Vida futura: Impermanência e imortalidade à luz do Espiritismo | Sandra Borba |Congresso Espírita RS

FergsPlay - Canal da Federação Espírita do RS 08/11/2025 (há 4 meses) 58:53 3,132 visualizações 348 curtidas

Com bom humor e sensibilidade, Sandra Borba Pereira abriu, na noite desta sexta-feira (17/10), o 13º Congresso Espírita do Rio Grande do Sul, em Porto Alegre, promovido pela Fergs. Em sua conferência, a expositora — doutora em Fundamentos da Educação, evangelizadora e ex-presidente da Federação Espírita do Rio Grande do Norte — trouxe à cena as lições de O Livro dos Espíritos, especialmente o item 4 da Conclusão, que aborda a lei de justiça, amor e caridade como base do progresso humano. Inspirada também em autores como André Luiz e Joanna de Ângelis, Sandra destacou que “a dor que mais nos fere é a que elegemos manter”, lembrando que a reencarnação é um currículo de aprendizado contínuo do espírito. Com leveza e profundidade, a palestrante convidou o público a refletir sobre os apegos materiais e emocionais que geram sofrimento, a impermanência como parte da vida e a certeza da continuidade da existência. “Somos seres espirituais vivendo uma experiência corpórea. O grande objetivo da vida é a perfeição”, afirmou.

Transcrição

Boa noite. Boa noite. >> Vocês têm que orar mais porque em 2023 vocês começam um congresso com Divaldo Franco. Aí 2025 apareço eu aqui. Se eu tivesse me lembrado que ele tinha feito a abertura em 23, eu não aceitaria. Mas, né, eu tava dizendo, vocês são caridosos. [risadas] Muito obrigada. Eu estava dizendo ali na coxia, meu Deus, eu não sei se eu sou louca ou o que é que eu sou ter aceito esse convite de Antônio. É porque Antônio com esse jeitinho dele, essa amorosidade, ele faz essas coisas com a gente. Bem, meus amigos e meus irmãos, bota o relógio para funcionar, vocês esqueceram. Eu falo igual a mulher da cobra. É uma alegria imensa estar aqui, meio chumbada, uma virosezinha. Essa voz não é minha, certo? Mas é uma alegria retornar a essas terras. E os rios eles são distantes, viu? Foi uma tarde para chegar aqui meia-noite, quase 1 hora, mas é uma alegria muito grande pelo carinho, por tudo aquilo que vocês representam em nossa vida, em nossa trajetória. O Rio Grande do Sul faz parte da minha vida de espírita, em especial pela presença cariciosa, sempre amiga, sempre orientadora da nossa amada Cecília Rocha. E então o Rio Grande está no coração, não é verdade? E nós seguimos adiante e se Deus quiser, seguindo também o exemplo dela de tenacidade, de fidelidade em especial e de dedicação total à causa espírita. E nós não poderíamos deixar de, sem dúvida alguma, de enaltecer que essa coragem, essa tenacidade não é só da de Cecília Rocha. Todos acompanhamos pelo Brasil todo as situações catastróficas que atingiram essas plagas. E nós temos que dizer: "Parabéns, gaúchos, vocês são fortes. Vocês aguentam bem". Quando nós sobrevoávamos aqui no avião, eu olhava e dizia: "Meu Deus!" e pensar que isso tudo era água. Então, em tão pouco tempo, tanta luta, tanta reconstrução, nós só temos que parabenizar a todos vocês e também agradecer a oportunidade de estar aqui para aprender, de estar aqui para podermos juntos refletirmos mais uma vez em torno dessa contribuição inestimável

ó temos que parabenizar a todos vocês e também agradecer a oportunidade de estar aqui para aprender, de estar aqui para podermos juntos refletirmos mais uma vez em torno dessa contribuição inestimável da doutrina espírita em relação à compreensão acerca da vida futura. Nós agradecemos à federação, agradecemos aos amigos que aqui estão, a vocês, aos internautas, a todos aqueles que apoiaram e apoiam essa iniciativa. E parabéns pela escolha do tema. O nosso Divaldo dizia acompanharmos ainda há pouco, esses são dias difíceis e nós poderemos dizer continuam sendo. Talvez sejam até mais difíceis em razão dos núcleos de guerra, das ameaças de guerra em escala mais mundial que vivenciamos nos dias de hoje. Então, sem dúvida alguma, ter a coragem de chamar atenção da vida futura acerca do nosso comprometimento, em especial comprometimento aqui nesse momento com tudo aquilo que se pode fazer pela paz do mundo, pela construção de uma cultura de paz onde quer que estejamos. Então, quando nós vemos um auditório deste, sabendo que muitos acompanham de diversos rincões do Brasil, abraço especial ao meu povo lá do Rio Grande do Norte, né? Então, nós temos a certeza de que haverá muita semeadura de paz, muita semeadura de concórdia, muita semeiadura de fraternidade. A nossa abordagem em torno do tema, ela se dará em razão de duas citações aqui para vocês. Primeiro, livro dos espíritos, questão 799 em 9 e livro dos espíritos, conclusão item quatro. E também nos auxilia nessas reflexões à obra que tem o tema permanência e imortalidade do nosso querido Carlos Torres Pastorino pela mediunidade do Divaldo Franco, publicado pela Federação Espírita Brasileira. Comecemos então com a questão de número 799. Kardec indaga de que maneira pode o Espiritismo contribuir para o progresso? E a resposta nós vamos seccioná-la nos comentários, mas no geral nos diz o seguinte: destruindo o materialismo, que é uma das chagas da sociedade, ele, o espiritismo, faz que os homens compreendam onde se encontra seus

amos seccioná-la nos comentários, mas no geral nos diz o seguinte: destruindo o materialismo, que é uma das chagas da sociedade, ele, o espiritismo, faz que os homens compreendam onde se encontra seus verdadeiros interesses, deixando a vida futura de estar velada pela dúvida, O homem perceberá melhor que por meio do presente lhe é dado preparar o futuro. Abolindo os prejuízos de seitas, de castas e cores, ensina aos homens a grande solidariedade. Essa solidariedade nos fará sentirmos de fato verdadeiros irmãos. Esta é a questão central. E essa questão central vamos então desse para as nossas reflexões. Então, em primeiro ponto, destruir o materialismo. É a única coisa que o Espiritismo quer destruir, viu gente? Mais nada, certo? é somente o materialismo, em especial pelas consequências que tal compreensão gera no indivíduo e, por consequência, na sociedade. Isso não significa que nós não conheçamos, que nós não saibamos de pessoas que se dizem materialistas, mas que também possuem um sentimento de humanidade muito profundo. são cientistas, são filósofos, são artistas, são pessoas comuns, mas o materialismo possui algumas consequências complicadas, né, de modo geral, principalmente porque o foco está no agora. Ora, mesmo aqueles companheiros e companheiras que estão vivenciando uma experiência, né, religiosa, possuem dificuldades em se deslocarem desse aqui e desse agora. Imaginemos quem não tem nenhuma referência religiosa ou que nega essa mesma referência, o que é que significaria para essa pessoa admitir que não há nada após a morte? Então, nós encontramos algumas características apresentadas por, né, estudiosos, pensadores, que nos apontam principalmente uma insatisfação e um estímulo principalmente ao egoísmo e a falta de compreensão sobre um sentido de vida. Isso teria como consequência uma espécie de declaração do aproveite. Só tem aqui mesmo, né? Então isso nós vemos disseminado na infância, na juventude, na adultez, na velice. Aproveita, acabou, morreu, fechou. Então

consequência uma espécie de declaração do aproveite. Só tem aqui mesmo, né? Então isso nós vemos disseminado na infância, na juventude, na adultez, na velice. Aproveita, acabou, morreu, fechou. Então essa ideia que é realmente de fundo materialista, porque nega a continuidade da vida, ela está presente o tempo todo. É a mídia, né? É a própria pessoa. Hoje tem uma uma função profissional muito interessante chamado influencer, que é eh com a permissão dos senhores é uma problemática, né? Porque tem influencer e influencer. E aí nós vamos encontrar pessoas que usam esse tipo de atividade para disseminarem as ideas, esdrúxulas que nós possamos imaginar e de incentivo, inclusive a atitudes, a adesões, né, sobre o ponto de vista ideológico e, por que não dizer, até mesmo eh a atitudes de contravenção, de crime, de preconceito. Então, exceto aqueles que entendem a função positiva, mas infelizmente é isso que nós temos também encontrado, né? Bem, então nós temos também entre os materialistas uma profunda dificuldade de encontrar um sentido para a vida. E ao ter essa dificuldade, o materialista, se não tiver encontrado na sua trajetória de vida bons exemplos, tenderá a perpetuar também essas mesmas indagações ou negações, né? Então, o materialismo possui, e estamos aqui pegando leve, consequências complicadas, né, para uma sociedade que adotaria esse tipo de situação. Muito bem. Mas o espiritismo nos diz a questão 799 nos ajuda a compreender, em primeiro lugar quais são os nossos verdadeiros interesses. Aí nós encontramos um momento de apogu, vamos dizer assim, da contribuição que a doutrina espírita nos traz. Quais seriam os nossos verdadeiros interesses? Aqui nós vemos, né, 1600, 1700 pessoas, fora aquelas pessoas que nos acompanham virtualmente, com o interesse, pelo menos, de escutar, de refletir sobre a vida futura, de pensar aquilo que é a proposta que a doutrina espírita nos apresenta. Muito bem, estamos muito bem, obrigado. E mais 160 trabalhadores, inclusive soube eu, que

tar, de refletir sobre a vida futura, de pensar aquilo que é a proposta que a doutrina espírita nos apresenta. Muito bem, estamos muito bem, obrigado. E mais 160 trabalhadores, inclusive soube eu, que vão exportar. É verdade, Antônio. É verdade que vão exportar algum, hein, Antônio. É verdade. É, né? Lá o outro rio agradece. Então, nós vamos encontrar aqui algumas centenas de pessoas que tm outros interesses. Mas a pergunta que não quer nos quer calar, quais seriam os nossos verdadeiros interesses? Pra gente chegar neles, vamos falar dos falsos primeiro, que são os mais comuns. Falsos interesses. Beleza. Eu, por exemplo, gostaria muito de na próxima encarnação usar o modelo biológico de Home Schneider, acrescentada das pernas de Vet Sangalo, porque o meu apelido na adolescência era Olívia Palito, que alguns conhecem. a famosa e eterna namorada do papai, não é verdade? Eu tinha outros também, macaeira, certo? Mandioca aqui, né? Homo total. Mas naquela época a gente nem achava que era bullying. Não sei o que que houve. A coisa parece que piorou, não foi certo? A coisa parece que Mas era isso daí. O que é que acontece? Muita gente quer beleza, juventude eterna ou pelo menos mais prolongado que der, né? E aí a gente vai encontrando outros interesses, poder, fama, dinheiro, muito, muito dinheiro. Para quê? Para nada. para colocar serviço de si mesmo com raras exceções, louváveis algumas, inclusive uma, eu acho que ela é norte-americana, que decidiu criar uma universidade de medicina, concurso de medicina, nome dela, para acesso de quem não tem condições de pagar. Aí realmente vale a pena atingir determinada condição, como alguns que estão se mobilizando, alguns supermilionários, no sentido de encontrarem caminhos para aquilo que um baiano chamou de aplicação inteligente da fortuna, que morrer rico, segundo ele, que tinha um apelido de sacatrapo, né? Ele era um dentista. Ele quando chegou a uma certa idade, ele decidiu dar as coisas que ele precisava dar para filho, para mulher. Comprou um

rico, segundo ele, que tinha um apelido de sacatrapo, né? Ele era um dentista. Ele quando chegou a uma certa idade, ele decidiu dar as coisas que ele precisava dar para filho, para mulher. Comprou um barco, certo? E foi morar, foi viver ali a beiramar, pescava peixes. E aí os peixes grandes ele vendia no mercado, os pequenos vendia para as baianas, né, que faziam a carajé e outras comidas maravilhosas que tem lá. E ele dizia de uma maneira muito interessante, morrer rico é burrice. Porque eu imagino o fardo de quem desencarna com milhões, bilhões. E agora parece que tem um que não é nem muito aprumado da cabeça, que já vai para ser o rico de trilhão. Imagina a situação dessa criatura no plano espiritual, o que poderia ter feito, né, com uma parte mínima para ele em benefício da humanidade. Então, poder, riqueza, fama, juventude, beleza são os interesses mais, vamos dizer assim, presentes, mas tem um que é mais grave, que é exatamente domínio sobre as pessoas. Domínio afetivo e intelectual, emocional, moral sobre as criaturas. Isso é terrível, porque isso subjulga, porque isso desrespeita o valor da pessoa humana como uma pessoa, um ser de liberdade. Bem, esse conjunto bonito que eu apresentei aqui para vocês, né, nós poderíamos dizer que é causador de todos os problemas que nós enfrentamos, porque na base de todos eles estão egoísmo, orgulho e vaidade. esse trio terror, esse trio responsável pelos nossos centenários ou séculos ou milênios de atraso perante a lei divina ou natural, a lei máxima de justiça, de amor e de caridade. Então, essa esse trio, egoísmo, orgulho e vaidade, está na base. e estando na base, realmente realiza aquilo que nós poderíamos denominar de um domínio pleno, em especial junto à aquelas pessoas que não possuem uma preocupação com a vida futura, que não estão sensibilizadas para a imortalidade da alma, para a prestação de contas da própria consciência perante a justiça, perante a lei maior. Então, esse esse conjunto, né, de situações poderiam

que não estão sensibilizadas para a imortalidade da alma, para a prestação de contas da própria consciência perante a justiça, perante a lei maior. Então, esse esse conjunto, né, de situações poderiam também estar, vamos dizer assim, agrupados naquilo que nós poderíamos denominar de situações de, né, eh, condição de impermanência. Essa palavra em permanência significa, filosoficamente falando, aquilo que é temporário. Mas na obra do nosso querido Carlos Torres Pastorino, ele vai claramente nos dizer: "A impermanência de situações, ela é da própria vida". Nesse sentido, nós evocaríamos o velho Heráclito para dizer: "Tudo muda". É mesmo, tudo muda, tudo está em mudança. E não só no mundo das formas, é só a gente ler nosso lar. Não precisa ler outro, não. É só ler nosso lar e a gente vai identificando que também ali nós temos os momentos de impermanência de situações por uma questão muito simples. Como o velho diria, tudo muda. Tudo está sujeito à mudança. Todos conhecem a célebre afirmativa dele, que o mesmo homem não entra no rio duas vezes. Primeiro, porque ele não será o mesmo homem. Segundo, porque o rio também não será o mesmo. Então, essa mudança permanente faz parte da própria vida. Nós nascemos e vivemos no mundo em constante mudança. E essa mudança se dá em todas as áreas, em todas as ordens, em todas as situações, quer no indivíduo, quer na sociedade, quer inclusive no que diz respeito aos aspectos aí da astronomia, dos estudos acerca do espaço. Quem gosta, todo dia tem novidade em relação ao 3 Atlas. Eu tô doida que ele venha para cá mesmo, que ele venha para ver se faz alguma coisa, né? Se dá uma sacolejada. É um objeto interestelar. A hoje ele é cometa. Ele não é cometa. É porque ele freou. Ele freou, depois ele andou de novo. Agora ele está atraindo objetos para estarem, né, gravitando em torno dele. Todo dia tem novidade. E todo dia eu leio porque eu fico doida de alegria, né, de ver. Eu digo: "Senhor, tu deves estar se divertindo a nosso respeito, em

s para estarem, né, gravitando em torno dele. Todo dia tem novidade. E todo dia eu leio porque eu fico doida de alegria, né, de ver. Eu digo: "Senhor, tu deves estar se divertindo a nosso respeito, em relação à nossa ignorância, não é?" Então, tudo muda, tudo está então nessa mudança. André Luiz começa nosso lar, onde é que ele está? Umbral, não é isso? Umbral. Suicida indireto, passa lá um bom tempo, alguns aninhos, a mãe intercede, aquela coisa toda, depois vai ser um assistido de nosso lar. E a coisa mais bonita do livro é o último capítulo, quando ele recebe o quê? A condição de cidadão de nosso larmanência também. Então o problema é a impermanência, não? O problema é quando nós valorizamos aquilo que é impermanente, como se fosse definitivo, como se não houvesse amanhã, como se não houvesse possibilidade de mudança. Aí uma palavrinha vai surgir. E essa palavrinha ela é forte, chama-se apego. A gente se apega ao filho, a gente se apega ao namorado, ao namorido, né? Ao ficante, ao estabilizante, enfim, a gente, né, a gente se fixa, tá? É o emprego, é o salário, né? é o contracheque, chá de cebola, enfim, a gente vai se fixando cargo. Ohô, meu Deus do céu, a gente sabe muito bem disso. O movimento espírita principalmente, né, com todo respeito. Então, tem cargo, não ficou no cargo, chação, não volta mais à casa espírita. Eu tenho um grande amigo meu que eu tive a alegria de encaminhá-lo para começar a fazer palestras na casa espírita. E um belo dia ele veio me agradecer. Graças a você, me turmei no trabalho espírita e conheci uma palavra que eu não tinha vivência dela. E eu muito, né, abestalhada, né, qual é essa palavra? Ele disse melindre. Ô povo melindrado, Sandra. Pois é, porque todo mundo já foi cardeal, bispo, pastor, todo mundo já teve título e agora reencarnou na casa espírita, é só irmão, aí não gosta, né? Mas a gente vai melhorar, né? Se Deus quiser, a gente vai melhorar. Então, o problema não é a impermanência daquilo que tem a natureza da impermanência. O problema é o apegó que

mão, aí não gosta, né? Mas a gente vai melhorar, né? Se Deus quiser, a gente vai melhorar. Então, o problema não é a impermanência daquilo que tem a natureza da impermanência. O problema é o apegó que a gente tem. E esse apego gera uma problemática muito grande. A nossa célebre rainha da internet, a professora Luciena Galvão, ela é rainha da internet, né? Então ela diz com muita propriedade, a dor é o fruto do apego e digo: "Eita, até gostei. Acho que ela leu Manuel, André Luiz, Vianar Cvalho, deve ter lido tudinho. Não diz que leu ninguém, mas com certeza leu, né? Então ela diz, a o apego ele gera uma dor porque gera em você o sentimento de domínio. Você acha que você é dono do objeto, da situação, do emprego, do cargo, da pessoa, das relações, né, do seu corpo. E aí qualquer mudança vai complicar a sua vida e isso vai gerar dor. E qual é o grande problema da dor motivada? Exatamente. Porque nós não conseguimos entender que as coisas são passageiras, que as coisas possuem um ritmo de mudança. É porque a gente se sente proprietário, dono exclusivo e aí a gente não consegue acompanhar nem intelectual, nem emocional, nem psicológica, nem moral e nem espiritualmente. Quanto nós que muitos aqui t as suas atividades na área da desobsessão, quantos de nós não conhecemos os espíritos, companheiros nossos, infelizes e infelicitadores, que não aceitam de forma alguma, não é, uma separação, a desencarnação, a perda, por exemplo, de alguma coisa sobre o ponto de vista financeiro. Aí a gente observa e acompanha. E qual é o trabalho do dialogador? É esclarecer aquela criatura que ele não é dono. Ela não é dona nem da pessoa, nem da situação, nem dos haveres materiais. Mas a gente não deve se admirar só do que a gente pode perceber e encontrar nas reuniões, né, de desobsessão. Basta a gente ler os noticiários que chegam. o grande volume de assassinatos, de feminicídios, em especial, porque a pessoa não aceitou o término da relação. Mas para que os homens não fiquem com raiva de mim,

ente ler os noticiários que chegam. o grande volume de assassinatos, de feminicídios, em especial, porque a pessoa não aceitou o término da relação. Mas para que os homens não fiquem com raiva de mim, quando a mulher ela encasqueta, ela não só mata, mata com requintes. É a tristeza que eu tenho. Porque quando a gente vê assim, matou o marido, escorteartejou e guardou na geladeira. Vala me Cristo Jesus, não é verdade? Então estamos em pates sem problema. Os homens aqui comigo, tá? Graças a Deus. Podem mentir, eu aceito. OK. Então o que é que ocorre? A dor vem, logicamente ela tem, nós temos diversas dores, temos as dores absolutamente naturais do processo evolutivo, mas o grande problema aqui enfatizado é a dor eleita, a dor que nós geramos pelas nossas escolhas. E quando a gente gera essa dor, a gente se fixa nela e até o dia que a gente conseguir, né, sair dessa situação, isso pode levar muito e muito tempo, muitas décadas, muitos séculos. Há espíritos que, dizem, os companheiros espirituais estão há mais de 1000 anos aí vinculados nessa situação. Então, prestemos atenção. Nós já temos dores naturais suficientes. Já temos problemas próprios de espíritos de terceira ordem em processo de evolutivo. Dores que fazem parte do currículo. Currículo. Sim. currículo. Joana de Angeles diz que o a reencarnação é um processo pedagógico. Toma eu, data vênia Divaldo, meu amado, né? E dona Joana deângela, superiora, tá? Vou dizer. E além de ser um recurso pedagógico, tem ensino individualizador. Meu amado Cezinha ali, essa alma generosa e Cândida, ele sabe quem ele é e o currículo que ele tem que cumprir, não sabe, meu amor? Muito bem, muito bem. Ali é minha alma linda. Eu lá bueno. Essa mulher linda e maravilhosa. Ela sabe quem ela é ela sabe exatamente o que é que tem no currículo dela. Sandra Borba, essa que vos fala. Vixe Maria, essa é que sabe mesmo, né? O currículo, porque aí lá vem paciência para um, dedicação para outro, abnegação para outro, né? suportação de dores físicas

la. Sandra Borba, essa que vos fala. Vixe Maria, essa é que sabe mesmo, né? O currículo, porque aí lá vem paciência para um, dedicação para outro, abnegação para outro, né? suportação de dores físicas para outro, certo? Quase desencarnação para outros. Tem uma aqui que já tem 10 moratórias. É um espírito que conseguiu resolver. Eu vou inclusive pedir a ele, que é o meu amigo lá cordado, que ele me dê a fórmula, a fórmula, porque o danadinho já teve tanta coisa para desencarnar e não desencarna. Eu acho que é o poder de Neusa, a esposa, mas ela mesma, na sua generosidade diz que não é porque ele merece, tá bom? Ele merece. Então o que é que ocorre? Ele passa por um processo pedagógico. Cada um de nós tem um currículo espirituales reencarnatório. Vocês já ouviram falar nisso já? Fui eu que criei, tá? Currículum. Currículum lum. Quem que você currículo espiritualis, viu? Lousada reencarnatorio. Cada um de nós tem. Então, a benfeitora espiritual diz que cada um reencarna com a sua dose, a sua dose própria. De quê? De alegrias, satisfações, prazeres, mas também dificuldades. Tem gente que já reencarna usando uma expressão bem nordestina em homenagem à aqueles que me ouvem lá no Rio Grande do Norte, já reencarna na Pindaíba. já reencarna. Meu Deus do céu. Eu me lembro de uma criança que a gente foi dar assistência. Eu não posso falar muito porque tem gente do direito aqui, inclusive Alessandro, eu não posso me incriminar. Mas a situação foi tão difícil que a gente teve que isso ocorrer na maternidade e a orientação era: "Traga uma fralda que não tem nada. A criaturinha que na reencarnou realmente na Pindaíba, certo? Na Pindaíba. Aí tem gente que reencarna numa boa, tudo tranquilo, tudo sereno. O que é que vai acontecer? cada um mediante o seu programa hã escolar reencarnatório. E é exatamente nessa hora que nós temos que observar que o processo vai acontecer nesse, né, nesse devir permanente nosso, na experiência reencarnatória. E nós vamos então no tateamento e vamos escolhendo e vamos

te nessa hora que nós temos que observar que o processo vai acontecer nesse, né, nesse devir permanente nosso, na experiência reencarnatória. E nós vamos então no tateamento e vamos escolhendo e vamos agindo. E isso me faz lembrar o nosso Aroldo Dutra Dias que tem uma expressão que eu gostei muito numa palestra que ele fez pros magistrados espíritas. Ele disse na semeiadura Deus fica quieto. Vale, mas senhor quieto. E ele diz quieto. E quando é que o Senhor se manifesta? Na colheta, na colheta, na colheta. A semeadura ela é >> o povo inteligente, mas a colheita é >> obrigatória. >> Pronto. Aí nessa hora colheita obrigatória, entra uma lei chamada >> lei da responsabilidade, lei de ação e reação, né? Lei de causa e efeito e assim vai. Então ele diz, a justiça divina lhe pega exatamente na colheita. Então, nesse processo em que a gente não sabe a que se apegar, porque a gente desconhece os nossos interesses verdadeiros, nós começamos a nos apegar a isso ou aquilo, a essa ou aquela pessoa, a essa ou aquela situação. E aí, nessa dinâmica da vida, começamos a semear com as nossas atitudes. Ótimo. as atitudes foram forem corretas. E ótimo também se a gente perceber que não deve fazer isso, que não deve fazer aquilo e seguir por outros caminhos. complicado para nós quando semeamos de forma irresponsável ou motivados apenas pelos nossos interesses pessoais, pelas nossas más paixões ou atendendo a influências negativas de companheiros nossos, de situações, porque aí quando chegar a colheita, ela virá de fato ali com a lei divina. ou natural. Então, a pergunta que não quer calar, quais são os nossos verdadeiros interesses? Já sabemos os falsos, os nossos verdadeiros interesses. Eu tinha uma amiga evangélica e a gente toda a vida a gente lá no na no trabalho, na universidade, a gente tinha um momento lá uma vez por semana ou duas, o que desse. E a gente, ela é evangélica, mulher de pastor, eu espírita e uma que não sabia de nada. Aí a gente ficava às três conversando, né? E nessa conversa ela dizia assim para

or semana ou duas, o que desse. E a gente, ela é evangélica, mulher de pastor, eu espírita e uma que não sabia de nada. Aí a gente ficava às três conversando, né? E nessa conversa ela dizia assim para mim, quando eu entrava com os postulados espíritas, Sandra, eu não entendo esse negócio de reencarnação. Fica embolando, olha para aí a expressão, embolando de mundo para mundo. Eu não entendo que é isso não. E o pior de tudo, embola para lá, embola para cá e não se lembra porque tá pagando. Eu não gosto dessas coisas não. Dívida eu tenho que saber, eu tenho que ter o boleto. Ela tinha uma certa razão. Foi por isso que Origens não conseguiu realmente passar adiante a ideia da reencarno. Na antiguidade. O pessoal disse para ele que como é que a gente ia pagar o que não lembrava. Era preciso esperar o espiritismo e o esclarecimento sobre o esquecimento do passado. Mas vamos lá, né? A outra que não sabia de nada, um dia com muita assim e humildade, ela disse assim: "Eu sei pelo menos uma passagem da Bíblia". Aí a gente ficou, oh, ela sabe de uma é aquela qual é? Ela disse, é aquela em que Jesus disse a a Pedro assim: "Pedro, se o Brasil se separar, antes seja para ti que me h de respeitar". Edn olhou para mim, a minha amiga e perguntou: "Tu conhece essa passagem?" Conheço is história do Brasil, volta da família real para Portugal. Dom João olha pro filho dele, Dom Pedro, que não é Pedro o pescador, e disse: "Pedro, se o Brasil se separar, antes seja para ti que me age de respeitar do que para qualquer um desses aventureiros." A gente caiu na risada, acabou o evangelho, mas nunca, né? a gente perguntou nada. Então, vejam bem, né? A dificuldade de perceber que a gente tem isso é natural, mas os nossos verdadeiros interesses dizem respeito à nossa natureza. Aí começa a confusão. A gente não sabe qual é a natureza. Ou então a gente só vê uma dimensão biológica, psicológica, social e qualquer outra coisa, menos a dimensão espiritual. Porque nós somos, independentemente de qualquer

ente não sabe qual é a natureza. Ou então a gente só vê uma dimensão biológica, psicológica, social e qualquer outra coisa, menos a dimensão espiritual. Porque nós somos, independentemente de qualquer consideração, nós somos seres espirituais, vivendo uma experiência corpórea nesse momento, como vivemos antes e como vamos viver outras tantas experiências. Nossa dimensão espiritual, a nossa condição de filhos de Deus criados à imagem e a semelhança do Pai. E aí vem a grande, inestimável colaboração, não, revelação, sim, de Jesus quando nos diz do sermão do monte, tá lá em Mateus 5, sede perfeitos. Sede perfeitos. Pronto, deu para nós o grande objetivo da vida. A nossa finalidade da existência é a busca da perfectibilidade, conforme a doutrina espírita nos auxiliaria mais ainda séculos depois, criados todos simples e burros mesmo. Simples, ignorante, burro, temor. Não, mas a gente só foi criado simples, ignorante. Esqueçam simples, ignorante. Só isso, né? Mas todos nós destinados a >> Mas foi muito fraca, foi muito ou simples o ignorante lousada saiu que foi uma beleza, mas o destino, vamos repetir que isso é bom. Destinados à >> perfeição. >> Nota 10. Nota 10. Tá. Destinados à perfeição. Aí a gente não pensa. A gente não pensa. A gente não tem. Eu me lembrei do meu amado e querido, alguns aqui conheceram, André Luiz Peixinhos, aquele que foi nadar bem, né? Decidiu nadar, desencarnou, dirigindo uma reunião virtual, todo mundo acompanhou a desencarnação dele e ele dizia assim: "Qualquer dia desse o peixinho que era ele vai nadar e nadou mesmo." E ele tinha, a gente sempre conversava, eu chamava de meu guru. E ele dizia: "Minha querida discípula, eu me preocupo muito com o movimento espírita. E eu disse: "Por que minha tá tão bem? E a gente se preocupa com a organização, com a unificação, com a reunião pública, com a divulgação, com o passe, com a evangelização, com o ESD. Aí ele começava a descrever todas as atividades da casa espírita para quem não conheceu." Ele dizia: "Mas tem um

, com a reunião pública, com a divulgação, com o passe, com a evangelização, com o ESD. Aí ele começava a descrever todas as atividades da casa espírita para quem não conheceu." Ele dizia: "Mas tem um problema grave." Disse: "O que é peixinho?" autoiluminação. A nossa preocupação maior no movimento espírita deve ser a nossa autoiluminação. E ele deve ter feito também que bem pouquinho tempo depois da desencarnação já estava dizendo: "Gente, tô aqui, viu?" E continua desenvolvendo um trabalho extraordinário lá de onde ele está. Então, a preocupação dele era essa, a nossa, o objetivo da nossa inserção na casa espírita, no movimento espírita, em qualquer filosofia, em qualquer religião, qual deve ser. Ah, eu quero cargo, eu quero ter uma coordenação disso, eu quero ter uma coordenação daquilo, eu quero aplicar 300 passes, eu quero eh dialogar com 300 obsessores. É isso. Ele não. O grande objetivo é o quê? nossa espiritualização. Na codificação, nós encontramos uma resposta bem sintética de Kardec em relação a isso. Reconhece-se o verdadeiro espírita pela sua >> que coisa horrível. De novo, apaga. reconhece verdadeiro espírita pela sua >> transformação moral, >> pela sua transformação moral. Transformação moral é o objetivo pelos esforços, metodologia que emprega no sentido de domar as suas mais inclinações, conteúdo a ser modificado. Só nessa frase, nesse período, aliás, só nesse período, objetivo, metodologia e conteúdo. Então, de fato, o interesse verdadeiro que a doutrina espírita nos mostra é a nossa transformação moral. São as disposições morais novas com base nos valores do evangelho que nós vamos começar, que nós vamos lutar por colocar em nossas vidas. Ah, eu adoro uma fofoca. Pois é, espita não fofoca, troca informações. É verdade, né? Socializa algumas situações. Não, fofoca que é feio. Certo. É feio, né? Muito bem. Eu [risadas] eu estava numa reunião e aí tinha chamada para as pessoas que iam ser atendidas. Aí alguém disse o nome de um alguém que tem um sobrenome muito famoso

feio. Certo. É feio, né? Muito bem. Eu [risadas] eu estava numa reunião e aí tinha chamada para as pessoas que iam ser atendidas. Aí alguém disse o nome de um alguém que tem um sobrenome muito famoso de uma igreja evangélica. Aí essa pessoa que é muito criativa e rápida, ela disse: "Ful e tal, veio paraa maca, veio se tratar. [risadas] Aí todo mundo caiu na risada. Ele disse: "Quem estiver rindo vai pro mesmo lugar que Alexandra está da viagem". Eu não me aguentei. Então o espírito não fofoca, cuidado. Certo? Então o que é que ocorre? Se eu gosto de fofoca, eu vou começar a a o quê? Fofocar menos. A gente começa assim, depois a gente começa a dizer assim: "Pois é, você sabe disso? Não, nem sei. A gente começa a dar uma de besta. Aí depois a gente evolui mais ainda. Pessoal, aquela pessoa assim, assim, aí você olha já motivado pela transformação moral, você diz assim: "Mas é uma pessoa boa". Olha, ah, melhorou, não é verdade? Até que um dia a gente não socializa, não fofoca e nem nada. Então, transformação moral mediante os valores do evangelho, humildade, caridade, simplicidade, perdão, indulgência. E aí todo mundo sabe o vocabulário. Esses são os nossos interesses verdadeiros. E se nós tivermos então esses interesses de fato, nós vamos ter, presta atenção, uma proposta, um sentido para nossa vida. A gente vai ser diferente. A gente vai procurar realizar o diferente. Sou intolerante, vou procurar ser tolerante. Eu sou extremamente egoísta. Eu só quero atender o meu capricho. Eu vou mudar. Eu sou vaidoso. Eu sou orgulhoso. Eu sou preconceituoso. E eu acho interessante porque entre nós, no espiritismo, movimento espírita, tem gente que não se acha nada disso, né? Aí preconceito tenho não, eu sou espírita. Hum. Vamos ver o teste. Vamos passar pelos teste. Não, eu sou uma pessoa desprendida, certo? Desprendida. Ninguém sabe de quê, mas é desprendida. Então, nós temos tanta dificuldade de realizar o processo de autoconhecimento e de autoavaliação, que nós usamos aquilo que o Carlos

endida, certo? Desprendida. Ninguém sabe de quê, mas é desprendida. Então, nós temos tanta dificuldade de realizar o processo de autoconhecimento e de autoavaliação, que nós usamos aquilo que o Carlos Torres Pastorino coloca como máscaras. A gente tem máscaras, é um baile, às vezes é um baile, todo mundo mascarado na casa espírita, imagina que situação, né? Não gosta daquela pessoa com a qual está sentada numa reunião de estudo e educação da mediunidade? Não diz nada. não suporta a palestra de fulano de cicrano. Hum. E assim vai. O gestor, coitado, quando alguém me pergunta, vai voltar um dia a presidência da federação, que não é o que Antônio vai dizer, mas é o que eu digo. Já paguei meus pecados, fui presidente 6 anos, vice-presidente 4 anos. Hoje eu não consigo nem presidir minha vida. né? Mas o pobre do gestor e não é só presidente, não, coordenador de grupo. Meu Deus do céu, né? Então você quer saber se você tem inimigos no movimento espírita? Oupe um cargo. Aí você vai ver, você vai sentir. Não, não aplaudam não. Isso é horrível. Não aplaudam não, porque isso é feio. Isso é horrível. É horrível. É verdade, mas é horrível. Então o que é que ocorre, né? Nós temos que fazer um mergulho, autoconhecimento, autoiluminação. É o que meu querido peixinho que nadou pro plano espiritual dizia. É a porque nós só seremos cobrados lá quando a gente comparecer perante a consciência. Não vai ser assim. Foi para quantos congressos? Inclusive lá no Rio Grande do Sul, que é bem longe, uma viagem ótima, começa às 2 horas da tarde, termina 1 da manhã, né? Não, não vou perguntar não, meu irmão, quantos passes minha irmã dialogou com quantos espíritos, evangelizou? Quantas crianças, quantos adolescentes, quantos jovens? Fez quantas palestras? Não, não, não tem isso não. Aí alguém pode perguntar e qual é a pergunta? Não tem pergunta sobre sua atividade. Só tem uma pergunta. O que foi que o espiritismo mudou em você? Eu já disse que eu não tenho medo de desencarnar. tava dizendo aos meus

untar e qual é a pergunta? Não tem pergunta sobre sua atividade. Só tem uma pergunta. O que foi que o espiritismo mudou em você? Eu já disse que eu não tenho medo de desencarnar. tava dizendo aos meus queridos amigos hoje de manhã, meu medo é ver o meu cartão de crédito espiritual, porque eu devo ter colocado lá as dívidas, né? Vai ser, vai ser, vai ser meu Deus, meu Senhor e assim vai. Então, a pergunta vai ser essa. Qual o bem que fez? O que foi que mudou? Onde foi que adiantou? Chega, vamos evocar o currículo. Hum. espirituales reencarnatórium. Diga aí, Sandra. Tava aqui, ó. Menina, se matriculou na paciência. Como é que foi? Tem tem uma outra disciplina aqui, dedicação ao movimento espírita. Eh, tem uma outra aqui, ó, eh, paciência com os familiares. Então, vai ser isso que vai ser indagado para nós. Hã, então que interesses, meus queridos, meus amados irmãos gaúchos de Além Pampas. O que é que está motivando a nossa existência? Vamos aí agora para ir fechando o livro dos espíritos. Então, o espiritismo, melhor dizendo, além de nos ajudar a ver os verdadeiros interesses, né, nos mostra a vida futura. Vida futura. Você tá vivendo aqui, mas você vai desencarnar e você vai passar um tempinho, Deus sabe onde e você também, né? Depois você vai voltar e você continua porque é que nem escola para repetente, é a mesma coisa, né? Você vai pra sétima série, dependência em matemática, inglês, não sei o quê. Vai pra oitava série, passou naquela dependente e assim vai. Então tem não sei quantas dependências nossas no nosso currículum reencarnatórium espirituais. E aí a gente vai vivendo e a gente vai descobrindo o que é que a gente tá conseguindo de fato evoluir. E se a gente tem, e aí é que é o quê? O comentário do item quatro, texto do item quatro da conclusão do livro dos espíritos, nos remete exatamente a essa compreensão, porque o progresso tanto nosso como da humanidade exige a aplicação da lei de justiça, de amor e de caridade. É Jaque. Tem um centro espírita no Canadá, Jaque, né? justiça, amor e

a essa compreensão, porque o progresso tanto nosso como da humanidade exige a aplicação da lei de justiça, de amor e de caridade. É Jaque. Tem um centro espírita no Canadá, Jaque, né? justiça, amor e caridade. E vejam bem que nos diz Kardec: "E essa lei se funda sobre a certeza na vida futura. Se não tem certeza de vida futura, para que justiça? Para que amor? Para que caridade?" E aí nos diz Kardec: "Tirai essa certeza e lhe tirareis a pedra angular". Então, nós temos que vivenciar essa lei com a certeza de quem olha paraa frente. Porque aquele que olha e vê a vida se esvaindo, se acabando, não tem nada a ver com amanhã para esse tanto faz como tanto fez, não é verdade? Mas se você, se eu, se nós temos essa compreensão da vida futura, então quando a gente faz, a gente pensa. Às vezes a gente e na condição de espírita, a gente é obsidiado, né? A gente tem uma dificuldade. Eu me lembro que eu tenho uma amiga isso há muitos anos atrás, eu morava em Recife ainda, já tenho 40 anos, né, de Natal. E ela só vivia reclamando do marido, só vivia reclamando do marido, só vivia reclamando do marido. Um dia eu estava com o percentual de obsessão maior, maior, né? Porque tem gente que tem 10, 20%, né? Aí eu olhei para ela como aquela pessoa que não aguentava mais. Eu vi aquela mesma lada da famosa. Eu olhei para ela, nesse dia eu tava neus atacada da besta. Disse assim, mulher, porque você não deixa esse homem? Pronto, disse, saiu. Ele olhou para mim e disse: "Para não encontrar ele de novo como marido na próxima encarnação. Toma. Ela tava certa. Eu que tava errada. Eu que tava errada. Vou aguentar, Sandra, até onde der. Aí eu caí na minha realidade. Tem razão, minha querida. Vou orar por você, por ele e mais ainda por mim, para eu não dizer outra besteira para outra pessoa, como eu disse para você. Você tem completa razão, não é verdade? Então a gente vai avaliando, a gente vai observando, a gente vai crescendo. Se a gente tem a percepção da vida futura, você tem um filho que só

disse para você. Você tem completa razão, não é verdade? Então a gente vai avaliando, a gente vai observando, a gente vai crescendo. Se a gente tem a percepção da vida futura, você tem um filho que só Jesus na causa. A gente tá rindo, rindo e rindo. Mas eu sei que tem gente aqui, tem filho que é uma beleza. É uma beleza. Tem neto que é uma beleza e assim vai. Tem mãe que é uma beleza, pai que é uma beleza e assim vai. É o parentesco completo, né? E aí, se você tem a noção de vida futura, primeira coisa, ninguém reencarna por acaso com ninguém. Reencarnou com a peste, é porque a peste faz parte da sua vida. Não tem o que fazer, não. Tá ali junto. Agora tenho que fazer pra frente. O que é o pra frente? Eu vou ver, né, meu lindo, o que é que eu posso fazer para poder minimizar. E aí a gente vai descobrindo com os estudiosos que três coisas nos mantém unidos. Primeiro, fazer coisas juntos é bom demais. Depois sorrir juntos. Não é isso, Cezinha? E depois chorar juntos. A gente faz, a gente ri, a gente chora, a gente vai diluindo aquela mazela, aquele rancor. A gente vai começando a construir uma relação diferenciada. Nós que estamos aqui, cada um de nós rindo, brincando, muitos carregamos as dores, as dores que são muito difíceis, as dores com os familiares amados. as dores, em especial com filhos, com netos, sobrinhos, que nós muitas vezes não sabemos. E o Espiritismo nos diz: "Aguarde. Nenhuma semeiadura deixará de ter acolheita. Não semeie o ódio, revide a violência, mas o amor. E aí um dia isso vai florescer. Vamos fechando. Vamos lá. Eu tenho um grande amigo lá em Natal. chamado Bruno Félix, que deve estar me ouvindo. Ele é terrível, eh, tem uma inteligência rápida, rápida demais. Então, ele tem uma síntese que vocês vão decorar. Depressão, ele diz, excesso de passado. Achei ótimo. Estresse excesso de presente e ansiedade é excesso de futuro, não é verdade? Olha que sabedoria. Eu hoje até eh escrevi para ele, você me confirma eles, eu errei uma. Ele disse: "Não é isso aqui. Depressão é excesso de

e presente e ansiedade é excesso de futuro, não é verdade? Olha que sabedoria. Eu hoje até eh escrevi para ele, você me confirma eles, eu errei uma. Ele disse: "Não é isso aqui. Depressão é excesso de passado. A gente não pode se fixar no passado. Repete excesso, >> tá? Vou vou repetir. A depressão é o excesso de passado. O estresse é o excesso de presente e a ansiedade excesso de futuro. Então isso nos conclama a quê? Isso nos conclama ao equilíbrio, ao exercício da fé, a compreensão do papel da dor. Gleeni dizia de uma maneira muito inteligente: "A dor nos mostra o lado sério da vida". É verdade. Francês tava certo, né? Então, meus queridos e amados irmãos, porque aqui desapareceu o relógio, mas eu tenho relógio mental. O que é que ele vai, o que é que vai nos trazer a temática do nosso congresso vida futura, permanência e imortalidade. permanência, que é uma realidade, mas uma realidade transitória necessária, mas que nós não devemos nos apegar naquilo que é apenas mais paixões, interesses voláteis, satisfações, né, imediatas. Não. Aí vem a imortalidade. A imortalidade triunfante que vai nos dizer da nossa destinação, que nos mostra a necessidade de novas construções, novas resoluções nas relações interpessoais, na relação com a natureza, na relação com a sociedade. Vai nos ajudar a novas construções e novos aprendizados. Por isso, ao encerrarmos a nossa fala inicial nessa abertura, nós queremos deixar nesse congresso uma mensagem para todos vocês que nos assistem aqui, os que nos acompanham pela internet, se ela não caiu também. Nós somos espíritos não tá ótimo. Eu vou levar 10 encarnações para aprender. Não, eu sou tão burra, minha filha. Depois você me ensina alguma coisa? Não, ela tá dizendo que eu sou meio doida, mas que eu aprendo. Então, finalizando, que nós gostaríamos nesse final de palestra de abertura, que é o que vocês mereceram mesmo, né? Sem Dival, não posso fazer nada, mas é que nós saímos daqui com uma certeza. Somos filhos de Deus. Somos espíritos

staríamos nesse final de palestra de abertura, que é o que vocês mereceram mesmo, né? Sem Dival, não posso fazer nada, mas é que nós saímos daqui com uma certeza. Somos filhos de Deus. Somos espíritos imortais, criados simples, ignorantes e aprendentes e destinados a perfecibilidade, que as nossas encarnações e reencarnações são cenários e aprendizagens, onde o grande objetivo é que nós aprendamos a usar corretamente o livre arbítrio, termos a capacidade de realizar boas escolhas, atendendo aos valores que a vida nos exige e que nos momentos de dor, de dificuldades, evoquemos a figura de Jesus, que nos diz: "No mundo tereis aflições". não escondeu o jogo, mas disse-nos: "Mas tende de bom ânimo, eu venci o mundo." que nós possamos usar esses momentos de reflexões com os nossos queridos amigos que estão aqui, que estarão participando do evento amanhã e depois, que nós possamos usufruir o máximo possível e ganharmos, fazermos um estoque de bom senso, de amorosidade e de fé. Que Jesus nos abençoe. Isso é sei. >> Ah, não é para eu ir. Tchau.

Mais do canal