#04 Estudo de O Livro dos Médiuns AEE CFN/FEB - Noções preliminares - Parte 3

FEBtv Brasil 05/04/2025 (há 1 ano) 1:15:15 1,802 visualizações

Estudo de O Livro dos Médiuns pela Área de Estudo do Espiritismo do Conselho Federativo Nacional/FEB. Semanalmente, toda sexta-feira, às 21h30, no horário de Brasília, com transmissão ao vivo pelos canais da FEB no Facebook, FEBtv no YouTube e Facebook e Portal do Consolador no Youtube. Encontro 4 - Primeira Parte. Noções preliminares. Cap. III Do método. Itens 18 a 23. Link de acesso ao Estudo: https://febtv.live/livrodosmediuns_cfn_feb Para fazer parte do grupo do estudo, acesse: Telegr...

Transcrição

Vamos juntos nessa jornada de conhecimento e descoberta refletir e expandir nossos horizontes sobre a mediunidade, ampliando nossa compreensão sobre o mundo espiritual e suas belezas. Estudo de Ovre dos Médiuns pela área de estudo do Espiritismo do Conselho Federativo Nacional da Federação Espírita Brasileira. Boas-vindas a todos que estão conosco neste momento. Nossas boas-vindas aos participantes. Carlos Campete, a Sheila da Costa Oliveira, evangelizadora facilitadora de estudos espíritas e colaboradora da Federação Espírita Brasileira desde 1980. Boas-vindas também ao Luís Carlos de Assis, que é trabalhador do Centro Espírita Raio de Luz de Goiânia, Goiás, coordenador da área de mediunidade da Federação Espírita do Estado de Goiás. Muito bem-vindos. Muito bem. Saudações fraternas, Elita, Sheila, Luiz e a você que está acompanhando também. Muito bem-vindo, Carlos. Nós estamos aqui dando continuidade, bom, sou o Carlos, né? Estamos dando continuidade ao estudo de O livro dos Médiuns. Hoje nós vamos examinar a primeira parte, noções preliminares no capítulo três. Olha como a gente vai avançando já do método nos itens 18 a 23. Esperamos que você tenha lido antes, não é? É muito bom quando você que está acompanhando leia antes, venha preparado, já traga suas dúvidas, suas anotações para destacar aí na área de texto, né, na no chat para que a gente aqui apresente. E nós vamos então já fazer a primeira pergunta paraa Sheila hoje que está no item 18. Qual é o caminho Sheila mais seguro apontado por Allan Kardec para fazer prosélitos? Ou seja, esclarecer às outras pessoas o que é e as vantagens do espiritismo. Tá fechado seu microfone, Sheila Kardec é bem claro nesse aspecto como filósofo, como educador, né? Ele sempre fala muito a inteligência das pessoas e ele diz que o melhor meio de se obter esse efeito é pelo ensino, pelo estudo. E esse ensino, esse estudo, ele vai variar de todas as formas possíveis, né? Não podemos esquecer que Kardec foi discípulo de Pestalose e

elhor meio de se obter esse efeito é pelo ensino, pelo estudo. E esse ensino, esse estudo, ele vai variar de todas as formas possíveis, né? Não podemos esquecer que Kardec foi discípulo de Pestalose e Pestalose desenvolvia, né, essas pedagogias adequadas ao público que tinha que aprender alguma coisa, não ensinava da mesma forma para todo mundo. É um pioneiro nesse aspecto. Então, Kardec traz isso, essa codificação, essa esse cuidado, né, com a forma de alcançar a mente da outra pessoa, dar uma argumentação adequada, né, usar a razão e a informação, mas ele diz que há muitas formas de ensinar. E aí a que o exemplo é fundamental, né? Ensinar pelo exemplo, ensinar pela coerência pessoal, pelo tanto que a nossa própria vida reflete a doutrina que nós estamos querendo elucidar paraas outras pessoas. Por quê? Se alguém escuta a gente falando isso, isso, isso, tudo lindo, maravilhoso e depois nos pega num erro crasso, né, de aspecto moral, especificamente falando, como é que a pessoa vai confiar, né? A incoerência é um dos grandes obstáculos ao aprendizado. Então, se existe uma coisa incoerente, a pessoa não vai querer aprender. Enquanto persistir a incoerência, não dá. Então, Kardec frisa muito isso. Vamos ensinar, vamos esclarecer, mas usar todo o leque possível das possibilidades de ensino para que a pessoa entenda aquilo que nós estamos querendo dizer na sua própria linguagem, né? Então, quem quiser eh explicar o espiritismo, né, e fazer com que isso fique claro para as outras pessoas, também tem que ficar bom para dominar linguagens, dominar abordagens, né? Porque se você falar igualmente para todo mundo, aí não vai dar condição, né, para isso. E frisando ainda uma coisa muito importante, o fim último do espiritismo não é o proselitismo, não é você ter milhões de seguidores, né? Não é uma página no Instagram, no YouTube, no ex, né, no Facebook. Não é uma coisa que você vai querer repercutir para ganhar popularidade. Não é isso. É um modo de iluminar almas. E isso se faz é com

Não é uma página no Instagram, no YouTube, no ex, né, no Facebook. Não é uma coisa que você vai querer repercutir para ganhar popularidade. Não é isso. É um modo de iluminar almas. E isso se faz é com qualidade, né? Não com quantidades. Então, por isso que ele diz que o importante é ensinar, mas ensinar de todas as formas possíveis e de maneira coerente para que a mente das pessoas seja atingida da forma correta e a partir daí a gente possa também chegar aos corações. Muito obrigada, Sheila. Uma coisinha, Zita. E Sheila, a gente deve se espantar com a palavra ensino. De jeito nenhum, né? E a gente hoje em dia até acopla essa palavra, a palavra aprendizagem. Então tudo hoje em dia é um binome, né? Ensino aprendizagem. Tem sempre alguém ensinando e tem sempre alguém aprendendo. Eu tenho uma grande amiga que ela diz assim: "A gente ensina porque existe quem aprende". Se não existir quem aprende, não há motivo para ninguém ensinar, né? Então é uma via de mão dupla, né? Ensino existe sim e aado a aprendizagem ele se transforma em educação, né? Então se for só ensino é instrução. Ensino, aprendizagem vira educação. Beleza. Cheia. E Luí, agora é para você questão. Para convencer as pessoas basta apresentar os fatos? E por que Kardec afirma que no espiritismo a questão dos espíritos é secundária? E Zita, eu poderia fazer um pequeno comentário ainda em relação à primeira questão? Perfeitamente, Luiz. Perfeitamente. É, realmente a Sheila trouxe pontos muito importantes, sem dúvida, mas eu eu acho também essa essa frase de Allan Kardec lapidar quando ele disse, eh, dissemos que o Espiritismo é toda uma ciência, toda uma filosofia. Quem, pois, seriamente queria, queira conhecê-lo, deve, como primeira condição, dispor-se a um estudo sério e persuadir-se de que ele não pode, como nenhuma outra ciência, ser aprendido a brincar, né? Porque às vezes a gente vê pessoas achando que espiritismo, ah, ouvir palestra, tudo bem, palestras são, ajudam também, mas o estudo, né, como a Sheila

huma outra ciência, ser aprendido a brincar, né? Porque às vezes a gente vê pessoas achando que espiritismo, ah, ouvir palestra, tudo bem, palestras são, ajudam também, mas o estudo, né, como a Sheila destacou, é necessário. E como ele ainda diz paraa frente que o espiritismo entende com todas as questões que se interessam à humanidade, então veja, não é uma ciência qualquer, né? é uma ciência que nos traz um aprendizado válido para a vida. é uma ciência que nos ensina a lidar com questões do universo, ou seja, questões universais, né, que não serão válidas só para nós aqui na Terra, só nessa encarnação, né, só para esse grupo ou para aquele. Ela é válida para o nosso crescimento, né, para nós acendermos a, ou seja, alcançar os conhecimentos da lei divina. Por isso ele precisa eh ser encarado com seriedade, com método, né? Daí a gente tá estudando esse capítulo, começando aí, né? Do método, Allan Kardec nos dando algumas orientações. E o que ele destaca também no final dessa frase, que é encará-lo pelas suas consequências, né? A gente sabe que esses ensinamentos eles não são somente para o nosso intelecto, mas principalmente para alcançar o nosso coração, né? Então isso leva realmente vidas e vidas. Por isso a gente eh precisa realmente encará-lo. E felizmente o movimento espírita tem entendido isso hoje, oferecido, né, nas casas espíritas, nas instituições, nas federativas, estudo, né, cursos da de doutrina espírita de forma sistemática, sequencial, pra gente poder realmente oferecer esses conhecimentos à aqueles que estão em condição de recebê-los. Muito bem. Excelente. Muito bom. Eh, nós vamos vamos destacar aqui um comentário eh que foi feito, deixa eu ver, eh da do Aldo Nobre. Ele disse: "A educação, se bem compreendida, é a chave", né? Ainda relativo à questão da educação ali, não é? E a Valéria Alves, ela diz assim: "Eh, sim, Sheila Kardec diz que o espiritismo diz respeito a todas as questões que interessam a humanidade, né?" Ainda comentando o item também que foi e o o

, não é? E a Valéria Alves, ela diz assim: "Eh, sim, Sheila Kardec diz que o espiritismo diz respeito a todas as questões que interessam a humanidade, né?" Ainda comentando o item também que foi e o o José Barbosa diz assim: "Eu achei estranha essa colocação no início do item 19, mas o o Luiz já explicou, eh, José Barbosa, não é? E Kardec faz essa afirmativa porque de fato a questão do fenômeno no espiritismo é secundária. Como o Luiz destacou, o estudo é fundamental e Kardec coloca isso no item 19. Ele começa falando desse jeito justamente para deixar claro pra gente que não adianta nada a pessoa ir eh ver o fenômeno se ela não entende a teoria, ela não sabe do que se trata, porque ela vai chegar lá e vai estar mais discrente ainda do que entrou, porque ela não sabe como é que funciona e pode até ficar duvidando que eu duvidava antes. Isso é que não pode botar pessoas disparadas na atividade mediúnica, porque as pessoas não terão condições de compreender, não é? E poderão até atrapalhar o processo. Então, muito cuidado com isso, né? Aí, Sheila, nós vamos para nesse item 19, né? Tem, a gente tem mais duas perguntas e eu vou te fazer mais uma delas aqui. Explique essa afirmativa de Kardec. Todo ensino metódico tem que partir do conhecido para o desconhecido. Você que é pedagoga, né, que é professora. Eh, é interessante que esse é o método utilizado por Jesus quando ele faz as parábolas. Ele fala de grandes conceitos morais, né, espirituais, utilizando aquilo que o povo conhecia. O povo conhecia o quê? Conhecia o trigo, conhecia a pérola, conhecia a dracma, né? Conhecia eh a estrada, né? Conhecia a figueira. Então, aquilo que era conhecido, ele utilizava como trampolim para impulsionar o raciocínio numa outra direção, né? Então, a pedagogia de Jesus é muito sábia, né? Não vamos falar de coisas que a pessoa não pode entender. E ele deixa isso bem explícito quando ele diz, né? Se não me entendeis quando vos falo das coisas da terra, como me entendereis quando eu vos falar das

falar de coisas que a pessoa não pode entender. E ele deixa isso bem explícito quando ele diz, né? Se não me entendeis quando vos falo das coisas da terra, como me entendereis quando eu vos falar das coisas do céu? Então ele tava aqui usando a matériapra que os espíritos na época podiam compreender, era tudo material, né? E usando o que era conhecido para chegar ao desconhecido, que era o Deus de amor, não Deus dos exércitos, vingativo, né? Opressor que a gente teme, não respeita. Ele queria falar de fraternidade, ele queria falar de solidariedade, queria falar de generosidade, de perdão. Isso era desconhecido pra humanidade da época e, infelizmente, ainda é desconhecido pra humanidade de hoje, né? Nós estamos atolados em conflitos e guerras não é à toa. Então, partir do conhecido para o desconhecido, usar aquilo que é parte da realidade das pessoas para que se chegue a um nível de abstração, de novo conhecimento, né? Eh, Vigotsk chama isso de anda imagem, né? A pessoa precisa de um andime para ela ir subindo, né? O andaime é aquela construção que vai subindo junto com a construção. Então eu fiz até 10 fiadas de tijolo. Eu não preciso de andame, mas a partir daí eu já vou precisar. Então se eu quiser subir a construção, eu preciso de um apoio, um apoio adequado, né? Esse conceito de andar imagem é parte da pedagogia vigotskiana. E quando a gente diz eh, falando de de conhecido para desconhecido, os métodos de alfabetização do Paulo Freira usaram isso. Então, ele pegava o tijolo para falar com o trabalhador da construção. Era um objeto que ele conhecia. A partir do objeto conhecido, ele chegava nas letras, na palavra, para levar a pessoa do conhecido para o desconhecido. No nosso caso aqui, Kardec fala explicitamente pra gente usar a matéria para chegar ao espírito, né? Porque a matéria é o que a gente conhece, é a concretude. Usando essa matéria, a gente consegue fazer o trampolim e dar um salto para conseguir chegar ao espírito. Bem, Sheila Luiz quer trazer alguma

Porque a matéria é o que a gente conhece, é a concretude. Usando essa matéria, a gente consegue fazer o trampolim e dar um salto para conseguir chegar ao espírito. Bem, Sheila Luiz quer trazer alguma colaboração a essa pergunta anterior? Seu som tá fechado. Sim. pensando aqui, né, enquanto a Sheila falava, realmente é é a coisa mais lógica, né? Imagina se um estudante, por exemplo, de medicina começasse na residência, né? O curso fosse, como é que ficaria? Não teria nenhuma base, né? Então faz todo sentido a gente eh partir, como diz Kardec, do conhecido para o desconhecido, porque a gente vai eh escalonando, como a Sheila colocou, essa questão do andame eu achei muito interessante. E se nós observarmos aí também um outro aspecto do simples pro complexo, né, que de certa forma está também embutido nisso aí, porque a a gente não consegue começar um estudo muito complexo lá da parte mais complexa dele. A gente começa nos entendimentos, né, daquilo mais simples. E se nós observarmos as própri o próprio método, digamos assim, da natureza na nas coisas, por exemplo, a evolução das espécies, né, partiu do simples, né, dos seres mais simples pro complexo, né, o princípio inteligente, né, fez essa caminhada também nesse processo, né? Então, é uma questão muito lógica aí que Allan Kardec também usou muito isso na didática da organização da obra básica, né? Muito bom, Luiz. Luiz, no item 20, Kardec afirma que há duas classes de materialistas. Qual é a primeira delas? Primeira dela, ele diz que são os materialistas por sistema, né? são aqueles eh que têm, digamos assim, certeza absoluta de que Deus não existe, de que o espírito não existe, ou seja, de que existe só a matéria, né? E que o homem dentro da concepção eh desses materialista é uma simples máquina que uma vez morto o corpo, né, simplesmente se acaba. nada eh, digamos assim, sobrexiste, né? Não existe nenhum um ser, porque eles não admitem a existência da alma, por consequência não admite a existência do espírito, né?

po, né, simplesmente se acaba. nada eh, digamos assim, sobrexiste, né? Não existe nenhum um ser, porque eles não admitem a existência da alma, por consequência não admite a existência do espírito, né? Então, esse tipo de materialista é o que Allan Kardec falou de sistema. Agora, o que ele coloca que é uma questão importante, porque não constituem grande grupo, nem constituem classes, vamos dizer, organizada propriamente, porque se a gente for pensar o materialista mesmo é realmente algo fora do do contexto, fora da da realidade, porque quando a gente observa todas as ah, vamos dizer assim, os povos, né, primitivos, a aquela questão inata que traz da existência de um ser superior, né, que a gente sabe que davam cada um nas suas regiões os nomes mais diferentes, mas era aquela a intuição da presença dessa centelha divina, ou seja, da existência de Deus, que no fundo é isso que não há, né, conforme diz eh os próprios espíritos na lei de adoração, que não existe nenhum povo ateu, né? Eh, originalmente ateu, ele vai surgir em função muitas vezes, de processo educacional. a gente vai ver que vai surgir muitas vezes em processo de da própria, vamos dizer, dos próprios métodos às vezes até religiosos que conforme Emanuel as religiões fizeram, né, ou fazem ainda muitos muitas pessoas infantis porque leva a uma forma de pensar equivocada. E depois quando a pessoa vê, né, principalmente quando aquilo não consegue e ser explicado, ela acaba passando dessa crença para o lado oposto, se tornando materialista. Mas eh esse é um grupo, digamos assim, que que Kardec diz que é muito difícil, né? Mas que precisa é aqueles exatamente que ele fala que se formos trabalhar com esse grupo grupo, precisamos iniciar pela pelo lado, né? Isso que a Sheila tava acabando de mencionar e do conhecido, ou seja, da matéria, falando que além do corpo existe algo mais, ou seja, por aí, né? Mas não devemos também ter tanta preocupação, né, ao ponto de às vezes de eh de nos esgotarmos os recursos. tem

o, ou seja, da matéria, falando que além do corpo existe algo mais, ou seja, por aí, né? Mas não devemos também ter tanta preocupação, né, ao ponto de às vezes de eh de nos esgotarmos os recursos. tem que ser um processo natural, porque nós não temos esse objetivo de de converter ninguém à força. Muito pelo contrário, aqueles que buscam a doutrina, eh, nós sim, eh, devemos e podemos e devemos oferecer aquilo que é de melhor, mas Deus tem os seus métodos e se a gente não conseguir, a gente precisa lembrar que também eles desencarnarão, né, e vão deparar com a realidade logo ali, tá certo? Obrigado, Luiz. Eu vou perguntar se a Sheila quer acrescentar alguma coisa, mas antes, Carlos, eh, a Regina que chegou depois tá um pouco perdida querendo saber onde nós estamos. Então, Regina, nós estamos no capítulo três hoje discutindo dos itens 18 a 23 e o Luís acabou de abordar o item 20. Então, Sheila quer colaborar. É interessante essa questão do materialismo, né? Porque quando eu coordenava juventude espírita, um dos meus evangelizandos tinha um amigo na escola, né, que era materialista. E aí ele chegava para mim toda semana, olha, eu conversei com ele, isso, assim, assim, assim, assim, assim, que que eu posso dizer para ele? Que que eu posso falar? Aí eu conversava com ele um pouquinho, aí ele ia lá durante a semana, conversava de novo, aí voltava e sempre tinha assim, eh, o raciocínio da pessoa que ele estava tentando convencer era mais bem articulado do que a conversa que ele tentava fazer para destituir a pessoa daquela ideia materialista, né? Então, eh, muito importante a gente conversar com as pessoas com inteligência, com sinceridade, né, com coerência. Se a gente não estiver pronto para ser inteligente, sincero, coerente, é melhor não conversar, que a gente vai acabar prestando um desserviço, né? E muitas vezes a pessoa cresce acreditando nisso de uma forma muito profunda. A gente destituir alguém das suas crenças é uma coisa muito forte. Eh, nós não costumamos abandonar aquilo

desserviço, né? E muitas vezes a pessoa cresce acreditando nisso de uma forma muito profunda. A gente destituir alguém das suas crenças é uma coisa muito forte. Eh, nós não costumamos abandonar aquilo em que a gente cresceu acreditando. Então, para você conseguir derrubar uma crença materialista é uma um exercício assim extremamente difícil. Hum. E no livro A vingança do judeu, a gente tem exemplos de todos esses tipos de descrença que o Kardec tá colocando aí nesse capítulo três, né, nesses itens iniciais que nós estamos vendo hoje. Eu recomendo a leitura desse livro pra gente identificar aqui e é o mesmo personagem que passa por diferentes momentos de discrença. Então ele tá num papel, depois ele passa pro outro, depois ele passa pro outro, porque as situações de vida vão mudando. Então é uma obra muito bonita, um romance muito legal, A Vingança do judeu, do Rochester. Esse tem o exemplo claro de todos esses tipos de crença e descrença nos personagens que estão colocados lá na obra. Muito bem, Chile. Daqui a pouco a gente vai continuar com a segunda classe de materialista. Só que eu queria destacar primeiro eh aqui que o José Barbosa, ele voltou a comentar que eu pensei que o espírito era o ponto principal e é, viu José Barbosa, o espírito é o ponto principal, mas o fenômeno da comunicação dos espíritos conosco, sem a base para entender, esse é que é o problema. Então, eh, o fenômeno da comunicação, ele fica em plano secundário, como Kardec coloca, porque é muito importante antes conhecer esse fenômeno, a teoria dele, como é que ele funciona, né, para que a gente então tenha elementos para lidar, não é, com o fenômeno. Mas o espírito, lógico, é essência, né? O espírito é o principal. Aí a o Aldo Nobre comentou num certo momento, né, que a lei é natural, nada sobrenatural, né? Sobrenatural espiritismo explica que não existe, né? Nós vamos estudar isso aqui no livro dos médiuns. E a Marlene Viegas coloca que o livro dela eh tem letras muito pequenas, ela precisa de um

l, né? Sobrenatural espiritismo explica que não existe, né? Nós vamos estudar isso aqui no livro dos médiuns. E a Marlene Viegas coloca que o livro dela eh tem letras muito pequenas, ela precisa de um livro com letras maiores. Entra lá na livraria, não é, da FEB virtual, a FEB vende a codificação com letras grandes. Dá uma olhadinha, né, para você poder fazer a compra do livro em letras grandes, tá bem? E a própria Marlene Viegas comentou que ela é de Magé no Rio Grande, Rio de Janeiro e ela tá querendo aprender a me conhecer. Ela, na, ela quer conhecer a própria mediunidade, né, porque ela ouve o mentor dela falando com ela. Então, Marlene, aqui está uma situação. Você precisa conhecer a teoria de fato, precisa ler o livro dos médiuns com muita atenção, estudar, não é? para você ter o domínio. A gente brinca aqui dizendo assim: "Olha, gente, a mediunidade é uma porta que se abre para uma outra dimensão. Se você não aprender a fechar a porta antes, você abre a porta, você não sabe quem tá entrando, quem é que entra na sua casa mental, depois você quer que saia, o espírito não sai, aí fica com processo obsessivo." Então, primeiro a gente aprende a fechar a porta. Como é que a gente aprende a fechar a porta? conhecendo o fenômeno, sabendo como identificar os espíritos, para saber se é o meu mentor mesmo que tá falando comigo ou é um obsessor que tá querendo me enganar. Como é que eu vou saber isso? Eu preciso estudar. Não tem alguém que vai poder dizer para mim: "Ah, isso aí é o seu mentor, isso aí é o seu, é um espírito obsessor, é você mesmo que tem que aprender a identificar no estudo." Por isso é o estudo que a gente tá fazendo aqui, a leitura individual. Se você puder estudar num centro espírita equilibrado, não é? a obra da codificação também, o ESD, tudo isso vai ajudando a gente, né, a se preparar para poder entender, tá bem? E Sheila, agora é o item 21. Tem várias perguntas do item 21, não é? Não é, são duas duas, né? O item 21 é qual a segunda classe de materialistas referida

é, a se preparar para poder entender, tá bem? E Sheila, agora é o item 21. Tem várias perguntas do item 21, não é? Não é, são duas duas, né? O item 21 é qual a segunda classe de materialistas referida pro Kardec? Foi tratado, Luiz, você comentou a primeira, agora qual é a segunda que ele fala? Eh, interessante ele colocar isso como segunda categoria, né? Aqueles que não tem proatividade para buscar essas respostas, né? Tô acomodada. Ol, você sei sabe aquela música, tenho muita pressa, muita coisa me interessa, mas nada tanto assim. É tipo isso, né? a pessoa não vai atrás, não vai procurar, mas se aparecer alguma coisa melhor, né, ela até aceita. Então, é a pessoa que não tem a energia dirigida na direção da transcendência, da espiritualidade, porque tem pessoas extremamente inteligentes numa determinada área, em outra, em outra, mas todo ser humano precisa desenvolver a sua inteligência transcendente, porque é ela que vai nos ajudar a lidar com essas questões, né? E a pessoa que se acomoda, não, isso aí dá muito trabalho, não, não vou atrás não, porque, né, é muito difícil, não tem tempo. Então, a pessoa está indiferente as questões transcendentes e isso não é saudável. Não é saudável. A própria Organização Mundial de Saúde já preconizou cinco pilares de saúde paraa humanidade. É a saúde mental, a saúde emocional, a saúde eh social. Importantíssima essa, né? A saúde eh espiritual apareceu agora como o último pilar. Então, a pessoa que não desenvolve a espiritualidade, ela tá deixando de alimentar uma dimensão e aí ela fica doente por causa disso. Doente por quê? Porque tá faltando alimento para uma camada do ser humano que é importantíssima, né? Então, se a gente não desenvolver essa proatividade para buscar essas respostas, nós estamos ficando para trás. ir para trás com relação a nós mesmos, não em relação a outras pessoas, né? Eh, com relação à nossa própria autorresponsabilidade. Então, não vamos nos acomodar. Alguma coisa nos chamou atenção, eh, vamos atrás, vamos

relação a nós mesmos, não em relação a outras pessoas, né? Eh, com relação à nossa própria autorresponsabilidade. Então, não vamos nos acomodar. Alguma coisa nos chamou atenção, eh, vamos atrás, vamos pesquisar. A doutrina espírita é a doutrina do livre arbítrio, do livre exame. Não tem nenhum assunto proibido, nenhuma obra com páginas coladas, nenhum pedaço que a gente não possa acessar, né? É livre exame, livre estudo, livre escolha. Então, a gente ficar acomodado sem querer se ocupar dessas questões é uma coisa prejudicial para nós mesmos e de maneira bem profunda, né? Nos próprios 10 mandamentos, Moisés diz lá para santificar o dia do sábado. Isso significa não um dia, mas é que tempo eu dedico às minhas atividades de espiritualidade, de transcendência, que tempo isso ocupa na minha vida, né? Porque se eu não pensar nisso nunca, como é que eu vou evoluir? Como é que eu vou me livrar, né, desse círculo vicioso do mundo material? É preciso dar um um salto, né, de qualidade. E a gente só dá esse salto de qualidade deixando de ser indiferente as questões da transcendência, né? Importantíssimo a gente ficar com isso na mente. Obrigada, Sheila. Então, Luís, vocês definiram muito bem os dois tipos de materialistas. Agora vem uma questão para você. Como se dirigir se dirigir a esses dois tipos de materialistas? Bom, eh, Allan Kardec diz que aos primeiros, né, ou seja, aqueles materialistas por sistema, né, nós vimos que que são que tenha, digamos, certeza, eles negam, ten a certeza da não existência de Deus, ou seja, da vida espiritual. Esses a gente tem não, não adianta falar de revelação, nem de anjos, nem de paraíso, né? Porque eles não compreenderiam. Isso não faz parte do pensamento deles, da lógica deles, né? Eh, nós precisamos então tocar em coisas eh que sejam palpáveis para eles. como Allan Kardec eh colocou lá lá atrás, né, naquela na questão, né, que vocês colocaram aí no item 19, né, nós precisamos eh começar de algo que eles entendam, falando da matéria, tentando

ara eles. como Allan Kardec eh colocou lá lá atrás, né, naquela na questão, né, que vocês colocaram aí no item 19, né, nós precisamos eh começar de algo que eles entendam, falando da matéria, tentando explicar que, olha, existe, será que a matéria, todos os fenômenos eh são explicáveis pela só pela pensando que existe existe só a matéria, digamos assim, palpável no nosso meio, não existe nada eh que sobre sobre, vamos dizer, em outra dimensão, né? Então, precisa levar a pensar, né, na nessas questões psíquicas, nessas questões mentais, uma série de aspectos que levar a pessoa a pensar que há algo além dessa matéria. Então, para esses, eh, ele diz que nós temos que por aí provar primeiro, primeiramente que as leis da fisiologia, como Allan Kardec diz lá, é, são impotentes para tudo explicar, né? E o ele diz: "Olha, o resto ele virá por consequência, né? Porque é aquilo que nós falamos, a gente busca eh estar dentro desse mesmo raciocínio, né, deles e tentando tirar dali da base daquilo que eles acreditam, tentar mostrar que há algo além". Agora, aos segundos, aqueles eh que são que a Sheila acabou de falar, que é o são os materialistas eh por indiferença, por falta de uma coisa melhor, esses eh já são mais fáceis, segundo a própria Concepção de Kardec, porque na realidade eh a crença deles não é de todo nula. Allan Kardec chega mesmo a dizer que eles eh gostariam realmente de acreditar em alguma coisa, porque a crença, digamos, em no nada após a morte, isso também os apavora. Então, para esses eh nós podemos já falar de uma forma mais clara, né? como ele diz aqui, ó, eh, como incredulidade é aos segundos, como a incredulidade não é preconcebida, porque então a crença não é de todo nula, há um germe latente, né, abafado pelas ervas más e que uma centelha pode reavivar. É o cego a quem se restitui à vista, né? Ou seja, se a gente dá uma e a doutrina espírita ela realmente, né, nós temos vários locais que nós vamos ver isso, né, mas távamos vendo ainda o lá no capítulo 18, 19, né, do Evangelho, né, a

ta, né? Ou seja, se a gente dá uma e a doutrina espírita ela realmente, né, nós temos vários locais que nós vamos ver isso, né, mas távamos vendo ainda o lá no capítulo 18, 19, né, do Evangelho, né, a questão da fé raciocinada, né, o quanto ela traz realmente a gente usando esses argumentos, é como Você, como Kardec mesmo diz, é você dar uma tábua a um náufrago, né, para ele agarrar e poder sair. Porque quando você leva a pessoa a raciocinar, a pensar, se ela não tem esse pensamento pré-concebido de negação e absoluta, então você consegue sim muitas vezes eh com a lógica, né, do que a que a doutrina nos apresenta, porque ela nos leva a acreditar, aceitar os seus postulados, a sua base pela pela lógica, por aquilo que atende à nossa razão. Porque nós vimos, né, como Allan Kardec mesmo diz na sua obra, a fé cega já não é deste século. Ele tava falando lá no século lá no século XIX, nós estamos no XX, né? Então, se a gente para esse segundo se torna mais fácil porque você já vai dar uma abordagem mais direta, porque eles não são todos, digamos assim, não são de todos fechados, né? É aquele aquele, digamos assim, aquele cego que quer ver, né? Não sei. Talvez a Sheila queira trazer alguma complementação aí, né? É ótimo, Luiz. É isso mesmo. Deixa eu só colocar aqui, eh, Sheila, um comentário da Valéria em relação ao que o Luiz tá comentando. Essa segunda classe está pronta para aprender a doutrina espírita. Não tem ideias pré-concebidas, não creem porque não conhecem. Você quer comentar mais alguma coisa? Fica à vontade, Sheila, por favor. que diz que o é interessante que Kardec coloca no início do parágrafo que o materialismo é uma ideia antinatural, né? E no livro dos espíritos, eh, se diz lá também que não há nenhuma civilização, nenhuma cultura em toda a história da humanidade que não tenha um ícone ao menos de transcendência de espiritualidade. Então isso é parte da antropologia terrena. Todos os povos do planeta Terra como coletividade, eles têm esse elemento transcendente, né? Não, não existe

ao menos de transcendência de espiritualidade. Então isso é parte da antropologia terrena. Todos os povos do planeta Terra como coletividade, eles têm esse elemento transcendente, né? Não, não existe nenhum povo, nenhuma civilização que seja materialista. Aliás, as grandes civilizações que a gente conhece nos chamam muita atenção, justamente por conta desse trânsito muito grande, né, com as ideias transcendentes. Egito, né, a gente tem a Grécia, a gente tem a Roma, que eu importou toda a teologia grega para o povo romano. a gente tem os babilônios, tem os assírios, tem os povos originários das Américas, tem as crenças orientais, né, que Kardec, mas a gente tem no conhecimento do planeta Terra disponível essa ideia de que há alguma coisa a mais. Nós não estamos presos, né, num corpo material à toa, mas esse corpo material e olhando a natureza à nossa volta, a gente já tem apelos transcendentes fortíssimos, né? Eh, como é que a gente explica que todos os seres, dos mais simples aos mais complexos, foram construídos a partir da mesma base mineral? tem um número reduzido de elementos minerais que compõem todos os corpos do planeta Terra. Isso é arranjo e combinação assim de uma criatividade e de uma precisão que a fisiologia sozinha não explica, né? É isso que ele coloca aí mais no final do parágrafo. São coisas pra gente refletir, porque se a gente não para para pensar sobre as coisas, as dúvidas não vêm. E a gente só aprende uma coisa nova quando tem dúvida. Quem tá cheio de certeza não consegue, né? que a certeza é o copo cheio e para estar em situação de aprendizado tem que ter algum vazio, tem que ter alguma lacuna, tem que ter algo a ser preenchido, né? Isso é muito importante da gente lembrar. Muito bem. Eh, vou botar da Jane aqui um comentário, Zita. Ela disse: "Estudar mediunidade é fundamental para uma vivência de equilíbrio e paz". É bem interessante isso aqui, não é? E nós temos aqui, deixa eu ver, tem uma uma pergunta que a gente vai colocar já. E a Marlene fez um

diunidade é fundamental para uma vivência de equilíbrio e paz". É bem interessante isso aqui, não é? E nós temos aqui, deixa eu ver, tem uma uma pergunta que a gente vai colocar já. E a Marlene fez um comentário. Eu nasci na família paterna espírita e na infância com 6 anos eu curava as crianças enfermas. Minha avó paterna proibiu devido os obsessores. E Marlene, a gente não comenta porque a gente não tem, né, o conhecimento de toda a situação. Então a sua avó deve ter tido razões daquele momento, né, pelo conhecimento que ela tinha na época para fazer essa proibição. E a gente ainda com criança, não é, se não tem conhecimento, não tem o estudo, pode realmente estar sujeita a riscos, né? A mediunidade não está livre de escolhas, como a Allan Kardec explica, não é? Mas a gente precisaria de mais informação para ter uma ideia mais clara sobre isso, para ter, né, assim, um comentário que possa ser mais profundo. A não ser que a Elusita Luiz queiram comentar algo a respeito. A o a Sheila, quero dizer, quero pode comentar. Eu eu acho que eh nesse nesse patamar que você tá colocando, nós teríamos que ter um conhecimento mais aprofundado, não é? E notadamente uma pergunta que vem e depois não aconteceu mais, você parou de eh apresentar esses fenômenos, mas isso aí é um caso muito pessoal, então a gente teria que ter realmente uma percepção, um conhecimento maior. Então o que a gente tem que colocar é o seguinte: acima de tudo o estudo, acima de tudo o esclarecimento e não nos deixar impactar tanto pelos fenômenos, não é? O nosso compromisso é com esse conhecimento para explicar os fenômenos. E tem uma questão aqui que a Cristiane Rosa de Araújo Cunha colocou. Algumas pessoas têm medo de falar em espiritismo. Eu gostaria que Sheila e Luiz comentassem isso aí. Microfone fechado, Carlos. E ela perguntou por quê. Bem, eh, tem sim muita gente com medo de falar em espiritismo, porque o espiritismo ainda é muito desconhecido, né, das pessoas. E quem acha que conhece muitas vezes tem

rlos. E ela perguntou por quê. Bem, eh, tem sim muita gente com medo de falar em espiritismo, porque o espiritismo ainda é muito desconhecido, né, das pessoas. E quem acha que conhece muitas vezes tem uma visão distorcida. Então, aquilo que eu não conheço me causa receio. E muita gente dissemina essa crença totalmente falsa de que o espiritismo é algo demoníaco, né, que é algo condenado, que vai levar a pessoa para perdição, né? O fanatismo religioso, ele provoca a disseminação de muito preconceito. Hum. E a gente não deve ter preconceito com religião alguma, porque cada passo dado nessa estrada da transcendência é uma religião que a pessoa frequenta, né? Quando ela está madura, ela muda, ela vai para outra situação. Ela às vezes até rompe com aquela em que ela cresceu, porque a alma dela já não se satisfaz mais com aquilo, né? Então, o medo de falar do espiritismo vem principalmente do desconhecido e dos preconceitos que são disseminados e que provocam inclusive o ódio religioso, né, com ataques pessoais, ataques a instituições, o que não tem nada a ver com cristianismo. Cristianismo é amor, cristianismo é respeito, cristianismo é acolhimento. Gente, não tem eh notícia de Jesus eh tocando fogo em nada, né? Nem mandando ninguém perseguir ninguém, nem matar ninguém, nem destruir nada daquela pessoa. Então, medo de falar em qualquer tema significa ignorância, imaturidade, que à medida em que nós vamos estudando e libertando a nossa mente, isso desaparece. né? Então, a instrução, o ensino, a educação, o aprendizado, tudo isso é importante para que a gente fique livre. E não tem outra forma de a gente ser livre do que entrar em contato com a verdade. Jesus é bem claro quando ele diz, né? Conhecereis a verdade e a verdade vos fará livres. Medo não combina com verdade. Pra gente conseguir conhecer a verdade, tem que deixar o medo de fora, né? medo de mudar, medo de reformar as próprias ideias, medo de eh sair de uma situação de conforto e entrar numa que nos pede mais responsabilidade. Tem 300.000

erdade, tem que deixar o medo de fora, né? medo de mudar, medo de reformar as próprias ideias, medo de eh sair de uma situação de conforto e entrar numa que nos pede mais responsabilidade. Tem 300.000 ideias de como o medo se interfere na nossa vida, né? Então vamos deixar o medo de lado, procurar examinar, ler com atenção, não repetir as coisas equivocadas que a gente escuta. Vamos ter responsabilidade no nosso autoesclarecimento. Porque se alguém nos conta algo que é incorreto e a gente vai acredita, sem pesquisar, sem conferir, nós estamos abrindo mão da nossa inteligência e do nosso livre arbítrio. E não é assim que a gente progride, né? Então a gente não tem que ter medo de falar em nada, né? Eu me tornei espírita porque eu nasci em família espírita, mas eu confirmei a minha vontade de permanecer no espiritismo, porque não há proibições. Você pode tudo, mas aguente as consequências, né? Ninguém vai te proibir de estudar nada, de falar nada, de eh ler sobre qualquer coisa, de discutir sobre qualquer assunto. É preciso se instruir para fazer isso, né? Muito pode falar. Eu acho, tá, eh, a Sheila já colocou realmente os pontos principais, um deles eh que ela abordou aí, que realmente eu acho que é o um dos dos maiores, digamos assim, que as pessoas às vezes evita, né? Ah, tem é a questão do preconceito, mas a o que a gente pode dizer, né, Zitem? Nós principalmente na nossa época mais de de jovens, né, isso era muito muito maior do que hoje, né? Então a gente, à medida que a doutrina espírita foi ganhando, digamos assim, cidadania, esse preconceito ele foi desaparecendo, né? e cada vez mais, quer dizer, a gente tem também uma uma grande grande contribuição, né, dos meios de comunicação, da mídia, né, que com a até as as telenovelas, os filmes, que tem trazido a ao grande público a, vamos dizer, aspectos realmente eh coerentes, corretos, né, com da doutrina espírita. Isso tudo tem contribuído para eh que as pessoas vão deixando esse preconceito de lado, né? E e porque conhece de fato, passa a

aspectos realmente eh coerentes, corretos, né, com da doutrina espírita. Isso tudo tem contribuído para eh que as pessoas vão deixando esse preconceito de lado, né? E e porque conhece de fato, passa a conhecer de fato o que é a doutrina espírita, como a Sheila bem lembrou, né? A a recomendação de Jesus: "Conhecereis a verdade e ela vos libertará", né? Então, se a gente conhece e vê que seus postulados, não tem nada a ver que fere, né, a os, vamos dizer, que fere as nossas as nossas relações sociais, muito pelo contrário, nos auxilia em vários aspectos da vida, de ter uma compreensão coerente, de levarmos a, vamos dizer, a ser mais tolerantes, a amar o nosso próximo, sem nenhum preconceito com nenhuma religião, porque a doutrina espírita não veio para substituir nenhuma religião, né? Ela é ela veio para nos ajudar a tirar desse desse caos da ignorância com relação sobretudo a às leis naturais. Então, à medida que isso vai ganhando público, esse preconceito vai desaparecendo, né? Existe ainda em alguns locais, mas hoje nós podemos dizer que é chique ser espírita, né? falar que é espírita. Então isso felizmente tá mudando. É verdade. E ainda tem um detalhe que queria colocar. A gente tem um ditado que diz assim: "O medo é mau conselheiro". Então ter medo das coisas não é bom para nós, não é? O o como foi colocado, o medo normalmente ele ele é fruto da ignorância. Quando a gente esclarece sobre as coisas, a gente perde o medo, como a Sheila colocou, Luiz tá comentando, né? Então, eh, eu vou colocar um comentário da Nina Fontes aqui rapidamente. Eh, quando começamos a estudar algumas coisas vão acontecendo e isso me preocupa porque a casa que frequento menos do que gostaria é na cidade vizinha e retorno muito tarde por pistas desertas. E quando frequentamos os acontecimentos aumentam e falta o apoio, o esclarecimento pessoal, etc. Mas vamos seguindo do jeito que dá e orando e vigiando, rogando a Deus por uma casa espírita por aqui. Vamos planejando e pedindo orientação e apoio

tam e falta o apoio, o esclarecimento pessoal, etc. Mas vamos seguindo do jeito que dá e orando e vigiando, rogando a Deus por uma casa espírita por aqui. Vamos planejando e pedindo orientação e apoio à espiritualidade para que aconteça. Então, Nina, a gente recomenda que você, se não iniciou, ainda inicie um estudo do evangelho no seu lar. Com o tempo, não é? vai se estabelecendo uma proteção no seu lar. Você pode convidar pessoas interessadas, pessoas amigas que queiram, não é, de repente eh participar também e devagarinho. Quem sabe no futuro não surge um centro espírita. Aí às vezes quando a gente sente à vontade, a gente tá sentindo a vontade como um chamado de um compromisso que a gente tem, não é? Mas é importante que você estude, não é? que você vá conhecendo, se vai realmente formar um centro espírita, deve ter na região um órgão unificador, ou então na na capital do estado tem um órgão unificador que você pode procurar para te ajudar depois, mas primeiro tem que começar devagarinho o estudo do evangelho no lar, aí vai chamando as pessoas devagarinho que tem interesse, de repente vai formando o grupinho e aí surge o centro que você deseja. Olha que interessante, né? que às vezes a gente vai ser o próprio agente daquilo que a gente tá desejando e a gente deseja muita sorte para você que aconteça, não é? Aqui ela tem uma outra pergunta que eu vou fazer pro Luís, então porque a Sheila foi a última foi pra Sheila, né? A Maria das Graças Andrade Menes põe assim: "Tem uma amiga que percebeu quando mais jovem que tinha mediunidade, mas por medo do desconhecido não aceitou a mesma. hoje se arrependeu e está estudando sobre o assunto na esperança de ter uma nova oportunidade. É possível, Luiz? Uai, em tese, sim, né? Porque a a gente as portas nunca estão fechadas para aquele que quer crescer, aprender, né? e retomar uma, vamos dizer, um caminho que você num determinado momento considerou, talvez, ou até por a questão aí, como foi colocado às vezes, o medo, né? Eh, ou

uele que quer crescer, aprender, né? e retomar uma, vamos dizer, um caminho que você num determinado momento considerou, talvez, ou até por a questão aí, como foi colocado às vezes, o medo, né? Eh, ou por outro aspecto, você não achou oportuno. Quantas vezes a gente faz isso em relação a outros aspectos das nossas da nossa vida? E quando a gente então entende que aquele chegou aquele momento para enfrentar ou para decidir seguir aquele caminho, as portas estão abertas. Sim. Essa questão da mediunidade, a gente sabe que aquele que veio, eh, porque em tese, né, todos somos médiuns, conforme Allan Kardec nos diz, mas aqueles que vêm com mediunidade, digamos assim, ele a gente usa muito a palavra ostensivo, né? aqueles que vai produzir fenômenos tipo psicografia, psicofonia e outros tipos. Eles receberam preparo no plano espiritual e nascem, digamos assim, com essa predisposição orgânica, ou seja, com alguma, eh, digamos, vamos usar aqui um facilitador, né, algo que vai permitir que isso pode ficar por uma deliberação nossa, ficar adormecido por um determinado tempo, mas se a gente eh busca retomar isso, pode sim ele ser, vamos dizer, estar Ali o que a gente não consegue, que Kardec diz, é se a pessoa não vem com essa atribuição, não adianta você teimar em querer que o fenômeno eh se apareça, se manifeste, né? Mas se você tem essa predisposição, ou seja, se algo no seu organismo que ela que veio eh para para permitir que a faculdade ela produza, com certeza, né? Nunca, nunca é tarde, né? Pode seguir. Eh, a Regina Dibal coloca aqui: "É importante quando a dúvida aparecer, não se acomodar, procurar saná-la de alguma forma correta. Então, você não precisa ter dúvidas. E nós temos uma literatura imensa e várias condições de nós irmos clareando o nosso entendimento. Então, é uma condição do espírita essa facilidade de sanar as suas dúvidas através da própria literatura espírita segura e idônea. O Marco Aurélio pergunta se o vídeo vai ficar disponível. Vai sim, viu, Marco Aurélio? Todos os episódios

sa facilidade de sanar as suas dúvidas através da própria literatura espírita segura e idônea. O Marco Aurélio pergunta se o vídeo vai ficar disponível. Vai sim, viu, Marco Aurélio? Todos os episódios estarão no YouTube. Acho que agora a pergunta é para Sheila Carlos, número sete. Microfone fechado. A sete é para Sheila, né? Sheila é do item 22. Qual é a terceira classe de incrédulos que Kardec examina aí no item 22? fechado o microfone. Ele fala uma expressão muito interessante. Os de má vontade, né, eles não querem acreditar para não ter trabalho. E eu vivi isso na pele. Eu tenho uma amiga, né, ela já desencarnou até quando a gente tava fazendo magistério juntas, né, ela tinha muitas dúvidas e queria saber muita coisa. Então eu escolhi dois livrinhos espíritas, dei para ela, falou: "Olha, lê esse aqui e aí depois a gente conversa, né? Não deu uma semana, ela me devolveu os livros. Aí eu falei: "Por que que você me devolveu? Já leu tudo?" Não, não, eu li só um pedaço, mas eu já vi que isso aqui vai me dar muito trabalho, então eu não quero ler. Devolveu, né? Por quê? Quem entra em contato com o espiritismo não tem mais desculpa para permanecer o que era, para continuar arrastando seus defeitos como uma um vel de noiva, uma cauda. não tem mais motivo para isso, porque a doutrina espírita é tão cristalina e ela é tão esperançosa e ela retira a gente de uma região de incompreensão tão grande que quem entra em contato com a doutrina espírita com certeza vai ter trabalho. E aquele trabalho da reforma íntima que ninguém mais vai fazer por nós, né? é aquele trabalho de melhorar si próprio, melhorar suas relações, melhorar sua ação social, melhorar o jeito como você compreende os fenômenos, melhorar a sua calma, a sua eh tranquilidade interna, né? Tá acontecendo um monte de coisa do lado de fora, mas a gente tem um eixo que faz a gente conseguir enfrentar as dificuldades, né? Então, a pessoa que não está pronta ou não está eh dócil, né, inclinada a fazer esse trabalho, ela

isa do lado de fora, mas a gente tem um eixo que faz a gente conseguir enfrentar as dificuldades, né? Então, a pessoa que não está pronta ou não está eh dócil, né, inclinada a fazer esse trabalho, ela corre dos conhecimentos espíritas. Porque ser espírita dá trabalho, gente, não é brincadeira não, né? Tanto que no livro dos do Evangelho se pergunta lá como é que a gente reconhece o verdadeiro espírito pelos esforços que faz para domar as suas más inclinações. Isso não é fácil não. Domar as nossas más inclinações pede primeiro que a gente reconheça que tem inclinações más, né? A gente costuma dizer que quem tem mais inclinações são os outros. Nós somos anjinhos, florzinhas no jardim de Deus, né? E não é verdade. Todos nós somos imperfeitos. Todos nós estamos numa trajetória em rumo do equilíbrio, em rumo da harmonia. E ser espírita, nesse nível, espírita cristão, o verdadeiro espírita, dá um trabalho louco e a gente tem que estar disposto a fazer esse trabalho, porque senão a gente perde a encarnação. A gente não nasceu para se repetir do berço ao túmulo. A gente nasceu para ser diferente. Todo dia é uma oportunidade. O próprio livro dos espíritos diz que a gente deve ser melhor hoje do que foi ontem, né? E amanhã melhor do que foi hoje. Então é um pedido de renovação contínua e isso cansa. Porque mexer nos nossos defeitos, fazer faxina, tirar o que não presta, desprezar, jogar fora, mudar as coisas, né? Mudar a nossa casa mental é uma coisa muito trabalhosa. Então, não existe espaço para má vontade dentro do espiritismo, porque é a boa vontade que abre as portas, né, pra gente se melhorar e melhorar com os outros, né? Não tem como permanecer igual. Ótimo. Sheira Carlos, tem um comentário da Graziele e que eu vou fazer pro Luiz responder. Oi. Aham. Mas seria bom fazer primeiro a última pergunta pra gente fechar o tópico. Pode ser. Então para o Luiz Luiz é do item 23, mas ainda há um outro tipo de incrédulo examinado por Kardec. Pode explicar, por gentileza? Sim, né? Eh, é interessante porque esses

nte fechar o tópico. Pode ser. Então para o Luiz Luiz é do item 23, mas ainda há um outro tipo de incrédulo examinado por Kardec. Pode explicar, por gentileza? Sim, né? Eh, é interessante porque esses de que a Sheila tava falando de uma vontade, a gente depara muito com eles nos cursos de do ESD principalmente, né, que a gente desde que sai o ESD, a gente tem tido oportunidade de trabalhar como facilitador ou dificultador às vezes, né, levar dúvidas. Eh, a gente vê muito com esses que não, isso aí que vai vai vou ter que mexer na minha vida, como a Sheila falou. Agora, esses aqui, Kardec, ainda disse que é complicado também, porque esses até compreendem, né, eh o espiritismo e mas eles não querem por motivo, por interesses, né, eles não querem se tornar, digamos assim, o espíritas ou entender realmente os conceitos da doutrina espírita, porque eles estão Isso tiraria, mexeria com aquele, com os seus interesses. Muitas vezes é são pessoas que estão tirando proveito, às vezes até usando da religião para explorar, né, o próximo, os religiosos. Então, eh, esses, como diz Kardec, ele diz o seguinte, ó, não há o que dizer deles, como não há com eles o que fazer, né? Ele fala: "O puro materialista tem por seu engano a escusa da boa fé. Possível será desenganá-lo, provando-lhe o erro em que labora." Agora, para esses de eh de interesses, né, por interesse ou má fé, ele diz o seguinte: eh há uma determinação assentada contra a qual todos os argumentos irão chocar-se em vão. Mas aí ele ele fala: "Olha, o tempo, né, vai encarregar". É aquilo que nós falamos, né? Ah, a gente sabe, né, que a providência divina tem muitos métodos para nos levar a a operar modificações que são necessárias paraa nossa melhoria. Devemos, claro, dentro das nossas possibilidades, na casa espírita, no nosso ambiente de trabalho, ou seja, onde quer que seja, se nós formos abordados, se tivermos oportunidade, vamos falar sim desses princípios libertadores que a doutrina espírita nos traz, mas não ter essa preocupação

trabalho, ou seja, onde quer que seja, se nós formos abordados, se tivermos oportunidade, vamos falar sim desses princípios libertadores que a doutrina espírita nos traz, mas não ter essa preocupação também de ter que converter, né, que que fazer essas pessoas acreditarem, porque eh como aquele ditado, o pior cego é aquele que não quer ver. E se aqui está movido por inter por um interesse, não há argumentos que possa demovê-lo porque é o interesse. Então precisa esse interesse chegue, digamos assim, a um a um a um ponto final em que a pessoa de repente cansa daquilo ou mesmo vá até se equivocar, mas a providência vai ter meios de um dia chamá-lo à realidade. Então, esses são os chamados incrédos, eh, por interesse ou má fé, né, que que Allan Kardec traz para nós dentro desses desses tipos, né, quatro tipos que nós analisamos aí, materialista por sistema, materialistas por indiferença, os os incrédulos de má vontade e os incrédulos por interesse ou má fé, né? Então, mas é interessante que a gente viu que por isso Allan Kardec traz essa esse capítulo do método para gente aprender. Olha, cada um desse tipo há uma forma que você pode chegar, que você pode tocar, alguns talvez não, mas o tempo encarregará disso e há mais paraa frente aí que será estudado, né, nos próximos nos próximos estudos, né? Obrigado, Luiz. Muito bem. Nós temos duas perguntas, gente, do eh do nosso público e o nosso tempo tá terminando. Então, nós vamos pedir, né, pra Sheila responder uma luz outra, mas sucintamente, não é? E a então a Graziele coloca aqui dentro do que o Luiz já tinha comentado, mas a Sheila responde. Quem tem essa predisposição que o o Luiz comentou agora? Espera aí, saiu. Eh, quem tem essa predisposição que o Luiz falou, não é? Vai sentir desde criança ou pode ser mais tarde quando adulto? Sheila, sucintamente. Hum. Pode ser as duas situações, né? tanto quando criança quanto mais tarde. Aí vai depender da sensibilidade da pessoa, né, e da tarefa mediúnica que ela trouxe, né, porque tem gente que veio com missão

. Pode ser as duas situações, né? tanto quando criança quanto mais tarde. Aí vai depender da sensibilidade da pessoa, né, e da tarefa mediúnica que ela trouxe, né, porque tem gente que veio com missão e isso vai acontecer desde criancinha. Tem gente que veio com a missão mais leve, leva um pouco mais de tempo, né, para iniciar. Mas o importante é a gente perceber que todos nós somos médiuns. E mesmo que a gente não tenha vindo com uma tarefa mediúnica, nós vivemos fenômenos mediúnicos todos os dias por meio da intuição, né? Por meio de uma percepção que a gente acha que é extrensorial, na realidade pode ter um fenômeno mediúnico ali envolvido, né? Então, pode começar desde criança, pode vir como jovem, pode vir como adulto e pode passar a vida inteira sem sentir nada, porque isso não estava no seu planejamento reencarnatório, né? Importante respeitar cada uma dessas possibilidades. Fazer essa aqui pro Luiz da Marlene. Luiz, pode se considerar um privilégio ser médium ostensivo? E se alguém gostaria de ter essa situação e não tem, seria uma falta de merecimento. É falta de merecimento não ser médio ostensivo? Microfone fechado, Luiz. Desculpa. De forma nenhuma é falta de merecimento, nem digamos assim privilégio no sentido de que porque a lei divina não privilegia ninguém, é por questões de mérito, né? ou de acordo com a necessidade lá no livro Os mensageiros a gente vai ver, né, que muito pelo contrário, a mediunidade eh normalmente excetuando aí os médiuns que vêm em missão, né, os missionários, mas na grande maioria os médiuns são grandes devedores à lei divina, né, e que eh através da mediunidade ade eh está tendo uma oportunidade para, vamos dizer, eh, resgatar ou a ao mesmo tempo que auxilia outras pessoas. É aquela, porque quando, de certa forma, a gente pode considerar, digamos assim, um aspecto muito importante nisso aí, porque eh a pessoa está resgatando seus débitos, auxiliando outros, né? Ou seja, é através do amor ela está então cobrindo as suas multidões de pecado. Mas a a

m, um aspecto muito importante nisso aí, porque eh a pessoa está resgatando seus débitos, auxiliando outros, né? Ou seja, é através do amor ela está então cobrindo as suas multidões de pecado. Mas a a mediunidade, como várias outras, digamos, faculdades ou oportunidades que nós temos, são oportunidades que a providência divina nos oferece para o trabalho, para sermos úteis, né? Não é privilégio nem demérito, porque cada um nasce dentro de uma programação de acordo com a necessidade que ele precisa, de acordo vindo para desenvolver tarefas naquilo que lhe será mais aproveitável para o seu crescimento. Muito bom, Luiz. Vou passar rapidamente pra gente fechar aqui na nas coisas que estão eh no comentário. A Nina Fontes voltou o assunto dizendo que ela faz o evangelho há 10 anos já e já tentei já tentou formar um grupo de estudos, mas não aconteceu. Sigo confiante e acreditando. Excelente, né? Tá fazendo o que pode, tá fazendo, né? Conforme. Então segue firme, Nino. E naturalmente a espiritualidade amiga vai ajudando, né? Na medida do que é realmente possível. Se até o planejamento de uma instituição por aí, ela vai aparecer em algum momento. E aí a Meir colocou: "Tenho mediunidade desde criança e foi o estudo que me ajudou". Excelente. A Maria Alcina Elita, você lê para nós? Aberto o microfone. A intolerância religiosa é inconcebível nos dias atuais. O respeito ao próximo e o amor foi exemplificado através da trajetória de Jesus. Perfeitamente, Maria Alcina, nós temos é que aprender isso, né? E vivenciar. A Marlene Viegas disse que estou planejando fazer um espaço para o evangelho no lar no meu sítio. Excelente. Olha o outro, Zita. O Silv e o Chico Roderbau. Na minha opinião, muitos têm vergonha de falar do espiritismo. Falta conhecimento para levar os ensinamentos dos espíritos. É isso mesmo, Silva. Concordamos com você. E ele complementa. Quando estudamos, conseguimos falar e levar o espiritismo a qualquer pessoa de qualquer crença sem convencer, mas esclarecendo nossos

tos. É isso mesmo, Silva. Concordamos com você. E ele complementa. Quando estudamos, conseguimos falar e levar o espiritismo a qualquer pessoa de qualquer crença sem convencer, mas esclarecendo nossos irmãos, como disse outro dia Carlos Campete. Isso eu disse sem ânimo de convencer, não é? A gente pode ajudá-lo sem se preocupar em convencê-los, certo, Silvio? Muito bom. Boa lembrança e Euzita, contigo um encaminhamento aqui para para fechar, né? OK. Então nós vamos agradecer a todos vocês que estiveram conosco hoje, Sheila, Luís Carlos e lembrar que no próximo encontro nós daremos continuidade ao estudo de O livro dos Médiuns pela primeira parte, Noções preliminares, no capítulo 3 do método e estaremos no próximo encontro trabalhando os itens de 24 a 29. Sugerimos leitura prévia, destacando os assuntos que lhe chamaram a atenção e anotando dúvidas para serem apresentadas na medida em que os itens forem sendo examinado. Então, esse trabalho de vocês todos, trazendo dúvidas, colaborando em cima do que está sendo comentado, é que faz o enriquecimento de cada episódio do nosso estudo do livro dos médicos. Muito bem. Nosso agradecimento então a Sheila, ao Luís. Excelentes comentários hoje. Ah, você que participou com seus comentários no chat, as perguntas, como a Euzita acabou de destacar, são preciosas e necessárias. Euzito, obrigado. O nosso grande abraço a todos e até a semana que vem. Muito obrigado. E o agradecimento ao Marcos que está nos bastidores, nos dando todo o apoio aí para que a coisa caminhe direitinho aqui na nossa apresentação. Somos impulsionados e motivados por um bem maior por meio da caridade e da vivência do evangelho do Cristo. Chegamos onde chegamos, conquistamos o que conquistamos. O nosso trabalho acolhe quem mais precisa e independente da distância, nossos meios acessam lugares que antes pareciam inalcançáveis. A comunicação é chave em todos os setores de nossa sociedade e ela muitas vezes nos permitiu abraçar quem precisava de atenção em momentos de

os meios acessam lugares que antes pareciam inalcançáveis. A comunicação é chave em todos os setores de nossa sociedade e ela muitas vezes nos permitiu abraçar quem precisava de atenção em momentos de dor e angústia. Esse trabalho é feito com muita dedicação por toda uma equipe profissional, preparada para produzir diversos tipos de conteúdos que alcançam o público. Já são mais de 4.000 conteúdos de qualidade disponibilizados gratuitamente em nossas plataformas, produzidos por comunicólogos, produtores audiovisuais, cenógrafos, editores, designers, programadores e técnicos de áudio. Toda essa estrutura só é possível graças a você, apoiador do nosso trabalho. E somos gratos por toda a sua doação até aqui. Mas este trabalho precisa continuar. Podemos acolher ainda mais pessoas. E para continuar alcançando tantos corações, precisamos de você. Por isso, mais uma vez, contamos com seu apoio financeiro. Apenas com ele poderemos avançar ainda mais e continuar próximos de você. Trabalhamos pelo consolo, pelo esclarecimento e pela esperança. E sabemos que somente juntos com você poderemos fortalecer essa corrente. A padrinha FEB TV. Estamos juntos com você através da FEB TV. Acesse doi.v.com.br br e faça sua doação.

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