele, a forma como ele vai se manifestar, tem um ponto na essência dele, mas tem um ponto também na pessoa para quem ele vai se manifestar. Então, dependendo de como seja a mediunidade, o tipo mediúnico da pessoa, inclusive Kartec faz essa pergunta, questão 159 de livro dos espíritos. Os espíritos dizem que qualquer pessoa que de alguma forma

o, dependendo de como seja a mediunidade, o tipo mediúnico da pessoa, inclusive Kartec faz essa pergunta, questão 159 de livro dos espíritos. Os espíritos dizem que qualquer pessoa que de alguma forma sinta a influência dos espíritos, esse é médium. Nós naturalmente, por sermos criaturas espirituais, habituando a habitando um mundo material, nós estamos entre as duas dimensões. Então, minimamente nós estamos nessa posição intermediária. Nós sofremos, sim, a influência dos espíritos em nossos pensamentos, só que muitas das vezes a gente não atenta para isso, né? Então, dependendo de como seja a vontade do espírito e a aceitação, o preparo da pessoa para quem ele vai se manifestar, ele pode se apresentar de várias formas. O anjo Gabriel se materializa para Maria avisando como vai ser a missão de ser mãe de Jesus. O mesmo anjo Gabriel apresenta-se para José em sonho. Ele já não se materializa. Perfeito, Pera. Excelente. A pera já acabou respondendo, então aqui para nós a pergunta da Edna de 21 e 27. Acredito que tá respondida, né? A Edna perguntou se a eh mencionou que a relatos de espírito com aparência horripilante. O que que significa? acabou já trazendo essa questão, né, >> Ana, me perdoe. São os bicho papão, né? O que é o bicho papão? Se não é o espírito que se apresenta, aí vem aquela mesma posição. Ele pode ter na mente dele a ideia de que ele é daquela forma. Então ele se apresenta da forma que ele sente dentro do mundo íntimo dele. Mas ele também pode entender que o Paulo tem medo de bicho papão. Então ele vai assustar o Paulo. Ele se ele plasma, ele molda o perespírito dele com garras, né? Com rabo, com pode sair fogo do nariz e aí vai. A criatividade é dele. >> Muito bem. Eh, Edna também mencionou de novo ainda em relação à pergunta 11. que no livro dela está outra questão. Essa questão está na 10, na tradução do Guilon Ribeiro, que é a que nós estamos usando aqui, Edna. Então, a 11 que a gente fez é corresponde a outra questão diferente dessa. Essa aí está no na no

tão. Essa questão está na 10, na tradução do Guilon Ribeiro, que é a que nós estamos usando aqui, Edna. Então, a 11 que a gente fez é corresponde a outra questão diferente dessa. Essa aí está no na no na pergunta dessa. >> Perfeito, Ana. >> Vamos continuando então aqui agora para o Paulo, né? Eh, se quiser fazer algum algum adendo, alguma observação em relação à pergunta anterior, Paulo, pode ficar à vontade, tá? A gente já vai trazendo a próxima pergunta e aí você pode incluir aí na sua fala. As pessoas que vemos em sonho são sempre as que parecem ser pelo seu aspecto? >> Eh, com relação aos sonhos, né? Essa é uma pergunta muito recorrente, porque existem diversas formas de se ter uma representação no campo dos sonhos. A gente tem os sonhos, que são representações do inconsciente, que fazem parte do processo de desenvolvimento da própria psique humana e que estão no nossa na nossa fisiologia aprendizado, dizem alguns, a maneira como nós eh recordamos das dos fatos vividos, representações do inconsciente que Freud utilizou bastante para poder eh entender os significados dos momentos vividos por aquela pessoa em termos simbólicos. Estão as nossas representações também do nosso inconsciente coletivo, aonde os mitos, aqueles elementos simbólicos do passado estão ali representados. Então, em em se tratando dos sonhos, do ponto de vista de uma experiência onírica tradicional, nós temos aí a questão justamente dessas representações. E aí cabe aquela frase, né, ao sonho cabe o ao sonhador cabe o significado do seu sonho ou vice-versa. Então, a gente tem sempre um sonho para a pessoa e por isso a gente não pode generalizar os significados, porque cada pessoa é preciso se entender uma parte desse mundo íntimo, dessa história interna, para poder compreender o significado daquele sonho. Somente com muito trabalho e um pouco de compreensão acerca da história da pessoa, é possível se fazer algum tipo de interpretação sobre o significado dos sonhos. Agora, existem outros que são sonhos vividos,

com muito trabalho e um pouco de compreensão acerca da história da pessoa, é possível se fazer algum tipo de interpretação sobre o significado dos sonhos. Agora, existem outros que são sonhos vividos, são sonhos claros, são sonhos de uma percepção assim mais nítida em relação aos detalhes, às conversas e até mesmo a própria percepção que a pessoa tem de que ele viveu de fato uma experiência, uma experiência diferente. Não é só uma projeção como se fosse uma imagem de energia psíquica, mas sim uma vivência real. Então, existe uma um fenômeno que é o fenômeno que preside essa experiência, que é o fato de quando dormirmos nós relaxamos as nossas a o nosso laço, né, com eh entre o corpo e o espírito. E o espírito normalmente ele vaga por aí, porque ele não está dormindo, ele está ali eh sendo projetado nos lugares aonde os as emoções daquele momento estão conduzindo, eh nos cenários que a mente naquele instante está mais afeita, está mais em sintonia. Então não é um lugar específico, não é o lugar que eu gostaria, é o lugar que as minhas energias naquele instante vão conduzir o espírito para que esse espírito que sou eu, possa viver aquela experiência. Então, muitas lembranças, sim, são as pessoas que nós nos encontramos. Às vezes nós não lembramos dessas pessoas como pessoas do nosso convívio, né? Elas são são rostos diferentes que certamente nós nunca vimos. Interações eh novas, pessoas que às vezes vêm espírito se apresentando também. Eh, como Pira colocou, eh, a representação física ou imagética do espírito, ela não se dá somente por uma uma presença, uma uma igualdade física, né, uma correspondência física, melhor dizendo, mas uma projeção mental também. Então, a gente traz essa experiência. Então, o espírito se apresenta na forma mais conveniente que ele é própria. E nós trazemos isso, não só a imagem, como também trazemos às vezes o conteúdo. São imagens, são conteúdos de eh premonição, são algumas coisas assim que são importantes para o esclarecimento. E a gente tem que lembrar que na história

em, como também trazemos às vezes o conteúdo. São imagens, são conteúdos de eh premonição, são algumas coisas assim que são importantes para o esclarecimento. E a gente tem que lembrar que na história nós temos aí muitos episódios desses encontros espirituais que resultaram em grandes avanços da ciência. Então, quando o Nicolá Tesla sonha, por exemplo, com o gerador de corrente alternada, aquilo ali foi uma vivência espiritual que ele volta atrás, representa no papel e implementa e faz a transformação da humanidade. A, o modelo, a o modelo da da molécula do benzeno, que também foi sonhado, e muitos outros, né? Quantas e quantas eh insites nós recebemos aí durante os sonhos nesses encontros espirituais. Então não se pode dizer que todo sonho que encontramos pessoas, essas pessoas são encontros espirituais, mas também não podemos descartar que às vezes esses encontros sim são resultantes desses desdobramentos do espírito, que vagando no mundo espiritual eles têm essas relações aí cotidianas, como temos aqui também no plano carnal. Eu só queria, viu, Ana, e Samuel, eu fazer um um adendo aí em relação à pergunta 11 ainda, porque tenho a 11A que fala assim: "Como é que o espírito pode responder?" Eu só queria fazer um complemento em relação a isso para não deixar eh sem responder, é que a comunicação espiritual, espírito a espírito, é feita normalmente pelo pensamento, mas existem espíritos que estão ainda no estágio tal que eles precisam da voz, precisam da comunicação através da voz para que eles possam eh ter a sensação de que eles estão se comunicando. Então, muitos espíritos que estão na reunião mediúnica ali se apresentando, eles são, eles ouvem um doutrinador ou uma pessoa que está ali fazendo esclarecimento e eles preferem ouvir a voz dessa pessoa do que ouvir um espírito falando com eles. Então isso ainda depende do grau de evolução, mas normalmente a comunicação é mental, mas dependendo do nível ela pode ser normal, cotidiana, como a nossa comunicação ordinária.

rito falando com eles. Então isso ainda depende do grau de evolução, mas normalmente a comunicação é mental, mas dependendo do nível ela pode ser normal, cotidiana, como a nossa comunicação ordinária. >> Muito bem lembrado, Paulo. ela pode ser verbalizada e às vezes acontece, logicamente aí entra outro tipo de mediunidade no meio que são os efeitos físicos para que >> eh isso possa eh se dar. A o item 14 desse nosso estudo, ele tem uma relação muito próxima com esse item 13, né? Que no item 13 Allan Kardec pergunta se as pessoas são exatamente aquelas tem aquelas aparências correspondem àquelas pessoas. E na questão 14 vai dizer: "Não poderiam os espíritos zombeteiros tomar as aparências das pessoas que nos são caras para nos induzirem em erro?" Ou seja, tá, a as perguntas elas estão geremadas, na verdade. E aí eu peço a pera que traga para a gente aí um esclarecimento. Lembrando que o nosso tempo tá voando, então vamos ser nas respostas, infelizmente. >> Samuel, veja que a técnica de Kardec é bem interessante porque ele sim mergulha a questão posterior, ela mergulha na resposta da questão anterior, tá sempre interligado, né? é instigante o o estudo. Então vamos lá. Precisamos relembrar a escala espírita que tá constando lá na questão 100 em diante, a partir da questão 100 de o livro dos espíritos. Kardec vai colocar como se fosse uma espécie de pirâmide, tá? A escala espírita. Na base da pirâmide nós temos os espíritos imperfeitos. Zumbeteiro é uma das categorias de espírito imperfeito. E aqui, Samuel, não necessariamente o zombeteiro é um espírito mau, tá bom? Então é importante a gente observar isso. O zombeteiro, ele é o brincalhão e ele pode se utilizar da malícia e da maldade se ele quiser atingir o objetivo dele. Então ele precisa se divertir. Aí ele vai se divertir eh com susto. Então, por exemplo, efeitos físicos dentro de casa, você tá aqui, nada você ouve um barulho de um negócio quebrando. Aí você, nossa, caiu a a xícara que tá lá no escorredor. você se levanta, chega na cozinha, não

xemplo, efeitos físicos dentro de casa, você tá aqui, nada você ouve um barulho de um negócio quebrando. Aí você, nossa, caiu a a xícara que tá lá no escorredor. você se levanta, chega na cozinha, não tem nada no chão, não caiu. Quando você toma um susto, e aí nós, pelo aparelho fisiológico que nós temos, nós temos uma reação química. Então eu tenho uma descarga de adrenalina no estômago, eu tenho uma reação química no corpo, eu exalo uma determinada substância e eu mudo a minha psicosfera ambiental. Aquele espírito, ele pode vampirizar todas aquelas sensações que eu joguei para fora. Como ele pode se divertir? Então, ele pode cair no chão, dar gargalhadas e rir. Olha ali, o Samuel tá com medo, eu vou inventar mais alguma coisa. Ele pode também, inclusive conhecendo da de algumas coisas que veja, o espírito zombeteiro, ele está numa escala dos espíritos inferiores. Então ele não conhece de tudo, ele não conhece do mais secreto dos nossos pensamentos e dos nossos sentimentos, mas ele pode nos acompanhar e ele saber de algumas coisas. Então, aquelas pessoas que nos foram caras e que já desencarnaram, ele pode idealizar a imagem daquela pessoa, moldar a plasticidade do seu perespírito e se aproximar, sim, para que ele consiga a aproximação. Aí alguém poderia dizer assim: "Não, mas o espírito inferior não consegue isso." Posso fazer uma brincadeira bem rápido, bem rapidinho. Eu vou fazer três expressões faciais e eu vou pedir que vocês me digam o que é que eu estou tentando representar com essas expressões, tá certo? Primeira, digam aí o que foi, >> pessoal no chat. É, coloque aí o que que foi que a perira fez. >> Você acha que é? Vamos lá. Vou repetir. Vamos paraa segunda. Bora pra terceira. Depois a gente vê aí. Faz uma apanhada. A terceira. Trêsções diferentes. Diz aí, Ana, o que é que o pessoal pessoas aqui respondendo, pera. Eh, a Claudine diz medo, a Cristiane diz que assustou, a Marlene diz que está pensando e a Cristiane coloca na dúvida. A Edna traz três respostas: assustada, pensativa,

pessoas aqui respondendo, pera. Eh, a Claudine diz medo, a Cristiane diz que assustou, a Marlene diz que está pensando e a Cristiane coloca na dúvida. A Edna traz três respostas: assustada, pensativa, euforia. A Luciana diz: "Espanto". Olha só, movimentou o chat. >> Percebe? >> Simplesmente pela movimentação muscular do rosto, a gente consegue mostrar três emoções diferentes. O que é que o espírito não consegue fazer com a plasticidade do seu perespírito? Se a gente pegar na internet pessoas, artistas que se utilizam de maquiagem, eles fazem uma modificação do rosto e se apresentam com o aspecto de pessoas importantes, celebridades, Michael Jackson, por exemplo, entendeu? Então, se nós fazemos isso no mundo material, usando a matéria do mundo material, dominando a técnica de uso do fluido cósmico universal, nós podemos fazer a mesma coisa. Então, sim, é possível que o espírito ele molde eh a o formato, a aparência, os gestos, os trejeitos. Aqui no Ceará, Samuel, a gente usa uma expressão, não sei se lá na Bahia o povo usa também, as marmotas. Então, o espírito pode usar as mesmas marmotas. digamos que alguém fale assim e no meio da fala ele dê um estralo na boca, por exemplo. É um sinal muito característico de uma pessoa. Um espírito zombeteiro pode pegar esse mesmo sinal e moldar, né, reproduzir para permitir a aproximação. E quando nós permitirmos a aproximação, ele pode fazer alguma brincadeira, dar um susto ou nos induzir a fazer alguma coisa de errado. pode dizer assim: "Meu amor, se levante e vá lá na sala e puxa o cabelo da Ana Maria só para ela tomar um susto". E a gente acha que vai ser uma brincadeira legal. E aí, como o Kardec trata desse esse tema, a influência dos espíritos em nossos pensamentos e atos, ele pergunta se os espíritos fazem isso. E os codificadores respondem: "Muito mais do que imaginais, na mais das vezes são eles que vos dirigem". Muitas vezes a gente cede. Sim. >> Muito bom, Pira. Muito bem tratado, Ana. É contigo. >> A Larissa tá nos perguntando aqui 21:47,

o mais do que imaginais, na mais das vezes são eles que vos dirigem". Muitas vezes a gente cede. Sim. >> Muito bom, Pira. Muito bem tratado, Ana. É contigo. >> A Larissa tá nos perguntando aqui 21:47, quais as questões estão sendo estudadas. Então, relembrando aqui para todo mundo, a gente tá na segunda parte do livro dos médiuns, das manifestações espíritas, no capítulo seis. E aí, hoje a gente tá no item 100. As perguntas, a 11ª até a 20ª nós pretendemos ir hoje, tá? Eh, e agora pro Paulo, né? Nosso tempo realmente tá passando, táando. Nós temos que >> dar umaerada. >> Vamos pra 15ª pergunta. Paulo, compreende-se que, sendo uma espécie de evocação, o pensamento faça com que se apresente o espírito em quem se pensa. Como é, entretanto, que muitas vezes as pessoas em quem mais pensamos, que ardentemente desejamos tornar a ver, jamais se nos apresentam em sonho, ao passo que vemos outras que nos são indiferentes e nas quais nunca pensamos. Essa pergunta também tem uma nota de Kardec, né? Então, eh, tá com o Paulo para ele nos esclarecer a respeito disso. >> Eh, essa questão do dos encontros espirituais, a gente considera eh algumas variáveis que podem interferir eh nessa relação. Primeiro que todo encontro espiritual é um encontro de sintonia, de alguma forma, sintonia vibracional, eh, ou até mesmo por um processo de indução, aonde a pessoa recebendo essa, esse chamado, eh, entra em relação, em sintonia com o espírito comunicante e a partir daí existe a possibilidade do encontro. Às vezes nós nos encontramos com as pessoas que estão pensando muito na gente. Às vezes a gente se encontra com aqueles que pensamos. Às vezes a gente se encontra com aqueles que são os desconhecidos dessa vida, mas são os conhecidos de outras existências que estão em sintonia conosco. Às vezes, por conta dos pensamentos que elaboramos durante o dia, vamos dormir com a cabeça cheia daquela vibração e nos transportamos para lugares com pessoas desconhecidas, por exemplo, pessoas que a gente nunca

conta dos pensamentos que elaboramos durante o dia, vamos dormir com a cabeça cheia daquela vibração e nos transportamos para lugares com pessoas desconhecidas, por exemplo, pessoas que a gente nunca pensaria em conhecer. Então, esse momento de saída do corpo e de estado no plano espiritual tem muito a ver com o processo da sintonia. E tem um outro detalhe que quando a gente quer se comunicar com o espírito, como dizia Chico, às vezes o telefone só toca de lá para cá. Então, a pessoa com a qual nós queremos nos comunicar muitas vezes não está em condições naquele instante de atender a essa demanda, não está no nível tal que consiga realmente se posicionar como comunicante naquela naquela relação, naquele instante. Por isso, muitas vezes, essa experiência é frustrada. Às vezes a gente deseja sonhar com pai, com mãe e às vezes não consegue fazer isso, né? porque eles estão lá se elaborando, se preparando para eh o seu processo de ajustamento no plano espiritual. Muitas vezes não acontece a possibilidade desse dessa conversa. Então, mais das vezes é por sintonia e esquecer daqui para lá ou de lá para cá e de entrada num processo de eh se eh de mesma fase aí com as energias que estão envolvidas naquela comunicação. >> Muito interessante, Paula, a sua fala, até porque as pessoas se questionam muito, ah, eu queria muito sonhar com fulano, ciclo, às vezes tá até encarnado. Eu lembro até de um de uma pografia do Chico do Cornélio Pires, em que ele relata que a mãe costumava levar o filho pequeno para ir ao cemitério lá orar pelo avô que havia desencarnado, que ele nem conhecera. E ele era o avô reencarnado, ele tava rezando por ele mesmo. Então os impedimentos eles são mais variados, vezes estão ocupados os espíritos, existem situações eh diversas, mas como a gente às vezes tem esse desejo e e ele não acontece, às vezes até por nós mesmos pode nos trazer até problemas emocionais, quem sabe? Mas nós temos agora uma outra pergunta para fazermos a pira. Por que razão? Pergunta Allan Kardec aos

ele não acontece, às vezes até por nós mesmos pode nos trazer até problemas emocionais, quem sabe? Mas nós temos agora uma outra pergunta para fazermos a pira. Por que razão? Pergunta Allan Kardec aos espíritos. Por que razão certas visões ocorrem com mais frequência quando se está doente? Pessoa tá doente, essas visões acontecem mais nesse momento, como por exemplo os moribundos, né, que vê parentes, amigos que já desencarnaram, que vem visitaram. Por que será que isso se dá? O que é que os escritos respondem a isso, Pira? >> Inclusive, Samuel, existe um conhecimento cultural de que isso seria a visita da morte. Então, quando a gente vê, né, estando moribundo, a gente vê os nossos parentes como se eles tivessem vindo nos buscar. E aí eu vou permitir, até por conta do tempo, a resposta em si, ela não pede muita extensão. Eles dizem o seguinte: "Elas ocorrem do mesmo modo quando estais em perfeita saúde". Do mesmo modo, simplesmente no estado de doença, os laços materiais se afrouxam. A fraqueza do corpo permite maior liberdade ao espírito. Nós já tínhamos falado sobre isso, o processo de desdobramento. Quando a gente dorme e o espírito desdobra, muitos irmãos ficam presos dentro do corpo. Aí dizem: "Aí eu passei a noite acordada, não dormi". Aí eu vi um monte de coisa, na verdade desdobrou e até com medo de alçar o voo dessa liberdade, permaneceu dentro do corpo e tem contato com o plano espiritual. Não necessariamente nós vamos ver os espíritos com a última aparência, a aparência da última encarnação. Então, nós podemos estar encontrando com uma criatura que nos é cara, mas ele carrega, por conta de uma fixação mental dele, uma expressão física, num aparência de uma outra encarnação. Então, é o meu pai ou a minha mãe, mas quando nós éramos numa outra encarnação, não pai e filho, por exemplo, companheiros de trabalho, né? companheiros de uma determinada luta ou opositores. Então, né? E aí ele continua, eh, a fraqueza do corpo permite maior liberdade ao espírito, que

i e filho, por exemplo, companheiros de trabalho, né? companheiros de uma determinada luta ou opositores. Então, né? E aí ele continua, eh, a fraqueza do corpo permite maior liberdade ao espírito, que então se põe mais facilmente em comunicação com os outros espíritos. >> Muito bom, Ana. Contigo, Ana. >> Tá sem microfone, tá fechado. >> Muito bom, P. Excelente. Excelente. Eh, Paulo, no item eh 100, a pergunta 107ª pergunta. As aparições espontâneas parecem mais frequentes em certos países? Será que alguns povos estão mais bem dotados do que outros para receber essa espécie de manifestação? Eh, essa é uma questão. Inclusive, recentemente foi publicado uma uma tese de doutorado eh sobre essas questões da mediunidade versos aspectos culturais, aspectos sociais. Então, eh por que que determinadas culturas só tem acesso a determinados tipos de espírito, determinados tipos de comunicação? Por que que outras elas já estão com uma natureza diferenciada? Por que que outras o fenômeno é menos comum? Porque é preciso entender. E aqui tem duas perguntas, a da Regina e a da a da Regina e a da Rosélia, que acho que tem a ver com isso que nós estamos falando aqui, que a questão que a gente não pode esquecer é que todos os espíritos têm uma singularidade que diferencia as suas habilidades, suas capacidades e suas possibilidades. Então, o fato de, por exemplo, de você estar num determinado local e você ter mais facilidade para ter acesso, claro que a cultura ajuda. É claro que naquele local existe uma espécie de uma confluência espiritual para que o fenômeno se dê de forma mais fácil. Claro que eh existem condições predisponentes para que a mediunidade seja mais efetiva em um lugar do que em outro. Isso, sem dúvida. A doutrina espírita, ela não é uma ciência exata que diz: "Ó, isso é sempre assim ou isso é sempre de outro jeito". Eu costumo dizer que a resposta mais correta para todas as perguntas é: pode ser. Então, por exemplo, por que que eu sonho com minha mãe e minha irmã não sonha? Porque

u isso é sempre de outro jeito". Eu costumo dizer que a resposta mais correta para todas as perguntas é: pode ser. Então, por exemplo, por que que eu sonho com minha mãe e minha irmã não sonha? Porque eu sou um espírito, minha irmã é outro. Eu tenho uma vibração, minha mãe, minha irmã tem outra. Eu tenho um nível evolutivo, minha irmã tem outro. Então, a gente não necessariamente tem a obrigação de atender ou fazer aquela mesma situação do mesmo jeito, do mesmo grau. Existem povos que t facilidade pela sua herança ancestral. São os mesmos espíritos que estão reencarnando ali, que vieram das tradições antigas e que eles tinham mais facilidade, eles tinham mais vinculação com esse tipo de de fenômeno. São menos pesos a questão material, são mais desapegados. Então essa pergunta ela realmente remete ao seguinte: o a mediunidade é um fenômeno físico, é um fenômeno psíquico, é um fenômeno espiritual, é um fenômeno social, é um fenômeno cultural. Então, a gente tem que associar todas essas variáveis para entender porque que em determinados lugares ela é de um jeito, porque que em outros lugares ela é de outro jeito, mas ela é sempre o mesmo fenômeno, ela é sempre a mesma da mesma natureza que é a conexão interdimensional, a possibilidade de um encarnado conversar com o desencarnado e vice-versa, a possibilidade de nós termos acesso ao mundo espiritual quando desdobrados ou quando em sonho ou quando doentes. Então, termos essa possibilidade desse vislumbre e tudo isso nos remete exatamente à ideia da continuidade da vida, da imortalidade da alma, da comunicabilidade entre vivos e mortos, que são os pressupostos da doutrina espírita. Mas mais além do que isso, a gente não pode fazer afirmações sob pena de nós estarmos fazendo aqui lações sobre casos que a gente não conhece e poderíamos cometer erro certamente se fizéssemos isso. >> Muito bom, Paulo, né? A gente vê que os espíritos vão esclarecendo e as dúvidas elas vão desaparecendo até pela racionalidade das suas respostas. Claro que as

er erro certamente se fizéssemos isso. >> Muito bom, Paulo, né? A gente vê que os espíritos vão esclarecendo e as dúvidas elas vão desaparecendo até pela racionalidade das suas respostas. Claro que as questões culturais elas exercem determinado papel junto às pessoas, mas os espíritos se comunicam em todos os lugares, até porque é uma questão natural. E como Paulo já havia falado, eu vou repetir a pergunta antes de eu passar paraa perira aqui para você tratar também dessa questão, porque tem um item que é específico na pergunta da Rosélia Azevedo. Ela diz assim: "Como explicar o sonho que tenho com meu esposo desencarnado? sendo que sei que é ele, mas não o vejo. Quer dizer, ela tá sonhando com o esposo desencarnado, sabe, sente que é ele, mas não consegue eh eh vê-lo, né? Por o que dizer sobre isso? Mas para você responder isso, eu já vou fazendo outra pergunta, porque ela também acho que eh precisa que a gente se estenda um pouco nela, eu penso. É a questão eh 10ma eh >> oitava, >> oitava que diz assim: "Por que é, Allan Kardec pergunta aos espíritos, por que é que as aparições se dão de preferência à noite? Não indica isso que elas são efeito do silêncio e da obscuridade sobre a imaginação. E tem uma nota que se segue aí, Pedira, gostaria que você fizesse o comentário e já respondesse a Regina aí de maneira eh mais específica. >> Eh, >> não é Regina, é Rosélia sobre essa questão, por que que ela não vê o marido? Sabe que é ela, né? Veja que Kardec, ele se demora na pergunta, ele lança uma outra pergunta sobre um outro ponto que era carregado de misticismo. A a pergunta anterior vai falar sobre as aparições quando estamos doentes. Então, e quando a gente tá doente, a gente não vê, então existia um caráter místico nessa questão, né? E o que estaria por detrás disso. Ele faz uma outra pergunta que está amparada também numa questão mística. Por que as aparições se dão de preferência à noite? Nós sabemos que a noite ela traz uma quantidade de luz diferente do que é a

le faz uma outra pergunta que está amparada também numa questão mística. Por que as aparições se dão de preferência à noite? Nós sabemos que a noite ela traz uma quantidade de luz diferente do que é a do dia. Então, naturalmente a gente tende a diminuir a nossa atenção para o ambiente externo. Por quê? Porque como a luz não incide sobre a matéria e não reflete, a gente não consegue captar a informação do mundo. Então, diminui o meu a minha atenção para as coisas que me chamam atenção. Primeira coisa. E também, por um lado, nos dá um certo medo. A gente tem medo do desconhecido. O próprio Cristo nos disse: "Conhecereis a verdade e a verdade vos libertará". Aquilo que nós não conhecemos nos mantém numa prisão. Então, existia a ideia mística de que os espíritos só se manifestavam de noite. Também tem uma outra ideia que ao redor do espírito a gente vê como se fosse uma luz. É como se houvesse um brilho, como se o perespírito ele se manifestasse eh de forma brilhosa. A ciência pode explicar isso, que na verdade algumas pessoas têm a capacidade de ver, né, não necessariamente com os olhos do corpo, mas com os olhos da alma, a dimensão eh do magnetismo que é manifestado pelo espírito. Então, os nossos pensamentos e os nossos sentimentos, eles projetam na nossa psicosfera, no nosso ambiente físico, esse magnetismo, ondas elétras e elétricas e eletromagnéticas. Tanto é que na presença de certas pessoas, nós nós nos sentimos extremamente confortáveis. Nós temos uma vontade de nos aproximar como se estivéssemos sendo atraídos. Da mesma forma, na presença de outras pessoas, nós temos uma rejeição, uma repulsa, temos vontade de nos distanciar. Cabe naquilo que Paulo já falou sobre afinidade também. Então, a gente se aproxima e se distancia, tá? Então, Kardec vai perguntar e ele e a resposta dos codificadores é muito maravilhosa. Eles dizem: "Pela mesma razão porque vedes durante a noite as estrelas e não as divisais em pleno dia". Por quê? Por quê? A quantidade de luz do dia não nos permite ver a

icadores é muito maravilhosa. Eles dizem: "Pela mesma razão porque vedes durante a noite as estrelas e não as divisais em pleno dia". Por quê? Por quê? A quantidade de luz do dia não nos permite ver a estrela, mas a gente vê o sol, né, e se encandeia com ele. A grande claridade pode apagar uma aparição ligeira, mas errôneo é supor-se que a noite tenha qualquer coisa com isso. Então, não é o fenômeno noite que vai determinar a manifestação dos espíritos. Até porque na nota de Kardec ele vai dizer o seguinte: muito mais frequentes e gerais, e eu peço permissão para ler porque é encantador ler Kardec, muito mais frequentes e gerais do que se julga são as aparições. Nós não temos como confirmar se todas as criaturas que passam pela gente durante o dia são encarnados ou não. Aí tem gente que diz assim: "Não, Pedro, vai lá e dá um beliscão, tá?" E os materializados? Jesus sobe ao monte Tabor, se transfigura e ao lado dele se materializam dois espíritos, Moisés e Elias, ao ponto de os apóstolos reconhecerem essas duas criaturas e dizerem: "Senhor, que bom que nós subimos contigo. Se tu quiser, a gente desce e monta tendas para eles." Porque era um costume da época montar tendas enquanto eles estavam caminhando no deserto para se proteger do frio da noite. Então eles poderiam dormir. Olha que interessante como eles estavam realmente materializados. Não é caso de ilusão, como aqui fala. Muitas pessoas deixam de torná-las conhecidas por meio do ridículo e outras as atribuem a ilusões. Então, será que eu vi mesmo? Passou rápido, tava meio assim, borrado, né? Poderia ser dessa forma. Moisés e não só se materializam como conversam com Jesus. Como existe um outro fenômeno de voz direta, Deus falando sobre Jesus. E depois quando eles descem vão conversando e eles entendem que eles reconhecem Moisés e Elias. Então eu particularmente, Ana, eu questiono isso. Eu digo: "Como é que as criaturas reconhecem Moisés e Elias quando eles não são contemporâneos um do outro e não são contemporâneos de Jesus?"

Elias. Então eu particularmente, Ana, eu questiono isso. Eu digo: "Como é que as criaturas reconhecem Moisés e Elias quando eles não são contemporâneos um do outro e não são contemporâneos de Jesus?" Então a pergunta é, eles então se materializavam com mais frequência ao ponto de já reconhecerem essas duas criaturas, porque não tinha Instagram, não tinha YouTube, não tinha Facebook, não dava para as pessoas se localizarem nesse tempo. Então eles reconhecem, tá? Então a nota vai falar sobre isso. Quantos de nós fomos tidos como loucos porque relatamos vi ver o plano espiritual quando os outros não viam? Quantos irmãos podem ser tratados de alguma psicopatologia, alguma esquizofrenia, por exemplo, quando na verdade seria uma mediunidade deseducada? Quantos vêm, realmente vem e não sabem que é, conversam, batem papo. Imagine, Samuel, você pegar um avião e vi aqui paraa Fortaleza e chegou aqui, você tá no aeroporto e você se perdeu. O celular hoje um dos equipamentos mais importantes da vida da humanidade. O teu celular descarregou e você não tem como pedir um Uber, um táxi para ir pro hotel. Então você, ô Senhor, sem perceber, você faz uma prece. Ô Senhor, que coisa chata, meu Deus. Meu celular descarregou, como é que eu vou fazer isso? Ô senhor, me ajuda. De repente, uma pessoa vem na tua direção, opa, meu amigo, tudo bem? Você tá precisando de ajuda? Posso lhe ajudar de alguma forma? Aí tu disse: "Ah, porque meu celular descarregou". Ele disse assim: "Olha, naquela parede bem ali, tem um carregador e tem um um conectorzinho, você vai lá e liga, tá bom?" Aí tu, "Beleza, cara, valeu". E tu vai, tu tem certeza absoluta que aquilo ali não foi um anjo que se materializou para te ajudar? Muito bom, Pira. Excelente. A Paulo, tem uma questão, eu vou fazer duas agora aqui, uma do público e depois a nossa para para você, OK? A Edna fala do medo de ver espírito, 21 e 17, né? Então vamos responder para ela. O medo de ver espírito está associado a não ter o conhecimento do mundo espiritual ou,

ois a nossa para para você, OK? A Edna fala do medo de ver espírito, 21 e 17, né? Então vamos responder para ela. O medo de ver espírito está associado a não ter o conhecimento do mundo espiritual ou, ou seja, o conhecimento do espiritismo, ou é falta de fé? Eh, e a gente vem de uma geração aonde a questão da presença espiritual sempre esteve associada à questão das assombrações daqueles espíritos que vêm fazer o mal, que são as entidades das trevas, enfim, não é? que são esses espíritos que estariam se manifestando de ordinário. Então essa é uma questão de cultura e por isso infunde um medo. Como tem pessoas que têm medo de barata, porque antigamente se dizia, era muito comum dizer, ó, vá dormir, senão a barata vai reger sua boca. E a pessoa tinha realmente assim a coisa da do medo. Eh eh o medo vai se apoderando do sistema lá do inconsciente, né, lá na na middala lá naqueles movimentos lá do cérebro e a pessoa começa a ter pavor. Tem muita gente que é espírita, tem gente que é frequenta a reunião mediúnica e tem pavor de encontrar como espírito. Então não é o conhecimento, é mais uma questão atávica mesmo desse sentimento de medo por conta da história que se contou sobre isso. Agora, claro que à medida em que a gente vai esclarecendo sobre quem são essas entidades, esse medo ele vai desaparecendo e vamos sair abrindo espaço para uma normalização desse contato dos espíritos com os encarnados, para que a gente no futuro tenha essa relação de uma forma muito mais plena, porque essa vai ser a tendência evolutiva de todos nós, termos a capacidade de aprimorar nossas faculdades mediúnicas e as relações transdimensionais serem coisas mais naturais do que são hoje. Ô Paulo, mas só lembrando que até muitos espíritas têm medo de espíritos. >> Não é isso que eu tô dizendo, Samuel? Tem gente até que frequenta mediúnica que tem medo. >> É, eu tenho alguns amigos que são assim, no meu tempo de juventude, ele tinha pavor de espíritos e hoje continua tendo medo dos espíritos, né? Não,

m gente até que frequenta mediúnica que tem medo. >> É, eu tenho alguns amigos que são assim, no meu tempo de juventude, ele tinha pavor de espíritos e hoje continua tendo medo dos espíritos, né? Não, >> Paulo, na reunião de hoje do espírito vai se aproximando da gente e a gente sente a presença. Aí se não comigo não, pelo amor de Deus, eu espero que passa querendo se manifestar e a gente coloca dificuldade. >> É tudo é um processo mesmo de de acostumar com o processo, com a com a naturalização, né, do do da mediunidade, que é uma coisa que a gente precisa trabalhar. Isso também vai se acostumando. E a pergunta, Ana, para ele agora. A outra, >> então agora nós estamos na 19ª e eh tem um comentário da Marlene também falando que na a no livro dos espíritos, a questão 447 tá intimamente relacionada com essa pergunta que nós vamos fazer agora. >> Então a 19ª Paulo, a visão dos espíritos se produz no estado normal ou só estando vidente no estado estático? Eh, o estado do do êxtase aqui colocado na na no livro dos médiuns, a gente tem que voltar um pouquinho no tempo, né? Que esse movimento era aquele estado da inconsciência, era aquele estado em que ele estava eh quando fica o médium de olhos fechados, em uma condição assim com a consciência, o nível de consciência eh ele vai reduzindo em relação ao seu estado de vigília. Então, é esse seria o estágio de êxtase, que seria aquele momento em que ele estaria mais aberto às experiências espirituais. Então, a gente sabe que o processo da vidência eh desse contato espiritual, esse contato com os espíritos, ele pode acontecer de forma muito natural. Por exemplo, Divaldo Franco, ele contava que quando ele trabalhava lá no IPAS do no Instituto de Previdência lá do do estado, ele eh tinha um amigo que trabalhava do lado dele e ele tinha um código com o amigo. Quando aparecia alguém no guichê, ele olhava pro amigo e quando o amigo balançava a cabeça positivamente, ele ele sabia que era o encarnado que estava ali no no que tinha ido reclamar, porque ele já tinha tido

arecia alguém no guichê, ele olhava pro amigo e quando o amigo balançava a cabeça positivamente, ele ele sabia que era o encarnado que estava ali no no que tinha ido reclamar, porque ele já tinha tido experiência de se levantar para atender uma pessoa que veio falar sobre aposentadoria e no entanto não era um encarnado, era um espírito. Então ele com a sua mediunidade ele tinha muita dificuldade às vezes, né? Depois ele vai relatar que isso ficou mais natural para ele distinguir, mas em determinadas situações era mais difícil ele saber quem era encarnado e quem não era dada a sua facilidade de lidar com esse tema. Então, eh esse fenômeno não precisa necessariamente que a pessoa esteja num estágio de preparação, de concentração, para poder ter essa essa visão, né? Então ele pode sim se encontrar no estado normal e claro que no estado, aquele estado em que estamos preparados, estamos com a mente mais assim receptiva, ele se torna mais comum e mais frequente. Eh, ô Ana, eu queria só fazer uma observação a proposta dessa 447, que é quando Allan Kardec vai tratar com os escritos sobre os fenômenos de dupla vista, como por exemplo, eles sugerem a Gênese que quando Jesus manda que os seus discípulos jogassem a rede em determinado local, é porque ele viu que ali estava o cardoma, ou seja, ele tava projetado fora do corpo, era um fenômeno de dupla vista. E os espíritos vêm responder que mesmo nesse estado de vigília, de é a alma que vê. Pra gente não pensar, muitas vezes nós somos levados a isso, que nós enxergamos com os olhos físicos. Não se vê com os olhos físicos, nós vemos com os olhos da alma. Ou seja, é uma coisa que transcende essa materialidade. E isso é chamado Allan Kardecuda com os espíritos no livro dos espíritos a partir dele, mas vai tratar também em outras obras, eh, inclusive na Gênese, como fenômeno de dupla vista, ou seja, é a alma que enxerga, é a alma que tá vendo aquele outro. E a gente vai tendo essas experiências próprias. Lembro que quando conhecia a doutrina

usive na Gênese, como fenômeno de dupla vista, ou seja, é a alma que enxerga, é a alma que tá vendo aquele outro. E a gente vai tendo essas experiências próprias. Lembro que quando conhecia a doutrina espírita, logo que conhecia a doutrina espírita, veio de um problema é obsessivo muito grave. E fazia assim uns dois meses que eu havia ou três que eu havia conhecido o espiritismo, mas eu já tinha lido bastante. Eu já havia lido a codificação e André Luiz inteiro em pouco mais de três meses, toda a coleção. E eu sentei à noite a beira da cama para fazer a minha prece, eram umas 11 da noite para fazer minha prece antes de dormir. Fiquei sentado e eu vi três chamas de vela de tamanho diversos. Depois fiquei sabendo que aquilo eram projeções do perespírito dessas almas, desses espíritos que estavam ali à minha frente. E interessante que essa visão não é como a visão do espelho, é uma visão tridimensional. A sensação que você tem é que você pode pegar aquilo, colocar dentro de um recipiente qualquer. Ele tem três dimensões: cumprimento, altura e largura. E aí eu havia lido essa questão e então eu fechava os olhos e continuava vendo, fechava e abria e continuava vendo da mesma forma numa demonstração clara de realmente que é a alma que está vendo. E é uma visão tridimensional, não é uma imagem eh com duas dimensões só de cumprimento e largura. Ela tem as três dimensões, isso é muito interessante e é conhecido, estudado por Allan Kardecla vista, né, ou a vista da alma, né? Era só essa observação que queríamos fazer. Mas se alguém quiser complementar o próprio Paulo ou a perira, fiquem à vontade que essa questão é bem interessante para os nossos estudos de hoje. Tem uma tem uma interessante questão no na revista espírita que quando Kardec estava escrevendo o Evangelho Segundo Espiritismo, chega na casa dele procurando por ele uma senhora que ele identifica por senhora V, senhora Vi. E ela procura por Kardec. Kardec, ele estava na vila. Eles estavam construindo uma vila que

Espiritismo, chega na casa dele procurando por ele uma senhora que ele identifica por senhora V, senhora Vi. E ela procura por Kardec. Kardec, ele estava na vila. Eles estavam construindo uma vila que seria a morada de alguns espíritas, uma comunidade que Allan Kardec pensava em construir, já estava em construção. Quando ele morre, ele já estava no dia da mudança, por sinal. Então, eh, a senhora vê, vai conversar com a Ameli, pergunta por por Kardec, ela diz: "Olha, está lá na vila e, eh, ela não sabia que ele estava trabalhando no livro, não sabia se ele estava naquele momento fazendo algum tipo de trabalho de de de escrita. Mas aí ela disse pra senhora ver, a senhora não é a senhora da segunda vista, então a senhora podia desdobrar-se lá e e vê-lo para saber o que ele está fazendo. Então ela faz isso e ela chega lá e diz assim: "Ele está sentado, descreve a sala, descreve todo o ambiente" e disse: "Ele está sentado, ele está arrodeado, né, de espíritos. E esses espíritos têm um livro enorme, na capa tem escrito o evangelho. Então, dando a entender que, embora o Evangelho Segundo Espiritismo não seja um livro tecnicamente ditado pelos espíritos, mas foi muito mais construído pelas informações que Allan Kardec recebe nas mensagens que vieram em outros momentos, eh ele teve uma influência espiritual, pelo menos paraa organização do livro, paraa intuição da organização do livro. Tá aí, é, é uma, é um relato que mostra essa influência na escrita do livro eh do Evangelho Segundo o Espiritismo. Então, isso realmente é uma coisa muito legal, até porque no ensaio teórico sobre a sensação dos espíritos, fica lá dito que o perespírito ele não tem o espírito não tem os olhos físicos como nós temos. Todo o aparelho sensório perespí é um aparelho sensório completo. Então ele tem sensações que são diferentes das nossas que não são canalizadas para órgãos específicos. Então essa vista ela se dá justamente por um processo de projeção e um processo até de expansão perespiritual que permite que através dessa expansão

as que não são canalizadas para órgãos específicos. Então essa vista ela se dá justamente por um processo de projeção e um processo até de expansão perespiritual que permite que através dessa expansão perespiritual essa visão possa ser alcançada. é a mesma experiência que nós temos quando vai ter um fenômeno de incorporação que há uma expansão perespiritual para que o espírito comunicante se se acople, né, no aparelho psíquico do médium. Então, essa essa coisa da segunda vista que tá aqui na questão 447 e é interessante porque ele vai desdobrar esse assunto, mas dizendo que essa segunda vista era a maneira como ele vai falar a respeito da vidência e outras eh outros desdobramentos desse fenômeno de se ver alguma coisa no plano espiritual, não somente o que está acontecendo, mas também até mesmo a possibilidade na claridência de ver algo que vai acontecer ainda no futuro. >> Muito bem. Eu tava olhando aqui que eu me adiantei e terminei falando algumas coisas, mas a perira certamente vai complementar bem isso aí que é em cima dessa questão 447, a questão 10. E aí também, eh, Pira, já que nós vamos falar nessa questão 10, vamos aproveitar a questão da Ednas dos, eh, do >> que eu acho que nós não respondemos a relatos de espíritos com aparência horilante. O que significa tal aparência? Dentro da sua resposta se trata disso. Pergunta o seguinte: os que veem os espíritos vem-nos com os olhos? Né? A pergunta que Alan Kardec faz os espíritos que está aí no item 20 >> eh desse desse 100. É a 20ª pergunta. >> Samuel, assim como nós espíritas temos medo de espírito, se tem uma coisa que o espírita ainda é materialista, é impressionante. >> Então a gente acha que tá ouvindo os espíritos com as oiças, com o ouvido. Nós achamos que estamos vendo com os olhos. Por quê? Porque essa é a nossa realidade. Veja que Paulo foi muito pontual, foi muito criterioso, muito feliz quando ele disse que por todo o o corpo do espírito, vamos dizer assim, porque a gente precisa entender de uma forma material por toda a estrutura

foi muito pontual, foi muito criterioso, muito feliz quando ele disse que por todo o o corpo do espírito, vamos dizer assim, porque a gente precisa entender de uma forma material por toda a estrutura corporal, porque inclusive a forma em qualquer dimensão que nós nos encontremos é a humana. Então, por todo o corpo do espírito, o perespírito, ele é uma grande manta de sensores. OK? Então a gente pode, eu estou olhando paraa frente, mas eu posso ver os espíritos que estão aqui atrás. É como se eu tivesse o olho na na nuca, não é? Eu posso, teve uma irmã nossa que disse que sonha com o esposo. Ela tem certeza que é ele, mas não consegue vê-lo. Veja que ela tem ela consegue captar os as emoções e os sentimentos, os pensamentos e a presença. Então, todo o patrimônio intelectual e moral que garante que aquele espírito é o esposo, ela consegue perceber, mas ela ainda não tem os olhos espirituais para ver, né? E eh não é o fato de sermos espíritos e estarmos num mundo material que somos todos médiuns do mesmo tamanho, com as mesmas faculdades. A faculdade mediúnica é de uma riqueza absurda. Mesmo numa faculdade de vidência, por exemplo, você pode ver num determinado espectro, né, numa determinada distância mesmo, a faculdade de audiência você pode ouvir num nível, numa frequência ou outra frequência. Assim como nós aqui na Terra, materialmente falando, existe um apito que você pode a a assoprar. Ninguém ouve. Qualquer cão perto de você fica enlouquecido porque ele tem uma capacidade auditiva diferente da nossa, ok? Tem determinados níveis de cor que nós não vemos. Alguns animais vêm acima, outros vêm abaixo e mesmo nós carregamos certas limitações. O daltônico, por exemplo, ele não vê uma determinado padrão da palheta de cores que nós temos. Então nós ainda temos limitação nesse sentido, certo? Quando nós vemos, e aqui ele fala só de forma pontual, né? Os que vem, os espíritos vem-nos com os olhos. Eu respondo que assim julgam que é, mas aí eu estendo para as outras faculdades,

ntido, certo? Quando nós vemos, e aqui ele fala só de forma pontual, né? Os que vem, os espíritos vem-nos com os olhos. Eu respondo que assim julgam que é, mas aí eu estendo para as outras faculdades, né? Os que veem não veem com os olhos. Os que ouvem não ouvem com o ouvido do corpo. Os que sentem não sentem necessariamente com a pele, porque a pele é o nosso órgão sensitivo. Eles sentem com essa expansão magnética. A gente capta muito além do que está próximo, mas nós não conseguimos. todos captar da mesma forma. E muitas vezes, Samuel, aquilo que a gente pensa que está vendo muitas vezes é uma projeção nossa. Então, por exemplo, nosso irmão também fala sobre nossa irmã fala sobre espíritos que se aparentam, se apresentam, eh, com imagens horripilantes. Nós, São Paulo, foi muito criterioso também quando ele disse pode ser, como também pode não ser, porque eu posso projetar de acordo com o meu medo, uma imagem que realmente não é. Então, eu posso inclusive ver aquilo que não se apresentou. Por quê? Porque pode ser um desejo meu, né? e o desejo daquilo até que eu não percebo. Então eu tenho, eu quero ver qualquer espírito que se manifestar, eu vou ver minha vozinha, eu vou ver meu paizinho. Por quê? Porque eu quero ver. Da mesma forma, eu não quero ver, tô com medo. Qualquer espírito que se manifeste, eu posso distorcer de alguma vo alguma forma e imprimir nele uma imagem que eu carrego. Mas considerando que existem espíritos sim que moldam de forma a plasticidade, é essa faculdade que tem de o perespírito a assumir, né, figuras diferentes, expressões diferentes, ela pode ser sim utilizada por um espírito aindaor, um zombeteiro ou um espírito ma que queira se apresentar dessa forma para ou impor poder, medo, constrangimento. Então, por exemplo, eu tive a oportunidade rapidinho de estar numa reunião mediúnica lá no Paulo Estevão e nós estávamos entrando no apartamento, a gente desdobra, vai no apartamento do assistido e quando eu vou chegando na frente eu disse pro doutrinador, minha

numa reunião mediúnica lá no Paulo Estevão e nós estávamos entrando no apartamento, a gente desdobra, vai no apartamento do assistido e quando eu vou chegando na frente eu disse pro doutrinador, minha minha faculdade mediúnica de desdobramento e eu falando com o doutrinador, disse: "Olha, tem um cérébero na entrada do apartamento. Um cérebero é o cão que protege as portas do inferno". Aí o doutrinador disse: "Peira, imagine que tá entrando uma equipe aqui, tá passando pelo teu lado uma equipe de assistência. Como é um animal, eles vão entrar com, por exemplo, veterinários, tutores. Aí eles trazem uma uma gaiola bem grande. Quando ele pôs no chão e que chamou o cachorro, o cachorro tentou agredir o pessoal que tava trabalhando, né, os trabalhadores do plano espiritual que estavam entrando na casa. O cachorro tentou agredir a autoridade do tutor do plano espiritual, ele só fez levantar a mão. Levantou a mão, impôs a autoridade, o cão caiu, baixou as patas, ele deu um passe no cão e aquela plasticidade foi se demovendo e o espírito se manifestou. Era um espírito e que tinha moldado na sua plasticidade a forma de um animal. Por quê? porque ele precisava impor medo paraas pessoas que chegavam no apartamento. E era uma das coisas que o o assistido descrevia, Ana, ele dizia que quando ele chegava em casa, às vezes ele ouvia latidos à noite assustadores, ele corria com medo. Então, às vezes pode acontecer isso de o espírito se manifestar dessa forma, tá? >> Muito bom, Pira. é um tema estudado no espiritismo com o título de zoantropia, né, que os espíritos >> eh alteram a sua aparência e talvez daí venham alguns cultos que surgiram desde a Idade Média, né, no o o as entidades inferiores com chifre, com tridente, com rabo, né, e e outras manifestações, né, mas o espírito Ele não vai se degradar, embora tenha casa em que o perespírito possa ser degradado. Alguém perguntou sobre isso? Fos uma pergunta, né? Então vamos pro como é que os vó se manifestam? Eu acho uma pergunta assim muito complexa

embora tenha casa em que o perespírito possa ser degradado. Alguém perguntou sobre isso? Fos uma pergunta, né? Então vamos pro como é que os vó se manifestam? Eu acho uma pergunta assim muito complexa >> assim assim pro pro momento. Não sei se nós poderíamos nos estenda, mas aí pede a perde a forma perespiritual, eh a forma humana, há essa eh degradação e se apresenta realmente como voes, né, como eh eh eh corpos ovó. Aí o título que André Luiz inclusive vem dar a a essa, digamos assim, essa forma assumida eh pelos espíritos em processo de profunda inferioridade, de profundação às coisas eh negativas, né? André Luiz trata até dessas questões, mas eu tava lembrando aqui, como eu vi muita insistência já mais de uma vez, a Gisele Lemes da Silva, ela tem colocado que tá muito triste, que a sua cachorrinha eh morreu, como ela diz, desencarnou. Era só para lembrar que existem espíritos que são responsáveis por acolher os animais que deixam seus corpos, né, e são levados para os locais adequados e normalmente eles reencarnam de imediato, eles estão logo retornando. Então são cuidados eh por espíritos que têm essa tarefa direta, então não estão sozinho. Nenhum deles, né, estaria sozinho. Porque a bondade divina jamais permitiria, né? Afinal de contas, são nossos irmãos ainda em estágio inferior, não adquiriram a razão. Então, não são espíritos, é princípio espiritual, conforme aprendemos com a doutrina, mas que tem aqueles que os guardam, que cuidam deles. Então, fique tranquila, Gisele. os espíritos eh encarregados eh desse reino estão cuidando aí eh da sua cachorrinha, que chama novamente de almas grupos também, porque não tem uma consciência clara de todas essas coisas, mas são assistidos sim. Tá bom. >> E receba o nosso abraço, né, Gisele? O nosso abraço carinhoso aí >> para você, né? E tem uma pergunta aqui, acho que é a última pergunta que ainda dá tempo da gente fazer do Cláudio Lima 22:31. Paulo, qual é a química ou o mecanismo que permite que um espírito se mostre a

você, né? E tem uma pergunta aqui, acho que é a última pergunta que ainda dá tempo da gente fazer do Cláudio Lima 22:31. Paulo, qual é a química ou o mecanismo que permite que um espírito se mostre a um e a outro não? O fenômeno da vidência, qualquer fenômeno, a gente vai colocar aqui a situação o seguinte, olha, o o a experiência mediúnica é uma experiência típica do corpo físico e do perespírito, porque todo espírito ele já tem essas faculdades naturalmente. espírito no seu estado de natura, o perespírito e o corpo físico, eles viabilizam a visão expandida, as percepções expandidas, que nós chamamos de fenômenos anímicos ou fenômenos mediúnicos. Aí depender aí da aplicação. Então, nesse caso, especificamente, o que faz com que determinadas pessoas vejam ou que pessoas incorporem ou que pessoas ouçam é o seu aparelho físico perespiritual. Então existem determinadas pessoas que têm uma faculdade, tem uma habilidade, como nós temos habilidade para correr, outros não têm, uns t, outros não têm. É assim também nós temos a a habilidade, digamos assim, como uma espécie de recurso do aparelho físico perespiritual para a facilidade para expressões mediúnicas. Então, pessoas têm muita facilidade para escrever, pessoas têm muita facilidade para as vezes para múltiplas eh faculdades mediúnicas. Então, tem pessoas que ouvem, que falam, que vem, né? Tem pessoas às vezes que só são intuídas. Então, há graus diferenciados nesse nessa expressão, como um recurso da do corpo físico também se expressa de maneiras diferenciadas. Então é por isso que tem, não é, não tem assim uma uma química, não tem assim uma coisa especial que está mais habilitado para um do que para outro. Por isso as nossos são chamados talentos, né? Eh, e a gente tem que aproveitar porque se por acaso é o caso de uma pessoa ter essa faculdade se expressando de maneira mais explícita, eh, procurar sobretudo fazer dessa mediunidade uma um recurso para a vida, né? fazer para a vida, para para ajudar as pessoas, para participar ativamente

dade se expressando de maneira mais explícita, eh, procurar sobretudo fazer dessa mediunidade uma um recurso para a vida, né? fazer para a vida, para para ajudar as pessoas, para participar ativamente desse intercâmbio transdimensional, interdimensional, que é realmente um recurso que nos ajuda para que nós possamos nos conhecer um pouco mais, possamos nos recuperar das nossas questões passado, porque dizem que todos os médiuns são devedores contubazes aí de outras épocas, né? Então, a gente traz essa faculdade justamente para poder ter a possibilidade de um esclarecimento um pouco mais mais alongado a respeito da vida no mundo espiritual. Então, tudo isso faz com que a doutrina seja um grande manancial de conhecimento para que a gente vá eh vá desmistificando certas coisas, entendendo dentro da natureza de que não tem nada de especial de acordo com a codificação. Todos nós em graus diferenciados somos médiuns, temos essa faculdade. Para uns mais fácil, para outros nem tanto. Só fazer um comentário aqui rápido sobre a questão lá do Void, porque tem a ver com a questão da da hipnose, né? O Samuel falou sobre a questão da zoantropia, que também, assim como o processo de ovoidização, eh, não sei se existe essa palavra, mas vamos transformar aqui no processo de transformar alguém em algum espírito nessa condição de ovoide, se dá muitas vezes para um processo de hipnose, para um processo de obsessão severa, aonde através dessas imantações mentais o espírito passa por um condicionamento mental assumir aquela forma. Então o ovo ele não vai se apresentar como um espírito numa forma de ovoide. Normalmente o ovod é um objeto que é utilizado por outros espíritos para finalidades energéticas dentro do campo das obsessões sobretudo. Então é preciso que a gente entenda que assim como nós estamos falando de um plano de consciência e mente, tudo aquilo que envolve a os processos mentais tem reflexo na própria percepção do espírito, na sua forma, na forma como ele se apresenta, porque os problemas

lando de um plano de consciência e mente, tudo aquilo que envolve a os processos mentais tem reflexo na própria percepção do espírito, na sua forma, na forma como ele se apresenta, porque os problemas psicológicos, os problemas de crise existencial não existem só aqui. O plano espiritual está cheio de espíritos com problemas existenciais, com problemas de auto eh percepção, problemas de crise existencial e somente as reencarnações, a bondade infinita de Deus que nos concede as oportunidades de virmos em temas diversos e diversas possibilidades, outras fazem com que nós, eh, de pouco em pouco eh conquistemos o espaço da alma e assim nos libertemos das nossas injunções psíquicas que ainda nos atrasam tanto o passo em direção à luz. Estamos chegando ao final do nosso estudo, estamos nos aproximando. Queria aqui só lembrar que há uma outra ordem de fenômeno em que se vê os espíritos se ouve e que não tá dentro desse tema que foi abordado assim de maneira mais precisa, a não ser numa das questões que a Allan Kardec vai dizer eh, que à noite aquelas a aparições mais diáfanas elas são perceptíve e a luz não. E aí nos lembra os processos de materialização que Allan Kardec vai chamar e de aparições tangíveis e que nós lemos depois nós, eu digo movimento espírita, o nome de materialização, que é um termo que não utilizado por Allan Kardec, ele fala de aparições tangíveis, assim como não usa desdobramento, não encontramos, mas é emancipação da alma que nós falamos aqui em desobamento, alguém pode achar estranho porque não viu na codificação. emancipação eh da alma, mas existe essa outra ordem de fenômenos aí que vai ser estudado e também se pode ouvir não pela alma, mas pelos próprios ouvidos mesmo também nesse fenômeno chamado de voz direta e serão eh vistos aí por aqueles que desejem conhecer mais. Mas nós estamos nos encaminhando, como dissemos, para o fim do nosso trabalho. Eh, para a próxima semana, ainda no capítulo sexto, as questões de 21 a 30, elas serão estudadas aqui. E alguém perguntou aqui,

s estamos nos encaminhando, como dissemos, para o fim do nosso trabalho. Eh, para a próxima semana, ainda no capítulo sexto, as questões de 21 a 30, elas serão estudadas aqui. E alguém perguntou aqui, Ana, eh os dias, quais são os estudos que nós temos aqui nos dias? Eu lembro da quinta-feira que nós temos o céu e inferno às 21:30 e na sexta-feira sempre o livro dos médiuns, mas temos da qualificação, não é isso? >> Segunda, segundas a gente tem a Gênese. Então, quinta é 21:30, né? O céu e o inferno. Sexta 21:30, o livro dos médiuns, que é esse que a gente tá fazendo esse estudo aqui toda semana, né? H, teve alguém que ainda fez uma outra pergunta sobre ovoização. A gente já tratou um pouquinho do tema e ele perguntou se se dá por autopunição também, como Paulo trouxe. Muito bem lembrado, é um fenômeno que ocorre via hipnose, pode haver autohipnose aí normalmente relacionada com os complexos de culpa, né? Ah, essas questões aí, mas esse é um tema bastante complexo, né? A gente não pode pretender esgotar, >> direcionar paraas abas do André Luiz. Allan Kardec também não traz esse nome, esse título void. É uma palavra que não vamos encontrar. Exato. Então vamos lá. Tem estudar ali a obra de André Luiz a respeito desse tema, tá bom? Vamos aí quem e eh para as palavras finais, a despedida rapidinho dos nossos companheiros e todos aí. >> Bom, então eu me permita, Paulo, eu vou usar uma fala de Kardec, né? O estudo sério do espiritismo leva precisamente o homem a se desembaraçar de todas as superstições. E ele chama aqui de ridículas. Parece um pouco agressivo. Às vezes a gente sente assim: "Nossa, doeu". Mas é porque assim, o tema vai dizer que muitas das vezes as superstições que são lançadas, elas não têm fundamento nenhum. Então elas são poeris, elas se perdem nelas mesmas. Basta um estudo sério, direcionado, uma reflexão. Não que tenhamos a pretensão de conhecer tudo agora, porque inclusive o processo de conhecimento ele é escalonado. Eu preciso ir montando degrau a degrau o

um estudo sério, direcionado, uma reflexão. Não que tenhamos a pretensão de conhecer tudo agora, porque inclusive o processo de conhecimento ele é escalonado. Eu preciso ir montando degrau a degrau o meu patrimônio de conhecimento. Mas é imperioso que nós tenhamos essa boa vontade de aprender e não nos fechemos. Tenhamos muito cuidado com o espírito de prevenção. Não é porque eu não sei que eu não quero saber. Então assim, deixo inclusive recomendação o estudo da obra O que é o Espiritismo, que é a primeira obra indicada por Allan Kardec, que está constando aqui no capítulo terceiro do método, a primeira, desse livro, livro dos médiuns, a primeira obra que nós podemos estudar, aquele que já está embído dos melhores propósitos, que quer estudar a doutrina espírita mesmo, talvez nem precisaria, mas muitas vezes a gente tem aquela curiosidade superficial. Então, começa pelo que é o espiritismo e nós vamos ter uma riqueza de debates nos primeiros capítulos com o cético, com o religioso e com o o homem, o cientista, vamos dizer assim, né? O homem da ciência. Vamos nos identificar com muitas dessas perguntas. Ultrapassada essa etapa, devemos simgulhar no estudo de O livro dos Espíritos, questão a questão. E digo destaque, a questão em si, ela traz uma riqueza absurda de conhecimento. A própria questão é elaborada pelo pedagogo e polite Leon Denizar Riva: A o método de de discurso de debate entre as questões é uma riqueza à parte também. E depois dando sequência o céu e o inferno, a Gêneseis, o livro dos médiuns, perdão, o livro dos espíritos, o livro dos médiuns, o Evangelho Segundo Espiritismo, que é o aspecto moral da da doutrina espírita, o céu, inferno e a gênese. E aí pode completar com as revistas espíritas. Uma boa noite a todos. >> Paulo, bem rapidinho que o nosso tempo esgotou. >> Eu queria agradecer, gente. Eu queria agradecer. Realmente o tempo ele poderia ser maior porque o assunto é é vasto, mas eu queria compartilhar que já que estamos falando da mediunidade

po esgotou. >> Eu queria agradecer, gente. Eu queria agradecer. Realmente o tempo ele poderia ser maior porque o assunto é é vasto, mas eu queria compartilhar que já que estamos falando da mediunidade de uma fruta colhida no na árvore na árvore da bendita mediunidade. É um poema chamado A Flor do Madeiro e chegou através da mediunidade em uma reunião mediúnica na mansão do caminho. Aquela tarde em madeiro, infame imundo, de lacerado, qual diamante arrancado da terra, brilhava de afa no olhar profundo os olhos do Cristo ao sabor do buril. Corriam nos montes rios de pranto e de dor, gemidos guardados por todas as eras, as bocas caladas ante o Salvador. Em atávicos gestos, quais vidas primevas desciam do madeiro, um corpo e o homem, amparados por quem lhe serviam no chão. Os demais amarrados que em chamas consomem as fibras internas do seu coração. Na morredora mensagem que delecoa, o tempo jamais poderá apagar. consciência que julga, condena e perdoa nos passos da trilha que haverá de trilhar. Se então lá no cume do monte Caveira houvesse o amor ao invés de uma cruz, nossas vidas seriam alegria inteira e ao invés do martírio teríamos Jesus. Muita paz a todos. Muito linda. >> Então pessoal, nós agradecemos agora a todos, né, com coração cheio de gratidão, desejando aí muita paz e muita luz a todos. Até mais. >> Faz, amigos. Até mais vê-los. Obrigado a todos. >> Somos impulsionados e motivados por um bem maior. Por meio da caridade e da vivência do evangelho do Cristo. Chegamos onde chegamos, conquistamos o que conquistamos. O nosso trabalho acolhe quem mais precisa. E independente da distância, nossos meios acessam lugares que antes pareciam inalcançáveis. A comunicação é chave em todos os setores de nossa sociedade e ela muitas vezes nos permitiu abraçar quem precisava de atenção em momentos de dor e angústia. Esse trabalho é feito com muita dedicação por toda uma equipe profissional, preparada para produzir diversos tipos de conteúdos que alcançam o público. Já são mais de 4.000

momentos de dor e angústia. Esse trabalho é feito com muita dedicação por toda uma equipe profissional, preparada para produzir diversos tipos de conteúdos que alcançam o público. Já são mais de 4.000 conteúdos de qualidade disponibilizados gratuitamente em nossas plataformas, produzidos por comunicólogos, produtores audiovisuais, cenógrafos, editores, designers, programadores e técnicos de áudio. Toda essa estrutura só é possível graças a você, apoiador do nosso trabalho. E somos gratos por toda a sua doação até aqui. Mas este trabalho precisa continuar. Podemos acolher ainda mais pessoas. E para continuar alcançando tantos corações, precisamos de você. Por isso, mais uma vez contamos com seu apoio financeiro. Apenas com ele poderemos avançar ainda mais e continuar próximos de você. Trabalhamos pelo consolo, pelo esclarecimento e pela esperança. E sabemos que somente juntos com você poderemos fortalecer essa corrente. A padrinha FEB TV. Estamos juntos com você através da FEB TV. Acesse doi.v.com.br BR e faça sua doação. Ah. Yeah.

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