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SEMINÁRIO O Método Reflexivo-consciencial: O Que é e Como Utilizá-lo nas Atividades do Centro Espírita SLIDES: https://goo.gl/SQLM4l ***Saiba mais sobre o Método Reflexivo-consciencial: https://goo.gl/vJdajP TRANSMISSÃO AO VIVO www.youtube.com/feemtTV www.feemt.org.br/aovivo www.febtv.com.br (canal 3) QUANDO 11 e 12 de fevereiro de 2017 Sábado: 8h30 às 12h - 14h às 18h30 Domingo: 8h30 às 12h30 ONDE Sede da Feemt - Av. Djalma Ferreira de Souza, nº 260, Morada do Ouro, Cuiabá - MT FACILITADOR Alírio de Cerqueira Filho MAIS INFORMAÇÕES (65) 3644-2727 | comunicacao@feemt.org.br
Porque naquela época era dos havia os reis absolutistas que detinham todo o poder e as e as pessoas muitas vezes não tinha direito a nada. Continuam o esses absolutistas, só que muitas vezes com voto popular, né? manobro, manipulo pessoas e continuo no processo de absolutismo, observando-se na superficialidade a sociedade, qual é a sensação que dá na superficialidade? Qual é a sensação de que dá que não vai ter fim essa essa situação, né? É mais, é mais ou menos isso que Kardec tá perguntando. É tão centrado no interesse pessoal e a sociedade ainda está tão materialista que parece que não vai ter fim. Vamos ver a resposta dos benfeitores de todos os países do mundo. Hã, a educação, que tipo de educação? essa que dá nas escolas intelectual, a educação moral de ordem espiritual, trabalhar profundamente as questões de ordem espiritual, porque ao se trabalhar as questões de ordem espiritual, as materiais tomam uma dimensão diferente, uma dimensão bem menor. e cada vez menor e cada vez menor até que elas entre naquilo que é para ser apenas instrumento, instrumento de evolução e não instrumento para apego das nas coisas materiais. E aí Kardec fala de Kardec não, os benfeitores falam de reformar as instituições humanas. Que instituições eles estão falando aqui? Hum. todas as instituições humanas, a começar da família, as instituições religiosas, né, as políticas, todas as jurídicas, todas as instituições são convidadas a serem reformadas por meio da educação. Vai ser possível isso? Vai, há uma programação divina para isso. Então, a resposta é sim. Nós vamos, enquanto humanidade chegar ao momento em que o egoísmo será banido da sociedade terrestre e aqueles que se opuserem a isso vão ser encaminhados para ambientes próprios para aqueles que se opõem, né? Porque há uma determinação divina para isso em se tratando do planeta Terra. Nós já vimos amplamente no capítulo sobre a lei do Progresso, nós vimos essa questão da evolução do planeta Terra, eh, com base naquilo que nós estamos sendo convidados.
se tratando do planeta Terra. Nós já vimos amplamente no capítulo sobre a lei do Progresso, nós vimos essa questão da evolução do planeta Terra, eh, com base naquilo que nós estamos sendo convidados. Vejamos agora na questão 918. Por que indício se pode reconhecer em um homem o progresso real que lhe elevará o espírito na hierarquia espírita? Nós acabamos de ver o maior entrave para que nós cumpramos a lei de amor, justiça e caridade. Aqui Kardec pergunta quais são os indícios que reconhecem o progresso real, que faz com que o espírito ele se eleve na vertical da vida, né? Na escala espírita. Nós já estudamos a escala espírita. Vai desde a da 10ª eh classe até a primeira classe. Primeira classe de espíritos puros, 10ma classe de espíritos imperfeitos. Então, nessa ascensão do espírito da 10ª classe à primeira classe, como que acontece? Como que quais são os indícios que vão demonstrar que a pessoa está realmente ascendendo? Vamos ver a resposta. O espírito prova a sua elevação quando todos os atos de sua vida corporal representam a prática da lei de Deus. E quando antecipadamente compreende a vida espiritual, verdadeiramente homem de bem é o que pratica a lei de justiça, amor e caridade na sua maior pureza. Se interrogar a própria consciência sobre os atos que praticou, perguntará se não transgrediu essa lei, se não fez o mal, se fez todo o bem que podia, se ninguém tem motivos para dele se queixar, enfim, se fez aos outros o que desejara que lhe fizessem. De que os benfeitores estão falando aqui? do que que eles estão descrevendo? o profundo desinteresse pessoal que cujo lema maior é esse preceito evangélico, fazer aos outros aquilo que gostaríamos que os outros fizessem a nós. Então, quando a pessoa se ocupa disso, em primeiro lugar, o que ela está fazendo? Quando nós fazemos exercícios para nos ocuparmos de pensar no outro antes de pensar em nós, o que nós estamos fazendo? o exercício para a transmutação do egoísmo. Exatamente. Então, nós estamos porque ao pensar no outro
exercícios para nos ocuparmos de pensar no outro antes de pensar em nós, o que nós estamos fazendo? o exercício para a transmutação do egoísmo. Exatamente. Então, nós estamos porque ao pensar no outro e pensar o que eu estou fazendo, eu gostaria que o outro me fizesse, né? Com certeza. por exemplo, uma pessoa que está nesse profundo interesse pessoal, que desvia recursos da sociedade, não gostaria de estar no lugar daqueles que vão sofrer, da criança que vai ficar sem merenda escolar ou ou tendo merenda escolar da pior pior categoria, porque o dinheiro foi desviado, os hospitais caindo aos pedaços e as pessoas deitadas tem no nos corredores, às vezes nem maca tem para deitar e deitada no chão. Se ele pensasse se eu eu gostaria de estar no lugar dele, acontece que a pessoa que está no profundo egoísmo não pensa nisso. Ele não pensa em se colocar no lugar do outro. Então, o exercício maior para que nós nos libertemos do egoísmo é esse, pensar nos outros e se nós gostaríamos de receber a nossa ação no lugar do outro, né? Quando a resposta é não, a vida nos convida a nos abster de agir daquela maneira. Por isso que os benfeitores colocam aqui, pratica a lei de justiça, amor e caridade na sua maior pureza. Vai sempre interrogar a própria consciência sobre os atos que praticou. Perguntará se não transgrediu essa lei, se não fez o mal, se fez todo o bem que podia. Então, é uma pessoa que está sempre se ocupando em ver-se no lugar do outro e fazer sempre aquilo que ele gostaria que o outro lhe fizesse. Se nós internalizarmos isso como um princípio de vida, nós vamos praticar a lei de amor, justiça e caridade com muita naturalidade e nos beneficiarmos com tudo que ela nos gera. O que que a prática da lei de amor justicaridade gera? Nós já estudamos isso. Alguém lembra? O que ela gera? Hã, mais do que isso, felicidade. A pura e eterna felicidade lá da questão 115. Claro que a pura eterna quando formos espíritos crísticos, mas até lá a felicidade relativa possível. Vejamos quando uma pessoa que está centrada no
dade. A pura e eterna felicidade lá da questão 115. Claro que a pura eterna quando formos espíritos crísticos, mas até lá a felicidade relativa possível. Vejamos quando uma pessoa que está centrada no profundo interesse pessoal, egoísta, usurpa os bens de uma sociedade, o que que ela está querendo? Ser infeliz. Ela quer ser feliz, ela deseja ser feliz. Só que quando ela faz isso, ela pode ter momentos de prazer, mas jamais ela vai conquistar a felicidade assim. Seja mesmo que enquanto ela estiver se locupletando com recursos da sociedade, mesmo nesse momento, ela poderá ter momentos de prazer. Momentos de prazer é uma coisa. Felicidade é outra. A felicidade ela é fruto do quê? De paz de consciência. Só é possível a felicidade com paz na consciência. E só é possível a paz de consciência praticando a lei de amor, justiça e caridade em sua inteza. Aí a pessoa realmente se pacifica. Mesmo que ela tenha pouco, ela adentra a paz interior e usufrui da felicidade consequente a essa paz. Faz sentido, gente? Vamos continuar. Possuindo do sentimento de Possuído do sentimento de caridade, de amor ao próximo, faz o bem pelo bem, sem contar com qualquer retribuição, e sacrifica seus interesses à justiça. Aqui eles colocam um novo conceito, o bem pelo bem. Realizar o o bem pelo bem só vai ser possível com base em quê? No desinteresse pessoal. Se eu tenho interesse, mesmo que se esse interesse for espiritual, é o bem pelo bem. Olha, eu vou trabalhar porque aí obsessor me não me pega. Eu vou lá, eu vou fazer caridade bastante lá na favela, porque obsessor não me pega nessa condição. É o bem pelo bem. Eu vou fazer eh muito trabalho social, porque aí depois que eu morrer, depois que eu desencarnar, eu vou para uma colônia do tipo nosso lar, porque é dessas que eu quero. Isso é o interesse espiritual ou é ilusão? Hã? Isso é o interesse espiritual ou ilusão? Tá uma boa pergunta. Isso é o quê? É o bem pelo bem que eu mostrar aqui ou é um bem solicitando uma barganha? Só que aí a barganha já não é mais com os
ão? Hã? Isso é o interesse espiritual ou ilusão? Tá uma boa pergunta. Isso é o quê? É o bem pelo bem que eu mostrar aqui ou é um bem solicitando uma barganha? Só que aí a barganha já não é mais com os homens, é com quem? Com Deus. Continua o interesse pessoal, que é ilusório, porque o interesse pessoal é é um é um bem Romildo, ou ele é uma ilusão. Então é as duas coisas que você falou. O próprio interesse pessoal é ilusório. Ninguém vai conquistar nada que não seja centrada na justiça, no amor e na caridade. Então, esses essas condições que ainda temos muito, inclusive no nosso movimento, significa o quê? Significa que nós às vezes mudamos um pouco as coisas, mas permanecemos centrados no egoísmo. Até o bem sendo realizado de uma certa forma por egoísmo, né? Agora, uma pessoa pode objetar, mas já é um bem. É, né? Agora é um bem profundo para quem faz o bem. Quem recebe um prato de comida, uma cesta básica de alguém que está com esse movimento ainda de interesse pessoal e recebe a cesta básica, vai ser beneficiado, vai. Então, essa pessoa não está nesse extremo aqui do profundo egoísmo. O egoísmo dela já tá um pouquinho mais para cá, mais próximo, menos eh distante do desinteresse pessoal, mas ainda há interesse pessoal. Então, o bem maior é o bem de que tipo? Como que é o bem pelo bem? É o bem que faz bem ao outro, mas sobretudo ao pessoa que está realizando o bem. Esse é o bem maior. Al perguntou, Lorena. Hã, quem que perguntou? Não, eu perguntei para saber se é interessal ou não, você bem para se sentir bem. Uhum. Fazer o bem para se sentir bem. Tem uma questão do livro dos espíritos, nós estudamos na lei do progresso sobre isso. Quando a pessoa faz com real desinteresse a questão é interna, né? É ela que pode aferir isso. Se ela está fazendo com desinteresse pessoal ou interesse pessoal, se ela faz realmente com com desinteresse, ela vai fazer juiz a uma boa desencarnação. Agora, ela, se ela fizer para ter uma boa desencarnação, é diferente dela fazer isso como parte da lei, não é? Se
se ela faz realmente com com desinteresse, ela vai fazer juiz a uma boa desencarnação. Agora, ela, se ela fizer para ter uma boa desencarnação, é diferente dela fazer isso como parte da lei, não é? Se nós cumprirmos a lei de amor, justiça e caridade, o que que vai acontecer, Redline? Nós vamos nos sentir bem e sermos felizes. Agora, se você fizer isso para sentir bem e ser feliz, vai sentir bem e ser feliz? Com interesse de sentir bem e ser feliz? Porque aí já deixará de ser amor, justiça e caridade. Passa a ser interesse pessoal. Então, a linha que divide entre uma situação e a outra, é necessário que a pessoa ausculte a sua intimidade, né? Porque uma coisa é você saber que existe uma consequência de uma causa. É uma lei divina. Se a causa é amorosa, justa e caridosa, você vai esperar que os efeitos serão amorosos, justos e caridosos. Agora, se você faz aquilo esperando a recompensa pura e simplesmente, a causa e ela continuará sendo amorosa, justa e caridosa. Não. Aí ela deixa de ser. E aí os efeitos deixarão de ser também, né? sempre o que vai gerar o o a os benefícios como consequência é a conexão com a lei ou não, né? Se estivermos conectados plenamente com a lei, a causa é amorosa, justa e caridosa. Os efeitos serão também de igual valor. Eh, eh, Leonardo, depois tá a pergunta da internet nesse mesmo sentido. Só registrar, você me permite, Leonardo Fernanda Dias, ela pergunta, deixa ver, só que o exemplo dela é outro. Se o motivo for, eu vou me esforçar porque eu quero ter a felicidade relativa. Também é focada no eu. Isso também não seria um egoísmo? Fernanda Dias, a pergunta da Fernanda Dias. Se eu me esforçar, como que é? Se o motivo for, eu vou me esforçar porque eu quero ter a felicidade relativa. Eu vou me esforçar porque eu quero ter a felicidade relativa. Se for esforço real, ela está estará cumprindo a lei de amor, justiça e caridade. Por quê? Existe a lei do esforço conectada com a lei do trabalho, com a lei do progresso, com a lei do dever e, por sua vez, com a
ço real, ela está estará cumprindo a lei de amor, justiça e caridade. Por quê? Existe a lei do esforço conectada com a lei do trabalho, com a lei do progresso, com a lei do dever e, por sua vez, com a lei de amor, justiça e caridade. Quando a pessoa está fazendo esforços reais, ela está transformando-se intimamente por meio das virtudes, diferente dela forçar-se. Aí a a vamos busc aproveitar a pergunta para colocar a diferença do esforço e do forçar-se. O forçar-se é você se força para obter a recompensa, obter a algo em troca do movimento que a pessoa forçou. O esforçar-se está centrado nas leis divinas. Então, se a pessoa estiver centrada nas leis divinas, por quando nós estudamos as leis divinas e sabemos do mecanismo dela, é exatamente isso que os benfeitores estão fazendo conosco, nos orientando para entender como funcionam as leis divinas para que nós possamos cumpri-la. Então, como elas funcionam assim, ao saber de todo o mecanismo, nós estamos investigando as leis divinas, conforme a questão 619 do livro dos espíritos. Ao investigar, nós conhecendo o mecanismo, nós a nós nos libertamos da ignorância do não saber para poder superar a ignorância do não sentir, sentindo a lei no coração para vivenciarmos essa lei. A felicidade é uma consequência natural. Então, a pessoa não está condicionando a felicidade. Ela está simplesmente realizando os esforços para eh cumprir as leis e a felicidade virá como uma consequência natural. Quando a pessoa se força, ela fica focada na felicidade. Eu quero a felicidade, então eu tenho que agir assim, eu tenho que agir assado. Eu tenho. Quando ela se movimenta nesse processo obrigatório, o coração dela não se pacifica e aí a felicidade não virá enquanto ela não transmutar esse interesse de ser feliz. Vejamos, a felicidade é uma virtude conquista, mas se eu tiver um interesse egoísta de ser feliz, eu não serei feliz, porque esse interesse egoísta me distancia da felicidade, porque me distancia das leis. Então, é exatamente isso que acontece. É muito importante a
interesse egoísta de ser feliz, eu não serei feliz, porque esse interesse egoísta me distancia da felicidade, porque me distancia das leis. Então, é exatamente isso que acontece. É muito importante a pessoa perceber se ela está se esforçando. O esforço é muito natural. Três virtudes são utilizadas para que nós possamos aferir se estamos esforçando ou nos forçando. O próprio Cristo nos ensina isso. O meu julgo é suave, meu fardo é leve. Então ele fala da suavidade e leveza. E ele fala várias vezes, e o apóstolo Paulo também do regozijo. Então nós temos três virtudes: suavidade, leveza e contentamento, júbilo, que é o que é o protótipo da felicidade. É a virtude que vai produzir a felicidade mais intensamente. Então, quando a pessoa está se esforçando, o processo é de leveza. Ela não vem, por ela não vai para um trabalho do bem. por exemplo, no no coletivo, forçada, ela vai porque ela sente prazer naquilo, o prazer de realizar o bem, o bem pelo bem. E a e o trabalho será suave. Pode ser até um trabalho que cansa o corpo, mas será suave, será leve. Ela entra em júbilo por estar naquele trabalho. Quando o processo é de forçar-se, ela tá sempre ali mais reclamando. Puxa vida, tem que ir lá, tem que ir lá nessa federação hoje, não tem jeito, né? Acordi marcou reunião logo hoje, não tem jeito, vou ter que ir lá. Esse ter que ir forçar-se. Então, o trabalho do bem passa a ser um peso. Se o trabalho do bem é um peso pro trabalhador do bem, alguma coisa tá errada. Mesmo que a pessoa faça e achando que ela vai ter recompensa depois, pura ilusão, ela não, porque o próprio movimento dela é o movimento coerivo. Não tem como sentir felicidade se nem o júbilo pequeno do dia a dia a pessoa não se permite. Ela não vai ter suavidade e leveza aqui agora, muito menos depois, porque a virtude é uma conquista íntima da pessoa. Se ela não vive como espírito imortal com base na suavidade de leveza, não é depois que ela desencarnar que ela vai ter essa suavidade de leveza. Faz sentido isso, gente? Leonardo,
a íntima da pessoa. Se ela não vive como espírito imortal com base na suavidade de leveza, não é depois que ela desencarnar que ela vai ter essa suavidade de leveza. Faz sentido isso, gente? Leonardo, eu poderia dizer então que eh o importante é a intenção da ação, sem intenção eh de fazer o bem eh pela caridade próximo. Uhum. Então, a felicidade de eu agir dessa forma será uma consequência. Uhum. O Leonardo tá perguntando se o que no vale no caso é a intenção. Se eu tiver a intenção de fazer o bem pela caridade, essa intenção é que vai garantir. São duas questões, a intenção e a direção que você dá. Porque às vezes a pessoa tem uma intenção positiva. Por exemplo, a pessoa que faz barganha tem uma intenção positiva. Ela tem uma intenção de ser de fazer um bem, só que ela está mal direcionada porque ela quer fazer um bem para obter uma recompensa. A pessoa que está focada no bem pelo bem, ela deve unir uma intenção positiva com uma direção adequada. Que o que significa isso? A intenção de oferecer o melhor para o outro sem esperar nenhuma recompensa do outro, nem um muito obrigado do outro, né? Porque tem gente que pede que exige pelo menos o muito obrigado. É o mínimo de que tem. A intenção pode ser positiva, mas a direção tá inadequada, porque a pessoa ainda está focada minimamente que seja numa recompensa. Então, a pessoa que está no focada no bem pelo bem, no sentimento de caridade, de amor ao próximo, cumprindo a lei maior, ela vai se desvencilhando de tudo isso. Nós não estamos querendo dizer que tudo isso é fácil, que nós vamos sair do do interesse pessoal para o desinteresse pessoal num átimo. É toda uma construção que nós vamos fazendo para que gradualmente nós nos libertemos do interesse e venhamos cada vez mais fazer exercícios para o desinteresse pessoal. Oi. Quando deserência pessoal significa não ter interesse? Sim. O o prefixo 10 significa não. Não interesse. Não é bondoso, humanitário e benevolente para com todos. Porque vê irmãos em todos os homens, sem distinção de raças
soal significa não ter interesse? Sim. O o prefixo 10 significa não. Não interesse. Não é bondoso, humanitário e benevolente para com todos. Porque vê irmãos em todos os homens, sem distinção de raças nem de crenças. Se Deus lhe outorgou o poder e a riqueza, considera essas coisas como um depósito de que lhe cumpre os ar para o bem, delas não se envaidece por saber que Deus que lu, também l. É aquilo que nós já já comentamos. Tudo que nós usufruímos nesta persona neste momento, é apenas um depósito, é um bem divino emprestado para nós, que nós vamos prestar contas para as nossas próprias consciências. Então, se a pessoa aqui tá falando aqui, os benfeitores estão falando de alguém que adquiriu a a riqueza por trabalho próprio e não por usurpar dos do do bem os bens da de uma sociedade, de um país, de uma cidade, de uma comunidade. Mas mesmo nesses casos, ele não se para que ele esteja em sintonia com a lei, a vaidade deve ser trabalhada, porque ele não tem a riqueza simplesmente por pelos seus méritos próprios somente. É também pelos méritos próprios, mas a ajuda da providência divina também foi muito substancial para isso. Tudo que nós adquirimos, a com o nosso trabalho, com o nosso esforço, se não for usurpado, isso é a providência divina está sempre por trás de de todos esses esforços que nós não deveremos nos envaidecer. Antes os benfeitores fala da bondade e da benevolência, né? Vejamos o conceito de caridade que nós vamos ver mais adiante. Uma do das virtudes ligadas à caridade é a benevolência, né? É o ato de produzir o bem pelo bem, né? Então essa, esses esforços é o são de de desenvolver essas virtudes que vão vão nos garantir a conexão maior com a lei de amor, justiça e caridade. Se sob a sua dependência a ordem social colocou outros homens, trata-os com bondade e complacência, porque são seus iguais perante Deus. usa da sua autoridade para lhes levantar o moral e não para os esmagar com seu orgulho. Vejamos todos os atos com o outro conforme nós gostaríamos que
omplacência, porque são seus iguais perante Deus. usa da sua autoridade para lhes levantar o moral e não para os esmagar com seu orgulho. Vejamos todos os atos com o outro conforme nós gostaríamos que os outros nos tratassem. Porque se ele for, estiver na condição de subalterno, ele vai querer ser tratado com bondade e complacência. Se ele quer para ele, ele por dever de consciência fazer aos outros, conforme o preceito cristão. É indulgente para com as fraquezas alheias, porque sabe que também precisa da indulgência dos outros e se lembra destas palavras do Cristo. Atire a primeira pedra aquele que estiver sem pecado, né? Então, é alguém que faz esforços para não julgar o outro, a ver o outro como com compaixão, com indulgência, né? A questão do livro dos espíritos que fala sobre a caridade, benevolência para com todos, indulgência para com as imperfeições alheias, perdão das ofensas. Então, é a pessoa que faz esforços para desenvolver essas virtudes. Não julga o outro atirando a primeira pedra, porque ele sabe que ele não está isento de erro também como os outros. Não é vingativo, a exemplo de Jesus, perdoa as ofensas para só se lembrar dos benefícios, pois não ignora que como houver perdoado, assim perdoado lhe será, né? Então, novamente, a aqui eles estão desenvolvendo a questão sobre a caridade que está intimamente ligada à justiça. Respeitem enfim em seus semelhantes todos os direitos que as leis da natureza lhes concedem, como quer que os mesmos direitos lhes sejam respeitados. Mais uma vez repete o preceito evangélico, né, de oferecer ao outro aquilo que gostaríamos que fosse oferecido para nós, respeitar o outro como gostaríamos de sermos respeitados. Alguma pergunta, gente, do que nós vimos até agora? Vamos continuar. Questão 984. As vicissitudes da vida são sempre a punição das faltas atuais. Uma vez visto a questão de que é o egoísmo que geram as consequências dos nossas as consequências dolorosas conforme o interesse pessoal que cultuamos. esse culto ao egoísmo. Quando nós
faltas atuais. Uma vez visto a questão de que é o egoísmo que geram as consequências dos nossas as consequências dolorosas conforme o interesse pessoal que cultuamos. esse culto ao egoísmo. Quando nós trabalhamos o desinteresse pessoal, nós vamos desenvolver cada vez mais um padrão de virtuoso. Agora, a pergunta de Kardec é sobre as vicissitudes, as dificuldades que nós temos na vida. São punição das faltas atuais? E aí, gente, são punições. Não, vejamos a resposta. Não, já dissemos, são provas impostas por Deus ou que vós mesmos escolhestes como espíritos antes de encarnar encarnardes para expiação das faltas cometidas em outra existência. Porque jamais fique impune a infração das leis de Deus e sobre sobretudo da lei de justiça. Se não for punida nesta existência, se lo há necessariamente noutra. Eis porque um que vos parece justo muitas vezes sofre. É a punição do seu passado. Dá impressão que os benfeitores estão contradizendo se aqui ou não? Que que vocês acham? Kardec pergunta se é punição, aí ele fala que não e depois eles falam três vezes em punição. Jamais fique impune se não for punida nesta existência, se se há necessariamente noutra. Porque porque um que vos parece justo muitas vezes sofre é a punição do seu passado. De que eles estão falando? Da lei de causa. Então, a lei de causa efeito é uma lei punitiva, é o quê? é uma lei educativa. Nós vimos agora a pouco eles falando que o egoísmo vai ser superado pela educação. Qual é a maior educação para o espírito? É a educação que se tem nas instituições. Qual é a educação mais a moral? É, sim. é moral. Mas qual é o mecanismo educativo mais eficaz? Exemplo. Exemplo de quem? São as próprias leis. As leis divinas são profundamente educativas. Os benfeitores estão falando aqui das leis divinas. Eles não estão falando de punição como nós entendemos o conceito de punição. Nós entendemos o conceito de punição, você errou, agora você vai ser punido. Não é assim que funciona a nossa sociedade. A nossa justiça é um arremedo
unição como nós entendemos o conceito de punição. Nós entendemos o conceito de punição, você errou, agora você vai ser punido. Não é assim que funciona a nossa sociedade. A nossa justiça é um arremedo da justiça divina. A pessoa aqui é importante nós nós adentrarmos também a quando esse livro foi psicografado. Século X, primeira metade, na na segunda metade, início da segunda metade do século XIX, havia toda uma crença de punição eterna. Para ressignificar esse paradigma e vir para o novo paradigma. As próprias palavras que se utilizavam na época eram incompatíveis com aquilo que nós utilizamos hoje. Com certeza, se os benfeitores espirituais fossem psicografar o livro dos espíritos hoje, essas palavras não estariam aqui. Eh, seriam modificadas para outras palavras de cunho educativo. Até no próprio livro dos espíritos, eles falam que quando uma pessoa eh come demais coisas inadequadas, o estômago pune a pessoa. Como que o estômago pode punir? Veja que a palavra punição era tão tão comum que até o estômago pode punir alguém. Na verdade, quando a pessoa tem um processo de indigestão, é porque ela comeu coisas inadequadas e não é o estômago que pune. Ela própria, ao ingerir coisas inadequadas tem como consequência o processo de indigestão e não a que o estômago pune. Porque que é é é era muito recorrente nessa época a palavra punição. Agora, se nós formos adentrar no espírito da letra, o que significa? Vejamos, a pessoa que comete uma infração das leis, vejam, ele diz, jamais fica impune a infração das leis de Deus. Deus castigando todos os espíritos que não cumpre as leis, especialmente a lei de amor, justiça e caridade. Isso seria misericordioso. Se a lei de amor, justiça e caridade está intimamente ligada à lei de misericórdia, o próprio Cristo ensina, Deus manda o sol e a para bons e maus. Então, se essa essa é uma verdade, essa punição não é simplesmente o castigo que nós nos referimos. Nós estamos aqui diante de um processo educativo do espírito. Para que que
sol e a para bons e maus. Então, se essa essa é uma verdade, essa punição não é simplesmente o castigo que nós nos referimos. Nós estamos aqui diante de um processo educativo do espírito. Para que que serve a educação do espírito? criou dinheiro público, por exemplo, como é muito comum no nosso país. O que acontece quando uma pessoa faz isso numa existência? Ela pode, numa outra existência ser retirado aqueles recursos que ela pensava que ela tinha e nascer numa situação, numa favela, numa situação bem de de pobreza. É o que Jesus ensina. aquele que pensa que tem até o que pensa que tem lhe será tirado. Quem olha só aquele momento da pessoa lá na miséria e tiver um olhar focado na pena de italião, o que que ele pensa? Que que ele pensaria? A pessoa tá sendo punida. Ela usurpou o recurso da sociedade, agora sofre a falta de recursos sociais. Mas é isso que está acontecendo como um convite para o espírito imortal. Qual é o convite para o espírito imortal? A pessoa aprender que não se usurpa bens públicos, porque o bem público é de todos. aquilo que ela usurpa falta para alguém. E quando ela tem a falta agora, o que ela aprende, pelo menos ela tá sendo convidada, se ela vai aprender ou não, vai depender do estado dela, né? Se ela agir com rebeldia, ela vai passar pela expiação, porque isso é uma expiação revoltada. Está vendo a educação? As leis estão sendo cumpridas nesse caso? Não. Agora, se ela colher com resignação aquela situação transitória, expiatória que ela está passando e aprender que nós não devemos fazer aos outros aquilo que não gostaríamos que fosse feito a nós, o que está acontecendo com esse espírito? Ele está sendo punido ou ele está sendo educado? E o o espírito rebelde, ele está sendo punido ou está sendo educado? Ele próprio está se punindo. Veja, é Deus que que o pune ou a rebeldia dele frente à expiação que o pune? É a rebeldia. Então, somos nós que fazemos esse processo de punição quando nós não agimos com docilidade frente à lei. Então, a pessoa quando ela usurpou
a rebeldia dele frente à expiação que o pune? É a rebeldia. Então, somos nós que fazemos esse processo de punição quando nós não agimos com docilidade frente à lei. Então, a pessoa quando ela usurpou os recursos, os bens divinos, o que que ela fez? agiu de forma profundamente egoísta, só pensando no bem-estar dela. Agora que ela está passando por uma situação socialmente carente, ela está sendo convidada a jamais fazer isso. Mas muitos vão dizer assim: "Mas ela não lembra do que ela fez. Imagine se ela lembrasse o quão de sofrimento ela teria. Ela ela numa num barraco infecto, lembrando do palacete que ela viveu no no passado. Então, a lei do esquecimento, assim como a lei de causa efeito, também é uma lei para proteger a pessoa dela mesma, mas ela não esquece do mais importante que é o movimento de desrespeito das leis, porque tudo está gravado na consciência. Por isso que nós vemos em ambientes assim, pessoas resignadas e pessoas rebeldes. O pessoal que trabalha no ápice tá acostumado lidar com isso. Pessoas eh profundamente resignadas cumprindo a lei e pessoas intensamente rebeldes descumprindo as as leis ainda, né? Uma das dos no ápice que nós trabalhamos aqui na nossa federativa é exatamente orientar as pessoas que aquela necessidade transitória tem um motivo e tudo isso tem uma razão de ser. É uma expiação que ela pode transformar a vida dela se ela compreender tudo isso. Porque se ela ficar focada na injustiça humana, ela se revolta, né? Então, nós vemos que tudo que as leis divinas propõem tem como objetivo educar o espírito ou reeducar o espírito. O espírito que não se educou amorosamente vai ser reeducado dolorosamente. Porque antes o que levou a pessoa a usurpar os bens públicos foi o livre arbítrio dela. Ela não estava na miséria, mas ela fez muitos miseráveis. E aí, nesse movimento, ela cria uma situação de desequilíbrio para ela própria, né? Para que no futuro ela seja reeducada, já que ela não quis ser educada amorosamente. Faz sentido, gente? Perguntas.
E aí, nesse movimento, ela cria uma situação de desequilíbrio para ela própria, né? Para que no futuro ela seja reeducada, já que ela não quis ser educada amorosamente. Faz sentido, gente? Perguntas. Vamos continuar. Vejamos agora um trecho do livro Céu Inferno para concluir o nosso eh encontro de hoje. Tem a ver com o que nós estamos falando. O céu inferno, primeira parte, capítulo 7, itens 16 e 17. O arrependimento, com quanto seja o primeiro passo para a regeneração, não basta por si só. são precisa a expiação e a reparação. A lei, nós temos a dimensão justiça da lei maior e temos a lei de reparação conectada com a dimensão justiça da lei maior. A lei de reparação é composta dessa tríade: arrependimento, expiação e reparação. Arrependimento é aquele movimento da criatura muito significativo quando a pessoa reconhece o mal que fez e arrepende-se dele. Algo muito significativo para o ser humano, porque é o primeiro passo para a sua reabilitação perante a própria consciência. Não é o arrependimento eh que as pessoas, ah, tô arrependido porque me pegaram na botija. Não é esse arrependimento que está aqui. O arrependimento que está aqui é o arrependimento consciencial, em que o ser reconhece que agiu de forma eh desamorosa, injusta e descaridosa. E ao reconhecer quer mudar. A partir da da do arrependimento, ela vai ser convidada à expiação.
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