Roda de Conversa (Palestras 1 e 2) - Dia 1 | 3º Encontro Nacional da Área da Mediunidade
3º Encontro Nacional da Área da Mediunidade — “A mediunidade além do fenômeno” Local: Recanto Lins de Vasconcellos (Campo Largo/PR) Data: 12 a 14 de setembro 🎤 Palestra Título: Roda de Conversa (Palestras 1 e 2 - Sexta-feira) Palestrante: Cristina Pires, Jacobson Trovão, Jorge Godinho, Leila Ramos e Tânia Gabbi Este vídeo faz parte do 3º Encontro Nacional da Área da Mediunidade, que reuniu lideranças espíritas de todo o Brasil para integração, reflexão e convivência fraterna. A programação ...
Então, pessoal, não são nem meiodia ainda. Olha o tanto de assunto que a gente já teve a oportunidade de refletir nessa manhã. Mas vamos continuar. Agora nós vamos paraa roda de conversa convidando a Tânia Cristina Pires, Leila Ramos, presidente da Federação Espírita de Tocantins, o Jacobson e seu Jorge Godinho. E aí, como é que vai acontecer o os dois assuntos tratados agora na parte da manhã? Mediunidade além do fenômeno, mediunidade no cotidiano. Essa roda de conversa, essa conversa aqui vai acontecer com a participação de todos nós. Então, todos que estamos aqui podemos fazer perguntas sobre esses dois temas. Agora é fundamental a objetividade para que a gente aproveite bem o tempo. Aí nós vamos pedir o Delcides e a Maria Amélia que colaborem com os microfones aqui na hora das perguntas. O God tá declinando aqui da participação. Ele tá com além de estar aqui conosco, outras atividades, mas Ah, muito bem aí. Bom, nós vamos agora conversar, não é? Ah, Regina, acho que o microfone, quem quiser fazer algum comentário, quem quiser fazer alguma pergunta, Delciso vai nos dar o socorro aí, mas ficamos ficamos todos agora à vontade para tratarmos desses dois assuntos que foram abordados, né? Então não precisa ser só uma pergunta, como eu disse, mas alguma colocação também que seja feita, alguma observação que acha relevante. Vamos ficar todos assim bem à vontade. Alô. Alô. Seu nome e nome de onde é e a pergunta. >> Bom dia a todos. Virla da Federação Espírita Piauiense. A pergunta é, ah, nós falamos muito aqui da questão do pensamento, né, da da importância do pensamento e da relevância com a mediunidade. A pergunta é, ao invés do fenômeno espontâneo, na hora da reunião mediúnica, n nós podemos eh conduzir no diálogo e haver uma indução do pensamento na hora do do diálogo e e no exercício da mediunidade na reunião mediúnica para transformar situações, realidades ou condições de quem tá sendo eh assistido. Entenderam a pergunta? utilizar se os dialogadores no exercício da da da
xercício da mediunidade na reunião mediúnica para transformar situações, realidades ou condições de quem tá sendo eh assistido. Entenderam a pergunta? utilizar se os dialogadores no exercício da da da reunião mediúnica, ao conversar, né, com os irmãos que estão sendo atendidos, eles podem utilizar de uma indução, que é uma dúvida que nos chega muito, eh, pessoas perguntando: "Ah, nós podemos induzir na hora da reunião mediúnica um pensamento ou médium, dizer assim: "Médium, vá lá em tal lugar. eh, faça isso, isso, isso. Ou o médium diz assim: "Ah, eu tô vendo tal coisa". Então, eh, disfarça isso. Então, assim, induzir o percurso da reunião mediúnica, nós deixamos de forma espontânea ou nós podemos fazer essa indução de médiuns e no diálogo? Como é teu nome, por favor? >> Virla. >> Vla. É porque no Ceará e no Piauí, eh, a gente, eh, ao longo dos anos a gente tem recebido esse tipo de dúvida de como proceder, se a gente deixa o fenômeno acontecer espontaneamente e lida através do do diálogo dessa assistência ou a gente pode conduzir >> eh situações através desse pensamento, né? trazendo essa questão do pensamento. >> Eu, se eu entendi de fato como vocês a sua pergunta, a gente procura não induzir, mas educar. induzir é quando você escolhe o caminho e diz para ir para aquele caminho. Mas educar não. Educar é você ajudar o médium a escolher o melhor caminho. Isso a gente faz primeiro de uma forma teórica, vamos dizer assim, durante a fase de estudo. Quando chega já na reunião mediúnica propriamente dita, o dialogador junto com o médium vai percorrendo o caminho, escolhendo os caminhos. Não sei se deu para responder aqui. Eu peço a Tânia, aos outros Jacobs Leila ou Godinho para para complementar, mas a gente procura sempre eh ajudar o médium a escolher o melhor caminho. Se alguém da mesa quiser complementar, fica à vontade. Médium, >> eu quero falar como médium. Penso que na hora da atividade mediúnica, se o se o dialogador quiser induzir o espírito, o espírito tem mente, né? Ele tem vontade,
omplementar, fica à vontade. Médium, >> eu quero falar como médium. Penso que na hora da atividade mediúnica, se o se o dialogador quiser induzir o espírito, o espírito tem mente, né? Ele tem vontade, ele tem pensamento. Ele não vai aceitar, penso eu, né? esse essa imposição ou essa indução, né, dependendo da categoria do espírito, pode até ridicularizar o dialogador, dependendo da intenção. E aí a gente tem que lembrar lá o livro dos espíritos, o que vale a intenção. Então, a gente tem que tomar muito cuidado, por isso que a gente estuda para poder a gente não cair nessa vala, porque essa vala é muito perigosa. Seria essas minhas ponderações aqui pra nossa reflexão inicial. Não pode esquecer, o primeiro dialogador com espírito não é a pessoa que nós chamamos dialogador, é o próprio médium. Então, na hora que o espírito deseja fazer alguma coisa, que o médium ele observa que aquilo não é conveniente, ele já induz ali naquela hora. Diz: "Olha, isso aqui não é possível. Se você quiser comunicarse, será dessa forma. Então esse diálogo é algo que o médium deve exercitar naquele primeiro instante, porque às vezes há momentos numa reunião mediúnica que o espírito não se comunica ostensivamente para aqueles que estão participando, mas o médio está conectado com ele, conversando o tempo todo. Aí quando termina, não houve uma expressão ostensiva de uma comunicação, mas o médium diz: "Olha, tinha um espírito aqui que tava esperando, etc. a gente conversou, atendemos e ele foi atendido. Então essa questão da indução, eu vejo que nós devemos ficar mais atentos, conectados com os benfeitores, que todos nós, como médiuns, estamos naquele momento do diálogo com o espírito conosco, que ele está nos ajudando a a que o diálogo transcorra de uma forma tal que a gente não violente consciência. O ideal é nós levarmos no diálogo, na forma expressiva, que é a fala, que o próprio espírito ele chegue à conclusão que a gente deseja. Mas a gente tem que entender uma coisa. O dialogador, se ele somente fala e não impregna
o diálogo, na forma expressiva, que é a fala, que o próprio espírito ele chegue à conclusão que a gente deseja. Mas a gente tem que entender uma coisa. O dialogador, se ele somente fala e não impregna o seu sentimento, ele não será tão exitoso como que talvez se ele não falar nada e o sentimento dele falar, aquele momento é muito mais expressivo. Eu lembro do Chico da momento todos sabem da do fato. Chega uma mulher, não é? Uma moça que tá quatro, cinco homens segurando ela pela força que ela expressava, né? No estado que eles tinham que segurá-la porque estava estado loucura e ninguém sabia o que que era. Adentrou, aí o Chico olhou e pediu para soltar e eles ficaram com receio de soltá-la. O Chico se aproximou delar, deu uma fago, chorou intensamente com ela. Ela foi se apaziguando, se apaziguando, ele chorando, chorando, chorando, chorando. Terminou, ela voltou ao estado normal. O Chico não disse uma palavra. Então, uma indução melhor do que essa, eu acho que a gente temos que aprender muito com ele, não é? para que a gente tenha confiança nas inspirações que os benfeitores eh nos dão naquele momento, né, para que a gente possa ajudar. Mas se nós impregnarmos o nosso sentimento à fala, isso toca de tal forma, porque eles mesmos dizem, no momento que a gente só fala, eles vem que, mas quando a gente impregna o sentimento, eles vê a sinceridade nossa e isso toca mais profundamente, né? Então é um trabalho que nós temos que ter de compaixão naquele momento e naturalmente a espiritualidade utiliza também dos nossos recursos. Dando também uma colaboração, na reunião mediúnica ocorrem duas induções, como nós vimos aqui, a do médio e do espírito. Do médium deve haver toda espontaneidade. indução é hipnose, porque você dá um comando e a pessoa aceita. é uma vontade ativa e uma vontade passiva. Então, no momento em que você dá um comando para eh o médium, o dirigente ali, ele interfere no comando indutivo do espírito dirigente da reunião mediúnica, porque mediunidade, a base dela é a hipnose
Então, no momento em que você dá um comando para eh o médium, o dirigente ali, ele interfere no comando indutivo do espírito dirigente da reunião mediúnica, porque mediunidade, a base dela é a hipnose mesmo. Ou seja, um espírito ele emite um pensamento que é aceito e aí ocorre o transite. Basicamente é assim. Então, quando o dirigente interfere nesse processo e ele toma frente e ele induz o médium, ele pode causar eh três coisas. O trans pode não acontecer, ele pode levar o médium à imaginação ou a um fenômeno anímico. Então, não deve haver interferência, deve ser espontâneo, porque os benfeitores espirituais é que sabem como vai acontecer a reunião, a potencialidade de cada médium. Então, olha, você agora vai concentrar para você desdobrar. Ele vai se concentrar se vai desdobrar ou não. Muitas vezes isso pode gerar uma imaginação dele e ele imaginar isso ou até sair do corpo físico anômalamente e causar uma manifestação anímica, né? Eu nem coloquei a quarta opção que é a fraude, porque considerando as reuniões sérias não se imaginaria isso. Mas ainda é possível a você induzir a pessoa e ela para agradar ou para não parecer assim, eu tenho que incorporar, né? Senão o que que vão pensar de mim aqui? E aí ela simula um trans e aí é uma fraude. Então essas opções elas acontecem. Agora, em relação ao espírito, o momento em que você tá conversando, em que você convida para fazer uma prece, quando você o induz a ver um copo de medicamento, olha o medicamento aí do seu lado, olha o espírito que está aí do seu lado, seu parente. São comandos hipnóticos indutivos por inspiração deve ser assim. do dirigente espiritual, porque o o esclarecedor naquele momento capta a intuição. Ó, tem um fão, tem um espírito do seu lado, aí observa quem é. Aí ele vai observar, você deu um comando e ele obedeceu. Assim como você, olha, agora você vai adormecer, ele adormece, né? Você vai ver agora uma paisagem. Observa, quando você faz isso, está dando um comando. Dada a sua condição de sensibilidade e o estado de trans, que
, olha, agora você vai adormecer, ele adormece, né? Você vai ver agora uma paisagem. Observa, quando você faz isso, está dando um comando. Dada a sua condição de sensibilidade e o estado de trans, que já é um estado magnético, ou seja, hipnótico, isso fica bem acentuado. Então, em relação ao espírito, a gente tem isso e tem que tomar muito cuidado com o que fala pro espírito, porque você está induzindo a tal, então tem que saber muito bem manipular esse tipo de de pensamento, né? Eh, o André Luiz explica com muito cuidado que são comandos de hipnose. Não que a gente vai fazer hipnose, ele até tem uma observação no mecanismo da mediunidade, ele fala bastante de hipnose. Aí lá num certo ponto ele fala assim: "Mas eu tô querendo dizer que vocês t que usar hipnose no centro espírita, não, né? Quem quem estudou o livro sabe que ele fala isso, mas são esses comandos." Agora, em relação ao médio, não se deve fazer para que não incorra numa dessas quatro situações. Irabi. >> O Irabim ali no fundo. >> Tem uma ordem aqui. >> Tem aí. Ah, então tá bom. Nós estamos catalogando. Não, >> pera aí. >> Não, não. O eles estão controlando aqui. Basta levantar a mão que eles vão no lugar. >> Depois e depois. >> Depois é você. É o próximo. Pode perguntar. >> Eh, bom dia a todos. Meu nome é Val Fran, Brasília e minha pergunta é direcionada a uma informação que eu obtive agora no vídeo, ela tá relacionada ao encaminhamento do assistido lá naquele momento inicial do atendimento fraterno. Então, minha pergunta seria o seguinte: eh como diferenciar ou melhor, como diagnosticar segurança lá no atendimento fraterno, um processo de eclusão natural da média unidade? daquele processo de afloramento obsessivo da mediunidade, uma vez que essas duas situações, ela tem como característica comum eh aquele desconforto daquele assistido que tá procurando a casa, né? E como foi dito no vídeo na primeira hipótese, no esse médium, né, o entrevistado, ele pode participar de uma reunião mediúnica, embora que acompanhado, né, eu acredito
o que tá procurando a casa, né? E como foi dito no vídeo na primeira hipótese, no esse médium, né, o entrevistado, ele pode participar de uma reunião mediúnica, embora que acompanhado, né, eu acredito que deva ser por questão de eh concomitantemente ser passada alguma orientação ou ao final da reunião, certo? e que subsídios pode ser oferecido ao entrevistador para ele diferenciar essa eh essas duas situações, tendo eh mais segurança eh no momento do encaminhamento. Não sei se conseguir ser eh eh claro suficiente na minha colocação. >> Eh, por favor, pode repetir o nome. >> Valfran Brasília. >> Valfran. >> Valfran de Brasília. Obrigada. Então, Valfran e amigos, eh o atendimento fraterno, como todas as nossas atividades, eh também passa pelo momento das capacitações, né, que temos que sempre estar buscando e promovendo nas nossas federativas, justamente para que possamos estar retomando estes conhecimentos à luz da doutrina espírita nas obras que eh também ah referendamos, né, são subsidiárias e a gente tem a obra específica sobre atendimento fraterno, tanto na orientação ao centro espírita, é nosso né, quanto no no documento orientador da área. Então é muito importante que a gente, assim como fazemos na mediunidade, na nossa área, nós estejamos sempre nos debruçando novamente sobre os documentos orientadores. E no momento em que nós estamos nesta tarefa do atendente fraterno e que acolhemos o irmão, né, na na no que nos cabe de acolher, consolar, esclarecer, eh é o momento em que o que mais importa é que aquele irmão se sinta de fato acolhido e que nós possamos orientá-lo no sentido de disponibilizar as atividades que a casa tem, como costumamos chamar de terapêutica espírita, né? que ele possa estar frequentando as nossas reuniões, as nossas eh reuniões públicas, eh buscando o estudo, né, através eh dos grupos para os iniciantes, eh que possa estar fazendo também eh uso, aproveitando o passe, né, siga todas as vezes que necessário junto ao atendimento fraterno, até que este irmão
, né, através eh dos grupos para os iniciantes, eh que possa estar fazendo também eh uso, aproveitando o passe, né, siga todas as vezes que necessário junto ao atendimento fraterno, até que este irmão consiga sentir-se eh no na caminhada parte desse dessa nossa ah desse nosso trabalho espírita, dessa nossa casa espírita, né? E possa pouco a pouco então ir se trabalhando, serenando, tendo entendimento, né? Eh, eh, esse é o trabalho que nós nós temos a oferecer o dentro da e da proposta nossa da doutrina espírita. Eh, e sempre dentro do que vemos nos nossos documentos, evitarmos o máximo possível que esse irmão seja conduzido à reunião mediúnica, sem ter o devido estudo, né, o devido esclarecimento, buscarmos a caminhada de orientação primeiro, né, de estudo mesmo. Mais alguma colocação nesse sentido? Alguém gostaria de fazer? Alô, bom dia a todos. Meu nome é Júlio Verne, eu sou da Federativa do Estado do Ceará e a minha pergunta vai para o Jacobson, né? Jacobson, no início da sua fala agora pela manhã, você abordou que o primeiro fenômeno mediúnico ele acontece com o retorno ao involtório físico. >> Eu não entendi direito. Repita, por favor. >> O primeiro fenômeno do do C acontece no processo reencarnatório. Ah, >> sim. >> Certo. E que a mediunidade, além do fenômeno, ela não está restrita só a quatro paredes e uma vez por semana, né? E a minha pergunta, aliás, a dúvida que eu fiquei é que quando você falou sobre a visão intuitiva, eu fiquei na dúvida que se aquela intuição que acontece do próprio médium, ela pode ser considerada mediunidade do próprio médium. A minha minha a minha dúvida é essa, a intuição, quando é que ela quando é que ela é um fenômeno mediúnico? Aham. Ah, intuição em essência, porque a gente vai simplificando aqui falando mediunidade, mediunidade, né, que é aquela definição que o Emmanuel coloca. Mediunidade é força mental, talento criativo da alma, capacidade de comunicação, interpretação e íã. Dessas cinco, quatro são manifestações anímicas, na verdade, não são
finição que o Emmanuel coloca. Mediunidade é força mental, talento criativo da alma, capacidade de comunicação, interpretação e íã. Dessas cinco, quatro são manifestações anímicas, na verdade, não são mediúnicas. Porque a força mental, o que ele menciona é o comando da mente espiritual, do espírito sobre o corpo físico, que se faz através da glândula pineal. Por isso é que o a força mental comandando o metabolismo orgânico e o movimentos voluntários representam ação mediúnica, porque é o espírito atuando na matéria através da glândula pineal. Daí o André Luiz falar que é o ponto de interação das forças espirituais e das fisiopsicossomáticas, porque através da pineal que vão surgir os movimentos involuntários, simpático, parassimpático, batimento cardíaco, metabolismo, todo esse funcionamento orgânico se dá pelo comando da mente, do espírito e também eh a fala, o andar e todo. Tá aí essa visão de de Emmanuel e de Kardec. Agora, eh, a intuição, ela tem várias nuances que a gente também simplifica intuição, mas ela tem variações. É um fenômeno telepático, portanto é um fenômeno anímico. No momento em que você capta o pensamento, não é? você teve uma transmissão de mente a mente. Então é um fenômeno anímico. Se você fala, ele se torna mediúnico porque você transmitiu. A fase telepática é a fase anímica, é uma alma captando a informação de outra alma. No momento em que você transmite, você escreve ou você fala, se tornou mediúnico. Daí André Luiz usar a expressão que o fenômeno, na verdade, ele é medianímico, não é só mediúnico e nem só anímico, porque ele tem as duas faces que se interagem. Então, o fenômeno intuitivo. Agora, você pode ter uma intuição na hora da reunião mediúnica, por exemplo, capta o pensamento do dirigente e às vezes até não percebe que é intuitivo. Dá aquela vontade de se levantar e chegar do lado de um médium e daí a pouco ele entra em transite. Às vezes não foi uma ideia, quando você viu, você já levantou. Isso é um impulso automático, intuitivo. Existe outro
e de se levantar e chegar do lado de um médium e daí a pouco ele entra em transite. Às vezes não foi uma ideia, quando você viu, você já levantou. Isso é um impulso automático, intuitivo. Existe outro aspecto da intuição, aquela da madrugada, quando o espírito conversa com você, te dá orientações, você acorda de manhã, você não lembra daquele contato, mas você na volta do dia você tem vontade de fazer isso, fazer aquilo outro, você não sabe de onde veio, vem do interior. Daí algumas pessoas dizerem que a intuição é do interior. Na verdade, André Luiz mostra que é do interior, mas também pode ser do exterior também quando você capta esse pensamento durante o dia. Então, o momento em que você transmite o pensamento, ele se tornou mediúnico. Na essência, a intuição é um fenômeno anímico, porque é a alma captando o pensamento de outro espírito. Não sei se ficou claro, se alguém quer contribuir aí, complementar um pouco mais. Bom dia. Eh, eu sou Cadu Santana da Federativa de Goiás, né, Goiânia. Eh, a parte da minha pergunta já foi respondida naquela questão que fala dos dos processos de indução e e também eh relacionados com o médium propriamente, mas existem situações que ocorrem reuniões mediúnicas e reuniões de desobsessão que são as percepções por parte do dirigente da reunião ou do dialogador ou de algum outro médium ali, das características daquele espírito comunicante, como, por exemplo, algumas imperfeições perespirituais que possam estar ocorrendo, manifestações de dor e sofrimento que ele possa estar ali naquele momento manifestando, né, e outras percepções, seja em nível perespiritual. E aí, qual pode ser, por exemplo, naquela naquele momento, a o grau de intervenção que o dialogador ou dirigente pode fazer em relação a esse irmão, no socorro a esse irmão? Vamos supor que que haja uma percepção ali de dificuldades, né, gastrointestinais no seu perespírito ou a ausência de um membro ou a percepção, por exemplo, de um de um processo pelo qual ele passou de decaptação.
ue que haja uma percepção ali de dificuldades, né, gastrointestinais no seu perespírito ou a ausência de um membro ou a percepção, por exemplo, de um de um processo pelo qual ele passou de decaptação. enfim, qual que pode ser a intervenção, né, que que pode ou deve ser feita ali naquele momento em termos de indução, em termos eh até mesmo, por exemplo, de socorro mesmo, de de interferência naquilo que seria, por exemplo, um lóbulo frontal ou ou parietal ou mesmo eh hospital naquele espírito ou, por exemplo, de de auxílio para que ele possa realmente de alguma forma se recuperar daquele estado ali, porque por mais que a gente saiba que a todo esse processo de interação depende da da equipe espiritual que coordena o processo, mas qual pode ser a contribuição naquele momento, uma vez percebido esse quadro do dos médiuns que estão ali na reunião mediúnica, né? Obrigado. >> Quem começa, >> hein? Quem começa das influências que a médio sente em função da presença do espírito. É isso. >> Você perguntando >> pode completar. >> Caso, por exemplo, vamos supor que eu como médico presente na reunião, eu eu sinta como o que ele espiritualmente m ou através da própria percepção visual, né? eu sinta, eu perceba que aquele espírito em sofrimento ali tem um quadro específico. Por exemplo, a a perda de um braço naquela existência, ele ainda esteja sofrendo aquelas consequências de uma decaptação ou mesmo em função do autoestermínio, ele sinta as pressões na sua região esofágica e, enfim, eu estou percebendo que aquele espírito em sofrimento e ele estava muitas vezes conectado a uma pessoa que tá no processo de tratamento eh espiritual. Qual pode ser a intervenção que eu posso ou devo fazer em favor daquele irmão ali? Além da prece, né? Eh, o passe, uma intervenção de indução para que ele possa perceber, por exemplo, a cabeça dele reconectada ao corpo. Quer dizer, que tipo de intervenção eu posso e devo fazer? Até onde eu posso ir nesse processo de auxílio aquele irmão desencarnado que se encontra ali em dor
mplo, a cabeça dele reconectada ao corpo. Quer dizer, que tipo de intervenção eu posso e devo fazer? Até onde eu posso ir nesse processo de auxílio aquele irmão desencarnado que se encontra ali em dor e sofrimento? seriam os recursos, né, usados naquele diálogo, entendeu? Muito bem. Pelo que eu entendi, né? E aqui, como eu tô usando o aparelho auditivo em função e como o som sai para lá, às vezes eu sinto uma dificuldade de não entender, mas eu acho que agora eu entendi. Olha só, toda vez que nós nos aproximamos na mesma dimensão um do outro, a nossa sensibilidade capta alguma coisa. Então, tem pessoas que a gente se aproxima e tem uma empatia, tem outras que a gente não tem. Que quer dizer isso? Interação energética da aura, porque nós somos emissores receptores. Vamos botar agora o espírito desencarnado. Ele está com a mente dele vinculada a um fato que ocorreu com ele, tá certo? perdeu um braço. Imagina um homem bomba ou uma mulher bomba, seja o que for, como é que ele vai se sentir despedaçado, né? Mas a lógica já mostra, se você tá com o corpo todo despedaçado, só a cabeça pensando, tem alguma coisa que é ilógico, porque na ideia dessas pessoas você morreu, mas tudo bem. Ele, ah, eu não morri, eu tô aqui, mas eu tô nessa condição. O médium é o primeiro que sente isso, se aquele espírito vai se comunicar através do médium. Então, essa interação da energia do espírito com a do encarnado vai fazer com que o médium tenha sintomas, ele sinta coisas muito parecidas. Então, o médium é o primeiro que acolhe. E quando isso acontece, um trabalho mediúnico, a gente sabe que os benfeitores antes daquele dia, porque os benfetores são amorosos, ele não pega assim, ó, Godinho, agora chegou aqui o Jacob que foi o homem bomba e você vai aí eu levo um choque, eu nem tô preparado. Mas os benfeitores faz o seguinte, olha, gordinho, lá durante o sono, um dia, dois dias, uma semana, não interessa o tempo, ele já vai me levar lá pro Jacobs para que eu vejo o Jacob eu, e eu começo a interagir com ele, porque num
nte, olha, gordinho, lá durante o sono, um dia, dois dias, uma semana, não interessa o tempo, ele já vai me levar lá pro Jacobs para que eu vejo o Jacob eu, e eu começo a interagir com ele, porque num determinado dia um momento, eu vou acolher o Jacobs. Então, no momento do acolhimento, eu vou sentir as coisas que o Jacobes está sentindo, sei lá, perto de mim. Então, nesse momento, cabe a nós, o médium já começar o primeiro acolhimento. Tá precisando de pressa, a gente faz uma prece para ele, não é? Se ele tá precisando de alguma coisa, a gente identifica, a gente faz. Às vezes o médium também não tem essa clareza no momento, é de supetão que é o mesmo, mas ele já tá preparado para isso. Aí cabe sim aos que estão conversando, dialogando, eh, levá-lo a essa condição. Aí, voltando à pergunta anterior, o ideal não é que nós induzamos, mas que nós façamos com que ele chegue à conclusão. Então, se eu estou dialogando e ele tá dizendo que tá numa região trevosa ou tá nessa condição, ao invés de eu dizer que ele não está, eu peço para ele observar um ambiente. A invés de dizer: "Olha, olha, o espírito tá do seu lado". Eu digo assim, ó, observe o ambiente, vê se você tem alguma coisa diferente. E ele mesmo vai me ajudar no diálogo, porque ele vai me dizer aquilo que ele tá observando, porque eu não induzi, eu pedi a ele para que ele me informasse o que é que ele tá percebendo. E aí o diálogo a gente vai levando nessa para que ele possa a mesma coisa, o corpo despedaçado, uma perda de um braço, não é? Ah, degolado, tá? Quer dizer, que o médium sente isso, mas a gente vai conversando com ele e mostrando que isso foi um fato, que houve uma destruição de um corpo que ele utilizava, que ele agora, se ele tiver a consciência como espírito, etc, que ele já sabendo propriamente disso, não, o primeiro passo é dizer para ele, é fazer com que ele tenha a conclusão de que ele já está no plano espiritual, sem o corpo que foi despedaçado, mas o corpo espiritual dele Esse modelador, ele não sofreu essas
passo é dizer para ele, é fazer com que ele tenha a conclusão de que ele já está no plano espiritual, sem o corpo que foi despedaçado, mas o corpo espiritual dele Esse modelador, ele não sofreu essas coisas. E aí a espiritualidade naturalmente vai ajudando a ele, recompondo isso e naturalmente sentindo-se com a o corpo, a fisionomia que ele possuía. A mesma coisa acontece com os espíritos que se transformam, não é? E eles se apresentam de forma monstruosa, com um corpo diferente do dele. E quando chega na reunião mediúnica, que a espiritualidade que ele vai chegando à conclusão, aquilo vai se derretendo como se fosse uma máscara e ele chega à conclusão do que que ele é. também é um outro tipo. Então, a gente observa que é este momento é um momento em que o médium ele pode ajudar muito com essa interação no primeiro diálogo com ele. E nós que depois temos essa condição é realmente ir falando para que ele tenha estas conclusões. Se a gente tiver no diálogo, não é? Mas como eu falei, se for só diálogo fica difícil. Nós temos que aprender a sentir >> exatamente para ir levando ele a essa conclusão, não é? Porque para ele o corpo tá despedaçado e realmente tá o corpo físico. Mas o espiritual ele não está, ele sofre, porque a gente sabe que o modelador eh que é o perespírito é diferente do modelador disso aqui. Então esse copo teve um modelador aí o copo quebrou, o modelador tá perfeito. O perespírito tem um corpo. Hora que o corpo é destruído por moto, meio iniciativa criminosa perante a lei divina, o modelador ele tem também ele só porque eu preciso reparar isso em outras existências e é ele que vai modelar o meu corpo, talvez com um cérebro aberto, vai modelar um corpo com uma tendência, uma doença qualquer em função do ato criminoso que eu fiz, não é? Então esse momento é um momento onde há um aprendizado tanto para o médico como para o dialogador com esses cuidados todos que foi dito. O que eu tenho tido ao longo da experiência, o meu aprendizado nos diálogos é quando o meu diálogo, o meu sentimento,
tanto para o médico como para o dialogador com esses cuidados todos que foi dito. O que eu tenho tido ao longo da experiência, o meu aprendizado nos diálogos é quando o meu diálogo, o meu sentimento, ele está impregnado à fala, tendo transcorre de uma forma tão boa que eu me sinto, eu choro, eu eu é aquela coisa que vem de forma natural, eu não forço nada, mas aquilo é uma ambiência que o plano espiritual faz e na realidade são os benfetores que vão usar isso, não é? Eh, eh o sentimento eles transformam nas energias próprias, ajudando o espírito que ele vai se recompondo e ele vai vendo em determinados momentos ele vai vendo a recomposição do braço dele, porque agora ele não tá vendo mais o corpo, ele tá vendo o modelador do corpo que o braço continua, né, totalmente impregnado nele essas, vamos dizer assim, essas células que no próximo existência ou nas próximas, ela vai se apresentar de forma deficitária em função de um crime que eu cometi perante o meu próprio corpo, a leite fina. Então, eu vejo assim como essência de tudo, eh, nesses diálogos, eh, nós não induzirmos, mas fazer com que o espírito chegue a essa conclusão. Não é que é uma tática que a gente tem que aprender, mas que jamais nós deixemos o sentimento à parte, ficar só no convencimento. Na hora que a gente alia essas duas coisas, o resultado ele é é fabuloso. É o que os espíritos querem, né? A gente sentir, aprender a alteridade, sentir a dor do outro, sentir a dificuldade do outro para que a gente possa realizar esse trabalho que de ambos os planos da vida. Não sei se respondi, mas é o que eu pude depreender. E dentro dessa reflexão toda que o Godinho nos traz, eh cabe também nós lembrarmos, amigos, da do nosso item 331, né, de o livro dos médiuns, quando nós somos todos na reunião mediúnica eh importantes e necessários no trabalho. Todos nós colaboramos no atendimento, fortalecemos inclusive o trabalho do esclarecedor, porque estamos na mesma sintonia, porque é um grupo que já vem se trabalhando no
tes e necessários no trabalho. Todos nós colaboramos no atendimento, fortalecemos inclusive o trabalho do esclarecedor, porque estamos na mesma sintonia, porque é um grupo que já vem se trabalhando no sentimento, na união, na relação, eh na alegria que temos com a chegada de cada irmão que vai fazer parte do trabalho na reunião mediúnica. Então, eh, é um trabalho que, sim, é conjunto com a espiritualidade, eh, toda a intuição, né, verte do alto, mas is esse processo se dá porque o grupo é o feche de varas, o grupo tá coesso, então somos todos responsáveis. M.
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