#117 • Jesus e Saúde Mental • Episódios Diários - Desânimo

Mansão do Caminho 11/03/2025 (há 1 ano) 26:31 4,083 visualizações 828 curtidas

Websérie | Jesus e Saúde Mental » Apresentação: Leonardo Machado » Episódio 117 - Episódios diários - Desânimo #Jesus #SaúdeMental #Desânimo

Transcrição

Os versos são de Vicente de Carvalho. Só uma leve esperança em toda a vida, mas nada disfarça a angústia que é viver. Nem é mais a existência toda resumida do que uma leve esperança malograda. E o sonho da alma desterrada, sonho que a coloca ansiosa, sonho que a faz embecida, é uma hora feliz que sempre vai sendo adiada e que não chega nunca em toda a vida. Essa felicidade que sonhamos, a árvore milagrosa que supomos, toda carregada, toda arreada de dourados pomos, existe sim, mas nós nunca a encontramos, porque ela está sempre apenas onde nós a pomos e nunca a pomos onde nós estamos. A mensagem do episódios diários de hoje que iremos abrir fala justamente sobre a falta de esperança disfarçada em desânimo. Desânimo é a mensagem 10 do capítulo dos episódios diários de Joana deângeles a partir da mediunidade de Valdo Franco. Tóxico e mobilizador, o desânimo se insinua suavemente, dominando as reservas da coragem e submetendo o combatente à sua ação perturbadora. instala-se a pouco e pouco, inspirando pessimismo e mal-estar, que se agrava qual o invasor que conquista passo a passo os espaços abandonados à sua frente. O desânimo é inimigo covarde que ceifa mais vidas do que o câncer pelos resultados que logra na economia do comportamento humano. Quando sentires a insinuação do desânimo, ciciando-te falsos motivos para que abandones a peleja, ou a postergues ou a desconsideres, tem cuidado. Usa a razão e expulsa-o da casa mental. Às vezes, se te apresenta na condição de mágoa, defluente de qualquer incompreensão sofrida, e, em outras ocasiões, em forma de exaustão de forças que deve superar. mediante a mudança de atitude mental e de atitude física, a marcha do tempo é inexorável. De qualquer forma, as horas se sucedem. Utiliza-as de maneira condigna, mesmo que o a peso de sacrifícios. Quando transpuseres a barreira da dificuldade, constatarás a vantagem de haver perseverado, descobrindo-te rico de paz. Face aos tesouros de amor e realização que adquiriste. Motivo algum deve servir de

ando transpuseres a barreira da dificuldade, constatarás a vantagem de haver perseverado, descobrindo-te rico de paz. Face aos tesouros de amor e realização que adquiriste. Motivo algum deve servir de apoio para o desânimo. Tudo na vida constitui convite para o avanço e a conquista de valores na harmonia e na glória do bem. O desânimo é a desesperança disfarçada, justamente porque, como muito bem coloca Joana de Angeles, ela se instala pouco a pouco. Em geral, o desânimo não vem de uma hora para outra assim muito firme, forte, visível, porque quando vem dessa maneira, a gente logo percebe e tenta combater. percebe que algo não tá normal, percebe que o corpo, por exemplo, não tá normal, vai procurar ajuda, né? Porque vem mais como forma de cansaço. Desânimo é um cansaço mental que vem pouco a pouco. Por isso que é filha da desesperança. Há uma outra mensagem que nós já trabal falamos aqui nesse livro chamado cansaço. Cansaço e desânimo, eles estão muito próximos. Geralmente o desânimo leva ao cansaço e o cansaço leva ao desânimo. Só que o cansaço é uma esfera mais física. Numa palavra médica é aenia. Em outra palavra médica é a fraqueza, é a falta de força. O desânimo é uma é um cansaço mental, é uma falta de vontade, é uma falta de disposição, entende? Quando eu tô cansado fisicamente, é muito natural que eu também comece a ficar cansado mentalmente. Quando eu estou cansado mentalmente, é muito natural que eu fique cansado fisicamente. Mas, por exemplo, quando nós atendemos pessoas que estão passando por depressão, a gente consegue ver isso muito bem eh nítido, a diferença. Muitas vezes ela me elas nos falam assim: "Doutor, eu já tô com força física, eu percebo, eu consigo fazer as coisas, mas me falta é ânimo, me falta é vitalidade." Ânimo vem no mesmo radical de alma, né? Ou seja, que dá vida, que dá força. Então, ânimo tem a ver com vontade e tem a ver com essa questão do pensamento, né? Quando eu tô com ânimo, eu tenho vontade e meu pensamento ele se conecta. Por isso que eu coloquei

ida, que dá força. Então, ânimo tem a ver com vontade e tem a ver com essa questão do pensamento, né? Quando eu tô com ânimo, eu tenho vontade e meu pensamento ele se conecta. Por isso que eu coloquei esperança. A falta de esperança é aquilo que a gente vê como fundamental na no quadro depressivo. Ela tem como uma característica o desânimo. A pessoa com depressão tem cansaço, em geral tem cansaço, mas sobretudo ela tem falta de ânimo, falta de vontade. Por quê? Porque ela também tem também tem falta de esperança. Dizia um professor muito inteligente de psiquiatria que eu tive, assim, a depressão é uma doença terrível, porque ela mata primeiro aquilo que deveria morrer por último, é a esperança. Diz o ditado popular, não é? A esperança é a última que morre. Mas quando a depressão mata isso primeiro, então esse professor fazia essa imagem, uma doença terrível. E o curioso é que quando ele ia fazer o tratamento, e é uma coisa que eu também penso muito e faço, ele falava assim: "Olha, eu não eu não quero que você acredite que você vai ficar melhor, não. Eu quero só que você lembre que você vai ficar melhor. Porque quando a pessoa está com um desânimo, no auge do desânimo, por causa da depressão, ela tem dificuldade de acreditar, porque a sua vontade, o seu pensamento está diminuído nessa capacidade. Então ele usa, ele utiliza a questão da memória. Lembra que quero só que você lembre do que eu tô dizendo, tome, faça o tratamento, tome o remédio, etc. Essa é uma imagem interessante que eu queria trazer aqui pro nosso programa, pro nosso Jesus e saúde mental. Porque quando nós estamos desanimados, e não é mais aquele desânimo que tá chegando, vamos pensar um cenário em que a pessoa está realmente totalmente desanimada. Vamos pensar até num cenário que ela não tá com depressão para não colocar para uma questão patológica da doença. Vamos colocar o desânimo. Aquela trabalhador que está desanimado porque está desapontado, porque está decepcionado, porque está desesperançado, ele tá desanimado. Então

a questão patológica da doença. Vamos colocar o desânimo. Aquela trabalhador que está desanimado porque está desapontado, porque está decepcionado, porque está desesperançado, ele tá desanimado. Então ele tem dificuldade de acreditar, porque acreditar tem a ver com vontade e tem a ver com esperança. como ele está desesperançado, como ele está decepcionado, como ele está nessa nesse nível, ele vai estar desanimado. Então, nesse momento, eu gostaria que os senhores lembrassem do evangelho, mesmo que fique difícil ter a potência da crença naquele momento, mas lembre, lembre, lembre de todas as passagens de Jesus que ficaram na memória, não ficaram na memória da história porque todos acreditaram sempre, fielmente, 100%, não, mas passou-se na pela memória, Porque aqueles, aquele outros como Francisco de Assis, como Clara de Assis, como Joana de Cusa, como João Evangelista, como Pedro, como tantos que foram símbolos, né, de uma demonstração viva, desse ânimo que vitaliza, mesmo em situações muito dolorosas da vida, ele já tinha uma capacidade de uma fé mais robusta, segurando o ânimo, segurando a vitalidade. Mas aquele outros que estávamos em outros estágios, em outras reencarnações ou agora mesmo que nos desmotivamos com uma certa frequência, nós temos a possibilidade de lembrar, lembrar da vida desses seres luminosos, lembrar da vida de Jesus, lembrar da passagem. Quando nós lembramos, nós abrimos espaço mental na nossa tela mental para ir relembrando também a esperança, refazendo a possibilidade de acreditar. E aí o ânimo vai ganhando força. O desânimo é o é a desesperança disfarçada. O desânimo é a decepção disfarçada. E quando vai tomando força, é porque às vezes um companheiro fez algo que a gente não esperava. É porque às vezes fulano, aí vai se somando, né? Como diz Joana de Angeles, um espírito amigo em um evangelho segundo o Espiritismo, na mensagem a paciência. tem tudo a ver com isso. Ela vai dizer: "A vida é difícil, bem o sei". Ela se constitui de pequenos nadas, mas que são

um espírito amigo em um evangelho segundo o Espiritismo, na mensagem a paciência. tem tudo a ver com isso. Ela vai dizer: "A vida é difícil, bem o sei". Ela se constitui de pequenos nadas, mas que são também pequenos espinhos que vão fer quando se somam. Então, às vezes são pequenas feridas, pequenas decepções que vão aprofundando o nosso ser. E quando a gente vê aquelas pequenas feridas, são uma ferida gigante, se a gente não se percebe, instala-se pouco e pouco, inspirando pessimismo e mal-estar, que vai se agravando. Qual um invasor que conquista passo a passo os espaços abandonados à sua frente? é um tóxico imobilizador, se insinua suavemente. Então é isso que eu queria chamar a atenção. Desânimo como algo que não vem de hora para outra. Isso é cansaço que vem de uma hora para outra. Cansaço é mais fácil de observar. O cansaço a gente repousa, tem um limite do trabalho, né? O repouso para poder se vitalizar. Mas o desânimo é algo pior. Por isso que muitas vezes, pegando o exemplo da patologia da depressão, os pacientes falam assim: "Doutor, já tô com mais energia, eu percebo, mas me falta mesmo é motivação, me falta um ânimo, uma vitalidade da alma". Neste sentido de Jonas de Angeles, quando você sentir a insinuação do desânimo, comece a perceber o pensamento que está atrás do desânimo. Eu já dei a dica da decepção, já dei a dica da desesperança. Ela começa aqui a colocar algo mais específico, ciciando, ou seja, gerando dentro de você falsos motivos para abandonar o projeto, a peleja. Ela coloca a peleja, porque de fato é um combate, né, interno que a gente trava. Ou então não é abandonar, mas eu vou deixar para depois. Não é assim deixar para depois, é para desconsiderares, entende? Então, tem cuidado, diz a benfeitura. Usa a razão. Por isso que eu tô usando aqui o que é que tá por trás desse desânimo. A decepção. A decepção porque de certa forma eu me feri. Foram pequenos espinhos, diz o espírito amigo Joana de Angeles, mas que vão se somando. São pequenas decepções, coisas que a gente

se desânimo. A decepção. A decepção porque de certa forma eu me feri. Foram pequenos espinhos, diz o espírito amigo Joana de Angeles, mas que vão se somando. São pequenas decepções, coisas que a gente não imaginava, mas vão se somando, vão se somando e nós começamos a ficar decepcionados demais. às vezes com a casa espírita, às vezes com a instituição que a gente trabalha profissionalmente, com a família, com a cidade, com a humanidade inteira. E aí vem o problema maior, o desânimo da vida. E aí já entra um quadro mais profundo, a desvitalização do viver. Então, por isso, sabendo a benfeitura do estrago desse tóxico, ela começa logo assim: "É um tóxico, o desânimo é um tóxico, porque inicialmente parece uma besteira, parece um pequeno nada, mas vai aumentando, aumentando, aumentando. Então, usa da razão tentando entender qual é o motivo. Seja honesto com você. Não é que você vai atrás da pessoa para resolver o problema, porque às vezes, sinceramente, às vezes eu vou pass quer passar limpo demais, não adianta. Muitas vezes não adianta, porque é uma perturbação. Então, como é que você vai conseguir passar limpa uma perturbação inspirado por espíritos perturbados que querem ver só fogo, né? Colocam palha no fogo pro fugarel aumentar. Muitas vezes tentar tirar limpo a história só fica remoendo mais e mais, porque dificilmente nós temos a humildade nós de aceitar o ponto também que nós nos equivocamos, o nosso erro. É difícil, é difícil aceitar um erro, porque quando a gente vê o erro, a gente se sente um perturbado, a gente se sente um imperfeito demais, se sente um derrotado. Então, para isso, a gente projeta tudo no outro, projeta numa linguagem técnica a nossa sombra no outro e aí vai pro diálogo de forma errada, porque só quer que o outro eh diga a sua parte da culpa. Então, nunca entra num consenso. Se for para buscar tirar limpo, busque pedindo desculpa, perdão, pela parte que lhe compete no no drama que está acontecendo, pela parte que te compete. Qual foi o teu erro? Qual foi minha

m consenso. Se for para buscar tirar limpo, busque pedindo desculpa, perdão, pela parte que lhe compete no no drama que está acontecendo, pela parte que te compete. Qual foi o teu erro? Qual foi minha parte do erro? Olha, eu peço desculpa por isso. Eu errei por causa disso. E também não fica esperando que o outro peça desculpa. Se o outro pedir desculpa, ótimo. Senão, fazer o quê? Mas não vai às vezes achando que você vai conseguir resolver a contenda toda. Então, muitas vezes é trabalhar dentro de si o desânimo, trabalhar dentro de si as expectativas. Aí, por isso que ela coloca logo em seguida, e por isso que eu tô colocando agora, às vezes esse desânimo se apresenta na condição de mágoa e essa mágoa é consequente de uma incompreensão sofrida. Grande parte das vezes, grande parte das vezes, eu lido com isso como profissional, como palestrante, como pessoa que trabalha no movimento espírita, enfim, como profissional também, como professor. Grande parte das pessoas que procuram desanimadas é porque estão decepcionadas. Essa decepção é por causa de alguma incompreensão sofrida que gera mágoa e isso acaba tirando a esperança. Então, por trás de um desânimo que vai aumentando, geralmente tem esses pontos aí. Pode existir outro, mas esse é um dos principais. Um dos principais. E é importante que você tenha coragem de você assumir para você mesmo e, se possível, procurar alguém que seja de confiança, que você possa desabafar, colocar as suas feridas para fora, uma pessoa de confiança, uma pessoa madura também, que possa ter condições de escutar para isso poder ir sendo trabalhado. E aí você vai ver bem, primeiro, será que eu também me equivoquei? Qual foi a parcela de culpa? Se eu tiver uma parcela de culpa, vou tentar pedir o perdão por isso, tentar me desculpar por isso. Perdão pro outro, perdão para a a a energia cósmica, né? Para o equilíbrio cósmico. Pois bem, além disso, deixa eu ver se eu também não tô decepcionado e desanimado, porque eu esperava muito. Esse é um outro grande

ro, perdão para a a a energia cósmica, né? Para o equilíbrio cósmico. Pois bem, além disso, deixa eu ver se eu também não tô decepcionado e desanimado, porque eu esperava muito. Esse é um outro grande problema. E às vezes isso acontece por nossa imaturidade, né? Grande parte das vezes quando nós esperamos muito de uma casa, é você tá agora conversando no espiritismo. E aí espera muito, sabe, das pessoas que são trabalhadoras espíritas, só que as pessoas são pessoas como você, como eu, então são pessoas também com seus conflitos. Elas dificilmente estão indo na na casa espírita só por causa de uma de uma de um de um amor assim, de uma tarefa. Muitas vezes é realmente pela dor de fato, porque o que nos faz buscar mudança dificilmente é o sucesso. Ah, eu vou procurar Deus agora porque eu tô muito bem na vida. Dificilmente a gente faz uma prece assim para agradecer e depois vai brincar, né? Vai comemorar, não só erando, não só rezando. Então, o que nos faz realmente refletir e mudar é de fato a tristeza em geral. é grande parte das vezes, não significa que tenha que ser assim, mas é o que é. Grande parte das vezes é a tristeza, portanto é a dor que nos faz alguma mudança. E essa é a grande função, talvez, da tristeza e da dor, fazer com que a gente mude a rota. Diz Leonir, o sábio Leonir, em um problema do ser, do destino e da dor. A dor é uma iniciadora. Não vos digo, né, que procureis a dor, mas já que ela é inevitável, quando ela chegar, tente olhar o que é que ela está convidando a mudar. Essa é a grande perspectiva. Então, como são dores, as pessoas que estão trabalhando, ela também tem as suas dores, os seus silêncios que fazem porque não tem ninguém para compartilhar. Então, é natural que possa acontecer alguma perturbação, né, alguma decepção, mas será que não pode ser também algo da tua da tua imaturidade, né? Eu vejo isso pessoalmente. Pessoalmente eu quando era mais novo, né, adolescente, mais jovem, meus 20 anos, era mais fácil eu me decepcionar, porque eu também era mais imaturo,

da tua imaturidade, né? Eu vejo isso pessoalmente. Pessoalmente eu quando era mais novo, né, adolescente, mais jovem, meus 20 anos, era mais fácil eu me decepcionar, porque eu também era mais imaturo, portanto eu esperava mais do outro. a minha fragilidade de jovem, de maturidade, fazer com que eu colocasse expectativa. Então, essa expectativa demasiada também é responsável por pelo desânimo que vai se mescuindo dentro de nós. Nesse nesse sentido, que a gente possa fazer uma releitura. Então, a Jana de Angeles fala: "Usa a razão, usa a razão, o entendimento." Pera aí. Poxa, mas o outro também tem o direito, né? Eu até eu cheguei nessa conclusão uma vez, mas eu eu se eu tenho a possibilidade de errar e não vou ter que ser assim condenado para sempre, né? Se Deus me dá uma a uma chance, o outro também é filho de Deus. Então, se Deus me ama, apesar da minha perturbação, o outro também é digno do amor de Deus. da, apesar da perturbação dele. Então, nesse sentido, o outro também tem um certo direito de ser perturbado, já que eu tenho direito de ser perturbado, ou seja, ter mais a meno, entendeu? Com você, com o outro, amar-se para amar o outro. Não é todo mundo ficar na perturbação, não é isso, mas é assim, entender para não ficar aquela coisa cristalizada, aquela mágoa, aquela desvitaleza. tóxico. E aí a gente usa a razão para poder ir, a gente vai falando assim, racionalizando, reinterpretando, psicoterapeutizando e aí modificar o patamar de eh emoção, o patamar da realidade que nós estamos. Esse é o convite que João de Angeles faz claramente. Usa a razão e expulsa da casa mental. Desânimo da casa mental, mas não é do ânimo, não é uma coisa mais energética, física, porque ela sabe que na raiz do desânimo tá muito isso que a gente tá colocando. Então a casa mental poder reinterpretar, aí vai reinterpretando, vem um insight e aí a gente consegue ir se livrando aos poucos e diminuindo aos poucos. sem ficar desconfiadíssimo, porque esse é outro lado, né? A gente se decepciona,

pretar, aí vai reinterpretando, vem um insight e aí a gente consegue ir se livrando aos poucos e diminuindo aos poucos. sem ficar desconfiadíssimo, porque esse é outro lado, né? A gente se decepciona, aí fica, não se desanima, continua porque é persistente, mas também fica desconfiadíssimo, nunca mais se abre para aceitar nenhum trabalhador novo, nenhuma amizade nova, etc. Aí já é outro problema que a Joana de Angeles também trata e oportunamente a gente já tratará também desse tema da desconfiança, como já tratou no programa. Então ela conclui, a marcha do tempo é inexorável, as horas vão se suceder e ela vai dizer assim: "Olha, depois que você passar essa barreira, essa barreira da mágoa, essa barreira da decepção, depois que você passar isso, você vai entender que valeu a pena. Valeu a pena. Face aos tesouros do amor e face à realizações que tu conseguiste adquirir. Motivo algum deve servir de apoio para o desânimo, porque tudo na vida constitui convite para o avanço. Tudo na vida constitui eh convite para conquista de valores na harmonia e na glória do bem. Essa é uma última sugestão que Joana deângeles dá nessa mensagem, dizendo assim: "Olha, as coisas passam, as horas passam, as coisas vão passar. Se você mudar a tua atitude mental, usar a razão para não ficar fixado nesse lodo que gera desvitalização, é como se fosse um mofo. Um mofo que desvitaliza, né? um fungo. O fungo é danado porque ele desvitaliza, ele vira um comensal e aí ele vive com a desvitalização, né, do seu eh daquele que ele tá sendo o parasita, aquele que tá hospedando. Então ele fica lá desvitalizando. Então o que ela vai nos propor é depois que o tempo passar, se você não ficar como um mofo, vitalizado pela dor, mas deixar o tempo passar e você vê o futuro, no futuro e olhar para trás, você vai dizer assim: "Valeu a pena. Valeu a pena persistir, valeu a pena não deixar o meu coração endurecer. Valeu a pena acreditar nos meus ideais, valeu a pena persistir nos meus ideais". Aí eu entendo, aí você entende que a

u a pena. Valeu a pena persistir, valeu a pena não deixar o meu coração endurecer. Valeu a pena acreditar nos meus ideais, valeu a pena persistir nos meus ideais". Aí eu entendo, aí você entende que a felicidade existe, mas nós nunca a colocamos onde nós a pomos. Só que ela sempre está, né, naquele local que a gente colocar. E aí onde a gente tá, a gente tira. É amanhã, é quando tiver junto do mundo feliz, quando todo mundo evoluir, quando as pessoas forem mais fraternas. Não é, não é quando você for mais fraterno, é quando você e eu formos mais fraternos conosco, porque isso vai robustecendo o nosso coração. Por isso, possamos dizer, uma leve esperança na vida nos ajuda a vencer a angústia, as angústias que estão no viver. A existência não é apenas uma leve esperança, ela é uma esperança que, apesar de leve, vitaliza o nosso corpo todo. Por isso existe sim a felicidade. Ela não pode ser uma árvore frondosa, uma árvore toda arreada de dourados pomos, porque nós não temos nem condições de carregar todos esses pomos de uma árvore ideal. que seria a felicidade completa. Nós não temos condições. Então, ela não é essa árvore frondosa arreada de Dourados Pomos hoje. Mas hoje ela já existe, sim. Só que nós nunca a encontramos porque ela está sempre onde nós a pomos e nós nunca a pomos onde nós estamos. Que a vitalidade possa reanimar a tua esperança em dias melhores, vitalizando o teu ser. Muita paz hoje, agora e sempre.

Mais do canal