Transmissão ao vivo de Espiritizar
เ ๆ ๆ Ne. เฮ เฮ เ Ah. [música] เ A importância da formação moral no Centro Espírita. Nosso encontro está sendo transmitido ao vivo pelo site da FET, feente.org/vivo, e pelo site do projeto Espiritizar, esppiritizar.org/vivo. org/o a nossa cordial saudação aos amigos do Mato Grosso Espírita, bem como de todo o país e de todo o planeta que nos acompanham pela internet. Para a nossa prece de abertura, convidamos a nossa Soraia Maciel, colaboradora da área de infância e juventude da nossa federativa. Então vamos orar fechando os nossos olhos. Querido e amado mestre Jesus, nós te agradecemos, Senhor, a oportunidade da vida. Te agradecemos, Senhor, a oportunidade de estarmos aqui neste momento tão especial, que possamos abrir as portas íntimas do entendimento, para que ao retornar aos nossos centros espíritas, possamos acolher as nossas crianças e jovens com mais amor, com mais carinho e a partir de tudo, entendendo um pouquinho melhor a importância de trabalharmos o desenvolvimento das virtudes em nossas vidas. Obrigado, Senhor, que a espiritualidade, amigos, anjos protetores, possam nos intuir para que possamos ter um evento harmonioso e muito feliz. Obrigado, Senhor. Que a tua paz esteja presente em nossos corações hoje e sempre. Que assim seja. O projeto Espiritizar é um instrumento desenvolvido pela Federação Espírita do Estado de Mato Grosso para o Movimento Espírita, que tem por objetivo estimular a sintonia com o projeto iluminativo de Jesus por meio da doutrina espírita. O nosso encontro será facilitado por Alírio de Cerqueira Filho, vice-presidente, atual vice-presidente administrativo da FET e um dos facilitadores do projeto Espiritizar. Pelo site esiritizar.org/vivo, você pode ter acesso aos slides que estão sendo utilizados nesse encontro e pode também nos mandar as suas dúvidas, nos mandar a sua pergunta. sobre os temas que estão sendo trabalhados conosco para dar início ao seminário o nosso alírio dia a todos. Que a paz de Jesus esteja com todos nós. Nesse final de semana,
, nos mandar a sua pergunta. sobre os temas que estão sendo trabalhados conosco para dar início ao seminário o nosso alírio dia a todos. Que a paz de Jesus esteja com todos nós. Nesse final de semana, nós trabalharemos um tema muito importante para os nossos centros espíritas, que é a formação moral da criança e do adolescente. Trabalharemos neste final de semana especialmente com reflexões acerca da importância do trabalho da evangelização e o papel do evangelizador nesse movimento educativo. que só poderemos ter uma formação moral da criança e do adolescente para a prática das virtudes, se o próprio evangelizador também estiver num trabalho de desenvolver essas virtudes em seu próprio coração. Porque o evangelho não é algo para se teorizar. mas para ser vivido profundamente em nossos corações. Se o evangelizador não se dispõe a fazer esforços para ele próprio se evangelizar, e evangelizar-se eh desenvolver as virtudes cristãs no próprio coração. Se ele próprio não faz esse esforço, ele estará simplesmente teorizando, passando conceitos que não utiliza para si próprio. E teorizar em termos de evangelização é, na verdade, um exercício de hipocrisia e não de evangelização. Então, o nosso seminário no nesse fim de semana nós trabalharemos especialmente a figura do evangelizador. que o evangelizador deve fazer, que ações ele deve exercitar para que adentre um caminho virtuoso, um caminho no qual ele exercite as virtudes cristãs no próprio coração. todo um trabalho a ser feito nesse sentido, porque eh somente a partir desse exercício é que ele realmente estará sintonizado com os espíritos superiores que trabalham pela implantação do reino de Deus na terra. Se não houver esforços nesse sentido, não haverá sintonia. Quando nós falamos esforços, porque nós ainda somos espíritos muito distante das virtudes cristãs. Se fôssemos já evangelizados, virtuosos, nós nem estaríamos na posição que estamos como simples trabalhadores da seara de Jesus. estaríamos na condição dos mentores que da dimensão
s virtudes cristãs. Se fôssemos já evangelizados, virtuosos, nós nem estaríamos na posição que estamos como simples trabalhadores da seara de Jesus. estaríamos na condição dos mentores que da dimensão espiritual organiza o movimento espírita. Então, por enquanto, para nós, o convite é do exercício cotidiano. Não somos virtuosos, mas podemos nos tornar virtuosos a partir de exercícios que nós fazemos diariamente e que a partir a nesse exercício é o que garante a força moral para o trabalho espírita, especialmente esse evangelizar, o esforço para trazer o evangelho de Jesus para os nossos corações. Ele ainda não está implantado em nossos corações, mas podemos fazer os esforços. Então, essa a questão moral do evangelizador nos reside na sua perfeição, porque estamos muito distantes da perfeição, mas reside nos esforços para se aperfeiçoar. Quanto mais esforços, mais autoridade moral o evangelizador terá. Quanto menos esforços, ele estará simplesmente exportando conceitos para o os outros, no caso a criança, o jovem, sem uso próprio. E é muito triste o evangelizador que se propõe a isso, falar daquilo que ele não sente no coração, falar daquilo que ele não faz esforços para vivenciar no coração. E isso já é muito negativo para outras áreas de trabalho. Nessa que é o próprio termo já indica evangelizador, evangelizadora, é mais triste ainda a não o não exercício das virtudes que Jesus nos ensinou no próprio coração. Então nós est teremos nesse fim de semana exatamente reflexões acerca de como que nós podemos fazer esses esforços, porque somente assim é que nós teremos a verdadeira formação moral no centro espírita, a começar daqueles que estão sendo agentes dessa formação moral. Começaremos as nossas reflexões com uma mensagem aos evangelizadores proferida pelo Espírito Bezerra de Menezes. É uma mensagem intitulada Mensagem aos Evangelizadores, recebida pelo médium Júlio César Grande Ribeiro em sessão pública do dia 2 de agosto de 1982 na Casa Espírita Cristã em Vila Velha,
de Menezes. É uma mensagem intitulada Mensagem aos Evangelizadores, recebida pelo médium Júlio César Grande Ribeiro em sessão pública do dia 2 de agosto de 1982 na Casa Espírita Cristã em Vila Velha, Espírito Santo, publicada na Separata da revista Reformador da FEB em 1986. Diz o Dr. Bezerra: "Filhos, roguemos a Jesus pela obra que prossegue sob o divino amparo. Que não haja desânimo nem apressamento, mas acima de tudo equilíbrio e amor. Quanto amor e devotamento. Vejamos esta exortação de Dr. Bezerra. Desânimo, nem nem desânimo, nem apressamento. O que ele tá querendo dizer aqui? Há muitas pessoas que por pelo fato das coisas não se movimentarem como elas gostariam, entram num desânimo, porque querem que as questões espirituais se façam de maneira apressada. E aí ele vem, já começa refletindo que nem uma coisa nem a outra faz parte do da proposta de Jesus. Jesus tem pressa. Pressa significa o quê? uma pessoa que tem até até o ditado popular, né? A pressa é inimiga da perfeição. Se nós buscarmos as virtudes de forma apressada, o que nós vamos desenvolver? Virtudes ou pseudovirtudes? Nós vamos desenvolver pseudo virtudes, um processo de mascaramento das nossas limitações e não um trabalho real de transformação interior. Então, nem desânimo para desistir, porque as coisas não são no na velocidade que nós gostaríamos, seja conosco, seja com o outro, nem apressamento, porque o apressamento atropela a vida. e atropelados, nós só vamos eh entrar num processo de perturbação, de desequilíbrio e não de desenvolvimento de virtudes, não no processo real de evangelização. Por isso ele diz, acima de tudo, equilíbrio e amor. Equilíbrio. O que é equilíbrio? É uma virtude que se que se consegue de que forma? Pergunta é para vocês, viu, gente? Hã, com serenidade, né? é um exercício constante. Nós sempre dizemos que o equilíbrio não é uma estação de chegada, mas é um movimento constante. É a própria jornada. É a jornada do ser em busca do equilíbrio. Ele não se dá a partir do momento. Não,
Nós sempre dizemos que o equilíbrio não é uma estação de chegada, mas é um movimento constante. É a própria jornada. É a jornada do ser em busca do equilíbrio. Ele não se dá a partir do momento. Não, a pessoa agora ela tem equilíbrio. Não é não é dessa forma. É o próprio movimento que a pessoa vai fazendo ao longo do tempo, é que vai produzindo equilíbrio. Então, para que não haja desânimo nem apreciamento, o que deve haver é um exercício para o equilíbrio constante. Esse exercício é diário, porque caso contrário, se nós não vigiarmos diariamente, ou nós caímos no desânimo, ou queremos afobar e entrar num processo angustiante de apressamento e não de exercício constante. O equilíbrio e o amor que Dr. Vies coloca aqui, é um exercício continuado, paciente, perseverante e disciplinado. Então, esforços continuados, paciente, perseverantes e disciplinados, em que nós vamos conquistando esse equilíbrio. E aí com equilíbrio e amor, o desânimo e o apressamento tende a desaparecer. muito amor e devotamento. Sem devotamento, nenhuma causa do evangelho de Jesus prospera. Sem amor no coração, sem exercícios de dessas duas virtudes, amor e devotamento, nenhum trabalho efetivo em torno do evangelho de Jesus prospera. A evangelização espírita infanto juvenil amplia-se como um solfazjo, abençoando os campos ao alvorecer. O próprio serviço sem palavras articuladas, mas à luz da experiência, falará conosco sobre quaisquer alterações que se façam necessárias. Enquanto no sustento da prece estabeleceremos o conúbio de forças com o alto, de modo a nos sentirmos amparados pelas inspirações do bem. Vejamos essa orientação aqui do Dr. Bezerra. Ele sugere aqui que nós reflitamos sobre o serviço e que a partir da experiência que tivermos no serviço, façamos alterações. Isso é muito importante refletir, porque há muitas pessoas que cristalizam as suas práticas como se elas não fossem evoluindo. Há muitas pessoas que querem que a evangelização de hoje, no século XX, seja da mesma forma que acontecia
, porque há muitas pessoas que cristalizam as suas práticas como se elas não fossem evoluindo. Há muitas pessoas que querem que a evangelização de hoje, no século XX, seja da mesma forma que acontecia no nos anos 70, 80, essa mensagem de 1982. sem evolução, como se a humanidade não evoluísse. querem que as práticas, isso acontece não apenas na evangelização, mas em todas as práticas espíritas, querem que o estudo seja da mesma forma que acontecia na década de 80, que o atendimento fraterno, que todas as práticas espíritas não sofram alterações, não passem por alterações. os espíritos superiores não comungam dessa ideia. Porque se tudo é evolução e nós não procedermos avaliações para, como ele diz aqui, a partir da experiência realizar alterações que se façam necessárias, nós não entraremos em contato com os espíritos superiores, que acompanham tudo de mais alto e são capazes de perceber as necessidades humanas com muito mais eficiência do que nós. Se nós tivermos fechados no sentido de que não, nós já fazemos bem assim e pronto, há 30 anos nós fazemos assim. Tem muito esses discursos, né? Há 10 anos, há 20 anos nós fazemos assim. Para que mudar? Vão inventando moda, tão inventando coisas. Os espíritos superiores não comungam dessa ideia. Vejamos a continuidade da reflexão que o benfeitor propõe. De tempos em tempos ser nos há necessário uma pausa avaliativa para revermos a extensão e a qualidade dos serviços prestados e das tarefas realizadas. Somente assim podemos verificar o melhor rendimento de nossos propósitos. Vejamos a seriedade dessa orientação aqui. Tem tudo a ver com essa a experiência que vamos adquirindo e as reflexões para mudanças que se façam necessárias. de tempos em tempos ser nos há necessário uma pausa avaliativa para revermos a extensão e a qualidade dos serviços prestados e das tarefas realizadas. Para que que nós vamos fazer essas avaliações? para manter achar não, já tá bom assim e ficarmos acomodados ou é para que nós possamos a partir das
ade dos serviços prestados e das tarefas realizadas. Para que que nós vamos fazer essas avaliações? para manter achar não, já tá bom assim e ficarmos acomodados ou é para que nós possamos a partir das reflexões, trabalharmos com as reflexões e mudar aquilo que necessita ser mudado, evoluir, porque tudo evolui. Se as práticas continuarem da mesma forma, nós vamos ter uma estagnação, porque a humanidade evolui. Na própria escola tradicional há todo um processo evolucionário acontecendo. E muitas vezes na no centro espírita nós queremos que as coisas permaneçam como sempre estiveram. E isso acontece, qual o fenômeno que está por trás disso? É uma situação muito comum que está por trás disso. Qual é, gente? Preguiça é a velha preguiça de sempre. Para mudar, para transformar, é necessário atividade. Atividade mental. eh querer realmente eh renovar-se e a preguiça não deixa, vá por acomodação. Ah, tá bom assim. Fica numa mesmice. Aqui no âmbito do projeto espiritizar, nós estamos desenvolvendo a evangelização reflexiva e estudando uma mensagem do espírito Meimei que está no site da FEB. né? O próprio espírito Mein propõe isso, foi uma mensagem oferecida em 2014, nós vamos estudá-la amanhã. a reflexão como instrumento de transformação do ser e que quando se propõe isso parece que é uma coisa do do mundo do outro mundo. A evangelização reflexiva, tão inventando moda, tão inventando coisas. né? Quem diz isso é o que está acomodado e que não se esforça para estar em contato com os espíritos superiores. Porque a orientação do Dr. Bezerra tá aqui clara na no início da década de 80, o século passado, e nós temos visto muito pouco isso daqui acontecendo no movimento espírita. seja na área de evangelização, seja em qualquer área. Pausa avaliativa para revermos a extensão e a qualidade dos serviços prestados e das tarefas realizadas. Está bom assim? Não tá bom. fala até um tambão tão xoxo, porque para mudar é necessário vontade, esforço, dedicação e nós ficamos muitas vezes acomodados
s serviços prestados e das tarefas realizadas. Está bom assim? Não tá bom. fala até um tambão tão xoxo, porque para mudar é necessário vontade, esforço, dedicação e nós ficamos muitas vezes acomodados frente às questões, sem fazer esforço de renovação, porque vai dar trabalho e é mais cômodo mais fácil ficar no lugar comum. É mais cômodo, mais fácil permanecer como se está. Até para caminhar nós fazemos um esforço para levantar e caminhar. É mais cômodo ficar sentado. Mas se você ficar sentado horas a fio no mesma posição, porque é mais cômodo, vai formar eh vão formar feridas na sua pele se fizer isso. Então, a orientação do mentor, de Dr. Bezerra, não é apenas para a evangelização, serve para qualquer área de trabalho no centro espírita. É necessário que façamos pausas avaliativas de tempos em tempos. Será necessá ser nos há necessário uma pausa avaliativa para revermos a extensão e a qualidade dos serviços prestados e das tarefas realizadas. Se nós não fizermos isso, nós estamos indo contrário às orientações dos espíritos superiores. Na evangelização é fundamental. Vejamos, as crianças que reencarnam hoje têm a mesma necessidade daquelas que reencarnavam na década de 80 do século passado. Tem a mesma vivacidade, a mesma capacidade intelecto, moral? Não é completamente diferente a gente ver na nas crianças uma vivacidade, uma inteligência muito maior do que na década de 80, quando essa mensagem foi proferida. Se de tempos em tempos nós não fizermos essa pausa avaliativa para revermos a extensão e a qualidade dos serviços prestados, o que vai ser dessa dessas crianças? O que vai ser desses jovens que vem contestando, que vem com uma inteligência, segundo os benfeitores, muitos espíritos extremamente inteligentes, mas ainda eh pouco moralizados, estão eh reencarnando no planeta. Estão reencarnando para quê? Para serem evangelizados. vão vão passar pela infância, pela adolescência, vão chegar na na vida adulta. Todos nós reencarnamos para desenvolver as virtudes cristãs em
ta. Estão reencarnando para quê? Para serem evangelizados. vão vão passar pela infância, pela adolescência, vão chegar na na vida adulta. Todos nós reencarnamos para desenvolver as virtudes cristãs em nossos corações. Então, se as virtudes cristãs não são trabalhadas de uma forma evolutiva, a forma de apresentar, porque não é a as orientações do Cristos são para sempre, mas a forma de apresentar essas orientações deve mudar de acordo com os tempos. A própria escola tem feito isso, a escola tradicional. nos centros espíritas, nós vamos ficar como múmias paralíticas, cristalizados na mesma forma, porque é mais cômodo, é mais fácil dar uma evangelização que você vai lá, decora uma historinha, vem lá e despeja em cima da criança, sai, não, acabei de dar uma aula de evangelização, uma aulinha de evangelização, como se diz. Será que é isso que a a vida está nos pedindo? Será que é isso que os benfeitores espirituais contam de nós? Ou é para que nós façamos pausas avaliativas para rever a forma, transformando essa forma de forma mais criativa, de uma forma que chegue ao coração da criança, que chegue a ao coração do jovem. da forma que chegue ao coração de qualquer pessoa que nós tivermos atendendo no centro espírita, seja o carente, eh, o carente socialmente falando na na no trabalho do ápice, seja o carente emocional que nos chega para o atendimento espiritual, seja o desencarnado carente que nos chega nas reuniões mediúnicas, seja criança, seja jovem, qualquer área de trabalho, nós temos esse compromisso com as nossas consciências de fazer pausas avaliativas para revermos a extensão e a qualidade dos serviços prestados e das tarefas realizadas. Se nós nos negarmos a isso, nós estamos negando o contato com os espíritos superiores. É o que é o que Dr. Bezerra coloca anteriormente, o conúbio com os espíritos que coordenam a o trabalho de implantação do reino de Deus na terra. Unamo-nos que a tarefa é de todos nós. Somente a união nos proporciona forças para o cumprimento de nossos serviços,
m os espíritos que coordenam a o trabalho de implantação do reino de Deus na terra. Unamo-nos que a tarefa é de todos nós. Somente a união nos proporciona forças para o cumprimento de nossos serviços, trazendo a fraternidade por lema e a humildade por garantia do êxito. A tarefa é de união. união para que nós possamos desenvolver os nossos serviços. E aqui ele coloca mais duas virtudes fundamentais nesse exercício. Fraternidade por lema e humildade por garantia do êxito. Com Jesus nos empreendimentos do amor e com Kardec na força da verdade, teremos toda orientação aos nossos passos, todo equilíbrio à nossa conduta. Então aqui Dr. Bezerne Menezes coloca as duas balizas fundamentais para o trabalho espírita cristão. Evangelho de Jesus nos empreendimentos do amor e Kardec na força da verdade. Então, a Jesus e Kardec são os nossos mestres. Jesus, o mestre maior da humanidade inteira e Kardec. Todas as orientações vem deles. Qualquer movimento fora de Jesus e Kardec não é espiritismo, não é, não está dentro da proposta do consolador prometido por Jesus. Nós vamos ver mais adiante no nosso seminário a questão, a resposta da questão 627 do livro dos espíritos tem a ver com isto aqui que Dr. Bezerra colocou nessa nesse parágrafo. O nosso compromisso é com os espíritos superiores que trabalham para a implantação do reino de Deus, de o reino de Deus na terra. E se caso nós não nos disponhamos a sintonia com esses espíritos superiores, ficaremos estagnados e muitas vezes numa estagnação raivosa, uma estagnação em que a pessoa que é convidada a transformação, a entrar nesse movimento, fica com raiva daquele que convida, fica com raiva daquele que em sintonia com esses benfeitores, porque tem refletido sobre as orientações deles, convido para essa transformação. É mais fácil ficar fazendo aquilo que sempre fizermos fizemos. É mais cômodo. Não precisa fazer esforço algum para mudar. Agora, para mudar é necessário esforços, é necessário todo um trabalho na direção daquilo que nós queremos.
uilo que sempre fizermos fizemos. É mais cômodo. Não precisa fazer esforço algum para mudar. Agora, para mudar é necessário esforços, é necessário todo um trabalho na direção daquilo que nós queremos. Caso contrário, nós vamos ficar numa numa num processo de estagnação, sem realizar aquilo que o mentor sugere aqui. Permanemo-nos no sublime ministério da evangelização de almas e caminhemos adiante, avançando com otimismo. Então, há um sublime ministério a ser trabalhado, desenvolvido para crianças, adolescentes, adultos, encarnados e desencarnados. Isso é para um todo da terra. Caminhemos adiante, avançando com otimismo. Os amigos e companheiros desencarnados podem inspirar e sugerir, alertar e esclarecer, mas é necessário reconhecermos que a oportunidade do trabalho efetivo e sejo bendito junto aos que desfrutam a bênção da reencarnação. Então, aquilo que nós estamos falando, os benfeitores da humanidade podem inspirar e sugerir, alertar e esclarecer. Esses quatro verbos que exprimem ações muito significativas. Mas se nós não fizermos esforços para trabalhar efetivamente aquilo que eles inspiram, sugerem, alertam e esclarecem, nós vamos ficar estagnados nas ações que sempre fizemos e que preguiçosamente nós mantemos. Somos convidados a desfrutar da bênção da reencarnação com o trabalho efetivo no bem, a começar de nós mesmos. é o que nós trabalharemos amplamente nesse seminário, o trabalho interior para que nós estejamos em sintonia com os benfeitores. Porque se o nosso foco for para fora de nós, a inspiração vem e nós não atendemos a inspiração. A sugestão vem e nós não estamos conectados com eles para seguir as sugestões. Os alertas são colocados pelos espíritos por meio de médiuns e nós não ouvimos os alertas. Os esclarecimentos acontecem e nós não ouvimos os esclarecimentos. Por quê? Porque a preguiça não deixa ouvir. Porque a preguiça moral nos mantém presos ao algo que sempre fizemos, porque tá bom assim. Não está bom se nós não estivermos evoluindo. Jesus aguarda.
tos. Por quê? Porque a preguiça não deixa ouvir. Porque a preguiça moral nos mantém presos ao algo que sempre fizemos, porque tá bom assim. Não está bom se nós não estivermos evoluindo. Jesus aguarda. Cooperemos com Cristo na evangelização do homem. Paz, bezerro. Vejamos então que ele ele fala do ser humano, da espécie humana, não somente da criança, do adolescente, mas de todos, a começar do próprio evangelizador. Jesus aguarda que nós nos tornemos mais evangelizados, que nós façamos esforços para desenvolver as virtudes cristãs em nossos corações. Alguma pergunta, gente, da mensagem? Vamos desenvolver agora o tema, o subtema o centro espírita como laboratório moral. para que nós tenhamos pessoas realmente voltadas ao à evangelização do ser humano dentro dos centros espíritas, nas várias áreas de trabalho do centro espírita, é fundamental que nós transformemos os nossos centros espíritas em laboratórios morais. O que nós refletiremos a agora é o que é um laboratório moral. O laboratório moral é exatamente esse ambiente onde as virtudes cristãs são estimuladas, estimuladas para que haja exercícios dessas virtudes em nossos corações, de todos aqueles que estão envolvidos com esse esse laboratório. Se não fizermos assim, o Centro Espírita vai ser um lugar qualquer que muitas vezes, por práticas equivocadas, copiam as igrejas cristãs tradicionais. O centro se torna uma igreja a mais, com a diferença de que os postulados espíritas são falados. Fala-se da reencarnação, fala-se do espírito imortal, fala-se das leis divinas. Mas se nós formos ver apenas a falas dos postulados, sem aplicação disso na vida de todos, esse a começar daqueles que falam. E aí o centro espírita se torna um ambiente que não realiza aquilo que o Dr. Bezerra está nos convidando à evangelização do homem, do ser humano na terra. Esse é o grande compromisso do centro espírita. Nós vamos começar a refletir sobre esse tema com base no Evangelho Segundo Espiritismo, no capítulo 6, no item 5, é uma mensagem do espírito de verdade.
Esse é o grande compromisso do centro espírita. Nós vamos começar a refletir sobre esse tema com base no Evangelho Segundo Espiritismo, no capítulo 6, no item 5, é uma mensagem do espírito de verdade. Uma mensagem belíssima do espírito de verdade que Kardec coloca essa mesma mensagem em o livro dos médiuns. O evangelho está apenas abreviado em algumas algumas palavras ele retirou e ela foi assinada por Jesus. Ele coloca essa mensagem no capítulo dissertações espíritas. Ele não ele não utiliza da assinatura Jesus. Ela foi psicografada, mas ele faz um comentário que foi assinada pelo médium como Jesus, a mensagem de Jesus e faz uma análise muito profunda, dizendo que em nada ela desmereceria Jesus, mas que pelo respeito que se tem esse nome, ele resguardou de não colocar diretamente faz uma reflexão acerca de quem é Jesus, a importância dele e coloca que ela realmente é dele. E o Evangelho Segundo o Espiritismo, alguns anos depois, ele traz a mesma mensagem e ele coloca assinada espírito de verdade, mostrando muito claramente para quem tem olhos de ver que Jesus e o espírito de verdade é o mesmo espírito. Jesus é o espírito de verdade, o condutor da doutrina espírita. E a mensagem é tão clara, tão lógica, tão profunda, o linguajar dela é um convite a todos nós mergulharmos profundamente na essência do evangelho, mergulharmos profundamente no porquê. que estamos aqui? Por que estamos no movimento espírita? Por que estamos sendo convocados a essa evolução, essa renovação constante? Por que de tudo isso? É fundamental refletir, refletir o porquê das coisas. E essa mensagem do espírito de verdade, de Jesus, ela tem uma significação muito grande nesse aspecto, nos chamando atenção no sentido profundo das nossas tarefas junto a nós mesmos, de transformação de nós mesmos. E a partir da do exercício do esforço de transformação de nós mesmos, de transformação da humanidade inteira, que começa de forma simples em nossos centros espíritas. Vejamos a mensagem. Venho como outrora
artir da do exercício do esforço de transformação de nós mesmos, de transformação da humanidade inteira, que começa de forma simples em nossos centros espíritas. Vejamos a mensagem. Venho como outrora aos transviados filhos de de Israel, trazer-vos a verdade e dissipar as trevas. Escutai-me. O espiritismo, como fez antigamente a minha palavra, tende de lembrar aos incrédulos que acima deles reina a imutável verdade, o Deus bom, o Deus grande, que faz germine as plantas e se levante as ondas. Revelei a doutrina divina, como seifeiro reuni em feixes o bem espaço no seio da humanidade e disse: "Vinde a mim, todos vós que sofreis". A mensagem é belíssima, né? nos toca profundamente o coração. Então ele vem já inicia inicia dizendo: "Venho como outrora aos transviados filhos de Israel trazer-vos a verdade e dissipar as trevas." Jesus fez isso há 2000 anos. veio entre os filhos transviados de Israel trazer a verdade e a discipar a trazer-nos a a verdade e para dissipar as trevas. E o que nós fizemos com os ensinamentos de Jesus? Nós, enquanto humanidade, o que fizemos? Desprezamos. desprezamos a os ensinamentos e continuamos em trevas. E aí ele vem de volta a dizer: "Escutai-me, ouça aqueles que têm ouvidos para ouvir. Vejam aqueles que têm olhos para ver. O espiritismo, como fez antigamente a minha palavra, tende de lembrar aos incrédulos que acima deles é ina imutável verdade. Então ele vem reafirmando as verdades cristãs que a doutrina espírita traz de volta. O que nós vamos fazer com essa verdade? Vamos desprezá-la mais uma vez. Vamos seguir na direção da mentira, desprezando a verdade. Ficarmos vivendo no mundo para o mundo, sem os esforços reais de elevação moral que nos cabe. A verdade continua. A verdade ela brilha. Agora nós podemos continuar em trevas. Podemos ou não? Podemos, temos o livre arbítrio para isso. Como tivemos o livre arbítrio para permanecer nas trevas e não dissipar as trevas em nossos corações da época que ele veio pessoalmente. Agora, na segunda vinda dele, que é em
ivre arbítrio para isso. Como tivemos o livre arbítrio para permanecer nas trevas e não dissipar as trevas em nossos corações da época que ele veio pessoalmente. Agora, na segunda vinda dele, que é em espírito, espírito de verdade, nós podemos continuar em trevas. É simples. Basta fazer esforços. Basta ficarmos acomodados a mesmice de sempre. Basta ficarmos no tá bom assim. Tá bom assim. Para quê? Para que inovar? Para quê? Já fazemos assim para quê? Não precisa. Basta fazer isso que nós vamos continuar da mesma forma que estamos, mas ingratos. Os homens afastaram-se do caminho reto e largo que conduz ao reino de meu pai. Enveredaram pelas ásperas sendas da impiedade. Meu pai não quer aniquilar a raça humana. quer que ajudando-vos uns aos outros, mortos e vivos, isto é, mortos segundo a carne, porquanto não existe a morte, vos socorrais mutuamente, e que se faça ouvir não mais a voz dos profetas e dos apóstolos, mas a dos que já não vivem na terra a clamar: orai e crede, pois que a morte é a ressurreição, sendo a vida à prova buscada e durante a qual as virtudes que houverde houverdes cultivado crescerão e se desenvolverão como cedro. Então aqui Jesus, o espírito de verdade, Jesus nos fala da condição que ainda nós nós estamos. Os homens afastaram-se do caminho reto e lago que conduz ao reino de meu pai. né? Na época dele, a grande maioria não aceitou a dissipação das trevas na época que ele esteve pessoalmente. E agora que ele vem em espírito, muitos de nós ainda permane permanecemos recalcitrantes, sem fazer os esforços, achando que daqui a pouco a gente morre e tudo acaba. né? Há muito tempo nós vivemos nessa ilusão. Muitos de nós espíritas já sabemos que essa ilusão não existe, mas ainda não sentimos no coração. Por isso que ainda poucos aqueles que fazem esforços para viver como espíritos imortais. Saber que somos é fácil, basta refletir um pouquinho. Agora, sentir no coração e viver, como ele diz aqui, desenvolvendo as virtudes, cultivando essas virtudes, são poucos aqueles que se esforçam. A
. Saber que somos é fácil, basta refletir um pouquinho. Agora, sentir no coração e viver, como ele diz aqui, desenvolvendo as virtudes, cultivando essas virtudes, são poucos aqueles que se esforçam. A grande maioria ainda permanece na ilusão de que as coisas vão ser diferentes. E aí desencarnamos e ficamos em situações muito graves na dimensão espiritual, conforme André Luiz relata nas suas obras, Manuel Filomeno de Miranda e outros. Homens fracos, compreendeis as trevas das vossas inteligências, não afasteis o facho que a clemência divina vos coloca nas mãos para vos clarear o caminho e reconduzir-vos, filhos perdidos, ao regaço de vosso pai. Aqui ele faz um apelo para todos nós que ainda permanecemos na fraqueza de não fortalecer as virtudes em nossos corações. Há um movimento na terra presentemente. Qual é a lei divina que Jesus está abordando aqui? Que lei divina ele está falando? Hã, misericórdia. A lei de misericórdia, a lei de misericórdia não nos abandona nunca. Mesmo que nós estejamos no movimento de abandoná-la, ela não nos abandona. Agora ele vem e faz um apelo, um alerta, uma sugestão. Não afasteis o facho que a clemência divina vos coloca nas mãos para vos clarear o caminho e reconduzir-vos, filhos perdidos, ao regaço de vosso pai. aqui uma alusão à parábola do filho pródigo, dos dois da parábola dos dois filhos, que nós refletiremos nesse seminário num uma reflexão bastante profunda do sentido existencial em nossas vidas. Então, o que nós temos o convite a refletir para despertar? Mais uma vez ele faz convite. Ele sempre faz convite. Jesus nunca vai nos impor, nenhum espírito superior vai nos impor, mas vão convidar sempre até que nós aceitemos o convite. Quanto mais cedo aceitarmos, melhor para nós. Sinto-me por demais tomado de compaixão pelas vossas misérias, pela vossa fraqueza imensa, para deixar de estender mão socorredora, mão socorredora aos infelizes transviados que vendo o céu caem nos abismos dos erros do erro. Crede, amai, meditai sobre as coisas que vos são reveladas.
ensa, para deixar de estender mão socorredora, mão socorredora aos infelizes transviados que vendo o céu caem nos abismos dos erros do erro. Crede, amai, meditai sobre as coisas que vos são reveladas. Não mistureis o joio com a boa semente, as utopias com as verdades. Olha que beleza deste parágrafo. A lei de misericórdia é a lei que nos convida à virtude da compaixão. E aqui Jesus coloca a profunda compaixão que ele tem de nós a compaixão das nossas misérias, da nossa fraqueza imensa e faz novamente uma reflexão. o céu cai nos abismos do erro, vendo que nós somos espíritos imortais, continuando a viver como se não fôssemos, caindo no erro sistemático. Só que há uma diferença. Aqueles que já vem o céu e que caem nos abismos do erro são muito mais responsáveis perante a vida. Nós somos muito mais responsáveis por não vivermos como espíritos imortais, já sabendo plenamente que somos espíritos imortais. Depois ele coloca também uma co uma algo que tem acontecido muito no movimento espírita, infelizmente, a mistura do joio com a boa semente, do joio com trigo, mas ai daqueles que colocam joio no meio do trigo. É aquilo que Jesus coloca também numa outra passagem. É necessário que hajam escândalos. Mas ai daqueles por quem os escândalos venham. Nós estamos passando por uma fase do movimento espírita em que o exercício do discernimento tornou-se algo não realizado. As pessoas aceitam opiniões pessoais dos outros, falas sem sem motivo que justifique, como se fossem verdades universais. Falas coisas e mais coisas que são o joio misturado a boa semente. Na paróbula do joio do trigo, ele diz que ambos vão crescer juntos. até o momento da ceifa, as utopias com as verdades, aquilo que é falso porque não está centrado na mensagem de Jesus, não está centrado na proposta cardequiana de fraternidade, de tolerância, de trabalho efetivo, não está centrado na nas virtudes que Jesus também nos exemplificou são as utopias, são o joio misturado com a verdade. Agora, ele ele está dizendo aquilo
ernidade, de tolerância, de trabalho efetivo, não está centrado na nas virtudes que Jesus também nos exemplificou são as utopias, são o joio misturado com a verdade. Agora, ele ele está dizendo aquilo claramente para não fazermos isso, porque aqueles que fizerem isso, com certeza a colheita do joio vai ser muito amarga, porque quem planta joio vai colher joio. Quem planta trigo vai colher trigo. É assim a vida. A lei de causa efeito, a lei de justiça preconiza isso. Espíritas, amai-vos. Este o primeiro ensinamento, instruí-vos, este o segundo. No cristianismo encontram-se todas as verdades. São de origem humana os erros que nele se enraizaram. Eis que do além túmulo que julgaves o nada, vozes os clamam: Irmãos, nada perece. Jesus Cristo é o vencedor do mal. Sede os vencedores da impiedade. Espírito de verdade. Paris, 1860. Espíritas, amai-vos. Os meus discípulos serão conhecido por muitos se amarem. O amor é a base de todo o trabalho com Jesus. Existem muitas pessoas no movimento espírita que dizem que amam, mas ao mesmo tempo caluniam, perseguem, vivem raivosos, apontando o dedo contra o outro, vendo o argueiro, um vendo um cisco que tem no olho do outro, esquecendo da trave que há. no seu e dizem que amam, que estão realizando com muito amor. Não é isso que Jesus ensinou, né? Jesus ensinou que atire a primeira pedra aquele que não tiver nenhum erro. Ele ensinou para fazer aos outros aquilo que gostaríamos que fosse feito a nós. Então aqui ele coloca o lema do espírita é o amai-vos uns aos outros como eu vos amei. Ele é a grande referência. O amor de Jesus era diferente do nosso, gente. É diferente do nosso. Era e é era naquele tempo histórico, naquele momento histórico. E é diferente, muito diferente. O amor de Jesus é sobretudo um amor compaixão, um amor profundo, incondicional. Então, quando ele convida, amai-vos uns aos outros, amai-vos, este o primeiro ensinamento é sobretudo o exercício da compaixão. O outro erra, vamos entrar em contato com esse outro para sustentá-lo, para superar o erro e
nvida, amai-vos uns aos outros, amai-vos, este o primeiro ensinamento é sobretudo o exercício da compaixão. O outro erra, vamos entrar em contato com esse outro para sustentá-lo, para superar o erro e não jogar pedra no outro para que ele fique prostrado ali na beira do caminho prostrado. Isso não é a postura cristã. Instrui-vos este o segundo. Porque eles não disse educai-vos e sim instrução. Qual é a diferença de educação e instrução? Qual é a diferença? Educação intelectual, instrução é algo que traz instrução intelectual e educação é algo que traz a vivência. A a instrução é intelectual, a instrução, a educação intelectual. Hum. Não é bem isso. Hã. A educação pode ser pode ser também pode ser uma Ahamducação Aham educação a instrução. Aham. Como o Conit tá dizendo, a educação ela pode abranger a instrução quando ela está centrada no no aspecto moral, né? Na verdade Jesus tá querendo dizer aqui instrução, espírito de verdade Jesus porque ele está colocando uma da dos elementos do espírito. Qual é que é o elemento que ele coloca aqui? O intelecto. No amai-vos. Ele deu, ele deu qual outro elemento? O moral, né? o sentimento. O espírito cresce no sentido intelectomoral. A união de intelecto moral forma a educação profunda que forma caracteres, como diz Allan Kardec. Então, se fosse só instrução sem amor, seria muito estranho o espírito de verdade sugerir isso, mas é instrução com amor. E o que nós temos feito no centro espírita de um modo geral, na evangelização, muitas vezes ficamos só na instrução. instrui-se sobre as leis, sobre reencarnação, sobre lei de causa efeito, sobre tudo que é do âmbito do espírito. Mas será que nós estamos educando, colocando o amor em primeiro plano? o que nós temos visto em muitos centros espíritas, seja na evangelização infanto juvenil, no estudo eh sistematizado, na no atendimento fraterno, no atendimento espiritual de um modo geral, incluindo o atendimento fraterno, na na área de promoção e social espírita e até em reuniões mediúnicas é foco
eh sistematizado, na no atendimento fraterno, no atendimento espiritual de um modo geral, incluindo o atendimento fraterno, na na área de promoção e social espírita e até em reuniões mediúnicas é foco no intelecto, sem o amai-vos, que é o primeiro ensinamento. Então, essa pausa avaliativa que o Dr. Bezerra Mendezes convida a fazer tem a ver com questões assim: será que nós estamos colocando o amor em primeiro plano ou estamos colocando a instrução em primeiro plano? E se sobra espaço, quando sobra coloca um pitadinha de amor, né? A instrução é clara. Amai-vos. Esse é o primeiro ensinamento. Instruívos esse segundo. Um está no primeiro plano e o outro no segundo plano. O do segundo plano é importante, mas a condição imprescindível é o primeiro, é o amor, né? unido à instrução, aí ele vai estar realmente condizendo com a proposta de Jesus, com a proposta dos espíritos superiores que trabalham em sintonia com Jesus. No cristianismo encontra-se todas as verdades. E só só vamos enxergar essas verdades quando unirmos amor com instrução. Os erros que nele se enraizaram são de origem humana. Nós podemos dizer que os erros que se nós encontramos dentro do movimento espírita também são de origem humana. A doutrina espírita tem erro? Não. A doutrina espírita legada por Kardec não agora existem muitos médiuns que vieram depois, muitos espíritas que vieram depois e colocaram muitos erros que acabaram sendo assimilados muitas vezes como sendo verdades. joio junto com trigo. Origem humana começar dos médiuns e dos espíritos que trouxeram essas falsas instruções, enraizaram muita coisa equivocada dentro do espiritismo, dentro da doutrina. Agora, não fazem parte da doutrina do Cristo, não fazem parte real da doutrina espírita. vão crescer juntos até o momento da ceifa, conforme ele diz na parábola do joio e do trigo. Os que plantam o joio dentro do da seara espírita podem fazê-lo, porque temos liberdade de ação para isso. Não convém que façamos, porque é muito grave colocar o joio no meio do trigo
joio e do trigo. Os que plantam o joio dentro do da seara espírita podem fazê-lo, porque temos liberdade de ação para isso. Não convém que façamos, porque é muito grave colocar o joio no meio do trigo dentro da seara espírita. Por que que é é muito grave? Já era, já foi muito grave colocar o joio dentro do cristianismo lá nascente. Nós tivemos um cristianismo puro durante 300 anos. Ao colocar esses erros humanos dentro do cristianismo, foi gravíssimo para todas as consciências que fizeram isso. Mas por que que é mais grave colocar esses erros dentro do espiritismo? hoje, por quê? Qual é o grande objetivo da doutrina espírita? Não é reviver o cristianismo lá dos primórdios. Os tempos são chegados, ensina Jesus, né? E a em Allan Kardec, em a Gênese, faz uma uma análise belíssima do significado dos tempos são chegados. Então, nós estamos no tempo da regeneração do planeta. se foi grave há 2000 anos no início do cristianismo, mas houve tempo para corrigir. Agora, colocar erros dentro da do espiritismo, não é que não haverá tempo para corrigir. O tempo vai se encarregar de retirar toda a árvore que meu pai não plantou, ensina Jesus. Mas as pessoas que colocarem o joio junto ao trigo hoje, não terão tempo na terra de corrigir. Por isso é mais grave para aqueles que estão plantando o joio junto com trigo, né? É muito grave isso, porque a pessoa não terá tempo de corrigir esses erros nesse planeta. Claro, do ponto de vista evolutivo, corrigirão para perante as próprias consciências, porque o erro em primeiro plano é contra noss os dois. Nós vamos adentrar na educação do espírito imortal, a educação profunda do ser que une amor e instrução, gerando uma consciência profunda do espírito que passa a vivenciar a sua condição de espírito imortal. Filho de Deus, aprendiz da vida, não apenas sabe disso intelectualmente, mas sobretudo pelo coração sentir, saber. E aí nós gradualmente nos educamos desenvolvendo as virtudes do espírito imortal que somos. Vamos os sentir, espíritos imortais, filhos de Deus,
lectualmente, mas sobretudo pelo coração sentir, saber. E aí nós gradualmente nos educamos desenvolvendo as virtudes do espírito imortal que somos. Vamos os sentir, espíritos imortais, filhos de Deus, aprendices da vida, plenamente consciente da nossa condição de espíritos. É chegado o tempo em que somos convidados a desenvolver uma proposta de educação integral do ser espiritual em nossos centros espíritas. visando a sua transformação moral, que não acontecerá por intermédio de uma educação intelectual, mas por meio da educação moral do espírito imortal, conforme preconiza Allan Kardec ao comentar a resposta da questão 685A de O Livro dos Espíritos. Esse elemento é a educação, não a educação intelectual, mas a educação moral. Não nos referimos, porém, à educação moral pelos livros, e sim a que consiste na arte de formar os caracteres, a que incute hábitos, porquanto a educação é o conjunto dos hábitos adquiridos. O grande convite na evangelização espírita infanto juvenil é exatamente esse de formar caracteres, de formar novos hábitos. Isso só vai acontecer se o próprio evangelizador estivermos estiver cultivando novos hábitos por meio do amor e da instrução, unidos na educação do espírito, desenvolvendo as virtudes em nós, nossos corações, nos educando moralmente, nós poderemos educar nos nossos centros espíritas. Podemos educar os nossos filhos, podemos educar todos aqueles que se aproximam de nós com o objetivo de ter a sua formação moral e não simplesmente serem informados das realidades espirituais. Informar é fácil, é puramente intelecto. Formar não é fácil. Por exemplo, você informa uma criança sobre as questões na linguagem dela, sobre as questões da vida, falando para ela. Agora você forma essa criança se você colocar todo o amor no seu coração e aquilo ser vivo em seu coração. Se aquilo faz sentido para você profundo e você vibra naquilo, aí sim você está numa condição de formador. Isso é é válido para pais, mães, evangelizadores. Não há como você formar o caráter do seu
o. Se aquilo faz sentido para você profundo e você vibra naquilo, aí sim você está numa condição de formador. Isso é é válido para pais, mães, evangelizadores. Não há como você formar o caráter do seu filho, do seu evangelizando, se não fizeram um esforço para se formar diante da vida, diante das experiências da vida. E a formação é feita exatamente nessa nesses hábitos renovados, criar hábitos imortais, hábitos do espírito imortal desenvolver as virtudes em seu coração para poder realmente ser útil. pergunta, gente. Para entender melhor a proposta de transformar o Centro Espírita em um laboratório moral, reflitamos sobre a concepção ainda vigente em muitos centros espíritas, a visão teológico-dogmática em comparação com a visão espírita que deveria imperar. Diante de tudo isso que nós refletimos até agora, as mensagens são muito claras, esclarecedoras para que nós tenhamos centros espíritas centrados na formação moral do ser. Mas será que os nossos centros espíritas têm funcionado assim? Infelizmente, o que nós temos visto é que nem sempre tem temos centros espíritas assim. Então, nós vamos ver a diferença de um centro espírita que segue uma visão teológicogmática e de um centro espírita que tem uma visão eminentemente espírita. A visão teológico-dogmática é a visão das igrejas que se derivaram do cristianismo dos primórdios. fazendo um uma um parêntese, nós tivemos durante 300 anos o cristianismo puro, 300 e poucos anos, aquele ligado por Jesus, onde nós tínhamos as igrejas cristãs simples, as igrejas como a igreja de Antioquia, que é descrita no livro Paulo Estevo, de uma maneira belíssima. Nós vamos ver daqui a pouco a descrição de de Emânel, a igreja de Corinto, a igreja de de Tessalônica, todas as igrejas fundadas por Paulo e que se seguiram dentro do modelo da igreja de Antioquia, da Casa do Caminho, mas principalmente a de Antioquia, criar uma atmosfera própria para o desenvolvimento da mensagem de Jesus. Quando o cristianismo se tornou religião oficial de Roma,
de Antioquia, da Casa do Caminho, mas principalmente a de Antioquia, criar uma atmosfera própria para o desenvolvimento da mensagem de Jesus. Quando o cristianismo se tornou religião oficial de Roma, o que aconteceu? Ele se uniu ao paganismo, todo o paganismo romano, que era aquele culto dos deuses com sacerdotes, com vestimentas, com tudo aquilo que era próprio do paganismo, poder das da casta sacerdotal. as atividades religiosas se misturavam com as atividades temporais de manto. E aí o cristianismo se tornou a Igreja Católica Romana, o catolicismo, sem nenhuma questão pejorativa, mas analisando historicamente o fato, o fenômeno, quando se criou o catolicismo e o cristianismo simples, puro, foi colocado de lado, desenvolveu-se os dogmas para adaptar toda a proposta do paganismo romano ao cristianismo ou o contrário, né? Adaptar o cristianismo ao paganismo para virar uma coisa só. E aí criou-se os dogmas. Os deuses foram substituídos pelos santos, pelas imagens. colocou-se pomiras na eh na prática cristã. Então, as igrejas santuosas, as vestes, nada disso era do cristianismo primitivo, do cristianismo legado por Jesus. Os cristãos eram pessoas simples. Os que os que dirigiam as igrejas, não havia casta sacerdotal. Paulo de Tarso, por exemplo, trabalhava o dia inteiro para se sustentar e à noite ia para as igrejas para trabalhar na seara de Jesus. Não havia profissionalismo. O profissionalismo foi criado com a união com o paganismo romano. E aí muitos dogmas, toda uma concepção teológica, tudo que existe nas religiões cristãs, os erros que o espírito de verdade se reporta, foram desenvolvidos por essa visão dogmática, teológico doático. dogma na acepção mais comum do termo é tudo aquilo que não pode ser questionado. Então, criou-se múltiplos dogmas, virgindade de Maria, que Jesus é Deus, eh que a reencarnação não existe. Vários dogmas foram colocados dentro da chamada Igreja Católica Apostólica Romana, que de que de de apostolado praticamente não restou nada. Historicamente foi isso que aconteceu.
carnação não existe. Vários dogmas foram colocados dentro da chamada Igreja Católica Apostólica Romana, que de que de de apostolado praticamente não restou nada. Historicamente foi isso que aconteceu. Aí vieram com Lutero e outros as igrejas reformadas que continuaram tão dogmáticas, retiraram alguns dogmas e colocaram outros dogmas nas igrejas cristãs chamadas reformadas. Hoje elas são tão tão rígidas em termos de dogmas ou até mais rígidas que o próprio catolicismo romano. E aí o que que aconteceu historicamente? Durante séculos, nós vivenciamos essa visão teológico doática na igreja, nas na igreja católica e nas igrejas reformadas. Nós passamos por essas experiências no nosso passado espiritual, muitas e muitas vezes. E muitos de nós que estamos na liderança espírita fomos os próprios criadores dos dogmas que foram colocados como verdades divinas. Colocamos os dogmas, criamos esse falusto todo e em um dia nos arrependemos. Não deveríamos ter feito isso. E fizemos. E aí a lei de misericórdia o que fez conosco? Hã? nos trouxe de volta ao cristianismo redivo, para sermos espíritas. Você está arrependido verdadeiramente? Nós dissemos que estávamos e aí reencarnamos para dispostos a essa renovação. Mas aí acontece, nós vamos ver a parábola dos dos talentos, que acontece um fenômeno quando nós reencarnamos. Que fenômeno é esse? A lei do esquecimento. Necessário. Por quê? A lei do esquecimento é uma lei para nos proteger de nós mesmos. Porque se no passado nós fizemos muito mal utilizando o nome de Jesus, a lei do esquecimento nos auxilia a renovação. Mas ao mesmo tempo que ela nos auxilia a renovação, ela também nos lança um desafio de sermos fiéis à nossa proposta, a nossa programação. E muitos de nós, como trazemos ainda muito arraigado o dogmatismo e o desejo de projetar as nossas personas, ao invés de corrigi-las, de corrigir essas tendências de projeção da da persona, projeção do nosso ego, nós trazemos o dogmatismo para dentro do movimento espírita que Não deveria ser
nossas personas, ao invés de corrigi-las, de corrigir essas tendências de projeção da da persona, projeção do nosso ego, nós trazemos o dogmatismo para dentro do movimento espírita que Não deveria ser dogmático, porque ele é para reviver o cristianismo dos primórdios, mas que tem se tornado extremamente dogmático. Então, vamos ver como funciona a visão teológico doática imprópria para o movimento espírita. as verdades são postas e não existe o progresso do pensamento. Então aquela aquele movimento que o Dr. Bezerra de Menezes aponta na mensagem aos evangelizadores, de ficarmos estagnados sem se nos submeter ao progresso é dogmático. A igreja funciona assim, tem que funcionar assim sempre. Nós sempre fizemos assim, por que que vamos mudar? Tá bom a si mesmo? Para que mudar? Não há progresso, não há evolução. Então, as verdades, entre aspas, né, tá aqui muito claro, as verdades são postas e não existe o progresso. É assim porque tá dando certo assim. Então, vamos continuar assim. Para que mudar acomodação, preguiça? Isso é impróprio para o movimento espírita que é eminentemente evolutivo em todas as áreas. Evangelização, estudo, atendimento, mediunidade é evolutivo. Se nós não evoluirmos, as práticas não evoluírem e a humanidade tá sendo convidada a evoluir, que que movimento é esse? Então, verdades postas e que não podem ser questionadas não é movimento espírita, não é doutrina espírita e não deveria ser movimento espírita, mas infelizmente tem sido colocado. Na visão espírita, as verdades são investigadas e conectadas com o avanço das ciências. Vejamos. Se algo é verdade, você deve questionar muitas e muitas vezes, porque pelo questionamento você vai aprofundando cada vez mais as verdades. Quando algo é mentiroso, é que há o medo de ser questionado. A mentira, quando questionada, você descobre. Todo movimento dogmático não quer que seja questionado. Tem que, você tem que acreditar porque é assim. Porque se você investiga mentira, você descobre que é mentira. Já a verdade
nada, você descobre. Todo movimento dogmático não quer que seja questionado. Tem que, você tem que acreditar porque é assim. Porque se você investiga mentira, você descobre que é mentira. Já a verdade você questiona, questiona, questiona e quanto mais você questiona, mais você se aproxima dela. E ela está conectada sempre com o avanço das ciências. O próprio codificador colocou isso. O dia que a ciência provar que algum postulado espírita não estiver correto, abandonemos aquele postulado e fiquemos com a ciência. Por que que o codificador disse isso, gente? da verdade, exatamente como ele tem a plena consciência de que o espiritismo é a verdade e a verdade é uma só, que as ciências iriam comprovar as teses espíritas cedo ou tarde, que não iriam desmentir um sequer deles dessas verdades. É o que exatamente o que está acontecendo. ciências de ponta na no ramo da medicina, da psicologia, da física, tem demonstrado as verdades espíritas. As neurociências, por exemplo, t demonstrado as verdades espíritas com todas as letras. As pesquisas mais profundas e mais recentes das universidades, especialmente nos Estados Unidos, do Canadá, na Europa, tem demonstrado as verdades espíritas, reencarnação, a a existência do espírito imortal por meio das experiências de quase morte. Toda a verdade espiritual tem sido comprovada pelas ciências. Então, com o avanço das ciências, nós vamos estar sempre conectado com esse todo, porque a verdade é uma só. A visão dogmática que mostra, não, você vai chegar chegar na verdade só pela religião. Isso é uma mentira. Vai se chegar à verdade pela filosofia, pela religião, pelas ciências. Porque ela é uma só. Se é uma só, não existe uma verdade para ciência, uma verdade para filosofia e uma verdade para religião. É tudo uma coisa só. Na visão teológico-dmática, os pilares são regidos por dogmas que não promovem respostas lógicas. O que caracteriza um dogma na acepção eh mais clara do mais clássica do termo? É algo inquestionável, só que não é lógico. Você reflete aquilo
ão regidos por dogmas que não promovem respostas lógicas. O que caracteriza um dogma na acepção eh mais clara do mais clássica do termo? É algo inquestionável, só que não é lógico. Você reflete aquilo e aí o que que os teólogos originalmente dizem? É mistério de Deus. Pronto, cala a boca, porque ou você aceita isso ou você vai ser escomulgado, ou você vai pro inferno porque tá questionando a nossa religião. É assim que funciona nas igrejas tradicionais e no movimento espírita. Como que esse esse dogma se é é estabelecido no movimento, não na doutrina, porque a doutrina não tem dogma. Kardec, os benfeitores colocam numa na questão do do livro dos espíritos, aliás, Kardec numa pergunta do livro dos espíritos, fala do dogma da reencarnação. Muita gente diz assim: "Ah, mas como que o espiritismo não tem dogma?" Kardec fala do dogma da reencarnação. Ali a palavra dogma está numa outra acepção do termo, acepção de que dogma é uma verdade. Então, na acepção de dog como verdade, existe a verdade da reencarnação. Mas na acepção comum do termo como algo não que não deve ser questionado, não é real. A reencarnação, você pode questionar quantas vezes quiser. A lógica vai mostrar que a reencarnação existe. dogma da não existência da reencarnação que o catolicismo colocou dentro do do cristianismo que Jesus coloca exatamente o contrário. É ilógico. Se você buscar o dogma da não existência da reencarnação com base na justiça de Deus, Deus é um carraço. Ele não é amor, não é justo. por coloca pessoas sem nenhuma eh responsabilidade, sem nenhuma culpa, sem nenhum nada aqui para sofrer e outra para ser feliz, sendo que ele criou na mesma hora do nascimento um e outro. Então, Deus é profundamente injusto quando coloque-se o dogma da não reencarnação. Já a verdade da reencarnação, como está lá no livro dos espíritos, mostra toda uma justiça, todo um amor e o convite ao aprimoramento. Então, que vai caracterizar o dogma é a a não lógica. Ilógico, o dogma. O que é ilógico dentro do movimento espírita?
dos espíritos, mostra toda uma justiça, todo um amor e o convite ao aprimoramento. Então, que vai caracterizar o dogma é a a não lógica. Ilógico, o dogma. O que é ilógico dentro do movimento espírita? As pessoas ficarem cristalizadas no que sempre fizeram, é lógico não quererem nem pensarem em evoluir as práticas do movimento espírita. É ilógico, isso é dogmático. Ah, mas nós já fazemos assim desde 1982. Para que que vai mudar? Porque os tempos são outros. Porque tudo evolui, a forma de pensar evolui. As pessoas que estão renascendo hoje necessitam de outras formas de atuação. As crianças de hoje não vão ser educadas da mesma forma que as crianças da década de 80, nem da dos anos 90, quanto mais as de agora. Então tudo é necessário, mudança, porque se nós não promovermos essas mudanças, nós estamos sendo ilógicos com a lei do progresso. Então eles são rígidos. Os dogmas sempre são rígidos. qualquer movimento de rigidez. Eu não quero nem saber disso, nem eh busca refletir, porque na visão espírita, os pilares são regidos pelas leis divinas que produzem sentido e lógica no conhecimento. Eu vou analisar. Se tem lógica, faz sentido, me impulsiona o bem, me impulsiona o amor, então isso é falso. Porque alguém disse que é falso. A falsidade a é dogmática, é o movimento de alguém que disse que é falso, algo que tem lógica. O que tá dizendo que é falso é que é dogmático. Tudo que está centrado nas leis e que produz sentido e lógica é espiritismo. Porque a doutrina espírita é eminentemente lógica. E a lógica vem das leis. Tudo que não está de acordo com as leis divinas naturais, diz muito claro o livro dos espíritos, não é? de origem divina, são os erros humanos. Então, nós não podemos questionar, nós não podemos refletir, nós não podemos avançar em termos de reflexão, de lógica com base nas leis. Quem que disse isso? São os erros humanos que o espírito de verdade coloca, que estão sendo colocados dentro do espiritismo, como foi colocado dentro do cristianismo, não do espiritismo enquanto
leis. Quem que disse isso? São os erros humanos que o espírito de verdade coloca, que estão sendo colocados dentro do espiritismo, como foi colocado dentro do cristianismo, não do espiritismo enquanto doutrina, o espiritismo enquanto movimento espírita, né? Então são os erros humanos que avançam dentro do movimento espírita. Na visão teológico dogmática, a pessoa procura salvar-se do inferno, fugindo do pecado para ir para o céu. Essa é a concepção das igrejas que derivaram do cristianismo primitivo. Como que é a concepção espírita dogmática? Tem, hum, nós substituímos inferno por umbral e pelas trevas, né? Se você for muito mal, você vai para tre, desencarnou, vai, é chupado lá pro meio do planeta. E se você não for tão ruim assim, for mais ou menos ruim, você já vai morrer e vai ficar num bral que essa coisa preta que tem aqui da crosta para cima e fica até um certo espaço do da terra. E se você não for bonzinho, obsessor, obsessor te pega, olhe, cuidado, obsessor te pega, não é o capeta lá da do evangélico, do católico. A única diferença é que nós já sabemos que esse esse espírito obsessor, ele não vai ficar obsessor para sempre. É a única diferença, mas o movimento dogmático tá todo aí, né? Quando se ameaça as pessoas com base na no umbral, nas trevas, no nos espíritos obsessores, na na tribuna espírita, no atendimento fraterno, até as crianças na evangelização faz-se isso. Olha, esse menininho bonzinho não faz isso, ó, obsessor de te pegar. Cuidado. Até na evangelização usa-se esse tipo de ameaça. Tudo isso é dogmático. Oi, por favor. Uhum. Eh, eh, não é também eh seria uma problemática. Eh, se vocês não fizer o que é certo, você não volta certo. Você vai lá. Aham. Se isso é dogmático, se você não fizer o que é certo, vai pro outro planeta. Depende de como se fala, porque tudo é a questão. Na visão espírita, vamos ver aqui, ó, a busca é pela iluminação da ignorância e por produzir a verdade nos conceitos humanos. Pode-se falar do umbral, das trevas, dos obsessores,
que tudo é a questão. Na visão espírita, vamos ver aqui, ó, a busca é pela iluminação da ignorância e por produzir a verdade nos conceitos humanos. Pode-se falar do umbral, das trevas, dos obsessores, da do exílio planetário ou nós não vamos falar disso porque isso daí é dogmático. Veja, aquilo que aprisiona o ser é dogmático. Aquilo que alerta o ser para que ele se liberte é eminentemente espírita. Vejamos. Iluminação da ignorância. Saber que existe umbral é bom para nós saber que quando nós não cumprimos a lei de amor, justiça e caridade, nós não cumprimos as leis divinas, nós vamos ficar com a consciência tão eh fragilizada que nós vamos eh entrar nessa dimensão chamado umbral assim que nós morrermos. Étimo saber disso e que se nós fizermos um mal deliberado, nós vamos paraas regiões do plan do planeta que são trevosos, que ficam nas entranhas do planeta. É ótimo saber disso, né? de que se nós não fizermos esforços para nos moralizar, para desenvolver as virtudes, o obsessor, os os espíritos obsessores vão se aproveitar das nossas limitações e vão nos perturbar. É bom saber disso? Sim. Tudo isso é a busca da iluminação da ignorância e produzir a verdade nos conceitos humanos. É importante saber que se nós não fizermos esforços para nos moralizarmos, para nos tornarmos mais virtuosos, regenerarmos, nós corremos risco de sermos exilados. É importante isso, Vanessa, muito importante, porque são os alertas que os espíritos superiores já vem nos fazendo há muitos anos, décadas, séculos, desde da da da do advento da doutrina espírita falando sobre o exílio. Quem fala disso primeira vez foi Jesus na parábola do joio e do trigo, ele fala muito claro isso dos trabalhadores de última hora. No sermão profético, ele fala disso. Então, são advertências. Advertência é para que o espírito reflita e se ilumine a própria ignorância. Ameaças é diferente. O que é equivocado, é dogmático, é, são as ameaças que se faz. Olha, faz isso porque senão vai acontecer aquilo. Se você não vier aqui para fazer eh
ilumine a própria ignorância. Ameaças é diferente. O que é equivocado, é dogmático, é, são as ameaças que se faz. Olha, faz isso porque senão vai acontecer aquilo. Se você não vier aqui para fazer eh atividade social, você vai sofrer. O obsessor te pega. Isso é eminentemente dogmático. Isso é mesmo processo das ameaças que os padres faziam, que os pastores faziam e continuam fazendo e que nós quando éramos padres, freiras, pastores e tudo mais, fazíamos com as pessoas e vamos pro dentro do centro espírita e queremos fazer o mesmo e fazemos o mesmo. Aí você aí sim é o dogmatismo. Você faz por uma pessoa que é ameaçada para vir fazer sopa no sábado no centro espírita, vamos supor que tenha o centro que tem a sopa no sábado, aquele caldeirão fervente que aqui em Cuiabá no calor de 40º, na cozinha fica 60, 70º, né? E aí a pessoa é, ela é ameaçada para vir para essa trabalho, porque se ela não vir, ela vai pro umbral ou vai ser exilada ou o obsessor vai pegá-lo ou tudo junto, que normalmente é tudo junto, né? O obsessor pega, fica pancada, vai para umbral ou depois do da de est lá nas trevas, no umbral, vai pro pro chupão, né? O planeta chupão, que muita gente tem dito dele, que é uma uma inverdade, uma ilógica. E aí, gente, ela vai vir com medo. Ela vim pra atividade com medo de tudo isso. Então, não é o medo do do do pecado. Ela foge do pecado, fazendo, entre aspas, o bem pro próximo. Isso é eminentemente dogmático. Existe iluminação da ignorância aí ou existe uma ampliação da ignorância? Veja, é uma ampliação da ignorância, porque a pessoa se torna dependente, entre aspas, daquele trabalho do bem que ela vai fazer. É bem? Está fazendo bem a ela? Não. Não está fazendo bem nenhum a ela, nem bem ao outro. Nós não estamos falando contra a sopa. Se ela for feita com muito amor, com muito carinho, por pessoas realmente sensibilizadas. pela fome do outro e faça isso todos os dias, porque a gente não tem fome só no sábado, né? Eh, as pessoas tem fome todos os dias, que ela faça tudo isso,
arinho, por pessoas realmente sensibilizadas. pela fome do outro e faça isso todos os dias, porque a gente não tem fome só no sábado, né? Eh, as pessoas tem fome todos os dias, que ela faça tudo isso, isso todos os dias de manhã, no café da manhã, no almoço e na no jantar, ofereça os recursos, tal. É, é um trabalho que tem a sua lógica dentro da daquilo que se propõe. Nós aqui na federação propomos outras coisas. Propomos a promoção do espírito imortal, trabalhos mais efetivos de transformação social a partir da transformação moral do ser. Mas tem pode ter pode não tem os seus méritos o atender as questões imediatas das pessoas. Agora, isso não jamais deve ser feito por obrigação, mas por por realmente um processo amoroso em que a pessoa está ali trabalhando para desenvolver virtudes e não para se livrar de ameaças. Deu para entender a diferença da da visão dogmática e da visão espírita? A visão espírita sempre vai focar na iluminação da ignorância. Sempre na iluminação da ignorância. Jamais vai ser um processo de senões. Você faz isso porque senão vai ser exilado no chupão. Será que a pessoa vai desenvolver virtudes com base nisso? Não. Agora ela saber que se ela não fizer esforços reais para desenvolver virtudes regenerando a si mesma, há possibilidade de um exílio? Sim, há. O espírito em duas mensagens no livro, nos livros dele, fala disso, uma no vozes alerta, outra no dias felizes. Daqueles de nós que não fizermos esforços para desenvolver as virtudes, para vivermos como espíritos imortais, podemos considerar a possibilidade de um exílio. Por quê? Porque só aqueles que esverem despertos e dispostos à regeneração por meio do exercício das virtudes, é que terão espaço num planeta de regeneração. É simples assim, né? Então, quando o espírito vem, o espírito superior como Nória vem no alerta, como quando Kardec vem coloca no na em a Gênesis, tudo isso, quando o próprio Cristo no sermão profético nos alerta, é para que nós possamos iluminar a ignorância e produzir verdade dentro de nós,
ta, como quando Kardec vem coloca no na em a Gênesis, tudo isso, quando o próprio Cristo no sermão profético nos alerta, é para que nós possamos iluminar a ignorância e produzir verdade dentro de nós, desenvolver as virtudes dentro de nós. Ao desenvolver, ótimo, nós crescemos. Mas não vem para ameaçar nem por nada. Tudo passa pelo nosso livre arbítrio. Se a pessoa fizer com base na ameaça, ela está, na verdade no movimento teológico dogmático, que não faz sentido para o espírito imortal. Ficou claro isso, gente? A visão espírita e a visão teológico-dogmática. Vamos dar um intervalo agora. E depois agora na volta nós voltamos os centros espíritas na visão teológica e os centros espírita na visão espírita real. 20 minutos de intervalo. Logo a seguir nós voltamos. s เ Ā, Ā. เฮ é o céu. Ah. refletindo sobre a visão teológico-dmática ou dogmática teológica, é que Não se deve questionar nada. Há simplesmente aqueles padrões rígidos. Qualquer inovação, qualquer reflexão para proposta de mudanças não é aceito, porque seria um sacrilégio a tradição, aquilo que nós já estamos acostumados fazer assim. Já fazemos há muitos anos assim, para que mudar, para que inventar coisa? Tudo é qualquer movimento para se renovar a concepção da forma como se tem trabalhado qualquer questão é vista como um sacrilégio. Já o centro espírita, na visão verdadeiramente espírita, ele assemelha-se a um laboratório moral. A sua estrutura é dinâmica, porque o conhecimento é firmado por meio dos resultados que a investigação produz e assim solicita novas maneiras de ampliar esses resultados. tem como modelo de funcionamento a Igreja Cristã de Antioquia, descrita no livro Paulo Estevo e a Sociedade Espírita de Paris. Então, o que é esse laboratório moral? Aqui já temos uma definição mais ampla do que é o laboratório moral. Tudo passa pela investigação das leis divinas. E a partir dessa investigação, da reflexão de todo o trabalho em que nós refletimos sobre o sentido de cada coisa, sem que ninguém venha e diga para nós:
Tudo passa pela investigação das leis divinas. E a partir dessa investigação, da reflexão de todo o trabalho em que nós refletimos sobre o sentido de cada coisa, sem que ninguém venha e diga para nós: "É assim e pronto." O centro espírita que funciona como laboratório moral, todos refletem acerca do sentido maior da atividade espírita, né? Qual que é o sentido disso? Se um trabalho vai ser realizado, por exemplo, vamos realizar aqui no centro a evangelização infanto juvenil, com o objetivo é x. As pessoas participam da criação da atividade ou da manutenção da atividade e fazem reflexões periódicas sobre a própria atividade, como está sendo realizada, por eh a se está surtindo efeito, se não, se a atividade está sendo efetiva para aqueles que a utilizam. Tudo isso vai ser refletido em conjunto com os trabalhadores do Centro Espírita. Agora, qual é o modelo para que isso aconteça? a Igreja Cristã de Antioquia como eh célula cristã por excelência do cristianismo primitivo, porque o objetivo do movimento espírita é de viver aquela atmosfera no centro espírita das primeiras igrejas cristãs, cujo modelo era a igreja de Antioquia. e a Sociedade Espírita de Paris. Na Sociedade Espírita de Paris investigava-se os fenômenos, a luz da razão, da ciência, da de tudo aquilo que havia de conhecimento na época de Kardec. Então, o foco é na razão. Na igreja de Antioquia o foco principal era no amor. Então, unindo as duas propostas do espírito verdade, amor e instrução. Não que não houvesse amor também na Sociedade Espírita de Paris, mas o o que mais caracteriza o trabalho de Allan Cadder era a investigação intelecto moral. E o que mais caracteriza a igreja de Antioquia até pela época é a o exercício efetivo das virtudes cristãs, que a aqueles que participavam da Igreja Cristã de Antioquia realizavam. Então essa esse exercício das virtudes deve ser uma eh uma corrente, algo algo eh contínuo dentro do centro espírita e as investigações das leis divinas para que as verdades cristãs sejam vivenciadas
Então essa esse exercício das virtudes deve ser uma eh uma corrente, algo algo eh contínuo dentro do centro espírita e as investigações das leis divinas para que as verdades cristãs sejam vivenciadas dentro de nós mesmos. Não porque o que nós ouvimos alguém dizer, porque alguém nos mandou, porque o presidente do centro, porque o o dirigente de tal atividade falou, mas porque nós sabemos sentimos que é o melhor. Nós temos plena consciência de que isso é o melhor para nós. É assim que funciona um centro espírita com que que se transforma num laboratório moral. A pessoa faz porque tem consciência do do motivo pelo qual faz e não porque ouviu dizer que deve ser assim ou assado. Sempre passa por aquilo que nós vimos agora a pouco, pela superação da ignorância. E a superação da ignorância não é só para os dirigentes e trabalhadores, para todos aqueles que participam do centro espírita. Oi, por favor. Quando se quando se pensa na formação teológica espírita, sempre manter a mesma prática de operação. Uhum. Pensa-se que passar tempo se mantém igual àela operação e consequentemente todos juntos. Quando se pensa em avaliações constantes e mudanças de caminho em função de de questionamento, abre-se a possibilidade de que cada organização vá para um lado diferente por conta de experiências diferentes que passaram. Hum. Como aí enxerga isso? Excelente pergunta. Eh, quando se faz avaliações a possibilidades de cada instituição seguir por caminhos diferentes, quando a instituição eh está eh conectada com o movimento organizado, que é um movimento unificador, em que nós temos as federativas estaduais que compõe o Conselho Federativo Nacional, no caso do Brasil e que temos uma diretriz em conjunto. Toda a toda experiência de um centro espírita pode ser socializada com outros centros espíritas por meio das federativas. Por quê? E as federativas levam isso no nível nacional. Muito das muita das atividades que hoje são trabalhadas no nível nacional começaram em centros espíritas, que as pessoas não se não ficavam
vas. Por quê? E as federativas levam isso no nível nacional. Muito das muita das atividades que hoje são trabalhadas no nível nacional começaram em centros espíritas, que as pessoas não se não ficavam acomodadas a determinadas práticas e tradicionais e começaram a inovar, a renovar a atividade, né? Então, por exemplo, a própria evangelização espirit infant juvenil que nós conhecemos hoje, começou no centro espírita em Porto Alegre, a forma como nós conhecemos hoje. Então, a partir desse centro espírita foi levado pra federativa do estado, que depois foi levado para a Federação Espírita Brasileira. E hoje nós temos toda essa concepção da evangelização infante juvenil de uma maneira unificada. Então, quando o movimento está organizado e nós temos foco na união, é aquilo que nós vimos, é necessário que haja todo o exercício para que as virtudes cristãs sejam feit em nós, porque só há um risco de eh de um centro ficar isolado se não houver o exercício da fraternidade e da união. Porque o movimento espirit organizado, ele trabalha em conjunto. E aí tudo aquilo que se faz num centro de bom pode ser ampliado para todos a partir da do próprio trabalho de chamado de unificação. A unificação é exatamente uma proposta exitosa de um centro ser socializada com todos os centros. E aí todos vão ganhando, porque aquilo que um faz se soma aquilo que o outro centro espírita faz. E assim nós vamos tendo uma grande somatória de movimentos de renovação com base naquilo que o Dr. Bezerra de Menezes propõe, né? nunca ficar parados, estagnados, mas nós sempre nos dispormos a refletir as nossas ações no sentido da melhoria. E isso jamais vai gerar um estado de isolamento, salvo se entrarmos no movimento egóico de acharmos que a aquele centro, pelo fato de estar agindo assim, ele é melhor do que os outros. Ele se isola dos outros. Aí sim, mas aí não é problema, não é uma questão da renovação, é o movimento de projeção da personalidade daquelas pessoas que estão dirigindo, que começa a se isolar achando que eles
sola dos outros. Aí sim, mas aí não é problema, não é uma questão da renovação, é o movimento de projeção da personalidade daquelas pessoas que estão dirigindo, que começa a se isolar achando que eles são melhores que os outros. Normalmente, quando isso acontece são fenômenos de fascinação que está ocorrendo. E aí até bom que não levem a pros outros centros, porque podem eh acabar prejudicando os outros centros em vez de melhorar. Mas quando há processos reais de mudança baseada na lógica, em tudo isso que nós refletimos até agora, essas mudanças pela própria força das ideias, como diz o mentor Honório, a força das ideias vai vão fazendo com que as pessoas reflitam sobre as ideias, reflitam sobre a lógica das ideias e aí aquilo que era uma minoria passa a ser e efetivado na na maioria dos centros com o passar do tempo, né? Porque isso com base naquilo, na, naquilo que nós estamos vendo, a verdade. A verdade é uma só, mas existem formas diferentes de se chegar nessa verdade. Então, essas formas diferentes vão sendo desenvolvidas no nível individual de cada centro espírita que depois é multiplicado na na coletividade. O Centro Espírita, na visão teológica, institui o seu funcionamento sem o foco no desenvolvimento de novos conhecimentos, de maneira passiva, substitu estruturas cleriricais por novas formas de ação, sem, contudo, estimular o pensamento e a investigação dos conhecimentos espíritas para o desenvolvimento do sentido da imortalidade. Então, aquilo que nós estamos vendo na visão teológico do eh no vai ser eh trabalhado, vai ser sempre a o estímulo ao pensamento e a investigação dos conhecimentos. Não, isso não vai ser estimulado. Por quê? Porque apesar de não termos um sacerdócio organizado dentro dos centros espíritas, ainda existe o desejo de poder de muitos dirigentes espíritas. E como que esse poder ele é efetivado? Como que alguém pode ter poder sobre outra pessoa? mantendo essa pessoa na ignorância. é a ignorância que gera no outro poder. Então, se as pessoas de um centro
E como que esse poder ele é efetivado? Como que alguém pode ter poder sobre outra pessoa? mantendo essa pessoa na ignorância. é a ignorância que gera no outro poder. Então, se as pessoas de um centro espírita são continuam ignorantes das realidades espirituais, do sentido mais profundo da doutrina espírita, permanece frequentando o centro para tomar o seu passe, para fazer as coisas de uma maneira eh como sempre fizeram e se mantém assim. Os dirigentes dessa instituição têm poder sobre elas, né? Tem poder de ameaçá-las, tem poder de fazer tudo aquilo que nós já refletimos até agora. Não há um estímulo ao pensamento e a investigação dos conhecimentos espíritas para o desenvolvimento do sentido de imortalidade. Não há esforço nesse sentido. O que há é simplesmente o movimento de reprisar os mesmos conceitos, as mesmas coisas sempre na evangelização infanto juvenil, se nós não estimularmos o conhecimento espírita com base no sentido de mortalidade, não vai fazer sentido o próprio processo da evangelização. Claro que esse estímulo vai ser de acordo com a faixa etária do evangelizando na na primeira infância de uma forma, na segunda infância de outra forma e na eh adolescência num outro sentido. Mas o estímulo ao sentido de mortalidade é imprescindível, fundamental, que é a forma como o centro espírita verdadeiramente funciona. Eles aproveitam o conhecimento espírita como fonte da promoção do espírito imortal e realizam investigações e produções de conhecimentos que continuam a colaborar com as informações intelectomorais da codificação de Allan Kardec foco na autoiluminação. Então, o Centro Verdadeira Mente Espírita, qual é a onde ele se centra? No espírito imortal. Seja esse espírito imortal, criança, adolescente, socialmente carente, emocionalmente carente, seja um espírito imortal desencarnado, que está em sofrimento. Tudo que nós fazemos, o foco é no espírito imortal. E aí, como que o espírito imortal é trabalhado? Como que ele vai ser trabalhado? Com base em que se trabalha com espírito
o, que está em sofrimento. Tudo que nós fazemos, o foco é no espírito imortal. E aí, como que o espírito imortal é trabalhado? Como que ele vai ser trabalhado? Com base em que se trabalha com espírito imortal no centro espírita? Hum. Qual é a base para que o espírito imortal evolua? Pergunta é para vocês. Conhecimento da verdade. E o que é a verdade, Coni. A verdade são as leis. Então, todo o foco de trabalho do centro espírita com eh ênfase no espírito imortal vai ser um trabalho conforme as leis divinas e a prática das virtudes cristãs. Porque é por meio da do da prática das virtudes que nós conectamos com as leis e vivenciamos as leis. Então, em todas as atividades do centre espírita, o foco é nesse espírito imortal que vai ser levado a conhecer as leis e vivenciá-las por meio das virtudes. Como que faz se faz isso com crianças pequenas? Você vai chegar lá, vamos dar uma hoje uma laula de lei de amor, justiça e caridade. Criança tem 4 anos. Aí você vai lá explicar o que é a lei de amor, a dimensão amor, a dimensão justiça, a dimensão caridade. É assim que se faz com criança de 4 anos, de cinco, de seis. mais concretas. A criança na na primeira infância necessita de uma formação concreta. E como que você então trabalha, por exemplo, a lei de amor, justiça e caridade com a criança na primeira infância? Hum. Isso. Da ludicidade ao meio. Mas como que se trabalha com a lei? a gente trabalha com a eh com elas mais através do exemplo. A gente pode o exemplo de que, Soraia? A gente tá tá vivenciando com elas, por exemplo, você gostaria que um coleguinha seu, né, eh, fizesse alguma coisa que você não quer, né? A gente pode até mostrar isso é isso que você tá falando é muito importante. Você a Sorai tá dizendo, você eh conversar com a criança, você gostaria de fazer alguma coisa que eu eh que o coleguinha fizesse alguma coisa que você não quer? Em que momentos você faz isso? Você vai dar aula disso? ou no momento que alguém deu um um um beliscal no outro ou alguma coisa com
a que eu eh que o coleguinha fizesse alguma coisa que você não quer? Em que momentos você faz isso? Você vai dar aula disso? ou no momento que alguém deu um um um beliscal no outro ou alguma coisa com outro, você trabalha aquilo, você aproveita o que acontece realmente na sala. Então, na nas várias experiências, o que que você vai trabalhar? Com lei ou com virtude? Vamos trabalhar com a Nós vamos trabalhar com a criança pequena com as virtudes, porque a criança nessa faixa etária de 0 a 7 anos especialmente não consegue abstrair. Então você não tem como ainda nessa faixa etária explicar sobre leis para ela, mas você tem como trabalhar as virtudes, sim, não explicando teoricamente. A virtude da humildade é isso e isso e isso. Na experiência que a criança tem, você trabalha a virtude da humildade. Você vai trabalhar a virtude do amor, da justiça. Está se trabalhando a lei também quando se trabalha as virtudes? Está. Nós estamos trabalhando com a lei na hora que trabalhamos as virtudes. Na segunda infância, quando a criança já consegue abstrair um pouco mais. Como que se trabalha? Uhum. Isso. Então, na segunda infância, a criança já consegue abstrair. Você continua trabalhando com as virtudes, mas já conectando virtudes e leis. Ela vai aprendendo na vida prática que existem leis, existem virtudes. E para adolescente, como que você trabalha? Isso em cima dos casos, das parábolas. Isso. Então, o adolescente ele já tem uma capacidade quase plena de abstração, quase que igual do adulto. Ainda não tá igual do adulto, mas tem a capacidade. E aí para o adolescente você já pode adentrar nas virtudes mais de forma prática, conectando virtudes e lei e leis. Só que o a o que o adolescente pede, ele pede que você teorize ou ele pede que que a vida dele seja refletida a luz das leis. Ele pede que a vida dele ele pede que a vida dele seja refletida à luz das leis. Então, com o adolescente você vai trabalhar com os dilemas da vida, com os dilemas quando ele vai ser convidado a fazer escolhas desta ou
a dele ele pede que a vida dele seja refletida à luz das leis. Então, com o adolescente você vai trabalhar com os dilemas da vida, com os dilemas quando ele vai ser convidado a fazer escolhas desta ou daquela maneira. A partir dessa escolha das da que eles é convidado a fazer, você trabalha com ele com base nas virtudes e nas leis. Então, quando nós estamos fazendo isso, o que que nós estamos fazendo na evangelização? Colaborando com as informações, intelectos, morais. Então, tudo aquilo que está codificado não vai ser trabalhado, hipses verbos como está lá na codificação, mas adaptado à necessidade da criança na primeira infância, na segunda infância e do adolescente. A evangelização reflexiva, ela tem como objetivo isso, sempre o foco nas leis divinas, no desenvolvimento das virtudes, trabalhado de forma específica para cada faixa etária. O foco é sempre na promoção do espírito imortal. Isso também vai eh ser trabalhado em outras áreas do centro espírita, não apenas na evangelização. Na visão teológica, o centro espírita é tem uma na a como há na prática uma estrutura clerical, a posição sacerdotal é inquestionável e os pilares são instituídos como vontade de Deus e devem ser aceitos sem questionamento. Mas e aí, gente? O se o centro espírita não tem sacerdote na teoria não, mas tem o presidente de centro que funciona como às vezes como verdadeiros dirigentes de paróquia, né, lá da do do da idade média, que é o que eu falo, vocês têm que fazer. Não tem questionamento, não tem discussão, não tem nada. É tudo por é como se ele fosse ungido pelos espíritos superiores para estar ali. Então não se questiona, né? É o dono do centro espírita, né? Porque ele construiu o centro, a família dele, porque às vezes já herdou do do pai, da mãe e e e herdoua aquele centro espírita e fica ali naquele como se fosse tudo uma vontade de Deus. Não há uma estrutura clerical formal, mas há uma estrutura clerical na prática. Então, existe quem manda e quem obedece. Então, as o os participantes do centro vão
o se fosse tudo uma vontade de Deus. Não há uma estrutura clerical formal, mas há uma estrutura clerical na prática. Então, existe quem manda e quem obedece. Então, as o os participantes do centro vão obedecer a ordem, as ordens do dirigente, né? Quanto mais egóico for esse dirigente, mais autocrático vai ser esse centro espírita. Agora, faz sentido um centro espírita ser assim, gente? Faz sentido autocracia dentro de um centro espírita, dentro de uma instituição espírita, qualquer que ela seja, não faz sentido algum. O que faz sentido a doutrina espírita é uma doutrina de liberdade, de responsabilidade, de liberdade com responsabilidade. É uma doutrina para que você entenda o porquê das coisas e faça não porque alguém mandou, mas porque você sabe que é assim. É o que nós vemos aqui, como funciono como laboratório moral de produção e assimilação de conhecimentos. A posição dos investigadores, ou seja, dos dirigentes e trabalhadores do Centro Espírita, é flexível porque a sua importância tem relação direta com a continuidade do seu trabalho. Ocupa os postos enquanto estão em sintonia com o propósito do centro, que é o mesmo da doutrina espírita. Vejamos, não há donos do centro da visão espírita. Aqueles que estão num num determinado momento numa posição de hierárquica de eh coordenar a atividade, mas são pessoas iguais aos outras. E num centro espírita sério, essas pessoas se revezam na direção, não há donos de trabalhos e de de da consciência dos outros, do direcionamento da consciência dos outros. Todos são convidados a investigar, todos são convidados a refletir sobre as leis divinas e trabalhá-las por meio do exercício das virtudes. E aí, nesse movimento, todos crescem, dirigentes e trabalhadores e frequentadores do Centro Espírita. O frequentador é convidado a ser trabalhador o mais rápido possível, porque é no trabalho do bem que nós nos renovamos com mais intensidade. Tudo isso é feito no Centro Espírita que funciona como laboratório moral, um laboratório de crescimento das
ais rápido possível, porque é no trabalho do bem que nós nos renovamos com mais intensidade. Tudo isso é feito no Centro Espírita que funciona como laboratório moral, um laboratório de crescimento das pessoas. Todos crescem. Onde existe engessamento, alguém tá ficando engessado, rígido, não evolui. E normalmente nos centros espíritas que há esse engessamento, ninguém evolui, todos ficam estagnados a começar dos próprios dirigentes que se cristalizam nessa posição sacerdotal inquestionável que disfarçada que tem no movimento espírita. Agora vamos ver a descrição da igreja de Antioquia, de como ela funcionava. Por quê? A base de tudo é o amor que nós vimos na na fala do do espírito de verdade. Se a base é o amor e a instrução vem como somatória, somando o amor para gerar a educação, todo esse movimento que de renovação do cristianismo que se dá pelo Espiritismo tem como base a as igrejas cristãs de primórdios e o modelo a igreja de Antioquia que nós vamos ver a descrição de Emânio no livro Paulo Estevo na segunda parte capítulo 4. A instituição de Antioquia era então muito mais sedutora que a própria igreja de Jerusalém. A igreja de Jerusalém é a casa do caminho. Por que que Emânio diz que a igreja de Antioquia era era mais sedutora no sentido de de mais eh voltada para as concepções cristãs? Porque na igreja de Jerusalém, pela proximidade do Sinédrio, havia práticas judaístas, práticas que eram muito mais do judaísmo do que do cristianismo. O próprio Tiago, para evitar a perseguição, colocava muitas das práticas judaicas dentro da igreja do caminho. Antioquia, como já ficava muito distante de Jerusalém, já não era mais Israel, ela era mais livre para as práticas verdadeiramente cristãs. Por isso que diz: "Vivia-se ali um ambiente de simplicidade pura, sem qualquer preocupação com as disposições rigoristas do judaísmo. Havia riqueza porque não faltava trabalho. Todos amavam as obrigações de turnurnas. aguardando o repouso da noite nas reuniões da igreja. Qual uma bênção de
com as disposições rigoristas do judaísmo. Havia riqueza porque não faltava trabalho. Todos amavam as obrigações de turnurnas. aguardando o repouso da noite nas reuniões da igreja. Qual uma bênção de Deus? Então, vejamos a aqui. Eu coloca a primeira virtude fundamental para um centro espírita funcionar como a igreja de Antioquia. A simplicidade pura. O que é essa simplicidade? é ter um centro espírita pobre materialmente, mais coisa mais simples, não ter nenhum conforto, nenhum ar condicionadozinho aqui na Calorenta, Cuiabá, não, não tem nada a ver com isso, porque tem muita gente que acha que a simplicidade é banco de madeira tosco, é parede só caiada, sem nenhuma beleza. Isso não é simplicidade. É claro que se o centro for muito pobre e as pessoas que estão ali muito pobres, que é muito raro, porque a maioria dos espíritos são de classe média, média alta, mesmo centro de periferia, eh, são os espíritas são de classe média, no mínimo, né, até de classe alta. Se não for essa condição, não tem por o centro espírita não ter conforto. Agora, a simplicidade simplicidade em que em que sentido? Uhum. Já. Então, o que é essa simplicidade? simplicidade. A simplicidade é no coração. A simplicidade para conexão com o evangelho de Jesus em espírito e verdade e não um movimento de de eh teológico em que as coisas vão se complicando, né? Todas as vezes que nós colocarmos o ego, o nosso ego em primeiro lugar, nós complicamos as coisas ao invés de desenvolver a simplicidade. Então, as pessoas ali, elas amavam a igreja, buscando as reuniões da igreja como uma bênção de Deus. muita gente no centro espírita hoje, né? Nossa, que droga, hoje tem reunião no centro, né? Em vez de se vir aquilo com ver aquilo como uma bênção, vem como estorvo na sua vida, né? Por quê? Porque falta essa conexão profunda com o sentido cristão do eh da doutrina espírita. Oi. Fala. Dá para ouvir. Uhum. Sim. A igreja deofia, a primeira a gente vê, parece é uma igreja que as pessoas são perfeitas e sobra de uma forma perfeita.
sentido cristão do eh da doutrina espírita. Oi. Fala. Dá para ouvir. Uhum. Sim. A igreja deofia, a primeira a gente vê, parece é uma igreja que as pessoas são perfeitas e sobra de uma forma perfeita. Ele faz com que há amar sentimento, distanciamento da igreja, a realidade isso é possível. Uhum. no coração, não quer dizer que eles não tinham diferentes desafios. Uhum. Sim. Excelente pergunta da da Jéssica. Eh, às vezes, pela descrição de Emâno, nós podemos achar que as pessoas da igreja de Antioquia eram perfeitas e que elas não passavam por experiência de desafio, né? nas descrições que o próprio Emânio coloca e na nas eh falas de Paulo e de tudo aquilo que havia no no livro Paulo Estevo, tudo que é descrito, eles passavam sim por experiências de desafio. Eram espíritos em evolução, como todos nós. A diferença deles para nós, qual era? Havia uma diferença que nós somos convidados a mirar no exemplo deles e fazer o mesmo. Hã, eles vivenciavam os ensinamentos. Eles vivenciavam os ensinamentos, mas havia algo que fazia com que eles vivenciassem o a certeza, o ardor que eles sentiam por estar num trabalho assim. Então essa era a diferença dos primeiros cristãos para nós hoje, os cristãos da última hora, nós somos convidados a refletir por que eles tinham tanta convicção, porque que eles entregavam as próprias vidas, como como o Emânio coloca aqui, com muito amor, trabalhava 12 horas por dia em serviços braçais a maioria, porque naquela época sim, a maioria era muito pobres, não é? Como da classe média que a gente pega os nossos carros e vamos pros centros, inclusive os de periferia. Mas naquela época era eram muito pobres. A grande maioria tinham os que tinham mais dinheiro, mas a grande maioria só andava a pé e trabalhava. E os e os e as igrejas normalmente era nas situaçõ em regiões periféricas. Em Roma ele se reuniu na nas catacumbas, que é na periferia de Roma. Por que que eles faziam isso? Exatamente. Porque o ardor pela eh tarefa, pelo estar na seara de Jesus, por estar num trabalho efetivo em
ma ele se reuniu na nas catacumbas, que é na periferia de Roma. Por que que eles faziam isso? Exatamente. Porque o ardor pela eh tarefa, pelo estar na seara de Jesus, por estar num trabalho efetivo em nome de Jesus era muito grande. todos nós. A igreja de Antioquia é um modelo para nós, para que nós possamos também, por nossa vez, desenvolver as virtudes cristãs em nossos corações. Aí sim, nós vamos ter uma ah um movimento espírita cada vez mais cristianizado, um centro espírita cada vez mais voltado para a essa prática cristã por excelência do exercício das virtudes cristãs. Então somos, da mesma forma que eles eram seres em aperfeiçoamento, nós também podemos ser. A partir do momento que nós refletimos e passamos a viver como espíritos imortais e não apenas sabermos que somos espíritos imortais, os israelitas distantes do foco das exigências farisaicas cooperavam com gentios, sentindo-se todos unidos por soberanos laços fraternais, raríssimos que falavam na circuncisão e por constituir constituírem fraca minoria, eram contidos pelo convite amoroso à fraternidade e à união. As apsembleias eram dominadas por ascendentes profundos do amor espiritual. A solidariedade estabelecera-se com fundamentos divinos. Vejamos, eram tão pessoas comuns que até a questão da circuncisão era colocada. O que é essa circuncisão? É preciso remontar a cultura judaica. Como a o cristianismo surgiu dentro da do do próprio ambiente judeu, o judaísmo preconizava que todos os meninos precisavam fazer a circuncisão. O que é a circuncisão? A retirada de parte do do da pele que cobre o a glândula a grande do pênis. Eu não sei de onde surgiu essa tradição, assim, a origem dela, não sei, mas todos os judeus são obrigados a fazer essa circuncisão. Na época do cristianismo, muitos não judeus se acercaram das igrejas cristãs. Da igreja do caminho, da casa do caminho, eles eram obrigados a fazer circuncisão. Se não eram judeus, mesmo adultos eram obrigados a fazer a circuncisão porque era era leito, sendo
s igrejas cristãs. Da igreja do caminho, da casa do caminho, eles eram obrigados a fazer circuncisão. Se não eram judeus, mesmo adultos eram obrigados a fazer a circuncisão porque era era leito, sendo e é como se fosse para ser cristão precisa ser circuncidado. Jesus nunca falou de circuncisão. Circuncisão é uma é apenas uma prática histórica do povo hebreu. não tem nada a ver com questões morais, mas é cultuado por esse povo. Na igreja de Antioquia havia os judeus, mas também havia os gentios, porque como eram a Antioquia é na hoje na antiga eh que hoje é a Síria, mas era naquela região que hoje é Assíria, já não haviam costumes judeus, mas haviam judeus. E eles, alguns deles começavam a questionar, mas por que que os homens aqui não são circuncidados, mas eram convidados à fraternidade, à união, né? No livro Paulo Estevo várias vezes coloca essa questão da circuncisão. Inclusive Tito e Timóteo, por uma imposição de Thago e dos companheiros de Tiago foram submetidos à circuncisão sobesto de Paulo de Tarso, que Paulo de Tarso, como ex-fariseu e ex-doutor da lei, ele cultiva especialmente as virtudes e sabia que a circuncisão não tinha nada a ver com virtudes, mas que ele acabou acabou cedendo para evitar problemas maiores para não para ele, Paulo, mas para próprio Tito e o Timóteo, que não eram judeus e que se tornaram cristãos, né? Existe até a epístola de Paulo a Timóteo e a epístola de Paulo a Tito, como lá no Evangel no no Novo Testamento. Mas apesar de todas essas querelas que havia, o que Emânio coloca aqui? Os laços fraternais predominavam. a virtude da fraternidade somada à simplicidade pura e o amor espiritual e a solidariedade. Vejamos que ele vai somando virtudes que eram exercitadas pelos primeiros cristãos à época. As dores e os júbilos de um pertenciam a todos. A união de pensamentos em torno de um só objetivo dava ensejo a formosas manifestações de espiritualidade. Em noite determinadas havia fenômenos e vozes diretas. A instituição de Antioquia foi um dos raros centros
nsamentos em torno de um só objetivo dava ensejo a formosas manifestações de espiritualidade. Em noite determinadas havia fenômenos e vozes diretas. A instituição de Antioquia foi um dos raros centros apostólicos, onde semelhantes manifestações chegaram a atingir culminância indefinível. A fraternidade reinante justificava essa concessão do céu. Então, o que acontecia? Fenômenos de vozes diretas. Os espíritos, os benfeitores, se comunicavam com as chamadas vozes diretas, que são os fenômenos de efeitos físicos, em que ele não precisa de um médium para falar, eles criam uma garganta de ectoplasma. Hoje que se conhece bem o fenômeno, na época eles não se não se conhecia. E aí eles falam: "Essa garganta eh ectoplágica pode ser visível ou invisível". Ah, eles materializam de uma forma que mesmo que não fique visível, o espírito fala. Por isso que havia muito a o fenômeno das vozes diretas colocadas na Bíblia. E muita gente achava que era Deus falando, na verdade eram os espíritos falando para outros espíritos. Agora o que o Emânio coloca, as dores e os júbilos de um pertenciam a todos. Por esse ambiente de fraternidade pura, o que ocorre ocorria quando alguém passava por uma situação de dificuldade, todos a corriam para ajudar. Quando alguém ficava bem, todos se rejubilavam com a o as bênçãos desse dessa pessoa. Então, não havia essa eh competição que muitas vezes hoje nós temos no nosso movimento espírita, né? competição entre centros, competição entre grupos em determinados em centros em que as pessoas não estão anadas pela mesma fraternidade. São virtudes que nós somos convidados a desenvolver. Nos dias de repouso, a pequena comunidade organizava estudos evangélicos no campo. A interpretação dos ensinos de Jesus era levada a efeito em algum recanto ameno e solitário da natureza, quase sempre às margens do Horontôtes. O amor que eles tinham pela causa era tão grande que todas as noites iam para as a igreja. E no único dia de descanso, eles iam, faziam piquenique à beira do do rio Eurorontes ou de outro
Horontôtes. O amor que eles tinham pela causa era tão grande que todas as noites iam para as a igreja. E no único dia de descanso, eles iam, faziam piquenique à beira do do rio Eurorontes ou de outro outro lugar para estudar o evangelho de Jesus no ambiente da natureza. Devia ser belíssima esses encontros junto à natureza do deles estudando o evangelho de Jesus e se irmanando em fraternidade, né? Nós temos aqui no projeto Espiritizar desenvolvido uma atletividade muito semelhante a essa que é o encontro reflexivo à luz do evangelho de Jesus para que nós no ambiente junto à natureza trabalhemos os ensinamentos de Jesus numa prática de fraternidade cristã. Oi. Isso foi eh hoje a sua cidade, né? Isso e esse revolo dele organizar tem muita falando que o revol são atividades, mudanças de atividades, mudanças de atividades. Então o os estudos dasções para ele era um verdadeiro trazer. Exatamente. A Jéssica faz um comentário interessante. Esse repouso tenha muito a ver com a fala de Joana, que repouso pode ser eh mudança de atividades e não necessariamente ociosidade, né? Nós estamos numa numa fase da da humanidade em que muita gente acha que para repousar precisa ficar ocioso sem fazer nada, sem refletir nada, sem eh estar numa atividade que seja ao mesmo tempo prazerosa e reflexiva, construtiva para o espírito imortal. Aqui mostra que o repouso para eles era operante. Só que em vez de ficar na atividade do fazer, o que que eles buscavam? O que eles buscavam? O trabalho material era bem de fazer, fazer coisas. A, no dia de repouso, ele buscava o aprimoramento do ser, do ser espiritual e da prática da fraternidade em conjunto, porque a a com certeza e as famílias inteiras para essas atividades, todos convivendo no mesmo ambiente eh de reflexão à luz do evangelho de Jesus. perguntas do que nós vimos até agora. Vamos agora estudar o evangelizador ou evangelizadora e o sentido do trabalho do bem. Conforme nós estamos refletindo desde o início da manhã, todo e qualquer trabalho do bem,
que nós vimos até agora. Vamos agora estudar o evangelizador ou evangelizadora e o sentido do trabalho do bem. Conforme nós estamos refletindo desde o início da manhã, todo e qualquer trabalho do bem, especialmente o trabalho em que nós vamos lidar com o evangelho de Jesus, com as leis divinas na consciência, com a prática das virtudes, deve fazer sentido para nós. Se não fizer sentido para o trabalhador do bem, nós vamos criar caricaturas e não verdadeiramente um trabalho do bem. Então, refletir profundamente sobre o sentido do trabalho do bem em nossas vidas é fundamental para qualquer tarefa. Para evangelizador, para evangelização, é imprescindível. Porque como que nós vamos desenvolver efetivamente o evangelho de Jesus se nós não estivermos plenamente consciente para vivermos a atmosfera dos cristãos de como de Antioquia que nós acabamos de ver. Só é possível se nós buscarmos o sentido profundo disso. Para buscar esse sentido, nós vamos estudar algumas das parábolas do evangelho. Nós vamos estudar três parábolas do evangelho de Jesus dentro dessa concepção do sentido do trabalho do bem, que que é fundamental conectarmo-nos para podermos realizar o bem no limite das forças. Vamos começar com Mateus, capítulo 9, versículos 37 e 38. Então disse aos seus discípulos: "A sear é realmente grande, mas poucos são os seifeiros. Rogai pois ao Senhor da seara que mande seifeiros para a sua seara". De que Jesus tá falando aqui, gente? O que é a seara? Não é a fábrica de comida, né? O que é seara aqui? Hã, que trabalho? É um trabalho específico do Bank. Mas que trabalho é esse? De implantação do reino de Deus na terra. É aquilo que o espírito de verdade coloca naquela mensagem. A implantação do reino de Deus na terra é a seara de Jesus. Foi para isso que Jesus encarnou entre nós. É para isso que os benfeitores espirituais trabalham em sintonia com o mestre. O trabalho para a implantação do reino de Deus na terra. E onde que é a maior seara para implantação do reino de Deus
ós. É para isso que os benfeitores espirituais trabalham em sintonia com o mestre. O trabalho para a implantação do reino de Deus na terra. E onde que é a maior seara para implantação do reino de Deus da terra? Hum, onde é? Nos nossos próprios corações. É a maior seara. Nós só vamos ter o planeta inteiro realizando o reino de Deus com a implantação em nossos corações. Na época de Jesus, a seara já era grande e agora ela diminuiu ou continua grande ou até aumentou. Que que vocês acham? Diminuiu ou aumentou? Hum. Aumentou bastante. Aumentou bastante a seara. Por isso Jesus diz: "Rogai pois ao Senhor da seara que mande seifeiros para a sua seara. Nós estamos sendo convidados, obrigado, a ser seifeiros dessa seara. O trabalho da evangelização é um trabalho muito digno e significativo dessa seara. Vejamos, para que você evangelize uma criança, uma jovem ou mesmo um adulto, é necessário que você evangelize você mesmo em conjunto, concomitantemente. Então, essa é uma seara fundamental para todos nós. Vamos, antes de estudar as as parábolas, estudar uma orientação de Euríptes Barçsanufo sobre o trabalho do bem. que está no livro Tormentos da Obsessão. É uma orientação muito significativa essa do Euíes, porque serve para todos nós em qualquer área de atuação que nós tivermos, agora, principalmente para nós com conosco mesmos como espíritos imortais em evolução. Antes da viagem à reencarnação diz Eurípides, ainda lúcido, o candidato promete fidelidade e devotamento, sintonia com os amigos espirituais que ficaram na erraticidade para os ajudar na desincumbência do dever. Logo, porém que o corpo sombra a lucidez espiritual, diminuindo-a, os impositivos da matéria passam predominar no ser em recomeço, não poucas vezes afastando-o do caminho traçado. De que orípede está falando aqui, gente? Oi, do esquecimento do passado, que é a lei do esquecimento para nos proteger de nós mesmos, como nós já falamos. E que mais? O que nós esquecemos? Existe um compromisso, uma programação. Para que nós esqueçamos os desmandos que
do, que é a lei do esquecimento para nos proteger de nós mesmos, como nós já falamos. E que mais? O que nós esquecemos? Existe um compromisso, uma programação. Para que nós esqueçamos os desmandos que fizemos, é claro que esse esquecimento não tem como ser seletivo. Eu vou só esquecer dos crimes e dos do de toda promessa. Eu não esqueço. Não tinha como, não tem como ser assim, né? Agora, esse esquecimento é total. O que o livro dos espíritos diz? Que o esquecimento nunca é total, que nós temos uma intuição daquilo que nós programamos. Só que por que que acontece o que o Eurípedes diz aqui? O corpo sombra a lucidez espiritual, diminuindo-a, e os impositivos da matéria passa a predominar no ser em recomeço, não poucas vezes afastando do caminho traçado. Por que que isso é um fenômeno muito comum? É por causa da lei do esquecimento. Exatamente. Não tem a ver com a lei do esquecimento, porque se fosse eh por causa da lei, quem seria responsável por isso? Deus, Deus seria responsável se fosse por causa da lei do esquecimento. Quem é responsável somos nós mesmos pela nossa tendência a cultuar uma a matéria em vez de cultivar as questões do espírito. Então, nós mesmos criamos esse problema. Da mesma forma que nós criamos esse problema cultuando a matéria em detrimento das questões espirituais, somos nós que vamos resolvê-lo, cultivando o espírito para pairar acima da matéria. Isso é muito importante para todos nós, porque nós somos espíritos imortais. Se nós começarmos a viver exclusivamente para as questões materiais da vida, é um passo para nós resvalarmos em situações muito infelizes que nós trazemos a ser renovada, a ser transformada. Eis porque o espiritismo, representando o retorno de Jesus à Terra através de Oador, desempenha a missão sublime de despertar as consciências adormecidas. facultando intercâmbio direto com o mundo da de origem, onde se aurem as energias indispensáveis ao cumprimento da tarefa e se dispõe das lembranças para o prosseguimento dos compromissos.
dormecidas. facultando intercâmbio direto com o mundo da de origem, onde se aurem as energias indispensáveis ao cumprimento da tarefa e se dispõe das lembranças para o prosseguimento dos compromissos. Então, o convite, qual é? A doutrina espírita, ela é clara e o objetivo é de despertar as consciências adormecidas. a começar de quem? De nós mesmos, né? De nós mesmos. Antes de despertar os outros, nós somos convidados a despertar as a nós mesmos para que nós possamos lembrar dos nossos compromissos e sermos fiéis a esses compromissos, aquilo que nós programamos antes de reencarnarmos. A reencarnação é sempre um grande desafio, especialmente para aquele que deseja realizar a meritória obra de espiritualização dos homens, a começar de si mesmo, por si mesmo. São muitos os impedimentos naturais que se levantam nessas ocasiões, tentando embaraçar ou dificultar a execução do programa de lineado. Então, nós programamos a espiritualização nossa e da coletividade em que vivemos. Reencarnamos para isso depois da programação e existem vários impedimentos naturais para embaraçar ou dificultar esse programa delineado que existem. existem. Porque o fato de estarmos num mundo em que a grande maioria das pessoas ainda cultuam o materialismo é um um fator que embaraça, que dificulta a execução do programa, mas impede o impedimento vai ser por nossa conta. Vejamos que o mentor diz aqui: "Ebaraça ou dificulta, mas não impede." Se impedir a nossa transformação, nós é que somos responsáveis. Não é o status qu, não é a condição da terra, porque senão a terra não teria jeito. Somos nós, a nossa preguiça que vai impedir e o nosso esforço vai fazer com que nós superemos qualquer embaraço, qualquer dificuldade. O carreiro carnal é sempre uma experiência de alto risco para quem deseja atingir as comeadas da montanha das bem-aventuranças. Recordando-os do Mestre, constataremos que ele venceu os três montes que o desafiaram. Então aqui ele vai começar a refletir sobre uma met uma metáfora de três
meadas da montanha das bem-aventuranças. Recordando-os do Mestre, constataremos que ele venceu os três montes que o desafiaram. Então aqui ele vai começar a refletir sobre uma met uma metáfora de três montanhas, três montes. Todos nós que queremos elevar as nossas consciências e ir além do lugar comum da vida puramente material, somos convidados a superar esses três montes da mesma forma que Jesus os venceu. Vejamos quais são esses três montes. O Tabor, onde se transfigurou em esplendente de beleza diante de Moisés e Elias, que vieram reverenciá-lo, bem como dos discípulos que ainda não tinham dimensão da sua grandeza. foi o monte da comunhão espiritual no seu sentido mais elevado. Então, ele faz referência ao Tabor. Tabor Jesus, juntamente com Pedro e João, que foram os únicos discípulos que subiram ao Tabor com ele lá diante de Pedro e João, ele se transfigura, recebe a visita de Moisés e de Elias. E ali ele se mostra quem ele é. foi bem no início do seu messianato. E João e e e Pedro, principalmente Pedro, fica tão deslumbrado que pede para Jesus montar uma tenda lá naquele monte e ficar lá para sempre. Porque ele ficou tão sensibilizado e achando que era o monte e não Jesus, né? Ele estava com a fonte e queria ficar montar uma tenda lá no Monte Tabor. Essa, esse é o convite para essa comunhão espiritual. Na na na verdade essa transfiguração foi a comunhão plena de Jesus com Deus. E nós somos convidados a quê? Além da comunhão com Deus, somos convidados à comunhão com Jesus e com os espíritos superiores que nos legaram à doutrina espírita. Esse é o grande convite. Em qualquer trabalho do bem, nós somos convidados a essa comunhão, a comunhão espiritual com os espíritos superiores. Isso só vai acontecer se nós elevarmos as nossas consciências. A doutrina é dois espíritos, não é nossa. O que é nosso é o movimento espírita. Se nós não estivermos no tabor da elevação interior, nós não conectamos com os espíritos superiores para levar avante a o movimento espírita, sendo fiel à
nossa. O que é nosso é o movimento espírita. Se nós não estivermos no tabor da elevação interior, nós não conectamos com os espíritos superiores para levar avante a o movimento espírita, sendo fiel à doutrina. O outro foi aquele no qual ele cantou as bem-aventuranças, revolucionando os códigos de ética, de economia e de moral vigentes na sociedade, abrindo horizontes novos para o entendimento dos valores espirituais. Então aqui o Euríped fala do do sermão da do chamado sermão da montanha, onde Jesus começa a falar sobre as bemvent bemaventuranças. Bem-aventurados os aflitos, porque serão consolados. Bem-aventurados os puros de coração, porque verão a Deus e assim por diante. E ali Jesus mostra no sermão da montanha, são três capítulos do Evangelho de Mateus, o chamado sermão da montanha, capítulo 5, 6 e 7, toda ética, de economia e de moral vigentes na nossa sociedade desde a sua época e para todo sempre. Ele coloca de uma forma simbólica belíssima esse código moral. Esse código moral é serve para quê? Para que serve o monte das bem-aventuranças? Para nos orientar. Para nos orientar a quê? Qual, qual é a ligação desse monte com o Tabor anterior? Claro, a questão do armar a pedra da gente amar a ele, amar ao próximo com a menina. Uhum. Todo exercício do amor é importante. Vejamos que aqui Eu está falando dos códigos de ética. Como que nós podemos elevar as nossas consciências? Existe uma maneira de elevar a nossa consciência. Qual é? Cumprindo os códigos de ética. A ética moral. desenvolvimento das virtudes. Vejamos que esse monte aqui só vai acontecer o Tabor se nós fizermos o exercício que ele sugere aqui no Monte das Bemaventuranças. Se nós não fizermos os exercícios, que o sermão da montanha é uma síntese das de todas as virtudes que Jesus propõe, não há elevação da consciência, não há conexão com os espíritos superiores. Faz sentido isso, gente? Vamos ver o terceiro monte. E por fim, o Glgota, onde aparentemente vencido, triunfou imortal, colocando a ponte para a perpétua comunhão de todas
com os espíritos superiores. Faz sentido isso, gente? Vamos ver o terceiro monte. E por fim, o Glgota, onde aparentemente vencido, triunfou imortal, colocando a ponte para a perpétua comunhão de todas as criaturas com o Pai. No primeiro, ele desvelou-se, no segundo estabeleceu as diretrizes do amor e no terceiro viveu todos os ensinamentos que enunciou. E o Glgota, o que aconteceu no Glgota, no monte Gólgota? Ele foi crucificado. Foi lá no Glgota que ele foi crucificado. Qual é o símbolo que está por trás da crucificação? é o símbolo de uma virtude muito sublime. Inclusive, esta semana o mentor Honório trouxe uma mensagem, já publicou e trouxe uma mensagem sobre exatamente sobre essa virtude. O título da mensagem é essa virtude que Jesus vivenciou, vivenciou num nível mais profundo que um ser humano pode vivenciar. Que virtude é essa? Hã? Humildade não é mais hum o sacrifício, né? Foi um sublime sacrifício. Sacrifício. A palavra sacrifício, ela foi sofreu modificações ao longo do tempo e hoje tem um sentido pejorativo, como se fosse uma coisa abete, sacrificante, nojenta. Que na verdade o irmão Toronor nos explicou certa vez que sacrifício vem de ofício sagrado, o maior ofício a ser cultivado pelo ser. Então, ofício sagrado, Jesus veio para nos ensinar o amor, a a fraternidade, a compaixão. E ali na Gólgota, diz o mentor Honó nessa mensagem que vai ser publicada no site do Espiritizar essa semana que vem. Ele vai ao sacrifício com um sentimento de profunda compaixão para todos nós e desencarna pedindo para Deus nos perdoar, porque nós não sabíamos o que estávamos fazendo naquele momento. E por isso que Eu fala que aparentemente vencido, ele triunfou e o mortal. Qual é o sentido do Golgota frente aos outros dois montes para nós, não para Jesus? O Golgota é um convite a quê? Vejamos no Tabor, nós somos, é um convite à elevação da consciência. No Monte das B-aventuranças, que não não tem um nome específico, é o convite à prática das virtudes cristãs por excelência para no por meio do código moral que
é um convite à elevação da consciência. No Monte das B-aventuranças, que não não tem um nome específico, é o convite à prática das virtudes cristãs por excelência para no por meio do código moral que Jesus coloca no próprio sermão da montanha e numa síntese nas próprias bem-aventuranças. E esse terceiro, qual a relação que ele tem com os outros dois? Eh, que hoje somos convidados a transformar as experiências. Uhum. experiências essas experiências usadas em experiências exitosas dando testemunho daquilo que nós estamos fazendo e devemos sentido a vida através eh para depois justamente chegando essa conclusão porque efetivamente Uhumou caminho Deus do nosso coração. O Coni fala que ser numa síntese o que ele falou que seria um trabalho de eh superar experiências, desafios, experiências, transformando experiência de aprendizado no trabalho de desenvolvimento da da do do eh em nossos corações. Seria isso. Isso tem a ver com o segundo monte, o das bem-aventuranças. E esse terceiro? Sim. No caso de Jesus e o nosso caso, a questão é conosco. A pergunta é exatamente? Então, exatamente o que a Antônio tá dizendo. Esse terceiro monte que Eurípedes convida a refletirmos metaforicamente é o monte do testemunho interior. E quando é que surge esses testemunhos? Quando é que nós somos convidados ao testemunho? Hum. das dificuldades. Son das dificuldades. Essas são as experiências de desafio que são são importantes, mas o testemunho maior não é esse. É onde que acontece o testemunho maior. Hã, nas atividades não é algo mais profundo. Na nossa intimidade, sim. Mas onde? Na intimidade, Vinícius. Onde se dá o maior testemunho? Hã, a perda são as experiências desafio. Elas são importantes, mas não é o maior testemunho. É o que a Vanessa falou na nossa consciência que se dá o testemunho maior. Que testemunho é esse? Hã? A prática das virtudes é o é o monte das bem-aventuranças, que é o exercício. E o que acontece na consciência do ser quando ele está praticando essas virtudes? Hã? Não, a felicidade é consequência.
ã? A prática das virtudes é o é o monte das bem-aventuranças, que é o exercício. E o que acontece na consciência do ser quando ele está praticando essas virtudes? Hã? Não, a felicidade é consequência. O Golgota não é o símbolo da felicidade, porque alguém seria feliz no crucificado. Vinícius a hã a a submissão profunda a Deus. Exatamente. Não é essa a missão do espírito imortal? A submissão profunda a Deus na nossa consciência para a elevação do espírito imortal que somos. Está lá na questão 115. Todos nós somos criados simples e ignorantes e temos uma missão, a missão de conhecer a verdade para nos aproximarmos de Deus. Uns aceitam submissos e outros murmuram. Enquanto nós tivermos murmurando, vai ser possível gólgota na nossa vida? Mesmo que exercitemos uma virtude alquiacolar na nossa consciência profundamente está está vendo o sacro ofício. Não. sacrofício só vai, só acontece quando nós nos submetemos profundamente a Deus, no sentido de que nós temos plena consciência do sentido profundo, das dores que passamos, dos das alegrias que passamos, de tudo aquilo que Estamos vivenciando com pleno sentido. Faz sentido isso, gente? Quando está pleno, tudo está pleno de sentido, o que que nós estamos fazendo? O triunfo imortal dentro de nós. Ficou claro? Faz sentido isso? Então, esse triunfo imortal é a o sentimento pleno de mortalidade em nós. O espírito reencarnado, conclui Eurípedes, em tarefa libertadora, sempre será chamado ao testemunho nos montes, onde problemas equivalentes o aguardam. No primeiro deve dar a conhecer o objetivo a que se dedicará. Estamos realmente eh dispostos a elevar as nossas consciências no Tabor para conectar com os benfeitores espirituais e vivenciarmos plenamente essa proposta? Essa é a pergunta consciencial a ser feita. Qual é o meu objetivo que eu vou me dedicar? Eu me dedicarei à minha projeção pessoal daquilo que eu penso, daquilo que eu sinto ou a conexão com os espíritos superiores para ser instrumento dos espíritos superiores. Seja para uma criança de 3 anos, seja
icarei à minha projeção pessoal daquilo que eu penso, daquilo que eu sinto ou a conexão com os espíritos superiores para ser instrumento dos espíritos superiores. Seja para uma criança de 3 anos, seja para um adulto que eu me aproximar, seja principalmente para mim mesmo. É esse o objetivo do primeiro monte. No segundo, cabe-lhe traçar as linhas de comportamento que adotará. Eu estou disposto a transformar o sermão da montanha num código moral da minha vida? As orientações de Jesus num código moral da minha vida? Porque só acontecerá o primeiro objetivo se o segundo também estiver fazendo parte das nossas vidas. E novamente repetindo, não é perfeição, é esforço de aperfeiçoamento. O esforço de aperfeiçoamento garante o êxito. E no terceiro, vivê-las até o momento final com equilíbrio e abnegação. Estou disposto a fazer o sacrifício de me submeter a esse compromisso consciencial que eu trouxe antes de encarnar até o momento final com equilíbrio e abnegação, sabendo que equilíbrio é essa virtude que nós refletimos, que é um exercício constante, não é uma estação de chegada, mas é um exercício constante. São perguntas conscienciais muito significativas para que nós possamos estar ver vivenciando verdadeiramente o trabalho do bem. Não é demasiado, porque nunca faltará o apoio indispensável ao êxito que procede do mundo espiritual vigilante e ativo. Eis porque iniciada a tarefa na seara, ninguém deve olhar para trás. Então, Euíes termina dizendo que por mais trabalhoso, por mais eh que haja obstáculos, que hajam eh situações que são desafiadoras, é possível sim o êxito. Nunca nos faltará apoio espiritual. Os benfeitores espirituais estarão sempre nos apoiando. Agora eles não vão poder fazer a nossa parte. Cabe a cada um de nós vigilante, ativo, em sintonia com o mundo espiritual de vigilante ativo, realizar a tarefa que lhe cabe na seara, sem olhar para trás. Então, a seara é grande, são poucos os seifeiros. que nós sejamos seifeiros fiéis, porque são ainda muito poucos
itual de vigilante ativo, realizar a tarefa que lhe cabe na seara, sem olhar para trás. Então, a seara é grande, são poucos os seifeiros. que nós sejamos seifeiros fiéis, porque são ainda muito poucos aqueles que trabalham na seara de Jesus. Perguntas. Estudaremos a seguir a parábola dos dois filhos, que aborda o sentido existencial e a importância do trabalho do bem em nossas vidas. Nós vamos fazer uma interpretação reflexiva dessa parábola e no nível que nós ainda não temos nenhum seminário. Nós já estudamos essa parábola em vários livros nossos, mas no nível que nós vamos trabalhar aqui, nós ainda não temos em seminário e nem livro. vai se sair nesse nesse livro que surgirá a partir deste seminário aqui. Parábola dos dois filhos, mais conhecida como parábola do filho pródigo, mas é esse nome impróprio, porque ela é uma parábola que que Jesus fala claramente que havia um homem com dois filhos e não um pai só com um filho pródigo. Está em Lucas, capítulo 15, versículos 11 a 32. E disse: "Um certo homem tinha dois filhos". Para interpretar essa parábola dentro de uma visão consciencial, é necessário primeiro entender quem é esse homem e quem são esses dois filhos. Quem é esse homem? Ele representa Deus na parábola. e os dois filhos, a humanidade inteira, né? Dizia, a humanidade inteira representa pessoas, perfis de pessoas e ao mesmo tempo movimentos psicológicos dentro de nós. Nós temos dentro de nós os dois filhos. Existem pessoas na humanidade que estão no perfil de um filho do outro em maior intensidade. No perfil do filho mais novo e indo para a Terra Jongincos temos o perfil do filho mais novo voltando para casa do pai e o filho mais velho. Vai ficar muito claro na parábola. E o masmoço deles disse ao Pai: "Pai, quero a minha parte da herança". E ele repartiu por eles a fazenda. Vejamos aqui neste versículo que nós temos uma uma lei div divina muito claramente colocada por Jesus. Que lei é essa? Hã, liberdade está envolvida, mas é uma outra lei que Jesus, hã,
eles a fazenda. Vejamos aqui neste versículo que nós temos uma uma lei div divina muito claramente colocada por Jesus. Que lei é essa? Hã, liberdade está envolvida, mas é uma outra lei que Jesus, hã, igualdade, né? A lei de igualdade. Vejamos que só o filho mais moço pediu. Que que o pai fez? Diviu para dividiu para os dois a fazenda, né? dividiu para os dois a fazenda, a herança, que no caso aqui era uma fazenda. Agora, antes de ir a lei, vamos refletir sobre herança, o significado simbólico da fazenda. O que é essa herança? O que é essa fazenda? Vejamos que aqui nós temos duas palavras e simbolicamente elas indicam determinadas questões muito importantes e significativas em nossas vidas. uma no nível mais usual e outra no nível bem mais profundo. Primeiramente, o que é herança? O qual é a maior herança que Deus nos oferece? Hum. As leis divinas. Por que que a maior herança de Deus são as leis divinas? A resposta dessa pergunta está na questão 614. Alguém lembra? Questão 614 do livro dos espíritos. Quando Kardec pergunta eh sobre a lei divina natural que os benfeitores respondem, alguém lembra? A lei divina natural é a única para a felicidade do homem. Ele só é infeliz quando dela se afasta. Então, vejamos por que as leis divinas é a maior herança de Deus. Elas existem para quê? Para a nossa felicidade. Então, a maior dádiva que Deus nos ofereceu são as leis divinas. Porque é por meio das leis divinas que nós vamos ser felizes. Somente por meio das leis divinas. Não há outra alternativa. Cumprindo as leis, nós somos felizes. Tá lá na questão 614. Quando nós não cumprimos as leis, nós somos infelizes. Então, vamos guardar essa reflexão. O filho pede parte da herança. Se a herança são as a maior lei de de a maior dádiva de Deus, que são as leis, o que está acontecendo? O pai reparte a fazenda. O que representa a fazenda? Os recursos que a vida oferece para o espírito evoluir e crescer. Então, por exemplo, o ar que nós estamos respirando aqui agora é nosso, hã, é um recurso que nós usufruímos, não é?
resenta a fazenda? Os recursos que a vida oferece para o espírito evoluir e crescer. Então, por exemplo, o ar que nós estamos respirando aqui agora é nosso, hã, é um recurso que nós usufruímos, não é? Ou alguém fabrica o seu oxigênio todo dia antes de sair de casa. Deixa eu fabricar meu oxigênio para eu poder viver hoje. Não, né? Ninguém faz isso. Nós recebemos o ar de graça. A água que nós tomamos, esse líquido aqui, alguém tem laboratório para fabricar água? Isso também é um recurso importantíssimo. É a parte da fazenda de Deus. né? Tudo que existe no planeta que estamos vivendo, nós não fizemos, nós não criamos, mas nós não usufruímos. Não é uma uma grande fazenda, um grande recurso. O corpo que nós usamos é nosso, fomos nós que fizemos? ou nós usufruímos desse corpo que nós que não nos pertence efetivamente, mas que pertence a na a própria natureza e que nós vamos um dia devolver pra natureza. Então, nós poderemos elencar uma série de recursos que a vida oferece, que são representa a fazenda. Mas o maior recurso não são esses materiais. Maior recurso são as leis na nossa consciência. Faz sentido, gente? Continuemos. E poucos dias depois, o filho mais novo, juntando tudo, partiu para uma terra longínqua e ali desperdiçou a sua fazenda, vivendo dissolutamente. Então, vejamos. O pai oferece a fazenda, a a herança. Ele perde parte da herança. A fazenda é distribuída para os dois, representando todos os recursos que Deus nos oferece para evoluir e crescer. E o filho mais novo ajunta tudo e parte para uma terra longínqua. Aqui nós temos símbolos muito significativos. Nós temos o filho ajuntando tudo, partir para uma terra longínqua, o desperdício da fazenda e a vida absoluta. O que nós temos aqui de reflexão para nós no nível mais profundo? todos os recursos e desperdiça. Recebe todos os recursos e desperdiça. No nível mais assim terra a terra é isso. Mas no nível mais profundo isso não é o mais significativo. Hã? Distanciamos as leis divinas. Distanciamos das leis divinas. Onde
os os recursos e desperdiça. No nível mais assim terra a terra é isso. Mas no nível mais profundo isso não é o mais significativo. Hã? Distanciamos as leis divinas. Distanciamos das leis divinas. Onde estão as leis divinas? na consciência. Na consciência, na parábola, qual é o símbolo da consciência? Há um símbolo da consciência na parábola. Qual é? Hum. A casa do Pai. A casa do Pai é o símbolo da consciência. Estar na casa do pai é estar consciente dos compromissos. para vivenciar as leis divinas na casa do Pai. Mas ele pede parte da herança. Que parte é essa? Se a herança é são as leis, parte das leis, qual lei que ele pediu para usar? Hã, lei de liberdade. Então ele pega uma das leis, que é a lei de liberdade para se afastar do quê? Da casa do pai. Da casa do pai. Das demais leis. As demais leis convida a quê? As leis, elas funcionam de que forma dentro das nossas consciências? convida o quê? A cumpri-las, não é? A as leis convidam nos convidam a cumprir. Elas nos impulsionam o tempo todo por meio de uma lei específica. Que lei é essa? Não. Hã, lei do progresso, onde fica a força endoevolutiva. A força endoevolutiva, diz o mentor no livro Eu espírito imortal, está ligada à lei do progresso, que nos impulsiona o tempo todo a evolução. Como que se dá essa evolução? Por meio de que lei? Lei do trabalho. Conectado à lei do trabalho no movimento. Qual é a virtude que nos conecta à lei do trabalho? Operosidade. Qual é que nos conecta à lei do progresso? Hum. resolução ou decisão. Então, a virtude da decisão, da resolução, que é a mesma coisa, nos conecta a lei do progresso. Nós decidimos trabalhar em função do nosso da nossa elevação moral. Isso vai acontecer onde? Na casa do pai. Só na casa do pai, que é esse conjunto de leis todas, nós vamos utilizar a lei de liberdade para de uma forma operosa por porque estamos decididos melhorar a nós mesmos. Nós usamos a lei, eh, utilizamos da lei de liberdade, exercitando a virtude da lei de liberdade. Qual que é a virtude da lei
ra de uma forma operosa por porque estamos decididos melhorar a nós mesmos. Nós usamos a lei, eh, utilizamos da lei de liberdade, exercitando a virtude da lei de liberdade. Qual que é a virtude da lei de liberdade? discernimento. Já tomamos consciência do que é melhor para nós, utilizando da lei de liberdade, nós vamos operar, nós vamos realizar as ações necessárias para evoluir e crescer. Isso é simples de acontecer, gente. Basta o desejo ou se somos convidados a usar, a mobilizar toda a vontade que a força autoevolutiva para sintonizar com a força endoevolutiva, evoluir e crescer. Dá trabalho isso? Muito trabalho, muito trabalho. Como dá muito trabalho, não é melhor ficar na oceidade usufruindo da herança? Melhor não, mas mandar uma um desejozinho tão gostoso. Você lá fica lá usufruindo de toda a herança, gastando só o dinheiro do pai no bem bom. Foi isso que o filho mais novo quis fazer. Não, ficar aqui trabalhando não é para mim, não. Não é por meu bico. Eu sou esperto, como diz carioca, né? Eu sou esperto. Eu vou para terras longínquas. Qual que é o símbolo da terra longínqua? afastamento das leis, das demais leis, utilizando a lei de liberdade, porque ele foi livre para ir para terras longínquas, da mesma forma que ele era livre para ficar, não era? Ele podia ter ficado na casa do pai, cumprindo todas as leis, mas ele quis usar uma lei, parte da herança para descumprir as demais. Podemos fazer isso? Podemos. Somos livres para fazer isso, para não cumprir as demais leis, especialmente a lei de amor, justiça e caridade, que é a lei maior. Agora, eh, vai ser útil para nós fazermos isso. O que vai acontecer cedo ou tarde? Sofrimento vem depois. cedou tarde. Hã, o arrependimento, o arrependimento vem depois do sofrimento. Que que vai acontecer? Está no texto, eu vou desperdando perdão. Eu vou desperdiçar a fazenda, os recursos. O tempo, por exemplo, é um recurso que nós recebemos de Deus. A saúde é um recurso que nós recebemos de Deus. A, o corpo recebemos de Deus. Tudo nós
perdão. Eu vou desperdiçar a fazenda, os recursos. O tempo, por exemplo, é um recurso que nós recebemos de Deus. A saúde é um recurso que nós recebemos de Deus. A, o corpo recebemos de Deus. Tudo nós recebemos de Deus. Quando a pessoa deseja permanecer ociosa, não utilizando dos recursos divinos para evoluir e crescer, o que ela faz? Ela dissolve todos esses bens. Isso que é o viver dissolutamente. Aí tem 1 formas de viver dissolutamente, né? O irmão mais velho fala que ele ficou lá com prostitutas, em farra e tudo mais. Isso é um uma questão apenas circunstancial. No nível existencial, a o desperdício é muito mais grave. Por quê? Veja, no nível circunstancial, a pessoa pode desperdiçar em ociosidade, em em gastar os recursos e desequilibrar sua saúde em práticas de uso de sexo, drogas, de álcool, de tudo que é circunstancial. Mas o que tá acontecendo no nível existencial, que é na vertical da vida? Hum. responsabilidade. Sim, ele é a responsável por ele que tá fazendo. Mas o que está acontecendo no nível? Hã, ele está sim, tem a ver com o propósito existencial. O que que ele está acontecendo no nível mais profundo? Nós vimos agora a pouco, hã, ele se afasta de Deus, não se submetendo aqui a missão que Deus ofereceu para ele. Não é o que está lá na livro do no livro dos espíritos. Uns aceitam submissos, outros murmuram. Esse é o movimento do murmúrio, do afastamento das leis divinas de forma insubmissa. do espírito. Ele se afasta não se conectando com as leis na própria consciência, usando a lei de liberdade. Uns aceitam os submitos, os outros murmuram. Para murmurar, qual é a lei que a gente usa? liberdade. Nós usamos só essa lei que é a lei de liberdade para murmurar, para nos afastar das demais leis. E aí vai acontecer um fenômeno que é o fenômeno do sofrimento que nós vamos estudar à tarde, tá? Um fenômeno do sofrer as consequências. Por quê? Porque são três leis que andam juntos o tempo todo. Quais são? Exatamente. Então, eu sou livre para fazer escolhas, responsável por todas as
tarde, tá? Um fenômeno do sofrer as consequências. Por quê? Porque são três leis que andam juntos o tempo todo. Quais são? Exatamente. Então, eu sou livre para fazer escolhas, responsável por todas as escolhas feitas e todas as escolhas vão gerar consequências. Se a na escolha faltou discernimento, eu sou responsável. né, pela minha irresponsabilidade, porque não usei o discernimento e vou ter consequências desse mecanismo. Então, à tarde, nós vamos trabalhar as consequências nesse nível existencial. Nós estamos refletindo no nível existencial à parábola, né, para entender que todo processo que o espírito faz com ele mesmo vai ter consequências que serão benéficas ou maléficas, dependendo do tipo de escolha que ele faz. Pergunta, gente. Intervalo do almoço. 2 horas nós retornamos. Pass เ เฮ เ เ Ā. S เ เฮ เ Tu Ah. เ เ M. เ เฮ เฮ เฮ Aleluia. เ Santo, santo, [música] santo, Oh. เฮ Ah. é Vamos, vamos. Olá, boa tarde. Vamos retomar o nosso seminário. Boa tarde. Pra nossa prece de reinício das atividades, nós convidamos nosso Marco, colaborador da nossa federação, orar. Querido mestre, irmão incondicional de nossas almas, agradecemos por mais uma oportunidade, porque mais uma vez temos a oportunidade de trabalhar o nosso íntimo e compreender verdadeiramente o teu convite de ir e evangelizar. que na tarde de hoje possamos dar prosseguimento na nossa intimidade aos conhecimentos que nos propomos compreender, assimilar e aprofundar. Mestre, que os evangelizadores de todas as gentes, desde os pequeninos aos adultos, que possamos abrir os nossos corações para a mensagem que nos é muito clara, mas que devido às nossas dificuldades. Ainda não semeamos como deveríamos semear, mas que façamos os esforços necessários para semear as sementes de amor com dedicação, buscando o nosso melhor no limite das nossas forças. Esteja conosco, mestre querido, espiritualidade, para que demos prosseguimento às tarefas de hoje. Muito obrigado, Senhor. Esteja conosco hoje, amanhã, todo sempre. Que assim seja.
das nossas forças. Esteja conosco, mestre querido, espiritualidade, para que demos prosseguimento às tarefas de hoje. Muito obrigado, Senhor. Esteja conosco hoje, amanhã, todo sempre. Que assim seja. Nós lembramos que o nosso seminário está sendo transmitido ao vivo pelo site da feent feente.org.br/ovo e pelo site do projeto espiritizar, esppiritizar.org/avivo. org/o por essa página no site do projeto Espiritizar, você também pode ter acesso aos slides do material que está sendo trabalhado ao longo da tarde de hoje e também mandar as suas dúvidas, mandar as suas eh contribuições, as suas dúvidas sobre o que está sendo trabalhado ao longo do nosso seminário. conosco para dar sequência ao seminário nosso alírio. Só preciso, meu Deus do céu. Pronto para você. antes de tá ligado aqui antes de tá OK. Antes de prosseguirmos, alguém gostaria de fazer alguma pergunta sobre o que nós vimos na parte de amanhã? OK. Bom, fazendo o resumo da parábola dos dois filhos, do que nós vimos até agora, nós vimos o filho mais novo pedindo parte da herança para o pai. O pai reparte a herança com os dois, simbolizando o o uso da lei de liberdade como parte da da maior herança que Deus nos oferece, que são as leis divinas que estão presentes na nossa consciência. Então o filho pega a herança, parte dessa herança que é a lei de liberdade, numa ausência do exercício da virtude do discernimento, que é a virtude que nos conecta de uma forma equilibrada com a lei de liberdade e vai e perde toda a fazenda vivendo dissolutamente, que é o símbolo do da do do movimento do espírito, utilizar do seu livre arbítrio para dissolver as bênçãos que recebe de Deus para evoluir e crescer. Em vez de utilizar o tempo, o corpo, a saúde, todos os recursos divinos para evoluir e crescer, o espírito utiliza desses recursos para viver de uma forma sensualista, desperdiçando a oportunidade. É aquilo que nós vimos pela manhã que nós podemos fazer, mas não convém que nós façamos porque nos gera um estado de estagnação.
rsos para viver de uma forma sensualista, desperdiçando a oportunidade. É aquilo que nós vimos pela manhã que nós podemos fazer, mas não convém que nós façamos porque nos gera um estado de estagnação. Agora, nós vamos ver as consequências disso. Logo em seguida, Jesus começa a abordar as consequências. Então, dentro da tríade, lei de liberdade, lei de responsabilidade e lei de causa efeito, agora ele começa a receber os efeitos da causa que praticou. E havendo ele gastado tudo, houve naquela terra uma grande fome e começou a padecer. necessidade. Vejamos que o filho mais novo, ele está nas terras longínquas. Nós vimos que ir para terras longínquas é se afastar das leis divinas na consciência. Então, ele afastou-se das leis divinas na própria consciência, que é o símbolo da a na parábola é a casa do pai. E nessa terra longinco há uma fome. Que fome é essa? É na na casa do pai. Depois ele vai lembrar, Jesus coloca na parábola que havia abundância de pão e ele lá estava perecendo de fome. Então Jesus coloca que nessa terra longínqua há fome. Que fome é essa? As leis divinas gritando na consciência. As leis divinas gritando na consciência passa por isso, mas é uma outra fome. É o vazio existencial gerador do quê? É gerado pelo quê? Aham. Isso. Então, essa a a paz, tranquilidade são as virtudes que eles não está se dispondo a desenvolver, a exercitar. E aí o que gera? Vazio existencial. E a fome é de quê? Vazio é a própria fome. E o E o E a fome é de quê? Hum. de sentido existencial. Qual é o sentido para o espírito? Qual é o maior sentido que o espírito está aqui para realizar? Não, ser feliz é consequência. Evoluir é o processo. Qual é o maior sentido? Nós vimos de manhã. Qual é o mau sentido? se aproximar. Conhecer a verdade para se aproximar de Deus. Onde está Deus na parábola? Na casa do Pai, onde está o Pai, né? A casa do Pai é o símbolo da consciência, onde está o divino em nós. Então, Deus está, que é o que é o homem, está na casa do pai. Como ele está afastado
parábola? Na casa do Pai, onde está o Pai, né? A casa do Pai é o símbolo da consciência, onde está o divino em nós. Então, Deus está, que é o que é o homem, está na casa do pai. Como ele está afastado em terras longínquas, ele está afastado do pai, ele tá afastado do divino dentro dele e afastado do pai que representa Deus na parábola. Esse afastamento gera fome, gera o vazio. E que vazio é esse? a fome, o vazio ligado à não busca do sentido existencial. E o sentido existencial é exatamente a conexão com o Pai, a conexão com Deus pelo conhecimento da verdade para se aproximar do Pai exercitando as virtudes. Isso tudo ele não se dispôs a exercitar. Como ele não se dispõe a exercitar isso, ele começa a passar fome, a padecer a necessidade. Que necessidade é esta? Sim. É voltar para casa simbolicamente. Qual é a necessidade do espírito? se conectar com as leis para que ele tenha sentido, para que ele, enquanto espírito imortal tenha sentido existencial. Porque o único sentido que a única questão que dá sentido profundo à vida é exatamente a conexão com as leis na nossa consciência e a prática das virtudes, tá? Então esse é o sentido maior. Qual a importância disso na evangelização espírita infanto juvenil na família, nas várias atividades que nós temos no centro espírita? Tem importância isso? Hã? É fundamental. Por quê? Nós somos aviões, nós também não nos sentimos como nós vamos eh trabalhar do jovem, as coisas não vão sentir Uhum. Exatamente. É o que a Soraia falou. Se nós não buscarmos isso por nós, um sentido profundo ou sentido existencial, nós não temos como passar isso ao outro. Se nós formos passar isso ao outro, nós passamos sem convicção, sem vibrar a energia do sentido daquilo que estamos fazendo. Então, se nós fizermos um trabalho do bem sem sentido, é trabalho do bem? Não. Então tudo começa no sentido existencial que nós estamos buscando por nós mesmos. Porque se nós tivermos famintos de sentido, é possível realizar o trabalho do bem famintos de sentido?
ho do bem? Não. Então tudo começa no sentido existencial que nós estamos buscando por nós mesmos. Porque se nós tivermos famintos de sentido, é possível realizar o trabalho do bem famintos de sentido? Não. Não é possível. Seja na evangelização, seja em qualquer outro lugar. Na evangelização é mais ainda. Por quê? há uma dependência ou há uma espontaneidade que com adulto você consegue mascarar mais do que com as crianças. Na verdade, com as crianças, como elas são mais espontâneas, se você não é, não age com autenticidade com a criança, o que ela faz? Ela não percebe? percebe, ela percebe nitidamente quando você não está sendo autêntico, né? Se você não passa energia para a criança do que você está realmente convicto, a criança ela, você tem pense que tapeia a criança, né? que ela que ela está sendo enganada, mas na verdade é um movimento de autoengano. Não, não é possível isso. Então, por isso a importância desse exercício nas nossas vidas. E foi e chegou-se a um dos cidadãos daquela terra, o qual mandou para os seus campos a apacentar porcos. Então, nós temos mais símbolos significativos aqui. Depois que ele entra na fome, no vazio existencial, começa a padecer uma necessidade de sentido, ele vai e encontra um dos cidadãos daquela terra. Vejamos que é uma terra longínqua. E naquela terra longínqua a havia a criação de porcos. É importante que nós nos reportemos ao momento que a que a parábula foi proferida. Os judeus não se alimentavam de porcos porque Moisés proibiu a que eles alimentassem de porcos devido às doenças. que os porcos transmitiam à época. E Moisés colocou essa proibição como sendo uma proibição divina. Deus proibiu. Então, o porco era um animal abjeto, imundo. E que, eh, apacentar porcos é algo muito abjeto, né? Cuidar de porcos é muito abjeto. Trazendo do símbolo para a realidade, qual é o sentido profundo aqui? Quem é esse cidadão daquela terra? Nós temos os símbolos aqui. Cidadãos daquela terra mandou para o campo e apacentar porcos. São três símbolos significativos aqui na
, qual é o sentido profundo aqui? Quem é esse cidadão daquela terra? Nós temos os símbolos aqui. Cidadãos daquela terra mandou para o campo e apacentar porcos. São três símbolos significativos aqui na parábola. Quem é esse cidadão? É uma viciação egóica. Vejamos. Vamos refletir juntos para entender o que é esse cidadão. Ele, esse cidadão da, é um cidadão da terra longínqua. Se estar na casa do pai é estar em comunhão com as leis divinas da consciência. E esse cidadão das terras longínquas, ele está em em sintonia com a as leis na consciência? Não, ele é um cidadão da da terra longínqua, então ele também está distante da casa do pai, das leis. Esse cidadão também, ele não é uma pessoa, ele é uma estrutura psíquica dentro de nós. Eh, ir para o campo. Campo significa na parábola eh buscar de uma forma superficial aquilo que não é superficial. Se para resolver os problemas, vamos voltar lá na questão 614. O espírito só é infeliz quando se afasta das leis, não é? E ele só vai ser feliz quando ele se aproximar das leis. Vejamos que ele começou a padecer necessidades. Jesus coloca no versículo anterior que ele começa a padecer necessidades. E aí esse cidadão manda o manda para o campo para apacentar porcos. Esse cidadão mandou ele para um lugar para resolver o problema. Então, quem é esse cidadão? ego está ligado ao ego, ao mau uso do ego, porque o ego não é nosso inimigo, ele não quando em vez de você buscar aquilo que é essencial, aquilo que vai resolver o problema, você continua recalcitrando. Como que se chama isso? está ligado à rebeldia, está ligado ao orgulho também, mas é o movimento do espírito ligado ao vazio. Hum. Esse cidadão manda eh realizar uma outra ação. Esse cidadão chama-se autoabandono. Em vez de da pessoa buscar aquilo que vai resolver o problema, ele é profundo vazio se abandonando. O companheiro do autoabandono, qual é? Tem um companheiro, tá nesse versículo ainda, o autoabandono é fruto de resolver o vazio de uma forma equivocada. Como que se chama? Que é o que é o que está
do. O companheiro do autoabandono, qual é? Tem um companheiro, tá nesse versículo ainda, o autoabandono é fruto de resolver o vazio de uma forma equivocada. Como que se chama? Que é o que é o que está simbolizado aqui pelo mandar para os seus campos. Auto engano. Exatamente. Por que é o autoengano? Vejamos. Ele começou a ter fome. Ele sabia que na casa do pai havia pão, havia abundância. Sabia. Tanto é que ele se lembra bem depois, mas ele sabia. Ele começa a padecer necessidade, significando que ele começa a sentir um vazio existencial. ele começa a sentir fome e aí em vez de resolver a causa da fome, para que ele resolvesse a causa da fome, o que ele deveria fazer? Voltar pra casa do pai. É simples assim. O convite que a vida ofereceu para ele na hora que ele começou a padecer necessidades era voltar paraa casa do pai. Isso acontece conosco. A gente nós erramos, sofremos as consequências do erro. Em vez de resolver aprender com erro e repará-lo, nós continuamos recalcitrando em relação ao erro. é o recalcitrar contra os aguilhões que Jesus fala a Saulo de Tarso no caminho da estrada de Damasco. Então o autoabandono que é o cidadão manda de uma forma autoenganosa ele resolver o problema apacentando os porcos. Quem são os porcos? Hã? ser os vícios não está ligado aos vícios. Tudo tudo aqui são os vícios. O vazio é vício, o autoengano é vício, o autoabandono também. Quando a pessoa está nesse vazio, distante da da essência divina que ela é das leis na consciência, o que acontece no âmago do espírito? Hum. Não necessariamente. A culpa não é não é uma uma questão necessária, mas acontece algo independente da pessoa se culpar ou não. Ele pode se culpar depois desse acontecimento. Hã, arrependimento vem depois disso. Ele entra em conflitos. Apacentar. Apacentar não é cuidar. Cuidar dos conflitos. Mas é possível cuidar dos conflitos na terra longínqua? Onde que é o lugar para cuidar dos conflitos? Na casa do pai. Só na casa do pai é que os conflitos vão ser resolvidos.
ar. Cuidar dos conflitos. Mas é possível cuidar dos conflitos na terra longínqua? Onde que é o lugar para cuidar dos conflitos? Na casa do pai. Só na casa do pai é que os conflitos vão ser resolvidos. Ele, o auto abandono, junto com o autoengano, manda o filho mais novo a resolver os seus conflitos ali nas terras longínquas. Ele não reconhece que ele está assim porque ele se afastou da casa do pai. Ele se afastou das leis na consciência. Ele se afastou do trabalho íntimo de de cumprir essas leis, desenvolvendo as virtudes. É por causa disso que a Elite está em conflito, que ele está passando necessidades, que ele está nesse vazio, mas em vez de resolver, ele se aprofunda no problema. O que é o autoabandono? É exatamente esse movimento. O autoabandono é a pessoa não resolver o problema. Ela vai se abandonando existencialmente. Não existe uma um convite que Deus colocou diretamente na nossa consciência. Nós fomos criados simples e ignorantes. E cada um de nós tem uma missão de conhecer a verdade para nos aproximarmos de Deus. Nesse conhecimento, nós adquirimos a pura e eterna felicidade, passando pelas provas que Deus eh nos impõe, nós nos submetendo a isso, a meta que está assinada, isso os benfeitores dizem lá na questão 115, que é exatamente o compromisso que nós trazemos. Nós vamos ser felizes quando nós murmuramos. E exatamente aqui Jesus tá mostrando o o movimento do murmúrio, que é a escolha que o espírito faz para se afastar da do essencial dentro dele, das leis divinas na consciência dele. Então ele vai se aprofundando num autoabandono e vai se enchendo de conflitos. Conflitos de que tipo? Tem até um livro com esse título, Conflitos Existenciais. Joana de Angeles, ela escreveu um livro inteiro sobre os porcos e a tentativa autoenganosa de apacentar os porcos, os conflitos de uma forma fácil, cômoda, né, de uma forma circunstancial, mas os conflitos são existenciais. Não se resolve conflitos existenciais de forma circunstancial. Ele estava nas terras longínquas
onflitos de uma forma fácil, cômoda, né, de uma forma circunstancial, mas os conflitos são existenciais. Não se resolve conflitos existenciais de forma circunstancial. Ele estava nas terras longínquas tentando se libertar dos conflitos. Faz sentido, gente? Ficou claro? Vamos prosseguir. Não termina aqui o problema dele, não. Aí o que acontece? Desejava encher o seu estômago com as bolotas que os porcos comiam e ninguém ninguém lhe dava nada. Que que tá acontecendo aqui? Ele está lá de uma forma autoenganosa, tentando resolver os conflitos, que apacentar porcos. O vazio continua de uma forma muito intensa, cada vez mais vazio, ele vai sentindo. E ele sente um vazio tamanho tão grande, tão grande, mas ninguém lhe dá nem a comida dos porcos. Do ponto de vista literal, faz sentido essa esse versículo. Um trabalhador braçal não tem nem comida, nem do dos dos animais que ele está tratando. Se nós formos ver ao pé da letra as parábolas do evangelho de Jesus, elas não fazem sentido algum. Mas de que Jesus tá falando? Ele tá falando de comida de porco. Verdadeiramente de que ele está falando então aqui? Ele desejava encher o seu estômago. A palavra desejava é muito interessante aqui. Qual é a diferença de desejo e vontade? Tem tem diferença. O desejo éico. A vontade é essencial. Mas por que que o desejo é egóico? Que porque a vontade é essencial? Existe um sentido nisso. Desejo você deseja hoje, amanhã você deseja mais. Hum. Tem a ver com isso, mas não é bem bem isso. Se o desejo é egóico, ele desejava o quê? Egoicamente ele desejava o quê? resolveu vazio, não era fome. E a fome nós nós já não vimos que a fome significa o vazio existencial. O vazio que foi aprofundando com abandono existencial, tentando apacentar os porcos. E ele continua desejando resolver o vazio. De que forma? Alguém pode resolver esse vazio? para ele é possível resolver esse vazio lá nas terras longínquas. Então, veja, ele não tem como resolver o vazio com o outro, nem resolver esse vazio nas terras longínquas.
m pode resolver esse vazio? para ele é possível resolver esse vazio lá nas terras longínquas. Então, veja, ele não tem como resolver o vazio com o outro, nem resolver esse vazio nas terras longínquas. Então, ele continua aqui num movimento autoenganoso ou não? Ele continua se autoenganando, acreditando que vai uma hora dessas o problema, os conflitos vão ser resolvidos. Um dia desses o conflito vai ser resolvido. Tem um dia desses no calendário, gente. Alguém já ouviu falar de um dia desses? Uma hora dessa tem no relógio. Não é 1 hora da tarde, nem 1 hora da manhã. Uma hora dessas. Muitos de nós temos esse hábito. Vamos deixando os nossos conflitos para resolver uma um dia desses, uma hora dessas. De uma forma autoengana, os conflitos existenciais vão sendo empurrados mais paraa frente para um dia desses. Acontece que quando nós desejamos resolver os conflitos dessa maneira, o vazio se aprofunda. Que nível de vazio ele chegou aqui? O primeiro nível foi o vazio existencial. O segundo nível o abandono existencial. E agora, hã, isolamento existencial. Por que isolamento? Ninguém lhe dava nada. Jesus mostra o isolamento aqui. Ninguém lhe dava nada. Por que que ninguém lhe dava? Alguém, o o cidadão daquela terra tinha como dar algo a ele? O abandono pode dar alguma coisa para o o ser existencial? Não. Se o cidadão não podia dar e ele continuava em terras longínquas, significa o quê? Ele estava tentando apacentar os porcos nas terras longínquas, resolver o vazio nas terras longínquas. Que que tava acontecendo também? Ele também não estava se dando nada. Por isso Jesus fala eh coloca aquilo. Ninguém ninguém lhe dava nada, nem ele, nem mais ninguém, nem uma outra pessoa. O abandono não satisfaz, não resolve problemas, nem o autoengano resolve problema. Então aquele ele chega no auge das dificuldades íntimas. O conflito se torna intensificado aqui. É nessa situação que muita gente mata o corpo. Tem muitas pessoas hoje ultimamente se matando em suicídios vários. Por quê? Porque em vez de trilhar o caminho na
conflito se torna intensificado aqui. É nessa situação que muita gente mata o corpo. Tem muitas pessoas hoje ultimamente se matando em suicídios vários. Por quê? Porque em vez de trilhar o caminho na casa do Pai, nós ficamos de uma forma enganosa nas terras longínquas, tentando num movimento alto e enganoso preencher o vazio. E o vazio só vai se aprofundando. Esse vazio que vai se aprofundando ninguém pode resolver por nós. E a pessoa confundindo o corpo com o próprio vazio, vai e mata o corpo, achando que vai matar o vazio, vai matar os conflitos, vai matar a dor. E só amplia a dor porque ela não é do corpo, é do espírito. É o espírito distanciado das leis divinas na própria consciência. E aí o que vai acontecer? cedo ou tarde vai acontecer isso aqui. Ele cai em si e caindo em si, disse: "Quantos trabalhadores de meu pai t abundância de pão e eu aqui pereço de fome?" Esse momento é o momento que todo espírito vai passar. Por quê? Ninguém fica em terras longas para sempre. Ninguém fica em terras longas para sempre. Mas por quê? Ninguém foi criado long. Ninguém foi criado para ficar em terras longicas. Deus é onipotente, nos criou para a felicidade. E a condição para a felicidade, qual é? Estar na casa do Pai. estar em sintonia com a verdade, em sintonia com as leis, em sintonia com as a tudo aquilo que é consciencial, desenvolvendo as virtudes do espírito imortal. Então esse é a única condição para sermos felizes. E como é a única condição, cedo ou tarde vai acontecer um fenômeno. Que fenômeno é esse? Hã? É o arrependimento. É, o arrependimento vem logo em seguida desse fenômeno. O caindo em si é exatamente o arrependimento. Ele vai perceber. Ele vai perceber o quê? Sim. Mas o que a partir do que ele percebe? Hã? Sofrimento. O que em relação ao sofrimento, Con? Hã, quando é que vai acontecer necessariamente esse processo? Jesus, hã, quando ele cansa de sofrer. Então, quando ele cansa de sofrer, isso é igual para todos os espíritos? Não tem gente que isso vai acontecer com
ue vai acontecer necessariamente esse processo? Jesus, hã, quando ele cansa de sofrer. Então, quando ele cansa de sofrer, isso é igual para todos os espíritos? Não tem gente que isso vai acontecer com todos os espíritos, mas o nível de cansaço de cada espírito é diferente. Tem gente que chega no nível de sofrimento atroz para cansar. Outros basta um sofrimentozinho já. Opa, não, esse caminho não vou não, né? Por quê? porque já cansou de já foi pro sofrimento atróz passado e já já sabe que aquele caminho não é o caminho que Deus traçou. E aí a pessoa experimento vazio, logo ela se arrepende, já vem para a o arrependimento, né? O trabalho efetivo, quando ele cai em si, ele lembra do quê? Dele mesmo ou de outra? Que aqui é um símbolo também, não é uma pessoa. Ele lembra dos trabalhadores. O que ele não quis fazer? Ele não quis trabalhar, por isso que ele pediu herança e foi para terras longínquas. Ele não quis trabalhar as leis na própria consciência, desenvolvendo as virtudes. Como ele não quis fazer isso, na hora que ele se arrepende, ele lembra que se te se se trabalhar existe abundância. Ele estava perecendo de fome. Por quê? Exatamente. Porque ele utilizou da lei de liberdade parte da herança para não trabalhar. Todas as vezes que nós não quisermos trabalhar pelo desenvolvimento das virtudes do espírito imortal que somos, praticando as leis, nós vamos passar fome. Fome existencial, vazia existencial, que pode chegar em três níveis. vazio, abandono e isolamento existencial. Só há um única forma de se resolver isso, trabalhando. Quando se trabalha, tem-se abundância. Quando não se trabalha, perece de fome. É simples assim. Vejamos quando Jesus diz: "Eu sou o caminho, a verdade e a vida. Ninguém vai ao Pai senão por mim. Eu vim para que tendes vida e vida e abundância." De que ele está falando? Que Jesus tá falando aí? Eu sou o caminho, a verdade e a vida. Ninguém vai ao Pai senão por mim. Eu vim para que tenhas vida e vida em abundância. Ele está falando das leis, do
e que ele está falando? Que Jesus tá falando aí? Eu sou o caminho, a verdade e a vida. Ninguém vai ao Pai senão por mim. Eu vim para que tenhas vida e vida em abundância. Ele está falando das leis, do cumprimento das leis pela prática das virtudes que nos levam a Deus. E que quando nós buscamos esse tipo de vida, nós teremos vida. em abundância. Faz sentido abundância de pão em vez de ficar perecendo de fome. Podemos ficar perecendo de fome, mas não convém. O que nos convém é seguir as orientações de Jesus para ter abundância de pão. Isso nós vamos fazer com os nossos evangelizandos na infância, na adolescência, né? Para o adolescente, por exemplo, refletir sobre essa parábola dá vários encontros de evangelização belíssimos em que nós vamos refletir ponto a ponto essa parábola. até para crianças já na segunda infância, por volta de 10, 11, 12 anos, que tem a capacidade de abstração. Aliás, nós vamos trabalhar essa parábola para eh crianças na segunda, no iní no final da segunda infância e pré-adolescente, porque para o adolescente já na faixa de 17, 18 anos, ele já tem capacidade plena de abstração. aqueles conteúdos que já foram trabalhados, é possível de ser de trabalhar, mas eh é uma parábola belíssima para a criança na primeira infância. Aí não é possível porque ela vê de forma concreta, então é necessário trabalhar só as virtudes, mas a parábola em si não. Mas depois de uma depois dos 9, 10 anos já é possível refletir, claro, na linguajar da criança para que ela sinta que tem um sentido a presença de Deus na vida dela. Nós como evangelizadores, tomamos colocando esse sentido na nossa vida e que a criança, o jovem também poderão fazer o mesmo. Oi. Eh, eu lembro de que quando era evangelização, me lembro, eu sei, muito na evangelização, essa parábola sendo trabalhada como te crianças mais novas. Uhum. Tem eh nessa idade você consegue tem algum valor ela conhecer a parábola só pelos pelo pelo a parábola pela parábola, sem refletir esse símbolo, considerando que em algum
te crianças mais novas. Uhum. Tem eh nessa idade você consegue tem algum valor ela conhecer a parábola só pelos pelo pelo a parábola pela parábola, sem refletir esse símbolo, considerando que em algum outro momento da adolescência dela ela resgate esse conhecimento da parábola. Ou melhor é trabalharmos a parábola quando formos ver, quando tivermos condições de ver. parábola e símbola. Ah, uma boa pergunta do Thago. Ele lembra que essa parábola era trabalhada com um personagem de teatro na infância dele. E se é válido fazer isso, mesmo que cognitivamente a criança não apreenda o conteúdo que ela fará mais tarde. É exatamente isso que a nós vamos ver quando é e estudarmos um texto do Honório sobre esse assunto, que mesmo que cognitivamente não haja uma compreensão plena, aquilo fica impregnado, porque como é uma forma lúdica de de aprendizado, fica eh marcado para que um dia ela compreenda na totalidade, Mas é importante lembrar que para criança na primeira infância o foco maior vai ser na virtude e não na lei, né? Essa é uma parábola que trabalha muito a questão das leis e o e o resultado de não se cumprir as leis, as virtudes ficam implícitas. Então, se formos fazer um teatro com base nessa parábola para crianças pequenas, eh, é muito importante ter a criatividade para trabalhar algumas virtudes que já vão ficar mais vivas para a criança e considerar também o irmão mais velho, né? Sim, sim. Eu lembro disso ter sido trabalhado na parábola da É, o irmão mais velho é quase que ignorado, né? praticamente ignorado, porque é uma postura muito comum entre os próprios religiosos. Então eles não conseguem enxergar porque é é o autorretrato de muita gente. Levantar-me ei, irei ter com meu pai e dir-lhe: "Ei, pai, pequei contra o céu e perante ti." Então ele estava emocionalmente caído. Lembra que na casa do pai havia abundância e ele estava com muita fome, caído. O que ele pensa em fazer aqui? Vejamos que tá no nível do pensamento. O que que ele está fazendo? Melhor dizendo,
caído. Lembra que na casa do pai havia abundância e ele estava com muita fome, caído. O que ele pensa em fazer aqui? Vejamos que tá no nível do pensamento. O que que ele está fazendo? Melhor dizendo, se levantar. Planejando se levantar. Então isso, como que se chama isso em termos psicológicos? Hum. idealização. Ele está idealizando um ato. Qual é a diferença de idealização e fantasia? Vejamos quem é que não quer ser feliz na humanidade. Se nós formos fazer uma pesquisa de campo nesse momento, vamos pro lá pro shopping Pantanal, praça de alimentação do Shopping Pantanal, vai ter centenas de pessoas lá e vamos fazer uma pesquisa um por um das pessoas, várias todo esse grupo aqui. Vamos hipoteticamente lá e fazer uma pesquisa. A primeira pergunta, você quer ser feliz? Você acha que vão encontrar um não? Nessa primeira pergunta vai ser 100% de sim, né? Salvo se a gente encontrar um psicopata, não, eu quero ser infeliz, mal com a vida. Na hipótese de encontrar o psicopata, você pode até encontrar um sim nessa primeira pergunta, mas é raro. E normalmente o psicopata disfarça bem, então vão ter 100% de sim. Aí se nós fizermos uma segunda pergunta, você se sente feliz? Se as pessoas forem sinceras, você acha que vão ter assim quantos por centas? Dos 100% vamos ter aí em torno de quanto? Você se sente feliz se as pessoas forem sinceras? Se elas não mentirem, talvez nem 10% responda assim a segunda pergunta. Aí vem uma pergunta para nós refletirmos. Se todos querem, por que poucos aqueles que realizam o que querem? Essa é a diferença entre a idealização e a fantasia. Qual é? No livro dos espíritos não fala que existe muita gente que quer apenas com os lábios. O que é o querer com os lábios? O verbo querer nos conecta com que eh atributo em nós ou deveria conectar o verbo e o profundo querer. Conecta com qual atributo? A vontade. E quando o querer é só com os lábios. Conecta com o quê? com desejo. Com desejo. Desejar a felicidade, todo mundo deseja. Desejar estar bem, todo mundo deseja.
r. Conecta com qual atributo? A vontade. E quando o querer é só com os lábios. Conecta com o quê? com desejo. Com desejo. Desejar a felicidade, todo mundo deseja. Desejar estar bem, todo mundo deseja. Mas deseja de forma fantasiosa. O que é fantasia? Eu desejo ser feliz. Ah, será que se eu for pro meu lá pra casa do meu pai, ele vai me receber? Será que se eu fizer isso, ah, eu acho que eu vou fazer. Ah, mas é dar tanto trabalho voltar toda essa terra longa. Podemos fazer eh simbolicamente esse tipo de indagações para nós mesmos. Isso é exatamente a fantasia. A pessoa deseja as coisas boas para sua vida, mas ela quer ganhar da vida. O pai vai buscar o filho lá nas terras longínquas? Nunca. O pai nunca vai buscá-lo. Porque o pai respeita o quê? O livre arbítrio. A própria lei que o pai criou, que é a lei de liberdade. Ele não foi livre espontânea vontade, de livre espontânea vontade para terras longínquas. só vai voltar de livre espontânea vontade. Então, sem idealizar, decidir para poder agir, nós vamos ficar na fantasia. Isso é muito significativo para evangelizadores, para pais, para qualquer trabalhador do bem. Não basta pensar em fazer o bem. Até agora há pouco tava conversando com o Thiago sobre isso. Não basta desejar o bem. É fundamental que nós idealizemos com todas as forças dentro de nós o bem, decidamos e ajamos. Então, idealização, decisão, realização. Ação para criar um ideal, a decisão e ação para tornar real esse ideal. Para tornar real um ideal é fácil, é trabalhoso. Esse ideal maior de transformação interior, você depende de alguém? Alguém pode lhe dar esse ideal ou ninguém pode lhe dar? É o que Jesus coloca anteriormente. Ninguém pode dar. Ninguém pode idealizar e agir por ele. Só ele é que pode idealizar, decidir e realizar. Então, esse levantar-me, ei, irei ter com meu pai. tem a ver com isso. É a lei de liberdade associada a uma outra lei. Que lei é essa? Lei de permissão. Se ele não se permitir, ele pode entrar em sentimento de culpa. Tá aqui. Ele está disposto a fazer o
m a ver com isso. É a lei de liberdade associada a uma outra lei. Que lei é essa? Lei de permissão. Se ele não se permitir, ele pode entrar em sentimento de culpa. Tá aqui. Ele está disposto a fazer o quê? Hã? Esforços. Para quê? Retornar à casa do pai é simbólico. Na prática, o que que ele está querendo fazer aqui? Vejamos, tá na segunda parte da frase. Pai, pequei contra o céu e perante ti. Aqui Jesus tá tá mostrando de uma outra forma aquilo que nós já falamos agora a pouco. O que Jesus tá falando aqui? O arrependimento é antes. É o caindo em si. Ele tá responsabilizando pelas escolhas. Isso é um fato. Mas o que está acontecendo dentro dele? Ainda está acontecendo. Pai, pequei contra o céu e perante ti. Que que tá acontecendo dentro dele, gente? Recono. Reconhecendo o quê? Vejamos. Antes Jesus mostra de forma equivocada ele tentando resolver esse problema. Agora ele está pensando em resolver verdadeiramente o problema. Que problema é esse? O autoabandono é o processo que chegou, chegou nesse nível, os conflitos existenciais, né? Antes ele tentou resolver os conflitos nas terras longínquas, apacentando os porcos. Agora ele está pensando e resolver o conflito verdadeiramente. Pai, pequei contra o céu e perante ti. Quando nós nos afastamos das leis divinas na consciência, que é o símbolo do céu aqui, o que nós criamos para nós? Que nós criamos? Conflitos. tem como espírito não ficar conflituado se ele se afastar das leis utilizando a lei de liberdade? Não tem. Ele ele cria um conflito muito grande. Por isso pecado contra o céu, própria consciência e ti. Ti significa quem? Deus. Por que que ele pecou contra Deus? É possível a gente fazer alguma coisa contra Deus? Não. Mas o que que nós fazemos? Nós nos afastamos das leis. E aqui o que que acontece? Deus se afasta de nós. Não quero saber daquele filho. Ele lhe ingrato. Não quero saber das minhas leis. Deus faz isso conosco? Se fizesse, nós estávamos roubado. Agora, quando nós nos afastamos, o que que acontece? O que que é pecar contra Deus?
e filho. Ele lhe ingrato. Não quero saber das minhas leis. Deus faz isso conosco? Se fizesse, nós estávamos roubado. Agora, quando nós nos afastamos, o que que acontece? O que que é pecar contra Deus? Não existe uma determinação divina para que nós nos aproximemos dele? Essa determinação não está assinada na nossa consciência, como diz a resposta da questão 115 do livro dos espíritos. Então, se existe uma determinação divina e nós nos afastamos dessa determinação, o que que nós fizemos? Pecamos contra Deus. É claro que Deus não se ofende com isso. O pai Jesus mostra muito claro na parábola. Nós vamos chegar lá daqui a pouco. Deus não se ofende, mas nós ofendemos. a vontade de Deus em nós. Isso é simplista, gente. Ofender a vontade de Deus dentro de nós, pecar contra essa vontade, errar contra essa vontade, não é simples. É muito grave que nós fazemos. Então, nós afetamos a nossa consciência e a vontade de Deus na nossa consciência. É isso que Jesus simboliza aqui. Pai, pequei contra o céu e perante ti. Isso gera conflito, gente. Vixe, muito conflito. Todas as vezes que nós fizermos isso, nós vamos entrar em conflitos. E como que nós resolvemos o conflito? Já não sou digno de ser chamado teu filho. Faz-me como um dos teus trabalhadores. Vejamos que aqui ele continua pensando, está idealizando. O conflito gera o quê? O que esses conflitos existenciais geram em nós? Jesus mostra aqui nesta nesse versículo, os conflitos existenciais geram o sentimento de indignidade. O sentimento de dignidade é o que Jesus mostra aqui. Já não sou digno de ser chamado teu filho. Chamado é o quê? É um título, não é? Nós temos o título de filhos de Deus. Temos. Nós somos filhos de Deus. Somos. Tem jeito de nós deixarmos de ser filhos de Deus? Não. Agora, sentir-se digno de ser chamado filho, de ter esse título, nós podemos deixar de ter. É o que Jesus mostra aqui. Ele não se sente digno do título de ser chamado filho, mas ele é digno de ser filho e trabalhar pela sua dignificação. É o que Jesus tá mostrando aqui.
odemos deixar de ter. É o que Jesus mostra aqui. Ele não se sente digno do título de ser chamado filho, mas ele é digno de ser filho e trabalhar pela sua dignificação. É o que Jesus tá mostrando aqui. Ele pode sim se sentir indigno, mas ele também pode trabalhar pela sua dignificação. Então, faz-me como um dos teus trabalhadores. Até agora ele está idealizando, idealização, ação para criar um ideal. Aí o que ele faz? Decide e vai. Decide age. E levantando-se foi para seu pai. Então, idealização, decisão, realização. Aqui ele age na e vai para a casa do pai. E quando ainda estava longe, viu o seu pai, se moveu de íntima compaixão e, correndo lançou-se ao pescoço e o beijou. Nós temos um símbolo aqui muito significativo. E quando ainda estava longe, o que significa esse símbolo? Estar longe, viu o seu pai? Deus perde nos perde vista onde quer que nós estejamos, em terras longínquas, na casa do pai, em qualquer lugar. perto de casa, Deus nunca perde, nos perde vista, porque o abandono que nós fazemos é abandono nosso ou é abandono de Deus? É nosso. Nós é que nos autoabandonamos. Nós é que abandonamos o Pai lá na casa. Deixamos ele na casa. Mas o Pai nunca nos abandona. Então Jesus tá mostrando o que aqui é um atributo de Deus. Que atributo é esse? Hum. Onisciência. Não. Que atributo é esse? está ligado à misericórdia. Misericórdia aparece na compaixão. A lei de misericórdia. Misericórdia é lei. O nós estamos perguntando atributo. Soberanamente justo e bom. Não é o que Deus é soberanamente justo e bom. É justo o criador abandonar um dos seus filhos? Não. Então Jesus tá mostrando aqui que o Pai nunca nos abandona. Nós que muitas vezes o abandonamos transitoriamente. O Pai trata com íntima compaixão. A compaixão é a virtude ligada à lei de misericórdia. Já falamos. Então, a lei de misericórdia está sempre nos abraçando e nos beijando, nos dando toda a oportunidade para reparar os nossos erros. É o que Jesus mostra aqui. Isso nos leva, do ponto de vista profundo, a refletir o quê?
sericórdia está sempre nos abraçando e nos beijando, nos dando toda a oportunidade para reparar os nossos erros. É o que Jesus mostra aqui. Isso nos leva, do ponto de vista profundo, a refletir o quê? Se existe uma lei de misericórdia, existe um atributo divino, esse atributo da soberana justiça e bondade que faz com que Deus nunca nos abandone, o que que esse, essa lei, essa virtude da compaixão, esse atributo nos convida Todo esse conjunto nos convida a quê? É um exercício de uma virtude muito significativa, que é muito importante que nós ensinemos isso na evangelização espírita infanto juvenil, que nós ensinemos aos nossos filhos, hã, passa pela humildade, mas é uma outra virtude muito importante que vai transmutar dois movimentos psicológicos do ser que interfere muito, que amplia os conflitos. Vejamos, se Deus nos trata assim, por que muitas vezes, em vez de nos conectarmos com a vontade divina, nós entramos no movimento de autoexigência, de perfeição, que gera culpa. ou da negligência do aperfeiçoamento que gera desculpa, ou alternamos como um pêndulo entre um movimento e outro. Muitas vezes não faz sentido, hã, porque nós não nos colocamos como aprendizes da vida. Não faz sentido isso. Não faz sentido porque não é divino. Se não é divino, não tem sentido na nossa vida. você se exigir uma perfeição, exigir não errar e você também não aproveitar as oportunidades de aprendizado, seja na negligência, que não é é não aproveitamento das oportunidades de aprendizado, seja na exigência de de perfeição, que também não aproveita as oportunidades de aprendizado. Então a pessoa sai, se desconecta do sentimento de aprendiz, da condição de filho de Deus, aprendiz da vida, espírito imortal, aprendiz da vida, uma desconexão dessa tríade, espírito mortal, filho de Deus, aprendiz da vida. Se nós nos desconectamos dessa tríade, que é um atributo do espírito, com exceção da terceira, que é o o aprendiz da vida, é um sentimento transitório em nós. Se nós nos desconectamos do atributo de
. Se nós nos desconectamos dessa tríade, que é um atributo do espírito, com exceção da terceira, que é o o aprendiz da vida, é um sentimento transitório em nós. Se nós nos desconectamos do atributo de filho de Deus, transitoriamente aprendiz da vida, o que nós estamos fazendo? Nós estamos desconectando da lei de misericórdia, da suprema, da da profunda bondade e justiça divina e do sentimento íntimo de compaixão de Deus por nós. Nós estamos desconectando de tudo isso, desprezando tudo isso. Então, se nós queremos evoluir, se nós queremos ser felizes, de fato, é muito importante que nós nos conectemos com essa orientação do Cristo aqui. O Pai nunca nos abandona. O Pai está sempre velando por nós com íntima compaixão. A lei de misericórdia nos acolhe sempre, quer nós estejamos sendo justos ou injustos, como ensina Jesus. E é fundamental que nós nos conectemos com essa energia divina para poder evoluir e crescer. Vejamos, alguém vai poder superar os conflitos existenciais se não se conectar com tudo isso. Então, os nossos conflitos pede de nós culpa, desculpa ou compaixão por tê-los criado. Então, a lei de misericórdia nos convida a exercitar a compaixão por nós para resolver os conflitos. A única forma de resolvermos os conflitos é exercitando a compaixão por nós mesmos para nos acolher como espíritos imortais, filhos de Deus, aprendizes da vida. E o filho lhe disse: "Pai, pequei contra o céu e perante ti já não sou digno de ser chamado teu filho." Por que que depois disso tudo ele continua dizendo que ele é indigno de ser chamado teu filho e diz que ele pecou contra o céu e perante ti. É culpa? Não é culpa não. Hum. O arrependimento basta por si mesmo. A lei da reparação, ela é formada por que movimentos? São três movimentos. Arrependimento, expiação. Expiação e reparação. E reparação. Exatamente. Ainda não reparou. Ele só arrependeu-se. Ele não espiou nem reparou ainda. Como que se espia, colocando a pureza para fora. Tem gente que acha que expiação é sofrer. agora vai encarnar e vai ser
ente. Ainda não reparou. Ele só arrependeu-se. Ele não espiou nem reparou ainda. Como que se espia, colocando a pureza para fora. Tem gente que acha que expiação é sofrer. agora vai encarnar e vai ser todo torto, todo idiota, todo arrebentado. Ainda temos essa visão do movimento espírita que respa, você renascer todo estrupado. Assim que aqui se faz, aqui se paga. Não é assim que as pessoas falam? na visão teológica, dogmática, na visão do centro espírita como laboratório moral, expiação é é isso. Isso é apenas um uma parte pequena da expiação. Está lá no livro dos espíritos. Quando Allan Kardec pergunta qual é o objetivo da encarnação, os benfeitores dizem muito claramente é o para a expiação, o aprimoramento gradual da humanidade. Então a expiação no sentido mais profundo do termo, o prefixo ex significa extrair. Pia significa pureza. Ação para extrair a pureza. Onde está a pureza em nós? Onde está a pureza? Na própria essência divina que somos. E como que se extrai essa pureza? Tem tem a ver com a parábola da da do pastor e das ovelhas. Quando a gente coloca as ovelhas para pastar, como que se extrai as a pureza? Desenvolvendo virtudes, né, gente? é desenvolvendo as virtudes que nós extraímos a pureza. Quando nós estamos espiando, desenvolvendo as virtudes, o que nós fazemos consequentemente a esse processo? A reparação. A reparação, exatamente, você oferecer pra vida o que você tirou dela. E como que o filho vai reparar? Ele se afastou para terras longincos, dissolveu todas as oportunidades que o pai ofereceu para ele, não trabalhando para fugir de uma forma ociosa do exercício para cumprir as leis. No nível profundo é isso. O que que ele vai trabalhar agora? Cumprir as leis. É isso. A vida está convidando que ele cumpra as leis agora. Quando é que ele vai se dignificar, se sentir digno de ser chamado? A partir do momento que ele começa a desenvolver as virtudes, cumprindo as leis, ele começa trabalho de dignificação até que aconteça o quê? acontece um fenômeno muito importante no espírito.
chamado? A partir do momento que ele começa a desenvolver as virtudes, cumprindo as leis, ele começa trabalho de dignificação até que aconteça o quê? acontece um fenômeno muito importante no espírito. Ele se liberta das de todas as máculas conscienciais, que nós chamamos de conflitos existenciais que tem dentro dele, que ele criou, cada um de nós criou determinados conflitos. Todos nós criamos conflitos vários. Esses conflitos, na verdade, nós chamamos de conflitos existenciais, são máculas, manchas mesmos energéticas que ficam bloqueando o funcionamento do nosso perespírito. Então, esse trabalhar pela dignificação é trabalhar para que essas máculas, esses bloqueios energéticos sejam dissolvidos. Como que se faz isso? cumprindo as leis, desenvolvendo as virtudes. Aí até aquela expiação secundária que há o corpo absorvendo as energias deletérias do espírito na encarnação expiatória vai sendo superada porque o é pela desenvolvimento das virtudes que nós vamos superar todo o processo expiatório, né? Superando todas as máculas. Chega o momento que nós não temos mais máculas, nós não temos mais nenhum conflito. Nesse momento nós vamos continuar sentindo, nos sentindo indignos de ser chamado filho? Não, porque nós mesmos desenvolvemos a nossa dignificação. Nós superamos todas as indignidades praticadas, todos os conflitos são superados. Fala falar todas as referindo à máquas da existência. Tô a quando a pergunta se quando nós referimos das máculas, nós estamos falando desta e de outras existências. As máculas que o espírito traz dentro de si. As existências corporais apenas são roupas que ele usa. Então, as máculas ficam no espírito, ela não fica na roupa, ela não fica na no corpo que nós usamos naquela encarnação. Então, são de todos os tempos. Enquanto houver máculas existenciais em nós, nas nossas consciências, nós vamos ter conflitos de dignidade. Acho que tava perguntando é se é tantas que a gente tá, você já respu tantas que a gente criou em passadas quanto as que
tenciais em nós, nas nossas consciências, nós vamos ter conflitos de dignidade. Acho que tava perguntando é se é tantas que a gente tá, você já respu tantas que a gente criou em passadas quanto as que a gente permanecer criando agora, quant as que a gente tá criando agora? Isso tanto as das existências anteriores, não apenas em existências anteriores, mas o espírito também cria máculas quando ele está desencarnado. Por isso que eu falei que ela não é do corpo. As máculas são do espírito. Quer ele esteja desencarnado, quer ele esteja encarnado, se ele age contrariamente às leis divinas, especialmente de amor, justiça e caridade, ele cria máculas existenciais e elas só vão ser superadas pelo trabalho interior de desenvolver as virtudes, cumprindo as leis. gradualmente nós vamos fazer isso até que não haja mais nenhum conflito. Aí daqui surge uma questão muito importante. Quando nós somos convocados ao trabalho do bem, muita gente diz isso, mas será que eu sou digno desse trabalho? Não tem gente que diz assim: "Agora a pouco, na hora do almoço, uma pessoa falou isso? Será que eu sou digno de um trabalho desse? E aí, gente, nós somos dignos ou nós temos uma necessidade? Se formos, se Jesus for contar com pessoas dignas para trabalhar no bem, tá roubado, tá? Aí você pode chamar de Jesus de coitado, porque aí precisaria todos os os mentores reencarnar, nós desencarnarmos, só ficar mentores trabalhando. Aí sim vai ter muita gente digna. Mas se for contar conosco, não vai ter gente digna. Então se você pergunta, será que eu sou digno desse trabalho? Essa é pergunta de quê? De preguiçoso. O preguiçoso moral fica perguntando, será que eu sou digno? Porque lá no fundo ele tá querendo dizer: "Não, não sou digno, então não vou vou parar de trabalhar". A pergunta não é: será que eu sou digno? Eu quero me dignificar com essa oportunidade que a providência divina está me trazendo. Ou alguém aqui ou em qualquer lugar dentro do movimento espírita foi convidado a trabalhar por ele mesmo.
digno? Eu quero me dignificar com essa oportunidade que a providência divina está me trazendo. Ou alguém aqui ou em qualquer lugar dentro do movimento espírita foi convidado a trabalhar por ele mesmo. Não tem a providência divina por trás, não é o convite de Jesus. Mesmo sabendo que nós temos muitas indignidades a serem superadas, ele não nos convidou. Por que que ele nos convida? Porque o mal só vai ser superado pelo esforço do bem. Deus não quer a morte do pecador, mas a morte do pecado, diz disse ele também. Então, a pergunta consciencial para qualquer trabalho do bem, principalmente na evangelização, é: "Eu quero me dignificar com esse trabalho que eu estou sendo convidado e como é que nós vamos nos sentir dignos desse trabalho no nível que estamos, sem ser espírito superior Como é que nós vamos nos sentir dignos? Quando a dignificação total vai ser lá no futuro, não vai ser agora? Como é que nós podemos nos sentir dignos de um trabalho que nós sabemos que somos indignos dele? Do ponto de vista da evolução? O esforço é relacionado. Hã? Quando nós desenvolvermos com amor, sim, o amor tá importante, mas é algo mais prático. Trabalhando para desenvolver as virtudes. Simples assim. Se você está fazendo os esforços, você está fazendo esforço de dignificação. Apesar de você não ter, de nós não termos, né? Vamos nos incluir. Realmente, se fosse pela nossa dignificação, não estaríamos desse trabalho. Agora, nós fomos convidados porque nós temos um potencial de nos dignificar. Então, tudo que nós fizermos, todo esforço que nós fizermos, como Deub disse, para desenvolver as virtudes, cumprindo as leis no trabalho do bem, nós estaremos sendo dignos, sim, mesmo ainda tendo muitas máculas conscienciais que nos gega, nos gera o sentimento de indignidade. Deu para entender isso, gente? Isso é muito importante porque pede de nós operosidade. As pessoas que d, ah, mas eu não sou digno, tá na ainda está na ociosidade, na preguiça moral, não está se dispondo a realizar os esforços para conectar com
importante porque pede de nós operosidade. As pessoas que d, ah, mas eu não sou digno, tá na ainda está na ociosidade, na preguiça moral, não está se dispondo a realizar os esforços para conectar com a lei do trabalho de forma operosa e evoluir lei do do progresso por meio da decisão firme de se dignificar. E a vida nos convida a isso. Mas o Pai disse aos seus servos: "Trazei depressa a melhor roupa e vestí e pondo-lhe um anel na mão e sandálias nos pés, e trazei o bezerro cevado, e mataio e comamos e alegremo-nos, porque este meu filho estava morto e reviveu, tinha se perdido e foi achado." E começar a alegrar-se. E aí, o que que aconteceu aqui? Vejamos que Jesus mostra o pai trazendo todos os bens de volta. Ele estava, se ele trouxe sandália, porque ele tava descalço. Se ele trouxe anel, porque ele tava sem anel. Se ele tava sem e a a melhor roupa, porque ele tava uma roupa bem esfarrapada. Afinal, ele tava apacentando porcos, né? e fez um banquete para ele. Que significa isso? Ele estava com fome e agora ele tem um banquete. Que banquete é esse? Todo esse conjunto simboliza algo. Que algo é? Qual era a fome que ele estava? sentido de sentido existencial. Ele estava perdido e foi achado, morto e reviveu. Quando nós nos afastamos do sentido existencial, o que que acontece? Psicologicamente nós morremos. Então, ele que estava morto revive, que estava perdido se encontra. e começaram a alegrar-se. Então, o o banquete é para quê? É por quê? Porque ele encontra o sentido existencial. Quando nós buscamos o sentido existencial, veja onde tá acontecendo essa festa. na consciência. Na casa do pai, que representa a consciência. Em que lugar do espírito que ele busca o sentido existencial? Onde o espírito busca o sentido existencial? Que nas terras longínquas não tem como ele buscar, na própria consciência, né? Então essa festa toda, esse banquete, é o espírito se sentindo plenamente integrado na sua vida como espírito imortal. Ele que estava morto psicologicamente, estava perdido, agora revive e se
cia, né? Então essa festa toda, esse banquete, é o espírito se sentindo plenamente integrado na sua vida como espírito imortal. Ele que estava morto psicologicamente, estava perdido, agora revive e se encontra. E isso é, isso gera o quê para o espírito? como uma consequência profunda. O que gera felicidade, alegria existencial, essa alegria mais profunda que o ser pode ter. Então essa festa toda, essa alegria que o espírito sente quando está nessa nesse caminho pleno de sentido. Agora vamos para o irmão mais velho. Oi. Fala. Aham. Sim, são símbolos. O anel é o símbolo da união com Deus. Ele não estava afastado, agora ele está unido de novo. É união profunda nossa com Deus, porque ele se afastou. O pai não se afasta, mas ele se afastou e agora tá de volta. A sandália ele estava descalço naquela época. Andar descalço, o que gerava nos pés? Feridas. Feridas. E você andar com feridas nos pés, na planta do pé, o que gera? Muita dor. Sandálias nos pés significa o quê? Todo o processo de suavização da dor. Quando nós buscamos o sentido existencial, o que que acontece com a dor do conflito? Suaviza até que seja resolvida. né? Vejamos que a sandália nos pés feridos não vai acabar com a ferida imediatamente, mas já vai amenizar bastante o sofrimento da ferida, não vai? Estar de volta na para em casa não acaba com os conflitos, mas ameniza muitos conflitos. E aí, com a a menade, a suavidade dos conflitos, nós podemos resolvê-los com mais eficiência. Aliás, a única forma de resolvê-los com eficiência é dessa forma, porque nas terras longinco a gente não resolve. A gente tenta apacentar os porcos, mas não resolve. Faz sentido? Então é isso. E o seu filho mais velho estava no campo e quando veio chegou perto de casa, ouviu a música e as danças. Vejamos que aqui nós temos um filho mais velho que também estava no campo. Campo é o símbolo do quê? Superficialidade. Então ele estava também na superficialidade. E ele não entra na casa. Em momento algum Jesus coloca ele na casa. É o símbolo do quê?
também estava no campo. Campo é o símbolo do quê? Superficialidade. Então ele estava também na superficialidade. E ele não entra na casa. Em momento algum Jesus coloca ele na casa. É o símbolo do quê? perto de casa. Ele tava sempre perto. Um pouco afastado. Tem como pecar um pouco afastado? E o que que significa esse um pouco afastado? Tem jeito de você de desenvolver meia virtude. Você tá só um pouco afastado, você tá pertinho ali. Esse pouco afastado significa o quê? Parecia, mas não era. Parecia, mas não era. E o que que significa isso? Que ele está no movimento pseudo. Pseudo quê? Pseudo virtuoso, né? O movimento do filho mais velho é da pseudo virtude, é da máscara do ego. Ele parece, mas não está. Ele está perto. Perto da das leis não significa em comunhão com as leis. Ele não entra na casa em momento algum. Então é o símbolo do parecer virtuoso sem ser virtuoso. Para ser virtuoso é necessário trabalhar onde? No campo, na casa do pai, né? O trabalho profundo é na casa do Pai, o trabalho com a essência divina. E Jesus coloca que além da do campo da perto da casa que nós já simboliz já refletimos, campo é superficialidade, perto da casa é o parecer, as máscaras, parecer virtuoso sem ser virtuoso. E ele ouvia as músicas e as danças. O que são música e danças? O jovem que estava aqui semana passada não responde por ele já sabe que o que são as músicas e as danças. Música é o quê? Música você ouve, né? E dança. Você ouve dança ou você participa da dança? Mas dá para ouvir o ruído que a dança gera. Naquela época era uma arrastapé, né? Para lá, para cá e tal. Não se dançava coladinho para não fazer barulho nenhum. Era, eram danças circulares, danças bem barulhentas. Por isso que o filho mais velho lá de fora, ele ouve as danças, ele ouve a música. Ouve o barulho das danças, o alarido, os ruídos das danças. E aí, temos dois símbolos significativos. Nós já falamos sobre esses símbolos hoje de manhã.Essação ou na casa do pai. Na casa do pai? Sim. No banquete lá numa festa. Não tava
o, os ruídos das danças. E aí, temos dois símbolos significativos. Nós já falamos sobre esses símbolos hoje de manhã.Essação ou na casa do pai. Na casa do pai? Sim. No banquete lá numa festa. Não tava tendo uma festa que ele mataram, que ele estava que o pai falou que alegremo-nos porque esse meu filho estava morto e reviveu. Tá tendo uma festa, uma baita da festa. O filho mais novo tá na festa, o pai tá na festa. O filho mais velho ouve os ruídos da festa. E aí, que festa é essa? Que música é essa? Que dança que é essa? A música representa o quê? Se se é uma lei, não é algo que está ali relacionado a uma lei. E aí, gente, nós falamos de manhã, é algo distante, né? Não, não é algo distante. Você pode, é algo que você ouve, mas você ouve uma música, você precisa fazer alguma coisa para ouvir uma música. Se se o Liebre começar a tocar uma música lá, alguém precisa de Deixa eu ir lá participar dessa música. Ou você ouve de onde você estiver, você ouve se você tiver na próximo da música. Força evolutiva e autevolutiva. É a força endevolutiva. É a força autoevolutiva. Essa jovem aí participa de estudos aqui. A dona Jéssica aqui respondeu, viu, seu Thago? E o que é a força autoevolutiva e a endoevolutiva, Jéssica? A força endo evolutiva é uma energia que tem eada por Deus. Isso. E aí é o nosso poder força Então o que é música? O que é o que é dança? Na aí a dança é algo Uhum. Isso. E a a ser isso. Exatamente. Deu para entender, gente? A força endoevolutiva vem da lei do progresso. A lei do progresso, ela apenas com vida. A música convida a dança, convida. A música chama a dança, mas só se dança se você tiver o quê? Levantar do lugar, né? Se você Por isso ele levantar me ei irei ter com meu pai. Se você continua caído, dá para dançar caído, dá para ouvir música caído? Dá, dá para ouvir música caído, mas dançar caído não. Então é necessário para dançar levantar. Foi o que o filho mais novo fez. Levantar-me e irei ter com meu pai. E ele estava lá na casa do pai participando de tudo que o pai oferecia
s dançar caído não. Então é necessário para dançar levantar. Foi o que o filho mais novo fez. Levantar-me e irei ter com meu pai. E ele estava lá na casa do pai participando de tudo que o pai oferecia para ele. Então, força autoevolutiva, dança, força endoevolutiva, música. A força endoevolutiva nunca deixa de nos convidar a dançar, mas nós só vamos dançar se levantarmos e começarmos a dançar. O filho mais novo se prop os o filho mais velho se propõe a isso. E chamando um dos servos, perguntou-lhe que era aquilo. Aqui temos um símbolo muito significativo. Ele ouve a música, ouve as danças. Música, força endoevolutiva, dança, força autoevolutiva. E ele entra na festa para saber o que que tá acontecendo na casa para saber que festa é essa. Vejamos, ele não entra na casa. Ele poderia ter entrado na casa. Poderia, mas ele utiliza o livre arbítrio para chamar um servo. Que servo é esse? Jesus muitas vezes usou a palavra servo para se para definir leis divinas. Ele usa dois dois símbolos, servos e anjos. Aqui ele usa o o a palavra servo. Se servo é uma lei, que lei é essa que o filho mais velho chamou? Lei de liberdade? Não, a lei de liberdade ele usou para chamar. O servo não é a lei de liberdade. Ele chama o servo para perguntar o que era aquela festa. Vejamos, a festa tá acontecendo na casa do pai. Tem um banquete com música, com dança. O seu irmão mais novo está lá dançando, utilizando a força autoevolutiva para conectar com a força endoevolutiva. E ele está lá fora, pergunta para um servo: "O que era aquilo. É a lei da é a lei da verdade. É a lei da verdade. Você já sabia, né? Sen já não lembrava. [risadas] Tá bom, né? Thiago acabou de dizer aqui lei da verdade por quê? Agora te não lembra por que é lei da verdade? Nós falamos sábado passado isso aqui aqui na federação. Hã? Ah, foi no banheiro. Tá bom. Por que a lei da verdade? Por que Ana? Ana também tava aqui. Hã? Ah, você dormiu na O que estava acontecendo lá na casa do pai? Não era a verdade? Or filho dentro da casa ouvindo a
o banheiro. Tá bom. Por que a lei da verdade? Por que Ana? Ana também tava aqui. Hã? Ah, você dormiu na O que estava acontecendo lá na casa do pai? Não era a verdade? Or filho dentro da casa ouvindo a participando da música, da ouvindo a música e participando da dança. Fala hã virtude da verdade a verdade isso. A virtude da verdade é que ele se foi convidado a acessar aqui, mas ele não acessa. O servo vai dizer para ele o que estava acontecendo, ó. E ele lhe disse: "Veio teu irmão e teu pai matou o bezerro cevado porque o recebeu sal e salvo." Isso era verdade? era a pura verdade. O irmão foi recebido salvo e salvo, e o servo apresenta a verdade. Então, a lei da verdade nos apresenta a verdade para que nós exercitemos a virtude da verdade. E o que faz o o filho mais velho? Ele não estava perto da casa, mas ele se indignou e não queria entrar. E saindo, o pai estava com ele. O que aconteceu aqui quando a lei da verdade no o convidou a exercitar a virtude da verdade. Ele não se permitiu porque afinal ele estava perto da casa. Ele estava no movimento pseudo virtuoso. A pseudo virtude gosta da verdade. O pseudo virtuoso, como é um movimento de hipocrisia, o pseudo virtuoso, ele abomina a verdade. Ele se compras com a mentira. Como aqui ele teve a a verdade foi apresentada a ele, ele se indignou e não queria entrar. E o pai foi lá e insistiu, convidou insistentemente, que é o o verbo estava significa convidar com insistência, com veemência. Não é o que Deus faz conosco. Deus, por meio da da lei da verdade nos convida o tempo todo a nos conectarmos com ele profundamente. Ele não se dispôs a entrar na casa, apesar do convite veio em mente do pai e ficou indignado. Por quê? Por que que o hipócrita se indignes que estão fazendo esforços para vivenciar a verdade? Por quê? É um fenômeno psicológico aqui. Isso vai ficar muito claro nos próximos versículos. Mas o o fenômeno psicológico já começa aqui. Ele se sentiu vítima. Não, não. Bem, depois ele se sente vítima, aqui ainda
fenômeno psicológico aqui. Isso vai ficar muito claro nos próximos versículos. Mas o o fenômeno psicológico já começa aqui. Ele se sentiu vítima. Não, não. Bem, depois ele se sente vítima, aqui ainda não. Por que que o hipócrita se indignante da verdade? Ele aparenta. Se ele aparenta, ao enxergar a verdade, o que que ele quer? Hã? Ele quer possuir a verdade. Se fosse, ele entrava na casa. Ele quer o quê? que o outro não veja a verdade tem a ver com ele mesmo. A verdade aí funciona para ele como um espelho. A indignidade é o a indignação é o movimento dele querer acabar com o espelho, arrebentar com espelho para que ele não veja a verdade. O hipócrita, ele morre de medo da verdade, porque a verdade o desmascara e ele não quer ser desmascarado. Por isso ele indignou, ele se indignou e não quis entrar, mesmo com o pai insistindo com ele. Enquanto a pessoa estiver no movimento da hipocrisia, do parecer sem ser, ela não vai aceitar os convites do pai. Faz sentido isso, gente, para qualquer pessoa, porque ele pensa que está aceitando o convite. Fica muito claro nos próximos versículos. Ele pensa que ele está em comunhão com o Pai, mas não está. Esse movimento que é o movimento da hipocrisia. Se nós tivermos na hipocrisia, é possível evangelizar? É possível realizar o trabalho do bem em qualquer área que seja? Não. Nós podemos fazer o movimento do pseudo do bem, mas não do bem verdadeiro. Aquele movimento só para fora, parecer sem ser. Oi. Você ouve que ele eh enxergou a verdade, mas ele de fato não a verdade. Aham. Sim. Eh, ele enxergou a verdade que ele não ele escutou, mas fato de não Uhum. Isso. Se a Jéssica pergunta se tem analogia com a fala de Jesus, ouça aqueles que têm ouvidos para ouvir, vejam que tem olhos para ver. Tem a ver com isso. Quando nós estamos na hipocrisia, nós não queremos ver. Apesar de enxergar, não quer ver. Nós não queremos ouvir, apesar de escutar. Escuta, mas é só ruído. Não faz sentido, porque não ouve. Hã, isso é o movimento de autoengano, sim,
nós não queremos ver. Apesar de enxergar, não quer ver. Nós não queremos ouvir, apesar de escutar. Escuta, mas é só ruído. Não faz sentido, porque não ouve. Hã, isso é o movimento de autoengano, sim, profundamente. Só que é um autoengano diferente lá do do filho mais novo, do irmão mais novo. Como quando ele se autoengana, ele se autoengana para quê? Para tentar apacentar os porcos, para tentar resolver os conflitos que ele criou. Aqui o autoengano é para quê? manter a pessoa numa pseudosolução de conflitos. Para o filho mais velho, ele não tem conflito nenhum. O problema é do irmão mais novo. Vamos ver aqui no próximo. O problema dele tava todo no irmão, não era com ele. Nada tinha a ver com ele. Tinha a ver com o pai e tinha a ver com o irmão. Vejamos aqui, ó. Jesus mostra aqui. Mas respondendo ele disse ao Pai: "Eis que te sirvo há tantos anos sem nunca transgredir o teu mandamento e nunca me deste um cabrito para alegrar-me com os meus amigos." Coitado, né? Coitado dele, ele tava servindo há tantos anos, sem nunca transgredir o mandamento do Pai e nunca teve nenhum cabrito. É verdade isso, coitadinho. É verdade. Veja, por que que ele não aceitou o servo? Porque ele vivia na mentira. O que Jesus diz no segundo, no segundo versículo da parábola? Pai, dá-me a parte da minha fazenda. E ele repartiu aos dois. Ele já tinha ganho tudo que o irmão tinha ganha, ele também ganhou. E aqui ele está fazendo falando o quê? Que nem o cabrito ele recebeu. E ele estava sendo convidado para ir para uma festa. pro bezerro para se alimentar com bezerro cevado. E ele tá reclamando que nem um cabrito ele tem. Porque para participar dessa festa, o que o que o que era necessário? Hã? a decisão, a decisão de a decisão de conexão com a força autoevolutiva por meio da verdade. A verdade era necessário ele reconhecer que ele estava ali se indignando por inveja, por despeito, por uma série de coisas. Enquanto ele não se conectasse com a verdade, ele não tinha como entrar na festa. Só que ele fica aqui reclamando.
r que ele estava ali se indignando por inveja, por despeito, por uma série de coisas. Enquanto ele não se conectasse com a verdade, ele não tinha como entrar na festa. Só que ele fica aqui reclamando. Ele estava com o pai por vontade ou por desejo de recompensa. Ele estava com desejo de recompensa porque o desejo dele egóico, esse era o desejo egóico mascarado. O desejo egóico evidente é o quê? No próximo versículo, Jesus mostra o desejo eóico dele. Era ir paraa terra longin com as no mesmo lugar que os o irmão fez para gozar com as prostitutas, porque ele acusa o irmão disso. Mas aqui ele está no movimento de desejar recompensas do Pai e não de servir ao pai por vontade própria. Por isso ele reclama que tá há tantos anos sem nunca transgredir o teu mandamento. Havia uma obrigatoriedade do Pai para que ele estivesse na casa do Pai. Primeiro que ele não estava, ele estava no campo, não havia, porque se houvesse o o filho mais novo, também seria obrigado a permanecer na lá com o pai. E ele não obrigou. Então, eh, ele estava se obrigando a estar naquela condição porque ele queria recompensas. Agora, esse símbolo do cabrito que significa? Vejamos, nós temos o bezerro cevado. O bezerro cevado simboliza o quê? Abundância de sentido existencial. Nós já vimos. E o cabrito, nem um cabrito para alegrar-me com os meus amigos. Vejamos que o bezerro cevado, fazendo a comparação dos animais, tá? Bezerro cevado é um bezerro que é separado, colocado no curral, alimentado, é colocado comida na boca dele para que ele não movo, nem para comer, só o da da da bochecha para que a carne fique macia, não é? é o chamado novilho, novilha que fica ali para a carne bem macia. E o cabrito naquela época, como que ele foi? Ele até hoje, né, lá no Nordeste, como os cabritos são criados, é mais ou menos o clima da lá da região do Oriente Médio, onde Jesus esteve. O que que ele faz para comer? Ele pula para tudo quanto é lado. Ele sobe na Ele sobe até em árvores, se for necessário, porque para buscar o que tem
a lá da região do Oriente Médio, onde Jesus esteve. O que que ele faz para comer? Ele pula para tudo quanto é lado. Ele sobe na Ele sobe até em árvores, se for necessário, porque para buscar o que tem de verde para comer, né? Sobe em em pedr eh barranco, em pedra, em tudo ele faz para conseguir alguma coisa para comer. Quando ele faz isso, o que que ele tá fazendo? É igual esses esses musculosos que puxa ferro na academia, né? Os músculos vão ficando duro, todos duros e tanto fazer exercício. E a carne como que vai ficar? Dura. Parece um pedaço de pau, né? Um cabrito assado vai virar um um pedaço de pau assado. Agora compara o bezerro cevado, aquela carne macia, suculenta e o cabrito duro. E aqui ele reclama. Ele que estava sendo convidado a entrar na festa, a se alimentar do bezerro, tá reclamando que nem um cabrito. Que Jesus tá querendo dizer com esses símbolos todos. São símbolos muito significativos. O que é esse cabrito aqui? é um movimento psicológico ligado ao ego, muito comum, se chama autopiedade. Ele está aqui no movimento da vitimização. Ele está se colocando como vítima de quem? Do pai. Não tem gente que diz assim: "Que mal que eu fiz para Deus? para merecer uma vilha tão desgraçada. Eu sou tão bonzinho, eu faço isso, eu faço aquilo, eu vou lá no centro, dou sopa, ainda fico doente. Onde já se viu, não tem gente que fala isso? dentro do movimento espírita, naquela visão teológico dogmática que nós vimos de manhã, tem muita gente que faz isso. É exatamente o que ele tá reclamando aqui, que ele não tem nenhum cabrito com carne dura e tudo para alegrar-se com seus amigos. Então aqui a vitimização, quem são os amigos dele? Quem são os amigos dele? os outras máscaras. Ele tá tão mascarado, tão afastado da verdade que tem a vitimização tem muitas máscaras. A autopiedade é uma delas, são várias máscaras que fazem companhia para ele. E aí, que que tá acontecendo? Ele reclama. É pela reclamação que nós vamos conquistar a felicidade? Jamais, jamais vamos conquistar. E aqui a
a delas, são várias máscaras que fazem companhia para ele. E aí, que que tá acontecendo? Ele reclama. É pela reclamação que nós vamos conquistar a felicidade? Jamais, jamais vamos conquistar. E aqui a máscara dele cai, só que ele não percebe isso. Vindo, porém, este teu filho, que desperdiçou a tua fazenda com as meretrizes, mataste-lhe o bezerro cevado. Bezerro cevado era só para ele, uma festa só para ele. O que ele tá fazendo aqui? Vejamos, a máscara, a desconexão com a verdade produz o quê em nós? O vazio existencial é consequência. É um vazio muito grande, só que ele não percebe com como vazio. Por quê? Porque o problema não está nele. Vejamos que ele tá falando aqui com o pai dele, não é? Quem que é o filho do do pai dele? É o irmão dele. Mas o que ele fala aqui? Este teu filho, quando você está falando com seu pai, de um filho do seu pai, que sentimento que está por trás dessa expressão? Despre, desprezo. Ele está desprezando o irmão, mas ele não é bom, não está lá servindo o pai há tantos anos. Como que ele sendo tão bom assim tá fazendo isso? Desprezando o irmão e compai, que que ele está fazendo? Ele tá desprezando o irmão com o pai. O que que ele está fazendo? Hã? Ele tá acusando o pai, não tá? Este teu filho desperdiçou a tua fazenda com as meretrizes. Mataste-lhe o bezerro cevado. Tava acusando o pai de uma culpa, de um movimento que para ele não deveria acontecer. O pai deveria expulsar o o filho, o irmão dele. Agora, quando ele fala das meretrizes, o que que tá mostrando aqui? É um sentimento que não é tão incomum, mas as pessoas não admitem muitas vezes esse esse sentimento. Que sentimento é esse? Que viceegóico inveja. Ele está invejando, irmão, porque no fundo, no fundo, o que que ele gostaria de ir também lá paraa terra longinho gozar com as meretrizes e ele tá eh num despeito desdenhando o que o irmão fez. Não tem um ditado fofolar quem desdenha, quer comprar? É porque ele tava desejando exatamente o gozo com as meretrizes, mas ele não admite porque afinal ele é o
despeito desdenhando o que o irmão fez. Não tem um ditado fofolar quem desdenha, quer comprar? É porque ele tava desejando exatamente o gozo com as meretrizes, mas ele não admite porque afinal ele é o filho dedicado lá com pai que serve há tantos anos ao pai sem nunca transgredir nenhum mandamento. O problema não tava nada nenhum com ele, era com o irmão dele. O irmão dele sim era um perdulário, era isso, era aquilo. Não podia jamais ter sido recebido com pelo pai. Não tem gente dogmaticamente que se alegra com mal que acontece com outro? Muita gente faz isso. É exatamente isso que ele ele gostaria. Se o pai expulsasse o irmão, ele ficaria de que forma? Feliz, né? feliz, entre aspas, porque não é isso não é felicidade, mas ele se a acharia isso tão gratificante que acharia que ele estava estaria feliz. Então aqui mostra todas as as feridas morais que ele trazia, que ele mascarava. E o pai o que disse? Filho, tu sempre estás comigo e todas as minhas coisas são tuas. Se o pai é Deus, se o pai não, o pai na parábola é Deus, tem jeito de nós não estarmos com Deus? Não. Do ponto de vista de quem? De Deus. Tu sempre estás comigo. Agora o filho estava com o pai? Não. Por isso que ele se indign e não quer entrar. E todas as minhas coisas são tuas. Tem alguma coisa que Deus criou para ele? Não, vou criar esse planeta só para mim. Eu sou o o a suprema inteligência do universo, mas esse planeta é só meu. Não vou deixar ninguém habitá-lo. É tão engraçado que fica, né, cômico a gente falar nisso. Tudo que Deus criou é para as criaturas, não é para ele, porque ele não precisa de nada. Ela é a grande causa do universo. Se Deus não precisa de nada, todas as coisas dele são nossas. Mas como que o filho sentia? Por que que ele se indignou e não queria as coisas do pai naquele momento? Tem um movimento psicológico que Jesus aborda aqui. Que movimento é esse? Que movimento é esse que Jesus mostra aqui do filho que não quer as coisas do pai porque o pai está repartindo com o irmão. Chama-se egoísmo.
o psicológico que Jesus aborda aqui. Que movimento é esse? Que movimento é esse que Jesus mostra aqui do filho que não quer as coisas do pai porque o pai está repartindo com o irmão. Chama-se egoísmo. Culto ao ego, egoísmo. Egocentrismo. Ele não queria repartir com o outro, ele só queria para ele. Se todas as coisas fossem dele, ótimo. Mas não era só dele. Exatamente o que Jesus tá mostrando aqui. As coisas não eram só dele, era dele, do irmão. Todas as coisas são nossas de toda a humanidade. O egoísmo é uma chaga tão intensa que tem gente que se recusa a repartir o ar. Já viram uma pessoa assim? Hã? Não. Nunca viu gente com asma? A asma tem uma uma uma conotação psicológica, emocional muito ligado a esses fenômenos. Quando nós nos recusamos a dividir, quando temos um movimento egocêntrico, egoístico, nós podemos chegar nesse nível psicológico de não querer dividir o ar, porque tem como a gente ter ar exclusivo? Não, não, né? Aqui nós estamos eh várias pessoas dividindo esse arro o tempo todo, desde manhã, né? Só se alguém tivesse com uma mascarazinha, com um bujãozinho de oxigênio. Não quero ar só para mim, né? Mesmo assim, ele se ar saiu de algum lugar que já passou por pelo pulmão de muita gente. O grande órgão de contato que nós temos, qual é o maior órgão de contato que o ser humano tem? É a pele, não é o pulmão. Se nós fôssemos emendar todos os alvéolos um com o outro, formando um tecido da 70 m², não é isso, Lang que é pneumologista? 70 m². É quase o tamanho desse salão. Se não for mais, eu não sei, não sou muito bom de medida, mas é mais ou menos isso. Se for juntar toda a pele de uma pessoa de 1,70, 1,80 m, não chega a dar 1 a 2 m². Então, o grande órgão de contato que nós temos é os pulmões. Então, o egoísmo às vezes é tamanho que nós queremos o ar só para nós. Como isso é impossível, a pessoa tranca, tranca o pulmão para não compartilhar. É claro que não é assim. Eu vou, eu quero, eh, eu quero me fechar, não quero dividir. Não é conscientemente que a pessoa faz isso. São processo
a pessoa tranca, tranca o pulmão para não compartilhar. É claro que não é assim. Eu vou, eu quero, eh, eu quero me fechar, não quero dividir. Não é conscientemente que a pessoa faz isso. São processo subconsciente emocional que pode chegar nisso. Existem outros fatores coadjuvantes, mas o fenômeno, tanto é que até hoje a asma tem uma dificuldade de tratamento, não é? Solange, é uma das doenças que os médicos eh correm como o diabo da cruz, porque é um tratamento muito trabalhoso, inclusive para para homeopata. Hã, pessoa. Sim, porque como ele tem um fator eh emocional muito grande, eh claro, os alopatas enchem a pessoa de corticoide e ela fica, entre aspas boa, né? na verdade não fica boa, ela fica eh fica com todo um processo de inibição do fenômeno, mas a cura real se dá por um movimento profundo de humildar o orgulho de desenvolver o desinteresse pessoal. São virtudes muito profundas. O filho mais velho mostra o orgulho exacerbado, um profundo interesse pessoal. Por isso é um candidato muito sério à asma. Isso é só uma um parêntese eh em termos de saúde espiritual pra gente entender que as doenças são muito mais do que fenômenos biológicos. Existe fatores espirituais muito profundos ligados à doenças. Não é só a asma, mas o a pessoa que mascara a realidade da vida é um candidato muito sério a ter crises de asma. Mas era justo alegrarmo-nos e regozijarmo-nos, porque esse teu irmão estava morto e reviveu, tinha se perdido e achou-se. Como que o pai responde para ele? Como que Deus responde para nós sempre? Jesus coloca de uma forma belíssima aqui. O pai sempre vai nos responder com justiça, não vai? E o que o pai faz com ele? Devolve o irmão para ele. É seu irmão, não é filho e não é o filho do pai. O filho do pai, do mesmo pai, é seu irmão. Era justo alegrarm-nos e regozijarmos, porque este teu irmão e não este teu filho, esse teu irmão estava morto e reviveu, tinha se perdido e achou-se. Então o irmão voltou para casa, estava lá fazendo todos os esforços de renovação e ele queria rechaçar o irmão
e não este teu filho, esse teu irmão estava morto e reviveu, tinha se perdido e achou-se. Então o irmão voltou para casa, estava lá fazendo todos os esforços de renovação e ele queria rechaçar o irmão e o pai o chama atenção para a justiça desse ato de misericórdia, de compaixão. E ele se dispôs, Jesus termina a parábola aqui, então a gente não sabe se ele se dispôs a acolher o irmão, mas com certeza, do ponto de vista psicológico, emocional, cedo ou tarde, todo aquele que se mascara a realidade da vida vai um dia retirar as máscaras e desenvolver as virtudes do espírito imortal. Para o trabalhador da seara de Jesus é uma condição imprescindível em qualquer atividade que nós estamos. Não há espaço para ser um servidor do Cristo na sua seara, mascarando o nosso ego. Por isso que o movimento teológico dogmático dentro do movimento espírita não faz sentido. nunca fez, mas dentro da doutrina espírita, que é para para que nós vivamos em espírito e verdade, a proposta do Cristo é totalmente esdrúxulo. O convite é que nós vivamos com verdade. Reconhecer, nós temos limitações, temos desejos egóicos, temos tendências, mascará-las não vai nos auxiliar. Porque vejamos quem está numa condição melhor ou pior, o filho mais velho ou o filho mais novo na primeira etapa, quem estava numa situação pior? O filho mais velho tá numa situação bem pior, porque ele está num nível de de movimento que ele não reconhece o problema que tem. O irmão mais novo, assim que reconheceu que ele criou o problema, ele voltou para casa. Este aqui, como ele acha que ele é o rei da cocada preta que ele faz e acontece, ele não reconhece. Então ele não volta para casa, ele fica ali perto da casa achando que está sendo bambambã das coisas. É o que muitas vezes nós fazemos no ambiente do movimento espírita. Não deve devemos agir assim, mas muitas vezes agimos. Pergunta, gente. Vamos ter um intervalo de 20 minutos e logo em seguida voltamos. Às 4:30 voltamos. เฮ เ เ เฮ Agora nós vamos refletir sobre o trabalho do bem e o plano
assim, mas muitas vezes agimos. Pergunta, gente. Vamos ter um intervalo de 20 minutos e logo em seguida voltamos. Às 4:30 voltamos. เฮ เ เ เฮ Agora nós vamos refletir sobre o trabalho do bem e o plano existencial. Para que estejamos sintonizados com o trabalho do bem na seara de Jesus, seja na evangelização ou em qualquer outra área de ação, somos convidados a cumprir o nosso plano existencial composto de propósito existencial e programa existencial. Inicialmente, vamos estudar o propósito existencial com base em uma parábola do Evangelho de Jesus, a parábola da ovelha desgarrada, anotada por Lucas, capítulo 15, versículos 3 a 6. Então nós temos quando nós encarnamos, nós vimos isso de manhã naquela, naquele texto de Euípedes Barsanufo, nós renascemos com um plano existencial. Esse plano composto de propósito e programa. Em duas das parábolas do Evangelho de Jesus, eles ele aborda na ovelha desgarrada o propósito e na eh parábola dos talentos o programa. Vamos ver as duas parábolas agora. Primeiro, a parábola da ovelha desgarrada. E ele lhes propôs esta parábola, dizendo: "Que homem dentre vós, tendo 100 ovelhas e perdendo uma delas, não deixa no deserto às 99 e vai após a perdida até que venha achá-la." E aí, gente, o que Jesus tá querendo dizer aqui? Vejamos que nós temos alguns símbolos significativos. Nós temos um homem que tendo 100 ovelhas, perde uma delas e de e vai deixar no deserto 99 e vai atrás da perdida. Quem é esse homem? Vejamos que nas parábolas, se nós usamos, usarmos o mesmo símbolo com o mesmo significado, nós vamos ter dificuldades de entendimento. Na parábola que nós acabamos de estudar, o homem significa o quê? na parábola dos dois filhos que nós acabamos de estudar, Deus. E nesta parábola tem o mesmo sentido? Sentido não. Qual é o sentido dessa parábola? Jesus também não. Hã? Todos nós, todos nós estamos sendo representados nessa parábola. Então, o ser humano que está em evolução é o que o homem dessa parábola, o ser humano em evolução. Essa parábola é praticamente um
Hã? Todos nós, todos nós estamos sendo representados nessa parábola. Então, o ser humano que está em evolução é o que o homem dessa parábola, o ser humano em evolução. Essa parábola é praticamente um complemento da parábola dos dois filhos. Quando o filho mais novo volta para casa, ele volta para quê? Para que o filho mais novo volta para casa? Não é para conectar com as leis divinas que ele se recusava desenvolvendo as virtudes. É exatamente o que Jesus coloca na parábola da ovelha desgarrada. Quem são as ovelhas? O que são as ovelhas? virtudes. As ovelhas são as virtudes. Agora, se nós formos levar o pé da letra, a a parábola, deixar ovelha no deserto e ir atrás de uma que que fugiu, que sumiu, é algo coerente. Se eu deixo 99 ovelhas no deserto, elas correm o risco de acontecer o que com elas? Elas correm risco de morrer, de sede, né? Morrer. Por o deserto não é o lugar adequado para deixar a ovelha, não é? Então significa que essas ovelhas aqui não são essas que faz bé, né? Não são ovelhas que come capim, são virtudes. E o deserto, o que é o deserto? Hã? A consciência. O deserto é o próprio ser essencial. Não é no ser essencial que na parábola dos dois filhos e a casa do pai onde fica, onde nós vamos desenvolver as virtudes. É aí que as virtudes ficam. Então, quem é a ovelha perdida? O que é a ovelha perdida? Se é uma virtude não trabalhada. Sim, é uma virtude que nós ainda não fizemos esforço para exercitá-la. Por isso que esta é uma parábola do propósito existencial. Porque o que é o propósito existencial? É exatamente desenvolver a a virtude mais desafiadora para nós a cada existência. Em cada existência, nós vamos ser convidados a desenvolver uma ou uma virtude, normalmente uma, duas, no máximo três, que vão ser vai ser desenvolvidas numa existência eh mais intensamente. Se desenvolvermos numa próxima existência, nós vamos desenvolver outra e outra até nos tornarmos plenamente virtuosos. Se não conseguirmos, vamos repetir a lição. Daqui a pouco nós vamos colocar
ente. Se desenvolvermos numa próxima existência, nós vamos desenvolver outra e outra até nos tornarmos plenamente virtuosos. Se não conseguirmos, vamos repetir a lição. Daqui a pouco nós vamos colocar uma um conto de Humberto de Campos que aborda isso. Então, oi. Você desenvolve a gente possa desenvolver de sério, você eh automaticamente desenvolve um pouquinho alguma outra ou não? desenvolveu aquela só aquela. Se nós quando estamos desenvolvendo uma virtude, podemos desenvolver outra, sim, necessariamente, porque as virtudes elas nunca vêm sozinhas. Quando nós desenvolvemos a virtude do propósito, nós vamos desenvolver outras virtudes associadas a elas, a virtude do propósito, que são as virtudes satélites, que vão se somar as virtudes que a virtude que é a do propósito. Por exemplo, a virtude do autoamor, qualquer que seja o propósito existencial de alguém, ela vai necessitar de desenvolver a virtude do autoamor, porque ele é a base de todo o desenvolvimento das demais virtudes. Se for já, se já for o autoamor, ótimo, vai desenvolver a partir do autoamor. Se for uma virtude como paciência, perseverança, humildade, eh mansidão, o autoamor está envolvido em todas. Então a essas virtudes nós chamamos de virtudes satélites, porque as virtudes elas sempre se somam, elas nunca vêm sozinhas. Então Jesus está falando aqui de uma virtude, uma ovelha que nós ainda não exercitamos. que ainda não encontramos essa ovelha, não desenvolvemos. E achando-a, põe sobre os seus ombros jubiloso. O que Jesus tá querendo dizer aqui? Ele achou a virtude e coloca no ombro a ovelha, no ombro jubiloso que achou a ovelha perdida. O que ele está simbolizando aqui? Quando ele entra no ele assume a responsabilidade de ter necessidade de desenvolver. Exatamente. Então, quando ele coloca a ovelha no ombro, ele assume a responsabilidade de tê-la encontrado e cuidar dela para que simbolicamente representa. A partir do momento que você conhece a virtude do propósito, qual é o movimento que você é convidado a fazer?
e a responsabilidade de tê-la encontrado e cuidar dela para que simbolicamente representa. A partir do momento que você conhece a virtude do propósito, qual é o movimento que você é convidado a fazer? exercícios para desenvolver essa virtude. Quando todos os dias, né? esforço continuado, paciente, perseverante e disciplinado. Todos os dias você vai ser convidado a desenvolver a virtude, porque virtude não é algo que você desenvolva só de vez em quando, é diariamente. A virtude do propósito é a virtude que mais nos dá trabalho. Por isso é a que nós vamos colocar no ombro. é a que mais é trabalhosa para nós e a que é mais desafiadora. Imagina você andando, você caminhando com uma ovelha no ombro. Vamos sair do símbolo e vir pra realidade. Imagine-se cada um de nós com uma ovelha no ombro aqui no cangote, como se diz, andando para lá e para cá, no shopping, na praia, no no centro espírita, no trabalho com essa ovelha. Não é? Então esse símbolo, quando Jesus você imagina sai da da do do símbolo do da da realidade traz de forma simbólica, simboliza os esforços que nós somos convidados a fazer para desenvolver a virtude do propósito. E como que são esses esforços? como eles devem ser. Além de continuar os pacientes, perseverantes, disciplinados, ele deve ser de que maneira? Amoroso para ser de que tipo? Suave, leve, suave, leve e jubilosos. Que seja rico em contentamento, porque não basta a suavidade e a leveza. Somos convidados a nos sentirmos alegres, felizes por estarmos carregando a ovelha, estarmos cumprindo o nosso propósito existencial. É um exercício que não deve ser pesado para nós, deve ser suave, leve e repleto de contentamento, de júbilo. Por isso Jesus coloca jubiloso. Se não for jubiloso, vai ser a ovelha de fato. Como que o irmão mais velho se sentia? Hã, era um peso. Servir ao Pai era pesado para ele, era perturbador. Ele estava ali forçado, reclamão, né? Não, não dá para desenvolver a virtude do propósito reclamando da vida, porque senão não é virtude, é pseudo
. Servir ao Pai era pesado para ele, era perturbador. Ele estava ali forçado, reclamão, né? Não, não dá para desenvolver a virtude do propósito reclamando da vida, porque senão não é virtude, é pseudo virtude, é falso, é um processo falso em si mesmo. A virtude é sempre um movimento de eh jubiloso, repleto de contentamento. E chegando a casa, convoco os amigos e vizinhos, dizendo-lhes: "Alegrai-vos comigo, porque já achei a minha ovelha perdida". Então, vejamos. Dá com ovelha nos ombros, enxergou em casa. O que que ele faz? chama os amigos e vizinhos e diz: "Alegrai-vos comigo, porque já ouve achei a minha ovelha perdida. Quem são os amigos? Quem são os vizinhos?" A virtude do propósito é a virtude que nós vamos desenvolver durante toda a existência. Na existência, nós temos o quê? Durante toda a existência num planeta como o nosso? Hã, amigos e vizinhos, mas saindo do símbolo e vindo para uma realidade. São as experiências. São as experiências de que tipo? Experiências desafio. Experiências aprendizadas. Hã, desafio e aprendizado. Não, mais ou menos. Desafio sim, tá faltando outra. E dá para aumentar um pouco a o som? Não, porque senão vou precisar gritar aqui por causa da chuva tá hã desafio, experiência estímulo. Quem são as experiências desafio? Hã, vizinho. Por quê? Por que que Jesus usa vizinho como experiência desafio? Você escolhe seus vizinhos? Não, você não escolhe seus vizinhos, né? A experiência desafio são as provas e as expiações. Você escolhe? Não, eu só quero passar por prova boazinha. Aí você ora para Deus todo dia para que Deus mande provas boazinhas, bem bem fácis de passar. É assim que funciona? Ou você vai passar pelas provas que você precisa? Tem um vizinho bom, tem um vizinho chato, tem um vizinho que não tolera nem fala bom dia para você, não tem todo tipo de vizinho. É exatamente esse o símbolo que Jesus usa do vizinho. O vizinho é experiências desafio. Nós utilizamos da experiência desafio para transformá-las em experiências aprendizado.
tem todo tipo de vizinho. É exatamente esse o símbolo que Jesus usa do vizinho. O vizinho é experiências desafio. Nós utilizamos da experiência desafio para transformá-las em experiências aprendizado. E o amigo, por que que o amigo é estímulo, Coni? O amigo você escolhe. Então você escolhe os amigos e o quais são os tipos de experiências de estímulo que nós podemos elencar, que você escolhe. Poderia dizer, eu estou aqui hoje, a experiência é um seminário que você reflete sobre as orientações do Cristo. É uma experiência estímulo. Nós escolhemos estar aqui, escolhemos. Então é um amigo. Uma oração que você faça, você escolhe orar ou você ora por uma provação, expiação? Você escolhe orar e aí você passa por uma experiência estímulo. Você a conexão com um espírito superior, um benfeitor, seu anjo de guarda, você escolhe conectar com ele? Escolhe ou não escolhe? Então é um amigo, um livro de autoconhecimento que você leia, é um livro espírita que auxilie você a se tornar uma pessoa melhor. É um amigo, é uma experiência estímulo também, porque você escolhe fazer isso. Então, tudo aquilo que nos estimula a essência divina a nos tornarmos melhores, voltando lá na figura do Tabor, a nos elevar como aquele que vai para o topo do monte Tabor, é as são as experiências estímulo, os amigos, todas as experiências desafiadoras. As provas, as expiações que nos convidam a torná experiências aprendizado são os vizinhos. Você não escolhe, mas você é convidado a a ser um bom vizinho, a tornar essa experiência uma experiência de aprendizado. E como é que as experiências desafio e as experiências estímulo vão se tornar experiência aprendizado? Quando é que isso acontece? Quando você aprende. Mas quando é que isso acontece? Na parábola Jesus tá mostrando isso. Quando você mostra a ovelha, o que é mostrar a ovelha? Quando é que nós vamos precisar da virtude do propósito? Quando? Hã, sempre. Mas em que momentos? Mais especificamente? Na experiências de desafio, nas experiências de estímulo. A virtude do
a ovelha? Quando é que nós vamos precisar da virtude do propósito? Quando? Hã, sempre. Mas em que momentos? Mais especificamente? Na experiências de desafio, nas experiências de estímulo. A virtude do propósito você vai mostrar é a ovelha. Veja aqui, ele põe nos hombres, chegando à casa convoca os amigos e vizinhos. Alegrai-vos comigo, porque já achei a minha ovelha perdida. Ele mostra pro vizinho experiência desafio e pro amigo experiência estímulo, que ele está com a ovelha agora nos ombros. Então, a virtude do propósito, nós vamos ser sempre convidados a exercitá-las nas experiências desafio, principalmente, porque os amigos eles vão sempre alegar, alegrar-se com você ou não? Se é seu amigo, claro que vai se alegrar. Se você tá alegre, o amigo também tá alegre junto com você. senão não é seu amigo. E o vizinho se alegra às vezes com seu com a sua alegria? Muitas vezes não. Às vezes fica até com despeito, fica com inveja. Quer que você pare de ser alegre para ficar mal como ele. As experiências desafio pede o que de nós? mais ou menos esforço do que as experiências estímulo, muito mais esforços, mas são as experiências estímulo os nossos amigos que nos auxiliam nos momentos mais desafiadores. Não são? São as experiências estímulo que vão nos auxiliar na na hora das experiências de desafio. Por isso, nós somos convidados a exercitar as duas, a mostrar as a ovelha, tanto para os amigos quanto para os vizinhos. Faz sentido, gente? Ficou claro? Então, essa é uma parábola muito curta que Jesus mostra como desenvolver o propósito existencial, que é a ovelha que nós vamos, a virtude que nós vamos exercitar a vida inteira. Para exemplificar melhor o que é o propósito existencial, estudemos uma crônica do espírito Humberto de Campos, psicografia psicografada por Francisco Cândido Xavier, intitulada provas de paciência. Nessa crônica, nós vamos ter a explicação de como vai funcionar a o desenvolvimento da virtude da ovelha perdida. Como que nós colocamos essa ovelha no ombro e ficamos a vida inteira com ela
aciência. Nessa crônica, nós vamos ter a explicação de como vai funcionar a o desenvolvimento da virtude da ovelha perdida. Como que nós colocamos essa ovelha no ombro e ficamos a vida inteira com ela no ombro? Nós vamos ler toda a crônica, depois nós fazemos comentários. Quando se dispôs Leonarda, a nova reencarnação, Lucinda, a nobre amiga espiritual que permaneceria na esfera superior, recomendou: "Leonarda, minha irmã, grandes tesouros têm conseguido você nos caminhos da vida e suas aquisições de virtude prosseguem no ritmo desejado. No entanto, sua provisão de paciência é muito escassa. Seu atraso nesse terreno é particularmente lamentável, provocando enorme desarmonia no admirável conjunto de suas qualidades pessoais. Faça o possível por elevar o padrão de sua resistência pela intensificação do autodomínio. As realizações do espírito não são gratuitas. Constitui patrimônio eterno adquirido a preço alto, em esforço e experiência. Tenha coragem nessa edificação. Quando na Terra ouvidamos frequentemente a real significação do desassombro, aplaudimos a impulsividade animal, esquecendo a sabedoria da prudência. Vejamos que aqui a a mentora da da Leonarda está colocando que ela já tinha várias virtudes desenvolvidas, mas no que tange a paciência ainda estava por desenvolver. Agora, porém, minha amiga, felicitadas pelas bênçãos de Jesus, busquemos o entendimento necessário, aprendendo a vencer sem armas visíveis, nos combates silenciosos do coração, no recinto do lar, onde o sacrifício é sempre mais vivo e mais proveitoso. Voltando presentemente à carne, não ouvide que a renúncia é a mestra da paciência. Aqui nós vemos também as virtudes satélites. Não há como desenvolver a paciência se não houver renúncia, não houver exercício de humildade e outras virtudes. Leonardo ouvia com interesse, revelando no olhar a preocupação indisfarçável do aprendiz que recrea a escola terrena. Transcorrida ligeira pausa, a amiga continuou. Sabemos que existe alimentação e assimilação,
uvia com interesse, revelando no olhar a preocupação indisfarçável do aprendiz que recrea a escola terrena. Transcorrida ligeira pausa, a amiga continuou. Sabemos que existe alimentação e assimilação, estudo e aproveitamento, dor e renovação. Esgota-se o corpo físico quando se alimenta e não assimila. Entrega-se o estudante a muitos disparates quando lê e não medita. Precipita-se a alma em regiões infernais, quando sofre não recolhe recolhe os valores da lição. Lembre-se de semelhantes verdades na terra. Para nós que muitas vezes fomos injustas para com o próximo, o melhor método de adquirir a paciência é o de sermos justas para com os outros, sem exigir que outros o sejam para conosco. Essa indicação, aliás, vem de Jesus desde o processo que o conduziu à crucificação. O mestre foi sumamente bom para com todos. Entretanto, não reclamou qualquer manifestação de justiça para consigo mesmo nos grandes momentos. E ele era puro, Leonarda, não desejo de modo algum induzi-la a desconsiderar a retidão. Examino apenas o aproveitamento da oportunidade. Tolo é o doente que despreza o remédio. E já que somos antigas enfermas, não fujamos à medicação adequada. Tenha cuidado e dê a cada um que indiscutivelmente lhe pertença. Contudo, se houver atraso na recepção do que lhe couber, não descreia do equilíbrio divino, valendo-se do ensejo para enriquecer a sua capacidade de resignação para o bem. Isso representa negócio, negócio espiritual de grande importância para o futuro. Quanto mais, saiba você que estaremos ao seu lado, assistindo-a com amor de seu concurso depende a realização. Então, a Lucinda prepara Leonarda, diz que vai assisti-la com muito amor, vai fazer a parte dela como mentora, mas a Leonarda estava sendo convidada a prestar o concurso dela, o desenvolvimento da virtude da paciência. Leonarda prometeu observância aos conselhos ouvidos e assumiu compromissos graves e tornou a terra. No entanto, apesar dos ajustes havidos, desde criança, revelou extrema inquietude e frequente indisciplina.
a prometeu observância aos conselhos ouvidos e assumiu compromissos graves e tornou a terra. No entanto, apesar dos ajustes havidos, desde criança, revelou extrema inquietude e frequente indisciplina. No fundo, era bond bondosa e sensível, mas navegava facilmente da calmaria a tormenta. Chegada à juventude, o plano espiritual convocou a pouco a pouco as provas de paciência de que necessitava. Vejamos que até a infância foi poupada, não foi na infância, onde o espírito ainda está em processo de reajustamento que as provas vêm com mais intensidade. É a partir da adolescência, depois na vida adulta. Leonarda casou-se, mas no aparecimento do primeiro filhinho começaram os serviços mais duros. Cristóv, marido na condição de espiritualista, proporcionava-lhe o melhor quinhão de assistência. No entanto, a companheira parecia surda a todas as advertências alusivas à conformação e a tolerância. Não obstante a sua nobre dignidade de esposa e mãe, descontrol-se ao primeiro sinal de luta mais forte. Cessada a borrasca doméstica, lavava-se em pranto de arrependimento, reconsiderando atitudes. Mas quantas vezes fosse visitada pela contrariedade ou pela tentação, quantas caía Leonarda em desespero e revolta em razão da vigilância? convertia as moléstias mais simples em fantasmas horríveis e transformava os mínimos de sabores em tragédias comoventes. Dentro de semelhante clima sentimental, os filhos andavam enfermiços, o esposo inquieto e a residência menos cuidada. Leonarda, com quanto bondosa, não sabia trabalhar nem descansar. No serviço mantinha-se impaciente, no repouso vivia atormentada, agia muito longe da tranquilidade operosa que produz a segurança íntima. O companheiro, por sua vez, não conseguia torná-la inconfidente de suas naturais aventuras e questões. Leonarda não sabia como analisar serenamente os problemas. contrariava sistematicamente tudo que lhe não proporcionasse bem-estar. Nas reuniões evangélicas, ouvia importantes preleções sobre humildade e coragem, costumando observar:
serenamente os problemas. contrariava sistematicamente tudo que lhe não proporcionasse bem-estar. Nas reuniões evangélicas, ouvia importantes preleções sobre humildade e coragem, costumando observar: "As pessoas infelizes quanto eu não podem ser conformadas. E como se a virtude fosse algo insustentável, repetia sempre: consoladores são os elementos da fé, mas perco paciência todos os dias. Se a dor, no entanto, vale alguma coisa para a melhoria da alma, estou sinceramente confortável, porque os meus sofrimentos têm sido infindáveis. Leonarda uma das que tinha essa visão dogmática que nós ainda trazemos muitas vezes no movimento espírita, como nós vimos de manhã, que basta sofrer para evoluir. Você não precisa exercitar virtude. Só só sofrer, pronto, você já vira anjo, né? Tem muita gente que acha que isso é possível. Vejamos que ela fala que ela não se dispõe a exercitar a virtude do propósito dela, que era a paciência, mas como ela tava sofrendo muito, com certeza ela estaria sendo eh evoluindo. Nessa diretriz prejudicial atravessou o estágio terrestre. Sem dúvida, efetuou louváis aquisições nos sacrifícios do lar. Todavia, quanto à resignação, nunca obteve o mais leve traço. Chorou, reclamou, protestou e reagiu sempre que assediada pelos dessores comuns. A pior característica em seu caso, porém, é que Leonarda jamais se inquietou com o bem dos outros, mas sim com a satisfação de si mesma, incapaz de suportar o menor espinho. Aqui nós estamos vendo associada à impaciência um profundo interesse pessoal. Ela só se importava com ela, nunca com os outros. Ao terminar a tarefa terrena, Lucinda esperava com a mesma serenidade dos outros tempos. abraçaram-se comovidas, logo que a memória de Leonarda recuperou as recordações, permutando júbilos de de amizade sincera. Depois das primeiras impressões afetuosas, falou a amiga espiritual: "É lamentável que tenha você demorado tanto tempo na oficina sem melhorar a obra." "Como assim", interrogou a interlocutora assombrada. Refiro-me à paciência", comentou Lucinda
lou a amiga espiritual: "É lamentável que tenha você demorado tanto tempo na oficina sem melhorar a obra." "Como assim", interrogou a interlocutora assombrada. Refiro-me à paciência", comentou Lucinda Carinhosa. Cada vez que a bondade infinita aproximava o seu coração do precioso manancial das oportunidades, você recuava apressada, recusando-me o auxílio. Tentei aqui oarlle acenda com inestimáveis recursos educativos, mas infelizmente, então o que que aconteceu com Leonarda? Todas as vezes que surgi um vizinho e um amigo, ela rechaçava tanto o amigo quanto o vizinho, tanto as experiências desafio, quanto as experiências estímulo que ela, que a Lucinda tentou oferecer a ela e a própria providência divina trouxe para ela. Espantou-se o Leonardo a ouvir as inesperadas considerações e com inexível desencanto, acentuou triste. Que diz: "Fui excessivamente provada, mas não foi aprovada", explicou a amiga Serena. Vivi com a pobreza e a dificuldade, entretanto, não as aproveitou convenientemente. Experimentei muitas dores, todavia, não guardou os ensinamentos. Sofri muito, mas não aprendeu. Então, vejamos que não basta sofrer, é necessário aproveitar. Aliás, não é nem o sofrimento que é para aproveitar, é fazer todos os esforços para nos libertarmos do sofrimento. E como que se dá isso? Como que nós vamos fazer os esforços para nos libertar do sofrimento? A vontade é o grande instrumento, mas não é pela vontade somente que se faz isso. Como que nós vamos nos libertar do maior desafio, dos maiores desafios da nossa vida? exercitando o propósito, exercitando o propósito, desenvolvendo a virtude. No caso da Leonarda era a paciência, ela não se dispõe em momento algum. E aí o que acontece? Todas as provações, ela não aproveitou, ela não aprendeu. E se não aprendeu, foi excessivamente provada, como ela diz, mas não foi aprovada. Simples assim, né? não é aprovação. Passar pela aprovação simplesmente eh estar passando no sentido de eh sofrê-la que nós vamos evoluir. É exercitando a virtude do
como ela diz, mas não foi aprovada. Simples assim, né? não é aprovação. Passar pela aprovação simplesmente eh estar passando no sentido de eh sofrê-la que nós vamos evoluir. É exercitando a virtude do propósito em cada aprovação. E por a interlocutora emudece desapontada, Lucinda concluiu: ele não tá retornando aqui, não sei porquê. Bom, a Lucinda concluiu que Leonarda tinha sido reprovada, mas que tinha outras possibilidades no futuro, haveriam novas oportunidades de renovação. Isso, isso acontece, hã, isso acontece com todos nós que aqui você falhou nas provas de paciência que o aprendizado humano lhe ofereceu, mas não desespere de novo. haverá recurso para recomeçar. Todas as vezes que nós não cumprirmos com propósito existencial, desenvolvendo a virtude, na próxima existência nós teremos a mesma eh a mesma virtude a ser desenvolvida quantas vezes forem necessários. desenvolveu, passa para outra, para outra e assim sucessivamente. Agora nós vamos estudar a parábola dos talentos, que é a parábola do programa existencial, propósito, virtudes do espírito imortal, diz respeito a ele com ele mesmo. E o programa é ele com os outros. A história da Leonarda diz respeito ao propósito dela e ao programa dela. A a família, o esposo, filhos, tudo isso fazia parte do programa dela para desenvolver paciência e ela não se dispôs. A parábola dos talentos mostra como se dá o programa existencial e como nós podemos fazer esforços para cumprir esse programa. Vejamos aqui. Ela está em Mateus, capítulo 25 versículos 14 a 30. Porque isto é também como um homem que, partindo para fora da terra chamou os seus servos, entregou-lhes os seus bens, e a um deu cinco talentos, e a outro dois, e a outro um, a cada um segundo a sua capacidade, e ausentou-se logo para longe. Nós temos aqui vários símbolos. Primeiro, o homem. Quem é esse homem? O homem chama os seus servos. É Deus nessa parábola. Não, aliás, nessa parábola. Sim, Deus. Na outra anterior que não é Deus. Eu tô confundindo essa parábola com a
rimeiro, o homem. Quem é esse homem? O homem chama os seus servos. É Deus nessa parábola. Não, aliás, nessa parábola. Sim, Deus. Na outra anterior que não é Deus. Eu tô confundindo essa parábola com a outra. É Deus. E os servos, quem são? As leis. As leis. As leis têm tem capacidade. Veja aqui, ó. Novamente servo aqui tem outra acepção. Quem são os servos? Nós nós nós espíritos desencarnados que estamos fazendo o quê aqui? Estamos fazendo a nossa programação existencial. A programação existencial, ela é ela tem base no quê? A parábola diz muito claro isso. As nossas capacidades, o programa existencial é aquilo que você tem capacidade de realizar. O propósito também, mas o propósito é a virtude íntima. E o programa diz respeito a todas as atividades que você vai fazer na vida. Cada um vai receber um programa de acordo com a sua capacidade. Por isso, o primeiro servo recebe cinco talentos, o outro dois e o outro um. O que representa os talentos aqui? Talent. Talentos são as moedas, é uma moeda da época de Jesus. São os recursos que vão dar os recursos para o quê? para para realizar as tarefas do programa. Então não, aqui não são as virtudes, aqui são os recursos que Deus oferece para desenvolver o programa. Cada pessoa vai ter um programa de acordo com a sua capacidade. Jesus simboliza isso quando coloca um recebendo cinco, outro recebendo dois e outro recebendo um de acordo com a capacidade de cada um. O que significa esse ausentou-se logo para longe? Hum. Reencarnação. A reencarnação aqui tem diz respeito a uma lei. Que lei é essa? Lei da reencarnação. Ausentou-se logo para longe. Tem a ver com a reencarnação, mas é outra lei. Que lei é essa que ausenta? Hã, esquecimento. Lei do esquecimento. Exatamente. Quando nós estamos no mundo espiritual, nós sabemos que somos espíritos mortais. Alguém não sabe que é espírito mortal no mundo espiritual? Não tem ninguém que não saiba, porque nós estamos na dimensão do espírito imortal. Quando nós fazemos a programação, nós fazemos programação como encarnados ou
e é espírito mortal no mundo espiritual? Não tem ninguém que não saiba, porque nós estamos na dimensão do espírito imortal. Quando nós fazemos a programação, nós fazemos programação como encarnados ou como espíritos imortais? A nós temos plena consciência da nossa capacidade quando estamos no mundo espiritual. Nem sempre. Mas quando não temos o que faz os benfeitores, eles ajudamnos a nos perceber a nossa capacidade. Eles nunca vão colocar uma tarefa além da nossa capacidade. Faz sentido? Porque se eles fizessem isso, eles não seriam nossos e não não nos amariam colocar uma tarefa acima da nossa capacidade. As obras espíritas falam que muitas vezes na dimensão espiritual nós queremos fazer algo, a coisas a mais do que poderíamos. Aí os benfeitores falam: "Menos, meu filho, você não dá conta". Então eles estão sempre atentos a isso. Nós só vamos receber as tarefas de acordo com a nossa capacidade. poderemos eh agir bem ou não, porque nós quando reencarnamos, nós esquecemos os detalhes dessas tarefas e o e a e principal esquecimento que nós somos espíritos imortais. E aí um é uma das provas mais intensas na nossa vida é viver como espíritos imortais num mundo ainda extremamente materialista. São é uma prova própria de mundos de expiações e provas como o nosso. Então nós reencarnamos e esquecemos que somos espíritos imortais e que temos uma tarefa. intuitivamente, claro que esse esquecimento nunca é total, como nós já falamos, intuitivamente nós temos uma ideia, mas é uma intuição, não é uma certeza absoluta. A certeza é lá na dimensão espiritual. E tendo ele partido, o que recebera cinco talentos, negociou com eles e grangeou outros cinco talentos. Então, o que fez esse servo? duplicou os talentos do Senhor. Simbolicamente significa o quê? Ele realizou tudo aquilo que estava na sua programação. Como que é o nome desse tipo de espírito? Completista. André Luiz fala do completista no livro Nosso Lar, aliás, no livro Missionário da Luz. O espírito completista é que ele
stava na sua programação. Como que é o nome desse tipo de espírito? Completista. André Luiz fala do completista no livro Nosso Lar, aliás, no livro Missionário da Luz. O espírito completista é que ele completa toda a programação realizada. Então ele conseguia, ele tinha cinco talentos, conseguiu mais cinco, porque não era para voltar só com os cinco talentos, mas para duplicá-lo. Da mesma sorte, o que receberam a dois grangeou também outros dois. Então esse espírito também é completista. Ele tinha capacidade para dois, recebeu dois, conseguiu dois, mais dois. Mas o que receberam um foi e cavou na terra e escondeu o dinheiro do seu senhor. E esse aqui, os dois primeiros servos eram foram servos diligentes. E este muito negligente, extremamente negligente. Ele foi, cavou na terra e escondeu dinheiro. Simboliza o quê? Hum. preguiçoso. Ele não se conectou com a lei do trabalho, não realizou o bem no limite das suas forças, como os outros dois. Ele entrou no processo de preguiça moral e simplesmente escondeu o dinheiro do Senhor. E muito tempo depois veio o Senhor daqueles servos e ajustou contas com eles. E aí, gente, quando que acontece esse ajuste de contas entre o servo e o senhor? No dia da nossa morte, no dia do juízo final. Não é da desencarnação, porque nem sempre a desencarnação acontece nesse dia. É no dia do chamado juízo final. O juízo final, simbolicamente, é o dia da nossa morte. Por que que não sempre nós desencarnamos o dia que morremos? Porque desencarnar não é uma tarefa fácil. Só desencarna do dia que morre aquele espírito que viveu como espírito imortal. Aquele que viveu como se fosse um um ser finito, ele pode morrer, mas não desencarnar, significando que ele pode ficar preso ao corpo, sofrendo até a decomposição do corpo. E não é só espírito suicida que acontece isso, não. Espírito sensualista de qualquer ordem acontece isso. Então, no dia da morte, que ajuste de contas é esse? Então nós vamos ficar chegar diante de Deus e Deus vai dizer: "Você cumpriu?
ntece isso, não. Espírito sensualista de qualquer ordem acontece isso. Então, no dia da morte, que ajuste de contas é esse? Então nós vamos ficar chegar diante de Deus e Deus vai dizer: "Você cumpriu? Você não cumpriu?" É assim. Então, esse ajuste de contas do Senhor é um ajuste que se dá na própria consciência do Espírito. Ninguém vai chegar para ele e dizer que ele não cumpriu. É ele próprio, ele com ele mesmo, na própria consciência. Ninguém foge desse momento de de enxergar a própria vida, os próprios atos na consciência, esse ajuste de contas. Então aproximou-se o que receber cinco talentos e trouxe-lhe outros cinco talentos, dizendo: "Senhor, entregaste-me cinco talentos. Eis aqui outros cinco talentos que ganhei com eles." E o seu senhor lhe disse: "Bem está, servo bom e fiel. Sobre o pouco foste fiel, sobre muito te colocarei. Entra no gozo do teu Senhor. E aí, gente, que acontece? O que recebe, recebeu cinco, devolve para o Senhor 10. Os talentos eram dele ou estavam emprestados para ele? O que é dele? O esforço de ter os talentos. O esforço de ter multiplicado os talentos. Onde Jesus coloca isso? A fidelidade dele, o esforço do bem faz com que ele entre no gozo do Senhor. Que gozo do Senhor é esse? Que é esse gozo? alegria de bem alegria pelo dever bem cumprido. Todas as vezes que nós cumprimos o dever consciencial, o dever de realizar a nosso programa existencial, nós vamos sentir uma alegria muito grande. Então esse é o gozo do Senhor, essa plena comunhão com Deus para sentir alegria. É o mesmo júbilo lá da ovelha desgarrada. É o alegria lá do filho voltando para casa na festa do banquete cevado. Tudo, todo conquista do espírito é uma conquista realizada em alegria. E chegando também o que tinha recebido dois talentos, disse: "Senhor, entregaste-me dois talentos. Eis que com eles ganhei outros dois". talentos. Disse-lhe o seu Senhor: "Bem está, bom e fiel servo. Sobre o pouco foste fiel, sobre muito te colocarei. Entra no gozo do teu Senhor." E aí, gente, o que
is que com eles ganhei outros dois". talentos. Disse-lhe o seu Senhor: "Bem está, bom e fiel servo. Sobre o pouco foste fiel, sobre muito te colocarei. Entra no gozo do teu Senhor." E aí, gente, o que aconteceu aqui? O mesmo gozo do servo anterior, esse aqui teve. Mas não seria menor porque afinal o outro tinha conseg ganhou de cinco e conseguiu outros cinco. Esse aqui ganhou dois, recebeu dois e conseguiu outros dois. O gozo desse aqui não seria não deveria ser menor, já que ele tinha menos talentos. Como é cada um de acordo com a capacidade, esse gozo é o quê? Consciencial. É o esforço que o espírito faz. O esforço para esse é maior do que o com do outro, porque a capacidade dele é menor. Então ele é convidado a fazer mais esforços ainda do que o outro. Então o gozo dele é proporcional ao esforço que ele fez para administrar os dois talentos. Mas chegando também o que recebera um talento, disse: "Senhor, eu conhecia-te que és um homem duro, que seifas onde não semeastes e juntas onde não espalhaste, e atemorizado esconde na terra o teu talento. Aqui tens o que é teu". E aí, gente, que ele fez? Bom, antes de de refletir isso, vamos fazer uma uma reflexão. Vamos supor que o que recebeu cinco conseguisse apenas quatro talentos. Só um exercício de reflexão. O gozo que ele sentiria seria o mesmo? Não. Por que não? Porque ele não completou a programação realizada. né? Mas ele ele devolveu nove, esse aqui só devolveu quatro, mas quem devolveu quatro completou. Completou. Então não importa, trazendo isso paraa prática, o que importa é o é a é a tarefa de realizada a quantidade de tarefa ou como nós realizamos essas tarefas? como nós realizamos, como nós realizamos. Então, o esforço do bem, por exemplo, vamos pegar o o a questão da evangelização. O evangelizador evangeliza em várias casas espíritas, se desdobra e tal e faz e faz, acontece, mas ele faz ali porque ele tem um, ele sente uma culpa enorme, uma obrigação de fazer. Ele tá tá evangelizando muitas crianças, um outro fazendo mesmo um trabalho de
dobra e tal e faz e faz, acontece, mas ele faz ali porque ele tem um, ele sente uma culpa enorme, uma obrigação de fazer. Ele tá tá evangelizando muitas crianças, um outro fazendo mesmo um trabalho de evangelização com serenidade, eh dando aquilo que ele pode, dando o melhor que ele pode, fazendo esforços para realmente passar para as crianças aquilo que ele eh estuda, reflete e faz o trabalho. Nesses dois casos, o gozo no dia do juízo vai ser maior do do primeiro do que o segundo. Mas ele fez muito mais evangelização. Ele evangelizou centenas de crianças, enquanto que o outro não, só algumas dezenas. Mas ele está na superficialidade. Exatamente. Então, no movimento espírita nós ainda temos muita preocupação com quantidade de atividades. Tem muita gente que faz muita coisa, mas faz atropelando as coisas que faz. O que importa é a quantidade ou a qualidade do serviço? qualidade é a qualidade do serviço. Porque esse fazer não é simplesmente fazer fora, é fazer com propósito. O programas vai ser realizado se o propósito estiver sendo realizado. Hã, fala essa esse exemplo o evangelizador muita coisa poderia ser semelhante ao mais velho na pará. Se pode ser semelhante, pode. Ele pode fazer muita coisa como máximo, mas ele também pode fazer com boa vontade, não mais de forma mascarada, mas fazendo por um processo de foco na quantidade e não da qualidade, porque não aquele movimento a de fazer muito achando que é o muito que eh interessa, tá? O muito só é bom se ele for pleno de qualidade e de júbilo. Essa é nessa integralidade aí sim, né? Quanto mais nós fazemos plenamente conscientes, nós vamos, claro, ter um júbilo, porque a seara é muito grande. Nós vamos ver isso daqui a pouco, quando Jesus mostra como fazer isso daqui a pouco. Mas vamos agora entrar aqui no servo negligente. Ele fala que o homem é duro, que ceifas onde não semeaste e a junta onde não espalhaste. O que Jesus está simbolizando aqui? Hum. A lei de justiça que está conectada com qual outra lei? Hã? Não, amor e caridade é uma é uma lei
o, que ceifas onde não semeaste e a junta onde não espalhaste. O que Jesus está simbolizando aqui? Hum. A lei de justiça que está conectada com qual outra lei? Hã? Não, amor e caridade é uma é uma lei só. Lei de justiça, amor e caridade. É uma outra lei. Do dever tá ligado. Todas as leis estão ligadas à a à lei de justiça, amor e caridade, mas é uma mais específica. Hã? causa, causa e efeito, né? Aqui Jesus está simbolizando a causa e o efeito. Por Deus não é o criador de tudo que existe no universo. Se Deus é o criador de tudo que existe no universo, tudo está submetido à sua justiça. Tudo está submetido a causa e efeito. Agora, se eu tenho medo dos efeitos, o que que eu vou fazer com a causa? Se eu tenho medo dos efeitos, eu escondo. Eu fico com medo do que vai acontecer. De que ele tinha medo? Do que o servo teve medo? Ele teve medo de perder o talento, porque para que ele não perdesse, ele deveria fazer o quê? Administrar bem, como os outros dois. Administrar bem significa administrar com perfeição ou com esforço de aperfeiçoar-se? Esforço de aperfeiçoar-se é uma diferença muito grande. Perfeição, nós não estamos muito distante, mas o esforço de aperfeiçoamento é o que os dois servos primeiros fizeram. Eles podem ter perdido aqui a colar um um talento, meio talento e e depois conseguido recuperar. Pode ou não pode? Faz parte da vida. Você erra, você aprende com erro, volta, repara, acerta num outro momento. É assim que funciona a vida. Você passa pelas experiências, vai aprendendo, vai reparando quando erra, vai se rejubilando quando acerta e segue em frente. Isso tudo o servo negligente teve medo de realizar as ações. Não existe gente assim, gente. Não, eu não vou fazer nesse trabalho. Não. Evangelizar é uma responsabilidade muito grande. Não quero saber desse trabalho não, porque vai que eu falo uma besteira, não tem gente que tem esse movimento. Ah, esse trabalho, falar em público para para uma plateia, ter adquirir responsabilidade pelo aquilo que eu falo
rabalho não, porque vai que eu falo uma besteira, não tem gente que tem esse movimento. Ah, esse trabalho, falar em público para para uma plateia, ter adquirir responsabilidade pelo aquilo que eu falo de jeito nenhum. A pessoa vai sendo convidada a fazer várias tarefas e ela acha que nenhuma tarefa é boa para ela porque requer responsabilidade, requer esforço, requer estuddo, requer aprimoramento. Como a preguiça é muito forte, veja bem, ele teve medo e ele teve preguiça de se aperfeiçoar. E aí escondeu na terra o talento do Senhor. Nós podemos esconder o talento, não cumprir o nosso programa existencial. Podemos, não nos convém não cumprir, mas nós podemos agir como servo negligente. Fala não, aqui ele não tá acusando de malvado, ele tá falando de duro. que duro no sentido de que é sim, sim, não, não. Existe lei divina mais ou menos, lei de causa efeito mais ou menos. Tem como ludibriar a lei? Então aqui Jesus tá falando da lei que não pode ser ludibriada, entendeu? é um símbolo do de ausência de meio termo. A lei é aquilo que ela é. Ou você desenvolve as virtudes e cumpre a lei, ou você não desenvolve. Então, sabendo dessa verdade, ele simplesmente escondeu o talento para não precisar passar pelos efeitos de um equívoco. Mas os efeitos de um equívoco não serve de aprendizado quando nós o valorizamos. serve isso. Ele não se dispôs. E aí ele fez o maior equívoco que ele poderia cometer. Qual é o maior equívoco que nós podemos cometer? É o erro que é o maior equívoco. Não. O maior equívoco é exatamente esse, enterrar o talento, não fazer nada. Com medo de errar, nós não fazemos nada para não errar. Mas se você não faz nada para não errar, o que que acontece com você? A mesma coisa que aconteceu com a Leonarda. Passa pelas experiências, mas não aprende, não cresce, não evolui. Veja, ele passou a vida inteira com talento enterrado. Passou por muitas experiências, sofreu muito, sofreu, mas não foi aprovado. Por quê? Porque não aprendeu. Respondendo, porém, o seu senhor,
olui. Veja, ele passou a vida inteira com talento enterrado. Passou por muitas experiências, sofreu muito, sofreu, mas não foi aprovado. Por quê? Porque não aprendeu. Respondendo, porém, o seu senhor, disse-lhe: "Mau e negligente servo, sabes que seif onde não semeieei e ajunto onde não espalhei? Devias então ter dado o meu dinheiro ao banqueir aos banqueiros, e quando eu viesse receberia o que é meu com juros?" E aqui, gente, o que que Jesus tá querendo dizer com isso? Aqui primeiro ele afirma que as leis são realmente aquilo que elas são. Não, não tem meio termo, mas ele fala de juro, de banqueiro. Olha como o juro é antigo, né? Até na época de Jesus já tinha juro, banqueiro, tinha poupança de depositar lá na poupança para render o jurinho. E aí, gente, o que que significa? É um símbolo aqui muito significativo. Juro representa o mínimo que um ser deve fazer com as suas experiências, com a sua programação. Não é justo não fazer nada. Por mais, por menor que seja a atividade, alguma coisa se deve fazer. Porque pelo menos os juros nós somos convidados a devolver, né? E ele nem isso fez. Significa o quê? O bem não limite das forças, mas o bem meia boca. Podemos fazer o bem meia boca? Podemos. É o jurozinho. O convite é de fazer o bem no limite das forças, sermos servos diligentes para que tenhamos o gozo na casa do Senhor. Mas se não formos diligentes, fizermos alguma coisa, o que o livro dos espíritos fala quando nós não fazemos o bem no limite das forças? responsável por todo mal. Seremos responsável por todo o mal que adviermos feito bem. Então, mas já é alguma coisa se fizermos metade do bem, 1/3 do bem? É, são os juros que Jesus está falando aqui. Melhor do que nada, né? Agora, não é isso que a consciência nos convida. A consciência nos convida a realizar o bem no limite das forças. Oi. Qual é o termômetro para saber o limite? O limite, o termômetro para saber o limite das forças. O esforço que você faz gera suavidade, leveza e contentamento? Se gera é porque você está fazendo o
Oi. Qual é o termômetro para saber o limite? O limite, o termômetro para saber o limite das forças. O esforço que você faz gera suavidade, leveza e contentamento? Se gera é porque você está fazendo o limite das forças. Vejamos que Jesus fala de júbilo o tempo todo. Ele falou nessa parábola e falou na anterior, falou na parábola dos dois filhos. O tempo todo ele fala da alegria interior, da consciência tranquila. Então, quando você está cumprindo o dever no limite das forças, a sua consciência fica tranquila. Você não sente a inquietude. Você não sente o mal-estar por não estar cumprindo. Qualquer nível de mal-estar, de sensação de que você não está fazendo tudo que poderia, é termômetro de que não está havendo bem no limite das forças. Compreendeu? Ah, já acabei. Deixa eu voltar aqui. Aqui Jesus vai nos nos convidar a uma reflexão interessante. Tirai-lhe, pois o talento e dai o que tem os 10 talentos. O que que ele está fazendo aqui? É um símbolo muito significativo. Aquele enterrou era para ter ficado com dois. O que recebeu cinco, ganhou outros cinco e agora ele vai administrar 11 talentos em vez de 10. Que significa isso? Quando al a gente uma ou uma pessoa não faz, outra pessoa vai fazer. Isso significa que nós podemos administrar um pouco mais de talentos, realizando o bem, não além das forças, mas ampliando o nosso limite, ou melhor dizendo, diminuindo o limite e indo além das possibilidades. Podemos ou não? Acontece isso no movimento espírita ou não? A maioria dos centros tem isso. Por quê? Não porque a as pessoas queiram assambarcar muito trabalho, é porque os trabalhadores são tão poucos que eles acabam fazendo mais coisas do que eh deveriam no sentido do dever consciencial, porque tem tanta gente enterrando o talento por aí que sobra talento, sobra as necessidades, né? E aí, como as necessidades são muitas, a seara é grande, como ensina Jesus, aí a pessoa em vez de administrar cinco, administra 6, 7, o que administraria 10, administra 12, 15. Porque grande maioria das pessoas ainda
cessidades são muitas, a seara é grande, como ensina Jesus, aí a pessoa em vez de administrar cinco, administra 6, 7, o que administraria 10, administra 12, 15. Porque grande maioria das pessoas ainda está na posição só de receber. recebe o talento, enterra o talento e não multiplica. E aqui é aquele mais talentoso, né? Eh, o talento, essa, esse adjetivo talentoso vem da parábola dos talentos. O que é mais talentoso, tem mais capacidade, vai assimilar aquilo do outro que tem menos capacidade. Mas o que acontece com aquele que está enterrando o talento? Mas alguém tá fazendo por mim, então tudo bem. É assim que funciona. Se tem uma tarefa X na casa espírita, eu não faço. Eu que sou convidado a fazer, eu não faço. Aí uma pessoa que já está com várias outras tarefas assume aquela porque eu não fiz. Eu vou ter mérito pela tarefa que o outro fez? Nenhum, né? ela vai ser feita, mas ao contrário, eu terei o demérito de não estar realizando a tarefa que era do meu programa e outra pessoa estará realizando, porque a seara é grande e são poucos os ceifiros, como diz Jesus. E aí Jesus diz aqui: "Porque a qualquer que tiver será dado e terá em abundância, mas ao que não tiver, até o que tem, se lhe atirado." De que ele está falando aqui, gente? Quem tem será dado e terá em abundância. Mas o que não tem, até o que tem será atirado. Se ele não tem, como que o que tem vai ser tirado? Quando nós usamos bem as oportunidades que a vida nos oferece, você se torna um bom espírita, um trabalhador efetivo. O que acontece conosco numa próxima existência? O que vai acontecer? Nós não vamos ter mais coisas, mais oportunidades, mais abundância para poder ser úteis. Às vezes pode acontecer até antes de desencarnar. As moratórias existem muitas vezes com esse objetivo. As muitas vezes a pessoa consegue fazer mais ainda antes de da de terminar a existência. E quanto mais ele tem, mais terá em abundância. E o que não tem? Por que que não tem? Porque era emprestado, né? Não era dele. O que é dele?
egue fazer mais ainda antes de da de terminar a existência. E quanto mais ele tem, mais terá em abundância. E o que não tem? Por que que não tem? Porque era emprestado, né? Não era dele. O que é dele? Os esforços, a forma como ele vai servir, até o que tem lhe ser lhe atirado. Porque como ele não valorizou a oportunidade, a oportunidade é retirada. Vamos pegar o talento e colocar, por exemplo, inteligência. Você desenvolve inteligência e renasce com uma inteligência muito aguçada para realizar o bem no limite das forças. Em vez disso, não utiliza. Numa próxima existência, a inteligência vem a mesma ou pode ter uma diminuição? Ou às vezes, se a pessoa além de não ter feito bem, ter feito o mal, o que que pode acontecer com a inteligência? Ser suprimida momentaneamente naquela encarnação para que ele aprende a valorizar. Isso acontece com todos os talentos que nós recebemos da vida. Então, se nós não formos bons espíritas trabalhando no bem, vamos poder passar por situações muito dolorosas. Tem a ver com aquilo que nós estávamos falando de manhã. Por que que pode haver exílios de muitos que estão sendo convidados no movimento espírita ao trabalho do bem? Porque nós somos trabalhadores de última hora. Se recusarmos o trabalho, é o que Jesus coloca aqui, lançai, pois o servo inútil nas trevas exteriores. Ali haverá pranto e ranger de dentes. Então, o sofrimento, na verdade, é o quê? É fruto exatamente da forma como nós nos conduzimos frente à vida. Se agimos de forma negligente, haverá sofrimento. Pode haver até um sofrimento de um exílio. Agora, se agirmos de forma diligente, jamais passaremos por isso. Só vai existir trevas exteriores porque está acontecendo o quê? as trevas interiores. Se nós não nos propomos um processo de autoiluminação pelo desenvolvimento das virtudes e auxiliemos outras pessoas a fazer o mesmo, nós entramos nessa inutilidade. Então, as trevas exteriores só vão existir porque ex está havendo um movimento de trevas interiores. E aí o resultado é o pranto e o ranger
ras pessoas a fazer o mesmo, nós entramos nessa inutilidade. Então, as trevas exteriores só vão existir porque ex está havendo um movimento de trevas interiores. E aí o resultado é o pranto e o ranger de dentes, símbolo do sofrimento, tá? E não adianta tirar os dentes da arcada inferior, né? Sabia que tem uma seita que recomenda todos os seus profites a tirar os dentes da arcada inferior e usar dentadura, porque no dia da morte tira a dentadura e ela vai sem a parte de baixo e aí não vai ter ranger de dente de jeito nenhum porque não [risadas] tem não tem a parte de baixo para ranger. É verdade. É uma seita, uma seita evangélica. Não é brincadeira não. E aí levar ao pé da letra num nível muito muito não deixa de ser, não tem uma lógica, né? É uma lógica bem materialista, mas é. Você tira a arcada inferior dos dentes, usa usa a chapa, como disse o outro. No dia da morte tira a chapa, vai banguela pro outro lado e não tem ranger de dente. Hã, faz sentido, não é? Se o ranger de dente fosse de dente com dente, né? se não fosse outro metafórico. Então, num gráfico, unindo as duas coisas, o plano existencial é um conjunto de propósito e programa. O programa nós vamos ter nas várias áreas da nossa vida, no pessoal, na família, no trabalho profissional e voluntário, na vida em sociedade, nos relacionamentos que temos, nas várias circunstâncias da vida, nós vamos cumprir o programa que é a administração dos talentos. O propósito que a ovelha é a ovelha nos ombros a vida inteira. Onde é que nós vamos carregar a ovelha? Em que áreas? Em todas as áreas, nós somos convidados a carregar a nossa ovelha e mostrar para os amigos e vizinhos a nossa ovelha, a nossa virtude. Então, nas várias circunstâncias que nós passamos pelas experiências desafio, experiências estímulo, algumas pessoas vão passar com mais intensidade na família, outras no trabalho profissional, outras no trabalho voluntário, outras na nos seus relacionamentos, enfim, cada pessoa vai trazer as provações necessárias para o
assar com mais intensidade na família, outras no trabalho profissional, outras no trabalho voluntário, outras na nos seus relacionamentos, enfim, cada pessoa vai trazer as provações necessárias para o seu processo evolutivo e vai passar por elas necessariamente. Quanto mais esforço nós fizermos, mais equilíbrio teremos nesse trabalho do bem relacionado ao plano existencial. Alguma pergunta, gente? Questão 642, que nós comentamos agora a pouco, tem tudo a ver com plano existencial. Para agradar a Deus e assegurar a sua posição futura, bastará que o homem não pratique o mal? Não. Cumpre-lhe fazer o bem no limite de suas forças, porquanto responderá por todo mal que haja resultado de não haver praticado o bem, né? Então, o esforço é para que nós realizemos o nosso plano existencial no limite das nossas forças. Porque todo mal que advier não termos realizado o plano existencial vai paraa conta da nossa vida e vai e som seremos responsáveis por eles e teremos as consequências desses atos. Perguntas. Esse método reflexivo concial e as fases da educação da criança e do adolescente para a prática das virtudes vai ficar para amanhã de manhã, porque nós só temos 5 minutos e começar ele agora não faz muito sentido. Então, amanhã, só para pra gente refletir o que nós vamos trabalhar. Nós vamos desenvolver esse método reflexivo consciencial dentro da evangelização infanto juvenil. Como que nós podemos aplicar esse método, que é o método baseado em quatro pilares. A, eh, nós vamos refletir os quatro pilares e uma orientação de Honório, uma do espírito Mei e outro orientação de Joana de Ângeles, de como fazer isso com crianças e com adolescentes, né? é o é o conteúdo mais voltado à evangelização que nós vamos trabalhar amanhã de manhã. 8:30 nós recomeçamos e vamos até meia e3ia, tá? Eh, Thago assume agora dando alguns avisos. Antes da nossa prece de encerramento, alguns recados. A gente pede a gentileza de que os representantes das casas espíritas eh aqui do Mato Grosso, Anália
? Eh, Thago assume agora dando alguns avisos. Antes da nossa prece de encerramento, alguns recados. A gente pede a gentileza de que os representantes das casas espíritas eh aqui do Mato Grosso, Anália Franco, Lar de Amor, Santa Terezinha, José Antônio dos Reis, irmã Sheila, irmã Sheila, perdão, Centro Espírita Cuiabá. Eh, a gente pede a gentileza de que procurem a nossa secretaria ou na saída de hoje ou amanhã, antes do início do nosso seminário, para buscarem a correspondência dessas casas espíritas com o material de divulgação dos nossos próximos encontros. Antes do encerramento, a gente lembra também que estão abertas as inscrições pro encontro estadual de comunicação social espírita que nós realizaremos nos dias 10 e 11 de dezembro aqui na nossa federação. As inscrições são gratuitas e podem ser realizadas pelo site da federação feente.org.br. br. Para nós que estamos aqui na federação, tem mais informações no cartaz ali no fundo do nosso mural, onde a gente pode encontrar também alguns outros eventos, alguns outros convites. E para quem nos acompanha pela internet, as informações sobre o encontro da comunicação estão no site também feente.org.br. Amanhã a gente fala sobre alguns outros convites, o próximo seminário do projeto Espiritizar, o nosso congresso e tudo mais. Paraa nossa prece de encerramento, convidamos a nossa companheira Roberta, colaboradora também da nossa federação. Nesse momento, então, vamos nos harmonizar, nos conectar com Deus, nosso pai para, primeiramente demonstrar nossa gratidão pela oportunidade da reencarnação, pela nossa presença nesse evento edificante. Temos um propósito a seguir, um programa a realizar, que aproveitemos da misericórdia divina para os nossos esforços de autotransformação. É um bem para nós mesmos que refletirá também nas nossas crianças e jovens tão necessitadas do nosso amor e do nosso carinho. Sigamos então sempre à frente com o amor que já somos, buscando sempre a figura do Pai, dos benfeitores amigos, que sempre estarão conosco.
e jovens tão necessitadas do nosso amor e do nosso carinho. Sigamos então sempre à frente com o amor que já somos, buscando sempre a figura do Pai, dos benfeitores amigos, que sempre estarão conosco. E sigamos em paz. A nossa gratidão é imensa, que transborda de nosso ser e que esse evento seja apenas o recomeço para as nossas atividades, novas metas, novos estímulos e uma dedicação perseverante e infinita. Obrigada, querido pai, querido Jesus, queridos benfeitores. Que assim seja. A nossa gratidão pela participação de todos ao longo do dia de hoje. Amanhã a gente retoma, como Alírio disse, às 8:30 da manhã no horário aqui de Cuiabá. Boa noite e até amanhã. เ
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