#16 Estudo de O Livro dos Médiuns AEE CFN/FEB - Das manifestações espíritas - Parte 8
Estudo de O Livro dos Médiuns pela Área de Estudo do Espiritismo do Conselho Federativo Nacional/FEB. Semanalmente, toda sexta-feira, às 21h30, no horário de Brasília, com transmissão ao vivo pelos canais da FEB no Facebook, FEBtv no YouTube e Facebook e Portal do Consolador no Youtube. Encontro 16 - Segunda Parte. Das manifestações espíritas. Cap. V Das manifestações físicas espontâneas. Fenômenos de transporte. Itens 96 a 98. Link de acesso ao Estudo: https://febtv.live/livrodosmediuns_c...
Vamos juntos nessa jornada de conhecimento e descoberta refletir e expandir nossos horizontes sobre a mediunidade, ampliando nossa compreensão sobre o mundo espiritual e suas belezas. Estudo de Ovre dos Médiuns pela área de estudo do Espiritismo do Conselho Federativo Nacional da Federação Espírita Brasileira. Nossas boas-vindas a todos vocês que estão conosco, aos participantes, ao Carlos Campete, vice-presidente de unificação da Federação Espírita Brasileira, a Tânia Menezes, trabalhadora do Centro Espírita Caminho da Redenção, Mansão do Caminho, coordenadora da Caravana Alta de Souza do Departamento de Infância e Juventude. da evangelização infantil do projeto Manuel Filomeno de Miranda, dirigente de reunião mediúnica e atendente fraterna em Salvador, Bahia. também nossas boas-vindas a João Cung Gold, que é um dos fundadores e diretores do Spiritist Group of New York, SNI, participante da reunião mediúnica, palestrante espírita e responsável por grupos de estudo dos livros básicos do Espiritismo e da coleção André Luiz. Bem-vindos, amigos. Muito bem, bem-vindos dois. Tânia, João, Euzita, uma satisfação estarmos juntos nessa atividade. Saudação fraterna a você que acompanha o estud esse estudo do livro dos médiuns e eh prepare suas perguntas, seus comentários e coloque aí na no chat que a gente vai aproveitando os comentários e perguntas, tá bem? Dando continuidade ao estudo então do livro dos médiuns, hoje nós vamos examinar a segunda parte das manifestações espíritas no capítulo 5 das manifestações físicas espontâneas, fenômenos de transporte, itens 96 a 98. E já vamos fazer a primeira pergunta pra Tânia do item 96. No que consiste o fenômeno de transporte? Boa noite a aos que estão neste momento nos acompanhando no estudo desta maravilhosa obra. Cumprimento também aqueles que posteriormente estão acompanhando, ao querido Carlos Campete, ao querido João Corn Gold. Agora aqui, eh, eu estou conhecendo Euzita de Melo, não tive anteriormente a oportunidade de estar contigo e respondendo
mente estão acompanhando, ao querido Carlos Campete, ao querido João Corn Gold. Agora aqui, eh, eu estou conhecendo Euzita de Melo, não tive anteriormente a oportunidade de estar contigo e respondendo ao que Carlos eh indaga a respeito do que consiste o fenômeno de transporte. Allan Kardec, ele deixa com muita clareza eh que este é um fenômeno onde é trazido para um ambiente objetos que podem ser flores, frutos, joias. E esses objetos que chegam a este ambiente inexistem neste ambiente. Este é o detalhe do fenômeno de transporte. E Allan Kardec vem falar para nós que é um fenômeno complexo, porque vai exigir circunstâncias especiais para que haja essa manifestação. Eu queria relatar uma experiência que nós ouvimos de nossos pais que ainda estão encarnados e participantes de reunião mediúnica em nossa instituição. Eles tiveram a oportunidade na década de 70 de participar de uma reunião mediúnica onde aconteceu o fenômeno de transporte. Nesta reunião, o médium é era Adivaldo Pereira Franco. E o espírito que fez eh esta mobilização de flores foi a irmã Sheila. Eh, eu falava inclusive hoje com a minha mãe porque eu ouvi este relato na época, eu era adolescente de que houve essa manifestação. Então, a irmã Sheila trouxe para a sala mediúnica, eh, tem vários integrantes desta reunião que ainda estão encarnados e começou a a trazer rosas que caíam na direção das pessoas que estavam sentadas. E o que eu estava hoje eh indagando é se o tempo que essas rosas permaneceram, né? Então, saíram com as rosas e elas murcharam eh rapidamente, mas eh ninguém erguia as mãos para poder pegar as rosas. elas iam chegando na ao ambiente e ia diretamente para as pessoas, sem fazer qualquer movimentação, elas vinham do ar, né, do da parte mais alta e ia caindo eh na frente das pessoas. Então, para o fenômeno de transporte, eh, Kardecus muito claro que é necessário a presença de um médium e de um espírito para a produção do fenômeno. Nós sabemos que existiram outros fenômenos eh de transporte em nossa instituição, não
e, eh, Kardecus muito claro que é necessário a presença de um médium e de um espírito para a produção do fenômeno. Nós sabemos que existiram outros fenômenos eh de transporte em nossa instituição, não foram muitos, mas este é um relato que eu quis trazer porque os meus pais vivenciaram este fenômeno. Então é isso, Carlos. Muito bem, Tânia. Eh, João, você quer agregar alguma coisa? Eh, boa noite a todos. É uma alegria muito grande estar aqui com vocês, com Carlos, que eu já conheço, nos conhecemos há muito tempo, Euzita, é um prazer conhecer você e a Tânia, nossa companheira de trabalho já há alguns anos no grupo da Sueli Caldas Schuber. É, eu acho que é é bom obviamente eu imagino que o pessoal sabe, mas é bom reforçar a ideia que quando nós estamos falando de transporte, nós estamos falando de trazer objetos que já existem, não é um não é a materialização de algum objeto que está no que o mundo espiritual, que o espírito materializa. Então, quer dizer, as rosas foram trazidas de um lugar pro outro que foram eh trazidas na reunião que a Tânia presenciou. Acho que é eh eu imagino que e as pessoas sabem disso, mas é importante reforçar porque uma coisa interessante, né, que perguntam na no livro dos médiuns a ao Erasto é eh se você se ele se os objetos atravessam paredes e ele fala, se tá transportando o objeto de um lugar pro outro, os espíritos não podem desintegrar o objeto e reintegrar o objeto dentro da sala. Se for criado, trazido do mundo espiritual, aí pode atravessar a parede. Então, acho que é esses são detalhes importantes quando a gente vai estudar transporte aqui para saber que nós estamos falando de transporte de objetos já existentes no mundo nosso físico material. Ótimo, João. Excelente colocação. Mas vamos entrar agora no item 97. E eu pergunto a você, este fenômeno de transporte é muito sujeito à fraude e o que fazer para evitar as fraudes? É o é um fenômeno que eu eu na época de Kardec já era sujeito a fraudes, né, quando não existia toda a tecnologia de
nômeno de transporte é muito sujeito à fraude e o que fazer para evitar as fraudes? É o é um fenômeno que eu eu na época de Kardec já era sujeito a fraudes, né, quando não existia toda a tecnologia de hoje. E hoje em dia, com todos os recursos que nós temos é é ainda mais sujeito à fraude, né? Principalmente eles falam no livro dos médiuns, os os mágicos, né? Os mágicos conseguem trazer objetos de um lado pro outro através de de ilusionismo, que não é o que o Kardec tá falando aqui, os espíritos estão falando de objeto de transporte. Então, a gente precisa tomar muito cuidado de que o fenômeno, eh, como a Tânia bem colocou, é um médium e um espírito, de que tenha ah médiuns eh sérios trabalhando nessa no fenômeno. E então o o Kardec nos recomenda que a melhor das garantias se encontra no caráter, na honestidade e no absoluto desinteresse das pessoas que obtêm tais efeitos. Então, se tem algum, se a pessoa produzindo efeito tem algum benefício, o caso dos bgos, eles têm obviamente benefícios monetários, eles cobram ingresso, eh, a gente eh descarta, como Kardec diz, é melhor eh rejeitar 10 verdades do que aceitar uma mentira. Então, na dúvida, pomos de lado e aguardamos melhores informações. Eh, o conhecimento do espiritismo, Kardec nos reforça, conhecimento esclarecido do Espiritismo nos faz mais preparados para suspeitar do que não seja eh do que seja uma tentativa de enganação. Muito bem. E Tânia, quer agregar alguma coisa a respeito do tema? Não, tá tudo bem. Muito bom. O o João respondeu muito bem e Kardecta isso, né? Onde não há o interesse, né? E então há menos chances de haver fraude, né? E então, eh, quando sempre que há o interesse financeiro, principalmente monetário, a gente fica desconfiado. As coisas do do que a gente diz, as coisas do céu, quer dizer, as coisas relacionadas com a realidade espiritual, elas não têm afinidade com nada que diga a respeito com dinheiro. Não funciona bem essa relação de jeito nenhum. Inclusive, a gente tem que rever essa
s coisas relacionadas com a realidade espiritual, elas não têm afinidade com nada que diga a respeito com dinheiro. Não funciona bem essa relação de jeito nenhum. Inclusive, a gente tem que rever essa história do dízimo aí, não é? na na porque o dízimo era do Antigo Testamento e aí a gente transportou o dado do Antigo Testamento para as religiões, né, na atualidade. E então são coisas que realmente no espiritismo não tem nada disso. Bem, então Tânia, agora a gente vai entrar é no item 98. Então, e Kardec apresenta uma mensagem de Erasto sobre a teoria dos fenômenos de transporte aqui no item 98. O que ele diz dos médiuns aptos a esse tipo de fenômeno? Eh, eu queria inicialmente falar um pouco sobre Erasto, porque a gente vê o livro dos médiuns, em vários momentos que Allan Kardec faz referência a esse espírito. Então, o espírito Erasto, ele se apresenta como discípulo de Paulo, o apóstolo. Ele se refere a ele como São Paulo e também como espírito protetor do médium, né? Então, eh, Erasto, ele tem uma habilidade em ficar em ligar os, eh, o, a, os fatos mediúnicos, com os aspectos evangélicos, com a questão da moralidade. E aí, o que é que ele vai trazer, eh, que vai destacar, eh, dos médiuns que são aptos a esse tipo de fenômeno? Conforme Carlos eh está indagando, ele vai usar a palavra sensivo, médios a que chamarei de sensivos, não é que seja uma categoria diferente de médios. A primeira eh colocação que a gente precisa pensar é o médium, ele é um sensitivo. Agora, para este tipo de fenômeno, que é o fenômeno de transporte, esta sensibilidade, ela precisa estar mais aguçada. Então, a palavra semintivo aqui é usada por Erasto para referir a sensibilidade que é dilatada ou destacada de certos médiuns. Tem médiuns que são extremamente sensíveis. Sensíveis a quê? Sensíveis a ambiente, sensíveis a pessoas, sensíveis à a determinados assuntos. Então, Erasto vai dizer que a depender da sensibilidade do médium, aquele que é dotado no mais alto grau das faculdades mediúnicas de
mbiente, sensíveis a pessoas, sensíveis à a determinados assuntos. Então, Erasto vai dizer que a depender da sensibilidade do médium, aquele que é dotado no mais alto grau das faculdades mediúnicas de expansão e penetrabilidade. Então isso é que vai destacar esse médium, que vai eh permitir aos espíritos que eles possam utilizar de um sistema nervoso que é facilmente excitável. E esses tais médiuns vai permitir que o espírito, pela sua vibração, possa penetrar o fluido animalizado que mais adiante a gente eh entende que é o ectoplasma. Então, a depender da sensibilidade do médium, mas ele vai liberar este fluido ectoplasmático. Então, o sistema nervoso destas pessoas, destes médiuns, capacita para a produção destes fenômenos. E o que que nós queremos destacar aqui? É claro que eh aprendemos quando estudamos mediunidade que o médium ele é preparado no mundo espiritual para poder desempenhar esta tarefa. Quando nós vamos a André Luiz, nós encontramos lá no livro Os Mensageiros, no capítulo 10, fazendo referência, André Luiz vai lembrar de um espírito desencarnado que foi médium quando esteve na sua experiência no corpo, que é Joel. E Joel, ele foi preparado eh para o exercício mediúnico e ele próprio relata: "A minha tarefa mediúnica exigia sensibilidade mais apurada. É o que talvez eh haja essa essa conotação com que Erasto tá trazendo nessa mensagem. E quando Joel se comprometeu com o serviço mediúnico, ele foi ao Ministério do Esclarecimento e aplicaram a ele um tratamento especial que fez com que aguçasse as suas percepções. Então, ele necessitava de condições mais sutis para os futuros deveres. Então ele teve a sua sensibilidade dilatada, ampliada. E aqui a gente vê que de fato, André Luiz, eh, vamos imaginar na década de 40, os mensageiros 40, 50, e traz essa mensagem no ano de 1860. Então, o que disse Joel, né, aí voltando à explicação que ele próprio traz, eh, que ele, ao invés de auxiliar os outros com essa percepção mais aguçada que ele foi preparado, ele utilizou a benefício
Então, o que disse Joel, né, aí voltando à explicação que ele próprio traz, eh, que ele, ao invés de auxiliar os outros com essa percepção mais aguçada que ele foi preparado, ele utilizou a benefício próprio, porque ele tinha as visões das vidas passadas e ele sabendo do da sua existência pregressa. Ele passou a ter curiosidade de estar investigando os fatos da sua existência. E na casa espírita, ele era convidado ao trabalho, mas ele não tinha tempo. Então ele se afasta da doutrina espírita e devido a este desequilíbrio, ele foi submetido a um tratamento magnético de eh longo curso. Então, Erasto, ele segue ainda falando a respeito disso, dizendo que essas naturezas impr impressionáveis, as pessoas cujos nervos vibram a menor impressão, a mais insignificante sensação, as que a influência moral ou física, interna ou externa sensibiliza, são muito aptas a se tornarem médiuns para o efeito físico de tang tangibilidade e de transporte. Então, André Luiz, ele vai confirmar que não é por acaso que a pessoa reencarna com mais sensibilidade. E a ampliação desta percepção, onde é que vai acontecer? no cérebro perespiritual, na epífese, na glândula pineal, que vão ocorrer esses tratamentos para poder ampliar esta percepção mediúnica do indivíduo e elevar a sua sensibilidade para que ele seja útil nesta nesta faculdade a que se propõe, né? E aí, eh, Erasto vai dizer que, eh, as questões morais físicas, elas têm a sua importância e o médium, ele, de fato é hipersensível a tudo. Porém, para o fenômeno de transporte ele tem que ter essa sensibilidade bem mais apurada. Então, seria mais ou menos isso, esse sistema nervoso com um preparo especial para que esta sensibilidade mais apurada possa oferecer os recursos indispensáveis para o fenômeno do transporte. Muito bem, Tânia. João quer algo mais colocar em torno dos médiuns aptos ao fenômeno de transporte? Eh, eu acho que é interessante como eh nos fala que é é um médium, né? E a gente acho que a gente tem que refletir por um médium, porque o a gente talvez a
dos médiuns aptos ao fenômeno de transporte? Eh, eu acho que é interessante como eh nos fala que é é um médium, né? E a gente acho que a gente tem que refletir por um médium, porque o a gente talvez a conclusão seja de que o obviamente o uso do ectoplasma produzido pelo médium é o que o que possibilita ao espírito o o fenômeno do transporte. Eh, com mais de um médium, com mais de um médium doando ectoplasma, eu imagino que a dificuldade do transporte seja talvez a combinação do dos ectoplasmas diferentes, né, que o fenômeno de transporte se eh se caracteriza pela utilização específica de do ectoplasma de um médium. Isso. Ótimo. E continuando, João, há dificuldades para produção e pode haver interferência nesse tipo de fenômeno de transporte? Eh, sim. Eh, obviamente, como a gente mencionou aqui, a Tânia mencionou, como você precisa de um médium específico e um médium com mais sensibilidade mais apurada, e, eh, essas reuniões eh são sujeitas à interferência das pessoas que podem estar lá com outros motivos e isso pode dificultar e dificulta a produção do fenômeno. e como também no uma sessão de materialização por espírito se materializar. Se vocês se lembram no livro Domínios da Mediunidade, quando o André Luiz vai assistir uma sessão de materialização, que ele fala eh do trabalho dos dos espíritos para controlar os pensamentos dos presentes, em que a reunião se tornou eh extremamente difícil e, se não me engano, não foi bem sucedida. Eh, é a mesma coisa aqui. A presença de algumas pessoas antipáticas a ao trabalho que está sendo feito, ao médium, ao espírito, torna isso mais o o torna o fenômeno muito mais difícil. Eh, os fenômenos de transporte, ele nos diz também, Erasto, que reclama maior concentração, maior difusão de certos fluidos que só podem ser obtidos com médiuns superiormente dotados, ou seja, que tenham melhores condições. Então, eh, é importante e eu imagino que também é uma pergunta que pode ser gerada, por que que não ocorre frequentemente esse tipo de fenômeno, né? E o Herasto nos
eja, que tenham melhores condições. Então, eh, é importante e eu imagino que também é uma pergunta que pode ser gerada, por que que não ocorre frequentemente esse tipo de fenômeno, né? E o Herasto nos fala da dificuldade de produzir esse fenômeno. Eu acho também que eh a gente quando a gente reflete sobre o desenvolvimento do Espiritismo, a gente vê muito desses fenômenos ocorrendo no século passado, né, no século XX, na década de 40, na década de 50. A gente sabe que o Chico, a uma certa altura, Emanuel falou pro Chico parar com os fenômenos de efeitos físicos, porque ele queria que focasse nos livros, porque os livros ficam, os fenômenos eh não ficam, né? É uma brincadeira que eu sempre faço no nosso grupo quando perguntam por que não tem mais fenômenos de efeitos físicos, por que que não se materializ materializam espíritos no meio das reuniões. Eu eu brinco que se materializasse um espírito no meio de uma reunião, metade das pessoas saiam correndo e a outra metade ficava fascinada e depois quando contasse pro vizinho, o vizinho ia não ia acreditar. Mas um livro fica para sempre, né? Um livro é uma é um tesouro que a gente pode sempre utilizar. Microfone quer fazer algum comentário, Sim. Eu queria só trazer dois aspectos em relação a isso. Um é da dificuldade de eh acontecer esse fenômeno eh num público geral. Geralmente eles ocorrem no recinto mais restrito, eu acredito até por conta dessa própria vibração no ambiente mais aberto. Isso em termos de vibração, como o João trouxe a questão da concentração, que é indispensável para a produção do fenômeno. E uma outra coisa pontuada aqui por Erasto é que a presença de pessoas antipáticas ao espírito pode também dificultar a produção do fenômeno. E aí eu fiquei pensando, né, que eh geralmente um grupo ele eh conforme diz Kardec, uma reunião deve ter eh pessoas que se estimem e nem sempre no grupo existe essa estima entre as pessoas, mas ele vai falar do espírito que eh tem ali naquele ambiente a presença de pessoas que não lhe são
eunião deve ter eh pessoas que se estimem e nem sempre no grupo existe essa estima entre as pessoas, mas ele vai falar do espírito que eh tem ali naquele ambiente a presença de pessoas que não lhe são afins. E geralmente o espírito quando e ele vem produzir esse esse fenômeno no conjunto com o em conjunto com o médium, existe uma afinidade para a produção. Isso é óbvio que o próprio fenômeno mediúnico ele ele precisa de uma aproximação que é a afinidade, mas a presença dessas pessoas que não são afins, elas vão eh elas vão talvez trazer dificuldades. E aí você para e pensa como é que nós criamos uma afinidade com pessoas que eh aparent apresentam eh comportamentos que nos afastam, que nos intimidam e que você precisa se trabalhar já que você está participando de um de um trabalho que requer esta afinidade. Então isso nos chama atenção. É preciso desfazer desafetos. Isso não é compatível compatível no trabalho mediúnico. Uhum. Muito bem. É aquela questão da homogeneidade proposta por Allan Kardec, né? As condições para um trabalho mediúnico equilibrado, uma base comum de conhecimento, que todo mundo conheça do que se trata, não é? e a homogeneidade do grupo, né? Muito bem. É aquilo que ele coloca, salvo engano, na na no item 331, a reunião é o 331 332, né? Cuas qualidades e propriedades são as de seus membros e forma como que um feixe. Ora, esse feixe muita eh muito muito mais força terá quanto mais o homogêneo for. Então esse trabalho deve ser constante em busca, eh, não é que todo mundo se ame, mas que tenha estima, né? E isso a gente vai eh aprimorando com a convivência. É isso aí. Aí nós vamos paraa nossa pergunta cinco, Tânia. Quando Erasto fala em fluido pelirítico, Kardec faz uma nota ao pé da página. O que ele explica nessa nota? É interessante que eh quando a gente vai fluido perespirítico, eh eh nós ouvimos falar de perespírito o tempo inteiro, mas fluido perespirítico não é comum. Então, qual a explicação de Erasto que o espírito, que os espíritos, quando eles querem trazer uma ideia nova
eh nós ouvimos falar de perespírito o tempo inteiro, mas fluido perespirítico não é comum. Então, qual a explicação de Erasto que o espírito, que os espíritos, quando eles querem trazer uma ideia nova para eh a qual essa ideia não tem em nossa linguagem um termo específico, então vai criar, né, palavras novas que sejam derivadas de outras já existentes na mesma língua ou não. Então ele diz que os termos eletromedio, perespirítico, não é invenção dele, que aqueles que o criticaram por haver criado os termos espírita, espiritismo, perespírito, podem fazer a mesma crítica aos espíritos. Ou seja, Era está dizendo, eh, tudo isso que vocês estão vendo, eh, são os espíritos que estão trazendo. E, é claro, quando a gente vai parar e pensar, deve ser difícil para os espíritos traduzirem aquilo que eles já estão muito mais à frente do que nós, para que seja compreensível para nós. Então, nós precisamos também estar eh aí eu vou para as mensagens da benfeitora Joana deângeles, que traz palavras que são palavras comuns do nosso vocabulário e que em alguns desses livros tem o mini dicionário na lateral da página para que a gente possa estar entendendo o que é aquele termo. Então, e essa nota de rodapé que Kardec nos apresenta é exatamente para poder dizer esse termo não sou eu que tô criando, não. São os espíritos que trazem e buscam uma aproximação com palavras que são da nossa linguagem. E aí vai ficando mais fácil. Eu acho, Carlos, que é por isso que algumas pessoas elas dizem, elas ainda eh referem dificuldades no estudo do livro dos médiuns, talvez, né, por eh ter esta linguagem, esses termos e não ser eh algo do cotidiano do nosso da nossa existência, né? Mas hoje eu acho que a dificuldade é menor. No passado era muito pior. Você vê, né, quantas pessoas hoje elas se interessam pelo estudo do livro dos médiuns. Cresceu muito. É, é interessante. A gente que trabalha para divulgar o espiritismo aqui fora do fora do Brasil, né, onde é muito pouco conhecido. Eh, na verdade são
m pelo estudo do livro dos médiuns. Cresceu muito. É, é interessante. A gente que trabalha para divulgar o espiritismo aqui fora do fora do Brasil, né, onde é muito pouco conhecido. Eh, na verdade são brasileiros, é uma grande diferença brasileiros levando o espiritismo para fora. Eh, quando a gente tem esses termos que não são comuns, né, o perespírito é um é um termo eh, a gente tem sempre que explicar, né, o conceito, explicar o termo. Eu lembro quando a gente começou a a dar passe, eh, a palavra passe até existe aqui, mas ninguém sabe o que que é, ninguém conhecia. Depois a gente acabou descobrindo que já existia na literatura de Andrew Jackson Davis da do do fim do século passado, mas quando a gente mudou primeiro paraa Inglaterra, no Inglaterra eles falavam spiritual healing, que não é bem o que é passe, né? Eh, position ofs, spiritual healing. E aí quando a gente veio para cá, a gente começou a usar o o termo passes em inglês, peces que existe, né? Mas aí você tem que explicar, ou seja, Kardec no começo do livro dos espíritos fala ideias novas, termos novos. Então, eh, quando a gente tava falando com o americano na na época da discussão do passe, ele falou: "Vocês trazem a palavra, usam a palavra, diz o que que é e pronto, todo mundo começa a usar". Esse tem que ser por aí o caminho, né? Então, acho que é isso, é no no fluido perespíritico perespirítico que que Erasto nos traz aí. A gente tem que aprender o que é e vamos, se não temos termos melhores, vamos com esse. Bem, muito bom, Tânia e João. Nós vamos agora paraa nossa questão número seis, mas às 21:41 a Larissa Barbosa perguntou por os fatos de transporte ficarão excessivamente raros. Está contemplado essa dúvida, Larissa. na questão que o João vai responder agora, porque na sequência nós continuamos trabalhando ainda sobre as dificuldades para a produção dos fenômenos de transporte. E Erasto diz que, em geral os fatos de transporte são e continuarão a ser raros. João, explique, por gentileza e vai contemplar a dúvida de Larissa.
ldades para a produção dos fenômenos de transporte. E Erasto diz que, em geral os fatos de transporte são e continuarão a ser raros. João, explique, por gentileza e vai contemplar a dúvida de Larissa. É, eu eu acho que a gente a gente já abordou um pouco da dificuldade, né, de de tudo que cerca o fenômeno de transporte. Você precisa ter um médium extremamente sensitivo com com a capacidade médium de efeito físico. Isso é uma coisa importante também. Eh, eu acho que hoje em dia, eh, pelo menos do do meu conhecimento, a gente tem muito mais médiuns de efeitos e inteligentes do que médiuns de efeitos físicos, né? A gente mesmo no nosso grupo tem uma médium de efeito físico. Nesses 20 anos que a gente trabalha no grupo mediúnico, 25, tem uma médium de efeito físico que americana que veio, começou a trabalhar conosco faz uns 5, se anos antes não tinha nenhum. Eh, então essa é a primeira eh dificuldade. A maioria dos médiuns que nós vemos por aí hoje em dia eh são médiuns de efeitos eh inteligentes. Nós conhecemos obviamente Divaldo e Chico, que são médiuns de tudo, então a gente fica mal acostumado, mas na verdade a maioria dos médiuns tem as suas mediunidades ou psicofônicas ou psicográficas ou algumas mediunidades de de outros tipos, mas de efeitos físicos são mais raros. Além do médium já ser raro, ainda você precisa ter um médium de efeito físico com uma sensibilidade ah extra, como a Tânia explicou, que permita ao espírito utilizar esses fluidos do médium, ah, combinar com o fluido perespíritico dele, para que se misture, se combine e para que possa fazer o transporte. E além de tudo, você precisa ter condições eh ideais do grupo para permitir o fenômeno. Então, como a Tânia mencionou, não pode ser uma reunião aberta, porque torna isso muito mais difícil, mesmo numa reunião fechada, aqueles que participam de reunião mediúnica sabem da dificuldade de você se concentrar todo o tempo. é muito comum, eh, principalmente quando você tem problemas, eh, particulares ou quando você é novo, você
s que participam de reunião mediúnica sabem da dificuldade de você se concentrar todo o tempo. é muito comum, eh, principalmente quando você tem problemas, eh, particulares ou quando você é novo, você se distrai na reunião mediúnica, eh, deixa de dar o suporte necessário pro fenômeno. E por fim, ah, eu acho também que o, a importância do transporte em relação a outros fenômenos mediúnicos mais duradouros e mais eh efetivos para a divulgação da eh do espiritismo, levam a esse fenômeno a ser um fenômeno raro, eh excepcional, que eu acho que quem tem a oportunidade de de de presenciar como os pais da Tânia tiveram, eh tem que ter uma apreciação eh bastante grande por isso. E o o Herasto nos diz em 1860, são e continuarão a ser raros. Estamos nós aqui 170 anos depois e sabemos que são raros e são cada vez mais raros, né? Eh, são é por tudo isso, né? Eu queria só eh trazer algo também eh em relação a isso de ser raro. Tá ouvindo? Pode pode seguir, Tânia. Eu tive um probleminha aqui, mas eu acho que foi o meu computador. Pode falar. Ah, tá. Eh, em relação ao desgaste, que é o fenômeno. Então, isso também é apontado com o herasto, né? Porque como é um fenômeno eh e se utiliza até a expressão muito material, porque para a produção, né, desse transporte exige a energia. E a gente tem que pensar, né, que essa energia é uma combinação de fluidos, é uma combinação, né, desse fluido animalizado que é o ectoplasma, com a energia dirigida pelo espírito. E aí a gente vê a mobilização da vontade que entra, né, eh, para a produção deste fenômeno. Mas tem algo que a gente precisa pensar é que para transportar e isso João trouxe quando ele complementou a primeira pergunta, eh, não é materializar e sim trazer algo de um lugar que já existe, que é material. Então, para poder fazer esse transporte, você tem que tornar aquilo invisível no deslocamento que você vai ser. Isso exige também eh essa energia material. Então, há esse desgaste. E aí eu digo, eh, o preparo deste médium é um preparo
porte, você tem que tornar aquilo invisível no deslocamento que você vai ser. Isso exige também eh essa energia material. Então, há esse desgaste. E aí eu digo, eh, o preparo deste médium é um preparo claro, né? Todos os médiuns e todos nós somos preparados antes de reencarnar para exercer as funções a que nos destinamos. Mas em especial, né, eh, esse preparo, ele tem um componente diferenciado que é exatamente a que se destina, tem uma função. É mais raro, eu diria assim, que talvez no passado tivesse a necessidade de eh das pessoas acreditarem mais na existência dos espíritos, nos fenômenos. Hoje a crença não necessariamente precisa a pessoa se tornar crédula porque está vendo o fenômeno, né? Então tem se tornado mais raro também nessa nesse sentido. Eu não preciso mostrar o fenômeno para poder mostrar que existe a presença espiritual. Uhum. Muito bem. A gente vai voltar esse assunto ainda, né? E Tânia, Erasto diz que os espíritas seguramente compreendem o que ele está explicando, o que ele comenta e o que diz sobre os incrédulos e os sábios. É interessante, Carlos, que eh ele não tem qualquer preocupação de convencer e ele também vai dizer que não vai se ocupar nesse sentido, né, que eh as evidências chegarão para estas pessoas e essas evidências farão com que os que hoje são incrédulos, eles se tornem incrédulas, né? então vão se convencer e outros fatos, né? E isso a gente pode até pensar no que nós lá no passado não acreditávamos e que talvez com a nossa ampliação da consciência, ampliação da percepção, passamos a acreditar. Então, Eraso não se ocupa, ele não, digamos assim, ele não perde tempo em querer provar nada para aqueles que são incrédulos e deixa que eles próprios, no decorrer da sua existência vão acontecer coisas que eles se convencerão de que, de fato, aquilo é um é um fenômeno, não é uma ilusão. Obrigada, Tânia. João, se você quiser complementar, mas já colocando do que fala Erasto no primeiro parágrafo do resumo. Eh, o Herastro nos diz que os fenômenos
o é um é um fenômeno, não é uma ilusão. Obrigada, Tânia. João, se você quiser complementar, mas já colocando do que fala Erasto no primeiro parágrafo do resumo. Eh, o Herastro nos diz que os fenômenos de tangibilidade são frequentes, mas o de transporte são muito raros, porque são difíceis de se realizar nas condições, as condições que os produzem, como a gente já discutiu aqui. Então ele diz que nenhum médium pode dizer que a tal hora, a tal momento, a tal hora. Eu vou trazer uma um objeto aqui para vocês, porque não depende só do médium. Muitas vezes o próprio espírito não está pronto para executar o trabalho, não está preparado por diversos motivos para fazer a parte dele. Então, eh, é um fenômeno que precisam de uma combinação de fatores que torna eh bem mais difícil. Isso é o que ele nos fala. fenômenos de tangibilidade são materialização de de objetos, não transporte, eh produção de fenômenos assim físicos, de barulhos, de eh o que o que começou o espiritismo, dos barulhos, das das batidas da da das mesas girantes. Esses são fenômenos de tangibilidade. O fenômeno de transporte que envolve eh fazer um objeto desaparecer de um lugar e trazer para o outro, as condições são muito mais difíceis de acontecer. É isso que ele nos fala no resumo. Muito bem. Eu queria, eu queria só, só eh, não seria uma complementação, mas quando Erasto comenta, né, de que vai dizer que tal dia, tal hora, isso a gente pode ampliar para outras áreas da mediunidade que não somente de transporte, onde nós ouvimos anunciar em determinadas instituições que tal dia vai ter a presença do Dr. Bezerra de Menezes, tal dia vai ter o trabalho de tal espírito. Então, em verdade nós não podemos anunciar porque os espíritos eles não estão à nossa disposição. Nós é que temos que nos colocar à disposição para que eles venham. Então, eh, eu, eu achei que esta colocação, ela poderia se ampliar para o exercício da mediunidade como um todo, eh, e não ficar anunciando propostas de trabalho com determinados
para que eles venham. Então, eh, eu, eu achei que esta colocação, ela poderia se ampliar para o exercício da mediunidade como um todo, eh, e não ficar anunciando propostas de trabalho com determinados espíritos que chamam e que enchem. Eu não sei a realidade onde vocês eh vivem, mas a gente vê aqui em nossa cidade, né, anunciar tal dia, tal médium vai receber determinado espírito. E aí, ó, como as pessoas vão em busca, né, da cura do corpo, que esse e o fenômeno, né, eh, vai em busca daquilo que eles que estão inquietando e que acha que com aquela presença vai trazer a cura. Não, eh, não tirando a crença das pessoas, não é isso. Mas a gente precisa eh compreender que eles não chegam porque nós anunciamos, eles chegam porque o ambiente está está preparado e tem médiuns que estão preparados para poder recebê-lo. e Tânia, eh, eles eles têm livre arbítrio, né? Então eles poderão justamente não comparecer porque foi anunciado que eles viriam sem ter combinado com eles, né? Então, eh, é impressionante. A gente tem que tomar muito cuidado com isso, porque nós não estamos lidando com seres passivos, somos nós do outro lado. Então, como aqui a gente recusaria um convite que a gente não tem condições, de repente tem até outro compromisso, não vai poder estar, os também, como é que a gente sabe da programação deles, dos trabalhos que eles têm e tudo mais, né, para ficar fazendo programação para eles comparecerem. É bem complicado, né? E aí a gente pensa, a gente pensa, Carlos, desculpe, eh, Zita, eh, em relação a tantas atividades que nós desconhecemos, que eles realizam, né? Eh, nós sabemos que um espírito, a exemplo do Dr. Bezerra de Menezes, ele tem um número enorme de espíritos que atendem em seu nome. Então, não necessariamente será Dr. Bezerra de Menez quando nós anunciamos. Mas é claro que se nós nos preparamos, nós estaremos aptos para receber ele ou alguém da sua equipe que atende em seu nome. Mas tudo isso precisa de um trabalho que é íntimo, de um trabalho que é a
s. Mas é claro que se nós nos preparamos, nós estaremos aptos para receber ele ou alguém da sua equipe que atende em seu nome. Mas tudo isso precisa de um trabalho que é íntimo, de um trabalho que é a transformação moral, de um trabalho que é domar as más inclinações. Nós falamos de dois pontos que Allan Kardec fala de que reconhece-se o verdadeiro espírita, mas que são pontos que os médiuns precisam se trabalhar para que cada vez mais eles estejam suscetíveis de receber as esferas eh superiores no exercício da mediunidade. O médium não é só para receber o espírito sofredor. Já que estamos falando de de um tipo de mediunidade que é a a e o médio de transporte, é preciso que a gente sempre lembre deste trabalho que o médium precisa estar fazendo no seu dia a dia, educando a mediunidade para poder torná-la cada vez mais eh para que ele seja cada vez mais um instrumento dúctil para que os espíritos se utilizem da sua faculdade para produzir o que seja favorável para a vida daqueles com os quais ele está eh eh oferecendo os seus recursos no trabalho mediúnico. Ô Euzita, como eh a pergunta agora seria pra Tânia, mas eu vou te sugerir colocar uma pro João da do público, né? A gente volta paraa Tânia, mas antes o Flávio Moraes comentou e a proposta da doutrina é colaborar com a evolução do ser humano, não o show, não é? Não tem necessidade ter o show. Aí vamos ver aqui. A gente pode colocar eh para o o João responder essa aqui. Euzita. Podemos. Agora eu queria só acrescentar uma coisinha no que estava sendo comentado antes. O Chico sempre colocava em relação às possibilidades das manifestações que a gente não esquecesse que o telefone toca de lá para cá e não daqui para lá. Então quer dizer, existe uma autonomia, então os espíritos não se submetem às nossas vontades. É o contrário, né? Então João, vamos trocar aqui, ó. Por essa isso. OK, João. O que é o fluido vital indispensável à produção de todos os fenômenos mediúnicos? O fluido vital é indispensável à existência física, né? Desde as plantas
amos trocar aqui, ó. Por essa isso. OK, João. O que é o fluido vital indispensável à produção de todos os fenômenos mediúnicos? O fluido vital é indispensável à existência física, né? Desde as plantas até os animais até até nós, seres humanos, é o que nos possibilita ter vida física. Uhum. Eh, são, é a energia que possibilita o os desde as plantas aos animais aos seres humanos terem a eh vida, eh, vida física. Eh, todos os seres, todos então todos os encarnados eh que estão aqui no planeta Terra, desde as plantas dos animais e nós carregamos um uma certa quantidade de fluido vital que nos permite viver. Eh, quando uma das características da da morte do corpo físico é o esgotamento do fluido vital, eh que dependendo de quando a pessoa, uma pessoa que desencarna já com bastante idade, o fluído vital praticamente se acabou. uma pessoa que desencarna cedo pode ter bastante fluído vital ainda que aí os espíritos têm que dispersar ou que são aproveitados pelos espíritos inferiores. Aí daí surgiu o vampirismo. Então o fluído vital, que também é parte da produção ectoplasma, é um derivado do fluído vital. Eh, e tanto que eh existe também eles os espíritos utilizam para fenômenos de materialização, hectoplasma de humanos, de plantas, de animais, se precisar, mas obviamente dos médiuns em maior quantidade, eh são derivados do fluído vital. Então, o fluído vital é o que faz nós estarmos vivos. Muito bem, Tânia. Eu queria só complementar com relação eh a à pessoas que estão prestes a desencarnar por questões de saúde e que é feita uma avaliação no mundo espiritual para permanência e aí ela vai receber este fluido vital semelhante a uma transfusão sanguínea para que ela permaneça mais tempo. tempo, então é dada uma moratória e esse fluido vital é retirado de um encarnado de elementos da natureza e como se tivesse uma máquina de transfusão. retirado do próprio indivíduo, aquela energia que não está sendo favorável para ele, passa por esse aparelho em conjunto com a energia que ele recebe do
za e como se tivesse uma máquina de transfusão. retirado do próprio indivíduo, aquela energia que não está sendo favorável para ele, passa por esse aparelho em conjunto com a energia que ele recebe do encarnado e dos elementos da natureza que são colocados para a doação desse fluído vital. Nós vamos, estamos com um bocadinho de perguntas do nosso público, né? Nosso tempo tá ficando estreitinho. Então, Tânia, o que os espíritas precisam lembrar segundo Erasto? ainda no item, o que os espíritas precisam lembrar, eh, ele vai falar em relação a essa questão que, eh, se os fenômenos do além túmulo nós repelimos, é também preciso pensar, vamos aceitar cegamente? Não. Então tudo Kardec Erasto vai dizer que é preciso fazer um exame minucioso. Por exemplo, chegou um objeto na sua na chega um objeto na sala, aquilo é mesmo eh um fenômeno de transporte ou alguém produziu, alguém levou aquele objeto? Então, se a gente não vai eh confiar cegamente, nós também não podemos estar repelindo. Então, ele vai dizer que é preciso examinar e que o espiritismo ele não tem nada a ganhar com essas pequenas manifestações. Então, podem acontecer ou não, porque nós já nós espíritas já acreditamos nos fenômenos, na existência eh da alma, na sobrevivência. Então, não precisamos desses fenômenos para a nossa crença. É isso, João. Erasto não pensa que os fenômenos são úteis para convencer os incrédulos? Sim. Eh, ele nos recomenda falai ao coração, por aí é que fareis maior número de conversões sérias, entendeu? Porque o fenômeno, como eu disse lá atrás, o fenômeno físico pode impressionar as pessoas, mas o fenômeno físico faz alguma mudança na pessoa? Na maioria dos casos não. Ela fica impressionada, pode passar a acreditar se não acreditava, realmente existe o mundo, o mundo espiritual, realmente existe alguma coisa do outro lado. Mas isso serviu para ela melhorar em alguma coisa. A evolução moral da pessoa em alguma coisa ajudou. Então, eh, o mais importante, como ele fala, falar ao coração, ser servir de exemplo
o outro lado. Mas isso serviu para ela melhorar em alguma coisa. A evolução moral da pessoa em alguma coisa ajudou. Então, eh, o mais importante, como ele fala, falar ao coração, ser servir de exemplo eh para eh outras pessoas, pelo menos para instigar a curiosidade das pessoas, por que essa por estamos fazendo o que estamos fazendo, né? Como disse Francisco de Assis, vai, saia e pregue e se precisar use palavras. Ou seja, o exemplo é o que realmente eh faz a diferença. Então, acho que é isso é que Erasto eh mencionava aqui, os fenômenos. Então, eh, podem ser relativamente úteis, mas não são importantes. O mais importante, realmente, é o coração. Bem, nós temos nove perguntas do nosso público, então nós temos que ser pontuais, né, tanto quanto seja possível, sem deixar de esclarecer naturalmente. Rosilene Barbosa nos coloca o seguinte: "Boa noite. O desdobramento onde o espírito se separa temporariamente do corpo pode ocorrer em conjunto com o transporte de objetos ou do próprio médium? Eh, boa noite, Rosilene. Eh, uma coisa é o desdobramento, outra coisa é o fenômeno de transporte. Para correr o transporte, nós já deixamos aqui eh as nossas considerações. É necessário que haja a presença de um espírito e de um médium. Se o médio está em desdobramento, ele pode produzir um fenômeno de transporte, não é? compatível, mas ele em desdobramento precisa da atuação do espírito. Não é só o médium que produz o fenômeno. Eh, temos aqui, eh, Carlos, o fenômeno de cheiro de perfume sentido por apenas um médium é efeito físico, João. Olha, eh, normalmente quando os os fenômenos de efeito físico são vistos, ouvidos, presenciados por todos os presentes. Se só o médium tá sentindo o perfume, é um, é uma característica do médium. O médium tá sentindo o perfume por alguma razão específica a ele. Ah, não, não diria que é um fenômeno de efeito físico. Muito bem. Eu queria só trazer uma experiência rapidinho eh das nossas reuniões mediúnicas com a presença do querido tio Divaldo. em alguns momentos da reunião
iria que é um fenômeno de efeito físico. Muito bem. Eu queria só trazer uma experiência rapidinho eh das nossas reuniões mediúnicas com a presença do querido tio Divaldo. em alguns momentos da reunião eh de algumas reuniões, os os participantes, eu que não sou médio ostensiva, sentia cheiro de perfume de flores, de rosas, eh perfume que isalava, por exemplo, não era comum a presença da irmã Sheila, mas quando ela ia, o cheiro de éter se espalhava, que todo mundo sentia. Então, não necessariamente só o médium vai, né? Isso se espalha pelo ambiente. Então, tivemos muitas oportunidades, eu tenho décadas de de experiência em reunião mediúnica de estar eh sentindo cheiros variados, né, nas reuniões. E a Roseline Barbosa fez uma pergunta relacionada com o assunto. Algumas pessoas falavam que quando o Divaldo fluidificava a água, a água ficava com cheiro. Isso seria fluido? Sim, acontecia com o Chico também, não é? É, é uma expansão perespiritual, como a gente diz, do médium. E aí os espíritos manipulam para produzir o cheiro que fica impregnado, né, no lenço, na água, na mão às vezes, não é? Ótimo. Euzita. Eh, o médium precisa estar com boa saúde física para atender os espíritos. Isso é indispensável. É indispensável estar com a saúde física, inclusive para poder integrar o trabalho mediúnico, porque senão ele vai precisar ser isolado, né, daquele trabalho, porque ele não vai estar em condições de oferecer os bons pensamentos. A saúde vai eh prejudicar a concentração a depender do que seja esta saúde física. É, mas só um detalhe aqui, pode falar, pode falar. acrescentando uma coisa, eh, precisa, o médium precisa tomar cuidado se as perturbações físicas dele não são relativas a espíritos que já estão se conectando e que vão se manifestar na reunião mediúnica, porque senão tem, eu tenho, tem médiuns que falam, eh, eu também, que nem a Tânia, eu não sou médium extensivo, eu sou dialogador. Eh, médiuns que falam que desde o dia anterior estão sentindo presença, sofrendo, passando mal, não dorme
uns que falam, eh, eu também, que nem a Tânia, eu não sou médium extensivo, eu sou dialogador. Eh, médiuns que falam que desde o dia anterior estão sentindo presença, sofrendo, passando mal, não dorme direito à noite, etc. Então, se você usa essa justificativa para não ir na reunião mediúnica, você tá deixando de fazer o trabalho. Mas sim, além tirando isso, precisa estar em saúde física boa, senão vai prejudicar o grupo. Isso tem que tomar cuidado. Eh, eu, eu tenho mediunidade ostensiva, então às vezes acontecia, não só no dia anterior, mas três dias anterior, já começava a sentir variações, não é? às vezes de humor, inclusive, eh, ou até sentir leves, dor de cabeça. Então, a pessoa tem uma dor de cabeça e ah, não vou no trabalho mediúnico, provavelmente o espírito tá precisando de atendimento, ele não vai lá, não é? Então, tem que tomar muito cuidado. A enfermidade aí é a questão, né? Eh, que que, vamos dizer, a pessoa tem uma enfermidade, algo que é e diagnosticado e tudo mais, aí é que precisa examinar, né? Mas uma coisa ocasional, aí a pessoa vai perguntar: "Mas se eu tiver com gripe, eu devo isso?" Espera aí, vai contaminar todo mundo na sala, uma sala vai ficar fechadinha, não é conveniente, não é? Hoje tem máscara, tudo isso para evitar, não é? Que a gente usa e tal, mas agora o John, essa aqui é para você. Tem médium de passagem? Oi, Janete. Eu não sei o que é médium de passagem. Eu preciso da ajuda de vocês. É, vamos lá, né? Eh, gente, existe uma uma situação, né, que eu não sei se ela tá se referindo a isso, que os médiuns ficam todos e aí o doutrinador ele os vai dizendo, eh, o, o espírito vem, ele passa, passa, passa, passa, passa e vai mandando os espíritos embora. Só precisa passar pelo médio. Eh, Janete, com toda a sinceridade e bem diretamente, folclore, tá bem? Isso não existe não. Isso é criação, não sei de quem, não sei quando, mas não tem nada disso na codificação espírita. Eu não sei se ela se referiu a isso, né? Provavelmente sim. Vamos à outra então,
? Isso não existe não. Isso é criação, não sei de quem, não sei quando, mas não tem nada disso na codificação espírita. Eu não sei se ela se referiu a isso, né? Provavelmente sim. Vamos à outra então, aqui. Vamos. É, a Corina abre. Esse assunto é tão interessante. Devemos lembrar que os espíritos também podem trazer elementos de outro planeta até nós. Esses elementos, como flores, vêm envolvidos neles. É que se refere a isso, né, gente? Uhum. Uhum. Ok. É, agora, mas mas só no fenômeno de transporte eles ele fala que não que não traz de outros planetas, né? Eh, é, é diferente. Fenômenos vaiar um objeto de um planeta para outro nos fenômenos de outros fenômenos pode ser no de transporte. OK. O Orlando Roberto Neto disse: "Tânia, boa noite. Há uma enorme resistência da ciência oficial em aceitar os fenômenos espirituais. Há 150 anos ou mais, houve uma invasão organizada em todo o planeta quando os fenômenos espirituais ocorreram massivamente, convencendo milhares de incrédulos. Em nossa época de predominância do materialismo e ateísmo, não terá atingido um ponto que se exija novamente uma nova invasão espiritual? Eh, Orlando, eu diria que apesar de termos eh um número crescente de materialismo, por outro lado, nós temos um número crescente de pessoas com crenças. Então, não vamos nos apegar à aqueles que são materialistas, porque às vezes eu vou falar de uma experiência na universidade, uma pesquisa desenvolvida por uma doutoranda que perguntava se o indivíduo tinha religião. Isso fazia parte do dos dados sociodemográficos. Aí não tenho não tenho religião, mas não mas e não acredito em Deus. E lá na entrevista a pessoa dizia que na hora das dificuldades chamava Deus. Então assim, o que é mesmo aquele que diz que é materialista? Claro que nós sabemos que alguns de fato não acreditam em nada, é o materialismo, mas eu não iria por esse por este lado que nós precisamos de invasão, porque nós temos também muitos outros que cresceram, que saíram do materialismo e que estão eh
creditam em nada, é o materialismo, mas eu não iria por esse por este lado que nós precisamos de invasão, porque nós temos também muitos outros que cresceram, que saíram do materialismo e que estão eh com as suas crenças, não importa qual, né? Mas porque o Deus é único. Então nós temos que seguir defendendo, eh, sendo exemplo, vivendo o evangelho, não importando, a hoje está, né, em volga a questão que tá sendo discutida pela pelo decréscimo do número de espíritas. O que é que isto de fato está trazendo para o nosso meio? e o que é que nós que acreditamos estamos fazendo? Então eu não me preocuparia com este materialismo. Isso faz parte, eu acho que ao longo da história, o materialismo vem lá de trás e vai continuar. Um dia haverá supremacia, né, da crença da crença em Deus, né? Bom, podemos ver aqui eh o Pedro Monte colocou, João, segundo livro, como podemos identificar se uma comunicação espiritual é confiável ou mistificadora? você já falou anteriormente, mas se puder é o assim, a primeira requisito é o conhe do espiritismo, conhecimento da da doutrina espírita para poder analisar com imparcialidade a qualidade da comunicação. A comunicação tem que ser de uma qualidade eh elevada. Eh, um espírito mais evoluído nunca vai impor condições numa comunicação. Sempre que uma comunicação tenha alguma, algum imperativo, vocês têm que fazer isso, vocês têm que fazer aquilo, é é sinal de que não é um espírito evoluído, porque um espírito mais evoluído nos inspira, nos indica caminhos eh de elevação, mas sem interferir na nossa no nosso livre arbítrio e na nossa eh e na nossa capacidade de escolher os nossos caminhos. Então, na dúvida, deixar de lado, mas sempre estudar um pouco, procurar eh procurar companheiros, que a gente tenha um pouco mais de eh de conforto em perguntar se as se as comunicações são confiáveis, discutir em grupo, sempre no não decidir por nós próprios e lembrar o que Kardec disse. É melhor a rejeitar 10 verdades do que aceitar uma mentira. demorei muito tempo
as comunicações são confiáveis, discutir em grupo, sempre no não decidir por nós próprios e lembrar o que Kardec disse. É melhor a rejeitar 10 verdades do que aceitar uma mentira. demorei muito tempo para me para entender isso, mas a explicação por trás disso é: "A verdade é eterna e vai voltar". Então, se você rejeitar ela agora, ela volta. Mas a mentira pode causar um estrago bastante grande. Então, nessas mensagens, se existe algum desconforto com a mensagem, vamos deixar de lado e aguardar uma um conhecimento melhor para voltar a analisar a mensagem. Bem, eu, gente, eu queria avisar o nosso público que não tem tempo para mais pergunta, tá? Se vocês colocarem, provavelmente vão ficar pendentes para responder por escrito. O que é comparável à projeção da mente, Francisco, não dá pra gente entender a sua pergunta, tá fora de contexto. Eu preciso essa gentileza de eh reformular, por favor, ou deixar para um próximo encontro, tá bem? Porque ainda tem bastante pergunta pendente para hoje. Essa daqui já foi. Vamos ver agora. Então, eh, essa daqui eu não sei se de toda maneira Juliana Fraga de Boba, como funciona a desencarnação. Desencarne não existe, tá gente? Apesar de que muita gente fala isso até palestrante. O o a palavra é desencarnação. Como funciona a desencarnação de uma idosa, 86 anos que passa pelo IML? Eh, e foi do dia paraa noite. O espírito sente o que é feito no IML. Eh, Juliana, rapidamente, isso aí varia de situação para situação. Tem pessoas que vão sentir, outras não vão sentir nada porque já não estão mais ali na hora que o corpo é colocado lá no IML, tá certo? Então, teria que conhecer o caso a caso para poder saber se a pessoa sente ou não sente alguma coisa nessa situação. Se mérito, vai ser protegida quando você encar. É, agora quando ela não sabe, normalmente é protegida, né? É ajudada, é auxiliado, sabe? não é deixado sofrer ali. Eh, Tânia, queridos irmãos, eu frequentei, me resolvi durante 2 anos, mas não me senti apto para atuar como um médium. Pode me
é protegida, né? É ajudada, é auxiliado, sabe? não é deixado sofrer ali. Eh, Tânia, queridos irmãos, eu frequentei, me resolvi durante 2 anos, mas não me senti apto para atuar como um médium. Pode me ajudar com alguma opinião? Tem pessoas que nunca vai se achar pronta para o trabalho. Se já frequentou, se está estudando, é a hora. Não deixe para depois. Vamos lembrar deste compromisso que foi assumido lá atrás e que não podemos postergar. Médium é aquele que vai, médios somos todos nós, mas o ostensivo ele assumiu um compromisso que no geral é uma expiação. Pode ser também provação, mas de um modo geral é expiação. Então é preciso dar conta deste compromisso para que não retorne com débitos eh aumentados. Só mais uma coisinha rápida, gente. Eh, nem todo mundo tem mediunidade ostensiva, mas isso não significa que a pessoa não possa trabalhar na atividade mediúnica. Ele pode ser dialogador, apoio vibratório, passista. Então é questão de encontrar o caminho, né, qual que a gente pensa? Pode ser. Ah, aqui tem um comentário rápido da Janete Marisa. Era para é para a passagem material para o espiritual. Ela pergunta se tem médio para isso, ajudar a pessoa a passar do mundo físico. Não tem, não existe isso não, tá? Processo de desencarnação é feito, né, com os técnicos da espiritualidade, mas não tem médio para ajudar nisso. Não tem mais alguma coisa aqui, vamos ver. É normal sonhar com parentes falecidos vindo lhe visitar? Pergunta Elisâela Soares. É o João. Eu? Ah, sim. Eh, é perfeitamente normal. A gente, o que a gente precisa aprender é analisar ou se você lembra do sonho, é você analisar eh se é um produto da sua própria cabeça, né? Porque a gente sabe que o nossos sonhos é são divididos em duas partes. Tem a parte que é o nosso cérebro eh eh revisitando nossas atividades do dia a dia e que é a parte mais confusa, que é a parte que não faz sentido, e a parte de experiências nossas no mundo espiritual, interagindo com espíritos que podem perfeitamente, e é muito normal os parentes falecidos vir
rte mais confusa, que é a parte que não faz sentido, e a parte de experiências nossas no mundo espiritual, interagindo com espíritos que podem perfeitamente, e é muito normal os parentes falecidos vir visitar. Mas por outro lado, é preciso entender que, obviamente, como já foi mencionado aqui, os espíritos no mundo espiritual tem a sua vida, tem o seu trabalho, nem sempre estão à nossa disposição. Então, eh, aqueles que, por exemplo, nunca sonharam com parente desencarnado e queriam sonhar e acham estranho, não tá sonhando, tem vários motivos que podem acontecer no mundo espiritual para o para o parente não visitar, mas que é normal a gente sonhar com nossos eh parentes eh que desencarnaram. Sim, é normal. Eu mesmo essa semana sonhei com o nosso tio Divaldo. Um sonho bastante bom com ele, uma conversa bastante interessante. Muito bem. Eh, tem um comentário aqui, Zé Escara, minha amiga tirou a própria vida há menos de 2 horas atrás e eu acho que sei o porquê. Eh, Yascara Palma Tom, ore por ela, tá bem? Que nós podemos fazer nessa circunstância orar e orar com muita fé, com muita confiança em Deus. não é? E que nós temos o anjo da guarda, ela também tem. Então, se nós orarmos, ajudarmos com as nossas melhores vibrações, pode ser que o anjo da guarda dela tenha condições de ajudá-la, não é? Então, ore, não, não perca a fé. Euzita, acho que essa aqui é a última para dar uma lida nisso aqui, por gentileza, e a gente encerra isso. A Juliana Fraga de Borba. Gratidão, irmãos. Difícil lidar com o luto, mesmo sabendo que não termina ali. Estou sofrendo muito. Eu sou muito ligada a minha mãe. Sou filha adotiva desde um dia de vida. E nossa ligação, eu sei que vem de vidas. Então, Juliana, vamos orar, agradecer a oportunidade do encontro e que Deus ampare com forte a todos os corações. Por mais que tenhamos a clareza absoluta de que a morte não existe como extinção de vida, é natural esse sentimento. Então, vamos orar, nos fortalecer e seguir em frente. Muito bem, terminou aqui, Zita, acho que
e tenhamos a clareza absoluta de que a morte não existe como extinção de vida, é natural esse sentimento. Então, vamos orar, nos fortalecer e seguir em frente. Muito bem, terminou aqui, Zita, acho que pode conduzir pro fechamento, né? Podemos então eh partir pro nosso encerramento, agradecendo a presença da Tânia, do João, que estiveram conosco de uma forma eh tão solidária e amena. E agradecer a todos vocês que se sintonizaram e que irão depois rever, não é, aprender mais com o desempenho dos nossos amigos. E nós teremos um recesso durante o mês de julho. Retornaremos no dia 1o de agosto, quando daremos continuidade ao estudo de O livro dos Médiuns, na segunda parte das manifestações espíritas, capítulo 5, das manifestações físicas e espontâneas. Continuando com o tema Fenômenos de Transporte, itens 99 da primeira à 20ª questão. Muito bem. Nosso agradecimento ao Zita já falou, né, a Tânia, ao João e agradecemos também a você, a Zita, a todos vocês que acompanharam pelas perguntas, pelos comentários, pela participação. Isso é muito importante para fazer o nosso estudo dinâmico. Foi muito bom, bastante movimentado hoje e a gente tem esperança de ter conseguido atender, mas nós vamos continuar, gente. Tem esse mês aí de intervalo, não é? E nós voltamos em agosto. Estejam atentos aí, ó, primeiro de agosto, né, Zit? Olha a coincidência, era logo o dia primeiro de agosto, vamos estar aqui de volta juntos na continuação do estudo. Então, muito obrigado a todos. Agradecimentos também ao portal do Consolador que nos dá apoio aqui, ao Marcos Mendes, que tá aí nos bastidores, né, fazendo toda a parte técnica e aos nossos companheiros, né, que fazem a produção, a Iracema, a Gidelma, eh, nós temos também a Naolga. Nosso agradecimento a todos. Tudo de bom, gente. Até a próxima. Até. Somos impulsionados e motivados por um bem maior. Por meio da caridade e da vivência do evangelho do Cristo. Chegamos onde chegamos, conquistamos o que conquistamos. O nosso trabalho acolhe quem mais
Somos impulsionados e motivados por um bem maior. Por meio da caridade e da vivência do evangelho do Cristo. Chegamos onde chegamos, conquistamos o que conquistamos. O nosso trabalho acolhe quem mais precisa. E independente da distância, nossos meios acessam lugares que antes pareciam inalcançáveis. A comunicação é chave em todos os setores de nossa sociedade e ela muitas vezes nos permitiu abraçar quem precisava de atenção em momentos de dor e angústia. Esse trabalho é feito com muita dedicação por toda uma equipe profissional, preparada para produzir diversos tipos de conteúdos que alcançam o público. Já são mais de 4.000 conteúdos de qualidade disponibilizados gratuitamente em nossas plataformas, produzidos por comunicólogos, produtores audiovisuais, cenógrafos, editores, designers, programadores e técnicos de áudio. Toda essa estrutura só é possível graças a você, apoiador do nosso trabalho. E somos gratos por toda a sua doação até aqui. Mas este trabalho precisa continuar. Podemos acolher ainda mais pessoas. E para continuar alcançando tantos corações, precisamos de você. Por isso, mais uma vez contamos com seu apoio financeiro. Apenas com ele poderemos avançar ainda mais e continuar próximos de você. Trabalhamos pelo consolo, pelo esclarecimento e pela esperança. E sabemos que somente juntos com você poderemos fortalecer essa corrente. A padrinha FEB TV. Estamos juntos com você através da FEB TV. Acesse doi.v.com.br BR e faça sua doação.
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