#12 Estudo de O Livro dos Médiuns AEE CFN/FEB - Das manifestações espíritas - Parte 4
Estudo de O Livro dos Médiuns pela Área de Estudo do Espiritismo do Conselho Federativo Nacional/FEB. Semanalmente, toda sexta-feira, às 21h30, no horário de Brasília, com transmissão ao vivo pelos canais da FEB no Facebook, FEBtv no YouTube e Facebook e Portal do Consolador no Youtube. Encontro 12 - Segunda Parte. Das manifestações espíritas. Cap. IV Da teoria das manifestações físicas. Itens 74.XVII-XXV. Link de acesso ao Estudo: https://febtv.live/livrodosmediuns_cfn_feb Para fazer par...
Vamos juntos nessa jornada de conhecimento e descoberta refletir e expandir nossos horizontes sobre a mediunidade, ampliando nossa compreensão sobre o mundo espiritual e suas belezas. Estudo de Ovre dos Médiuns pela área de estudo do Espiritismo do Conselho Federativo Nacional. da Federação Espírita Brasileira. Olá, nossas boas-vindas a você que está conosco, aos participantes, ao Carlos Campete, que é vice-presidente de unificação da Federação Espírita Brasileira, ao Irabeni Nunes de Oliveira, coordenador da área mediúnica da Sociedade Espírita Bezerra de Menezes em Campo Grande, Mato Grosso do Sul. Irabir também é palestrante espírita, dirigente de reuniões mediúnicas, facilitador do ESD e EAD, diretor da área mediúnica da Federação Espírita de Mato Grosso do Sul. Boas-vindas também a Eni Wilson de Barros Gabriel, que coordena o estudo do Espiritismo das Obras sociais da confraternização espírita de Brasília. é palestrante espírita e participante do estudo de O Livro dos Espíritos da Federação Espírita Brasileira. Muito bem, damos as boas-vindas a todos. Eni, Iraben, Irabeni. E nós vamos dar continuidade hoje ao estudo de os livro dos médiuns. Vamos examinar a segunda parte das manifestações espíritas no capítulo 4 da teoria das manifestações físicas, seguindo pelos itens 74 ali nos subíens 17 a 25. E a gente já começa no 74, subitem 17 para a Eni. Qual a causa preponderante na produção desse fenômeno? O espírito ou o fluido? Boa noite a todos que estão nos assistindo, estudando conosco, né? Essa questão ela é decorrente da das anteriores em que o tema é o fenômeno das mesas girantes, né? E a pergunta anterior havia sido se a mesa age com inteligência. E tendo sido explicado, isso foi no programa anterior, que não não há inteligência na mesa, ela está animada. E eu queria repetir um uma colocação que é feita que é muito interessante. A mesa não pensa tanto quanto não pensa a bengala com que fazemos um sinal inteligente. A gente acena para alguém com a bengala, né?
eria repetir um uma colocação que é feita que é muito interessante. A mesa não pensa tanto quanto não pensa a bengala com que fazemos um sinal inteligente. A gente acena para alguém com a bengala, né? Então a mesa não pensa. Daí vem a pergunta de agora. Qual a causa preponderante na produção desse fenômeno? É o espírito ou o fluido? E a resposta é bem concisa. O espírito é a causa, o fluido é o instrumento, mas ambos são necessários. Ou seja, o espírito é a causa, porque a inteligência que está eh determinando, regendo o fenômeno é o espírito, mas é necessário o fluido para que efetivamente o espírito consiga agir sobre a matéria. Como nós precisamos da nossa inteligência para usar a bengala ou ou uma bandeirinha para acenar para alguém, nós estamos aqui, queremos conversar. Então, o fluido é o instrumento e os dois são necessários. O espírito não consegue atuar na matéria se não tiver esse instrumento, essa ferramenta que é o fluido. Acho que se eu responder mais eu vou para outra pergunta. Ótimo. Ih, Benice, você gostaria de trazer alguma consideração no que foi colocado? Prime boa noite a todos, né, os nossos internautas aí que estão nos acompanhando. Agradecer aí a direção da casa, né, por nos ter convidado e só lembrar mais uma vez, né, que os espíritos são uma das forças da natureza, né, a matéria ela inérte. Então tudo que ocorre nesse universo, né, tá lá o espírito, né, seguindo aí os desígnios da providência divina para que tudo ocorra. E realmente é essa força da vontade do espírito, né, nessa manipulação desses fluidos que vai as coisas acontecer. E é claro que de acordo aí, né, com as leis espirituais, nós bem conhecemos e estudamos. Era só isso que eu queria colocar. Ótimo. E continuando agora no subitem 18 para você, Iraveni, que papel nesse caso desempenha a vontade do médico? É sempre indispensável a ação da vontade? Eu diria que o fenômeno, né, pode ocorrer a reveria, mas quando o médium adere, né, quando ele tem esses requisitos, tem esses fluidos
ha a vontade do médico? É sempre indispensável a ação da vontade? Eu diria que o fenômeno, né, pode ocorrer a reveria, mas quando o médium adere, né, quando ele tem esses requisitos, tem esses fluidos plasticizantes, é ele que vai fornecer aos espíritos, né, e vai atraí-los, vai secundá-los e que vai dar esse impulso, né, para que o fúdo possa ser manipulado, né, pela espiritualidade. É claro que temos diversas manipulações, mas aqui estamos tratando, né, desse movimento da mesa. Então você veja que os espíritos, com seu conhecimento, manipula esse fluido, como diz o Kardec lá na Gênese, né, ele pendreta, né, com essa mesa, com essa atmosfera fluídica e ele neutraliza o efeito da gravitação e com a vontade do fluido, ele dá impulsão na mesa para onde ele deseja. Então realmente quando você tem um médium, né, que tem aquele apego e a vontade do médium, com certeza, né, o mecanismo fica mais fácil, mas os espíritos podem agir, né, a reveloria do médium somente utilizando, né, os seus fluidos. Muito bem. Vamos ver. Eni gostaria de agregar alguma coisa essa questão? É, é só a gente lembrar que esse a revelia do médium, ele quantos fenômenos aconteceram e Kardec relata principalmente na revista espírita, né? e e fenômenos que acontecem e ninguém sabe porquê. Fenômenos físicos, movimento de objetos, normalmente louça, né, que que sai voando. Kardec narra episódios de pedras que atingiam as vidraças das casas, a revelia do médium, porque às vezes nem se detectava quem era esse médium. E muitas vezes ao detectar e ao saber quem era o médium, a gente tem a surpresa de perceber que normalmente são jovens. Por que jovens? Porque jovens estão no auge da vitalidade, porque jovens têm bastante fluido para ceder para que esse fenômeno aconteça. Porém, eu queria acrescentar que esse arreia não é por acaso. Esses fenômenos, todos têm por trás deles uma intenção, uma intenção de alerta, uma intenção de de convidar, de incentivar que as pessoas conheçam a mediunidade e esses fenômenos, ou um alerta de perturbação,
nômenos, todos têm por trás deles uma intenção, uma intenção de alerta, uma intenção de de convidar, de incentivar que as pessoas conheçam a mediunidade e esses fenômenos, ou um alerta de perturbação, dependendo da circunstância e de quem são os espíritos que usam a sua vontade para concretizar esses fenômenos. Uhum. Muito bem. Aqui agora no subitem 19, né? Por que é que nem toda a gente pode produzir o mesmo efeito e não tem todos os médiuns o mesmo poder? Para mim a pergunta é para você. Uhum. Então, primeiro porque nós não somos iguais. Cada um de nós é uma individualidade, é um espírito vivido. Podemos não ser evoluídos, mas nós somos vividos, né? Temos muitas experiências. E também porque a mediunidade não é igual em todos nós, né? Kardec diz que em maior ou menor grau todos somos médiuns. Alguns temos essa mediunidade ostensiva e produtiva e outros nem sequer ficamos sabendo que temos a mediunidade, né? Então, por que nem todos produzem o mesmo efeito? Nem todos têm o mesmo poder? E olha a resposta. Isso depende da organização. Organização é o quê? é o sistema orgânico do médium. E o sistema orgânico do médium tem toda a parte material e uma parte semimaterial que a gente chama de perespírito. E essa organização vai definir essa maior ou menor facilidade de operar a combinação dos fluidos. Isso é um fator orgânico, um fator físico, mas existe também o fator do que ele chama aqui maior ou menor simpatia do médium para com os espíritos, ou seja, se eles estão sintonizados numa mesma faixa de vibrações que permitem que esses efeitos aconteçam com a maior produtividade possível. afinidade entre médium e espírito. E aí Kardec vai falar paraa gente, a resposta vem comparando com a força dos magnetizadores. A gente lembra aqui que Kardec estudava a a as teorias de Mesmer, né, que que foi o o um dos magnetizadores, né, daquela época do século XIX. E Mesmer defendia que essa força magnética, esse fluido era capaz de curar as pessoas. Aqui, nesse caso, o fluido tá sendo
, né, que que foi o o um dos magnetizadores, né, daquela época do século XIX. E Mesmer defendia que essa força magnética, esse fluido era capaz de curar as pessoas. Aqui, nesse caso, o fluido tá sendo usado para movimentar objetos, né, que no caso são as mesas girantes. é um fluido, é uma atuação que a gente ainda não consegue explicar com detalhes e com precisão, apesar da ciência tá indo devagarinho atrás, principalmente estudantes e acadêmicos espíritas, mas a gente sabe que essas forças existem e elas aqui são combinadas, a vitalidade, o fluido vital do médium com a vontade do espírito. E como os médiuns variam, os efeitos desses fenômenos também variam, né? Um um exemplo talvez até grosseiro. Eu falei anteriormente que os fenômenos físicos muitas vezes têm como médium jovens porque estão num com muita energia. Então, se você tem um médium, por exemplo, o médium da minha idade, não vai render tanto fluido bom quanto um médium nos seus 18, 20 anos, porque a gente vai perdendo energia ao longo do tempo. Então, algumas pessoas ainda são completamente refratárias, não há como utilizá-las como médiuns. Então, isso varia como varia um indivíduo para o outro. eh a capacidade e a possibilidade de cada um. E isso é individual. Não há dois médiuns iguais e não há dois fenômenos iguais. Muito bem. E você gostaria deitar alguma coisa, Raven Beni? Sim, sim. Para os nossos amigos, né, que estão estudando a Vila dos Médios, né, me vê a lembrança, né, de duas obras do nosso querido André Luiz, o nosso saudoso Franciscând Xavier, né? ele trata lá dos mecanismos dos efeitos físicos, eh, mecanismo da mediunidade e da mediunidade. E sobre todo esse processo de formação do ectoparma, tem outra obra que trata com detalhes, que é o missionários da Luz, né, que todos nós que estudamos conhecemos. Então, aí lendo esses três livros, a pessoa realmente não vai ter mais dúvida, né, que que é, né, e se topar. E como muito bem colocou a nossa eh, veja que o jovem, né, tem essa larga desarticulação das forças
lendo esses três livros, a pessoa realmente não vai ter mais dúvida, né, que que é, né, e se topar. E como muito bem colocou a nossa eh, veja que o jovem, né, tem essa larga desarticulação das forças anímicas, né, e aí é que a gente encontra nessa desarticulação, né, nesse desagramento, né, desse ectoplasma que pode exteriorizar, aí nós temos a mediunidade de efeitos físicos. Então quanto mais a pessoa, o seu perespírito, né, permite essa desagregação, ele pode fornecer mais frutos e ele é neutro. Isso é interessante, né? Como toda aidade, como todos os nossos sentidos, né? São neutros. Esse uso que nós vamos fazer dele é que vai dar direcionamento ou para o bem ou para o mal. E a gente ainda diz que hoje, né, a espiritualidade amiga benfeitora permite, né, ainda essa manipulação de hectoplasma, principalmente para a mediunidade de cura e que ocorre naturalmente nas casas espíritas, na sala de passe, né? eles trata isso no cotidiano de uma forma bastante simples. Então, todos nós temos ou como diz o Andir, né, temos esses rádios vitais, temos esses rádios ectoplásmicos, mas tem alguém que tem mais quantidade e aí pode fornecer mais. É claro que o ectoplasma mesmo em si é um processo, né, gente, como André Luiz nos mostra lá, né, é um negócio bastante complexo e que precisa realmente da atuação de espíritos superiores para que aquela finalidade que eles estão se propondo seja exercida. Então, realmente, né, quem tem mais pode doar mais, quem tem menos faz aí a sua melhor parte. Ótimo. Era Beni, no subitem 20, a pergunta é: seguem havendo pessoas chamadas elétricas e o que que pode justificar isso aqui a 820, né? As pessoas cada dialétrica pode ser considerada médios? Depende. A gente sabe que só ocorre o efeito mediúnico se houver a intervenção de espírito. Se ele conseguir, né, por si próprio manipular esse fluido, né, fazer aí esses fenômenos elétricos, aí é um fenômeno de aníme. A partir do momento que entro concurso dos espíritos, como nós sabemos aí, passa a
nseguir, né, por si próprio manipular esse fluido, né, fazer aí esses fenômenos elétricos, aí é um fenômeno de aníme. A partir do momento que entro concurso dos espíritos, como nós sabemos aí, passa a ser o quê? o fenômeno mediúnico que nós sabemos que tudo eh se transforma, né? Então tem pessoas que a gente sabe que quando reencarnam elas têm determinadas peculiaridades na sua organização somática que vai permitir a produção desses fenômenos. Não existe nada por acaso, né? Sabemos lá pelos livros mensageiros também uma obra do nosso querido André Luiz, né? que esses méduns com tarefas específicas, né, quando renascem, eles têm o seu perespírito, o seu corpo espiritual devidamente preparado no mundo espiritual, quando vai ser clarividente, clarente ouvem trabalhar, né, com efeitos físicos, ele tem essa especialização para que o seu corpo somático também tem essas células especiais que vai permitir a formação desses fenômenos, pode ser luminosa, pode ser elétricos, tem até pessoas, né, que pirogenia. né? Então é uma série de de manipulações que podem ocorrer e o sensitivo e vai ter essa facilidade em produzir aquele fenômeno, mas sempre com certeza, né, vai estar aí a presença, né, dos espíritos transformando no fenômeno mediúnico. Se não tiver espírito passa a ser não somente um fenômeno anímico. Eni gostaria de comentar. Eh, normalmente a gente conduzindo esses estudos, né, da da mediunidade, do livro dos espíritos, eh, as pessoas têm muita dúvidas, dúvida na distinção entre o fenômeno anímico e o fenômeno mediúnico. E isso é sempre bom e oportuno a gente esclarecer, que o fenômeno anímico é um fenômeno da alma. E que que é a alma? Introdução do livro dos espíritos. A alma é um espírito encarnado. Então, os fenômenos anímicos são da própria pessoa. durante um desses fenômenos essa pessoa entrar em sintonia com um desencarnado, com o espírito, captar a sua vontade, a sua mensagem e transmiti-la, aí o fenômeno passa a ser mediúnico, um fenômeno em que o ser encarnado estará transmitindo uma
ar em sintonia com um desencarnado, com o espírito, captar a sua vontade, a sua mensagem e transmiti-la, aí o fenômeno passa a ser mediúnico, um fenômeno em que o ser encarnado estará transmitindo uma informação, uma mensagem, um ensinamento de um desencarnado. Então, todos nós temos a capacidade de produzir fenômenos anímicos. Um exemplo que me parece muito forte, todo mundo compreende, é a mãe que pega no colocado e faz carinho e sopra aquele ferimento e aliviador. É uma capacidade dela com o seu próprio amor, com a sua própria energia fluídica, aliviando a dor. É um fenômeno da alma. Não é necessário nenhum espírito e uma mãe não precisa de ter nenhum espírito para ser a transmissora de amor pro seu filho. E se o nosso objetivo como espíritos reencarnantes é amarmos uns aos outros, o ideal seria que cada um de nós acolhesse a todos os que convivem conosco com amor de mãe, exercendo assim a nossa capacidade anímica de transmitir fluidos. Como a gente ainda não consegue fazer isso, os espíritos bondosos vêm nos ajudar. E aí a gente tem caracterizado os fenômenos mediúnicos em que a gente colabora com os nossos irmãos. Essa é a minha visão da bênção da mediunidade. Muito bem. Nós temos várias pessoas de vários lugares do do Brasil acompanhando, mas temos também gente de fora. Olha a Silva Muro. Silvia Moro. Ela é de Loveland. Lovels, no Colorado. OK. Muito bem. Eh, vocês podem colocar perguntas, viu, gente? Nós já temos uma pergunta da Larissa, daqui a pouquinho a gente vai atender. Podem eh colocar no chat perguntas, comentários que vocês queiram fazer, que a gente vai aproveitando tudo aqui no nosso estudo. E Ei, nós vamos agora para o subitem 21 dessa questão, desse ponto 74. O espírito que atua sobre os corpos sólidos para movê-los se coloca na substância mesma dos corpos ou fica fora dela? Essa pergunta ela é muito interessante, né? E a resposta tá dizendo pra gente: "Acontecem as duas coisas, uma e outra". Vamos lembrar que a matéria não é tão sólida quanto a gente pensa. Na época do
? Essa pergunta ela é muito interessante, né? E a resposta tá dizendo pra gente: "Acontecem as duas coisas, uma e outra". Vamos lembrar que a matéria não é tão sólida quanto a gente pensa. Na época do Kardec, meados do século XIX, a compreensão que se tinha de um átomo era como se o átomo fosse um brigadeiro, aquela bolinha maciça com umas umas coisinhas de chocolate granulado em volta e era indivisível. Hoje essa compreensão já mudou muito e nós já sabemos que num corpo sólido, por exemplo, como é esse meu lápis aqui, ele é sólido paraa percepção do meu tato físico, porque na verdade há muito mais vazios do que cheios na constituição atômica desse lápis, como de qualquer matéria. Então, quando o espírito vai atuar sobre um corpo sólido, ele tá fora dela. Ele não é o corpo sólido, mas ele pode penetrar nessa matéria na na junção de fluidos. Não sei se eu tô me explicando bem. E ele pode permear aquela matéria. A matéria, sabe? filme de fantasma que a gente vê que o fantasma passa pela porta. A porta não é obstáculo. A matéria não é obstáculo pro espírito. Há narrativas, me lembro agora da narrativa do irmão Jacó no livro Voltei, em que ele está andando pela praia e ele vê pessoas encarnadas passando e eles se interpenetram. Então, a matéria não é obstáculo pro espírito. Eles penetram em tudo. Uma porção do perespírito se identifica, por assim dizer, com o objeto em que penetra. Isso é difícil pra gente entender. Por quê? A gente não entende direito como é o perespírito. A gente estuda, a gente lê, a gente sabe que ele é uma uma, entre aspas, substância semimaterial que conecta o nosso corpo a nós. Eu não gosto de falar o nosso espírito. Eu sou o espírito, eu tenho o meu corpo. O perespírito faz essa conexão. desencarnados, nós continuamos com o perespírito e é esse perespírito que vai se combinar com os fluidos do ambiente, os fluidos do médium e vai interagir, gerar eh reações, eu não sei dizer químicas, físicas, eu não tenho conhecimento nessa área, mas reações
erespírito que vai se combinar com os fluidos do ambiente, os fluidos do médium e vai interagir, gerar eh reações, eu não sei dizer químicas, físicas, eu não tenho conhecimento nessa área, mas reações nessa matéria do objeto que faz com que ele se mova. Isso independe do tamanho, peso do objeto. O objeto se move pela ação da vontade do espírito. E essa parte vontade, ela é muito importante para todos nós, porque o que nos comanda é a nossa vontade. O que define o objetivo dos nossos pensamentos é a nossa vontade. E isso vale para quando estamos desencarnados. Nós somos regidos por essas leis decorrentes dos nossos pensamentos, dos nossos anseios, das nossas vontades. Então assim, quando eu encarnada quero mover um objeto, eu pego o objeto e movo. Eu desencarnada quero mover um objeto. Eu tenho meios fluídicos para conseguir conjugar a minha vontade com os fluidos de um médium e a energia daquele ambiente e conseguir mover aquele objeto. Na prática, eu não sei como isso funciona não, porque eu ainda tô encarnada. Quando eu desencarnar, eu vou tentar experimentar, se deixarem. Mas é muito interessante esse fenômeno. É, merece a gente estudar bastante. Muito bem, Reg. Eh, eh, Carlos, vamos lembrar também que nós temos a presença não só do Colorado, mas também do Texas, através da Regina Dib de Dallas, do Spiritist Society of Dallas, né? Bem-vindos todos. Uhum. Eh, Beni quer agregar alguma coisa? É, sempre lembrando André Luiz, né, no domínio daidade e nos mecanismos da mediunidade que esse processo ectoplasma, né, eles procuram fazer, né, transformar esse composto, né, que está entre assim entre a matéria densa e a matéria perespirídica. Ele disse que é assim, são processos acelerados de materialização e desmaterialização, que é por isso tem que ser conduzido pelos espíritos. E como é esse fluido aqui essenciado? Você vê que ele penetra em qualquer matéria. E aí de acordo com a atividade que o espírito quer dar, ele vai fazer atuar. Esses processos de materialização,
itos. E como é esse fluido aqui essenciado? Você vê que ele penetra em qualquer matéria. E aí de acordo com a atividade que o espírito quer dar, ele vai fazer atuar. Esses processos de materialização, né? É até mais simples do que o próprio falando de transporte, que também é estudado, né? Teve aqui no falando de transporte, só pode ser utilizado o médio porque tinha que haver uma combinação excelente entre os fluidos do espírito guia e do espírito do médium para poder fazer essas desmaterializações que que ele pega uma matéria, ele reveste, né, com aquelecasma que é vida, né, e aí ele faz a manipulação. Então veja que realmente é uma coisa seríssima, né? Isso é uma coisa que tem que ter muito cuidado, né? Porque essa substância que sai do médio, né? Esse hectofama que ele cede, tem que retornar para ele. E como eu falei lá no missionário, né, tem todo lá uma explicação, né, que nos mostra como isso ocorre. Então, realmente os espíritos, né, e com seu perespírito penetram em qualquer lugar. É claro que o espírito, quanto mais ele tem conhecimento, quanto mais ele é superior, é um espírito puro, ele tem acesso a tudo. E outros espíritos não. Se ele estiver muito ligado com terra a terra, aí ainda bem, né, que ele não sabe manipular esse estudo e nem sabe que tem essa penetabilidade ou expansabilidade, né, que ele pode ir a qualquer lugar. Então é cada um aí de acordo com a sua moral e com o seu conhecimento, né, com a sua ciência. OK? E indo para o subitem 22, Irabi. Como faz o espírito para bater? Serve-se de algum objeto material? É aquilo que eles já explicaram, né? E ele sempre vai usar a força do pensamento, vai direcionar o fluido, né? E esse fluido combinado, né? com os fluidos espirituais, com o fluido do médium que tá agindo no mundo material, é que vai mover ou bater. Não é igual uma ação muscular, né? É como se fosse muscular, mas é o fluido que dá o movimento, né? pela vontade do espírito. O espírito não vai lá empurrar o objeto, ele atua sobre a matéria através desse
igual uma ação muscular, né? É como se fosse muscular, mas é o fluido que dá o movimento, né? pela vontade do espírito. O espírito não vai lá empurrar o objeto, ele atua sobre a matéria através desse fluido. Sons articulados, você veja tudas essas imitações, ele pode, os espíritos pode fazer qualquer ruído. É claro que ele aproveita todo aqueles vídeos que já existe no ambiente e faz aí a sua imitação, mas ele não precisa bater no corpo do Eu acho interessante é assim, quando nós estamos encarnados, veja, o nosso espírito, ele quer atuar, ele pensa, mas para ele atuar na matéria, ele precisa intermediário, que é o nosso perespírito. Aí o nosso perespírito vai atuar no corpo material. É por isso que nosso braço se movimenta. Já desencarnado, não. Nós só temos o espírito e o perespírito. Para atuarmos no mundo material, vamos necessitar desse fluido do médium. E é por isso que, né, vai sempre repetir aqui, né, que tem que ter o intermediário, o mundo espiritual, né, para agir na matéria que precisa desses que nós chamamos aqui, né, hectoplasmos. Eh, Carlos, nós temos algumas questões. É, temos. Queríamos dar uma passadinha por elas. São várias questões que foram já colocadas aqui. Várias interessantes. É, então, né, vamos colocar aqui para na sequência, né, para Gabriel, que é fluido vital. É da Larissa Barros a pergunta. Então, o fluido vital, ele é formado a partir do fluido universal, que é aquele fluido que interpenetra tudo, que está em todo o universo. E esse fluido vital, ele é atrelado, ele é conjugado à matéria. É ele que faz com que a matéria esteja viva de tal forma que espírito e perespírito se unam a ela. É como se ao reencarnar nós recebêsemos uma bateria igual a bateria do nosso celular. Ela uma bateria com carga completa, é a nossa vitalidade para aquele tempo que nós planejamos a nossa reencarnação. Ele é material, ele tá conectado à matéria. A matéria sem o fluido vital, ela é inerte. Por exemplo, uma pedra, a pedra não tem fluido vital. Uma planta tem, ela nasce, cresce e
a nossa reencarnação. Ele é material, ele tá conectado à matéria. A matéria sem o fluido vital, ela é inerte. Por exemplo, uma pedra, a pedra não tem fluido vital. Uma planta tem, ela nasce, cresce e morre. E o nosso corpo também tem fluido vital. Ele nasce, ele cresce, ele morre. E é esse fluido vital que a gente cede para as outras pessoas que se combina com as necessidades do espírito para que os movimentos da matéria aconteçam. é esse fluído vital que permite a existência do ectoplasma que o nosso companheiro Irabit tanto falou, octoplasma é fluido vital. Tanto que nos nos fenômenos de materialização em que o médium cede ectoplasma, o fenômeno tem que ser muito bem assistido, o grupo todo muito bem equilibrado, porque uma vez terminados os fenômenos de fugiu a palavra agora de materialização, esse ectoplasma volta para o médio e ele tem que tá tão puro quanto saiu. Então é isso. O fluido vital é o que anima os nossos corpos, mas ele é parte do fluido universal. Ele é parte da criação de Deus como nós somos, né? Ele é matéria. Acho que expliquei. E vamos e iren agora a Jan pergunta. Você quer falar sobre? Queria só corroborar tudo que a Sim, colega falou, que realmente esse princípio vital, neufo vital, ele é o princípio da vida material e orgânica. Essa aqui é a diferenciação de você manipular determinados elementos químicos, você pode manipular aí vai dar. Se não tiver o fluo vital, passa a ser inorgânico. A partir do momento que aquela matéria manipulada tem condições e entra o fluído vital, aí ela passa a ser animada. E aí que é o princípio da vida, né? Então ele realmente é oal tá espalhado por todo o universo e é um subproduto do flu universal colocou bem eh Ibeni para você a Joshum pergunta: "O fenômeno mediúnico é físico ou espiritual? O fenômeno mediúnico é físico ou espiritual? Bom, se falou que é fenômeno mediúnico, vai ter os dois, que é a conjugação, né? Porque se fosse só as forças anímicas, né, da própria alma do medianeiro, aí seria só físico, né, com as forças dele.
? Bom, se falou que é fenômeno mediúnico, vai ter os dois, que é a conjugação, né? Porque se fosse só as forças anímicas, né, da própria alma do medianeiro, aí seria só físico, né, com as forças dele. Mas como é um fenômeno mediúnico e a intervenção dos espíritos, é a gente fala, né, que muitas vezes é um fenômeno medianímico, porque de uma forma ou de outra o médium, né, mesmo que ele atua através dos espíritos, sempre vai ter essa parte da alma dele, né? Então assim, a rigor, né, todo o fenômeno é medianímico, porque o médium, né, tá sempre intercerindo com as suas forças. Então, fenômeno mediúnico é a conjugação, né, das forças espirituais, né, dos espíritos, mais o espírito encarnado. Não sei se alguém quer complementar, mas acho que isso o Kardec fez um um esclarecimento sobre isso, né, que a mediunidade está radicada no organismo. Aí algumas pessoas confundem dizendo que a mediunidade é física, está radicada no organismo, porque se o organismo não tiver preparado, ainda que o espírito tenha sido médico numa outra encarnação, nesta ele não será. Então o Irab tem toda a razão que é um é um fenômeno duplo de eh necessita de condições físicas, mas é uma capacidade do espírito que está radicada no organismo. É por isso que antigamente se falava, né, que filha de bruxa bruxinha é a a nascia médio, era chamado de bruxo e aí tinha os descendentes normalmente, né? As mulheres nasciam com a com a capacidade também, porque tem uma componente genética, mas não é determinante, não é definidora, porque na mesma família tem gente que às vezes não é médium, não é? Então, eh, é uma questão realmente de que tá é uma capacidade do espírito e que depende de condições físicas para se manifestar, né? No mundo material, você vê que precisa de células especiais para o perespírito se expandir para ver essa dissociação, precisa que o seu sistema nervoso esteja preparado para permitir essa dissociação e essa possibilidade perespirítica que permite todos os fenômenos ocorram aí de acordo no caso
a ver essa dissociação, precisa que o seu sistema nervoso esteja preparado para permitir essa dissociação e essa possibilidade perespirítica que permite todos os fenômenos ocorram aí de acordo no caso da organização física. Muito bem. Agora é é para para Eni. Eh, Euzita. É para Eni. Então, do Eurico Leque, Eurico, fica tranquilo, viu? Quando você coloca a pergunta aqui, a gente já, né, selecionou ela, já tá reservada para fazer no momento próprio, tá bem? Então, não precisa repetir, não, ela será respondida. Então, chegou o momento. Olha, então o espírito pode penetrar realmente no ser encarnado. Seria dois espíritos no mesmo corpo? Esclareçam, por favor. Tem incorporação, Eni, por favor. Não tem. Não tem. O corpo é de um espírito que encarnou naquele corpo, seu perespírito, se conectou àele corpo célula por célula. Lá no embrião, cada nova divisão celular, novas conexões do perespírito. O encarnado é dono do seu corpo, desde que nasce até desencarnar. Como é que se dá esse contato? Incorporação é uma palavra que a gente já procura não usar mais porque ela não é real. O espírito não entra no corpo do médium. O mais correto, se a gente quiser uma imagem física, seria que o espírito abraça o médium e muitas vezes nem o corpo. Esse abraço é fluídico, é conexão de pensamentos, é conexão de ideias, é identificação de conteúdos que querem ser transmitidos. Não existe uma incorporação, existe uma aproximação. O médium muitas vezes sente, alguns sentem um arrepio, outros sentem algum outro tipo de sensação física, mas é a aproximação do espírito. A conexão toda se dá a nível mental, a nível de pensamento. Não existem dois espíritos no mesmo corpo, nunca. é um espírito para um corpo e um corpo para um espírito. Incorporação não é a palavra certa. A gente hoje usa a psicofonia. Olha, psicofonia o processo é mental. É um contato psíquico que o médium transforma em som. Ou um contato psíquico que o médium escreve palavras. ou é um contato psíquico que o médium interpreta como
Olha, psicofonia o processo é mental. É um contato psíquico que o médium transforma em som. Ou um contato psíquico que o médium escreve palavras. ou é um contato psíquico que o médium interpreta como visão por algum dos sentidos. Então, de novo, para ficar bem claro, não existem dois espíritos em um mesmo corpo. E ainda para ficar bem claro também, nós lembrarmos que é uma lei simples da física. Dois corpos não ocupam o mesmo lugar, né? Então, vale também na questão do fenômeno também. Eh, e a Beni quer falar. Sim. Eu acho que a chave também de tudo, né, como bem coloca osutores espirituais, é o perespírito, né? Veja que essa combinação de fluidos, como é que ele ocorre? Há essa expansão, né? O o espírito se afasta com per espírito. O mesmo espírito desencarnado também vem com perespírito dele. Aí vai ter a combinação. Quanto mais esses filhos combinarem aí dá essa interseção psíquica e aí eles começam a se comunicar. Então tudo depende das possibilidades perespiríticas que são diferentes em todo mundo que ninguém tem igual. E eu gosto muito quando o Pascoal e São Luiz, né, fala que medionização, medionizar o médium, ele usa essa lá no no dos espíritos, nível dos médios, né? interessante. Para deixar mais claro ainda, vamos lembrar que Kardec escreveu, né, né, no passado que não havia possessão e ele se surpreendeu porque na própria Sociedade Espírita de Paris, o médium de repente se levanta transfigurado e começa a falar porque era só recebia psicografia, os médiuns não falavam, não tinha psicofonia propriamente, né? E aí ele vai voltar lá atrás na frente na revista espírita e vai dizer, né, corrigindo, a possessão existe, mas não vamos nos confundir com incorporação. Vou dar um exemplo rápido. Alpio Gonzales recebeu Divaldo Franco, levou ele para fazer uma entrevista na televisão e enquanto o Divaldo estava dando a entrevista, ele, uma senhora, quis conversar com a Alípio. Então ele se afastou, foi lá para longe para conversar com ela baixinho e quando terminou tudo, né, já tava voltando com
valdo estava dando a entrevista, ele, uma senhora, quis conversar com a Alípio. Então ele se afastou, foi lá para longe para conversar com ela baixinho e quando terminou tudo, né, já tava voltando com o Divaldo para casa, o Divaldo disse: "Muito interessante a orientação que você deu para aquela senhora". Aí disse: "Ô, Divaldo, me desculpe, eu achei que tava falando baixo." Aí o Divaldo disse assim: "Não, Alípio, você não tava atrapalhando não. Quem estava respondendo era Joana. Enquanto isso, eu tava do seu lado ouvindo que você estava explicando pra senhora. Então, havia uma possessão. Havia uma possessão. Joana tomou conta do corpo enquanto que não significa que são dois espíritos no mesmo corpo. Cuidado com isso, né, que deixou bem claro. Então, e é comoabeni disse, é uma conexão de perespírito a perespírito para que ocorra todo esse fenômeno. Ainda é complexo pra gente entender, mas tá nesse caminho. Tá bem, Eurico? Ótima pergunta. As perguntas são muito boas. Vamos ter que andar um pouquinho mais de pressa nas respostas, que eu já tô vendo que o tempo tá indo embora. Vamos lá. Eh, tem essa daqui, né, para Beni agora. É, exatamente. Era Beni, como faz o espírito para bater? Ele já respondeu. Se serve algum, já foi respondido. Já respondeu. Foi a questão seis respondidíssima. Muito bem. É verdade. Então vamos para essa daqui. Então pode um espírito encarnado diminuir seu espírito e adentrar no corpo de um ser e ir curar o problema de saúde de outro espírito? Não é bem assim. É normal, né? pessoal fica curioso. É, o espírito encarnado, ele tem matéria, né? Perespírito e espírito. Ele pode se desdobrar, né, nesse fenômeno, se deslocar e atender uma pessoa. Só que lá ele vai fornecer os seus raios vitais ou seus raios ectoplasmáticos, se ele tiver cordantemente, e pode usar para curar a pessoa, né? Porque se ele tem bons suúdos, né, tem uma boa capacidade radiante, ele pelo pensamento vai fornecer aqueles raios. Isso o espírito tá atuando sozinho. Mas nós sabemos que
sar para curar a pessoa, né? Porque se ele tem bons suúdos, né, tem uma boa capacidade radiante, ele pelo pensamento vai fornecer aqueles raios. Isso o espírito tá atuando sozinho. Mas nós sabemos que sempre que a gente sai para o trabalho no bem, o homem está sempre assessorado pela espiritualidade superior. Não há como falado aqui, né? Ninguém tá no corpo de ninguém. É o pensamento direciona aquelas energias que eu posso ceder. aquela energia vai substituir as energias maçã e aí a pessoa se tiver o merecimento, né, vai ser curado. Veja que o fluido, o ectoplasma, quando as pessoas fazem as sessões de cura, ele vai lá, o fluido penetra, se tiver um tumor, tiver alguma coisa, né, por intermédio desse fluido que tem desmaturalização, vai ser retirado desse tumor, vai ficar ali fechadinho e ficar curado. O que mais ocorre nos espíritas na sala de passe? A gente entra lá, a espiritualidade tem seus aparelhos, já tem tudo ali preparadinho na quantidade certa. as curvas vão ocorrer ali silenciosamente, nem que tá nem sabendo que tá com uma certa doença, mas só tá receptivo e for seu merecimento, ele vai receber, né, essa ajuda do plano maior. Então é assim essa possibilidade da pessoa, né, não do estado de vigília, sair desdobrado, ir lá ajudar a pessoa a fazer a sua cura e retornar. Isso pode acontecer com qualquer um, desde, é claro que você tenha boa vontade e tenha todas essas condições aí favoráveis, né, na sua capacidade radiante. Só só um segundinho aqui, eh, antes da próxima pergunta, a Valéria Alves diz assim: "É uma propriedade do perespírito. Penetrabilidade é o que lhe permite atravessar as barreiras físicas." E Kardec explica que a expansão do perespírito que penetra a organização da outra pessoa, perespírito e organização física, e substitui uma molécula mal sã por uma moléculação. Não é o espírito que entra lá dentro, é o fluido, não é vital dele. O o perespírito tem essa capacidade, tá bem? De penetrabilidade aí conforme foi colocado. Agora para Eni, né?
ã por uma moléculação. Não é o espírito que entra lá dentro, é o fluido, não é vital dele. O o perespírito tem essa capacidade, tá bem? De penetrabilidade aí conforme foi colocado. Agora para Eni, né? Isso. Uma pessoa que tira a própria vida, ela ainda está carregada dessa energia vital, pode produzir fenômeno sobre a matéria? Então vamos lá. Por partes, a pessoa tira a própria vida e ela ainda está carregada dessa energia vital. Sim, porque como eu fiz o exemplo da bateria, quando a gente tira a própria vida antes da época, nós ainda temos bastante carga nessa nossa bateria. Então essa energia vital fica eh eh sem uso, porque o corpo tá desencarnado, não precisa mais dela. Agora pode produzir fenômenos sobre a matéria. A energia só vai produzir fenômenos sobre a matéria acionada por uma vontade. A pessoa que tirou a própria vida, ela fica num estado de perturbação muito maior do que o estado de perturbação que ficamos qualquer um de nós ao desencarnar. Existe um momento de perturbação. Quando tiramos a própria vida, essa perturbação é muito maior. Por quê? Porque tiramos a vida para resolver um problema, achando que vamos resolver esse problema. E ele não se resolve porque continua conosco o problema, o sofrimento, a fuga, o sofrimento de todos aqueles que a pessoa deixou, né, encarnados. Mas essa ação em outra matéria, ela fica restrita. existe, a gente sabe, por narrativas de trabalhos mediúnicos, se não me engano, tanto do psicografia do Chico Xavier, como também psicografia do Divaldo e creio que da Ivone Pereira, relato de fluido vital que fica impregnando a região das sepulturas das pessoas. E às vezes até eles são vistos, né? Chama de de fogo fogo fato. Tem tem um nome agora, não sei se é fogo fato. É fogo fato de Santelmo. É lá no maro dos navios. Essa energia fica e infelizmente muitas vezes ela é aproveitada, ela é sugada por espíritos que ainda são muito carentes dessa energia. Aí a gente entra num outro estudo que é muito mais complexo. Eu acho que aqui cabe dizer
lizmente muitas vezes ela é aproveitada, ela é sugada por espíritos que ainda são muito carentes dessa energia. Aí a gente entra num outro estudo que é muito mais complexo. Eu acho que aqui cabe dizer que agir, utilizar o fluido vital para agir sobre um objeto material depende de uma vontade explícita de um ser espiritual. E aí vamos pensar assim, os bons espíritos têm amor, caridade e respeito por aqueles que, infelizmente tiram a própria vida. E se for o caso, ele será protegido. Não vamos pensar que os suicidas estão condenados, não estão. Eles estão numa transição difícil, numa situação complexa que merecem todo o amparo. E assim esse fluido vital aproveitado da melhor forma possível. E aí é um raciocínio meu. Por favor, se se eu tiver errada dentro do contexto das obras espíritas, me corrijam. Esse fluido vital pode ser usado até para beneficiar o próprio desencarnado que o desperdiçou, porque ele precisa de energias para se recompor perespiritualmente. É um quadro bem sofrido, né? Mas eu creio que o cerne da questão é esse. O espírito só utiliza o fluido vital para atuar sobre a matéria pela sua própria vontade. Então eu não acredito que um espírito que suicidou vá ter essa vontade assim tão explícita. Não sei. Irai, que que você pensa? Queria só querar, né? Transfuga, né, da vida, né? Eles são reconhecidos do mundo espiritual, determinadas regiões, justamente, né? O laço fluído foi rompido, tem esse excesso de fluo vital, eles ficam vibrando. Mas o destrambelho desses irmãos queridos é tão grande que eles não têm condições de atuar em lugar nenhum. E na literatura espírita eu nunca vi suicida obsidiando em ninguém e atuando em nada, porque eles estão cuidando deles mesmos. E pelo tempo que faltava para ele ficar aqui na terra encarnado, ele vai ficar nesse sofrimento junto com seus similares. Então a situação muito difícil e é claro que necessário para o espírito para que ele não volte errar de novo. E realmente essa obra monumental, né, que é memória de um suicida, né, memória de um
ares. Então a situação muito difícil e é claro que necessário para o espírito para que ele não volte errar de novo. E realmente essa obra monumental, né, que é memória de um suicida, né, memória de um suicida, que já suicidou várias vezes, nós sabemos, né, mas que venceu na última, ela nos trouxe essa obra. E o mais importante, né, gente, o espírito de luz, né, a nossa mãe santíssima. E veja, ela é uma legião que cuida desses irmãos no mundo espiritual. Ele só vem à casa espírita para o exatamente, né, para receber nossas forças mais animalizadas depois de muitos tratamento espiritual. Muito obrigado. Bem, gente, nó precisar um pouco mais de objetividade. Vamos lá. Eh, nós temos essa pergunta aqui n é a última agora. Aí nós vamos pedir pro pessoal segurar as perguntas que não vai dar mais tempo para hoje, tá? É. Uhum. Vons dormem, Irabni, podem dar comunicação de outro espírito no plano espiritual? Sim. O médium, né, quando ele tem essa capacidade, né, de ser intermediário, ele tanto trabalha aqui encarnado como à noite, ele se desdoba, né, em percito, é claro que junto com a espiritualidade amiga e vai servir lá de intermediário no mundo espiritual até para ceder esses rúos mais animalizados tão necessários para certos irmãos que não conseguem nem enxergar os benfeitores. E aí eles utilizam esse médio, né, para que os trabalhos possam continuar e todos nós com certeza trabalhamos, né, aí à noite no mundo espiritual, fazendo a nossa melhor parte. Você bem curto, né, pé p muito bom, excelente. Nós temos dois comentários aqui rapidinho. Elizabeth Amorim colocou: "Como é maravilhoso esse estudo. Me sinto cada dia mais interessada em estudar e aprender mais e mais. essa gratidão a vocês, viu? E aqui Euzita lessa daí para nós. Ô Euricles, o médium é mais comprometido, precisa trabalhar com sua mediunidade, já que assim veio do mundo espiritual. Falo da mediunidade ostensiva. Obrigado. Obrigado, Eurico. Obrigado pelos comentários, gente. E agora, Enmi, item 23. Concebemos que
abalhar com sua mediunidade, já que assim veio do mundo espiritual. Falo da mediunidade ostensiva. Obrigado. Obrigado, Eurico. Obrigado pelos comentários, gente. E agora, Enmi, item 23. Concebemos que seja assim, não é? que foi comentado ali, como é que faz o espírito, né, para mover os objetos quando o espírito bate num corpo duro, mas como pode fazer que se ouçam ruídos ou sons articulados na massa instável no ar? Então, me veio agora à mente um vídeo que eu vi num, sei lá, numa rede social dessas da vida, o som atuando sobre a matéria. O cidadão pega uma placa de aço, coloca a areia em cima, pega um arco de violino e tange a bordinha da placa. Faz assim, tum. Hum. E a areia se organiza toda em uma forma geométrica em cima da placa. E o vídeo continua, que que ele tá mostrando? Ele tá mostrando a ação das vibrações sobre a matéria. O nosso mundo é um mundo de vibrações, seja ele físico, seja ele espiritual. Então, o espírito ele vai agir sobre a mesa, ele vai agir sobre o ar e o som é um fenômeno, uma onda que se propaga no ar. E aí a gente tem vários fenômenos sonoros, né? Tem a o a mediunidade tiptologia, é o nome que tá no livro dos médiuns, né? Aqui nesse livro mesmo, os fenômenos de tiptologia são sons que se propagam no ar. Da mesma forma que o espírito, combinando seu fluido com o fluido do médium, consegue movimentar uma mesa, é o mesmo princípio ele agitar frequências determinadas para mover o ar e produzir sons. É, é essa que é a resposta. Tanto sobre a mesa, como sobre o ar, como sobre a água, a gente vive nesse mundo de vibrações e frequências. E é assim que eles fazem. Excelente. Ótimo. Eh, Ida Benícia quer colocar alguma coisa? Então vamos para você. Vamos para você agora para o subitem 24. Dizes que o espírito não se serve de suas mãos para deslocar a mesa. Entretanto, já se tem visto em certas manifestações visuais aparecer em mãos a dedilhar um teclado, a percutir as teclas e a tirar dali sons. Neste caso, irabeni, o movimento das teclas não será
mesa. Entretanto, já se tem visto em certas manifestações visuais aparecer em mãos a dedilhar um teclado, a percutir as teclas e a tirar dali sons. Neste caso, irabeni, o movimento das teclas não será devido, como parece à pressão dos dedos. E não é também direta e real essa pressão quando se faz sentir sobre nós? Quando as mãos que a exercem deixam marcas na pele. Você veja que os espíritos superiores, que que ele nos fala, né? Que nós não compreendemos totalmente a natureza dos espíritos e a maneira como eles atua. A gente vê que tudo isso aqui é um processo. Talvez aquele não atua como se fosse a pressão dos dedos. tem o fluido do perespírito, né, que é esse fluido ectopular, penetra a matéria, coelho se se identifica e essa matéria se anima, ela se passa a ter uma vida factícia e o espírito através do seu pensamento ele direciona os seus raios e vai manipular ali aqueles dedos. Mas não é como se fosse os músicos, que é com a força da vontade. É claro que os dedos aparecem no teclado para que as pessoas que ali estão possam observar, né, e ver que ele está tocando. Isso com certeza, né, hoje já já não ocorre mais, né, foi coisa do passado que era necessário realmente mostrar, né, que a vida nós estamos vivos do outro lado. Então não existe dessa de mexer com os músculos, da vida factícia, né, porque tem um fluido vital e ali ele com a força do pensamento, né, através das ondas faz com que as terras se mov. Agora tem certos espíritos atrasados que eles não sabem explicar. estão tão ligado ao terra a terra que eles mesmo imaginam que tão ali apertando o teclado, mas na verdade é uma coisa que eles faz instintivamente e ele vai até dizer: "Não, sou eu que realmente estou apertando o teclado, mas não é, é o pensamento dele, porque ele não tem matéria, né? É tudo através do pensamento combinado com esse fluido que anima ali, né, aquele teclado. OK, gente. Eni quer comentar alguma coisa aí. Não, eu acho que tá bem colocado, né? E tem mais um um uma coisa que eu acho
és do pensamento combinado com esse fluido que anima ali, né, aquele teclado. OK, gente. Eni quer comentar alguma coisa aí. Não, eu acho que tá bem colocado, né? E tem mais um um uma coisa que eu acho que que de repente valeria a pena falar. Essas experiências nas quais Kardec se baseou para formular esses livros que a gente estuda hoje, que eles são maravilhosos, esses fenômenos aconteciam de uma maneira que pudessem efetivamente ser provados para não gerar dúvida. Então, a as comunicações mediúnicas elas eram primeiro era aquela cestinha que escrevia, depois a psicografia, a a o médium Kardec falava do médium falante que não era tão frequente porque eu falar não demonstro nada. Então, esses fenômenos muito físicos, tocar o piano, aparecer a mão, a mão tangendo as cordas da arpa, era uma forma de demonstrar a realidade do fenômeno. Era uma prova de uma forma de provar que aquilo não era uma fraude. Hoje em dia, a gente não precisa mais disso. A gente já sabe que o fenômeno mediúnico não é uma fraude. Ele é uma imensa realidade. Então, a gente tem fenômenos belíssimos e acredita neles porque raciocina. A gente não precisa mais de provas materiais. A gente já tá caminhando pro mundo cada vez mais do pensamento, se Deus quiser, cada vez mais, né? Uhum. Muito bom. Eu fico aqui, né, cogitando que os espíritos utilizam normalmente o os fluidos do médium, né, para a materialização. Então o médium fornece o ectoplasma, como é chamado, que é uma derivação do próprio fluído vital do médium, né? Para então eh revestir o seu perespírito e então ter condição de através disso manipular a matéria. Então me pergunto, os espíritos não podem retirar fluidos dos médiuns que às vezes não sabem nem que estão doando e com eles apertar a tecla, né? O que que impediria isso? para tocar música, por exemplo. Então, há há há bastante coisa que a gente, né, eh possibilidades, outras que a gente de repente acontece, a gente não tem ainda muita informação, né? Mas eu queria aqui destacar o seguinte, gente. Maria Graça Alexandre
tante coisa que a gente, né, eh possibilidades, outras que a gente de repente acontece, a gente não tem ainda muita informação, né? Mas eu queria aqui destacar o seguinte, gente. Maria Graça Alexandre eh, pede perdão por eu não saber fazer a pergunta. De jeito nenhum, Maria das Graças. A gente aqui agradece por você ter feito a pergunta e continue fazendo, por favor, tá? Não deixe de fazer pergunta, não. Eh, a gente pergunta como a gente tá entendendo e pronto, a gente vai aqui examinar juntos e vamos aprendendo juntos. Ninguém sabe tudo, não é? Então, eh, não deixe de fazer as perguntas, não, por gentileza, tá? Não se sinta intimidada. Então ali não é exatamente como você colocou, mas o que você colocou deu margem pra gente examinar o que a gente já entende como é. O que não significa que seja somente isso e a matéria precisa de aprofundamento com o tempo. Todo mundo concorda, né? Ei, Irabeni, certeza. Bem, gente, as perguntas são muito bem-vindas e devem ser colocadas, por favor. Às vezes o nosso tempo vai acabando e a gente pede para dar uma segurada, mas é para fazer na próxima. para trazer outro ponto não é para deixar de fazer não. Tá bom? Isso é muito importante. As perguntas de vocês trazem uma contribuição excelente pro estudo. Por isso que a gente faz algumas perguntas e deixa um tempo para ter perguntas de vocês também. Em todo encontro desses tem um tempo para as perguntas de vocês. Agora nós vamos para a nove aqui para Enira Beni depois comentar também. Eh, o nosso subitem 74 e subitem 25, né? Entre os fenômenos se apontam como probantes da ação de uma potência oculta, alguns há evidentemente contrários a todas as conhecidas leis da natureza. Nesses casos, não será legítima a dúvida? Parece umas coisas assim, né, que parece que não tem apoio em nada. Será que, né, Kardec perguntando aí, não vale ter dúvida nessa? É, eu acho que em toda a obra de Kardec tá muito claro que vale sim ter dúvida. É a dúvida que faz com que a gente vá pesquisar, que a gente vai estudar e a
perguntando aí, não vale ter dúvida nessa? É, eu acho que em toda a obra de Kardec tá muito claro que vale sim ter dúvida. É a dúvida que faz com que a gente vá pesquisar, que a gente vai estudar e a dúvida é sempre bem-vinda. Mas a resposta a essa questão, fenômenos que são evidentemente contrários à lei da natureza. Não existem fenômenos contrários à lei da natureza. acontece é que nós ainda não conhecemos todas as leis da natureza. Nós aos poucos vamos conhecendo cada vez um pouquinho mais o nosso próprio corpo. A ciência ainda não conhece quanta coisa de vai sendo descoberta, quanta coisa vai sendo aprendida. Então, existem fenômenos sim que vão parecer para nós que são contrários às leis da natureza. São leis que nós não conhecemos. Eh, nós precisamos ter fé em Deus e ter fé em nós mesmos, na nossa capacidade de ter dúvidas, de pesquisar, de querer aprender cada vez mais. Isto da Kardec é sensacional para tudo isso, porque ele além de nos ensinar os conteúdos, eles ele nos dá um roteiro didático de como é que a gente vai estudando. Então, a ciência avança, o conhecimento humano avança. Em 1860 e poucos, quando Kardec estava publicando esses livros, a ciência era muito menos do que é hoje. E hoje se sabe muito mais que cabe a nós fazermos. Cabe a nós buscarmos o entendimento da doutrina espírita e irmos comparando com o que a ciência vai descobrindo com o maior de todos os cuidados, que é o cuidado com as teorias. Teoria não é igual à verdade. A ciência nos mostra muita coisa mais ainda a serem provadas. Existem inúmeros fenômenos que nós não conhecemos e o fenômeno mediúnico em si, a gente sabe muito sobre ele, mas eu acho que o que falta pra gente aprender ainda é muito mais do que a gente já aprendeu até hoje. Então é um processo contínuo. E me parece que a última, as duas últimas frases dessa questão são muito significativas. Pobres homens que vos considerais muito sábios e cuja tola vaidade é a todo instante confundida, ficai sabendo que ainda sois pequenos
a, as duas últimas frases dessa questão são muito significativas. Pobres homens que vos considerais muito sábios e cuja tola vaidade é a todo instante confundida, ficai sabendo que ainda sois pequenos demais. Só sei que nada sei, já dizia o filósofo lá da antiguidade. A gente tem muito para aprender. Muito. Muito bom. Eh, Euzita, apareceu uma pergunta aqui que a gente precisa atender, ainda que rapidamente por causa do tempo, né? A gente tem que respeitar o tempo dos próprios participantes, né? Então, vamos ver a pergunta da Valesca. Meu filho cometeu suicídio há uns 3 meses e eu, nascida em besta espírita, tenho tentado ser forte. Peço através das orações que ele seja amparado, mas às vezes entro em desespero porque dói demais e não estou conseguindo participar dos trabalhos mediúnicos. Estava em desenvolvimento. Qual a orientação? Vamos lá quem começa Benit. Muita fé, né? E você, por ser espírita, né, já está participando, né, de uma reunião aí o escudo mediúnico e orar, orar com firmeza. Faça seu luto, tenha saudade, mas tenha fé em Deus, porque a vida continua. Nós temos aí todos os nossos presentes, né, que a vida realmente continua. as suas orações, as nossas orações, é um bálsamo para o coração dele. Não sabemos, né, quais foi as condições que ele sucitou, mas o que sabemos é que o nosso Deus é um pai de amor e de misericórdia. Ninguém está desamparado, né? E nós continuaremos sempre no momento certo conseguir entrar por essa porta estreita, né, que o nosso mestre Jesus estendeu para todos nós. Então, vamos permanecer firmes, confiantes e acreditar que a vida continua mais bela do que nunca. Embora os nossos erros desacerta, nós somos espíritos imperfeitos, né? aí caminhando para a perfeição. E as minhas palavras eh eu eu acho que eu poderia falar um pouco mais. Eh, é difícil a gente pedir força para outra pessoa, né? E é e é uma situação muito sofrida, mas eu entendo que o trabalho mediúnico seria importante porque você vai ter a oportunidade de auxiliar outros espíritos sofredores. E quando a
ra outra pessoa, né? E é e é uma situação muito sofrida, mas eu entendo que o trabalho mediúnico seria importante porque você vai ter a oportunidade de auxiliar outros espíritos sofredores. E quando a gente se doa para quem tá sofrendo, a nossa dor diminui um pouco. e lembrar desse filho, principalmente das coisas boas, das alegrias, dos momentos felizes que vocês tiveram juntos. Uhum. E embasar as orações nisso, embasar as orações naquilo que foi bom, naquilo que foi feliz. E e faz um esforço, volta pro trabalho mediúnico, porque ele vai ser muito fortalecedor para você. Com certeza. Com certeza. E sugiro também que ao orar, lembra que o seu filho tem um anjo da guarda, assim como você também, mamãe. É natural que você está sentindo, Valesca, não é muita dor, é muito sofrimento, mas o seu filho vai contar com a sua convicção, não é? A sua fortaleza. E nos momentos que você sentir, não é, que está abalada, corre o evangelho segundo o espiritismo. Pode ter certeza. Leva o pensamento e pede ao seu anjo da guarda ajuda e abra o evangelho. Ele traz pra gente um, né, as referências que a gente tem necessidade para se fortalecer, para dar seguimento. E como foi comentado, não é? Se sabe que a vida continua, se é espírita, a Eni colocou a importância do trabalho mediúnico, não é, que vai te ajudar a dar oportunidade de ajudar outros, né, em situações às vezes similares ou eh correlacionadas. E de toda maneira, Valesca, não se esqueça que eh nós temos o livre arbítrio, fazemos as nossas escolhas, responderemos pelas escolhas. O seu filho vai responder por isso, mas ele se recuperará. Ele vai, não é, retomar o caminho eh que a gente chama eh normal da evolução, não é? no momento em que ele conseguir se levantar e naturalmente as suas preces, a prece de mãe é uma coisa impressionante. Não se esqueça de Maria. Maria é mãe de Jesus. Ela tem um trabalho, como Iraen já lembrou aqui hoje, não foi? De assistência a aos aos suicidas. E com certeza ela atenderá o pedido de uma mãe e fará tanto quanto
eça de Maria. Maria é mãe de Jesus. Ela tem um trabalho, como Iraen já lembrou aqui hoje, não foi? De assistência a aos aos suicidas. E com certeza ela atenderá o pedido de uma mãe e fará tanto quanto seja possível pelo seu filho. E também lembrando, Valesca, como dizia o Chico, as preces de uma mãe arrombam as portas do céu e ofereça todo o seu trabalho em prol do seu filho. Que a misericórdia de Deus está na ativa e nós podemos ajudar. Vamos orar e confiar, não é? Muito bem. Bem, contigo, fechamento. Chegamos ao final. Agradecemos a vocês que estiveram conosco, a Eni, ao Irabeni, ao Carlos. E no próximo encontro nós daremos continuidade ao estudo de O livro dos Médiuns, na segunda parte das manifestações espíritas. Capítulo quarto da teoria das manifestações físicas. Itens 75 a 81. e sugerimos a leitura prévia destacando os assuntos que chamaram a sua atenção. Anote suas dúvidas para que elas possam ser apresentadas na medida em que os itens forem sendo examinados no nosso próximo encontro. Muito bem. Eh, queremos agradecer muito e Regina e Dible, nós recomendamos a leitura da obra de André Luiz, não é? para entender aspectos do livro dos médiuns e de Manuel Feleno de Miranda também, de Vony Pereira, de Zil da Gama, são muitos, né, os livros que podem ajudar e fica aqui essa indicativo desses por enquanto, tá bem? Então, agradecimentos a todos pela participação, muito boa participação do público. Obrigado, Irabini, obrigado Eni, Euzita. Até a próxima semana, gente. Até, gente. Até. Fique em paz na paz do nosso mestre. Somos impulsionados e motivados por um bem maior por meio da caridade e da vivência do evangelho do Cristo. Chegamos onde chegamos, conquistamos o que conquistamos. O nosso trabalho acolhe quem mais precisa. E independente da distância, nossos meios acessam lugares que antes pareciam inalcançáveis. A comunicação é chave em todos os setores de nossa sociedade e ela muitas vezes nos permitiu abraçar quem precisava de atenção em momentos de dor e angústia. Esse trabalho é feito
eciam inalcançáveis. A comunicação é chave em todos os setores de nossa sociedade e ela muitas vezes nos permitiu abraçar quem precisava de atenção em momentos de dor e angústia. Esse trabalho é feito com muita dedicação por toda uma equipe profissional, preparada para produzir diversos tipos de conteúdos que alcançam o público. Já são mais de 4.000 conteúdos de qualidade disponibilizados gratuitamente em nossas plataformas, produzidos por comunicólogos, produtores audiovisuais, cenógrafos, editores, designers, programadores e técnicos de áudio. Toda essa estrutura só é possível graças a você, apoiador do nosso trabalho. E somos gratos por toda a sua doação até aqui. Mas este trabalho precisa continuar. Podemos acolher ainda mais pessoas. E para continuar alcançando tantos corações, precisamos de você. Por isso, mais uma vez contamos com seu apoio financeiro. Apenas com ele poderemos avançar ainda mais e continuar próximos de você. Trabalhamos pelo consolo, pelo esclarecimento e pela esperança. E sabemos que somente juntos com você poderemos fortalecer essa corrente. A Padrinha Feb TV. Estamos juntos com você através da FEB TV. Acesse doe.com.br BR e faça sua doação.
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