Roda de Conversa - Dia 2 | 3º Encontro Nacional da Área da Mediunidade

FEBtv Brasil 30/10/2025 (há 5 meses) 44:28 246 visualizações

3º Encontro Nacional da Área da Mediunidade — “A mediunidade além do fenômeno” Local: Recanto Lins de Vasconcellos (Campo Largo/PR) Data: 12 a 14 de setembro 🎤 Palestra Título: Roda de Conversa (Sábado) Participantes - Irabeni Nunes, Jorge Godinho, Leila Ramos e Maria Amélia Este vídeo faz parte do 3º Encontro Nacional da Área da Mediunidade, que reuniu lideranças espíritas de todo o Brasil para integração, reflexão e convivência fraterna. A programação contou com palestras, rodas de conver...

Transcrição

Pessoal, agora nós temos a roda de conversa sobre os dois temas que foram trabalhados agora na parte da manhã, a pesquisa sobre o estudo do livro dos médiuns e a fala do seu godinho, a união e a unificação na área da mediunidade. Então vamos passar a palavra aqui pro Irabeni e para Leila para que eles continuem o trabalho. >> Mais uma vez, bom dia a todos. Depois da belíssima explanação do nosso confrádio, Godinho, estamos aqui para fazermos essa roda de conversa e o companheiro aqui está à disposição, né, para responder as perguntas, né, ou as suas complementações. Então, fiquem à vontade. Jacobson vem também >> já tá. Ah, tem um papelzinho aí, viu, gente? Quem quiser fazer pergunta, vamos agora melhorou. Vou repetir tudo de novo. Não precisa não, né? Então vai ser distribuído o papelzinho aí para as pessoas colocar suas perguntas bastante objetivas, né? Para que o nosso presidente aqui possa fazer suas com as suas respostas. >> Cal junto, né? >> Parece que ele não vem, né? Então vamos pro nosso bate-papo pra gente poder aqui ampliar a nossa a nossa o nosso diálogo sobre esse tema tão tão importante >> e com os nossos dois expositores, né, que tiveram aqui agora antes do intervalo e fazendo uma reflexão tão tão assertiva. Creio que de 2011 para 2025 temos aí 14 anos, né, Maria Amélia da primeira pesquisa, que na verdade ela nos deu um diagnóstico do movimento espírita, como é que estávamos. A partir daí, no CFN, o movimento já tomou uma atitude que era implementar os estudos das obras básicas nas casas espíritas, com a assertiva de que voltando para as obras básicas, nós não ficássemos só plugados nos no ESD, né, de forma resumida, mas que as federativas se comprometiam a eh implementar a campanha Comeérce pelo começo. me recordo disso. E aí todas as federativas fizeram o esforço de implementar grupos de estudos das obras básicas. E aí assim, eu acredito que isso é um fruto já colhido nesses nessa década, né? a gente viu pela a segunda pesquisa, isso é um um marco, mas ali

rço de implementar grupos de estudos das obras básicas. E aí assim, eu acredito que isso é um fruto já colhido nesses nessa década, né? a gente viu pela a segunda pesquisa, isso é um um marco, mas ali também nós temos os pontos nevrálgicos que a gente precisa agora enfrentá-los. E é muito importante porque a gente identifica onde é que tá o sintoma e onde é que a gente precisa direcionar de forma estratégica, né? Aonde no livro dos médiuns, né, sobretudo na área da mediunidade, onde é que a gente precisa avançar nos seminários regionais. E aí eu como dirigente já estou pedindo ao Jacobson, a Regina, a você que a gente possa fazer nos encontros regionais essa temática mais aprofundada do o exemplo ali, né, da bicorporiedade, daquele ponto que ficou o mais difícil, né, de entendimento. Fica, deixa aqui porque é a única presidente que tá aqui da região centro. Então eu me sinto no dever de fazer uma provocação pedagógica pra gente fazer o encontro regional da região centro com essa temática específica do do que a gente já tem ali como norte. É uma deixa é uma provocação carinhosa, Jacobson. Eh, penso que dentro do que você colocou, dentro do que o senhor Jorge coloca da união e da unificação, então quando as federativas se unem e como um primeiro desafio proposto por Bezerra, né, pra gente poder paulatinamente compreendendo a unificação, porque é um processo de compreensão, né? Então, temos já aqui duas questões na mesa e tem um para Maria, um pro seu quer ler, meu irmão, pra gente já começar nosso a nossa boa conversa. Quando aprendemos a amar como Jesus nos ensinou, estamos cumprindo nossa missão nesta encarnação. O Dr. PER: "Quem ama e não conhece Jesus está em sua psicosfera. Agora, quem ama e conhece tá em sintonia com ele. Então, se em uma existência nós já estamos amando conforme ele nos ensinou, nós estamos em sintonia com ele e no caminho correto. Só que devemos estar preparados porque seguir Jesus, aplicar o seu evangelho em nossas vidas e praticar a lei do amor,

o conforme ele nos ensinou, nós estamos em sintonia com ele e no caminho correto. Só que devemos estar preparados porque seguir Jesus, aplicar o seu evangelho em nossas vidas e praticar a lei do amor, tem que preparar o lombo, porque vem muita chicotada, porque é a forma de nós darmos o testemunho de que realmente este amor que ele nos ensinou tem que testemunhar. Imagina Abraão dizendo que ama a Deus sobretudo e na hora que Deus diz assim: "Então você vai matar o seu filho para provar isso". E ele naquele momento não agisse como agiu. Era o sepulcro caiado, era o mentiroso. Mas ele foi. E a gente sabe o final do que aconteceu. E ele foi porque ele sabia que Deus é amoroso e bom. Ele disse assim: "Ele tá mandando para me testar, mas ele não vai deixar matar o outro irmão nossa humanidade." Ele já tinha essa compreensão e foi agora, para isso, nós precisamos ter uma coisa que é esta fé. E fé não é crença, fé é fidelidade. Eu traduzo que fé, como ela tem duas vertentes, tem a fé humana e tem a fé divina, a fé humana ela é tíbia, ela é vacila, porque a gente, a referência da gente é em coisas perecíveis. Agora, a fé divina, não. A fé divina é a divina clareza da certeza. A gente tem a divina clareza de que as leis divinas dá certeza de que tudo que acontece está em conformidade com o Pai, com as suas leis. E aí a gente prossegue, confia antes, não é? eh, vencendo. Então, quem já tem esse sentimento, já está praticando, não tenha dúvida de nada. E o Dr. Bezerra diz assim: "Se tiveres que testemunhar, não te tubieis". Então a gente tem que estar preparado para esse testemunho que vai ter um momento que vão exigir de nós igual exigiu de Abraão. Pergunt para ela a próxima dela aqui, ó. aqui, ó, para ela. Já tem uma aqui. >> Dona Maria Amélia, se uma federativa tiver necessidade de uma orientação específica sobre a pesquisa na região, tem como solicitar para quem? >> Obrigada pela pergunta. Eu vou aproveitar duas questões aqui. Parece, aparentemente são dois assuntos que não

de uma orientação específica sobre a pesquisa na região, tem como solicitar para quem? >> Obrigada pela pergunta. Eu vou aproveitar duas questões aqui. Parece, aparentemente são dois assuntos que não tem nada a ver, né? Mas tem tudo a ver. Eh, primeiro, assim, realmente a Leila falou uma questão muito interessante que a gente já consegue ver resultado da implementação de estudos. Agora, tem uma coisa bastante importante que aconteceu também, que foi uma série de estudos, né, conduzido pelo Jacobs ou com auxílio dailar e teve uma outra pessoa também que ajudou que eu esqueci agora. Mas assim, foi uma série de estudos feitas sobre o livro dos médiuns, eh, que foi, tá disponível, né, pelo canal da FEB no YouTube e que com certeza eh ajudou bastante nesse resultado do da leitura do do livro dos médiuns. Eh, ligando os dois assuntos, respondendo a pergunta primeiro, eh, eu consigo eh aprofundar algumas análises no nível de regional, né, que são quatro regionais. Eh, já disponibilizei para os coordenadores tanto os resultados que foram compilados por regional, como a base de dados, a base bruta de dados. Eh, consigo então eh fazer alguma coisa e já vi e com várias estatísticas também para os regionais, consigo fazer nesse nível de regionais que são quatro. Infelizmente eu não consigo trabalhar para 27, consigo trabalhar para quatro, né? 27 estados, eh, >> por regional, >> por regional. E aí, unindo os dois assuntos, né? É um momento único que nós estamos aqui o Brasil inteiro e acho muito pertinente que uma regional ajude a outra, por exemplo, né? Acho muito interessante isso, na tá dentro da nossa questão de união e unificação, né? Não é à toa que a gente tá aqui. Eh, também deixa eu aproveitar que eu peguei o microfone, agradecer. O Cadu já me já me sugeriu outras análises, já vou providenciar, enfim, eh consigo sim fazer alguma coisa, dar alguma orientação, algum aprofundamento no nível de regional, tá bom? Claro, tirar dúvidas, essas coisas todas sempre. É isso, espero ter respondido. Obrigado.

, eh consigo sim fazer alguma coisa, dar alguma orientação, algum aprofundamento no nível de regional, tá bom? Claro, tirar dúvidas, essas coisas todas sempre. É isso, espero ter respondido. Obrigado. Aproveitando a deixa que você traz, eu queria lembrar que o material produzido no estudo livro dos médicos pelo Jacobson, talvez a gente pudesse impulsionar ele agora com um card, com uma divulgação estratégica para que a gente pudesse chegar nos grupos de estudos dos centros espíritas que estão lá no interiorzinho e que ficou sabendo da live, mas não tem ainda o link, talvez alguma coisa para direcionar. É estratégico, entende Jacobs? Se a gente fizesse um cardzinho divulgando a quantidade de de material já produzido, pode subsidiar os grupos de estudos que estão estudando livro dos médiuns nos centros. É uma sugestão pra gente impulsionar a ida nossos facilitadores lá no portal do YouTube e buscar aquele conteúdo que de fato tá meio que nebuloso, difícil, ele vai naquela naquele ponto que ele precisa. Seria essa minha sugestão aqui. O material está disponível na FP, né? Então, 141 programas estão lá. >> Agora, a sugestão é de criar um cardzinho já com um específico. >> Isso para para fazer com que agilize, para ele não ficar lá procurando aonde, é para facilitar, igual a gente coloca o link aqui, né? Você disponibilizou o link, então a gente já faz um caminho rápido e divulga, cada federativa já divulga paraos seus grupos internos. É uma sugestão. Obrigado. >> Vamos à próxima. >> Prosseguindo com as perguntas para o senor Godinho. No período da pandemia, houve uma grande desarticulação do movimento espírita e nos trabalhos das casas espíritas. Como devemos proceder para fortalecer nossos trabalhos? É, parece que é uma interrogação, né, sobre a desativação do movimento, né? É que aqui é uma pergunta se houve uma desativação. Não houve. O que houve foi uma mudança de hábito e de procedimento para atendimento aos requisitos que a época foi exigido. E nós, como estamos na sociedade, não

uma pergunta se houve uma desativação. Não houve. O que houve foi uma mudança de hábito e de procedimento para atendimento aos requisitos que a época foi exigido. E nós, como estamos na sociedade, não podemos ser rebeldes, dar mau exemplo. Então nós atendemos, exceto eu tomei conhecimento de algumas casas espíritas no interior, lugar muito pequenino, que não fecharam suas portas, continuaram as reuniões, os trabalhos sem nenhuma alteração, tomando todos os cuidados diferentemente, mas isso é exceção, toda regra tem exceção, não é? e foram exitosos no no seu trabalho. Mas o que aconteceu foi o atendimento a esse fato. Bom, aí houve uma mudança grande em termos de ideias que se tinha antes e depois. A obra no rumo da regeneração, no mesmo entendimento, é uma bênção que o auto colocou para nos ajudar a entender. Porque quando nós lemos os romances, os fatos históricos, eles sempre são remotos. ou é de 2000 anos, ou é da época da Idade Média, ou é de um período que já passou, um período remoto, mais próximo ou mais longe, mas é um período remoto, onde a gente dali retira os aprendizados, né? E até a espiritualidade eh procura não colocar nomes que realmente aquelas personalidades tinham para evitar talvez até algum já estar encarnado e ver aquilo trazer algum problema. Então ele sempre põe um pseudônimo, mas no rumo da regeneração é uma obra que tem um ineditismo, porque durante a pandemia nós tivemos uma obra falando da pandemia na visão de ambos os planos. O que é que estava acontecendo? Aqueles que chegavam temerosos, os que chegavam confiantes, as companhias espirituais, os trabalhos que o plano espiritual estavam realizando, não é? E certamente continuo realizando, trazendo informações até novas, como, por exemplo, imagina você pegar Curitiba do jeito que está, a engenharia federal pega a cidade com tudo que tem e transporta ela para um ambiente. Então isso aparece lá e Manuel Filomeno fala que ele participou de uma eh comunidade que estava trabalhando, mas deveria ter milhares na face da

ade com tudo que tem e transporta ela para um ambiente. Então isso aparece lá e Manuel Filomeno fala que ele participou de uma eh comunidade que estava trabalhando, mas deveria ter milhares na face da Terra. E ele dá exemplo daquela região aonde foi retirada toda a matéria e os espíritos que ali estavam. Não é para porque a matéria que estava naquela região é muito semelhante à matériaonde seriam conduzidos. Bom, mas aí tem um fato que é importante relembrar. Diz assim que antes da pandemia não seria igual depois da pandemia, mas tem outra informação que a gente conjuga. Esta pandemia é diferente das demais. As demais tiveram início, meio fim, cumpriram. Essa pode durar 2 anos, 5, 50, vai depender do nosso aprendizado. Esta pandemia é seletiva de ideias e de espíritos. Muitos pensaram que os espíritos, nós que desencarnamos e chegamos no plano espiritual, aqueles que chegaram, que estavam indo para o planeta porque era seletivo. E a obra vem dizer que não. Estes espíritos se compromissaram antes do nascimento de desencarnarem no processo de quitação perante a lei para ajudar a humanidade a despertar sobre a questão da imortalidade. Então, pegando essa informação de que ela é seletiva de ideias e que antes da pandemia não será igual depois da pandemia, dá-nos a entender de que as ideias antes da pandemia, se aplicadas no após pandemia, nem sempre elas terão serão exitosas como foram antes. a necessar adaptação ou de alguma coisa para que surja ou novas ideias ou aquela ideia regenerada, adaptada. E aí o que é que aconteceu? O movimento espírita, ele continuou no seu trabalho, só que agora não era presencial. As portas ficaram fechadas, mas nós aproveitamos o que a divindade, que o Cristo já havia autorizado anteriormente, que nós não tínhamos conhecimento, porque não havia necessidade de nós usarmos, mas quem tinha necessidade usou. Os grandes empresários, as multinacionais, utilizavam essas reuniões virtuais porque a SED tá na Suíça, mas a Nestlé tá no mundo inteiro e o CEO lá na Suíça

s usarmos, mas quem tinha necessidade usou. Os grandes empresários, as multinacionais, utilizavam essas reuniões virtuais porque a SED tá na Suíça, mas a Nestlé tá no mundo inteiro e o CEO lá na Suíça quer conversar com o mundo inteiro ao mesmo tempo. Como é que ele fazia? Então, trouxe economia, trouxe uma série de coisas e ao mesmo tempo a possibilidade dele falar com todos esses numa reunião. Eles já usavam isso. A única coisa que aconteceu é que todo mundo começou a usar e naturalmente os donos das plataformas tiveram que crescer e certamente enriquecer também, porque foi um momento que eles já estavam avançados para isso. Então nós utilizamos, mas isso quer dizer o seguinte, o Cristo, sabedor de que passaríamos por essa circunstância, nos deu todos os meios para que a sua mensagem não deixasse de ser eh divulgada. E nós nunca tivemos num curto espaço de tempo a oportunidade de divulgar a mensagem de Jesus com tanta intensidade, pegando todos os continentes como nós tivemos na época da pandemia. Então não houve uma separação e ao contrário, só houve fechou as portas, mas as atividades continuaram, exceto a reunião é de única e você sabe perfeitamente porque eh a gente não deve praticá-la dessa forma, mas substituir-se a prática da reunião mediúnica pelo estudo, pelas irradiações que trazia o mesmo efeito. Bom, então isso quer dizer o seguinte. Aquela ideia antes de que eu vou sair do trabalho 7 horas, 8 horas, eu tenho uma reunião de estudo lá na casa espírita e eu sou um frequentador da casa e eu quero aprender porque eu quero estudar. Aí o outro disse: "Não, olha, a reunião de 8 horas é de palestra e eu quero assistir a palestra, eu quero ir lá para tomar e às vezes alguns querem também tomar o passe, etc. Esse era o interesse daqueles frequentadores. Quando veio a pandemia, ele continua assistindo palestra, o interesse atendido. Ele continuou estudando o interesse atendido. E aí o que é que aconteceu? Apareceu uma coisa nova. Que coisa boa, o sofá, o comodismo. Eu tô aqui, chego em casa, a

indo palestra, o interesse atendido. Ele continuou estudando o interesse atendido. E aí o que é que aconteceu? Apareceu uma coisa nova. Que coisa boa, o sofá, o comodismo. Eu tô aqui, chego em casa, a reunião é oito, eu tomo um banho, tem assuntos da família e a reunião é oito, tá online, mas não dá para assistir oito. Eu vou terminar de fazer os trabalhos de casa e 10 horas tá gravado, eu assisto a reunião. E aí aceitou, tá certo, tá errado. Não é esse o comentário, tô contando o fato. E aí houve um comodismo, porque a necessidade do frequentador, ela continua sendo atendida e ele tava tendo tudo aquilo que ele precisava, né? vantagem disto. Antes ele saía de casa para ver Jesus na casa espírita, agora Jesus tá vindo à casa dele. É uma vantagem, porque na hora que ele tá assistindo, se todos forem espírita, provavelmente todos compartilham. Mas Jesus dise que veio trazer a espada, porque no lar todos são cristãos, mas infelizmente um briga com o outro porque diz que vai pro céu, pro inferno, que não vai ser salvo, etc. exceto os espíritas que aceita todo mundo sem nenhuma intriga, sabendo que todo mundo vai pro céu, não é? Então aí isso já traz uma outra porque as pessoas começam a assistir ou perguntar, tem essas vantagens. Esse é um fato que o pós pandemia trouxe. Agora vamos raciocinar um outro fato. Eu falei do frequentador que não tem compromisso com a casa. Ele chega na casa, a luz tá acesa, o chão tá limpo, cadeira tá pronta, vai ao banheiro, tem tudo ali para ver, água para beber, tá tudo é colhido, se sente bem. Um dia ele se sensibiliza no estudo, talvez diz assim: "Puxa, eu venho aqui essa casa usofrou de tudo, isso tem custo". Aí um dia ele pergunta assim: "Vem cá, como é que você sustenta isso aqui?" Aí alguém, ah, a gente faz com a dificuldade, não sei o quê. Aí eu posso conto. Você pode ser sócio da casa se você quiser. Ou se você quiser contribuir, olha, tem aqui assistência, você pode dar papel higiên, sei lá o que tinha. Aí a pessoa desperta e começa a

Aí eu posso conto. Você pode ser sócio da casa se você quiser. Ou se você quiser contribuir, olha, tem aqui assistência, você pode dar papel higiên, sei lá o que tinha. Aí a pessoa desperta e começa a participar da casa no início talvez de um futuro trabalhador. Então agora vamos falar do trabalhador. Antes da pandemia, o trabalhador estava trabalhando na casa, mas para ele trabalhar ele é voluntário. Ele foi voluntário até o momento que ele assinou o compromisso que a lei prevê de voluntariado. Aí ele deixou de ser só voluntário para ser voluntário barra compromissado. Ele é um voluntário compromissado. A casa conta com ele, conta com o trabalho dele, com a presença dele no dia que ele se disponibilizou. E a casa tem o direito de puxar a orelha, dizer: "Meu irmão, você disse estava aqui de 8 às 10 e nós estávamos precisando de você pro atendimento. Chegaram 100 pessoas, você ia atender 10. Os outros atenderam, mas acumulou o trabalho. Você quer continuar assim? Sem porido nenhum, porque aquela pessoa assumiu um compromisso com a casa e todo compromisso tem que ser eh cumprido, né? Bom, aí o trabalhador aconteceu a mesma coisa do frequentador, tava em casa, tinha os estudos, ele não tava presencialmente, mas às vezes virtualmente ele participava ou certa atividade que realmente não podia ser feito virtual. E ele permaneceu e ele gostou do comodismo, ele gostou também de ficar no sofá, assistir mais tarde, etc. Acabou a pandemia em termos, né? Ela foi esmaecendo, a casa abriu as suas portas, voltou às atividades, o trabalhador ou os trabalhadores que têm essa consciência da responsabilidade com a casa voltaram. Então, muitas casas tinham 10 trabalhadores, é hipotético o número que eu tô colocando. Voltaram dois, três, mas os 10 não voltaram. Na maioria teve alguns que voltaram. E aí a casa se ressentiu, porque depois da pandemia teve muita gente que chegou, disse assim: "Eu passava aqui em frente, centro espírita, tal, e eu nunca prestei atenção. Mas depois da pandemia, com

E aí a casa se ressentiu, porque depois da pandemia teve muita gente que chegou, disse assim: "Eu passava aqui em frente, centro espírita, tal, e eu nunca prestei atenção. Mas depois da pandemia, com tanta morte, eu tendo amigos, parente passando, eu ouvi algumas esperanças de vida após a vida, uma certa coisa. E eu queria conhecer o Espiritismo. E bateu a porta das casas espíritas, faltou o trabalhador e aumentou a frequência dos que estavam chegando. Os poucos que já eram ficaram menos poucos, poucos e esses poucos tiveram que assumir a demanda. Isso foi um uma situação de adaptação que houve e aos poucos as coisas estão. Entretanto, eu aqui estou fazendo análise do frequentador, mas a gente não pode fazer uma análise sem colocar todos os intervenientes. A casa espírita, a casa espírita tem alguma participação nesse contexto para ter essa esse cenário aí? Vamos fazer uma análise rápida. Nós falamos aqui de união, de unificação, falamos de fraternidade. Aí o grupo de estudo da mediunidade tinha lá um facilitador estudando o nível dos médiuns. Aí eram 10 pessoas, aí as pessoas chegava, tudo bem, como é que vai isso aquilo, aquilo, outro. Vamos iniciar. Tem o horário que início, horário de fim. Estudou, comentou, quando terminou todo mundo tal lá que era noite, foram embora. E assim a casa foi. Aquele grupo da mediunidade teve que transformar o estudo em virtual porque ninguém voltou. Voltou não. Mas na mesma casa espírita tem um outro grupo também de estudo da mediunidade. E o facilitador ao longo do estudo, ele ele buscou algo mais. Ele buscou o sentimento de fraternidade, porque ele entende que o templo de Ismael não é de pedra. O tempo de Ismael que nós ainda não compreendemos é a fraternidade. E aí ele criou uma ambiência além do estudo de irmandade entre aquelas pessoas. E às vezes até fora da atividade fizeram um cafezinho em casa, criou mais laços de amizade, alguma coisa que a inteligência dele, ajudada pelo plano espiritual, fez daquele grupo um ambiente fraterno

E às vezes até fora da atividade fizeram um cafezinho em casa, criou mais laços de amizade, alguma coisa que a inteligência dele, ajudada pelo plano espiritual, fez daquele grupo um ambiente fraterno de não chegar e dizer bom dia, boa tarde ou boa noite, de estudar, voltar para casa. No pós pandemia, uns dois ou três ficaram cômodo. Não demorou muito a ir sentir saudade do José, da Maria, do amigo, que ali tinha algo mais do que o estudo, porque virtualmente ele tava só estudando. Não deu muito tempo, o grupo tava todo de volta e o outro teve que transformar em virtual. Qual é a diferença? Então, por isso que nós que estamos com essa responsabilidade, nós temos que buscar, conforme o Dr. Bezerra falou, a luz do evangelho. E a luz do evangelho é fraternidade, é amor, é estreitar laços entre nós. Porque o Espiritismo veio para nos ensinar como devemos ter a vida de elação. é de nos amarmos mesmo. Agora, amar a quem ama, amar a quem a gente ainda tem assim disso aqui é que é meu ponto de referência, é esse que eu tenho que me aproximar, porque é ele que tá precisando de remédio e eu também. Então eu não posso estar convivendo com ele com relação meia, eu tenho que ter de forma fraterna, coração aberto, amoroso. Aí de repente aquele rusga que tinha, pronto, passaram a ser os melhores amigos e a fraternidade. É o testemunho. É, buscou a luz do evangelho e diz assim: "Você tem que amar até o inimigo, um criminoso". E aí a gente tem alguém que talvez ainda não é um inimigo, mas se diga, ou seja, um instrumento de um inimigo desencarnado. E aí as coisas ficaram dessa maneira e que graças a Deus hoje com o passar do tempo já não está tendo com tanta intensidade isso, porque as casas já estão voltando, trabalhadores estão se conscientizando, coisão, mas foi um fenômeno, desculpe a demora na resposta que aconteceu no pós-pandemia diante da pandemia. Queria destacar que antes da pandemia nós tínhamos duas reuniões estratégicas, movimento espírita brasileiro, CFN novembro e as

e a demora na resposta que aconteceu no pós-pandemia diante da pandemia. Queria destacar que antes da pandemia nós tínhamos duas reuniões estratégicas, movimento espírita brasileiro, CFN novembro e as CRCs que aconteciam de modo regionalizado, né? Região centro, região sul, nordeste e norte. Com a pandemia, nós tivemos que sacudir. A FEB foi a primeira a propor as reuniões virtuais com os dirigentes, fazendo hoje nós temos três, né, três ou quatro regi três ou quatro reuniões virtuais. Então aquela aquela pauta que a gente tinha intensa e extensa no CFN em novembro, nós dividimos ela. Hoje nós temos uma uma pauta muito mais inxuta no presencial, mais estratégica no virtual, tratando temas do movimento. deu uma dinamizada, deu uma oxigenada e nós quebramos a resistência com a tecnologia. Eu digo, nossa, da minha geração, difícil ali no celular, mas olha que coisa. Nós vencemos a resistência. E hoje, graças a Deus, pessoal da minha geração, tudo já tá dominando. A tecnologia perdeu medo, né? perdeu medo e graças a Deus é essa amorosidade que os espíritos têm conosco. Eles esperam o nosso tempo. Eles não têm agonia pra gente aprender. Eles têm amorosidade. Quando os benfeitores têm amorosidade, eles esperam a gente fazer esse caminho. Porque Kardec já diz que o trabalho é de solidariedade, né? Então penso que nós estamos nesse passo, graças a Deus, num processo bem eh amoroso. Esse ano nós tivemos as quatro comissões regionais. A última resistente foi a nossa da Centro, que havia uma um comodismo mais acelerado. O Nordeste foi rápido. Vamos fazer o presencial. Vamos fazer o presencial e todo mundo observando. Aí depois o norte, depois o sul aderiu. Quando chegamos no CFN em novembro o ano passado, eu provoquei os dirigentes. Agente é só nós que não vamos fazer no presencial. Por que que nós estamos resistindo? Qual a dificuldade nossa? Local. Quem vai sediar? Leir, é a vez do Tocantino. Não, Tocantino tem condições financeiras, então vamos ser solidários. Aí eu falei assim: "Se o Espírito Santo

resistindo? Qual a dificuldade nossa? Local. Quem vai sediar? Leir, é a vez do Tocantino. Não, Tocantino tem condições financeiras, então vamos ser solidários. Aí eu falei assim: "Se o Espírito Santo não puder na na sequência das federativas, a gente chama a União Espírita Mineira". A União Espírita Mineiro é os mineirinos que gosta de estar junto. Vamos fazer um lobby aqui. Reunimos dirigente lá no particular, chamamos o presidente da União Espírita Mineira, falou: "Ó, se tiver resistência amorosa, vamos com calma, vamos com calma lá no no Espírito Santo, porque tava tendo transição de dirigente. Isso também os dirigentes tem que ter sabedoria, senão a gente acaba criando problema e não resolvendo problema. E aí com muita amorosidade, a gente já tinha combinado, se o Espírito Santo não pudesse diar, nós vamos fazer o caminho de ir pra união. Pode ser, Alon? Pode ser. E assim fizemos as tratativas com muita amorosidade e fizemos um encontro maravilhoso do Espírito Santo, de coração a coração, de alegria, de alma, de abraçar, de É assim, gente, que se faz o movimento espírita de união e de unificação. Obrigado. Vamos à próxima, né? Se der tempo, >> presidente. É um grande desafio. >> Mais uma rodada. Um grande desafio que eu vejo para as casas espíritas é qualificação esse pós-pandemia, porque nós temos bons vídeos, né, bons palestrantes, boas qualidades da internet e muitas vezes a pessoa retorna à casa espírita e ele tá acostumado com aquela qualidade. Então as casas tem que atentar para isso, tem que melhorar mais ainda, né, para que possa ser também atrativo. E é claro que nada tive o presencial, né, gente? a troca de energia, o olho no olho, né? Esse atendimento fraterno, é isso que nos fortalece, mas precisamos nos qualificar também, os palestrantes, os facilitadores, multiplicadores para dar um bom material para que ele possa agregar. E vamos continuar que tem muita pergunta. Estimada Maria Amélia, analisando o resultado da pesquisa, você acha que o espírita está mais empenhado em estudar

um bom material para que ele possa agregar. E vamos continuar que tem muita pergunta. Estimada Maria Amélia, analisando o resultado da pesquisa, você acha que o espírita está mais empenhado em estudar sobre mediunidade? uma per >> uma pergunta de 1 milhão de dólares, né? Olha, comparando com os outros estudos, sim, me parece que sim, mas vamos lembrar, né? Já falamos aqui dos incentivos, que foi o estudo das obras básicas e o próprio estudo que o Jacobson conduziu pela internet. que eu acho que sim, a gente tem falado bastante. Uma outra coisa também que o Jacobson insiste muito é a estudo da mediunidade não é só para quem está na reunião mediúnica, né? É para todo mundo. E a gente já tá identificando sim alguns algumas atividades que precisam talvez mais do que as outras, como o atendimento espiritual, por exemplo, né? um atendimento ao público e tal. Então, sim, eu acredito que sim, porque eu sou uma pessoa positiva, otimista, né? Obrigado, >> senor Godinho. Quando falamos em unificação, muitas pessoas confundem com padronização de atividades e isso leva ao entendimento de que a FEB está querendo interferir no funcionamento das casas espíritas. Poderia ir, é só uma questão de entendimento da semântica. Uma palavra é unificação, a outra é uniformização. Os militares se uniformizam, todo mundo é igualzinho. Tanto que só o soldadinho tá todo mundo igual, né? os enfermeiros também, os médicos, ou seja, as pessoas que estão em determinada atividade, elas se uniformizam, vestem a mesma roupa, que é o caso do lixeiro, todo mundo. Isso se padroniza, passa. Isso é a semântica do termo que é uniformização. Agora, unificação não. Unificar quer dizer o seguinte: convergência é >> respeitando a roupa que cada um tá vestindo. Ninguém tem que vestir a mesma roupa. Agora todo mundo converge para um único ponto. Eu vou dar um exemplo. uma montanha e todo mundo quer subir à montanha. Aí tem vários caminhos, cada um escolhe um caminho para chegar lá na pico da montanha. Então há uma unificação.

um único ponto. Eu vou dar um exemplo. uma montanha e todo mundo quer subir à montanha. Aí tem vários caminhos, cada um escolhe um caminho para chegar lá na pico da montanha. Então há uma unificação. Todo mundo vai chegar a esse ponto de convergência que todos querem chegar. Agora, os caminhos que cada um está escolhendo nem sempre é o mesmo. Um quer ir direto, outro pegar de rapel, o outro vai dando, circulando, mas todo mundo vai chegar lá. Então, quando fala em unificação, nós estamos dizendo, e aí é que vem as bases da nossa organização, que é justamente estamos unidos de forma solidária e fraterna. respeitando as nossas liberdades, ou seja, a nossa autonomia administrativa, patrimonial e financeira. Só não temos autonomia para mudar o que não pode mudar, que é jurídica que entra também na administrativa e que não pode mudar, que é justamente o ponto de convergência, que é a doutrina divinal de Jesus. Então isso a gente unifica, mas cada um do seu jeito, respeitando do jeito que é. Tanto que se eu tiver numa mesma rua distante, 500 m, uma casa espírita da outra, cada uma tem a sua característica, apesar das duas estar no seu estatuto, que ali estão para estudar, divulgar e vivenciar o evangelho de Jesus à luz da doutrina espírita. As duas t a mesma coisa, mas a prática em si, cada uma faz do seu jeito, que é respeitado. Agora, se tivessem que fazer igual, aí sim a gente estaria uniformizando e não unificando. Então, a unificação tem essa característica que essa liberdade que todos nós temos de permanecermos como somos. E é por isso que nós temos que respeitar uns aos outros do jeito que uns são e os outros são, sem querer violentar consciências ou querer que o outro seja como nós queremos, mas como ele é, do jeito que ele é. >> Uma coisa importante, gente, eh nós divulgarmos as pessoas imagina que ah, vem da febre, não é? explicar para eles que o trabalho é das comissões regionais que vem de baixo, sempre vem da casa espírita, vai subindo, chega até o Conselho Federativo Nacional e aí sai as

ue ah, vem da febre, não é? explicar para eles que o trabalho é das comissões regionais que vem de baixo, sempre vem da casa espírita, vai subindo, chega até o Conselho Federativo Nacional e aí sai as orientações. Aí fico imaginando que que é vem de cim não é é de baixo para cima e depois unifica e e desce as instruções. É bom a gente explicar isso bem nos nossos encontros, nas nossas urbes, né, esse trabalho que nós fazemos aí. Eh, e lembrando que nós temos um acervo que são as mensagens do Dr. Bezerra de Menezes pro CFN. Tem um livro chamado Espiritismo, ontem, hoje Bezerra, ontem, hoje ali estão as mensagens, Dr. Bezerra de Menezes. E ali, gente, é no miudinho. Bezerra tem dado ao movimento espírita e nós precisamos enquanto dirigente, liderança, estudar essas mensagens. porque elas são reflexivas e muito direcionadas. Então, que o Senhor Jorge tem nos convocado aqui uma reflexão, é muito importante pra gente entender a diferença entre uniformização e unificação, porque as bases da unificação foram muito bem explicitadas por Bezerra e seu Jorge, que resumiu de forma amorosa para que nós pudéssemos agora ir refletir, sentir e viver. E a vivência tá nessa relação com as casas espíritas, com os nossos irmãos de caminhada. Tem mais uma, dá mais uma rodada >> em decorrência da do tempo, né? Vamos fazer a última pergunta para dar mais uma. >> Não, tudo bem. >> Quem manda, nós temos que ser obedientes. >> Tem lá no evangelho uma expressão que eu gosto muito de lembrar. Como é que é obediência e >> reignação, >> resignação. Obediência é um consentimento da >> razão. Resignação é um consentimento do >> coração. Regina, obrigada, minha irmã. Co? [aplausos]

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