#04 [CONGRESSO ESPÍRITA DE JATAÍ 2025] Palestra "JESUS E AS ADVERSIDADES ATUAIS" - André Siqueira
#AOVIVO #CongressoEspiritaDeJatai #SINTONIAnoBEM Transmissão AO VIVO da Abertura do CONGRESSO ESPÍRITA DE JATAÍ 2025 e da Palestra "JESUS E AS ADVERSIDADES ATUAIS", com André Siqueira, direto do Centro de Cultura e Eventos de Jataí-GO. SINTONIA no BEM, divulgando o espiritismo com amor! Quer criar transmissões ao vivo como esta? Confira o StreamYard: https://streamyard.com/pal/d/5942525018767360
나라나라나라나라나라на나라на나на나 el novos aromas para sentir. Uma criança nasce, ela traz a esperança de um porvi. Mas ainda existe o medo, ainda existe a dor, ainda existe a ignomínio humana. A revelação nos ensina todos os porquês e nos mostra o caminho a percorrer. Evangelizar é um mundo novo criar. Evangeliza. Vamos, vamos ao planeja, vamos dar evangelizar se ter aromas para sentir evangelizar. É se ter a esperança de um ouvir. >> Obrigado. Obrigado. Deixa eu fazer uma Essa música, eu gosto muito dela e às vezes que eu quando eu fui gravar ela, eh, eu me via envolto de muita emoção. E anos depois, hoje eu vim entender que Jesus me deu a oportunidade de cantar. Ela é uma composição do nosso álbum sobre as parábolas de Jesus e fala sobre uma cura, a cura do cego de Jericó. E por que que eu falo que eu tive a oportunidade? Porque hoje essa música faz sentido para mim e ela me mostra o quanto nós ainda precisamos enxergar o quanto estamos ainda presos. no nosso ego, na nossa vaidade, no nosso orgulho, preso em caixas mentais de narrativas que acreditamos e que nos escravizam. Então, para mim, essa música tem a simbologia de poderem enxergar do fundo da alma. Te leio. Bastu o filho de Timeu. Bastu o filho de meu. Então Jesus saindo de Jericó com seus discípulos e grande multidão. meu cego do caminho, mendigva para a sua sustentação. Jesus, filho de Davi, ouça a minha voz, tenha misericórdia, eu sou cego sofredor. Jesus, filho de Davi, ouço a minha voz. Tenha misericórdia, eu sou cego sofredor. Muitos quiseram calar baixo, mas ele grita: "Filho de Davi, a misericórdia de mim. Eu sou cego, estou aqui. Que queres que eu te faça? Perguntou Jesus. >> Quero enxergar, quero ver a tua luz. Então vá adiante, tua fé te salvou. Parte meu enxergou, me seguiu e seguiu. Que queres que eu te faça? Perguntou Jesus. Quero enxergar, quero ver a tua luz. Então vá adiante. Sua fé te salvou. B meu enxergou e seguiu e seguiu e seguiu >> Jesus. Os meninos estão fazendo falta, hein? Estamos sem nossos dois integrantes
. Quero enxergar, quero ver a tua luz. Então vá adiante. Sua fé te salvou. B meu enxergou e seguiu e seguiu e seguiu >> Jesus. Os meninos estão fazendo falta, hein? Estamos sem nossos dois integrantes também, né? Hoje aí a música falta o peso do carrom, né? Falta sim, >> faz falta demais. >> Mas continuando, depende de você querer acreditar, enfim, poder se libertar. É disso que essa música fala. Michael, depende de você cantar essa música para charar라. chanará chanará. >> Amigo, brilha o sol além de sua janela. Perceba ao seu redor o quanto a vida eterna. Acenda em você o brilho que dormita. deste asas ao encontro do mais purador. Práci infinito desperte para luz. Deixe o amor brotar, frudificar de vez. E a vida é muito mais. Depende de você querer acreditar que pode ser feliz em vim de libertar. Tcharã tcharã. Oh, tá. embo brilha o som além de sua janela. Perceba ao seu redor enquanto a vida é dela nascendo em você. O reino que vomita, liberte as asas, voe ao encontro com amor. Abrace o infinito que esperte para a luz. Deixe o amor, frutificar de vez. A vida é muito mais. Depende de você querer acreditar que pode ser feliz. Enfim se liberar. Despede para a luz. Deixe o amor brotar. Frutificar de vez. E a vida é muito mais depende de você querer acreditar que pode ser feliz em fim se libertar. Chanará. Oh, obrigado. >> Só depende de nós queremos libertarmos. O ano passado a gente recebeu o convite pra gente fazer a composição do tema do congresso espírita de Goiás, que era autoiluminar. E aí a gente fez duas músicas, mas não vamos ter oportunidade de cantar as duas, mas vamos cantar aqui a música chama Alto Iluminar, que fala sobre esta coragem que a gente tem que ter de ir adiante com a reforma íntima, de a de nos autoconhecer, conhecer as nossas sombras. limpar os nossos lixos para poder seguirmos então a nossa caminhada, né, em direção à nossa evolução espiritual. É disso que essa música fala. Quero entrar no meu desconhecido, enxergar a verdade de quem sou. esvaziar
lixos para poder seguirmos então a nossa caminhada, né, em direção à nossa evolução espiritual. É disso que essa música fala. Quero entrar no meu desconhecido, enxergar a verdade de quem sou. esvaziar de mim todo o lixo, encarar meus defeitos, me encher de amor, descobrir essa verdade, eu sei que irá me libertar. Conhecer o que há de mal em mim. ter coragem de até o fim discretamente no silêncio da mente e do coração. Vende de mim essa viagem de me autoiluminar e poder me reformar, trabalhar meus sentimentos, desenvolver a compaixão até que o amor domine o coração. Conhecer essa verdade, eu me libertar. Conhecer o que há de mal em mim, ter coragem de até o fim discretamente do silêncio da mente e do coração. Depende de mim essa viagem, de me autoiluminar, de poder me reformar, trabalhar meus sentimentos, desenvolver a compaixão até que o amor domine o coração. Não. Isso aí. Nós queremos agradecer a presença de vocês, a audiência também, né? O congresso está sendo transmitido ao vivo pelo canal do Sintonia Bem, Rádio Fraternidade, Rai TV, Rede Amigo Espírita e Aego. Então, a todos que estão nos assistindo também online, sejam bem-vindos. Obrigado pela sua audiência. Nós somos o grupo Luz para quem não nos conhece. Se você quiser saber mais e conhecer um pouquinho mais do nosso trabalho, pode procurar em todas as redes aí, @grupoluzespírita. você vai conhecer os nossos trabalhos que já se arrasta aí por uma década e meia e que tem nos dado a oportunidade de exercer a arte em direção a Jesus, né? e tendo isso como um trabalho voluntário que nos engrandece e nos treina e nos coloca em desafios para que possamos também ter a oportunidade de evoluir através deste trabalho. E falando nisso, e eu acho que o maior problema do grupo aqui muitas vezes sou eu. Quero confessar para vocês, a gente não ensaia algumas coisas e aí chega na hora eu coloco a galera em mausóis, sabe? Mas eu acho que convém fazer isso agora, porque o meu lado sombra também existe. Eu preciso, né, demonstrar para
gente não ensaia algumas coisas e aí chega na hora eu coloco a galera em mausóis, sabe? Mas eu acho que convém fazer isso agora, porque o meu lado sombra também existe. Eu preciso, né, demonstrar para vocês, afinal de contas, né, eu não sou só luz, né, tô nessa terra aqui. Eu acredito que vocês saibam do que eu estou falando. E aí nós começamos, >> que que você vai aprontar dessa vez, né? Aí nós começamos o nosso congresso com o nosso irmão Hélder Andrada falando dessa dificuldade que nós vivemos em plena transição planetária em trocar o pneu do carro com carro em movimento. Vocês lembram disso? E essa música, ela tem um tom de brincadeira e ela também puxa o clima um pouquinho para cima. Então, já que nós estamos entrando, né, com o pé direito na noite de hoje, a gente vai fazer uma brincadeira. E, ó, vocês que estão filmando, só para fazer um disclaimer, isso aqui é só uma brincadeira, porque senão vai sair na internet assim, ó, sessão mediúnica ao vivo, entendeu? Então, a gente vai fazer uma brincadeira, como é que seria, né, cantores sertanejos, porque nós temos a raiz sertaneja, né, nossa, nossa musicalidade. Como é que seria esses cantores lá, né, da formação da nossa eh musicalidade, né, raiz ali do sertanejo, por exemplo, tchão, carreira e pardinho cantando música espírita, né? Aqui nós estamos em Goiás, basicamente a gente sabe o quanto que o sertanejo aqui é forte, né? Aí, como é que seria isso? E aí, então, a gente finge que nós vamos convocá-los, né, em espíritos e eles vão chegar para cá e eles vão cantar, né? Como é que seria eles cantando música espírita? Posso chamar eles? >> Pode. >> Não tem jeito, não tem outra escolha, né? >> Se eu falar não na frente do povo, vai ficar ruim. Então, vou convocar aqui agora nossos irmãos. Tão Carreira e Pardinho chega para cá. >> Boa noite, pessoal. Você está bom? Você canta para nós uma música assim falando de transição planetária, mais naquele estilão que você cantava? >> Canto na hora. >> É >> quem que vai ser o pardinho?
> Boa noite, pessoal. Você está bom? Você canta para nós uma música assim falando de transição planetária, mais naquele estilão que você cantava? >> Canto na hora. >> É >> quem que vai ser o pardinho? >> Uai, >> sobrou para mim, né? >> Então vamos, >> então vamos lá. Palmeiras. Nós estamos muito atrasado com a nossa evolução. Estamos ficando apertado com essa tarde transição. Existe um planeta ao lado que é chamado de chupão. >> Presta atenção. >> Nosso tempo tá esgotado para mudar o coração. Não larga que ser forgado e começa a transformação. Ó, a coisa tá feia, a coisa tá preta. Quem não fizer caridade vai mudar para outro planeta. >> Faz caridade não para vocês verem. Já estamos muito atrasado com a nossa evolução. Estamos ficando apertado com essa tarde transição. Existe um planeta ao lado que é chamado de chupã. Nosso tempo tá esgotado para mudar o coração. Tão larga de ser forgado e começa a transformação. A coisa tá feia, a coisa tá preta. Quem não fizer caridade vai mudar para outro planeta. Quem gostou bate palma. >> Vocês querem mais uma? Podemos mais uma desse estilo assim? Podemos. >> Você faz a primeira agora. >> Eu vou, acho que eu vou lembrar a letra, né? Eu pus eles em a roxa. Agora me colocou em >> lá. Esqueceu que nós estamos sem metade do time, né? >> É, nós estamos sem metade do time, aí fica mais fraquinho um pouco. Então, como é que seria Tonique Tinoco, né? E beleza? Oi pessoal, pessoal, >> vamos lá. Como é que é? Tunque canta para nós uma música sertaneja aí, por favor. Espirita espiritaneja já canta. Foi mais de 2000 anos que entre nós Jesus nasceu, mas não foi compreendido. >> E então na cruz morreu o consolador prometido. Ele jamais se esqueceu. Ô doutrina linda do meu bem querer, foi Allan Kardec que trouxe você. Ô doutrina linda do meu bem querer. Nós trabalha muito para Deus crescer. >> Foi há mais de 2000 anos. que entre nós Jesus nasceu, mas não foi compreendido. >> E na cruz então morreu >> o consolador prometido. Ele jamais se esqueceu. Ô doutrina linda
uito para Deus crescer. >> Foi há mais de 2000 anos. que entre nós Jesus nasceu, mas não foi compreendido. >> E na cruz então morreu >> o consolador prometido. Ele jamais se esqueceu. Ô doutrina linda do meu bem querer. Foi Allan Kardec que trouxe você. Ô doutrina linda do meu bem querer, mas trabalha muito >> para Deus crescer. E beleza, >> pessoal com a banda inteira isso fic fica melhor ainda, né? Então, pra gente fazer a nossa última música aqui da noite, deixa eu ver que que nós vamos cantar aqui, que o repertório tava grande, mas já que nós entramos num clima, né, mais alegre um pouquinho, a gente vai fazer uma música que talvez a maioria de vocês conhecem, né? é uma música conhecida no espiritismo e ela tem uma pegadinha mais animada pra gente começar com essa energia para cima. Siga, irmão. Venha pra luz. Venha com todo o amor para encontrar Jesus. Venha com todo o seu ser encontrar a paz. E este mundo que é belo e será muito mais. Ore, vede este céu, essa terra que disseram brotar de mel. Nossas vidas de mãos dadas sempre vão ficar. E a nossa amizade sempre vai durar. Cante faça do mundo amor. >> Siga sempre o exemplo do nosso Senhor. Onde quer que ande, semia que essas luzes que brilham, sempre brilhei mais. Sempre brilhei mais. Siga, irmão. >> Vamos terminar vai. Venha pra luz. Venha com todo o amor para encontrar Jesus. Venha com todo o seu ser encontrar a paz. E esse mundo que é belo será muito mais. O fez este céu, essa terra que disseram brotar leite e mel. Nossas vidas de mãos dadas sempre vão ficar. A nossa amizade sempre vai durar. Eva cante digri faça a senha sempre o exemplo do nosso senhor. Por onde quer que ande, semelia, eu luzes que brilham, sempre brilhei mais. Sempre brilhei mais. sempre brilhei mais. >> Obrigado pessoal, até a próxima. Obrigado. Até mais. >> Obrigado. >> Obrigado meus irmãos do grupo Luz. Agora eu tenho que desassociar ali do cantor, né? Obrigado meus irmãos do grupo Luz. Foi uma alegria ter vocês aqui conosco. Deus é muito bom de me dar a
brigado. >> Obrigado meus irmãos do grupo Luz. Agora eu tenho que desassociar ali do cantor, né? Obrigado meus irmãos do grupo Luz. Foi uma alegria ter vocês aqui conosco. Deus é muito bom de me dar a oportunidade de viver com esses cara aqui. Bom, pessoal, nós estamos então entrando para a nossa último momento da noite, né, a nossa palestra. Mas antes, para que a gente possa aproveitar esse clima que a música cria e deixar as nossas conexões em alta, nós vamos chamar o nosso irmão Marcos Wagner para fazer a nossa oração de abertura da noite e a gente então segue depois com a palestra do nosso irmão André Siqueira com o tema Jesus e as adversidades atuais. Não mudei o tema, viu, meu irmão? Piada interna, né? Piada interna. Então, por favor, nosso irmão Marcos Wagner. Boa noite. Quero iniciar essa prece já buscando a sintonia com a espiritualidade e lembrando uma fala de Jesus que disse que quando dois ou mais corações estivessem reunidos em seu nome, ali ele estaria. e com o intuito e principalmente com um alento dessa certeza de sua presença. Queremos agradecer por estarmos aqui, pela oportunidade, pela possibilidade do aprendizado, da reflexão, pelas condições em que energias, luzes que estão nesses ambientes que permeiam a todos nós. Gratos. Queremos iniciar mais esse momento em nome de Deus, em nome de Jesus. Muito obrigado. Assim seja. Então, convidamos o nosso irmão André Siqueira, que é evangelizador e diretor na FEB Federação Espírita Brasileira, para compor aqui o palco e poder então trazer as reflexões da noite. Jesus e as adversidades atuais. Jesus te abençoe. Boa noite. Já tá aí. Olha, eu devo dizer para vocês que foi a primeira vez na minha vida que eu vi uma dupla sertaneja de três. Nunca tinha visto, foi a primeira vez. Gostei da inovação. O modo como Jesus apresenta as respostas e como o Espiritismo no las explica, permite-nos enfrentar três dos principais problemas da atualidade. fragmentação do ser, onde a resposta pela imortalidade da alma nos permite o empreendimento do
s e como o Espiritismo no las explica, permite-nos enfrentar três dos principais problemas da atualidade. fragmentação do ser, onde a resposta pela imortalidade da alma nos permite o empreendimento do autoconhecer-se, o temor em relação à descontinuidade da vida pela ascendência das graves crises em que estamos e em que Jesus e o espírito espiritismo nos convidam a refletir a respeito da imortalidade da alma. E por fim, a crise de significado que desconfigurou a nossa sociedade e nos tem levado a extremos de desconforto, para os quais a doutrina espírita, em atendimento aos preceitos evangélicos, nos convida a aprofundarmos o sentido de nossa existência à luz de um propósito de progresso. terminava o século X, quando um filósofo que entraria na história pelas suas reflexões em torno da existência, de nome Soren Quiquegard, estabeleceria uma dúvida pertin quanto ao sentido da existência, quanto à busca do propósito. O que estamos fazendo aqui? Porque existimos e comquanto as suas respostas de natureza espiritualista o levassem a uma aproximação com o pensamento divino, ele abriria os primeiros espaços para o que seria a marca central do século XX. a dúvida, a angústia, a intranquilidade diante dos fenômenos estabelecidos. Dizem os estudiosos que quando o fenômeno da secularização, isto é, a tentativa de desmistificar os preceitos religiosos que a tudo respondiam, falando em mistério, falando em uma crença cega, a modernidade, isto é, o fenômeno da revolução, da ciência que penetrava na intimidade, na matéria para explicar o modo como as coisas funcionavam, para descrever com precisão os comportamentos dos fenômenos naturais. Aos poucos foram tirando o espaço das crenças dogmáticas. E no início do século passado, um filósofo alemão de nome Frederick Niet denunciaria no crepúsculo dos deuses a ideia de que a crença, pela crença, sem uma substância que nos pudesse nortear e guiar era de fato o grande problema da sociedade. Na impossibilidade de responder à altura, a religião retraía-se
ses a ideia de que a crença, pela crença, sem uma substância que nos pudesse nortear e guiar era de fato o grande problema da sociedade. Na impossibilidade de responder à altura, a religião retraía-se e ao mesmo tempo em que cresciam as explicações naturalistas com Charles Darwin a respeito do modo como a vida se estabelecia na Terra. Herbert Marquos, um sociólogo, inferiria que o princípio de sobrevivência sobre a terra obedeceria a uma regra de que somente os mais fortes poderiam sobreviver. O resultado disso foi o estabelecimento de uma crise de existência em que a filosofia agora materialista nas expressões de Jean Paul Satre enfrentavam a pergunta do significado quando trazia o problema do ser diante do nada. posto que a resposta para a existência das coisas passou a ser uma resposta angustiante. De onde vem a vida é o mero resultado de uma combinação química aleatória. Mas de onde nós viemos? De um mero encontro entre duas células que casualmente fez surgir uma máquina biológica que viverá, morrerá e será esquecida. Mas qual é o propósito da sociedade de vivermos à luz dos conceitos, à luz das regras? E a resposta era mera. conveniência, um acordo. Então, as vozes diziam que deveríamos propugnar por um ideal diferente. E o espaço deixado pelas religiões, pelas crenças, foi ocupado por três grandes movimentos de ideais que pretendiam configurar e definir os papéis da humanidade. são as chamadas três grandes narrativas políticas. De um lado, o fascismo, que no início do século XX caracterizava por sua tentativa de transformar a sociedade em um corpo funcional, em um corpo único, harmônico, que pudesse mover-se como um ser único, o grande Leviatã, dentro da famosa expressão da antiguidade. Outra proposta era a proposta libertária do capitalismo, que pretendia exaltar a liberdade dos indivíduos e, reduzindo ao máximo a influência do Estado sobre a liberdade do indivíduo, pretender o engrandecimento da riqueza como resposta de significação da vida. E a terceira grande corrência surgia no socialismo
uzindo ao máximo a influência do Estado sobre a liberdade do indivíduo, pretender o engrandecimento da riqueza como resposta de significação da vida. E a terceira grande corrência surgia no socialismo comunista, pela qual o indivíduo era considerado parte de uma sociedade em transformação que deveria ser combatida para as suas revoluções acontecerem e podermos alcançar o paraíso idílico de uma convivência em que todas as necessidades, todas as promessas seriam resolvidas pelo próprio Estado. Vivenciamos os estabelecimentos de propósito, mas a história subsequente nos deixou numa situação de intranquilidade. Primeiro, a grande guerra, cujo resultado foi a exterminação da mentalidade fascista. Depois, na Segunda Guerra, nós observamos os maiores horrores que a história humana poderia construir e desenvolvemos um senso de que finalmente o final do mundo teria chegado e não estávamos preparados para o que viria depois, porquanto derrotada a Alemanha pelos aliados. que fortemente se regiam pela Inglaterra, pela Rússia e pelos Estados Unidos da América, invadindo Berlim pelos dois flancos, caído o regime do terceiro rais, erigiram o muro e dividiram o mundo inteiro em duas grandes ideologias. De um lado, o ideal libertário do capitalismo. Do outro lado, o ideal igualitário do socialismo. O tempo passou e nós construímos um temor por uma guerra que escalava cada vez mais alta. As lembranças de 14 de agosto de 1945, quando o Enolaguei, o avião que transportava a bomba atômica, que saiu primeiro contra Hiroshima, depois contra Nagasak, horrorizando-nos com a possibilidade de acabarmos com o mundo pelo exercício bélico e responsável, nos trouxe uma guerra silenciosa em que a angústia, o medo que passamos a ter a respeito das nossas próprias construções de progresso e mais tarde a ansiedade exagerada que nos levaria a um quadro de desespero quanto ao futuro que parecia estar sem sentido, fez crescer. nos anos de 1950, índices de suicídio inéditos na história da humanidade. para um homem em particular,
nos levaria a um quadro de desespero quanto ao futuro que parecia estar sem sentido, fez crescer. nos anos de 1950, índices de suicídio inéditos na história da humanidade. para um homem em particular, o psicólogo norte-americano Rolomei, atento aos fenômenos que se desdobra nas sociedades daquela época, ele pôde observar com muita preocupação que os maiores índices de suicídio cresciam numa população que parecia isenta disso. eram jovens entre 17 e 25 anos de idade. Tinham todos eles uma condição financeira maravilhosa. frequentavam as mais importantes universidades norte-americanas e ainda assim tiravam a própria vida porque encaravam uma vida sem significado. Ao contrário de apenas observar o fenômeno, o Dr. Colomei tentou estudá-lo com muitos detalhes. E foi desta forma que em 1953 ele apresentaria à humanidade não apenas um livro, mas nós deveríamos dizer um marco conceitual a respeito do estudo da humanidade. A obra intitulada O homem à procura de si mesmo, fazia uma análise muito criteriosa sobre as causas das nossas angústias. O Dr. Rolomei desenvolveria ao longo dos seus estudos a reflexão de que nós havíamos constituído uma sociedade que no seu processo maquinal de repetir-se criou um tormento para o homem chamado rotina. Todos os dias nós acordamos, tomamos o café, vamos ao trabalho, no intervalo almoçamos, voltamos para o trabalho, à noite nos divertimos com uma televisão para tentar conciliar o sono rapidamente, porque no dia seguinte precisamos repetir tudo de novo. Quando chega o momento do lazer, aquele em que a modernidade consagrou como íepo da libertação, cestou, havia se transformado, na verdade num grito de liberdade que aos poucos se repetia com os mesmos lugares, com as mesmas propostas. E de repente a rotina começou a trazer para o indivíduo a pergunta sobre o significado de sua existência. Se eu vivo para repetir todos os dias a mesma coisa, de que vale essa vida? A pergunta sem resposta na análise do Dr. Polomei gerou um sentimento peculiar, que é o sentimento de
ado de sua existência. Se eu vivo para repetir todos os dias a mesma coisa, de que vale essa vida? A pergunta sem resposta na análise do Dr. Polomei gerou um sentimento peculiar, que é o sentimento de angústia. A angústia é a interiorização da falta de significado das coisas. Por não compreender o que está fazendo, por não ver a continuidade e o efeito final das suas atitudes, o homem se desconecta. consagrado no filme Tempos Modernos, em que Charles Chaplin interpreta um jovem trabalhador que aperta botões sem saber exatamente o que está construindo. Dia após dia, ele aperta parafusos, ele os coloca dentro da máquina, mas sem saber o significado. E aquela peça de cinema consagrava a vida de uma sociedade inteira, que levantava, que trabalhava, que fazia esforços, que ganhava dinheiro, mas não encontrava uma resposta sobre qual o meu papel na existência, qual é o significado da minha própria vida. O que era uma questão peculiar passou a ser uma angústia e o movimento da angústia interna resultou num verdadeiro afastamento entre os indivíduos. Reduzida a convivência, interrompido o diálogo construtivo. A rotina gerava a angústia. A angústia gerava o medo. Medo de quê? Medo de ter medo. Medo do vizinho, medo de quem tá do lado de fora, medo de quem tá do lado de dentro. E aí nós conhecemos a síndrome do pânico, o medo de absolutamente tudo. Mas por que se tem medo de tudo? simplesmente por ter medo. O medo passou a ser uma resposta que o indivíduo desperta desde as práticas mais antigas da consciência, em que este sentimento é o processo de proteção contra o desconhecido, contra os caminhos que nós não sabemos. É natural desde criança, se entramos num lugar escuro, a ausência de percepções, a ausência de antevisão do que pode acontecer nos coloca em estado de medo. Quando temos graves questões que não sabemos o que irá suceder depois, entramos no estado de medo como o estado natural de autoproteção, mas que a partir da década de 50 se transformou em uma prática social.
temos graves questões que não sabemos o que irá suceder depois, entramos no estado de medo como o estado natural de autoproteção, mas que a partir da década de 50 se transformou em uma prática social. Passamos a ter medo inclusive de nós mesmos. O medo do amanhã, o medo das nossas relações, o medo dos nossos pais que podem nos abandonar, o medo das nossas esposas que podem nos trair, dos nossos esposos que podem nos trocar por criaturas mais novas do que a gente. medo das relações que não se estabelecem sobre bases sólidas, o medo de ter os filhos, porque não conseguimos controlar o futuro deles e o medo de não tê-los, porque interrompemos a nossa própria espécie. Temos medo de ficar, temos medo de ir, temos medo de voltar. E o resultado do medo é uma completa ausência do outro. O resultado foi a solidão. A resposta da sociedade para o diagnóstico do Dr. Rolomei foi uma tentativa de oferecer caminhos que nos pudessem orientar. E embora o insigne psicólogo tivesse apontado o caminho do autoconhecimento, da busca do sentido, apoiando-se na necessidade de transformarmos a ansiedade, que é normal, como efeito de desconforto, que nos faz procurar o melhor para não cairmos na ansiedade patológica que nos envaidece. que nos acumula de dores e angústias, porque não sabemos o controle de nossa própria existência. Estabelecido um quadro social desta natureza. A resposta da civilização do século XX foi uma resposta muito engraçada, porque para aplacar a nossa necessidade de sentido, a nossa necessidade de convivência com o outro, a dificuldade de entender quem nós somos e de pensar o futuro de maneira promissora. A resposta pode ser compreendida em uma única palavra. Compre uma marca de roupa que faz você se sentir você. Compre um livro de autoajuda que pode definir a sua identidade. Compre um curso que lhe trará finalmente o entendimento sobre tudo. Se você se sente pequeno, compre um carro grande. Se você se sente desalinhado, compre uma roupa elegante. E se você não tem condições de comprar, compre um
trará finalmente o entendimento sobre tudo. Se você se sente pequeno, compre um carro grande. Se você se sente desalinhado, compre uma roupa elegante. E se você não tem condições de comprar, compre um curso para aprender a ganhar dinheiro, porque então você finalmente comprará. E o resultado disso foi uma sociedade angustiada pelo desempenho, por mostrar que finalmente nós somos o que nós temos. E a angústia de ter, de mostrar que nós conseguimos estabelecer a vitória, encontrou o paraíso. Finalmente, quando virado o século XX, alcançamos o século XX, a era da informação, em que finalmente os valores do Espírito deveriam empolgar os nossos corações, prometemos com as capacidades de processar informações de maneira mais rápida, que finalmente seríamos capazes de encontrar a felicidade como resposta para as nossas angústias mais graves. E de uma hora para outra os algoritmos nos sequestraram e o que deveria ser uma crise individual começou a fazer parte de um sistema sofisticado de direcionamento de informações para cultivar um viés de confirmação. Eu lhe apresento apenas as ideias com as quais você concordará para responder quanto às suas angústias em relação a quem você é. Os algoritmos selecionam de maneira exemplar conceitos e ideias que possam fortalecer uma determinada imagem sobre você mesmo para conectá-lo a uma comunidade que ele próprio definiu anteriormente com os propósitos de vender para aquela comunidade. Entramos no final do século XX, em precisamente 1989, quando caiu o muro de Berlim e com ele a União das Repúblicas Socialistas Soviéticas e o ideal da social comunidade caiu por terra, mostrando a fragilidade daqueles conceitos. Muitos acreditaram que restava do fascismo, do comunismo e do capitalismo, o capitalismo haveria de sobreviver como grande ideal de libertação da humanidade quando em 2008, com a crise do subprime, isto é, a crise do capital, em que você comprava o que o outro comprava quando comprava do outro, que era na verdade quem havia comprado
bertação da humanidade quando em 2008, com a crise do subprime, isto é, a crise do capital, em que você comprava o que o outro comprava quando comprava do outro, que era na verdade quem havia comprado de você. E de repente o colapso. No mesmo dia em que ligaram um acelerador de partículas na Suíça, na economia mundial desapareceu 1 trilhão de reais instantaneamente e o mundo civil em situação de desespero. A partir de então se compreendeu que o modelo capitalista, como nós o havíamos erigido, estava morto e entrávamos dentro do século do conhecimento em nova situação de desespero. As instituições perderam a confiança, o Estado deixou de ser confiável. A sociedade passou a se reger um princípio único de valha-nos Deus e salve-se quem puder, porque nós estamos especificamente em busca da defesa dos nossos direitos. No Nordeste, de onde venho, tem uma expressão que descreve muito bem. Há de ter uma equivalente aqui no Centro-Oeste, mas eu não conheço. Vou me permitir repetir. A única que consigo descrever para isso. É uma que diz assim: "Farinha pouca, meu primão, meu pirão primeiro". É o norte com o qual a sociedade consagrou o seu processo egoístico de primeiro responder para mim. E nós criamos uma relação de tão profundo egoísmo que sequer admitimos que o outro possa pensar diferente da gente. Se alguém tem a ousadia de pensar o mundo de maneira diferente de como nós pensamos, nós o cancelamos. Se estamos na nossa bolha de convivência e alguém diz alguma coisa que a gente não gosta, a gente exclui ele do grupo, cancela ele do Instagram, porque nós não queremos jamais ouvir alguma coisa que não tenha sido pronunciada por nós mesmos e infelizes dividimos o mundo. Vimos no Brasil a crise que dividiu tantos, dividiu a sociedade brasileira em extremos, dividiu o movimento espírita de lados, dividiu as famílias, que dividiu os indivíduos nas suas amizades. amizades de 30, 40, 50 anos foram rompidas por diferenças de pontos de vista. E nós pensamos, o Brasil está acabado até que nós começamos a
iu as famílias, que dividiu os indivíduos nas suas amizades. amizades de 30, 40, 50 anos foram rompidas por diferenças de pontos de vista. E nós pensamos, o Brasil está acabado até que nós começamos a contemplar o fenômeno no mundo todo, porque isso resultou de todo um esforço de construção que nos mostrou os problemas da atualidade. A angústia de não sabermos quem nós somos. A crise do significado, a impossibilidade de pensarmos o futuro e como é que nós manteremos uma sociedade conduzida em bases em que o respeito da lei é mera conveniência, em que nós não temos processos de respostas para as angústias fundamentais. do indivíduo. Quando Allan Kardec, o insigne codificador do espiritismo, apresentou ao mundo em 1857 o livro dos espíritos, ele o fazia depois de uma investigação calorosa em torno de um conjunto de fenômenos que apontavam para a imortalidade da alma. A sua atitude inicial foi de ceticismo. Um pesquisador que era, ele não pôde aceitar o fenômeno por si, mas foi vê-lo, foi investigá-lo e o viu em condições tais e tantas vezes que não havia dúvida. Então, se propôs a estudar. desse estudo resultou uma obra filosófica em que os espíritos, isto é, aqueles que já morreram, voltaram no mundo espiritual para nos esclarecer e para nos tirar dúvidas a respeito das questões mais graves da existência, respondendo-nos de que nós somos espíritos imortais, que nós vivemos diante de um conjunto de problemas que nos convidam a superar as nossas dificuldades. que estamos numa escola chamada planeta Terra, em que cada experiência constitui para nós um fio de experiências e de aprendizado, de lições que nos fortalecerão para que, centrados no entendimento da vida, do seu significado, do seu propósito, nós estejamos fortalecidos para seguir adiante. Apresentou-nos em 1861 com o livro dos médiuns, uma obra notável para investigar as relações com os espíritos e em 1864 nos ofereceria em O Evangelho Segundo o Espiritismo, uma perspectiva ética, analisando o modo como o Cristo nos
vro dos médiuns, uma obra notável para investigar as relações com os espíritos e em 1864 nos ofereceria em O Evangelho Segundo o Espiritismo, uma perspectiva ética, analisando o modo como o Cristo nos trouxe uma conduta renovada. baseada em valores diferentes que estavam alinhados com os propósitos superiores. Mas não se tratava de uma crença cega, não se tratava de um propósito de entendimento no qual deveríamos acreditar. E em 1865, que neste ano comemoramos os 160 anos, Allan Kardec nos apresentou a primeira edição de uma obra intitulada O céu e o inferno, a justiça divina, segundo o Espiritismo. nesta obra, ele fará uma investigação curiosa, porque pegará o temor da crise moderna quanto à probabilidade da existência e analisaria no primeiro capítulo o temor da morte, em que ele cuida de pensar as três alternativas para a humanidade. A primeira alternativa, o nada morreu, acabou-se. E ele demonstra como à luz dos conceitos filosóficos. Isso seria uma consequência danosa para a humanidade. Mas a principal resposta para essa questão não era de natureza teórica, mas pelos fatos dos espíritos se identificarem e mostrarem a sua própria sobrevivência. E graças a esse mecanismo de identificação, nós teríamos compreendido que a segunda alternativa, a eventual sobrevivência da alma para integrar-se com o todo ou para de uma maneira decisiva, ir para o céu ou para o inferno pela eternidade, uma crença infantil à luz dos fatos, ele demonstrava que havia uma lei uma lei que regia o universo inteiro. E não era uma lei que ele estava propondo, era o resultado de uma observação criteriosa com a qual ele, entrevistando os espíritos, através de inúmeros médiuns, de diversas comunicações que recebia, poôde tirar uma lei comum a cada atitude boa. O indivíduo obterá umão de felicidade. Para cada atitude má, ele sofrerá consequências que o deixarão em desconforto. E sob de uma lei ética que parece reger o comportamento dos espíritos para garantir-lhes a felicidade ou a infelicidade
. Para cada atitude má, ele sofrerá consequências que o deixarão em desconforto. E sob de uma lei ética que parece reger o comportamento dos espíritos para garantir-lhes a felicidade ou a infelicidade construída ao longo das inúmeras experiências, ele propõe para os indivíduos uma reflexão séria em torno da necessidade de nós cuidarmos de nós mesmos cuidando do nosso próprio próximo, vendo-o como alguém que é igual a nós, cultivando valores de convivência com ele. do princípio não se deu muita atenção, porque quando entramos no século XX, o interesse pelas comunicações espirituais decresceu e o homem interessado em comprar e em consumir finalizou o seu século em uma crise existencial como nunca haveria. E o assunto tomou proporções tão dramáticas que foi necessário que alguns pesquisadores abandonassem o campo de uma psicologia negativa que explicava apenas as dores, as angústias, os desesperos humanos e tentassem construir uma psicologia positiva que pensasse sobre os valores verdadeiros do homem e que pudesse finalmente responder a uma crise Como podemos construir a nossa felicidade? É de autoria de um psicólogo europeu radicado nos Estados Unidos da América, Tessentila. O homem que propôs a ciência da felicidade. Uma de suas alunas, a D. Sônia Leborninski resolveu definir nas suas investigações quais poderiam ser verdadeiras causas da felicidade humana, o que poderia trazer para o homem a verdadeira felicidade. Então, ela entrevistou pessoas, fez um amplo espectro de investigações e concluiu algumas coisas que nos interessam. Primeira conclusão de dona Sônia. os fenômenos que normalmente apontam como causas de felicidade. Por exemplo, a gente ganhar numa loteria e ficar rico instantaneamente, receber uma grande errança, de uma hora para outra a gente tá pobre, no outro dia acorda rico. Traria isso algum conjunto de felicidade? A resposta dela sim, traria felicidade até você se acostumar com um novo padrão de consumo. Depois que você se acostuma, tudo volta como antes.
a acorda rico. Traria isso algum conjunto de felicidade? A resposta dela sim, traria felicidade até você se acostumar com um novo padrão de consumo. Depois que você se acostuma, tudo volta como antes. Então ela diz assim: "Essa é uma felicidade que dura de 2 a 3 anos". Mas o que seria, por exemplo, um grave problema que traria infelicidade, um acidente que nos deixasse em cima de uma cama? Ela foi analisar e identificou que isso também traz infelicidades por um a 2 anos, até que você se adapte ao novo padrão de existência e você volta a ter as mesmas crises e os mesmos problemas que você tinha antes do que estava acontecendo. Mas chamou muito a atenção dos investigadores quanto a essa questão as características que emergiam de todas as pessoas que eram felizes. A primeira característica era um profundo sentimento de gratidão pela vida. As pessoas verdadeiramente felizes tinham em comum essa atitude de aprender a agradecer, de terem um sentimento de gratidão. Todos os dias quando acordavam, olhavam as coisas e diziam: "Que bom, eu estou aqui". Segundo sentimento comum a todas as pessoas, o esforço que elas faziam para atender as necessidades dos outros. Quanto mais a pessoa se esforçava por dar algum conforto a alguém, por construir relações profundas, mais contente ela ficava. E ela percebeu que havia um problema muito grande com as chamadas relações fracas. Que são relações fracas? São aquelas relações que a gente diz: "Oi, tchau, muito obrigado". No máximo pergunta: "E aí vai chover hoje?" Ou as famosas relações de seguidores que nós construímos na internet. Vivemos sozinhos cercado por uma multidão. Eu acho muito engraçado que as pessoas dizem assim: "No meu perfil eu tenho 1 milhão de seguidores. E eu fico pensando assim: "Meu Deus, para que a gente possa conversar algum dia com 1 milhão de pessoas, vão ser necessários algumas encarnações. É preferível que você tenha um ou dois amigos, mas que sejam aqueles amigos verdadeiros, que na hora que você está triste, você
um dia com 1 milhão de pessoas, vão ser necessários algumas encarnações. É preferível que você tenha um ou dois amigos, mas que sejam aqueles amigos verdadeiros, que na hora que você está triste, você pode sentar do lado deles e ficar em silêncio, porque eles não pedirão que você diga nada. Eles simplesmente colocarão a mão no seu ombro e dirão: "Tô contigo pro que der e vier." É preferível que você estabeleça convivências com pessoas que lhe possam auxiliar nos momentos de dificuldade. E para isso nós precisamos aprender uma regra, que vos ameis uns aos outros como eu vos tenho amado. Jesus, de uma maneira surpreendente, ao invés de dizer como era amar, ele mostrou, ele convivia com as pessoas, ele não se importava quanto ao status social delas, porque não via as aparências, enxergava os indivíduos. Enquanto a sociedade enxergava uma prostituta ensandecida em Maria de Magdala, ele encontrava a mulher notável que tinha apenas sede de expressar o verdadeiro amor. Enquanto se identificava em Simão Pedro, um homem bruto, às vezes até cruel, ele identificou um pai amoroso, um amigo leal, que poderia auxiliar aos indivíduos em diferentes circunstâncias. Ele soube olhar nas pessoas as suas essências e culminou num diálogo muito curioso, porque lhes disse: "Já não vos chamo de servos, porque o servo não sabe o que faz o seu senhor. Tenho vos dado o título de amigos, porque este é o maior de todos os títulos." Essa mensagem de Jesus me fez refletir bastante sobre o valor da amizade, o valor de construir elementos sinceros que precisam ser restabelecidos nos dias da atualidade. As angústias que nos assistem, os problemas que estamos passando, carecem de um coração amigo com quem nós possamos trocar ideias, de uma relação sincera onde a gente possa aprender alguma coisa. A doutrina dos espíritos é de fato uma doutrina de esclarecimento, mas o principal convite dela é um convite à verdadeira vivência da caridade. E não é uma caridade de dar coisas, não é uma caridade de pegar alguma coisa
itos é de fato uma doutrina de esclarecimento, mas o principal convite dela é um convite à verdadeira vivência da caridade. E não é uma caridade de dar coisas, não é uma caridade de pegar alguma coisa que a gente tem e dar para outros. É uma caridade de convivência, de valorização das pessoas, de restabelecimento de propósitos, de diálogos sinceros que possam ouvir as angústias que o outro está vivenciando e dizer: "Talvez você encontre respostas. Vamos pensar juntos, vamos analisar as circunstâncias, vamos buscar alternativas. O amor é a resposta esquecida de quando a década de 60 transformou o ato de amar em sinônimo de fazer sexo. Nós nos esquecemos da possibilidade de amar sem interesse, da possibilidade de construir valores pela convivência peito em que nós pudéssemos nos conhecer tão profunda. amente e o que não somos capazes de fazer. E por isso seríamos bem aventurados os humildes, os pobres de espírito, porque seria nosso reino dos céus. diante da necessidade de nós compreendermos a a dificuldade como um elemento que pode nos tirar posição de conforto. Ele nos propôsenturados os que de valores novos no nos levaria a uma posição de procurar o entendimento Ele para ampliar a nossa caracterizouos dizendo queaventurados aqueles que sãoos é que serão herdeiros da terra para nos caracterizar a necessidade do outro. Ele disse que são que for de justiça que morrerão pela justiça. Porque farão justiça não assim, mas farão a justiça real de convivência diante das realidades da vida. e que a a gente tenha compreendido justiça, não ser de entender a grandeza da misericórdia. Achamos vezes o sentido da misericórdia é o sentido um perdão al que nosse no lugar do outro de parar para pensar do outro de corrigir-nos a partir outro de novo, partir da o outro passou eos infinitamente mente por uma alegria que alcançou ho mesmos e estaríamos prontos para purificar a nossa forma de entender o mundo, aclarar o nosso conhecimento, ver as coisas com precisão e de coração puro, bem-aventurados seríamos,
gria que alcançou ho mesmos e estaríamos prontos para purificar a nossa forma de entender o mundo, aclarar o nosso conhecimento, ver as coisas com precisão e de coração puro, bem-aventurados seríamos, porque veríamos a realidade como ela é Deus. em última essência. E a partir desta integração plena, em que a vida ganha significado, em que nós compreendemos a nós mesmos, modificamos o rumo da nossa existência e de pacíficos nos tornamos pacificadores. sequiosos pela justiça, nós nos tornamos praticantes dela até quando ela vai de encontro aos nossos interesses, contrariando-nos os princípios próprios. A ética que Jesus nos ofereceu, minhas irmãs, meus irmãos, é a chave da nossa felicidade. Não por uma crença infantil, não porque devemos acreditar porque Jesus disse, mas quando mergulhamos no entendimento dele, quando buscamos a vivência de suas lições, sentimos na intimidade do coração um ar diferente, uma serenidade incomum, uma capacidade de enfrentar as adversidades da vida e dizer ao Senhor, deixa-me aqui por mais cinco minutinhos para que eu possa aprender essas lições, para que eu posso superá-la, porque nas palavras de Cornélio Pires, pela sagrada psicografia de Francisco Cândido Xavier, um pequeno poema para encerrarmos a nossa conversa. Embora algemado a a carne, eleva-te a altos níveis. O mundo faz vencedores. Jesus faz invencíveis. Que aprendamos a ser invencíveis. Mais um presente, meus amigos. Fechamos com chave de ouro o dia de hoje. Obrigado nosso irmão André por trazer esse fechamento, né, do dia de hoje. Amanhã a gente amplifica isso através do painel. Então, se você ainda não enviou sua pergunta, vou pedir o Cláudio para colocar o telefone ali, nosso WhatsApp para que você possa enviar. Então, tá chegando o momento, né, de você enviar suas perguntas. Eh, e se você for embora para casa com alguns questionamentos ou durante o tempo que você tiver em casa, você quiser trazer e amplificar essa reflexão, você pode aproveitar esse momento e já mandar a pergunta, né?
for embora para casa com alguns questionamentos ou durante o tempo que você tiver em casa, você quiser trazer e amplificar essa reflexão, você pode aproveitar esse momento e já mandar a pergunta, né? Nós temos então o momento final aqui do sorteio do livro, né? Nosso amigo Jean, você vai me ajudar hoje de novo, Jeanzão, vai? Então, chega para cá. Então, amanhã a gente começa às 8:45, tá bom? Então, que possamos estar aqui pontualmente às 8:45 pra gente eh fazer o nosso momento final do congresso no painel. O Jean, a gente usou a tecnologia da antes, né? tecnologia do Jean para fazer o sorteio. Depois a gente usou a tecnologia online. Agora o Jean vai voltar com a tecnologia dele para sortear. Janzão, do 101 ao 223. >> 101 ao 223. >> É, pera aí, deixa eu pô o microfone para você. Primeiro, boa noite, né, a todos congressista. Hum. Você, né? Eh, 150, >> 150, >> 150. É. Aí, aí uma salva de palma. Ah, >> há 2000 anos. Que livro, hein? Próximação >> agora é 200 e 15. >> 215. Ô gente, a tecnologia do Jean funciona melhor, né? Vocês perceberam? Salve de pau pro Jeanzão. Obrigado, meu irmão. Aproveita e entrega o livro para ele lá para mim, por favor. Você viu? Tecnologia do Jean é amplificada, pessoal. Então eu vou convidar agora o nosso irmão Elmes para fazer a nossa prece final e assim que a gente volte para casa, abastecidos de informação, com nosso coração latente, né, buscando em Jesus a paz e a saúde. Boa noite com Jesus. Depois de um dia super recheado, por dizer, de tribulações, porque mexiu com o interior de cada um de nós. E esse eu acredito que é um dos propósitos de Jesus para que possamos voltar a internalizar e vivenciar a sua mensagem. com gratidão imensa por essa oportunidade de realizarmos esse congresso, de podermos participar, de termos a certeza que a luz do Criador está em todas as partes. Obrigado, Senhor da vida, pela nossa experiência atual, por essa encarnação na qual é a melhor de todas para cada um de nós. Obrigado, Senhor, pela sua mensagem que chegou de forma simples e
s partes. Obrigado, Senhor da vida, pela nossa experiência atual, por essa encarnação na qual é a melhor de todas para cada um de nós. Obrigado, Senhor, pela sua mensagem que chegou de forma simples e esclarecedora através da doutrina espírita. Obrigado, Senhor, por esse movimento espírita que nos faz interagirmos, apesar das diferenças que nós criamos entre nós mesmos, no sentido de não nos concordarmos uns com os outros. nos fortaleça, Senhor, para que os dias que seguirão sejamos nós o semeador do bem, para que a paz reine a partir de nós, contaminando assim o mundo inteiro, que de retorno aos nossos lares, levamos à alegria desse dia, na esperança que o dia de amanhã será tão bom quanto esse. Obrigado. E mais uma vez, boa noite com Jesus. Muito obrigado. Então, amanhã nos vemos 8:45 nesse mesmo local. Tchau, tchau, pessoal. Boa noite, Ah. Yeah.