Patrícia Torres | ELES ESTÃO VIVOS (PALESTRA ESPÍRITA)
Palestra "ELES ESTÃO VIVOS", realizada na Comunhão Espírita de Brasília, por Patrícia Torres. Inscreva-se no nosso canal, deixe seu like e ative as notificações para ficar por dentro de tudo o que acontece na Comunhão Espírita de Brasília. https://www.youtube.com/c/comunhaoespiritadebrasilia?sub_confirmation=1 #ComunhaoEspirita #PalestraEspirita #Espiritismo Canais de Mídias e Redes Sociais da Comunhão Espírita de Brasília: HomePage: http://www.comunhaoespirita.org.br Rádio Comunhão: http://www.radiocomunhao.com.br TV Comunhão: http://www.tvcomunhao.com.br Facebook: http://www.facebook.com/comunhaoespirita Instagram: http://www.instragram.com/comunhaoespirita Twitter: http://twitter.com/ComunhaoOficial COMUNHÃO ESPÍRITA DE BRASÍLIA Missão: Promover o Ser Humano, facilitando-lhe o acesso ao Conhecimento da Doutrina Espírita, amparando-o e ofertando-lhe os meios para vivência cristã. Visão do Futuro: Ser uma Casa Espírita de excelência na sua organização, na geração de conhecimento, na educação, na difusão doutrinária, na assistência espiritual e social , com estímulo a vivência cristã. ESPIRITISMO O termo "Espiritismo" é sinônimo de Doutrina Espírita, porém, frequentemente, é utilizado erroneamente para designar qualquer prática do mediunismo (comunicação com os Espíritos), ou confundido com cultos afro-brasileiros (Umbanda, Candomblé, entre outros). O Espiritismo é uma doutrina que trata da natureza, da origem e do destino dos Espíritos e de suas relações com a vida material. Traz em si três faces: filosofia, ciência e religião (moral). Os adeptos da Doutrina Espírita são os espíritas e suas práticas se baseiam no estudo das obras básicas da Codificação e na assistência material e espiritual aos necessitados. Quando Surgiu? Foi revelada por Espíritos Superiores e codificada (organizada) em 1857 por um professor francês conhecido como Allan Kardec. Surgiu, pois, na França, há mais de um século. Porque estudá-lo? Em João 8:32, Jesus disse: "E conhecereis a verdade e a verdade vos libertará ." Para sermos, verdadeiramente, espíritas – porque é impossível compreender e viver uma Doutrina tão complexa e abrangente sem dominar seus conhecimentos básicoo
Meus irmãos, minhas irmãs, que o amor e a paz de Jesus permaneça conosco. E as energias refazentes e curativas que caem do alto, que se espalham no nosso recinto, encontrem receptividade em nossa alma. Que neste momento possamos estar em sintonia com os benfeitores da vida maior que se encontram no nosso recinto, procurando nos ajudar, nos inspirar, nos conduzir, nos fortalecer e encorajar na nossa caminhada aqui na Terra. Vamos nos harmonizar ainda mais. com plano espiritual superior aqui presente. Nós vamos ler uma página desse livro Luz Caminhos de Volta, psicografado por Chico Xavier. E a página que nós iremos ler é de autoria espiritual de Emanuel e dá título à exposição da tarde de hoje. Eles estão vivos ainda quando não reconheças de pronto semelhante verdade, eles te veem e te escutam quanto possível. Seguem-te os passos, compartilhando-te problemas e aflições. Compadece-te dos que te precederam na grande renovação, aqueles que viste partir de mãos desfalescentes nas tuas, doando-te os derradeiros pensamentos terrestres. Através dos olhos fitos nos teus não estão mortos. entraram em novas dimensões de existência, mas prosseguem de coração vinculado ao teu coração. Assinalam-te o afeto e agradecem-te a lembrança. No entanto, quase sempre se escoram em tua fé, buscando em ti a força precisa para a restauração espiritual que demandam. Muitos deles, ainda inadaptados à vida diferente, que são compelidos a faciar, pedem serenidade em tua coragem e apoio em teu amor. Outros, muitos, jazem mergulhados na bruma da saudade, detidos na sede de reencontro, ante as requisições continuadas dos teus pensamentos de angústia. Outros muitos seguem-te ainda. Aqueles que se despediram de ti depois de longa existência, abençoando-te a vida, os que amaste, indicando-lhes o caminho para as esferas superiores, os que levantaste para a luz da esperança e aqueles outros que socorreste um dia com o ósculo da amizade e da beneficência. Todos te agradecem, estendendo-te os braços, no sentido de te auxiliar a
es, os que levantaste para a luz da esperança e aqueles outros que socorreste um dia com o ósculo da amizade e da beneficência. Todos te agradecem, estendendo-te os braços, no sentido de te auxiliar a transpor estradas que ainda te cabe percorrer. Auxilia os entes queridos na espiritualidade, a fim de que te possam auxiliar. Se lhes recordas a presença e o carinho, preenche o vazio que te impuseram à alma, abraçando o trabalho que terão deixado por fazer. Se a vós que lhes reconforte os seres amados ainda na terra, a força que lhes execute o serviço de paz e amor que não terminaram. A luz para aqueles que lhes lastimam a ausência em recantos de sombra ou amparo em favor daqueles que desejariam continuar te sustentando no mundo. Compadece-te dos entes queridos que te antecederam na grande libertação. Chora porque a dor é fonte de energias renovadoras por dentro do coração, mas chora trabalhando e servindo, auxiliando e amando sempre. E deixa que os corações amados hoje, no mais além te enxuguem as lágrimas, inspirando-te ação e renovação. Porque no futuro tê-los todos positivamente contigo nas alegrias do novo despertar. Nós vamos neste momento envolvidos pelas vibrações do texto que foi lido, fazer uma oração nos dirigindo a Jesus, o grande benfeitor da humanidade, o amigo de todas as criaturas, o companheiro de todos os instantes, o grande educador que procura nos inspirar em todos os momentos. Vamos agradecer ao mestre, agradecer essa oportunidade que estamos vivendo na Terra, de aprender lições novas, de adiantarmos nas estradas do progresso moral e espiritual. Vamos agradecer ao mestre, a legião de amigos que ele colocou ao nosso lado para nos servir de guia, de amparo, de proteção e de inspiração, principalmente nas horas mais difíceis. Vamos agradecer a Jesus a bênção da vida, o milagre da existência, a natureza que nos cerca e que é pródiga em nos oferecer tudo que necessitamos. Vamos agradecer os recursos que guardamos no imo da alma, as belezas que muitas vezes já desenvolvemos
re da existência, a natureza que nos cerca e que é pródiga em nos oferecer tudo que necessitamos. Vamos agradecer os recursos que guardamos no imo da alma, as belezas que muitas vezes já desenvolvemos em nosso próprio espírito. Vamos agradecer a Jesus a luz do raciocínio, a memória que possuímos. Vamos agradecer os recursos da vida material, a presença dos amigos terrestres, agradecer os momentos muitas vezes desafiadores, com os quais nos faciamos pouco a pouco para avaliarmos melhor as nossas conquistas, para fazermos uma apreciação mais justa acerca do nosso desempenho na Terra e saber em que patamar evolutivo Nós nos achamos. Vamos agradecer sempre o grande amigo, todos os momentos vividos na Terra, que são momentos de renovação, de restauração do nosso equilíbrio, momentos de encontro com a verdade, momentos de encontro conosco mesmo, momentos de crescimento interior, quando nos tornamos verdadeiros filhos de Deus na terra, verdadeiros colaboradores de Jesus no mundo, fazendo a nossa parte para que um dia juntos, compondo uma mesma família de bons espíritos que habitam o universo, possamos caminhar na mesma direção e no mesmo caminho que nos leva novamente ao redil do Pai. Obrigada, Jesus. Muito obrigada pela luz que de ti emana, pela bondade que irradia do teu coração e que preenche o nosso. Muito obrigada, divino amigo, em teu nome, em nome de Deus, nosso pai, em nome dessas almas abnegadas, carinhosas e companheiras que estão sempre ao nosso lado, em nome da luz, da paz e do bem, nós vamos neste momento iniciar a nossa reunião dizendo graças a Deus. Graças a ti, Jesus. Com a palavra a nossa irmã Patrícia. Boa noite. Sejam todos bem-vindos a essa casa de Jesus. Boa noite aos irmãos que nos assistem pela TV Comunhão, os que nos acompanham pela rádio, pelas redes sociais, nos acompanham pelo YouTube. Estejamos todos irmanados nessas vibrações da prece que nos harmonizou. O tema nosso da reflexão da noite, trazido na mensagem de Emmanuel, nesse livro Caminhos de Volta, intitulado Eles
pelo YouTube. Estejamos todos irmanados nessas vibrações da prece que nos harmonizou. O tema nosso da reflexão da noite, trazido na mensagem de Emmanuel, nesse livro Caminhos de Volta, intitulado Eles estão vivos, nos fala de algo que é um dos princípios básicos da doutrina dos espíritos, mas que não surgiu com a doutrina. É uma realidade que perpassa a humanidade e que às vezes alguns de nós nos esquecemos no caminho. A mensagem para que nós possamos refletir um pouco nessa noite nos fala da imortalidade do espírito. Nós somos espíritos imortais e esta verdade se faz presente ao longo de toda a trajetória da humanidade. E a doutrina dos espíritos vem nos relembrar e nos dar esclarecimentos acerca desse princípio. Nós vamos fazer uma breve passagem pela história para que a gente possa perceber o quanto o fato da imortalidade se faz presente na nossa trajetória na Terra. Nós vamos encontrar na Índia 3.000 anos antes de Cristo. Lá no Código Religioso mais antigo, conhecido como Vedas, o seguinte registro. Os espíritos dos antepassados do estado invisível acompanham certos bramanes convidados para as cerimônias em comemoração aos mortos e sob a forma aérea seguem-nos e tomam o lugar ao seu lado quando eles se assentam. Mais adiante, na China Milenar, nós vamos encontrar o culto dos antepassados, que é praticado desde a mais remota antiguidade. E vamos encontrar o seguinte registro: quer falando ou agindo, não penseis que estais sozinhos, que não sois vistos ou ouvido, porque os espíritos dos mortos são testemunhas de tudo. No Egito, nós vamos encontrar a doutrina da transmigração dos espíritos na Cabalá judaica. Nós vamos encontrar algumas ideias relativas à pluralidade dos mundos e as das existências físicas. E nós vamos encontrar um registro assim assinalado. Todas as almas passam pelas provas da transmigração, de corpos em corpos, e os homens não sabem quais são a esse respeito, o exame do Altíssimo. Não sabem como são julgadas as almas em todos os tempos, nem antes de virem a
pelas provas da transmigração, de corpos em corpos, e os homens não sabem quais são a esse respeito, o exame do Altíssimo. Não sabem como são julgadas as almas em todos os tempos, nem antes de virem a este mundo, nem quando a deixarão. Eles ignoram quanto a quantas transformações e provas serão obrigados a fazer. Não é possível entender a Cabalá sem acreditar na imortalidade da alma e em suas reencarnações. Dito pelo rabino Ari Caplan. Ainda transitando pela nossa história antiga, nós vamos encontrar Sócrates que ensinava em Atenas, assistido e e inspirado por espíritos chamados diamons. Para Sócrates, os diamons significava e representava o sinal divino. Para Platão, os diamons representavam os anjos de guarda. E com a evolução do pensamento, outros filósofos começaram a dissertar sobre os diamons superiores e os diamons inferiores, que trouxeram, que alicerçaram a concepção trazida a pra nossa época dos demônios. Os diamonds inferiores chegaram à nossa época como demônios, que na sua essência nada mais são que espíritos que intuíam os filósofos, sinais divinos, anjos de guarda. Além dessa trajetória rápida na história, nós vamos encontrar nas revelações a presença da imortalidade da alma. Na antiga revelação que nós conhecemos como Antigo Testamento, nós vamos encontrar no profeta Samuel narrando uma visita do rei Saul a Pitonisa de Endor. Pitonisa era médium, era alguém que se que se pronunciava inspirada por um espírito. E Samuel faz esse registro lá em Samuel 28 31. Nesse registro, o rei Saul consulta a pintonisa de Endor para pedir a ela que consultasse ao espírito do profeta Samuel para que ele lhe dissesse como seria a guerra que ele travaria no dia seguinte. o responde prevendo a derrota do rei e a sua morte, o que se concretiza no dia seguinte. Nós vamos ver no livro de Jó lá no capítulo 4to versículos 15 e 16, Jó declarando que sentiu a presença de um espírito. Ouvia sua voz, mas não conseguia visualizar a sua aparência. No livro do profeta Isaías, nós vamos
ivro de Jó lá no capítulo 4to versículos 15 e 16, Jó declarando que sentiu a presença de um espírito. Ouvia sua voz, mas não conseguia visualizar a sua aparência. No livro do profeta Isaías, nós vamos ver o registro do profeta que recebe ordens para escrever num rolo de papiro os ditados de um espírito mensageiro. E em outra oportunidade, Isaías vai defender o costume que tinha o povo de Israel de consultar os mortos. Lá no capítulo oitavo, versículos 18 a 19, no livro do profeta Jeremias, ele vai revelar que o Espírito do Senhor fala, profetiza por ele e diz que já o conhecia antes que ele tivesse nascido. Em Daniel, nós vamos encontrar o profeta registrando que o espírito do Senhor suscitou o espírito de um moço chamado Daniel. que clamou em alta voz para defender Susana, livrando-a da morte. Chegando na segunda revelação nos trazida por Jesus, o segundo o Novo Testamento, nós vamos encontrar Gabriel anunciando a Zacarias que ele seria pai. E um momento muito significativo para todos nós, dentre vários do Novo Testamento, a transfiguração de Jesus registrada em Lucas, capítulo 9, versículos 28 a 36, que naquele momento transfigurado de vestes resplandescentes, Jesus dialoga e trava uma conversa com Moisés e com Elias. E Tiago, João e Pedro haviam testemunhado aquele episódio e sido orientados que não falassem a respeito, porque ainda não era chegada a ocasião. Rapidamente nós podemos observar que ao longo da nossa trajetória na Terra nós vamos ter relatos, testemunhos de irmãos nos falando da comunicação com seres que já passaram por aqui, com espíritos dos mortos e falam assim: "Porque faltava a lupa a luz da doutrina espírita para que fossem esclarecidos, iluminados do que se tratava. Mas nós vamos ver ao longo da trajetória do homem na Terra que é fato, é realidade, que nós espíritos não morremos. Nós continuamos a existir em outro plano, de outra forma, para além do que o Cristo testemunhou quando se ele reaparece aos apóstolos após três dias e ainda não era possível
ós espíritos não morremos. Nós continuamos a existir em outro plano, de outra forma, para além do que o Cristo testemunhou quando se ele reaparece aos apóstolos após três dias e ainda não era possível compreender como aquele que havia sido morto na cruz reaparecia, de que forma? Faltava-nos ainda tirar a cortina dos nossos olhos. Faltava-nos ainda o desenvolvimento da ciência, as o desenvolvimento do conhecimento para que a terceira revelação chegasse ao mundo, nos trazendo esclarecimentos e nos relembrando aquilo que é fato da história da humanidade. Não é privilégio da doutrina espírita, a imortalidade da alma. Mas se esses episódios sempre tiveram presentes na humanidade, por que foi necessário a doutrina dos espíritos? E essa foi uma inquietação também presente em Kardec. Kardec na busca da verdade e buscando sempre a verdade dos fatos, indaga aos espíritos lá na questão 627. Uma vez que Jesus ensinou as verdadeiras leis de Deus, qual a utilidade do ensino que os espíritos dão? Terão de nos ensinar mais alguma coisa? E os espíritos respondem: "Jesus na sua linguagem empregava alegorias e parábolas, porque falava de conformidade com os tempos e os lugares. e fa mistério agora que a verdade se torne inteligível para todo mundo, que a verdade se propague, que tiremos de nós o véu dos símbolos das alegorias, para que possamos em todos os cantos, entender aquilo que é a verdade já trazida na nossa história. E os espíritos afirmam a Kardec, a nossa missão consiste em abrir os olhos e os ouvidos a todos. E é isso que nós estamos fazendo aqui nessa noite, reforçando em nós os instrumentos e conhecimentos necessários para que nós possamos abrir os nossos olhos e os nossos ouvidos. Olhar para as verdades que às vezes ainda nos parecem difíceis de compreender, mas que os espíritos já diziam a Kardec: "É tempo de que todos saibam, de que todos conheçam. Nós já temos condições para isso. E na não satisfeito, Kardec ainda pergunta lá na questão 628: "E por que a verdade não foi sempre
iziam a Kardec: "É tempo de que todos saibam, de que todos conheçam. Nós já temos condições para isso. E na não satisfeito, Kardec ainda pergunta lá na questão 628: "E por que a verdade não foi sempre posta ao alcance de toda a gente? Se agora é necessário que todos saibam, por que que ela não sempre esteve à disposição de todos?" E os espíritos respondem: "Porta que cada coisa venha ao seu tempo? Nós já temos condições de compreender melhor. É tempo de nós relembrarmos as verdades trazidas pelo consolador e reiteradas pelo consolador prometido. A doutrina dos espíritos nos informa e nos consola, nos esclarece a morte. Não existe. Nós passamos por este mundo, vivemos neste mundo, nesta veste material e seguimos. Permanecemos vivos, permanecemos em comunicação com aqueles que conhecemos neste mundo, que convivemos neste mundo, mas que nos antecederam no retorno à pátria espiritual, a nossa casa, a nossa morada. É isso que esses pequenos relatos trazidos aqui sobre essas experiências de consultas espíritos, de de contatos com espíritos, de informações, estão a nos falar a todo momento. Aqueles de quem sentimos tanta saudade, aqueles que a falta do convívio físico ainda nos dói tanto ao coração, seguem. seguem vivos, seguem a sua trajetória como nós seguiremos também no nosso momento. Sentimos falta, sentimos saudade, sim, mas que nós possamos aprender em todas essas notícias as ferramentas que a doutrina nos dos espíritos nos traz. para que nós possamos compreender que não é necessário acobertar no nosso coração o desequilíbrio e a desesperança, porque nós estaremos todos juntos um dia. Eu vou compartilhar com vocês uma história que eu já contei, tá lá registrada no portal reação. Eu não sei se eles fazem esse trabalho ainda e quem tiver oportunidade consulte. Eu era um trabalho muito bacana de alguns jovens dedicados à doutrina dos espíritos. E eles uma vez me pediram para falar de um testemunho que eu havia dado na minha aula do ESD, quando nós estudávamos sobre a imortalidade da aula. Eu vim de
jovens dedicados à doutrina dos espíritos. E eles uma vez me pediram para falar de um testemunho que eu havia dado na minha aula do ESD, quando nós estudávamos sobre a imortalidade da aula. Eu vim de uma família católica e aos 10 anos eu vivi a minha primeira experiência do falecimento de alguém em família. Até então eu não havia vivido essa experiência do óbito de uma pessoa da família. E eu me lembro que eu me encontrava numa aula fora da escola de manhã num num salão da igreja São Geraldo, que era de certa forma próximo à minha escola. E eu estava lá quando meu pai chegou à porta e eu ouv, falou alguma coisa com a professora e ela me chamou. E eu sabia que havia acontecido algo, porque a minha avó já vinha doente há alguns meses e meus pais nunca tinham ido na escola me tirar da aula. Então, quando eu fui falar com o meu pai, ele disse: "Nós vamos viajar porque a sua avó faleceu". Eu não entendia bem o que isso significava. Eu não tinha vivido essa experiência ainda. E nós fomos aquela época ainda se fazia o velório em casa e nós fomos pra casa da minha avó e quando eu lá cheguei com a com meu pai, com a mãe, com meus irmãos, aquele caixão na sala e a minha avó ali. E meu pai chorava muito e eu nunca tinha visto meu pai chorar. E ele olhou para mim e disse assim: "É uma dor enorme essa que eu estou sentindo". E pela dor dele, eu também chorei muito. Fizemos o sepultamento, o tempo passou e eu comecei a viver um processo de que não se podia falar da minha avó. Se alguém comentasse o nome dela, eu caía num pranto incontrolável. E os meus domingos eram um final da tarde, assim, 6, 7 horas da noite, eu morava numa casa que a frente era toda de vidro. Eu sentava atrás do sofá, olhava, porque o céu era, cidade do interior, é muito brilhante, era bem estrelada. Eu olhava pro céu e falava: Deus, por que você tirou a minha avó de mim? e chorava copiosamente. Os meus domingos eram assim, ao ponto da família, quando a gente se encontrava, evitava de falar da minha avó e quem
céu e falava: Deus, por que você tirou a minha avó de mim? e chorava copiosamente. Os meus domingos eram assim, ao ponto da família, quando a gente se encontrava, evitava de falar da minha avó e quem tivesse foto dela tirava, porque se eu falasse dela ouvisse a foto, eu entrava num choro que não tinha controle. Até que um dia eu tive um sonho e eu sonhei com a minha avó num lugar muito bonito, lugar verde, parecendo uma gruta, e ela dizia para mim: "Minha neta, por que que você se entristece tanto por mim?" "Eu estou bem." E eu acordei e tive a certeza de que nós tínhamos conversado. E desde então eu nunca mais chorei pela minha avó, porque eu tive a certeza de que ela seguia o caminho dela. Os nossos irmãos nos dão notícia o tempo todo disso. Eles gritam aos nossos ouvidos quando essa dor da separação de um ente querido nos visita e nós sentimos tristeza, isso faz parte porque nós vamos sentir falta daquele convívio cotidiano de longa data, de muito tempo, de lembranças boas, isso faz parte. Mas se nós permitirmos, nós também seremos visitados pelo consolo e pela serenidade de que sim, Deus nos criou para sempre. Ele nos criou para uma jornada que não se limita a este mundo, mas cada um de nós está num momento da sua jornada. E nós vamos nos despedindo dessa jornada em tempos diferentes, mas nós estamos todos ligados nessa família universal que foi falada aqui no início. Sim, aqueles que amamos permanecem ligados a nós por esse sentimento abençoado do afeto e do amor. aqueles que ainda não aprendemos a amar também permanecem vinculados a nós. E por isso o convite e o esclarecimento da doutrina dos espíritos que sim, que nós façamos as nossas preces por aqueles que nos antecederam e retornaram à pátria espiritual. Conversemos com eles, façamos as nossas preces e vibremos com amor por eles, mas também façamos por aqueles que ainda não aprendemos a amar. Se nós tivermos a oportunidade que refaçamos os nossos as nossas diferenças enquanto estamos no caminho, mas se não foi
m amor por eles, mas também façamos por aqueles que ainda não aprendemos a amar. Se nós tivermos a oportunidade que refaçamos os nossos as nossas diferenças enquanto estamos no caminho, mas se não foi possível que nós também possamos envolver a esses irmãos com o melhor de nós, porque nós todos nos encontraremos um dia, nós todos estaremos juntos um dia. E é isso que os espíritos quando respondem a Kardec vem tirar o vé das alegorias para trazer para todos nós a verdade que sempre se fez presente, porque ela é única, ela é imutável, ela é permanente. Nós somos imortais. E mais adiante nós vamos perceber, estudando a doutrina dos espíritos, lá no Evangelho Segundo o Espiritismo, nos prolegômenos, o espírito de verdade e a pleiade dos seus colaboradores nos afirmam assim: "Fenômenos alheios às leis da ciência ordinária se dão por toda parte. Nós não vimos aqui alguns registros da antiguidade, no Antigo Testamento. Esses fenômenos acontecem por toda parte, revelando na causa que os produz a ação de uma vontade livre e inteligente. A razão diz que um efeito inteligente há de ter como causa uma potência inteligente. E os fatos provaram que essa potência é capaz de entrar em comunicação com os homens por meio de sinais materiais. Interrogada acerca de sua natureza, essa potência declarou pertencer ao mundo dos seres espirituais que despojaram-se do envoltório corporal do homem. Eles se declararam assim: "O espíritos se declararam dessa forma: nós somos aqueles que já viveram na terra". relembrando a nós que a morte não existe. E continua o espírito de verdade. Os espíritos anunciam que chegaram os tempos marcados pela providência para uma manifestação universal e que, sendo eles os ministros de Deus e os agentes de sua vontade, tem por missão instruir e esclarecer os homens. abrindo uma nova era paraa regeneração da humanidade. Novamente os espíritos dizendo, "Nós estamos aqui para dar notícias, para relembrar, para que todos saibam. E essa doutrina consoladora, essa doutrina que nos esclarece, nos
regeneração da humanidade. Novamente os espíritos dizendo, "Nós estamos aqui para dar notícias, para relembrar, para que todos saibam. E essa doutrina consoladora, essa doutrina que nos esclarece, nos ajuda a compreender da forma de um outro símbolo trazido por Richard Simonete, esse processo da nossa convivência física, material e da nossa separação. Não sei se vocês conhecem esse livro Quem tem medo da morte. Eu tenho esse livro já há algum tempo e ele tem uma historinha aqui muito rica, preciosa. E essa história é para todos nós que já vivemos a experiência da separação de um ente querido, de um ente muito amado, de quem sentimos muita saudade. E essa história conta que havia um casal que tinham dois filhos. Esse casal eles tinham por eles tinham dois filhos e esse marido, ele era um rabi, muitos compromissos. E ele então teve que se ausentado lá para cumprir um desses compromissos. Então a esposa ficou com esses dois filhos, dois moças. Durante a ausência desse rai, os dois filhos vieram a falecer num acidente. Nós podemos imaginar a dor daquela mãe. No entanto, ela era uma mulher muito forte e apoiada na fé e na inabalável confiança em Deus. suportou valorosamente aquele impacto. A sua preocupação maior era com o seu esposo. Como é que ela ia lhe dar aquela terrível notícia? Ela temia que aquela dor, que aquela comoção pudesse lhe trazer algum prejuízo, porque ele tinha um problema sério de saúde, ele tinha uma insuficiência cardíaca. Passado alguns dias, o Rabi retornou ao seu lar. Chegou à tarde, cansado após longa viagem, mas ele estava muito feliz. Abraçou carinhosamente a esposa e foi logo perguntando pelos filhos. E ela respondeu: "Não se preocupe, meu querido, eles virão depois. Vá banhar-se enquanto eu preparo o seu lanche. Pouco tempo depois, os dois sentados à mesa trocavam comentários sobre a viagem, sobre o cotidiano. Quando o esposo perguntou: "E os meninos? Eles estão demorando? Deixe os filhos. Quero que você me ajude a resolver um sério problema."
s à mesa trocavam comentários sobre a viagem, sobre o cotidiano. Quando o esposo perguntou: "E os meninos? Eles estão demorando? Deixe os filhos. Quero que você me ajude a resolver um sério problema." E o Rabi preocupado diz à esposa: "Mas o que aconteceu? Eu notei que você está abatida. Fale, resolveremos juntos com a ajuda de Deus". Então ela começa a contar para ele: "Quando você viajou, um amigo nosso procurou-me e confiou a mim a guarda de duas joias de incalculável valor. São extraordinariamente preciosas. Nunca vi nada igual. O problema é esse. Ele vem buscá-las e não estou com disposição para efetuar a devolução. Que é isso, mulher? Disse o Rabi. Estou estranhando seu comportamento. Você nunca cultivou vaidades? É que jamais vira joias assim. São divinas, maravilhosas, mas não lhe pertencem. Não consigo aceitar a perspectiva de perdê-las. E o marido disse: "Ninguém perde o que não possui retê-las equivaleria a roubo. Ajude-me, marido. Claro que eu a ajudarei. Iremos juntos devolver essas joias hoje mesmo." Pois bem, meu querido, seja feita a sua vontade. O tesouro será devolvido. Verdade, isso já foi feito. As joias eram nossos filhos. Deus, que não concedeu por empréstimo à nossa guarda, veio buscá-las. Nós somos joias preciosas do Criador e um dia voltaremos para o convívio para junto dele, assim como alguns entes queridos e amados já o fizeram antes de nós. Não nos é lícito reter aquilo que não nos pertence. Aqueles que amamos são companheiros, não propriedades nossas. Mas eles, como na leitura trazida por Emanuem vivos, sentindo as nossas vibrações de carinho, de afeto, de coragem, de confiança, percebendo e sentindo também a nossa angústia e a nossa tristeza. Mas como nós nos amamos profundamente, nós nos esforçamos para dirigir a eles o melhor de nós sempre. Porque nós todos somos joias preciosas e voltaremos ao Ourives que nos criou. Fiquem em paz e que Deus nos abençoe. Nós agradecemos a Patrícia a sua fala, as exposições dessa tarde. Agradecemos a
pre. Porque nós todos somos joias preciosas e voltaremos ao Ourives que nos criou. Fiquem em paz e que Deus nos abençoe. Nós agradecemos a Patrícia a sua fala, as exposições dessa tarde. Agradecemos a todos a presença, as vibrações amigas e desejamos uma semana de muita paz, muito entendimento, muita simpatia, muita compreensão no ambiente do lar. E vamos neste momento pedir a Miriam que faça a prece de encerramento dessa primeira parte do nosso trabalho para darmos prosseguimento às nossas atividades com a ministração dos Passes. Muito obrigada a todos. Vamos então elevar os nossos pensamentos ao meigo Jesus. Mestre Jesus, vieste até nós pessoalmente tocaste o solo do mundo. E em tua jornada gloriosa de amor, tolerância e paz, buscaste os corações simples, humildes, para levar a mensagem do amor de Deus para conosco. Ele simples pescadores para o auxílio em teu apostolado sublime e em meio aos homens rudes, mulheres e crianças, principiaste na terra a mensagem da esperança, conclamando-nos a união, pois que todos somos irmãos uns dos outros e trouxeste para nós a compreensão de um pai justo e misericordioso, auxiliando-nos a compreender que Deus, nosso pai nos fez para sermos felizes. nesta jornada, Jesus, em que vieste nos auxiliar na compreensão das leis maiores da vida, ensinaste-nos sobre a imortalidade da alma, afiançando-nos a glória de caminharmos, construindo a nós mesmos o nosso conhecimento, as nossas experiências de reencarnação em reencarnação. auxiliás-nos a que percebêsemos, já que somos uma só família, filhos que somos do mesmo pai, necessitamos nos amar aos outros, sermos fraternos, perdoadores e tolerantes. E foi isso que nos ensinaste, dando o teu próprio exemplo. Por isso, nós agradecemos porque vieste até nós amorosamente. Caminhaste ao nosso lado, tomaste a nossa mão, ensinando-nos como agir no mundo. Obrigada, mestre, pelas lições imortais que nos trouxeste. Obrigada pelo imenso amor com que tens nos envolvido desde quando chegamos a esta escola
maste a nossa mão, ensinando-nos como agir no mundo. Obrigada, mestre, pelas lições imortais que nos trouxeste. Obrigada pelo imenso amor com que tens nos envolvido desde quando chegamos a esta escola planetária. Muito obrigada, Jesus. Graças a Deus.
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