Parábola da Grande Ceia | Encontro 01 | Parábolas Terapêuticas

Feemt Play 15/07/2020 (há 5 anos) 1:19:20 5,984 visualizações 373 curtidas

Hoje temos um novo encontro do Estudo Reflexivo sobre Parábolas Terapêuticas, uma viagem pelo Evangelho de Jesus. Pensando neste período de pandemia, os encontros são apenas na modalidade virtual, acontecem toda terça, com exceção da primeira do mês, das 20h30 às 22h (horário de Cuiabá), com facilitação de Alírio de Cerqueira Filho. ⠀⠀⠀⠀⠀ 📲 Quer receber um lembrete a cada encontro? Manda um WhatsApp pra gente: 65 9 8112-7262 ou https://wa.me/556581127262

Transcrição

Nós vamos iniciar com uma página do livro Vida Feliz e a nossa prece. Conserva a coragem na luta, seja qual for a situação. Há caminhos menos difíceis de serem percorridos. No entanto, todos terão que ser vencidos. Pensa-se que pelo fato de de se estar a trabalhar pelo bem do próximo, não se enfrenta dificuldades e obstáculos. É puro engano em toda parte e posição à criatura humana é a mesma. São Vicente de Paulo, que tanto se dedicou aos pobres, afirmava que estes eram muito exigentes e ingratos. Tem, pois, bom ânimo sempre. Então vamos neste momento fazer a nossa oração inicial. Senhor Jesus, mestre amigo, abençoe-nos, Senhor, nesse momento que estamos aqui para refletir sobre as suas palavras de amor. Ampara-nos para que possamos prosseguir sempre como nos ensinar a mensagem. com vigor, entusiasmo e confiança num futuro melhor para toda a humanidade. Gratidão por tudo. Ampara-nos a todos, Senhor. Nós vamos trabalhar a parábola da grande seia. é uma parábola muito significativa que aborda questões muito importantes para o nosso equilíbrio emocional. Essa parábola, ela está em Lucas, no capítulo 14, versículos 16 a 23. Vamos ler toda a parábola e depois nós vamos refletir versículo por versículo. Porém ele lhe disse: "Um certo homem fez uma grande ceia e convidou a muitos. E a hora da ceia mandou seu servo dizer aos convidados: "Vinde que já tudo está preparado". E todos começaram a excusar-se. Disse-lhe o primeiro: "Comprei um campo e importa ir vê-lo. Rogo-te que me ajas por escusado." E outro disse: "Comprei cinco juntas de bois e vou experimentá-los. Rogo-te por rogo-te que me ajas por escusado." E outro disse: "Casei e, portanto, não posso ir. E voltando aquele servo, anunciou estas coisas ao seu Senhor. Então, o pai de família, indignado, disse ao seu servo: "Sai depressa pelas ruas e bairros da cidade e traze aqui os pobres e aleijados e mancos e cegos." E disse o seu servo: "Senhor, feito está como mandaste e ainda há lugar". E disse o Senhor ao servo: "Sai pelos

ssa pelas ruas e bairros da cidade e traze aqui os pobres e aleijados e mancos e cegos." E disse o seu servo: "Senhor, feito está como mandaste e ainda há lugar". E disse o Senhor ao servo: "Sai pelos caminhos e atalhos e força-os a entrar para que a minha casa se encha." Essa parábola, eh, ela nos emerte a questões de profunda significação para todos nós, porque é uma parábola diretamente a a como toda parábola do Evangelho de Jesus é uma parábola que nos remete a questões conscienciais da vida. Nós temos aqui, vamos ver por versículo, Jesus começa dizendo: "Um certo homem fez uma grande ceia e convidou a muitos. Que homem é esse da parábola? Esse certo homem representa na parábola Deus. Deus prepara para todos os seus filhos uma grande seia. Se nós formos na questão 115 do livro dos espíritos, quando Allan Kardec pergunta aos benfeitores da humanidade se Deus criou o homem eh bons, o os seres humanos bons e maus, os benfeitores são muito claros que não, que Deus criou o ser humano. simples e ignorante. E a cada um foi dado uma missão. Que missão é essa? A missão de eh do conhecimento da verdade para que nós nos aproximássemos dele, o criador da vida. E aí os benfeitores dizem que nesse nessa busca, nesse conhecimento, nós vamos adquirir a pura eterna felicidade. Complemento a pergunta dizendo que a felicidade vai ser conquistada quando nós passamos pelas provas que Deus nos envia. E passando por por essas provas que Deus nos envia, eh nós vamos conquistar gradualmente a a felicidade. acontece que são eh poucos aqueles que aceitam submissos a prova que eh nos foi destinada, dizem os benfeitores. A grande maioria ainda murmura, ou seja, não aceita o compromisso de buscar a verdade para se aproximar do criador. Então, o que vai acontecer nesse caso, nesse caso, a da pessoa que não aceita o esse compromisso de se conectar com as a a essa a verdade que são as próprias leis presentes da nossa consciência. O que acontece nesse caso? a pessoa vai entrar em movimentos que serão dolorosos.

a o esse compromisso de se conectar com as a a essa a verdade que são as próprias leis presentes da nossa consciência. O que acontece nesse caso? a pessoa vai entrar em movimentos que serão dolorosos. Então essa parábola, ela praticamente é uma parábola que mostra como a a questão 115 do livro dos espíritos, ela é simbolicamente tudo que a questão 115 de o livro dos espíritos nos ensina. Vamos ver. Primeiro, o que é essa grande ceia? A grande ceia representa o próprio processo reencarnatório, no qual as pessoas são convidadas a participar dessa grandeia. Vamos adentrar no símbolo para entender melhor o que é uma ceia, né? uma ceia naquele momento, naquela época de de que Jesus se refere, ele pegava as questões do cotidiano e trazia de forma simbólica para nós. Então, a ceia, na verdade, é uma um banquete onde são servidas muitas iguarias para os convidados. Então Jesus coloca que eh o o certo homem fez uma grande ceia e convidou a muitos. Quando Deus nos cria, ele nos cria, conforme narra a questão 115, simples, ignorantes. E cada um de nós tem um compromisso de conhecer a verdade para nos aproximarmos de Deus. Então isso é essa essa criação que que a questão 115 se reporta tem a ver com essa grande ceia. Deus nos cria e nos convida a um processo evolutivo. Esse processo evolutivo vai acontecer no corpo e fora do corpo. Quando nós reencarnamos, nós reencarnamos para participar dessa grande ceia. A vida, a evolução não se dá, não, não é possível apenas acontecer na dimensão espiritual, é na dimensão física que nós vamos verdadeiramente eh agir para praticar aquilo que aprendemos na dimensão espiritual. Exatamente isso que significa a grande ceia. E ah, por isso que Jesus coloca, convidou a muitos. Porque todos os filhos de Deus têm esse compromisso, o compromisso de conectar-se com as leis divinas na própria consciência e ao conectar-se com as leis divinas da consciência, vivenciá-las gradualmente por meio das virtudes. Então, nós podemos dizer que a grande ceia, eh, simbolicamente representa o

na própria consciência e ao conectar-se com as leis divinas da consciência, vivenciá-las gradualmente por meio das virtudes. Então, nós podemos dizer que a grande ceia, eh, simbolicamente representa o exercício das virtudes para que nós cumpramos as leis divinas que estão em nossas consciências. Todos nós somos convidados, convidados pelo criador da vida, por Deus, para poder eh realmente eh nos conectar com a a conectar com as leis, cumprindo, né, eh conectando com as leis a por meio do exercício das virtudes. Eu estou tendo alguns problemas que eu nunca trabalhei com esse programa, a primeira vez, então vocês dão um desconto aqui. Não sei o que aconteceu. Acabei tirando tirando os o slide daqui. Vamos ver se eu consigo voltar. Ah, voltei lá. Então, fazendo o resumo que nós vimos até agora, o nosso grande compromisso consciencial é de estarmos aqui usufruindo dessa ceia do Senhor, usufruindo dos recursos que a vida nos oferece por meio de um processo no qual nós nos conectamos com as leis e praticamos as virtudes. Todos nós renascemos no mundo para isso. O que acontece é que a grande maioria quando em contato com as questões do dia a dia, começa a excusar, né, a se desculpar. O próximo versículo, Jesus diz: "E a hora da ceia mandou seu servo dizer aos convidados: vinde que já tudo está preparado". Então, eh, como que e a o processo evolutivo acontece em nossas vidas? Nós, antes de encarnar, nós fazemos juntamente com os benfeitores espirituais toda uma programação, uma programação muito bem delineada para que ao reencarnar nós possamos aproveitar todos os recursos que a existência nos proporciona e todos os recursos que a existência nos proporciona para desenvolver virtudes, para aprender a o processo de desenvolver, vertes. Todas as pessoas reencarnam para isso. Não há ninguém que reencarne para se divertir, para passear. Eu vou passear no mundo. Eu vou eh para o mundo simplesmente para gozar a vida, viver da melhor maneira possível, eh me locompretar com dinheiro da

inguém que reencarne para se divertir, para passear. Eu vou passear no mundo. Eu vou eh para o mundo simplesmente para gozar a vida, viver da melhor maneira possível, eh me locompretar com dinheiro da sociedade. Ninguém reencarna para isso. Esse versículo aqui ele mostra exatamente isso. E a hora da ceia mandou seu servo dizer aos convidados: "Vinde que já tudo está preparado". A pergunta que nós eh somos convidados a fazer é: Quem é esse servo? Esse primeiro servo que vem dizer aos convidados. O servo, na verdade é uma lei divina. Ele é uma lei divina e ao mesmo tempo é um sentimento. Esse essa lei e ao mesmo tempo é uma virtude, né? é a lei de amor e a virtude do amor. Então, o amor vem, a lei de amor dentro de nós nos convida a nos movimentarmos em direção ao nosso aprendizado. É um aprendizado existencial. A cada existência nós reencarnamos para aprender aquilo que é próprio para essa existência. E as existências corporais elas se somam e nós vamos a cada existência aprendendo um pouco mais, um pouco mais, até completar o nosso ciclo evolutivo e nos tornarmos espíritos puros. Então, o primeiro servo que vem nos convidar será sempre a lei de amor, justiça e caridade. é um servo amoroso, é um servo justo, um servo caridoso, que vem nos alertar para eh tudo o que está preparado. Ou seja, nós trazemos a a na nossa consciência traçado num roteiro que previamente preparado, que nós chamamos de nosso plano existencial pro composto do nosso propósito e do nosso programa existenciais. Então, todos nós encarnamos com um plano, um plano divino para nós naquela existência. Se nós pegarmos o livro Missionários da Luz de André Luiz, no capítulo que fala sobre a reencarnação de Segismundo, todo um planejamento muito minucioso é feito antes de nós reencarnarmos, de nós reencarnarmos. um planejamento que envolve desde do do plano de eh do nosso corpo, como vai ser o nosso corpo, todas as se vamos ter limitações no corpo ou não, vamos ter beleza física ou não. Tudo é muito bem

rmos. um planejamento que envolve desde do do plano de eh do nosso corpo, como vai ser o nosso corpo, todas as se vamos ter limitações no corpo ou não, vamos ter beleza física ou não. Tudo é muito bem preparado. Além da preparação do corpo, é preparado todas as questões de ordem espirituais, emocionais, que também nós vamos passar pelas provas, pelas eh ou por expiações. Tudo isso é planejado antes de nós encarnarmos, né? no livro, são três capítulos do livro Missionários da Luz, de André Luiz, que que aborda minuciosamente essa questão. Então, exatamente isso aqui. Tudo está preparado. Tudo é muito bem preparado para que nós possamos aproveitar a existência para aprender, para evoluir. Vamos dar uma paradinha para ver se tem alguma pergunta. Temos manifestações de várias pessoas aqui nos acompanhando. Esse programa é bem interessante que ele já vem vai colocando todas as eh Maurício tá pedindo para abrir o slide de show. Só que quando eu abro o slide de show, Maurício, a a tela do Streamyard some e aí eu não sei, eu fico perdido. Eu vou precisar de ajuda depois para para abrir o slide show dentro do stream. Ele tô tô abrindo no computador, aí ele some o E aí eu preciso dar escape para poder entrar no stream art. Então por isso que tá desse jeito. Marinheiro de primeira viagem. Eu nunca usei esse esse programa, eu chamo Streamyard. Eu tenho usado profissionalmente um outro chamado Ciclano, que faz todo o serviço e eu não uso slide no outro trabalho que eu faço. Eh, tem várias pessoas aqui do estado, outras por enquanto, não temos nenhuma pergunta. tão dizendo que está que está travando e algumas pessoas dizendo que não. Eu acredito que seja local da pessoa, mas esse material está sendo gravado, então quem tiver travando pode assistir depois, tá? Temos a pergunta aqui da Maria Eliete. Mas se isso tudo está programado, isso nos dá ideia que nada precisamos mudar? Veja bem, Maria Eliete, programação no que significa efetivação do programa. Programação é uma prévia, é um

Maria Eliete. Mas se isso tudo está programado, isso nos dá ideia que nada precisamos mudar? Veja bem, Maria Eliete, programação no que significa efetivação do programa. Programação é uma prévia, é um planejamento. Tudo é programado para que nós mudemos, mas o nosso livre arbítrio é ativo o tempo todo. Nós podemos programar e quando reencarnar, reencarnamos no mundo, e a parábola mostra muito claramente isso, não fazer nada do que foi programado, entendeu? Inclusive no livro Missionários da Luz fala do do dos do espírito completista, que é uma minoria. são aqueles que programam e realizam todo o programa no mundo físico. É uma pequena minoria aqueles que que fazem isso. A grande maioria ainda programa, né? Tem uma grande parte que não faz nada do que foi programado, outra parte que faz uma parte do que foi programado, né? e uma parte pequena que faz o o que foi programado e uma parte menor ainda que faz além do programado. Os que fazem além do programado são as pessoas que às vezes recebem moratórias para continuar determinadas atividades e vão além daquilo que está programado. Compreendeu? O fato de você haver uma programação não significa que você vai efetivá-la. Por exemplo, você vai fazer uma viagem, fazer uma analogia para entender melhor. Você vai fazer uma viagem de carro eh por é uma de uma cidade para outra. Não sei qual que é a sua cidade. Vamos pegar, vamos pegar uma viagem hipotética de Brasília a São Paulo. A pessoa faz uma programação de eh uma viagem de carro de Brasília até São Paulo. Ela vai fazer paradas X, Y, Z. Mas no meio do caminho, por exemplo, eh acontece um um incidente, eh a o carro quebra uma roda, precisa de de ser guinchado até uma oficina e toda aquela programação que foi feita vai necessitar de quê? de uma reprogramação, porque houve um incidente no meio do caminho e a pessoa vai precisar reprogramar. Se numa simples viagem você programa e nunca sai exatamente o que foi programado, imagina uma existência inteira. Então, a existência inteira ela

o meio do caminho e a pessoa vai precisar reprogramar. Se numa simples viagem você programa e nunca sai exatamente o que foi programado, imagina uma existência inteira. Então, a existência inteira ela vai sim ser programada, mas isso não significa que a pessoa vai fazer toda a programação. E a programação não significa um processo de de destino, como as pessoas falam, tá tudo traçado. Não, não tá tudo traçado, está tudo programado. Se a pessoa vai fazer o programa ou não, eh, é por conta dela, tá? Então nós temos várias manifestações que a a transição está perfeita. Então é uma questão local da pessoa, está que provavelmente é é a é a internet sua que tá com problema. A Ângela Madalena pergunta: "Então, todas as vezes que optamos em viver somente para os interesses da vida física, nos distanciamos da nossa programação?" Exatamente. É exatamente isso que acontece. se a parábola vai mostrar isso nos próximos versículos, tá? Eh, Luiz Carlos fala que está no interior do estado, São Paulo e que tá ótimo vídeo, tá? Existe algum exercício que nos ajuda a lembrar nosso programa existencial e praticá-lo com fidelidade? Sim, existe. Silvana Letícia faz essa pergunta, existe sim, mas não é da doutrina espírita. Esses exercícios são da psicologia, da psicologia transpessoal consciencial, tá? Existe exercício, existem técnicas que você adentra inclusive com regressão de memória, até o até o momento que a pessoa fez a programação para que ela possa possa reavivar tudo isso dentro de si mesma. E além da técnica da regressão, outras técnicas para que a pessoa saiba qual é o plano existencial, qual é o programa. A Nilva pergunta: "Podemos esquecer o que aprendemos e lembrar após muitos anos de nossa existência e perceber a necessidade de mudar?" Eh, não não quer dizer que a gente esqueça em espírito, é que as as diversões, as a todas as questões do dia a dia do mundo, faz com que nós eh desconectemos com aquilo que é mais importante, que é a programação reencarnatória. Compreendeu, Niva? Eh, eh, são

que as as diversões, as a todas as questões do dia a dia do mundo, faz com que nós eh desconectemos com aquilo que é mais importante, que é a programação reencarnatória. Compreendeu, Niva? Eh, eh, são distrações. O nosso mundo está cheio de distrações. Enquanto a pessoa está distraída, o que acontece? Ela, ao ficar distraída com a as questões do mundo, ela momentaneamente desfoca das questões de ordem espiritual. Não quer dizer que houve esquecimento no nível espiritual. Quanto de nós, o Edson pergunta, quanto de nós consegue cumprir a uma sua programação reencarnatória? Segundo missionários da Luz, os completistas não chegam nem a a a 30% das pessoas que programam, tá? Então, vamos voltar à parábola e depois a gente responde mais algumas questões. O próximo versículo da parábola já vai falar exatamente das desculpas. Então Jesus fala: "E todos começaram a escusar-se, a desculpar-se. Então o servo amoroso, justo, caridoso, vem e nos convida a agir de forma consciencial. E a e o que acontece? Nós começamos a dar desculpas. desculpas em relação a ao convite que está na nossa consciência, né? E vamos ver que tipo de desculpas acontece. Vamos lá. Vejamos que um diz que comprou um campo e importa ir vê-lo. rogo-te que me ajas por escusado. Então, para esse primeiro que foi convidado, o campo era mais importante do que a ceia do Senhor. O próximo disse: "Comprei cinco juntas de bois e vou experimentá-los. Rogo-te que me ajas por escusado. O esse próximo as as juntas de bois eram eram mais importantes do que a ceia do Senhor. E o outro disse: "Casei, portanto, não posso ir". Então, vejamos que a os três servos, Jesus pega três possibilidades e é claro que são processos simbólicos que representam questões muito humanas. Vejamos que eh a pessoa que comprou um campo naquela época eram os ricos e os poderosos que tinham propriedade. A maioria das pessoas eram servas, eram ou escravos, servos, pessoas campônios, pessoas sem praticamente posses nenhuma. Aqueles que tinham eh propriedades

ricos e os poderosos que tinham propriedade. A maioria das pessoas eram servas, eram ou escravos, servos, pessoas campônios, pessoas sem praticamente posses nenhuma. Aqueles que tinham eh propriedades grandes eram os poderosos da época. Então esse primeiro simboliza os poderosos, o poder, a busca do poder temporal que o dinheiro pode gerar. O segundo, eh, também é alguém que tem poder, que tem dinheiro por e está focado na no no comércio, cinco juntas de bois. Então, os carros de bois eram eh os veículos da época. Então, ter cinco juntas de bois era alguém que tinha uma frota de carros de boi. Alguém que tem uma frota de carros de boi, alguém com dinheiro, com poder, que simboliza também essa questão material, comercial da vida. E o terceiro se desculpa dizendo que casou. Então ele tava indo pra lua de mel. simboliza as questões de ordem sexual, sexual, não é o cuidado com a esposa aqui. Na verdade, Jesus tá colocando a questão do da de dele usufruir do sexo, já que ele tinha recém-casado e estava indo atrás do prazer sexual que o casamento na época proporcionava, né? Então, eh, nós temos aí as questões simbolizando todas as questões de ordem sensual que caracteriza eh o ser que todos nós podemos eh durante a nossa existência, em vez de buscar a conexão com as leis da consciência. Em vez de buscar o o exercício das virtudes, nós vamos ficar focados nas coisas do mundo. Dentro da questão 115, são aqueles que murmuram. O que que é o murmúrio? O murmúrio nada mais é do que o processo de insubmão, de revolta, de não querer aceitar, participar da ceia do Senhor, não querer participar desse processo eh de evolução que se dá, aproveitando todas as oportunidades que a vida nos oferece para aprender, para evoluir. ir por meio do esforço continuado, paciente, perseverante, cumprindo as leis, desenvolvendo as virtudes. Então, podemos recusar. Vejamos a eh a pergunta que fizeram a anteriormente. Tem que vou voltar aqui para ver da pessoa que fez a P, eu não me lembro, mas eh a questão do planejamento

ndo as virtudes. Então, podemos recusar. Vejamos a eh a pergunta que fizeram a anteriormente. Tem que vou voltar aqui para ver da pessoa que fez a P, eu não me lembro, mas eh a questão do planejamento significa que o o para eh todas essas pessoas que deram desculpa, havia um planejamento de participar da seia do Senhor, mas elas simplesmente eh deram desculpa e seguiram para o mundo. É o que faz a maioria das pessoas. A Maria Eliete Barros e entendi. O que eu não entendo é que nada lembramos do processo reencarnatório. E como podemos saber o que fazer para corrigir os erros? Veja bem, eh acho que você que fez a pergunta, né, Maria Eliete? Na verdade, eh, nós não lembramos de detalhes do passado, mas todos nós trazemos da consciência o que podemos e devemos fazer daquilo que podemos, mas não devemos fazer. Isso é tão verdade que quando nós realizamos ações contrárias ao nosso plano existencial, nós entramos em conflitos. Nós entramos num processo de angústia, nós percebemos que estamos agindo de forma equivocada. Nós não lembramos detalhes, porque se nós lembrássemos detalhes do do do planejamento, nós não teríamos mérito. Exatamente. Porê é no mundo físico que nós vamos ter uma série de provas para realizar o planejamento ou não realizá-lo. Por isso que a vida no mundo físico é uma grande provação. Então essa esses essas três primeiras pessoas aqui simbolicamente representando toda a humanidade que num primeiro momento é convidada a evoluir por amor, mas é um amor ligado às provas. Então nós poderíamos chamar de amor provacional. As provas está exatamente em nós sabermos que existe uma diretriz e que essa diretriz quando nós cumprimos, nós vamos sentir paz no coração, nós vamos sentir harmonia, nós vamos sentir equilíbrio, nós vamos sentir uma série de eh sentimentos que nos geram harmonia, que nos geram bem-estar. Quando nós não cumprimos isso, nós vamos sentir uma angústia. Nós vamos sentir como se fosse um peixe fora d'água. Então não há necessidade de você lembrar

nos geram harmonia, que nos geram bem-estar. Quando nós não cumprimos isso, nós vamos sentir uma angústia. Nós vamos sentir como se fosse um peixe fora d'água. Então não há necessidade de você lembrar detalhes. Você, se a pessoa estiver no movimento realmente de aceitar o convite do Senhor, o que vai acontecer dela fluir e vai gradualmente trabalhando em função do planejamento. E por nós temos um anjo de guarda que nos lembra durante o sono, nos lembra intuitivamente o tempo todo desse planejamento. O grande problema nosso é a desculpa. Nós nos desculpamos e mesmo sabendo que existe um planejamento, todos nós espíritos sabemos que existe um planejamento. As informações não faltam de de relação ao planejamento nas obras básicas, nas obras, no caso no Missionários da Luz, por exemplo, que fala claramente outras obras todas falam sobre esse planejamento. Quantos de nós espíritas realizam efetivamente o planejamento? A grande maioria continua em desculpa, continua se desculpando, dizendo que eh as tem coisas mais importantes para fazer. Vamos ver se tem mais perguntas aqui. A Silvia pergunta: "Como ter a certeza que estamos no caminho certo e dar continuidade a nossa programação? Pois não sabemos da nossa programação. É o que eu acabei de falar. Você vai seguir a sua intuição, os seus sentimentos. Eh, quando nós estamos seguindo a nossa programação, o sentimento interno é de paz, é de equilíbrio, é de harmonia. Quando nós não seguimos a programação, nós vamos sentir uma inquietude. Nós vamos sentir um um malestar, nós vamos sentir que as coisas não fluem bem em nós, em nossos corações. Eh, Ângela Madalena pergunta: "Tudo que eu fizer para me aproximar das leis divinas, conhecendo-as, respeitando-as, sentindo, estarei cumprindo o meu planejamento". Exatamente. Então, tudo que você fizer, Ângela, e todos que estão nos ouvindo para praticar uma lei desenvolvendo virtudes, nós estamos fazendo, praticando o nosso planejamento, principalmente o propósito existencial, que é o desenvolvimento de

la, e todos que estão nos ouvindo para praticar uma lei desenvolvendo virtudes, nós estamos fazendo, praticando o nosso planejamento, principalmente o propósito existencial, que é o desenvolvimento de virtudes. E o o programa é no dia a dia, nós vamos na família, no ambiente profissional, no trabalho voluntário. Nós, essas atividades todas que fazem parte do nosso programa existencial, elas existem para que nós cumpramos as leis desenvolvendo as virtudes. Então, no final do do assim, no nível mais profundo, todo o planejamento é de aprender com as experiências, desenvolvendo as virtudes cristãs em nossos corações, cumprindo as leis. Todos os planejamentos são nesse nível de de dessa alçada. Eh, no livro Consciência Espírita, eh, da nossa autoria, nós explicamos como funciona o programa, o o, eh, o plano existencial composto de propósito e de programa. Quem quiser mais conhecimento sobre isso, leia o livro ou então assista ao seminário Consciência Espírita, que está eh que está eh eh no no canal do Fent Play no YouTube, esse seminário completo sobre esse assunto. Vamos continuar com a com a parábola. Então, a maioria se desculpou. E aí o que o que acontece? O servo volta e anuncia estas coisas ao seu senhor. Então o pai de família indignado disse ao seu servo: "Sai depressa pelas ruas e bairro da cidade e traze aqui os pobres e aleijados e mancos e cegos. Vejamos o que significa isso tudo. O primeiro servo, nós já refletimos que é uma lei e ao mesmo tempo uma virtude. A lei de amor, virtude amor. Segundo servo aqui da parábola, vejamos que Jesus fala que o pai de família, que é o senhor, né, que simboliza Deus indignado. Vejamos, Deus se indign. Se nós formos a eh analisar a parábola ao pé da letra, é muito esquisito o que Jesus fala aqui. Porque Deus não se indign. Deus é a grande consciência cósmica, criadora do universo. Não é possível Deus se indignar com criaturas ainda incipientes, ainda eh que tem ignorância, né? Nós somos criados simples, ignorantes. E é por

s é a grande consciência cósmica, criadora do universo. Não é possível Deus se indignar com criaturas ainda incipientes, ainda eh que tem ignorância, né? Nós somos criados simples, ignorantes. E é por ignorância que o ser humano ainda realiza essas coisas, essas essas desculpas. Mesmo que não seja ignorância do nível não do do saber, é ignorância do não do não sentir a verdade. Então aqui Jesus não tá falando propriamente da indignação de Deus. É um símbolo aqui muito importante, tá? A indignação aqui é o símbolo de uma outra lei divina. Quando nós recusamos o convite da lei de amor para agir amorosamente, nós usamos nós recusamos utilizando uma lei. Que lei é essa? a lei de liberdade. Então, nós somos livres para fazer escolhas que podem ser amorosas, justas e caridosas. Se forem amorosas, justas e caridosas, o que vai acontecer? Nós vamos eh vivenciar essa amorosidade, essa justiça e essa caridade e vamos seguir em frente. São aqueles que aceitam o convite do primeiro servo. Quem aceita o convite do primeiro servo segue adiante tranquilamente. Mas se nós recusarmos usando o nosso livre arbítrio, nós podemos, porque é aquilo que o apóstolo Paulo nos ensina, tudo nos é lícito, mas nem tudo nos convém. Nós podemos recusar. Só que quando nós recusamos, usando a lei de liberdade, entra uma outra lei que vai trazer de volta a escolha que nós fizemos. Então, nós somos livres e somos responsáveis pelas nossas ações. Então, quando nós eh escolhemos agir com eh desamor, injustiça e descaridade, contrariando a lei de amor, nós somos responsáveis por essa escolha. E essa escolha vai trazer uma consequência. Que lei é essa que traz as consequências? lei de causa e efeito. Então, quando nós agimos de forma indigna, então essa indignação aqui vem da indignidade das pessoas que não aceitam o convite. Quando nós agimos de uma maneira indigna, a lei de causa e efeito vem para quê? Para amansar a nossa rebeldia, para fazer com que o nosso orgulho, a nossa displicência sejam transformados.

o convite. Quando nós agimos de uma maneira indigna, a lei de causa e efeito vem para quê? Para amansar a nossa rebeldia, para fazer com que o nosso orgulho, a nossa displicência sejam transformados. Então, cedo ou tarde, a pessoa vai entrar na chamada expiação. A expiação vem sempre depois do amor provacional. Quando nós recusamos o amor provacional, as provações amorosas que Deus nos envia e não queremos participar da ceia, porque ainda estamos muito orgulhosos, muito rebeldes, nos revoltamos, né? Nós murmuramos, como está lá na questão 115 do livro dos espíritos, o que vai acontecer? Nós vamos adentrar num num movimento em que vai surgir o segundo servo. Então, quem é o segundo servo? a dor expiatória que vem a por meio da lei de causa efeito. Então, quando Jesus fala do pai de família indignado, na verdade é o símbolo da lei de causa e efeito, que ao ao que quando nós cometemos indignidades, por exemplo, não aceitando a os convites amorosos da vida, simplesmente para usufruir do sexo, do dinheiro, do poder, das questões puramente temporais, sem realmente cuidar do do espiritual, sedo tarde vem a expiação. E aí aqueles que que tinham inteligência normal, nasce com dificuldades de inteligência, que tinha um corpo normal, nasce com eh limitações, cego, surdo, mudo, eh que tinham muito dinheiro, podem nascer como mendigos para mendigar a o próprio pão de cada dia. Por quê? porque abusou no passado. Então aqui simboliza aqueles que abusaram da no passado de todos os recursos que a vida ofereceu para eles. E agora a expiação vem. E quando a expiação vem, muitas vezes a pessoa humilda o seu orgulho, a mansa a rebeldia e aceita o convite do Senhor para ir para a ceia. Por isso que Jesus mostra ao servo convidando e as pessoas aceitando o convite, né? Os pobres, os alejados, os mancos, os cegos aceitaram o convite, enquanto que os ricos anteriormente, os poderosos não aceitaram o convite. Então, eh, é uma realidade, né? Enquanto tudo tá sorrindo, ninguém lembra de Deus,

, os mancos, os cegos aceitaram o convite, enquanto que os ricos anteriormente, os poderosos não aceitaram o convite. Então, eh, é uma realidade, né? Enquanto tudo tá sorrindo, ninguém lembra de Deus, ninguém lembra da das questões profundas da vida, ninguém lembra do dos dos das questões realmente que fazem diferença positiva. A hora que vem o sofrimento é que o a dor, né, melhor dizendo, é que muita gente começa a lembrar de Deus, começa a mansar o orgulho, começa a a humildar o orgulho, a mansar a rebeldia e compreende que o caminho é de participar da ceia do Senhor. Vejamos que não precisaria do segundo servo. Se houvesse aceitação do convite do primeiro servo, o segundo servo não precisaria atuar. Mas ele atua por quê? Porque há uma recusa, né? os ricos e os poderosos recusaram para viver o material, enquanto os os que estavam numa situação já de dor aceitaram. É o que acontece com muitos seres humanos. Só na hora que estão passando por alguma limitação, alguma dificuldade, é que se lembra de todas as questões profundas da Bíblia. E por isso Deus permite que haja a dor. Eh, ele nos permite criarmos o sofrimento para que eh nós possamos a partir da dor, a partir do sofrimento, entrar na ceia do Senhor, que é esse exercício para cumprir as leis, desenvolvendo as virtudes. Vamos ver aqui a perguntas. O Vladimir Cavalheiro pergunta: "Doenças psicossomáticas acontecem devido ao desvios do programa. Na verdade, as doenças psicossomáticas são resultado dos conflitos que nós criamos por não aceitar o convite do primeiro e ou até do segundo servo. Então, nós somatizamos no corpo os conflitos emocionais de não exercitar as virtudes cumprindo as leis. Ah, Marcelo pergunta: "Quem é o pai de família?" Deus, mas ele se indign. Então, já explicamos isso. Não sei se você eh ouviu a explicação. Na verdade, simboliza a lei de causa e efeito. Ah, então vamos continuar com a parábola. Aí temos o próximo versículo, eh, que o servo diz que foi feito como mandaste e ainda há lugar. O que

plicação. Na verdade, simboliza a lei de causa e efeito. Ah, então vamos continuar com a parábola. Aí temos o próximo versículo, eh, que o servo diz que foi feito como mandaste e ainda há lugar. O que significa ainda a lugar? Porque a eh na ceia do Senhor vai ficar alguém que não vai participar nunca da ceia do Senhor? Não, todos, inclusive aqueles que murmuram, dizem os benfeitores e o livro dos espíritos, vão evoluir. Vão um dia, eh, como todos somos espíritos imortais, cedo ou tarde a pessoa vai chegar à conclusão de que só é possível evoluir participando da ceia do Senhor. Ou seja, desenvolvendo as virtudes, cumprindo-se as leis, cumprindo-se as leis divinas que estão na nossa consciência. Somente assim é que nós podemos verdadeiramente eh evoluir. Então, cedo ou tarde vai haver a ocupação de todos os lugares. Então, ainda a lugar significa que ainda existem pessoas que estão relutando em não aceitar o convite. Então, nós temos o primeiro convite que é o amor. O segundo convite, o amor que vem por meio da lei de amor. É o convite amoroso que vem em primeiro lugar para todos os seres humanos. O segundo convite vem por meio da lei de causa efeito, suavizado com a lei de de misericórdia. Então, em vez de ser banido do reino do Senhor, mesmo cego, surdo, é mendigo, o espírito ele é convidado porque a lei de causa efeito, ela é amenizada sempre pela lei de misericórdia. Então, o Senhor é a o pai de família indignado, né? Então, a lei de causa efeito vem, mas ela vem sempre, sempre, sempre, sempre acompanhada da lei de misericórdia. Então, misericordiosamente, Deus nos acolhe sempre. Nós podemos usar mal o nosso livre arbítrio, mas vamos ter sempre oportunidades de aprender, de evoluir, de crescer. Então, os primeiras pessoas representam o mau uso do livre arbítrio, mas essas pessoas depois que elas desencarnam e voltam a reencarnar com limitações porque eh não souberam aproveitar a existência, o que vai acontecer com elas? Elas vão ser acolhidas pela lei de misericórdia

s pessoas depois que elas desencarnam e voltam a reencarnar com limitações porque eh não souberam aproveitar a existência, o que vai acontecer com elas? Elas vão ser acolhidas pela lei de misericórdia em conjunto com a lei de causa efeito, que não é uma lei punitiva. Então, quando alguém nasce nessas condições de surdez, mudez, eh de cegueira, dificuldades várias, não quer dizer que ela esteja sendo punida, como muita gente ainda vê, mas que a pessoa está passando por limitações para aprender a valorizar aquilo que ela não deu valor. Porque se antes ela deu valor somente as questões materiais da vida, agora elas estão de volta à existência para valorizar o espiritual. Mas mesmo assim ainda tem gente que reluta, que quando vem a expiação ela se revolta mais ainda. O livro Memórias de um suicida mostra muito bem essa trajetória. O Camilo Castelo Branco, que reencarnou para no para espiar eh desmandos do passado espiritual como inquisidor na Espanha. Ele teve uma encarnação antes dessa em Portugal, na Espanha, e que ele que ele foi inquisidor e mandou torturar muita gente e cegar muita gente, especialmente um rival dele, que ele se enamorou da esposa desse rival e fez de tudo para perseguir essa família até que teve relações sexuais com a esposa do rapaz. E eh depois de torturá-lo, antes de de entregar pra esposa, ele mandou cegar esse rapaz e ele acabou, o rapaz não suportando, veio a suicidar-se. E o Camilo reencarna depois em Portugal. E veja bem que a lei de misericórdia anda junto sempre com a lei de causa efeito. Em vez dele já nascer cego, surdo, eh atrofiado, porque o ele cometeu atrocidades durante a a Inquisição Católica na Espanha, ele nasceu com corpo normal, inteligência normal, se tornou um escritor famoso que vivia das próprias escritos. E os últimos se anos de vida, ele era para ele eh eh tava no programa dele ter uma doença e ele ficar cego os seis últimos anos para aprender a valorizar eh a própria visão, a visão dos outros e sofrer na sossegueira aquilo que ele

le era para ele eh eh tava no programa dele ter uma doença e ele ficar cego os seis últimos anos para aprender a valorizar eh a própria visão, a visão dos outros e sofrer na sossegueira aquilo que ele causou no outro para aprender que isso não se faz. E quando ele fica cego, o que que ele faz? Veio um processo de revolta tão grande com a cegueira que ele deu um tiro no ouvido, acreditando que morrer, ao morrer tudo acabava, materialista. A, eh, apesar de estar reencarnando para espiar, ele continuava materialista, totalmente discrente em Deus. Que que ele fez? Matou-se, né? Eh, matou o corpo dele, né? porque não morreu e saiu de uma situação que seria dolorosa para uma situação infinitamente mais dolorosa. Então, ele saiu da dor expiatória e entrou no terceiro servo, que é o sofrimento. Então, vejamos o que Jesus fala. E disse o Senhor ao servo, sai pelos caminhos e atalhos. e força-os a entrar para que a minha casa se encha. Então, vejamos que Jesus fala para o servo sair pelos caminhos e atalhos e forçasse a entrar. Então, quando o Camilo Castelo Branco fala da do suicídio, o sofrimento que ele experimentou pelo suicídio, toda aquela aquele orgulho, aquela rebeldia foi amansada, foi humildada, foi ressignificada pelo sofrimento a servo. Então, o que que o sofrimento faz? O sofrimento que já não é uma, ele não está dentro da lei divina. Tanto é que fala que o suicida, por exemplo, é um fora da lei, porque ele afronta de uma forma muito intensa a lei de amor. E isso acontece por esse processo de revolta. E aí ele cai num atalho, ele sai do caminho normal e entra num atalho. Então ele já não é um mecanismo divino, mas que Deus permite que o espírito possa chegar nesse nível de sofrimento em que ele entra no atalho e quando ele está nesse atalho sofrendo horrores, ele vai eh ser forçado no sentido de que não há outro caminho para sair do sofrimento. É o que Camilo Castelo Branco escreveu, um livro inteiro para mostrar e ele por várias vezes dá orientações para pessoas que

ser forçado no sentido de que não há outro caminho para sair do sofrimento. É o que Camilo Castelo Branco escreveu, um livro inteiro para mostrar e ele por várias vezes dá orientações para pessoas que estão passando por algum sofrimento, por alguma dor que não caia no atalho do suicídio, porque o atalho do suicídio, a dor vai ser insuportável, porque vai ser um processo de sofrimento intenso que vai forçar a pessoa entrar. E aí Jesus fala, né, para que a minha casa se encha, porque não vai f nenhum espírito vai ficar eternamente em sofrimento. Cedo ou tarde o espírito vai cair em si e vai entrar na ceia do Senhor para poder evoluir por meio do exercício das virtudes. Então, a parábola ela é muito clara nesse sentido que são as oportunidades que a vida nos oferece. No primeiro momento, o amor que vem por meio da lei de amor, justiça e caridade, nos conclamarmos, nos conclamar a sermos amorosos, justos e caridosos conosco e com o nosso próximo. A grande maioria recusa esse convite para viver de uma forma pura e simplesmente mundana, uma uma viver para o mundo e não para as questões profundas da vida. Inclusive, muitos de nós espíritas fazemos essa opção, mesmo sabendo que existem leis a serem cumpridas em nosso nossa consciência, virtudes a serem desenvolvidas em nossos corações, muitos de nós ainda fazemos esse movimento, esse movimento de recusa. podemos fazer, mas sempre virá a dor. dor, que é o segundo servo, que como uma manifestação da lei de causa efeito, que é quando nós cometemos esse ato indigno de recusar a ceia do Senhor amorosamente, se dotar do venhador para nos convidar a participar da ceia, já com limitações que nós não precisaríamos ter. Se tivermos dócesis, vamos aceitar o convite e entrar na ceia e começar todo o processo evolutivo que já poderia ter começado, mas que nós adiamos. Mas muitas vezes, mesmo com a dor, nós entramos numa revolta, uma revolta surda contra a dor. E aí nós caímos no atalho do sofrimento que vai fazer com que o espírito se dotar de amance de uma forma muito

muitas vezes, mesmo com a dor, nós entramos numa revolta, uma revolta surda contra a dor. E aí nós caímos no atalho do sofrimento que vai fazer com que o espírito se dotar de amance de uma forma muito eh imprescindível essa rebeldia, que ele humilde o seu orgulho. Por isso, se forçar a entrar não quer dizer que as virtudes sejam sejam possíveis de serem desenvolvidas. de formaçosa. Não é isso que Jesus está falando. É que o sofrimento força a pessoa a entrar na ceia e quando ela entra, ela começa a desenvolver gradualmente as virtudes. Só o processo do espírito reconhecer que esse sofrimento a serbo foi ele que produziu. como Camilo Castelo Branco, ele reconhece no livro Memória do Suicida que ele tinha causado todo aquele sofrimento e que a dor que ele teria eh nesses 6 anos de seguida seria mínimo perto do que ele próprio causou. Então, eh, esse sofrimento força o espírito. Esse sofrimento pode durar 10, eh, 20 anos, 100 anos, 200 anos, 1000 anos. Tem espíritos nas dimensões inferiores do planeta que estão a milênios em sofrimento, mas ainda muito orgulhosos, muito rebeldes, mas não há eh condições deles ficarem para sempre aí, porque o terceiro servo vai encarregar de forçá-los a entrar na seia, quer a a ele pode até quer relutar durante milênios, mas nunca para sempre. Como nós somos espíritos imortais, nós temos a eternidade para entrar na ceia do Senhor, mas todos, todos sem sessão vão entrar. É o que diz o livro dos espíritos, é o que essa parábola nos mostra de uma forma bem clara. Vamos ver se tem mais alguma pergunta aqui. A Ângela pergunta: "As limitações, os conflitos podem representar o retorno à conexão com Deus?" E lembrou a passagem dos dois filhos quando o filho retorna à casa do pai. não são as limitações e os conflitos que geram que representam o retorno, as limitações e os conflitos apó e e faz com que o espírito desperte para a necessidade de ir para a seia do Senhor. Eh, Ángela, quando nós experimentamos determinadas limitações e conflitos, eles servem para humildar o nosso

tos apó e e faz com que o espírito desperte para a necessidade de ir para a seia do Senhor. Eh, Ángela, quando nós experimentamos determinadas limitações e conflitos, eles servem para humildar o nosso orgulho, amansar a nossa rebeldia. E quando nós estamos mais humildados no nosso orgulho e amansados na nossa rebeldia, nós lembramos que tem uma ceia, que tem virtudes a serem desenvolvidas, que tem um código moral de leis dentro da nossa consciência para que nós cumpramos. Nós lembramos de tudo isso e aí vamos gradualmente para essa direção. É o que aconteceu com o filho pródigo quando retorna paraa casa do pai. Depois de muito sofrer, ele chega à conclusão que só na casa do pai ele conseguiria eh se libertar desse sofrimento. E nessa parábola é na dentro da casa do Senhor, na ceia que nós vamos libertar do sofrimento. O símbolo é praticamente o mesmo. Retorno do filho pródigo pra casa do pai para cumprir as leis divinas, desenvolvendo as virtudes. Aqui Jesus usa da ceia do p do do pai de família, do Senhor, para simbolizar a mesma coisa, esse processo de desenvolvimento de virtudes, cumprindo-se as leis. Ah, o Marcelo pergunta: "Pobres, aleijados, mancos e cegos são sinônimos ou categorias diversas, pessoas, espíritos?" Na verdade, significa limitações dos seres humanos, limitações que nós temos quando nós recusamos o amor. Então, dependendo da história de vida, por exemplo, aquele que abusou do dinheiro, eh, por exemplo, usou da interior, como nós estamos vendo aqui no nosso país, pessoas aproveitando de uma pandemia, de processos de necessidade premente da população para desviar dinheiro público. Então veja, essa pessoa é uma uma pessoa pobre espiritualmente, mas tá imensamente rica material materialmente. Então, quando essa pessoa e for programar uma próxima existência, ela pode muitas vezes nascer numa situação de pobreza tamanha, que ela não saia dali enquanto, né, não pagar o último seitil, como diz Jesus na outra parábola da conciliação com os adversários.

ência, ela pode muitas vezes nascer numa situação de pobreza tamanha, que ela não saia dali enquanto, né, não pagar o último seitil, como diz Jesus na outra parábola da conciliação com os adversários. A pessoa então ela é que usurpou do dinheiro público, ela ela viveu única e exclusivamente de forma egoísta. Aí vem a pobreza, vem a mendicância, vem a necessidade premente de coisas materiais. Então a a significa a lei de causa efeito trazendo de volta aquilo que a pessoa plantou. Então o cego, né, o Camilo ficou cego. Por quê? porque como inquisidor ele mandou cegar mágico em uma pessoa. Então, eh, isso não significa categorias, mas processos que nós mesmos criamos para nós. Se nós utilizarmos, por exemplo, da do nosso corpo físico para aleijar pessoas, para prejudicar pessoas, podemos nascer aleijados com problemas eh físicos. Se se usarmos mal a nossa inteligência, poderemos renascer sem inteligência, com dificuldades várias no nível intelectual e assim sucessivamente. A Cácia pergunta, eh, no início você fala a respeito da nossa programação, inclusive nossas características físicas, quer dizer que a aparência física reflete nosso espírito, reflete necessidade do espírito. Isso quem diz é o Alexandre no livro Missionários da Gusta. Muitas vezes a nós renascemos com aparência eh por uma questão da programação espiritual com uma aparência não muito agradável fisicamente, mas para quê? para desenvolver valores do espírito. Porque ainda no nosso mundo, eh, que ainda é muito materialista, eh renascer com aparência muito agradável do ponto de vista estético é uma provação que a maioria das pessoas não aguentam porque o sensualismo ainda é muito forte. E aí esse tipo de provação são poucos aqueles que conseguem suportar e levar avante. Então muita gente prefere a a como se diz no livro, prefere a fealdade do que a beleza e poder falir com a beleza. Eh, a se pergunta no no Evangelho Segundo Espiritismo, capítulo 11, a lei do amor e tem nove. Não acrediteis na esterilidade, no endurecimento do

a fealdade do que a beleza e poder falir com a beleza. Eh, a se pergunta no no Evangelho Segundo Espiritismo, capítulo 11, a lei do amor e tem nove. Não acrediteis na esterilidade, no endurecimento do coração humano ao amor verdadeiro. Ele a seu mau grado cede. Exatamente. Essa parábola mostra bem isso, que cedo ou tarde o espírito vai ceder a lei de amor. Se ele não aceitar inicialmente o convite da lei de amor, ele vai aceitar quando a lei de de a causa efeito em conjunto com a lei de misericórdia, ampará-lo para que ele amorosamente aceite. E se nem assim ele aceitar, quando vem o sofrimento, a hora que ele cansar do sofrimento, ele vai na direção do amor. É, é um íã a que ele não lhe é possível resistir. Exatamente. Porque ninguém vai ficar eternamente eh contrariando as leis. Podemos entender a grande seia como sendo o nosso self. Não, a grande seias é ao desenvolvimento de virtudes, cumprindo-se as leis. Andrecinda, o ser essencial, o self é o espírito na sua essência. Todos aqueles que vêm com necessidades especiais infringiram a lei ou tem situações diferentes. Sim, porque se não tivesse infringido a lei de amor, seria uma injustiça. A lei é de amor, justiça e caridade. Então, todos aqueles que vêm com necessidades especiais infringiram em algum nível a lei de amor, justiça e caridade. Então, o que estão passando agora não é uma injustiça, é simplesmente a lei de causa efeito e a lei de misericórdia amparando a pessoa para que ela se reeduque. A Eleusa pergunta: "Você observa que esse conceito de punição foi porque Kardec usou essa expressão e não a reparação e aprendizado como aprendizagem, como coloca a proposta da psicologia transpessoal de Jonas de Ângel." Sim, é o é a linguagem do século XIX, né? A linguagem do século XIX é uma linguagem ainda transição. Então, usou-se muito o termo punição, usou-se castigo, porque estávamos ainda numa transição entre um Deus punitivo e o Deus é amor que a a doutrina espírita propõe e o próprio Cristo propõe e e tudo evolui. Então, a linguagem também

ção, usou-se castigo, porque estávamos ainda numa transição entre um Deus punitivo e o Deus é amor que a a doutrina espírita propõe e o próprio Cristo propõe e e tudo evolui. Então, a linguagem também deve evoluir e os benfeitores, não é só Jana de Angeles, mas Emanuel também coloca isso, a necessidade de eh que Deus não pune. Caibut no na no início do século XX escreveu um livro, né? Deus castiga e fala totalmente que que não há castigo. O que há é um processo de educação ou de reeducação. O espírito que se recusa a se reeducar, a se educar por amor, vai ser reeducado pela dor. Ahã. Não temos mais nenhuma pergunta aqui, né? Então nós vamos já caminhando para o nosso encerramento, né? fazendo o resumo da parábola, uma parábola eh simples, mas de uma profundidade muito grande, em que Jesus mostra todo o processo da evolução do ser humano, em que o ser humano reencarna para, num primeiro momento, aceitar o convite da lei de amor, justicidade para agir amorosamente, para exercitar virtudes como amor como a justiça, a caridade e outras virtudes. Então, é um é representado por um servo que é a própria lei que vem e nos convida a agir assim. Podemos aceitar ou recusar. Jesus mostra na parábola todos recusando. Todas as pessoas que foram convidadas foram recusar. Por quê? Ele está falando de uma grande parte da humanidade que até hoje, 2000 anos depois de tudo isso ser ensinado, continua recusando o o convite, né? se desculpa e segue em busca de outros valores materiais, que a encarnação é uma prova para que a pessoa possa realmente seguir avante na direção da das virtudes do cumprimento das leis. O segundo servo vem quando aqueles que recusaram já estão mais humildes e mais mans de coração. E por isso aceito o convite do segundo servo, que é é a dor expiatória, e assim vão paraa ceia. Mas mesmo assim ainda sobra lugar, porque ainda sobra pessoas que não aceitam o convite nem do primeiro servo, nem do segundo. E aí só no terceiro servo que elas vão ser forçadas. Cedo ou tarde, o espírito cai em si,

ainda sobra lugar, porque ainda sobra pessoas que não aceitam o convite nem do primeiro servo, nem do segundo. E aí só no terceiro servo que elas vão ser forçadas. Cedo ou tarde, o espírito cai em si, cansa de sofrer e vai em direção a a ceia do Senhor, que é o processo de desenvolver virtudes. Então, não haverá ninguém que vai ficar para trás, que vai ficar sem evoluir. Todos sem sessão um dia vão cair em si e buscar desenvolver as virtudes, cumprindo-se as leis, tá? Eh, vou ver se tem mais perguntas aqui. Não, só eh agradecimento. Agradecimentos. Suas falas nos auxilia muito na compreensão das parábolas de Jesus. Então, agradecemos a presença de vocês. Vamos fazer a nossa prece encerrando a nossa atividade e na semana que vem voltamos com outra parábola. Senhor Jesus, mestre amigo, agradecemos, Senhor, a sua presença entre nós, as reflexões que aqui nos oportunizamos. Ampara-nos, Senhor, para que possamos prosseguir cada vez mais conscientes desse caminho, caminho de participar da seia do Senhor. participar buscando as iguarias das virtudes, exercitar as virtudes cristãs em nossos corações para que possamos evoluir e crescer por amor e para o amor. Gratidão por tudo. Ampara-nos hoje e sempre. Que assim seja. Uma boa noite a todos. Muita paz e até a próxima semana.

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