Mário Sérgio, Solange Seixas e Wesley Caldeira • Conversando Sobre Espiritismo
Toda quinta-feira, a Mansão do Caminho recebe um convidado especial para uma breve reflexão em torno do Movimento Espírita. SOBRE O NOSSO CONVIDADO » Wesley Soares Caldeira atua como Defensor Público do Estado de Minas Gerais. Ele também é membro do Instituto Histórico e Geográfico de Montes Claros, cidade onde reside. Atualmente, ocupa a presidência da Aliança Municipal Espírita da cidade e do 14º Conselho Regional Espírita de Minas Gerais. Além de trabalhador espírita, vinculado à Sociedade Espírita Allan Kardec, Wesley também é orador, articulista da revista espírita "Reformador" e escritor. Dentre suas obras, destacam-se "O Espiritismo em Montes Claros", "Da Manjedoura a Emaús" e, mais recentemente, "Deus antes e depois de Jesus". #espiritismo #doutrinaespírita #espiritualidade
Muito boa noite. Estando estamos dando início ao nosso conversando sobre o espiritismo. Então vamos convidar a nossa irmã Solang Seixas para proferir a prece de abertura dos trabalhos desta noite. Senhor e Mestre Jesus, nosso divino pastor, o teu fiel servidor cumpriu a tarefa e retornou ao teu seio de amor. Nós que estamos caminhando, seguindo as pegadas dos teus ensinamentos de amor, queremos contribuir para que a obra erguida por esses dois corações possam prosseguir no rumo daquele que criou a vida e nos permitiu que o seu filho amado viesse à terra para nos ensinar a amar. E assim caminhando, seguindo as pegadas do nosso Divaldo e tio Nilson, nós vamos intentar servir, Senhor, através dos exemplos que nos deixaram, com a certeza de que de onde se encontra estarão dando continuidade ao labor na terra para cumprir o desiderato que foi iniciado pela mentora Joana de Ângeles. Sim, Senhor, nós te suplicamos, nós te louvamos, nós te bendizemos. Usa, Senhor, e conduz a nossa vontade para que ela seja perene em servir ao bem, na humildade e simplicidade que os teus discípulos nos ensinaram. E que a tua misericórdia, Senhor Jesus, continua a vijar sobre a face da terra, estimulando os corações a continuarem as lutas existenciais, conduzindo as suas vidas, apesar dos desafios que possamos Todos ter como meta o servir, o amar e passar. Pois tu és a grande luz que brilhou em nossas vidas e que jamais se apagará. Ó Senhor, resta nos, louvar-te, bendizer-te e de almas genuflexas te pedi mais uma vez que nos dê forças e coragem para vencer as nossas imperfeições e podermos continuar o labor. do serviço ao semelhante com simplicidade, humildade e o coração nas mãos, a fim de que, tocando outros corações, nos façamos, Senhor, instrumentos do teu amor e da tua conosco, Jesus querido. Fica conosco. Dá-nos a tua paz hoje e sempre. Que assim seja. Mais uma vez, boa noite a todos. Estamos dando início aí a nossa conversando sobre espiritismo. Então, temos a nossa equipe aqui de apoio, aqueles que
. Dá-nos a tua paz hoje e sempre. Que assim seja. Mais uma vez, boa noite a todos. Estamos dando início aí a nossa conversando sobre espiritismo. Então, temos a nossa equipe aqui de apoio, aqueles que quiserem fazer perguntas do público aqui presente para que possam ser respondidas pela mesa e também pelo nosso irmão Wesley Caldeira de Minas Gerais, que estará conosco nesta noite. Então, nesse momento, eu vou anunciar aqui o nosso convidado, Wesley Soares Caldeira, atua como defensor público do estado de Minas Gerais. Ele também é membro do Instituto Histórico e Geográfico de Montes Claros, cidade onde reside. atualmente ocupa a presidência da Aliança Municipal Espírita da Cidade e do 14º Conselho Regional Espírita de Minas Gerais. Além de trabalhador espírita vinculado à Sociedade Espírita Allan Kardec, Wesley também é orador, articulista da revista espírita, reformador e escritor. Dentre as suas obras, destacam-se o Espiritismo em Montes Claros, da Mangjedoura Aimaús e mais recentemente Deus antes e depois de Jesus. Meu irmão Wesley, convido você agora para que possa então se apresentar ao público presente e aqueles que estão nos assistindo remotamente. Seja muito bem-vindo. Agradeço Mário Sérgio, estimado irmão. Cumprimento professora Solange, estendo o nosso abraço às amigas e aos amigos do Espiritismo que se encontram no caminho de redenção aí em Salvador, mas também aqueles amigos e aquelas amigas de nossa doutrina amada que nos acompanham de toda parte. Que a noite nos envolva na paz do divino pedagogo da humanidade, Jesus. Muito obrigado. YouTube. Uma pergunta simples. Qual seria a interpretação para você, Wesley, do Espiritismo a respeito dos anjos e dos demônios? É sempre uma questão muito útil voltar a essa temática, especialmente agora que vamos nos aproximando do primeiro de agosto de 865, portanto, há 160 anos da publicação da obra o céu e o inferno. de Allan Kardec é uma efeméri muito importante. Allan Kardec acreditava que a compreensão da vida futura representaria para as
to de 865, portanto, há 160 anos da publicação da obra o céu e o inferno. de Allan Kardec é uma efeméri muito importante. Allan Kardec acreditava que a compreensão da vida futura representaria para as religiões o para darmos continuidade aqui ao trabalho, viu, Júnior? Tá sem sinal. Aí a pergunta especificamente aqui de Maria é sobre os demônios, né? E de fato, pela filosofia da doutrina espírita, não existe demônio e também não existe anjo, né? Os demônios e os anjos são as almas dos homens que já viveram na terra. Então, nós costumamos chamar de demônio uma pessoa que eh no mundo espiritual se apresenta ou se apresentou na na Terra como uma pessoa, um espírito muito rudimentar, muito embrutecido, né? São a espíritos ainda muito imperfeitos da criação. Então, para nós não existe anjo ou não existe demônio. Que que é um anjo? Anjo é um ser evoluído, é um espírito perfeito. Jesus, Jesus poderia, nós poderíamos chamar de anjo, né? Mas que é um espírito puro. O espírito puro é aquele que já passou por todas as vicissitudes na terra. Ele se aperfeiçoou. Nós quando reencarnamos múltiplas, sucessivas vezes, nós sempre estamos eh tendo provas, provas relativamente às nossas imperfeições, para que nós possamos nos aperfeiçoar. Quando o espírito atinge determinado grau, que não mais necessita fazer a prova, ele não precisa mais reencarnar, né? Ele já foi provado de todas as formas. Então, seria como se fosse um anjo, um querubim, um serafim. E é uma é uma um sentido que a igreja nos tempos remotos deu relativamente a aos aos os seres mais perfeitos, né? O nosso caminho sempre em direção à perfeição. Então, nós seremos um dia anjos, espíritos puros, como Jesus é um espírito puro nos dias de hoje, né? Não sei se o Wesley já retornou, Júnior, já voltou, Wesley. É, Mário Sérgio, você me escuta? Então vamos complementar essa essa questão dos anjos e dos demônios, se for possível para você. Caro amigo, eu acrescentaria apenas que a palavra inferno, ela vem do latim com o significado de infer.
Então vamos complementar essa essa questão dos anjos e dos demônios, se for possível para você. Caro amigo, eu acrescentaria apenas que a palavra inferno, ela vem do latim com o significado de infer. Existe uma certa descida ao inferno. Existe um processo interior em nossas vidas em que nós entramos nessa dimensão das nossas culpas, dos nossos remorços, ou nos deparamos com a incontinência dos nossos vícios, ou nos damos conta das nossas paixões dominadoras, invasivas. E nesses estados nós nos sentimos diferentes, não bons. Talvez nesse sentido, construímos ao longo da história a impressão de que existem os demônios. Eles seriam apenas estados da nossa posição inferior, da nossa condição mental sofrida, adoecida, traduzindo atos equivocados, realizando aquilo que chamamos o mal e construindo ao nosso derredor o infortúnio, a dor e o sofrimento. Nesse sentido haveriam os demônios, estações da nossa vida, momentos do nosso eu, em que nós adoecidos fazemos o mal. Mas criaturas que Deus teria criado, criaturas que se rebelaram, criaturas que instituíram um contrapasso no processo da vontade divina, isso não é concebível. Wesley, pela sua resposta. Tem uma pergunta que já estava aqui no no YouTube que veio especialmente pra professora Solange de Okel Silene. Kelilene. E diz assim: "Tia Solange, quem foi Maria de Magdala?" Boa noite, Maria de Magdala é Maria Madalena. Ela era uma mulher equivocada, viveu na época de Jesus e teve uma oportunidade de um servo seu lhe falar a respeito de Jesus, que ele era o Messias, o enviado, o profeta. E ela tinha crises e crises porque era uma criatura que eh era muito assicatada pelos espíritos obsessores devido à vida que ela levava. Então, ela vai conhecer Jesus num desses dias em que ela estava realmente eh praticamente enlouquecida. O, ela não recebeu nenhum cliente e esse servo lhe fala a respeito do mestre, que estava ali tão próximo que era só atravessar e ela iria encontrá-lo. Ele fala de tal sorte a respeito de Jesus, que ela toma de uma capa e vai
m cliente e esse servo lhe fala a respeito do mestre, que estava ali tão próximo que era só atravessar e ela iria encontrá-lo. Ele fala de tal sorte a respeito de Jesus, que ela toma de uma capa e vai atravessando para chegar até onde Jesus estava com os discípulos. era noite. Então ela se adentra para conhecer Jesus e a partir dali ela se oferece para eh mudar de vida, convida Jesus para estar com ela. Divaldo, tem uma palestra sobre Maria Madalena que vale a pena você ouvir, que é belíssimo, porque ele conta detalhes da vida dela e na suavidade do Mestre Jesus em colocar de certa forma o amor para aquela criatura, não da forma que ela vivia o amor com as criaturas humanas, mas um amor diferenciado. E aos poucos ela vai se modificando e Jesus consegue, ela vai fazer parte do colegiado, embora ela não fosse aceita e ela estivesse mudasse de vida. E quando Jesus desencarna, ela vai lá no sepulcro e é a quem ele aparece pela primeira vez. E ela diz: "Mestre". E ele aí diz Maria e ela fala: "Rabone". Eu imagino, eu tinha desmaiado porque vê Jesus assim em e em em espírito, a luminosidade que ele deveria emitir, e ela volta ao grupo para avisar que Jesus havia ressuscitado. Então, é alguém que serve de exemplo porque ela foi grande, porque ela tinha uma viciação e é muito difícil você vencer os vícios. E ela venceu a si própria, mudou de vida, mudou de diretriz. Quando Jesus aendeu, ela foi acompanhando os leprosos na praia, foi viver com os leprosos até o dia que ela apareceu também com a lepra. E ela vai a Éfeso para encontrar Maria Santíssima. Então, é alguém que serve de exemplo para toda a humanidade, porque não é porque a criatura tenha uma viciação que está condenado, não, pelo contrário. Ela lutou contra as suas tendências, dobrou-se diante daquela daquele acicate da sua alma, modificou-se e trabalhou-se a ponto de mudar de vida. E mesmo não sendo aceita naquela época pelo colegiado, pelos discípulos, ela continuou insistindo e seguindo Jesus. Então isso fica para nós como uma lição.
se e trabalhou-se a ponto de mudar de vida. E mesmo não sendo aceita naquela época pelo colegiado, pelos discípulos, ela continuou insistindo e seguindo Jesus. Então isso fica para nós como uma lição. E eu vi Divaldo dizer certa vez que ela seria o maior vulto do evangelho, porque venceu-se a si mesma para poder se entregar, integrar-se com as leis que passavam a reger o seu coração, a sua vida. seguindo o mestre. Muito bem, professora. Tem uma pergunta aqui do público que eu vou responder rapidamente, eh, relativamente ao Divaldo, né, um contato que teve com Divaldo. Ah, ela diz que o esposo sonhou com Divaldo Franco após seu desencarne, convidando-o a trabalharem juntos. Pergunto o que é que isso pode significar. O Divaldo sempre foi um benfeitor reencarnado entre nós. Ele era um benfeitor da humanidade. Retornando ao mundo espiritual, continua sendo um benfeitor, né? Muitas pessoas têm narrado que têm sonhado com Divaldo em diversos locais. E realmente é uma característica desses espíritos benfeitores se apresentarem nos sonhos e efetivamente pode convidar diversas pessoas para trabalharem juntos, fazer parte da equipe do mundo espiritual. A benfeitora Joana Dianes, ela sempre disse que ela tinha 10.000 filhos. 10.000 é a equipe que ela trabalha. Obviamente isso há alguns anos atrás, hoje deve ser mais do que os 10.000. Então, ela tá sempre ampliando a, digamos, a sua a sua filiação de de trabalhadores que se vinculam ao pensamento, às ideias dela, né? Então, é muito saudável um um sonho desta ordem que ele pode realmente fazer parte da equipe que o Divaldo pertence no mundo espiritual. Eh, Wesley, tem uma pergunta aqui muito interessante da Nilva. A Nilva pergunta a respeito eh de que é feito o Umbral, né? Qual a sua constituição? Que que nós podemos falar? A gente ouvi muito falar de umbral na doutrina espírita, né? Então, o que que seria esse umbral? Qual é a sua constituição? Ela pergunta: "Nilva, o criador não instituiu espaços circunscritos para que criaturas humanas após a morte pudessem
utrina espírita, né? Então, o que que seria esse umbral? Qual é a sua constituição? Ela pergunta: "Nilva, o criador não instituiu espaços circunscritos para que criaturas humanas após a morte pudessem estagiar em caráter definitivo qualquer situação espiritual. O que no espiritismo nós temos tratado pelo nome umbral não se equipara à aquilo que algumas religiões chamam de ades, inferno, sheol e outros nomes característicos. Onde nós estamos, nós pensamos. O pensamento é formado de uma matéria sutil, de uma natureza muito especial. E tudo que nós trazemos por dentro se projeta. O nosso pensamento então cria uma emissão de energias ao nosso redor. Quando criaturas de uma certa afinidade, por certas naturezas de erro, de equívoco, de engano ou de inércia ou de inércia, se sentem atraídas por essa gravitação natural do magnetismo, elas se aglomeram. Quando se aglomeram, elas passam a projetar esses estados íntimos. Essa matéria sutil, ela é projetada nisso que vamos chamar de matéria rarefeita ou fluidos que fazem e constituem a realidade espiritual. E dessa maneira essas projeções, quando dolorosas, quando marcadas pela culpa, quando constituídas de anseios por viciações que foram deixadas no mundo, essas projeções constróem uma realidade também visível em torno, que às vezes tem a característica da obscuridade ou de espaços fétido ou de espaços insalubres, porque o criador com as suas leis instituiu processos evolutivos que permitem essas experiências. Esses momentos no além túmulo representam espaços na nossa existência em que se processa uma espécie de decantação das nossas energias psíquicas. Elas nos enfermam, nós as projetamos pelo pensamento, nós as acumulamos no nosso íntimo e nós as transmitimos nas relações da afinidade. E nós nos prendemos a esses ambientes pelas leis do magnetismo. Precisamos nos desfazer desses estados de emoções, de ideias, de recordações que são tormentosos. Então, nesses espaços após a vida física, nós nos reunimos muitas vezes para viver algo semelhante à
. Precisamos nos desfazer desses estados de emoções, de ideias, de recordações que são tormentosos. Então, nesses espaços após a vida física, nós nos reunimos muitas vezes para viver algo semelhante à decantação. Ou seja, nós vamos expungir esses quadros íntimos progressivamente e vamos nos libertar interiormente, criando espaços mentais de claridade. Claro que isso às vezes demanda horas, dias ou anos. E essas adjacências espirituais próximas ao planeta Terra, então, formam espaços imensos que nós tratamos pelo nome umbral. Não são instâncias purgatoriais, são instâncias terapêuticas. E por esse processo de expiação dessas energias insalubres, nós concentramos essas energias insalubres ao derredor. O umbral é o produto de tudo que nós pensamos na terra e fora da Terra que não seja o bem. O umbral é formado de todo anseio nocivo. Umbral é o produto de toda ânsia que não reflita a nossa ânsia por Deus, por paz, por verdade e sabedoria. Então, não confundamos o inferno com o que o Espiritismo trata por umbral. São adjacências, são localizações, por assim dizer, próximas ao planeta, onde estacionam as almas nessa decantação espiritual para a depuração de estados mentais que lhes permitam receber a inspiração dos nobres espíritos, quando então podem ser deslocadas desses espaçamentos para as chamadas colônias espirituais ou pousos de refazimento. até que a reencarnação nos devolva à terra no estudo das velhas lições. Obrigado, meu irmão Wesley. Novamente que vou tomar a liberdade de responder, que é da Rat Kell. Ela pergunta aqui no YouTube: "Por que ficamos com esse sentimento de orfandade mesmo sem nunca termos chegado perto do Divaldo?" O Divaldo, digamos, era uma personalidade ímpar. pelo sua suas características pessoais de vida. Então ele transmitia assim uma serenidade, uma paz. As suas palestras, para quem ouviu as palestras que ele elaborava são palestras assim especiais, únicas, né? E eu diria que ninguém falava como Divaldo falava. É difícil. Ele tinha uma uma
e, uma paz. As suas palestras, para quem ouviu as palestras que ele elaborava são palestras assim especiais, únicas, né? E eu diria que ninguém falava como Divaldo falava. É difícil. Ele tinha uma uma facilidade como um grande, ele não era um palestrante, né? Nós temos expositores, temos palestrantes e temos tribunos. O Divaldo era um tribuno. É aquele homem que tinha a capacidade da oratória, né, muito especializada, né? e teve um grande professor que foi o Manuel Viana de Carvalho. Então, à medida que você desenvolve essas palestras no mundo, como ele fez, sempre tem uma companhia generosa dos bons espíritos para que pudesse inspirá-lo. Ele no começo da atividade mediúnica, no começo das suas atividades como palestrante, que iniciou lá em na União Espírita Sergipana, eh, em 28 de março de 1947, quando ele tinha 20 anos, né? Ele praticamente era um um ignorante em relação ao espiritismo, tava recém iniciando, recém aprendendo, né? Então aí um espírito ajudou ele, que foi Humberto de Campos, a fazer a palestra. À medida que ele foi evoluindo, ele foi aprendendo com o que os espíritos ensinavam. as palestras no início, ele lia, ele lia uma espécie de uma uma linha de um teletipo que passava na frente dele, né? Então ele ia lendo, ia falando, então o teletipo ia passando e ele lendo aquelas a a a palestra sem, digamos assim, sem ser por ele. Era aquela aquela mensagem que passava, ele ia repetindo com muita dificuldade, porque tinha expressões ali, expressões de língua estrangeira e que ele não nominava, né? muitas vezes falava nomes eh pessoais, nomes de cidades de forma equivocada, mas à medida que foi convivendo, então foi se desenvolvendo mais e aprendendo e se aculturando, né? E se tornou essa grande personalidade mundial e essa grande capacidade de de exposição de diversos temas, né? sejam temas científicos, sejam temas de filosofia, de ciência. E e essa convivência com os espíritos facilitou também a vida dele no aprendizado. Ele, por exemplo, teve um médico
e diversos temas, né? sejam temas científicos, sejam temas de filosofia, de ciência. E e essa convivência com os espíritos facilitou também a vida dele no aprendizado. Ele, por exemplo, teve um médico desencarnado e que veio falar com ele. Então, ele marcou às 2 horas da manhã para que esse médico desse aulas, né, para ele a respeito da constituição do corpo humano, qual é o nome dos ossos, qual é o nome dos músculos. a parte fisiológica, digamos assim. Ele perguntou: "Mas para que que eu quero saber disto? Eu vou fazer palestra espírita, não de fisiologia, não de medicina, né, para que você tenha um conteúdo, né, que você vai utilizar mais tarde." E realmente tomava aula uma vez por semana, às 2 horas da manhã vinha esse médico desencarnado e dava aula para ele, né? Então, criou esse carisma e esse carisma é que fascinava. As pessoas eh ouviam falar, assistiam as palestras de forma remota ou através de fitas, a fita VHS do começo, depois as fita cassete. Hoje já tem palestras no YouTube, tudo isso fascina e a pessoa vai se vinculando, vai circulando ao pensamento, a ideia, ao ideal espírita. Então, por isso é que o Divaldo realmente foi uma personalidade especial. Eh, Wesley, eu voltando a você, então nós temos uma pergunta do do público que questiona a respeito desse mundo tão falado, né? O mundo de regenerado. Então, o que que nós podemos falar sobre esse novo estágio que a Terra vai passar do mundo de regeneração? De alguma maneira, a nossa humanidade hoje vive um processo paralelo ao que seria a puberdade na criatura humana. Deixamos o período infantil dos primeiros anos, avançamos depois para o pensamento lógico. Tivemos a chamada crise dos 8 anos da infância. quando mudamos os gostos e os interesses para algo mais consistente, mais sólido. E depois dos 12 anos em média, a criatura biológica que hospeda o espírito passa pela puberdade. É um tempo de revisões à puberdade. Lembrando livro Missionários da Luz, o mentor espiritual Alexandre comenta que, sobretudo o período da
iatura biológica que hospeda o espírito passa pela puberdade. É um tempo de revisões à puberdade. Lembrando livro Missionários da Luz, o mentor espiritual Alexandre comenta que, sobretudo o período da adolescência, núcleo da puberdade é um tempo de inventariar o passado. Por isso, quando Kardec perguntou ali próximo da questão 385 de O livro dos Espíritos, o que acontece com a criatura nesse período? Ela se torna outra, disseram os espíritos em resposta ao codificador, é que ele torna-se o que era. Ele recupera a índole e as tendências, os atributos e as competências desenvolvidos no passado. A nossa humanidade vive esse tempo de revisão. A puberdade é uma época de transição. Estamos marchando para uma humanidade jovem, para os começos da atividade adulta, que representará mudanças muito importantes no cenário social e espiritual do planeta. Nesse tempo, estamos convidados pelas leis cósmicas como indivíduos e sociedades, a nos aprimorar nas chamadas virtudes sociais. Quando Jesus no seu tempo trouxe como a essência do amar, o fazer ao outro que nós queríamos ou quereríamos que o outro nos fizesse, naquele mesmo tempo, Jesus também pregou uma outra forma de amar muito importante, que é amar os diferentes, o que chamamos hoje de alteridade. Então ele dizia que para sermos filhos de Deus, precisamos tratar aos outros como Deus trata, os bons e os maus, os justos e os injustos. Porque o criador deixa a bênção do seu sol e a essência da sua chuva cair sobre uns e outros. Então, nós estamos numa época de transição, onde as virtudes sociais, as virtudes socioeafetivas estão na pauta do nosso progresso. Quais? Tolerância, respeito à diversidade, abnegação, perdão. Como é complexo o viver o perdão. Por que é tão difícil perdoar? Porque no perdão nós precisamos mover e remover de dentro de nós pesados fardos do nosso passado que estão em processo de inconsciência. Quando hoje nós temos a necessidade de trabalhar isso em relação a alguém ou a nós próprios, há montanhas dentro de nós
o de nós pesados fardos do nosso passado que estão em processo de inconsciência. Quando hoje nós temos a necessidade de trabalhar isso em relação a alguém ou a nós próprios, há montanhas dentro de nós que são chamadas a serem removidas para que o perdão se opere. São as montanhas dos perdões não dados. São as montanhas da agressividade diante do erro alheio que se acumularam no processo histórico da nossa jornada evolutiva individual. A regeneração é um tempo de despertamento para as responsabilidades da alma madura. E nesse processo, a Terra vê hoje, como lembrou muito bem Kardec, a formação de duas gerações de espíritos. ocupando o espaço, o tempo planetário, mas com vinculações diferentes. a chamada geração antiga, que representa os antigos súditos da usurpação, os súditos do prazer e moderado, os súditos da dominação e uma nova geração que aspira, que anseia por justiça, mas também pela presença incomparável do amor, elindo as nossas diferenças. e construindo as pontes de afinidade para um tempo melhor. Estamos mais ou menos na madrugada de um novo alvorecer espiritual. Nós, nessas revisões do passado que estamos vivenciando, estamos nos defrontando com muitas lutas e sobretudo as lutas interiores. No sermão profético, capítulo 24 de Mateus, Jesus falava de um período de grande tribulação. Ele nomeia a fase de grande tribulação. Mas pelas palavras que Jesus emprega nesse sermão, a fase da grande tribulação é interior. Nós vamos nos renovar para um período de vida madura, jovem, é verdade, porque a regeneração não é a felicidade plena, é o respeito e o amor à felicidade do outro. E nesse sentido, vamos encontrar em tempos breves a chegada na terra, como dissera muitas vezes de Valto, de um aluvião de almas que vem nos cantar os hinos, soljar o evangelho no convite para o reino breve dentro de nós e entre nós. Obrigado, Wesley. Vamos agora para um pequeno intervalo e já retornamos. Chegou a nova edição da revista Presença Espírita. Neste bimestre de especiais comemorações, oferecemos aos nossos
e entre nós. Obrigado, Wesley. Vamos agora para um pequeno intervalo e já retornamos. Chegou a nova edição da revista Presença Espírita. Neste bimestre de especiais comemorações, oferecemos aos nossos leitores reflexões acerca do trabalho na seara do Cristo, extraídas da rica existência do aniversariante Divaldo Franco, que completa 98 anos de amor ao próximo. em Ciência espírita. Confira o artigo Marcas de uma alma em ascensão. E na coluna Filosofia Espírita, uma reflexão sobre o que é uma obsessão coletiva, disponível em formato digital no Espiritismo Play e também em versão impressa na livraria Leal. เฮ Retornamos. Então, tem uma pergunta aqui muito interessante do Bruno que veio pelo YouTube. Eh, se todos somos criados simples e ignorantes, como alguém como Jesus evoluiu em linha reta e a maioria de nós não. Como veluir em linha reta como Jesus? Aí eu perguntaria assim, quem garante que Jesus evoluiu em linha reta? Né? Jesus é nosso irmão. Ele sofreu, com certeza as mesmas vicissitudes, as mesmas dificuldades que nós sofremos, né? Não existe a involução, existe sempre a evolução, é sempre o progresso. Nós podemos estacionar, andar para trás, não. Nós sempre andamos paraa frente. Vamos fazer um um raciocínio assim matemático rápido. Quanto tempo nós temos assim de homo sapiens? 200.000 anos. Se você fica, digamos, fazemos uma média 50 no mundo espiritual, 50 aqui no mundo físico, nós já tivemos 2.000 reencarnações. 2.000 como nesse estágio. Então, Jesus, segundo Emanuel, no livro A Caminho da Luz, foi o idealizador da Terra, o planejador, ele e mais alguns espíritos da esfera crística. A Terra tem 4,5 bilhões de anos. Então, ele foi designado por Deus para fazer a administração da terra, a construção da terra. Ele já era espírito puro, 4,5 bilhões de anos. Vamos dividir isso aí por 1000. 500 anos aqui, 500 anos no mundo espiritual são 4,5 bilhões de reencarnações. Então, veja que quando o Sansun disse que a vida é muito breve, que não vale nem a pena desfazer as
idir isso aí por 1000. 500 anos aqui, 500 anos no mundo espiritual são 4,5 bilhões de reencarnações. Então, veja que quando o Sansun disse que a vida é muito breve, que não vale nem a pena desfazer as malas, ele tinha razão, porque 100 anos não é nada. no processo evolutivo do universo, esse novo universo que James Web está apresentando para nós, onde nós estamos presenciando galáxias já formadas antes dos 14 bilhões de anos, nós vemos que o mundo é incomensurável, inimaginável a criação divina, né? Então, a vida, a vida é imortal, é um contínuo, contínu sempre de sucessivas e múltiplas reencarnações, né? Isso não quer dizer, então, que Jesus veio com tudo perfeito, não. Ele também passou por todos os processos que nós estamos passando e iremos passar, né? Eh, então não existe essa essa perfeição, essa retidão, essa linha reta na evolução. Existe sempre a nossa necessidade contínua do esforço, que são as provas que nós passamos na vida, né? Eh, se nós assim raciocinarmos e e olharmos para trás, vemos como a vida passa muito rápido. Então, Divaldo desencarnou com 98, o tio Nilson com 89. Mas parece que foi ontem. Eh, foi foi muito rápido, né? Fez uma trajetória e quissá já tá se preparando para um para uma nova trajetória, um novo caminho, né? Já chegando em casa e já se preparando para continuar, né? A o processo de evolução. Então é assim, meus irmãos, né? Vamos ter consciência uma consciência da sucessão e da mortalidade da alma que nós temos aí uma múltiplas e sucessivas reencarnações, não é 10, não é 20, não é 1000, são bilhões de reencarnações que nós teremos no processo evolutivo até atingirmos o estado de espírito puro. Jesus gera o espírito puro a 4,5 bilhões. Quanto tempo ele levou para ficar como espírito puro? Quantos bilhões de anos ele deve ter levado para chegar um espírito puro, né? Então, a linha do tempo é é contínua, é inimaginável, né? A nossa trajetória desde a criação como princípio inteligente pela divindade até a nossa condição de futuros anjos e
gar um espírito puro, né? Então, a linha do tempo é é contínua, é inimaginável, né? A nossa trajetória desde a criação como princípio inteligente pela divindade até a nossa condição de futuros anjos e arcanjos. É longo, é longo o caminho, muito longo. Então vamos aqui, tem mais uma pergunta para nosso irmão Wesley. Ah, uma pergunta até interessante aqui do Kathl. Minha filha tem 6 anos e perde a seguinte pergunta: animais têm espírito? Os insetos têm espírito? Eu não soube explicar, disse ele. Então perguntei, digamos, então prometi a ela que iria perguntar sobre esse assunto. Que é que nós podemos responder sobre a alma dos animais? Segundo Ernesto Bzano, segundo o conhecimento da doutrina espírita, meu irmão Wesley, na criação material. representa a ligação de duas grandes forças. uma ativa inteligente, criadora, que em espiritismo, nas fases mais primárias do seu progresso, nós chamamos princípio inteligente. A outra força é o veículo, a escola de aprendizado do princípio inteligente, que é a matéria. A matéria também se desenvolve. Aos impulsos do progresso, do princípio inteligente, a matéria se organiza em complexidade e também aprimorando-se especialmente para gerar na vida, no universo, aqueles corpos avançados que permitam mais adiante que o princípio inteligente que evoluiu e transformou-se em espírito que encarne na matéria. Então, notemos que há dois momentos da história do princípio inteligente, uma fase infraominal e uma fase após o surgimento da forma ominal, o nosso caso, a forma que é assim chamada no planeta Terra. Durante esse processo evolutivo, o princípio inteligente não demonstra consciência nas fases mais iniciais. O processo da consciência é uma elaboração progressiva, lenta. O psiquismo do princípio inteligente vai se organizar desenvolvendo capacidades, faculdades, poderes perceptivos e assim nós veremos na natureza o princípio inteligente, organizando corpos evolutivamente mais avançados. criando essa impressão que nós vemos na vida na Terra, desde os
culdades, poderes perceptivos e assim nós veremos na natureza o princípio inteligente, organizando corpos evolutivamente mais avançados. criando essa impressão que nós vemos na vida na Terra, desde os seres unicelulares até os seres pluricelulares, essa profusão da forma e do poder da vida. Quando o princípio inteligente está nessa fase infraominal, ele não pode ser chamado de espírito ou de alma. A melhor denominação é essa, um princípio, um princípio espiritual ou um princípio inteligente. Nós não podemos dizer então que ele possua um perespírito, porque essa denominação que Kardec idealizou para falar do revestimento fluídico dos espíritos, não reveste um espírito no princípio inteligente quando está nas fases de convivência com o mineral, com o vegetal, com o reino animal, em toda a extensão do leque da vida animal, dos insetos aos grandes mamíferos, dos insetos inclusive aos grandes símios, que são os nossos parentes biológicos mais próximos do planeta. Como podemos chamar a forma fluídica que vai se desenvolvendo e criando as instâncias do psiquismo do princípio inteligente? Emanuel sugeriu o nome protoforma, porque o termo proto quer dizer inicial, começante, é uma forma fluídica em desenvolvimento em fases iniciais. Perespírito é uma denominação para o espírito. Que é o espírito? uma fase adiantada da história do princípio inteligente em que ele se individuou, tornou-se pessoa capaz de interagir de forma consciente com os espaços, capaz de entrever o seu criador e convivendo na criação com as criaturas, vai demonstrando o seu poder criativo e se tornando cocriador, com criador. Assim, os nossos amados animais não têm alma nesse sentido técnico do uso do termo. São princípios inteligentes. Mas os princípios inteligentes, em certas fases do progresso, sim, revelam certas marcas de uma individuação muito primeva, muito começante. Os animais, especialmente os domesticados, sabem ser dóceis, carinhosos, companheiros, amigos, protetores, úteis, mas não são almas. A
certas marcas de uma individuação muito primeva, muito começante. Os animais, especialmente os domesticados, sabem ser dóceis, carinhosos, companheiros, amigos, protetores, úteis, mas não são almas. A alma é um termo que se aloca melhor na fase posterior à capacidade do princípio inteligente, de tornando-se espírito viver isso que nós chamamos de seres humanos. Mas claro, no sentido poético, nós podemos dizer a alma dos animais. Obrigado, Wesley. Eu quando falei aqui da da idade de Jesus, 4,5 bilhões, dividir por 1000, teria que tirar 30 zer. Então ficou 4,5 milhões. Diminuiu bastante, mas mesmo assim é muita coisa pra gente sempre continuamente reencarnar. Professora, tem uma pergunta que foi feita aqui pra senhora relativamente à mediunidade da Simone, quando sentimos fortemente a presença de espíritos, seria isso uma manifestação de mediunidade? Simone, Simone, Simone, eh, você começa a ter percepções além do normal. Você passa a ter estremecimentos. Você tem a sensação de que viu alguém, de que alguém falou a você. Só que para você identificar realmente se é um processo mediúnico, você precisa se trabalhar e se conhecer, se evangelizar para que você tenha instrumentos para saber o que advém de você como ser inteligente ou com uma percepção extrensorial, porque nada mais é do que uma percepção a mais que você vai ter e depende muito daquilo que você faz da sua vida. Se você se coloca como uma pessoa interessada em conhecer a mediunidade, saber o que você deve fazer, como é que você vai desenvolver essa mediunidade? Porque Kardec perguntou os espíritos e ele disseram que todos somos espí somos médiuns. Raros são aqueles que dela não possuem nenhum prurido. Quer dizer, todos os seres humanos ou estão em desenvolvimentos ou já estão com a mediunidade aflorada. Veja bem, para você servir, porque você pode utilizar a sua possibilidade mediúnica através do exercício que só você vai poder através da sua, do seu conhecimento, você discernir aquilo que brota na sua mente.
para você servir, porque você pode utilizar a sua possibilidade mediúnica através do exercício que só você vai poder através da sua, do seu conhecimento, você discernir aquilo que brota na sua mente. Porque você pode ser uma apenas intuitiva, a mensagem vem, você capta e você traduz. Você não estava pensando sobre o assunto. Como você pode ser psicofônica, aquela que realmente vai sentir a presença do espírito e vai dar a ideia, vai comunicar aquilo que ele sente. Tanto não é da noite pro dia que isso vai acontecer, porque depende do grau de mediunidade que a pessoa possui. Nós não temos assim dois médiuns iguais, cada um com as suas qualificações, com a sua intensidade, com as suas possibilidades. Você pode fazer duas encarnações e uma só como médium, porque você estando a serviço do bem, primeiro você tem que se melhorar moralmente, enfim, sobre todos os aspectos, como ser, como cidadão, você participar da vida social agora dentro de regras que você tem que estabelecer para você, porque tudo Tudo nos é permitido, mas nem tudo nos convém. Então você vai ter que selecionar por onde você andar, que tipo de leituras, enfim, você que vai se qualificar para os espíritos superiores se aproximarem de você, porque espíritos comuns como nós, nós estamos entre eles, porque é uma questão de sintonia. Quando nós elevamos a nossa vibração, atraímos os semelhantes dentro daquele padrão vibratório. Se eu estou aborrecida, zangada, me desequilibro, eu vou atrair espíritos que estejam gostando desta situação. Agora, se eu procuro manter a calma, se eu procuro me trabalhar, se eu procuro conhecer primeiro o livro dos médiuns, ali é a a Bíblia de, podemos dizer assim, dos médiuns, tem que ler, reler estudar, evangelizar-se, frequentar a casa espírita, passar a ter convivência. numa casa séria, aonde você seja direcionada e encaminhada não só para o trabalho médio único, mas para que você seja educada, disciplinada, porque nada como alguém que conhece o assunto para utilizar dessa forma de
, aonde você seja direcionada e encaminhada não só para o trabalho médio único, mas para que você seja educada, disciplinada, porque nada como alguém que conhece o assunto para utilizar dessa forma de maneira conveniente, Não vai fazer, vem uma ideia, vai falar de qualquer jeito, não é assim, porque você possui a sua própria psicosfera. Então, se você tem uma linguagem escorreita, você só vai falar daquela forma. Espíritos brincalhões ou espíritos frívolos não vão encontrar campo para trazer as ideias e fazer você falar. Nem tampouco uma linguagem chula. Eles não encontram porque a sua própria psicosfera serseia. Eles não encontram campo para fazer com que você diga palavrão demur na mesa, faça e aconteça. Isso é falta de educação mediúica. Então, para tanto, você precisa desenvolver a mediunidade, mas dentro de um processo educativo. e aconselho que você procure uma casa séria, aonde você seja encaminhada realmente para um trabalho que lhe dê qualificação cada vez maior e experiências que vão lhe levar a um trabalho de comprometimento cada vez maior com a sua moralização e conduta, porque o que vai contar realmente, porque nós vamos atrair os que afinam conosco. Então, vai depender das escolhas que você faça e de como você veja a sua vida dentro do processo mediúnico. Não é que você tenha que se revestir de tamanha eh seriedade que não sorri, né? Não é isso, mas é a qualificação da vida que você escolhe para poder sintonizar com aqueles que querem não só o seu bem, mas o bem da humanidade. Obrigado, professora. Agora vamos à última pergunta para você, Wesley. É de Sandra. As desencarnações por assassinato e acidentes graves foram programadas no mundo espiritual antes da da reencarnação? Não. O crime não é objeto da programação da vida. A vida se organiza e se programa em nome daquilo que promove a vida, dignifica a vida, representa a vida enquanto bênção de Deus. Mas nós somos criaturas, como o próprio Mário já nos colocou hoje, de uma precedência evolutiva muito longeva. Nós
uilo que promove a vida, dignifica a vida, representa a vida enquanto bênção de Deus. Mas nós somos criaturas, como o próprio Mário já nos colocou hoje, de uma precedência evolutiva muito longeva. Nós trazemos um passado com inúmeras experiências. Muitas vezes, em nome dessas experiências, nós precisamos aprofundar certas lições. Precisamos colocar o remédio no interior do corpo do nosso psiquismo de uma forma mais profunda. E muitas vezes o instrumental para essa terapêutica chama-se a dor. Nós podemos programar certas experiências reencarnatórias com a dor, mas nunca experiências reencarnatórias que transformem o outro no criminoso necessitado no futuro da mesma terapêutica. Pois se assim fosse, a vida seria um eterno círculo de sofrer e viver, viver e sofrer. A roda de sansara dos budistas que faz para alguns grupos núcleos budistas ver a reencarnação como um mal, um sofrimento, do que devemos nos libertar através do nirvana, do apagamento do não ser. Trazemos então para a existência certos níveis de buscas e renovações que nos defrontam com a dor. Mas aqui a escola terrena é uma escola com muitas salas de aula. A carteira das lágrimas tem muitas salas disponíveis. Nós temos a sala hospital, nós temos a sala trabalho, nós temos a sala família, nós temos a sala religião no labor para com o próximo. Há muitas formas de viver a dor de forma terapêutica, sem ser na construção do outro criminoso. Mas os processos humanos se regem não pelo determinismo do mal, mas pelo livre arbítrio, que muitas vezes é ignorante. E o livre arbítrio ignorante às vezes se decide por nos aproximar de experiências traumáticas com a dor e, ao mesmo tempo, terapêuticas através das lutas antifraternas. O nosso modo de viver constrói um homicídio. As nossas escolhas precedentes constróem um expediente chamado destino momentâneo, onde nós podemos estar construindo uma experiência com a dor que faça do outro criminoso. a obra Nas Fronteiras da loucura, que é a narrativa do Manuel Felendo de Miranda pelo
mado destino momentâneo, onde nós podemos estar construindo uma experiência com a dor que faça do outro criminoso. a obra Nas Fronteiras da loucura, que é a narrativa do Manuel Felendo de Miranda pelo Divaldo Franco, um grande livro dos princípios dos anos de 1970, ambienta a narrativa aos socorros que o mundo espiritual estava prodigalizando para aqueles que abraçaram o carnaval, o carnaval do fevereiro naquele período. uma família em particular foi às arquibancadas da avenida com o objetivo de assistir à beleza dos ensaios das escolas. Entretanto, nas adjacências, um grupo de rapazes tempestuosos, notando a beleza da senhora e a beleza da jovem filha, daquele chefe de família, fizeram os gracejos. Ele então respondeu com a violência e foi ferido com a violência daquelas criaturas despreparadas. Bezerra de Menezes vai analisar esse evento e dirá a Filomeno: "Aquele homem tem um passado que o compromissou com a morte violenta". Diremos nós, mas o infarto cardíaco é uma morte violenta. Um AVC é uma morte violenta. Mas muitas vezes onde nos colocamos? Com que atitudes? Com que propostas nós criamos condicionamentos para que a lei seja aplicada através de uma morte violenta que seja pelas mãos de uma criatura criminosa? Mesmo assim, não podemos falar que a lei operou o crime. A lei tolera a relatividade do nosso livre arbítrio. Mas a lei espera que nós amadureçamos e construamos ao nosso redor condições de vida que sempre nos levem a viver. o sentar na cadeira das lágrimas com um professor melhor, um professor chamado resignação, um professor chamado superação, nunca um professor chamado o inimigo do bem. Muito, muito bom, Wesley. Explicação excelente. E vou aproveitar a oportunidade agora e solicitar você que possa fazer a despedida dos nossos ouvintes desta noite. Mário Sérgio, professora Solange, público presencial e virtual do Conversando sobre o Espiritismo. Eu não poderia deixar esse espaço de trabalho e de estudo sem recordar o nosso querido, o admirado amigo, o irmão, o
rofessora Solange, público presencial e virtual do Conversando sobre o Espiritismo. Eu não poderia deixar esse espaço de trabalho e de estudo sem recordar o nosso querido, o admirado amigo, o irmão, o professor, o mestre Divaldo Pereira Franco. nesses dias que vamos carregando essa saudade já anunciada de tempos, mas que então se corporificou no nosso coração desde a última terça-feira. Divaldo foi louvado devidamente no encontro de hoje como o tribuno. tribuno que falou a cinco continentes, que falou a mais de 70 países, que falou a milhares de cidades do planeta, desde uma luxuosa Paris a Luanda, em Angola, na África, desde uma cidade interior. Ana simplória do nosso país por cinco vezes na ONU ou no departamento Nova York, Washington Viena. Divaldo foi o tribuno das nações, a oratória e o professor e o educador mais notável pelo uso da palavra que o mundo conheceu provavelmente nos últimos séculos, sinal no milênio. Mas Mário Sérgio, eu gostaria de destacar ao lado da palavra edificante do Divaldo um outro uso que ele fez profundamente edificante, o silêncio. Ele foi um professor exímio da arte do silêncio cristão, do silêncio que assimila ofensas, ironias, agressões, construindo nesse silêncio interior, na oração, no perdão, as bases para que nós façamos aquilo que Jesus pediu para nós, converter os adversários. Irmãos, Divaldo foi grande na palavra e foi também gigantesco no silêncio. Nós o amamos. Estamos muito carentes nesses dias da sua presença física, embora a sua presença espiritual todos sintamos. Se queremos que esse nome se perpetue nessa grandeza, lembremos sempre do grande orador. Mas vamos também tentar vivenciar, como ele a melodiosa canção do silêncio nas horas das agressões que o mundo entender que precisamos receber. Jesus na cruz negou o entorpescente que pretenderam dá-lo no começo da crucificação, mas quando ele teve sede, ele bebeu o vinagre que colocaram na esponja. Às vezes é assim, o vinagre é a mensagem que o mundo sabe nos dar, mas o
scente que pretenderam dá-lo no começo da crucificação, mas quando ele teve sede, ele bebeu o vinagre que colocaram na esponja. Às vezes é assim, o vinagre é a mensagem que o mundo sabe nos dar, mas o mundo é por enquanto. O mundo vai melhorando e o silêncio é um dos grandes instrumentos de educação da nossa e da alma coletiva no planeta. Bem-aventurado o silêncio edificante. Muito obrigado, meu irmão, muito pelas suas palavras. Gratidão pela sua participação na noite de hoje. Nós vamos agora nos preparar, vamos preparar para o encerramento da nossa reunião. Eu agradeço muito a vocês que tiveram aqui presencialmente, aqueles que nos assistem pelos canais virtuais, ao Júnior e ao Sérgio que estão ali na a nossa televisão web, a professora Solange e a nossa amiga Isiane, que tá ali na tradução das Libras. Muito bom, Isiane. Muito obrigado. Então, vamos nos preparar agora. Convidamos os médiuns passistas da casa para se colocarem ao longo dos corredores na aplicação dos passes coletivos. Cabe a nós, o público presente, aquele que nos assistem de forma remota, também se vincularmos ao pensamento, à ideia e a aplicação dos passes, para que possamos sentir as boas energias que estão nesse ambiente e elas possam ser amplificadas. De fato, esse nosso poder anímico de transmissão de energia, ele é amplificado pelo mundo espiritual. Há uma mescla entre o fluido animal daquele que aplica o passe e o fluído do mundo espiritual. é feita uma composição química e essa composição química é irradiada para todo o ambiente através das mãos dos médiuns passistas. Essa energia ela circula, é direcionada a todos nós que aqui estamos. Nós podemos sentir os benefícios que elas trazem para o nosso corpo físico, para os nossos pensamentos, para as nossas questões pessoais, emocionais, físicas, mentais e espirituais. Esses bons fluidos são um benefício, um benefício que a divindade nos propicia para a nossa cura real, a nossa cura do nosso corpo físico e do nosso espírito. Nós também te rogamos, Senhor
spirituais. Esses bons fluidos são um benefício, um benefício que a divindade nos propicia para a nossa cura real, a nossa cura do nosso corpo físico e do nosso espírito. Nós também te rogamos, Senhor da vida, nosso irmão Jesus Cristo, que olhe pelos nomes que colocamos na entrada desse cenáculo dos encarnados, dos desencarnados. por olhe. Nós te rogamos a misericórdia de acréscimo para com todos eles, segundo o mérito, o mérito de cada um. Também a água que colocamos na entrada do cenáculo, que ela nos sirva para a nossa recuperação orgânica e também espiritual. não somente para nós, mas para os nossos familiares. nós, Senhor, neste momento e enviamos os nossos pensamentos de agradecimento, de gratidão, pela convivência sempre fraterna, pela convivência irmã, pela convivência educativa que tivemos com Nilson de Souza Pereira e com Divaldo Pereira. Franco. Ambos hoje no mundo espiritual estão orando, estão olhando por nós para que tenhamos uma vida abundante, rica de ensinamentos, rica de sabedoria. A eles, os nossos irmãos que nos antecederam na grande viagem ao mundo espiritual, a nossa penhorada gratidão. Abençoa-nos assim posto, Senhor. produz-nos de retorno ao lar, levando os bons pensamentos, as boas ideias, os ensinos para aqueles que lá ficaram e que nos são caros, nossos familiares, companheiros, amigos, todos eles, enfim. Abençoa-os também, ó Senhor, e rogamos que te permaneças conosco instantes mais. Que a vossa misericórdia possa estar conosco, não somente agora, mas por todo sempre. E que assim seja. Nossa gratidão a todos. Muito obrigado pela presença. Que Jesus nos abençoe sempre.
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