#18 Estudo de O Livro dos Médiuns AEE CFN/FEB - Das manifestações espíritas - Parte 10
Estudo de O Livro dos Médiuns pela Área de Estudo do Espiritismo do Conselho Federativo Nacional/FEB. Semanalmente, toda sexta-feira, às 21h30, no horário de Brasília, com transmissão ao vivo pelos canais da FEB no Facebook, FEBtv no YouTube e Facebook e Portal do Consolador no Youtube. Encontro 18 - Segunda Parte. Das manifestações espíritas. Cap. VI Das manifestações visuais. Noções sobre as aparições. Itens 100.1ª. à 10ª. Link de acesso ao Estudo: https://febtv.live/livrodosmediuns_cfn_...
Vamos juntos nessa jornada de conhecimento e descoberta refletir e expandir nossos horizontes sobre a mediunidade, ampliando nossa compreensão sobre o mundo espiritual e suas belezas. Estudo de Ovre dos Médiuns pela área de estudo do Espiritismo do Conselho Federativo Nacional da Federação Espírita Brasileira. Fechado seu microfone, Osita. Vamos dar as boas-vindas a todos vocês que estão conosco, aos participantes Carlos Campete, a Cristina Pires, que é vice-presidente da Federação Espírita de Pernambuco, secretária da Comissão Regional Nordeste e Caligo Sarroris, coordenador do estudo aprofundado da doutrina espírita da Federação Espírita do Estado de Goiás. >> Muito bem-vindos os dois. E a nossa saudação fraterna a você que está acompanhando ou vai ver depois pela pela gravação. Dando continuidade ao estúdio do livro dos médiuns, hoje nós vamos examinar a segunda parte das manifestações espíritas, no capítulo seis das manifestações visuais e vamos ver as noções sobre as aparições nos itens e o item 100 e ele tem eh várias perguntas e nós vamos tratar da primeira até a 10ª. Hoje vamos fazer a primeira pergunta para Cristina. Aqui na no item 100, logo a primeira perguntinha que aqui tem, né? Ao tratar das manifestações visuais, Allan Kardec apresenta algumas noções sobre as aparições. O que ele começa a dizer aí, Cristina? O que os espíritos respondem a sua primeira pergunta sobre o assunto? Podem os espíritos tornar tornar tornar-se visíveis? E o que ele comenta na nota que segue esse item? Boa noite. Boa noite a todos. Boa noite, Carlos Elita, C. Boa noite a quem nos ouve. Uma alegria estar aqui com vocês nessa noite. Mas esse esse capítulo de livro dos médiuns é muitíssimo importante, como todos os outros, mas de todas as manifestações espíritas, Kardec diz que a visual, né, a possível visualização dos espíritos, ele chama de mais interessante. Por quê? Porque impressiona mais a gente, impressiona mais aos olhos. Mas para pra gente entender isso, muitas pessoas ainda acham que é que é
sualização dos espíritos, ele chama de mais interessante. Por quê? Porque impressiona mais a gente, impressiona mais aos olhos. Mas para pra gente entender isso, muitas pessoas ainda acham que é que é sobrenatural, que é miraculoso. E justamente esse esse capítulo Kardec vai nos explicar a naturalidade dessas aparições, como é que elas acontecem. podem tornar-se visíveis, podem sobretudo durante o sono. Entretanto, algumas pessoas os veem quando acordadas, mas isso é mais raro. Isso é muito importante a gente pegar essa ressalva que Kardec faz, sobretudo durante o sono, que é quando a gente se desprende do da matéria densa, que a gente fica um pouco mais liberto e a gente pode realmente encontrar visivelmente, vamos dizer assim, visualizar todos esses amigos ou não, né, que estão pertinho de nós. Mas enquanto o corpo repousa, é por isso que que é isso que Kardec explica, nós podemos nos desprender. Então o sonho não é senão a recordação desse desse período de tempo em que a gente fica mais, vamos dizer assim, mais livre desse peso, né, que é o nosso corpo tão tão denso. Mas ele também aqui ressalta que aqui nesse capítulo ele vai se ocupar mais das aparições no estado de vigília enquanto nós estamos mais despertos. Sei se você quer completar alguma coisa, algum de vocês? Eh, eu eu penso, irmãzinha Cristina, que a só pelo fato de revelar a presença e a manifestação dos espíritos, Kardecão, né? Sim, isso é verdade. >> É interessante. E o modo como ele diz, né, que é muito interessante a aparição dos espíritos, né, o espírito ou materializado em que todos, né, ou >> eh alguém ver o espírito pel um processo mediúnico ou pelo sono, não é, em que a gente se desprende. Kardec é muito didática. É, é, a gente fica impressionado, não é, com a >> que mais adiante ele vai ele vai separar, né, essa essa essa visão, vamos dizer assim, da visão mediúnica lá no item 167, que os médiuns videntes são dotados da faculdade de ver os espíritos. Aí ele começa a fazer a distinção, mas veja que
r, né, essa essa essa visão, vamos dizer assim, da visão mediúnica lá no item 167, que os médiuns videntes são dotados da faculdade de ver os espíritos. Aí ele começa a fazer a distinção, mas veja que nós estamos na 100, ele vai passar 67 perguntas. até chegar nessa resposta. Eu acho isso simplesmente maravilhoso. >> Fantástico mesmo. Beleza, Cristina. E Calci. E Calci. Continuando ainda no item 100, vamos à segunda questão de Kardec. Kardec segue perguntando: "Pertem mais a uma categoria que a outra os espíritos que se manifestam fazendo-se visíveis? É uma pergunta, aliás, uma bela noite para todos. Uma alegria, vi estar aqui, gente. Olha, estudar doutrina espírita, estudar o livro dos espíritos, estudar o livro dos médiuns, como eh nas nas sextas-feiras há esse estudo e as demais obras. É de um engrandecimento para todos nós, um enriquecimento fabuloso. Não, não vamos perder essa chance. não de saber um pouco mais, né, daquilo que essencialmente nós somos. E essa irmãzinha Eusa, essa indagação que Kardec faz aí nessa nesse inciso dois, né, do item 100 dois médicos, é o tipo da pergunta que demonstra o modo como Kardec pergunta e o modo como os espíritos respondem, Porque a pergunta é: pertence à categoria própria, específica, os espíritos que se tornam visíveis? A resposta é uma pergunta genérica. É uma resposta genérica. São de todas as ordens e classes, né? Que ordem e classes são essas? Aquelas que no livro dos espíritos da questão 100 até a 113, Kardec apresenta três ordens de espíritos, três níveis de espírito, espírito imperfeito, os espíritos, espíritos puros e dentro de cada ordem dessa, uma infinidade de classes de espírito. Então, a pergunta é: tem uma categoria específica, uma classe específica para o espírito eh se tornar visível? Não. Todo e qualquer espírito pode se tornar visível. Como? Porque quando não sei o que lá adiante a gente vai ver isso. Mas a resposta é genérica. Todos os espíritos. Mas é é interessante, esses dias mesmo aqui em casa, eu precisei
de se tornar visível. Como? Porque quando não sei o que lá adiante a gente vai ver isso. Mas a resposta é genérica. Todos os espíritos. Mas é é interessante, esses dias mesmo aqui em casa, eu precisei mover um um objeto muito pesado, mas era muito pesado. O velho aqui não ia aguentar carregar esse negócio. Que que foi que eu fiz? Eu chamei um uma pessoa, um amigo que tem muito fluído vital, aquelas pessoas robusta. E ele veio com uma facilidade imensa. Ele moveu o troço e botou onde era onde era preciso colocar. Ou seja, todo espírito pode se tornar visível. No entanto, olha aí o específico agora, no entanto, os espíritos mais próximos da matéria têm mais facilidade de se materializar. Por que que a gente não vê tanto Bezer de Menezes por aí, Eurípedes Barçanuf, não é? Francisco de Assis, Chico Xavier. Por que que a gente não vê tanto? Porque são espíritos que para se tornarem visíveis, e eu tô entendendo aí o visível no processo de materialização, eh, é mais demorado, é mais custoso, é mais trabalhado, trabalhoso. Há espíritos que estão tão próximos da matéria que para eles basta um titiquim de nada, de fluido. É para eles se tornarem, entrarem no campo visual do encarnado. Eu eu eu sugiro aqui aos companheiros que estão nos dando a honra de assistirem, que consultem lá no Evangelho Segundo o Espiritismo, no capítulo 4, lá no item 24, limites da encarnação. Uhum. Porque a resposta lá, eh, a informação que está lá de São Luís é que há espíritos tão próximos da matéria que qualquer coisa os torna visível. Evidentemente que para esses eh se tornarem visíveis pelo processo da materialização, é bem mais fácil do que um espírito muito depurado da matéria, né? o esforço é é maior. >> Muito interessante o que o Calc está colocando e me fez lembrar eh CCI, Cristina, você que está acompanhando numa situação que a gente vivenciou e minha mulher sofreu um acidente, não é? Nós estávamos a no início do casamento e houve uma ruptura interna e não na época a medicina não era assim tão avançada e
numa situação que a gente vivenciou e minha mulher sofreu um acidente, não é? Nós estávamos a no início do casamento e houve uma ruptura interna e não na época a medicina não era assim tão avançada e não se conseguia localizaronde os médicos estavam cogitando e acabaram depois tomando a decisão de ter que abrir realmente para ver onde é que estava o sangramento que eles não conseguiam localizar. E naquela hora eu orei, eu disse ao Dr. Bezerra de Menezes: "O senhor sabe que eu não gosto de incomodar, não é? Eu não costumo pedir nada porque eu sei do quanto o senhor é ocupado, não é? Mas nessa circunstância eu peço, por favor, Dr. Bezerra. E imediatamente eu olhei pra minha mulher que estava na maca ainda esperando, né, para ser atendida no hospital ali, não tinha leito para ela aindaquele momento na na emergência. E na cabeceira da da da maca onde, né, por onde ela tava deitada, eu vi, visualizei um espírito, não era o Dr. Bezerra, mas ele disse assim: "Já estamos aqui". Ou seja, era da equipe. Então, como o calcista, né, contou pra gente, esses espíritos superiores, eles contam com a pleia de trabalhadores, não é, que estão a serviço, ao comando deles e nos atendem, não é, perfeitamente. E às vezes, Dr. Bezer, se tivesse lá, provavelmente eu não ia ver, eu ia sentir, até eu me emociono, choro quando tá a presença dele muitas vezes, né? Mas não ia ver nada, provavelmente, né? não ia ali esse espírito eu pude visualizar que provavelmente ele estivesse mais, né, nosso no nosso alcance material, né? É muito interessante. Cristina, quer comentar alguma coisinha ainda dessa questão? Eu acho, eu acho muito interessante porque quando acontece uma situação dessa, né, Carlos, eles fazem isso também para serenar o coração da gente, para, para dizer assim: "Olha, calma, a gente tá tá trabalhando, a gente tá com vocês e que a gente vocês não estão desamparados nem sós." Eu acho isso isso incrível. Eu tenho uma história assim, desde a minha infância eu tinha uma uma pessoa na família que
lhando, a gente tá com vocês e que a gente vocês não estão desamparados nem sós." Eu acho isso isso incrível. Eu tenho uma história assim, desde a minha infância eu tinha uma uma pessoa na família que trabalhava, que era enfermeira e trabalhava numa cidadezinha aqui do interior. Ela chega, chegou contando de um plantão que tava já tarde da noite. Chegou um garotinho lá no posto de saúde de uma cidadezinha pequena, vocês imaginem isso há 50, 60 anos atrás, dizendo que a mãe dele tava passando muito mal. Ela entrou na ambulância com o médico, com o motorista, ele a criança, ele foi quando chegava na fazenda, né, e abrindo as porteiras, ia mostrando. Quando chegou na casa, tinha realmente uma pessoa que foi atendida quando procuraram essa criança. Não, não tem criança nenhuma aqui. Tem criança, não tem. quando olhou a foto, era a foto da criança do filho dessa senhora que já tinha desencarnado e ele foi buscar auxílio para essa mãe. Isso isso marcou muito a minha infância, porque eu era muito muito jovem, eu não tinha ainda os embasamentos teóricos nenhum, mas é uma são fatos que acontecem quando podem acontecer e quando precisam acontecer para nos para nos dizer assim: "Estamos aqui sempre". >> Uhum. Muito bem. Eh, nós vamos então paraa nossa eh terceira, né, pergunta de Kardec nesse item 100, Cristina. >> Eh, nós já vimos que tem perguntas do nosso público, já nós vamos atender, viu, gente? A todos os espíritos é dado manifestarem-se visivelmente. Cristina, >> Kardec nessa didática, né, é fabuloso. Todos podem, mas nem todos têm permissão. E como é que a gente vê muito isso na casa espírita, sobretudo aquelas pessoas que não conhecem muito bem a doutrina, que já escutam falar algumas coisas, mas que quando tem um ente querido que volta pro mundo espiritual, querem notícias desse ente querido. Então, muitos chegam querendo essas notícias e e às vezes não se apercebem dessa comunicação através dos sonhos, quando eles podem, nem sempre quando eles querem. E é quando a gente lembra muito aquela frase
muitos chegam querendo essas notícias e e às vezes não se apercebem dessa comunicação através dos sonhos, quando eles podem, nem sempre quando eles querem. E é quando a gente lembra muito aquela frase do Chico, né, que diz que o telefone só toca de lá para cá. Não é quando a gente quer, é quando eles podem, quando tem permissão, não é? Quando vai ser ter uma finalidade útil. Então, poder pode todos podem, todos nós podemos nos apresentar uns aos outros, mas nem sempre temos permissão para isso. Nem sempre isso é possível. Aí Kardec, depois ele ainda faz uma referência, né, eh, as particularidades na questão 409 o livro dos espíritos. E essa questão diz assim: outras vezes, num estado que ainda não é bem o do adormecimento, estando com os olhos fechados, vemos imagens distintas, figuras nítidas, mínimas, particularidades, o que há aí? efeito de visão, da visão ou da imaginação. Aí os espíritos nos orientam, estando entorpecido o corpo, o espírito trata de desprender-se, transporta-se e vê. Se já está no completo sono, ele sonha. Mas esse estado, né, entre a vigília e o sono, é esse estado em que a gente mais tem essa possibilidade de perceber os espíritos que estão pertinho da gente. >> Ótimo, Cristina. A Cristina acabou de responder, Zita, essa pergunta aqui da Maria Cleonice. Olha, >> olha só. Meus sonhos são muito reais e ao acordar me lembro de todos os detalhes. Seria um tipo de mediunidade? Cristina respondeu muito bem, não é? Desdobramento propsia. >> Nem sempre é mediunidade, né? Aquela aquele registro que ficou no cérebro material, na memória material dos momentos em que viveu, em que se comunicou com com o mundo espiritual. Exato. >> É uma faculdade comum, né? Todos nós passamos por isso aí, né? >> Todos nós. Todos. >> Todos nós. Agora só lembramos também é permitido, né? >> Tem essa também. >> Às vezes também não é permitido lembrar não. >> Isso. Ah, eu não sonho. Todo mundo sonha. Nós só lembramos aquilo que é permitido. >> Aqui em Goiás tem um um verbo muito
do, né? >> Tem essa também. >> Às vezes também não é permitido lembrar não. >> Isso. Ah, eu não sonho. Todo mundo sonha. Nós só lembramos aquilo que é permitido. >> Aqui em Goiás tem um um verbo muito interessante que o pessoal usa muito, que é o verbo soptar, né? Eh, transbordar. Então, a gente costuma dizer que o o sonho eh o sonho é a lembrança do que supou da vivência do espírito, não é? subiu a consciência, né? >> Ficou registrado na memória, não é? >> É >> na memória material, porque na memória espiritual sempre vai ficar >> muito bem. >> Muito bom. Eh, Caci, vamos à quarta questão do item 100. Que fim objetivam os espíritos que se manifestam visivelmente? >> Eh, né? >> Sim. Os espíritos nos informam que depende da natureza deles, né? >> Uhum. >> Eh, a gente poderia talvez até dizer também e do objetivo, né? O que objetivam, que eles podem tanto eh visar provocar um bem quanto provocar um mal, né? Eh, por exemplo, eh, as chamadas casas mal assombradas, né, em que o espírito quase materializado ali, ele provoca alguns fenômenos, desde que haja alguém para doar o fluido. Sem o médium não há, não consegue. O espírito não faz, não age, tem tem um médico para doar o fluido, não é? E o espírito ele pode para assustar as pessoas, não, essa casa é minha, eu comprei, eu paguei e ninguém vai morar nela e eu vou ficar aqui nela. Então, conforme a natureza, conforme o objetivo, ele pode, eh, por exemplo, visar um mal assustar, afugentar, não é? Pode ser um espírito leviano, pode ser um espírito obsessor da pessoa, né, que o o segue e tudo mais, ou conforme a natureza e o objetivo, espíritos que se tornam visíveis para ajudar, para ensinar. A gente vê muitos nossos queridos irmãos católicos falarem da das aparições de Maria. Que coisa bonita, que emoção que deve ter sido e que é até hoje, não é? relembrar do momento em que Maria ou algum espírito em nome dela se tornou visível para deixar informações. Na história de Bezier de Menezes tem tem um fato muito interessante. Ele estava
hoje, não é? relembrar do momento em que Maria ou algum espírito em nome dela se tornou visível para deixar informações. Na história de Bezier de Menezes tem tem um fato muito interessante. Ele estava no Rio de Janeiro completamente sem dinheiro para nada, para comer, para pagar o aluguel, para nada. E ele tinha se oferecido assim para ser professor e tal, ensinar algumas matérias e tal, mas não aparecia ninguém. Até que um dia alguém bateu a porta, né? Eu sei, o senhor é professor, sou eu, então eu quero tantas aulas, já vou pagar adiantado. Entregou o dinheiro para ele e nunca apareceu para tomar aula nenhuma. Eu fico pensando, será que não foi um espírito que se materializou para ajudar aquele que ajudou tanta gente? Não é? Então, eh, os espíritos, dependendo da sua natureza, do seu objetivo, eles se tornam visí não para matar a curiosidade de alguém e tal, não, mas para levar um ensino, não é, ou com outros objetivos menos nobres. Sim. >> Uhum. Interessante aqui, Cristina, que o CC falou outros objetivos menos nobres, né? você quiser comentar sobre o que ele tá falando. Mas a quinta pergunta de Kardec trata desse assunto mesmo que ele, né, falou. Como lhes pode ser permitido manifestar-se, né, aos espíritos quando para um mau fim? >> Exatamente. Você já deu praticamente a resposta, né? Mas literalmente aqui o que os espíritos dizem assim, nesse caso é para experimentar os a quem eles aparecem. Pode ser má a intenção, mas pode ser bom o resultado. E isso é muito interessante, porque como é que às vezes a intenção é uma, mas o resultado dá um pouquinho diferente. A gente tinha, já teve aqui na federação aqui aqui em Pernambuco, um ex-presidente que tá no mundo espiritual, que ele brincava muito com a gente e dizia assim que os obsessores da gente, que quem é o obsessor, aquele que quer praticar o mal, né, que eles empurram a gente paraa casa espírita, que aí a gente começa a conhecer o evangelho, começa a conhecer a doutrina e então o resultado dessa má intenção,
or, aquele que quer praticar o mal, né, que eles empurram a gente paraa casa espírita, que aí a gente começa a conhecer o evangelho, começa a conhecer a doutrina e então o resultado dessa má intenção, desse se obsessou foi um resultado muito positivo, porque ele ajudou a nós mesmos e se ajudou. Então, quando quando seu homem Vincente falava isso, eu achava isso muito interessante. Já tem tempo, ele foi presidente, ele já tá no mundo espiritual há muito tempo, mas é exatamente isso. Alguns às vezes querem até nos prejudicar, mas dependendo da nossa reação, de como nós encaramos aquele evento que não era para ser muito muito bom, como a gente reage, então o resultado pode ser benéfico pra gente. Se eu ficasse, não, eu o meu obsessor quer me prejudicar, eu sou tadinha, eu sou isso, eu não vou fazer nada, ele vai prejudicar mesmo. Mas se ele chega e eu tenho uma atitude de buscar ajuda, de entender os porquês, de fazer diferente, então o resultado não vai ser o que ele esperava, né? Mas vai ser o que eu acho que meu anjo guardião esperava. Opa, acho que a Euzita caiu bem na bem na hora dela fazer a pergunta. Ela já deve voltar já já. Bem rapidamente vamos, a gente já tem várias perguntas aqui do nosso público, então nós vamos passar aqui, Calci, paraa sexta, né, do livro do do dos médiuns, aqui no no item 100. Qual pode ser o fim que tem em vista o espírito que se torna visível com má intenção? E o que visam os que vêm com boa intenção? >> É interessante que a a gente percebe como Kardec vai escalando, não é? pouco a pouco, gente. Isso é de uma preciosidade, porque a gente vai acostumando com a questão e ele vai colocando ingredientes a mais. Às vezes a gente olha para uma uma pergunta e fala: "Olha, mas é igualzinha a anterior, não tem um detalhezinho, tem um quezinho a mais ali, né? tem um um temperinho a mais. Que objetivo tem um espírito que se torna visível por má intenção? Amedrontar, vingar-se ou quando tem boa intenção? Consolar, aconselhar, comprovar a continuidade da
né? tem um um temperinho a mais. Que objetivo tem um espírito que se torna visível por má intenção? Amedrontar, vingar-se ou quando tem boa intenção? Consolar, aconselhar, comprovar a continuidade da vida, pedir assistência e é é muito comum. na Igreja Católica, o pessoal dizer: "Olha, a alma do fulano está pedindo preces, não é? eh pedindo assistência, vibração. Eh, a nossa irmãzinha Cristina, ela abordou esse item 100 e inciso cinco, e mostrou pra gente a questão da o espírito quer experimentar a gente e que muit das vezes um mal acaba resultando num bem. Olha, até mesmo quando o objetivo do espírito se torna visível, eh, para prejudicar, a gente deve imaginar e concluir assim: Deus permite, é porque é bom pra gente. Nada acontece, nada, nem a folhinha de uma árvore cai sem a vontade de Deus. Ou seja, eh, se a gente está sendo perturbado por um espírito obsessor, vingativo ou leviano ou qualquer coisa dessa, eh, é porque há, o objetivo é sempre superior, é sempre digno, é sempre visando o aprendizado da gente, o engrandecimento da gente Isso não só para os espíritos, mas para toda e qualquer situação má pela qual a gente passa. É curso, é aprendizado, é vencimento de etapa. E é isso aí que a gente pode extrair dessa questão sem inciso sexto do livro dos médiuns >> e que nunca é castigo, né, C? >> Perfeitamente. >> Tem gente, ah, Deus se esqueceu de mim. O dia que vou deu esquecer de você, rapaz, no milésimo do do de segundo você desaparece. Ninguém existe sem estar em Deus, não é? Deus brigou comigo. Não, não brigou não. E é para é para o bem da gente. Ah, tem geralmente pessoas que adentram a instituição espírita vem com isso na cabeça, né? Eu quero me livrar do obsessor que me perturba. Falo o tempo todo. Meu amigo, você não vai se livrar dele, não. Você vai transformar essa inimizade em amizade, porque ele está sendo muito útil a você, né? É interessante esse processo de Deus, não é? >> Uhum. >> E esse crescente do entendimento, né? Como a gente vai entendendo as relações
nimizade em amizade, porque ele está sendo muito útil a você, né? É interessante esse processo de Deus, não é? >> Uhum. >> E esse crescente do entendimento, né? Como a gente vai entendendo as relações com o mundo espiritual, que elas podem ser sempre úteis paraa gente, se a gente lembra dos ensinamentos de Jesus, né? Se tem olhos de ver, se tem ouvidos de ouvir. >> Muito bem. É interessante que a gente quer se livrar, né? Agora, pra gente conseguir se livrar do obsessor, nós temos que livrar das nossas imperfeições que o atraem, né? Então tem que trabalhar e nesse livrar-se das nossas imperfeições, nós vamos acabar eh desenvolvendo amizade com ele. Vai, né, a fraternidade e assim vai. A Marlene, a Marilene, ela de Souza Araújo, ela ela colocou eh por eles empurram para a casa espírita. Foi uma força de expressão, Marilene, que foi utilizada porque como eles nos fazem, não é, sofrer, nos influenciam negativamente, a gente vai procurar a solução, a gente vai procurar resolver. E é na casa espírita que a gente vai encontrar as respostas, por isso eles acabam nos empurrando para lá, não é? É uma maneira de colocar, tá bem? Uma força de expressão, talvez que a gente use mais aqui no Nordeste, né? Não sei, a gente usa assim, >> vai, vai pra casa espírita para você entender o que tá acontecendo, né? No sentido de empurrar fisicamente, é no sentido de despertar, >> né? De chegar lá e entender o que está acontecendo. >> Uhum. Isso aí, Euzita, nós estamos na sétima agora e aí, como eu fiz Calci, pode fazer paraa Cristina. Estamos na sétima questão para Cristina. É isso. Teve uma sétima. >> Então vamos inconveniente haveria ser permanentemente geral entre os homens a possibilidade de verem os espíritos. Não seria esse o meio de tirar a dúvida aos mais incrédulos? Incluir o comentário da nota, por favor. É, essa resposta aqui é bem é muito útil, necessária para todos nós. Ah, tá. Estão pedindo para repetir a pergunta aqui, Cristina. Travou também a Cristina. A internet tá dando problemas.
, por favor. É, essa resposta aqui é bem é muito útil, necessária para todos nós. Ah, tá. Estão pedindo para repetir a pergunta aqui, Cristina. Travou também a Cristina. A internet tá dando problemas. >> Então, eh, não deu para ouvir direito porque falhou da Euzita. A pergunta é: Que inconveniente haveria em ser permanentemente geral entre os homens a possibilidade de verem os espíritos? Não seria esse um meio de tirar a dúvida aos mais incrédulos? A gente pede para incluir o comentário da nota que segue de Kardec. Cristina, >> o que eu tava tentando assim imaginar e que convidando todos a imaginarem comigo é como seria a nossa vida também. Tá falhando a a internet da Cristina. Vamos ver se ela retorna, senão vai ter que passar para você. Calc aí. Cristina tá falhando sua internet também. É, foi. >> Eu vou, eu vou para >> tenta, tenta seguir com a resposta agora. Vamos ver. >> Sim. Aí essa essa esse exercício de imaginação seria por quê? Porque é muito bom a gente tá em relação direta, vendo, ouvindo as pessoas que nós amamos, mas as pessoas que ainda nós ainda não simpatizamos, com quem ainda não reconciliamos, mesmo entre nós que estamos encarnados, isso é, esse convívio não é muito fácil. Agora, se a gente imagina que essas pessoas um dia nos prejudicaram, ficaria bem difícil. Se a gente já tem essa noção de de que a gente procedeu mal e a gente encontra alguém que a gente ofendeu, é também muito difícil. Então, os espíritos nos orientam, dizendo assim: "Estando o homem constantemente cercado de espíritos, ao vê-los a todos os instantes, ficaríamos perturbados embaçar-lhe ia os atos e tirar tirar-lhe ia a iniciativa na maioria dos casos, ao passo que julgando-se só, ele age mais livremente." Se a gente pensa dessa forma, a gente achando que não tem ninguém por perto, a gente vai escolher e assumir a responsabilidade pelas nossas escolhas. Se a gente estivesse vendo todos, talvez ficasse difícil. Então, Kardec continua dizendo assim: "Quanto aos incrédulos, muitos outros meios eles dispõe para se
responsabilidade pelas nossas escolhas. Se a gente estivesse vendo todos, talvez ficasse difícil. Então, Kardec continua dizendo assim: "Quanto aos incrédulos, muitos outros meios eles dispõe para se convencerem. A gente conhece muita gente que já viu, que já ouviu, mas que não acredita de jeito nenhum. É ilusão, é loucura, rótulos vários. Então, para esses a gente tem que confiar que Deus vai saber a hora certa de do esclarecimento deles. Essa nós não precisamos ficar nos vendo a todos o tempo inteiro. Se a gente reencarna, tem esse corpo denso e o vel do esquecimento é misericórdia do Pai, é amor do Pai para cada um de nós. Não podemos esquecer disso. E na nota, Kardec chama atenção pra gente assim: "Tantos inconvenientes haveria em vermos constantemente os espíritos como em vermos no ar as miríades que nos cercam". Aí eu peço outro exercício de imaginação. Já pensou a gente olhar assim pra pele da gente ver o quanto de bactérias que nós temos da quantos no ar que nós respiramos, quantos microrganismos? É mais ou menos uma comparação que Kardec nos traz pra gente concluir o ele orienta, que o que o Deus faz é bem feito, é bom e que a gente não precisa, não é, se preocupar com isso. A gente precisa se preocupar em combater as mais inclinações e as mais tendências que nós temos, em diminuir o nosso orgulho, a nossa vaidade, mas sobretudo fazer todo o bem que nós possamos fazer. >> Muito bem. Eh, aqui a Regina Souza comentou: "Causaria um grande desequilíbrio se a capacidade de ver espíritos acontecesse o tempo todo." De fato, né? A espiritualidade nos alerta, a gente perderia o contato com a realidade material. na qual nós estamos e para a qual nós viemos por necessidade nossa, né, Calci? Exatamente. >> Uhum. Aqui o o André Luiz Diego colocou também sobre essa, não é, da sete. Nos lembra a parte do filme do Divaldo, onde ele pedia ajuda para sua companheira de repartição eh lhe dizer se ela também via as pessoas no balcão, porque ele levantava para atender lá e não e
sete. Nos lembra a parte do filme do Divaldo, onde ele pedia ajuda para sua companheira de repartição eh lhe dizer se ela também via as pessoas no balcão, porque ele levantava para atender lá e não e ninguém via, só ele que via, né? E aí ele pede ajuda. Então, olha o inconveniente de tá vendo todo o tempo. Diz que o Chico também às vezes ele perguntava pra pessoa que está com ele o eh quantas pessoas você está vendo que estão vindo ao nosso encontro? Divaldo, conta aquela história do ônibus, né, que ele entrou no ônibus, ele não sentava porque ele não sabia se era >> se acentar no de alguém ou não. >> Então tem realmente bastante. Bom, eh, Calci, nós vamos para oito. A Marlene Viegas, Marlene, nós estamos colocando a pergunta agora, tá bem? Eh, a na oitava aqui, eh, uma vez que há inconveniente em vermos os espíritos, porque em certos casos é isso permitido. Kardec vai a fundo, como você disse, né, Calci? É, ele vai, ele vai desdobrando a coisa, vai desdobrando. Bom, nós vimos aí, irmãzinha Cristina com com essa com esse modo extraordinário dela ensinar pra gente. Ela mostrou, não é, no inciso anterior as inconveniências da mediunidade, da aparição dos espíritos ser ampla, geral e irrestrita. todo mundo vir. Eh, é complicado. Aliás, lá no livro Voltei, Frederico Figner, ele quando uma das vindas dele na terra, ele sugere, escuta, vamos materializar aqui em plena Copacabana para mostrar a realidade espiritual. E os espíritos riram, falaram: "Não, rapaz, uns vão achar que tão doido, outros vão achar que beberam demais". Não, não mexe com isso não. E é assim que Deus age para responder aí esse inciso oitavo. Não sendo porque a pergunta de Kardec ele especifica, já que é inconveniente gerar respeito, por que que em certos casos, né, e isso é permitido? É porque é necessária a humanidade entrar na era do espírito, mas Deus não usa de violência. Tem gente que acha que o mundo de regeneração vem com terremoto vulcão e Jesus abrindo os céus e os santos guerreiros vindo e
ria a humanidade entrar na era do espírito, mas Deus não usa de violência. Tem gente que acha que o mundo de regeneração vem com terremoto vulcão e Jesus abrindo os céus e os santos guerreiros vindo e arrebentando com tudo. Não é assim, meu amigo. Deus usa a paciência. É pouco a pouco, é devagar. É igualzinho aquela música lá do Martinho da Vila. Devagar, devagarzinho. É aos poucos que a coisa acontece. Portanto, em alguns lugares em que pessoas interessadas, pessoas sérias que querem saber, para lá se dirigiam. E aí lá o espírito se manifestava. aqui, ali, a colá. Para que um dia seja geral, é preciso ir aos poucos. Então, a essa informação, essa aparição dos espíritos e os ensinos que eles deixaram para os grupos interessados, para aqueles que querem vir. Eu me lembro muito do da parábola do festinho das bodas, não é? Ó, você chama todo mundo, mas a festa não é na rua, não. A festa é num determinado lugar. Quem se interessar vai até lá. Olha, eu quero saber isso. Vai. É ali. Um dia será no mundo todo, quando o o mundo tiver implantado o reino de Deus, né? num lugar ainda pequeno contido, é o objetivo de se acontecer eh aparições e instruções de espírito, porque eles só não apareciam, não. Não era só para matar a curiosidade, era para dar informação, instrução. E ali a humanidade começou a ficar sabendo ou aquele grupo que se interessou a prova de que a vida não acaba eh na morte física, que a vida continua, que nós conservamos a nossa individualidade. Ninguém vai morrer e virar santo, nem demônio. Nós vamos continuar igualzinho como nós somos. Aliás, Jesus tá lá em Mateus 18:18, se não me engano, o que ligares na terra será ligado no céu. O que diz ligares na terra está desligado no céu. Ou seja, continua tudo do mesmo jeito. Tudo que a gente ligou aqui continua ligadinho com a gente, né? Tudo que a gente desligou tá desligado. Então essa continuidade, os espíritos vieram provar que conserva a individualidade que a morte eh que a vida não acaba com a morte física, né? Tudo isso num
né? Tudo que a gente desligou tá desligado. Então essa continuidade, os espíritos vieram provar que conserva a individualidade que a morte eh que a vida não acaba com a morte física, né? Tudo isso num pequeno grupo que aos poucos vai como a parábola do fermento, né? até levedar a massa toda. Demoram tempo os incrédulos, os sistemáticos e tal, até convencer a essa turma toda. >> Muito bem. A Euzita tá oscilando muito a internet dela, não tá conseguindo se manter. Você ia comentar alguma coisa, Cristina? >> Eu fui, eu fiquei assim assustada porque para mim fechou tudinho também. Eu eu já corri aqui no no tablet para começar para ver se tinha outra como é outra conexão. Mas aí o que o que se falou é isso mesmo, minha gente. Os espíritos vêm mostram pra gente, vão devagarzinho. Isso aí agora ela travou. >> Travou. É bem, eh nós vamos então nos preparando aqui para a nona, não é? Hoje nós estamos com problemas de internet, Calcil, vamos ver se nós dois ficamos firmes aí. Eh, Cristina, falhou a sua internet, >> já ia, é, já ia apresentando a nona aqui, né? Eh, nos mundos e a a Marlene Vegas até colocou aqui, eu vou aproveitar para colocar nos mundos mais adiantados que o nosso, os espíritos são vistos com mais frequência do que entre nós. Eh, qual é a resposta aí que nós encontramos? >> Quanto mais desmaterializado nós ficarmos, né? Então, mais fácil vai ser a gente se ver e se reconhecer. Então, nos mundos mais adiantados, aonde o bem se sobressai, aonde o mal quase já não existe, ou nos mundos onde o mal já não existe, então a gente não tem mais esse corpo denso, a gente vai se ver como nós somos, né? A gente vai sim conseguir se reconhecer de fato como nós somos. E o que o que Kardec registra aqui do ensino dos espíritos é: quanto mais o homem se aproxima da natureza espiritual, tanto mais facilmente se põe em comunicação com os espíritos. A grosseria do vosso envoltório é que dificulta e torna rara a percepção dos seres etéreos. Essa, isso a gente vê em várias obras, essa
l, tanto mais facilmente se põe em comunicação com os espíritos. A grosseria do vosso envoltório é que dificulta e torna rara a percepção dos seres etéreos. Essa, isso a gente vê em várias obras, essa essa constatação. Você falava antes que a gente tá caminhando, né? A gente sonha com esse mundo de regeneração, mas ele não vai acontecer por decreto da noite pro dia. A gente não vai dormir num mundo de expiação e provas de acordar num mundo de regeneração. Isso só vai acontecer quando todos nós habitantes desse planeta, todos nós espíritos que habitamos este planeta, começarmos a nos tornar melhores, quando a gente realmente de diminuir as nossas imperfeições, quando a gente puder fortalecer as virtudes. E isso é preciso que seja a grande maioria de nós. Aí a gente vai se ver realmente como a gente é. A gente não vai precisar desse involtório tão grosseiro. A gente vai viver num ambiente em que o bem predomina. E o bem predominando, como diz, quanto mais o homem se aproxima da natureza espiritual, mais fácil a gente se põe em comunicação com com os nossos irmãos, todos com todos com toda a família universal. >> Muito bem. Excelente. Olha, Jacira Bandeira comentou: "O estudo está maravilhoso, gratidão e está um banquete espiritual". A gente que agradece pelo comentário e eh Calci aqui no no item 10, né? Na pergunta item 100, o item 10, a pergunta 10. Agora, se você quiser comentar sobre a outra também, Causi, eh, será racional assustarm-nos com a aparição de um espírito? Aí tem uma nota também que a gente pede para você incluir o comentário que está nela. >> Eh, é interessante. Será racional? Olha a pergunta. Porque ele especificou a pergunta racional? Porque natural assustar. É, a gente assusta até com o encarnado. Olha, você tá em casa distraída, entra um entra um filho te dá um abraço e assusta. Oba, rapaz, é você e tal, é o filho que tá vendo ver a gente. Então é natural o o susto, quer dizer, a o inopino da coisa, né? a o acontecimento inesperado. Agora ele ele não tá pensando se é
assusta. Oba, rapaz, é você e tal, é o filho que tá vendo ver a gente. Então é natural o o susto, quer dizer, a o inopino da coisa, né? a o acontecimento inesperado. Agora ele ele não tá pensando se é natural a gente eh ser surpreendido e assustarmos, né? Como a gente assusta com uma buzina de um carro ou com algum barulho e tal, né? Ele tá pensando se é racional. É pela razão, né? assustamos com a aparição de de um espírito e ele nem ele nem especifica eh se o espírito é ruim ou bom, né? É racional, né? E a resposta é muito interessante, porque o espírito diz o seguinte, ó, é muito menos perigoso do que um encarnado, porque um encarnado pode pegar um pelar de pau e dar na tua cabeça, ele pode te agredir, né? O espírito não, ele pode lá fazer uma careta para você falar algumas coisas, né? Então é, é bementão, não é racional, é natural a surpresa da coisa. eh uma tia, né, desencarnada há algum tempo, médium, desde menina, ela dizia pra gente: "Olha, a gente vê muita coisa bonita, mas a gente vê muita coisa feia também, que assusta, né, que >> eh cria sim uma certa, né, um certo receio. Então é é natural. Agora, usando a razão, eh, tem gente que morre medo de espírito, né? Tem que tem que isso, tem que aquilo, não pode andar ali porque pode ter espírito, meu amigo, espírito tá em toda parte, né? Você tem uma nuvem de testemunhas aí, conforme o Paulo de Trás fala lá em Hebreus, no capítulo 12, se não me engano, tem uma nuvem de testemunhas à nossa volta de todos nós, né? >> O perigoso do espírito não é a careta que ele faz. O perigoso do espírito é a influência que ele pode exercer, a má influência que ele pode exercer. Aí é que está o perigo, né? Eu penso e e ressalto mais uma vez, se a Kardec falasse só isso, já estaria, já seria um grande filósofo, já seria um grande benemérito da humanidade, ele revelar a existência dos espíritos e a influência que esses espíritos exercem sobre nós também. espíritos por hora eh encarnados, não é? Então, racional não é racional, mas é natural, porque o
de, ele revelar a existência dos espíritos e a influência que esses espíritos exercem sobre nós também. espíritos por hora eh encarnados, não é? Então, racional não é racional, mas é natural, porque o espírito ele não pode fazer nada, né? Agora, a nota é eh ela ela recheia tudo isso, não é? Porque Kardec conta, não é? que uma pessoa é uma senhora, não é? Quando eu li a É, é uma senhora que ouvi um um uns viu assim alguma coisa e imaginou que era alguém que estava ali na casa dela e ficou amedrontada e se assustou e tal. Mas quando ela viu bem, ela falou: "Ah, é um espírito? Ah, tô pensando que era perigo, né? >> Ou seja, é assim que nós deveríamos agir, mas a gente tem aí uma o medo do implantado é do fantasma, da alma penada, não é? Daquilo tudo. Isso tá no subconsciente da gente, né? a perseguição por quase 1000 anos no período medieval aos médiuns, aos que viam em espírito, que eram queimados e a família também sofria perseguição, tomavam todos os bos. Pessoal morria de fome, não é? Porque ninguém ajudava, porque é pai, é mãe, é irmão da pessoa que era feiticeiro. Então, a gente tem ainda gravado na gente essa essa reação que não é racional, não é? É fruto de um de um trauma aí que a gente precisa que a doutrina espírita ensina a gente a se livrar dela. >> Uhum. Muito bem. Eh, nós vamos agora as perguntas do nosso público, alguns comentários também. A Marlene Viegas colocou: "Boa noite aos irmãos da janelinha FEB, saudação fraterna, que tenhamos um estudo abençoado por Deus". Ela colocou isso aqui antes de começar ainda. A gente agradece aí, né, os comentários. Eh, Rosana Pereira Lili, eh, eu não vou projetar, viu? Hoje nós não vamos projetar para não expor a sua família, tá bem? Mas as pessoas que estão acompanhando, né, poderão eh então eh fazer as anotações, inclusive for o caso dos nomes para orar. E a gente pede aos bons espíritos que amparem a sua família, todas as pessoas que você está mencionando aqui, não é, no seu no seu comentário, está bem? Então a gente sugere, inclusive, se for
a orar. E a gente pede aos bons espíritos que amparem a sua família, todas as pessoas que você está mencionando aqui, não é, no seu no seu comentário, está bem? Então a gente sugere, inclusive, se for possível, visita um centro espírita, não é? Faz um atendimento fraterno e eh registra os nomes, pede para ser incluído nas irradiações do centro, não é? Também. OK. A Regina Dibre colocou o seguinte: "Já que estamos estudando no momento das manifestações visuais, eu perguntaria: seria possível um espírito reencarnante ainda no ventre da mãe se comunicar numa reunião mediúnica? Aqui tá a pergunta, mas ela vai fazer um comentário dizendo o seguinte: "Eu preciso dessa resposta porque estudando o livro dos espíritos, criei uma polêmica durante o estudo dizendo que conforme o que eu já estudei, quando em 1967 eu abracei esta doutrina maravilhosa, logo após um trans muito difícil, eu aprendi que seria impossível esse espírito reencarnante no ventre da mãe ainda estaria no seu estado de perturbação de torpor. Seria isso ou estou correto ou não? É, Regina, só lembrando que tem um caso desse registrado por André Luiz na literatura, o espírito está, né, no processo reencarnatório e ele vai dar comunicação, não é? Então é possível sim que aconteça, depende do estado de lucidez espírita, mas gostaria, né, que o CI comentasse por gentileza a respeito. Por favor, >> que pergunta deliciosa essa, que colocação boa. Eu adoro isso, né? É possível a comunicação de um espírito encarnado? Vamos começar aí. É possível sim. Ele em estado de sono. Claro, o corpo adormece e pode se manifestar. Kardec conta, relata fato assim, o espírito reencarnante, e você colocou muito bem, irmãzinha Regina, a o espírito reencarnante, ele está num estado de eh turbação. Eu prefiro usar turbação do que perturbação. Perturbação parece que o sujeito tá meio meio maluco, meio doido, >> não é? turbação. Os sentidos estão obliterados, estão turbados. Ele, o espírito geralmente está adormecido e aí não tem jeito dele comunicar. Mas o
ce que o sujeito tá meio meio maluco, meio doido, >> não é? turbação. Os sentidos estão obliterados, estão turbados. Ele, o espírito geralmente está adormecido e aí não tem jeito dele comunicar. Mas o espírito de determinado nível evolutivo, ele não fica adormecido porque ele não tem problemas conscienciais. ele não tem eh questões íntimas a resolver, então ele reencarna e durante o processo da gravidez ele está pleno. Aí quer ver uma dica boa? Pega o livro Francisco de Assis, escrito pelo João Nunes Maia, espírito Miramês, que conta a reencarnação de João Batista, minto, desculpe, João Evangelista, discípulo de Jesus, que reencarna como Francisco de Assis. E durante a gestação completamente lúcido ali do lado da mãe, não adormeceu porque já é um espírito já desmaterializado. Ele não sofre tanta atuação da matéria. Então, é possível um espírito reencarnante eh se comunicar sim, desde que esteja lúcido durante o processo reencarnatório. >> Muito bem. Eh, a Marine Neves Leão colocou o seguinte: "Eu já fiz uma prece ao Dr. Bezerra e na noite eu sonhei e ouvi uma voz que falava: "O médico já está escalado". E eu melhorei substancialmente, lembrando, naquele caso que a gente contou muito bem, eh, a Rosana Pereira ele está comentando novamente de uma situação que entregou um filho, não é, eh, há mais de 3 anos e tal, não é? E aí ela disse que foi convidada por alguém para ir ao médio para receber uma carta do filho e ela recusou. Ela não quis ir e ela está perguntando se ela fez bem ou se ela deveria ter ido lá no médio para receber a carta para Então, eh, Cristina, >> bem, eu vou dizer a frase do Chico. O telefone só toca de lá para cá. Ela poder ir no médio, ela pode ir, não vai ter problema nenhum. Agora, se ela vai receber a carta do filho, aí vai depender. É como diz aqui na questão na na 3A, né? Todos podem, mas nem sempre tem permissão para fazê-la. poder uma coisa, querer é outra, ter permissão é preciso. Então eu só eu só recomendo sempre quando alguém me pede isso, que tenha cuidado,
né? Todos podem, mas nem sempre tem permissão para fazê-la. poder uma coisa, querer é outra, ter permissão é preciso. Então eu só eu só recomendo sempre quando alguém me pede isso, que tenha cuidado, que passe pelo crio da razão, porque pode ser de fato uma carta do seu ente querido e pode não ser. Então a gente pede muita cautela e como a gente tá falando muita, começou o programa falando muito dos sonhos, peça para sonhar com ele. Faça uma prece rogando a Jesus essa possibilidade. Se tiver, se for possível, encontre ele durante o sono, no desdobramento do durante o sono. Isso aí sim, isso aí é verdadeiro, isso é confiável, né? Agora aí pode. Todos nós podemos fazer o que a gente achar que deve fazer. Agora, eu sempre peço muita cautela, passe muito pelo crio da razão, veja se realmente é necessário, tá certo? E peça muito a Jesus que ajude para diminuir sua saudade com o sonho, com o reencontro durante o sono, que vai apacentar seu coração, não é? E vai ser realmente um encontro verdadeiro. >> Uhum. Muito bem. Eh, muito interessante, né? Às vezes tem gente que sente a presença do filho e tudo, mas quer ir lá para confirmar de querer maior confirmação do que o coração de uma mãe sentindo a presença do filho, né? Já está sentindo. Isso é uma prova maior do que qualquer outro médium possa dar, não é? >> Imagine quando você encontra com ele no sono, que você vê, que você fala, que você lembra depois, é muito, é sublime. >> Então, eh, tranquilidade no nosso coração, não é? Se a gente tiver que receber alguma informação, vai receber naturalmente, né? Não precisamos recorrer. Há uma onda hoje em dia das catas consoladoras. Então tem que tomar muito cuidado, como a Cristina disse, né? Muito cuidado com isso. Existe autenticidade, mas pode haver também, não é? Pessoas que é eh hoje em dia tem tanta informação disponível na internet, pois >> que é uma coisa incrível. Então a gente tem que tomar muito cuidado com isso. De toda maneira, gente, o filho é nosso, mas antes de tudo ele é filho de Deus,
informação disponível na internet, pois >> que é uma coisa incrível. Então a gente tem que tomar muito cuidado com isso. De toda maneira, gente, o filho é nosso, mas antes de tudo ele é filho de Deus, nosso pai. Então, se partiu para o mundo espiritual antes, vamos lá no Evangelho Segundo Espiritismo, é porque já era a hora de se libertar da prisão. Nós ainda não fomos porque a gente ainda não chegou o nosso momento, porque a Terra ainda é uma prisão para nós, não é? a gente passa pela reencarnação como necessidade evolutiva, mas muitas vezes, não é, eh, as dores e as situações são tremendas. E quando um, um espírito desencarna ainda jovem, é porque, não é, pode estar sendo economizado para ele muitas dores e sofrimentos que ele já não precisa passar por eles. Então, temos que ter muita confiança em Deus, não é? E orar muito, né? Não, não podemos evitar a dor, né, gente? A gente sente dor, a gente sente saudade, né? Uma mãe e um pai vão sentir a ausência do filho. Isso é naturalíssimo. Mas daí, né, a gente achar, morreu, meu Deus, ou que que eu faço? Porque sem ele que que aí a gente prejudica o nosso filho, né? Prejudica aquele familiar nosso que tá no mundo espiritual com a nossa vibração desequilibrada. Então orar realmente como você para essa pessoa, eu não iria fosse eu, eu não iria se fosse perguntar espírito >> iria. >> Eu não iria. É verdade. >> Até essa questão de cura hoje em dia, para procurar médium para curar, a gente tem vários exemplos, não é? Tem um exemplo de uma amiga que ela tinha era hemorroida, ela tinha sangramento vivo mesmo e sempre falava para ela: "Vai lá que o médico cura e tal". Ela espírita desde muito tempo, nunca foi. Um dia foi num centro, no interior de Minas, que ela tava visitando a família dela. Foi assistir uma palestra lá, sentiu uma vibração tão boa. Quando chegou na casa do familiar, sentiu necessidade de no banheiro, caiu uma pelota seca de sangue e nunca mais sangrou. Ninguém sabe quem foi o médium, ninguém sabe se teve médium. Ela precisou dar cura, os
egou na casa do familiar, sentiu necessidade de no banheiro, caiu uma pelota seca de sangue e nunca mais sangrou. Ninguém sabe quem foi o médium, ninguém sabe se teve médium. Ela precisou dar cura, os espíritos fizeram. Não é? Durante todo o tempo ela fazia o tratamento médico normalmente, acompanhamento. Ela sempre acreditava assim que se eu tiver que ser curado, eu serei ou o médico vai acertar no medicamento ou e aí aconteceu ou não é? Então, eh, a Maria Cleonice coloca aqui pra gente: "Eu sou grata por não ver o tempo todo, porque quando acontece de ver um irmão em estado de má formação, eu me assusto demais". Aí ela faz o riso, né? E é verdade, viu, Maria Cleanice? Às vezes a gente, todas as pessoas que são médiuns de vidência têm, passam por essa situação e eles dizem como foi colocado aqui, já vem coisas muito boas, mas muitas vezes e como a gente vive num mundo de vibrações ainda muito antagônicas, a maior parte das vezes a gente vê aquilo que não gostaria de ver. E Madalena Rich colocou esse comentário aqui, gente, se a compreensão de todos fosse igual, haveria apenas uma religião de amor ao próximo. Seria fácil de todos saberem que somos todos espíritos encarnados e desencarnados. Se todos pudessem ver espíritos desencarnados, estando encarnado, ficaria muito confuso, não é? E é de fato, né? tá leia muita dificuldade, como a gente já comentou, não é? Temos uma pergunta, Calci, para ti aqui, eh, do Marcos Irã. O que os espíritos têm para fazer nos mundos que já estão livres do mal? Adorei essa pergunta. >> Fazer o bem. Fazer o bem. Eh, olha, é uma caminhada linda, porque Deus nos cria simples e ignorantes, sem saber de nada para um dia a gente ser perfeito, de simples ignorantes, a perfeição. Aí quando avançado já, né, já na qualidade de bons espíritos, não mais espírito imperfeito, de bons espíritos, que é a segunda categoria, já paira por cima do mal, não é? Não, não tem assim e nem fica folitando por aí não. Não tá trabalhando. É, é um pobre que passa ali na rua com a
erfeito, de bons espíritos, que é a segunda categoria, já paira por cima do mal, não é? Não, não tem assim e nem fica folitando por aí não. Não tá trabalhando. É, é um pobre que passa ali na rua com a roupinha simples, levando a marmitinha debaixo do braço, mas você passa pela pessoa, olha no fundo do olho da pessoa e fala: "Nossa, meu Deus, que que alma linda essa que tá passando aqui no meio da da rua aqui com a marmita debaixo do braço, a roupa rota, não é? fazendo bem, cuidando dos afetos, cuidando daqueles a quem ele é grato, que o os ajudaram no seu processo evolutivo, ou seja, o que tem de bem para fazer é uma enormidade. Então é isso, é é nisso. Essa que está alegria. Imagina assim você trabalhar numa coisa que você gosta imensamente de fazer. É isso que os os bons espíritos faz, trabalhar em algo que lhes dá um prazer imenso, ser útil a alguém, auxiliar as pessoas. >> É essa é a tarefa que cabe a todo filho de Deus, viu? Muito bem. E depois a evolução é infinita, né? Nós, o universo é infinito. Nós estaremos sempre aprendendo coisas novas. Nós ainda temos muito aí para desdobrar pela frente. Excelente, Calci. Eh, a Regina Dibre colocou aqui, só reconfirmando, eh, espírito de João Evangelista, espírito superior que reencarnou como no viu, como Francisco de Assis. E ele dava suas comunicações. Não é que ele dava comunicações. O Calci disse que ele estava lúcido durante o período da gravidez da mãe dele acompanhando o processo, viu? Não é que ele disse que ele deu comunicação em lugar nenhum. Ele estava lúcido acompanhando, segundo o espírito psicografou, não é? E informou. OK. Bem, eh, a, a Cristiane Rosa de Araújo comentou: "Eu já encontrei meu pai em um sonho, acordei com uma paz enorme". É isso aí, gente. Isso acontece. Isso é muito bom. A Rosana Pereira ali tá agradecendo pela resposta sobre a questão da carta consoladora. Nós é que agradecemos, viu, Rosana, pelas perguntas, pelos comentários, pela participação e agradecemos muito pela contribuição de todos vocês. Sentimos muito que a Iita
questão da carta consoladora. Nós é que agradecemos, viu, Rosana, pelas perguntas, pelos comentários, pela participação e agradecemos muito pela contribuição de todos vocês. Sentimos muito que a Iita não pôde voltar, não é, durante o tempo. Agradecimentos ao Calci pela participação, pela Cristina, excelente trabalho. E no próximo encontro nós vamos dar continuidade ao estudo do livro dos médiuns nessa segunda parte das manifestações espíritas, capítulo 6, das manifestações visuais ainda nas noções sobre as aparições. É o mesmo item 100, mas das questões 11ª 20ª. Então nós agradecemos muito, que Jesus nos ampare e nos proteja. Até a próxima semana. Vamos juntos nessa jornada de conhecimento e descoberta refletir e expandir nossos horizontes sobre a mediunidade, ampliando nossa compreensão sobre o mundo espiritual e suas belezas. Estudo de Ovviédiuns pela área de estudo do Espiritismo do Conselho Federativo Nacional da Federação Espírita Brasileira. Somos impulsionados e motivados por um bem maior por meio da caridade e da vivência do evangelho do Cristo. Chegamos onde chegamos, conquistamos o que conquistamos. O nosso trabalho acolhe quem mais precisa e independente da distância, nossos meios acessam lugares que antes pareciam inalcançáveis. A comunicação é chave em todos os setores de nossa sociedade e ela muitas vezes nos permitiu abraçar quem precisava de atenção em momentos de dor e angústia. Esse trabalho é feito com muita dedicação por toda uma equipe profissional, preparada para produzir diversos tipos de conteúdos que alcançam o público. Já são mais de 4.000 conteúdos de qualidade disponibilizados gratuitamente em nossas plataformas, produzidos por comunicólogos, produtores audiovisuais, cenógrafos, editores, designers, programadores e técnicos de áudio. Toda essa estrutura só é possível graças a você, apoiador do nosso trabalho. E somos gratos por toda a sua doação até aqui. Mas este trabalho precisa continuar. Podemos acolher ainda mais pessoas. E para continuar
rutura só é possível graças a você, apoiador do nosso trabalho. E somos gratos por toda a sua doação até aqui. Mas este trabalho precisa continuar. Podemos acolher ainda mais pessoas. E para continuar alcançando tantos corações, precisamos de você. Por isso, mais uma vez contamos com seu apoio financeiro. Apenas com ele poderemos avançar ainda mais e continuar próximos de você. Trabalhamos pelo consolo, pelo esclarecimento e pela esperança. E sabemos que somente juntos com você poderemos fortalecer essa corrente. A Padrinha FEB TV. Estamos juntos com você através da FEB TV. Acesse doi.com.br BR e faça sua doação. เฮ
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