#13 Estudo de O Livro dos Médiuns AEE CFN/FEB - Das manifestações espíritas - Parte 5

FEBtv Brasil 07/06/2025 (há 10 meses) 1:11:51 1,049 visualizações

Estudo de O Livro dos Médiuns pela Área de Estudo do Espiritismo do Conselho Federativo Nacional/FEB. Semanalmente, toda sexta-feira, às 21h30, no horário de Brasília, com transmissão ao vivo pelos canais da FEB no Facebook, FEBtv no YouTube e Facebook e Portal do Consolador no Youtube. Encontro 13 - Segunda Parte. Das manifestações espíritas. Cap. IV Da teoria das manifestações físicas. Itens 75 a 81. Link de acesso ao Estudo: https://febtv.live/livrodosmediuns_cfn_feb Para fazer parte d...

Transcrição

Vamos juntos nessa jornada de conhecimento e descoberta refletir e expandir nossos horizontes sobre a mediunidade, ampliando nossa compreensão sobre o mundo espiritual e suas belezas. Estudo de Ovre dos Médiuns pela área de estudo do Espiritismo do Conselho Federativo Nacional da Federação Espírita Brasileira. Então vamos lá, caríssimos. Boa noite a todos aqueles que acompanham esse estudo de O Livro dos Médiuns numa parceria da FEB TV aqui com o portal do Consolador, né? Hoje vamos dar continuidade ao estudo do capítulo quarto. Estamos aqui, a Cris e eu estamos na condução da nossa reunião de hoje porque aqueles que são titulares estão em outra tarefa na Comissão Regional Norte. E hoje nós temos aqui conosco para falarmos sobre os temas, nós temos a Carmen Silveira, né, que já é bastante conhecida do movimento espírita, palestrante, trabalhadora da da mediunidade na coordenação do estudo do Evangelho Rede Vivo no Conselho Estadual do Rio de Janeiro e também na FEB, e que é autora com a Marta Antunes eh de uma obra eh que foi lançada sobre a prática mediúnica espírita. Então, que a Carmen seja bem-vinda. Eh, que tenhamos momentos aqui de muita alegria, Carmen. E o Luciano Alencar da Cunha, que é aqui da FEB, né, da assessoria jurídica, advogado, professor, empresários e, acima de tudo espírita. Meu amigo Luciano, seja bem-vindo e que nós tenhamos um uns minutos aqui de muita alegria e espiritualidade junto com a Cris Druc aí do Rio de Janeiro. Então a palavra para vocês para cumprimentar as pessoas que estão à distância e a nós também. Maravilha, Samuel. A gente felicita a Carmen, ao Luciano, a todos os internautas que já nos acompanham, né? Hoje estamos um pouco desconfigurados aqui, exatamente porque o Carlos e a Elusita participam da comissão regional norte do Conselho Federativo Nacional e nós estamos aqui eh para conduzir o trabalho de reflexão sobre o livro dos médiuns. E hoje abordaremos as questões, meus amigos, da segunda parte da obra. Eh, trataremos das manifestações

o Nacional e nós estamos aqui eh para conduzir o trabalho de reflexão sobre o livro dos médiuns. E hoje abordaremos as questões, meus amigos, da segunda parte da obra. Eh, trataremos das manifestações espíritas no capítulo quarto da teoria das manifestações físicas e vamos abordar os itens 75 a 81. E aí a gente começa com a primeira questão atinente ao item 75 para o Dr. Luciano. O que ressalta das explicações apresentadas no item 74 visto na edição passada que examinamos justamente no encontro da live anterior. Dr. Luciano, boa noite, Cris. Boa noite, Samuel, Carmen, internautas que conosco aqui estudam essa obra importantíssima do espiritismo. E nós vamos então observar que lá no item 74 ele vai ser reforçado no item 75. A partir do momento que os espíritos dizem ao professor Allan Kardec que aquilo que produz os efeitos físicos tem como a sua origem o fluido universal, o elemento universal, que encerra em si o próprio princípio da vida e que é o agente principal das manifestações, que recebendo o impulso do espírito, é capaz então de produzir aquilo aquilo que nós chamamos de efeitos físicos. Então, é importante, Cris, nós aqui situarmos um pouco essa questão do século XIX, porque o a compreensão que se tinha sobre a física no século XIX, obviamente, é diferente da compreensão que nós temos hoje no século XX. Então, eh, para os cientistas de agora nós falarmos em fluido, pode aparecer pode parecer assim uma uma aberração, um conceito superado, equivocado, né? embora a física quântica hoje eh com outra nomenclatura, aponte no mesmo sentido. Então, o que eu quero dizer aqui que nós não podemos nos apegar aos termos, porque os termos científicos mudam com a própria ciência, mas a verdade é imbutável, a verdade é uma só. Então, independentemente do nome que nós dermos, o importante é entender que há um elemento universal, um elemento que dá origem a tudo aquilo que nós chamamos de matéria ou como queiram, tudo aquilo que nós chamamos de energia condensada, coagulada e que os espíritos,

der que há um elemento universal, um elemento que dá origem a tudo aquilo que nós chamamos de matéria ou como queiram, tudo aquilo que nós chamamos de energia condensada, coagulada e que os espíritos, utilizando, obviamente, da sua vontade, do seu pensamento, eles são capazes de produzir os fenômenos de efeitos físicos. E aí nós vamos verificar que as explicações contidas até aqui mostram para nós que há uma combinação desses fluidos, os fluidos captados do elemento universal, do fluido universal, combinados com os fluidos dos médiuns, né, também chamado chamados de fluidos anímicos, energias anímicas, que conduzidos pelo pensamento e pela vontade do espírito comunicante é capaz de produzir então os fenômenos de efeitos físicos, os quais os mais famosos são exatamente aqueles da movimentação dos objetos que no passado eram inexplicáveis. Mas com o advento do espiritismo e com o advento do livro dos médiuns, nós podemos perceber como é que os espíritos fazem para movimentar as mesas, para produzir a levitação dos corpos e assim sucessivamente. Por isso, podemos sintetizar até aqui o assunto na forma como os espíritos explicam a possibilidade da realização das manifestações de efeitos físicos. Muito bom, Luciano. Muito bem. Você quer acrescer alguma coisa, Carmen? Quer fazer algum comentário adicional? Eu gostaria de Boa tarde, boa noite, né? Boa tarde, boa, bom dia, boa tarde, boa noite. Boa noite, meus amigos queridos que estão aqui do outro lado, né? nos nos assistindo, estudando conosco, a minha amiga Cris, o Samuel e o prazer de conhecer o Luciano pessoalmente. Na realidade, nós gostaríamos de comentar que tudo isso acontece devido ao nosso corpo perespiritual denominado perespírito. Esse perespírito é o agente propulsor, tanto para o espírito desencarnado quanto para o espírito encarnado. E isso tudo acontece através do nosso pensamento. Então, quando Allan Kardec nos diz que nós somos os seres pensantes do universo, eu fico maravilhada com isto, porque eu fico

ra o espírito encarnado. E isso tudo acontece através do nosso pensamento. Então, quando Allan Kardec nos diz que nós somos os seres pensantes do universo, eu fico maravilhada com isto, porque eu fico imaginando, eu sou um ser pensante do universo. Às vezes não penso tudo bem, mas sou um ser pensante. Então, o que Luciano falou que na realidade tem que existir uma combinação, porque o espírito ele não tem a força para movimentar nada material, porque já que ele não tem mais o seu corpo material, o seu corpo era espiritual, é semimaterial, que na realidade quando a gente fala semimaterial é talvez até muito difícil, conforme Luciano falou. Porque hoje a gente sabe que é de uma matéria diferente que nós não sabemos definir. Não existe uma definição, eh, vamos dizer assim, entendível sobre essa essa outro tipo de matéria semimaterial. Então, esse movimento que os espíritos fazem e que fizeram com as mesas tirantes e falantes, foi o grito para dizer que eles existem, que eles estão vivos. Mas os vivos não podem usar as suas mãos como nós usamos, porque os vivos são do pensamento, não são vivos do corpo físico. Então eu imagino, eu fico imaginando, eu acho que eu não estava naquela época, né? Como as pessoas se sentiam com com toda aquela movimentação daqueles objetos. Porque até hoje, se acontecesse isso na minha frente, eu ia ficar com a boca aberta, querendo ver, querendo sentir. Mesmo que eu tenha teoria, eu queria sentir mais um pouco de perto. Então, é uma coisa fenomênica, maravilhosa, que abre espaço para hoje nós entendermos aparições, materializações, desmaterializações. Então, o que o nosso codificador nos trouxe, eh, que nós podemos dizer que é um intercâmbio mediúnico de uma importância, eh, que fala do poder de alguns médiuns que existem hoje, menos ativos, com menos intensidade, porque agora o codificador nos disse que está na hora do do da mediunidade inteligente. passou a época da mediunidade física, porque foi aquela abertura do do chegar, da necessidade de

os intensidade, porque agora o codificador nos disse que está na hora do do da mediunidade inteligente. passou a época da mediunidade física, porque foi aquela abertura do do chegar, da necessidade de se saber que o espiritismo já estava junto de nós. Eu assim eu acredito. O nosso o nosso codificador, Carmen, deu fim ao sobrenatural. Não existe sobrenatural, né? Existe o inexplicado até então. Isso. Isso. Isso. Ele inaugurou essa fase, né, da ele foi o grande elo de ligação entre aquilo que não havia sido explicado até então com a ciência espírita. eh, minha amiga. Então, continuando aqui, eh, no item 76, já que estamos falando de de Kardec, que comparação ele apresenta justamente nesse item 76? É, eh, nesse item ele vem explicar que mesmo que o espírito desencarnado, eu vou usar o espírito desencarnado, o espírito encarnado, porque às vezes a gente faz um pouco um pouco de de confusão. Ah, ele tenha vontade de atuar sobre a matéria por algum ponto, distante muito ou distante pouco. Ele quer fazer isso através do seu pensamento. Entretanto, esse pensamento, o pensamento por si só, não mexe em nada. Ele precisa de um intermediário. Isso é muito, muito bem explicado por Kardec. esse intermediário para talvez pegar a mesa, pegar um projétil, uma canetinha ou até um móvel mais forte, ele vai precisar de algo ou de um fator que possa ajudá-lo, porque como ele não tem o corpo físico, ele pessoalmente não pode atingir o corpo físico porque é uma matéria diferenciada da que ele tem. Então, para isso, ele vai se us, ele vai utilizar das forças de um médium, de um espírito encarnado que possui uma quantidade de fluidos suficientes para serem manados de si e fazer com que aquilo aconteça. Mas nem todos os médiuns, nem todas as pessoas têm essa quantidade exuberante desses fluidos. que conforme o Luciano falou, a gente fala de fluidos, mas na realidade hoje a gente já sabe que é um conjunto de substâncias chamada ectoplasmia, né? É o ectoplasma que nós fazemos, que nós construímos quando nós comemos, quando

a gente fala de fluidos, mas na realidade hoje a gente já sabe que é um conjunto de substâncias chamada ectoplasmia, né? É o ectoplasma que nós fazemos, que nós construímos quando nós comemos, quando nós elaboramos algumas substâncias. Então esse ectoplasma é que na realidade vai ser utilizado pelo espírito para fazer a movimentação. Entretanto, a ativação maior vai ser o pensamento do médium, porque o pensamento do médium é que vai direcionar exatamente o que que vai fazer. Alguns espíritos, eles até eh burlam pouco, né, eh esse médium. Mas hoje nós sabemos que esse fluido eh é utilizado nos passos das nossas casas espíritas, né, na água magnetizada, na quando nós fazemos o culto de evangelho no lar, que nós colocamos aquela água, aquela garrafinha, as outras religiões também utilizam desse fator mental que vai permitir que saiam daqueles componentes ente da mesa, aqueles fluidos que vão que vão beneficiar aquela água, já que a água é um dos elementos mais acessíveis à complexação com os fluidos. Então, por isso que nós estamos muito felizes de vivermos num planeta água, né? Porque não sabemos se em outro planeta como é que nós vamos fazer essa conexão fluídica para nos beneficiarmos. Tá fechado. É porque eu tenho fechado que quando a gente não fecha às vezes dá microfonia uns com os outros, né? Então, e aí eu esqueço de ligar outra vez, mas é um assunto eh por demais eh interessante e que chama a atenção das pessoas porque sempre esteve presente na humanidade e hoje habita o o imaginário inclusive das pessoas. E o espiritismo vem corrigir essas eh divergências, aquilo que não está de acordo com a realidade. Por isso é tão importante eh esse estudo para que nós eh aprendamos, como foi dito aqui no início pelo Luciano, o elemento primordial para esse fenômeno é o fluido universal e que o espírito vai se utilizar com seu pé espírito, como a Carmen vem afirmar. Mas nós temos a questão 77. Kardec é um craque. Ele vai aos poucos desse assunto para que a gente possa entender perfeitamente e

spírito vai se utilizar com seu pé espírito, como a Carmen vem afirmar. Mas nós temos a questão 77. Kardec é um craque. Ele vai aos poucos desse assunto para que a gente possa entender perfeitamente e encadeando. Então essa questão 77 ela é super interessante, mas eu vou deixar com a Cris que é ela que pergunta a vocês aí para que vocês possam atender. Tá bom, Cris? Com você querida? Perfeito. Vamos colocar então pro pro Luciano a questão 77. Kardec, ele segue explicando nesse item sobre o mecanismo das manifestações físicas. Poderia, por favor, Dr. Luciano, explicar esse processo pra gente? Perfeitamente. Professor La Kardec então nos diz que o espírito ele satura o objeto com o seu fluido, ou seja, o fluido espiritual, mas ele também satura o objeto com o fluido, a energia, né, o ectoplasma do médium. E aí acontece um fenômeno muito curioso que ele disse que veio inclusive eh eh eh demonstrar para ele que a tese inicial dele estava equivocada. Então, a revelação dos espíritos diz que essa saturação do objeto com os fluidos do espírito e do médium criam momentaneamente uma espécie de vida artificial para aquele objeto. O objeto vira como se fosse um ser vivo, mas sem vontade própria, obedecendo a vontade do espírito. é como se fosse uma vida, eh, um fato momentâneo, aonde o objeto passa a ser um objeto animado a partir da saturação dos fluídos. Então, segundo o Kardec, essa tese é inédita, porque nenhum deles, né, nem ele, nem ninguém da Sociedade Parisiense de Estudos Espíritas tinham pensado numa tese como essa. Então, isso dá autenticidade à explicação oriunda dos espíritos. Então, para nós entendermos isso, é como se o espírito combinasse a energia dele, né, com a ectoplasma do médium e envolvesse o objeto nessa energia, nesses fluídos. E essa saturação faria com que então o objeto pudesse se movimentar. Então eu fico tentando aqui imaginar uma uma imagem, né, pensar através de uma imagem aonde isso pudesse acontecer. E aí eu fico pensando numa tipo numa aura, né? eh uma

objeto pudesse se movimentar. Então eu fico tentando aqui imaginar uma uma imagem, né, pensar através de uma imagem aonde isso pudesse acontecer. E aí eu fico pensando numa tipo numa aura, né? eh uma um uma ambiência fluídica, energética e a partir dali o objeto então se movendo a partir do pensamento do espírito. É isso que ele relata para nós e revela, né, de forma nunca antes pensada uma explicação para a movimentação dos objetos que parecem ter vida e parecem mesmo. E não atribui isso a uma mentalidade maligna, como em algumas crenças atribuiam isso a Satanás, ao diabo, ou seja lá o ser que mitológico que eles eh evocavam para explicar o fenômeno. inclusive muito explorado pelos filmes, né, pelos filmes de terror, aonde os objetos se movimentam, eh, segundo a ficção, né, por uma mente perversa. E não é exatamente isso que acontece, diz o professor Allan Kardec. O espírito então é capaz de dar, entre aspas, uma vida ao objeto a partir da saturação desse objeto com os fluídos dele e os fluídos do médium, demonstrando que sem a presença do médium, desse fluído anímico, né, dessa ectoplasma, sozinho o espírito não consegue produzir o fenômeno. e que o médium faz isso, eh, participando conscientemente ou às vezes a sua revel. Ele doa o ectoplasma sem ter plena consciência de que está favorecendo a produção do fenômeno. Por isso, todas as vezes que há um fenômeno de efeito físico, certamente há um médium ali que consciente ou inconscientemente está ajudando na saturação eh fluídica, energética desse objeto que então será colocado em movimento. Então esse item é bastante curioso e para quem gosta da ciência espírita, enxerga aí, né, uma explicação realmente muito nova, né, para a época e uma explicação nunca antes pensada pelos encarnados. Muito bom, Dr. Luciano. Samuel, parece um item complicado, uma questão complicada, mas não é, né? Se a gente entende o modus operande do processo, fica bem simples. Eh, eu vou pedir paraa Carmen comentar, porque a gente precisa trazer a memória aqui nesse campo de

uestão complicada, mas não é, né? Se a gente entende o modus operande do processo, fica bem simples. Eh, eu vou pedir paraa Carmen comentar, porque a gente precisa trazer a memória aqui nesse campo de reflexão nosso na noite de hoje, uma personalidade do Rio de Janeiro, Carmen conheceu certamente, que foi Dr. Jorge Andreia e ele estudou muit Jorge Andreia nos Santos. Exato. Ele estudou muito o processo das materializações e trouxe uma contribuição inequívoca. Ele tem vários livros publicados explicando o processo da materialização. E ele eh inclusive diz que o termo mais correto é um termo que a Carmen já usou aqui na noite de hoje, que é a ectoplasmia. A materialização seria o fenômeno de ectoplasmia. Ou seja, o que o Dr. Luciano acabou de explicar, a combinação do elemento espiritual, do agente organizador daquele processo, com a sessão do ectoplasma, que provém do corpo físico do médium, da estrutura celular do médium que cede esse tipo de eh fluido, ectoplasma utilizado nas materializações. Quer comentar alguma coisa, Carmen? Só paraa genteer direitinho o processo. Eu gostaria de de falar que eh como o Luciano falou, muitos de nós nem sabemos que nós somos doadores dos fluidos ectoplásmicos ou ectoplasmáticos, mas alguns espíritos eles sabem quais médiuns que possuem. Então, às vezes, aquele médium que não é muito moralizado, aquele médium que tem mais tendências, esse espírito muitas vezes ele pode usar desse fluido, não um fluido bom pela moral do médium e fazer coisas terríveis. Então, a ectoplasmia, ela pode ser boa e ela pode não ser boa, dependendo que tipo de fluido é utilizado a partir da pessoa que possui aquele fluido. Então, vejamos numa reunião mediúnica, não é trazendo para um exemplo nosso, né? numa reunião mediúnica, às vezes não tem um efeito de movimentar objetos. Entretanto, você pode, ao atender ao espírito, ao espírito eh sofredor, a sala ficar inundada de fluidos de todas as pessoas. da reunião. E naquele momento o dialogador ao conversar com o

tar objetos. Entretanto, você pode, ao atender ao espírito, ao espírito eh sofredor, a sala ficar inundada de fluidos de todas as pessoas. da reunião. E naquele momento o dialogador ao conversar com o médium que está aspas incorporado com aquele espírito, ele vai poder ver paisagens que foram produzidas através desse fluido. E são paisagens que se movimentam. Você pode ver o espírito, por sua vez, que está incorporado com o médium, ele também vê. Então, esse fenômeno é é apaixonante, conforme a Cris falou, Dr. Jorge André dos Santos, ele foi soberbo em várias obras, porque todos nós exalamos esses fluidos. Imagine, nós estamos falando aqui, pode ser que um de nós seja portador de ectoplasma, que é uma coisa boa. Enquanto nós estamos falando, nós estamos exudando esse tipo de substância. E esse tipo de substância, os espíritos se utilizam delas quando fazem um tratamento espiritual, quando fazem o tratamento à distância. Então, quando Kardec, quando o professor Alan Kardec traz para nós todos esses primeiros conhecimentos da ciência da vida, que é do fluido universal, ele fez um novo tempo no espiritismo, porque a partir daí nós não temos assombrações, né? Nós não temos aquelas coisas que hoje as crianças até vem nos filmes, a gente vê matrix, a gente vê tanta coisa hoje. E nós estamos com a inteligência artificial que se utiliza não desses fluidos, mas da mesma do mesmo objetivo de mudança. Aquele aquela imagem fixa pode se movimentar pela inteligência artificial. Quer dizer, imagine quanta coisa aconteceu depois desse primeiro tempo que estava lá na sociedade espírita de estudos parisienses, quando o nosso querido São Luís explicou essas coisas todas, deu aqueles conhecimentos a Allan Kardec. É um novo tempo, é um novo tempo depois do século XIX, 1858, quando foi fundada a sociedade, onde aquilo tudo lá acontecia. Eu sinto muito não ter participado dessa época. Eu gostaria de estar lá presente. Muito bom, Samuel. Contigo agora avançando aí na questão 79. Vamos seguindo então. Só para lembrar que o

lá acontecia. Eu sinto muito não ter participado dessa época. Eu gostaria de estar lá presente. Muito bom, Samuel. Contigo agora avançando aí na questão 79. Vamos seguindo então. Só para lembrar que o termo ectoplasma não foi utilizado por Allan Kardec. Hum. Ele vai nos falar do fluido universal ou fluido cosmo universal, do fluido vital. E esse fluido vital combinado aí com outros elementos é que forma esse ectoplasma. O termo foi cunhado por Charl Richer, grande cientista francês Nobel de Medicina em 1913 e que deu esse nome ao observar os fenômenos da Usápia Paladino. Ele cria o termo ectoplasma. Aqui dentro da biologia seria a parte mais exterior eh do citoplasma. É um termo que Kardec não usa, como alguns outros que se fazem parte da literatura espírita hoje, como chenoglo também, não é de Allan Kardec, foi de Ernesto Bzano. Ele fala de línguas eh diferentes, polígrafos e tal. Então, são alguns termos. Desdobramento também não temos na obra espírita, ela nasce depois, Kardec vai vai chamar aí de emancipação da alma. Então a gente vai vendo que as coisas foram se enriquecendo eh com o tempo. E ectoplasma é um desses termos e que as operações aqui ele dá origem hoje já se chama de ectoplasmia, né? Tanto as materializações como as curas, os movimentos de objetos e outros. Eh, tem o pessoal tem dado o nome de ectoplasmia, o que eh acho muito correto, inclusive. Mas nós vamos agora ao item 78, não é isso? É isso, Samuel. Só antes de partir pro 78, aliás, 79. É o 79 agora. Eh, não, 78. É o 78. É o 78, desculpa, é o 78. Mas antes de partir pro 78, eu vou pedir paraa Carmen repetir a conceituação do ectoplasma, porque a Graziela Favreto, às 9:56, ela diz que ainda tem dúvidas. Se todos temos, se todos nós, humanos encarnados temos ectoplasma ou somente alguns, algumas pessoas poderiam explicar, por favor? Ô, Graziele, acontece o seguinte, eh, eu acredito que todos nós tenhamos, porque é uma excudação da sua célula, só que a quantidade é muito pouca. Então aqueles aquelas tem algumas

xplicar, por favor? Ô, Graziele, acontece o seguinte, eh, eu acredito que todos nós tenhamos, porque é uma excudação da sua célula, só que a quantidade é muito pouca. Então aqueles aquelas tem algumas pessoas que fabricam exuberantemente. Por isso, quando a o Luciano respondeu a respeito eh da saturação dos fluidos e que o fluido eh o espírito coloca o fluido sobre a matéria e depois pega o fluido do médium que possui esse fluido exuberante, mas esse fluido é gasto. Então, muitas daquelas movimentações de mesas, elas de repente paravam porque o fluido do médium e o fluido ou o fluido do espírito exauriu-se. Então, são coisas que o organismo produz. Na realidade, como Allan Karbec diz que todos nós somos médiuns, pode ser que esta mediunidade produza poucos fluidos, porque isso é um processo que nós não sabemos. Quer dizer, nós temos até ideia, porque André Luiz lá depois ele vai falar como é que se produz produz com alimentação, né? e que esse fluido tem a célula, tem o ectoplasma e fora daquele daquelas organelas é que forma esse fluido. Por isso que a André Luiz chama que é um fluido vivo e o e o nosso codificador chama de eh de um de um fluido de uma maneira de uma matéria diferente. Então, existem nominações que, como o Samuel falou, vários estudiosos eh denominam palavras diferentes para darem a a, vamos dizer assim, o mesmo sentido. Por exemplo, o ectoplasma, ele é muito sensível ao nosso pensamento. Eu queria falar isso antes da gente passar para outra questão. Então, o meu pensar numa reunião de ectoplasmia, como acontecia numa reunião de tratamento, se os médiuns, se os detentores de fluidos não tiverem um pensamento bom, aquilo não vai acontecer. Nós nós estudamos isso eh com André Luiz quando ele ele Kardec chama fluido animalizado, não é? E o o André Luiz, ele ele ele eh ele vai chamar também de força nervosa. Então é tudo a mesma coisa, mas diz a mesma coisa. Então, a André Luiz nos conta eh que numa numa daquelas reuniões em que se fazia o estudo de

, ele ele ele eh ele vai chamar também de força nervosa. Então é tudo a mesma coisa, mas diz a mesma coisa. Então, a André Luiz nos conta eh que numa numa daquelas reuniões em que se fazia o estudo de ectoplasmia, ah, Alexandre, o mentor de André Luiz, tava lá e o mentor da reunião chamou o Alexandre, o de espírito para espírito, avisando que a reunião não podia continuar assim, porque as pessoas que estavam lá para vibrar paraa reunião estavam pensando cada um egoísticamente em si, o que que ia acontecer, que que espírito ia chegar, que ela queria receber mensagem de fulano, belano e cicrano. E aí ele pediu para que Alexandre pudesse orientar para que a mentalização da reunião pudesse ser melhor, porque senão não podia acontecer nenhuma daqueles movimentos. E aí a orientação foi que se cantasse e tocasse música. Eu queria chamar atenção disso porque hoje nós temos em várias reuniões mediúnicas aquele som de música para justamente fazer com que a vibração do pensamento dos componentes da reunião aconteça. E e nessa reunião foi interessante, eu não quero me estender, é que foi formado uma garganta ectoplasmática. E essa garganta foi dita assim: "Meus amigos, vocês têm quer dizer, a voz, a voz indireta, mas tudo pelo fenômeno de de ectoplasmia. vocês têm que pensar bem, tem que ajudar, porque senão nós não vamos poder fazer a reunião. Então são casos que depois de Kardec estudos continuaram e hoje nós temos em vários lugares, em algumas casas espíritas do Brasil, a cura através também da ectoplasmia. Perfeito, Carmen. Obrigada, muito obrigada pelas explicações. Eu acho que agora ficou bem mais claro, eh, com, né, tanto detalhamento. E vamos seguir, Samuel. Vamos seguir. Vamos seguir, né? Porque essa questão ela demanda assim muito estudo, muito trabalho, né? Aconselho a quem quiser estudar um pouco mais. André Lu, além de ver o livro dos espíritos, que a Allan Kardec vai nos dizer, que é uma emanação do perespírito. E quando o perespírito, a pessoa tá encarnada, se junta, ele adere

udar um pouco mais. André Lu, além de ver o livro dos espíritos, que a Allan Kardec vai nos dizer, que é uma emanação do perespírito. E quando o perespírito, a pessoa tá encarnada, se junta, ele adere ao corpo físico, aí mistura com as coisas, por isso ele é psicofísico. André Luiz vai fazer esse retrato. Não é muito fácil de compreender, não. Você tem que ler umas mil vezes, mas tá lá nos domínios da mediunidade. André Luiz vai nos falar sobre ectoplasma e também vai desfazer essa lenda que tem no movimento espírita de que não vão vamos mais ter eh fenômeno de efeito físico. Lá ele diz que no futuro toda a humanidade vai produzir muito esse ectoplasma e nós vamos ter muitos fenômenos, só que com a outra natureza, com a natureza mais elevada. Então fic, eu acho, Samuel, que vão ser fluidos coloridos, viu? É, deve ser. sensibilidade nossa vai ser melhor, porque nós seremos espíritos mais evoluídos e aí os nossos espíritos serão coloridos. Por hora, não são, né, Car? Não, mas vamos lá. O item 78 aí agora é para o Luciano, não é isso? Mas vamos lá. No item 78, o que Kardec responde aos incrédulos? Sempre tem aqueles que não acreditam em nada e dizem que as coisas não acontecem, que as coisas são impossíveis. Como Kardec responde aí esses nossos companheiros incrédulos, sem ter, digamos assim, tanta razão, sem terem estudado. Que é que ele diz para nós, Luciano? O Samuel, ele diz que a negação não é uma prova. E as pessoas, né, principalmente os cientificismo materialista, ele só acredita naquilo que são leis conhecidas pelos homens. Só que nós temos que reconhecer, diz o professor Allan Kardec, que há muitas leis naturais que ainda não são desconhecidas. A ciência materialista desconhece muitas leis, como por exemplo, desconhece a teoria da animação factícia, que é exatamente o que nós estamos aqui discutindo, conversando no dia de hoje. Então, ele traz alguns exemplos muito interessantes para demonstrar isso. E os aqueles que negam, né, eles geralmente alegam a questão da

o que nós estamos aqui discutindo, conversando no dia de hoje. Então, ele traz alguns exemplos muito interessantes para demonstrar isso. E os aqueles que negam, né, eles geralmente alegam a questão da lei da gravidade. A lei da gravidade é muito conhecida. E aí eles dizem assim: "Como é que pode movimentar os objetos se há lei da gravidade que prende os objetos aqui na crosta do terreno?" E aí o professor Allan Kardec desenvolve a ideia de que nós podemos descobrir outras leis naturais, que são leis naturais, mas ainda desconhecidas da ciência materialista. E por isso a ciência espiritualista mostrará para nós a existência de outras leis que vão explicar os fenômenos. E até mesmo para enfrentar a questão da gravidade, ele diz a respeito, por exemplo, de um projétil. Se você pega uma arma de fogo e atira, o projétil ele vai se movimentar, ele vai se movimentar no espaço e existe, continua existindo a lei da gravidade. Ainda assim o projétil anda. Eh, nós poderíamos pegar um outro exemplo do professor Allan Kardec, que é, por exemplo, a situação de se colocar o hidrogênio dentro de um balão. Olha, todos nós aqui já fomos crianças um dia ou temos filhos ou netos ou convivemos com as crianças. Quem que nunca utilizou um balão de hidrogênio que consegue flutuar apesar da lei da gravidade? Então, nós vamos verificando que a negação ela não é um caminho para refutar a teoria ou para refutar o fato. A negação é tão somente uma prova da nossa própria ignorância, é só uma prova da ignorância das leis que regem o multiverso e que nós vamos aprendendo aos poucos, inclusive com a ajuda dos espíritos superiores que vão nos mostrando, nos revelando essas outras leis, assim como fez São Luís nesse capítulo que nós estamos aqui conversando. Então eu vou dizer Kardec deu um nó em muita gente, não foi? Porque o pessoal vinha com aqueles argumentos vazios e ele já dava um nó no cidadão, né, Cris? Vamos adiante, minha amiguinha, que nós temos um bocado de pergunta ainda. Temos temos bastante perguntas no chat, então

l vinha com aqueles argumentos vazios e ele já dava um nó no cidadão, né, Cris? Vamos adiante, minha amiguinha, que nós temos um bocado de pergunta ainda. Temos temos bastante perguntas no chat, então a gente vai cumprir aí o roteiro previsto dos itens e depois nos debruçamos pro chat. Então, Carmen, questão 79, eu queria, eu queria acrescentar, posso desse 78? É porque Kardec nesse aqui, ele vai falar assim: "Pois é, o que diria, né, o espírito aor, né, na terra?" Então eu fui eu fui estudar um pouco sobre esse espírito e vi que na na revista espírita de 1859 eh no boletim da Sociedade Parisense de Estudos Espíritas era uma família de irmãos. São três irmãos altamente estudiosos. Então, Kardec vem vem utilizando desse espírito arragô para dizer o seguinte: "Ess incrédulos, eles são incrédulos porque o que foi dito foi dito por um espírito desencarnado." Então ele diz, ele diz assim pra gente: "Se fosse um vivo encarnado num cientista falando disto, todos iam acreditar. Quando é um espírito desencarnado falando, não acreditavam. Por os irmãos a Ragô, eh, mais dois, né, o Frederico e o e o Jaques, é, eles falaram porque eles eram estudiosos, mas eles for desencarnaram e ajudaram Kardec, um deles, o Dominique, lá no no na Gênese. Então nós ficamos imaginando, né, quanta dificuldade para aceitar uma coisa que é factível, mas ainda não se sabe explicar, não é? Na época, hoje já se sabe. Então é muito interessante porque ele dise: "Olha, se fosse se fosse um encarnado, um cientista, todos batiam palma. Batiam palma por conta da Carmen, tá? É o preconceito, né, que existia. É, pois é. Eu só queria o item 79. Então, Cris, vamos lá. Item 79, Carmen, o que que Kardec comenta nesse item? O que que ele explica? Não, ele tá falando justamente eh esse eh ele até usa um um uma um vácuo numa campânula de uma máquina pneumática. Então, o que que ele vai falar? Uma campânula é uma é uma coisa redonda que você põe como se fosse um sino, que pode ser de metal ou de vidro. E ele vai dizer que nos laboratórios de

quina pneumática. Então, o que que ele vai falar? Uma campânula é uma é uma coisa redonda que você põe como se fosse um sino, que pode ser de metal ou de vidro. E ele vai dizer que nos laboratórios de física, de botânica, e nos laboratórios que estudam essa estudam estudaram essa ectoplasmia, se também fazia isso. O que que ele diz? tira o ar da campânula e e vai ter uma diferença de densidade, conforme o Luciano falou do balão, né? E a mesma coisa, você tem uma diferença do ar para o que está dentro daquela matéria. Por exemplo, quando você tem que o fluido universal é o elemento básico para toda a matéria, quando você faz o ar com a campânula e você usa aquele ar mais rarfeito, você tem um movimento diferente. Então é a mesma coisa do balão. O gás de hidrogênio no balão faz com que não é uma derrogação da lei de Deus, mas é um movimento, fica lá em cima ou ele vai viajar. Na realidade, ele diz assim: "Porventura conheceis todas as propriedades e todo o poder da matéria para vocês acreditarem que não aceitam porque tudo é sabido ou porque ainda não tem o conhecimento necessário?" Então, a gente vê hoje no nitrogênio líquido, a gente vê hoje no compressor, justamente essa campânula que capta o ar atmosférico. E também é muito interessante quando nós olhamos as camadas em volta da Terra, não é? Nós nós vemos o o a rarefação da camada que vai ser totalmente diferente. Por exemplo, quando os jogadores de futebol saem da da atmosfera ao nível do mar e vão jogar na naquela altura bem grande, eles têm que ficar um dia ou dois dias para se ambientarem, porque o pulmão não consegue respirar aquele arrefeito. É. Mais ou menos a mesma coisa que o professor Allan Kardec tava explicando. Existe uma diferença de peso específico e essa diferença vai fazer com que haja uma movimentação por um lado ou por outro. Talvez isso explique talvez um pouco a falta de densidade na lua, né? Porque não tem e esse peso eh a lua é mais fluídica, vamos dizer aspas, né? do que a Terra, que que é que é um núcleo

u por outro. Talvez isso explique talvez um pouco a falta de densidade na lua, né? Porque não tem e esse peso eh a lua é mais fluídica, vamos dizer aspas, né? do que a Terra, que que é que é um núcleo pesado, né, de elementos pesados. Então você tem a a densidade, joga para cima e aquilo cai, né? E na lua é o contrário, né? você tem você tem um um corpo específico eh menos denso e você sobe. Então você tem que usar um um um uma roupagem pesada, senão você sai e vai para o fluido cósmico universal. Muito bom, Samuel, você quer intercalar alguma pergunta agora ou a gente faz a segue aqui a questão 80 com o Dr. Luciano? Aí você manda, Cris. Bom, deixa eu ver. Então, vamos prosseguir aqui só pra gente conseguir cumprir o roteiro. Aí a gente pede, Dr. Luciano e e Carmen, vamos tentar ser bastante concisos na nas respostas objetivamente falando, né? E porque a gente tem muita pergunta, a gente tem muita pergunta para dar tempo de atender a todo mundo. Então, Dr. Luciano, questão 80. Eh, quem foi Daniel Douglas R e o que Kardec fala sobre a sua mediunidade nesse item 80? Olha, ele foi um médium muito famoso inglês. Ele era capaz de produzir alguns fenômenos, como, por exemplo, a levitação do corpo humano. Ele conseguia se autolevitar. E ele foi estudado por um dos maiores pesquisadores desse tema à época, que foi o Sir William Crooks, que era médico, né, da coroa britânica e que desenvolveu uma pesquisa exatamente para apurar o fato, né, com aquela expectativa provavelmente de negar o fato. E ao final ele confirma o fato, publica a obra Fatos Espíritas e com isso ele demonstra a veracidade do fenômeno a partir do estudo do Daniel, né, do Daniel Rome. Então, eh, esse essa contribuição dele foi muito interessante e que o professor Allan Kardec fala que esse tipo de mediunidade, né, que não era uma mediunidade muito comum, ela demonstrava essa realidade espiritual da fenomenologia que esse médium era capaz de trazer para nós. E ele era, ao mesmo tempo, o a causa eficiente e o objeto do

o era uma mediunidade muito comum, ela demonstrava essa realidade espiritual da fenomenologia que esse médium era capaz de trazer para nós. E ele era, ao mesmo tempo, o a causa eficiente e o objeto do fenômeno. Lembrando assim a tradição aristotélica, né, de identificar a causa eficiente do fenômeno e também o seu objeto, o sujeito cog innocente e o objeto cognoco. Então, objetivamente, é isso aí, Cris. Cris, eh, a propósito do Dan Lega, né, que foi um médio extraordinário, bem lembrado aí pelo Luciano, estudado pelo William Crooks, muita gente sempre lembra de Crooks por conta da Florence Cook e do Spirit Kate King, mas ele estudou o Daniel do Gazume e uma das irmã Fox, a Kate Fox foi estudada também eh por William Crooks. Era só para lembrar que na revista espírita de fevereiro de 1858, a página 59, na tradução da FEB, nós temos um texto de Allan Kardec falando sobre Daniel Grosum. Quem tiver interesse, revista espírita de Allan Kardec, fevereiro de 1858. Tá lá Senr. Home falando eh que Kardec o achava um médio extraordinário. Ele que era inglês, era escocês, mas viveu nos Estados Unidos. E realmente uma mediunidade extraordinária. Era só para noticiar, dizer paraas pessoas quem tiver interesse, visitar a revista espírita de Allan Kardec. Tá bom, Cris? Com você. Então, a a segunda dica de leitura, né? Revista espírita nessa repete pra gente qual edição, Samuel. Fevereiro de 1858. É fevereiro de 1858, a página 99, na edição da FEB. Maravilha. Eh, Carmen, seguindo aí então paraa questão, nós vamos nos debruçar agora sobre a 81. O que que Kardec explica sobre esse aumento ou diminuição do peso que foram atestados? Eh, peso de objetos sob a mediúnica. O que que ele fala sobre isso? Eh, o que ele fala eh é até simples, porque nós já estudamos a parte lá de trás, né? Ele diz o seguinte, que na realidade eh é um fenômeno que você não muda o peso da substância, você vai usar a a, vamos dizer assim, os fluidos, né? a influência de certos médiuns que vai fazer com que o aquele objeto fique

e na realidade eh é um fenômeno que você não muda o peso da substância, você vai usar a a, vamos dizer assim, os fluidos, né? a influência de certos médiuns que vai fazer com que o aquele objeto fique mais leve ou mais pesado. Pode ser que um um médio fraquinho ele dê o fluido e o espírito impregne a sua vontade e transforme aquele objeto no objeto pesado. Porque o fluido pode até adentrar no objeto, mas ele vai sair. ele não muda a consistência, vamos dizer assim, o material do objeto. E ele diz assim: "Eh, a mesa tem sempre o mesmo peso intrínseco, porque sua massa não aumenta." O que acontece? Essa existe uma força estranha que se opõe a ela. É justamente a força fluídica, a força ectoplasmática. E ele também vai dizer que é que é como se fosse eh um um um uma coisa imponderável, indo de encontro aos incrédulos, né? Indo de encontro aos incrédulos. Nada prova o que que é. E ele vai dizer assim: "Desconhecemos a sua natureza íntima. Estamos longe de conhecer todas as suas propriedades, mas ele vem nos dizer que é um fluido imponderável e que pode diminuir ou aumentar de acordo com a força dos espíritos que impregnam em cima daquele móvel, daquele objeto, vamos dizer assim, né? Daquele objeto. Eu fiquei, eu fiquei muito feliz de estudar esses temas. Você ficou, Luciano? É tudo, é tudo muito interessante. Nos deu assim muita, muita certeza de quem era o nosso querido Allan Kardec, né? Um gênio, um apóstolo genial. É. E Luciano, diga, diga, Samuel. Não, queria só lembrar aqui para algumas pessoas que talvez não estejam familiarizadas com termo imponderável. O imponderável é aquilo que não tem peso. É, é por isso que que a Allan Kardec faz fez essa abordagem que eles podem aumentar o peso artificialmente de do do dos corpos eh sólidos, digamos assim, seria uma coisa aparente, mas não, mas seria causada por esse fluido. Ele é imponderável do ponto de vista da medida dos nossos sistemas que temos na Terra. Mas esses fluidos, eles podem se condensar de alguma forma e adquirir essa propriedade, até porque

r esse fluido. Ele é imponderável do ponto de vista da medida dos nossos sistemas que temos na Terra. Mas esses fluidos, eles podem se condensar de alguma forma e adquirir essa propriedade, até porque eles são fluidos, mas ainda são matéria. Nós devemos lembrar que lá no livro dos espíritos, Allan Kardec vai falar que existem aqueles dois elementos gerais no universo, né, mas que eles são sempre alguma coisa e são eles que dão origem à matéria. Então o imponderável é aquele que não se pode pesar. Por isso essa abordagem era só essa observação e gostaria. É isso. E já que você explicou, né, eh, Samuel, a expressão imponderável, a última questão vai tratar disso, Dr. Luciano. É isso. Olha lá. Não, não. Eh, foi ótimo explicar o termo, né? Porque eu ouvi a Carmen falando imponderável, aí eu achei que ela já havia comentado. Não, porque e ela me pediu isso. Isso é a questão 81. Isso. Ela tá dividida em dois itens aqui. Sete o Exato. Exato. E aí agora o Dr. Luciano vai detalhar pra gente essa essa questão da imperabilidade do fluido, né? Como é que é possível haver, Luciano, aumento ou diminuição de pesos de peso de objetos materiais sob a ação dele? É, o professor Kardec coloca para nós que a natureza nos prova diariamente que o seu poder não se limita ao testemunho dos nossos sentidos. Então, ou seja, nós não somos capazes de captar pelos nossos cinco parcos sentidos, né? Audição, visão, olfato, paladar e tá, todas a fenomenologia trazida pela natureza. Ou seja, que que ele tá querendo dizer para nós? que nós ainda não temos a capacidade de perceber com profundidade, né, todos esses elementos. Mas ele traz, como sempre muito didático, uma comparação pro nosso raciocínio. Quando ele, por exemplo, evoca a questão da eletricidade. Nós não podemos pesar a eletricidade, não é isso? Nós não temos como fazer da eletricidade um aumento de peso ou de massa, mas se a gente enfiar o dedo na tomada, nós vamos perceber, né, que a a energia elétrica ali está. Então, a partir do momento que

s não temos como fazer da eletricidade um aumento de peso ou de massa, mas se a gente enfiar o dedo na tomada, nós vamos perceber, né, que a a energia elétrica ali está. Então, a partir do momento que a gente observa isso, nós vamos verificar que a ciência desenvolveu a capacidade de medir os qu, etc., mas nós ainda não temos como pesar a energia elétrica, não é isso? Então, é só uma comparação. E nesse contexto ele traz um outro exemplo muito interessante que já foi dito aqui eh em outro momento, que existe a possibilidade às vezes de um médium frágil, né, débil, ser capaz de levantar um homem forte, assentado na sua cadeira com dois dedos, mostrando assim que sobre essa saturação dos fluidos, né, do médium e dos espíritos, essa situação do peso, ela se torna diferente, né? Eh, a vida factível daquele objeto faz com que nós tenhamos uma percepção diferente daquilo que nós chamamos de matéria, daquilo que nós chamamos aqui de energia coagulada. E eu posso até dar para vocês um testemunho de um caso concreto que aconteceu aqui em Minas Gerais. Olha que coisa curiosa. Eh, a casa espírita ganhou um piano de calda. E piano de calda é pesado, né? É muito pesado. E as pessoas estavam, tinham poucas pessoas para poder conduzir o piano até o salão onde ele ficaria e não havia não havia meios de movimentar. E de repente foi produzido um fenômeno de efeito físico. Uma médium lá da casa encostou os dois dedos no piano, ele se moveu e o piano foi colocado no local aonde ele precisava de estar. Então, olha só que interessante, não aconteceu só no século XIX, não, né? Como Samuel falou aí, Carmen falou, né? os fenômenos continuam acontecendo. Se nós tivermos olhos de ver e ouvido de ouvir, vamos perceber então que a natureza nos prova diariamente o seu poder e não se limita ao testemunho dos nossos sentidos. As condições se repetem, né, Luciano? Samuel, vamos cair na, vamos cair nas perguntas. Vamos lá, né? Vamos lá e a Carmen aí tão ansioso para responder. Eu tenho aqui uma questão da Valéria

s sentidos. As condições se repetem, né, Luciano? Samuel, vamos cair na, vamos cair nas perguntas. Vamos lá, né? Vamos lá e a Carmen aí tão ansioso para responder. Eu tenho aqui uma questão da Valéria Alves. Só para título da gente acelerar, eu vou compilar a pergunta da Valéria às 21:38, quando ela pergunta: "Fluído vital e ectoplasma são sinônimos?" juntamente com a pergunta da Rosilene Barbosa às 9:54 que pergunta: "As florestas, as plantas transmitem ectoplasma?" Aí como eu havia, só para acelerar, depois a gente vai passo a passo nas outras questões, eh voltar a citar aqui o Dr. Jorge Andreia para a gente explicar essas duas perguntas, né? trazendo a conceituação muito precisa que ele nos apresenta de que ectoplasma, né, eu vou pegar literalmente o que ele fala, é uma, ela seria a seria não, ela é uma substância originária no protoplasma das usinas celulares, onde o ATP, que é uma composição química dentro da estrutura celular humana, tem expressiva participação ao lado de outros elementos. E de que outros elementos são esses? Justamente os recursos da natureza. Então, minhas amigas, Valéria, fluido vital não é sinônimo de ectoplasma. E sim, Rosilene, nos processos de ectoplasmia, o mundo espiritual se utiliza das plantas, se se utiliza dos minerais, das florestas, dos animais para numa consonância, né, para numa combinação de processo, fazer justamente esse revestimento que vai facultar o movimentar do piano do Dr. Luciano, inclusive, né, nesses processos de materialização. Então, é uma combinação de processos onde o agente espiritual atua, onde o médium com o seu perespírito e com a sua estrutura celular auxilia cedendo o fluido e onde há também a colheita, digamos assim, de elementos nas plantas e nos animais e um grande bailar de recursos químicos e inteligências superiores para poder fazer o fenômeno das materializações e dos transportes. Bom, mas seguindo, diga. Eu gostaria de de acrescentar um comentário, eh, que normalmente quando se fala com ectoplasma, muitas vezes as

a poder fazer o fenômeno das materializações e dos transportes. Bom, mas seguindo, diga. Eu gostaria de de acrescentar um comentário, eh, que normalmente quando se fala com ectoplasma, muitas vezes as pessoas têm a tendência de vincular ao corpo físico. Exato. E os espíritos dizem é eh psicofísico. Eu queria só lembrar que Allan Kardec, aqui mesmo onde nós estamos estudando aqui no livro dos médiuns, ele vai nos dizer aqui nesse item 75 que o perespírito também é uma condensação desse fluido universal que nós já sabemos e que eh nesse estado do eh digamos desencarnado, o perespírito tá lá. Mas ele diz assim: "Quando o espírito está encarnado, a substância do perespírito, ela é meio, a Kardec essas palavras, mais ou menos aderente ao corpo físico." É como se grudasse no corpo físico o perespírito, mais ou menos aderente ao corpo físico. Se assim nós podemos exprimir, mais ou menos ligado, é o que diz Kardec. Aí a gente vê o extraordinário da mediunidade de Chico Xavier, que no livro nos domínios da mediunidade, falando do ectoplasma, ele vai nos dizer que o ectoplasma é uma emanação da alma pelos filtros do corpo, ou seja, junta a coisa do perespírito com alguns elementos do corpo físico, que é o que aparece dessas análises, que Richet fez essa análise lá atrás ainda no século 19, ele e not e descobriram partícula do citoplasma e outras substâncias compondo o ectoplasma analisar em laboratório. Então é essa junção, até porque quando a gente lê André Luiz, a gente vê em algumas reuniões feitas com espíritos mais elevados, alguns espíritos desencarnados são utilizados como médiuns. Eles fornecem ectoplasa para que os outros se manifestem. Então, a a a o ectoplasma não tá vinculado ao corpo físico, ele tem elementos, ele é psicofísico. Mas Allan Kardec diz, como o perespírito está assim, digamos, grudado no corpo, quando flui leva alguma coisa do corpo. Por isso a a André Luiz vai dizer, é emanação da alma pelo filtro do corpo. Daí o ectoplasma tem esses elementos. Era só isso para

m, digamos, grudado no corpo, quando flui leva alguma coisa do corpo. Por isso a a André Luiz vai dizer, é emanação da alma pelo filtro do corpo. Daí o ectoplasma tem esses elementos. Era só isso para ver se dá uma clareada, porque a gente fica embaralhado com essa história do peresp ectoplasma. Eu quero desencarnar para entender direitinho. É estimulante, né? Olha, agora vamos vamos para uma pergunta mais light. Rosilene Barbosa para Carmen. Quando uma pessoa, Carmen começa a se dedicar aos estudos, aos estudos da mediunidade e faz curso de passista, quando essa pessoa estiver pronta para dar passe, ela pode dar passe nos seus parentes? Não só pode como deve. O passe, o passe é algo que você dá do seu fluido. Não tem fluido igual uma pessoa tem um tipo de fluido e a outra pessoa tem outro tipo de fluido, porque eh o seu pensamento com que o seu corpo produz. Então eu acho que assim é o é o primeiro o passe na casa espírita, na casa espírita é o primeiro trabalho mediúnico, porque você não é o magnetizador, você é o intermediário que o espírito ajuda para essa composição que a Cris falou. Foi bom sair essa pergunta, né? O passe, de uma maneira geral, é o passe dos fluídos superiores, do benfeitor, dos benfeitores da reunião, o fluido do médium e o fluído da natureza. São três tipos de fluido, viu, Cris? Esses três tipos de fluido é que vão beneficiar aquela pessoa que recebe o passe. Agora você pode dar o passe para quem você quiser. Não, não tem não tem eh nenhum em em lugar nenhum você vai encontrarse com relação a você dar passe para algum parente. Às vezes até é bom, porque o parente tem um a a mesma composição do do eh do seu ADN, né? E aí vai o que o outro não tem, você tem, então você colabora, vai ver que tem alguma fitinha daquela que falta. Muito bom, Car. Dr. Luciano, a Regina pergunta o seguinte: o pensamento eh não atua diretamente sobre a vara. O que é essa vara? Logicamente que ela tá fazendo uma alusão ao momento do texto estudado, né? Como é que funciona essa questão aí do pensamento,

te: o pensamento eh não atua diretamente sobre a vara. O que é essa vara? Logicamente que ela tá fazendo uma alusão ao momento do texto estudado, né? Como é que funciona essa questão aí do pensamento, né? eh, nesse processo de materialização. Perfeito. Professora Allan Kardec, dá um exemplo. Eh, vamos imaginar que nós queremos alcançar um objeto que está distante de nós. Aí nós pensamos nisso. Só que o pensamento sozinho não vai chegar no objeto. Então, nós vamos precisar de usar, por exemplo, um bastão, uma vara. E aí com a com o bastão nós empunos aqui com a mão e tocamos o objeto, porque nós estamos encarnados. Agora imagina alguém que está desencarnado, né? Um espírito. E vamos imaginar que ele queira tocar o objeto. Ele não tem a mão, não tem o braço, não tem a vara, não tem o bastão para tocar o objeto. Então, como que ele faz? Ele usa o pensamento, a vontade, como nós vimos aqui hoje. Ele usa os fluidos, né? Satura o objeto com os fluidos dele, espírito com a utilização do ectoplasma do médium. E aí ele toca o objeto e faz o objeto se movimentar. Então aí fica é só uma comparação entre tocar o objeto estando encarnado e tocar o objeto na condição de espírito desencarnado. Obrigada, Dr. Luciano. E aí, Samuel, uma última pergunta para você, ó. Confirmando, a própria Regina quer confirmar. Revista Espírita de Fevereiro de 1878, ela localiza a página 99. Não é 78, é 58. 58. Então, Carmen já tá elucidando, ó. 58, Regina. 58. A verdade é o primeiro ano da revista, né? É. E esse é o segundo número da revista de Alan Card. É, é fevereiro. Uhum. É porque a gente fala 58, 78, a pessoa copiou 78, né? Mas é bem que teve tempo para perguntar. Uhum. Uhum. É isso. 58. Então, meus amigos, olha, 9 10:37, né? Eu acho que nós esgotamos aqui as perguntas. Eh, e agora passou rápido. Quando é bom é rápido. Quando é bom é rápido. É bom. É rápido e indolor. Samuel vai anunciar quais são as próximas questões a serem analisadas e aí com a batuta de Carlos Campete e Euzita que vão estar aqui para conduzir

o. Quando é bom é rápido. É bom. É rápido e indolor. Samuel vai anunciar quais são as próximas questões a serem analisadas e aí com a batuta de Carlos Campete e Euzita que vão estar aqui para conduzir o estudo na próxima edição. Samuel, o que que a gente vai estudar na próxima vez? Então, nós concluímos agora então esse esse capítulo quarto da segunda parte. Então, para a próxima semana nós vamos iniciar aí o capítulo 5into das manifestações físicas e vamos estudar dos itens 82 a 90. Nós, se nós observarmos a sequência no livro dos médiuns é diferente de outras obras de Allan Kardec. Ele não inicia a cada capítulo uma nova numeração. A numeração vem lá desde o início e vai até o fim. Então, o capítulo anterior, o quarto terminou no item 81, o capítulo 5º começa no 82. O livro dos méd Allan Kardec fez dessa forma. Então é do item 82 ao 90. Nós eh vamos estudar o capítulo 5to e lógico, fica a sugestão de uma leitura prévia até para que na hora vocês possam tirar as dúvidas que vocês tenham tendo ficado alguma remanescente aí do estudo que tenham feito em casa. para que mais apropriadamente possam fazer perguntas em torno do tema eh que estará sendo estudado, Cris, e devolvo a palavra para você, minha amiga, para você conduzir o encerramento. Tá bom? A gente encerra agradecendo muito a colaboração do Dr. Luciano Alencar, a Carmen Silveira, que também esteve conosco aqui abrilhantando esse espaço aqui de reflexão. E desejamos a todos um ótimo fim de semana. Semana que vem tem mais, próxima sexta-feira vamos continuar nos debruçando sobre essas maravilhas do livro dos médiuns. Um grande beijo a todos, um abraço forte e até mais. Paz. E nós aqui ficamos um pouco depois, né, Cris? Isso. A gente fica por aqui. Um beijo. Abraço, amigos. Somos impulsionados e motivados por um bem maior por meio da caridade e da vivência do evangelho do Cristo. Chegamos onde chegamos, conquistamos o que conquistamos. O nosso trabalho acolhe quem mais precisa. E independente da distância, nossos meios acessam lugares

dade e da vivência do evangelho do Cristo. Chegamos onde chegamos, conquistamos o que conquistamos. O nosso trabalho acolhe quem mais precisa. E independente da distância, nossos meios acessam lugares que antes pareciam inalcançáveis. A comunicação é chave em todos os setores de nossa sociedade e ela muitas vezes nos permitiu abraçar quem precisava de atenção em momentos de dor e angústia. Esse trabalho é feito com muita dedicação por toda uma equipe profissional, preparada para produzir diversos tipos de conteúdos que alcançam o público. Já são mais de 4.000 conteúdos de qualidade disponibilizados gratuitamente em nossas plataformas, produzidos por comunicólogos, produtores audiovisuais, cenógrafos, editores, designers, programadores e técnicos de áudio. Toda essa estrutura só é possível graças a você, apoiador do nosso trabalho. E somos gratos por toda a sua doação até aqui. Mas este trabalho precisa continuar. Podemos acolher ainda mais pessoas. E para continuar alcançando tantos corações, precisamos de você. Por isso, mais uma vez contamos com seu apoio financeiro. Apenas com ele poderemos avançar ainda mais e continuar próximos de você. Trabalhamos pelo consolo, pelo esclarecimento e pela esperança. E sabemos que somente juntos com você poderemos fortalecer essa corrente. A Padrinha FEB TV. Estamos juntos com você através da FEB TV. Acesse doi.com.br BR e faça sua doação.

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