Um Tempo para os Teus | Roda de Conversa em Família

Conecta Espiritismo TV 16/10/2025 (há 5 meses) 1:09:25 12 visualizações 2 curtidas

Olá a todos! Sejam bem-vindos à nossa "Roda de Conversa em Família"! Neste encontro especial e enriquecedor, mergulhamos no profundo significado de dedicarmos "Um Tempo para os Teus" à luz da Doutrina Espírita. Como a visão espírita ilumina a importância dos laços familiares, sejam eles consanguíneos ou espirituais, e como podemos construir um lar que seja um verdadeiro celeiro de bênçãos e progresso mútuo? A família é uma instituição divina e a base fundamental para o nosso crescimento e aprimoramento espiritual. Convidamos você a refletir sobre o papel do lar como escola, hospital e refúgio para Espíritos em evolução, e como a misericórdia de Deus nos reúne com aqueles que necessitamos para o nosso reajuste e aprendizado. Nesta Live, você vai conferir: A importância da família no planejamento reencarnatório. Como a Doutrina Espírita nos ajuda a lidar com os desafios e as diferenças de convivência. O papel dos laços espirituais e dos laços corporais em nosso desenvolvimento. Dicas e reflexões para tornar o seu lar um ambiente de harmonia, amor e perdão. Apresentadora: Hildegéria Miranda Coordenadora Estadual Área da Família - Federação Espírita do Paraná Apresentadora: Vera Sankari Coordenadora da Área da Família - URE Oeste - Federação Espírita do Paraná Convidada Especial: Cláudia Teixeira Coordenadora AFAM 15ª URE Assista, comente e compartilhe! É um convite à reflexão para todos que buscam viver a experiência familiar com mais consciência e amor, transformando o lar em um verdadeiro templo de luz. Inscreva-se no canal e ative o sininho para não perder nossas próximas rodas de conversa! Deixe sua pergunta nos comentários: Qual é o maior desafio que você encontra ao dedicar "Um Tempo para os Teus" na sua família?

Transcrição

Olá, olá. Sejam todos muito bem-vindos a mais uma roda de conversa em família. É essa que vos fala Eudegéia Miranda. nos bastidores, o nosso diretor, nosso queridíssimo amigo e irmão Rodney Lara. E para esta roda contamos com todos vocês que nos acompanham ao vivo e aqueles que virão posteriormente. Mas não estou sozinha aqui com o Rodney. Adivinhem quem está conosco? Será que vocês podem me dizer quem é a pessoa que vai eh chegar aqui, que vai apresentar essa roda de conversa juntamente comigo? Quem será? Quem será ela? Vera, >> eu acho se eu der >> Eu acho que se eu der uma gargalhada, nem precisa de apresentar, >> nem precisa falar o nome, né, Verinha? >> Nem precisa. Que alegria estar com vocês aqui mais uma vez para que possamos conversar, né, nessa roda de conversa, né, e o e hoje o nosso tema é tão tão importante e ao mesmo tempo assim meio confuso, né, tipo, fiquei hum que isso significa? Nos explique. Digéria Miranda. Muito bom estarmos aqui, Verinha, falando sobre esse tema que foi escolhido por uma das coordenadoras da área da família da Federação Espírita do Paraná, eh, que faz parte, não é, dessa grande família. Então, eh, antes até de falarmos sobre o tema, Verinha, eh, muitas vezes as nós estamos falando aqui, assim como nós temos amigos como a Cirlei, a Jusara, que estão no movimento espírita, nós temos também amigos que são simpatizantes e aqueles que não conhecem a nossa doutrina e o movimento espírita. E muitos perguntam: "Mas o que que é Uri?" eh como que funciona. Então, só para dar essa esse esclarecimento àqueles que entram em contato conosco, URI é União Regional Espírita e o Estado do Paraná é dividido em 21 regiões. E dentre essas regiões temos os coordenadores, né, o presidente da União Regional, que ali eh escolhe, convida os voluntários trabalhadores do movimento espírita para compor as coordenadorias. E então nós temos uma união formada por várias casas espíritas que pertence aquela região eh em várias cidades. Então isso é o que nós chamamos de união

vimento espírita para compor as coordenadorias. E então nós temos uma união formada por várias casas espíritas que pertence aquela região eh em várias cidades. Então isso é o que nós chamamos de união regional espírita, casas espíritas de vários lugares ali na numa determinada região do Paraná que forma então essa eh regional. Nós temos nosso estado 21 uniões regionais espíritas e uma das nossas coordenadoras escolheu o tema um tempo para os teus. Que significa isso, não é, Verinha? A Vera disse que é até intrigante esse tema. Essa esse tema foi eh está no na obra que faz parte, né, da nossa bibliografia da área da família, que é esse aqui, ó. Minha família, o mundo e eu. Pelo espírito Camilo, pelas mãos de Raul Teixeira, né? É uma obra psicografada. E no capítulo 30, Camilo e Raul Teixeira trazem para nós esse tema que tem como base o Evangelho Segundo Espiritismo. Nós temos o capítulo 11º do Evangelho Segundo Espiritismo intitulado Amar o Próximo como a si mesmo. E Camilo então extrai dessa desse capítulo uma passagem, né, um um parágrafo que vai nortear a sua explanação, né, na obra Minha Família, o Mundo e eu. Então, diz assim, vou fazer a leitura aqui, Verinha, para nós então fazermos os nossos comentários, né? É o item 10 do capítulo 11. Diz assim: "Amar no sentido profundo do termo é o homem ser leal, probo, consciencioso para fazer aos outros o que queira que estes lhe façam. É procurar em torno de si o sentido íntimo de todas as dores que acabrunham seus irmãos. para suavizá-las. É considerar como sua a grande família humana, porque essa família todos a encontrareis dentro de certo período em mundos mais adiantados. E os espíritos que acompanham, né, que acompõem, são como vós, filhos de Deus, destinados a se elevarem ao infinito. Assim não podeis recusar aos vossos irmãos o que Deus liberalmente vos outorgou, porquanto de vosso lado. Muitos vos vos alegraria que vossos irmãos vos dessem aquilo de que necessitais para todos os sofrimentos. Tende, pois, sempre uma palavra de esperança e de

ente vos outorgou, porquanto de vosso lado. Muitos vos vos alegraria que vossos irmãos vos dessem aquilo de que necessitais para todos os sofrimentos. Tende, pois, sempre uma palavra de esperança e de conforto, a fim de que sejais inteiramente amor e justiça. E aí, >> simples assim? >> Simples, >> simples assim. Ah, só amor, só amor. E e engraçado, né, que hoje mesmo tá tá falando com uma amiga, né? Nós falamos tanto de amor, amor na família, amor no lar, mas como às vezes isso ainda é muito difícil para nós, né, Ida? É muito difícil nós, eh, às vezes a gente quer dar o melhor para aqueles que convivem conosco, >> ser gentil, ser solícita. Mas como é complicado às vezes nós conseguimos vivenciar isso que o evangelho nos fala, né, essa entrega, essa vivência, realmente viver com os nossos, né, estar ali. E a família ela tem esse desafio. E é aí que aí que tá a grande a grande alegria do da vida, né? Porque nós começamos a aprender a a crescer e evoluir juntos, mas desde que todos trabalhe esse amor, né? Porque sem esse amor não tem como, né, Yude? E e é isso, né, Verinha? Como diz aqui, eh, achei tão forte essa parte quando ele diz assim: "Não podeis recusar aos vossos irmãos o que Deus liberalmente vos outorgou". Então, quando nós pensamos assim da dificuldade do relacionamento, eh, das divergências que acontecem, das interações que alguns de nós, e aí nós nos incluímos também, nos sentimos quase que obrigados muitas vezes nessa nessa relação de de trocas. E como é colocado aqui, né? Se Deus nos colocou nesse lugar, nesse espaço, nesse cantinho para estarmos todos juntos, propósito há. Por mais que nós não consigamos entender nesse momento, mas nós fomos nós mesmos que solicitamos estar juntos para que pudéssemos refazer os nossos caminhos alguns. Eh, porque nem toda a família, não é, Verinha? Nem toda a família está vivendo um relacionamento de prova e expiação. Alguns são provas, outros expiação. Há aquelas famílias que vê onde a afinidade é maior, que nós percebemos

ília, não é, Verinha? Nem toda a família está vivendo um relacionamento de prova e expiação. Alguns são provas, outros expiação. Há aquelas famílias que vê onde a afinidade é maior, que nós percebemos ali que vem como um exemplo para que nós possamos fazer o mesmo, não é? Então são eh é como numa escola, né? Cada um está num eh num está ensalado numa turma, não é? Numa determinada num determinado nível de conhecimento, eh, de vivência e de experiência. Então, Vera, Camilo, vem, >> diga, diga. >> Não, e isso que eu ia falar que nem você falou, cada um ensalamento, né? Eh, e é isso que às vezes, eh, a gente não consegue entender quando tem um olhar totalmente material, totalmente da vida material. A gente não consegue, nós não conseguimos perceber essa diferença. Isso a doutrina nos traz muito bem. Eh, compreendemos que nós somos diferentes, não só de aparência, né, mas de sentimentos, de tudo que nos envolve dentro de um lar. Nós somos diferentes. E o lar eu acho ele tão maravilhoso, porque assim, nós temos aquela pessoa ligada em 220 que quer tudo para ontem e tem aquelas de boa. E isso é um desafio. Se a gente, se nós somos essa do 220 com aquele 110, isso é uma loucura. Mas é que nós não aproveitamos essa oportunidade, né? E eu di, é aí que tá o segredo, é aprender um pouquinho da paciência. com o outro. É entender que nem tudo é para já, é para este momento que pode esperar. Tem muitas coisas que pode esperar na nossa vida, no nosso dia a dia e que nós não conseguimos esperar. E aí nós vamos das coisas mais bobas às coisas mais importante. Nós vamos do momento que a gente pede pro outro secar uma louça e ele demora. Ou quando nós precisamos de um favor muito sério, que o outro se movimente para que a coisa flua. E daí percebemos, olha gente, ele é aquela famosa frase, né? Quer que a vida quer morrer encostado num barranco, né? Quer fazer nada. Mas aí que tá, mas aí que tá o legal coisa, o legal da vida é a gente ter esse olhar. E a doutrina nos traz muito isso, nos

né? Quer que a vida quer morrer encostado num barranco, né? Quer fazer nada. Mas aí que tá, mas aí que tá o legal coisa, o legal da vida é a gente ter esse olhar. E a doutrina nos traz muito isso, nos falando essa importância de um aprender com o outro. E aí nós vamos aprendendo tudo, porque a família ela é composta por essa loucura. Então nós temos o que quer tudo para já, o que o que tá tudo bem, vou depois. Tem aquele que consegue equilibrar os dois sentimentos, né, que é ágil quando precisa, mas também nessa constituição, né, Verinha? cada um dos membros que compõe essa família, ele vem justamente >> com eh com as suas funções, com os seus talentos. É aquele que, como numa receita de bolo, nós precisamos de ingredientes, eh nós falamos no popular que deliga e muitas vezes esse que você falou, aquele que é mais harmonioso, não é? que chama um, que une com o outro. Então são diversos papéis dentro dessa constituição familiar, não é? Exatamente. E quando começamos realmente vivenciar a família com esse olhar além do material, quando começamos eh vivenciar a família com olhar espiritual, nós conseguimos perceber essas sutilezas e e mesmo que o nosso orgulho e vaidade não nos permita admitir para o outro, mas ali nós pensamos: "Tenho muito para aprender aqui, tenho muito para aprender. com esse jeitinho mais tranquilo, com esse com esse essa maneira de ver a vida mais serena. Então isso é muito legal na família. Eu acho maravilhoso. Desafiador. >> É desafiador. >> Vamos dizer aqui, não é? >> É desafiador, realmente. >> E Camilo vai justamente buscar naqueles ensinamentos, nesses ensinamentos que Jesus traz para falar, né? amar o próximo como a si mesmo. E pegando, fazendo esse link, Camilo vai falar justamente desse tempo, desse tempo para os nossos, né? Um tempo para os teus. E quando ele ele inicia aqui fazendo um panorama geral da união doméstica, ele vem falando eh dessa da mentalidade dos pais da da família que aninhou-se num limitado conjunto de crenças que acabam por não

ando ele ele inicia aqui fazendo um panorama geral da união doméstica, ele vem falando eh dessa da mentalidade dos pais da da família que aninhou-se num limitado conjunto de crenças que acabam por não corresponder à realidade da formação familiar. nós nos esquecemos dos nossos objetivos ou deixamos de lado em benefício particular. E aí muito me chamou atenção eh nesse nesse subitem em que ele trabalha o tema da nossa da nossa live, que porque ele fala assim, ó, torna-se preocupante, no entanto, a postura dos pais. quando passam a crer que a eles somente caiba o dever de manutenção material ou do suprimento econômico do clã, passando a a dedicar todo e qualquer tempo à conquista de recursos financeiros, tornando-se meros provedores de sua família. E aí a gente já vai então percebendo o porquê desse tema e qual o objetivo de Camilo vim trazer para nós, né, fazer essa chamada de atenção, porque é uma chamada de atenção. Qual o tempo que nós estamos disponibilizando para esse núcleo familiar, para aqueles que estão conosco, né? >> E qual a qualidade desse tempo, principalmente, né, Y? que eu acho que a gente tem que ficar atento eh nós que às vezes a gente conversa disso, que acabamos às vezes fazendo muitas atividades fora e e a gente tenta equilibrar essa balança, né, de estar com a família, de passar o final de semana, de estar ali presente, mas presente de verdade, porque hoje a gente nós estamos numa fase, não vamos dizer aqui que que a não se faz necessário os bens materiais. Isso seria uma hipocrisia da nossa parte. Claro que se faz, temos que trabalhar, necessitamos lei do progresso, precisamos disso tudo. É necessário, se faz necessário isso. >> Mas assim, o que que fica mais gravado? Uma tarde >> jogando uma bola num parque com os nossos filhos ou brinquedo mais caro? O que que essa criança vai levar paraa vida adulta? >> É algo que a gente tem que pensar, porque às vezes a gente nós pegamos e pensamos assim: "Puxa, eu não tive isso, eu quero muito dar pro meu filho, eu

que essa criança vai levar paraa vida adulta? >> É algo que a gente tem que pensar, porque às vezes a gente nós pegamos e pensamos assim: "Puxa, eu não tive isso, eu quero muito dar pro meu filho, eu quero muito." Mas o que que realmente vale para nós, né? Quando quando eu vi esse tema, que nós decidimos trabalhar esse tema, eu falei: "Puxa, qual que tá sendo o meu tempo com os meus?" >> Né? Veio esse questionamento para nós, qual tá sendo o nosso tempo? Será que estamos realmente deixando eh sementinhas, né, nesse coração para que futuramente venha falar: "Puxa, olha aquela tarde que eu passei". Que seja a tarde, que seja a lembrança do abraço, do eu te amo ou eu tô deixando mais a lembrança pros meus do que eu proporciono no material? É uma pergunta que quando eu li o quando eu vi o tema que nós decidimos esse tema, eu pensei: "Puxa, que tempo tem sido este?" Eh, e como não, como não se questionar, né, Ide? >> É porque a gente escolhe o tema, mesmo que não tenha sido uma de nós, mas como nós falamos aqui, não foi, não é? Eh, não fomos nós que escolhemos esse tema. Nós fomos agraciadas pela escolha do tema por uma de nossas queridas. E aí, eh, e pode ser que eu não foi, né, como nós estamos falando aqui, não fui eu que escolhi, não foi você que escolheu, mas nós fomos agraciadas. Eu digo porque bate em nós? Como você falou? Puxa, eu fiquei pensando sobre esse tema que escolhemos, porque aí sim, a partir do momento que alguém chega para nós e fala sobre um tema, né, oferece, sugere um tema e nós acatamos, nós estamos escolhendo juntos. E aí vem bater primeiro em quem? Não é em quem está ouvindo, >> mas é principalmente para nós, não é? >> Nas nossas atividades dentro do lar, >> com nessa relação com os nossos companheiros, com as nossas companheiras, com os nossos filhos, com todos aqueles nossos pais, eh nossos familiares de maneira geral. E nessa família, como a gente sempre fala, que a doutrina espírita traz essa luz para que entendamos como Camilo eh trabalha

lhos, com todos aqueles nossos pais, eh nossos familiares de maneira geral. E nessa família, como a gente sempre fala, que a doutrina espírita traz essa luz para que entendamos como Camilo eh trabalha na obra e vai buscar justamente o texto do Evangelho Segundo o Espiritismo, falando sobre a importância de amar a todos como a si próprio. Então, nós temos que lembrar que não somente a nossa relação e o nosso tempo, esse tempo que nós estamos oferecendo, não só para aqueles que estão conosco dentro do ambiente doméstico, mas para aqueles que estão conosco em todos os lugares, porque nós vamos ampliando a nossa conjugação familiar, né, a nossa a nossa formação e a nossa eh união com aqueles que vão se aproximando e que nó assim como nós nos aproximamos de muitos e que nós falamos, né, família do coração, porque é justamente isso, né, nós vamos aumentando, aumentando. Então, aquele que tinha três, hoje tem cinco membros, 10 membros, até que um dia nós possamos olhar para qualquer canto, para qualquer lugar e falar: "Ali também tem um irmão". Mas não a fala que vem apenas da boca, mas é aquela que vem aqui de dentro, aquela que é sentida, não é? E para isso é importante nós nos questionarmos, né, Verinha? É importante nós pensarmos sobre isso. >> A vigilância, né? A vigilância que nós temos muito legal é esse >> e muito legal essa tua essa tua ampliação, né, de do tema porque a família é a família universal, né? nossa família espiritual, família consanguínea. E aí também chega para nós o questionamento que tempo nós estamos vivendo com todos, não é só com os de núcleo realmente consanguíneo nosso, mas com todos, porque todos nós somos famílias, né? Todos nós somos filhos de Deus, todos nós somos irmãos. Então, realmente olhar para nós, puxa, mas qual tá sendo esse tempo? com meu amigo, com a minha amiga querida, né? Com aquela tia às vezes que tem o mesmo sangue, mas que eu não vejo há tanto tempo. Será que eu estou trabalhando para que eu deixe essas lembranças? E Camilo ali ele deu assim um puxãozinho

rida, né? Com aquela tia às vezes que tem o mesmo sangue, mas que eu não vejo há tanto tempo. Será que eu estou trabalhando para que eu deixe essas lembranças? E Camilo ali ele deu assim um puxãozinho de orelha maravilhoso na parte que você leu. É um puxãozinho de orelha maravilhoso. Às vezes >> então vai, então vai, vamos aí. continua, ele continua nos chamando atenção sobre isso, porque ele fala sobre a vigilância sobre as posses materiais, porque como você falou, ninguém aqui é hipócrita de dizer que isso não seja importante, porque nós estamos no meio material. Você citou muito bem a lei do trabalho, a lei do progresso. Todos nós precisamos nos movimentar. E quando nós falamos de trabalho, quando o Kardec questionou o que nós podemos entender como trabalho, não é? Toda ocupação útil. Porque muitas vezes nós falamos assim: "Fulano trabalha ou eu trabalho com o quê". E aí quando você fala que faz um trabalho, por exemplo, voluntário, a pessoa, ah, tá, não, mas eu não tô falando disso. Como se não fosse uma ocupação útil e que isso não lhe levasse a um progresso. Então, todo tipo de trabalho, todos nós necessitamos dessa movimentação e, eh, para o nosso desenvolvimento, para o nosso bem-estar, quem é que não gosta de chegar no no seu lar e poder oferecer o melhor para aqueles que estão eh eh convivendo ali naquele ambiente? É muito importante. Mas o que Camilo está trazendo aqui, reforçando o que Jesus de há muito, de há muito tempo já nos disse que a importância da convivência, de olharmos um para o outro, de cuidarmos uns dos outros, ele fala dessa vigilância para que a posse material ela não se sobreponha aos valores afetivos, aos valores emocionais, aos valores morais. Então ele diz assim: "O conjunto familiar não configura unicamente um grupo de dependentes econômicos aos quais os pais, né? E aqui nós estendemos porque hoje são as diversas formas de constituição familiar. muitas vezes avós que estão cuidando dos seus netos, tios, às vezes é um um amigo muito querido que ficou como tutor

E aqui nós estendemos porque hoje são as diversas formas de constituição familiar. muitas vezes avós que estão cuidando dos seus netos, tios, às vezes é um um amigo muito querido que ficou como tutor daquela criança. Enfim, qualquer que seja a constituição doméstica, a constituição familiar, aqui Camilo vem falando, né, aos quais os pais devem atender pr prestamente, não é? Então assim, não é só essa relação econômica. Ele fala, a família é estruturada fundamentalmente na dependência afetiva. Todo grupo doméstico é assim, um grupo de dependentes afetivos. Olha a importância e a responsabilidade desse termo dependência afetiva. E aí, Vera? >> E é tão interessante, então é tão interessante, né? Porque assim, quando nós, para nós vamos retornar um pouquinho, eh, como lembra que quando éramos pequeno que como a gente precisava do olhar da nossa mãe sobre nós, >> Sim. >> Se se por acaso nós nos sentir que tivesse longe, a gente já se sentia ai que medo, né? Perdida. E a e vamos crescendo, evoluindo, como ainda esse amor nos acalenta o coração. >> Sim, >> né? Feliz daqueles que ainda na sua fase adulta tem seus pais, sua mãe perto. Isso é maravilhoso. Mas são vínculos. O amor é um vínculo tão forte que dá base paraa vida. Porque quando nós temos ali essa base, esse vínculo afetivo mesmo, essa segurança eh amorosa, eh como nos dá força e resignação para para enfrentar as nossas dificuldades, porque ao longo da vida nós temos inúmeras dificuldades, né? né? Às vezes as provas que nos chegas, que são necessárias para o nosso crescimento, >> às vezes somos nós conosco mesmo, com as nossas dores íntimas. E quando nós retornamos às vezes naqueles dias que nos sentimos perdidos e todo se sente, como é bom lembrar desse feto, desse vínculo realmente amoroso. Nós nos sentimos pertencentes >> é o lugar de segurança, não é, Vera? Eh, quanto mais fortificamos esses eh e quanto mais fortificamos esses vínculos amorosos, como isso nos dá suporte para viver? Claro que nós sabemos, né, Ite,

s >> é o lugar de segurança, não é, Vera? Eh, quanto mais fortificamos esses eh e quanto mais fortificamos esses vínculos amorosos, como isso nos dá suporte para viver? Claro que nós sabemos, né, Ite, que nem toda família é composta, porque cada família é única. Por mais que seja, falamos, nós falamos assim, em tudo igual, ah, mãe conversa papo de mãe, ah, tudo igual, não é tudo igual, >> né? Cada família tem ali a sua particularidade, tem o seu mod, o seu modo de ser. Nós não somos iguais, podemos ser parcos, mas não somos iguais. Nenhuma família é igual à outra. Ela sempre tem ali um componente que na outra não tem e vice-versa. Mas assim, o quanto nós temos que trabalhar isso em família, ILD, porque nós falamos assim, claro que a nossa família espiritual, meu Deus, é um bálsamo na nossa vida, né? Um bálsamo quando nós temos essa família espiritual bem sólida sólida. É um bálsamo para nós nas dificuldades. >> Uhum. Mas assim, a nossa família consanguínea, que é aquela que nós nascemos ali, como é importante uma família que tem a sua base no amor, no respeito, como isso é importante. que quando nós não temos, eh, percebemos que às vezes desestrutura essa pessoa, essa pessoa tem mais dificuldades na vida, mas como Deus é perfeito, nós temos o livre arbítrio. Então, às vezes nós não conseguimos ter essa estrutura toda de amor na nossa infância ali na nossa vida, mas a partir do momento que nós decidimos formar uma família, nós podemos fortalecer e fazer essa base, né? Isso é tão, é tão lindo e tão maravilhoso que Deus sempre tá nos dando oportunidade. Então, às vezes não, não casei, não tive filho, não tive nada, mas daí vem a família espiritual e daí essa família cresce e daí nós temos a oportunidade de fazer essa família ficar com uma base sólida do amor. E isso é tão legal. Eh, se nós prestarmos atenção como Deus nunca nos desampara, né, ILD? Nunca. Jamais. >> Às vezes nós às vezes tivemos >> eh às vezes tivemos sim, né, uma uma fase complicada, não tivemos uma base

gal. Eh, se nós prestarmos atenção como Deus nunca nos desampara, né, ILD? Nunca. Jamais. >> Às vezes nós às vezes tivemos >> eh às vezes tivemos sim, né, uma uma fase complicada, não tivemos uma base nossos pais nos deram o que podia dar. >> Simples assim. A vida é simples assim. >> É, >> né? Mas daí depois, ai não, mas eu queria. E daí vem a nossa família e podemos fazer diferente. Isso é tão maravilhoso. Ó, nós temos aí uma uma perguntinha. >> Uma pergunta. É, >> vejo, é, vejo na atualidade uma busca pelas conquistas materiais e convivência familiar ficou em quinto plano. O que fazer, ILD? O que fazer, Hild? O que fazer quando essa família, família, deixa eu jogar pra outra. O que podemos fazer quando percebemos que a família ficou lá em quinto plano? Eh, vamos então trazer aqui o que nós temos de orientação espiritual, eh, principalmente nesse nesse tema, quando Camilo, ó, que nos deu toda essa base para a fala de hoje, vem dizer assim, ó, as falas de carinho, os gestos de ternura entre beijos e afagos, marcas de intimidade e de confiança, são capazes de enriquecer de modo muito significativo o relacionamento entre pais e filhos, que foi o que você falou, não é? era a necessidade da qualidade de estarmos ali. Não basta estar presente fisicamente, é importante estarmos presente, como como se diz, de corpo e alma, dar a atenção devido àquele momento. Porque quantas vezes nós estamos com o outro, mas não estamos prestando atenção em nada que se diz, que se faz, o que se requere, não atendemos aquela solicitação. Então ele continua dizendo assim: "Muito significativo o relacionamento entre pais e filhos, que por se sentirem alimentados de amor no lar, não serão tentados a aceitar, com a avidez do carente, as ofertas de traficantes de droga e dos vendedores de ilusão sexual, que rodeiam muitas vezes sob cândidos disfarces no burburinho da vida social. E muitas vezes essa falta, né, de atenção, dessa falta de tempo, porque nós reclamamos muito, eu não tenho tempo, falta-me

que rodeiam muitas vezes sob cândidos disfarces no burburinho da vida social. E muitas vezes essa falta, né, de atenção, dessa falta de tempo, porque nós reclamamos muito, eu não tenho tempo, falta-me tempo. Mas pensamos, e eu sei que é um pensamento nosso, não é, Vera? que na realidade o que falta para cada um de nós é a disciplina, é a organização naquilo que eu tenho de tempo, o que eu posso fazer naquele dia, por exemplo. E dentro daquilo que eu necessito fazer e que é importante fazer, qual a prioridade? Porque como ele coloca aqui, hoje essa convivência familiar ficou, como diz ali, né, a conexão quanto a convivência familiar ficou em quinto plano, ou seja, todas as outras coisas são mais importantes do que a vivência com os meus. Então, busca pelas conquistas cada vez mais eu quero, eu quero, eu quero. E vejo também, e aqui há uma colocação particular que nós temos permitido, porque aí é de cada um de nós. Mas assim, o meu sentimento, eu e o Degé, eu vejo que nós muitas vezes deixamos-nos enredar pelas redes sociais, pelo que é postado, eh pelo que eu me deixo influenciar pelo que a Vera colocou, né? ou a Cirlei, a Maria, o João vão lá e aquela vida maravilhosa. E aí eu passo a querer aquilo como se aquilo fosse uma verdade, como se aquilo fosse o exemplo melhor para eu fazer. Mas eu não sei a vivência, a experiência. Eu não sei o dia a dia daqueles que estão ali colocando aquela exposição que muitas vezes traz para o outro essas questões, essas dependências e essas vontades, esses desejos do que eu não tenho, o que eu não consigo, então eu vou encontrar em outros lugares. Por isso, Camilo faz esse alerta aqui, não é, Vera? da preocupação que nós temos ter, porque se você não tem segurança, se você não tem uma base, se você não tem com quem conversar, com quem colocar, eh, para quem você trazer as suas inseguranças, as suas insatisfações, os seus desejos, aquilo que está lhe afligindo. Se você não consegue colocar aquilo para aqueles que estão com você dentro desse dessa desse laboratório,

r as suas inseguranças, as suas insatisfações, os seus desejos, aquilo que está lhe afligindo. Se você não consegue colocar aquilo para aqueles que estão com você dentro desse dessa desse laboratório, né, dentro de dessas paredes que circundam aquela família, o primeiro que passar e me oferecer um tempo que estender a mão, seja ela para que caminho for, pela pela falta de, né, né, pela falta de afeto, pela falta de companhia, pela falta do ombro amigo, da segurança, da confiança, eu vou acabar me envolvendo muitas vezes, até mesmo por essa questão, né, pelas inseguranças que eu trago no primeiro que me oferecer algo que a meu ver parece muito bom. Então é o cuidado >> e e essa essa colocação, né, que a família ficou no quinto plano. Mas por que que ela chegou ao quinto plano? Porque nós estamos num núcleo familiar que muitas vezes nós temos que olhar para nós. >> Uhum. e ver o que que nós estamos fazendo para que esse cenário, essa situação se modifique, como nos disse o Camilo, palavras amorosas, palavras gentis. Será que nós estamos sendo essa palavra amorosa, gentil, essa palavra de escutar, né? Será que nós estamos conseguindo escutar aqueles que vivem conosco? principalmente quando ele fala que se envolve ali no mundo das drogas, tudo. Hoje adolescentes às vezes chega querendo falar e os pais tão tão ali preocupados com seus afazeres, porque às vezes tem muitos pais que trabalham de casa, mas estão trabalhando, né? E chega para conversar, mal dá atenção. Mas às vezes, olha, filho, agora eu não posso, mas mais tarde vamos sentar e vamos conversar. É, porque às vezes naquele momento, infelizmente a gente não consegue. Então nós temos que também ter esse olhar, né, Ide? para nós, porque nós estamos num núcleo familiar e claro que sabemos que às vezes nós estamos ali com a maior boa vontade fazendo de tudo, mas o outro não corresponde da maneira que nós achamos correto, porque isso é uma coisa que nós também temos que ter, um olhar bem sério dentro do lar, dentro

com a maior boa vontade fazendo de tudo, mas o outro não corresponde da maneira que nós achamos correto, porque isso é uma coisa que nós também temos que ter, um olhar bem sério dentro do lar, dentro daqueles, principalmente que a gente convive no dia a dia, porque muitas vezes nós queremos que o outro faça as coisas do modo que nós achamos correto. E uma verdade, ela sempre, a história sempre tem dois lados. Não quer dizer que o meu lado seja o certo e nem que a ILD esteja certa, né, ILD? Às vezes é só o ângulo de visão. Às vezes eu estou vendo de um lado e aquilo me parece muito certo aí o de seguir o que eu estou falando, mas aí o de com olhar a divisão dela do lado dela não tá vendo? Não é legal. Então quando nós, né, aqui principalmente nessa nesse questionamento, eh, ficou em quinto plano, tá? Mas o que que eu tô fazendo para trazer pro primeiro plano? prioridades, >> porque temos que nos questionar, porque é engraçado que às vezes a gente terceiriza, né, na maioria das vezes, ah, não tá dando certo isso por causa do marido, por causa do filho, por causa disso, >> mas o que eu estou fazendo para que isso se modifique? Então, claro, é a palavra gentil, é o eh estar presente de fato, porque hoje em dia você vê às vezes casal e principalmente no restaurante, às vezes a gente vê um grupo de quatro, cinco da família e cada um tá aqui no celular, >> não tão conversando, tipo, eu estou aqui, mas >> saímos, >> é, saímos, fizemos, >> saímos juntos, >> juntos, mas não ficamos juntos porque minha Minha preocupação é postar foto para o DB que eu tô no restaurante. É >> com a minha família. Eu saí com a minha família. Nós estamos juntos, porém desunidos. >> Desunidos. E e cada vez você vê, nós temos que cuidar de nós, porque gente, >> vamos falar sério, tecnologia maravilhosa. Quanta coisa maravilhosa. E se nós não estarmos atento a nós, muitas vezes nós estamos do lado, mas não estamos presente, porque nós estamos conectado. >> Então isso é bacana também. Nós temos sempre esse olhar para nós, né, ILD,

e nós não estarmos atento a nós, muitas vezes nós estamos do lado, mas não estamos presente, porque nós estamos conectado. >> Então isso é bacana também. Nós temos sempre esse olhar para nós, né, ILD, essa essa percepção mesmo, como eu estou, >> como está funcionando. >> Então assim, eu acho, >> ó lá, vamos ver. Boa noite. Vejo que o tempo para ganhar dinheiro tem um empenho no materialismo. Família dá trabalho e sem retorno. Erro gravíssimo, pois a família é o melhor investimento da existência. Nossa, essa não precisa nem comentar. Respondeu, respond essa questão do dinheiro, né, Vera, da questão material. E aqui nós falamos quando Camilo traz dentro do tema o item a vigilância sobre as postes materiais. Nós já falamos por diversas vezes, mas eu penso que seja muito importante pelo que colocou Conexão Quanto e a Rede Mundial de Emissoras eh que trouxe aqui para nós, não é, esse esse esse questionamento ou essa afirmativa, né? A rede mundial de rede mundial de emissoras espíritas fala fala que é um erro gravíssimo, pois a família é o melhor investimento da existência. E é importante nós lembrarmos que, como foi falado logo no início, foi foi inclusive você, Vera, que colocou a questão da importância do do progresso através do trabalho e que as posses eh, ou vamos colocar assim que os bens materiais são importantes, são conquistas, faz parte desse do nosso desenvolvimento. Estamos no meio material. Lógico, todos nós queremos ter uma boa moradia, né? Podermos nos locomover, vestirmos, eh, nos vestirmos adequadamente, ter o que calçar, ter o que comer, ter o que ler, escolher, né? Seria ótimo se toda a humanidade tivesse acesso a tudo isso de maneira eh que atendesse a todos, né, a todos os lares. E aí começa essa corrida desenfriada, como a conexão quanto colocou, né? a busca pelas conquistas materiais e a e aí deixa a convivência para segundo plano, terceiro, quarto, quinto. >> Por quê? O que que importa? Ah, eu dar a melhor escola para o meu filho. O mais importante é que ele tire boas notas. E

is e a e aí deixa a convivência para segundo plano, terceiro, quarto, quinto. >> Por quê? O que que importa? Ah, eu dar a melhor escola para o meu filho. O mais importante é que ele tire boas notas. E aí eu chego em casa, qual é a minha preocupação? Olá, Vera. Como foi o seu dia? Como você passou o dia? Como, como foi o trabalho? Como foi a escola? Não teve nó teve prova na escola. Qual, como é que você se saiu? Como foi? Então assim, nós começamos a cobrar resultados porque o filho da vizinha se saiu melhor que você. Veja. E aí nós começamos as comparações e sempre nos preocupando com quantidade, com valores voltados, né? referências, melhor dizendo, voltado para esse esse campo material. É importante que você se desenvolva, que você estude para quê? Ter essa conversa, não é? Mas não porque eu quero que você seja o primeiro da turma e que se sobressaia, que você seja melhor que todo mundo. Então, nós vamos permitindo que as questões materiais gerenci a nossa vida e que é diferente do que você falou, Verinha, eu ter um bom carro, ter uma boa casa, ter alimento, comer, trazer para dentro do lar aquilo que foi uma conquista através do meu trabalho, muito válido. Mas o que é nesse momento que nós estamos precisando? É dialogar, é passar um tempo distante das mídias, deixar os celulares e parados um tempo, conversar, assistir um filme juntos, rir, dar gargalhadas, não é? Fazer um lanche que seja o piquenique em casa mesmo. Ah, não tenho, não é? E como como isso é importante que você falou agora, porque é são é isso que fica em nós, é essas lembranças que fica. É que nem, né, nós a gente sabe que se faz necessário, nós estamos no mundo material se faz necessário. O que não podemos permitir é que o dinheiro seja dono de nós, que as posses sejam dono de nós, né? né? Nós temos que ser espíritos que possuem, né, o dinheiro necessário. Mas assim, puxa, estamos tá deixando a família de lado, não estou convivendo. Nós temos que ter esse olhar hoje, hoje com tantas informações, eh, seja da

íritos que possuem, né, o dinheiro necessário. Mas assim, puxa, estamos tá deixando a família de lado, não estou convivendo. Nós temos que ter esse olhar hoje, hoje com tantas informações, eh, seja da parte religiosa, da doutrina espírita, mas psicólogos, todo mundo tá falando a mesma coisa. Todo mundo tá falando a mesma coisa, não é? Nós aqui que somos espíritas, estamos falando das dificuldades da família, que hoje a família está se perdendo. E por que está se perdendo? Todos estão falando e todos falupação geral, não é? >> E todos falam a mesma coisa. Amor, tá faltando, amor tá faltando, olhar fraternal tá faltando Deus na vida. Porque às vezes nós estamos vivendo tanto no material que esquecemos o nosso lado divino, esquecemos dessa centelha divina. Porque assim, já disse, né, Jesus, vós sos eh sois luz. Todos nós somos luz. Todos nós temos a centelha divina, mas para que ela se acenda, para que nós possamos ter esse olhar mesmo, né, I dessa importância da família espiritual e da nossa família consanguínea, o quanto é importante pra nossa evolução, pro nosso lado espiritual. Nós temos que permitir que essa luz se acenda. Nós temos que permitir que esse amor venha realmente morar nos nossos lares, que o amor seje morador diário nos nossos lares. Nós temos que permitir isso, porque se nós não permitirmos, se nós não tivermos atento a nós, porque hoje é tanta informação, o que é maravilhoso, né? Vamos ser sincero, é maravilhoso, mas ao mesmo tempo, cada vez mais nós temos necessidade de nos autoconhecer, de formar a nossa base sólida, deixá-la sólida para que nós possamos nos reconhecer quando estamos nos perdendo da parte mais importante da nossa vida, que é o o investimento mais importante que é a família. Hoje pela >> isso estamos, né, Vera? E pela doutrina espírita, nós sabemos que nós estamos na família que necessitamos e que pedimos. Nós sabemos disso, que é crescimento para todos, é crescimento para nós, é crescimento para o outro. Nós dependemos um do outro para crescer e evoluir.

tamos na família que necessitamos e que pedimos. Nós sabemos disso, que é crescimento para todos, é crescimento para nós, é crescimento para o outro. Nós dependemos um do outro para crescer e evoluir. Dependemos um do outro. Então eu acho que sempre temos que ter esse questionamento. Quem é morador da minha casa? >> Sim. É o amor. É o amor. É a palavra gentil. É a palavra amorosa. Ou o morador da minha casa é a crítica, né? Eu sou o dono da verdade que vejo a falha do outro, >> o autoritarismo, né? Porque todos nós trazemos ainda muito dessas eh desses vícios e que nós estamos justamente nessa jornada de amor que é a vivência em família e como foi colocado aqui, a família é o melhor investimento da existência. Dá trabalho viver e conviver em família? Com certeza que dá trabalho, mas não é isso que vai fazer com que nós, não é o trabalho >> que vai fazer com que nós evoluamos. Não estamos nesse desenvolvimento em conjunto justamente para alcançar essa evolução espiritual. Não é em família, não é esse grande objetivo, não foi assim que Deus quis para o nosso desenvolvimento vivermos em conjuntos, em pequenos, em pequenas sociedades, para podermos aprender, desenvolver o amor em nós para que um dia essa pequena sociedade seja toda a humanidade, não é? Então, eh, é um trabalho, é trabalhoso, sim. a convivência, o dia a dia, mas nós não podemos nos perder. E sabe, Vera, eu tava aqui pensando eh enquanto você falava, porque uma das primeiras palestras que eu assisti ao chegar ao movimento espírita eh foi sobre pensamento e responsabilidade. E naquela época, naquele momento, não faz muito tempo, não, tá? Não, menina, foi ontem, >> mas naquela época eu lembro que nós ainda nem tínhamos todo esse esses aparatos, toda essa tecnologia ao nosso dispor, mas ali a palestrante falava >> sobre a fábrica do pensamento e ela trouxe então a gerência, que a gerência dessa fábrica né? É que está ali dando todos os comandos à nossa vontade. >> Então, eh quando se quando foi colocado aqui sobre a convivência familiar ficar

ela trouxe então a gerência, que a gerência dessa fábrica né? É que está ali dando todos os comandos à nossa vontade. >> Então, eh quando se quando foi colocado aqui sobre a convivência familiar ficar lá em último plano nessa busca incessante pelas conquistas materiais, o que fazer? Nós temos que lembrar qual é, né, como que está esse veículo, como eu estou me conduzindo, qual é o veículo, que vontade é essa que eu estou direcionando para ir por um caminho ou por outro? Ou seja, a minha vontade é estabelecer uma boa relação familiar, uma relação saudável, ou é deixar tudo isso de escanteio e preferir que eu viva soberanamente nas questões materiais, né? >> Então, >> é importante, né? E aqui nós temos mais um outro questionamento. >> Tem Uhum. O que dizer sobre os últimos minutos de uma pessoa que está preste a deixar o corpo físico e usa esse tempo para estabelecer o perdão? É válido ou devemos evitar esse cenário no final? Usa-se o tempo para estabelecer o perdão, né? É válido ou devemos evitar esse cenário no final da vida? Seria maravilhoso que nós não precisássemos pedir perdão, que nós não tivéssemos ofendido ninguém, que nós não tivéssemos criado nenhuma tristeza, nem uma mágoa no outro. Isso seria maravilhoso, mas tão maravilhoso é reconhecer isto. Porque ter o arrependimento e o reconhecimento que nós falhamos com aquele, pedir o perdão, isso é maravilhoso, mesmo que seja no último milésimo de segundo da nossa vida, né, ILD? Porque isso >> é o reconhecimento desse espírito ali que falhou, que errou. Então assim, claro que o melhor é nós passarmos por essa vida e chegar a este momento de >> de maneira tranquila. >> De maneira tranquila, sem sem precisar e só sentindo amor e sabendo que somos amado e que não ferimos ninguém. Isso seria maravilhoso. Mas assim, eu acho que chegar a este ponto também é um é um crescimento para esse espírito, né, Yude? Nós temos que pensar que todo tempo é tempo de Deus, que a qualquer instante é tempo, é momento. Porque quantas vezes

que chegar a este ponto também é um é um crescimento para esse espírito, né, Yude? Nós temos que pensar que todo tempo é tempo de Deus, que a qualquer instante é tempo, é momento. Porque quantas vezes nós falamos: "Ah, isso não é mais para mim, porque passou o meu tempo". Se nós estamos aqui, se nós estamos nessa jornada, como diz Jesus, como falou Jesus há muito tempo, aproveita enquanto está no caminho. Se és solicitado a dar 1000 passes, dá 2.000. Se é necessário, perdão, 70 x 7. que seja, mas que nós aproveitemos esse momento. O ideal seria que nós fizéssemos o que já foi nos aconselhado. Todos os dias avaliar através da nossa consciência o que fizemos, o que deixamos de fazer, o que fizemos, se foi bom e se poderíamos ter feito melhor ainda. E se nos equivocamos, vamos recorrer ao perdão, falar com outro, trabalhar essas questões para não deixar para o último momento. Mas é válido, é lógico que é válido. Se o meu tempo é esse, se para mim chegou a essa consciência, se eu tive esse despertar justamente, né, velinha? Se eu tive esse despertar nesse instante, ou seja, antes de fazer a minha passagem, opa, eu tenho uma questão com a Vera. Vera, eu posso falar com você? Eu quero, antes da minha partida restabelecer os laços, os vínculos. Claro que é válido, mas se nós pudermos seguir, né, devemos seguir os ensinamentos, as orientações dos nossos orientadores e especialmente seguir o nosso modelo e guia. E ele nos diz: "Aproveita enquanto é tempo, aproveita enquanto está a caminho. Agora, se esse caminho, se esse tempo foi o derradeiro, que seja a qualquer instante, né, aproveitarmos essa existência. Então, antes de partirmos, se pudermos resolver as nossas questões, qualquer tempo é tempo para o perdão e para viver o amor. Que nós possamos trabalhar para servir melhor e assim aprendermos a amar a todos, né? Ainda não dá, né, Verinha? Para amar, >> mas dá sim. Não, brincadeira, a gente tenta, mas mas eu fiquei pensando nessa nessa pergunta, né, nesse questionamento.

e assim aprendermos a amar a todos, né? Ainda não dá, né, Verinha? Para amar, >> mas dá sim. Não, brincadeira, a gente tenta, mas mas eu fiquei pensando nessa nessa pergunta, né, nesse questionamento. Eh, imagina uma família que passou, né, às vezes ali o pai ou a mãe ou vice-versa, filha, irmão, seja quem for, às vezes uma vida dura, né, ali só falando, magoando, ferindo. >> Você pensa que evolução para essa família? Que evolução para esse espírito chegar no final e mesmo que seja ali pela consciência, pelo despertar, né, já o seu retorno à pátria espiritual, mas foi o momento que o amor falou. Isso, isso é maravilhoso. Imaginou, ILD, né? Às vezes aquele pai que, puxa, judiou da sua filha ou vice-versa e neste momento ainda tem a condição de pedir perdão e reconhecer ali a sua falha. >> E é uma aplicação de um tempo para os teus, um tempo para os nossos. >> Todo tempo é válido, não é? E Camilo Vera diz assim, olha só que que interessante que ele fala: "Dá do teu tempo precioso daquele que tens para administrar a tua existência. um pouco para conviver de maneira mais próxima, proveitosa e abundante com os teus amores familiares, pois que não tens ideias do tempo que ainda terás junto deles na terra e do significado dessa atenção para ti e para todos. Nós não sabemos >> não >> o tempo que ainda teremos uns para com os outros. Exatamente. E eu acho que o grande convite que ficou dessa nossa nossa conversa, dessa nossa roda de conversa é isso mesmo, né? E o de olhar para nós, qual que é o tempo, qual é o tempo que nós estamos deixando para os nossos, como estamos vivenciando esse nosso, esse nosso tempo juntos. Ai, muito obrigada. Uma delícia foi estar com vocês nessa live. Mas nós temos que pensar nisso, qual é o tempo que nós estamos plantando e e vamos também ter a consciência que às vezes eu quero plantar nesse tempo muito amor, mas eu não vou ter essa essa mesma eh eh não vou ter esse mesmo >> do outro lado. Talvez o outro não consiga me dar esse amor que eu tô

onsciência que às vezes eu quero plantar nesse tempo muito amor, mas eu não vou ter essa essa mesma eh eh não vou ter esse mesmo >> do outro lado. Talvez o outro não consiga me dar esse amor que eu tô querendo dar nesse tempo para ele, né? Às vezes nós ficamos frustrado porque queremos tanto, fazemos tanto e o outro lado não corresponde. Mas mesmo assim nunca desanime, porque a semente é boa, o amor é bom, ele pode não dar fruto nesta encarnação, nesse nesta núcleo familiar, neste momento, pode não dar, mas futuramente vai dar, porque uma semente de amor, ela nunca se perde, né, Idei? >> Nunca, nunca se perde, né? E eh é muito bom nós podermos aproveitar o nosso tempo junto, como estamos fazendo aqui agora, porque é um tempo para todos nós. É um tempo que nós nos damos, que nós nos permitimos. E esse momento que aqui estamos é um tempo para nós, não é, Verinha? individualmente. >> É um tempo para os nossos queridos, para os nossos amores. É um tempo para os nossos familiares de todos os cantos, aqui ou em outro plano, para que nós possamos aproveitar esses esclarecimentos que a doutrina espírita nos traz. E assim como diz aqui Camilo, trazendo de volta, né, reforçando os ensinamentos, lembrando-nos do que Jesus já há muito nos disse sobre aproveitar a nossa existência. A vida é única, >> é, >> mas as existências, quantas serão? E para que nós não precisemos dessas idas e vindas com tanta frequência, que possamos estar nesse tempo de Deus, aproveitando o tempo com os nossos amores. E Camilo termina esse capítulo, capítulo 30 da obra que citamos aqui no início, né? eh, que nós sempre recomendamos, faz parte da nossa bibliografia na área da família, né, nos trabalhos que realizamos, minha família, o mundo e eu. Camilo diz assim ao final desse capítulo: "Vive um pouco mais com a tua família para demonstrar-lhe que isso é importante dentro do projeto divino, mas também para ensinar os teus amores. a fazerem o mesmo movimento com as outras famílias que venham a se formar no

m a tua família para demonstrar-lhe que isso é importante dentro do projeto divino, mas também para ensinar os teus amores. a fazerem o mesmo movimento com as outras famílias que venham a se formar no porvir, que venham a se formar no porvir a partir da tua. Porque nós chegamos aqui, como falamos, nós temos um núcleo familiar e nós vamos expandindo a nossa família através de cada membro que, pelo exemplo, que recebe o amor, o respeito e gestos de ternura, passam dali para construir outras eh formações domésticas e vivenciar o amor. Assim nós vamos ampliando a nossa família, nossa família e que possamos ser esse a espalhar sementes do amor, não só dentro do nosso lar, que é tão importante como hoje nós tanto falamos disso, mas em toda a nossa família espiritual, todos aqueles que cruzam o nosso caminho, todos aqueles que caminham conosco, que Deus nos permita valorizar esse tempo. que possamos vivenciar mais o tempo, viver no mundo material, sim, fazer o que se faz necessário para ter uma condição material tranquila, mas nunca esquecer do vínculo amoroso. que as lembranças que nós possamos deixar no nosso núcleo familiar seje a lembrança de um bom sorriso, de uma tarde gostosa, né? E de um jantar em volta de uma mesa, aquele bate-papo que possamos deixar muito mais lembranças nesses sentidos. Claro, se a gente puder deixar ali a bicicleta, às vezes de presente pro filho, o material. Puxa, eu era pequena, a minha mãe me deu aquela bodeca. Que legal, que legal também. Mas o mais importante é deixar o amor. Nós, né, ILD, desejamos que isso aconteça em todos os lares e principalmente no nosso lar. Que esteje no seu lar muito amor como no meu em todos nossos. Que assim seja para todos nós. E e nós mais uma vez, não é, Verinha? Agradecemos a companhia amiga, a >> Ai, nós também adoramos. >> Foi muito bom. E essa e essa troca, não é? A a aqui nós recebemos, né, esse carinho de vocês. Nós estaremos sim em conexão quanto colocou ali, né, que >> olhou no canal e viu que nós estaremos

mos. >> Foi muito bom. E essa e essa troca, não é? A a aqui nós recebemos, né, esse carinho de vocês. Nós estaremos sim em conexão quanto colocou ali, né, que >> olhou no canal e viu que nós estaremos ao vivo no domingo. >> Nós estaremos com uma convidada, Sandra Kremer, que virá conversar conosco no nessa roda, né, na nossa roda de conversa, trazendo o tema as leis morais e a família. Então, domingo às 16 horas, não é isso, Verinha? >> Isso mesmo. Às 16 horas de novo, venha pra roda, sempre conosco, venham conversar conosco. Esperamos. Nós queremos agradecer a vocês que permitem que entremos em seus lares, assim, trazendo para os nossos, cada um de vocês também, trocando essa energia gostosa, fortalecendo os nossos ambientes, nos fortalecendo através das reflexões, agradecendo a Jusara, a Cirlei, a Silvânia, a rede mundial de emissoras espíritas, a conexão quanto e a todos aqueles que estão conosco nos ouvindo, eh, e que esses pensamentos que há essa conversa, não é, essa troca, essa reflexão também através, principalmente através dos nossos pensamentos, que nós possamos assim fortalecer os nossos vínculos dentro dos nossos lares e em todos os ambientes, pensando sempre que todos nós, onde quer que estejamos, além dos nossos amores terrenos, Muitos, muitos estão vibrando pelas nossas vitórias. São as nossas famílias, são os nossos amores espirituais que nos querem tão bem, que estão ali nos envolvendo, nos fortalecendo para que ao final dessa jornada que deve ser de amor, nós saiamos daqui vitoriosos, porque seremos aqueles que teremos aproveitado, assim esperamos, todos os passos do caminho, não é, Vera? seguindo >> e o tempo, vamos aproveitar >> o tempo, aproveitar o tempo com os nossos, com os nossos amores de todos os cantos, os amores aqui terrenos e os amores espirituais, que possamos assim nos fortalecer cada dia mais, agradecendo mais uma vez a Rádio Espírita do Paraná, que nos cede esse espaço para estarmos nessa grande roda em família. E queremos deixar também, não é Verinha, um beijo

os fortalecer cada dia mais, agradecendo mais uma vez a Rádio Espírita do Paraná, que nos cede esse espaço para estarmos nessa grande roda em família. E queremos deixar também, não é Verinha, um beijo para nossa queridíssima amiga, nossa amada Cláudia Teixeira, que foi ela quem escolheu o tema dessa noite, foi ela quem eh trouxe essas questões para que nós pudéssemos estar juntas. E temos a certeza que muito em breve teremos uma outra oportunidade, um outro tema para trazermos essa querida para junto de nós e aqui podermos conversar as três juntamente a vocês >> e com vocês todos. E como nós sempre falamos, joga tema na roda, gente, joga tema, manda recadinho, deixa lá para que nós possamos conversar sempre junto. Que Deus abençoe todos vocês e até a próxima, né, IL? >> Até a próxima. Um abraço bem apertado todos vocês. Deus os abençoe.

Mais do canal