#128 • Jesus e Saúde Mental • As armas do bem
Websérie | Jesus e Saúde Mental » Apresentação: Leonardo Machado » Episódio 128 - As armas do bem #Jesus #SaúdeMental #OBem
เ Boa noite, sejam muito bem-vindos para mais um episódio de Jesus e saúde mental. Hoje vamos fazer um tema diferente, um tema vulso para além do episódios diários que temos aberto, intitulado As armas do bem, num contexto de uma mensagem que me foi muito útil e que eu gostaria de compartilhar com você que está aqui conosco. Mas antes de começar, antes de passarmos a nossa vinheta, eu queria convidá-lo para que nós possamos fazer uma breve oração em conjunto. Então, convido você para que possa fechar os seus olhos, se sentir confortável e podermos juntos pensar: Amado Mestre Jesus, tu que és o caminho da verdade para a vida com Deus. Tu que disseste que onde houvessem duas ou mais pessoas reunidas em teu santo nome, tu aí estarias. Nós te pedimos, aqui estamos reunidos pelas possibilidades das da internet, pela possibilidade da rede social que nos conecta, Senhor. E nos conectando, nós te pedimos a inspiração para que esses momentos juntos possam ser momentos benéficos para nossa saúde mental, aliviando as nossas dores, diminuindo as nossas angústias, quem sabe, Senhor, encontrando algum tipo de resposta para que possa aliviar e nos sinalizar algum passo a seguir. S conosco, Senhor, hoje e sempre. E em teu divino nome nós dizemos: assim seja. Muito bem, queremos falar hoje sobre uma mensagem chamada As armas do bem. E essa mensagem calou muito profundamente a minha intimidade. Por isso que você que nos acompanha aqui certamente se beneficiará proposta, porque é uma proposta baseada no evangelho. Mas eu queria pensar um pouco antes da mensagem esse espírito. Esse espírito se chama, na última reencarnação, se chamou Maria de Virgem Borges, uma senhora notável, amiga, íntima, do Divaldo Franco, do nosso tio Divaldo, uma pessoa que, portanto, se conectou ao bem e fez desenvolver o bem dentro de si. Esse espírito esteve a sua maior parte da vida na região do Mato Grosso, especialmente o Mato Grosso do Sul, sendo presidente da Federação Espírita do Mato Grosso do Sul, presidente de uma
ntro de si. Esse espírito esteve a sua maior parte da vida na região do Mato Grosso, especialmente o Mato Grosso do Sul, sendo presidente da Federação Espírita do Mato Grosso do Sul, presidente de uma instituição chamada Discípulo de Jesus, fundadora de um hospital psiquiátrico, nosso lar, fundadora de escola, mas sobretudo uma pessoa que, como muito bem nos colocou, Divaldo Franco, soube usar uma dor que aconteceu na sua vida muito precocemente, que foi a dor de uma viuvez, de uma pessoa honrada, que era o seu marido, se era o seu esposo, um espírito que se vincula a ela há grande tempo, mas que de forma muito precoce, digamos assim, veio a desencarnar. E ela então viu uma viuvez precoce, sem filhos biologicamente falando, ela já era espírita, encontrou mais ainda consolo no espiritismo. E dentro dessa perspectiva, recebendo mensagem do Chico Xavier, do seu esposo, poôde não só ressignificar a sua dor, mas também direcionar todo o seu amor de um coração materno para outras vidas, se tornando, de fato, como bem nos falou Divaldo, um espírito idealista. disse-me assim: "Meu filho, esses espíritos são espíritos idealistas, que, portanto, vem para a Terra com o ideal, com um propósito, com uma trajetória." E ela muito bem conseguiu desenhar a trajetória. Só que essa trajetória da Maria de Virgem Borges, ela começa pelo menos de um ponto que tem um conhecimento há muito tempo, quando mais de 500 anos atrás, mais ou menos ali 1498, 150, mais ou menos, ela se vê acaba que desencarna pela mão do próprio filho, que num complexo de EDP por real acaba se apaixonando por ela e sem saber que ela era mãe, vem aquela reviravolta do destino e descobre, como muito bem está relatado no livro Sublima Espiação pela psicografia de Divaldo Franco e o espírito Victor Go. Ela então descobre no final da sua existência que aquele aparente algós que tenta tirar a vida da sua filha é na verdade o seu filho que ela pensava que estava morto, que pensava que estava já desencarnado. E ele também vê a cena, percebe o
ência que aquele aparente algós que tenta tirar a vida da sua filha é na verdade o seu filho que ela pensava que estava morto, que pensava que estava já desencarnado. E ele também vê a cena, percebe o transelimin, que era um símbolo, né? Porque as famílias guardavam símbolos, guardavam algumas formas de transelim muitas vezes que guardavam símbolo da família, uma espécie de brasão, digamos assim. E aquilo conecta numa verdadeira tragédia grega, uma peripécia, uma revirta. E eles então se descobrem. Ela desencarnando, apunhalada pelo próprio filho, sem o saber, descobre então que é ele e ele descobre que ela é sua mãe, mas os caminhos são opostos. Enquanto ela o perdoa e fala assim: "É claro que eu lhe amo e lhe perdoo". e desencarna perdoando, abraçada pelos benfeitores, abraçada também pelo seu ex-esposo, que já havia falecido antes. Ela consegue desde aquele momento, portanto, pelo menos 500 anos atrás, galgar uma trajetória de muita eh virtude, porque ali mesmo naquela reencarnação, ela havia, como a gente consegue ver no livro Sublime Espiação, consegue ver ah uma mulher digna, uma mulher honrada, uma mulher que sabe utilizar do cristianismo paraa própria vida, diminuindo as suas angústias. Enquanto que o filho, ainda muito perturbado, dentro da sua própria trama interna de autoob obsessão, quando descobre aquele fato, cai num desespero e tira a própria existência. E ele quando desencarna vai passar por um processo obsessivo espiritual, porque já passava pelo um processo obsessivo enquanto encarnado, uma autoobsessão e também uma obsessão espiritual das pessoas que haviam sofrido com a sua ainda a sua crueldade, né, ainda a sua imaturidade, a sua imperfeição muito grande. E quando desencarna, essa obsessão continua e fica ali alguns séculos nessas vinculações obsessivas, até que consegue começar a ter uma outra trajetória com reencarnações expiatórias. Mas enquanto ele vai para os domínios da loucura espiritual, da obsessão espiritual, ela trilha um caminho de libertação.
que consegue começar a ter uma outra trajetória com reencarnações expiatórias. Mas enquanto ele vai para os domínios da loucura espiritual, da obsessão espiritual, ela trilha um caminho de libertação. E muito tempo depois vamos vê-los em estágios bastante diferentes. Ela, enquanto Maria é de Virgem Borges, no nome do livro Miriam, mais o nome real Maria é de Virgem Borges, teve essa trajetória no Mato Grosso, nas hostes do Espiritismo. e venho tendo contato com esse espírito desde que conversando com o tio Divaldo, pude falar o nome, pude então falar um pouco do que havia conseguido perceber. E ele então me falou: "Meu filho, agora que você lembrou claramente o nome, falou-me um pouco mais sobre quem foi Maria de Virgem Borges, não só do ponto de vista do que a gente sabe pelas biografias, mas da intimidade que ele sabia, uma médium notável, segundo as palavras dele, com livros psicografados também. Ela soube honrar a doutrina espírita, sabendo legar para a posteridade, especialmente ali no seu estado, mas todos aqueles que a conheceram, também um legado de muito amor, de muito idealismo. E tendo um contato com esse espírito, eu ficava então desejoso de poder me conectar mais, porque desde que a percebi, desde que a consegui perceber pelas vias da mediunidade e confirmada pelo nosso tio Divaldo, eu então percebia que quando eu captava, ela sempre trazia alguma frase, sempre trazia alguma mensagem, uma frase que ficava guardada no meu psiquismo. a presença espiritual que ficava guardada no meu psiquismo e isso fazia alguma reviravolta positiva dentro da minha interioridade. Então, queria muito mais ter contato, perceber, sei da ajuda, mas queria senti-la. E uma das vezes que senti de uma maneira muito muito intensa foi justamente contando um pouco da história dela em Mossoró, no uma cidade de do Rio Grande do Norte. no nordeste do país. Entre, era um seminário, né, era um final de semana inteiro, entre a noite de um dia para o outro, em que eu ia continuar o seminário, contando
a cidade de do Rio Grande do Norte. no nordeste do país. Entre, era um seminário, né, era um final de semana inteiro, entre a noite de um dia para o outro, em que eu ia continuar o seminário, contando outras histórias, mas também contando a história dela, eu tive a clara percepção mediúnica de uma situação que eu precisava saber como resolver. Essas situações que são de conflito, de conflitos existenciais. E essas situações que diante de um conflito existencial nós nos perguntamos qual caminho seguir. Mas a pergunta é bastante importante de ser feita com um coração aberto. Com um coração aberto do ponto de vista de uma certa humildade. Porque às vezes nós fazemos uma pergunta, mas estamos com o coração fechado através da vaidade de imaginar que sabemos as respostas. E quando vem a resposta que não nos agrada, porque nós estamos com coração fechado pela vaidade, nós nos desagradamos e nos irritamos, nos revoltamos, porque no final das contas nós não estávamos perguntando, nós queríamos apenas uma ratificação, queríamos apenas uma confirmação do que a gente já pensava. Uma pergunta verdadeira, ela vem no bojo, ou seja, vem como consequência de um coração aberto pela humildade de aceitar a resposta que se tem, a resposta que se chega e então tentar traçar o caminho de acordo com essa resposta nova, portanto, e não com a resposta antiga que eu já tinha. Então, no final das contas, as respostas verdadeiras, as respostas mais profundas são aquelas que nascem da intimidade do próprio coração. Porque a resposta profunda e verdadeira já nasce no ato de perguntar. O ato de perguntar com abertura, com submissão, com alguma humildade. Quando nos nós perguntamos com vaidade, portanto com revolta e com fechamento, a pergunta e a resposta já vão estar equivocadas. Nesse momento, portanto, eu consegui entrar nessa pergunta interna. E não foi uma pergunta diretamente feita, a resposta veu na hora, mas eu estava me perguntando e conforme meu coração foi se abrindo, a minha intimidade foi se abrindo, se
trar nessa pergunta interna. E não foi uma pergunta diretamente feita, a resposta veu na hora, mas eu estava me perguntando e conforme meu coração foi se abrindo, a minha intimidade foi se abrindo, se esvaziando de certezas, se esvaziando de respostas e se abrindo um pouco mais com humildade para o que o destino, digamos assim, o que a providência divina, melhor dizendo, nos reserva. Eu senti, né, a esse espírito falando para mim: "Meu filho, contra o escudo da renúncia, nenhuma arma das trevas pode penetrar". Isso guardou-me uma profunda reflexão e eu então me pautei para aquele conflito existencial na pauta do escudo da renúncia, a defesa sendo, portanto, a renúncia e não um ataque com a espada. E nesse sentido vi os caminhos internos desse conflito existencial ir se abrindo de uma maneira muito bonita do ponto de vista pessoal. Tive ocasião de narrar a situação para o Teodivaldo e falar também de como houve uma espiritualidade amiga ajudando aquele evento que não foi transmitido online. E, portanto, aquela ela aquela atmosfera, aquela psicosfera conseguiu ficar apenas naquele local, né, na intimidade do coração de cada um. E o Divaldo me falou assim: "Meu filho, o que aconteceu em Mossoró vai acontecer em outros locais. Uma das suas tarefas é contar um pouco essas histórias." E pediu então para que eu pudesse contar, pediu então para que eu pudesse falar da humildade, né? falar com humildade e falar para a humildade. Nessa perspectiva, eu queria escutar mais conselhos, mais respostas como essa, mas enquanto não vinham outras falas, eu guardava essa frase: "Contra o escudo da renúncia, nenhuma arma das trevas pode penetrar." e se desdobrando algumas situações muito complexas pela qual às vezes nós não temos respostas e comportamentos tão básicos ou tão previsíveis assim. Eu pensava: "O que é que eu posso fazer para resolver tal situação nova que era consequente ainda dessa primeira, mas se desdobrava de uma maneira muito complexa e complicada. Então ficava pensando o
Eu pensava: "O que é que eu posso fazer para resolver tal situação nova que era consequente ainda dessa primeira, mas se desdobrava de uma maneira muito complexa e complicada. Então ficava pensando o que que eu podia fazer para salvar determinado familiar, ajudar determinada criança, determinada pessoa e sem conseguir perceber qual atitude tomar, sem gerar mais complicação, mais dor. Eu então me calei profundamente. E nessa hora de esvaziamento, nessa hora de não perguntar, mas de me esvaziar, vi claramente agora, não mais só escutei, mas vi claramente a presença dela falando assim: "Meu filho, o ditado popular tem razão. Aqui se faz, aqui se paga". Depois das expiações físicas vem as expiações morais. Mas durma, durma. Ela se referia a uma expiação física ou algumas expiações físicas que já passei nessa e em outras existências. E agora falava da expiação moral, porque curiosamente o problema não estava em uma situação em que o sofredor de uma atitude minha em outros momentos, em outras existências, muito tempo atrás, vinha me cobrar, porque era ela própria esse espírito que havia sofrido com a minha atitude, a minha no sentido de outra reencar encarnação, não a minha, Léo, mas de uma outra personalidade que tive em outra existência que havia ferido ela própria enquanto mãe. E agora ela própria, ao invés de ser uma obsessora, uma benfeitora, uma mãe espiritual no sentido profundo do termo, colocando-me ela própria. A questão não é comigo, meu filho. A questão não é comigo. A questão é com a lei. A questão não é mais de você para com o seu corpo, com o seu perespírito, precisando transbordar. Agora, a questão é com a lei. Por isso o termo expiação moral, porque provas são testemunhos. Esses testemunhos são coisas que nós podemos adiar sem sofrer um prejuízo espiritual. Mas expiações morais são sofrimentos que não são físicos, mas são situações do campo do emocional, do campo do moral, do campo dos fatos e não dos da doença física em si, da qual você não tem como fugir sem se prejudicar
são sofrimentos que não são físicos, mas são situações do campo do emocional, do campo do moral, do campo dos fatos e não dos da doença física em si, da qual você não tem como fugir sem se prejudicar espiritualmente. Porque se você faz algum outro tipo de atitude que não seja a resignação, a renúncia, você se complica espiritualmente. Então você não tem ali uma escolha, é uma expiação, portanto, moral. E essa expiação moral tem essa diferença com aprovação, porque não há uma escolha sem um prejuízo. A escolha é a renúncia como sendo o remédio, para que o tema com o espiritual, a questão do espiritual, ou seja, com a lei de Deus, seja sanado em definitivo. Eu fiquei tão tranquilo, adormeci, falei pra Paola a percepção mediúnica na hora. Fiquei tão tranquilo que dormi, fui levado por um mundo espiritual para uma vivência muito boa. E no outro dia e ao longo da semana me senti muito bem. Mais curioso foi quando, atendendo como psiquiatra, uma situação remeteu-me a algo muito parecido desse aprendizado. E então falando com a pessoa do ponto de vista psicoterapêutico, eu pude então dar uma perspectiva profunda, porque eu estava dentro dessa perspectiva profunda. Augusta vai nos dizer que o terapeuta só consegue levar o seu paciente até onde ele foi. E às vezes, quando a gente não vai a um canto do do ponto de vista de e resolver esses dilemas internos, nós não temos como ajudar os outros a resolverem também, porque no final das contas vão ser palavras soltas. Quando são palavras resolvidas internamente, calam profunda a intimidade do outro porque calam profunda a própria intimidade. Nesse sentido, eu pude falar e nesse momento fiz um insight mais profundo ainda e vi mais uma vez esse espírito, essa senhora com uma fisionomia mais, ela desencarnou já idosa numa idade mais avançada, mas eu a percebendo ali com o auge da maturidade, né? Não na idade que ela desencarnou. E então percebendo nessa nessa nesse nesse fenômeno mediúnico, digamos assim, eu então me emocionei porque eu a vi emocionada, porque eu
com o auge da maturidade, né? Não na idade que ela desencarnou. E então percebendo nessa nessa nesse nesse fenômeno mediúnico, digamos assim, eu então me emocionei porque eu a vi emocionada, porque eu havia entendido a lição. E ela sabia que eu havia entendido porque como espírito, escutando a minha intimidade, não só a minha fala, mas a minha intimidade, eu a vi chorando e eu me emocionei. tive que segurar as lágrimas porque tava atendendo, a pessoa não ia entender, afinal porque eu tava ali me emocionando. Mas eu senti e senti assim, os benfeitores eles se emocionam também quando nós conseguimos aprender algo. É mais ou menos como um pai ou uma mãe que vê o seu filho aprendendo alguma lição, tirando a nota boa, por exemplo, no colégio ou fazendo algo de bom. Os pais se emocionam da mesma forma. aos benfeitores, especialmente tratando de uma mãe espiritual, ela vai se emocionar, contei a ocasião para o tio Divaldo, que estava ainda eh reencarnado. E nós então podemos pensar sobre a beleza do Espiritismo e a beleza da vida, a beleza do evangelho, a beleza do fenômeno mediúnico. Mas queria que ela pudesse então obviamente estar mais próxima ou que eu sentisse, porque todas as vezes, repito, que a senti, pude então fazer um clique espiritual, mas curiosamente a sensação foi pela abertura interna. E obviamente, como todos, também senti e sinto o luto pela desencarnação do nosso tio Divaldo. Todos nós, como falei na mansão do caminho, em uma palestra que se encontra no Espiritismo Play sobre sofrimento e e reparação e libertação. Segundo a psicologia de Joana, todos nós estamos mais ou menos órfãos, mas obviamente que há pessoas que são filhos diretamente adotivos ou pessoas que converam nessa existência muito mais do que eu. E obviamente durante os cerimoniais do ah do velório, do sepultamento, me mantive então com a postura de tentar escutar, acolher sem o choro aparente, mas o coração chorando, chorando para a Paola, chorando em casa, literalmente lágrimas. E obviamente todos nós estamos no luto.
ive então com a postura de tentar escutar, acolher sem o choro aparente, mas o coração chorando, chorando para a Paola, chorando em casa, literalmente lágrimas. E obviamente todos nós estamos no luto. E nesse sentido, numa noite que estava particularmente angustiado, mas também resignado e havia colocado no papel, transformando as dores em trabalho, uma série de projetos, uma série de escritos e de aulas. Eu pude então mudar o meu campo mental, ao invés de ficar preso na dor, ficar vinculado à resignação e essa vinculação com a resignação, portanto, nos dando um lenitivo, nos dando um direcionamento para o trabalho, transformando dores em trabalho. E senti claramente naquela noite esse espírito, mas de uma forma que nunca havia sentido, mesmo tendo contato esses relatos que acabei de contar. mas de uma forma que ela então me dominava no sentido positivo e pedia para que eu escrevesse. Eu nunca psicografei até aquele momento uma mensagem dela, mas foi uma psicografia tão rápida e geralmente eu psicografo em Centro Espírita, não em casa, mas foi tão claro e tão intenso e tão bom que eu cedi, peguei lápis, peguei papel e escrevi mais ou menos em 10 minutos a mensagem. as armas do bem que eu queria compartilhar. E então ela me dizendo, depois dessa complementação, ela então me dizendo, teremos a permissão, você terá a permissão para sentir um pouco mais a minha presença. Interessante porque de certa forma o Divaldo simboliza uma paternidade. Não necessariamente um pai meu ou um pai de fulano, de cicrano, mas uma paternidade, porque é um espírito muito bom, né? E um espírito bom que tem um lado paternal, aqueles que nos se nos afeiçoamos a ele, sentimos uma filiação, porque espíritos bons e maduros são assim. Então, um pai se desencarnando, né, no ponto de vista um pai, né, paternal do espiritismo, da mansão, do trabalho no bem, um pai que nos ajuda tanto, desencarnando, curiosamente, uma mãe desencarnada. chegando para dar essa sustentação. Porque quanto mais nós nos abrimos, quanto mais
tismo, da mansão, do trabalho no bem, um pai que nos ajuda tanto, desencarnando, curiosamente, uma mãe desencarnada. chegando para dar essa sustentação. Porque quanto mais nós nos abrimos, quanto mais nós fazemos para o bem, mais o bem nos invade, mais a abertura de percepções espirituais, mediúnicas, elas vão vindo. E a principal convicção é a sensação aliada a uma uma razão. Quando isso se alia, vem a fé raciocinada, trazendo a legitimidade do fenômeno que acontece dentro de nós. Nesse sentido, gostaria de ler para os amigos Asmas do Bem. Antigo guerreiro, antigos guerreiros, todos vós sois convocados a uma nova frente de trabalho. Não mais os cercos medievais, antes os campos atemporais. Nesta luta do bem, é imprescindível que vós coloqueis armas diferentes. Enquanto a lógica do mundo vos pede espadas afiadas e ferinas, a boa nova vos convida a usardes a espada da gratidão. A gratidão é ferramenta que faz penetrar os mais rudes castelos de pedra no coração das pessoas. Enquanto as estratégias do mundo vos pedem para usardes o escudo metálico impenetrável da frieza, a boa nova vos conclama a usardes o escudo da renúncia. A renúncia é a mais eficaz proteção contra as trevas das guerras, porque a renúncia faz mudar o próprio coração, faz sair das lágrimas da revolta e adentrar na paz da resignação. Faz sair das labaredas do orgulho e adentrar nas cendas da humildade. A renúncia é, portanto, impenetrável e faz a proteção sem gerar a frieza no coração. Enquanto a lógica da terra vos incita às artimanhas da astúcia, o rolteiro do bem vos conclama a eloquência do silêncio. No ruído da terra ganha quem grita mais alto ou quem espalha a discórdia de maneira mais articulada. Nas sinfonias dos céus prevalece o instrumento que consegue sustentar o silêncio para poder tocar no momento adequado, no momento de Deus. Enquanto a lógica do mundo vos seduz com os poderes temporais da vaidade, os clarinhos do alto vos chamam atenção para a verdade da humildade. A humildade esvazia no bom sentido,
, no momento de Deus. Enquanto a lógica do mundo vos seduz com os poderes temporais da vaidade, os clarinhos do alto vos chamam atenção para a verdade da humildade. A humildade esvazia no bom sentido, abrindo as fibras do ser para novos horizontes nunca dantes alcançados. Por isto, almas queridas, não sejais mais o antigo cavaleiro, antes vos transformeis em guerreiros do bem. Com a espada da gratidão, nenhum coração é duro e resistente o suficiente. Contra o escudo da renúncia, nenhuma arma das trevas consegue penetrar. Contra a eloquência do silêncio, nenhum grito de guerra consegue abafar. Contra a estratégia da humildade, nenhum plano de guerra consegue derrubar. Sejam, portanto, essas as vossas armas do bem, a espada da gratidão, o escudo da renúncia, a eloquência do silêncio e a estratégia da humildade. Ao final, vós tereis certeza da tragédia empreendida. Por enquanto, tendes convicção de que o bem é a maior aquisição que podereis adquirir. Com o amor, Maria é de Virgem Borges. E, portanto, pensando nessas armas do bem que vos convido para que possamos fechar os olhos mais uma vez e pedirmos a Deus, Pai amado, tu que sustenta o universo inteiro e também as nossas vidas, tu que nos convida a um novo campo de batalha, o campo de batalha interno. Vós que nos convidais a esse bom combate que Paulo de Tarso pode ser exemplo. nos ajuda, Senhor da existência, a calarmos um pouco mais, a escutarmos um pouco mais e a andarmos com calma nas sendas do bem, construindo essas cendas luminosas dentro da nossa perspectiva evolutiva, para que possamos diminuir as nossas dores, quer sejam físicas, quer sejam morais, que sejam espirituais, ajudando-nos a ampliar o nosso campo de visão para podermos entender a profundidade do teu amor que está espalhado pelo universo, que nos encontra hoje, agora e sempre. Que assim seja, Senhor da vida.
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