#17 Estudo de O Livro dos Médiuns AEE CFN/FEB - Das manifestações espíritas - Parte 9
Estudo de O Livro dos Médiuns pela Área de Estudo do Espiritismo do Conselho Federativo Nacional/FEB. Semanalmente, toda sexta-feira, às 21h30, no horário de Brasília, com transmissão ao vivo pelos canais da FEB no Facebook, FEBtv no YouTube e Facebook e Portal do Consolador no Youtube. Encontro 17 - Segunda Parte. Das manifestações espíritas. Cap. V Das manifestações físicas espontâneas. Fenômenos de transporte. Itens 99.1ª. à 20ª. Link de acesso ao Estudo: https://febtv.live/livrodosmedi...
Vamos juntos nessa jornada de conhecimento e descoberta refletir e expandir nossos horizontes sobre a mediunidade, ampliando nossa compreensão sobre o mundo espiritual e suas belezas. Estudo de Ovvero dos Médiuns pela área de estudo do Espiritismo do Conselho Federativo Nacional da Federação Espírita Brasileira. Olá, saudações fraternas a você que acompanha o estudo aqui do livro dos médiuns pela área de estudo do espiritismo. Seja muito bem-vindo. Damos as boas-vindas a Elita depois do nosso recesso, né, Zita? Estamos aqui retornando na continuidade do trabalho e as boas-vindas aos nossos convidados de hoje. Suénia Freire, que é palestrante espírita, coordenadora de estudo da obra de Manuel Flamengo de Miranda na Sociedade Espírita Jona de Angeles de Campina Grande e participa da equipe do programa Literatura Espírita Prazer em Conhecer com Denise Lino. E também hoje contamos com Daniel Campos, psicólogo, orador, membro do Instituto Vida Bezerra de Menezes e do núcleo de saúde mental da AM Planalto, onde é coordenador do curso de Joana de Ângeles e facilitador desse curso no campus experimental da Federação Espírita Brasileira em Brasília. Muito bem-vindos os dois. Fechado seu microfone. Eita. >> Ótimo. Nós damos as boas-vindas a você que está conosco, aos nossos convidados Suenia e Daniel. E vamos dar então continuidade ao estudo de O livro dos Médiuns. Hoje vamos examinar a segunda parte das manifestações espíritas, capítulo 5, das manifestações físicas espontâneas, fenômenos de transporte. Item 99, questões da primeira à 20ª. E no item 99, Daniel, podemos começar com você? Kardec comenta que alguns médiuns só obtém o fenômeno do transporte em estado de sonambulismo. Pode explicar, por gentileza? >> É, o Allan Kardec no livro dos médiuns, ele coloca alguns estados alterados de consciência. Ele passou a considerar como uma mediunidade. É tanto que ele define lá atrás, nos capítulos posteriores, a os médiuns sonambúlicos, né? é um estado alterado de consciência,
alterados de consciência. Ele passou a considerar como uma mediunidade. É tanto que ele define lá atrás, nos capítulos posteriores, a os médiuns sonambúlicos, né? é um estado alterado de consciência, onde uma pessoa é tomada por uma personalidade, um alterego. E esse estado alterado possibilita também que o indivíduo se comunique com maior amplitude. Além de acessar as próprias informações do espírito, ele consegue também a do próprio espírito, ele consegue também ampliar esse estado de consciência para uma experiência mediúnica, muitas vezes vendo em claridência, clara audiência e e outros estados a informações dos espíritos. Nesses estado de sonabulismo, onde há esse estado alterado de consciência, há um há uma possibilidade de uma liberação fluídica de grande magnitude, onde muitas vezes o o eh os espíritos se utilizando ah dessa dessa liberação fluídica, a depender da especificidade da mediunidade do indivíduo e utilizando em uma combinação com os fluídos do próprio espírito gerar os as manifestações eh eh físicas espontâneas, como eles trazem. aqui nesse capítulo tão importante. Muito bom. E Suênia, Kardec apresenta aí logo também nessa nessa introdução que ele faz uma série de perguntas, não é? E aí ele explica eh a quem foram dirigidas essas perguntas e como elas são respondidas. >> Uhum. Então, Kardec vai num primeiro momento, eh, fazer essas perguntas, né, ali aqueles espíritos que estão ali operando eh diretamente eh com ele. No entanto, né, ele muito perspicace que Kardec era, né, perguntava, reperguntava e reafirmava, ele vai também submeter essas perguntas ao espírito Erasto, né, que é um espírito de uma envergadura aí bem maior e um esclarecimento maior. E aí, Herast sempre vai trazendo aí os esclarecimentos que às vezes aqueles espíritos ainda em condição eh mediana não consegue explicar com tanta clareza, consegu identificar o fenômeno, mas não consegue eh explicar as suas propriedades, né? Então, Erasto faz esse trabalho aí de trazer esse esclarecimento maior.
não consegue explicar com tanta clareza, consegu identificar o fenômeno, mas não consegue eh explicar as suas propriedades, né? Então, Erasto faz esse trabalho aí de trazer esse esclarecimento maior. >> Ótimo, Suênia. E Daniel, abordando basicamente a primeira, a segunda pergunta, onde nós temos uma nota de arasto e também a terceira, como o espírito explica que os fenômenos somente são obtidos com o médium em estado sonambúlico e por a demora e a excitação do médium para desejar a obtenção do objeto. O que que o Erasmo, o Herasto comenta? >> Eh, ele vai dizer que o o espírito, como ele era um espírito que estava no dentro da escala espírita abaixo de Eascito, ele ele vai falar a partir da da sua lógica existencial, emocional. era um espírito que não tinha um grau de esclarecimento como herásico, que era um espírito mais adiantado. Então, muita muitas etapas do fenômeno para ele eram, ele praticava de maneira intuitiva, sem muita consciência daquela realidade, onde Erasto, sabendo bem a manipulação dos fluídos, compreendia bem a o fenômeno. E na nota, Erasto, ah, vai dizer que ah, o espírito não tendo essa capacidade de aprender toda a realidade da liberação do fluido, eh, ele acreditava que por uma brincadeira que na realidade se dava por um processo hipnótico profundo, ele gerava um tipo de excitação hipnótica na mente do médico que facilitava a liberação do fluido. é o que ele vai chamar aqui dessa e de umação que tinha um fim para divertir, mas que na realidade era um processo hipnótico que para ele considerado uma brincadeira, mas que garantiu uma liberação maior dos fluidos em razão da das características da mediunidade que ele fazia uso, né, do médium ali, no caso, na condição espiritual. Ah, diante disso, sem suspeitar dessa realidade, ele produziu o fenômeno quase como para ele, a partir de uma experiência de brincadeira. Eto esclarece isso com muita propriedade, dizendo que esse processo hipnótico facilitava, né, uma uma liberação maior da quantidade dos fluidos. Ah, e que
, a partir de uma experiência de brincadeira. Eto esclarece isso com muita propriedade, dizendo que esse processo hipnótico facilitava, né, uma uma liberação maior da quantidade dos fluidos. Ah, e que nessa brincadeira, no fundo no fundo, era uma era uma técnica inconsciente que ele usava para garantir uma maior produtividade do fenômeno. >> Uhum. Eh, antes de de ir para para outra pergunta paraa Suênia, eh, aqui nós temos uma pergunta da Vânia Barbosa relacionada com a primeira, Daniel. Então, eh, ela coloca assim às 9:36, não entendi no item 99 sobre o isolamento do espírito e do perespírito. Você poderia comentar, por gentileza? Ele fala aí, não é? que é um o isolamento Kardec é quem comenta isso aqui, ó. Uma espécie de isolamento do espírito, do perespírito que deve facilitar a combinação dos fluídos necessários. Esse isolamento só é possível pelo sonambulismo? >> Não, na realidade, a o sonambulismo era uma característica da do médium que ele estava fazendo uso naquele instante, mas isso pode se dar de de todas a as formas. onde há uma capacidade de liberação fluídica para efeitos físicos, em especial, e não necessariamente a eh há necessidade dessa alteração de consciência. É, tanto que nós temos médios de efeitos físicos que mantém plenamente a consciência e conseguem fazer a liberação h desses fluídos para gerar o fenômeno. É claro que dentro há uma expansão do perespírito dentro dessa realidade e muitas vezes essa expansão gera quase um afastamento, né, do corpo, um deslocamento ali do perespírito, produzindo essa realidade ah espiritual que Allan Kardec vai dizer com muita propriedade aqui nesse capítulo. >> Uhum. Muito bem. Eh, a gente acredita que está relacionado justamente nesse caso da característica deste médium facilita, não significa que vai ser para todo mundo, não é? Eh, então durante esse esse processo do do exente >> eh do desprendimento pelo, né, pelo sonambulismo, então a maior facilidade do desprendimento do espírito e a utilização das suas energias para, né, o
, então durante esse esse processo do do exente >> eh do desprendimento pelo, né, pelo sonambulismo, então a maior facilidade do desprendimento do espírito e a utilização das suas energias para, né, o fenômeno da materialização. Mas como o Daniel explicou, não é todo médio, tá? aqui dizendo que há médios que não precisam disso, né? Não tem necessidade, mesmo estando fora do estado sonambúlico, tá consciente de tudo e o o fenômeno se produz. Nós temos também, >> é é importante, Campet, a gente lembrar que ah é que quem pode mais pode menos, né? Em mediunidade assim, no sentido da alteração de consciência. Quem que o médium que tem uma capacidade de ficar profundamente inconsciente, ele consegue oscilar entre os níveis de consciência, semiconsciência e consciência. Agora, quem somente consegue fazer alcançar os trânsitos de natureza consciente permanece nesse estágio. Quem consegue muito profundo consegue os mais superficiais. Os superficiais não conseguem os transitos mais profundos. >> Uhum. Tá certo. Muito bem. Vamos aprofundando. A Vânia Barbosa comentou aqui às 9:32. Boa noite. Muito feliz com o retorno dos estudos. Bem-vindos de volta a todos vocês que nos trazem tantos conhecimentos. Agradecemos nós, viu, Vânia, pela participação de vocês. Tem mais comentário? Daqui a pouco a gente coloca aqui, gente. Vamos então aqui paraa quarta pergunta, Suônia, eh, que está relacionada com a quarta também, que Kardec dirige Erasto, as pessoas presentes interferem no fenômeno. O que que Erasto diz sobre isso? É, é bom eh a gente lembrar, né, que essa mediunidade de efeito físico ali na época eh de Kardec tinha um propósito assim muito específico, né, que era trazer a visibilidade pro fenômeno, estudar esse fenômeno de forma eh científica dentro do processo, né? Então, nesse contexto, a gente vai ter aí na resposta de Erasto que, de fato, quando a gente tem pessoas incrédulas, pessoas que têm ali oposição ou resistência à aquela ideia, né, ela vai dificultar ali o processo, mas não vai
nte vai ter aí na resposta de Erasto que, de fato, quando a gente tem pessoas incrédulas, pessoas que têm ali oposição ou resistência à aquela ideia, né, ela vai dificultar ali o processo, mas não vai eh invalidar, né, digamos assim, o processo, né? Então, é inconformidade, porque aquelas pessoas ali, elas também tão produzindo energia, elas também estão produzindo eh fluidos, né? Tanto é que hoje a gente entende que independente das reuniões mediúnicas serem, né, para esse cunho de eh experiências, serem experimentais, ou sejam de estudos científicos, mas as reuniões mediúnicas elas devem ser ali com um grupo fechado, um grupo harmonizado para que as energias e os fluidos eles estejam, né, na numa mesma eh sintonia. Então, quer dizer que eh se eu tenho pessoas de fora, não vai inviabilizar eh o processo, mas algumas vezes eh demora mais ou vai necessitar aí de uma geração maior de fluidos para que isso possa eh ocorrer. >> Interessante que ele comenta que a incredulidade atrapalha, né, Zita? Exatamente. >> Se a pessoa está lá, eh, eu já eu já eu li, né, que estavam fazendo fenômeno físico, era a produção de globos de luz com ectoplasma do médium e entrou uma pessoa que não acreditava naquilo. As luzes se apagaram todas. >> É a má vontade também, né? Porque o processo é de energia, você tá vibrando ali, então você atrapalha, né? anula ali aquela vibração que está numa outra potencialidade. >> Corta o processo, né, Suia? >> É, >> beleza. >> Passamos à quinta, Daniel. Vamos abranger aí da quinta a sétima questão a notinha de Erasto, passando também pela nona e pela 10ª. A questão é: onde o espírito obtém os objetos que transporta? pode trazer flores de outro planeta ou de outro hemisfério da Terra. É muit, eu achei muito interessante, né, quando tava relendo o capítulo, né, Alan Kardec era era realmente um pesquisador nato, né, ele tinha essa essa essa capacidade de de fazer essas eh aprofundar essas informações com os espíritos de uma maneira muito interessante. Ah, os espíritos trazem
era realmente um pesquisador nato, né, ele tinha essa essa essa capacidade de de fazer essas eh aprofundar essas informações com os espíritos de uma maneira muito interessante. Ah, os espíritos trazem isso da do ambiente onde eles estão próximos, onde é conveniente, onde há possibilidade de fazer essa conexão, né, com esses objetos. Ah, o quando isso ocorre, eles conseguem fazer a combinação dos fluídos do próprio perespírito do médium com o do espírito, cobre o objeto com aquele fluido, quase que envolve, né, e traz dos ambientes das proximidades onde o espírito tem acesso. Em razão de trazer de outro planeta, os espíritos eh eh têm a informação diz que isso não é possível em razão da mudança vibratória que os planetas têm um com o outro. Cada planeta tem uma psicosfera. Seria muito semelhante a espíritos como nós ah, que têm uma uma encarnação com uma vibração perespiritual e para um lugar mais evoluído, né? Isso não vai gerar um tipo de impedimento vibratório para isso. Então, é para que essa energia transite entre psicosferas diferentes, não seria possível a sobrevivência até de de do objeto ou a deterioração do objeto em relação a isso. Então, ele diz que os objetos ficam estritos à realidade do ambiente da psicosfera da Terra, não sendo possível trazer um e uma psicosfera de ali próxima a que o espírito pode fazer a manipulação desses objetos. Muito bom. É muito interessante a gente considerar, não é, que os espíritos informam que o o a formação do nosso próprio perespírito, ele é feito com a retirada de elementos do planeta onde nós estamos. Por isso que existe um pouco de discussão no movimento espírita. Se o espírito perde o perespírito, é a informação de que sempre vai ter o perespírito. O espírito sempre terá. Mas André Luiz descreve que quando o espírito sai da Terra para ir para um outro planeta, ele perde o perespírito que ele tem na Terra, porque vai formar um outro lá. Então, ah, mas como é que ele viaja então sem corpo? Ele tem o corpo mental que é a
da Terra para ir para um outro planeta, ele perde o perespírito que ele tem na Terra, porque vai formar um outro lá. Então, ah, mas como é que ele viaja então sem corpo? Ele tem o corpo mental que é a matriz do perespírito que ele vai formar novo planeta. A gente imagina, né, pelo que o o Erasto comentou e o Daniel explicou para nós, que o mesmo vai se dar com os elementos que existem lá, as plantas, os seres vivos dali, que a planta é o ser vivo, né? Ele também é conformado de acordo com as possibilidades do planeta. E aí a gente ainda vai ter que entender muito isso, esse negócio que a gente vê de fixal científico e de viagem interestelar com o corpinho que nós temos hoje, parece que as coisas não vão funcionar assim, não. Então, eh, a gente entende, né, que também pode haver essa limitação com os objetos que não poderiam ser trazidos de um lugar para outro, porque eles são conformados com a energia do planeta onde eles estão, >> né, com os fluídos daquele planeta. >> Uhum. E é bom, Campete, a gente lembrar assim o quão Kardec é didático e ele é educativo, porque ele vai entrando nas questões e ele vai buscando aprofundar, né? Então a gente pode lincar essas questões aí com a gênese, né? Então a gênese vai dizer assim: "Não existe milagre. Os fenômenos eles seguem uma lei natural. Então as leis que regem esse planeta, né? Então, a gente vai verificar que, eh, num fenômeno de transporte eh de de material, a gente não tem ali nenhum milagre, não é nada sobrenatural, né? A gente tem ali leis da física, leis da química, leis da matemática. Agora, algumas dessas leis a gente ainda não conhece em profundidade, né? E aí como a gente não conhece, muitas vezes a gente joga ali na casa do sobrenatural, né? Mas aí a os próprios espíritos vão vão nos dizer, há momento, chegará momento, né, que a gente terá uma eh evolução, né, o homem já terá uma compreensão maior dessas leis e aí será mais fácil entender esse processo. Então, a gente vai entender que esse perespírito, ele é ainda uma camada
gente terá uma eh evolução, né, o homem já terá uma compreensão maior dessas leis e aí será mais fácil entender esse processo. Então, a gente vai entender que esse perespírito, ele é ainda uma camada material, né? Ele é uma camada e aí assim mais densa. Conforme o nosso corpo físico ele é ele é ele ocupa, né, mais massa, né, o perespírito ele reveste o espírito. Então o perespírito não é o espírito em si, né? O espírito em si é aquela consciência, é a fagulha eh divina, né? perespírito é aquilo que envolve o espírito. E aí quanto mais, né, consciente esse espírito, o que a gente chama de elevado ou eh de espírito superior, mas essa camada perespiritual, ela vai ser mais sutil e aí é mais fácil transitar entre os mundos, né? E aí, só para fechar aqui, eh, eu lembro Chico Xavier, Chico vai dizer que em determinado momento ele é, ele é levado a visitar, né, outras esferas espirituais e chega um determinado momento que ele diz que não aguenta para para que ele não aguenta mais, né? ele precisa eh retornar, porque a diferença ali, né, energética, vibratória é muito grande. Ele ainda não tem capacidade, né, de suportar aquilo. >> A gente entende que ele estava nas próprias esferas da Terra, hein? Não é? >> Pois é. Imagine as mais elevadas, >> imagine como será, né? mundos superiores. Então, é porque a eh nós temos as sete esferas da Terra, né, que que é publicado pela FEB e fala dessas esferas que elas eh quanto mais longe da crosta terrestre, mais sutil, não é? Elas são >> isso. >> E é por onde então os espíritos superiores mantém o contato com o planeta, não é? É muito interessante o assunto. Eh, só um minutinho antes de eu de eu passar a seguinte pergunta. Eh, nós temos aqui, eu não sei se o nome é Rosana Pereira Lili ou se é Juliana da Costa Pereira, >> porque ela aparece o nome de Rosana, >> hein? >> É Rosana. Rosana Pereira. É. Aí depois ela faz aqui: "Boa noite, peço por mim, me sinto muito só, muito sozinha mesmo. Juliana na da Costa Pereira, então por isso que eu fiquei na dúvida o nome."
? >> É Rosana. Rosana Pereira. É. Aí depois ela faz aqui: "Boa noite, peço por mim, me sinto muito só, muito sozinha mesmo. Juliana na da Costa Pereira, então por isso que eu fiquei na dúvida o nome." Eh, de toda maneira, Rosana, nós anotamos aqui, ou seja, Juliana, o nome para orar, tá bem? E não se sinta sozinha, porque nós nunca estamos na realidade, viu? Nunca estamos sozinhos. E agora vamos lembrar J de Ângeles, Rosana ou Juliana que nos coloca o seguinte: quando nós estamos nos sentindo solitários, nós podemos nos fazer solidários e a solidão vai embora. Então eu conto rapidamente a história de uma senhora que depois de, né, eh, já ter os filhos formados, os filhos já não estavam mais vivendo com casal, ele se encantou com uma moça mais nova e a deixou, mas deixou ela muito bem, deixou ela com os bens, deixou ela no apartamento mesmo onde eles estavam, não é? Então, ela não ficou desamparada, mas não tinha mais o carinho dele. Ela ficou sozinha, não tinha os filhos próximos dela. Era uma solidão tremenda. E uma amiga dela que frequenta a FEB, Federação Espírita Brasileira. É engraçado que a mulher morava a 1000 m da FEB, mas nunca tinha passado por lá. Porque em Brasília tem essas características, né? Você entra pela quadra, pelo interno da quadra, então você nunca passa na avenida se você não precisa transitar por ali. E a FEB ficava atravessando a avenida, né? Fica atravessando a avenida L2. E aí a amiga disse para ela: "Olha, eu queria te convidar, eu vejo que você tá nessa situação e tal, vem comigo, né? Eu frequento a febre ali, vem conhecer e tal. E ela foi, disse que se encantou simplesmente, mas aí estando frequentando já um grupo de estudo, uma pessoa disse para ela que ali do lado tinha um lado de velhinhos, se ela não gostaria de conhecer. E ela então quis conhecer também o lado de velhinhos. Ela disse que nunca mais ela se permitiu se sentir sozinha, porque quando ela sente aquela solidão vindo, se é o horário, ela desce diretamente, vai sair lá na
uis conhecer também o lado de velhinhos. Ela disse que nunca mais ela se permitiu se sentir sozinha, porque quando ela sente aquela solidão vindo, se é o horário, ela desce diretamente, vai sair lá na FEB e vai participar das reuniões, da das atividades que são eh desenvolvidas lá. E se não é o horário de funcionamento da FEB, ela desce para o lado dos velhinhos. Lá os velhinhos estão sempre lá. Hoje em dia eles já t confiança nela. Eles os leva, ela as leva para o shopping para passear ou se tornou como um membro da família. Então fica a dica, não nos sintamos solitários. Nós podemos ser solidários com o nosso semelhante e a solidão vai embora. Tá bem? Muito bem. Eh, um centro espírita pode nos ajudar bastante. A gente pode fazer um acolhimento fraterno no centro, conversar, não é, e receber orientações, não é? Tá bem bom. Então, Suênia, 11ª nota de Erasto e 12ª, o fenômeno é penoso e quais as dificuldades? Esse fenômeno de transporte traz alguma algum será que alguma dor, alguma coisa penosa pro médium? >> É, não penoso no sentido de dor, né? Mas exige uma doação fluídica muito grande, né? Então, daí exige o esforço, né, do médio de efeito físico para que o fenômeno ele possa eh ocorrer, né? Então, além dessa má disposição fluídica, Erasto vai dizer que não tem nenhuma nenhuma outra, né? Então, depois na sequência a necessidade de um médium eh se recompor, porque aí no fenômeno de transporte eu vou ter ali o espírito que vai envolver ali os fluidos dele, mas eu tenho ali a doação do fluido animal que é retirado do médio, né? Eh, que vai est ali potencializando esse esse processo, né? Então exige essa eh doação. Daí assim, é algo que precisa ser feito com muita passimônia para que não haja aí o desgaste eh desse fluido do do médium. >> Muito bem. Eh, eu me lembrei, Zita, rapidinho, >> do Peixotinho, >> não é? Ele tava fazendo um um trabalho, né, de materialização e a pessoa encarregada da luz deu uma cochilada na hora. E o espírito materializado disse assim: "Eh,
ita, rapidinho, >> do Peixotinho, >> não é? Ele tava fazendo um um trabalho, né, de materialização e a pessoa encarregada da luz deu uma cochilada na hora. E o espírito materializado disse assim: "Eh, prenda a vossa luz". Não é? Acenda a vossa luz. E o homem então acordou assustado e puf, acendeu a luz. O o espírito materializado fez, desapareceu na frente de todo mundo. E o Peixotinho teve um problema gravíssimo. Depois de algum tempo, ele disse pra mulher dele com a voz com muita dificuldade, sol meio-dia, assim, falando bem baixinho, com dificuldade nu. Então, ela teve que colocá-lo no sol ao meio-dia nu, não é? para ele eh poder diluir o fluido que voltou de uma vez e ele sofreu então aquela consequência ali. Então eh como a Suan explicou e o herasto explica aqui, não tem não sente, né? É vai tá concentrado e tudo mais, mas a gente tem a informação, né, de que se, por exemplo, alguém passar um uma lâmina no espírito materializado, vai cortar o médium. né? Então, eh, tem uma uma ligação muito grande, porque é o perespírito que tá expandido, cedendo para a materialização. O que acontece é que o espírito materializado vai acontecer com perespírito do médio, vai ter reflexo lá no corpo, não é? Mas é muito interessante. Em princípio não tem não tem é eh é uma questão de de concentração, de doação, não é? Eh, tem um amigo participou da da FEB, teve momentos para trás que tinha trabalho de materialização, né, há muito tempo já. E ele eh foi convidado para entrar, era o Peixotinho também que estava fazendo o trabalho e ele entrou na sala, foi convidado pela Sheila, me parece, para entrar na sala. Quando ele entrou, o Peixotinho tava diminuído de tamanho, parecia um bebê. Aí é uma coisa que realmente, né, só com tempo pra gente entender essas coisas. Ele relatou isso, eu tô relatando o que eu ouvi dele, não é? E então, eh, mas não tava sofrendo por causa disso, não é? Esse era era um um fenômeno natural. Mas aí quando o outro acendeu a luz lá, a coisa deu problema porque eh houve um
que eu ouvi dele, não é? E então, eh, mas não tava sofrendo por causa disso, não é? Esse era era um um fenômeno natural. Mas aí quando o outro acendeu a luz lá, a coisa deu problema porque eh houve um o quando é como é a absorção do perisp do do fluído de volta? é lenta, é cuidadosa. Os espíritos vão, não é, fazendo o médium retornar eh com tranquilidade. Aí acende a luz a coisa, porque tem fenômeno que pode acontecer na luz plena, pode, mas tem que ter toda uma preparação. Foi o que o William Crooks fica a recomendação para quem não leu Fatos Espíritas, publicado pela FEB de William Crooks quando ele pediu para que o espírito, não é, que era Kate King, se materializasse à luz da lamparina e que ele pudesse ver a médio Florence Cook ao mesmo tempo que ele estava vendo o espírito e ela pediu um tempo para isso. Foi preciso que a espiritualidade trabalhasse, preparasse o ambiente, preparasse a médium, preparasse o próprio espírito para poder suportar a luz acesa durante a materialização. E aí ele conseguiu conseguiu ver o espírito materializado a média, ao mesmo tempo. Ele depois teve conversa com as duas. Então, eh tudo depende da preparação, né, da da das condições. Aí, tudo bem? E a gente tem que levar em consideração, nesse processo, os fatores eh físicos e ambientais, né? Então, nessa questão da luz, né, a gente tem ali elétrons, prótons que vão tá interferindo e na doação do médio, a gente tem ali uma doação de ectoplasma, né? Então, como é que isso daí essa necessidade de ser um ambiente, né, específico, de seja um ambiente preparado para aquela aquela situação, aquela ocasião. E aí assim, quando acho diz assim que a a única, o desgaste que pode ser é o desgaste fluídico, ele também nos chama a atenção para a questão do excesso, porque aí o médium pode ter uma fadiga eh fluídica, né? Então assim, qual é o sentido dessas eh reuniões, com que frequência isso é levado a ocorrer, né? Então a gente vai ter lá a dona Ivone do Amaral Pereira, que em dados momento participou muito
ca, né? Então assim, qual é o sentido dessas eh reuniões, com que frequência isso é levado a ocorrer, né? Então a gente vai ter lá a dona Ivone do Amaral Pereira, que em dados momento participou muito dessas reuniões eh de materialização. E aí chegou um momento que os espíritos disseram: "Tá bom, sua parte você já fez o próprio Chico, né? Essa não é a sua a sua tarefa, esse não é o seu foco. Então sigamos para outros caminhos, né? E aí é por isso que também Kardec vai insistir nisso. Naquele momento as existia uma necessidade científica dessa repercussão, dessa prova, né? Hoje a gente já não tem isso com tanta incidência, vamos dizer assim, né? Então hoje a gente consegue provar com outros elementos e a gente já tem outras experiências que conseguem provar a reencarnação, a vida após a morte, a existência dos espíritos, né, sem haver essa necessidade tão intensa de que vários médiuns realizem eh reuniões de efeito físico. >> Ótimo, Suia. Vamos então, Daniel, agora abordando da 13ª 14ª e duas notas de Erasto, como o espírito traz os objetos e o peso interfere o peso dos objetos. Eh, nós já mencionamos aqui, né, o processo, como o Herácito explica, essa combinação dos dois fluídos, um fluido mais denso, animalizado, liberado pela a personalidade mediúnica, né, que exhala esse fluido. E o espírito que faz uso combina com o fluido do próprio perespírito do desencarnado, enxarcando o objeto desse fluido, proporcionando o desaparecimento do objeto num lugar para que ele possa ser transportado e apareça em outro lugar, né? como ele traz aqui o herasto, ele ele traz essa essa combinação eh fluídica como parte do processo. Ele diz que essa essa interação do fluido com a matéria densa, né, os fluidos espirituais com a matéria densa, ah, eles anulam a gravidade como nós conhecemos, né, que pro espírito, eh, objetos pequenos ou grandes poderiam ser eh manipulados através desse fluido que para eles eles ele até coloca, né, a nós nós trazemos flores porque agrada, não é uma questão de volume, né? Ele até
h, objetos pequenos ou grandes poderiam ser eh manipulados através desse fluido que para eles eles ele até coloca, né, a nós nós trazemos flores porque agrada, não é uma questão de volume, né? Ele até coloca isso aqui. É, a gente traz flor porque vocês gostam de flores, né? H, mais do que um volume pesado, que trazer um um objeto maior, né, para que isso aconteça. >> Eh, e ele vai dizer que a a existe para nós em termos de física gravitacional, a força da gravidade, o fluido consegue penetrar nessa lei de maneira mais profunda e ela e digo a ter uma experiência de acordo com as leis da física diferenciadas da matéria mais densa, né? Então, a, e quando há essa combinação, eles podem manipular objetos extremamente pesados, né, para fazer esse transporte mesmo assim. Então, não, o peso não define, né, a realidade do fenômeno nesse sentido aí. >> Muito bem. É interessante que na na nessa época quando eu comecei na febre, eu ouvi desse mesmo senhor que me contava o seu Soares já desencarnado, que houve uma situação em que era uma uma sala que ficava embaixo para entrar era uma potinha estreita, eles faziam a o trabalho de ali materialização, transporte ali e e que eh quando eles acenderam a luz, tudo, tinha uma pedra lá dentro da sala e não saía pela porta. tiveram que abrir o chão para abrir a parede para poder tirar, porque ficava meio embaixo assim, não saía pela janela, não saia pela porta para poder tirar a pedra depois. Então, eh, os espíritos podem transportar objetos maiores, mais pesados, né, como o Daniel explicou, que tá bem claro aqui em Herasto. E aqui só chamando atenção, né, porque na hora que a gente falou de se sofre o médium, mas ele também pergunta se o espírito sofre, né? Então, para o espírito às vezes é desagradável fazer porque ele tá manipulando coisas materiais, ele é um espírito, né? Apesar de que os espíritos que fazem esses fenômenos, eles têm mais familiaridade com a matéria do que os espíritos superiores, né? Mas ainda assim ele diz que não é agradável pro espírito fazer
, né? Apesar de que os espíritos que fazem esses fenômenos, eles têm mais familiaridade com a matéria do que os espíritos superiores, né? Mas ainda assim ele diz que não é agradável pro espírito fazer eh determinadas operações materiais, né? Eh, é, é tanto que eles solicitam, né, os espíritos mais eh de uma, de uma classe mais inferior para que faça isso, venha a pedido, né, do superior fazer isso. >> Uhum. É porque não deve ser simples, né, por espíritos eh superiores conseguir fazer a coisa. Não é fácil não, mas eh existe a aí a cooperação, né, no mundo espiritual. Eh, aqui tem nós temos algumas mensagens, né, para não ficar muitas aqui paradas. Venha celebrar às 9:33. eh colocou noite memorável para reiniciar os estudos do Código Norteador dos Médiuns, a Maria José de São Luís, Maranhão, e a Rosélia Azevedo, nas 9:34, Eurí Pasanufo, que viveu em Sacramento Minas Gerais, vivenciou essa experiência de transporte para realizar muita assistência aos irmãos necessitados. Ele tinha uma capacidade de desdobramento impressionante, né? Ele ia nos locais, é diferente do fenômeno de transporte, ele ia lá e realizava, né, o trabalho que ele tinha que dar, dava passe e tudo mais e aí retornava. Tinha aqueles momentos assim de ausência, né, às vezes até de diante dos alunos dele onde ele dava aula, não é? >> E a Dani Santos às 9:42 está agradecida e surpresa em saber dessa live de estudo sobre o livro dos médiuns. Divulguem, gente, vocês que estão, não é? Agora Dani descobriu. Olha, vocês que estão acompanhando, informem paraas pessoas, né, que podem ter interesse em acompanhar. Fica tudo gravado, viu, Dani? Você pode ver os episódios anteriores e chegar aqui e acompanhar. E já tem um estudo feito pelo Jacobson Trovão, eh, que é também gravado pela FEB TV, que se chama Estudando o Livro dos Médiuns e que já terminou, mas tá tudo gravado, pode ver todos os episódios anteriores, tá bem? Mas aí nós temos uma pergunta aqui da Maria das Graças. Euzita. Vamos ver se os nossos, né, os
Livro dos Médiuns e que já terminou, mas tá tudo gravado, pode ver todos os episódios anteriores, tá bem? Mas aí nós temos uma pergunta aqui da Maria das Graças. Euzita. Vamos ver se os nossos, né, os nossos convidados eh tem alguma informação para dar sobre isso aqui. Olha, Maria das Graças Alexandre. Graças Alexandre. Ah, tá repetido o nome. Mas um espírito que vive em Júpiter pode nos trazer uma flor para a terra? Vocês viram alguma coisa sobre isso? Leram? >> Então, a pela premissa que Eraos diz, né? que se nós temos eh condições vibratórias eh diferentes, né, então que não há condição de trazer algo de um planeta para outro, porque há essa diferença de composição eh da matéria, então a gente pode dizer que não, né? Até porque assim, a gente tem visto na literatura espírita que os próprios espíritos, né, quando eles já estão, já pertencem a uma envergadura muito eh superior, né, é preciso de uma é uma preparação para que eles possam se apresentar eh em mundos, né, os próprios mundos espirituais, aquelas próprias camadas, né, que eh Campete nos lembrava anteriormente para eh ele se fazer ouvir ou ele se fazer ver, né? É, nesses nesses mundos, porque a composição ali já é bem mais sutil, é bem mais eh rarefeita, né? Então aí a gente deduz que para trazer um uma flor, né? A composição da flor lá em Júpiter não deve ser a mesma da matéria aqui na Terra, né? Tá, isso não seria possível, porque esses elementos não vão fazer parte da atmosfera do nosso planeta. >> Daniel quer comentar alguma coisa? Tudo bem? Ah, é, não, essa a quando a gente observa pelas leis dos fluidos, né, ah, por exemplo, quando nós ah liberamos, né, o espírito que desatarracha do corpo pela morte, a os casos de materialização, como você mesmo relatou, Carlos, e, e, e outros fenômenos onde há um trânsito entre a energia sutil e mais animalizada do corpo e vice-versa. Tudo isso precisa de um tempo para assimilação para todos os corpos, né, que estão funcionando ali. Então, toda nada ocorre de maneira brusca, né, no
ia sutil e mais animalizada do corpo e vice-versa. Tudo isso precisa de um tempo para assimilação para todos os corpos, né, que estão funcionando ali. Então, toda nada ocorre de maneira brusca, né, no sentido ah de que isso precisa de uma adaptação, ah, para que a possa eh, se adequar, né, as vibrações daquele ambiente. Então, quando nós desencarnamos, só de sair do corpo, precisamos da daquele tempo, né, caso tenha algum tipo de lucidez para adaptação e sutileza a que o corpo ganhou agora que foi desinvestido, né, da da do corpo físico. Aí eu lembro de uma experiência que o Divaldo relata, né, que ele ele tinha um um problema crônico no pulmão decorrente de uma encarnação dele que ele mesmo relata que foi uma experiência de suicídio e ele ficou com com esse problema crônico no pulmão. Ah, e ele sempre fazia a palestra, tava sempre com a um lenço e torcia bastante, né? e sempre com peito cheio. E ele diz que é um e dizia que era uma energia que ele mesmo pelo livre arbítrio dele acabou instalando o perespírito e ele passando muito mal do pulmão, ele teve um desdobramento e tava como se fosse numa colônia espiritual e a mãe dele tava do lado e pediu que ele aspirasse o perfume de uma planta como se fosse uma flor para diminuir aquele sintoma do pulmão dele nesse desdobramento nesse lugar. Então ele ele respirou aquilo, né? recebeu aquele tratamento e voltou. E ele mesmo relata que quando voltou, ele volta com o sintoma do pulmão já se amenizando, mas volta passando mal. por tá tão encharcado de um fluid sutilizado, o corpo meio que rejeitou aquela aquela ele tava tão imantado da energia sutil que o corpo rejeitava aquele choque inicial até que ele foi acalmando com aquilo. Então a gente vê isso, por exemplo, na homeopatia, né, onde você toma doses bastante subtilizadas da energia, o corpo precisa de um tempo. Então a gente dá dose única, espera aí daqui a pouco entra com as gotinhas para o corpo ir assimilando aquelas aquela energia sutilizada. Então a o trânsito de energia do campo sutil pro mais denso
o. Então a gente dá dose única, espera aí daqui a pouco entra com as gotinhas para o corpo ir assimilando aquelas aquela energia sutilizada. Então a o trânsito de energia do campo sutil pro mais denso sempre precisa desse tempo, né, para ir se equalizando dentro dessa realidade. >> Muito bem. Ótimo. >> Então, eh, voltando aqui ainda os comentários sobre Eurípedes Barçanufo, Rausélia Azevedo colocou às 227. Na verdade, Eurípedes Barçanufo vivenciou a bicorporeidade. Realmente é diferente do fenômeno de transporte. Exatamente, Rosélia. era uma característica do do Euríipus braçanfo, essa questão da bicorporiedade e o desdobramento dele era uma coisa tão evidente que, como o Carlos colocou, os alunos já estavam, quando ele abaixava a cabeça já silenciavam, porque logo logo viria uma revelação. E foi assim que aconteceu quando eles estavam em aula. De repente, Euipes abaixou a cabeça e ao respirar ele disse: "Acaba de ser assinado o tratado de Versalhes, o final da Primeira Guerra Mundial. E a notícia só chegou ao Brasil três meses depois, não é? Então, é, era uma característica muito especial dele. Muitas vezes ele estava em um local e era visto em outro, às vezes fazendo partos. Então isso tá bem presente na biografia dele, a questão da bicorporiedade, do desdobramento, que não é o transporte, é diferente, como ficou bem bem evidente. >> Vamos à próxima questão, Carlos. >> É, é paraa Suênia, né? >> Uhum. >> A 13ª 14ª já foram, né? São 15ª. Isso. Peso. Isso. Então, Suia, eh, na 15ª tem uma nota de erasto, a 16ª tem uma nota de erasto. Eh, os espíritos podem fazer desaparecer objetos e agir em relação aos fenômenos naturais. >> Uhum. Pois é, né? Então, como a gente já dizia antes, né, os fenômenos naturais são regidos pelas leis de Deus. Então, não há burlamento na lei natural. E aí, Ernesto vai eh, aliás, Herastro vai responder assim de forma bem clara, né? Não atribuais aos espíritos o que é obra do homem, né? Então ele vai dizer que muitas vezes aquilo que a gente acha que
aí, Ernesto vai eh, aliás, Herastro vai responder assim de forma bem clara, né? Não atribuais aos espíritos o que é obra do homem, né? Então ele vai dizer que muitas vezes aquilo que a gente acha que desapareceu foi esquecimento da nossa cabeça mesmo. Nem tudo é fenômeno de transporte. O fenômeno de transporte, ele é passível de acontecer, mas para ele acontecer é preciso que haja um médio de transporte, um médio que seja capaz de usinar, né, aquele fluido necessário para o transporte. Então, quando as coisas desaparecem em casa, na maioria das vezes, não é os espíritos, não. Somos nós mesmos que não lembramos onde é que colocamos, onde é que deixamos, né? Aí a gente bate a culpa nos espíritas. Os espíritos esconderam tal coisa, mas na maioria das vezes não foi nenhum fenômeno de transporte não, né? Às vezes só é o esquecimento do ser humano mesmo. >> OK. Desatenção mesmo, né, Suia? É exato. Ô, ô, Carlos, nós temos aqui um comentário às 22:08 do Lindomar Araújo de Siqueira, quando ele coloca esse fenômeno do Euripos Banufa acontece comigo também, já me aconteceu algumas vezes. Agora não sei se eu estava tendo uma visão da casa de quem eu estava ou se estava fazendo um atendimento fraterno. Aí necessário treinamento, não é? Para que a pessoa realmente decive o que que é que está acontecendo, mas é um fenômeno normal. Podemos ir para a próxima questão, Daniel, eh, da >> 17ª 19ª mais nota de Erasto, os espíritos podem fabricar objetos como o espírito tornou visível objetos que não podiam ser vistos. A depender do grau de evolução, os espíritos vão a a partir do nível de consciência que vão conquistando próximo à realidade do Cristo, vão ganhando essa capacidade de manipular os fluidos ah e realizarem verdadeiras criações, onde André Luiz vai especificar isso muito bem, evolução em dois mundos, quando ele fala da criação em plano menor e criação em plano maior. Mas a dentre essa realidade das leis, né, de de criar objetos ou formas de vida, só Deus cria pra eternidade, né? Diz André Luiz, Deus
ando ele fala da criação em plano menor e criação em plano maior. Mas a dentre essa realidade das leis, né, de de criar objetos ou formas de vida, só Deus cria pra eternidade, né? Diz André Luiz, Deus é o único capaz de realmente criar sem que aquelas obras se sucumbam. O espírito que participava dos fenômenos, ele mesmo diz que por mim, ele fala, por mim não tenho essa capacidade porque nem tenho permissão para eu fazer e o grau de evolução dele não permitia. Erasto, ele adita a resposta, como ele vem aditando durante todo o capítulo, falando que é possível sim criar esses objetos a depender, né, da capacidade do espírito de manipulação dessa matéria. A gente viu a algumas histórias até contadas, né, acho que pelo próprio Divaldo, que tinha alguma algumas palestras sobre isso, falando da capacidade que tinha saiba de criar alguns objetos, que ele materializava relógios sem marca que saíam da mão dele quente, né, e ele entregava pra pessoa. O próprio Divaldo foi operado no coração pelo Saibaba contra ele, onde ele ele encostou assim o os dedos no peito do Divaldo, ele sentiu uma dor e teve ali a angina dele curada na na presença dele. Aí o amigo que tava com ele visitando Saibaba materializou esse relógio. balançava a mão assim, saía uma poeira das mãos que o Divaldo relata que ficou numa garrafa que ele levou para casa durante muitos anos ali, que aquela aquele pó tinha uma certa especificidade. Então você vê que os médiuns, né, no caso ele era um paranormal, né, podemos falar não necessariamente de uma mediunidade, mas um paranormal muito potente tinha essa capacidade, imagina os espíritos, né, os espíritos evoluídos. Então eles podem sim fazer essas criações, como o próprio Cristo, né, que esteve a comção da Terra desde o início, né, a Terra é uma é uma forma pensamentos de Jesus, né? Ele plasmou toda a realidade, assim como todas as formas de vida, ah, que aqui saiu da fantasia de vários espíritos prepostos de Jesus. Então, nós podemos, a depender do grau de evolução,
e Jesus, né? Ele plasmou toda a realidade, assim como todas as formas de vida, ah, que aqui saiu da fantasia de vários espíritos prepostos de Jesus. Então, nós podemos, a depender do grau de evolução, manipular a matéria eh a partir dos fluídos. A gente vê nítido isso também quando ele cala a tempestade, né? Ele ele tá no barco com os apóstolos, né? E ele pede a, algumas pessoas relatam isso, dizendo que ali ele pede pros espíritos da natureza que silenciem a tempestade. Então essa capacidade de eh atuar sobre as leis da natureza a partir do grau de evolução permite a criação ah desses objetos com grande até formas de vida, né, como nós conhecemos o nosso planeta. >> Uhum. >> É que aí no caso é a manipulação dos fluidos, né? E aí a gente precisa eh só ter um um uma atenção, né, em a gente verificar, né, o que é o processo de materialização e o que é o processo de transporte, né? Porque no processo de transporte você não está criando nada, você está locomovendo algo de um canto para outro, né? Então, lógico, você vai est usando as leis das da física, as leis da natureza para que isso aconteça. Não é algo eh sobrenormal, mas você não está ali criando na na materialização, você vai est manipulando o fluido, né? Então também não é que você tá criando porque você tem um determinado poder, você tem uma capacidade de manipulação desses fluidos que estão no nosso ambiente e a gente não está vendo a olho nu, mas ele está de tornar isso materializado, de incorporar, né, o fluido animal para que isso se torne poupável, né, eh, tangível, para que a gente possa pegar e possa, eh, manipular, né? Então, aí a gente vai verificando que nesse contexto o assunto eh da potencialidade mediúnica, ele é bem complexo, né? Porque a gente vai ver que as características elas às vezes parecem iguais, mas elas vão ter elementos que diferem no processo. E daí quando Kardec traz ali a classificação dos tipos de média e unidade, ele vai dizer isso assim: "Ah, você tem médiuns que t potencialidades, né, que podem
o ter elementos que diferem no processo. E daí quando Kardec traz ali a classificação dos tipos de média e unidade, ele vai dizer isso assim: "Ah, você tem médiuns que t potencialidades, né, que podem abranger mais de uma característica eh mediúnica ou mais de uma potencialidade mediúnica. E você vai ter outro outro médium que não tem aquela. Então, não é que esse médium seja melhor do que aquele, é que cada um veio nutrido com a capacidade fluídica necessária para a sua tarefa aqui na Terra, né? Então, muitas vezes, as pessoas eh se se deixam chamar atenção pelo fenômeno, né? Porque um fenômeno de materialização, um fenômeno de transporte, né? É algo ali que eu tô vendo, é que é algo que dependendo da condição eu posso eh pegar, né? E isso pode, né, chocar ou surpreender algumas pessoas, mas na realidade a espiritualidade vai dizendo que cada vez mais a gente vai precisando menos, né, disso para ter certeza da imortalidade da alma, da existência eh dos espíritos e que isso vai se modificando. Aí a gente tem os fenômenos de transcomunicação, né? Os espíritos se comunicando aí por computadores, sem precisar, né, necessariamente eh, do médium. Não é que ele não necessita do médio, porque ele vai buscar o fluido no ambiente e ele encontra ali o médium que é doador para que esse fenômeno ocorra, né? Porque eh é um fenômeno natural do processo. >> Muito bem. É muito interessante isso. É, é um assunto muito rico, não é? Aí a gente lembra lá de Jesus, a transformação da água em vinho, né? >> Sim. >> E e é a manipulação dos fluidos, porque ele tinha o conhecimento profundo sobre o assunto, né? E podia fazer. E é muito interessante porque existe muitas gradações. Essa questão a gente lembra também de Kardecrevendo na revista espírita que uma senhora vê um espírito usando uma tabaqueira. Tabaqueira era de rapé naquela época, né? Era era era botava no nariz para espirrar. >> É um negócio assim. E o espírito ele ele se apresenta, ele é tá encarnado, ele vai visitá-la durante o desdobramento e
eira era de rapé naquela época, né? Era era era botava no nariz para espirrar. >> É um negócio assim. E o espírito ele ele se apresenta, ele é tá encarnado, ele vai visitá-la durante o desdobramento e ele apresenta a tabaqueira. Então, eh, vai o Kardec vai fazer toda uma análise sobre esse assunto para falar do laboratório do mundo invisível. >> Sim, >> não é? Então, eh, o a as as os objetos eles podem ser eh quando vistos por todo mundo, eles estão, eh, condensados, estão materializados, pode ter sido criado ou transportado nessa situação, não é? >> Agora, muitas vezes os espíritos fazem uma uma leve condensação e quem tem capacidade vê e quem não tem desenvolvimento da faculdade de evidência não vê. Isso. >> Então, eh, a, a pessoa que não tá vendo diz: "Mas isso não existe, eu não tô vendo nada". E o outro pode estar vendo, não é? Porque tem a capacidade de perceber que o espírito não fez a materialização completa do objeto, mas só condensou ele a ponto do outro poder, né? Ter a capacidade de ver. É muito rico isso. Eh, o Lindomar Araújo de Siqueira, ele tinha feito um complemento ali às às 10:09. Eh, ele também poderia, né? tava supondo que se ele não estava vendo o aparelho de vídeochamada que a espiritualidade traz para esses atendimentos, não é? Eh, os espíritos podem utilizar objetos, né, para para Sim, a gente tem descrição disso no trabalho mediúnico, né? Quando a gente tá fazendo o atendimento, os espíritos podem criar uma tela fluídica que mostra o passado do espírito quando ele já tem condições de entender, porque às vezes não tem. André Luiz pergunta: "Por que que não não faz ele ver o erro dele lá do passado?" E Alexandre explica para ele, não é? que é nos mensageiros que eh o espírito não teria condição de entender, que não adiantaria mostrar para ele o erro do passado, que ele não ia conseguir entender, ainda não tinha maturidade para isso. Então, quando o espírito já tem uma certa maturidade, eles podem criar uma tela fluídica com os recursos dos participantes da
, que ele não ia conseguir entender, ainda não tinha maturidade para isso. Então, quando o espírito já tem uma certa maturidade, eles podem criar uma tela fluídica com os recursos dos participantes da reunião. Ninguém tá vendo a tela, mas o espírito tá ele vê o passado dele através daquela tela ali, não é? >> Uhum. Eh, >> e é interessante a gente lembrar e é interessante a gente lembrar eh, Campete, que assim, para quem participa de grupos mediúnicos, né, e tem evidência, né, tem a capacidade de ver que nas salas mediúnicas, em conformidade com o que a espiritualidade planeja para atendimento naquele momento da reunião, você vai ter muitos equipamentos ali para serem eh utilizados dentro daquele daquele caso. né? Sobretudo quando quando os espíritos trazem aqueles outros que necessitam, por exemplo, de uma cirurgia espiritual, necessita de algum tipo de instrumento ali para ser usado. Uma outra coisa que vale a gente lembrar também é que quem lê a obra de André Luiz vai verificar que André Luiz, assim, ele vai trazer assim uma série de equipamentos que a gente não conhecia, que a gente não imaginava, né? Então ele vai colocar esses equipamentos no mundo espiritual sendo utilizado no dia a dia. Posteriormente alguns desses equipamentos a gente vai ver materializado na tela, na terra, né? Tá, a gente vai ver como o o DVD, né, as telas de computadores. Então, a gente vai ver esse processo materializado, mas André Luiz já tinha colocado lá isso sendo utilizado no mundo espiritual muitos anos, né, eh, antes, né? Então, para quem quer conhecer um pouco, né, desses equipamentos, leia a série André Luiz, né, vai ver ali que tem uma série de recursos que a espiritualidade eh desenvolve para permitir que aqueles espíritos menos eh esclarecidos possam ser ali devidamente atendido. a própria tecnologia do seletor de preces, né, é uma coisa incrível, né, porque é quando André Luiz escreve lá o seletor de prédios, a gente não imaginava ter uma internet, ter um WFi, né? E hoje quando a gente pensa assim, o
eletor de preces, né, é uma coisa incrível, né, porque é quando André Luiz escreve lá o seletor de prédios, a gente não imaginava ter uma internet, ter um WFi, né? E hoje quando a gente pensa assim, o seletor de pressa, a gente pensa no Wi-Fi, na internet, assim, olha a conexão direta. É só ligar, sintonizar que chega lá. Agora, se você não tiver uma boa conexão, não vai. Ah, então o som tá fechado. Muito interessante isso tudo, né, gente? Ah, há um estudo inclusive de reconhecimento, né, da de uma publicação feito na Europa, de reconhecimento de que André Luiz antecipou os conhecimentos relacionados com a glândula pineal, né, e outros outros eh avanços científicos uns 50 a 60 anos antes. Então, de fato, né, a como é colocado pelos espíritos a Kardec, o mundo material uma cópia da realidade espiritual, né? C >> o aqui nós temos alguns comentários. A o a Rosélia Azevedo tinha colocado que interessante esse comentário do Daniel quando fala das doses homeopáticas que levam um período maior para o organismo se apropriar das substâncias medicinais. E é interessante, não é? a a dinamização do processo que foi descoberta, não é, acidentalmente, né, pro Haneman e e que acabou, né, tendo essa essa repercussão. Kardec faz um largo estudo na revista espírita 1868 a respeito da questão da homeopatia, né, da medicina e da homeopatia. Bem interessante. Bem, então vamos ver aqui. Tem mais um comentário do Lindolfo. Eh, obra fantástica. Parece que vivenciamos a situação quando lemos o livro. Muito bem. E a Elizabeth Amorim comentou também: "Esse estudo é riquíssimo. Muito feliz pelo retorno". Muito obrigada, Elizabe. Obrigado a todos pela contribuição, os comentários. E vamos então para a nossa penúltima pergunta. Suênia, tratando das, a gente fez um salto por causa dos assuntos, tá? Da 17ª, vamos paraa 19ª também, colocando junto. E a nota de Erasto, os espíritos podem fabricar objetos. A gente já comentou sobre o assunto. Vamos ver como os espíritos eh como o espírito tornou visível objetos que não podiam
bém, colocando junto. E a nota de Erasto, os espíritos podem fabricar objetos. A gente já comentou sobre o assunto. Vamos ver como os espíritos eh como o espírito tornou visível objetos que não podiam ser vistos. Eh, >> dá para comentar mais alguma coisa? >> O que é que ele vai dizer, né? é que ele envolve esse esse objeto na matéria. Então assim, o espírito ali ele não tinha esse esse conhecimento, né, de manipulação de fluidos para explicar, né, detalhadamente. Então ele vai dizer assim: "Não, eu pego o objeto, eu envolvo ali na matéria e torno esse objeto ali eh visível, né? E aí Era vai trazer uma um esclarecimento maior, né? Então ele vai dizer, não é que ele envolve na matéria propriamente dita, né, mas que e o fluido que ele tira da matéria, né, e juntando ao fluido do perespírito do médio, né, isso vai operar essa visibilidade daquele produto, daquele elemento, né? Então é um conjunto de fluidos, né? O fluido material e o fluido animal, que é o fluido doado ali pelo pelo médio, né? Para tornar isso visível. >> Muito bem. >> OK. Vamos então agora pra 10ma questão que seria da Suênia. Vamos colocá-la pro Daniel. como o espírito introduziu objetos em uma em um ambiente fechado. Daniel, ah, >> justamente fazendo essa manipulação, né, que a Suênia relata. Nesse sentido, só que é interessante, eh, eh, fazer essa diferenciação a que a própria Sen trouxe entre criar um objeto e transportar um objeto já criado, né? No caso, a eh aqui na nas questões finais, ele faz essa diferenciação dizendo que, como a Sônia falou, ele é como se ele tirasse o fluido de cima do objeto e o objeto aparece no caso do objeto que já existe. Dos objetos criados, que são na grande maioridade às vezes feitos por espíritos mais evoluídos, eles conseguem a manipular fechados, né, eh sem a penetração de uma matéria densa e gerar esses fenômenos espírito erástico campo material. eh como com mais facilidade, >> mobilizou essa energia para que a pedra fosse parar em um outro lugar. >> Muito bem. O Carlos Campos, ele tá
a e gerar esses fenômenos espírito erástico campo material. eh como com mais facilidade, >> mobilizou essa energia para que a pedra fosse parar em um outro lugar. >> Muito bem. O Carlos Campos, ele tá indicando que o o caso que a gente falou da tabaqueira tá no item 128 aqui do livro dos médiuns, né, mais à frente. Mas não é só isso, não. Na há uma nota aqui no final desse capítulo C, né, que a gente tá fechando hoje, o capítulo 5, eh, colocando assim: "Quanto à teoria da formação espontânea dos objetos, veja-se adiante o capítulo intitulado Laboratório do Mundo Invisível". Nós vamos chegar lá que a gente já citou esse laboratório hoje aqui também. Então a gente vai trazer esse assunto, mas no nosso próximo encontro nós seguiremos com o estudo da segunda parte aqui das manifestações espíritas, o capítulo seis das manifestações visuais. Agora, noções sobre as aparições. Vamos falar um pouquinho, né, dessas aparições e a gente vai tratar os itens 100, que tem 15 perguntas dentro dele, não é, pra gente conversar aqui na semana que vem. Então, mais alguma coisa sobre o assunto? >> Acho que não. Tá, tá tranquilo. Os meninos gostariam de colocar Suen e Daniel? >> Não, acho que tá chegando né? >> Uhum. Ótimo. >> Então, nós vamos agradecer a presença de vocês, o trabalho bem feito, agradecer a todos que estiveram conosco e vamos nos preparar para a semana que vem estudando sobre as manifestações visuais e as noções de aparições. >> Organizem questões para que vocês possam interagir com os convidados que estarão conosco. Fiquem com Deus. Fiquem em paz. Somos impulsionados e motivados por um bem maior por meio da caridade e da vivência do evangelho do Cristo. Chegamos onde chegamos, conquistamos o que conquistamos. O nosso trabalho acolhe quem mais precisa. E independente da distância, nossos meios acessam lugares que antes pareciam inalcançáveis. A comunicação é chave em todos os setores de nossa sociedade e ela muitas vezes nos permitiu abraçar quem precisava de atenção em momentos de dor
eios acessam lugares que antes pareciam inalcançáveis. A comunicação é chave em todos os setores de nossa sociedade e ela muitas vezes nos permitiu abraçar quem precisava de atenção em momentos de dor e angústia. Esse trabalho é feito com muita dedicação por toda uma equipe profissional, preparada para produzir diversos tipos de conteúdos que alcançam o público. Já são mais de 4.000 conteúdos de qualidade disponibilizados gratuitamente em nossas plataformas, produzidos por comunicólogos, produtores audiovisuais, cenógrafos, editores, designers, programadores e técnicos de áudio. Toda essa estrutura só é possível graças a você, apoiador do nosso trabalho. E somos gratos por toda a sua doação até aqui. Mas este trabalho precisa continuar. Podemos acolher ainda mais pessoas. E para continuar alcançando tantos corações, precisamos de você. Por isso, mais uma vez contamos com seu apoio financeiro. Apenas com ele poderemos avançar ainda mais e continuar próximos de você. Trabalhamos pelo consolo, pelo esclarecimento e pela esperança. E sabemos que somente juntos com você poderemos fortalecer essa corrente. A Padrinha Feb TV. Estamos juntos com você através da FEB TV. Acesse doi.com.br BR e faça sua doação.
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