Transmissão ao vivo de TV Goiás Espírita

TV Goiás Espírita 29/04/2025 (há 11 meses) 2:02:21 55 visualizações

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Transcrição

Se quiser sentar, eu vou te anunciar. Pode preparar aí, tá? Pode começar. Boa noite a todos. Vamos então, vou pedir para vocês já se sentarem, se acalmarem. Nós vamos dar início à nossa primeira noite da 27ª Semana Espírita de Luziânia, né? organização do Centro Espírita Paz, Amor e Caridade. E para nós começarmos então esse momento e a gente começar a se harmonizar, né, a entrar na sintonia, nós vamos convidar o nosso eh companheiro já conhecido da nossa casa, uma participação muito muito especial na nossa semana espírita. Quem vai fazer esse momento inicial, apresentação musical para nós, vai ser o nosso companheiro Lânio Tomás. O Lâno, ele é cantor espírita já há 20 anos. Ele tem dois CDs gravados já. O primeiro CD, o volume um é Consolando. Volume dois, o Bem está em nós. E ele tem também um EP, que é um pequeno disco que é harmonizando ao som da viola. E os CDs dele, as músicas podem ser encontradas tanto no Spotify quanto no YouTube, né? Então, quem quiser seguir o Lâo, acompanhar suas apresentações, tá disponível. Então, seja muito bem-vindo, Lânio Tomás, nessa nossa primeira noite da 27ª Semana Espírita de Luziânia. Muito obrigado, gente. Uma boa noite a todos. É um prazer imenso estar aqui com vocês mais essa semana espírita. Muita paz a todos. Ave Ave Maria, mãe abençoada, Virgem imaculada. És santa sement do amor. Maria, mãe de Jesus, és cheia de graça, santo é o fruto do teu ventre, Jesus. Ave Maria. Ave Maria. Maria que concebeu o amor em mim. Cristo, nosso Senhor. Madre generosa, rogai por nós os pecadores, mãe querida. Amém. Ave Maria, mãe. Mãe abençoada, Virgem Imaculada, és santa semente do amor. Maria, mãe de Jesus, cheia de graça, santo é o fruto do teu ventre, Jesus. Ave Maria. Ave Maria. Maria que concebeu o amor vem o Cristo, nosso Senhor. Madre generosa, rogai por nós os pecadores, mãe querida. Amém. Amen. He. Quando a dor te buscar, abre as portas coração. Pense naquele que um dia na cruz demonstrou compaixão. Mesmo que tudo pareça não ter uma

erosa, rogai por nós os pecadores, mãe querida. Amém. Amen. He. Quando a dor te buscar, abre as portas coração. Pense naquele que um dia na cruz demonstrou compaixão. Mesmo que tudo pareça não ter uma solução, olhe pro alto e veja o Cristo estendendo-lhe a mão. E uma lágrima quente molhar o teu rosto. Pense, Cristo enxuga e alerta. A fé sempre vence. levanta-te, vai em paz. Assim ele nos convidou. Do alto da cruz, em resposta, tratou seu algóz com amor. Pediu a Deus perdoasse o povo que o expulsou. Misericórdia e bondade Jesus demonstrou. Lembrese de Maria, exemplo de compreensão. A ver Jesus no Calvário, pediu ao céu sustentação. Serva de Deus confiou, entregou sua dor o Pai. Pegue também sua cruz. Confia e vai. Lembre-se de Maria, exemplo de compreensão. A ver, Jesus no calvário, pediu ao céu sustentação. serva de Deus confiou, entregou sua dor o pai. Pegue também sua cruz, confia e vai. Pegue também sua cruz. Confia e vai. Como estiveres agora, nosso bom Deus te guarde como estiveres pensando. Nosso bom Deus te use, onde te encontres na vida. Que Deus te ilumine com quem esteja seguindo. Nosso Senhor te guia. O que fizeres tu, peço algo bom Deus que possa te amparar em cada passo Deus, a mão de Deus irá te abençoar. Como estiveres agora? Nosso bom Deus te guarde como estiveres pensando. Nosso bom Deus te use, onde te encontres na vida. Que Deus te ilumine com quem esteja seguindo. Nosso Senhor te guia. O que fizeres tu, peço ao bom Deus que possa te amparar em cada passo teu. A mão de Deus irá te abençoar em cada passo teu. A mão de Deus irá te abençoar. Aos que chegaram agora, uma boa noite. Sejam bem-vindos. Muita paz a vocês. Que possamos ser uma semana espírita maravilhosa. O Deus. No murmúrio das águas dos rios. Puço Deus no furor dos ciclones bravinhos. Ouço Deus no cantar matinal dos pardais. Ouço, Deus no lamento de pobres mortais. Vejo Deus as estrelas perenes de luz. Vejo Deus no esplendor que a alvorada traduz. Feijo Deus no suave perfume da flor. Vejo

us no cantar matinal dos pardais. Ouço, Deus no lamento de pobres mortais. Vejo Deus as estrelas perenes de luz. Vejo Deus no esplendor que a alvorada traduz. Feijo Deus no suave perfume da flor. Vejo Deus no adeus, companheiro da dor. Deus na saudade que evoca lembranças. Sinto Deus no morrer de febr e esperanças. Sinto Deus na tristeza de verte parte. Sinto Deus à tua volta, irmão, a sorrir. Ouço Deus no murmúrio das águas dos rios. Vejo Deus no furor dos ciclones bravos. Sinto Deus no cantar matinal dos pardais. Ouço Deus no lamento de pobres mortais. Ouço, Deus no lamento de pobres mortais. Essa próxima canção, gente, se chama Herdeiro das Estrelas. É uma composição, a poesia do presidente da casa, Rui Meirelles, e a música Eu musiquei. Fala sobre a o plano espiritual, a nossa morada espiritual, a maneira com a qual a gente imagina que seja o plano espiritual. Sou herdeiro das estrelas. Eu sou filho do Senhor. Guardo sonhos de beleza na grandeza do amor. Com elas sempre sonho. E também vejo brilhar a esperança de um dia. Junto a elas eu poder estar. Não importa o quanto espere, sei que não vou perdê-las, pois sou filho do Senhor. Sou herdeiro das estrelas. para junto delas um dia eu vou. Ah, como é bom as estrelas poder contemplar de compreender que o lugar delas é meu lugar. Ah, como é bom as estrelas poder contemplar e compreender que o lugar delas também é meu lugar. e ver coisas tão sublimes da pátria espiritual, a morada verdadeira do espírito imortal. Não importa o quanto espere, eu sei que não vou perdê-las, pois sou filho do Senhor. Sou herdeiro das estrelas para junto delas um dia eu vou. Ah, como é bom as estrelas poder contemplar e compreender que o lugar delas também é meu lugar. Ah, como é bom as estrelas poder contemplar e compreender que o lugar delas também é meu lugar, que o Lugar delas também é meu lugar, que o lugar delas também é meu lugar. Jesus, no silêncio da prece, teus irmãos a ti pedem paz para aliviar um pouco aflições. Senhor, enxugai nosso

m é meu lugar, que o Lugar delas também é meu lugar, que o lugar delas também é meu lugar. Jesus, no silêncio da prece, teus irmãos a ti pedem paz para aliviar um pouco aflições. Senhor, enxugai nosso pranto. Precisamos do teu amor e sentir tua presença, envolver nossos corações. Por isso vem Jesus. Jesus, no silêncio da prece, teus irmãos a ti pedem paz para aliviar um pouco as aflições. Senhor, enxugi nosso pranto. Precisamos do teu amor e sentir tua presença envolver nossos corações. Por isso vem, Jesus, ir ao teu encontro. Queremos te seguir e afastar o mal da terra. e acabar de vez com a guerra e caminharmos juntos como a luz. ir ao teu encontro. Queremos te seguir e afastar o mal da terra e acabar de vez com a guerra e caminharmos juntos rumo à luz. M. Quanta luz neste ambiente descendo sobre nós, vibrando em nossa mente. Quanta luz. Quando assim prece, como a alma cresce aos olhos de Jesus, quanta luz pois em oração, a voz O mestre fala ao nosso coração, quanta luz descendo sobre nós. Quanta luz, quanta luz. Quanta luz neste ambiente descendo sobre nós, vibrando em nossa mente. Quanta luz quando assim prece como a alma cresce. Aos olhos de Jesus. Quanta luz, pois em oração a voz do mestre fala ao nosso coração. Quanta luz descendo sobre nós. Quanta luz, quanta luz, quanta luz. Pois em oração a voz do mestre fala ao nosso coração. Quanta luz descendo sobre nós. Quanta luz, quanta luz. Enquanto po santo não chega, vamos cantando, né? Vou cantar uma agora bem conhecida para vocês cantar junto comigo, tá gente? Tem muita gente aqui, vai ficar bonito. Deus está aqui neste momento. Sua presença é real em meu viver. Entregue sua vida e seus problemas. Fale com Deus. Ele vai ajudar você. Deus te trouxe aqui para aliviar o seu sofrimento. É ele o autor da fé, do princípio ao fim de todos seus tormentos. Ou e ainda se vier. Noites traçoeiras. Se a cruz pesada for, Cristo estará contigo. E o mundo pode até fazer você chorar, mas Deus te quer sorrindo. ainda se vier vocês bem

im de todos seus tormentos. Ou e ainda se vier. Noites traçoeiras. Se a cruz pesada for, Cristo estará contigo. E o mundo pode até fazer você chorar, mas Deus te quer sorrindo. ainda se vier vocês bem bonito. O mundo pode até fazer você chorar, mas Deus te quer sorrindo. Seja qual for o seu problema, fale com Deus, ele vai ajudar você. Após a dor vem alegria, pois Deus é amor e não te deixará sofrer. Eu te trouxe aqui para aliviar o seu sofrimento. É ele o autor da fé, do princípio ao fim de todos seus tormentos. ou e ainda se vier noites traoeiras. Se a cruz pesada for, Cristo estará contigo. E o mundo pode até fazer você chorar, mas Deus te quer sorrindo. E ainda se vier vocês. Mas Deus te quer sorrindo. Oh, oh. Mas Deus te quer sorrindo. Oh, oh. Mas Deus te quer sorrido. Mais uma. Dá tempo. Então vamos, né, gente? Você vai continuar, Lana? Nesse momento tão gostoso. Ainda vai continuar mais um pouquinho. Acho que dá pra gente ouvir umas duas músicas. Eh, o nosso palestrante, gente, é o André Siqueira. Ele tá vindo de Brasília e ele ficou preso no trânsito. Então, a gente tá monitorando, ele compartilhou com a gente onde ele tá, ele já tá no Parque Alvorada. Tá. Então aí já tá já tá chegando. Nós quisemos assim, atrasamos um pouco para esperar porque é muito importante. A palestra dele é muito boa, a gente não quis deixar de ouvi-lo. E aí a gente aproveita o Lani mais um pouquinho. Certo? Queria até aproveitar a oportunidade então para cantar uma música. Para mim é uma música muito especial, fez e faz parte da minha vida. Acredito que de muita gente é um música que fala da simplicidade da vida, fala da importância do amor, que só o que cura, o que nos liberta é o amor. E é acho que é bem apropriado pro tema da da nossa semana espírita. Ando devagar porque já tive pressa. Leva esse sorriso porque já chorei demais. Hoje me sinto mais forte, mais feliz. Quem sabe só leva a certeza de que muito pouco eu sei. Eu nada sei conhecer as manhas e as manhãs. O sabor das massas e das

esse sorriso porque já chorei demais. Hoje me sinto mais forte, mais feliz. Quem sabe só leva a certeza de que muito pouco eu sei. Eu nada sei conhecer as manhas e as manhãs. O sabor das massas e das maçãs. É preciso amor para poder pulsar. É preciso paz para poder sorrir. É preciso a chuva para florir. Penso que cumprir a vida seja simplesmente compreender a marcha e tocando em frente como um velho boiadeiro levando a boiada. Eu vou tocando os dias pela longa estrada eu vou. Estrada eu sou. Conhecer as manhas e as manhãs, o sabor das massas e das maçãs. É preciso amor para poder pulsar. É preciso paz para poder sorrir. É preciso a chuva para florir. Todo mundo ama um dia, todo mundo chora. Um dia a gente chega, outro vai embora. Cada um de nós compõe a sua história e cada ser em si carrega o dom de ser capaz de ser feliz. Conhecer as manhas e as manhas, o sabor das massas e maçãs. É preciso amor para poder pulsar. É preciso paz para poder sorrir. É preciso a chuva para florir. Ando devagar porque já tive pressa. Leva esse sorriso porque já chorei demais. Cada um de nós compõe a sua história e cada ser em si carrega o dom de ser capaz e ser feliz. Muito obrigado. Agradecemos então ao muito obrigada por esses momentos tão especiais, tão gostosos aqui. A gente nessa ansiedade, né, pro palestrante chegar. Foi muito bom. Lâo. Eh, mais uma vez, então, quero dar boa noite, desejar, né, as boas-vindas a todos vocês aqui. A gente já fez isso um pouquinho mais cedo antes do Lâo cantar. Então, sejam muito bem-vindos a essa primeira noite da 27ª Semana Espírita de Luziânia, organizada pelo Centro Espírita Paz, Amor e Caridade. Eh, nós estamos aqui, né, com muita alegria, nós estamos aqui nessa primeira noite realizando esse evento que acontece na semana em que nossa casa, nosso centro querido, nosso CEPAC comemora 63 anos, né? Então, é sempre realizado na semana do aniversário do CEPAC. E nós já estamos na 27ª Semana Espírita, né? Eh, nessa noite, então, a gente vai compartilhar muito

rido, nosso CEPAC comemora 63 anos, né? Então, é sempre realizado na semana do aniversário do CEPAC. E nós já estamos na 27ª Semana Espírita, né? Eh, nessa noite, então, a gente vai compartilhar muito conhecimento, muitos abraços, né? A gente já fez isso encontrando algumas pessoas e também vibrações de paz, né? Apesar porque até porque o tema do nosso evento, qual é mesmo? A paz em mim. E nós estamos aqui então nessa no evento de forma presencial, mas também estamos transmitindo ao vivo no canal do CPAC, o SEPAC Luziânia tá transmitindo o nosso evento ao vivo, mas esse ano também nós estamos transmitindo pela web Rádio Fraternidade e pela TV Goiás Espírita também estão transmitindo ao vivo o nosso evento, né? Então, eh, podem compartilhar os links, né? vocês pegam para outras pessoas, pros familiares, pros amigos, para que todo mundo conteúdo nessas informações, o que a gente vai compartilhar possa chegar a mais pessoas. E aproveitem quem tá nos assistindo também para dar para curtir o nosso vídeo, que dessa forma também ele chega a mais pessoas, né, quando a a as pessoas curtem e gostam dele. Nós vamos então dar início a esse momento de reflexão de palestra. Antes disso, a gente vai convidar uma jovem aqui da casa, frequentadora da evangelização, e ela vai fazer uma leitura, a leitura de uma mensagem preparatória para a prece. Então eu convido para vir aqui a jovem Elisa Flores. A mensagem que eu vou ler hoje é da Fonte Viva Emanuel capítulo 79. Sigamos a paz. Busque a paz e siga. Pedro 31. Há muita gente que busca paz raras pessoas, porém tentam segui-las. Companheiros existem que desejam a tranquilidade por todos os meios e suspiram por ela, situando-a em diversas em diversas posições da vida. Contudo, expulsam de si mesmos. Tão logo lhe lhe confere o Senhor as dádivas solicitadas. Este pede a fortuna material, acreditando acreditando seja portadora da paz ambicionada. Todavia, com o aparecimento do dinheiro farto, tortura-se em mil problemas por não saber distribuir, ajudar,

s. Este pede a fortuna material, acreditando acreditando seja portadora da paz ambicionada. Todavia, com o aparecimento do dinheiro farto, tortura-se em mil problemas por não saber distribuir, ajudar, administrar e gastar com simplicidade. Outro roga a bênção do casamento, mas quando o céu lhe concede, não sabe ser irmão da companheira que o pai lhe confiou, perdendo-se através das das exasperações de toda sorte. Outro ainda reclama títulos títulos especiais de confiança em expressivas tarefas de utilidade pública, mas em se vendo honrando com a com a popularidade e com a com a expectativa de muitos repele bênçãos do trabalho e recua favorito. Mas não é indolência do corpo. A paz não é indolência do corpo, é saúde e alegria do espírito. Se é verdade que toda criatura a busca a seu modo, é imprecioso reconhecer, no entanto, que a paz legítima resulta do equilíbrio entre os nossos desejos e os propósitos do Senhor na posição em que nos encontramos. Recebido o trabalho que a confiança celeste nos permite efetuar, é impercível saibamos já usar a oportunidade em favor da nossa elevação e aprimoramento, disse Pedro. Busque-a a paz e siga. Todavia, não existe tranquilidade real sem Cristo em nós dentro de dentro de qualquer situação em que estejamos situados. É a fórmula de entregação da nossa alma. Com Jesus é invariável. Negue cada um a si mesmo. Tome a cruz e siga-me. Sem essa adaptação do nosso esforço de aprendizes humanos ao impulso renovador do mestre divino. Ao invés da paz, teremos sempre renovada guerra dentro do coração. Emanuel. Obrigada, Elisa. E nós vamos convidar agora a nossa irmã Eliane Meirelles para fazer a prece inicial em nome de todos nós. Neste momento com grande emoção, acho que todos aqui estão sentindo um ambiente diferente, uma semana que vai ser diferente. E é com muita gratidão que agradecemos a Deus, a Jesus e a espiritualidade que neste momento já está aqui presente com os nossos irmãos desencarnados também. Se todos pudessem enxergar a Bel emoção que irradia dentro deste

que agradecemos a Deus, a Jesus e a espiritualidade que neste momento já está aqui presente com os nossos irmãos desencarnados também. Se todos pudessem enxergar a Bel emoção que irradia dentro deste ambiente. Mas quem não tem os olhos de ver é que possa sentir no coração o quanto aqui está cheio. O quanto aqui está cheio. E é com muita gratidão que agradecemos a todos esses nossos irmãos desencarnados que aqui estão, os nossos fundadores que aqui estão também e que nos em vê-los, em poder vê-los. E é com muita alegria que agradecemos também aos nossos irmãos encarnados que estão aqui também para abrir a nossa semana espírita e receber os ensinamentos do Cristo. Porque sabemos o quanto precisamos desses ensinamentos, o quanto precisamos fazer a nossa reforma íntima, a nossa mudança, o quanto precisamos nos conhecer melhor, trabalharmos as nossas qualidades melhores, as nossas virtudes que possuímos, o quanto precisamos trabalhar o nosso interior para expressar o nosso exterior. Assim como bem vai ser falado durante a toda a semana, vamos amar, vamos ter mais paciência, tolerância e vamos amar porque, como sempre estamos ouvindo de todos os expositores, nosso tempo aqui tá chegando, nosso tempo aqui está esgotando. Então, agora é a hora, é o momento de fazermos a diferença, de querermos mudar. de querermos melhorar e de querermos ter essa paz que irradia dentro de mim, essa paz que irradia dentro de cada um de vocês, encarnados e desencarnados. Assim agradecemos ao nosso mestre amado Jesus e pedimos a ele que permaneça com todos nós durante toda a nossa semana espírita. Esteja com todos nós, Senhor Jesus. nos ilumina, nos abençoe e chega até os nossos lares também, levando essa energia, esse amor a todos os nossos entes queridos que lá estão e que não puderam estar aqui. Obrigada mais uma vez pelo amparo e te rogamos as bênçãos para todos nós hoje e sempre. Que assim seja. Gratidão, Eliane. Então, convidamos agora o nosso irmão Rui Meirelles, que é o presidente do Centro Espírita Paz, Amor e Caridade,

e te rogamos as bênçãos para todos nós hoje e sempre. Que assim seja. Gratidão, Eliane. Então, convidamos agora o nosso irmão Rui Meirelles, que é o presidente do Centro Espírita Paz, Amor e Caridade, para fazer a abertura da nossa 27ª Semana Espírita. Seja bem-vindo, Rui. Queridas irmãs, queridos irmãos, muita paz aos nossos corações. Quero desejar uma boa noite a todos que estão aqui neste salão, como também a todos os nossos irmãos que nos acompanham pela rede social do Centro Espírita. Paz, amor e caridade. Há 26 anos, por sugestão de um grande companheiro nosso, Carlos Henrique Gonçalves, hoje no trabalho espírita na cidade de Catalão, nos foi sugerida a ideia de se criar a Sermana Espírita de Luziânia. E assim nós fizemos. E a partir daí era uma maneira de nós eh divulgarmos a doutrina dos espíritos, como também comemorar o aniversário do Centro Espírita Paz, Amor e Caridade e também um momento para a confraternização dos espíritas de nosso município. E assim foi feito durante esses 26 anos da semana espírita de Luziânia. E hoje nós iniciamos a 27ª edição e nos toma o coração de muita emoção quando nós vemos aqui assumindo a tribuna e usando da palavra uma jovem, se podemos assim dizer, né, da nossa evangelização infantil. Isso é muito promissor. Isso demonstra que o trabalho que foi feito durante os 26 anos de semana espírita tá dando seus frutos. Não são mais aqueles de cabelos brancos e nem tanto com tantos cabelos que começam a assumir essa tribuna para fazer esses momentos. Isso é muito bacana. E nós queremos também em nome do CEPAR agradecer antecipadamente aquelas pessoas dotadas do dom do canto, que eu gostaria muito de ter esse dom, né, que estarão conosco a partir de hoje e até o próximo domingo. Nós queremos agradecer a gentileza, o acolhimento do nosso convite, a Lânio Tomás, ao grupo Eantar e Cleid Santos aqui do CPAC, Luciano Queiroz do INE e do Gama, Cida, Bruno e Paulo do da AC Bem em Lunabel, Grupo Raio de Luz da nossa vizinha cidade Silvânia e

convite, a Lânio Tomás, ao grupo Eantar e Cleid Santos aqui do CPAC, Luciano Queiroz do INE e do Gama, Cida, Bruno e Paulo do da AC Bem em Lunabel, Grupo Raio de Luz da nossa vizinha cidade Silvânia e Arildo Marques do Centro Espírita Adolfo Bezer de Menezes de Braaslândia e também antecipadamente agradecer essas pessoas que viram aqui trazendo o conhecimento, trazendo a doutrina, trazendo o evangelho para realmente nos fazer diferentes a partir de agora. Queremos agradecer aos expositores, André Siqueira, que já está aqui conosco, Carlos Campete, Geraldo Campete, Jorge Godinho, este presidente da Federação Espírita Brasileira, que gentilmente tem nos atendido sempre quando solicitamos. Carlos Baca, Rusel Thaago, Joan Andrade e Jeferson Belomo. É uma pleade de espíritos abnegados na divulgação da doutrina dos espíritos, o Evangelho de Jesus. Então, meus queridos, minhas queridas, em nome de Deus, sob as bênçãos dos espíritos benfeitores e amigos dessa casa, em nome da diretoria do CEPAC, em nome dos coordenadores e de seus trabalhadores, nós damos por iniciada a nossa 27ª Semana Espírita e Luziânia. Muita paz. Obrigada, Rui. Então, hoje nós vamos abordar um tema importante para começar essa reflexão sobre a paz em nós. E hoje, então, o tema da palestra de hoje é a paz em mim e o autoconhecimento. Quem vai falar sobre o tema é o nosso irmão André Siqueira. O André Siqueira é eh coordenador da área de comunicação social espírita da FEB, é palestrante na FEB, em outras casas espíritas e a gente convida a todos, né, para aproveitar o máximo essa oportunidade de reflexões tão importantes na noite de hoje. E a gente convida então a tribuna André Siqueira. Seja muito bem-vinda, queridas amigas, queridos amigos, é com grande alegria que damos boa noite a todos aqueles que comparecem a esta semana espírita. Quando nós pensamos sobre a necessidade da paz em nós e no mundo, não sentimos dificuldade alguma em perceber o quanto ela é urgente, porque facilmente nós reconhecemos aqueles estados que não são

ta. Quando nós pensamos sobre a necessidade da paz em nós e no mundo, não sentimos dificuldade alguma em perceber o quanto ela é urgente, porque facilmente nós reconhecemos aqueles estados que não são de paz. Entretanto, é necessário avançar e entender o que é a paz, como ela pode ser construída e de que maneira nós a identificamos com clareza. Existem duas posturas diferentes quando nós falamos a respeito da paz. Existem aqueles que aguardam a paz. que mantém uma atitude que ela é a de espera da paz. E existem aqueles que constróem a paz. Quando nós vamos identificar dentro do famoso sermão da montanha, Jesus se dirigindo às pessoas em torno da temática da paz, ele vai usar o conceito de paz dessas duas maneiras. Primeiro, quando ele diz assim: "Bem-aventurados os pacíficos". ou em algumas traduções, ele diz: "Bem-aventurados os mansos, porque eles herdarão a terra". E mais adiante ele vai falar que são bem-aventurados os pacificadores. E aqui entramos na reflexão sobre esta natureza da paz, a paz dos pacíficos e a paz dos pacificadores. Para que a gente possa entender esse processo adequadamente, é necessário avançar sobre um conceito de paz. De uma maneira geral, a gente pensa assim: paz é quando não há violência. Então, se eu não promovo a violência, eu sou uma pessoa da paz. Será que a paz é o negativo de alguma coisa? Será que o estado de paz é o estado em que falta a guerra? Por que motivo a gente entendeu essa noção de que só há paz quando há o conflito, quando não há guerra, quando não há violência? é porque provavelmente nós ainda não adentramos o que significa a essência da paz. Por outro lado, às vezes nós temos a impressão de que a paz representa um estado de inércia. Então, a gente diz assim: "O lago está em paz, tá parado, né? O mundo está em paz, não tem nada acontecendo dentro dele. Ah, eu estou em paz comigo porque eu não tô sentindo nada. Será que é isso que é a paz efetivamente? Será que faz sentido nós pensarmos a ideia de paz como essa ausência de alguma coisa?

dentro dele. Ah, eu estou em paz comigo porque eu não tô sentindo nada. Será que é isso que é a paz efetivamente? Será que faz sentido nós pensarmos a ideia de paz como essa ausência de alguma coisa? É necessário olhar para a questão da paz como uma atitude. E uma atitude que passa não apenas pela falta da violência, porque é equívoco acharmos que só existe pais onde não há violência. Isso porque o que caracteriza a violência? a intimidação, o emprego do poder ou da força para obrigar a alguém ou submeter algo ou alguma pessoa a uma ação que é contrária aos seus verdadeiros interesses. Existe violência física, existe violência moral, existe violência de autoridade, existe violência de poder, existem violências coercitivas. Todas elas são mecanismos para obrigar alguém a realizar alguma coisa que está contra o seu interesse. Mas o fato de não existir violência nem sempre significa que está presente a paz. O que é que caracteriza a paz? Vamos refletir por alguns instantes. Como eu sei que eu estou em paz. É difícil a gente exercitar essa noção por uma característica muito curiosa da nossa linguagem. Nós aprendemos uma riqueza muito grande de palavras para descrever experiências exteriores. Isso se chama microfone, isso se chama papel, isso se chama púlpito, isso se chama banco, isso se chama chão, teto, quadro. Violão, copo, jarra, bandeja. Peço a vocês que pensem no seguinte. Quantas palavras vocês conhecem que descrevem coisas? Mais de 1000. Mais de 1000. Em média, uma pessoa que estudou e que tem o mínimo de leitura é capaz de reconhecer mais de 5.000 palavras que descrevem coisas no mundo, que estão ao alcance das suas experiências. Mas eu pergunto a vocês, quantas palavras vocês conhecem que descrevem sentimentos? Vamos tentar. Alguém consegue lembrar de 100 palavras que se refiram a sentimentos? Muito ou pouco? É muito. 50 palavras que vocês consigam descrever como sendo seus sentimentos. 25 15. Bom, tô mais tranquilo porque o último levantamento que eu fiz, eu

s que se refiram a sentimentos? Muito ou pouco? É muito. 50 palavras que vocês consigam descrever como sendo seus sentimentos. 25 15. Bom, tô mais tranquilo porque o último levantamento que eu fiz, eu conhecia 10. Eu conhecia 10 palavras que eram capazes de descrever dentro de mim os meus sentimentos. Isso significa que nós temos uma habilidade muito grande de falar do mundo de fora, mas nós temos uma dificuldade muito grande em mapear o mundo de dentro. Então, quando nós estamos falando de paz, a nossa tendência é tentar descrever com essa palavra o mundo de fora. E o que é que a gente conhece no mundo de fora que tem a ver com paz? É quando não tem guerra. É, foi isso que a gente assimilou. Mas quando a gente pergunta assim, tá, mas quando é que você está em paz? É quando você não está em guerra. É isso que ser sentir paz para você significa isso? Porque nós temos um desafio curioso durante essa semana. Nós precisamos entender a paz em mim, porque tem uma característica muito importante. Se eu não sei o que é a paz, como eu vou saber se nós a alcançamos? Como é que eu vou saber que sentimento é esse? Ah, eu estou sentindo um sentimento de paz. O que que significa isso? É quando o coração tá palpitando, é quando você tá sentindo um vazio interior, é quando não tá acontecendo nada. O que é esse sentimento de paz com o qual nós estamos tentando lidar? Para que nós possamos fazer isso, o único caminho que nós temos à nossa disposição é o caminho do autoconhecimento. E o autoconhecimento, ele é um grande desafio nosso, porque ele significa que nós precisamos desenvolver a capacidade de olhar para nós e entender o mapa que existe no nosso íntimo. A gente faz isso usando palavras. A gente faz isso usando recursos. Quem eu sou? Quando eu me fiz a primeira vez essa pergunta faz algum tempo, eu digo: "Olha que pergunta besta! Eu sou André. E quem é esse André? Não sou eu, rapaz bonito na época. Alto, cabeludo, magro. Mas esse sou eu ou estou assim? Quem eu sou? Porque houve um tempo que eu era

go: "Olha que pergunta besta! Eu sou André. E quem é esse André? Não sou eu, rapaz bonito na época. Alto, cabeludo, magro. Mas esse sou eu ou estou assim? Quem eu sou? Porque houve um tempo que eu era uma criança. Eu não sou mais uma criança. Houve um tempo em que eu era um jovem. Eu não sou mais um jovem. Nos dias de hoje, eu já sou um avô, mas eu não sou uma avô, eu estou avô. Amanhã eu serei uma lembrança. Então, afinal de contas, quem é que eu sou? Quando eu olho para mim e entendo assim, quem é que eu sou? Que coisa é essa que eu me chamo eu? Não, porque eu sou uma pessoa pacífica sempre. Não tem os momentos que eu tô com raiva. Então você é uma pessoa que é pacífica e raivosa. É, houve um tempo que você era bonito. Era, e agora? Sou feio. Então você é uma pessoa feia, bonita. Houve o tempo que você era magro. É. E agora tá gordo. Então você é uma pessoa magra, gorda. Quem é você? E por que isso é importante para nós aprendermos a lidar com isso? Porque esses são os nossos instrumentos. Observem uma coisa. Se você vai fazer um ovo frito, um ovo frito, você pega o ovo, tira da geladeira, bota do lado, põe uma panela no fogo, acende, já bota o ovo dentro. Por quê? Que que acontece se eu botar a panela, jogar ovo, não vai funcionar, né? Como é que você sabe que não vai funcionar? Porque a experiência já mostrou que existe um processo para conseguir aquilo. Eu sei, por exemplo, que se a panela tiver já soltando fumaça sem eu ter colocado ovo, tá pronto. Eu preciso untar. Eu adoro essa palavra. Aprendi a palavra untar. É, para mim a coisa mais chique que pode existir é essa, né? Untar. Aí você unta a panela com a manteiga, com a banhazinha de porco, com alguma coisa ali. E quando ela dá esquentada, pode botar o ovo, porque aí ele está no ponto. Aí a gente tem que esperar ele ficar preto. Não, não, porque se ele tiver preto significa que Vejam que eu estou usando conhecimento como ferramenta para produzir alguma coisa. Agora, como é que eu uso o conhecimento sobre mim para me manter

o. Não, não, porque se ele tiver preto significa que Vejam que eu estou usando conhecimento como ferramenta para produzir alguma coisa. Agora, como é que eu uso o conhecimento sobre mim para me manter alegre? Por exemplo, quando nós estamos em paz, nós estamos alegres ou é possível a gente estar em paz triste? Como é que eu vou saber disso? Eu preciso descobrir o que é alegria. Eu preciso descobrir o que é tristeza. E eu preciso descobrir o que é paz para eu saber como é que eu me comporto com isso. Então, se você está triste, por exemplo, o que lhe leva a ficar alegre? O que é você? Eu tô triste. Hoje eu amanheci triste, mas eu não quero passar o meu dia triste. Eu quero ficar alegre. Que que eu devo fazer? Se você se conhece, você sabe regular o fogo da sua panela para aquecer o seu coração e sair do estado de tristeza pro estado de alegria. Se você não conhece isso, você não sabe o que fazer. E sabe Deus quantos dias você vai ficar triste porque você não sabe para onde ir. Imaginem a seguinte situação. Vocês estão aqui no CEPAC, OK? Quando terminar a nossa palestra, vocês vão voltar para casa. Todo mundo sabe voltar para casa? Sabe, né? Sabe. Graças a Deus, a gente tem um mapa. Estou no CEPAC e agora eu vou voltar para casa. Eu sei o caminho que eu vou trilhar. Então, vamos fazer uma comparação. Eu estou triste. Eu quero ir pro lugar feliz. Qual é o caminho que eu tenho que ir? Se eu não me conheço, eu não sei que lugar é esse chamado alegria e eu não sei que lugar é esse chamado tristeza. E principalmente eu não conheço o caminho para sair de um lugar e ir pro outro. Isso nos torna vulneráveis, porque isso faz com que somente as circunstâncias nos tornem alegres, felizes, tristes, consolados ou em paz. Eu não tenho o controle da minha vida. É como uma pessoa que não sabe onde está e só pode ir para algum lugar se alguém levar, porque ela não sabe ir. Entenderam o problema do autoconhecimento? Autoconhecer-se significa ser capaz de montar um mapa de si mesmo e dizer

be onde está e só pode ir para algum lugar se alguém levar, porque ela não sabe ir. Entenderam o problema do autoconhecimento? Autoconhecer-se significa ser capaz de montar um mapa de si mesmo e dizer assim: "Onde eu estou hoje? dentro de mim, onde eu estou hoje, qual é o lugar de mim que eu estou? Eu estou no lugar da serenidade, eu estou no lugar da empolgação. Eu estou no lugar da apatia. Eu estou no lugar do medo. Eu estou no lugar da coragem. Eu estou no lugar do desânimo. Ah, eu eu estou eu sei que lugar é esse. Esse lugar é o lugar do desânimo. Ótimo. Como é que eu vou pro lugar do ânimo? Não sei que que acontece comigo. Eu fico desanimado até que aconteça alguma coisa que eu não sei o que é. e que vai me tirar desse lugar. Então, daí a importância do autoconhecimento como um instrumento, um mapa para nós ganharmos uma autonomia e reconhecermos onde eu estou, estou em tal lugar, é aqui que eu quero estar, não. Então, eu vou sair daqui, vou voltar para casa. Esse é o processo do autoconhecimento. Para que a gente possa conhecer esses lugares, um dos lugares que nós precisamos reconhecer é como eu sou na maior parte das vezes. O que é natural em mim? Eu sou uma pessoa que na maior parte do tempo eu sou triste. Pera aí. O que é ser triste? Porque para algumas pessoas a gente define não triste aquela pessoa que não ri. Digo a eu conheço uma pessoa, pelo menos umas três, que eu nunca vi rindo, mas que elas vivem alegre dentro delas. Elas podem não rir para fora, porque elas têm habilidade de rir para dentro. Elas são tão felizes que não distribui para ninguém. É o famoso contente, egoísta. Ele não distribui a felicidade dele com ninguém. Ele é feliz com ele próprio. Mas existem pessoas que mentem felicidade, que vivem rindo, que vivem fazendo piada, que vivem fazendo graça, porque não conseguem ficar um minuto consigo porque estão machucadas, porque estão infelizes, porque estão tristes. Então elas precisam estar o tempo inteiro em movimentação, em exposição, falando

ça, porque não conseguem ficar um minuto consigo porque estão machucadas, porque estão infelizes, porque estão tristes. Então elas precisam estar o tempo inteiro em movimentação, em exposição, falando coisas para esconder de si mesma o lugar onde elas estão. E a gente pergunta assim: por que por você está nesse lugar? Daí a importância de nós aprendermos a mapear as coisas. O autoconhecimento, ele é, em primeiro lugar, a capacidade de criar um mapa de mim mesmo. Tudo bem? Agora que a gente sabe o que é o autoconhecimento e para que ele serve, é hora de nós falarmos então sobre esse negócio chamado paz. Que lugar é esse que nós chamamos de paz? Vou convidar vocês a pensar por um minuto. Como eu sei se eu estou em paz? Vamos fazer um exercício por 15 segundos. Vamos tentar não pensar em nada para ver se a gente fica em paz, né? Porque paz não é esse negócio que não não acontece nada. Vamos tentar 15 segundos sem a gente pensar em nada. Começando agora. Quem conseguiu? Não pensou em nada, se sentiu em paz ou ficou angustiado? Quando é que eu vou poder pensar de novo? Pelo amor de Deus, me deixe voltar. Vamos tentar ressignificar a ideia de paz. O estado de paz é um estado de harmonia comigo e com todo o resto. O que é um estado de harmonia? É um estado aonde eu estou bem e o outro está bem. Por exemplo, vocês estariam mais em paz, sentados ou em pé num pé só? Se eu chamasse vocês agora, agora a gente vai assistir o restante da palestra ficando em pé num pé só. Que tal? A gente ia ficar tranquilo? Por quê? Por quê? Qual é o incômodo de eu ficar em pé num pé só? Tem o peso, tem o incômodo da da musculatura, tem o incômodo do equilíbrio, não é? Nervo ciático. Tem o nervo ciático, né? Tem tem esse também que atrapalha, porque esse não é um lugar no qual eu consigo ficar à vontade, porque parece que eu estou violando uma regra de gravidade, uma regra de equilíbrio, um esforço muito grande para estar naquilo. Então, eu estou num estado de tensão. OK? É mais fácil pra gente

ntade, porque parece que eu estou violando uma regra de gravidade, uma regra de equilíbrio, um esforço muito grande para estar naquilo. Então, eu estou num estado de tensão. OK? É mais fácil pra gente compreender paz quando a gente está sentado ou quando a gente está deitado? Paz para vocês parece mais estar sentado ou você tá mais em paz quando você tá deitado? Perceberam o que que eu tô tentando explorar? Qual é o sentimento que você tem quando você tá sentado confortavelmente? Sua cabeça ela tá pronta? Não tá pronta? Quer ver um outro exemplo? Você fica em paz quando está com fome ou quando você está saciado? percebe que a gente consegue associar. Olha, a ideia de paz com fome não parece dar certo, porque paz ele ele não parece com esse sentimento de tá faltando alguma coisa. Pais tem mais a ver com esse sentimento de tô satisfeito, não é? Você se sentiria mais em paz no sol a 50º ou debaixo da árvore com aquele ventinho gostoso? Então, de novo, eu ainda não sei o que é a paz, mas eu já sei que paz para mim parece mais um lugar fresco e ventilado do que um lugar quente e incômodo. Porque pais tem a ver com uma sensação de saciedade. tem a ver com uma sensação de bem-estar, de conforto, de querer ficar ali. Ó, a gente ainda não sabe o que é a paz, mas a gente já tá começando a a entender um pouco que lugar é esse. E aí a gente começa a sentir aquela expressão que é assim: "Puxa, pais é uma coisa que eu quero ou que eu não quero? Essa é uma pergunta importante. Você gostaria de viver em paz ou você não quer viver em paz? Entenderam qual é a importância que a gente tem em descobrir isso? Não. Eu quero viver em paz. Por quê? Por que você quer viver em paz? Ah, porque paz agora virou um sinônimo de um conforto. OK? E por que a paz tem a ver com o conforto? porque ela significa a minha capacidade de estar em harmonia com todo o resto. Então, vou de novo usar um exemplo. Quem já foi pro rio ou já foi pela praia, sabe qual é a sensação de boiar? Pais parece mais quando a gente

a minha capacidade de estar em harmonia com todo o resto. Então, vou de novo usar um exemplo. Quem já foi pro rio ou já foi pela praia, sabe qual é a sensação de boiar? Pais parece mais quando a gente tá boiando ou quando a gente tá se afogando? Paaz parece mais com est do ponto de vista de sentimento nesse exercício de autoconhecimento, né? O que é que eu sinto quando eu estou boiando? Qual é a sensação que eu tenho, ó? Se vejo na água boiando, tudo tranquilo. Qual é a sensação que tá? Uma sensação de uma boa convivência com todo o resto, né? Eu tô sentindo a água, eu tô sentindo o ventinho, eu tô me sentindo, eu tô sentindo o sol e tá tudo ótimo. Qual é a sensação quando a gente tá se afogando? Não tá bom. Tem alguma coisa me perturbando. Olha de novo o que que a gente está descobrindo. Paz pra gente é uma sensão. Bem, o que é a ausência de paz? Quando tem alguma coisa que não está indo bem, que está me criando uma tensão, uma agonia, uma necessidade de mudança, porque alguma coisa não está bem, algo está errado. OK? Quem aqui já resolveu todos os problemas da sua vida? Que bom. Que bom, a gente ainda está no mundo de espíritos em progresso, porque só quem está absolutamente em paz são os espíritos superiores. Nós estamos construindo a nossa paz. Então, vamos pensar no seguinte. Como é que eu estarei em paz comigo? Olha, antes que eu possa falar em ficar em paz com o mundo, porque a gente também não pode querer resolver tudo de uma vez só, a primeira coisa que eu preciso resolver é como eu vou ficar em paz comigo. Se eu estiver sozinho, ó, vou fechar os meus olhos, vou olhar para mim e vou dizer assim: "Tem alguma coisa em mim que está me incomodando?" Porque se tem alguma coisa que está incomodando, eu não tô em paz comigo, né? E aí o que que eu preciso fazer? Preciso resolver isso. O primeiro passo pra gente construir a paz é a gente ser capaz de conviver. Conviver com nós mesmos significa olhar quem nós somos e dizer assim: "OK, OK, eu posso até não estar satisfeito com você, mas por enquanto é

pra gente construir a paz é a gente ser capaz de conviver. Conviver com nós mesmos significa olhar quem nós somos e dizer assim: "OK, OK, eu posso até não estar satisfeito com você, mas por enquanto é assim que nós vamos ficar e tá tudo bem". Eu me olho no espelho, aí digo assim: "Tá gordo! É, eu vou me desesperar. O que é estar em paz comigo? É olhar o gordinho no espelho, dizer assim: "Tenho esperança em você, mas tudo bem. Hoje é isso mesmo. Você consegue ficar alguns instantes com você, gordinho? Consigo. Pronto, consegui um minuto de paz comigo. Ah, mas é porque eu eu falo muito. É. É. E você consegue conviver com você falando muito, consigo. Então, fique em paz. Não, não consigo. Então, vamos fazer um pouco de silêncio pra gente encontrar a paz. Existem coisas que são muito práticas. Por exemplo, quando você está no seu quarto, você está em paz? Não. Por quê? Não, porque minha cama tá num lugar que eu não gosto. Ué, o que que você precisa fazer para que você fique em paz na sua cama? Eu precisava mudar ela de lugar. Homem, mude hoje. Não espere para amanhã, não. Tenha hoje uma noite de paz. Bote a cama num lugar em que você se sinta à vontade. Ah, mas eu não gosto do meu lençol. Tire. Ah, eu não gosto do meu colchão. Durma no chão, mas encontre um lugar aonde você fique em paz para que você possa sentir, sabe aquela sensação de puxa, agora tá bem. Esse é o meu lugar aonde eu estou confortável, mas não é um conforto que me faz ficar ali o tempo todo. Porque a paz não é desaparecer, não é perder o movimento. A paz é aquele momento do repouso íntimo. É aquele instante em que nós entramos em nós e dizemos assim: "Minha alma, fique contente, você está em paz." Sabe a sensação de você chegar num lugar agradável? Por exemplo, tô andando em Luisiânia, 40º no meio-dia e eu entro no shopping center com ar condicionado. Ficou melhor? Ficou, não ficou? Aquela sensação é uma sensação de alívio, não é? Joia. Como é que eu entro em mim e me sinto aliviado? Que lugar é esse?

u entro no shopping center com ar condicionado. Ficou melhor? Ficou, não ficou? Aquela sensação é uma sensação de alívio, não é? Joia. Como é que eu entro em mim e me sinto aliviado? Que lugar é esse? Qual é esse lugar aonde eu posso ir dentro de mim, em que eu possa me sentir em paz? Eu preciso descobrir isso. Por quê? Porque ao experimentar esse lugar em mim, eu vou descobrir como é que eu vou construí-lo no mundo. E aí nós precisamos ter um cuidado, porque assim, você que vive na cozinha cozinhando, você fica em paz na sua cozinha? O que que lhe traz essa sensação de paz na sua cozinha? Olha, eu fico muito bem na minha cozinha quando eu vejo tudo fora do lugar, porque significa que eu tô trabalhando. Ótimo. Você descobriu o seu espaço de paz. Ah, eu fico desesperado porque cozinha em paz para mim tem que tá tudo arrumado. Ótimo. Você descobriu o seu lugar de paz. Combine isso e monte isso na sua vida. Agora, quando você fecha o olho e vai para dentro de você, que lugar é esse que você se sente em paz? Jesus disse assim, ó: "A minha paz eu vos deixo, mas não a deixo como o mundo vos oferece. É uma paz diferente. Existe uma história fantástica. Quando em 1918 estourou a Primeira Guerra Mundial, foi a primeira vez que um o conflito entre as pessoas ganhou assim proporções mundiais. morreu muita gente. Foi uma das guerras mais violentas que a humanidade já viu, não apenas pela quantidade de pessoas que morreram, mas pela natureza da guerra do enfrentamento um contra um. E durante a guerra, ali na região da Bélgica, estava de um lado o exército alemão, seus aliados. Do outro lado, o exército inglês com os belgas e outros aliados. E era uma noite muito fria, porque aproximava-se o final de dezembro e os soldados todos entrincheirados, a arma, prestando atenção, trocando a vigília, um tentava dormir, o outro tinha que ficar acordado para ver se o inimigo não tava fazendo alguma coisa. E a noite foi esfriando. E a noite foi esfriando. E o povo lá com a arma na mão, olhando um pro lado do

va dormir, o outro tinha que ficar acordado para ver se o inimigo não tava fazendo alguma coisa. E a noite foi esfriando. E a noite foi esfriando. E o povo lá com a arma na mão, olhando um pro lado do outro. Até que alguém lembrou que se tratava do dia 24 de dezembro. Era uma noite de Natal no meio de uma guerra. aquela apreensão, aquele sentimento de desconforto, quando de repente alguém começou a cantarolar para se distrair. Hum, hum. Humum. Tava tão silencioso que alguém do outro lado da trincheira ouviu e respondeu: Outra voz se juntou. Humum. Humum. E outro foi cantando. E outro foi cantando. Daqui a pouco alguém começou a cantar. Hum hum hum hum hum. Hum hum. Daqui a pouco tava cantando um do lado, outro do outro. E aí alguém levantou e fez assim: "Tem vinho aí?" O outro disse: "Tem, nós estamos com frango aqui, vamos juntar". Um olhou para um lado, outro olhou pro outro, diz assim: "Pode na guerra?" Aí alguém disse assim: "Ué, mas hoje é Natal, mas vamos, se a gente levar o vinho aí, vai ter tiro. Ah, ninguém quer tiro hoje não, rapaz. Vamos fazer uma um jantazinho entre os inimigos. Vamos. Soltaram as armas e durante todo o Natal daquele ano se descobriu que os soldados das zonas inimigos tinham primos, tinham amigos, tinham conhecidos. Jogaram bola, soltaram carteado, cantaram música juntos e chegou o fim do dia 25. Cada um voltou pro seu lado, pegou as suas armas, engatilhou. Tá tudo bem aí? Tá, tava bom, né? É saudade daquele vinho, aquele franguinho assado. Vamos parar com essa besteira. Vamos. Vamos. Soltaram as armas. Isso é paz. é a capacidade de nós colocarmos as coisas numa situação de bem-estar em torno de nós. Mas pra gente descobrir isso, é preciso identificar primeiro esse lugar dentro de nós. Por eu não estou em paz. O autoconhecimento é a resposta a essa primeira pergunta. Por que eu não estou em paz comigo? Por que eu não estou em paz na minha cama? Por que eu não estou em paz no meu quarto? Por que eu não estou em paz na minha casa? Porque eu não estou em paz no meu

. Por que eu não estou em paz comigo? Por que eu não estou em paz na minha cama? Por que eu não estou em paz no meu quarto? Por que eu não estou em paz na minha casa? Porque eu não estou em paz no meu bairro? Porque eu não estou em paz no meu escritório, na minha empresa? Porque se eu não enfrento a necessidade de construir essa paz, eu vou passar a vida incomodado. Eu não vou ter aquela sensação de descanso. E aí, como é que vai ser a vida da gente? A gente acorda e vai dormir se afogando. Já pensaram que é isso? você acordar e dormir com aquela sensação de tá se afogando. Isso é a falta de paz. Quando nós construímos um lugar de paz, nós buscamos isso. Grande exemplo de paz. Jesus entrou em Jerusalém montado num pequeno burrico. Os hebreus quando viram aquela cena, lembraram das promessas de Zacarias que dizia que o Messias entraria em Jerusalém sentado sobre um burrico. E eles disseram uma coisa extraordinária na famosa entrada triunfal. Eles diziam: "Hosanas, Jesus". Bonita, né? A expressão. A gente repete ainda hoje, né? Hosanas. Hosanas. Em hebraico se diria Yesua. Oxaná. A palavra oxaná que no idioma inglês virou roxani, em português virou Rossana, no latim hosana significa salva-nos. Salva-nos. Então, quando Jesus entrou, o que que as pessoas diziam? Salva-nos. Por quê? Porque Yeshua, Jesus em hebraico, significa salvador. Então, o Salvador entrava e elas pediam salva-nos. Os romanos ficaram de orelha em pé. Filho de Davi era título de um rei. Salva-nos. Salva-nos de quem? Eles ficaram preocupados. Montou-se uma estratégia, se prendeu Jesus, deram-lhe uma surra, foi traído pelos amigos, foi abandonado por todos, foi surrado. Ele tava em paz ou ele tava sendo afogado? Pra gente parece que ele tava sendo afogado, né? Porque a gente diz assim: "Não, não tem como a pessoa ficar em paz numa situação daquela". A coisa piora quando ele depois de estar sendo crucificado, ainda colocam a mãe dele na frente dele, a mulher chorando. Quem era que podia estar em paz numa situação

car em paz numa situação daquela". A coisa piora quando ele depois de estar sendo crucificado, ainda colocam a mãe dele na frente dele, a mulher chorando. Quem era que podia estar em paz numa situação dessa? Ele sabe o que que ele fez numa hora como essa? Ele cantou, hein? É, ele cantou, tá lá descrito no Evangelho de Mateus, quando ele diz assim: "E então ele disse: Eloi, Eloi, Lamá Sabactani, Deus meu, Deus meu, por que me abandonaste?" Aí diz assim: "Ué, mas nessa hora ele tava negando, né? Ele tava com medo. Ele tava perguntando a Deus por que Deus abandonou ele, né? Depois, quando vocês puderem, de uma lida no salmo. Sabe como é que começa o salmo 22? Deus meu, Deus meu, porque me abandonaste? Vou fazer uma comparação pra gente entender o momento. Se eu dissesse assim, ó, hoje olhei a terra ardendo. Preciso cantar o resto? Todo mundo sabe o que que eu tô falando, né? Para um hebreu, se você disser assim: "Deus meu, Deus meu, porque me abandonaste?", Não precisa cantar o resto. Eles sabem que tá se referindo ao Salmo 22, que é um salmo de exaltação na tradição da casa de Davi, cantado junto com o Salmo 23, que todo mundo conhece, né? Jesus estava cantando nesse momento. Por quê? Porque ele estava em paz. Ele estava num lugar tão privilegiado dentro dele que ele olhou pra gente e disse assim: "Perdoa-os, pai, eles não sabem o que fazem. Para mim está consumado. Em tuas mãos eu entrego meu espírito." Isso é o lugar de paz. Você vai descobrir o indivíduo que está em paz. quando tá todo mundo aperreado e ele tá tranquilo porque ele sabe o que está acontecendo. Existe uma história muito bonita de uma jovem menina de 7 anos de idade que entrou no navio para participar de um cruzeiro e já ia no terceiro dia na embarcação, quando de repente à noite um maremoto começou a se multiplicar. As ondas bafejavam sobre as laterais do navio, cadeira para um lado, gente correndo pro outro e a menina no salão de festas brincando. E a água vinha, dava, quase quebrava uma janela. o povo a gritar e a

ondas bafejavam sobre as laterais do navio, cadeira para um lado, gente correndo pro outro e a menina no salão de festas brincando. E a água vinha, dava, quase quebrava uma janela. o povo a gritar e a menina olhava, ria e continuava brincando. Uma senhora muito incomodada com aquela situação olhou para a menina e disse: "Minha filha, você não tá vendo o que que tá acontecendo? Nós estamos prestes a morrer. Olha o tamanho das ondas." Ela levantou o rostinho, rio e disse assim: "Não se preocupe, senhora. Papai é o capitão desse navio. Eu sei que tem ondas na sua vida. Eu sei que o mar não está tranquilo na sua existência. É natural que você não se sinta em paz, mas procure em você o lugar com o seu pai, porque ele é o capitão desse navio. Não há, há absolutamente nada que nos possa tirar da presença de Deus em nossas vidas. E quando tudo for adverso, quando tudo o mais estiver agitado, a gente precisa ir para aquele lugar dentro da gente, onde a gente possa ouvir do outro lado aquela canção. Hum. Deus nos mantenha em paz. Gratidão, André, por esse momento tão especial, por compartilhar conosco nesse conhecimento e esse momento de de a gente se sentir, né, assim, com vontade realmente de construir essa paz em nós. Nós vamos convidar agora o Rui Meirelles para entregar para você uma lembrança do nosso evento e da nossa cidade. e também agradecimento, né, a sua participação aqui conosco. Olha, para vocês que não sabem o que foi, acabei de ganhar uma marmelada de Santa. Eu sei que a palestra foi sobre paz, mas vocês vão ficar com Vamos contribuir para eu querer um pouquinho desse, quando faz ele me dá uma marmelada. Você nunca viu, né, André? Bom, gente, então estamos chegando ao final. Queremos agradecer a presença de todos vocês aqui hoje nessa noite especial. Agradecer ao André, ao Lâno, né, a todos que fizeram esse momento tão especial também aqueles que estão nos assistindo pelo YouTube, né? Gratidão todos vocês. Eh, a gente convida para todos voltarem amanhã acompanhar o nosso

âno, né, a todos que fizeram esse momento tão especial também aqueles que estão nos assistindo pelo YouTube, né? Gratidão todos vocês. Eh, a gente convida para todos voltarem amanhã acompanhar o nosso segundo dia da semana da 27ª Semana Espírita. Amanhã nós teremos também apresentação musical do nosso querido, querido Arildo Marques, que você já conhece como palestrante aqui na casa, que também canta. E nós temos, teremos também a palestra A paz em mim e a lei de causa e efeito. E quem vai trazer essa reflexão para nós é o nosso irmão Carlos Baca, que vocês também conhecem aqui do CEPAC. Então, boa noite, bom retorno aos lares, né? Que a paz possa estar com vocês e desejamos a todos uma ótima noite na cama, né, deitado, sentindo bem nesse lugar, né, nas na cama, nos quartos de cada um e que a gente possa realmente levar essas reflexões paraa nossa vida. Para encerrar, então agora nós vamos convidar a nossa irmã Margarida Diniz para fazer a prece de encerramento desse nosso evento, né? Nesse momento também vamos pedir a todos para manter essa sintonia para nós recebermos o passe nesse momento. Então vamos nesse momento fechar os nossos olhos físicos, elevar os nossos pensamentos até as esferas celestiais, embalar com essa música, com essa sintonia e agradecer mais uma ao nosso pai criador, que nos criou simples e ignorantes, mas nos deixou, nos enviou o seu filho Jesus, nosso mestre, que vem nos orientando há mais de 2000 anos. E nós ainda temos muita dificuldades de sentir esta paz que é ofertada por todos nós, pelo nosso criador em forma de energia que podemos buscar quando queremos. pelos ensinamentos de Jesus. E nesse momento em que nós estamos refletindo sobre a paz, essa paz que o Cristo nos ensinou e nos deixou em seu evangelho de luz, os ensinamentos para que possamos nos conhecer melhor, sentindo esta paz. E assim a todos que estamos aqui nesta sintonia com o alto, possamos receber este passe, essa energia, sentindo-nos filhos de Deus, muito amados. Porque somos

s nos conhecer melhor, sentindo esta paz. E assim a todos que estamos aqui nesta sintonia com o alto, possamos receber este passe, essa energia, sentindo-nos filhos de Deus, muito amados. Porque somos todos irmãos em Cristo. E é com muita alegria que nós encerramos a a reunião da noite de hoje, esta palestra em que nos trouxe reflexões profundas, onde nós estamos construindo a paz em nós. E é com muita gratidão, Jesus, que nós agradecemos por esta casa que nos acolhe há 63 anos com esses irmãos precursores que trouxeram com eles esse objetivo de aqui estarmos na noite de hoje. Obrigada, Jesus. Obrigada, ó Pai. Obrigada a esta casa SEPAC. Gratidão por essa existência em que nós já temos condições de olhar um pouco mais para dentro de nós nesse momento tão especial que estamos vivendo. E que nós possamos continuar a semana, a 27ª semana, espírita de Luziânia. refletindo sobre a paz em mim, para que eu possa retribuir a paz e que esta paz continua em nossos corações e que assim seja. Yeah.

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