UMBRAL: O QUE É? ONDE SE SITUA? - Patrícia Torres [PALESTRA ESPÍRITA]
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Senhor, mesmo tão longe de atingir a perfeição, aqui eu entendi qual o valor dessa missão foi nessa Essa casa que aprendi, toda a beleza de viver, doando amor, vibrando luz, buscando a ti, buscando Jesus. Pronto. Boa noite. Sejam todos muito bem-vindos a essa casa de Jesus. Hoje eu quero pedir a vocês as boas vibrações, as melhores, né? Nós estamos nessa casa, viemos aqui buscar algo. Quem se conectou agora na internet, tá vinculado aqui a gente, tá em busca ou de uma orientação ou de uma reflexão que possa trazer um pouco de serenidade e resposta paraas suas perguntas ou do amparo ou do consolo de uma dor. Então, a gente sempre eh tem um propósito, né, quando nós nos conectamos ou aqui presencialmente ou pelas mídias. E uma coisa que nós vamos aprendendo com a doutrina é que nós vamos nos cuidando e nos curando à medida que a gente cuida do outro, né? Então hoje eu vou pedir a vocês as melhores vibrações aqui pra nossa irmã Márcia, que é a nossa dirigente e que não po, não tá podendo falar, mas tá aqui com a gente. Então tá aqui compartilhando a sua presença e a sua energia. Então a gente também vai mandar as melhores vibrações para ela melhorar em breve, né? Que o exercício do silêncio tem algum propósito, né? Então, que ela aprenda rapidinho para voltar a conversar conosco. E para que a gente possa se harmonizar, a Márcia me deu aqui esse livrinho que é sinal verde. Ele tem sempre mensagens muito interessantes. E abrindo aqui ao acaso que não existe, né? A mensagem que nos saiu aqui paraa nossa harmonização se chama Separações. É um livro ditado pelo espírito André Luiz. e a pela psicografia de Chico Xavier. Então nós vamos ver que essa nossa nosso início de noite hoje é todo inspirado em André Luiz e já vocês vão entender porquê. Na mensagem está registrado assim: "Nas construções do bem é forçoso contar com a retirada de muitos companheiros e, em muitas ocasiões, até mesmo daqueles que nos fazem mais estimáveis. É preciso aguentar a separação quando necessária,
Nas construções do bem é forçoso contar com a retirada de muitos companheiros e, em muitas ocasiões, até mesmo daqueles que nos fazem mais estimáveis. É preciso aguentar a separação quando necessária, como as árvores toleram a poda. Erro grave reter conosco um ente amigo que anseia por distância. Em vários casos, os destinos assemelham-se às estradas que se bifurcam para atender aos desígnios do do progresso. Não servir de constrangimento para ninguém. Se alguém nos abandona em meio de empreendimento alusivo à felicidade de todos. E se não nos é possível atender a obra em regime de solidão, a divina providência suscita o aparecimento de novos companheiros que nos associam à luta edificante. Nunca pedir ou exigir de outrem aquilo que outrem não nos pode dar. Não menosprezar a quem quer que seja. Saibamos orar em silêncio uns pelos outros. Apenas Deus pode julgar o íntimo de cada um. Daqui a pouco nós vamos entender porque que essa mensagem saiu pra gente, né? Que a gente saiba lidar com as separações temporárias da vida. É o que André Luiz está nos convidando aqui a refletir. Feito esse convite no silêncio desse início de noite, buscando estarmos sintonizados com os planos superiores, que nesse momento celebram e onde espíritos vão tocar diversos instrumentos, encher o ambiente onde eles se encontram de uma música serena. E os demais habitantes desses locais elevam o seu pensamento em vibração, em oração, sintonizados com Jesus. Façamos nós a mesma coisa aqui onde nos encontramos. Vamos buscar nos sintonizar com esses irmãos maiores, buscando a presença do querido mestre Jesus, como nós o concebemos. Querido mestre, aqui nos encontramos reunidos entre irmãos. para mais uma vez buscar os teus ensinamentos, as tuas orientações paraa nossa jornada aqui na terra. Pedimos o amparo dos bons amigos, dos nossos espíritos protetores, dos nossos anjos guardiões, para que possamos aproveitar esses minutos, acolhendo em nosso coração as respostas que os céus nos apresentam. que nós possamos estar receptivos
ssos espíritos protetores, dos nossos anjos guardiões, para que possamos aproveitar esses minutos, acolhendo em nosso coração as respostas que os céus nos apresentam. que nós possamos estar receptivos aos cuidados que o plano superior preparou para cada um de nós e que possamos nas nossas limitações, na nossa singeleza, oferecer o nosso melhor para conforto daqueles que, como nós, necessitam de cuidados e de amparos e com o apoio, com a orientação da equipe espiritual. Deste momento, nós pedimos o auxílio para podermos compartilhar as reflexões que nos foram permitidas ao longo do estudo para essa tarde. Com a sua permissão, nós damos início então ao nosso encontro entre irmãos nesse início de noite, pedindo mestre querido, que permaneça conosco. Que assim seja. Não sei se vocês observaram o nosso tema de hoje. E o nosso tema de hoje, ele sai um pouquinho, né, da nossa do nosso hábito de falar aqui do evangelho. E hoje nós vamos nos aventurar por um caminho um pouco diferente. E eu penso que por um lugar que muitos de nós já ouvimos falar ou já vimos, né, pelo por filmes, por algumas representações ou até temos curiosidade para entender um pouquinho o que é, mas é um tema que é uma degustação. nós vamos chegar pertinho dele e aqueles que tiverem interesse vão ficar com o compromisso de conhecer melhor na obra que nós vamos citar aqui. O nosso tema então é sobre o umbral. Afinal de contas, o que é o umbral? Onde é que ele se situa aqui? Quem ainda não ouviu falar sobre umbral, pode me dar o sinal, não sabe o que é. Então, vamos tentar ajudar você a entender o que que é o umbral. Os demais já ouviram notícia, né? Ouviram no filme e tem algumas impressões, alguns sentimentos do que seja. Pois bem, umbral, essa palavrinha, se a gente for procurar lá no dicionário, ela quer dizer a ombreira da porta. Então é a ombreira da porta que separa um cômodo do outro. Esse é o umbral, é o lugar através do qual vai entrar pro interior, né? Pra entrada. Vamos ficar com essa informação. Então, o
eira da porta. Então é a ombreira da porta que separa um cômodo do outro. Esse é o umbral, é o lugar através do qual vai entrar pro interior, né? Pra entrada. Vamos ficar com essa informação. Então, o umbral é a ombreira da porta que separa um cômodo do outro. Essa é a palavra. E é exatamente com esse sentido que nós vamos encontrar essa palavra em mais de 150 referências no Antigo Testamento. Fui lá buscar no Antigo Testamento lá no no Neps search e coloquei umbral nas referências bíblicas. Tem mais de 150 referências. E aí eu trouxe aqui para nós em Ezequiel, ele vai falar assim: "Pondo a sua soleira de porta ao pé da minha soleira de porta e o seu umbral de porta junto ao meu umbral de porta falando da ombreira da porta." Isso em Ezequiel, lá em Crônicas, em segunda, segunda crônicas, e vieram a Iuquias, sumo sacerdote, e deram dinheiro que se tinha trazido à casa de Deus e que os levitas que guardavam o umbral tinham recolhido das mãos dos Manassés. E depois o texto continua. E juízes nós vamos encontrar também. Levantando-se seu Senhor pela manhã e abrindo as portas da casa e saindo a seguir pelo seu caminho, eis que a mulher sua concubina jazia à porta da casa com as mãos sobre o umbral. Então, no Antigo Testamento, nós vamos encontrar essa palavrinha com esse sentido, a ombreira da porta que separa um cômodo do outro, tá? Ou a soleira. Esse é o sentido da palavra, tá bom? Milênios se passam e nós vamos encontrar em Allan Kardec, no século XIX, algumas referências, não dessa palavra, mas nós vamos encontrar lá no capítulo terceiro do Evangelho Segundo o Espiritismo, no item segundo, uma referência importante para depois a gente tentar costurar tudo isso, tá? A casa do meu pai é o universo. Tá Kardec explicando pra gente. Por que que ele tá explicando? Porque ele tá fazendo referência a uma frase de Jesus, onde Jesus diz: "Há muitas moradas na casa de meu pai". Então, para explicar essa afirmação de Jesus, Kardec vai dizer pra gente: "Olha, a casa do Pai é o universo,
do referência a uma frase de Jesus, onde Jesus diz: "Há muitas moradas na casa de meu pai". Então, para explicar essa afirmação de Jesus, Kardec vai dizer pra gente: "Olha, a casa do Pai é o universo, mas não é só o sistema solar que a gente acha que conhece, é o universo que nós não conhecemos. Esse é a casa do Pai. As diferentes moradas são os mundos que circulam no espaço infinito e oferecem aos espíritos que neles encarnam estações apropriadas ao seu adiantamento. Independente da diversidade dos mundos, essas palavras também podem ser entendidas como o estado feliz ou infeliz do espírito na erraticidade. Que que quer dizer isso? que nós temos moradas físicas no universo, mas nós também temos aquelas moradas construídas pela nossa condição mental, tá certo? As nossas casas mentais. Até aí tudo bem? Daqui a pouco a gente tenta costurar o umbral com as moradas. Mais adiante nós vamos ver ainda em Kardec, no livro dos espíritos, lá na questão 234, que ele pergunta assim: "O que é a, perdão, é a 234. Há de fato, como já foi dito, mundos que servem de estações ou pontos de repousos para espíritos errantes?" Patrícia, o que que é espírito errante? Espírito errante é aquele espírito que não tem mais a carne, o corpo físico e está aguardando a oportunidade de uma nova encarnação, de uma nova experiência na Terra. Esse período é chamado de erraticidade. Então, o espírito errante é aquele que aguarda no plano espiritual um novo, uma nova oportunidade de estar na jornada na carne. Então, Kardec tá perguntando assim: "Existem alguns pontos, existe alguns locais para esses espíritos que estão aguardando ficarem residindo provisoriamente?" Aí os espíritos respondem: "Sim, há mundos particularmente destinados aos seres errantes, mundos que lhes podem servir de habitação temporária, espécies de bivaqu. Bivaxs são acampamentos provisórios, tá? eh, tipo bivaxs de campos onde descansam de um demasiado de uma demasiada longa erraticidade. Estado este um tanto penoso que fica aguardando, tem não sempre é um estado
acampamentos provisórios, tá? eh, tipo bivaxs de campos onde descansam de um demasiado de uma demasiada longa erraticidade. Estado este um tanto penoso que fica aguardando, tem não sempre é um estado agradável. São, entre os outros mundos, posições intermediárias graduadas de acordo com a natureza do espírito. Então, existe no plano espiritual locais provisórios que os espíritos aguardam uma nova jornada e eles aguardam e t acesso a esses espíritos e aguardam de acordo com o seu padrão vibratório. De acordo com o que a gente tem na casa mental, nós vamos para acampamentos específicos. Na questão 1013 do livro dos espíritos, tem uma outra pergunta para nos ajudar a entender o nosso tema de hoje, 1013. Vamos ver aqui que se deve entender por purgatório. Dores físicas e morais, o tempo de expiação. Quase sempre na terra é que fazeis o vosso purgatório e que Deus vos obriga a espiar as vossas faltas. Então, olha, trouxe para vocês algumas informações que estão guardadinhas aí. umbral, diversos mundos no universo, a nossa casa mental que nós vamos construindo pelos nossos sentimentos e nossos pensamentos. Mundos no plano espiritual para aguardarmos retornar para essa jornada e um lugar chamado purgatório, onde alguns vão permanecer em estado temporário para espiar faltas. para assumir a responsabilidade e consequências dos seus equívocos. Tá bom? Então agora vamos dar as mãos e vamos caminhar comigo. Chegamos no século XX, ano de 1944, é publicada uma obra chamada Nosso lar. Por quem? Quem conta essa história pra gente? O espírito André Luiz, que nos trouxe a mensagem aqui hoje do livro. E é nesse livro que nós vamos ter cunhado essa palavra umbral da forma como nós vamos trazer aqui hoje, costurando esses conceitos que nós trouxemos aqui lá do Antigo Testamento e Kardec. Vamos ver se eu se nós conseguimos fazer essa costura. Para começar, André Luiz, o espírito, que foi um médico aqui na terra e assume esse nome, não é o nome verdadeiro dele, ele assumiu esse nome. E ele vai nos dar notícia, ele conta pra
er essa costura. Para começar, André Luiz, o espírito, que foi um médico aqui na terra e assume esse nome, não é o nome verdadeiro dele, ele assumiu esse nome. E ele vai nos dar notícia, ele conta pra gente da sua experiência, como foi acordar do outro lado sem esse corpo de carne? E lá numa mensagem que ele começa no livro, ele diz pra gente assim: "Olha, a vida não cessa." Uma existência é um ato. Um corpo, uma veste, um século, um dia, um serviço, uma experiência. Um triunfo, uma aquisição, uma morte, um sopro renovador. É assim que André Luiz começa a nos dizer o que é acordar do outro lado da vida. A vida não cessa e a morte é um sopro renovador. Após deixar esse corpo de carne, André Luiz vai chegar num local e ele descreve pra gente que esse local ele era mesclado por um silêncio implacável. Sabe aquele momento daquele silêncio ensurdecedor que nos incomoda, que nos infere, nos irrita? Pouco, poucos momentos depois, ele era ocupado por gritos, por barulhos ensurdecedores, e passavam por eles seres com aspectos assustadores, rostos assustadores. Era uma paisagem escura e vagava naquele lugar criaturas que gritavam, que sofriam. seres que o atormentavam. Foi nesse lugar que André Luiz acordou. passado os registros de André Luiz, que vocês vão ler lá na obra Nosso Lar, para quem não leu. André socorrido desse lugar por um senhor que é a própria expressão do nome, o senhorzinho chamado Clarêncio. E ele é retirado desse lugar assustador, escuro, de gritos e, ao mesmo tempo de silêncio, de sofrimento. Ele é retirado dali e vai para uma colônia perto dali chamada nosso lar. E nessa colônia ele é socorrido, ele é cuidado, ele é assistido e ele conhece um enfermeiro de nome Lízias, que vai cuidar dele mais próximo, vai orientá-lo e vai conversar com ele. Depois de um tempo que André está ali começando a entender um pouco a sua condição, percebendo-se vivo, ele falou pra gente, né? A vida não cessa. A morte é um sopro renovador. Ele começa a conversar e Líneias no meio
o que André está ali começando a entender um pouco a sua condição, percebendo-se vivo, ele falou pra gente, né? A vida não cessa. A morte é um sopro renovador. Ele começa a conversar e Líneias no meio da conversa fala de um tal de umbral. E aí André curioso, André Luiz é o nosso repórter do plano espiritual porque ele vai nos dar notícia por meio das suas obras. Ele nos conta como é o outro lado da vida. E aí ele começa a ouvir aquela palavra, umbral, ele ainda não tinha ouvido falar daquele lugar. E aí ele vira para Lízias e fala assim: "Eh, Lízias, esse umbral eu ainda não tive notícias dele." E aí, Elízias, num tom bem brincalhão, vira para André e diz assim: "Ora, pois você andou por lá por tanto tempo e não conhece a região?" Lembra que eu falei que André quando chegou e acordou, ficou num lugar escuro de gritos, de seres e sofrimento? Aí André percebeu, André ficou por lá, diz a obra por 8 anos. E aí Elisas fala: "Você passou por lá e não sabe que lugar é esse?" Mas foi uma brincadeira de Lisas. E Lisas começa a explicar para André o que que é o umbral. E aí ele diz: "O umbral começa na crosta terrestre". Então, primeira notícia pra gente, todos nós conhecemos o umbral. Ele começa na crosta da terra. É a zona obscura de quantos no mundo não se resolveram a atravessar as portas dos deveres sagrados. Lembram do Antigo Testamento? A ombreira. O umbral é o lugar de quem não atravessou a porta, de quem ficou parado na ombreira. Porque atravessar a porta é cumprir os deveros, deveres sagrados. Lembram que a gente deve atravessar a porta estreita e às vezes a gente não escolhe e para na porta, a gente fica no umbral. Deu para entender? A gente fica no umbral. O umbral é a zona obscura de quantos no mundo não se resolveram a atravessar as portas dos deveres sagrados a fim de cumpri-los, demorando-se no vale da indecisão ou no pântano dos erros numerosos. Então aqui Lia está explicando para André, dando uma explicação filosófica. Depois ele vai dar uma explicação geográfica,
mpri-los, demorando-se no vale da indecisão ou no pântano dos erros numerosos. Então aqui Lia está explicando para André, dando uma explicação filosófica. Depois ele vai dar uma explicação geográfica, que o umbral é o lugar e pode ser a casa mental, o espaço físico daqueles que não cumprem com os deveres sagrados, com aqueles que transitam na indecisão e no pântano dos equívocos números. Por isso, muitos de nós conhecemos o umbral. Lízias vai explicar para André que nós quando pedimos para voltar ou aceitamos a orientação dos nossos amigos espirituais e assumimos essa jornada, nós nos comprometemos com muitas coisas boas. Nós estabelecemos ali um projeto de mudança. Aí nós chegamos aqui, sabe o que muitos de nós fazemos? Renovamos os ódios pelos mesmos irmãos e os afetos pelos mesmos irmãos. E aí, Ilías vai explicar que nós vamos mantendo o ódio aos adversários e a paixão pelos amigos, esquecendo que ódio não é justiça e que paixão não é amor. E explica para ele e para nós que todas as multidões de desequilibrados permanecem nas regiões nevoentas que se seguem aos fluidos carnais. O umbral, aquela soleira da porta que nós não atravessamos, é aquele lugar geográfico e energético e vibratório, onde se localizam aqueles desequilibrados. Quando nós nos desequilibramos, nós nos conectamos aonde? lá nos planos superiores, lá quase com os espíritos angelicais, não. Nós nos vinculamos mentalmente, vibracionalmente a aqueles que habitam no umbral. Por isso nós dissemos que nós conhecemos bem o umbral. O umbral, então, é o lugar daquele que não atravessou a porta, permanece na soleira. Imagine que cada um de nós que vem para esse planeta, nesse corpo de carne, é portador de um fato sujo. E a gente vem para cá para lavar a nossa roupa humana, tá bom? Essa roupa imunda é o nosso corpo tecido por nossas mãos, pelas nossas escolhas. Compartilhando de novo as bênçãos da oportunidade terrestre, nós vamos esquecendo o objetivo da nossa vinda aqui. E ao invés de lavarmos a nossa roupa,
o tecido por nossas mãos, pelas nossas escolhas. Compartilhando de novo as bênçãos da oportunidade terrestre, nós vamos esquecendo o objetivo da nossa vinda aqui. E ao invés de lavarmos a nossa roupa, nós vamos contraindo mais sujeira. É C Esias falando para André filosoficamente, o que que é isso? Nós nos comprometemos a fazermos as melhores escolhas, a atravessarmos a porta estreita, cumprir com o nosso dever de fraternidade, de perdão, de justiça, de caridade, de amor, de indulgência. e nos resvalamos na intolerância, na violência, na agressividade, no egoísmo, na vaidade. Então, nós vamos adquirindo mais sujidade pra nossa roupa. É isso que ele tá dizendo. O umbral funciona como região destinada ao esgotamento de resíduos mentais, uma espécie de zona purgatorial. onde se queima as prestações o material deteriorado das ilusões que a criatura adquiriu por atacado, menosprezando o sublime ensejo de uma existência terrena. Lembra que Kardec perguntou se havia as zonas, se havia o purgatório, o umbral, Líia está explicando para André, essa região que nós que estamos no processo, que estando na Terra, falimos com aquelas escolhas que fizemos, aquelas escolhas iluminadas e vamos adquirindo vibracionalmente pelo nosso pensamento. pelas nossas forças mentais que dão força e materialidade ao nosso agir, nós vamos adquirindo mais débitos. O o umbral é o local, é a zona purgatorial onde nós vamos nos esvaindo, onde nós temos a oportunidade de permitir que vá se esvaindo essas energias mentais que nos fazem fazer escolhas equivocadas. É a região para que nós possamos purgar. E o que que é purgar? Tornar puro, livrar-se de impurezas, purificar-se. Alguém aqui tá falando em castigo? Alguém aqui tá falando em local onde Deus está nos punindo? Não. Em região aonde nós, pelo nosso juiz interno, que é a nossa consciência, livre desse corpo, nos damos conta de que falhamos, de que alimentamos ali energias e pensamentos que nos permitiram falhar e não nos deixaram atravessar a porta
iz interno, que é a nossa consciência, livre desse corpo, nos damos conta de que falhamos, de que alimentamos ali energias e pensamentos que nos permitiram falhar e não nos deixaram atravessar a porta estreita. E ali naquela região, nós vamos nos purificando muitos de nós, desses pensamentos e dessas energias, porque ali é uma região transitória e muitos de nós permanecemos ali o tempo necessário para purgarmos, para nos purificar. Então aqui ninguém falou de castigo e de punição ainda mais permanente, não. Se nós estamos em condições de perceber que falhamos, entendemos que precisamos corrigir, que precisamos nos acertar, que não estamos ainda em condição de estar em outro ambiente. Então, é isso que Lisia está dizendo para André. Sabe aquelas aqueles gritos, aquela confusão, aqueles seres com caras assustadas estão ali em desequilíbrio? Lízes vai dizer para André: "Lá é o lugar dos desesperados. Quando nós nos desesperamos, a gente mentalmente vai para onde? pro umbral vibracionalmente. Então, o lugar dos desequilibrados, dos desesperados, dos desesperançados, daqueles que se sentem culpados por terem falido. Mas ele também vai dizer que o umbral é uma região de profundo interesse pra gente que tá aqui na terra. Por quê? Porque é no umbral que se concentra tudo aquilo que não tem finalidade para uma vida superior. O que que não tem finalidade para uma vida superior? O nosso apego às coisas materiais. Então, aqueles que estão apegados à matéria vibracionalmente já são imantados para onde? para essa região. Aqueles que ainda alimentam a vaidade, o egoísmo, ali, a perturbação, a desesperança, ali. Esse é o lugar que se reúneem tudo isso que não tem interesse pra vida superior. Ali existe uma legião de pessoas, de almas irresolutas e ignorantes, que não são suficientemente perversas. para serem enviadas a colônias de reparação mais dolorosa, nem bastante nobre para serem conduzidos a planos de elevação. Aqui é importante a gente entender isso. Aroldo Dutra Dias, um
ente perversas. para serem enviadas a colônias de reparação mais dolorosa, nem bastante nobre para serem conduzidos a planos de elevação. Aqui é importante a gente entender isso. Aroldo Dutra Dias, um expositor espírita, ele vai dizer que o umbral tem gradações, tá? Então tem níveis, vários níveis. Lembra? Há muitas moradas na casa do meu pai. E essas moradas elas são organizadas pelo nosso poder vibracional, pelos sentimentos que alimentamos em nós. Quando tivermos livres desse corpo, nós vamos para essas moradas. No umbral se reúem aquelas almas que não estão em condições, não são suficientemente perversas para irem para regiões de colônias de reparação mais firmes. Não é isso. São esses que faliram, que não atravessaram a porta do dever, que estão desesperados, mas não são os perversos e nem aqueles superiores para ir para planos maiores. Estão estamos numa região ali um pouco intermediária, num processo de transição transitório, numa região para purgar, para nos purificar. Lá vivem os revoltados de toda a espécie. Então, quando a revolta nos visitar, vamos lembrar para onde a gente tá indo morar, né? Então, ó, desespero, revolta, mágoa, intolerância. Ó, para onde a gente tá indo morar. Olha a casa que nós estamos construindo, uma região que é muito próxima à crosta terrestre e que muitos encarnados, Lízias vai explicar isso para André, se ligam por fios invisíveis a essas regiões, pelo que alimentam dentro de si. Por isso nós dissemos que nós conhecemos bem o umbral. Quanto tempo vamos ou os nossos irmãos permanecem lá? O tempo necessário. Um umbral está repleto de verdugos e vítimas, de exploradores e de explorados, seres culpados, justiceiros. Lembra que nós falamos aqui que o amor, que o ódio não é justiça e que a paixão não é amor? Então, odiar, muitos odeiam e estão lá no umbral em busca de justiça. O umbral tá cheio de justiceiros, aqueles que acham que precisam ajudar a Deus, acertar as coisas, porque Deus tá errando. E outros que alimentam a culpa são a vítima do mundo.
al em busca de justiça. O umbral tá cheio de justiceiros, aqueles que acham que precisam ajudar a Deus, acertar as coisas, porque Deus tá errando. E outros que alimentam a culpa são a vítima do mundo. Se nós sabemos disso, vamos lembrar também, Elízias explica para André que o espírito lá permanece o tempo que se faça necessário. Por isso, Deus, que é misericordioso e que é pai, permitiu a construção de colônias ao redor do umbral para que aqueles que tiverem em condições de lá sair sejam retirados e trazidos para locais de refazimento. dentre eles como a colônia nosso lar. Sabe aquele momento? Eu tenho um amigo que diz quando a gente bate no tatame, que é de luta marcial, bate no tatame, fala pede arrego. Cansei de sofrer, quero seguir adiante. Eu entendi que eu me equivoquei, quero recomeçar, quero reaprender. São recolhidos e trazidos para locais e colônias de refazimento para novos estudos, nova preparação e nova oportunidade na terra. Alguns de nós entendemos isso com mais rapidez e outros nos debatemos mais tempo e ficamos lá por mais tempo. Então nós vamos perceber que o Antigo Testamento quando se refere ao umbral, ele se refere exatamente ao umbral que nos é apresentado no século XX pelo nosso repórter do plano espiritual. E ele, Elías ainda explica que é pelo pensamento que os homens encontram no umbral os companheiros que afinam com as tendências de cada um. Pelo pensamento, nós chamamos os nossos companheiros do umbral para virem caminhar conosco na terra ou nós nos ligamos a eles. Nós não damos conta de resolver a situação dos irmãos que se encontram no umbral. Nós não damos conta de cuidar do que o nosso irmão do lado está pensando, mas o vigiai do nosso pensamento, do meu pensamento, esse eu tenho responsabilidade. Por isso Jesus disse: "Vigiai para que nós possamos morar nas nossas casas que nos permitem estar em serenidade, em equilíbrio." E aí André nos faz um convite, que aqueles de nós que puder aceitar, acolha no seu coração. Um irmão que conhece, que está do outro lado da
casas que nos permitem estar em serenidade, em equilíbrio." E aí André nos faz um convite, que aqueles de nós que puder aceitar, acolha no seu coração. Um irmão que conhece, que está do outro lado da vida, volta e diz pra gente assim: "Ó amigos da terra, quantos de vós poderei evitar o caminho da amargura? com o preparo dos campos interiores do coração. Está nas nossas mãos, gente. Cuidar do campo do nosso coração. Acendei vossas luzes antes de atravessar a grande sombra. Vamos acender as nossas luzes antes de fazermos a passagem para o mundo espiritual. Buscai a verdade antes que a verdade vos surpreenda. Porque quando André estava lá naquelas zonas de desespero, de confusão mental, era a consciência dele apontando os erros e os equívocos que ele cometeu aqui. E a nossa consciência, o nosso grilo falante fala conosco. Então, vamos buscar a verdade antes que a verdade nos surpreenda. Suai agora. Vamos fazer o esforço, porque as pessoas falam: "Nossa, Patrícia, é tão difícil". É. Eh, Emanuel diz que difícil é aquilo que a gente tem que fazer esforço, tem que fazer sacrifício. Então, é sim, mas é possível. E André fala pra gente: "Soai agora para não chorardes depois." É uma escolha nossa. Onde nós vamos morar? Esse é o tempo, a vida que nos é dada. para que a gente possa com o nosso sacrifício, nosso esforço, nossa perseverança, se cai, levanta, segue adiante, para um pouquinho, segue mais adiante e continua e busca o auxílio e tem os auxílios dos irmãos encarnados e desencarnados. Essa é a nossa trajetória aqui na Terra para que nós possamos chegar do outro lado da vida e ter e não chorarmos por termos perdido tempo, por termos nos equivocado, por termos nos enganado. Os nossos irmãos no plano invisível gritam para nós: "Esse é o caminho." Relembrando que o próprio Cristo disse: "Eu sou o caminho." O umbral é a parada daquele que não fez o que tem que fazer. E o que é que nós temos que fazer? Aprender a amar como Jesus nos tem amado. E não adianta dizer que é difícil, que a gente sabe que é difícil,
bral é a parada daquele que não fez o que tem que fazer. E o que é que nós temos que fazer? Aprender a amar como Jesus nos tem amado. E não adianta dizer que é difícil, que a gente sabe que é difícil, sim. Vamos lá, nós podemos. Jesus confia em nós. Então, prossigamos. Que Jesus os abençoe e os permita ter uma excelente noite, que nós possamos recolher em nossos corações essas reflexões e tirar delas aquilo que é útil pra gente. Tudo bem aí com o umbral? Tudo bem? Então, quem não conhece o livro, por favor, vá se deliciar com André porque é um convite à vida. Eu quando conheci esse livro tive pavor. Falei: "Gente, espírita é tudo doido, né? Que história mais sem pele cabeça. Até que a gente vai entendendo e conhecendo a doutrina e vai vendo que que André fala das coisas que muito tempo atrás os profetas e o próprio mestre já havia nos dito, mas ele vem nos trazer esse conhecimento à época da nossa maturidade. Então, vale muito a pena. Assim, agradecidos pelo cuidado de Jesus, vamos agradecer esse tempo e nos manter conectados ao plano superior para que nós possamos receber agora todo o cuidado do passe que tá sendo preparado para cada um de nós, que nós possamos recebê-lo e permitir que essa energia faça o melhor em nós. Jesus, nós agradecemos pelos nossos irmãos que trabalharam ao longo de todo esse dia para que aqui nos encontrássemos na noite de hoje. Nós te pedimos que nos ajude a nos manter com o pensamento elevado, buscando a inspiração do mais alto para nos mantermos abertos e receptivos a todos os cuidados que ainda iremos receber nas cabines de paz. Pedimos, Senhor, que abençoe cada irmão presente, cada irmão conectado conosco pelas mídias sociais. Agradecemos pelos nossos irmãos desencarnados que aqui também se encontram. Que o Senhor os abençoe, os proteja, proteja a nós no retorno aos nossos lares e aos nossos irmãos desencarnados no retorno às suas moradas espirituais. E que nós possamos, quando retornarmos aos nossos lares, sermos lá um pouquinho melhores do que quando de lá saímos.
sos lares e aos nossos irmãos desencarnados no retorno às suas moradas espirituais. E que nós possamos, quando retornarmos aos nossos lares, sermos lá um pouquinho melhores do que quando de lá saímos. E que possamos permanecer perseverantes, persistentes, no esforço sincero de nos iluminar, de nos transformar, de atravessar a porta estreita que o Senhor nos apresentou. Mestre querido, muito obrigada. pela sua presença nas nossas vidas e nos ajude a permanecermos sempre contigo. Que assim seja. Meus irmãos, eu peço que mantenham-se em silêncio, em recolhimento, que mantenham os seus celulares desligados para que possam quando aguardar ali nas cabines, na cabine de passe, se mantenham também em silêncio para que o trabalho possa ser concluído. E nesse inteirinho eu quero fazer um convite a todos. No dia 23 de agosto, aqui na casa, nós vamos receber uma querida irmã e o seu marido, a Ana Teresa Camasmi e o Júlio César. Quem não conhece, coloca lá no YouTube. E ela vai estar aqui conosco falando um pouquinho sobre família no dia 23 de agosto às 17 horas aqui nessa casa e também às 19 horas. Eu espero ver a todos vocês e quem não puder estar aqui, que nos acompanhe pelo YouTube. Uma boa noite. Fiquem em paz. Sejam bem-vindos à nossa sala de passe virtual da comunhão espírita de Brasília. O passe tem como finalidade auxiliar a recuperação física, mental e espiritual. Substituindo os fluidos deletérios por fluidos benéficos. Durante o passe, temos uma troca de energias físicas, mentais e espirituais, guiadas pelo melhor sentimento, que é o amor. Essa energia amorosa auxilia no reequilíbrio dos pensamentos e emoções, restabelecendo a harmonia íntima. Assim, deve ser utilizado quando sentir necessidade ou até que se sinta reequilibrado. Nesse momento em que daremos início à aplicação do paz, pedimos que em um ambiente tranquilo você se coloque de forma confortável, fechando os olhos, respirando de maneira tranquila e serena, para que assim possamos sentir a presença do nosso Deus
do paz, pedimos que em um ambiente tranquilo você se coloque de forma confortável, fechando os olhos, respirando de maneira tranquila e serena, para que assim possamos sentir a presença do nosso Deus de amor, Senhor da vida e da misericórdia. Entrando em sintonia com o nosso mestre amigo de todas as horas e com os mentores espirituais dessa casa, rogamos que nesse momento desça sobre nós todos os fluidos salutares e benéficos necessários ao reequilíbrio do nosso corpo físico, mental e espiritual. Senhor meu Deus, permita que os bons espíritos que me cercam me auxiliem nos momentos de dificuldade. Que eu tenha a força necessária para continuar a caminhada no sentido do bem, do amor e da caridade. Traz, Senhor, a cura para os males do corpo e da alma. Mas se não for o momento, traz o refrigério necessário para que eu continue a caminhada. Que nossos amigos espirituais possam visitar os nossos lares, abençoando a cada um que lá se encontra, trazendo a alegria de viver, a paz, a harmonia e que cada um possa colocar o amor do Mestre Jesus em seus corações. E também os mentores espirituais possam visitar os nossos ambientes de trabalho, levando a cada canto a tranquilidade, a fraternidade e a serenidade. Que esses bons fluidos se estendam para cada um de nós, amigos e familiares, trazendo o conforto que tanto desejamos. a coragem e a fé para continuarmos a nossa estrada da vida. Estamos chegando aos momentos finais de nosso passe. Faremos então a oração que o Mestre Jesus nos ensinou. Pai nosso que estais no céu, santificado seja o teu nome, venha a nós o teu reino, seja feita a tua vontade, assim na terra como no céu. O pão nosso de cada dia dai-nos hoje. Perdoa as nossas dívidas, assim como perdoamos aos que nos devem. Perdoa as nossas ofensas, assim como perdoamos aos que nos ofendem. Não nos deixes entregues à tentação, mas livra-nos do mal. E nesse momento, calmamente, vamos abrindo os nossos olhos, retornando ao nosso ambiente com paz e vibrações fraternais. E agradecidos que somos ao nosso mestre
egues à tentação, mas livra-nos do mal. E nesse momento, calmamente, vamos abrindo os nossos olhos, retornando ao nosso ambiente com paz e vibrações fraternais. E agradecidos que somos ao nosso mestre Jesus e aos mentores espirituais desta casa, damos graças a Deus, graças a Jesus e assim seja.
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