#14 Estudo de O Livro dos Médiuns AEE CFN/FEB - Das manifestações espíritas - Parte 6
Estudo de O Livro dos Médiuns pela Área de Estudo do Espiritismo do Conselho Federativo Nacional/FEB. Semanalmente, toda sexta-feira, às 21h30, no horário de Brasília, com transmissão ao vivo pelos canais da FEB no Facebook, FEBtv no YouTube e Facebook e Portal do Consolador no Youtube. Encontro 14 - Segunda Parte. Das manifestações espíritas. Cap. V Das manifestações físicas espontâneas. Itens 82 a 90. Link de acesso ao Estudo: https://febtv.live/livrodosmediuns_cfn_feb Para fazer parte ...
Vamos juntos nessa jornada de conhecimento e descoberta refletir e expandir nossos horizontes sobre a mediunidade, ampliando nossa compreensão sobre o mundo espiritual e suas belezas. Estudo de Oibro dos Médiuns pela área de estudo do Espiritismo do Conselho Federativo Nacional da Federação Espírita Brasileira. Olá, você que está conosco, seja muito bem-vindo. E nossas boasvindas também aos nossos participantes, a Carlos Campete, que é vice-presidente de unificação da FEB, a Tânia Gab, diretora da área da mediunidade da Federação Espírita do Rio Grande do Sul e vice-presidente doutrinária da Sociedade Espírita Círculo da Luz. de Osório e também a Wellington Correia, Câmara, coordenador do estudo de O livro dos Médiuns da Federação Espírita Pernambucana, palestrante espírita que auxilia na formação de novos trabalhadores no estudo da mediunidade. Muito bem, nossas boas-vindas a Tânia, Wellington, Eusita, uma satisfação imensa estarmos juntos aqui e a nossa saudação fraterna você que está acompanhando. Dando continuidade ao estudo de O livro dos Médiuns, hoje nós vamos examinar a segunda parte das manifestações espíritas, no capítulo 5 das manifestações físicas espontâneas, itens 82 a 90. Nesse capítulo 5, nós vamos ver sobre os ruídos, os barulhos e perturbações, arremesso de objetos e fenômeno de transporte. E a nossa primeira pergunta, Tânia, é para ti no item 82. Até agora Kardec tratou dos fenômenos provocados. Há fenômenos espontâneos. Como é que é isso? Então, boa noite a todos que nos acompanham. Vamos lá, Cantete. Então, são os fenômenos produzidos espontaneamente, sem intervenção da vontade, como ocorre com as manifestações físicas que são provocadas. esse que já foi um tema abordado, né, no programa anterior. E Kardec, inclusive afirma que esses fenômenos espontâneos podem ocorrer até mesmo contra a vontade, com pessoas que nunca ouviram falar e, portanto, nem esperavam tal manifestação. E isso se dá em razão de uma natural liberação de bioenergias físicas e
âneos podem ocorrer até mesmo contra a vontade, com pessoas que nunca ouviram falar e, portanto, nem esperavam tal manifestação. E isso se dá em razão de uma natural liberação de bioenergias físicas e perespirituais de que dispõe conforme nos traz também o nosso OPM, né, orientação para prática mediúnica. Assim, muitas vezes, essa forma dos espíritos atestarem sua presença pode se transformar em um inconveniente e causar até constrangimento. Muito bem, Tânia. Wellington quer agregar algum comentário? É, pois é. Então, eu acho que a nossa amiga Tânia, ela se colocou muito bem. Eu só gostaria de fazer um pequeno um adendo, uma contribuição. Eh, esses fenômenos, eles durante muito tempo eh causaram e como ainda hoje causa em algumas pessoas, né, um certo espanto. E a gente pode atribuir isso, né, a falta de conhecimento, a falta de estudo, mas é algo perfeitamente normal, é algo que aconteceu muito lá atrás quando o surgimento do espírita, né, nos seus princípios, né, e que hoje ainda a gente consegue vivenciar isso, eh, no dia a dia. Felizmente ainda boa parte das pessoas, a população como um todo, a gente pode assim colocar, não tende, não compreende, né? E atribui isso eh a coisas do outro mundo, coisas do além, enfim, né? É só essa colocação. Coisas do diabo que que é pior, né? muita supercel. É isso aí. Kardec até recomenda, né, amigos, que seja feito um estudo assim pormenorizado, analisar todas as circunstâncias, ter esse cuidado, né, justamente para não ser joguete de uma ilusão, de uma mistificação, ou mesmo, né, estarmos com esse ponto de vista equivocado, né, de que pode ser o diabo, como bem brincou aqui Campete. Interessante que o espírita não pode ser crédulo, né? Kardeco, nós aceitamos fatos, não boatos, não é? Exatamente. Faltar, né? Pesquisar sempre é a palavra de ordem. Mas Welliton, vamos para o item três agora com você. Discardec de todas as manifestações espíritas. As mais simples e mais frequentes são os ruídos e as pancadas. O que mais Kardec fala sobre o assunto?
s Welliton, vamos para o item três agora com você. Discardec de todas as manifestações espíritas. As mais simples e mais frequentes são os ruídos e as pancadas. O que mais Kardec fala sobre o assunto? É um ponto que Kardec ele traz logo em comentário depois dessa afirmação, é que nós temos que ter muito cuidado com a questão da ilusão, né? como são fenômenos eh que se assemelham muito eh a nosso dia a dia, a normalidade, a pancadas que a gente observa, a um ruído de um vento, né, a um animal que tá escondido em algum lugar e faz algum ruído e você não consegue enxergar. Então, tudo isso pode causar a falsa impressão de coisas ligadas a esses fenômenos, eh, que não são entendidos, como a gente já falou anteriormente, pela maioria da população. Então, realmente, você só vai ter uma compreensão maior disso quando você estuda, quando você analisa. A gente observa que no início eh da fenomenologia espírita, mesmo antes do lançamento do livro dos espíritos, né, em 1857, por ocasião eh de Radesville, os fenômenos de Radersville vencerados ali entre o ano de 1848, 1854, que esse tipo de comunicação, eh, em um dado momento, ele se mostrava inteligente, porque não eram simples ruídos que vinham do nada. Eh, havia uma interação com o espírito que tentava se comunicar. Então, se falava lá, uma das irmãs falava: "É, se você tá me ouvindo, eh, só deu uma batida. Se você não tá me escutando, de duas, né?" E havia realmente uma resposta inteligente, o que constatava que algo de inteligente existia por trás. Então, é esse cuidado, essa tensão que tem que se ter para eh não misturar, não confundir com os ruídos que normalmente a gente escuta no nosso dia a dia. Uhum. Muito bom. Eh, Tânia, quer agregar alguma coisa? Fica à vontade. Obrigada, amigo. Eh, até porque, né, Wellon, como a gente eh já vinha conversando, existe uma infinidade de causas naturais que podem produzir essas manifestações, né? E aqui nós nós temos inclusive algum alguns exemplos que é importante a gente compartilhar, até porque nos tornamos
existe uma infinidade de causas naturais que podem produzir essas manifestações, né? E aqui nós nós temos inclusive algum alguns exemplos que é importante a gente compartilhar, até porque nos tornamos também, né, um veículo de divulgação. Então o vento que pode agitar um objeto, um animal escondido, descargas elétricas, até a acomodação de estruturas físicas, né, que muitas vezes provocam estalidos na madeira. eh uma brincadeira que alguém realiza com o intuito de se divertir, de assustar e que na verdade não é então uma manifestação física espontânea. Aí a gente volta, né, a importância do estudo, a importância da observação, da análise toda, né, para identificar se a origem é mediúnica ou não. E aí no exemplo que tu trazes mesmo, né? Eh, aqui de verificar se obedece a uma vontade, seu, se estão respondendo a um pensamento, né, através da intensidade do número ou se fizerem ouvir em lugar determinado, né? Isso vai nos dando a certeza de que, de fato, temos uma manifestação homem inteligente. Uhum. Isso. Isso aí. Muito bem. E aí no item 84 agora, então, Etânia, é racional ter medo dos ruídos das pancadas? Deixei o microfone. Então, amigos, na verdade nós percebemos, né, pelos relatos, eh, mesmo na literatura, o quanto que acontece deste medo, né? Porém, nós encontramos em o livro dos médiuns, que não é racional. nos assevera Kardec que em caso algum esses ruídos e pancadas representam o perigo. Entretanto, a ocorrência desses fenômenos podem sim assustar, porque surgem inesperadamente, mas não devem provocar o medo. O que é preciso cuidar de fato é da nossa imaginação que pode levar a pessoa a ilusões, superstições, fantasias, né? Kardec lembra que existem aquelas pessoas que se persuadem que é o diabo que as produz. Estas inclusive podem ficar abaladas, né? E nós vemos que eh é parte ainda cultura muitas vezes os adultos assustarem as crianças tentando coibir, tentando proteger, né, de alguma forma de alguma ação que possa colocá-las em risco. Mas o medo não é não é parte da
parte ainda cultura muitas vezes os adultos assustarem as crianças tentando coibir, tentando proteger, né, de alguma forma de alguma ação que possa colocá-las em risco. Mas o medo não é não é parte da da psiquê infantil, é nós que acabamos incutindo, né? Então, naturalmente que esta pessoa vai trazer no seu arquivo emocional o medo e aí numa situação desta acaba acionando, né, e muitas vezes, claro, eh acaba ganhando proporções, persistências desagradáveis, né? Então, eh, não há por nos garante Kardec. Então é é de fato estarmos atento, né, para podermos orientar, trazer a verdade, para acalmar esses corações que ainda se situam, né, nesse sentimento, nessa emoção. Muito bem, Tânia. Alguma coisa a acrescentar, Wellton, nessa parte? Parece que tá travado. É o É, o travou. Enquanto ele não volta, Carlos, vamos a algumas questões do do pessoal. Isto é aqui a gente pode aproveitar esse momento, então, enquanto o Wellon não retorna. Logo no início, Terezinha eh, Ponteciano, antes de começar, ela deixou uma mensagem pra gente. Deus abençoe vocês, irmãos trabalhadores da última hora na seara de Jesus. E aqui nós queríamos fazer um esclarecimento, tá? Eh, correto? Nós, provavelmente todos fomos trabalhadores da última hora do planeta em transformação de expiação e provas para regeneração, mas o nosso planeta está adentrando o período da regeneração. Portanto, nós estamos convidados a ser trabalhadores da primeira hora da regeneração. Então vamos lá, eh, Terezinha, companheiros, nossos irmãos de Ideal Espírita, buscando a sintonia com os momentos iniciais da regeneração que nós estamos adentrando nesse período, OK? Tudo bem? Qualquer coisa podem perguntar e a gente esclarece mais. Já temos lives, matérias em reformador sobre o assunto. Em novembro foi publicado uma matéria esclarecendo sobre isso, não é? acompanhe o reformador, por gentileza, que traz aí notícias a respeito, não é? Então, o Wellington voltou hoje. O Wellington voltou. Então, vamos lá, Wellington, com você agora o item 85.
isso, não é? acompanhe o reformador, por gentileza, que traz aí notícias a respeito, não é? Então, o Wellington voltou hoje. O Wellington voltou. Então, vamos lá, Wellington, com você agora o item 85. Entendi. Qual a finalidade das manifestações físicas, segundo Kardec? Eh, segundo Kardec, a finalidade das manifestações físicas sempre foi o de chamar atenção, né? Então, a gente observa muito isso, como a gente já citou lá atrás, eh no início e do surgimento, eh, das manifestações de forma clara por ocasião do surgimento da doutrina espírita, o que se queria era se dizer que se existia. Ol, nós existimos, né? A morte ela não existe. Eh, nós somos espíritos, nós somos como vocês. A gente só partir pro outro lado, nós desencarnamos, mas nós estamos aqui. Então, o objetivo era deixar isso claro, né, e mostrar para os homens que sempre existiu e existe uma força maior do que eles, né? força essa representada pelos espíritos, pela espiritualidade. Eh, então, eh, além dessa situação de se fazer mostrar, muitas das vezes os espíritos eles tentam chamar a atenção eh das pessoas, porque como nós, não é o fato deles terem passado para o outro lado, deles terem desencarnado que os desejos deixam de existir, que os problemas deixam de existir. Então, muitas das vezes eles querem ali de alguma forma interagir e tentar encontrar alguma solução para o problema que eles estão enfrentando, para uma dificuldade que eles estão passando, né, de alguma forma pedir ajuda, né? Então, eh eh é basicamente isso, né, que Kardec disse pra gente através da espiritualidade e cabe a nós, logicamente, e aí há necessidade de um estudo, a necessidade de um conhecimento, fazer com que eles sejam ouvidos, permitir essa interação, né, conversar com eles, saber o que que eles estão precisando, né, enfim. Muito bem. Quer comentar alguma coisa, Tânia? Eh, Wellington trouxe aqui, né, eh, justamente que essa finalidade das manifestações físicas é de chamar atenção para alguma coisa. E muitas vezes, a partir do momento em que nós
alguma coisa, Tânia? Eh, Wellington trouxe aqui, né, eh, justamente que essa finalidade das manifestações físicas é de chamar atenção para alguma coisa. E muitas vezes, a partir do momento em que nós conseguimos nos convencer, né, dessa presença de uma força superior ao homem que vem buscando nos chamar atenção e entendemos na busca, no diálogo, né, com esse espírito que se manifesta, busc buscando entender o que de fato ele quer, muitas vezes e esse tipo de manifestação cessa ali, né? Ela ela nem dá mais continuidade. O que vinha acontecendo de ruídos, de pancadas, a partir do momento que nós conseguimos tomar conhecimento e dentro do possível atender o o que está sendo solicitado, nós conseguimos interromper até esse processo, né? Também essa manifestação. Aham. Aí Kardec até comenta, né? e alcançar esse fim, se essa manifestação material produzária. Aí ele vai citar dois exemplos, né, no item 86. E a gente vai te pedir, Tânia, por favor, para nos informar qual é esse primeiro exemplo que foi aí apresentado por Kardec nesse 86. É fantástico, né? todos todas as histórias eh que Kardeceme no livro dos médiuns, eh nos fazendo compreender melhor e trazendo bem o seu caráter de pedagogo, né? Então, amigos, o primeiro exemplo apresenta uma narrativa excepcional que ocorreu com ele próprio quando iniciava seus estudos sobre o espiritismo. Era noite e ele estava entregue a um trabalho referente exatamente ao tema que nós estamos estudando. E de repente pancadas se fizeram ouvir ao redor de Kardec durante 4 horas consecutivas. 4 horas. Era a primeira vez que acontecia. Claro que assim como ele nos recomenda, Prudente, ele certificou-se, né, de que não era um resultado de nenhuma causa acidental. Era um período em que o codificador tinha a oportunidade de estar eh em reunião mediúnica com um médium, né, escrevente. No dia então seguinte ao episódio, ele pergunta ao espírito que se comunicava por intermédio desse médium, qual a causa das pancadas? Ele sabia que havia uma
o mediúnica com um médium, né, escrevente. No dia então seguinte ao episódio, ele pergunta ao espírito que se comunicava por intermédio desse médium, qual a causa das pancadas? Ele sabia que havia uma razão. E então o espírito responde: "Era o teu espírito, era o teu espírito familiar que te deseja falar aqui, né? Nós vamos ter então a pergunta de Kardec. Que queria de mim? Ele está aqui? Pergunta-lhe." E Kardec então o interroga. e ele se deu a conhecer com um nome alegórico. Porém, mais tarde, o nosso codificador veio a saber por outros espíritos que este que se manifestou, que buscou, né, chamar a atenção de Kardec através das pancadas, pertencia a uma categoria elevadíssima e que desempenhou na Terra importante papel. Na verdade, era o primeiro contato do espírito de verdade com Kardec. E como havia ali alguns erros no trabalho, ele queria justamente iniciar eh e e essa aproximação maior com Kardec, mas antes ele queria avisar que isso se daria. Então ele aponta os erros de Kardec, indica as linhas onde se encontravam e aproveitou para dar úteis e sábios conselhos, né, de um espírito de verdade. E aí garantiu a Kardec, gente, que ele estaria sempre com ele, atendendo os chamados sempre que este quisesse interrogá-lo. Mas para isso precisava avisar o mestre Leon que é o que ele fez então de que agora teria uma comunicação regular. Este espírito nunca mais abandonou Kardec e deu provas da sua superioridade. Então, nos mostrando o quanto eh quando nós estamos alinhados, quando nós nos permitimos seguir, né, o que a espiritualidade maior vem nos orientando e nos preparando, eh, o quanto eles nos acompanham, né, o quanto o trabalho é benéfico. E aí ele então manifesta para Kardec ao longo das suas ah da sua jornada conosco, né? A uma intervenção que se dá inclusive nos assuntos da vida material, nas questões metafísicas. E essa intervenção, lógico, amigos, ela é benéfola. As pancadas cessaram desde a primeira entrevista porque cumpriram o aviso, portanto se tornaram no es. Então
ida material, nas questões metafísicas. E essa intervenção, lógico, amigos, ela é benéfola. As pancadas cessaram desde a primeira entrevista porque cumpriram o aviso, portanto se tornaram no es. Então esta é uma das belas histórias, né, que Kardec compartilha conosco e da a partir da sua própria vivência, né, nos nos comprovando o que vem de orientação em entregue para nós neste capítulo. Wellons, obrigada, Tânia. Tivemos um uma excelente colocação da Tânia sobre esse primeiro exemplo. Agora temos um segundo exemplo aí no item 86. Qual é? Eu queria, antes de entrar nesse segundo exemplo, fazer só uma, entre aspas, né, uma provocação para quem está nos ouvindo sobre esse primeiro. Eh, a gente discutiu muito isso em sala de aula, né, com com os alunos lá na nas PEP. Eh, esse exemplo deixa claro pra gente que Kardec se encontrava sozinho, né? Eh, e de repente ele escuta as pancadas e conforme T explicou, a gente já sabe porque que essas pancadas se deram. Eh, sabendo-se que para que isso acontecesse um fenômeno físico, há necessidade de um médio de efeitos físicos? A gente pode dizer que Kardec era médio e médio de efeitos físicos. Pois é, tô jogando só pergunta paraas pessoas aí, né? Elas de repente dar uma olhada aí. Eu até cito item 75 e 77 desse mesmo conteúdo que a gente tá estudando, que deixa muito claro pra gente que não, né? e que essa polologia ela poderia acontecer, eh, a espiritualidade poderia fazer uso de qualquer médico que nas proximidades ali se encontrasse, eh, para usar uso desse material e a fenomenologia ocorrer. Enfim, o segundo exemplo é muito parecido, né, com o primeiro, mas Kardec fala de um amigo seu que estava o tempo todo escutando pancadas, né, dentro de casa. essas pancadas, esses ruídos, de certa forma já estavam incomodando, né? E que depois ele toma conhecimento que tratava-se, né, de seu pai, né, que tentava passar uma informação para ele, levar uma comunicação para ele para algo que ele deveria fazer. E aí ele escutando, tomando conhecimento
ma conhecimento que tratava-se, né, de seu pai, né, que tentava passar uma informação para ele, levar uma comunicação para ele para algo que ele deveria fazer. E aí ele escutando, tomando conhecimento daquilo e executando, né, o que o pai desejava, os ruídos deixaram de acontecer. E aí tem uma frase interessante, né, que Kardeet traz aqui, onde ele coloca assim, ó, o tambor deixa de tocar para despertar os soldados, logo que estes se acham todos de pé. Então, tem muito a ver com o que a gente falou lá atrás. O espírito ele está chamando atenção por algum motivo, mas a partir do momento que aquele motivo deixou de existir, porque ele foi ouvido, ele de certa forma foi atendido, não tem mais por o fenômeno acontecer novamente. Não tem mais porque os ruídos, as pancadas eh darem continuidade, né? Muito interessante. Eu ia comentar justamente que a Graziele Favoreto tá perguntando aqui. Ela colocou assim, ó. Pelo item 85, somente os inferiores se ocupam disso. Sendo a exceção item 86. Não é exceção não, Graziele. Não é ele que se comunica diretamente. Ele tem um monte de trabalhadores que dão apoio a ele, não é isso, gente? Então, foi o espírito de verdade que utilizou dos auxiliares para provocar os ruídos, né, para chamar a atenção de Kardec, mas depois é ele quem fala com Kardec através do médium, né, na entrevista. Tá bem? OK. Acho que é isso aqui, né? Quer dizer que que um espírito inferior ele seja do mal, né? eh eh é a condição que ele se encontra e imagina com que alegria, né, se coloca para atender eh uma solicitação do espírito de verdade. Isso, isso é interessante que a Tânia tá chamando atenção. Nem sempre, né, já foi comentado aqui, aos são os espíritos provocam os ruídos são espíritos maus, né, mas há situações. A gente vai ver aqui, tem tem várias perguntas já do público aqui, do nossos participantes, não é? E a gente traz o assunto no momento apropriado novamente, né? Nós vamos pro item S aqui. Então, o nosso item 87. Desculpa, gente, um segundo aí. Houve um um probleminha aqui, não sei o
ipantes, não é? E a gente traz o assunto no momento apropriado novamente, né? Nós vamos pro item S aqui. Então, o nosso item 87. Desculpa, gente, um segundo aí. Houve um um probleminha aqui, não sei o que aconteceu. Um segundinho. Interessante que isso aconteceu com outro entrevistado no outro estudo que a gente teve ainda há pouco. Então, item 87. As pancadas e ruídos podem degenerar em algo pior. Aí Tânia, como é que é isso? Então, Campete, amigos, as pancadas e ruídos podem sim degenerar em verdadeiro estardalhaço e em perturbações. Móveis e objetos diversos que acabam sendo derrubados. atirados de fora para dentro de casa. Portas janelas são abertas e fechadas por mãos invisíveis, vidros, ladrilhos quebrados, né, que aí não deixam dúvida, né, em relação a estar estarmos iludidos. e outros materiais são destruídos por impactos ou por incêndio através da autocbustão espontânea. muitas vezes estas manifestações em que se verifica, né, eh, o derribamento, como consta eh no capítulo em um livro dos médiuns, se dá de fato e em outras só na aparência. Nós vamos ouvir vos erilos em aposentos próximos. Barulho de louça que cai e quebra com estrondo. As pessoas da casa se movimentam, vão para verificar e encontram tudo calmo, tudo em ordem, mal saem, começa o tumulto novamente. Então, nós não devemos ignorar que os espíritos moralmente atrasados podem provocar perturbações graves, seja no anseio de se comunicarem com o nosso plano, seja para atestarem a sua sobrevivência, seja para promoverem perseguição, né, que enfim é a própria obsessão. As pancadas e ruídos se revelam então mais violentos, intermitentes, muito desagradáveis. E claro que não sendo bem controladas tais manifestações, muitas vezes causam pânico, né? E aí então nós vemos aqui que a orientação espírita face mais do que nunca necessário. Muito bem. quer colocar alguma coisa, Wellon. A gente lembra muito quando estuda eh esse item eh os fenômenos de posto em gasto, né? Inclusive alguns filmes, né, foram realizados lá atrás 20, 30 anos e
uito bem. quer colocar alguma coisa, Wellon. A gente lembra muito quando estuda eh esse item eh os fenômenos de posto em gasto, né? Inclusive alguns filmes, né, foram realizados lá atrás 20, 30 anos e que causaram muita repercussão, assustaram muitas pessoas, justamente por falta, né, desse conhecimento, né, por falta desse estudo nessa sala para se entender porque é que isso se dá, né? Mas eh o que tem que ficar claro é que são situações perfeitamente normais e que acontecem, né? Hoje bem menos lá atrás, como havia o interesse de chamar mais atenção para que se observasse mais essa fenomenologia, para que se entendesse um pouco mais essa possibilidade de comunicação com os espíritos, a coisa era bem mais contundente hoje, como a gente já falou, de forma menor, mas é uma realidade. Uhum. Ótimo. Eh, temos as questões, não é, Carlos? Antes de prosseguirmos, as manifestações abordadas, diz a Sandra Sorag, são os que chamam potergist ou não? E o que significa poltergist para vocês? Vamos lá então. Deixa eu ver se eu estou com o microfone. Estou. Então, amigos, ali nós temos, então, é uma palavra, né, do alemão, poter é igual a barulhento, brincalhão e gast espírito. Então, seriam, né, fenômenos denominados como, né, poltergast no sentido mesmo de um espírito que quer fazer barulho, quer chamar atenção, quer brincar. Seria este o significado que eu colhi? Tinha mais uma partezinha de pergunta, né, Zita? Sim. É o qual o significado de Gast você colocou? Que bom. Tá, você explicou bem. É isso aí mesmo. É isso mesmo. Agora temos aqui a Regina Div, Carlos e demais. Quando isso acontece, um uma percepção do fenômeno com uma criança, quando ela diz que vê alguém, mas a gente não enxerga nada, qual seria o comportamento correto? No caso, por exemplo, os pais dessa criança? É isso aí. É, é algo perfeitamente normal. É a primeira coisa que eu entendo que os pais têm que perceber. Eh, não se deve de forma alguma eh atalear isso de forma muitas vezes áspera. Infelizmente isso ainda
í. É, é algo perfeitamente normal. É a primeira coisa que eu entendo que os pais têm que perceber. Eh, não se deve de forma alguma eh atalear isso de forma muitas vezes áspera. Infelizmente isso ainda acontece. tem que se buscar entendimento sobre o que está acontecendo. E a melhor forma de se buscar esse entendimento, eh, independente de conceitos religiosos, é na casa espírita. E também existem diversas obras que tratam sobre isso. Inclusive, eh, nós temos um livro de Soel Schubert, se eu n se eu não me engano, que trata especificamente sobre mediunidade eh nas crianças. é um livro fininho, bem didático, né, que e que informa de maneira exatamente esse livro aí, informa de maneira muito didática, né? Eh, o que é esse fenômeno, como se dá esse fenômeno e como é que nós pais, principalmente aqueles pais que não entendem sobre isso, devem agir, né, e proceder. Inclusive o Wellington aqui a gente pode eh também aproveitar, né, para orientar que de preferência seja eh acessado uma sociedade espírita, um centro espírita que tem a evangelização da infância e juventude, né, para que essa criança possa ser encorajada, possa se fortalecer, eh, ter a ter o entendimento e o a importância dos pais tratarem de forma natural, né? eh eh buscando não se afligir tanto. E para isso o centro espírita, então é a orientação segura, né, através do atendimento fraterno, que vai orientar pro estudo, vai orientar para estar acompanhando as reuniões públicas, né, as exposições doutrinárias e e a família toda entender que muitas vezes eh através desta criança nós estamos eh recebendo a misericórdia divina, né? auxiliando essa família às vezes a corrigir rumos, a retomar o seu compromisso, né, na caminhada espiritual. E quando isso se dá, como nós já mencionamos aqui hoje, muitas vezes passa, cessa, né, cumpre o papel e encerra aquele momento ali. A criança acaba sendo um instrumento divino, né, para auxiliar a todo aquele núcleo familiar. É. levar a própria família de repente a entender melhor, né? O
umpre o papel e encerra aquele momento ali. A criança acaba sendo um instrumento divino, né, para auxiliar a todo aquele núcleo familiar. É. levar a própria família de repente a entender melhor, né? O espiritismo é muito interessante, vocês estão chamando atenção, não tratar como algo excepcional. Ah, o meu filho é médium, aí fica aquela coisa, fica, né, aquela ou então, nossa, meu filho tá obsidiado. Não, não, não pode chegar essas conclusões, né, extremas. O fato é que é uma coisa natural, como como vocês dois estão chamando atenção, naturalíssimo pode ocorrer. E aí o que a gente tem que entender, não é? Como vocês explicaram, o fenômeno e a casa espírita é o melhor local para esclarecer isso. E aí quem sabe implantar o evangelho no LCE ainda não tem, não é? estabelecer ali um estudo com a família sobre o espiritismo e isso vai naturalmente estabelecer uma proteção com o tempo ao ambiente. Se tem espíritos que estão querendo perturbar não vão poder entrar mais porque a família tá sintonizada, não é? com os propósitos ali de elevação espiritual de todos os membros e assim sucessivamente, como de fato, né, tem toda a razão que pode ser o despertar da família para uma realidade que vai fazer toda a diferença no futuro, porque essas crianças serão os nossos futuros, não é isso? Ou serão nossos avós ou serão nós vamos reencarnar, não é? Frente. Exatamente. Eu queria ainda vai ficar, né? Uhum. Isso, amigo. Eu também queria fazer aqui mais uma observação que em hipótese alguma essa criança deve ser conduzida à reunião mediúnica. Então essa um outro alerta importante porque muitas vezes eh há esta sugestão, né? Então nós devemos estar atentos também para orientar enquanto voluntários, trabalhadores dessa grande seara espírita. Ótimo. E temos também aqui a questão da Rosilene Barbosa. Tem como identificar se um pensamento ou uma intuição é uma orientação de um espírito amigo ou não? Em se referindo a ao chamamento de Kardec lá atrás. É, eu acredito, se a gente fizer um paralelo com o mundo dos encarnados, né,
ensamento ou uma intuição é uma orientação de um espírito amigo ou não? Em se referindo a ao chamamento de Kardec lá atrás. É, eu acredito, se a gente fizer um paralelo com o mundo dos encarnados, né, a gente, por exemplo, se você conversa com a pessoa sobre um determinado assunto dentro da lógica e da racionalidade de que todos nós temos o conhecimento, somos racionais, a gente consegue entender o que que essa pessoa tá tentando transmitir pra gente. O que muitas vezes acontece é que a gente tem a mania por falta do conhecimento mesmo, é de achar que o que vem da espiritualidade é coisa de outro mundo, né? É o sobrenatural. Mas quando a gente entende que aquele espírito é um ser humano como a gente estou aqui na condição de desencarnado, eh, e você traçar esse paralelo com a nossa situação aqui, por exemplo, nós aqui estamos conversando agora, nós estamos nos entendendo naquilo que é falado. Então, se através de uma criança, uma comunicação qualquer chega eh ou de uma criança ou de um adolescente, escuta, tenta entender aquilo ali, né? aquele texto que vai ser trazido, aquela verbalização que vai ser colocada, a gente tem condições de interpretar se é uma coisa positiva, se é uma coisa negativa, né? Então eu acho que é que cortou tá falhando essa visão que a gente tem que ter e não enxergar em um primeiro momento como algo sobrenatural, entendeu? Uhum. É isso aí. OK. Tudo bem, né? Vou fazer um comentário aqui, Elusita, da Graziele Favorit também. Ela tá perguntando onde posso ver a matéria que saiu em novembro sobre o período da regeneração. Eh, ela não consigo entender. Vem, você tem a possibilidade de entrar no portal da FEB, não é? e acessar e fazer uma assinatura ou digital ou até para receber a própria revista impressa do reformador. Ou você pode encontrar na livraria da FEB, especificamente a de novembro de 2024 e pedir comprar especificamente. A matéria tá exatamente no meio, ele é grampeado ali. A hora que tem o grampo, né? A primeira página do lado direito tá o começo da matéria
mente a de novembro de 2024 e pedir comprar especificamente. A matéria tá exatamente no meio, ele é grampeado ali. A hora que tem o grampo, né? A primeira página do lado direito tá o começo da matéria relacionada com esse assunto, tá bem? Que a gente pediu para publicar em novembro. que foi o reformador distribuído na reunião do Conselho Federativo Nacional. Então, dos representantes se reúnem, né, em Brasília. E nós estamos trabalhando o assunto numa formação, não é, continuada de trabalhadores espíritas que nós estamos construindo juntos, né, Zita? Exatamente. Pessoas de todo o Brasilando, em todo o Brasil e com todas as áreas da unificação. Isso aí será o o primeiro trabalho nesse sentido que junta todo mundo para trazer essa formação de uma forma bem conduzida. Excelente. Euzita, vamos pro 88, então a gente volta pro chat daqui a pouco. É pro Wellington. Essa daí não é é pro Wellon. It 88. Welton. Kardec trata das superstições e fraudes. O que ele explica? Vocês estão me ouvindo agora? Sim. Agora deu uma caidinha aqui. Agora estamos ouvindo ouvindo agora? Sim. OK. Vamos lá. Eh, nessa questão, essa pergunta foi para mim, né, que eu saí do lá alguns segundos. Pronto, isso caiu, caiu de novo. Eh, nessa questão, quando ele fala da superfici Kardec, ele traz a seguinte colocação. Estão me ouvindo, né? Sim. A hora que você pergunta se nós estamos ouvindo, sim, mas logo em seguida a gente não ouve mais nada. Ele traz a seguinte colocação, né? Ele serão as crônicas locais que não encerrem alguma história de sal. Mais uma vez a falta de conhecimento e entendimento sobre o tema. E em se falando de superstição locais, eh eu encontrei aqui em Recife, Pernambuco, um livro, né? Eu vou até mostrar aqui o título do livro é Histórias medonhas de Recife Assombrado. Então esse livro aqui ele trata justamente sobre essas superstições. Então aqui se fala tem que trata sobre casas mal assombradas, né? Se trata sobre o o fantasma de Setúbal, né? a mansão mal Assombrada de Boa Viagem, né,
ele trata justamente sobre essas superstições. Então aqui se fala tem que trata sobre casas mal assombradas, né? Se trata sobre o o fantasma de Setúbal, né? a mansão mal Assombrada de Boa Viagem, né, que são bairros aqui da localidade. Então, essas superstições, elas sempre existiram. as pessoas eh elas tendem a traçar eh eh como a gente pode colocar eh algo de sobrenatural em cima daquilo que elas não conseguem entender. Então, quando se começa a passar de um pro outro, ó, determinado local, eh, foram vistos, eh, espíritos, fantasmas, eh, aquela casa, eh, ela vive, eh, com barulhos, a gente não sabe de onde vem, a gente escuta vozes, eh, pancadas, né, o tempo todo. Então, vai te criando, né, isso vai sendo alimentado, vai se comentando de boca em boca, né? E aí se cria essa superstição. E determinados locais, como até hoje aqui em Recife nós temos esses locais, eles são tidos como assombrados. Para vocês terem uma ideia, tem um determinado estabelecimento comercial aqui em um dos nossos bairros que outrora por uma grande residência aonde se falava da existência de fantasmas lá. Então tem pessoas que não entram nesse estabelecimento comercial em razão disso que foi criado, gerado e que se permanece até hoje. E a Tardec também fala, né, dessa questão da possibilidade eh das fraudes, né? Então, tem algumas pessoas que fazem uso disso, se aproveitam disso para, de certa forma, ganharem algo para si, conquistarem algo para si. Então, fazem o mau uso disso em razão dessa superstição que foi criada, né? E de alguma forma tentam angarear para si, né, algum proveque. Eh, então é basicamente isso, né, que o item nos traz em termos de informações sobre eh essas superstições e essas possibilidades de fraudes. Muito bem, Dan. Se tiver comentário, eu já vou fazer para você o do item 89, mas você pode comentar se quiser e aí a gente já fica com essa também. Nós temos aqui já várias perguntas do nosso público, né, que a gente vai precisar atender daqui a pouquinho. Eh, tem 89.
item 89, mas você pode comentar se quiser e aí a gente já fica com essa também. Nós temos aqui já várias perguntas do nosso público, né, que a gente vai precisar atender daqui a pouquinho. Eh, tem 89. Eh, tais fatos assumem não raro o caráter de verdadeiras perseguições. O que Kardec comenta sobre o assunto? Então, vou fazer só um comentário no que o Eliton nos trouxe, que na verdade a gente não pode impedir estes inconvenientes, né, mas nós podemos tornar conhecida a verdade. E esse é um meio seguro. A partir do momento em que nós conseguirmos estar trabalhando, esclarecendo, né, como como bem eh trabalha a nossa doutrina espírita, ninguém mais terá medo dos espíritos quando estiverem familiarizados com eles. Eh, e aqueles para quem eles se manifestem não acreditem que estão às voltas com uma legião de demônios. nós vamos alterando, né, essa esse olhar, esse essa superstição, esse medo que, enfim, acaba eh denominando algumas casas como mal assombradas, né? Então, dentro da pergunta 89 ali, né, dessa questão que Kardec e comenta sobre o caráter de verdadeiras perseguições, ele vai trazendo luz ao entendimento com um recurso utilizado por Jesus. Ele conta-nos uma história e a história que ele nos traz, então, é a história das seis irmãs que moravam juntas. E durante muitos anos, todas as manhãs encontravam suas roupas espalhadas, rasgadas, cortadas em pedaços. E isto que elas eram assim precavidas, elas guardavam tudo, chaveavam, né, eh, o seu vestuário, porém o fato continuava a acontecer. Eh, e aí Kardec vai nos trazer que, eh, muitas pessoas às vezes estão inclusive ainda, eh, repousando, né, deitadas e embora completamente acordadas, elas percebem a movimentação no seu entorno. As cobertas são retiradas com violência, os travesseiros são levantados e ocorrem também muitas vezes de serem jogadas para fora do leito. Fatos como este ocorrem com mais frequência do que se pensa, afirma o codificador. No entanto, nós vamos ver que muitas das vítimas têm medo do ridículo e preferem
de serem jogadas para fora do leito. Fatos como este ocorrem com mais frequência do que se pensa, afirma o codificador. No entanto, nós vamos ver que muitas das vítimas têm medo do ridículo e preferem silenciar. Quando estes fatos são relatados a profissionais da saúde, muitas vezes são tratados como alucinações ou então um processo de alienação. E conforme o encaminhamento que era eh realizado nesta época, eh nós vemos, né, pelos registros que estas pessoas acabavam realmente eh enlouquecendo a por conta, né, do tratamento que lhe era aplicado. Então, enquanto a medicina não conseguir compreender essas coisas, eh, considerando apenas o elemento material, nós ainda teremos irmãos sendo tratados, né, eh, enfim, de uma forma equivocada. Certamente que nós temos manifestações físicas espontâneas que são resultado da ação de espíritos que agem com malícia ou malvadez. E quando, bem averiguado, provado que não resultam da ação do homem, então é possível esclarecer que é obra dos espíritos. Vamos difundindo a verdade, conhecimento doutrinário da sua coerência. Então, a gente tem aqui uma tarefa, né, muito eh séria nesse sentido de estar sempre esclarecendo, né, além do acolhimento, além do consolo, né, nós podermos utilizar também a nossa doutrina para esclarecer, né, trazer a luz o entendimento. Muito bem. Eh, Wellton, caso você queira fazer algum comentário, mas já agregando a resposta ao item 90, que soluções são viáveis para resolver essa questão das perseguições dos espíritos inferiores que a Tânia nos trouxe? É, eh, a primeira coisa que a gente pode trazer é que normalmente a maioria desses espíritos, né, que se passam para esse tipo de conduta, essas perseguiuções, enfim, eles o fazem para se divertir. Eh, e aí quanto mais eles percebem que o objetivo deles vem surtindo efeito, ou seja, as pessoas estão se assustando, as pessoas estão se preocupando, estão dando cada vez mais valor àilo ali, mas eles se divertem, né? Mais para eles aquilo ali é agradável, né? E um ponto que o Kardec
as pessoas estão se assustando, as pessoas estão se preocupando, estão dando cada vez mais valor àilo ali, mas eles se divertem, né? Mais para eles aquilo ali é agradável, né? E um ponto que o Kardec coloca aqui quando ele diz assim, ó: "Agarram-se com frequência a um indivíduo comprazendo-se em o atormentarem e perseguirem de casa em casa." Então, a coisa ela é tão complicada às vezes que mesmo esse indivíduo achando que aqueles fenômenos que ora ele vem observando na sua residência e se mudando dessa residência por conta desse pensamento, quando ele chega na outra torna a acontecer a mesma coisa, né? As mesmas chateações, as mesmas perturbações, né? Enfim. E aí isso também pode se dar eh, não apenas por diversão, mas pode ser também por uma questão de de uma vingança, algo que ocorreu no passado, na outra existência, mas aí a gente entra em outro assunto, né, o capítulo 23, que trata das obsessões, mas também pode se dar por isso. Eh, e aí nessa tentativa de cada vez mais chamar a atenção e havendo a intensificação eh dessas perturbações, eh como a pergunta foi feita, o que que a gente pode fazer? A primeira coisa é entender o que eles querem. Então, se você tem tiver a oportunidade de trazer esse espírito à comunicação através de uma reunião mediúnica numa casa espírita, quando você a procura eh levando essa situação, explicando através do acolhimento fraterno, e esse espírito é trazido eh eh numa reunião e ele é ouvido, aí vai se procurar saber aquilo que o espírito está fazendo é exclusivamente para se divertir. Se for, vai haver uma orientação para que está acontecendo? Por você tá procedendo dessa forma, né? Se for um espírito com o intuito de causar algum mal, aquela pessoa que está sendo perturbada por ele, da mesma forma vai se tentar evangelizar, vai tentar esclarecer esse espírito, né? E acima de tudo não existe recurso eh eh mais positivo numa situação dessa natureza do que a prece. É pedir ajuda do alto, é pedir ajuda da espiritualidade. Ah, mas eu não acredito
esse espírito, né? E acima de tudo não existe recurso eh eh mais positivo numa situação dessa natureza do que a prece. É pedir ajuda do alto, é pedir ajuda da espiritualidade. Ah, mas eu não acredito em espírito, como é que eu vou pedir ajuda da espiritualidade? Pede ajuda a Deus, pede ajuda a Jesus, né? E em se tendo essa convicção que se trata realmente de uma perturbação espiritual, e aí eu coloco mais uma vez, independente do conceito religioso que aquela pessoa tenha, não existe local mais adequado para se buscar ajuda eh quando dessas desses fatos se darem do que a casa espírita. Vai ser na casa espírita que ele vai ter esse entendimento, essa compreensão. E vai ser na casa espírita que vai ser ofertada a oportunidade, aquele espírito que ha perturbar e de entender que aquilo que ele faz tá causando mais mal para ele mesmo enquanto espírito desencarnado do que para aquele que ele está a perturbar. Então é basicamente isso que a gente coloca. Posso acrescentar? Sim. Qualquer que seja o caso, né, Wellon? A prece, nunca deixa de dar bom resultado. E aqui também nós podemos buscar o capítulo dos lugares assombrados. E então lá na questão três nós teremos uma pergunta: haverá meios de os expulsar? E a resposta, o melhor meio de expulsar. Os maus espíritos consiste em atrair os bons espíritos, praticando todo o bem que puderdes, e os maus desaparecerão, visto que o bem e o mal são incompatíveis. Sede sempre bons e somente bons espíritos tereis. junto de vós. Muito bem. Ok, gente. Vamos agora então, né, Zita, para as perguntas do nosso eh aqui da Vânia Barbosa, ela botou a pergunta: "Não devemos ter medo, mas se for um espírito inferior e violento, como o de Castelonaldá, não sei como pronuncia isso aí, do livro Céu Inferno, que até uma bofetada deu em um morador." E a Beta Vale pergunta assim: "Por que ficamos com medo?" Então, eh, se puder, Tânia, juntar as duas coisas. Então, amigos, eh nós temos o entendimento aqui, né, enquanto espíritas, eh, nos deburçando abençoadamente
ergunta assim: "Por que ficamos com medo?" Então, eh, se puder, Tânia, juntar as duas coisas. Então, amigos, eh nós temos o entendimento aqui, né, enquanto espíritas, eh, nos deburçando abençoadamente sobre o livro dos médiuns, que é esse tratado maravilhoso, né, esse tratado, eh, maior que nós temos a nível de estudo da mediunidade. nós vamos nos sentindo mais seguros porque mais esclarecidos. E aí nós lembramos que esta é uma oportunidade de evangelização que nós recebemos através do Evangelho no lar hoje aqui citado, né, trazido no comentário do Campete, através do nosso estudo em casa. Quantas vezes nós somos visitados e recebemos, né, essa confirmação na reunião mediúnica de os próprios espíritos revelando que estiveram conosco. Então nós temos é que transformarmos a o nosso olhar, né? Esse acessar o nosso arquivo emocional ali do medo dessa emoção e vermos como uma oportunidade de trabalho, uma oportunidade de auxiliar, de fazermos o bem. E e no momento em que nós nos posicionarmos neste sentido, nós vamos estar já de uma outra com uma outra conduta, né? fortalecidos e claro que temos todo o suporte, né, na terapêutica espírita nas nossas casas, de estarmos no atendimento fraterno, no passe, água fluidificada, nós também buscarmos esse auxílio para seguirmos auxiliando, que o que nós queremos é auxiliar, é que esse espírito consiga evoluir. Então vamos juntos. OK. Wellon, se você quiser colocar alguma coisa mais, mas complementando, por que ficamos com medo? Era a pergunta anterior. Eu acho que a Tânia ela se colocou muito bem, mas eu vou trazer só uma frase. São irmãos que precisam de ajuda e acolhimento. E aí, nessa questão do medo também, né, Wellon, a gente até conversou aqui a respeito, ainda eh trazemos da muitas vezes da nossa infância nós acessamos, né, porque fomos educados, porque eh como é algo que ocorre inesperadamente, né, nos nos desestabiliza um pouco, mas eh o esclarecimento e o estudo sempre é o que vai nos fortalecer cendo, vai nos abrindo, vai nos permitindo avançar e a
como é algo que ocorre inesperadamente, né, nos nos desestabiliza um pouco, mas eh o esclarecimento e o estudo sempre é o que vai nos fortalecer cendo, vai nos abrindo, vai nos permitindo avançar e a espiritualidade, os espíritos amigos, né, benfeitores da nossa casa espírita, benfeitores que fazem parte do momento do evangelho do lar, que fazem parte da nossa caminhada, também estarão nos auxiliando. Quantas vezes abrimos uma obra, pegamos uma obra, assim é o acaso, né? Pegamos e ali vem toda uma orientação. Então nós vamos conseguindo trabalhar porque a espiritualidade tá muito atenta, né? Um anjo guardião ali também nos auxiliando e vamos conseguindo vencer, né? Então é parte ainda nossa da etapa em que estamos. De repente o medo. Hum. Mas já temos aqui a condição de entender que é possível eh avançarmos com entendimento, com esclarecimento. E aí não tem outro caminho a não ser nos disciplinarmos e de fato estudarmos, meditarmos sobre o que estamos fazendo ali de leitura, né, para podermos trazer paraa nossa vivência. Perfeito. E o mal com Jack Jack coloca que na verdade as pessoas têm medo do desconhecido. É isso que vocês colocaram. Exatamente. Conhecer para se esclarecer e sair do medo, né? Isso. Isso. E o Ma falta de conhecimento. Falta de conhecimento. Exato. E tem aqui o Fernando Reis coloca: "Vocês poderiam falar sobre os toques no corpo para chamar a atenção causado por espíritos desencarnados?" Fomos os dois paradinhos. Wellon assimilando aqui. Eh, de fato, amigos, e eu não conseguiria aqui trazer uma explicação específica, né, em função dos toques, mas entendo que faz parte também da da organização, daquela forma, né, do espírito em nos chamar atenção. E aí entramos, né, de novo na mesma fala, eh, de buscarmos entender o que está acontecendo, por acontecendo, porque é aquela forma utilizada, né, eh, conosco, respirar, buscar, né, buscar com buscarmos a lucidez, o bom senso, a coerência doutrinária para conseguirmos superar, né, e nos em nos auxiliando,
do, porque é aquela forma utilizada, né, eh, conosco, respirar, buscar, né, buscar com buscarmos a lucidez, o bom senso, a coerência doutrinária para conseguirmos superar, né, e nos em nos auxiliando, auxiliando também o espírito que ali se manifesta desta forma. É os toques no corpo, até mesmo como os toques nas mesas, batidas nas mesas, os ruídos, as causas são as mesmas. É chamar a atenção. Uhum. é chamar a atenção daquela pessoa. E aí, como a gente já colocou, se não há um entendimento, eh, por falta de estudo mesmo, por falta de esclarecimento sobre o tema, sobre aquilo que tá acontecendo, é buscar ajuda aonde se vai encontrar esse entendimento. O Kardec, ele até coloca aqui uma uma situação bem interessante atrelado essa questão da falta de entendimento, quando ele traz assim, as fórmulas graves de exorcismo, essas fazem rir. Então, não, muitas vezes, principalmente por falta desse entendimento e por não conhecer a doutrina espírita e por ser de outra linha religiosa, digamos assim, se busca essas soluções. On se viu isso no passado e hoje ainda a gente presencia isso, rituais, fórmulas mágicas, digamos assim, né? Entre aspas, para se tentar expulsar aquilo que está acontecendo, né? Não vai ser assim. A gente vai conseguir, como a gente colocou agora a pouco, né? São irmãos que precisam de ajuda como nós. São irmãos que estão na caminhada da evolução como nós estamos também. A condição deles é apenas a de desencarnado. Então, repiquemos. é buscar ajuda e esclarecimento aonde se tem conhecimento sobre isso, as casas espíritas. Bem, aqui o Fernando Reis fez um comentário: "Muitas vezes espíritos amigos usam das pancadas para chamar atenção e não devemos associar esse efeito a espíritos mal intencionados, não é? Nem sempre eles são mal intencionados". Agora queria só colocar para vocês. Um dia minha filha me perguntou o seguinte: "Pai, você chega em casa, você entra no seu quarto e na sua cama tá sentado um homem lá, o que que você faz?" Eu falei: "Bom, provavelmente eu vou dar um grito de
minha filha me perguntou o seguinte: "Pai, você chega em casa, você entra no seu quarto e na sua cama tá sentado um homem lá, o que que você faz?" Eu falei: "Bom, provavelmente eu vou dar um grito de susto, né? Um homem desconhecido sentado na minha cama, eu não sei quem é. Agora eu vou prestar atenção. Se for um desencarnado, eu vou relaxar. Se for um encarnado, eu vou ficar preocupado, porque isso pode me fazer mal. Agora, se for um desencarnado, vou relaxar, vou perguntar para ele, meu irmão, eu posso me ser útil alguma coisa? Porque o espírito desencarnado só faz mal pra gente se a gente permitir. Ah, mas o sujeito lá levou uma bofetada. Que condição tinha essa pessoa? Será que essa pessoa orava? Será que essa pessoa tinha algum tipo de proteção espiritual? Não é? Que tipo de vibração tinha a pessoa? Então, eh, aquele escreveu Cavalo de Troia, que é um um escritor e eh espanhol muito famoso, né? Eh, JJ Benites, eles andaram fazendo umas experiências com os espíritos até o dia que um espírito agarrou o ferro da lareira e rompeu o mármore da lareira, onde eles estavam reunidos, eles pararam com, não é a brincadeira de falar com os espíritos, porque gente, por que que o espírito não deu na cabeça de ninguém com o ferro? Porque Deus não permite. Porque a lei divina não permite. Ninguém recebe o que não merece, o que não tem necessidade. Agora foi uma aleta para eles, ó. Não brinca com o que vocês não conhecem, né? Porque tem os pré-requisitos, as condições para se lidar com os espíritos, não é? Agora a gente não deve temer, porque o medo é o nosso pior conselheiro. E quando a gente tem medo, a gente abre brecha paraa ação dos espíritos inferiores. Nós estamos dando permissão para eles para virem nos perturbar. Agora eles não podem tirar a vida de ninguém, senão imagina as trevas estaria desencarnando as pessoas aí. Isso não não tem, a gente não tem que ficar preocupado com isso, porque isso não existe esse tipo de de risco, tá gente? Então, eu levou a bofetada numa condição
s estaria desencarnando as pessoas aí. Isso não não tem, a gente não tem que ficar preocupado com isso, porque isso não existe esse tipo de de risco, tá gente? Então, eu levou a bofetada numa condição que realmente é muito raro acontecer. Agora ficar eh marca no corpo, o espírito tocar, isso de vez em quando tem relatos de pessoas, né, colocando isso, né, porque de fato tá querendo chamar atenção, como oiton, como a Tânia colocou, por uma necessidade qualquer. Oremos pelos espíritos, não é? Eles normalmente uma coisa que pois não. Sim. Uma coisa que a gente tem que entender que as manifestações espirituais elas não se dão sem autorização. Se é uma bofetada, se é uma pancada, algum motivo aquilo está acontecendo, senão a espiritualidade não ia permitir. Sempre foi assim. E é essas respostas que chegam pra gente quando a gente faz esse tipo de indagação, porque de repente ocorre um fenômeno de pirogenia dentro de uma casa, uma cama pegar fogo, as roupas pegarem fogo do nada. Por que que Deus permite isso, né? Você poderia fazer essa indagação? Uma razão lógica e racional tem. Ah, mas eu não consigo entender essa razão lógica e racional. É a falta do esclarecimento. Busca o esclarecimento. Isso. Bem, vamos lá, Yusita. Vamos. A Larissa Barros, numa manifestação física, é comum a respiração do médium ficar ofegante? Tem uma resposta aqui, J. Exato. Larissa médium ofegante no medio unidade estudo e prática, programa dois, módulo 1, tema quo anímico. Resposta dada pelo Flávio. Obrigada. Com a indicação e tudo mais. Temos eh mais uma aqui. Hoje temos crianças sendo expostas em redes sociais como se fossem médiuns. Muito triste a falta de conhecimento a respeito. Isso aí tem a pergunta relacionada, né? Tenho idade mínima para participar da mediúnica? Então o ideal é que não seja Pois não, Ton. Não, querido, pode falar. Vamos lá. O ideal é que não seja. É, é, tem, já tem um pouco a ver com o que a gente falou anteriormente, né? você não pode expor uma criança, um adolescente, eles estão ali em fase
erido, pode falar. Vamos lá. O ideal é que não seja. É, é, tem, já tem um pouco a ver com o que a gente falou anteriormente, né? você não pode expor uma criança, um adolescente, eles estão ali em fase ainda de formação, né, a fenomenologia mediúnica e muito menos ainda com falta de conhecimento. É muito comum em algumas situações, ainda hoje a gente vivencia isso, uma pessoa chega num determinada casa espírita e uma pessoa se dirige a ela, diz: "Olha, eu acho que você é médico, vamos participar da reunião mediúnica?" Aquela pessoa não sabe nem o que é uma reunião mediânica, não tem um conhecimento, não tem um esclarecimento. Então, a princípio, uma criança, um adolescente, se não passou pelo evangelização para adquirir esse conhecimento, não vai saber como se portar numa reunião mediúntica. E considerando que é uma criança e é um adolescente, como a gente já colocou, ainda está em fase de formação de crescimento, isso também não é razoável de se realizar, deve ser evitado. Muito bem. Então não existe. Sim, pode falar, Tânia. Eu ia trazer aqui que tem o aspecto legal, né? Isso. Então, sempre a gente procurar caso seja, né, do entendimento da casa, eh, enfim, do seu regimento, seu estatuto, tudo tudo muito, eh, dialogado a partir dos 18 anos, né? Tem que ter esse cuidado. E ainda temos assim a manifestação também eh de profissionais da saúde eh preocupados justamente com essa questão do desenvolvimento, né? do amadurecimento mesmo psíquico, indicando que seja a partir dos 21 anos. Então, eh, não tenhamos assim a a pressa no sentido de colocá-los na reunião mediúnica, o que não impede que nós possamos eh alcançar a possibilidade de estar estudando a mediunidade, né, que o nosso MEP 1 oportuniza. Então, aqueles eh jovens que já estão frequentando evangelização desde a infância, né, eh que possam dentro do seu da sua disponibilidade, da sua, do seu desejo também estar estudando a mediunidade no MEP 1 e eh que na verdade é aberto a todos, né, na na no centro espírita, mas
cia, né, eh que possam dentro do seu da sua disponibilidade, da sua, do seu desejo também estar estudando a mediunidade no MEP 1 e eh que na verdade é aberto a todos, né, na na no centro espírita, mas daí a estar na reunião mediúnica aí é uma um outro momento, é um outro processo que a gente tem que cuidar muito. É, a gente tem que tomar muito cuidado com isso. E e algumas pessoas perguntam, mas na época de Kardec, esse médico auxiliar Kardec tinha 12 anos, tinha 14 anos. Bem, eh, o que que acontece? depende da maturidade da criatura. E aquilo eram reuniões familiares, eram com os pais ali junto. Então aquele tempo também era muito diferente a lei. Sim. Então hoje em dia a casa espírita precisa atender a lei. Ah, o Mas e se o pai e a mãe tiverem juntos? É um caso de fato, de mediunidade. A criança vem acompanhando a evangelização, agora é jovem, está na juventude, não é? E tem o acompanhamento dos pais. é um caso a ser estudado, a ser examinado. É de fato a situação de precisar tá trabalhando já, não é na e tem condição para isso, tem maturidade, tudo. Então é um caso que normalmente é uma exceção, não é? Então você tá chativo, mas não pode abrir a porta. Agora também tem aquela situação, eu cheguei no no instituição, tinha 19 anos, não tinha estudo naquela época, não tinha nada, a gente entrava porque falava com o dirigente e se a gente já era trabalhador da casa e, né, ou era lá tinha os critérios lá que eram pessoais, né? Aí eu pedi o o a pessoa disse assim: "Não, você não pode não, você é jovem, nós não admitimos jovem". Não, eu falei: "Mas eu tenho 19 anos, né? Tô aqui na juventude, tô trabalhando já aqui na casa". Como é que não? Aí eu fui falar com outro senhor lá, ele disse assim: "Não, você falou com a pessoa errada, ele não é o dirigente não, o dirigente tá viajando. Quando o dirigente chegar, você fala com ele." Aí falei com o dirigente, expliquei a situação. Aí ele disse assim: "Vou consultar os espíritos". Ô meu Deus do céu, né? Já tinha lido Kardec. Eu com 19 anos sabia
irigente chegar, você fala com ele." Aí falei com o dirigente, expliquei a situação. Aí ele disse assim: "Vou consultar os espíritos". Ô meu Deus do céu, né? Já tinha lido Kardec. Eu com 19 anos sabia que essa história de consultar os espíritos não é o melhor critério, né? Poxa, mas tudo bem, vou aguardar. Aí ele uma semana depois disse que, né, ele eh tinha tido lá uma situação da manifestação de um avô meu e que eu podia ir paraa prática mediúnica. Então naquele tempo não tinha o estudo que a gente tem hoje, não tinha toda a preparação que a gente tem, o conhecimento que a gente tem hoje, né? E era muito assim do a dedo. Gostou da cara da pessoa, vai. Achou que a pessoa tá em condições, coloca. Não achou que tá, mas não sabe se tá. Então, hoje em dia, nós temos o critério do estudo, da preparação. E se é jovem, tem realmente um caso caracterizado de mediunidade, tem acompanhamento dos pais, a instituição examinou, existe maturidade da criatura, também não há impedimento, mas ele vai primeiro passar por pelo estudo como todo mundo. Sim. Não é, não é o fator de ter uma mediunidade em desenvolvimento ou pujante que vai botar na prática mediúnica sem saber o que ele tá fazendo lá, ué. vai abrir a porta. Se o indivíduo não aprendeu a fechar ainda, vai escancarar a porta, aí entra qualquer espírito, como é que vai botar para fora depois? Não é? É uma questão de lógica. Isso é muito grande, né, Campete? Compromisso da liderança de um centro espírita, o compromisso de um dirigente, né, do grupo de reunião mediúnica. Nós temos que sim estarmos caminhando junto com os nossos jovens, aproximarmos as nossos grupos de reunião mediúnica, da evangelização, buscarmos já, né, essa aproximação, mas eh com o cuidado, né, cuidando da saúde desse jovem, cuidando desse desenvolvimento, até porque aquele jovem que já está mesmo acompanhando a evangelização, ele próprio, ele ele já tem a consciência nesse sentido, né? E já houve momentos de eu conversar e dizer assim: "Não, eu quero um dia, mas
aquele jovem que já está mesmo acompanhando a evangelização, ele próprio, ele ele já tem a consciência nesse sentido, né? E já houve momentos de eu conversar e dizer assim: "Não, eu quero um dia, mas ainda não tá na hora". Então, acho muito importante assim o olhar, né, da casa pela nossa evangelização. Muito bem. Agora, eh, a pergunta da Vanessa Pantaleão. É válido criar um grupo de estudos da mediunidade para os jovens? Sim. Se a casa tem condição para isso, sim. Por que não? Não é? E e é válido, não é isso, gente. Agora vamos rapidamente por causa do tempo. Euzita, eu coloco e você vai lendo. Eu vou lendo essa aqui primeiro. Por diversas vezes durante o evangelho no lar, no momento da oração, sinto como se alguém toca minha testa de forma muito leve. Uhum. Pode ser um espírito familiar, não é isso, gente? Aproxima e dá sinal aqui. Eh, a Tânia você já colocou. Ah, sim. A Tânia e Elizabeth tá pedindo. Tânia. Elizabete Amorim. Poderia, por gentileza, mostrar novamente o livro sobre mediunidade infantil? Sim, mediunidade, obsessão em crianças, Sueli, Caldas Schuber. Mas nós temos também, gente, na um capítulo em constelação familiar do Divaldo pelo espírito de Joana. E temos também adolescência, adolescência e vida, Divaldo por Joana. Nas duas obras nós encontramos capítulos específicos sobre eh a mediunidade na infância, mediunidade na juventude. Ótimo. Essa aqui, Zita. Eh, ótimo alerta, amigos. Criança e jovem, neste caso, precisam de evangelização, passe e evangelho no lar. para o seu equilíbrio e amparo é uma necessidade, não é? Ótimo. E aqui uma pergunta da Rosilene Barbosa. A FEB vai estar na Bienal do Livro aqui no Rio? A FEB estará através dos livros. Os livros da FEB estarão lá, tá bem? Ela não vai ter um estande próprio, mas os livros estão, já tá sendo acertado com, né, com direitinho pros livros estarem lá à disposição, tá? OK, Rosilene. OK, Euzita. Acho que a gente termina, né? É, terminamos aqui. Vamos agradecer a Tânia e a Wellton que estiveram conosco, a você também que esteve
pros livros estarem lá à disposição, tá? OK, Rosilene. OK, Euzita. Acho que a gente termina, né? É, terminamos aqui. Vamos agradecer a Tânia e a Wellton que estiveram conosco, a você também que esteve conectado e no próximo encontro nós daremos continuidade ao estudo de O livro dos Médiuns, na segunda parte das manifestações espíritas, capítulo 5, das manifestações físicas espontâneas, itens 91 a 95. Então, sugerimos a leitura prévia, destacando os assuntos que chamarem sua atenção e anote as dúvidas para que elas possam ser apresentadas na medida em que os itens foram forem sendo examinados pelos nossos convidados. Uhum. Ótimo. A Aquinha Nap colocou aqui um comentário que a gente não tinha visto. Eu gostaria de saber se tem momento para o médio encerrar o trabalho no mediúnico. Eu não sei se a gente entendeu exatamente. Falo da idade. Ah, se a pessoa mais velha, não é? Olha, é é a pessoa trabalha no mediúnico enquanto ela tiver energia e forças, né? Não existe uma limitação. Se ele tá se sentindo bem ali na atividade, não tem por parar, né? Porque tá velho. Então, aí depois hoje em dia, né? Tem gente que tá desencarnando. O o Godinho faz uma brincadeira, o presidente da FEB, Jorge Godinho Barreto Neri. O homem de 150 anos já nasceu, pode ser uma mulher, né? Na verdade, homem como gênero humano, né? O de 150 anos já nasceu. Então a pessoa porque tá considerada velha com 100 anos, ainda vai viver 50 anos, não pode mais participar do trabalho mediúnico. Se tem força, energia, vamos em frente. Não é isso? É o exemplo de Divaldo, de Chico, é usar em tempos de inclusão, né, pessoal? A gente tá tem conversado tanto sobre a a acessibilidades, como assim que os nossos idosos agora não podem mais participar? Às vezes pela condição física, não como um médium ostensivo, mas pode estar colaborando simbero, né? Enfim. Exatamente. Muito bem. Ótimo, gente. Então, olha, agradecimentos, Tânia, então, muito bom, o nosso pessoal técnico que nos dá apoio aí, não é? O Marcos, a Iracema, Ana
colaborando simbero, né? Enfim. Exatamente. Muito bem. Ótimo, gente. Então, olha, agradecimentos, Tânia, então, muito bom, o nosso pessoal técnico que nos dá apoio aí, não é? O Marcos, a Iracema, Ana Olga, que já teve que sair, que ela tem outro compromisso agora. E os nossos agradecimentos a todos vocês pelas perguntas, os comentários, as participações. Isso faz o nosso estudo ficar mais rico. Muito obrigado mesmo e até a semana que vem. Somos impulsionados e motivados por um bem maior por meio da caridade e da vivência do evangelho do Cristo. Chegamos onde chegamos, conquistamos o que conquistamos. O nosso trabalho acolhe quem mais precisa e independente da distância, nossos meios acessam lugares que antes pareciam inalcançáveis. A comunicação é chave em todos os setores de nossa sociedade e ela muitas vezes nos permitiu abraçar quem precisava de atenção em momentos de dor e angústia. Esse trabalho é feito com muita dedicação por toda uma equipe profissional, preparada para produzir diversos tipos de conteúdos que alcançam o público. Já são mais de 4.000 conteúdos de qualidade disponibilizados gratuitamente em nossas plataformas, produzidos por comunicólogos, produtores audiovisuais, cenógrafos, editores, designers, programadores e técnicos de áudio. Toda essa estrutura só é possível graças a você, apoiador do nosso trabalho. E somos gratos por toda a sua doação até aqui. Mas este trabalho precisa continuar. Podemos acolher ainda mais pessoas. E para continuar alcançando tantos corações, precisamos de você. Por isso, mais uma vez, contamos com seu apoio financeiro. Apenas com ele poderemos avançar ainda mais e continuar próximos de você. Trabalhamos pelo consolo, pelo esclarecimento e pela esperança. E sabemos que somente juntos com você poderemos fortalecer essa corrente. A padrinha Feb TV. Estamos juntos com você através da FEB TV. Acesse doi.v.com.br BR e faça sua doação.
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