Candeia sob o alqueire, com André Siqueira | Palestras Virtuais FEB

FEBtv Brasil 29/04/2024 (há 1 ano) 1:03:24 213 visualizações

Acompanhe semanalmente, aos domingos às 17h as palestras Virtuais da Federação Espírita Brasileira. Candeia sob o alqueire. Por que Jesus fala por parábolas. ESE, Cap. 24, itens 1 a 7. Link de Acesso: https://febtv.live/palestrasFeb Apoie a FEBtv! Para que este e outros estudos continuem a ser produzidos. https://doe.febtv.com.br

Transcrição

Alô passo Boa tarde a todos nossa gratidão pela presença dos irmãos das irmãs na Casa de Ismael na Federação Espírita Brasileira hoje com transmissão ao vivo para as mídias FEB TV FEB Live também damos o nosso as nossas boas-vindas aos irmãos e irmãs que nos acompanham pelas redes virtuais eu vou pedir licença hoje para fazer uma prece de abertura baseado numa mensagem que acabei de receber aqui na entrada irmão Daniel que estava lá distribuindo e que tocou um pouquinho então convido a todos para que elevemos o nosso pensamento ao pai Pai Celestial pedindo a ele e ao Cristo Jesus que nos dê ânimo firme e atento plantando em cada um de nós em cada momento a paz que buscamos o amor que ele nos deixou que sejamos o ouvido que extingue as arias que esquece os insultos que sejamos a força do braço oculto que serve sem reclamar que possamos ser a palavra que acalma em que a discórdia termina que possamos ser pelo menos por vezes a compreensão que ilumina em em qualquer tempo e lugar que possamos prosseguir trabalhando auxiliando ajudando como alma boa que sejamos alguém que perdoa e que ante as trevas sejamos capazes de espalhar a luz e como diz Maria do Loures não vai a sós muitos somos e na imensa caravana do socorra a vida humana o guia e Celso é Jesus que este guia esteja conosco hoje em todos os instantes de nossas vidas através de seus anjos de luz que eles abençoem a todos nós que inspirem a nós de forma especial para que consigamos aprender com a mensagem de hoje que os nossos irmãos Lenira André sejam inspirados a escolher as palavras e a forma de nos conduzir nessas reflexões tão importantes que assim seja senhor nós temos agora com a nossa irmã Lenira a mensagem 160 do Vinha de Luz assim Como assim como 165 165 exatamente Boa tarde né amigos então é muito bom tá aqui nesse espaço pra gente refletir sobre esses ensinos do nosso mestre e guia Jesus né então hoje o tema é assim como na verdade mano faz suas considerações Considerando o Versículo 21 do Capítulo 20 de João onde Jesus nos

nte refletir sobre esses ensinos do nosso mestre e guia Jesus né então hoje o tema é assim como na verdade mano faz suas considerações Considerando o Versículo 21 do Capítulo 20 de João onde Jesus nos diz assim como o pai me enviou também eu vos envio a vóz nos fala u todo Cristão sincero sabe como o senhor Supremo enviou a terra o embaixador Divino fê-lo nascer na manjedoura singela deu-lhe trabalho construtivo na infância conferiu-lhe deveres pesados na preparação com prece e jejum no deserto inclinou-se com pessoas consideradas de má vida para que o seu amor não fosse uma joia de luxo e sim o clima abençoado para a salvação de muitos fê-lo ensinar o bem e praticá-lo entre os paralíticos e cegos leprosos e loucos de modo a beneficiá-los e ao término de sua missão Sublime deu-lhe a morte na cruz entre ladrões com abandono dos amigos sob perseguição e desprezo para que as criaturas aprendessem o processo de sacrifício pessoal como garantia de felicidade a caminho da Ressurreição do homem interior na vida eterna foi assim que o Supremo pai enviou à terra o filho divino e nesse padrão podemos entender que Jesus desejava dizer quando asseverou que Expedia mensageiros ao mundo nas mesmas normas assim pois o Cristão que aspira movimentar-se entre facilidades terrestres certamente ainda não acordou para a verdade então né gente diante dessa mensagem de emanu que apresenta ações de ordem moral para justificar ex esse padrão da movimentação de Jesus quando encarnado entre nós com um objetivo primeiro né de nos fazer refletir sobre a nossa vida atual Eu imagino que só nos cabe é perguntar e eu trouxe algumas perguntas para compartilhar com vocês como anda a nossa movimentação nessa Encarnação quais os interesses que nos movem interesses Mater ou interesses espirituais quanto ainda estamos cegos para o verdadeiro sentido da vida o quanto ainda nos deixamos levar pelo materialismo pelas facilidades que ele nos proporciona sem buscar alcançar de fato os verdadeiros valores espirituais como ando despertar da nossa

entido da vida o quanto ainda nos deixamos levar pelo materialismo pelas facilidades que ele nos proporciona sem buscar alcançar de fato os verdadeiros valores espirituais como ando despertar da nossa intimidade como espíritos Imortais que somos somos jovens aprendizes Eu sei mas quando que a gente vai amadurecer pra verdadeira realidade da vida os recursos recebidos como saúde inteligência estabilidade financeira Como estão sendo utilizados por cada um de nós somente paraa conquista de benefícios próprios ou paraa construção de um bem que atenda a todos cabe-nos pensar né sabemos que principalmente esses recursos são empréstimos empréstimos concedidos para que possamos realizar mais aprender mais perdoar mais mas será que estamos utilizando ele para com esses propósitos já temos consciência que precisamos aproveitar todas as oportunidades para servir mais precisamos aproveitar sim as oportunidades hoje ainda nesta Encarnação para realizar o quê gente para realizar um serviço ativo pro bem de todos sei que muitos até podem alegar que não contam com esses recursos mas vivenciam sim muitas vezes problemas Sofrimentos doenças decepções com entes queridos Mas eu também diria a esses Será que também eles não podem aproveitar essas oportunidades que também são bem ditas são oportunidades bem ditas para aprendizagem para aprimorar suas virtudes que são oportunidades da gente aprimorar a paciência a resignação a mansidão ou melhor ainda né a nossa exercitar a nossa fé na providência divina assim Eu imagino que todos os recursos eles devem e podem ser administrados por nós e eles devem ser administrados sempre de uma forma positiva né propositiva de forma a possibilitar essas n aprendizagens aprendizagens principalmente de valores espirituais aos poucos nós estamos vencendo os nossos instintos que foram importantes porque eles nos trouxeram até aqui onde nós estamos né mas agora a gente precisa mais a gente precisa aprimorar os nossos sentimentos deixar que eles AF florem germinem transbordem

e foram importantes porque eles nos trouxeram até aqui onde nós estamos né mas agora a gente precisa mais a gente precisa aprimorar os nossos sentimentos deixar que eles AF florem germinem transbordem da nossa intimidade se façam luz e uma vez eles alinhados com a lei Divina que é a lei da natureza possam contribuir mais contribuir para qu gente para construção da Paz e da harmonia tão almejada por por todos nós há muito a refletir muitas perguntas cujas respostas são de fó o íntimo né Todos nós sabemos por isso precisamos nos permitir pensar mais a respeito com humildade com mansidão no coração precisamos orar mais ter mais misericórdia para com o nosso próximo mais espontaneidade no bem eu pelo menos Preciso né eu preciso orar mais vigiar mais trabalhar sempre é um caminho então diante dessas reflexões Eu também acho que é importante nessa leitura de hoje a gente parar e refletir um pouco mais sobre o o versículo que Emanuel utilizou para partir das suas reflexões o ponto de partida para as colocações de emano como eu falei é o Versículo 21 do Capítulo 20 do Evangelho de João Então eu fui pesquisar um pouquinho mais sobre esse capítulo para entender Até todas as colocações de emano e o que que nos traz esse capítulo 20 em linhas Gerais ele nos relata que após a morte de Jesus Ele se faz presente no meio dos seus discípulos que estavam fechados numa sala numa Sala fechada eles estavam ali naquela sala porque eles tinham medo dos judeus que tinham levado que tinham tramado qu Jesus e também estavam seguindo eles mas Jesus aparece para eles Naquela Sala fechada e lhe diz a Paz esteja convosco e tendo dito isso Jesus também lhe mostrou-lhe as mãos que estavam dilaceradas né dilaceradas pelos pregos cravados na cruz por que que ele mostrou para que os seus discípulos testemunhasse que era ele de fato que estava ali entre eles E aí seus discípulos quando vêm eles ficam cheios de alegria Porque de fato era Jesus e aí Jesus L diz novamente a Paz esteja convosco como o pai me enviou

ue era ele de fato que estava ali entre eles E aí seus discípulos quando vêm eles ficam cheios de alegria Porque de fato era Jesus e aí Jesus L diz novamente a Paz esteja convosco como o pai me enviou também eu vos Envio que é exatamente o versículo que a gente trabalhou mas el continua na passagem ainda continua um pouquinho mais que dizendo isso Jesus soprou sobre eles e lhes disse recebei o espírito santo aqueles a quem perdoares os pecados ser lão perdoados aqueles aos quais se retiverdes ser lão retidos Então vamos a fala completa de Jesus A Paz esteja convosco como o pai me enviou também eu vos envio recebei o espírito santo aqueles a quem perdoardes os pecados serão perdoados aqueles aos quais retiverdes serão retidos E aí vamos procurar entender um pouquinho mais esse texto ele é pequeno Mas ele é muito rico de conceitos de ensinamentos e eu gostaria de na tarde de hoje destacar três pontos nele primeiro a questão da aparição de Jesus aos seus discípulos após a sua morte na cruz o que que comprova para nós comprova entre muitas coisas é lógico o entendimento que temos a respeito da continuidade da vida após a morte sabemos que o espírito desen prossegue a sua jornada evolutiva na dimensão espiritual sabemos que o espírito jamais perde a sua individualidade pois ele conta com um corpo semimaterial per espírito nesta outra realidade da vida então esse é o primeiro ponto o segundo ponto é que Jesus é um espírito crístico Portanto ele não precisava mais reencarnar entre nós pois sabemos que são os espíritos impuros é que precisam tornar a vida corporal pela reencarnação quantas vezes se fizerem necessárias né Nós reencarnamos a fim da gente reparar nossos erros e assim prosseguir né pela aquisição de novos aprendizagens aprendizagens intelectuais ou Morais as nossas duas asinhas até a gente se tornar um espírito puro Quando não mais necessitaremos reencarnar então portanto Jesus ele encarnou em missão entre nós pra gente ter essa ideia e um terceiro ponto colocado ainda no texto de hoje jesus

rnar um espírito puro Quando não mais necessitaremos reencarnar então portanto Jesus ele encarnou em missão entre nós pra gente ter essa ideia e um terceiro ponto colocado ainda no texto de hoje jesus sinaliza assim que o pai lhe enviou o Espírito Santo e também ele agora envia aos seus discípulos o texto evangélico inclusive usa a expressão Jesus sopra sobre eles o espírito santo então o que que isso significa que espírito santo é esse né então vamos caminhar junos Espírito Santo na verdade é uma legião de bons espíritos que pelo sopro de Deus ou seja pela inspiração de Deus se manifestam a sua vontade então fica mais fácil da gente entender porque Deus os envia a Jesus e naquele momento Jesus diz agora eu os envio a vocês meus discípulos ou seja ele envia essa Falange de espíritos do Senhor essa Falange de espíritos ela é composta de espíritos puros espíritos superiores os bons espíritos considerando Toda A Hierarquia né espíritos esses que promovem a execução da vontade de Deus seja no plano físico no plano seja na questão intelectual ou moral essa Falange se me permitem ela também podemos dizer que ela compõe a providência divina por qu a a providência divina sim porque ela também é responsável pela essa organização pelo funcionamento e pela realização da vida e da harmonia Universal el essa providência divina ela também é responsável pelos grandes movimentos da humanidade seja na terra ou no plano espiritual e se Jesus os enviou aos seus discípulos daquela época e hoje também hoje né a gente pode dizer que pelo espiritismo podemos dizer que os recebemos como a própria voz do Cristo a nos esclarecer sobre as verdades eternas na verdade esses espíritos nos protegem nos assistem nos inspiram nos consolam sejam de forma direta ou seja pelo pensamento ou mesmo por por meio dos Médiuns Mas o importante é a gente ter claro sempre de que que a gente jamais está desamparado né existe toda uma hierarquia Tod um conjunto né que trabalha junto por isso a gente está junto tá reunido aqui fazendo essas

ante é a gente ter claro sempre de que que a gente jamais está desamparado né existe toda uma hierarquia Tod um conjunto né que trabalha junto por isso a gente está junto tá reunido aqui fazendo essas reflexões há muito a pensar há muito a refletir mas hoje a gente tem o André para falar com a gente né então vou deixar que ele conduza mais os nossos pensamentos na Candeia sobre o alqueire né E porque Jesus falava por par então André com você convidamos então ao nosso irmão André que nos traz aqui os itens 1 a 7 do Capítulo 24 como Lenira falou porque Jesus nos fala por parábolas então André nos auxilia aí a tirar a nossa Candeia debaixo do alqueire e elevá-la para que sejamos pelo menos uma mod esta luz nesta imensidão Obrigado Maurício Obrigado Lenira a gente gostaria de saudar aos amigos e as amigas que comparecem a esta casa rogando a Jesus nosso mestre nosso Senhor para que possa nos abençoar também na tarde de hoje como tem sido ao longo de toda a nossa vida ah o final do século XIX ele caracteriza--se por um ponto de culminância no desejo humano de entender e de explorar a natureza como um todo iniciando logo depois do período da Renascença quando pela boca de Francis Bacon nós Recebemos a promessa de que o conhecimento seria a alavanca de libertação do penso humano e que por meio do concio Nós deveríamos Constru nova sociedade fundamentada sobre a tecnia centrada sobre um esforo de transformar idei em elementos que poderiam pacificar a vida humana desenvolver todo potencial da humanidade nós inauguramos a partir do século X uma era em que o conhecimento centralizou os nossos esforços e a pesquisa a investigação passou a ser uma tônica em todas as áreas do conhecimento humano quando nós chegamos em meados do século XIX já haviam suficientes explicações para quase todas as coisas que estavam disponíveis Muitas delas ainda não estavam amadurecidas posto que nós estávamos antecedendo um modelo de transição muito importante que só aconteceria no início do século XX mas a promessa de

estavam disponíveis Muitas delas ainda não estavam amadurecidas posto que nós estávamos antecedendo um modelo de transição muito importante que só aconteceria no início do século XX mas a promessa de explicação das coisas completamente guiada pela inspiração que foi a teoria newtoniana que representou o universo como sendo constituído de massa e de força e explicando todas as coisas que aconteciam por meio da ação das forças sobre as massas colocando-as em movimento e explicando o que podia acontecer isso foi um pouco replicado em quase todas as áreas do conhecimento mesmo quando Sigmund Freud vai apresentar a sua interpretação a respeito da dinâmica da Alma ele falará a respeito de forças das pulsões que agindo sobre a massa do conhecimento do consciente do inconsciente Arão os modelos e as formas com que os seres humanos visualizavam então o século X Ele é um século importante pra gente entender alguns contextos e como tal não ficou de fora no século X o enfrentamento da tônica religiosa também no século X começaram a surgir tentativas de explicação dos modelos religiosos tradicionais à luz da experiência à luz das teorias à luz das interpretações e É nesse contexto que nós vamos inaugurar a chamada filosofia da religião até então a religião estabelecia-se como uma área própria de conhecimento mas a partir do final do século XIX nós vamos começar a ter uma reflexão sobre a religião que não é propriamente uma reflexão de fé não é propriamente uma reflexão de crença não é uma reflexão de eu acredito nisso mas uma reflexão crítica uma reflexão que tenta olhar para o fenômeno religioso olhar para a prática religiosa fazendo perguntas do tipo o que é isso e por isso é desta maneira nesse cenário seria interessante nós olharmos com atenção para duas personalidades particulares a primeira delas o alemão schleyer que sendo um filósofo vai se debruçar sobre a pretação dos textos religiosos para apresentar a ideia de que uma adequada compreensão daqueles textos exigiria que nós buscássemos um

s o alemão schleyer que sendo um filósofo vai se debruçar sobre a pretação dos textos religiosos para apresentar a ideia de que uma adequada compreensão daqueles textos exigiria que nós buscássemos um contexto Então se a gente vai ler a antiga tradição indiana dentro da sublime canção dentro dos Dantas seria importante que nós tentássemos compreender como aquele povo pensava naquela época de que maneira as coisas eram refletidas daquele momento se nós entrássemos para entender a lógica dos Evangelhos seria interessante respondermos algumas perguntas quem eram os Evangelistas Em que momento eles viveram qual era o cenário que eles tinham para entender as coisas schleyer então apresenta a ideia de uma interpretação da mensagem que em termos de estudos inaugura uma área chamada hermenêutica a palavra é uma referência ao Deus Hermes ou Mercúrio que dentro da tradição grega era o Deus que era o portador da mensagem entre os Deuses e os homens entre os homens e os deuses e por ser esse portador da mensagem Hermes era O Guardião da interpretação O Guardião do entendimento de modo que quando nós estamos no campo do estudo interpretativo de alguma coisa dá-se a esse procedimento de estudo o nome de hermenêutica o esforço de compreender o esforço de interpretar o esforço de apreender o conteúdo que está posto numa determinada mensagem schleimer vai dizer que nesse esforço de compreensão o contexto é importante o segundo indivíduo que vale a pena nós destacarmos no século XIX um pouquinho antes do esforço do lei marcher mas tão grande quanto é precisamente a Allan Kardec quando Allan Kardec apresenta o Evangelho Segundo o Espiritismo ele vai trazer para o campo da religiosidade não um Panorama de crenças mas uma tentativa de empreender uma interpretação daqueles conteúdos em especial dos conteúdos Morais à luz da doutrina que os esp haviam estruturado em O Livro dos Espíritos como base filosófica em O Livro dos Médiuns como base de investigação e pesquisa então ele vai lançar mão desses

nteúdos Morais à luz da doutrina que os esp haviam estruturado em O Livro dos Espíritos como base filosófica em O Livro dos Médiuns como base de investigação e pesquisa então ele vai lançar mão desses dois instrumentos e vai dizer se Jesus apresentado como guia e modelo da humanidade pelos próprios espíritos deve ter a sua mensagem melhor compreendida melhor analisada é necessário um esforço de nossa parte para ver essa mensagem à luz desta doutrina dos Espíritos que constituirá a partir daí uma chave interpretativa para esse processo e Allan Kardec vai então lançar mão dos mesmos recursos propostos pro sler que é contextualizar dar AD a palavras trazer conhecimentos da época de maneira que nós possamos recuperar o verdadeiro sentido com o qual aquelas palavras foram estabelecidas é por este caminho que nós compreenderemos o motivo de Allan Kardec abrir o Evangelho Segundo o Espiritismo fazendo uma introdução histórica apresentando palavras e conceitos que a época não era desconhecidos quem eram os saduceus quem eram os samaritanos quem eram os fariseus onde existiam determinadas coisas porque ele está montando um Panorama contextual de entendimento para que nós possamos mergulhar nesse sentido no tema que nós vamos apreciar na tarde de hoje que diz respeito a um versículo específico do Evangelho de Marcos é curioso notar que este Versículo ele é comentado no próprio Evangelho Segundo espiritismo em dois pontos diferentes cabe dier que S raros esses episódios né apenas algumas partes dos textos evangélicos são comentos Emes do evangel segundo espiritismo o que pra gente é uma característica muito interessante porque Allan Kardec inaugura nessa apreciação a ideia de que você pode olhar um determinado conteúdo e dar a volta nele Isto é procurar diferentes perspectivas de entendimento do que está sendo dito a primeira vez que esse conteúdo aparece como comentário é exatamente no capítulo muitos os chamados poucos os escolhidos quando se insiste numa passagem que diz

de entendimento do que está sendo dito a primeira vez que esse conteúdo aparece como comentário é exatamente no capítulo muitos os chamados poucos os escolhidos quando se insiste numa passagem que diz assim H aquele que tem mais se lhe dará e aquele que não tem até o que pareça ter lhe será tirado para explicar esse conteúdo Allan Kardec vai trazer nas instruções dos Espíritos que comentam esse capítulo cabe aqui uma pausa metodológica Allan Kardec quando ele vai fazer uma apreciação do Evangelho ele usa um método muito próprio ele seleciona passagens ele vai ao texto evangélico coleciona passagens que dizem respeito ao mesmo tema por isso ele não segue uma ordem cronológica mas ele agrupa os temas de acordo com uma afinidade de assuntos Esta é uma técnica muito utilizada na tradição Rabin Hebraica conhecido como colar de pérolas Isto é o esforço de você pegar um fio condutor que é o tema e introduzindo nesse fio condutor as diferentes passagens das antigas Escrituras para poder observar nelas uma lógica de desenvolvimento é precisamente o que faz Allan Kardec em O Evangelho Segundo o Espiritismo e o que levará Emmanuel a destacar a temática na série caminho verdade vida quando na introdução dessa obra ele refere-se ao colar de pérolas Allan Kardec dentro desse método ele teve um segundo cuidado além de reunir os conteúdos de dar um comentário a eles de natureza moral à luz da doutrina dos Espíritos ele preferiu como última parte dessa metodologia passar a palavra para que os os espíritos comentassem então ele seleciona dissertações que os espíritos fizeram para correlacionar as ideias que estão nos Evangelhos com as mensagens que os espíritos trouxeram em suas dissertações e estabelecer o vínculo entre eles nesse comentário de Marcos quando ele no capítulo sobre muitos chamados e poucos os escolhidos ele pinça esse comentário Ele oferece então a perspectiva de um espírito que vai nos destacar nesse cenário sobre essa luz interpretativa que poucas pessoas estão de fato

amados e poucos os escolhidos ele pinça esse comentário Ele oferece então a perspectiva de um espírito que vai nos destacar nesse cenário sobre essa luz interpretativa que poucas pessoas estão de fato dispostas a penetrar o significado das passagens evangélicas por porque nós somos levados a procurar aquilo que nós desejamos e é por esse motivo destaca aquela mensagem que Jesus falava por parábolas o assunto volta agora neste capítulo que iniciamos que é o capítulo não ponhais a candeira debaixo do alqueire e Allan Kardec volta à pergunta Ora se Jesus está dizendo que não se coloca a Candeia debaixo do alqueire a expressão é preciso que a gente tenha uma imagem Clara a Candeia é um Candieiro é uma lâmpada e o alqueire era o lugar onde se guardavam as coisas então ele diz assim qual é a utilidade de uma lanterna guardada ela não desempenha o seu papel então ele chama a atenção das pessoas dizendo olha alguém que tem a endido uma lanterna não coloca ela embaixo do velador não coloca ela embaixo da mesa Coloca ela em cima que é para ela iluminar Porque se ela não iluminar como é que nós vamos fazer a iluminação das coisas parece uma observação bem interessante ao que Allan Kardec dentro daquele espírito interpretativo que busca compreender e perguntar as coisas típicos do final do século XIX ele vai dizer assim mas se Jesus disse que não se coloca uma Candeia debaixo do alqueire porque ele falou por parábolas porque ele ocultou certos elementos da sua mensagem para que fosse necessário um conjunto de explicações para tratar desse assunto este o cerne da questão por que motivo Jesus falou por parábolas por qual motivo Ele optou por essa estratégia para passar os seus ensinamentos a resposta para esse questionamento dada por Alan Kardec no Evangelho Segundo o Espiritismo pode se resumir da seguinte maneira porque cada indivíduo escuta a parábola de acordo com a sua capacidade de entendimento então a parábola apresenta-se como um instrumento que fala a um bom período de

ode se resumir da seguinte maneira porque cada indivíduo escuta a parábola de acordo com a sua capacidade de entendimento então a parábola apresenta-se como um instrumento que fala a um bom período de tempo que fala Há uma grande extensão de cultura que fala há uma gama abrangente de pessoas que retirarão das parábolas os seus conteúdos específicos mas é importante que no entendimento desse processo da parábola nós tenhamos clareza sobre aquele contexto em que Jesus falava com que povo ele vivia de que maneira ele se estabelecia e nós vamos precisar para esse esforço nos dedicarmos alguns instantes a entender o Jesus histórico Yeshua Ben iussef Jesus ou Josué filho de Davi a palavra iua era uma espécie de trabalho com a palavra Josué era uma referência a isso e os meninos daquela época recebiam como sobrenome o próprio nome do pai daí a expressão iua Jesus Ben filho iussef de José esse o nome que lhe cabia e este menino ele tinha uma muito peculiar porque ele era por ser filho de José um descendente da casa de Davi dentro das 12 tribos de Israel que constituíam o povo de uma maneira geral José descendia da Tribo de Davi e essa tribo ela tinha uma característica muitíssimo peculiar os Reis de Israel só eram recebidos só eram esperados dessa tribo esse por sinal o motivo pelo qual quando Jesus entra em Jerusalém o saúdam como rei de Israel filho de Davi Essa é a expressão que aos poucos foi se confundindo com a noção do Messias político em em Israel se esperavam dois tipos de Messias se esperava o Messias de Isaías que era um Messias cujo exemplo seria de Redenção espiritual mas se esperava também um Messias político que seria o novo Rei que libertaria o povo de Israel da dominação dos outros povos e o rec colocaria na sua situação de primazia espiritual Como foi o reino de Davi como foi o reino de Salomão filho de Davi e aguardava depois da queda de Israel O Retorno de um rei que representasse esse contexto os que estão eh sintonizados com a literatura moderna devem certamente está se recordando da

mão filho de Davi e aguardava depois da queda de Israel O Retorno de um rei que representasse esse contexto os que estão eh sintonizados com a literatura moderna devem certamente está se recordando da série de tokin sobre o Senhor dos Anéis O Retorno do Rei aquela imagem que tokin cria é precisamente uma tentativa de rec contextualizar a figura daqu Messias a figura daquele retorno que se aguarda intensamente mas esse Jesus além de filho da casa de Davi Ele também tinha uma particularidade muito forte porque era filho de Maria descendente da Tribo de Levi que era a tribo exclusiva de onde poderiam vir os sumo sacerdotes do templo então Jesus começa no seu nascimento com um problema histórico Sabe aquele menino que você diz assim Olha isso aqui é estranho mas é bom a gente prestar atenção porque nele se consolidou e um cruzamento que não era comum em Israel ele era descendente de Davi e ele era descendente de Lavi de Levi podia portanto ser rei de Israel e Sumo Sacerdote do templo isso fez com que a comunidade em torno tivesse para com esse menino um olhar especial e isso cresce na medida em que ele aos 12 anos seguindo a tradição natural em que marca a mudança da infância para a idade adulta ele vai ao templo se apresentar E logo depois de perguntar algumas coisas aos doutores da lei que meio que selecionavam os melhores de Israel para serem educados no templo ele se põe a ensinar os doutores com interpretações a respeito da lei que os surpreende ao ponto de um dos primos de Maria que era sacerdote no templo de Jerusalém descendente da Tribo de Levi pedir a ela olha os meus amigos estão pedindo para que esse menino seja educado no templo para que ele fique aqui conosco para que a gente possa entender esse processo e Jesus depois de consultado por Maria faz a escolha de ser educado em casa dentro da oficina de José Isso é uma surpresa mas isso não retira dele o poder interpretativo Então nós vamos observar nas próprias tradições Jesus muitas vezes subindo às sinagogas

er educado em casa dentro da oficina de José Isso é uma surpresa mas isso não retira dele o poder interpretativo Então nós vamos observar nas próprias tradições Jesus muitas vezes subindo às sinagogas e pregando o que o caracteriza portanto como um rabone Rabi um professor que tinha autoridade para falar a respeito das coisas Este é um ponto importante porque se nós caracterizamos Jesus como um Rabi como um professor como um rabone de cara ele ganha uma técnica de ensino é dele é específico dos rabinos por função tratarem de dois assuntos eles vão tratar da halak que é o conjunto de procedimentos práticos a partir do qual a gente pega a ética Hebraica e aplica nos nossos dia a dias o rak eram aqueles ensinamentos que diziam antes de comer tem que lavar as mãos antes de dormir tem que banhar antes de comer tem que fazer isso arral c é este conjunto de práticas de natureza muito objetiva da qual os rabinos cuidavam para preservar uma identidade cultural e uma visão do povo como um todo mas havia paralelo ao modelo da rak o modelo das parábolas a parábola que representa para aquela Cultura a parábola dentro da sua tradição agora mas grega pelo termo ela vai ter dentro da tradição Hebraica uma função muito própria que é ensinar aquilo que é invisível se pela halac eu torno as coisas Claras por meio das parábolas eu procuro trazer coisas que exigem interpretação então é muito comum que os rabinos falem por parábolas como um instrumento natural de seleção dos seus estudantes se você quer selecionar alguns estudantes estou falando do contexto da época de Jesus você falará para eles por parábolas vou dar um exemplo disso quando os discípulos vão até Jesus a pedido de João o Batista que estava preso e eles vão perguntar se o que está acontecendo com João deveria estar acontecendo e se Jesus É de fato o Messias ou se deveriam esperar um outro Jesus lhes responde por parábola ele diz assim que esperavam vocês em João um caniço que se agita a um vento a gente olha assim que que

o e se Jesus É de fato o Messias ou se deveriam esperar um outro Jesus lhes responde por parábola ele diz assim que esperavam vocês em João um caniço que se agita a um vento a gente olha assim que que significa isso um caniço que se agita ao vento Por que que ele tá chamando João de um caniço que se agita ao vento porque ele está se referindo a uma antiga parábola Hebraica que conta a história do caniço e do Carvalho Carvalho aquela ávore frondosa que se mantém íntegro e que quando chega o momento da Tempestade ela pode quebrar mas ela só quebrará com uma tempestade muito intensa em comparação com o cano que um simples sopro de vento o faz dobrar para a tradição Hebraica esta parábola significava que nós deveríamos conhecer a força do Carvalho quando a gente transpõe pros dias atuais a gente interpreta que a força é do caniço que se dobra porque a gente passou a entender assim olha se tem uma tempestade muito forte o Carvalho quebra o caniço como se dobra ele não quebra alguém aqui já teve experiência de tempestade que arranca Carvalho ou quebra Carvalho Pois é eles tinham e quando eles diziam que o Carvalho quando se quebra é porque se tempestade é tão forte ao ponto de quebrar um Carvalho saibam não tem um caniço na areia ele já foi arrancado todo então não há essa figura de que o o caniço ele é mais maleável e por isso ele é mais forte que o Carvalho se o Carvalho tá de pé e tá começando a envergar pode ter certeza que não tem mais caniço nenhum ali por perto e Jesus refere-se então a João Batista dizendo assim João não é do tipo que se se Dobra a qualquer Ventania então se ele está a ponto de quebrar Esses são momentos difíceis E se nós estamos em momentos difíceis ele acrescenta uma segunda parábola ele diz assim voltem e digam a João Os Cegos veem os surdos ouvem e os leprosos são limpos nova parábola porque desde a tradição de Isaías era muito comum que os profetas fizessem curas Os Cegos viam os coxos andavam os surdos ouviam mas havia na tradição Hebraica uma

os leprosos são limpos nova parábola porque desde a tradição de Isaías era muito comum que os profetas fizessem curas Os Cegos viam os coxos andavam os surdos ouviam mas havia na tradição Hebraica uma característica que seria exclusiva do Messias os leprosos seriam limpos então quando ele está dando para os discípulos aquele processo ele está também codificando um elemento interpret dentro daquela linguagem que está sendo colocada esse processo que vai então caracterizar o modo de falar rabinico que vai falar sobre as tradições práticas e vai falar sobre os modelos que vão discutir o conhecimento de acordo com a capacidade de entendimento do interlocutor parábola ela tem essa característica ela é clara na aplicação prática das coisas mas se você vai aprimorando a si você começa a enxergar na parábola mais coisas por quê Porque ela utiliza um elemento linguístico extremamente sofisticado que é a semiótica Ela utiliza os símbolos e os sinais de maneira que ele possa agregar uma série de coisas é muito curioso porque inaugurado com schima a interpretação desse processo entendido por Allan Kardec como parte desse processo de entendimento nos estudos que ele faz do Evangelho Segundo o Espiritismo nós inauguraremos o século XX com o esforço interpretativo baseado exatamente nesses estudos em Charles freder em Martin heidegger mais recentemente dentro dos estudos de R gadam e em especial que vão nos trazer elementos interpretativos dizendo que a parábola é um instrumento sofisticadíssimo de comunicação porque ela codifica conteúdos como se fosse uma cebola em Casca e quando ela é entregue dependendo do interlocutor ele entende a primeira casca ou a segunda ou a terceira ou a quarta porque existem níveis interpretativos que estão contidos dentro daquele processo Então ela fala a diferentes povos em diferentes tempos por diferentes contextos e ao contrário do que acontecia com os antigos mitos aonde os elementos culturais eram muito fortes para você recuperar o conceito que estava estabelecido ali a parábola

empos por diferentes contextos e ao contrário do que acontecia com os antigos mitos aonde os elementos culturais eram muito fortes para você recuperar o conceito que estava estabelecido ali a parábola ela fal diretamente aos espíritos daí a gente observar umaos quando nós estamos a prática da interpretação evangélica Imaginem vocês que os mais sofisticados intérpretes do Evangelho São indivíduos que publicam dois ou três livros de interpretação evangélica de um determinado conteúdo por este critério vocês saberiam quem é o maior intérprete do Evangelho de todos os tempos o espírito é mano a obra pão nosso quando foi publicada nos Estados Unidos da América no primeiro ano de publicação da tradução ela recebeu um prêmio de melhor obra de estudo teológico do ano em que ela foi publicada e a vastidão do estudo que Emmanuel faz a respeito dos evangé por porque Emmanuel trata cada do Evangelho como se uma parábola fosse ele não ele não reconhece no evangelho ele não reconhece na passagem exclusivamente o sentido exato que ela tem ele mergulha nela para entender os diferentes níveis de gradações que ela está proporcionando ao interlocutor é curioso saber que isso não é uma tradição inédita quando nós olhamos por exemplo os quatro Evangelhos os famosos os chamados Evangelhos tradicionais a saber Mateus Marcos Lucas e João nós temos características que são muito próprias Mateus vai focar num evangelho que pretende falar com os hebreus e destacar em Jesus a figura de um Messias como é que começa o evangelho de Mateus Davi e a partir de Davi Ele vai analisando a descendência até chegar em Jesus por que que ele começou em Davi porque ele tem a o cuidado especial de destacar que Jesus é judeu e ele vai trazer para os seus ensinamentos toda uma lógica de raciocínio hebraico para dizer Jesus era o Messias Hebreu Esse é o evangelho de Mateus quando nós chegamos no Evangelho de Lucas Lucas era grego como é que Lucas apresenta a mesma árvore lógica de Jesus Ele começa em Adão por que que ele começa em Adão

ebreu Esse é o evangelho de Mateus quando nós chegamos no Evangelho de Lucas Lucas era grego como é que Lucas apresenta a mesma árvore lógica de Jesus Ele começa em Adão por que que ele começa em Adão porque ele diz assim todos os homens seriam filhos de Adão então Jesus ele não é uma mensagem para os hebreus ele não começa em Davi Jesus é filho de Adão daí o uso intenso da expressão no evangelho de Lucas o filho de Adão que como é que se traduz isso para o português o filho do homem quem é Jesus o que diz o filho do homem o que falou o filho do homem essa expressão em hebraico e em grego como está nos Evangelhos Originalmente ela é o filho de Adão Adão representando essa figura porque este evangelho ele tem um destino ele quer lá especificamente com um determinado público para lhes dizer dessa abrangência dessa universalidade o evangelho de João é um evangelho filosófico é um evangelho que diz assim olha não importa a gente não pode se prender para verem Jesus determinados aspectos que são próprios Porque Jesus não está nessa dimensão como é que começa o evangelho de João No princípio era o verbo e o verbo estava em Deus e o verbo era Deus por que que ele tá fazendo essa referência porque ele vai começar dizendo vou iniciar o evangelho revisando a tradição Hebraica à luz de uma concepção de raciocínio tão comum para os gregos nós vamos falar de um evangelho universal de natureza filosófica é João aí ele vai usar símbolos aí ele vai usar elementos mas vocês perceberam que eu pulei um evangelho específico o de Marcos porque Marcos é um evangelho interpretativo se tem um evangelho que é em si próprio uma parábola Este é o evangelho de Marcos por quê Porque a mensagem Central de Marcos é escutai esse Jesus atentai para o que ele está dizendo ouvi o que ele está dizendo a palavra que mais aparece na tradição Hebraica do Evangelho de Marcos é a cuo em grego escutai e ele vai fazer isso de diferentes maneiras por exemplo logo no começo do ele vai fazer Jesus cruzar o lago vai do

que mais aparece na tradição Hebraica do Evangelho de Marcos é a cuo em grego escutai e ele vai fazer isso de diferentes maneiras por exemplo logo no começo do ele vai fazer Jesus cruzar o lago vai do outro lado e faz a multiplicação dos pães e quando ele volta no dia seguinte os discípulos vê antes e deixam Jesus lá quando eles estão no meio da Tempestade aparece Jesus andando para acalmar a tempestade e ele diz e os discípulos sentiram medo e o que faz Jesus ele acalma a tempestade e o que dizem os discípulos Esse é o segredo dessa passagem os discípulos dizem assim quem é este a quem até os ventos o escutam a intenção dele não é destacar um milagre não é destacar o andar sobre as águas não é destacar o que estava acontecendo a intenção dele é destacar assim quem é esse que até a natureza o Escuta mais adiante nesse mesmo evangelho nós vamos ter inúmeras repetições desse processo nós vamos identificar Aquele momento em que Jesus sobe ao Monte Tabor e lá acontece a sua transfiguração ele se apresenta em seu esplendor espiritual e aí Marcos faz o que poderia ser considerado a grande heresia Hebraica porque ele coloca a voz de Deus em cima do Monte dizendo Este é o meu filho bem amado escutai-o por que que ele está fazendo isso porque aqueles que conheciam a tradição Hebraica lembravam-se de que a última vez que Deus falou em palavras foi com Moisés em cima do Monte Sinai para lhes apresentar os 10 mandamentos então Marcos está dizendo Olha nós temos a lei a Torá está aí mas Deus falou de novo e diz que agora é pra gente escutar este então ele estabelece uma equivalência entre a lei Judaica e a mensagem de Jesus todo evangelho de Marcos é regido por esse processo sintetizando portanto as nossas reflexões dessa tarde nós voltaríamos ao ponto e perguntamos por que Jesus nos fala por parábolas a resposta curta de Allan Kardec para falar a cada espírito na dimensão da sua capacidade de entendimento a resposta técnica da semiótica porque a parábola representa um modelo de

s fala por parábolas a resposta curta de Allan Kardec para falar a cada espírito na dimensão da sua capacidade de entendimento a resposta técnica da semiótica porque a parábola representa um modelo de codificação que permite muito mais conteúdo do que a literalidade do que está escrito a resposta da hermenêutica Porque por meio da parábola é possível estratificar os níveis de entendimento de acordo com a capacidade de cada um dos autores a resposta pelo evangelho de Marcos porque Jesus como Rabino ele falava das coisas práticas mas ele falava das coisas éticas de uma concepção universal de uma concepção natural e a nossa verdadeira necessidade só poderia ser atendida se nós fizéssemos um esforço muito particular ouvir entender o que nos diz essa parábola cabe-nos Portanto o esforço de entrar em nós mesmos em reconhecer os elementos que temos de compreensão e lutando com o texto lidando com ele dialogando com o texto podermos finalmente entender por Jesus nos fala por parábolas agradecemos ao irmão eh no livro Palavras de luz a mensagem de hoje 28 uma mensagem curtinha extraída do livro Palavras de Emanuel ela termina assim quem apenas conhece nem sempre sabe Obrigado André vida longa e Próspera para que continue nos levando essas viagens de conhecimento de construção agora convido a todos também para mais uma vez ass serenos o nosso pensamento para que em uma só vibração sintonizem com Jesus e seus emissários de amor para que leve ao Pai a nossa plena gratidão gratidão pela vida pelas oportunidades por podermos estar aqui nesta tarde de iluminação que todos nós que nossos familiares recebam a paz que nos chega e que esta paz nos acompanhe até aos nossos lares e na semana que iniciamos que Jesus e sua paz envolva todos Obrigado ir aos irmãos que querem o benefício do passe eu peço que aguardem em seus lugares que a equipe do passe logo que preparado o ambiente vai orientá-los muita paz

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