Consciência Espírita | 03/06
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o nosso realmente fraternal abraço. a nossa gratidão sem par. Gratidão a Jesus pela oportunidade do trabalho. Gratidão aos mentores amoráveis e gratidão aos corações que aqui na tarde de hoje nós sabemos que de alguma forma todo esse empenho, toda essa energia de amor é o resultado da união entre todos nós, principalmente porque buscaremos na tarde de hoje, falar tudo aquilo que o nosso coração necessita ouvir na condição de aprendizes de Jesus, na condição de aprendizes do Mestre e esperamos que muitas alegrias, alegrias invisíveis aos olhos comuns, mas alegrias imortais no coração possamos sentir no decorrer deste conteúdo, porque de fato estamos agora na era dos fenômenos morais, aquela época em que os fenômenos físicos agitavam os sentidos da criatura humana, provocando nela a vontade de encontrar que seria que seria que movimentava aquelas mesas no ar. E depois de descoberta as leis e a propensão fluídica, vamos verificar a força das psicografias, indo além, demonstrando passo a passo que o homem pensa além do corpo e o homem fala além do túmulo, revelando na criatura humana a sua condição. imortal sem precedentes. Mas se as mesas flutuaram e se as mãos decorreram muitas e muitas instruções, transcorreram muitas e muitas instruções nos papéis e as vozes, tal qual trombetas, canalizadas em unial angélico de luz. decantaram poemas, dissertações, revelações. Tudo isso que constituiu a era dos fenômenos intelectuais é para abrir campo no que nós estamos sendo convidados hoje a viver a era dos fenômenos morais. Esta era diferente porque as apresentações exteriores não estão sendo observadas como nas outras eras. Não será através de muito fazer, de muito agir, que poderemos calcular um crescimento moral, mas é realmente através do muito sentir, do muito ser, deste autoreseito, deste auto amor com as nossas potencialidades que vamos avançando. Dando sequência, então, ao profundo estudo do nosso querido Aliro na parte da manhã, verificaremos que agora esta viagem vai nos levar cada vez
amor com as nossas potencialidades que vamos avançando. Dando sequência, então, ao profundo estudo do nosso querido Aliro na parte da manhã, verificaremos que agora esta viagem vai nos levar cada vez mais para aspectos diretivos dos conteúdos que vai do simbólico, porque é no simbólico, conforme a parábola, que nós vamos encontrar aquele território no eixo mais profundo de nosso conhecimento, o simbólico que fez com que no início de todos os tempos expressássemos por símbolos nas cavernas aquilo que impactava as nossas experiências. E por isso mesmo o simbólico é tão profundo, porque no território do simbólico nós conseguimos encontrar tanto o intelecto quanto o emocional. É no território do simbólico que existe o consciencial. Ela lá além das dimensões das letras, da linguagem propriamente dita, mas no ser, no profundo ser, é que existe a conexão do espírito com a sua realidade transcendente às leis divinas na própria consciência. Para tanto, utilizemos dos conteúdos e morredores de Allan Kardec. Ainda vamos desenvolver muitos e muitos estudos em torno de perguntas de O livro dos Espíritos. Algumas destas perguntas são perguntas troncos. O que são perguntas troncos? São perguntas que possuem conexões com variadas outras perguntas de uma maneira muito mais ampla, principalmente porque determinadas perguntas do codificador e suas respectivas respostas firmavam o principal eixo e o principal interesse da ciência espírita, que é a aplicabilidade das leis morais. na conduta, na atitude do indivíduo. Se o Espiritismo é uma ciência e todos nós temos esta convicção, perguntamos a nós próprios a nossa consciência: "O que é uma ciência senão o estudo de como funciona algo em profundidade? E se o objeto de estudo da doutrina espírita é o espírito imortal? O que é a ciência espírita se não entendermos como funciona o espírito imortal em profundidade? Porque a ciência espírita não é uma ciência pura apenas isolada, mas ela é uma ciência aplicada. E onde se aplica uma ciência que tem por divisa
ermos como funciona o espírito imortal em profundidade? Porque a ciência espírita não é uma ciência pura apenas isolada, mas ela é uma ciência aplicada. E onde se aplica uma ciência que tem por divisa o espírito imortal? Se aplica dentro dos sentimentos, no desenvolvimento das virtudes. Aí está o território real. Se o Espiritismo está realmente sendo aplicado ou não dentro de nossas vidas. Por isso, naquele momento em que nós estávamos ouvindo as reflexões de nosso alírio sobre a questão da parábola, muito bem colocada, dos símbolos do pai de família, do pai que simboliza Deus, da família que simboliza as leis divinas, da vinha que simbolizam as virtudes, das horas que simbolizam as tomadas de consciência. e dos trabalhadores que simbolizam todos nós com as nossas limitações e com as nossas qualidades. Exatamente nesse campo, nós vamos encontrar uma analogia da pergunta que Allan Kardec faz 115 em o livro dos espíritos. Dos espíritos, uns terão sido criados bons e outros maus. Deus criou todos os espíritos simples e ignorantes, isto é, sem saber. A cada um deu determinada missão, com o fim de esclarecê-los e de os fazer chegar progressivamente à perfeição, pelo conhecimento da verdade, para aproximá-los de si. Nesta perfeição é que eles encontram a pura e eterna felicidade. Deus criou todos os espíritos simples e ignorantes, em igualdade de condições, com todas as oportunidades para progredirmos e também adquirindo o mérito de todas as nossas conquistas. Espíritos imortais, tudo que estamos vivendo hoje, tudo que estamos passando hoje, tudo que estamos conquistando hoje, é fruto de algum nível de ação em nossa existência. O nível da escolha, da escolha que muitas vezes fazemos escolher, não escolher e que também traz consequências. Porque a lei de igualdade, oferecendo a todos os espíritos a oportunidade de avançar no campo do progresso infinito nos convida diulturnamente, pensamento a pensamento, segundo a segundo, a perguntar se em cada ato de nossa existência, em cada momento de nossos
oportunidade de avançar no campo do progresso infinito nos convida diulturnamente, pensamento a pensamento, segundo a segundo, a perguntar se em cada ato de nossa existência, em cada momento de nossos afazeres, estamos colocando sentido imortal naquilo ou estamos apenas sendo criaturas efeitos? Não estamos nos colocando vivamente naquela atitude. Porque se o espírito imortal ele é responsabilizado por aquilo que ele tem consciência. E no Evangelho Segundo Espiritismo, o espírito Lázaro vem nos dizer: "Ah, o dever, o dever é o guardião da probidade interior. O dever é o aguilhão da consciência. Então, tudo aquilo que nos acontece pelas leis de justiça e de causa e efeito deve ser fruto de algo que nós fizemos a nós mesmos." Porque o mal que existe é apenas a ausência do bem. Então, na ausência do bem, que nós não colocamos ali um exercício fruto de algum aspecto de ignorância ou de rebeldia, se nós não nos exercitamos daquilo, alguma coisa fica no lugar. Logo, tudo que nós estamos experienciando é fruto de grandes conquistas do espírito, tanto quanto tudo que nós estamos ainda vivendo de forma aflitiva, é também de responsabilidade do espírito, porque as leis divinas estão ligadas à consciência, e a consciência tranquila é fruto do dever retamente cumprido. E aqui nós vamos verificar que o Senhor da vinha chamou os trabalhadores, chamou e os primeiros aceitaram, depois vieram outros na hora terceira, depois na hora nona, da depois na hora undécima, mas que antes de tudo ele chamou todos igualmente. a semelhança de refletirmos agora. Estamos todos hoje fazendo um trabalho íntimo de aceitar o convite como trabalhadores da última hora, mas lembremos que nós não fomos chamados agora. Nós estamos aceitando o convite agora. Nós fomos chamados tanto quanto os nossos queridos espíritos. benfeitores. Fomos chamados também pelas eras para aceitarmos o convite do Cristo. A diferença que nós estamos começando a aceitar agora. Ou se refletirmos com profundidade poderemos verificar que talvez ainda não estamos
amados também pelas eras para aceitarmos o convite do Cristo. A diferença que nós estamos começando a aceitar agora. Ou se refletirmos com profundidade poderemos verificar que talvez ainda não estamos aceitando o convite, o que é de fórum da consciência. A cada um deu determinada missão. Que missão é essa? Não diz aqui o espírito sobre a missão que é de modificar o mundo, mas é a missão de transformar-se no trabalhador da vinha para adquirir o seu denário. O seu denário que suplanta apenas o saber, mas que alcança do saber o sentir e do sentir do vivenciar. Essa relação entre a capacidade que nós temos de aceitar que somente a partir da força da escolha, da interior e eminente força da escolha, é que realmente vamos adquirindo mérito sobre tudo que nos acontece. É capaz de nos despertar com maior profundidade diante das questões espirituais. Porque independente do que aconteça, os segundos estão passando. E na casa dos segundos, qualquer atitude é contada perante as leis que regem os nossos destinos, ou seja, que regem os nossos segundos, os nossos minutos. Isso significa dizer que nesse exato momento também estamos recebendo um nível de convite do Senhor da Vinha. Que convite é esse? A cada instante o Senhor da vinha nos convida para recebermos o seu denário. Que denário é esse? Se estamos aqui em regime de estudo, reflexão e aprofundamento, não seria porventura o convite do Senhor da vinha para que nós possamos deixar a lei de justiça agir em conformidade com o outro e evitarmos o sentimento de apego ao que os outros estão fazendo e começarmos a nos fixar muito mais naquilo que nós somos convidados a realizar dentro de nós. Não promete, obviamente, o Senhor conforme as palavras que entendemos de promessas, mas garante o Senhor que todo trabalhador tem direito ao seu salário. E obviamente compreender essa existência das leis é fundamental. Porque se existe um sentimento que a criatura humana ainda cultua subconscientemente, é o sentimento de desamparo, é o sentimento de abandono
amente compreender essa existência das leis é fundamental. Porque se existe um sentimento que a criatura humana ainda cultua subconscientemente, é o sentimento de desamparo, é o sentimento de abandono existencial. De alguma forma, um pouco mais, um pouco menos, todos nós temos o sentimento de abandono existencial, como se tivéssemos sido colocados no planeta. E diante de circunstâncias tão diversas e adversas, nós estamos como se fosse abandonados, como se tivéssemos sido assim largados. Porque tem tantas vezes que nós sentimos desde a angústia, a aflição, o medo, a inquietação. E de onde vem o consolo, momentos em que nós também precisamos nos esforçar mais, inclusive tendo conhecimentos espíritas, para que o nosso coração não entre nas faixas da depressão, nas faixas da rebeldia, nas faixas da vingança, estranhamente contrário a tantas informações e ensinamentos que temos. É por conta deste sentimento também de abandono existencial, de desamparo, como se fosse possível, não trabalhado dentro do nosso coração, que às vezes nós nos permitimos perguntar indevidamente, apesar de naturalmente diante da nossa condição, por eu, por comigo. E aí nós vamos adentrando dentro da pergunta 115, a pergunta 393, logo mais, que diante das nossas experiências aqui nesta reencarnação, por conta da lei amorosa do esquecimento, muitas vezes ficamos um tanto deslocados do que realmente devemos fazer com a nossa vida. como se pudéssemos de alguma forma no nosso deslocamento querer justificar porque não podemos lembrar, porque não podemos saber exatamente qual é a nossa tarefa. Essa missão aqui da pergunta 115. Então, se eu não sei exato o que eu devo fazer, então às vezes eu acredito que tenho direito de me permitir destituir-me dos deveres que a consciência me traz. Claro que diante das leis de liberdade, eu tenho direitos de escolhas 1000. Mas o fato é que eu acredito que eu tenho direito também de abolir as consequências das minhas escolhas. E nessa pergunta ele diz: "A cada um deu determinada missão com o fim
ireitos de escolhas 1000. Mas o fato é que eu acredito que eu tenho direito também de abolir as consequências das minhas escolhas. E nessa pergunta ele diz: "A cada um deu determinada missão com o fim de esclarecê-los e fazer chegar progressivamente à perfeição. É exatamente o processo de receber o denário por denário que nós vamos progressivamente chegando à perfeição, desenvolvendo principalmente o sentimento de gratidão por tudo aquilo que nós estamos começando a aprender. Há ainda no coração sentimento de exigência de perfeição e não de aceitação progressiva da perfeição, o que é muito diferente. A aceitação progressiva da perfeição tem um indício no qual nós podemos identificar se estamos aceitando progressivamente a perfeição ou se nós estamos exigindo-nos perfeição sem trabalho de aperfeiçoamento. Tem como descobrir. É só estarmos refletindo e meditando se diante de nossas experiências venha um sentimento de ingratidão ou um sentimento de gratidão. O sentimento de gratidão é um grande indício de que estamos progressivamente nos aperfeiçoando, porque a gratidão profunda, ela está estabelecida em diretrizes de aprendizado e não de mestre, ou seja, de fazer sempre aquilo que eu acho que é o correto, exigindo-me a Acertar, acertar, acertar. Quando, na verdade, eu poderia estar me permitindo aprender, aprender e aprender. É isso o que promove a perfeição progressiva. É nesse campo que o espírito realmente permite que Deus aja com a sua onipotência, com a sua onisciência e com a sua onipresença. Porque se Deus rege o universo todo, desde as pequenas células até as grandes construções do universo, ele não rege as circunstâncias justamente para nos auxiliar a essas tomadas de consciência que hora a hora vão se dando mediante os convites do Senhor da vinha. Essas tomadas de consciência da parábola não simbolizam em nosso coração exatamente a expressa ação de Deus, colocando em cada ação nossa um novo convite. E se nós estamos nos estagnando um novo convite na na hora
de consciência da parábola não simbolizam em nosso coração exatamente a expressa ação de Deus, colocando em cada ação nossa um novo convite. E se nós estamos nos estagnando um novo convite na na hora terceira, um novo convite, mas os convites não são nas mesmas horas. E não disse o Senhor que ele mandou os mesmos servos para convidar? Cada hora um servo diferente vai nos convidando. O servo do amor é sempre o primeiro. Depois vem o servo da dor. Depois vem o servo, obviamente, do nosso sofrimento. E este momento é o momento que nós somos convidados a repensar o convite do primeiro servo. Aqui nós vamos encontrar pelo conhecimento da verdade para aproximá-los de si. A verdade que liberta. Do conhecereis a verdade, a verdade vos libertará. Aqui no caso vamos encontrar dentro do processo da consciência espírita uma das mais importantes questões que nos leva a agir conforme a consciência. São os parâmetros. Todos nós fomos educados a agir por parâmetros. parâmetros que vieram desde as nossas criações familiares, cujos nossos pais organizaram essas criações com seus conteúdos, até parâmetros que a sociedade vai pintando e que durante tempos em tempos a sociedade revê esses parâmetros. Mas é justamente este ponto que o espírito imortal é convidado a perceber. Como é que estamos nós hoje sendo espíritas dentro do movimento espírita, agindo nos padrões e nos parâmetros que o mundo está nos trazendo? O mundo sempre vai criar parâmetros falsos, porque a ideia dos interesses da matéria é nos consumir cada vez mais, nos desgastar, nos retirar do nosso eixo de discernimento. Então, é óbvio que os padrões que vão sendo criados, descartados, repetidos e ampliados, padrões de relacionamento afetivo que são vendidos em novelas, que são vendidos em filmes, que são vendidos a rodo na sociedade, que são vendidos hoje artificialmente. São esses padrões que, obviamente, sutilmente nós somos convidados a perceber a interferência deles junto conosco e começarmos a perguntar intimamente para nós próprios se sou
os hoje artificialmente. São esses padrões que, obviamente, sutilmente nós somos convidados a perceber a interferência deles junto conosco e começarmos a perguntar intimamente para nós próprios se sou espírito imortal e estou sendo convidado a viver conforme a minha própria consciência, as leis divinas que regem a vida. O que é que está me fazendo ceder aos apelos da matéria? O que é que tem me feito ceder à imposições do sensualismo, dos convites de todas as ordens? Será porque eu não estou de certa forma me sentindo subconscientemente deslocado? E eu quero então me sentir incluso? Pois bem, esse sentimento de deslocamento faz com que muitos jovens, a partir dos seus 7 anos, 8 anos, ainda na idade infantil, também se sentindo deslocado de grupos e grupos, vão querendo se afirmar. E aí, obviamente, nós vamos encontrar dificuldades na área dessa afirmação, porque também pontuam ali nessa fase as questões ligadas aos preceitos, aos preceitos do discernimento do jovem. E isso faz com que ele, não conseguindo se sentir consigo mesmo, ele se abre para as próprias opiniões externas. Pois bem, numa reflexão sobre nós hoje espíritas, ligando isso aos parâmetros externos da vida do mundo, podemos nos perguntar: estamos buscando nos aproximar de Deus e encontrar a eterna felicidade, já que estamos hoje vivendo numa situação em que O mundo constantemente nos invade com novos, novos e novos conceitos. Vamos ver isso a partir das reflexões dos nossos contratos espirituais. Passando pelas provas que Deus lhes impõe, é que os espíritos adquirem aquele conhecimento. Uns aceitam submissos essas provas e chegam mais depressa à meta que lhes foi assinada. Outros só a suportam murmurando e pela falta em que desse modo incorrem, permanecem afastados da perfeição e da prometida felicidade. Aqui só uma observação. Uns aceitam submissos a essas provas que chegam mais depressa. E chegam mais depressa. A meta que lhes foi assinada. Outros só a suportam murmurando. O que é murmurar do ponto de
ui só uma observação. Uns aceitam submissos a essas provas que chegam mais depressa. E chegam mais depressa. A meta que lhes foi assinada. Outros só a suportam murmurando. O que é murmurar do ponto de vista espiritual? Queixar-se é uma forma. Que mais? Quando eu digo assim: "Nossa, mas eh como eu me esforço, né? Como eu sou espírita dedicado, né? E a minha esposa é difícil. Como eu me esforço, né? Lá no centro. Mas os nossos companheiros, olha, é uma forma de murmúrio. Por quê? Porque eu tô murmurando em cima de quem? Estou murmurando em cima do outro. Porque de alguma forma este tipo de pensamento nos traz um nível de responsabilidade ou nos traz um nível de desculpis? Olha só como é interessante, nos traz um nível de desculpis. Porque toda vez que eu tenho um mínimo foco de murmúrio no que o outro não tá fazendo, mais cedo ou mais tarde eu vou utilizar isso para quê? Para me justificar. Mais cedo ou mais tarde, só pelo fato de eu estar murmurando aquela atitude alheia, eu vou um dia, no momento em que eu achar que devo racionalmente, no processo da racionalização, equivocadamente, eu vou utilizar aquela desculpa, aquele murmúrio ficou guardado e aí eu vou fazendo, fazendo, mas eu não trabalhei. E se for o contrário? Se diante das situações eu me submeto, o que estou fazendo é importante para minha vida e o outro não está realizando. Qual é a atitude de verdadeira submissão diante da ação do outro que não está realizando? O que é que realmente submeter-se a Deus diante do outro que não está realizando no limite de suas forças? é chegar para o outro dizer assim: "Mas você, hein? Olha, você tá obsediado, você tá mal, a vaga do umbral tá aberta para você, vai, vai fundo." É isso não. Ou é simplesmente dizer pro outro assim: "Ah, deixa ele". Não, ele não adianta nada com ele. Com esse aí é melhor deixar pra próxima reencarnação. O o agendamento reencarnatório fantástico que às vezes a gente faz. É isso não. Não. Submissão. Missão está submetida a grande missão. Missão divina, missão do
melhor deixar pra próxima reencarnação. O o agendamento reencarnatório fantástico que às vezes a gente faz. É isso não. Não. Submissão. Missão está submetida a grande missão. Missão divina, missão do espírito. Diante do outro, nós podemos orar, nós podemos indicar, nós podemos explicar. É bom. Mas uma coisa é mais importante, se diante das nossas relações com o outro, ele não caminha aproximando-se de Deus, superando a ignorância, é o exemplificar. Porque o exemplificar é o que Francisco de Assis dizia: "Pregue sempre, se necessário, use palavras". Então é a lógica, porque o exemplificar é o resultado do qual triângulo? Saber, sentir e vivenciar. Este é o exemplificar. Então, a verdadeira forma de nos submetermos a Deus para contribuir com a evolução do outro é o exemplificar. Outros recursos no são dispostos, estão à nossa disposição também se o outro permite, porque tem pela lei de permissão que o outro também nos permita aprofundarmos em reflexões, mas o exemplificar não. O exemplificar mais cedo ou mais tarde é percebido, vivenciando as questões existenciais da vida. Veja só, nós estávamos preparando um material para esse seminário, que também foi o material onde nós também falamos sobre contratos espirituais numa outra localidade no sul. E quando estávamos estudando, verificamos dentro da pergunta 393 que a mensagem Contratos espirituais do mentor Honório é o aprofundamento, detalhamento também dessas respostas e dessa pergunta de Allan Kardec 393. Então, vejamos juntos tudo isso para que possamos nessa viagem consciencial encontrarmos dentro de nós mesmos alguma coisa que está nos dificultando, nos limitando de aprofundarmos o nosso trabalho interior. Como pode o homem ser responsável por atos e resgatar faltas de que se não lembra? Como pode aproveitar da experiência de vidas de que se esqueceu? Concebe-se que as tribulações da existência lhe servissem de lição se recordasse do que as tenha podido ocasionar. Desde que, porém, disso não se recorda, cada existência para ele
de que se esqueceu? Concebe-se que as tribulações da existência lhe servissem de lição se recordasse do que as tenha podido ocasionar. Desde que, porém, disso não se recorda, cada existência para ele como se fosse a primeira. E eis que então está sempre a recomeçar. Como conciliar isto com a justiça de Deus? Primeiro vamos entender a pergunta de Kardec, depois nós vamos para as respostas. Como pode um homem ser responsável por atos e resgatar faltas de que se não lembra? Pera aí. Não lembra? Kardec aqui tá falando de memória, certo? Memória do campo cognitivo. Eu lembro o que eu fiz hoje de manhã. Eu lembro como foi o meu Natal do ano passado. Eu lembro como foi que eu entrei aqui hoje. Eu lembro como foi que as coisas se deram. Logo, eu posso fazer de novo uma viagem no tempo e no espaço dentro de mim mesmo e identificar alguma coisa, talvez que meja interessante. Ou alguma pessoa chega até nós e diz: "Você lembra daquele dia que você falou comigo de forma ríspida, isso e aquilo?" Aí nós vamos na memória. Ah, sim, realmente eu lembro que eu falei com você daquela forma. Lembrar disso ajuda para uma nova tomada de consciência ou uma tomada de consciência profunda, melhor dizendo, lembrar, por exemplo, uma ofensa que nós falamos alguém, uma palavra indevida que a gente lançou alguém. Ajuda, lembrar ajuda para que nós possamos corrigir, reparar esse erro. Sim ou não? Sim. Bom, então essa pergunta Allan Kardec estava querendo entender, só que de um ponto de vista da vida inteira. Como pode o homem ser responsável por atos e resgatar faltas de que se não lembra? Ele não pode lá naquele ato, lá naquela circunstância, porque ele não lembra da circunstância. Ah, aqui nós vamos ver então o circunstancial e o existencial. Como pode aproveitar da experiência de vidas de que se esqueceu? Veja que a pergunta do codificador está sobre uma lembrança específica de algo que nós fizemos. Queria saber o codificador como poderemos o nível de responsabilidade. Por quê? Porque a lei
e esqueceu? Veja que a pergunta do codificador está sobre uma lembrança específica de algo que nós fizemos. Queria saber o codificador como poderemos o nível de responsabilidade. Por quê? Porque a lei de justiça não pode ser aplicada em tese responsabilidade sobre aquilo. Não pode ser aplicada se você não está ciente daquilo, dos seus efeitos, das suas consequências. Como que a lei de justiça vai ser aplicada? Porque pressupõe que é justo que você seja responsável por aquilo que você realmente sabia sobre aquelas consequências. É assim que a lei humana, de certa forma também procede. E Kardec queria entender sobre isso. Concebe-se que as tribulações da existência lhe servissem de lição se se recordasse do que as tenha podido ocasionar. Então ele coloca de novo que as tribulações, olha, circunstancial, fosse interessante se eu pudesse lembrar da ofensa que eu fiz, se eu pudesse lembrar das coisas que eu realizei, seria muito mais importante, segundo a visão circunstancial, para que eu pudesse corrigir, não é assim? E aí ele continua. Desde que, porém, isso não se recorda, cada existência para ele como se fosse a primeira. E eis que então está sempre a recomeçar. Como conciliar isto com a justiça de Deus? Que tem a ver com a lei de responsabilidade. Como conciliar o fato de eu não conseguir me responsabilizar por algo que eu não lembro? Com a justiça, com a lei de justiças. Olha que coisa profunda, porque quando nós começarmos a adentrar agora na questão da nossa programação reencarnatória, nós vamos perceber que este tipo de pergunta são muitas vezes perguntas Kardec vai para encontrar o existencial, mas muitas vezes nós utilizamos de forma subconsciente para ficar no superficial. Quantas vezes nós às vezes dizemos pra pessoa: "Ah, olha você, nossa, mas você me chateou aquele dia". E aí eu digo pra pessoa: "Ah, mas eu não lembro não, mas você falou aquilo para mim." "Ah, bom, eu, bom, você tá dizendo, mas eu não lembro". Em vez de nós aproveitarmos às vezes o ensejo para perguntar pra
u digo pra pessoa: "Ah, mas eu não lembro não, mas você falou aquilo para mim." "Ah, bom, eu, bom, você tá dizendo, mas eu não lembro". Em vez de nós aproveitarmos às vezes o ensejo para perguntar pra pessoa, é mesmo o que é que foi que eu falei? Aí a pessoa vai dizer: "Olha, você disse isso, isso, isso, isso e mesmo que você não lembrar ou eu não lembrar ou nós não lembrarmos daquela situação, o que que o espírito de caridade, justiça e amor nos pede?" Olha, eu realmente não me recordo, né, de ter dito dessa maneira, mas considerando que, né, talvez você ficou assim, eu então me permito pedir, você me perdoe. Veja, nós não focamos se nós dissemos ou não, porque independente do que foi dito, o aprendizado naquele momento é para que nós nos humildemos. E às vezes nós nos encontramos em estados orgulhosos, porque a pessoa diz uma coisa e eu não quero aprender com a experiência ali. Eu quero rebater porque eu não lembro. Veja, eu quero rebater porque eu não lembro daquilo. E isso, do ponto de vista consciencial oportunidade não aproveitada. Aí vem a resposta, né? Em cada nova existência, o homem dispõe de mais inteligência e melhor pode distinguir o bem do mal. Onde o seu mérito se se lembrasse de todo o passado? Quando o espírito volta à vida anterior, a vida espírita, diante dos olhos se lhe estende toda a sua vida pretérita. Vê as faltas que cometeu e que deram causa ao seu sofrer, assim como de que modo as teria evitado. Então, vamos pensar juntos. Em cada nova existência, o homem dispõe de mais inteligência. Que inteligência é essa? É a inteligência cognitiva. Ele não tá falando disso aqui. Ele não está falando inteligência do ponto de vista do intelectual, do intelectualismo. Que inteligência é essa que ele dispõe a cada nova existência? Nós fomos criados como como mesmo? Ora, o que é que suplanta a ignorância e a simplicidade? Toda vez que nós nos consideramos ignorantes em algum ponto, é porque nós não desenvolvemos a sabedoria. E toda vez que nós nos identificamos
? Ora, o que é que suplanta a ignorância e a simplicidade? Toda vez que nós nos consideramos ignorantes em algum ponto, é porque nós não desenvolvemos a sabedoria. E toda vez que nós nos identificamos simples em algum ponto, é porque nós não ainda não passamos ou não aproveitamos as experiências. Então, sabedoria e experiência são duas forças do espírito. Ora, que inteligência é essa que ele adquire a cada nova existência? Se fosse uma inteligência apenas do saber, do intelectualismo, ele não necessariamente estaria verdadeiramente capacitado para resolver-se enquanto espírito. Mas não é essa inteligência que realmente nos promove. Qual é? é a inteligência do espírito consciencial, porque a cada nova existência nós adquirimos mais experiência. Tem como a cada nova existência nós não adquirirmos mais experiência? Não. Então, nós adquirimos mais experiência. As experiências nos fazem ter a noção de efeitos e causas. consequência dos nossos atos. E aqui ele diz: "O homem dispõe de mais inteligência e melhor pode distinguir o bem do mal. Que virtude que é essa que nos faz distinguir o bem do mal? discernimento. Então, experiência e discernimento são elementos que o espírito traz quando para uma nova reencarnação ele já tem a experiência e já de alguma forma pode verificar o seu nível de discernimento. O que que acontece então antes de nós reencarnarmos? Somos simplesmente lançados numa programação e de repente os os benfeitores ficam felizes? Porque nós queremos reencarnar, então existe ali um empenho. Então assina logo aqui o seu contrato e entre logo paraa nova existência. Imagine se fosse assim, porque muitas vezes nós temos uma ideia assim que nós estávamos lá trabalhando no mundo espiritual, tava tudo muito bem, mas um dia a gente teve vontade de reencarnar. Ai os espíritos fizeram uma festa. Ah, que bom, você vai reencarnar. Que ótimo. Atenção. Vamos então organizar já a família, os pais, que você vai reencarnar. Então já vamos apressar logo isso. E aí nós fomos e entramos logo na
festa. Ah, que bom, você vai reencarnar. Que ótimo. Atenção. Vamos então organizar já a família, os pais, que você vai reencarnar. Então já vamos apressar logo isso. E aí nós fomos e entramos logo na reencarnação. Estavam felizes. Imagine se fosse assim. o maior investimento do espírito imortal, que é a reencarnação, porque aqui se trabalha as índoles, as tendências, as questões da alma, nós entrássemos na reencarnação de uma forma tão simplória desse jeito. Aí sim ficaria estranho compreender como que as pessoas deveriam ser responsabilidade responsabilizadas. Se aqui pela lei do esquecimento, se lá nós não tivéssemos uma grande preparação para reencarnarmos, qual é realmente a justiça em cobrar de nós aqui um bom desenvolvimento? E aí a pergunta vai respondendo: "Onde o seu mérito se lembrasse de todo o passado?" Ora, aqui os espíritos estão respondendo em questões existenciais que não há mérito, essencialmente dizendo, para nós lembrarmos das circunstâncias da vida a mérito do que nós aprendemos com as circunstâncias da vida. Lembrar da circunstância da vida é cognitivo. Agora, memorizar o que nós aprendemos com as circunstâncias da vida é consciencial, é emocional. Então, o que é que eu o que é que eu me tornei com aquela experiência? Isso que me promove a inteligência, que eles estão dizendo aqui na resposta. O que eu me tornei com essa experiência me promove a inteligência consciencial enquanto espírito imortal. É isso que modifica os meus parâmetros quando eu estou numa nova reencarnação. Porque aí eu estou falando de uma questão chamada índole, a índole do espírito, suas características e também suas tendências, que percebendo tendências A, B ou C, o espírito pode fazer uma grande viagem naquilo que ele experienciou que teve êxito ou que não teve êxito. vê as faltas que cometeu. Isso depois no mundo espiritual, na erraticidade e que deram causa ao seu sofrer, assim como de que modo as teria evitado. Reconhece justa a situação em que se acha e busque então uma
tas que cometeu. Isso depois no mundo espiritual, na erraticidade e que deram causa ao seu sofrer, assim como de que modo as teria evitado. Reconhece justa a situação em que se acha e busque então uma existência capaz de reparar a que vem de transcorrer. Escolhe provas análogas às de que não soube aproveitar, ou as lutas que considerem apropriadas ao seu adiantamento e pede a espíritos que lhe são superiores que o ajudem na nova empresa sobre si que sobre toma, ciente de que o espírito que lhe for dado por guia nessa outra existência se esforçará pelo levar a reparar suas faltas. Então ele reconhece a justa, ele reconhece como justa a situação em que se acha. Amigos, nós nos reconhecemos justos da situação em que nós nos encontramos hoje? No casamento, por exemplo, quem que você acha que tá justo? Às vezes na experiência nós, fala a verdade, quem de nós já não olhou pra companheira e fala assim: "Será que realmente é ela, né? Será que realmente é ele? Imagine se Deus errasse. É impossível. Do ponto de vista profundo, nós carregamos por conta daquele sentimento de desamparo, daquele sentimento de abandono. Provocamos em nós egoicamente um sentimento de injustiça que gera uma ingratidão invisível. A situação que eu tô não mereço. As pessoas que eu com quem eu convivo, não deveria ser assim. Os problemas que eu estou passando são de ordem verdadeiras. Alguma coisa está deslocado. Olha o sentimento de deslocamento que a criatura não tá fixada na única coisa que centra o espírito no universo, que são as leis divinas. A única forma de nós nos centrarmos no universo é nos centrarmos nas leis divinas. Então ele reconhece injusta a situação quando não faz isso. Mas quando faz, ele reconhece justa a situação em que se acha e busca então uma existência capaz de reparar a que vem de transcorrer. Escolhe provas análogas às de que não soube aproveitar. Então, nós podemos daqui pensar analogicamente ou análogamente uma questão. As provas que hoje nós estamos passando na existência não são provas muitas vezes
s análogas às de que não soube aproveitar. Então, nós podemos daqui pensar analogicamente ou análogamente uma questão. As provas que hoje nós estamos passando na existência não são provas muitas vezes que nós ainda não superamos em outras existências? Ou nós estamos com provas todas novas? Eu superei tudo, tudo na existência anterior e agora eu tô com provas novas. Pronto. Mas esa aí, por que então o movimento de ausência de consciência, vamos dizer assim, ou de bloqueio de consciência espírita em processos em que nós projetamos para fora, projetamos para o outro, que está nele o meu problema, que está lá a minha dificuldade, se eu agora começo a perceber e reparar que as provas com as quais eu estou enfrentando hoje, ou melhor, estou passando hoje, são provas análogas que eu também não cumpri e algumas delas eu pedi para o meu melhoramento, pedi, solicitei e os benfeitores, os espíritos superiores verificaram se eu tinha condições. O que nós vamos ver, então, a partir de agora é como é que nós vamos criando as condições para fecharmos os nossos contratos espirituais. O espírito escolhe provas análogas às que as de que não soube aproveitar ou as lutas que considere apropriadas ao seu adiantamento, que nós já dissemos, e pede a espíritos que lhe são superiores que o ajudem na nova empresa que sobre si toma. Como é que assim pedimos aos espíritos superiores que nos ajudem numa na nova empresa, nova reencarnação? Como que seria assim, do ponto de vista consciencial esse pedido de ajuda? Seria algo do tipo, olha, você fica perto de mim sempre que eu precisar e quando não tiver aguentando aquela pessoa, dá um jeito comigo ou dá um jeito nela? Não, né? Não é assim que a gente provavelmente pedi aos espíritos superiores. Nós vamos ver como nós pedimos aos espíritos superiores daqui a pouco. Ciente de que o espírito que lhe for dado por guia nesta outra existência se esforçará pelo levar a reparar suas faltas, dando-lhe uma espécie de intuição. Aqui, ó, assim nós pedimos uma espécie de intuição das em
o espírito que lhe for dado por guia nesta outra existência se esforçará pelo levar a reparar suas faltas, dando-lhe uma espécie de intuição. Aqui, ó, assim nós pedimos uma espécie de intuição das em que encorreu, das faltas em que incorreu. Tendes essa intuição no pensamento, no desejo criminoso que frequentemente vos assalta e a que instintivamente resistis, atribuindo-as mais das vezes essa resistência aos princípios que recebestes de vossos pais. Quando é a vossa é a voz da consciência que vos fala, essa voz que a lembrança do passado vos adverte para não recairdes nas faltas de que já vos fizeste culpados. são as vozes alertas dentro da nossa consciência e que pedimos, aliás, muitos de nós suplicamos aos espíritos que nos oferecessem intuições, intuições e intuições, que são essas vozes alerta. Mas quantas vezes estamos seguindo as intuições? Este é o ponto para refletirmos. Em a nova existência, se sofre com coragem aquelas provas e resiste, o espírito se eleva e as na hierarquia dos espíritos ao voltar para o meio deles. Não temos, é certo, durante a vida corpórea, lembrança exata do que fomos e do que fizemos em existências anteriores, mas temos de tudo isso a intuição, sendo as nossas tendências instintivas uma reminiscência do passado. e a nossa consciência, que é o desejo que experimentamos de não reincidir nas faltas já cometidas, nos concita a resistência àqueles pendores. Então, nós vamos começar a estudar em detalhes que fomos muito bem preparados no mundo espiritual. Exatamente. Para que nós possamos dar campo a esta intuição aqui que os espíritos superiores falam, Allan Kardec, é que nós fomos preparados para perceber as nossas fragilidades profundas. Fomos preparados para perceber as nossas limitações extremas e fomos, por isso mesmo, preparados, certamente responsabilizados pela existência que nós temos hoje. Nós fomos tão bem preparados que mesmo diante da lei do esquecimento temporário, nós hoje temos toda a bagagem que nós pedimos. Solicitamos aos
te responsabilizados pela existência que nós temos hoje. Nós fomos tão bem preparados que mesmo diante da lei do esquecimento temporário, nós hoje temos toda a bagagem que nós pedimos. Solicitamos aos espíritos superiores nos prepararem, nos fortalecerem. E nisso consiste a nossa característica de espíritos conscienciais. O que é que faz de nós, espíritos conscienciais nos dias de hoje? estarmos verdadeiramente seguindo nossa programação reencarnatória. O que nos faz, espíritos conscienciais, é estarmos realmente seguindo a nossa programação reencarnatória. Porque antes de nós reencarnarmos, como é que nós pensávamos? Como espíritos? Porque ali nós estávamos sem certas influências da matéria. Pensávamos com mais liberdade antes ou agora? Certeza ou não? Certeza. Kardec em muitos momentos do livro dos espíritos diz a a pergunta e os espíritos respondem a Allan Kardec. É que estais pensando como homem, não estais pensando como espírito. Tem diferença? Qual é a diferença? Quando nós pensamos como homem, um homem no termo geral, homem e mulher encarnados ou reencarnados, quando nós pensamos na condição de espíritos encarnados, quais são nossos parâmetros? Veja, os parâmetros eles ficam limitados. A Lírio diz que os parâmetros são circunstanciais. Por que os parâmetros como quando nós pensamos como espíritos encarnados são circunstanciais? Porque nós nos analisamos como se quiséssemos daquele momento, entre aspas, esquecer que somos espíritos imortais e que aquela circunstância perante o infinito, o que que é? muito breve que aquele problema perante o infinito e a imortalidade é muito breve. Então, parando para pensar nessa situação, nós vamos entender porque os espíritos dizem Allan Kardec é que estás pensando como homem e às vezes em um determinado momento por como espírito ora. É justamente isso que nós somos convidados a fazer no corpo, começarmos a nos pensar e nos sentir como espíritos imortais no corpo. E isso promove uma diferença significativa. Porque quando nós
o ora. É justamente isso que nós somos convidados a fazer no corpo, começarmos a nos pensar e nos sentir como espíritos imortais no corpo. E isso promove uma diferença significativa. Porque quando nós começamos a nos pensar e nos sentir como espíritos imortais no corpo, eu sou jovem. Estou jovem ou sou imortal? Eu estou idoso, sou idoso ou ou eu sou imortal? Ah, eu estou doente, tenho uma doença ou eu sou saudável? Sou saudável. Veja, tudo começa a entrar num outro nível de compreensão, porque mesmo com uma doença, mesmo com uma debilidade, eu não me penso e não me sinto assim. Eu ajo me relaciono de forma diferente. O que significa o nome, posição, cargo? O que significa poder diante do espírito imortal? Nada. Então, tudo isso vai me convidando a fazer uma reflexão significativa dos meus parâmetros. No livro Dias Felizes, o espírito honório trabalha contratos espirituais. E nesse trabalho dos contratos espirituais, veja o trabalho que nós tivemos para chegar até aqui. Os compromissos assumidos perante a própria consciência são contratos espirituais de importância verdadeiramente grave para todo espírito imortal que transita pela vilegiatura carnal. O acordo realizado entre o espírito que vai reencarnar e a equipe dos tutores espirituais constitui contrato existencial de fundamental seriedade na consciência do indivíduo, por conter todas as tarefas de autoburilamento e reparação em escala de resgate consciencial para consigo mesmo e as demais criaturas envolvidas no plano da vida material do candidato ao reajuste íntimo. Assim também os que se candidatam a ingressar no plano físico com o compromisso doutrinário definido, contribuindo com a espiritualização da humanidade no contexto da doutrina espírita ou demais religiões, com o compromisso de levar aos homens e mulheres o direcionamento lúcido, esclarecedor da mensagem de Jesus na Terra. Para os que aceitam a tarefa doutrinária na Terra, indivíduos com compromisso doutrinário definido estão entre os muitos que já ingressados na fileira da
o, esclarecedor da mensagem de Jesus na Terra. Para os que aceitam a tarefa doutrinária na Terra, indivíduos com compromisso doutrinário definido estão entre os muitos que já ingressados na fileira da religião em épocas transatas, se equivocaram gravemente uns ou colaboraram vivamente outros, sendo a segunda opção uma quantidade bem modesta. Ainda há uma equipe multidisciplinar constituída para auxiliar os futuros reencarnados no grave compromisso moral entre os homens e mulheres do plano físico. Muito bem. Agora vamos parte por parte dessa mensagem. Essa mensagem ela não tá na íntegra, ela já está trabalhada para o slide. Depois é válido no livro, na obra, ver a mensagem toda na íntegra para pegar algumas questões que para cada um seja relevante. E na mensagem ela traz o seguinte: "Estamos então diante de um contrato espiritual, mas o contrato espiritual que nós assinamos no mundo espiritual antes de reencarnar, ele é o último que chega. Porque antes de nós, entre aspas ou não, assinarmos realmente o nosso contrato espiritual, ou seja, porque o contrato espiritual ele é muito na consciência, nós passamos pelo que o Espírito Honório coloca na mensagem de uma programação reencarnatória. O que seria isso, meus amigos? programação reencarnatória. Vamos entender em termos mais factíveis para nós aqui. Quando um pai e uma mãe coloca um pequeno filho no jardim de infância, os pais sabem que esse filho está programado para chegar na faculdade? É o sonho dos pais. Sim ou não? Sim. Sim. Mas a criança sabe? Não, não. Ela não tem ideia do por que ela está aprendendo a fazer números, letras, a pintar, mas os pais sabem. E os professores? Muito bem. Agora imaginemos isso do ponto de vista existencial. Se nós que somos espíritos na nossa condição mediana, temos uma visão ampliada de colocar um filho no jardim de infância, compreendendo todos os anos e todas as experiências que ele vai passar até chegar na faculdade. E isso é feito com muita sabedoria e muita propriedade. Como é que nós podemos
ho no jardim de infância, compreendendo todos os anos e todas as experiências que ele vai passar até chegar na faculdade. E isso é feito com muita sabedoria e muita propriedade. Como é que nós podemos acreditar que nós somos lançados na existência sem uma programação muito bem delineada? Se nós lançamos nossos filhos na escola e ele vai passar por uma grande programação antes de se lançar a vida de profissão, como é que nós podemos muitas vezes esquecer por fazemos isso? de que a existência em que nós fomos lançados, que é a vida na Terra, a reencarnação, que é muito profunda e que engloba, lógico, a vida de profissão, vida familiar, vida pessoal e tudo mais, sem pensar que alguém ou muitos que pensaram sobre a nossa reencarnação também nos prepararam profundamente para que estivéssemos aqui hoje. Quem é de nós que acreditaria que uma pessoa sem qualquer formação seria aceita no campo do trabalho de forma inadequada? E nós que estamos aqui na doutrina espírita com compromisso doutrinário definido, quem de nós agora repensando essa questão pode afirmar: "Não, eu vim, mas eu não tenho uma missão". Eu não tenho uma missão interior no meu reajustamento íntimo. A minha programação reencarnatória uma é simples demais. Eu só vim aqui para conviver com o meu pai, com a minha mãe ir no centro espírita e trabalhar e voltar para casa. Quem pode agora, começando a pensar como espírito imortal, chegar nesse tipo de pensamento? Se para o aprender cognitivo é um conjunto de pessoas multidisciplinares, tem a professora da alfabetização, tem a professora e depois vai entrando professores de matemática, professores de física, professores de química. E depois que eu aprendo a escrever, não é apenas escrever, eu preciso interpretar. E depois que eu aprendo a interpretar, eu preciso ler. E depois de ler, eu tenho que também escrever, compor um texto, mas também não é só texto, é cálculo. Veja como é que nós vamos acreditar que o progresso moral que nós estamos convidados a viver aqui na reencarnação
, eu tenho que também escrever, compor um texto, mas também não é só texto, é cálculo. Veja como é que nós vamos acreditar que o progresso moral que nós estamos convidados a viver aqui na reencarnação foi feita de maneira meio geral? Não, não foi feito de maneira geral. Nós estamos nesta presente reencarnação muito bem organizados de maneiras específicas e fomos conduzidos pelos mentores a passar por processos que veremos logo mais, a passar por processos que cada vez mais nos oportunizassem sermos responsáveis pelas nossas escolhas. E só depois que nós fomos passando na programação reencarnatória e fomos nos habilitando nesta programação reencarnatória, é que nós recebemos o contrato espiritual dizendo, olha, diante de todos os esforços, de todas as ações que foram feitas, a partir de agora você realmente está habilitado. E aí nós com consciência de causa, como espíritos imortais, além das impressões da matéria e com possibilidade de arbitrar com mais liberdade, assinamos o contrato com a esposa, com a profissão, com o trabalho no espiritismo, com o trabalho interior, tudo dentro de um propósito existencial principal. que nós vamos ver depois com mais profundidade, mas só depois nós então assinamos o contrato e este contrato espiritual ressoa em nossa mente como intuições e vozes alertas. Esse estudo ele é feito num numa programação reencarnatória para cada um de nós, que para determinado espírito essa programação reencarnatória pode durar 50 anos, para outro pode durar 100. Para outro, dependendo do seu grau evolutivo, a programação reencarnatória é muito mais delineada, muito mais fácil de se fazer. Quanto mais o espírito tá em situação mediana ou mais complicado ele está, mais a programação reencarnatória é complexa. Quanto mais evoluído, mais a programação reencarnatória é simples. A pergunta que eu gostaria de fazer a nós é: nossa programação reencarnatória é simples ou ela é um pouco complexa? Não sei. A minha é complexa. A do alírio é muito complexa. Agora do
tória é simples. A pergunta que eu gostaria de fazer a nós é: nossa programação reencarnatória é simples ou ela é um pouco complexa? Não sei. A minha é complexa. A do alírio é muito complexa. Agora do Lac é bem complexa. E aí sucessivamente, não é? E aí nós vamos perceber que dentro desse ponto de vista, o que que a gente pode ir começando a sentir, gente? O amor dos bons espíritos. Imagine dentro de tudo isso que nós vamos ver daqui a pouco, nós vamos ver o amor, o amparo dos espíritos superiores, nos colocando amorosamente em relação conosco mesmo, para que nós tomemos cada vez mais o livre arbítrio de evoluirmos por consciência e não querermos refazer situações ou fazer novas situações um sentimento de obrigação, porque isso nunca foi a proposta de Jesus. Aqui a mensagem diz que nós fomos preparados com exegetas sábios, que entre o curso da programação reencarnatória, nós tivemos aulas com exeggetas sábios. O que que é um exegeta? É aquele que consegue interpretar as escrituras, né? um parágrafo, um texto, no caso aqui que nós temos visto muito, os textos do Novo Testamento, do Evangelho de Jesus, com a propriedade da sabedoria do evangelho de Jesus. Veja, acabamos de ler agora a pouco a parábola do pai de família, do senhor e da vinha, mas nós lemos essa parábola como se tivéssemos vendo uma história para fora ou estamos analisando ela como se fosse uma grande viagem para dentro? Para dentro. esses exegetas sábios que nos prepararam para que nós pudéssemos, antes da reencarnação compreender esses códigos morais do do evangelho de Jesus. Nós não fomos preparados apenas para ler o evangelho de Jesus, entender a história de Jesus. Nós fomos preparados para sentir as lições de Jesus no coração, através dessas lições, desses códigos morais que estão dentro do ser, que vai permitindo que o ser descubra seus movimentos egoicos, onde o egoísmo trabalha, em que sentido o orgulho atua, como isso acontece dentro de nós, que é o que mais importa. Então, esses exegetas sábios nos
mitindo que o ser descubra seus movimentos egoicos, onde o egoísmo trabalha, em que sentido o orgulho atua, como isso acontece dentro de nós, que é o que mais importa. Então, esses exegetas sábios nos prepararam. Também fomos preparados por líderes experientes na arte de conduzir fielmente o pensamento do Cristo, esclarecendo com profundidade o significado das passagens bíblicas e outras denominações do pensamento religioso. Como assim? espíritos líderes do pensamento do Cristo, fiel ao pensamento do Cristo. Eles t a arte de conduzir fielmente, ou seja, estamos diante de espíritos preparados por eles, justamente porque uma das nossas grandes deficiências do ponto de vista dos nossos compromissos com o pensamento do Cristo foi de desviar o pensamento do Cristo, foi de obnublar, deturpar. E esses líderes, diz aqui o espírito esclarecendo com profundidade o significado das passagens bíblicas, as histórias, o contato que Jesus teve com cada pessoa, nós também fomos preparados para compreender isso, porque sabíamos nós que reencarnando na condição de espíritas, estaríamos em contato com o Evangelho Segundo o Espiritismo, com o Evangelho de Jesus. os quatro evangelistas, enfim, mas entendendo o que significa saber tanto para aplicar na nossa conduta, também fomos preparados por eles para que através dos seus exemplos nós estivéssemos em nome da doutrina espírita a serviço de Jesus como aprendiz da vida e espíritos realmente fraternos, para que nós não nos servíssemos de novo da tribuna para vaidade, da do cargo para os nossos orgulhos e nosso egoísmo. Que nós não tivéssemos de novo à frente de um centro espírita, transformando o centro espírita como se fôssemos os donos do centro espírita. Experiências completamente negativas. para nós, só para entender uma das questões. E isso existe até hoje. Passamos uma experiência muito interessante, certa vez que o Senhor se fez presente no centro espírita. Então, naquele momento eu nós saímos do passe e ele nos abordou dizendo que
sso existe até hoje. Passamos uma experiência muito interessante, certa vez que o Senhor se fez presente no centro espírita. Então, naquele momento eu nós saímos do passe e ele nos abordou dizendo que estava interessado em trabalhar a mediunidade, mais ou menos 70 e poucos anos, quase 80. E aí nós fal que interessante ele disse, sabe por que que é que aconteceu? É porque quando eu tinha 16 anos, eu tinha duas opções. Ou eu buscava os Beatles ou eu buscava Jesus, a vanguarda. E eu busquei os Beatles, busquei. Mas agora que eu já vivi todos os vícios, agora eu quero Jesus. Então, eu tô pensando em trabalhar na mediunidade. E aí um companheiro nosso disse: "É, mas veja bem, olha, eh, é preciso um tempo, é preciso estudar. Ah, pelo amor de Deus, para com esse negócio de estudar, não aguento mais. Todo lugar que eu faço precisa estudar. Então, vou fazer o seguinte, eu vou em casa, eu vou botar uma mesa mesmo, eu mesmo recebo, eu mesmo doutrino." Falei: "Meu pai do céu, eu achei fantástico a técnica. Ele ia na casa dele, ele ia me receber, segundo a fala dele, ele mesmo me ia doutrinar, porque ninguém quer minha, ninguém quer abrir as portas para mim. Eu disse: "Meu Deus, fantástica a técnica, eu quero saber como é que é essa evolução da técnica mesmo. Ele mesmo é o médico mesmo doutrina e o espírito tá ali. Olha que fantástico." É claro que se trata de uma colocação sem conhecimento doutrinário mais profundo, mas depois que ele nos disse isso, nós colocamos: "É interessante a a procura". Eu acho que o senhor deve buscar realmente estudar e tudo mais. Pois é, porque eu vivi todos os vícios e agora falei: "Mas o senhor não falhou apenas no compromisso? O senhor falhou com a sua consciência. Porque aos 16 anos não foi os beatles apenas que o senhor elegeu. O senhor deixou Jesus, deixou Jesus naquele momento e fez a escolha. e não conseguiu se preparar hilmente agora para trabalhar na vinha do Senhor. Então, nós não podemos, infelizmente, eh, ajudá-lo no que o Senhor busca, até porque estamos aqui estudando
fez a escolha. e não conseguiu se preparar hilmente agora para trabalhar na vinha do Senhor. Então, nós não podemos, infelizmente, eh, ajudá-lo no que o Senhor busca, até porque estamos aqui estudando a mediunidade ainda e tudo mais. Então, a gente percebe assim que havia, claro, uma boa intenção, mas mal direcionada. Então aqui essa condução séria do centro espírita também foi uma preparação que nós recebemos antes de reencarnar. Historiadores côncios e dedicados a reajustar equívocos da interpretação humana dos fatos espirituais ocorridos no plano terrestre. Quem aqui leu a obra Paulo Estevão sabe que a obra Paulo Estevão não é apenas uma obra literária bela. Ela é uma obra moral, doutrinária do cristianismo primitivo na atualidade, a nossa opinião, a mais profunda e importante obra até então registrada enquanto literatura, literatura atual, que retrata o cristianismo na sua beleza, que retrata a profundidade, mas também a obra Paulo Estebon Paulo Estevão faz correções históricas, correções de cidades, época, dia, como se sucederam os fatos para que fique registrado realmente na história espiritual da humanidade os acontecimentos do cristianismo. Isso é fundamental e nós também fomos preparados por isso, para entender junto com esses historiadores côncios como realmente o cristianismo se deu. Por quê? Porque quando nós reencarnamos, no caso, e pelas experiências e pelas influências da matéria, da sociedade e tudo mais, nós já estaríamos preparados para lidar com um monte de questões contrárias, contrárias ao pensamento. Porque muitos de nós encarnamos ainda com certas debilidades, como por exemplo, o ceticismo, espírito muito cético, sempre duvida de tudo, não acredita quase em Deus, mas está lá no seio espírita para trabalhar essas questões. Então, por exemplo, Jesus não existiu, Jesus foi isso, Jesus foi aquilo. várias formas e frentes que até hoje continuam livros, obras e pessoas, infelizmente colocando seu tempo para denegrir uma coisa indenegrível, que é a
us não existiu, Jesus foi isso, Jesus foi aquilo. várias formas e frentes que até hoje continuam livros, obras e pessoas, infelizmente colocando seu tempo para denegrir uma coisa indenegrível, que é a imagem de Jesus, que é a vida de Jesus, mas fazem isso. E tudo isso, nós também fomos preparados para ter ciência exata das informações, da história do cristianismo, da vida desses nobres, das nobres almas. Fomos preparados também por esses historiadores côncios. Fomos preparados por espíritos hábeis na arte de esclarecer o propósito da reencarnação. Como assim? Espíritos sábios na arte de de esclarecer o propósito da reencarnação? Sim. Porque enquanto muitas vezes nós achamos que a nossa reencarnação tem o propósito de resolver com fulano, belutrano ou ciclano, estes espíritos hábeis na arte de nos esclarecer sobre o propósito da reencarnação nos colocaram amorosamente que o principal propósito da nossa reencarnação é a nossa transformação. moral. Agora, cada um de nós temos certas questões profundas a transformarmos moralmente, que se difereem uns dos outros em termos específicos, mas em termos geral é exatamente isso. É a nossa transformação moral. Mas quantos de nós, enquanto espíritas não pensávamos que a o nosso propósito da reencarnação a é cuidar da minha mãe? Acho que é a minha mãe minha missão. A minha missão é são meus filhos. Quem já não pensou sobre isso? Me desculpe, mas não é. Pode até parecer que seja, mas não é. O principal propósito da nossa reencarnação tem a ver com algum nível de vício que nós precisamos identificar e trabalhar a virtude que sublime esse vício. Aí está o propósito de cada um de nós. E esses espíritos nos ajudam a estar identificando em sono, em desdobramento. Porque uma coisa que é muito importante recordar que na mensagem fica clara, quando nós reencarnamos, a ideia que nós temos, que nós falamos daquele abandono, é que nós somos lançados na reencarnação, pegamos o pergaminho da nossa programação reencarnatória, colocamos aqui, agora é
o nós reencarnamos, a ideia que nós temos, que nós falamos daquele abandono, é que nós somos lançados na reencarnação, pegamos o pergaminho da nossa programação reencarnatória, colocamos aqui, agora é com a gente. Não é assim. Constantemente os espíritos que são estão na nossa programação reencarnatória, os superiores que ajudaram, estão fazendo o que conosco nas noites de sono? relembrando, recordando o que é que eles fazem em congressos, em palestras que a gente assiste, nos inspiram justamente a ler determinados livros, a ver determinadas palestras, a participar de determinados eventos, a ouvir com atenção determinadas colocações até mesmo dos expositores, justamente para acionar em nós a memória que não é cognitiva, não é aquela que Kardec pergunta, mas é a memória emocional, a memória da índole, a memória consciencial, justamente para que nós estejamos o quê? Cada vez mais conectados com essa programação reencarnatória e vivendo como espíritos, ainda que estejamos no corpo. E aí eu pergunto, essa forma de pensar, essas informações nos dão uma dimensão mais profunda do amparo da espiritu da espiritualidade em nossa vida? Sim ou não? Sim. A ideia de que nós somos lançados na existência e que agora é por nossa conta e que a reencarnação é uma coisa simples, que a gente quer e vem logo, coaduna com o processo de justiça de Deus. É coerente esse pensamento? Vejamos, não faz coerência, porque é como se nós fôssemos efeito de um processo meio irresponsável, né? Então, de uma forma meio irresponsável, porque não foi trabalhado muito, fomos colocados aqui. Agora, quando nós começamos a analisar que foram espíritos exeggetas sábios, espíritos na arte da família, porque aqui o foi focado apenas doutrinariamente, mas na mensagem fala que nós que temos os nossos compromissos com a família, espíritos que foram, eles são chamados, né, de espíritos luz na família, espíritos que souberam vivenciar o amor na família, são instrutores nossos no mundo espiritual antes de reencarnarmos e e que equipe de
s que foram, eles são chamados, né, de espíritos luz na família, espíritos que souberam vivenciar o amor na família, são instrutores nossos no mundo espiritual antes de reencarnarmos e e que equipe de psicopedagogos, pedagogos e também psicólogos se unem para nos auxiliar como vamos nos comportar dentro da família antes de reencarnar. Espíritos do cristianismo primitivo que glorificaram seus passos na senda da renúncia e da abnegação incondicional se fazem presentes em reuniões de apoio moral aos candidatos à vitória do amor. Olha a expressão que usa. Nós somos candidatos à vitória do amor. Não somos candidatos à vitória sobre o outro. Não somos candidatos à vitória sobre aquela questão. Nós somos candidatos à vitória do amor. E a grande pergunta que nós somos convidados a fazer é: nas minhas atitudes atualmente, nas minhas ações ultimamente, quem tem vencido? A minha vontade ou o amor? Quem tem vencido? O ego ou o amor? Porque o amor quando vence não confunde. A vitória do amor é inconfundível. Quando o amor vence, ou melhor, aqui no caso a vitória, né? Não é um vence egóico. Quando o amor se realiza dentro de nós, como é que a gente se sente? Muito bem, não é? Nos sentimos muito em paz. Olha, vamos então pensar. Se nós somos candidatos à vitória do amor, o que somos como espíritos imortais convidados a realizar? Atitudes que nos permitam sentirmos mais amorosos com os outros. E essas atitudes que nos permitem sentir mais amorosos com os outros só pode começar quando nós nos colocamos amorosos. conosco mesmo. Porque para nós sermos amorosos com alguém, eu preciso ter o que dar. Então, eu vou ser amoroso comigo. Aí sim eu vou sentindo um sentimento de vitória. Mas vem cá, esse sentimento de vitória tem alguma coisa a ver com a parábola que nós ouvimos de manhã pelo alírio? Vamos lá, fazendo reflexões. Sim. Que vitória, que sentimento de vitória, de amor é esse? É o denário. O grande denário, o derradeiro denário é o sentimento da vitória do amor, onde nós nos sentimos que
mos lá, fazendo reflexões. Sim. Que vitória, que sentimento de vitória, de amor é esse? É o denário. O grande denário, o derradeiro denário é o sentimento da vitória do amor, onde nós nos sentimos que realmente buscamos saber, sentir e vivenciar. Nós recebemos a vitória do amor enquanto recompensa íntima. Então aqui ele diz, olha, apoio moral aos candidatos à vitória do amor nas lídias doutrinárias para que por meio de suas palestras e convivência exemplar, nós falamos sobre a questão do exemplo há pouco, não falamos? O que que a convivência exemplar faz? Ela é um método pedagógico. Algumas pessoas poderiam dizer um método andragógico. Não entraremos no mérito das classificações, mas dizemos que a convivência exemplar ensina. Sim ou não? Ensina. Mas ela ensina de que forma? Ela ensina com uma coisa muito importante que nós vamos ver depois no caminho, verdade e vida de Jesus. O espírito imortal, ele necessita o que saber. Ele necessita por saber aquilo, mas tem algo que ele necessita para realizar, senão ele não realiza, é o como fazer. Porque o que e o porquê são outras dimensões do espírito, mas o como fazer é que me permite saber o caminho. É, é o, é o agir, é o sentir, é o realizar, é o concretizar. Muito bem. Para que eu possa concretizar, eu preciso de referência, senão não faço. Por exemplo, se nós só entendêsemos um texto sobre o amor, o amor é aquela expressão bela do sentimento e tudo mais, ótimo. Aquele texto é muito belo, a gente reflete. Mas como é que esse amor é aplicado, hein? Como que ele realmente acontece? Então, quais eram uma das principais funções desses espíritos do cristianismo primitivo antes de nós encarnarmos? O que que eles nos passavam através da convivência exemplar? O como fazer? Exatamente. É o como fazer, porque o exemplo é o amor que se aplica de maneira concreta. A lei do amor é a lei divina criada por Deus, que rege todas as coisas no universo. A virtude do amor está dentro do espírito imortal que ele precisa cultivar para que ela surja e ela se
ira concreta. A lei do amor é a lei divina criada por Deus, que rege todas as coisas no universo. A virtude do amor está dentro do espírito imortal que ele precisa cultivar para que ela surja e ela se conecte com a lei de amor. Se o espírito não cultivar a virtude do amor no coração, apesar de ser uma semente, ela nunca vai dar frutos. Então, a lei não, a lei já existe. Independente do que o Espírito faça, a lei é a lei que propele a criatura pro progresso, que promove a criatura ao crescimento profundo. Mas a virtude do amor, a vitória do amor dentro do coração é um trabalho da consciência de cada espírito que conecta com essa lei que existia antes dele existir e sempre existirá depois. Mas a virtude do amor nele só começou a existir realmente dando frutos quando ele começou a cultivar, apesar de já estar em semente desde o momento que ele foi criado. Então, existe essa diferença entre o mar e a onda. O mar é a dimensão macro. A onda está no mar. A onda está no mar, mas a onda não é o mar. Mas se a onda está no mar, ela precisa do vento para poder se formar. O cultivo da virtude do amor em nosso coração é o vento. A virtude do amor é a onda e a lei do amor é o mar. a vitória do amor nas lides doutrinárias, para que, por meio de suas palestras e convivência exemplar, possam os espíritos da futura reencarnação compreenderem a necessidade de vivenciar o evangelho de amor, evitando os deslates das reencarnações anteriores. E aí, amigos, todos estamos já nos sentindo bem preparados? Tá começando a ficar cada vez mais interessante essa nossa preparação, hein? Alguém aí está com vontade de perder a reencarnação? Vamos juntos. E veja, a mensagem, ela explica de maneira eh textual contínua. E aqui nós eh fizemos em tópicos para que possamos comentar cada tópico também como os espíritos atuam nessa programação reencarnatória que vai culminar no nosso contrato espiritual. A mensagem revela os organiza os espíritos superiores as reuniões coletivas em proficos congressos. Como assim?
os atuam nessa programação reencarnatória que vai culminar no nosso contrato espiritual. A mensagem revela os organiza os espíritos superiores as reuniões coletivas em proficos congressos. Como assim? No livro Memória de um suicida, o espírito Camilo Castelo Branco revela que ele também participou de muitos congressos, que participou de estudos, que participou de trabalho, que tinha alas da psicologia, da filosofia em universidades do mundo espiritual, na cidade esperança, se eu não me engano. Isso que ele estava como um habitante já trabalhado em certas questões do trauma que sofreu como suicida. Ele já estava como um habitante e um trabalhador daquela cidade, saído do Hospital Maria de Nazaré, na cidade Esperança. Depois se engajou nos trabalhos da cidade. O espírito Camilo Castelo Branco, no caso na obra ele é colocado como Camilo Botelho, eh ele revela também algumas questões sobre isso, né? E o espírito André Luiz também em suas obras coloca algumas questões de estudo e participação dos espíritos em preparação antes da reencarnação. Aqui nessa mensagem, sintetizando o que nós possamos entender, o espírito honório diz que nós participamos de muitos congressos. Ora, se cada um de nós estamos numa programação com o campo definido na doutrina espírita, é claro que nós também nos reencontramos de uma forma ou de outra antes da reencarnação. É claro que esse reencontro muitas vezes não é um reencontro muito próximo, porque às vezes as nossas condições de trabalho e ação no mundo espiritual são muito diferentes uns dos outros. Mas havia momentos em que congressos e reunindo muitos espíritos que participam de uma geração ou de gerações, tá? Porque no em termos sociais geração ela dura mais ou menos uns 25 anos. Tá? É um é chamado uma geração. Então tem geração Y agora tinha chamada geração X, tinha chamado a geração dos baby boomers depois da Segunda Guerra e antes geração Z e assim sucessivamente. Gerações de tempo em tempo, de tal ano a tal ano, quem nasce faz parte daquela
da geração X, tinha chamado a geração dos baby boomers depois da Segunda Guerra e antes geração Z e assim sucessivamente. Gerações de tempo em tempo, de tal ano a tal ano, quem nasce faz parte daquela geração. Nós atravessamos gerações, vivemos 20 anos, podemos viver 40 anos, podemos viver 80, enfim. Ou seja, estamos numa geração e vivemos outras gerações, socialmente falando. Esses espíritos que se encontram nesses congressos, né, que vão formar essas gerações e depois gerações e depois gerações. Então nós também nos reencontramos coletivamente para pensar o movimento espírita que estamos inseridos hoje. Imagine se também não tivéssemos a oportunidade de antes de reencarnar pensar no movimento espírita coletivamente só individualmente, muitas vezes nós também não teríamos uma habilidade de começar a pensar coletivamente. Essa ajuda dos espíritos superiores, esse programa maior também foi uma da foi um foram um dos recursos foi um dos recursos que os espíritos superiores nos oportunizaram. pensar como espíritas coletivamente enquanto movimento espírita, no caso aqui de Mato Grosso, mas podemos pensar em termos de Brasil, podemos pensar em termos de planeta Terra, sessões terapêuticas particulares para que o candidato ao labor doutrinário na Terra possa transmutar as faixas mais vivazes do conflito traumático que ainda guarde na alma como efeito dos equívocos cometidos ou das atrocidades. que sofreu em nome da religião. Imagine um espírito revoltadíssimo com a religião, que foi torturado, que foi mutilado. Imagine esse espírito reencarnando e reencarnando. E depois também que ele decide pelas expiações sucessivas, dependendo que ele decide não mais perseguir as pessoas que lhe fizeram mal, mas que ele queira fazer alguma coisa boa a partir de agora. Não existe ainda na intimidade dele resquícios traumáticos. existe. E aqueles outros que também precisam, no caso, reencarnar e que trazem isso no coração. Os espíritos superiores, psicoterapeutas espirituais, eles também nos ofereceram
resquícios traumáticos. existe. E aqueles outros que também precisam, no caso, reencarnar e que trazem isso no coração. Os espíritos superiores, psicoterapeutas espirituais, eles também nos ofereceram antes da nossa reencarnação cuidados específicos com os nossos conflitos diante das nossas experiências anteriores, junto às religiões, por exemplo. Tanto nós que tivemos alguma participação no mal que fizemos alguém, quanto os traumas que guardamos do mal que alguém fez a nós em nome da religião. Por que em nome da religião? O espírito coloca aqui, porque quando nós reencarnássemos, no caso já estamos aqui reencarnado, nós não fizéssemos um processo de projeção negativa e ficássemos afastados do trabalho com Jesus pelos traumas que tínhamos no coração. Então, os psicoterapeutas foram fundo buscando nos auxiliar a separar a atitude do homem com a mensagem de Jesus. O homem que fez o mal, ele fez desconhecendo Jesus profundamente ou ele fez de maneira arbitrária. Agora, o Cristo é um. Aquele que se dizia seguir o Cristo é outro. Quer ver um exemplo prático? Vamos pensar. Quantas vezes no centro espírita a gente já ouviu pessoa diz assim: "Ah, eu não quero mais ficar nesse centro aqui, senão porque eu não gosto mais daquela pessoa". Isso acontece sim ou não? Sim. Quantas vezes pessoas que saíram do centro do espírito, falá: "Nossa, aqueles dirigentes lá, nossa, ó, me trataram tão mal, não quero mais saber, não quero mais saber de espiritismo". Quem já ouviu essa fala? Interessante, né? Ela fala assim: "Eu não quero mais saber de espiritismo". Olha, mas quem é que equivocou com ela? Foi o espiritismo. Não. Quem equivocou com ela pode ter sido a pessoa, porque às vezes a pessoa ela mesma entrou num processo íntimo de transferência, enfim. Mas olha, este tipo de comportamento que nós já ouvimos tantas vezes também é secular, meus irmãos. Vem de séculos na criatura repetindo projeções. Não busco o trabalho, não quero Jesus, porque eu não aguento conviver com aquelas pessoas.
ue nós já ouvimos tantas vezes também é secular, meus irmãos. Vem de séculos na criatura repetindo projeções. Não busco o trabalho, não quero Jesus, porque eu não aguento conviver com aquelas pessoas. E quem é daqui que não já não ouviu amigos nossos que têm alguma experiência em reuniões mediúnicas de espíritos virem e dizerem que detestam Jesus por causa de uma conduta a de uma conduta B de fulano. Então, veja bem, a relação, nós também fomos preparados para isso, para entendermos psicoterapeuticamente o que nós trouxemos, o que nós traríamos dentro de nós, mas agora de uma maneira trabalhada, amorosamente trabalhada. O alírio recorda a experiência de Camilo Castelo Branco, que foi submetido a essa experiência, na qual ele recorda que esteve a época da crucificação de Jesus e que ele era uma daquelas almas que gritaram, né, para que Jesus fosse crucificado. Ele tava numa numa característica de um, né, andrajado bastante assim como se fosse um mendigo, uma pessoa solta, ébria. E ele gritava, né? E depois ele voltou como inquisitor. Veja só, Camilo Castelo Branco, que depois de tanto tempo, ainda relativamente há pouco tempo, entra no suicídio e agora como espírito consciente de todas as questões, né, ele ele passa por essa viagem psicoterapêutica que faz os bons espíritos, é especificamente epaminondas de Vigo. é o nome do espírito que todo mundo tinha medo dele. E eu acho que eu tremeria também. Porque você imagina um espírito com uma capacidade de olhar fundo para você, assim, fundo mesmo. Senhor Jesus, eu quero amar. Amar. Pode olhar, querido benfeitor. Então, tem benfeitor que faz isso com a gente, viu, gente? Eles olham fundo bem nos olhos da gente assim, tal e tal. E é nesse momento que a gente fica firme. Estou aqui. Dependente de qualquer coisa, estamos juntos. Vamos juntos seguindo, né? E a gente segue e vamos até o final dessa nossa reencarnação, se Deus quiser. Matriculado na programação reencarnatória, o espírito possui uma rotina de estudo e trabalho fundamental
tos seguindo, né? E a gente segue e vamos até o final dessa nossa reencarnação, se Deus quiser. Matriculado na programação reencarnatória, o espírito possui uma rotina de estudo e trabalho fundamental para o fortalecimento de seus propósitos, sedimentando ao máximo os ensinos recebidos na própria alma e buscando cultivar os sentimentos nobres, pois sabe que as influências da matéria e a lei do esquecimento são desafios a superar com dedicado esforço, já que tudo de bom que colocar ará em prática na terra, será resultado de suas escolhas lucidamente aceitas antes do renascimento. Então agora a gente pode meditar um pouco mais e pensarmos. Escolhas lucidamente aceitas. Olha, se é uma escolha lucidamente aceita, é porque houve uma proposta amorosamente colocada. Quem que colocou essa proposta? Alguém que teria a capacidade de enxergar muito mais do que nós. Quem são eles? Os espíritos superiores, notadamente os nossos anjos de guarda, os nossos guias espirituais. Agora eu gostaria de fazer uma pergunta. O guia espiritual ou os espíritos protetores que estão conosco, eles podem estar conosco já algumas reencarnações? Sim. Sim ou não? Sim. Sim. Muito bem. Então, podemos então afirmar que eles nos conhecem muito bem. Eles nos conhecem mais do que o nosso pai atual. Sim. Mais do que a nossa mãe. Sim. E podemos afirmar que eles nos conhecem mais do que nós mesmos. Então, meus irmãos, estamos diante de um momento singular, porque aí entra uma coisa fundamental para nós pensarmos. Espíritos mais habilitados do que nós. Veja bem, ó. espíritos amorosos, mais habilitados, muito, muito mais sábios. Foram quem programou, foram aqueles que programaram a reencarnação junto conosco em parte e nos convidou. E nós lucidamente aceitamos esta programação e este contrato espiritual. Ora, se nós estamos diante de uma relação tão íntima, muito mais íntima do que a mãe, do que o pai, do que nós mesmos, qual é o motivo que tem nos feito durante dias, meses, anos da nossa vida nós nos mantermos assim tão
diante de uma relação tão íntima, muito mais íntima do que a mãe, do que o pai, do que nós mesmos, qual é o motivo que tem nos feito durante dias, meses, anos da nossa vida nós nos mantermos assim tão afastado deles? Por quê?
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