#15 Estudo de O Livro dos Médiuns AEE CFN/FEB - Das manifestações espíritas - Parte 7

FEBtv Brasil 21/06/2025 (há 10 meses) 1:17:11 1,087 visualizações

Estudo de O Livro dos Médiuns pela Área de Estudo do Espiritismo do Conselho Federativo Nacional/FEB. Semanalmente, toda sexta-feira, às 21h30, no horário de Brasília, com transmissão ao vivo pelos canais da FEB no Facebook, FEBtv no YouTube e Facebook e Portal do Consolador no Youtube. Encontro 15 - Segunda Parte. Das manifestações espíritas. Cap. V Das manifestações físicas espontâneas. Itens 91 a 95. Link de acesso ao Estudo: https://febtv.live/livrodosmediuns_cfn_feb Para fazer parte ...

Transcrição

Vamos juntos nessa jornada de conhecimento e descoberta refletir e expandir nossos horizontes sobre a mediunidade, ampliando nossa compreensão sobre o mundo espiritual e suas belezas. Estudo de O livro dos Médiuns pela área de estudo do Espiritismo do Conselho Federativo Nacional. da Federação Espírita Brasileira. Olá, saudações fraternas a você que acompanha o estudo de livro dos médiuns, realizado pela área de estudo do espiritismo, numa parceria da FEB TV com o portal do Consolador. Boas-vindas a todos vocês e também a Elusita de Melo Quinta, com quem nós dividimos aqui a responsabilidade da condução. E hoje nós temos como convidados a Regina de Fátima Souza, que é vice-presidente da Federação Espírita do Distrito Federal e coordenadora adjunta nacional da área de da mediunidade do Conselho Federativo Nacional da FEB e Cleon Ramos Umido, trabalhador da área de estudo espiritivo da Federação Espírita de Mato Grosso do Sul, onde coordena o estudo da revista espírita e é facilitador do estudo sematizado da doutrina espírita, do estudo aprofundado da doutrina Espírita no Centro Espírita Caminheiros de Jesus e Mato Grosso do Sul. Nossas boas-vindas a todos vocês que estão conosco, aos nossos convidados e vamos para mais um estudo do livro dos médiuns. E dando continuidade a esse estudo, hoje vamos examinar a segunda parte das manifestações espíritas, o capítulo 5 das manifestações físicas espontâneas. Itens 91 a 95. E o item 91, Cleon, jogo para você. Kardec fala sobre finalidades, autenticidade e imaginação em relação aos fenômenos. Poderia, por gentileza, explicar? Boa noite, Carlos Elzita, Regina. É um prazer estar com todos vocês, aprendendo juntos, né, esse livro maravilhoso. E vamos então analisar essa questão número 91, que ela fala a respeito da finalidade, autenticidade e imaginação. Então, primeiro poderíamos dizer com relação à finalidade. Vamos pensar que nada ocorre por acaso, né? Principalmente os efeitos físicos, não são gratuitos. sempre tem uma finalidade e a gente tem

ão. Então, primeiro poderíamos dizer com relação à finalidade. Vamos pensar que nada ocorre por acaso, né? Principalmente os efeitos físicos, não são gratuitos. sempre tem uma finalidade e a gente tem que sempre levar pro lado educacional ou pro lado moral. Então, qual é a finalidade para esses efeitos físicos espontâneos? Primeiro, chamar a atenção das pessoas para a existência de uma realidade espiritual. Porque se eu tô comprovando um fenômeno e esse fenômeno me traz respostas ou questionamentos ou coisas que eu não consigo explicar, qual é a origem deles? Tá chamando atenção? provocar a reflexão, principalmente sobre a vida após a morte, despertar consciências ainda adormecidos para temas espirituais, né? Na Bíblia tão claro que pessoas ainda dormem, né? Não tá falando em dormir no estágio físico, eles dormem para a realidade espiritual. Então esses fenômenos têm essas características, essa realidade. A autenticidade dos fenômenos. Na realidade, Kardec chama atenção pro método de pesquisa. Lembrando que o título é O livro dos médiuns ou guia dos médiuns e dos evocadores. Então, todas as pessoas que trabalham na mediunidade têm essa obrigação de estudar para não entrar em conflitos e questionamentos, principalmente nem tudo o que parece fenômeno e realmente o é. Muitos são fenômenos naturais, físicos e nem tudo, portanto, é um fenômeno espiritual. Então, o Kardec chama muita atenção sobre isso. Eles interpretam barulhos, consciência como se fosse manifestações espirituais, mas são na realidade fatos naturais. Kardec fala, primeiro analisa se é um fato natural para depois verificar se é um fato espiritual. Ele nos convida também para sermos observadores criteriosos, investigar as causas naturais antes de atribuir esse mundo espiritual, né? E a terceira e última, a imaginação e o exagero. Algumas pessoas, por superstição, né, exageram, presenciam e acreditam que ter visto coisas que na realidade não aconteceu. Eu vou dar um exemplo de uma ideastia. Que que é ideoplastia? Eh,

o exagero. Algumas pessoas, por superstição, né, exageram, presenciam e acreditam que ter visto coisas que na realidade não aconteceu. Eu vou dar um exemplo de uma ideastia. Que que é ideoplastia? Eh, pensamento cria formas. Tá no livro Pensamento e Vontade de Ernesto Bzano. Uma pessoa tava conversando com uma pessoa daquelas que acredita em diabinhos, né? E aí quando ela foi embora, ela viu os diabinhos na casa dele. Ela falou: "O que que é isso?" Aí eles desapareceram. Na realidade era uma ideastia que aquele homem que acreditava plantou na casa dele. Então nem tudo que eu tô vendo, na realidade são fatos, né? O descrédito e a confusão na doutrina espírita pode levar essa confusão. Então, na realidade devemos ser criteriosos nesse exempto. E Regina aqui ainda nesse item 91, Kardec fala da importância do estudo dos fenômenos. Você poderia comentar sobre isso, por gentileza? É, o estudo dos fenômenos, ele é sempre importante pra gente poder entender o que que realmente está acontecendo, né? Então ele nos ensina a distinguir o que é real do que é falso ou exagerado. Se um efeito insólito se produz, por exemplo, quando ele fala dos ruídos, do movimento, mesmo das aparições, a primeira ideia que se deve ter é a de que provém de uma causa inteiramente natural. Então, às vezes a gente considera esses fenômenos como sendo questões sobrenatur naturais e a partir do momento que a gente começa a estudar, a gente percebe que é uma situação plenamente natural, né? Então, eh, quando a gente encontra um caso, eh, a gente deve primeiro considerar como natural e depois começar a pesquisar para entender o que que está se faz acontecendo. Ele cita aqui no capítulo um exemplo de uma pessoa, por exemplo, ela está num local onde ela não se aproxima de ninguém e de repente ela leva uma bofetada ou uma bengalada. Então é sinal de que ali existe alguma coisa comandando aquele processo, né? Então, existe uma inteligência que está comandando aquele processo. Então, cada um deve estar em guarda, não somente

alada. Então é sinal de que ali existe alguma coisa comandando aquele processo, né? Então, existe uma inteligência que está comandando aquele processo. Então, cada um deve estar em guarda, não somente contra a narrativa, que possam ser quando menos acoimadas de exageros, mas também contra as próprias impressões. Então, o estudo dos fenômenos vai fazer com que a gente entenda e considere aquilo como sendo simples e natural e não como sendo algo extraordinário, né? E principalmente quando em algum lugar começa a acontecer eh fenômenos tipo derruba copo, muda de lugar. Eu fiquei pensando nessa pergunta hoje, eh, como é que surgiu o espiritismo ou como é que surgiram as primeiras manifestações espíritas? As meninas, a família Fox muda para Ridesville por volta de 1945 a 1947. E ali naquele momento elas começam a ouvir aquelas pancadas e começam a receber informações de que aquela casa que estava morando era mal assombrada. Então, a partir dessas informações, elas poderiam ter se deixado levar pelo medo, pela insegurança, mas não. Elas enfrentaram e foram pesquisar para entender o que é que estava acontecendo. E nesse entendimento, elas acabaram criando um método de comunicação, que foram as primeiras pancadas, os sinais, aí vem a a tiptologia, sematologia e Kardec também na já na época dele, por volta de 1855, ah, quando ele recebe a informação das mesas girantes, ele também, sabendo que um uma mesa não tinha cérebro, portanto, não poderia se manifestar, haveria alguém fora comandando aquele processo. Então, ele foi assistir a primeira reunião já na condição de pesquisador, de investigador, de observador e a partir dali ele resolveu estudar mais a fundo e fez a codificação da doutrina espírita, quando ele poderia ter deixado de lado e ter ficado só naquela informação de que uma matéria inerte não teria como se movimentar ou como decidir absolutamente nada. Então, inicialmente seria isso. Obrigada, Regina. Quer tercer algum comentário, Cleon? Eu acredito que na próxima pergunta a

ria inerte não teria como se movimentar ou como decidir absolutamente nada. Então, inicialmente seria isso. Obrigada, Regina. Quer tercer algum comentário, Cleon? Eu acredito que na próxima pergunta a gente vai até complementar, né? Porque muito comum Kardec ele vai, tipo assim, levantando o milho, né? Uma pergunta puxa outra e que puxa outra. Mas é isso a falou, principalmente da origem da doutrina espírita que surgiu exatamente desses fenômenos, né? batimento, né, batidas, tal. E aí é fundamental que Santo Agostinho até na questão 919 fala o seguinte, que começou exatamente com essas partidas para sensibilizar, mas depois vieram as instruções dos espíritos, né? Se primeiro sensibilizou para depois colocar a teoria e a obrigação nossa é fazer a divulgação disso. Ótimo. Então o objetivo ali principalmente era o despertamento da humanidade, né? Então, através dos fenômenos, mostrar pra humanidade que existia alguma coisa além da matéria. Então, a partir daí começou todo o processo de pesquisa. Isso. Então, Cleidon, vamos ao item 92. A questão é: existem médiuns naturais e como Kardec explica isso? É uma questão bem interessante e eu acho que vai despertar não só a curiosidade como entendimento de muitas pessoas que estão nos assistindo, né, agora ou no futuro, sabendo que esses estudos ficam gravados, né? O que que são médios naturais? Kardec define como pessoas que possuem faculdades mediúnicas sem saber, ou seja, exercem influência espiritual inconsciente, principalmente nos fenômenos físicos. Elas não se identificam como médium. Se você chegar falar, você é médico? Falou, não, não sou médium. Só que ela produz um fluído animalizado sem saber. E esse fluído animalizado é utilizado exatamente para esses fenômenos de batimentos, né, de lançamento de objetos, coisas desse tipo. Então eles são chamados médiuns naturais que não sabem dessa mediunidade, ao contrário dos médiuns facultativos que conhece, que domina toda, que sabe que pode presenciar esses fenômenos. né? Na

tipo. Então eles são chamados médiuns naturais que não sabem dessa mediunidade, ao contrário dos médiuns facultativos que conhece, que domina toda, que sabe que pode presenciar esses fenômenos. né? Na maioria da das suas presenças provocam e facilitam as manifestações físicas espontâneas, né? Por que espontâneas? Porque se eu tô num lugar preparado para essas manifestações, é claro que os médiuns que lá estão sabem dessa possibilidade. Agora aconteceu do nada, sem eu saber, começo a ficar com medo sem saber o que tá acontecendo por minha causa, né? E esses médiuns naturais. E aí Kardec vai um pouquinho além, né? ele vai explicar como ocorre esse fenômeno ostensivo. E aí é bom a gente lembrar que a doutrina espírita é uma ciência, né? Uma ciência da observação. E ele chega exatamente como a ciência, ele vai falar as etapas necessárias para acontecimento. Não é feitiçaria, não é mágica, é ciência. Quais são as situações ou o que que deve acontecer, né? Primeiro, todo efeito físico, como movimentos ou ruídos, precisam de uma força fluídica para realizar. Se essa força fluídica não se realiza. Segundo, né, mesmo nas manifestações espontâneas, existe alguém presente que fornece essa energia, ainda que não tenha consciência disso. Nesse caso, o médium é um fornece involuntariamente o fluído necessário. E aí, para que tenham esses fenômenos, é necessário a presença de pessoas. Nós vamos ver lá na frente que raramente acontece ao erro, né? raramente acontece sem ninguém. Então, sempre na casa que acontece esses fenômenos de lançamento de pedra, as coisas estranhas que as pessoas assustam, na realidade existe um médium doador do fluído, desse fluído animalizado que Kardec chama. Eu me lembro quando era jovem, acho que a maioria das pessoas, né, ele tinha um programa Fantástico do Padre Quebedo, né, que ele falava a respeito da paranormalidade. Ele dizia assim que esses fenômenos chamados potergaster, né, quer dizer espírito brcalhão, eles acontecem que não é um processo espiritual, é um

edo, né, que ele falava a respeito da paranormalidade. Ele dizia assim que esses fenômenos chamados potergaster, né, quer dizer espírito brcalhão, eles acontecem que não é um processo espiritual, é um processo físico, porque se você tirar as pessoas da casa, deixa de existir. Fantástico, né? É claro, se você tirou as pessoas da casa, você afastou o médium de efeitos físicos, então ele deixa de produzir esses fluídos. É claro que os espíritos, nós vamos ver lá na frente, eles podem ir manipular em outros lugares, mas é uma questão mais rara. Então, sempre a necessidade do espírito, exatamente, da da parte fluídica animalizada e a intenção. E outra coisa que é fundamental que a gente vai ver, a permissão. Não acontece, é o acaso. Eu acho essa pergunta muito interessante quando a gente pensa em quem o que quem é médium, ou seja, todos nós de alguma forma somos médiuns. E todo ser humano, ele tem capacidade de doação de energia. Então, todos nós temos capacidade de doar e de participar de um processo desse. Agora, quando se fala do médium de efeitos físicos, o natural e o e o involuntário, é importante a gente lembrar a necessidade que nós temos de estarmos permanentemente preparados, porque nós não sabemos quando Deus vai precisar da nossa ajuda. E às vezes a espiritualidade precisa fazer um determinado atendimento e ela pensa em tal lugar eu tenho fulano de tal. E quando chega lá, às vezes a pessoa está pior do que quem vai ser atendida. Então, se a gente cuida do pensamento, se a gente cuida do sentimento, se a gente tem consciência de que somos doadores naturais de energia, então nós estamos sempre colaborando com Deus nesse processo. Então isso é muito importante para pro leigo, principalmente que não sabe como funciona. E quando a gente fala de de que a espiritualidade vem e retira a energia de forma involuntária, às vezes as pessoas ficam com medo daquilo. E é exatamente o que não deve acontecer, porque olha a beleza que nós temos de poder doar energia em benefício de

e retira a energia de forma involuntária, às vezes as pessoas ficam com medo daquilo. E é exatamente o que não deve acontecer, porque olha a beleza que nós temos de poder doar energia em benefício de alguém que esteja precisando. Isso é muito gratificante. Seu microfone, Carlos. Muito bom. Temos outros fenômenos que são realmente de vampirização, mas é um outro caso que a gente ainda vai estudar mais. Outra história, né? Bom, a Marlene Vegas faz um comentário e a gente vai precisar esclarecer um pouquinho, viu Marlene? Vou colocar aqui, eu vou continuar o comentário sobre as mesas girantes dos fenômenos na casa da família Fox. Ela começou essa essa esse comentário na semana passada e aí ela vai colocar assim, Marlene, ainda os fenômenos só pararam depois que Ripol Leão Denis arrivai o pseudônimo de Kardec e consertar as páginas do livro dos espíritos. Marlen, não tem nada a ver uma coisa com a outra, tá bem? Aqui é uma confusão e uma má interpretação. Os fenômenos de Heidesville aconteceram de 18 a partir de 18 eh 800, não é? Quando começa ali o fenômeno de Hidville, quando aquilo não eram mesas girantes, aquilo eram fenômenos de movimentos, de barulhos, ruídos, não é? Mas aquilo foi se alastrando pelos Estados Unidos e acabou se convertendo em no chamado fenômeno das mesas gigantes, porque era muito fácil, né, quando se descobriu tiptologia porque ainda foi lá no no na casa das irmãs Fox, a mais nova delas pergunta pros espíritos: "Senhor, pé grande, faça o que eu faço" e dá dois golpes na lá na mesa e se ouve dois golpes de retorno? Aí começou a chamada tiptologia espírita a partir dali. E com isso foi se percebendo que para comunicar-se com os espíritos através disso, era mais fácil usar uma mesinha de três patas, de três, né, de três pés, como a gente fala, de três patinhas. E aí, eh, esse fenômeno se alastrou pela Europa. Fora. Um dia, Allan Kardec estava trabalhando realmente num texto que ele estava na casa dele, ele ouviu um ruído. Isso está no livro Obras

s patinhas. E aí, eh, esse fenômeno se alastrou pela Europa. Fora. Um dia, Allan Kardec estava trabalhando realmente num texto que ele estava na casa dele, ele ouviu um ruído. Isso está no livro Obras Póstumas. Não tem nada a ver com o fenômeno de Ridesville. Ele está lá e houve um ruído e aquele ruído fica insistente. Ele para o trabalho e vai procurar. E quando ele, a a esposa dele chega mais tarde, ela ouve o barulho também, comenta com ele. Ele disse: "Pois é, tô procurando a origem". Os dois foram procurar. Se era alguém de fora batendo-se e não encontraram nada. Depois, na sessão seguinte, ele vai perguntar aos espíritos o que que tinha acontecido. E o espírito de verdade então informa que ele estava provocando o o barulho para chamar a atenção de Kardec para um texto que ele estava escrevendo e que havia um erro na linha tal lá dentro do texto e que Kardec observasse para corrigir, não é? Então era isso que o espírito queria, mas era o espírito de verdade. Aí nós entramos naquela situação que foi examinada. Já quem tava provocando os fenômenos, os ruídos era o espírito de verdade, que é um espírito superior. Não, ele estava usando algum outro espírito que tem tinha mais afinidade com a matéria que estava realizando o o barulho, não é? Então é aí onde onde tá a situação para ficar bem claro para todo mundo, para não haver confusão entre uma coisa e outra, tá bem? E aí, Regina, nós vamos para então o item agora 93, a questão nossa, número 4. Em todo caso, os médiuns são sempre necessários para que ocorra os fenômenos das manifestações, estando ou não presente, tem que haver um médium para acontecer o fenômeno. Olha, normalmente sim, é preciso que haja uma pessoa que tenha capacidade de fornecer energia para que aquele fenômeno aconteça. E mesmo assim, quando isso acontece, existem outras exigências, né, que é é preciso que o espírito queira, é preciso que ele tenha um objetivo, um motivo para realizar aquilo sem o que nada faz. Se não houver um objetivo, um motivo,

ece, existem outras exigências, né, que é é preciso que o espírito queira, é preciso que ele tenha um objetivo, um motivo para realizar aquilo sem o que nada faz. Se não houver um objetivo, um motivo, nada disso vai acontecer. Depois é necessário que se encontre exatamente no lugar onde se queira operar uma pessoa apta a secundá-lo. Então, para que o espírito possa agir, mesmo que ele tenha todas as condições favoráveis, é preciso que haja uma um objetivo específico para aquilo. E aí nem sempre existem situações raras que podem acontecer sem a presença de uma pessoa especificamente no local, como você falou. Ah, geralmente o processo ocorre com espíritos inferiores, mas o espírito superior ele pode agir quando existe uma intenção de um despertamento, de um chamar atenção para um fato específico. Isso também pode acontecer. Então, se ele julgar útil, uai. Acho que tem um. Desculpa, travou aqui. Travou. Se se julgar o último útil, isso vai acontecer. Então vamos lá. Mesmo quando todas as circunstâncias sejam favoráveis, ainda poderia acontecer que o espírito se visse tolhido por uma vontade superior que não lhe permitisse proceder a seu bel prazer. Por exemplo, se você está dentro de uma sala mediúnica, numa reunião mediúnica, isso você não vai conseguir agir dessa forma, porque ali você tem um dirigente espiritual que pode, dependendo da situação, impedir que aquele fato ocorra. Não é que é exatamente o que nós vamos ver na pergunta 94 e 95, a continuidade desse assunto. OK, Gina, obrigada. Eh, Cleon quabar ou podemos prosseguir? Acho que pode prosseguir que os textos aqui são longos, viu? Tava olhando. Exatamente. Então, vamos agora entrando no item 94. Kardec faz referência aos fatos ocorridos em junho de 1860 na rua Deoer em Paris. Isso gere que a gente veja lá na revista espírita essa narrativa, revista espírita de agosto de 1860, o trapeiro da rua de Noier. Então você poderia comentar esse caso em poucas palavras e trazer os seus esclarecimentos? Primeiro um convite, né, para todo mundo

iva, revista espírita de agosto de 1860, o trapeiro da rua de Noier. Então você poderia comentar esse caso em poucas palavras e trazer os seus esclarecimentos? Primeiro um convite, né, para todo mundo ler na íntegra, porque aqui ele traz um pequeno trecho, a coisa é muito maior, tem mais casos, mais situações, né? da referência da revista espírita. Então, o que eu vou passar aqui são trechos da revista espíritas que eu achei importante pra gente refletir e aí a gente vê a seriedade da pesquisa de Kardec. A gente não pode esquecer que a revista espírita foi o laboratório de Allan Kardec. Foi através da revista espírita que ele se comunicava, né, com santos do mundo inteiro e via os problemas, via universalidade. Exatamente. Foi o laboratório. E por isso que na revista Steve tem todos os livros tem um monte de coisas que saem da revista Steve, né? Então vamos lá. Um dos estranhos fatos ocorreram nessa rua, o senhor lesage, economistrador do palácio da justiça. Isso é interessante d profissão, porque a gente vê que é uma pessoa administrador do Palácio da Justiça, então ele tinha acesso a muitas informações e a um grupo de pessoas que poderiam auxiliá-lo, né? Então não aconteceu na casa de qualquer pessoa. Essa pessoa trabalhava no Palácio da Justiça. Chegando lá, começaram a aparecer projéteis, ou seja, carvão, pedra. Ele fala carvão da França. Eu não tinha ouvido falar disso termo. Fui pesquisar carvão da Franca. Da França são como se fosse um giz. São carvões prensáis paraa pessoa fazer desenho e seriam então pedras menores e caíam nele, derrubavam, quebravam o bitrine, acertavam a a funcionária da casa dele, a empregada, chegou a provocar danos físicos tanto nele como na empregada. Que que ele fez? Ele chamou a polícia, né? Será que tem alguém brincando aqui comigo? E aí a polícia foi, começou a fazer ronda e começava a olhar que a pedra ora saía de um lado, ora saía do outro. Inclusive a polícia foi atingida pelos projetos. E aí sabendo dessa situação muito incômoda, ele colocou o proprietário

zer ronda e começava a olhar que a pedra ora saía de um lado, ora saía do outro. Inclusive a polícia foi atingida pelos projetos. E aí sabendo dessa situação muito incômoda, ele colocou o proprietário para pedir, né, o cancelamento do aluguel. E aí o o funcionário da seria, ele chama lá de o senhor Valente Meirinho, seria oficial da justiça, né? foi lá para presenciar o fato, né, para dar o flagrante e ele lá percebendo também quebrava traças, quebrava azulejos, então ele viu em locos e deu como favorável para o senhor eh. Então, o que que é importante disso? Depois Kardec vai convocar, né, vai chamar, né, vai invocar esse espírito, ele vai falar como que ocorreu tudo isso, que são a sequência dos estudos. Mas isso é importante porque isso foi registrado. Teve falta de polícia, teve pessoas da da justiça envolvidas. Então a gente vê que não foi brincadeira. Embora engraçado que o título da matéria no jornal Metroide fala assim: "Um caso de feitiçaria no século XIX." E aí em junto ele cita outro caso, eu vou deixar para as pessoas lerem por causa do nosso tempo, que ocorreu na na rua CRES, que também tinham esse processo. E aí o jornal falou que era um processo de tentar enganar, porque a pessoa queria cancelar o aluguel. Olha só como as pessoas começam a fazer fofocas e intrigas, né? Não, isso aí depois deu um processo e o jornal teve que restituir a parte moral porque realmente o fato aconteceu. Mas eles começaram a falar o quê? Não, estão jogando lá, ele quer cancelar o contrato. Então o homem ele pega e distorce a situação ao invés de procurar o fenômeno estudálo, né? Isso aí acaba inventando uma notícia, né? Ou alterando a notícia. É pelo prejuízo de aceitar o fenômeno, pega e inventa qualquer coisa para justificar. E aí lá na frente, Carlos, ele vai falar exatamente isso. A gente faz por um propósito e os homens mudam tudo, né? Então seria aquela o negócio é vender notícia, o negócio é provocar, né, alguma coisa extraordinária. Então é o que a gente vê no passado e hoje. É isso

az por um propósito e os homens mudam tudo, né? Então seria aquela o negócio é vender notícia, o negócio é provocar, né, alguma coisa extraordinária. Então é o que a gente vê no passado e hoje. É isso aí. Mas aí esse caso ele foi comprovado que era um processo de preste digitação, né? Então era fraudo lento com uma intenção de se beneficiar. Isso. Agora, voltando um pouquinho a ao travesseiro da rua de Noê, quando Kardec faz a evocação, ele revela que ele queria simplesmente se divertir. Não estava ali por mal, não não queria não queria machucar ninguém. as pessoas é que se apavoravam. Aí ele diz: "Mas você trouxe bastante danos materiais." Pá, mas isso não era a intenção, aconteceu. Então, e e ele coloca também ao estudar essa evocação, que esse espírito que foi categorizado como um espírito ainda inferior trouxe algumas respostas bastante concludentes, mas ele estava assessorado por São Luís. Hum. que é o que acontece eh no nos processos dos registros das cartas psicográficas. Há sempre um orientador espiritual secundando aquela ação, né? Muito bem. Aqui eh dentro do que a você tá comentando, eu cito Fernando Reis disse assim, ó: "Muitos espíritos amigos utilizam os efeitos físicos como pancadas ou toques no corpo." Que bom que a doutrina está dissociando estes fenômenos dos espíritos mal intencionados. Nesse caso, o espírito tava querendo se divertir, né? Como aosita comentou, não era propriamente um espírito mal, era um espírito brincalhão, não é? Eh, aí vai ter uma pergunta relacionada com essa questão também daqui a pouquinho. Andresa comentou aqui, olha, a prática regular da prece pode trazer paz interior, reduzir a ansiedade e promover um senso de propósito na vida e ainda pode proteger o lar das influências. Ainda agora a pouco, a minha minha mulher estava comentando comigo que como nós estamos morando longe da nossa casa para onde a gente vai, não é? A gente está orando a distância, pedindo amparo para para o ambiente, mas que tem ocorrido algumas coisas que quando nós estamos

o nós estamos morando longe da nossa casa para onde a gente vai, não é? A gente está orando a distância, pedindo amparo para para o ambiente, mas que tem ocorrido algumas coisas que quando nós estamos presente orando lá não acontecem. Então é interessante isso, né? Porque não estamos lá o tempo todo, né? com a com a nossa presença e com as nossas orações e tudo. Então, às vezes a casa fica vazia e os espíritos, burlões, brincalhões, vadios entram, não é? E depois para sair não é simples, não é bem fácil. E aqui o Jonas Lima comentou também, está relacionado, ó. Creio que pode acontecer de um espírito frequentar uma casa por um bom tempo, fazendo ruídos e os moradores não associaram a nenhuma manifestação. Às vezes, realmente, as pessoas não têm informação, não querem admitir que seja, não é? E fica então eh ali a coisa e pelo dito pelo não dito, não é? E Regina, Carlos, eu só queria falar uma coisinha antes. Quando a gente fala do ambiente, né? Ah, quem faz o ambiente é quem mora nele, né? Então daí a importância da prece, a importância do estudo, a importância dos bons pensamentos, dos bons sentimentos, para que a gente crie uma atmosfera que atraia espíritos mais instruídos, mais evoluídos. Porque quando a gente fala do efeito físico, a gente fala do espírito inferior, mas o espírito superior também pode se utilizar de um inferior para pro despertamento, para chamar atenção ou para beneficiar alguém. Eh, eu acho, eh, que eu vou colocar uma pergunta da da Lena R que tá relacionado com assunto para Regina aqui, depois a gente volta pro roteiro, tá bem? OK. Sempre acontece o ser espírita, né? Sempre acontece. E ser espírita, sabemos que eh às vezes fica meio sem sentido, sabe? A gente digita uma coisa, às vezes é uma correção, qualquer coisa assim. É quando temos mediunidade, atraímos irmãos ou espíritos, porque acontecia barulhos de louças na cozinha quebrar e íamos ver o acontecido, estava tudo normal. Seriam espíritos brincalhões, Regina? É, médiums somos todos nós. A gente até

irmãos ou espíritos, porque acontecia barulhos de louças na cozinha quebrar e íamos ver o acontecido, estava tudo normal. Seriam espíritos brincalhões, Regina? É, médiums somos todos nós. A gente até muito pouco tempo considerava como médium aquele trabalhador que estava dentro de uma sala mediúnica, que estudava e que passava pelo intercâmbio mediúnico. Mas hoje a gente sabe que o tempo inteiro a gente está sintonizado com a espiritualidade, está sintonizado com os espíritos. E aí a gente atrai boas influências, influências que não são boas. Isso é plenamente natural que aconteça. Agora, quando fala aí da questão dos barulhos, de locamentos, de objetos, movimentos, é importante, em primeiro lugar, considerar aquilo ali como uma questão natural. Primeiro pensar que um objeto que quebra, um copo que quebra numa cozinha, aquilo ali pode ter uma diferença de temperatura no ambiente que provoca aquela situação. Às vezes, uma corrente de ar que passa pelo ambiente também dá uma alteração. Então, todos esses fatos a gente precisa considerar em primeiro lugar como naturais. Depois, descartadas todas as possibilidades, aí a gente parte para pesquisa do que seria, do que poderia ser um fenômeno de efeito físico. Aí pode ser um espírito que esteja querendo chamar a atenção de alguém, pode ser um espírito brincalhão também querendo se divertir. Pode ser um espírito que traz uma mágoa, um ressentimento do passado, está tentando brincar com a pessoa, está tentando fazer com que a pessoa mude daquele local em que ela está morando. Então, tem n fatores aí que podem ser elencados em situações como essas. E lembrando também, Regina, quando que a Madalena coloca que os barulhos aconteciam e é como se tivesse quebrando tudo na cozinha e quando eles iam ver estava tudo normal, tudo no lugar. Como você falou, podem pode ser espíritos eh brincalhões ou de repente queriam trazer alguma mensagem de chamar a atenção por alguma coisa. Eu tenho uma experiência, posso falar rapidinho? Pode

lugar. Como você falou, podem pode ser espíritos eh brincalhões ou de repente queriam trazer alguma mensagem de chamar a atenção por alguma coisa. Eu tenho uma experiência, posso falar rapidinho? Pode que uma uma vez eu eu tive um um acidente complicado e juntamente com o tratamento médico, tratamentos espirituais e eu tive que fazer uma viagem. Aí o orientador da equipe espiritual disse o seguinte: "Você presta bastante atenção que a equipe irá acompanhar vocês e nós iremos dar sinal." E o que que é que acontecia? Todas as noites que se fazia a prece antes de de dormir, agradecendo todas as bênçãos e tal, de repente era um ruído ensurdecedor de pratos que caíam e quebravam na cozinha. Isso acontecia na fazenda, Carlos. E de repente ia ver, não tinha nada. Então quiser era o sinal. a equipe estava lá e logicamente eh médiuns de efeitos físicos presentes, os fluidos da natureza bastante atuantes eh em volta. E eles faziam esse fenômeno para dizer: "Estamos presentes, fica tranquila." Muito bom. É, não vamos muito longe não. Hoje eu acordei às 5:17 da manhã com a campainha daqui de casa que nunca toca porque eu moro sozinha. Tocou de uma vez, eu acordei, eu de perdi a hora, eu tive tudo escuro, levantei, vim aqui fora, a rua calma, tranquila, movimento de ninguém. Eu digo, alguém me acordou às 5:17 com uma campainha que não tocou, só para mim. Eh, tem uma pergunta físico. Leid Ramos colocou pra gente, qual é o capítulo de hoje. Nós estamos fazendo a segunda parte das manifestações escritas, capítulo 5, das manifestações espontâneas, itens 91 a 95. Tá bem, Leite? OK. Então, eh, Regina, pergunta nossa de número seis, item 94, nas primeiras a quartas questões que estão ali. Kardec realiza um diálogo com o São Luís sobre o caso, começando por perguntar se os fatos são reais, se alguém na casa é responsável como médium e se é indispensável a presença de um médium. Pedimos a gentileza de comentar e tem aqui um um comentário está relacionado, não é? Deixa eu ver aqui só um segundinho.

na casa é responsável como médium e se é indispensável a presença de um médium. Pedimos a gentileza de comentar e tem aqui um um comentário está relacionado, não é? Deixa eu ver aqui só um segundinho. Não, já foi, já foi comentado já. Pode, pode ir, Regina. Tá. Então, quando ele faz essa entrevista aqui com São Luís, né? Eh, São Luís responde que os fatos são reais. não é? E que eles são causados sempre pela presença da pessoa visada, como já falou o Cleon, ah, a pessoa ali na casa que mais chamava atenção era a secretária, a empregada que trabalhava na casa, né? Então ela era a pessoa mais frágil ali e que doava energia naturalmente para que aquilo acontecesse. Aí ela se deixava levar exatamente pelo medo, porque a gente não deve eh levar deixar levar exatamente o medo, o que acontecia com ela, né? Então, é necessário assim que exista a presença de alguém no ambiente doando energia. Então, um espírito vive em um lugar que ele é predileto, conserva-se inativo, enquanto nesse lugar não se apresenta uma pessoa que lhe convenha. Desde que essa pessoa surge, começa ele a divertir-se quando pode, o quanto pode, né? Será indispensável a presença dessa pessoa no lugar? Esse o caso mais comum é o que se verifica no de que tratas. Porque isso foi que eu disse, que a não ser assim o fato não poderia produzir-se. Então aqui está no item número quatro dessa pergunta, né? Mas não pretendi generalizar. a casos em que a presença imediata não é necessária, não é? Então essa é a resposta que é dada por São Luís, né? OK. Eh, Gladson, a gente vai entrar na continuidade do item 94 e nós pedimos para você que verificando as questões de cinco a oito, que resuma, por gentileza, do que tratam as perguntas e essas respostas seguintes que foram feitas a São Luís. Se você quiser complementar com mais alguma coisa nos itens anteriores de 1 a quatro, é a hora. É o que a Regina falou que parece para pro público que tá assistindo, que é uma coisa repetitiva, né? Ele faz as mesmas perguntas o tempo todo. Na

a coisa nos itens anteriores de 1 a quatro, é a hora. É o que a Regina falou que parece para pro público que tá assistindo, que é uma coisa repetitiva, né? Ele faz as mesmas perguntas o tempo todo. Na realidade isso é uma metodologia que Kardevec tá usando. Porque na ciência, se você tem alguns fatos nas mesmas condições, eles devem se repetir. Então ele vai o tempo todo checando, né? Se a gente pegar lá no capítulo quatro, quando ele faz a teoria das manifestações físicas, ele deixa claro, bem claro como que funciona essa, como que funciona essas manifestações físicas. Aí ele começa a perguntar e repetir. Repetir por quê? Para ver se está dentro do processo de universalidade. Então essa repetição ela é fundamental para o processo de pesquisa, tá? Então por isso que a gente vai ver muita repetição e continua. Então vamos lá. O item de 5 a oito seria o seguinte, a quinta pergunta, né? Ser médio de manifestação físicas inferiores indica ligação moral com espíritos inferiores? Bom, a gente sabe que a faculdade é um processo orgânico, né? Então não tem nada a ver com a parte de moral, porque senão a gente vai pensar que médiuns são aquelas pessoas que têm elevado a moral e a gente sabe que é isso. A mediunidade é um processo orgânico. Então pessoas com baixa moral pode ter uma mediunidade fantástica, assim como pessoas de alta moral. E aí a gente pode consultar eh quem quiser adiantar já, né, no capítulo 20 do livro dos médiuns, a influência moral do médium. Então, a mediunidade não tem a ver com a moral, porém a influência dos espíritos de autoibido moral vai influenciar, porque ele vai atrair bons espíritos, né? Ele diz lá na questão 226 do capítulo 20: "Desenvolvimento da mediunidade guarda relação com o desenvolvimento moral dos médiuns?" Não. A faculdade propriamente dita radica no organismo e depende do moral. O mesmo não se dá, porém, com seu uso, que pode ser para o bem ou para o mal, depende da qualidade do médio. E aí a gente vê que muitas pessoas que não tm estudo da

ca no organismo e depende do moral. O mesmo não se dá, porém, com seu uso, que pode ser para o bem ou para o mal, depende da qualidade do médio. E aí a gente vê que muitas pessoas que não tm estudo da doutrina espírita quando acontece aqueles escândalos, né? Ah, mas ele era um médium fantástico, a mediunidade orgânica, né? Ele pode ter a mediunidade que vai dar essa comunicação. Então vai depender exatamente com alta moral, vai ser exatamente espíritos de alta envergadura que vão se aproximar dele. A mediunidade é para todo mundo. Kardec até fala como se fosse assim: a voz permitida para quem fala coisas boas, a mão permitida para quem faz coisas boas, né? Senão é pro mundo ficar sem mão, todo mundo ia ficar sem voz, né? Então Deus dá essa igualdade para todo mundo. Aí na sexta pergunta ele pergunta: "De onde vem os objetos atirados?" E aí o comunicante falou: "Ó, peguei do jardim das regiões próximas, até porque nós vamos ver os próximos capítulos que para ele para ele criar é muito complexo". E ele vai responder isso lá na frente também, né? E aí na questão sétima ele pergunta, né? Enfim, o resumo da da pergunta é o seguinte: por que os espíritos não dão provas direto aos incrédulos? É engraçado isso. Quando a gente vai discutir espiritismo, a pessoa fala: "Mas por que que não Jesus não materializa ali Jesus grande, né? Sai baba, né? Aqueles deuses todo materializa da entrevista saindo fantástico e tal juntos. processo não é esse. E ele lembra de Jesus, quer que o ser que fez maiores milagres, maiores manifestações do planeta? Jesus. E quantos acreditavam nele? O processo é que o homem é egoísta, ele não quer saber da verdade. Ele cria coisas imaginadas. E quando fala assim, né, ô CL, por que que não cria? Então, não chama os espíritos para dar uma entrevista, para falar no mundo realidade espiritual, todo mundo vai acreditar. Aí eu sempre lembro daquela conversa de Einstein com Newsborg. Vador da física quântica, né? Quando Einstein discutindo a física quântica, que ele

mundo realidade espiritual, todo mundo vai acreditar. Aí eu sempre lembro daquela conversa de Einstein com Newsborg. Vador da física quântica, né? Quando Einstein discutindo a física quântica, que ele não aceitava, falava assim: "Eh, Deus não joga dados". Nilborn, um dos pais da física quântica, falou assim: "Ol, para de dizer o que Deus deve ou não fazer". Então, às vezes a gente se se coloca nessa situação. Por que que Deus não a gente espíritos ainda tão imperfeitos, a gente espíritos ainda sem compreensão de nada, tá querendo falar que Jesus Deus deve fazer isso, aquilo. Na realidade o mundo caminha exatamente como deve caminhar. Existe, né, uma liderança espiritual, a gente sabe disso. Você não vai apanhar nenhuma pergunta nem nada. Então seria um resumo exatamente isso, Enzita. Ótimo. Excelente. Obrigado, Cleon. Bem, Regina, vamos para então eh nossa pergunta oito, itens 95 de primeira a quinta, né? Em seguida, Kardec evoca o espírito perturbador. O que é o que tratam no diálogo da primeira até a quinta perguntas aí com esse espírito? Então, na realidade, Kardec inicia aqui o diálogo com esse espírito sobre o que motivava ele a essa situação. E a gente vai ver que, apesar de ser um espírito inferior, considerado inferior, ele não tinha maldade. O objetivo dele aqui era somente se divertir a partir da situação que ele vivenciava, né? Então o que tinha de me chamar? Queres umas pedradas? Então ele já chega fazendo esse tipo de pergunta. Você tá me chamando aqui para que eu lhe dê umas pedradas? Quando nos atiravas atirasses pedras aqui, isso não nos amedrantaria. Então aqui vem a questão do medo, né? Então, mostrar aqui, talvez eu não pudesse porque tens um guarda a velar por ti. Então é aqui que ele diz, se você está numa reunião mediúnica, tem um dirigente espiritual, esse tipo de situação aqui não é permitido. Tinha algum alguém como auxiliar te facilitava as partidas que pregavas aos moradores da casa? Certamente achei um bom instrumento, que era a pessoa que

al, esse tipo de situação aqui não é permitido. Tinha algum alguém como auxiliar te facilitava as partidas que pregavas aos moradores da casa? Certamente achei um bom instrumento, que era a pessoa que trabalhava na casa. Ah, porque sou alegre, gosto às vezes de me divertir. Então, a intenção dele ali era somente a diversão. Qual a pessoa que te serviu de instrumento? Uma criada. Uma criada que era uma pessoa que tinha mais medo que todos na casa. Então, ela se deixava levar pelo medo e não percebia que ela acabava gerando tudo aquilo ali a partir da energia que ela fornecia de forma involuntária. Então, um diálogo que inicialmente aqui São Luís acha que o espírito não teria muita coisa acrescentar, mas é um diálogo muito lógico, muito racional e que a gente percebe aqui com muita clareza que era uma pessoa esclarecida, não tinha maldade, só queria se divertir. E no final a gente verifica que ele queria se divertir. Por quê? na época em que ele viveu naquele local como trapeiro, como costurador de trapos, né, ele era bastante criticado e ironizado pelas pessoas do local, então agora ele vinha querer se divertir com aquelas pessoas que zombavam dele naquela ocasião. Então é o que a gente vê nesse diálogo aqui, muito interessante. Muito bom, Regina. Eh, Gleadyson, vamos dar continuidade ao 895, continuando a análise desse diálogo das questões da 6a à 12ª, pode ser? OK. Vamos, eu vou fazer um resumo bem geral, depois a gente vai bem por partes para entender que é uma parte que eu acho importante pro nosso estudo da noite, tá? Então, Allan Kardec continua o diábico com espírito peror, né, aprofundando as investigações sobre o grau de consciência do espírito em relação ao mal que causava. Isso é uma questionamento bem interessante. O sofrimento, que isso causa as vítimas? O que motivava suas ações e como ele se sentia diante da intervenção da sociedade espírita. Então, vejam que esses questionamentos não são curiosidades, né? Esses questionamentos eles vão levar a uma reflexão moral e vão levar a um

o ele se sentia diante da intervenção da sociedade espírita. Então, vejam que esses questionamentos não são curiosidades, né? Esses questionamentos eles vão levar a uma reflexão moral e vão levar a um despertar do espírito comunicante. Será que você tá vendo o erro que você tá fazendo? Você tem noção disso? Né? E a gente vê Kardec, ele ele fala com seriedade, porém com muito com muito dedicação aquele espírito, né? Eu acho interessante que a Regina falou e quando eu li eu dei muita risada, né? Quando que o espírito vem, ele vem para você quer levar pedrada? Você quer levar pendada? Tá me chamando, quer levar. Kardec fala: "Olha, não temos medo. Se você quiser, pode jogar, né? Tipo assim, é isso que você quer? Pode fazer, tem liberdade." Ele falou: "Eu não posso". Por que que não pode? Existe um guardião ali que a gente sabe que depois de ser, né? é o São Luís, que é o patrono da Sociedade Parisense de Estudos Espíritas e ele tá por trás de progresses. Então, por isso que a gente vê que não é a hora que o espírito quer, tem a permissão. Então, todos esses fenômenos. Então, a sexta questão, ele fala o seguinte: "Procedias assim por algum propósito hostil?" Falou assim: "Não, vem um propósito hostil me animava. Mas os homens que de tudo se apoderam farão com que os fatos redundem a seu proveito. É aquilo que eu falei, o fato foi um e a imprensa não fizou outro. Que eu tava querendo era uma coisa, só que os homens vão deturpar tudo. E é isso que a gente tem que ficar muito antenado, muito ligado, né? que existe o fato, existe a mediunidade, existe o que o povo coloca nos meios de comunicação. Então eles colocam exatamente isso. O título sobre cenas de feitiçaria no século XIX, esse jornal eletrônico. O espírito afirma não ter má intenção, mas reconhece que os homens podem tirar proveito do fenômeno. Aqui vemos uma distinção entre a intenção do espírito, que era uma simples brincadeira, e o uso dos que os encarnados flarão desse fenômeno. Então, entre o fato e o que se

tirar proveito do fenômeno. Aqui vemos uma distinção entre a intenção do espírito, que era uma simples brincadeira, e o uso dos que os encarnados flarão desse fenômeno. Então, entre o fato e o que se o que falou foi diferente, né? O que quer dizer com isso? Não te compreendemos. Eu só cuidava de me divertir. Vós outros, porém, estudei as coisas e tereis mais um fato a mostrar que nós existimos. Olha que bonito isso, né? Isso aí com certeza foi inspiração do do São Luís, que eu estava querendo chamar a atenção que nós existimos e a gente vai ver o despertar disso lá na frente, né? Quando ele começa a dar o nome dele e ver a diferença quando ele faz essa reflexão, há uma transformação. E a gente vai ver o porquê e como a gente pode ajudar. O que quer dizer com isso? Já, né? O que dizes que não alimentava nenhum propósito hostil. Entretanto, quebrastes todo o ladrilho da casa, causastes assim um prejuízo real. A resposta dele é um acidente. O espírito se justifica dizendo que o dano material não foi intencional. Você lembra adolescente? Quando a gente é criança, né? A gente faz uma das consequências enormes e a gente faz, não, mas foi sem querer. A gente faz sem ter noção das consequências dos fatos. Falou, não foi acidente. Então, mostra que ele ainda é um espírito ainda que tá muito longe do uso da razão, usar corretamente o livre arbítrio, que às vezes uma decisão que a gente toma em 5, 10 minutos vão trazer constrangimentos e problemas para nós por muitos anos. É por causa das consequências que geram esses atos. Então essa reflexão é muito interessante sobre isso, né? Então o espírito justifica dizendo que o dano material não foi intencional, sua resposta é evasiva. Aí o nono, onde for buscar os objetos que atirastes? novamente emedição. Uma hora ele fez para São Luís, outra hora ele faz pro espírito para saber se o espírito tem noção do que ele tá fazendo. Não é uma coisa muito interessante e na entrevista a resposta de espírito pode ser qualquer uma. E aí? Aí

uís, outra hora ele faz pro espírito para saber se o espírito tem noção do que ele tá fazendo. Não é uma coisa muito interessante e na entrevista a resposta de espírito pode ser qualquer uma. E aí? Aí tá falhando, falhando. Opa, agora melhorou. Então ele ele é um imperfeito, ele faz algumas afirmações, não tem nada a ver com a realidade. E lembramos, não é? Continua falhando, Citon. Continua falhando. E agora? É, voltou a falhar. Realmente fechou. Microfone fechado. Fechou o áudio. É, agora o áudio tá fechado. Agora vamos ver. Sim, tá bem. Fechou de novo. De onde foram buscar os objetos? Os objetos estão comums. Achei no quatro e no jardim. Novamente confirmando, né? Achasse todos ou fabricastes alguns? Não criei coisa alguma. Se fosse fabricar, iria dar trabalho. E aí nós vamos estudar, né, lá na frente, no laboratório do mundo invisível, todo esse processo, como é difícil a criação fluídica, como é difícil a materialização, como é difícil um meio para que isso proceda, né? E aí acho que último, né? Não. E se não houvesse encontrado, teria podido fabricar? Já adiantei. Falou que não seria muito difícil. Agora diz-nos como atirastes a pedra. Aí isso é mais difícil de responder. E aí para ter um entendimento bem profundo, a gente tem que ir lá no capítulo quatro, teoria das manifestações físicas, que ele vai faz uma impregnação desse fluído vitalizante sobre o objeto, vai criar uma vida factível, né, uma vida temporária e esse objeto vai obedecer a orientação do espírito. Assim como quando eu falo para mexer com a minha mão, na realidade no cérebro mando um monte de informações, né, através da meu sistema nervoso, vai haver polarização, descolarização. Eu nem sei que eu tô fazendo isso, mas os músculos vão ter que se movimentar. Eu nem sei onde eu tô fazendo isso, mas eu mando essas informações e o processo acontece. Então eles também o fazem. Às vezes falam assim: "Vem cá, mas eu vi um espírito tocando as teclas. e fala: "Não, ele acha que tá tocando, ele acha que tá tocando, mas não há necessidade,

sso acontece. Então eles também o fazem. Às vezes falam assim: "Vem cá, mas eu vi um espírito tocando as teclas. e fala: "Não, ele acha que tá tocando, ele acha que tá tocando, mas não há necessidade, que ele cria essa vida, né, factível." Então, é muito longa essa explicação pra gente falar, mas volto a dizer, capítulo quatro, teoria das manifestações espíritas. São dois artigos da revista espírita de maio e junho de 1858. Ele faz teoria um e teoria dois. E a partir dali ele vem com todos esses assuntos, entendendo o seguinte, que nós quando chegamos aqui já estudamos lá a teoria das manifestações físicas. Muito bem, Regina, vou te colocar o pergunta. A gente tem que ser breve porque nós temos um monte de perguntas do nosso público, a gente vai ter que responder pontualmente. Ainda falta então no item 95 da 13ª a 19ª, como esse diálogo continua e como ele finaliza? Muita coisa, né? É, ele começa aqui perguntando aqui se faz muito tempo que que ele morreu, né? E ele revela que já tem pelo menos 50 anos. E aí pergunta que eras quando vivo, um simples trapeiro naquele quarteirão. Às vezes me diziam toles, porque eu gostava muito do licor vermelho do bom velho Noé. por isso mesmo queria pô-los todos para fora. Então aqui ele revela a razão pela qual ele age daquela maneira, né? Foi por ti mesmo e de bom grado que respondeste às nossas perguntas, eu tinha um mestre. Quem era o bom? Não, o vosso bom rei Luís. Então, São Luís era o mestre dele que acompanhava ali naquele processo. Então, interessante desse diálogo que a gente vê todo o roteiro, desde o acolhimento ao ouvir, ao esclarecer, ao orientar e ao dar o encaminhamento dele, né? Que fazes agora? Ocupa-te com o futuro? Ainda não, vagueio. Pensam tão pouco em mim na terra que ninguém roga por mim. Ora, não tenho quem me ajude, não trabalho. Como te chamas, Janê? Está bem, Janet? Está bem, Janê. Oraremos por ti. Dize-nos a evocação te deu prazer ou te contrariou? Antes prazer, porque sois bons rapazes, viventes, alegres.

de, não trabalho. Como te chamas, Janê? Está bem, Janet? Está bem, Janê. Oraremos por ti. Dize-nos a evocação te deu prazer ou te contrariou? Antes prazer, porque sois bons rapazes, viventes, alegres. embora um pouco austeros, não importa, ouviste-me e estou contente. E assim ele fecha o diálogo, né? Então a gente vê a clareza e a lógica do que é um verdadeiro diálogo com os espíritos dentro de uma reunião mediúnica feita por Kardec. Muito bem. Vamos então. Vamos pra primeira. Vamos pra primeira. A Cristiane Rosa Araújo Cleon coloca que ficou confusa com as questões sobre sonâmbolos naturais e sonâmbalos magnéticos. Sonambulismo é um processo que a gente pode ver lá no livro dos médiuns, na segunda parte, né? aonde é uma desdobramento do espírito, porque quando nós estamos com o espírito completamente na parte, né, acordado em vigília, nós estamos vendo com os olhos da da do corpo físico, né? Então nós ficamos com pouco conhecimento do plano espiritual. Quando nós dormimos, alguns sonâmbulos, principalmente, que são esses médiuns naturais, eles fazem o desdobramento e no desdobramento ele participa do plano espiritual. lá ele entende, lá ele conversa de um processo natural que às vezes ele nem sabe, nem lembra, ao contrário dos médiuns colambúlicos magnéticos, que através de magnéticos ocorre o desdobramento e aí ele vai fazer um trabalho mediúnico na casa espírita. Tem um livro bem interessante nos domínios da mediunidade de André Luiz, que ele faz exatamente o estudo desse desdobramento sonodúlico através de pastas magnéticos. Então, um é um processo natural, espírito nem sabe, e outro é um processo provocado através de passos em que o espírito fica com o corpo, né, praticamente parcialmente e inerte e o espírito com maior liberdade vai poder trabalhar mediunicamente, ou seja, ele vai adentrar no plano espiritual. Essa diferença. Um é natural, o outro é facultativo. É a diferença básica, né? natural e provocado. O processo é o mesmo. Regina Roselene Barbosa, uma pessoa que

ele vai adentrar no plano espiritual. Essa diferença. Um é natural, o outro é facultativo. É a diferença básica, né? natural e provocado. O processo é o mesmo. Regina Roselene Barbosa, uma pessoa que está possuída de espírito obsessor, ela é médium ou não é necessário que seja médium para ser obsidiada? Olha, o que existe de comum entre a mediunidade e a obsessão é a facilidade de sintonia com outras mentes. Agora, o médium é uma coisa, o obsidiado é outra coisa, porque o obsidiado ali existe um espírito que está comandando aquele processo de dominação, de controle da pessoa. Então, é bem mais difícil. Nem todo obsidiado tem compromisso com o exercício da mediunidade. O que liga os dois ali é exatamente a sintonia com outras mentes. Aí entra a questão 459 lá do livro dos espíritos, quando Kardec pergunta se os espíritos influem em nossas vidas e em nossos atos. E a espiritualidade responde que muito mais do que imaginais. a tal ponto que são eles que vos dirigem. Aí a necessidade da gente cuidar dos nossos pensamentos, cuidar dos nossos sentimentos, analisar os pensamentos que a gente está recebendo pra gente verificar se ali tem uma boa influência, se ali tem uma influência negativa. Se a influência é boa, a gente assimila e coloca no dia a dia. que não é boa, a gente interrompe o processo ali na na fonte, porque quando a gente não interrompe, a gente começa a dar vazão aqueles pensamentos e acaba permitindo a instalação do processo obsessivo. Mas é o capítulo 23 do livro dos médiuns, tá lá assim de ponta a ponta. Obrigada, Regina Cleon. O Rubens Teodoro Lima Soares de Araújo e Meira coloca: "Posso perguntar uma dúvida? O que vocês acham de ocasiões onde escutamos chamarem nossos nomes e não há ninguém?" Bom, pode ser um processo exatamente, né? De um amigo espiritual chamando a atenção. Primeiro para nós sabermos da realidade do mundo espiritual. Segundo, para nós ficarmos prudentes, né, de que algumas realidades poderão acontecer e esse nosso amigo espiritual tá nos

mando a atenção. Primeiro para nós sabermos da realidade do mundo espiritual. Segundo, para nós ficarmos prudentes, né, de que algumas realidades poderão acontecer e esse nosso amigo espiritual tá nos orientando, tá nos ajudando, né? E também pode ser impressões, então a gente não pode dar a certeza de tudo, mas nós sabemos que nós temos o nosso espírito protetor e às vezes a gente esquece disso e faz poucas orações para ele. E a função dele se deixa muito claro lá no livro dos espíritos, a partir da questão 90, 910. que ele a gente deve solicitar para ele o tempo todo essa proteção e ele vai nos orientar desde que estejamos em sintonia com ele. O grande problema é que nem sempre estamos em sintonia com ele. O grande problema é que às vezes estamos preocupados com trabalho, com dívida, preocupados com raiva disso, daquilo e não damos vazão para eles. Então o esse nosso amigo pode começar a identificar. Pera, ele me chamou, tá chamando atenção para quê? Esse meu espírito professor, será que ele é o espírito professor? Vou fazer uma oração e vou prestar atenção a partir daí. Pode ser isso, sim. Tá. Gente, tem duas questões aqui que a gente precisa comentar rapidamente, eh, porque uma delas da Rosilene Barbosa. E Rosilene não vou nem colocar, é uma questão pessoal e eu te digo o seguinte, não dá para saber, querida, não dá para saber. Não dá para saber se foi o espírito da pessoa. Normalmente quando alguém está desencarnando da família, tem uma ligação com a gente, a gente tem um pressentimento disso. Às vezes o espírito se desprendeu e nos visitou. E às vezes a gente porque tem uma ligação, percebeu a distância. Então não dá para saber exatamente, não é, se foi ou não, sem conhecer o caso. Tá bem? Então, nós temos também uma outra situação aqui, eh, Leila Ribeiro, por gentileza, Lúcifer não existe, querida, tá bem? Não existe o diabo, não existe essas coisas. a criação da nosso folclore religioso do passado e que às vezes é cultivado, não é, ainda hoje, mas isso não existe. Existe espíritos

ste, querida, tá bem? Não existe o diabo, não existe essas coisas. a criação da nosso folclore religioso do passado e que às vezes é cultivado, não é, ainda hoje, mas isso não existe. Existe espíritos inferiores. Quando a gente estuda Kardec, eu sugiro, Leila, que estude Kardec, por favor, tá bem? Para entender melhor toda essa questão espiritual. Então, mediunismo existe em toda a humanidade, desde antes de existir o espiritismo. Agora, o espiritismo surgiu para explicar essas coisas, pra gente entender e sair dessa dependência. Então, a gente respeita muito, não é, a Umbanda, todos os cultos a gente respeita profundamente, mas tem muita coisa que é um entendimento pessoal nosso das coisas ou da própria pessoa que diz que é daquela religião e não é exatamente como a religião fala, sabe? Então tem que prestar muita atenção nisso, tá bem? Não vamos entrar no mérito da questão porque não existe essas coisas. Tem que tomar muito cuidado porque a gente começa a criar coisas e entrar em processo obsessivo, igualzinho o Cleon contou agora a pouco. A pessoa fala tanto no diabo que ela mentalmente cria a imagem e quando ela sai a imagem fica lá na casa, né? Aconteceu com amigo meu também isso, viu, Cleiton? Exatamente assim. Pessoa falava tanto do diabo que quando a pessoa saiu, ele sentiu a presença do do diabo. Ele falou: "Mas como é que é isso? Ele era espírita, sabia que não existia. Fez uma oração diluiu, aquela forma pensamento que foi criada ali." Então a gente cria, viu, Claudinho, formas, pensamentos aí, né, nessa situação, não é? Como tava sendo colocado aí, tá bem? Tem que tomar muito cuidado. Então, agora paraa Regina, né? Eh, Regina dibre, é, numa reunião mediúnica que já está na hora de encerrar, vem um espírito comunicante. Qual seria o procedimento correto, Cleadyson? Abrir espaço para comunicação ou ignorar? Olha, ignorar. Nós nunca podemos ignorar uma comunicação. Agora é preciso dentro de uma reunião mediúnica que a gente observe. A reunião tem hora para começar e tem hora para

a comunicação ou ignorar? Olha, ignorar. Nós nunca podemos ignorar uma comunicação. Agora é preciso dentro de uma reunião mediúnica que a gente observe. A reunião tem hora para começar e tem hora para terminar. Existem médiuns que às vezes durante a reunião regular ele não sente nada, não tem nenhuma manifestação. Quando você caminha encerramento, ele se deixa envolver e quer transmitir a comunicação. Então é preciso verificar se isso é um hábito específico de determinada pessoa. Mas acolher é importante a gente acolher, nem que seja para dizer poucas palavras. Lembrando também que mesmo que um espírito não seja devidamente atendido, ou seja, não passe pelo intercâmbio mediúnico, não significa que ele não esteja sendo atendido. Todos os espíritos que vêm até uma reunião mediúnica, de alguma forma eles são bem atendidos, seja pelos encarnados, seja pela própria equipe espiritual. E às vezes ele está vindo somente para passar pelo choque com a matéria, porque ele ainda está em preparação para uma futura manifestação. Então, cada caso é um caso. O que nós não podemos é dizer assim, não pode mais porque já tá na hora de encerrar a reunião. Mas observar essas questões de comportamento do trabalhador é importante a gente observar porque existem muitos casos. Pessoa passa a reunião inteira, não sente nada. Quando você tá fazendo a prece final, ela diz que tem um espírito para se comunicar. Não estamos dizendo que seja esse o caso. Bem, eh, Gleitson, Claudinho coloca como os espíritos utilizam sons para fazermos fazermos pensar que o barulho é real. É possível que os espíritos provoquem sons pra gente pensar que aquilo é real. Por exemplo, os pratos estão caindo no chão, parece que tá quebrando tudo. Você corre lá na na cozinha, tá tudo intacto, não tem não tem nada. Laine, é uma excelente pergunta e a gente pode responder fazendo uma um equivalente com a nossa parte material. Se você imaginar um altofalante, o que que ele faz? Faz só isso. O altofalante não tem boca, não tem língua, não tem

nta e a gente pode responder fazendo uma um equivalente com a nossa parte material. Se você imaginar um altofalante, o que que ele faz? Faz só isso. O altofalante não tem boca, não tem língua, não tem aparelho fonador, mas ele faz essa vibração e através dessa vibração sai músicas fantásticas. Então o som é uma onda sonora, é uma onda mecânica que necessita do meio. Se eu tirar o ar, o som desaparece. né? Então aqueles filmes que tem explosões das naves, aquilo lá tudo é por causa do efeito, mas não existe porque lá tá o vácuo. Você não tem som no vácuo. Então essa vibração feita no ar chega no nosso ouvido, vai sensibilizar o nosso tímpano, vai lá dentro, martelo, bigorneo, estribo, vai lá nos canais semicirculares. Isso é o som. Então eles nada mais fazem do que com um fluído vitalizado, fazendo movimentos que simulam exatamente como o altofalante. Bem interessante essa pergunta e ela é uma dúvida muito comum. Então não é uma coisa tão difícil. Uma vez que homem já criou o altofalante que fica fazendo isso com melodias maravilhosas. Tem essa aqui que não tem relação, mas se a Regina puder responder rapidamente o tempo acabou. O espírito ao desencarnar existe um tempo de tem um tempo depois para ele vir à terra, Regina? Para ele vir a terra, visitar os encarnados depende da situação do espírito. Existem espíritos que podem fazer isso rapidamente. Existem outros que passam por um longo período de perturbação até ele despertar, até ele estar em condições. Pode demorar. Então, cada caso é um caso. A gente verifica situações em que muitas vezes o espírito desencarnou há pouco tempo e ele ainda está numa situação de desconforto, onde ele nem teve condições ainda de voltar paraa família de origem. E às vezes a própria o próprio grupo mediúnico, digamos, um trabalhador de um grupo mediúnico, ele quer voltar para estar em contato com aquele grupo. E a gente vê tanto no livro Missionários da Luz, o capítulo do Dionísio Fernandes, que é um caso típico desse, e também no caso dos

o mediúnico, ele quer voltar para estar em contato com aquele grupo. E a gente vê tanto no livro Missionários da Luz, o capítulo do Dionísio Fernandes, que é um caso típico desse, e também no caso dos domínios da mediunidade, a história de Castro e Oliveira. Então, Oliveira quer vir até o grupo, mas ele não tem condições emocionais de estar com o grupo na condição de recém desencarnado. E o próprio grupo também não tem essa condição. Então, ele é desaconselhado a vir até o grupo. Então, a espiritualidade autoriza mais através de um processo de desdobramento. Então, como Castro era um trabalhador com facilidade no desdobramento, ele é levado até um determinado ponto onde ele encontra o oliveira e de lá ele transmite à distância aquela comunicação. E a gente lembra principalmente no nosso lar a história do próprio André Luiz. Quando ele sai ali do umbral, depois de 8 anos, ele é resgatado e ele se prepara para novas tarefas e ele sente falta da família e ele quer visitar a família e um dia ele decide ir. E quando ele chega na casa dele diante do que ele encontra, ele entra numa fase de profunda perturbação e é socorrido pela Narcisa. Como é uma história grande, então a gente deixa para todo mundo ler o livro nosso lá, porque é uma história belíssima. Muito bem, muito obrigado. Vamos então para o nosso fechamento hoje. No próximo encontro, nós daremos continuidade ao estudo de O livro dos Médiuns, na segunda parte das manifestações espíritas, capítulo 5, das manifestações físicas espontâneas, fenômenos de transporte. Vamos ver dos itens 96 a 99 da primeira a nona que estão ali como examinado. OK? Então nós agradecemos todos vocês que estiveram conosco, agradecemos a presença do Cleitson e da Regina e fiquem com Deus, fiquem em paz. Até a próxima semana. Somos impulsionados e motivados por um bem maior. Por meio da caridade e da vivência do evangelho do Cristo. Chegamos onde chegamos, conquistamos o que conquistamos. O nosso trabalho acolhe quem mais precisa. E independente da distância,

m bem maior. Por meio da caridade e da vivência do evangelho do Cristo. Chegamos onde chegamos, conquistamos o que conquistamos. O nosso trabalho acolhe quem mais precisa. E independente da distância, nossos meios acessam lugares que antes pareciam inalcançáveis. A comunicação é chave em todos os setores de nossa sociedade e ela muitas vezes nos permitiu abraçar quem precisava de atenção em momentos de dor e angústia. Esse trabalho é feito com muita dedicação por toda uma equipe profissional, preparada para produzir diversos tipos de conteúdos que alcançam o público. Já são mais de 4.000 conteúdos de qualidade disponibilizados gratuitamente em nossas plataformas, produzidos por comunicólogos, produtores audiovisuais, cenógrafos, editores, designers, programadores e técnicos de áudio. Toda essa estrutura só é possível graças a você, apoiador do nosso trabalho. E somos gratos por toda a sua doação até aqui. Mas este trabalho precisa continuar. Podemos acolher ainda mais pessoas. E para continuar alcançando tantos corações, precisamos de você. Por isso, mais uma vez contamos com seu apoio financeiro. Apenas com ele poderemos avançar ainda mais e continuar próximos de você. Trabalhamos pelo consolo, pelo esclarecimento e pela esperança. E sabemos que somente juntos com você poderemos fortalecer essa corrente. A padrinha FEB TV. Estamos juntos com você através da FEB TV. Acesse doe.com.br BR e faça sua doação.

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