PALESTRA ESPÍRITA | BAIXA AUTOESTIMA - Patrícia Torres
Palestra "BAIXA AUTOESTIMA", realizada na Comunhão Espírita de Brasília, por Patrícia Torres. Inscreva-se no nosso canal, deixe seu like e ative as notificações para ficar por dentro de tudo o que acontece na Comunhão Espírita de Brasília. https://www.youtube.com/c/comunhaoespiritadebrasilia?sub_confirmation=1 #ComunhaoEspirita #PalestraEspirita #Espiritismo Canais de Mídias e Redes Sociais da Comunhão Espírita de Brasília: HomePage: http://www.comunhaoespirita.org.br Rádio Comunhão: http://www.radiocomunhao.com.br TV Comunhão: http://www.tvcomunhao.com.br Facebook: http://www.facebook.com/comunhaoespirita Instagram: http://www.instragram.com/comunhaoespirita Twitter: http://twitter.com/ComunhaoOficial COMUNHÃO ESPÍRITA DE BRASÍLIA Missão: Promover o Ser Humano, facilitando-lhe o acesso ao Conhecimento da Doutrina Espírita, amparando-o e ofertando-lhe os meios para vivência cristã. Visão do Futuro: Ser uma Casa Espírita de excelência na sua organização, na geração de conhecimento, na educação, na difusão doutrinária, na assistência espiritual e social , com estímulo a vivência cristã. ESPIRITISMO O termo "Espiritismo" é sinônimo de Doutrina Espírita, porém, frequentemente, é utilizado erroneamente para designar qualquer prática do mediunismo (comunicação com os Espíritos), ou confundido com cultos afro-brasileiros (Umbanda, Candomblé, entre outros). O Espiritismo é uma doutrina que trata da natureza, da origem e do destino dos Espíritos e de suas relações com a vida material. Traz em si três faces: filosofia, ciência e religião (moral). Os adeptos da Doutrina Espírita são os espíritas e suas práticas se baseiam no estudo das obras básicas da Codificação e na assistência material e espiritual aos necessitados. Quando Surgiu? Foi revelada por Espíritos Superiores e codificada (organizada) em 1857 por um professor francês conhecido como Allan Kardec. Surgiu, pois, na França, há mais de um século. Porque estudá-lo? Em João 8:32, Jesus disse: "E conhecereis a verdade e a verdade vos libertará ." Para sermos, verdadeiramente, espíritas – porque é impossível compreender e viver uma Doutrina tão complexa e abrangente sem dominar seus conhecimentos básico
com todos vocês. Vamos ler aqui uma mensagem da agenda cristã pelo espírito de André Luiz de grafado por Francisco Cantos Xavier. Mais além. Não basta que sua boca esteja perfumada. É imprescindível que permaneça incapaz de ferir. É importante que suas mãos se mostrem limpas. É essencial, no entanto, verificar o que fazem. Bons ouvidos são certamente um tesouro. A justiça divina, porém, desejará desejará saber como você ouve. Excelente visão é qualidade louvável. Todavia, é interessante notar como você está vendo a vida. Possuir saúde física é reter valioso dom, mas é necessário considerar o que faz você do corpo sadio. Raciocínio claro é virtude. Entretanto, é imperioso observar que zona mental que em que zona mental está você raciocinando. Pela imaginação é trazer consigo maravilhoso castelo. Convém reparar, porém, com que imagem você povoa o seu palácio interior. Grande emotividade é característico de riqueza íntima. Contudo, é preciso saber como gasta você as emoções. Possibilidades de produzir intensamente são recursos preciosos. No entanto, é imprescindível conhecer a substância daquilo que você produz. Capacidade de prosseguir, vida leidamente é uma bênção. Não se esqueça, todavia, da direção que seus pés vão tomando através do dos caminhos. que possamos agora nesse momento darmos a abertura dos nossos trabalhos de hoje, elevando os nossos pensamentos ao nosso Pai, a Jesus e agradecendo a toda a espiritualidade amiga que aqui se encontra, pedindo, Senhor, que aquilo que viemos buscar nos seja preenchido dentro dos nossos corações. E assim, com todo amor, sejamos aberto para as bênçãos que aqui estão sendo derramadas a cada um de nós. Amado mestre, obrigado por esta manhã. Obrigado por esta oportunidade de estarmos aqui mais uma vez junto a ti. Graças a Deus. Vamos agora passar a a palavra à nossa palestrante Patrícia. nessa manhã calorosa, né, que faz aqui em Brasília, mas também aquecidos pela presença de Jesus em nossas vidas. Sintam-se abraçados também nossos irmãos
ssar a a palavra à nossa palestrante Patrícia. nessa manhã calorosa, né, que faz aqui em Brasília, mas também aquecidos pela presença de Jesus em nossas vidas. Sintam-se abraçados também nossos irmãos que nos assistem pela TV e nos acompanham pela rádio comunhão. Que estejamos todos nessa sintonia com o Cristo para começarmos com ele o nosso dia. O tema que nos foi proposto hoje é um tema que está lá no livro As Dores da Alma de Ramed, psicografia de Antônio do Espírito Santo. E nós conversávamos há pouco sobre a mensagem de harmonização, né, se tinha alguma mensagem. E aí a mensagem foi aberta aleatoriamente e nós vamos ver que o convite da mensagem, ele faz um convite para que nós começamos a cuidar de nós mesmos. Muitas vezes nós ouvimos as mensagens e sempre nos colocamos na condição de da nossa relação com o outro, mas nós esquecemos quando Cristo nos convida a amarmo-nos. uns aos outros como a nós mesmos. E nós esquecemos dessa segunda parte. Então fica aqui pra gente a reflexão da mensagem e já a reflexão para nós começarmos a introdução do nosso tema. Os convites do Cristo sempre perpassam, em primeiro lugar a nossa relação conosco mesmo, porque é essa relação que vai pautar as demais relações que nós vamos estabelecer. E é um pouco sobre isso que nós vamos conversar, nós vamos refletir agora nesses minutos dessa manhã. E vamos começar indo lá na questão 115 do livro dos espíritos, em que Kardec questiona aos espíritos se alguns espíritos teriam sido criados bons e outros maus. E os espíritos respondem: Deus criou a todos os espíritos simples e ignorantes. Simples em que sentido? no sentido de básicos, de elementares, ignorantes, no sentido de não saber. E eles continuam a resposta assim: "A cada um, Deus, o criador deu determinada missão a fim de nos esclarecer e de nos fazer chegar progressivamente à perfeição pelo conhecimento da verdade, para que nós possamos nos aproximarmos do criador." Então, todos nós fomos criados simples e ignorantes e passamos por um processo de
chegar progressivamente à perfeição pelo conhecimento da verdade, para que nós possamos nos aproximarmos do criador." Então, todos nós fomos criados simples e ignorantes e passamos por um processo de aperfeiçoamento, um processo para alguns mais ágil pela sua obediência, pela sua entrega as tarefas, aos trabalhos que lhe são oferecidos, as oportunidades de aprendizado e para alguns um processo um pouco mais lento, um pouco mais moroso. talvez pela rebeldia, pela dificuldade de aceitar com obediência e com humildade as tarefas e os desafios que são impostos. Mas todos nós estamos nesse processo de nos aperfeiçoarmos para estarmos novamente em comunhão com o criador. E por que começar a nossa reflexão nessa questão? para que nós não nos esqueçamos que a nossa jornada aqui na Terra é uma jornada de aprendizado para que esse, para que a simplicidade que ainda há em nós, para que a ignorância que ainda há em nós possa ser lapidada, possa ser trabalhada, para que nós possamos ir alcançando os conhecimentos, as habilidades, as competências necessárias para irmos aprendendo, alcançando, nos aproximando da verdade que nos permitirá estar em comunhão com o Criador. Isso significa que nesse caminho, no nosso caminho, nós carregamos em nós ainda muitas características, muitas emoções, muitos sentimentos que precisam ser lapidad. que precisam ser trabalhados, que precisam ser aprimorados. Mas não nos esqueçamos que quando fomos criados, ainda que simples e ignorantes, Deus já nos permitiu, já nos forneceu tudo que nós precisávamos, tudo que nós precisamos pro nosso processo de aperfeiçoamento, mas ele nos forneceu aqui dentro em forma latente, em formas de semente e cabe a cada um de nós cultivar para que essas sementes floresam e frutifiquem em nós. Mas nós temos tudo que nós precisamos. E nessa nossa trajetória, nesse momento que nós nos encontramos aqui na terra, quando nós nos preparamos para vir aqui, nós montamos a nossa malinha e colocamos tudo que nós precisávamos para essa
os. E nessa nossa trajetória, nesse momento que nós nos encontramos aqui na terra, quando nós nos preparamos para vir aqui, nós montamos a nossa malinha e colocamos tudo que nós precisávamos para essa caminhada. Tá tudo lá na nossa balinha interna dentro de nós. O que que acontece? O espírito Ramed vai dizer nesse livro que foi escolhido paraa reflexão dessa manhã das dores da de uma das dores da alma, ele vai dizer que as dores da alma são fases naturais da evolução terrena, fazem parte do nosso processo. Onde estagiamos nós, seres humanos, em crescimento espiritual, aprendendo a usar convenientemente os nossos impulsos, as nossas forças interiores, as nossas potências da alma. Então, as dores da alma são fases naturais do nosso processo de crescimento. Nós somos espíritos criados simples e ignorantes, alguns um pouco já mais lapidados, um pouco mais aprimorados, mas nós estamos nessa fase, nesse processo de aprendizado. E ele continua que as dores da alma são educadoras ou instrutoras particulares que a harmonia da vida nos concedeu para vencermos bloqueios e obstáculos íntimos. E cada um de nós os tem a sua medida, já que nós ainda somos seres imperfeitos. Então, o que nós estamos querendo propor para que nós reflitamos é que os nossos sentimentos e as emoções que ainda não estão lapidados e transformados em nós, fazem parte de um processo de desenvolvimento de cada um de nós e que nós os transformaremos e os lapidaremos a seu tempo. E dentre essas educadoras da nossa alma, dentre essas fases naturais de trabalho, de des para vencermos os bloqueios íntimos, Ramed elenca várias, várias fases, várias vários estágios pelos quais todos nós passamos e que nos são oportunidades de crescimento, de aprendizado. Entre eles está um que tem a ver com o que nós falávamos logo no início da nossa relação com o outro, que é a nossa relação conosco. Como é que eu me vejo? Como é que eu me percebo? E ao me perceber e ao me ver, qual é o sentimento que eu nutro por mim mesmo? Porque quando foi falado na mensagem o
ro, que é a nossa relação conosco. Como é que eu me vejo? Como é que eu me percebo? E ao me perceber e ao me ver, qual é o sentimento que eu nutro por mim mesmo? Porque quando foi falado na mensagem o cuidado para não ferir o outro, o cuidado com o outro, como é que é a nossa relação conosco? o meu cuidado para eu não me ferir, o meu cuidado comigo mesma. E isso e nada tem a ver com egoísmo. Nós estamos falando aqui de autocuidado, de autoamor. E existe uma palavrinha, existe um sentimento que nós ouvimos sempre que se chama estima. Estima é o quê? é o nosso sentimento de amizade e apreço por uma outra pessoa, o sentimento de afeição por alguém, uma um apreço, um carinho, fruto de uma admiração que nós nutrimos por alguém. E a autoestima. Lembra-se, a minha relação com o outro passa pela minha relação comigo mesmo. Qual é a relação que eu estou nutrindo comigo mesma? Eu tenho apreço por mim a autoestima, a amizade por si mesma, o apreço por si mesmo, o cuidado por si mesmo. E nesses estágios de aprendizado que Ramed nos apresenta, voltando ao livro dos espíritos, já que nós somos seres criados simples e ignorantes, nesse processo de aprendizado, nessas estações de educação, muitos de nós ainda não temos um apreço por nós mesmos, ao contrário, temos uma relação de baixa autoestima. Quando nós nos olhamos no espelho, não apreciamos a criatura lá refletida. A nossa relação conosco muitas vezes é uma relação de crítica dura, de avaliação impassível, de intolerância, de intolerância diante das nossas limitações, das nossas imperfeições. sentimento de autodesvalorização, de autodepreciação. A autoestima num conceito, simplificando um conceito psicológico, que seria a aceitação de nós mesmos, né, a partir de um conjunto de crença que nós alimentamos em relação a nós mesmos. A baixa autoestima é exatamente essa não aceitação de nós mesmos, de quem eu sou, de como eu estou neste momento na minha jornada evolutiva. E as crenças que alimentam essa minha relação comigo são crenças que me
estima é exatamente essa não aceitação de nós mesmos, de quem eu sou, de como eu estou neste momento na minha jornada evolutiva. E as crenças que alimentam essa minha relação comigo são crenças que me depreciam, que me desvalorizam, que me enfraquecem como pessoa. Nós precisamos muito ter o cuidado de verificar, de observar como é que anda essa nossa relação conosco. Porque afinal de contas, se tem uma criatura que vai nos acompanhar por toda a eternidade, somos nós mesmos, né? Eu só, eu tenho a garantia de que por toda a eternidade eu estarei comigo mesma, terei o apoio, a a o cuidado, a atenção de outros amigos, mas eu comigo mesma por toda a eternidade. Como é que é essa minha relação comigo? Quando eu olho no espelho, a criatura lá refletida, qual é o sentimento que eu estou nutrindo por essa pessoa por refletida naquele espelho. Porque isso interfere muito no nosso olhar também sobre o mundo e sobre as pessoas a partir do olhar que nós temos por cada um de nós. Então, Ramed aponta que a baixa autoestima é uma dor da alma, faz parte de um desses estágios naturais da nossa fase de evolução. Muitos de nós passamos por esse processo. Então aqui pra gente fica um outro aprendizado. Em alguns momentos, quando nós temos fragilizado o nosso sentimento em relação a nós mesmos, isso faz parte do nosso processo de desenvolvimento. Por que que nós estamos falando isso? para que nós tenhamos paciência conosco. Lembremos de Paulo na carta aos Romanos, quando ele diz: "O bem que eu quero, esse eu não faço, mas o mal que eu não quero, este eu ainda faço. Eu não sou ainda tudo que eu gostaria de ser. Eu não tenho ainda consolidado em mim todas as habilidades que eu gostaria de ter, todas as habilidades e competências que eu sei que estão latentes dentro de mim, mas eu estou neste processo, eu estou nesta caminhada e eu preciso contar com a paciência comigo mesma, porque à medida que eu entendo que eu estou nesse processo, que eu preciso ter paciência comigo, sem ser negligente, sem procrastinar, mas
a caminhada e eu preciso contar com a paciência comigo mesma, porque à medida que eu entendo que eu estou nesse processo, que eu preciso ter paciência comigo, sem ser negligente, sem procrastinar, mas ter paciência com os meus equívocos, com os sentimentos e emoções que muitas vezes me visitam. Eu também vou ser capaz de aprender e de entender que o outro também está nesse processo, que o outro também está nessa caminhada. Então aqui para nós, o convite dessa manhã é refletirmos um pouco como anda o meu sentimento em relação a mim mesma. Nós estamos estagiando na fase da baixa autoestima. O meu olhar por mim mesmo está frágil e desconfiado. Eu não me aceito como sou. Não me aceito da forma como estou neste momento, porque isso vai trazer para cada um de nós um desconforto em medidas diferentes a ponto de causar adoecimento no nosso íntimo. Mas vamos pensar um pouquinho mais sobre esse sentimento que nós alimentamos por nós mesmos. Nós somos seres que viveram várias jornadas já aqui na terra e estamos em mais uma oportunidade abençoada. Ao longo dessas jornadas, nós fomos adquirindo experiências. E esses vários eus habitam em mim, habita dentro de cada um de nós. Essas nossas experiências, essas diversas personalidades que nós experienciamos habitam em nós e nos constituem. Então, muito do nosso sentimento em relação a nós mesmos é fruto dessas experiências. Mas também é fruto da experiência que nós estamos vivendo hoje. Então, é um emaranhado de experiências. As minhas experiências anteriores de sucessos, de derrotas, de fracasso, me ajudaram a ir consolidando um olhar a respeito de mim que faz com que eu tenha mais ou menos confiança em mim. E as experiências desta jornada. Quantas vezes parece que há uma voz interior dizendo: "Você não é capaz, você não dá conta, você não consegue, você é um fracassado ou uma fracassada, você é isso, você é aquilo." De onde vem essas crenças? esse conjunto de crenças que nós nem sequer nos damos conta, mas que interferem diretamente
ão consegue, você é um fracassado ou uma fracassada, você é isso, você é aquilo." De onde vem essas crenças? esse conjunto de crenças que nós nem sequer nos damos conta, mas que interferem diretamente nesse sentimento que nós alimentamos por nós mesmos. Eles vêm das nossas experiências, outras aqui na terra e dessa própria. Experiências muitas vezes que nós guardamos, que nós não queremos relembrar. as nossas experiências anteriores protegidas pelo vel do esquecimento e as nossas experiências atuais guardadas, que nós chamamos de recalcadas no sentido de guardadas, de armazenadas, para que elas não fiquem nos incomodando e a nos perturbar. e elas ficam lá. Só que ainda que elas fiquem guardadas, elas não estão esquecidas e elas compõem esse universo de crenças que nós alimentamos a respeito de nós mesmos. Por isso é importante nós refletirmos, nós estarmos sempre buscando estar em contato conosco, com esses sentimentos que nos impulsionam, com as emoções que nos fazem agir. E muito desse sentimento de baixo apreço por si mesmo está associado, vai nos dizer a Ramed, a um complexo de inferioridade. Lembra daquelas vozinhas? Você não é capaz, você não dá conta, você é um fracassado, você não é você não é bonito ou você é feio, você é um limitado e tantos outros. vão alimentando um conjunto de crenças que vão compondo um complexo de inferioridade, que vão fazer parte de um conjunto de ideias que foram guardadas, recalcadas lá no nosso inconsciente, associadas às nossas experiências atuais e experiências passadas. E esse complexo atua na nossa conduta, provocando em muitos de nós sentimentos gratuitos de culpa, de excessiva carga emotiva relacionada a sentimentos de baixa estima, aquela sensação de inadequação ao mundo, a desvalorização da capacidade da habilidade pessoal. Muitos de nós alimentamos ainda em nós esses sentimentos, essa carga excessiva de culpa, de inadaptação. Não dou conta de fazer isso, não consigo. Há umas semanas atrás, a Anete Guimarães esteve aqui na casa e ela falou sobre
ainda em nós esses sentimentos, essa carga excessiva de culpa, de inadaptação. Não dou conta de fazer isso, não consigo. Há umas semanas atrás, a Anete Guimarães esteve aqui na casa e ela falou sobre falou um pouco sobre isso, sobre as crenças, né? E ela deu um exemplo, por exemplo, eu quero aprender inglês. E aí, é claro que a carapuça serviu toda em mim, né? Amarrei a a carapuça, mas aí não não aprendo, não consigo aprender pelos sentimentos que as crenças que povoam. Não dou conta de aprender, não consigo, o tempo já passou, não tenho mais idade para isso. E aí ela contou a história de um caminhoneiro que precisava viajar e se manter acordado para poder cumprir as as tarefas, as obrigações da entrega lá do frete. E ele encontrou uma estratégia que era de ouvir umas fitas, porque às vezes o filho viajava com ele e o filho colocava umas fitas de outros idiomas. no caminhão e ele percebeu que ele ficava ouvindo aquelas fitas e ele não dormia. Então ele passou, o filho não podia viajar sempre com ele, pedia o filho essas fitas e ele passou sempre que viajava ele ouvia aquelas fitas e aí ali ele ouvia coisas em inglês. Depois de terminado de ouvir tudo, o filho passou outros idiomas para ele. Até que um dia numa parada tinha um ônibus com problema e ele parou para socorrer esse ônibus. E desse ônibus haviam vários japoneses. E ele foi, os japoneses começaram a falar com ele e ele percebeu que ele entendia e ele começou a falar em japonês com as pessoas. E aí ele descobriu que ele falava japonês, que ele falava inglês, que ele falava chinês, tudo daquelas viagens, daquelas fitas de idioma que ele ouvia. Então a Anete fez a referência assim: "Quem é que não aprende?" E aí serviu para mim, né? Quem é que não aprende? que é que não pode aprender? Quem que é burro que não tem condições? Tava falando para mim. Isso serve para outras coisas na nossa vida. Quem é que disse que nós não damos conta de fazer as coisas? Quem é que disse que nós temos que ser perfeitos nessa jornada na Terra?
ava falando para mim. Isso serve para outras coisas na nossa vida. Quem é que disse que nós não damos conta de fazer as coisas? Quem é que disse que nós temos que ser perfeitos nessa jornada na Terra? Quem é que disse que nós estamos aqui para sermos iguaizinhos a Jesus nessa existência? Nós estamos num processo. Então, quando nós olhamos para nós e vemos que a gente ainda não dá conta, faz parte. Lembra que nós fomos criados simples e ignorantes? Então, nós precisamos ir confrontando, ir abrindo o caminho desses sentimentos que nós nutrimos por nós mesmos para que nós possamos ir dialogando com eles e ir transformando-os para perceber que a criatura que melhor cuida de cada um de nós somos nós mesmos. Quem sabe das minhas necessidades sou eu mesma. E novamente com o cuidado, porque muitas vezes nós ouvimos essas coisas e temos a tendência de cair. Não, então isso é egoísmo. Não, isso é autocuidado. A partir do momento que eu me reconheço como ser amoroso da criação divina, isso não me basta na minha relação comigo, porque eu sei que ser ser amoroso da criação divina faz com que eu tenha a necessidade de transbordar este amor na minha relação com o outro. Então nós não estamos falando aqui de uma atitude egoísta para consigo mesmo, mas uma atitude de autoamor, de autocuidado, de autopiedade, de autoamor e de autocuidado. Porque muitas vezes nós nutrimos é o sentimento de autopiedade, né? Porque se eu sou culpada, se eu só faço coisa errada, eu faço, alimento esse meu complexo de inferioridade, alimentando o sentimento de autopiedade, de vitimização. E para onde nos leva esse sentimento de, ó vida, eu não consigo nada. Eu sou uma pobre coitada. Deus não me ama. Deus não olha para mim com cuidado, prefere o outro, não gosta de mim. Onde é que me leva esse sentimento de autocomiseração, de eu me vitimar? Ele me paralisa, ele me faz com que eu alimente uma rebeldia diante do criador. Porque se eu fui criada com todas as ferramentas, com tudo necessário paraa minha evolução, tá tudo aqui dentro.
itimar? Ele me paralisa, ele me faz com que eu alimente uma rebeldia diante do criador. Porque se eu fui criada com todas as ferramentas, com tudo necessário paraa minha evolução, tá tudo aqui dentro. Não há não há imperfeição no na criação divina. A imperfeição é minha enquanto ser em processo. Faz sentido isso para vocês? O convite da nossa manhã é a gente parar e olhar um pouquinho para dentro de nós para vermos o quanto essas crenças, o quanto esses sentimentos, o quanto essas emoções estão nos boicotando, estão nos impedindo de realizar o projeto de Deus paraa nossa vida, que é o de nos tornarmos criaturas perfeitas dentro da perfeição relativa. o quanto esses sentimentos e emoções nos bloqueiam, tardam a nossa caminhada e façam que nós paralisemos na caminhada, nos achando que somos pobre, coitados, seres à margem do cuidado da criação. Ramed vai dizer que esse sentimento, né, de autopiedade, de vitimização, ele vai criar uma espécie de invalidez psíquica. Aí a gente não dá conta de realizar os projetos que nós precisamos realizar. Faz com que fiquemos nesse estágio de vítima. E isso nos adoece. Nos adoece emocionalmente e fisicamente. Muitas vezes. Muitas vezes nos adoece. Tem uma mensagem desse livro do José Carlos Delucos com Chico Xavier. E ele diz assim: "Quando nós nos defrontamos com os nossos erros, limitações e fracassos, porque todos nós os temos e os cometemos. Então, cometemos erros, temos limitações, fracassamos muitas vezes, lembra? Estamos numa jornada de evolução, num processo de aprendizado, nós tendemos a rebaixar os níveis da nossa autoestima, do nosso autoapreço, com graves prejuízos paraa nossa vida. O cultivo do desprezo por si mesmo pode ser comparado com vírus que atacam os nossos computadores, desconfigurando o nosso sistema operacional. É como se nós perdêsemos o foco da nossa imagem verdadeira. E qual é a nossa imagem verdadeira? É a de filhos de Deus criados à imagem e semelhança do Pai. Então, quando nós alimentamos a nossa baixa autoestima, nós perdemos o foco da
nossa imagem verdadeira. E qual é a nossa imagem verdadeira? É a de filhos de Deus criados à imagem e semelhança do Pai. Então, quando nós alimentamos a nossa baixa autoestima, nós perdemos o foco da nossa verdadeira imagem. Nós somos filhos de Deus, um ser perfeito, justo e misericordioso. Lembremos, não é errado errar. Sem o erro não se aprende o caminho do acerto. Lembra? Estamos em processo de evolução. Somos espíritos no caminho do progresso. Isto é, nós ainda não estamos no topo da evolução. Aliás, falta muito para chegarmos lá. Isso quer dizer que nós precisamos lidar com o nosso perfeccionismo. Quem foi que disse que nós não podemos errar? Quem foi que disse que nós não podemos nos equivocar? Quem foi que disse que nós não podemos recomeçar? Vejamos o dia de hoje que nasceu como uma nova oportunidade do Criador para que a gente recomeçasse, pudéssemos fazer um pouco melhor do que fizemos ontem. Por que é que nós achamos que não podemos? Precisamos lidar com o nosso perfeccionismo, vencê-lo, pois todo perfeccionista se exige mais do que é capaz de dar. e sofre muito por isso. Pare de falar mal de si mesmo. Pare de se criticar. Agindo assim, você somente atrairá maiores problemas em seu caminho, nos fala Deluca. Saiamos dessa negatividade o quanto antes. Façamos algo de bom por nós mesmos. E isso pode ocorrer agora mesmo por meio de um olhar de bondade e de uma palavra de estímulo para você. Porque é assim que Deus lida conosco. Por que é que nós achamos que temos o direito de lidar diferente? Deus lida conosco com bondade, com misericórdia, com compaixão. Por que é que nós não podemos lidar conosco mesmo dessa forma? com bondade, com misericórdia, com compaixão. Esse é o nosso convite. E como a mensagem que foi lida aqui foi do André Luiz e eu trouxe uma outra mensagem, acho que hoje amanhã do André Luiz. Fica pra gente então o convite que o André Luiz faz para nós. Evite menosprezar-se. Você é uma criação de Deus. terá deficiências, é claro, mas é justo observar que todos nos achamos do
do André Luiz. Fica pra gente então o convite que o André Luiz faz para nós. Evite menosprezar-se. Você é uma criação de Deus. terá deficiências, é claro, mas é justo observar que todos nos achamos do caminho do progresso. Dificuldades é medida de avaliação dos nossos recursos. Dor é sublimação. Erro é experiência. Recorde a sua originalidade. Ninguém possui ideias totalmente iguais às suas. Sua voz e suas mãos são únicas. As marcas de sua presença destacam-se inconfundíveis. Aceite-se desse modo, tal qual é, procurando melhorar-se. Trabalhe. quanto se lhe faça possível no bem geral, reconhecendo que se os outros precisam de você, também você necessita dos outros. Guarde a consciência tranquila, vivendo a existência que Deus lhe concedeu. E lembre-se, cada qual de nós, até que se integre na grandeza suprema, é uma obra prima de inteligência em processo de habilitação na oficina a caminho da perfeição. Por que que só nós desacreditamos disso? Então, saiamos daqui hoje com o convite de cuidarmos amorosamente de nós para que a nossa relação com o outro seja ainda mais bem abençoada e permeada pela presença do Criador. Nós somos criaturas divinas. Não desconfiemos, não desacreditemos disso, porque o Pai ama cada um de nós. Por que é que nós não vamos nos amar com as nossas imperfeições, com os nossos erros e com as nossas limitações? Esse é um processo de aprendizado. Então, tenhamos paciência conosco, porque nós vamos aprender. Fiquem em paz e tenham uma excelente resto de semana. Agradecemos as palavras da nossa irmã Patrícia nessa manhã de hoje e que possamos assimilar esses ensinamentos em nossas vidas. Convidamos a todos agora para elevarmos o nosso pensamento a Jesus, agradecendo essa manhã belíssima, esses ensinamentos que nos fazem fortalecer a vontade de crescer, a vontade de acertar, a vontade de sermos melhores a cada dia, impulsionados pela energia do amor, pela energia do bem, pela energia do auto perdão. sendo o convite de Jesus a todos nós nesta manhã. Profundamente agradecidos a
ntade de sermos melhores a cada dia, impulsionados pela energia do amor, pela energia do bem, pela energia do auto perdão. sendo o convite de Jesus a todos nós nesta manhã. Profundamente agradecidos a espiritualidade amiga, pedimos permissão para encerrarmos as primeiras a primeira parte dos trabalhos da manhã de hoje, dizendo graças a Deus. Convidamos a todos que receber o passe, que aguardemos eh a as prioridades também, né, que são as pessoas que têm alguma necessidade especial, os idosos, gestantes e crianças de colo. Bom dia a todos.
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