A Vivência do Amor Cap. 4 | A Expansão da Conciência | Lacordaire Faiad
Um convite à reflexão sobre como nossas atitudes revelam o grau de amadurecimento da alma e influenciam nossa evolução. Informações do Estudo: 📖 Obra: A Vivência do Amor 📌 Capítulo: 4 — A Expansão da Consciência ✍️ Autor: Lacordaire Faiad 📆19.03.2026 📺 Realização: Sala Virtual Joanna de Ângelis Espiritismo aplicado à vivência do Evangelho. Playlist a Vivência do Amor: https://youtube.com/playlist?list=PL_M4d6Nib6Q9nndIGFAhmePvhGv7b2HyF&si=Jg8fjUxlikoQ3Otu
เ Boa noite, meu querido amigo Lacorder. Boa noite, seja bem-vinda aqui na sala da Joana. Boa noite a você e a todos os corações amigos que nos ouvem. >> Uma alegria e uma honra tê-lo aqui conosco. >> A alegria é toda minha. muito carinho. >> Cumprimentando aqui a nossos queridos internautas. Boa noite a todos. Sejam todos muito bem-vindo aqui na sala de Joana para ouvir o nosso querido Lacorder falar sobre a expansão da consciência do capítulo 4 deste livro aqui. Olha, eu não sei se vocês têm esse livro, mas quem não tiver, por favor, a vivência do amor compre. Compre, porque aqui tem muita, muita, muita sabedoria. A gente vai aprender muito com o livro e com ele aqui conosco. >> Foi baseado na na série psicológica de Joana, né? E o prefácio, aliás, ela fez a caridade de nos ofertar, né? Isso. Então, para darmos o início, né, hoje o capítulo 4, eu vou fazer uma prece, pode ser? >> Vamos com maior carinho. >> Vamos agradecer, né? Agradecer, agradecer a Jesus, o nosso mestre. agradecer a nossa querida mentora Joana de Angeles, que está conosco, trabalhando conosco já algum tempo. Agradecer pela bondade, pela oportunidade do trabalho que nos é enviado, que nós fazemos com tanto amor e com tanto carinho. Obrigada. Obrigada. rogamos, envolva o nosso querido irmão que vai falar para nós outros com propriedade e sabedoria. rogamos que envolva todos os nossos irmãos que aqui estão acompanhando, que virão ter acesso depois a esse estudo, que possamos trazer para dentro de nós, mas não ficar só como um arquivo e sim procurarmos colocarmos na prática do nosso dia a dia. Obrigada, mestre Jesus. Obrigada espiritualidade amiga que nos acompanha e que assim seja. Muito bom, Cite. Olha, que Jesus possa prosseguir nos abençoando, nos envolvendo na sua paz e que abençoe todos os corações amigos, essas almas irmãs que nos ouvem, não é verdade? Então, >> nós vamos falar sobre o capítulo quatro, não é isso? É isso. Capítulo quatro. Isso. A expansão da consciência. >> Expansão da consciência. Isso.
sas almas irmãs que nos ouvem, não é verdade? Então, >> nós vamos falar sobre o capítulo quatro, não é isso? É isso. Capítulo quatro. Isso. A expansão da consciência. >> Expansão da consciência. Isso. >> Isso. Então, olha, esse capítulo é muito interessante porque quando nós vamos lá na questão 621 de O Livro dos Espíritos, Allan Kardec faz a pergunta aos benfeitores da humanidade: "Onde que se encontra escrito a lei de Deus?" E os espíritos dizem: "Na consciência", né? E aí nós vamos perceber que a consciência sendo a voz de Deus dentro de nós, como diz o Emanuel, eh ela não é um espaço físico, né? Ela é uma essência que nos convida a transformá-la em vivência. Daí a importância da a expansão da consciência. E nós iniciamos este capítulo com uma citação da nossa querida benfeitora da humanidade, Joana de Angeles. Ela diz assim: "A medida que a consciência se expande e o indivíduo se abriga na fé religiosa racional, na certeza da sua imortalidade, ele se liberta, se agiganta, recupera a identidade e humaniza-se definitivamente, vencendo o medo e os seus segues, seja de ontem ou de agora. Então essa é uma citação que está lá no livro Homem Integral, na página 16, quando ela vai nos falar a respeito do medo, da insegurança. E aí nós vamos perceber que através do ensinamento trazido por essa benfeitora da humanidade, nossa querida Joana de Ângeles, nós podemos entender que a consciência ela está nos fazendo um convite a essa reflexão sobre a nossa identidade essencial enquanto filhos de Deus e aprendizes da vida. para que possamos nos tornar à medida que vamos nos sintonizando com a nossa essencialidade, pessoas mais felizes, porque vamos adquirindo a autoconsciência primeiro sabendo quem nós somos para nós mesmos e quem nós somos nos nossos diversos papéis. meu papel de pai, meu papel de mãe, meu papel de professor. Porque quando eu não tenho essa autoconsciência, fruto do autoconhecimento, o que que pode acontecer conosco? Nós vamos ficar a mercê da validação do outro. O que que os outros vão dizer? O
professor. Porque quando eu não tenho essa autoconsciência, fruto do autoconhecimento, o que que pode acontecer conosco? Nós vamos ficar a mercê da validação do outro. O que que os outros vão dizer? O que que os outros vão pensar? Então, para nós possamos superar esses movimentos egóicos, é fundamental que nós desenvolvamos caminhos, meios para que a consciência possa se manifestar. E um exercício muito simples, porém muito valioso, vem justamente dessa capacidade de começarmos a modificar o modo como enxergamos as coisas que nós observamos. passando principalmente pelo prisma, olha, das virtudes e do discernimento, do desenvolvimento da nossa fé raciocinada, como diz Allan Kardec, fé inabalável, sol é aquela que é capaz de enfrentar a razão face a face em todas as épocas da humanidade. E vamos também encontrar o codificador lá no Evangelho Segundo Espiritismo, no capítulo 17. sede perfeito, precisamente no item quatro, quando ele coloca justamente reconhece o verdadeiro espírita pela sua transformação moral e pelos esforços que empregamos para domar as nossas inclinações. Mas que que é compreensivo aí? Que todos nós temos espaços a serem melhorados. Então, não é problema você ter problema, não é problema você ter conflito. E é por isso que nós estamos reencarnados para que possamos nos autoacolher. Essa é a solução. E a doutrina espírita, a semelhança do evangelho de Jesus, ela é um roteiro seguro para que nós possamos desenvolver as virtudes que trazemos latente dentro de nós para a nossa conquista da nossa felicidade real. Por quê? Porque a felicidade ela é uma virtude recompensa. E para que nós possamos agir com coerência, fundamental, nós termos mais atenção e interesse em perceber o que nós sentimos diante dos acontecimentos na nossa vida diária e também estarmos olhando com os olhos, como disse Jesus, olhar olhos de ver para que nós possamos ouvir. aquilo que às vezes nós estamos ouvindo, mas não queremos escutar. Porque nós muitas vezes aquela dor que eu tenho comigo,
m os olhos, como disse Jesus, olhar olhos de ver para que nós possamos ouvir. aquilo que às vezes nós estamos ouvindo, mas não queremos escutar. Porque nós muitas vezes aquela dor que eu tenho comigo, que eu não me dou atenção, que eu não me acolho com carinho nesse processo de autoconsciência, que que vai acontecer? Ela vai doer no momento inadequado ou eu vou descontar e que não tem nada a ver com isso? ou ela vai se manifestar de uma forma mais profunda no corpo. E quando ela se manifesta no corpo, ela vem na forma de doença. Olha como é importante nós nos darmos atenção. E é muito comum nosso dia a dia nós termos muitas vezes momentos de paz, mas também de muita confusão interna. Já você já passou por esses momentos? Quem de nós já não passamos por um momento desse? Momento de turbulências na alma. Outras vezes nós muitas vezes manifestamos como se fosse assim um um padrão de neutralidade. Parece que a gente tá indiferente a tudo também. Isso não é agradável. Em outras ocasiões, nós sentimos alegria do trabalho, a alegria de estarmos sendo os útil a nós mesmos e ao nosso próximo. Então, a todo momento no nosso dia a dia, nós somos convidados a essa viagem para a nossa autotransformação. O que nos cabe realmente é aproveitarmos bem o nosso tempo. De que forma? nessa busca de conexão com o divino em nós e também com o cosmo. Nessa busca incessante de estarmos fazendo conosco um auto acolhimento amoroso consciencial, nós vamos estar agora buscando superar os mecanismos do ego, a fim de que nós possamos acolhê-lo. Porque o ego e a nossa benfeitora espiritual, Joana de Angeles, utiliza muito bem quando ela busca da abordagem de Carl Gustavo Jung. Que que é o ego? O ego é o nosso lado ignorância, o nosso lado sombra. Ou ego é tudo aquilo que é transitório, é o seu nome, é a nossa posição social, mas que tem um papel importantíssimo na estruturação da nossa persona, da nossa personalidade. Por exemplo, você está no aeroporto, você vai ouvir: "Olha, La Corder Fai, favor, comparecer o balcão da Latã".
e tem um papel importantíssimo na estruturação da nossa persona, da nossa personalidade. Por exemplo, você está no aeroporto, você vai ouvir: "Olha, La Corder Fai, favor, comparecer o balcão da Latã". Veja, naquele momento, meu nome ele é transitório, mas foi importante e fundamental. Então, quando nós não temos essa leitura daquilo que é transitório para a estruturação daquilo que é o essencial, nós nos apegamos àquilo que é passageiro e entramos nesse vazio existencial. Onde está isso? Lá quando Jesus diz assim, olha, não montou esse tesouro onde a ferrugem consome, o ladrão rouba, amonto oar, ele não quer dizer que nós não devemos usar, porque tudo aquilo que nos cerca vem com uma configuração de talentos. Então, a autoconsciência ela nos leva ao uso comedido. É que diz o espírito André Luiz, o uso edifica, é o abuso que traz o sofrimento, o abuso que destrói. E a própria psicologia, ela nos coloca que ninguém foi criado para ficar em falta. Então, a gula, o sexo desvairado, a compra compulsiva, a bebida, a droga e etc, está ocupando o lugar de alguma coisa que eu não estou me dando. Então, as compulsões, ela vem justamente ocupar no movimento egóico. Aí o egóico é o ego adoecido. Então daí nós vamos perceber que essa viagem na busca da autoconsciência, ela ela é permeada de muitas etapas a serem cumpridas paulatinamente diante das oportunidades que a vida nos oferece sucessivamente. Agora, consolidar dentro de nós uma virtude, isso não se faz pelas camadas somente das intenções. Ninguém muda só por intenções, como também ninguém muda por decretos. Então, é muito importante que nós, enquanto espíritos imortais encarnados somos provados de muitas formas. Nessa diversidade das provações, nós somos convidados a modelar a virtude que transmuta o vício que trazemos temporariamente e que se faz necessário para a nossa mudança essencial. Vamos dar um exemplo. Por exemplo, um anel. Como que é feito o anel? para que o anel precioso em sua matéria dourada, né, brilhante, bonita, fique realmente em
cessário para a nossa mudança essencial. Vamos dar um exemplo. Por exemplo, um anel. Como que é feito o anel? para que o anel precioso em sua matéria dourada, né, brilhante, bonita, fique realmente em forma circular, de forma coerente, proporcional, com uma profunda simetria aperfeiçoada, ela vai agora sendo trabalhada pelo original, ou seja, aquele que está trabalhando essa joia de forma paulatina, é mexido muitas vezes e por diversos ângulos. Da mesma forma é uma virtude. A virtude ela é como um anel, é uma aliança que colocamos dentro de nós com o criador. Mas para que essa virtude esteja realmente no exío ângulo da sua mais plena característica, nós, enquanto espíritos reencarnados passamos por provações, as mais diversas nas suas múltiplas carências, tendo a oportunidade de desenvolvê-las integralmente na lavoura da nossa própria alma. é de uma hora para a outra, não. Então o espírito André Luiz, ele coloca uma estrada, por mais longa que seja, foi feita milímetro a milímetro, mas com uma diferença. O mal é temporário, o bem é permanente. Então, qualquer movimento nosso, na busca da nossa melhoria, da autoconsciência, nós estamos nos conectando com o criador, com o cosmo, com o universo. É a semelhança do corguinho que está se conectando ao mar. Então, o universo onde nós estamos inseridos, que alberga toda a criação de Deus, sendo ele próprio a grande criação para todas as criações, todo ser que surge no universo surgiu pela vontade amorosa de Deus. E somente a Deus nós devemos estar respondendo no íntimo da nossa própria consciência. Ninguém reencarnou para mudar o outro. O nosso compromisso ele é pessoal, intransferível, mas à medida que nós vamos evoluindo no desenvolvimento de recursos para que a consciência se manifeste, porque nós não vamos desenvolver, não é, a consciência na sua essência, nós vamos desenvolver recursos para que ela se manifeste de essência em vivência. É como a consciência, é como se fosse aquele olho d'água puro e cristalino. Então ele tá sempre fluindo
sua essência, nós vamos desenvolver recursos para que ela se manifeste de essência em vivência. É como a consciência, é como se fosse aquele olho d'água puro e cristalino. Então ele tá sempre fluindo oportunidades, lampejos conscienciais. Qual é o nosso papel? desenvolver recursos para que essa mensagem chega límpida, amorosa na intimidade do nosso ser, na manifestação das nossas atitudes. Enquanto criaturas da divindade que todos nós somos, nossas compreensões sobre as obras de Deus, muitas vezes elas estão limitadas. Nós, por movimentos de ignorância ou egóicos, nós muitas vezes ficamos ainda tomando por princípio de maneira acentuada que as coisas estão no universo para nos servir. É uma crença limitada, diferente do que nos orientou Jesus. Olha o que que Jesus coloca lá em Marcos, no capítulo 10, versículo 45. Ele diz assim: "Olha, porque o filho do homem não veio para ser servido, mas para servir e dar a sua vida em redenção por muitos." Por quê? Porque Deus não cria ninguém pela metade. Deus não criou ninguém coitadinho. Deus não criou ninguém eh ali incapaz. Ó, a minha esposa me completa? Não, ela não me completa. Ou eu completo a minha esposa também não. Eu quando estou feliz e ela feliz, nós nos potencializamos porque Deus não criou ninguém faltante. Então, por isso que no desdobrar da consciência que se faz instrumento do criador supremo na vida, nós percebemos que Deus nos criou completo de todas as virtudes em estado de latência para nos atender. Então, nós já trazemos dentro de nós Joana de Angeles, ela usa uma metáfora no livro Amor, imbatível amor, que nós somos a semelhança de uma semente que traz traz dentro de si todos os elementos, todos os ingredientes necessários para despertar a árvore que a tipifica. Da mesma forma, quem somos nós? Nós somos um ser de autoconsciência, criado com todos os ingredientes necessários para nos tornarmos feliz. Mas no entanto, essa realidade que nós somos convidados a focar em nós nesse processo da autossuficiência
ser de autoconsciência, criado com todos os ingredientes necessários para nos tornarmos feliz. Mas no entanto, essa realidade que nós somos convidados a focar em nós nesse processo da autossuficiência e da nossa responsabilidade também desenvolver conosco o autocuidado é fundamental, porque eu só posso oferecer ao outro daquilo que eu estou me dando. O espírito de Joana Dias diz assim: "Ninguém dá do que não tem e quem dá o que pode está dando tudo." Como é que eu posso ensinar alguém matemática se eu não ser matemática? Já nos colocou Jesus carinhosamente amar o próximo como a si mesmo. Além de amar o próximo como a si mesmo, ele nos dá uma outra alternativa depois de nós já estarmos amando o outro como a nós mesmos nesse processo de autoconselho diz assim: "Amar o próximo como amai-vos uns aos outros como eu vos amei." Como que Jesus nos amou? com indulgência, com amor pleno, sem censura, sem crítica. Então, quando nós passamos a desenvolver essa percepção do mundo interno, nossa intimidade e atenção à nossa própria consciência, isso nos levará cada vez mais a um estado meditativo presente no aqui e agora com autopercepção de quem nós somos. Isso vai nos libertando de tudo quanto ainda nós nos apegamos e que muitas vezes achamos que não estamos apegados. Às vezes o ego ele tem as suas múltiplas armadilhas. Então, este comportamento que às vezes nós trazemos conosco de codependência frente à vida na relação com o outro, essa ideia entranhada em nosso sistema de crenças, de sempre querer ser servido, ele só pode ser dissolvido quando o nosso sistema de crenças essenciais passa a entrar em ação. Quando nós entramos numa compreensão intensa da lei de liberdade e movimentamos que nós somos convidados a movimentar diante da própria vida, porque conforme as minhas escolhas diante da lei de liberdade, eu construo a minha libertação. Quando eu tomo atitudes conscienciais, dependendo das minhas atitudes, das minhas escolhas, eu construo a minha escravização. Por isso que Jesus coloca com muito
rdade, eu construo a minha libertação. Quando eu tomo atitudes conscienciais, dependendo das minhas atitudes, das minhas escolhas, eu construo a minha escravização. Por isso que Jesus coloca com muito carinho a cada um, conforme as suas obras. Então, quando eu entro nessa autoconsciência, eu sou convidado a desenvolver as cinco gratidões. Olha que interessante a gratidão que eu sinto pela liberdade de poder pensar. Você já pensou sobre isso? Você pode pensar o que você quiser. Você tem liberdade para pensar o que você quiser. E conforme você pensa, o seu pensamento vai despertar seu sentimento e vai também estimular neuroquimicamente o seu cérebro, produzindo saúde ou muitas vezes enfermidade. A liberdade que eu sinto pela liberdade de poder sentir. Você não tem controle sobre o outro, você não tem controle sobre o trânsito. Então, nessa autoconsciência eu tenho autodomínio de poder definir como eu quero me sentir diante desse trânsito tumultuado. Como eu quero me sentir diante do meu filho que me traz essa ou aquela dificuldade? Como eu quero me sentir diante desse ou daquele conflito diante da minha esposa, do meu companheiro. A outra liberdade, a liberdade que eu sinto e a gratidão que eu sinto pela liberdade de poder agir, de poder fazer escolhas. Olha que lindo. Você pode escolher o que você quiser. Nós somos livres, nada nos impede. Aí nós muitas vezes fazemos escolhas que deixamos a desejar e principalmente muitas vezes comprometendo a nossa reencarnação ou a nossa encarnação. E aí Deus nos concede a liberdade de poder reparar. Então gratidão que eu sinto pela liberdade de poder reparar. Não importa o que eu fiz, não importa o que eu estou fazendo com o que eu fiz. Nós aprendemos dentro da neurolinguística que dentro de nós não há mapa de derrota, dentro de nós há fatos. E sempre, olha, das pessoas, das coisas e das situações, existem sempre o melhor lado, nos diz Emanuel, para aqueles que temos o sentimento da gratidão, de poder ver pelo melhor lado. Então, entra agora a
mpre, olha, das pessoas, das coisas e das situações, existem sempre o melhor lado, nos diz Emanuel, para aqueles que temos o sentimento da gratidão, de poder ver pelo melhor lado. Então, entra agora a gratidão que eu sinto pela liberdade de me autoiluminar sempre. Olha que importante. Somente nós podemos definir quando eu quero fazer essa mudança de nível comigo. Então, nesse processo de autoconsciência, nós vamos perceber que a evolução, ela não é uma opção. Ah, eu não quero mais evoluir. Ah, eu não quero mais viver sobre a lei da gravidade. Não tem como. Enquanto encarnado, nós estamos submetido a determinadas leis. Agora, quando, como eu quero efetivar a minha evolução? A gente pega o apóstolo Paulo, enquanto Saulo orgulhoso, prepotente, ele fez um descaminho, como diz a veneranda Joana de Anes, que desse processo nosso evolutivo da busca da elevação espiritual, nós produzimos alguns descaminhos. O que que é o descaminhos? os desenhos de rota, que é muito compreensivo da lei de amor, justiça e caridade. E nesse descaminhos, ela diz: "Nós produzimos experiências não legítimas". Ó, o que que ela tá falando dos nossos defeitos, da nossa derrocada moral? Experiências não legítimas. Vocês vão me perguntar, Corte, se tem muito defeito? Não, eu tenho muita experiência não legítima para poder reparar. E aí ela diz: "Essas experiências não legítimas nos acompanharão". Olha a lei de causa e efeito, para que nós possamos ressignificá-las. Aí vem a bênção da reencarnação. Então o apóstolo Paulo, enquanto Saulo, que foi o primeiro a perseguir os cristãos, o que que ele fez? Ele entrou nessa gratidão, na autoconsciência de poder reparar. E aí ele se transformou nesse estandarte do evangelho, mas ele nos fala das etapas da autoconsciência. Lá em cartas a Romanos, ele diz assim: "O bem que eu quero fazer, esse eu não faço e o mal que eu não quero, eu faço". Que que ele estava falando? Falando da predominância da característica egóica, instintiva e da característica humana. eh egoica em
eu quero fazer, esse eu não faço e o mal que eu não quero, eu faço". Que que ele estava falando? Falando da predominância da característica egóica, instintiva e da característica humana. eh egoica em detrimento da característica essencial. Por às vezes nós ah, eu erro muito porque eu sou humano, então quem nos criou humano não foi Deus. Então Deus é responsável pelos nossos erros. Então nós erramos não é porque somos humanos ou que estamos humanos. Nós erramos por ignorância, mas nós estamos marchando nessa busca da autoconsciência para a construção da nossa angelitude. É por isso que a veneranda Joana de diz assim: "Sabe quem é o anjo de hoje? É o pecador arrependido de ontem. E o apóstolo Paulo, que não é um apóstolo da teoria, aliás, o Evangelho de Jesus e a doutrina espírita não é uma abordagem de teoria somente, não. É um roteio seguro, é o GPS para que nós possamos trilhar os caminhos do amor. Vinde a mim todos vós que achais sobrecarregados o primiso e eu vos aliviarei. Ó, ele tá falando e ao encontro do seu exemplo. Ele é a nossa referência. Então o apóstolo Paulo foi trabalhando. Depois ele diz assim: "Olha, tudo posso naquele que me fortalece. Olha a lei de liberdade, tudo eu posso dentro das leis divinas". Mas ele foi trabalhando paulatinamente nesse sentimento da gratidão. Quando ele já chega já no entdecer da sua vida física, ele já diz com todo carinho: "Já não sou eu mais quem vivo e se o Cristo que vive em mim". Olhe como é essa sintonia. Por que que Jesus ele é o modelo e dia? modelo que nós somos conv convidados a metamodelar, a copiar, a refletir e o guia porque ele traz toda a orientação. Então, quanto mais nós trabalhamos dentro dessa percepção autoconsciencial, nós, enquanto criaturas, nós não temos o poder de interferir nas leis que funcionam e se movimentam dentro de outras criaturas e nem também estamos na vida para evoluir a outra pessoa. O único poder realmente que nós detemos é o poder de mudar a nós mesmo, já que não tem como nós delegarmos ao outro a
ntro de outras criaturas e nem também estamos na vida para evoluir a outra pessoa. O único poder realmente que nós detemos é o poder de mudar a nós mesmo, já que não tem como nós delegarmos ao outro a nossa evolução e nem sermos prepostos da evolução do nosso semelhante. Logo, ou diante dessa conduta, nós somos convidados a fazer essa mudança, desfocando justamente dessa ilusão de controle. Nós temos três ilusão de controle que inibe o nosso potencial criativo, os lampejos da nossa consciência, a ilusão de controle do outro. Eu quero mudar meu filho, quero mudar minha esposa, quero mudar meu marido. Ninguém muda ninguém. Nós podemos no caminhar junto, ó. e pregai, dar o exemplo e oferecer recursos para que a pessoa possa refletir e fazer a sua mudança. A outra ilusão de controle é a ilusão de controle do tempo. Ah, eu não devia ter falado, já falei, eu não devia ter feito, já fiz. E aí eu fico numa relação pendular, inibindo os lampejos da consciência. ora no passado, ora no futuro. E a mente ela é diferente da consciência. A consciência nós temos todas as respostas. A mente tem tudo quanto é pergunta. A mente é igual uma máquina fotográfica. Ela fica tirando foto do passado e projetando no futuro. E aí nós não vivemos o presente. E Jesus nos ajuda a refletir num processo de autoconsciência quando ele diz assim: "A cada dia basta o seu próprio farto." Então, quando nós entramos nessa autoconsciência, nós vamos educando a nossa mente e também educando os nossos impulsos instintivos, porque o extinto é como um cavalo selvagem, como está lá no livro dos espíritos, que nos pede educação, formar novos hábitos. E aí nós vamos lá na questão 115 do livro dos espíritos, quando Allan Kardec pergunta aos benfeitores espirituais se Deus criou espíritos bons ou espíritos maus. Ou seja, tem privilégio diante de Deus, tem prestígio? Não. Não existe a lei do privilégio. Nós é que criamos. Todos nós fomos criados simples ignorantes. Olha aí a equanimidade do amor de Deus conosco.
seja, tem privilégio diante de Deus, tem prestígio? Não. Não existe a lei do privilégio. Nós é que criamos. Todos nós fomos criados simples ignorantes. Olha aí a equanimidade do amor de Deus conosco. Mais ainda a cada um foi dado uma missão. Tá lá na resposta. Que que missão que é essa? Missão pessoal. Ninguém tem o poder de mudar o outro. Você tem todo o poder do mundo sobre você mesmo, não sobre o mundo. Então, quando nós entramos nesse entendimento, ó, a cada um foi dado uma missão e quanto mais nós nos tornamos dóceis à vez, nós já vamos poder desfrutar da felicidade relativa no aqui e agora, mesmo estando no mundo de provas e expiações. E aqueles de nós que nos rebelamos contra as leis, dor e sofrimento. Então o processo da autoconsciência é eu estar me colocando diante das leis e num esforço amoroso de desenvolver as virtudes que nós as trazemos dentro de nós em estado de latência. Como Jesus colocou a samaritana, eu tenho a água da vida. Todos os encontros terapêuticos do Cristo são encontros conscienciais, nos convidando a fazer a mudança de nível conosco mesmo. Nós temos muito de Pedro, nós temos muito da mulher carente afetivamente ou adúltera, nós temos muito da samaritana, nós temos muito dos fariseus, por nós somos viajores do tempo, como diz Sócrates, e a vida na Terra é uma estação. Então, nós já vivemos várias encarnações. Então, nós temos uma série de subpersonalidades que refletem hoje de uma forma positiva e amorosa naquilo que nós já conquistamos, que agimos com autoconsciência, mas aquilo que nós agimos deixando a desejar, como disse a nossa veneranda Joana de Anjelo, essas experiências nos acompanharão na configuração do ego evidente ou do ego mascarado. para que nós possamos transmutar, porque o ego, ele tem uma intenção positiva, com uma direção inadequada. Então, a consciência ela não censura, ela não critica, ela acolhe. Jesus é o maior exemplo. Quando estava diante da mulher carente, afetivamente, diante daquela multidão, quando foram criada aquela cilada para
consciência ela não censura, ela não critica, ela acolhe. Jesus é o maior exemplo. Quando estava diante da mulher carente, afetivamente, diante daquela multidão, quando foram criada aquela cilada para ele, como diz nossa veneranda Amélia Rodrigues, o seu próprio companheiro arrastava pelo cabelo, dizendo: "Essa mulher foi apanhada em adultério. Diz a lei que devemos apedrejá-la. E tu que dizes, Senhor? Olha só a cilada. Naquele momento, Jesus, a consciência, a consciência ela tem a visão global para uma ação focal. Quando nós estamos usando a consciência nesse processo autoconsciência, de autoconsciência, nós temos uma visão global para termos uma focal. Então, naquele momento, Jesus passando o olhar por aqueles que ali estavam e Jesus nunca falava a persona, fala a nossa consciência, ao ser essencial que nós somos. É por isso que Emânio coloca que as palavras do Cristo são palavras de vida eterna. Então, a nossa querida Amélia Rodrigues, ela coloca que naquele momento Jesus num sentimento de profunda compaixão, olha a consciência, olhando por todos que ali estavam mascarados numa conduta falsificada. Porque quem de nós não precisamos de um perdão? Quem de nós não precisamos de uma palavra amiga? Quem de nós não precisamos de um acolhimento? Então, naquele momento, ele diz: "Aquele que tiver sem nenhum pecado, atire a primeira pedra". Quem não precisar de indulgência, de perdão, de uma palavra amiga, atire a primeira pedra. Então, naquele momento, ele fez uma pergunta, com todas as perguntas do Cristo, são perguntas conscienciais. convidou naquele momento a turba, que som parte da nossa personalidade, a fazer esse mergulho consciencial. Porque as palavras do Cristo, as perguntas são perguntas conscienciais e perguntas funcionam como sendo uma chave. Eu enfio na fechadura. Dependendo da pergunta, eu abro a porta para a consciência poder se manifestar. Dependendo da pergunta, eu fecho a porta. Por que estou nessa situação? Pergunta consciencial. Que que eu fiz? Que que eu deixei de fazer? Por que que
o a porta para a consciência poder se manifestar. Dependendo da pergunta, eu fecho a porta. Por que estou nessa situação? Pergunta consciencial. Que que eu fiz? Que que eu deixei de fazer? Por que que eu estou nessa situação? É diferente. Por que que Deus tá fazendo isso comigo? Fechei a porta. O que que essa situação quer me dizer? Pergunta consciencial. Como eu posso agir? Pergunta consciencial. Então, logo depois foram saindo um a um. E nos diz a nossa querida Amélia Rodrigues, que Jesus abaixa e escreve na areia. Olha o que que é uma atitude consciencial. Por que que ele escreveu ali na areia? Porque diz o espírito André Luiz que o mal não merece comentário, merece reflexão. E todos aqueles que foram passando, porque ele foi anotando os predicados menos felizes de cada um, ladrão, adúltero, mentiroso, e cada um foi lendo. E quem de nós não sabemos a ferida que nós a temos? Todos sabemos. Então, naquele momento foi saindo um a um, mas quando Jesus ficou com a mulher, ele e ela, qual era o olhar de Jesus por aquela mulher, por aquela irmã? Era um olhar de ela é uma perturbada, ela é uma desequilibrada, não era o olhar de indulgência. olhava para ela, como nós também somos convidados a nos olhar, não nos olhar pelo que fazemos, pelo que estamos, pelo que temos, porque isso é temporário. Mas olhar quem nós somos naquilo que eu estou sentindo, quem eu sou naquilo que eu estou fazendo, nós somos amor, mas temos atitude de desamor. Então, quando eu tenho essa autoconsciência de quem eu sou, eu me ajudo no que eu tenho, no que eu faço e no que eu estou mudando o meu nível amorosamente. Então, Jesus, naquele momento perguntou a mulher carente afetivamente: "Cadê aqueles que lhe condenavam?" Primeiro, ele sabia ou não que todos for embora? Foram embora. Sabia. Por que que ele perguntou? para que ela pudesse internalizar a profundidade da oportunidade que a vida nos oferece incessantemente para nossa autotransformação. O mais importante não é o quanto eu conheço, quantos livros eu já li. O mais
la pudesse internalizar a profundidade da oportunidade que a vida nos oferece incessantemente para nossa autotransformação. O mais importante não é o quanto eu conheço, quantos livros eu já li. O mais importante é como eu me vejo, como eu me sinto naquilo que eu sei, naquilo que eu conheço. Quanto de nós ficamos nos criticando? Eu sou um burro, sou um desequilibrado, porque nós erramos. Crença limitadora de identidade. Então, naquele momento, Jesus a acolhe carinhosamente, porque ele viu nela e vê em todos nós quem? uma futura dirigente de uma galáxia, um espírito criado simples e ignorante, marchando em busca da sua angelitude, tropeçando aqui, tropeçando aqui lá, mas levantando. Ele então diz: "Eu também, eu consciência não te condeno, não te censuro." Então, a consciência ela acolhe, a consciência ela não censura. A consciência, ela é a voz de Deus dentro de nós. Então, quando nós tomamos o ser humano ou nos tomamos nessa expressão máxima de amor, de carinho, de respeito, sabendo que nós não somos um corpo, mas temos um corpo, nós não somos o que pensamos, nós somos mais do que pensamos, que nós temos uma estrutura sociocultural. Mas nós não somos a nossa história. Então, autoconsciência ela nos leva a nos autoassumir. Em vez de ficar criticando, censurando o pai e a mãe, o outro, nós nos acolhemos. E aí com isso, nós passamos a nos ajudar a fazer sempre essa mudança de nível. Quando agimos assim, estaremos, portanto, em tranquilidade e paz como resultado do autodomínio quando nos esforçamos para agir e nos enxergar na nossa identidade essencial como espíritos imortais, filhos de Deus e aprendizes da vida. Então, a autoconsciência nos leva a essa autopercepção primeiro de nós mesmos e ao mesmo tempo nas nossas relações. Por quê? Eu vou pelo ter o autodomínio quando pela lei de liberdade. Alguém que nós amamos muito, escolhe caminhos que nós entendemos como portas para o sofrimento e nós nos sentimos incomodados e alterados. O que que significa? Significa que em vez de nós estarmos tocando as
que nós amamos muito, escolhe caminhos que nós entendemos como portas para o sofrimento e nós nos sentimos incomodados e alterados. O que que significa? Significa que em vez de nós estarmos tocando as leis, nós ainda estamos agredindo pelo predomínio da ilusão de querer controlar o outro, querer realmente dominar o outro, porque nós não temos o poder de mudar ninguém. O que nós somos convidados a desenvolver é a indulgência, é buscar orar por ele, auxiliá-lo. E aí, que que acontece? Quando nós começamos a nos enxergar e também ao nosso semelhante, o nosso irmão, a nosso irmão, nosso próximo, com consciência na certeza de que é em nós que as leis morais se movimentam, as nossas mínimas escolhas passam a ser agora pautada de forma consciencial, sem ilusão de controle, tomando uma proporção muito muito importante que é a dimensão do espírito imortal consciente de nós mesmos e modelando Jesus como sendo nosso mestre, como ele sempre fez nos seus encontros terapêuticos, sempre convidava o seu interlocutor a fazer essa mudança de nível, como que ele colocava: "Tu crias que eu possa te ajudar? sempre convidando a essa mudança diante da mulher na samaritana, quando ele diz: "Eu tenho água da vida e quem desce água beber". Que que é água da vida? A água da vida é o sabor dos nossos exercícios de autoconsciência, trabalhando as virtudes dentro de nós. E como nós vamos sentir essas virtudes? Vamos dar um exemplo. Na rosa, o perfume são as leis. Nós somos os únicos seres da criação que somos convidados a representar, a manifestar, a vivenciar as leis divinas num processo de autoconsciência. Os animais eles são regidos por automatismo. Eles não tem a lei de liberdade, também não tem a lei de responsabilidade. Agora nós temos esse código divino celeste que são inscritos na nossa consciência. Então nós somos os únicos seres da criação como cocriadores e colaboradores da divindade a manifestar as leis divinas que estão escritas na nossa consciência. Então as leis pegando essa metáfora na rosa, na flor,
mos os únicos seres da criação como cocriadores e colaboradores da divindade a manifestar as leis divinas que estão escritas na nossa consciência. Então as leis pegando essa metáfora na rosa, na flor, a expressão delas é o perfume. E como eu vou exercitar as leis? São as virtudes. Então, se na flor, na rosa a vez venha a ser o perfume, como que o perfume se manifesta? Através das pétalas. Então, através do exercício das virtudes, então à medida que nós vamos nos conscientizando dessa nossa alta identidade como seres únicos, porque não há ninguém igual a ninguém, e que somos os únicos responsáveis pelas nossas escolhas como filhos de Deus e aprendizes da vida, nós passamos a ter a condição de exercitar o nosso alto Livre arbítrio e ao mesmo tempo respeitamos o alo livre arbítrio, ou seja, o a liberdade de agir, de pensar do outro, que que significa o intenso respeito àquilo que realmente eu quero. Assim, quando nós agimos assim, as injunções do corpo, as atrações de fora vão deixando de ser desculpas. que interferem no nosso livre arbítrio e nós passamos a utilizar de igual respeito também pelo livre arbítrio da outra consciência. Com isso, todos nós entramos já nessa autoconsciência, nessa possibilidade dessa prática de viver amorosamente. E significa o quê? Eu passo a me autorrespeitar. Indulgência para conosco, indulgência para com o próximo. Nos dejuanda adiante no livro Filho de Deus. Então eu passo agora ter uma conduta mais respeitosa, primeiro e também uma conduta não invasiva com aqueles que gravitem em torno da nossa vida. Porque eu passo a compreender e a entender que o outro tem suas liberdade, como o nosso anjo de guarda faz conosco. Tá lá no livro dos respeitos. Ele jamais nos abandona. Olha que que é isso? Não há ninguém abandonado no universo. Onde nós estivermos e como nós estivermos, estamos amorosamente no coração de Deus. O nosso anjo de guarda nunca nos abandona. Ele afasta porque respeita o nosso livre arbítrio, porque é a forma de nos ajudar a desenvolver a nossa
estivermos, estamos amorosamente no coração de Deus. O nosso anjo de guarda nunca nos abandona. Ele afasta porque respeita o nosso livre arbítrio, porque é a forma de nos ajudar a desenvolver a nossa autoconsciência. Mas a partir do momento que nós o permitimos, está ele ali como um pai amoroso, generoso, amigo, acolhedor, sempre à nossa disposição. Chora conosco se for preciso, mas jamais vai fazer por nós. Porque quando eu quero fazer pelo outro, eu estou o tratando como capaz ou incapaz. e não me dou conta que às vezes eu estou o tratando como incapaz. Então, quando o livre arbítrio ele é utilizado de maneira muitas vezes inadequada pelo outro, nós entramos num sentimento de compaixão. Quando eu tenho uma postura invasiva, eu já vou agir egoicamente. Isso é um sinal que ainda estou no movimento de agressão às leis, principalmente a lei de liberdade. E por decorrência nós somos convidados, quando eu me percebo assim, a ressignificar esse movimento e fazer um exercício, desenvolver a virtudes da empatia, que é estar com sem querer fazer por. Eu me coloco à disposição se o outro aceitar, respeitando o livrear. É o que nosso de guarda faz conosco e não de simpatia. A simpatia eu tenho uma conduta invasível, eu quero resolver o problema do outro. Eu ali, eu fico muitas vezes ansioso. A simpatia, por exemplo, vamos dar um exemplo. Um bebê quando chora no bersário, todos os bebês choram junto. Mas de quem que é a doiro. Isso é simpatia. Na empatia, eu tenho uma compreensão de autoconsciência de que o que é nosso não vai para a porta do vizinho. Como diz o espírito André Luiz no livro sinal verde. Eu tenho uma compreensão também que o que o outro está passando é para o seu autoaprendizado, como também para mim. Então eu entro naquele ensinamento de Jesus. Quando nós passamos a internalizar amorosamente, isso não leva a compreender o nosso papel visível e invisível na terra, quando espíritos com enquanto espíritos imortais, tanto em relação a nós qu também em relação às outras pessoas. Eu entro numa
, isso não leva a compreender o nosso papel visível e invisível na terra, quando espíritos com enquanto espíritos imortais, tanto em relação a nós qu também em relação às outras pessoas. Eu entro numa perfeita sintonia com o nosso programa. reencarnatório e o meu propósito. O programa está ligado ao ter, fazer e ao estar. É o horizontal da vida. O propósito é a virtude que nós viemos desenvolver a cada encarnação. No programa nós podemos ser substituídos. O meu papel de pai, o meu papel de mãe, meu papel de professor, de voluntário na casa espírita. Agora, o propósito não, o propósito é a energia, é essa autoconsciência que eu me faço com aquilo que eu estou fazendo. Isso me dá um sentido de completude. Isso me traz um sentimento de preenchimento, porque eu tenho a autoconsciência do que realmente, como disse Jesus, eu não vim para ser servido, eu vim para servir. E aí, à medida que nós vamos nos autoconhecendo, nós vamos adquirindo o autodomínio diante das adversidades, das situações, desafios, que na maioria das vezes essas situações desafios são dolorosas, mas essas situações elas têm um sentido educativo e não punitivo. Então, nós passamos a agir de uma forma proativa, focada numa busca de melhor qualidade de vida, centrada em nós mesmos e no aqui agora, de forma transparente. O que realmente é a a a uma postura proativa? Primeiro, aquela pessoa que ela sabe quem ela é, se é autoconsciência para si e quem ela é também nos seus diversos papéis. Mas ainda, além dela saber quem ela é, ela também tem um projeto de vida. Ela sabe onde ela está, de onde ela quer chegar. E mais, ela tem autoconsciência de que de onde ela está, onde ela quer chegar, tem todo um espaço que em vez dela falar é difícil, ela fala é trabalhoso. Então, diante dessa determinação de nos tornarmos pessoas melhores, primeiro para nós mesmos, nós passamos a ter essa consciência de que no interrelacionamento com as pessoas que gravitam em torno da nossa vida, nós somos convidados a estar presentes, mas de uma forma
primeiro para nós mesmos, nós passamos a ter essa consciência de que no interrelacionamento com as pessoas que gravitam em torno da nossa vida, nós somos convidados a estar presentes, mas de uma forma amorosa, respeitosa. Aí nós vamos tocar o coração. Quando nós ficamos no movimento egóico, nós não tocamos o coração, não há mudança. E é isso que Jesus vem justamente nos ensinar. Veja, eh, nós somos convidado a nos ver como Jesus nos recomendou, como ele nos via sentir que somos luz, que nós somos amor, criados para nos autoiluminar como no exercício da vivência do amor. não apenas notar o que nós fazemos, o que nós estamos, é nos ver enquanto filho de Deus, aprendizes da vida, viajores do tempo e que a vida na Terra é uma estação, como já dizia Sócrates. E aí, para nós encerrarmos nesse processo de autoconsciência, nós vamos buscar o Cristo. Quando ele diz assim: "Os meus discípulos serão conhecidos por muitos se amarem. Como eu posso amar alguém se não estiver me amando? Me autoamar é me autoacoler. Me autoamar é me autocuidar. Me autoamar é me autovalorizar. Me autoamar é me autorrespeitar. Quando eu errar, eu me acolher com carinho, sabendo que eu sou amor, mas que eu ainda por ignorância eu tenho atitudes de desamor. Que Jesus nos abençoe e nos guarde sempre na sua paz, nessa busca da nossa autoconsciência. >> Olha, nós temos aqui, vou colocar uma pergunta aqui na tela. Que legal >> da da da Alessandro Santana. A pessoa que se aceita amorosamente não se compara aos outros. Página 35. Quando eu me comparo, eu paro na estrada da lei do progresso. Quando eu me comparo, eu paro na estrada da lei do progresso. Ele tá perguntando. Seria uma forma de ingratidão ao pai misericordioso. >> Alessandro, querido amigo de Santos, muito bom. Grande contribuição. Então, veja, primeiro que eu eh o progresso ele pode ser mas nunca impedido, né? Tá lá no livro dos espíritos. Então, quando eu paro, eu estou deixando de desfrutar de quem eu sou. Então, estou retardando desfrutar dos recursos que eu trago enquanto filho
r mas nunca impedido, né? Tá lá no livro dos espíritos. Então, quando eu paro, eu estou deixando de desfrutar de quem eu sou. Então, estou retardando desfrutar dos recursos que eu trago enquanto filho de Deus, aprendiz da vida, como colocou Jesus, vós sois luzes, que brilhe a vossa luz. Vós sois o sal da vida ou da terra. E quando nós muitas vezes eh negligenciamos conosco mesmo, no nos criticando, nos censurando, nós estamos sendo ingrato conosco, com o outro, com a vida e com o criador. Se nós perguntarmos, eu dizer para você, Cleade, eu vou lhe tratar muito bem, com muito carinho, com muito respeito, mas vou maltratar seu filho, que que você sentiria? Você dizer coordena? Olha, não precisa me tratar de jeito nenhum, mas olha, eu quero que você respeite essa sua relação com meu filho, não é verdade? Então, se nós pudéssemos dar uma alegria para Deus, qual seria a maior alegria que um filho nosso pode dar? É tornar-se uma pessoa de bem, não é verdade? Então, se nós nos tratamos mal, nós estamos nos negligenciando, porque Deus sendo tudo, ele nos criou para quem? para ele não foi, porque ele é tudo. Nos criou para nós mesmos e nos deu para quem? Para nós fazermos o quê? Nos autocuidar, nos autoamar, nos tornarmos pessoas felizes. Então, quando eu estou me autonegreliggenciando, me criticando, me muitas vezes me maltratando, eu não estou cumprindo com as próprias leis divinas que estão na minha consciência. Então, estou sendo ingrato. >> Tenha outra pergunta aqui. >> Tocar no sentido de fazer o manejo das leis, respeitando-as e a elas nos submetendo, mas sem feri-las. Página, página 29. O ego aperta, >> oprime e o ser essencial toca, conforme Verônica fez com Jesus tocou. >> Então, nosso Alessandro tá acompanhando o livro, hein? Olha aí, ó. >> Tá citando até as páginas. Que beleza. >> Muito bem. E é verdade, por nós não temos como contrari. Ou nós nos aproximamos ou nós nos afastamos, não é? Quando eu como de mais, eu vou ter problema. Quando eu como de menos, eu também vou ter problema. Então, por
rdade, por nós não temos como contrari. Ou nós nos aproximamos ou nós nos afastamos, não é? Quando eu como de mais, eu vou ter problema. Quando eu como de menos, eu também vou ter problema. Então, por isso que o ideal é a busca do equilíbrio. E é por isso que o André diz assim: "A busca do aperfeiçoamento garante o êxito." Então, não é problema a gente oscilar. Agora, que que eu quero fazer com as minhas oscilações? Então, quando eu respeito as leis, realmente é o que colocou o Alessandro, dando o exemplo de Verônica que passa para a humanidade como exemplo da humildade. Veja, 12 anos ela carregou um sangramento ininterrupto. Então, durante 12 anos, ela teve que passar por aquilo, não. Jesus afirma com muito carinho: "O que o Pai quer não é a morte do pecador, é a morte do pecado, é a nossa ignorância". Então, naquele momento, ela levou 12 anos para desenvolver a autoconsciência e tocar no Cristo. Tocar no Cristo simbólico ali é acessar a lei de permissão. Eu me permito ser feliz. ou não, eu me permito estar me aprimorando ou não, porque o universo ele é pródigo, ele é muito rico em ajuda. Só que as ajudas do universo, elas são respeitosas, elas batem na porta, mas não arrombam porta e nem abrem fechadura. A responsabilidade é de cada um. Por isso que Jesus diz assim: "O sol nasceu para todos, para os bons, justos e os injustos". Então, sou eu que me coloco na sinfonia do sol ou na sombra do egoísmo, da queixa, da lamentação? E aí naturalmente eu vou criar sofrimento desnecessário? >> Nós somos uma dinamite, né? >> Olha só. Olha, eh, a Fernanda, boa noite. O que fazer para suportar os períodos de provas que surgem, mesmo estejamos fazendo o possível para viver bem? >> Fernanda, minha irmã querida, oração. É por isso que Jesus diz assim: "Vigiai e orai para não cais em tentação." Todos nós temos tentações. Quem de nós não temos? Allan Kardec no capítulo 27, 28 de O Evangelho Segundo o Espiritismo, quem não leu, vale a pena ler esses dois capítulos, ele nos fala que a oração
." Todos nós temos tentações. Quem de nós não temos? Allan Kardec no capítulo 27, 28 de O Evangelho Segundo o Espiritismo, quem não leu, vale a pena ler esses dois capítulos, ele nos fala que a oração ela é um fenômeno que além de estar nos colocando na sintonia com o criador, ele também nos coloca a oração é a receber as inspirações para estarmos evitando os caminhos. Aliás, hoje a própria neurociência comprova que pessoas que tm o hábito da oração, ela tem o neocórtex, que é justamente essa parte aqui frontal, muito mais ali oxigenado, muito mais assim, eh, a pessoa passa a ter mais resiliência, mais proatividade, porque, como diz Emanuel, a oração é o interfone que nos liga ao criador e através dos laços invisíveis do pensamento, nós captamos a ajuda necessária para tomarmos atitudes conscienciais e aimos forças para administrar os nossos conflitos amorosamente e nos conectamos com aqueles corações que já alcançaram a excitude do amor, que torce por nós, que velam por nós, porque ninguém tá jogado no mundo. Todos nós temos almas muito queridas a tutelar a nossa caminhada. Eu tenho certeza, querida Fernanda, que você tem alguém na sua vida que neste momento, se você precisar, você vai pegar o celular, essa pessoa vai te ajudar, mesmo que ela não possa estar onde você está, mas ela não vai descansar enquanto te ajudar. Da mesma forma a nossa amizade espiritual diante de qualquer desafio, oração, serenidade e fazer o que Maria, né, o do Chico Xavier pediu ao Dr. Bezerra, olha, peço a Maria que me deu uma orientação diante dos meus momentos de desafios. E segundo Dr. Bezerra, depois de um tempo, foi disse: "Chico, Maria deu o recado para você pô bem na frente da sua cama, quando você acordar e ler, isso também passa". Então, o mal, os desafios são temporários, o bem é permanente. É como é como eh o nosso corpo, ele precisa do alimento, porque se a gente não se alimentar, o corpo padece, não é verdade? E o nosso espírito, a nossa alma, ela necessita da oração, ela é o alimento.
É como é como eh o nosso corpo, ele precisa do alimento, porque se a gente não se alimentar, o corpo padece, não é verdade? E o nosso espírito, a nossa alma, ela necessita da oração, ela é o alimento. Porque se a gente não sintonizar, não orar, a gente fica doente, né? É verdade. Aliás, CR, você tá me lembrando no livro Missionário da Luz, o André Luiz revela uma senhora que quando adentrou a cabine de passe na casa espírita, primeiro ele mostrou que ela foi pra casa espírita porque existe a rede do bem. Ela foi intuída a buscar aquela casa espírita. E os benfeitores espirituais que assistem a casa, como também nos assistem, já tinha a ficha dela completa. E quando ela adentrou a cabine de passe, ele, o benfeitor espiritual, diz ao André Luiz, na oração, ela tem o hábito da oração. Ela além de aureir o alento espiritual, em virtude da carência alimentar dela, os benfeitores a ajuda a suprir para que ela não venha a padecer organicamente. E ela estava grávida. E os benfeitores espirituais naquele momento, olha, no momento do passe, olha a importância, estavam ali, detectaram no líquido amemiótico miasmas psíquicos de espíritos perturbados, ausentes do bem, que estavam querendo induzir o espírito reencarnante através daquela mãe ao aborto. Então eles, além de atender o espírito reencarnante, retiraram aqueles miasmas psíquicos. Ela já saiu da cabine de passe com todo um uma equipe de respeito para auxiliá-la numa cirurgia espiritual. Olha a importância da oração. >> Olha, fala para mim, eh, a consciência ela se expande pelo conhecimento ou pela vivência? >> Muito bem. Vamos pegar um exemplo maior que é o nosso Emanuel no livro Estude e Viva. É, ele coloca o seguinte: eh, o conhecimento é o leme do barco. A emoção, o sentimento é o motor, por isso é a motivação. Então, por isso que que que adianta eu ter bastante conhecimento se eu não coloco, não vou digerir aquilo a a para mim? Que que isso quer me dizer? Quantos de nós já não nos pegamos no movimento egóico dizendo assim: "Gente, quem
dianta eu ter bastante conhecimento se eu não coloco, não vou digerir aquilo a a para mim? Que que isso quer me dizer? Quantos de nós já não nos pegamos no movimento egóico dizendo assim: "Gente, quem poderia estar nessa palestra, quem precisaria estar é o fulano. Ou essa mensagem tá boa para o Beltrano? Nós não nos damos conta que essa dor é minha." Então, o conhecimento ele é fundamental. Por isso que Jesus coloca: "Conheça a verdade". Onde está a verdade? Nas leis divinas. Aí conheça a verdade, vírgula. E a verdade vos libertar. A verdade aplicada, a verdade sentida, vem trazer para nós essa libertação dos nossos movimentos e da nossa sombra, para a ascensão, a a mudança de nível amorosamente num processo de autoacolhimento consciencial. Muito bem. >> São as duas asas, né? >> Tenho mais aqui. Algumas eu sentir eh a nossa mente, eu eu achei tão importante o que você falou. Olha, a nossa mente, ela tira foto do passado e replica para o futuro. >> Isso >> eu achei tão importante isso daqui que eu cheguei a notar aqui, né? Porque a gente não para para pensar, né, nisso daí. Isso não >> e a mente ela não distingue o que que você tá pensando >> e o que que está acontecendo. Então ela traz como se fosse aquele momento. Por isso que o trauma enquanto fato já aconteceu, mas enquanto energia psíquica, emocional, ela fica gravada no perespírito. Então por isso que é importante, por exemplo, o que que é a depressão? Jonas Jantes coloca isso muito bem, né, no livro O homem Integral, em outras obras, toda a série psicológica dela tem os lampe que ela nos ajuda nessa ressignificação da nossa mente. É aquela postura de ficar preso ao passado na póscupação. E quem tem o padrão da pós-ocupação tem também da préocupação. É como se eu tirasse fotografias do passado, olha o que que eu fiz, não podia ter feito e agora aí o projeto do futuro, o que que vai ser de mim? que pode acontecer. Então, eu entro numa desesperança. Então, ansiedade excesso de futuro, depressão excesso de passado. Então, o que que é o ideal? Eu
í o projeto do futuro, o que que vai ser de mim? que pode acontecer. Então, eu entro numa desesperança. Então, ansiedade excesso de futuro, depressão excesso de passado. Então, o que que é o ideal? Eu me autoacolho e faço o que Jesus colocou. A cada dia basta o seu próprio farto. >> E é difícil, né, colocar isso na prática, né? >> É trabalhoso, >> meu Deus. >> Muito trabalhoso, né? Eh, muito importante também o que você falou. Nós somos repletos de várias personalidades. Nós juntamos todas as nossas personalidade de nossas vivências, de outras reencarnações, né? Fica tudo aqui no nosso subconsciente. E para lidar com isso daí, você já parou para pensar como que é dificultoso. >> É verdade. Então, Joana Dian, ela utiliza da abordagem do assagioli. O assagioli, ele criou uma, desenvolveu uma abordagem que a psicossíntese. Então, ele fala da superpersonalidade, a superpersonalidade. Então nós vamos perceber, por exemplo, o Lacorder hoje ele é uma persona, mas eu já fui José, eu já fui a Maria, já fui o Manuel. Então tudo aquilo que eu fiz amorosamente, exitosamente já passa a fazer parte do meu patrimônio espiritual. Mas aquilo que eu deixei a desejar irá me acompanhar para que eu possa ressignificar enquanto lacorder. Por isso que Allan Kardec Evangelho, nós vamos ver lá causas atuais e anteriores das aflições. Então a autoconsciência ela nos possibilita eu ver o Lacordé como sendo um enfermeiro das subpersonalidades do passado. Eu enquanto espírito imortal, porque a consciência ela é imaculada. A consciência ela é um atributo do respeito imortal. Então, e a se eu sou enfermeiro do da minha subpersonalidade, onde que eu vou consultar procedimentos na consciência? Então vou consultar do espírito imortal, que é o médico interno, é o Cristo interno, para que eu possa hoje estar corrigindo amorosamente as minhas questões do passado. Por isso que lá na questão 132 de Livro dos Espíritos, Allan Kardec pergunta aos benfeitores da humanidade: "Qual é o sentido da reencarnação?
ar corrigindo amorosamente as minhas questões do passado. Por isso que lá na questão 132 de Livro dos Espíritos, Allan Kardec pergunta aos benfeitores da humanidade: "Qual é o sentido da reencarnação? Expiação e provas. Então, na expiação, a própria palavra na sua etimologia, ex é extrair piha, é pureza da ações do bem. Então, na expiação era semelhante à aquele aluno que não deu conta de prosseguir em determinada matéria na faculdade, porque tava sendo um processo adaptativo. E é compreensível que o o coordenador do curso deixa ele avançar em outras matérias, mas quando ele tiver lá na frente vai, olha, agora você volta para resgatar aquela matéria, para espiar aquela matéria. Então, a bondade divina, a misericórdia divina, por exemplo, se eu suicidei imediatamente, eu não vou já assumir aquela responsabilidade, porque senão vou falir de novo. Então, ele vai me ajudar a eu buscar uma tempera moral através de outras oportunidades para que quando eu tiver pronto eu resgate aquela situação. Por exemplo, vamos supor que eu tive oportunidade de no no poder temporal, né? ser alguém, por exemplo, um general, um bispo, um papa. Olha quantas pessoas estão sobre o nosso comando dentro dessa autoridade temporal. Então, vamos supor que eu tenha me comprometido. Eu fiz um desse caminho, abusando do poder temporal, vivendo o orgulho, a vaidade, a presunção, né? É o que o Emano diz assim, olha como é interessante no livro Amor e Sabedoria de Cloves Tavares diz assim: "Já cansado de viver o cristianismo sem o Cristo". Ó, viver o cristianismo sem o Cristo, pediu uma oportunidade renovada e vi descortinar na linha do horizonte, um país cuja configuração de um formato de um coração banhado pelo Cruzeiro do Sul. E ele veio como padre Manuel da Nóbrega. Então, quantos de nós já vivemos o cristianismo sem o Cristo? Então, o que que acontece? Se eu fui, por exemplo, um general, um papo, um bispo, eu vou passar por várias experiências, as mais humilas possível para eu desenvolver a humildade,
ianismo sem o Cristo? Então, o que que acontece? Se eu fui, por exemplo, um general, um papo, um bispo, eu vou passar por várias experiências, as mais humilas possível para eu desenvolver a humildade, para quando eu tiver pronto, eu agora vou resgatar aquele momento da minha derrocada moral, junto com aquelas pessoas, vão reencarnar junto com aquele grupo que eu junto com eles formamos uma equipe de fal valência, vem como pai, como mãe e assim por diante. Então aí é expiação e provas. O que que é a prova? Nós vios para sedimentar valores, né? Então na prova você, a prova ela é opcional, a expiação não, ela é compulsória. >> É interessante, né? Porque de qualquer forma você vai, né? Deus vai te levando mesmo. Errou, mas ele ele vai descobrindo o caminho e você chega, você completa um caminho, aí você chegou lá em cima, você olha, você acha que tá lá em cima, você tem que voltar lá embaixo para começar o outro caminho que você deixou. É mais ou menos assim, né? >> É verdade. >> É, é assim, né? >> Isso é uma helicovoidal, né? Você vai como se você tá num prédio. >> É, >> você sobe o primeiro andar, tem um hall. >> É. vai pro segundo andar outro rol, não é? Porque e é a misericórdia divina. É por isso que Jesus disse que o Pai quer é a morte do pecado e não do pecador. >> Deixa eu ver se tem mais alguma coisa aqui. Eh, é assim, ó. Nós sempre vemos o ego do outro, né? Todo mundo, nossa, o ego, ego. Mas a gente nunca vê o nosso, né? Como seria bom, como seria, é, né? Como seria bom a gente parar para ver o nosso ego, né? Para ver, pra gente se ver, né? >> É isso. Chama na psicologia projeção ou mecanismo eh de transferência, né? Por quê? Eu vejo no outro com meu mapa interno. Por isso que eu só vou respeitar em você a lei de liberdade se eu respeito em mim. Eu só vou ser indulgente com você se eu for indulgente comigo. >> Meu Deus. Deixa eu ver se tem mais alguma coisa aqui. Outra coisa assim que eu achei muito bonita, né, você falar eh a gratidão, a eh a gratidão pela
ndulgente com você se eu for indulgente comigo. >> Meu Deus. Deixa eu ver se tem mais alguma coisa aqui. Outra coisa assim que eu achei muito bonita, né, você falar eh a gratidão, a eh a gratidão pela liberdade de poder pensar, né? >> Isso >> é lindo, né? Gratidão pela não para não. A gratidão por poder sentir >> isso. >> Poder sentir. A gente sente o que a gente quer, não é verdade? >> Isso. >> E de poder reparar, >> de poder fazer escolhas primeiro. >> Pois é. >> E as escolhas que cada fiz, >> ô beijo, a divindade nos dá oportunidade de reparar. Por isso que olha, olha como é interessante, tem um pensamento de um, um benfeitor tibetano diz assim: "Uma prova não aprovada não é uma vida reprovada. Por exemplo, eu fiz um aborto quando? Com 18 anos, mas quanto de bem eu já fiz à frente?" Então, uma prova não aprovada não é uma vida reprovada. Realmente, o que eu fiz? Eu fui reprovado naquela prova, mas não anula tudo de bom que eu fiz na minha vida. Aí a liberdade de poder, gratidão pela liberdade de poder pensar, gratidão pela liberdade de poder sentir, >> né? De fazer escolha, de reparar e de evoluir continuamente. Olha o salto que o apóstolo Paulo deu numa única encarnação, né? Ele não ficou na culpa, na censura. Deu um salto quântico. >> Deu um salto quântico. >> Deixa eu ver se tem mais alguma coisa aqui. Ah, é isso daí. É como é difícil educar o nosso ego, né? >> Como é difícil, né? >> É desafiador demais. >> Trabalhoso. É, >> é muito trabal muito trabal trabalhoso, né? A gente deveria, não deveria, ah, deveria passar direto, né? Deixa eu acho que as minhas anotações são essas mesmo. Eu anotei tudo aqui. É isso daí. Aqui nós não temos. >> Pode falar. Hã, >> então, muito bom. Nossa gratidão a todos que nos acompanharam, né? >> Olha, a Fernanda, ela tá respondendo aqui. Obrigada. É muito bom participar dessa live e receber os conselhos de vocês. >> Ah, que bom. Gratidão. >> Um abraço, Fernanda. Cláudia aqui também agradecendo. Imensa gratidão todo mundo aqui. Bastante gente
a. É muito bom participar dessa live e receber os conselhos de vocês. >> Ah, que bom. Gratidão. >> Um abraço, Fernanda. Cláudia aqui também agradecendo. Imensa gratidão todo mundo aqui. Bastante gente participando conosco. Muita gente agradecendo. Rio de Janeiro, a Maria Bahia, Vitória da Conquista. Aqui nós temos bastante gente. Nós vamos enviar o nosso grande abraço a todos vocês. O o agora a próxima live vai ser dia dia 2 de abril, >> certo? >> 2/4. Próxima live nossa. >> Ah, então a nossa próxima live é o quinto capítulo, né? É o quinto capítulo. Deixa eu ver aqui. Eu estou com o livro aqui na mão >> aqui. Viver com gratidão. >> Isso. >> Ah, nós vamos falar das cinco gratidões, viu? >> Que legal. >> Nós vamos desdobrar cinco gratidões. >> Ai, como é importante esse estudo, né? >> É. Então, >> eu fico, eu fico muito feliz, muito feliz de estar participando aqui com você desse estudo. >> Eu também. >> Muito grata. Muito grata. que a vida nos oferece. >> Isso. E olha que nós vamos ter outros livros depois, viu? Nós não vamos parar nesse aqui. Olha, nós temos esse, o mestre da consciência, né? Eu não sei se é esse que vai ser o pró. >> Esse é o nosso próximo, né? >> É. Ah, que legal. Tá tudo aqui comigo. Eu vou pedir para você fazer uma prece para nós, para encerrar a live. Pode ser? >> Sim. Com maior carinho, maior ternura. Vamos lá. Ah, então, >> então busquemos sentir a presença amorosa de Jesus, sentir o seu carinho, a sua ternura e sentir quando ele coloca com toda ternura, com todo carinho, onde houver duas ou mais pessoas reunida em meu nome, lá estarei. E é nessa certeza, Jesus querido, da vossa presença amiga em nossos corações, na intimidade das nossas almas. E nós rogamos, Jesus, que nos ajude a nos mantermos na sintonia com essas almas generosas que já alcançaram a exelitude do amor e que por ternura, bondade, indulgência nos acolhem com carinho em vosso nome. Ajude-nos, Jesus a internalizarmos as lições sublimes do vosso evangelho e através da autoconsciência,
exelitude do amor e que por ternura, bondade, indulgência nos acolhem com carinho em vosso nome. Ajude-nos, Jesus a internalizarmos as lições sublimes do vosso evangelho e através da autoconsciência, da nossa autotransformação, com as nossas mãos ocupadas no trabalho do bem, estarmos comprovando a nós mesmo o quanto lhe amamos, o quanto somos grato a ti, a Deus, pela bção do corpo perfeito, da amizade, da família. E te pedimos, Jesus, que as nossas humildes vibrações sirvam de alguma forma para ajudar-te a envolver os nossos irmãos dos hospitais, os lares em que o desespero e a desunião batem as suas portas. Mas lembramos, Senhor, com muito carinho dos nossos irmãos que estão padecendo os horrores da guerra. Abençoe Jesus os nossos governantes temporais e que possa, mestre recordando o nosso pobrezinho de Assis, onde estivermos e como estivermos, estarmos em condições de poder dizer: "Senhor, fazei-nos instrumento da sua paz hoje e sempre. Gratidão, Jesus, que assim seja. Gratidão >> a todos que nos ouviram. Muita paz. >> Muita paz.
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