Estudo Reflexivo | Módulo 02: Os Mensageiros - #04
✨ Neste vídeo, participe do Estudo Reflexivo da Feemt (Federação Espírita do Estado de Mato Grosso) e aprofunde seus conhecimentos sobre os ensinamentos de André Luiz. 📚 Tema: “Série André Luiz: A Vida no Mundo Espiritual” 📖 Módulo 02: Os Mensageiros 👥 Encontro 04 (24/03/2026) 🗓 O estudo acontece todas as terças-feiras, exceto a primeira do mês. ⏰ Horários: • 20h às 21h30 (Cuiabá) • 21h às 22h30 (Brasília) 🎙 Facilitação: Alírio de Cerqueira Filho 👉 Não se esqueça de se inscrever no canal para acompanhar os próximos encontros e ativar o sininho para receber notificações! 🔗 Inscrições para participar ao vivo: http://linklist.bio/inscricao-estudo-reflexivo 🎥 Gravações anteriores e mais informações: www.feemt.org.br 📡 Junte-se a nós nessa jornada de aprendizado e espiritualidade! #Feemt #EstudoReflexivo #AndréLuiz #OsMensageiros #Videoconferência #Espiritismo
do livro Vinha de Luz, mensagem 16. Tu, porém, tu, porém, fala o que convém a sã doutrina. Paulo, Tito, capítulo 2, versículo 1. Desde que não permaneças em temporária inibição do Verbo, serás assediado a falar em todas as situações. Invocartião a palavra, os que desejam ser bons e os deliberadamente maus, os cegos das estradas sombrias e os caminheiros das sendas tortuosas. Corações perturbados pretenderão arrancar pressões perturbadoras. Caluniadores, induzirteão a caluniar. Mentirosos, levar-teão a mentir. Levianos tentarão conduzir-te à leviandade. Ironistas buscarão localizar-te a alma no falso terreno do sarcasmo. Compreende-se que procedam assim, porquanto são ignorantes, distraídos >> para um tempo, >> distraídos da iluminação espiritual, cegos ignorantes, cegos desditosos, sem o saberem, vão de queda em queda, desastre a desastre. criando a desventura de si mesmos. Tu, porém, que conheces o que eles desconhecem, desconhecem, que cultivas da mente valores espirituais que ainda não cultivam, toma cuidado em usar o verbo como convém ao espírito do Cristo que nos rege os destinos. É muito fácil falar aos que nos interpelam de maneira a satisfazê-los. E não é difícil replicar-lhes como convém, aos nossos interesses e conveniências particulares. Todavia, dirigirmo-nos aos outros com a prudência amorosa e com a tolerância educativa, como convém a sã doutrina do mestre. é tarefa complexa e enobedecedora que requisita a ciência do bem no coração e o entendimento evangélico nos raciocínios. Que os ignorantes e os cegos da alma falem desordenadamente, pois não sabem nem veem. Tu, porém, acautela-te nas criações verbais, como quem não se esquece das contas naturais a serem acertadas no dia próximo. Vamos elevar os nossos pensamentos a Jesus, rogar a ele que nos abençoe a todos em mais esta noite de estos. Senhor Jesus, mestre Mir, agradecemos, Senhor, pelas bênçãos de podermos desfrutar de obras como as da coleção do mundo sobre o mundo espiritual, facilitando-nos, Senhor,
em mais esta noite de estos. Senhor Jesus, mestre Mir, agradecemos, Senhor, pelas bênçãos de podermos desfrutar de obras como as da coleção do mundo sobre o mundo espiritual, facilitando-nos, Senhor, a compreensão da verdadeira vida. para que possamos viver no mundo como espíritos imortais que somos. Ampara-nos para que possamos trazer esses conteúdos bem vivos dentro das nossas vidas para utilizá-los em nossos dias dias. nosso dia a dia como alavancas de propulsão do nosso aprimoramento. Ser conosco hoje e sempre. Gratidão, Senhor, por tudo. Gratidão pela vida. Que assim seja. Nós vamos começar com a revisão do nosso encontro anterior. Nosso encontro anterior, nós estudamos capítulo 6, Advertências Profundas. O o capítulo inteiro ele é muito profundo, mas de tudo que o o benfeitor Telésforo diz, nós extraímos um trecho que ressalta bem o objetivo desse capítulo chamado Advertências Profundas, no qual ele, o benfeitor telesporo, ele fala para a grande maioria das pessoas que ouvem esse benfeitor, eram médiuns falidos que já tinham vindo para a terra, muito bem preparados antes da encarnação para serem médiuns e esclarecedores e no entanto eles faliram no seu compromisso. E aí ele diz aqui, não é, dentre várias questões muito significativas, quando ele fala sobre espiritismo, ele diz que resultado atingimos. Grandes massas batem as fontes do espiritismo sagrado, tão só no propósito de lhe mancharem as águas. Não são procuradores do reino de Deus os que lhe forçam desse modo as portas. e sim caçadores dos interesses pessoais. São os sequiosos da facilidade, os amigos do menor esforço, os preguiçosos e delinquentes de todas as situações, que desejam ouvir os espíritos desencarnados, receosos da acusação que lhes dirige a própria consciência. O fiel da dúvida invade o bálsamo da fé. Nos corações bem impressionados, a sede de proteção indevida azorra os seguidores da oceosidade. A ignorância e a maldade entregam-se às manifestações inferiores da magia negra. O texto, apesar de ser proferido, né, a
impressionados, a sede de proteção indevida azorra os seguidores da oceosidade. A ignorância e a maldade entregam-se às manifestações inferiores da magia negra. O texto, apesar de ser proferido, né, a palestra foi proferida na década de 40 do século passado, ainda é muito atual. Ainda no movimento espírita. Muita gente está nessa condição dos sequiosos da facilidade, os amigos do menor esforço, os preguiçosos, aqueles que não querem realmente trazer a doutrina para dentro das próprias vidas, ainda persiste mesmo agora no século XX. Tudo por, meus irmãos, porque não temos sabido defender o sagrado depósito, por termos esquecidos em nossos labores carnais, que espiritismo é revelação divina para a renovação, é revelação divina para a renovação fundamental dos homens. Não atendemos ainda como se faz indispensável a construção do reino de Deus em nós. Então, a causa disso é exatamente a construção do reino de Deus, que é o exercício das virtudes cristãs em nossos corações. A década de 40 do século passado até hoje, as pessoas que buscam a doutrina espírita ainda não se dispõe em sua maioria ao exercício das virtudes no próprio coração. O capítulo 7, a queda de Otávio, nós vimos o o médio Otávio, que se preparou durante 30 anos consecutivos para a tarefa mediúnica e por uma questão de viciação sexual do passado, ele eh abandona as tarefas do que tinha iniciado. para se lançar a relações sexuais sem compromisso, acaba engravidando uma moça, é obrigado a casar e a ele tinha sido ajudado por seis espíritos antes de encarnar. Esses seis espíritos iriam, tava no programa virem para a vida dele como órfã para que ele pudesse cuidar. E ele abandona os seis benfeitores para conviver com a esposa, que não tinha nada a ver com ele, foi só sexo. E a esposa acabou engravidando. Ele ele casou por ter tê-la engravidado, atraiu um espírito obsessor dela própria que passou a obsidiá-lo como encarnado. E aí ele ele termina a história dele que vale a pena. Quem não assistiu no mês passado, na
u por ter tê-la engravidado, atraiu um espírito obsessor dela própria que passou a obsidiá-lo como encarnado. E aí ele ele termina a história dele que vale a pena. Quem não assistiu no mês passado, na semana passada, vale a pena refletir na gravação que já temos. Ele diz: "Releguei à rua seis carinhosas crianças, cuja convivência concorreria decisivamente para minha segurança moral. Mas a companheira e o filho, que me pareceu, incumbiram-se da vingança. Atormentaram-me ambos até o fim da existência, quando para aqui regressei, mal tendo completado 40 anos, o indído pelas sífiles, pelo alto e pelos desglastos, sem nada da firme para o meu futuro eterno, sem construir coisa alguma no terreno do bem. enxugou os olhos tímidos e concluiu: "Como vê, realizei todos os meus condenáveis desejos, menos os desejos de Deus. Foi por isso que fali agravando antigos verbos. Aqui os olhos são atímos olhos úmidos e confluiu. Foi por isso que falia gravando antigos de então Otávio caiu na preguiça moral que o teléfono bem se refletiu no capítulo anterior. Outro que também buscou menor esforço foi o o Acelino. Temos o capítulo oito, desastre de Aelino. O acelino, ele usou da mediunidade para ganhar dinheiro e criou toda uma série de dependentes do das consultas que acabou destrambelhando os três chakras superiores do seu corpo e espiritual, produzindo na mente todo um estado perturbador. dor que mesmo depois dele ser ter sido atendido, depois de passar vários anos nas regiões do Brabinas, sofrendo as consequências dos atos dele, já socorrido em nosso lar, trazia dentro de si as bartas do dos do seu movimento de preguiça moral, de buscar a no menor esforço ventos materiais com a mediunidade, distorcendo todo o trabalho que tinha sido programado. Como o texto fala, nesse momento, os olhos do narrador cobriram-se de súbita vermelhidão, estampando-se fundo horror nas pupilas, como se estivesse revivendo atrozes de lacerações. Quando nós viciamos a nossa mente com situações como que a Celino viveu a vida
iram-se de súbita vermelhidão, estampando-se fundo horror nas pupilas, como se estivesse revivendo atrozes de lacerações. Quando nós viciamos a nossa mente com situações como que a Celino viveu a vida inteira, nós vamos ficar com a mente viciada muito tempo, muito provavelmente só numa nova reencarnação que ele, se reparar o o erro cometido vai voltar ao normal. E aí ele termina, né, dizendo: "Não fui homicida nem ladrão vulgar. Não mantive o propósito íntimo de ferir ninguém, nem desrespeitei a lei os lares, mas indo aos círculos carnais para servir as criaturas de Deus, nossos irmãos, auxiliando-os no crescimento espiritual com Jesus, apenas fiz viciados da crença religiosa e delinquentes opuntos. mutilados da fé e aleijados do pensamento. Não tenho desculpas porque estava esclarecido. Não tenho perdão porque não me faltou a assistência de vejamos que o grande problema do acelino era o remorcio. Ele só vai começar a melhorar mentalmente a partir do momento que ele se autoerdoar e buscar a reparação dos erros do passado. Vamos agora para o capítulo 9. Ouvindo impressões. Deixando a Celina em conversação mais íntima com Otávio, fui levado por Vicente a outro ângulo da sala. Muitos grupos se mantinam em palestra interessante e educativa, observando eu que quase todos comentavam as derrotas sofridas na terra. "Fiz quanto pude", exclamava uma belinha simpática para duas companheiras que a escutavam atentamente. No entanto, os laços de família são muito fortes. Algo se fazia ouvir sempre. com voz muito alta em meu espírito, compelindo-me ao desempenho da tarefa. Mas e o marido? Amâncio nunca se conformou. Se os enfermos me procuravam no receituário comum, agrava-se a neuroestemia. Se os companheiros de doutrina me convidavam aos estudos evangélicos, revoltava-se o ciumento. Que pensam vocês? chegava a mobilizar minhas filhas contra mim. Como seria possível, em tais circunstâncias, atender as obrigações mediúnicas? Todavia, ponderou uma das senhoras que parecia mais segura de si. Sempre temos
gava a mobilizar minhas filhas contra mim. Como seria possível, em tais circunstâncias, atender as obrigações mediúnicas? Todavia, ponderou uma das senhoras que parecia mais segura de si. Sempre temos recursos e pretextos para fugir às culpas. estaremos, encaremos nossos problemas em com realismo. Há de convir que com socorro da boa vontade sempre lhe ficaria alguns minutos da na semana e algumas pequenas oportunidades de fazer o bem. talvez pudesse conquistar o entendimento do esposo e a colaboração afetuosa das filhas se trabalhassem silêncio, mostrando sincera disposição para o sacrifício. Nossos atos, Mariana, são muito mais contagiosos que nossas palavras. Vejamos que o caso da Mariana, né, era o posto do Acelino. O Aelino estava mergulhado na culpa, a Mariana estava mergulhada na besta. São dois movimentos que prejudicam muito o espírito. A culpa, o remorço gera estagnação. A desculpa também gera essa estagnação. Vejamos que a Mariana, o problema não é, não foi dela. O problema foi o marido e as filhas que não compreendiam. Mas como diz a amiga dela, né, ela não se dispôs a exercitar as virtudes para conquistar a a solidariedade do marido e das filhas. Ela batia de frente e ela eh não agiu, como ela diz aqui, eh trabalhou em silêncio, mostrando sincera disposição para o sacrifício. Ela não se dispôs a renunciar, não se dispôs a exercitar virtudes como humildade, mancidão, amor incondicional, que são virtudes fundamentais para o relacionamento saudável. usou o próprio relacionamento como desculpa para não praticar as ações que a vida que ela se comprometeu perante a vida, né? Sim, respondeu a interlocutora, emitindo voz diferente. Concordo com a observação. Em verdade, nunca pude sofrer a incompreensão dos meus sem reclamar. Então ela vivia no estado de reclamação e no estado de reclamação ninguém consegue eh vivenciar nada positivo. Para trabalharmos com eficiência tornou a companheira sensata. É preciso saber calar antes de tudo. Teríamos atendido perfeitamente aos nossos deveres se
o ninguém consegue eh vivenciar nada positivo. Para trabalharmos com eficiência tornou a companheira sensata. É preciso saber calar antes de tudo. Teríamos atendido perfeitamente aos nossos deveres se tivéssemos usado todas as receitas de obediência e otimismo? que fornecemos aos outros. Aconselhar é sempre útil, mas aconselhar excessivamente pode traduzir esquecimento de nossas obrigações. Assim digo porque meu caso, a bem diizer é muito semelhante ao seu. Fomos ao círculo carnal para construir com Jesus, mas caímos na tolice de acreditar que andávamos pela terra para discutir nossos caprichos. Não executei minha tarefa mediúnica em virtude da irritação que me dominou, dada a indiferença dos meus familiares pelos serviços espirituais. Nossos instrutores aqui muito me recomendaram antes que para bem ensinar é necessário exemplificar melhor. Entretanto, por minha desventura, tudo esqueci no trabalho temporário da terra. Se meu marido fazia ponderações, eu criava reflutações. Não suportava qualquer parecer contrário ao meu ponto de vista em matéria de crença. Incapaz de perceber a vaidade atolice dos meus gestos. das reflexões nasceu minha perda última, na qual agravei de muitas responsabilidades. Quase mensalmente, Joaquim e eu nos empenhávamos em discussões e não trocávamos apenas os insultos contundentes, mas também os fluidos venenosos segregados por nossa mente, rebelde e enfermiça. Entre os conflitos e suas consequências, passei o tempo inutilizada para qualquer trabalho de elevação espiritual. muito interessante eh a amiga da Mariana, né? não falar o nome dela aqui, mas vejamos que também ela vivia num estado de reclamação, como a sua amiga Mariana e eh o tempo todo focado no outro, focado naquilo que o outro pensava dela, das crenças dela e refutando tudo que vinha do outro. E a e ela faz uma observação muito interessante aqui. É a briga dela com o marido Joaquim. Ela trocava não apenas insultos, mas fluidos venenosos segregados por nossa mente rebelde enfermice. Todos nós sabemos que a nossa
ervação muito interessante aqui. É a briga dela com o marido Joaquim. Ela trocava não apenas insultos, mas fluidos venenosos segregados por nossa mente rebelde enfermice. Todos nós sabemos que a nossa mente gera uma energia que é a energia mental. Essa energia mental pode ser salutar, saudável ou muito tóxica. No caso da da amiga da Mariana, ela trocava energia mental tóxica com o marido, eh, produzindo, como ela diz, entre os conflitos e suas consequências, passei o tempo inutilizada para qualquer trabalho de elevação espiritual. esse movimento, né? No caso dela, ela se irritava com muita facilidade. A outra vivia no estado de reclamação. Ela também, a sua amiga vivia no estado de reclamação. Quando nós temos esse movimento de reclamar de tudo e de todos e ficar viciado, nós viciamos a nossa mente em reclamar. O que acontece? Nós não temos tempo útil para a elevação espiritual. Não é possível viver nesse estado e ao mesmo tempo exercitar virtudes. Porque esse estado de reclamação é o estado em que nós não exercitamos as virtudes. Nós entramos no movimento de preguiça moral. E nessa preguiça moral, só consumimos o tempo. Às vezes o tempo de uma encarnação inteira é jogado fora, porque estamos vivendo, em vez de viver focados em nós, na nossa transformação, no caso do ambiente familiar, né? Convite é foca na sua transformação interior, irradia virtude em torno de si. Quando nós fazemos isso, gradualmente as pessoas à nossa volta podem ser eh influenciadas por essas vertes. Agora, se nós quisermos o ambiente familiar fazer valer aquilo que nós pensamos, como se fôssemos superiores aos outros, o resultado é esse da Mariana e da sua amiga, né? Uma vida de inutilidade trocando energia mental próxima. Podemos ficar existências inteiras assim, Ângela. E esse estado de reclamação, ele pode ser eh eh realizado através da nossa forma de se expressar, mas pode ficar também num processo ruminante e automático. Sim, existe dois movimentos estado de reclamação, o passivo e o reativo.
ele pode ser eh eh realizado através da nossa forma de se expressar, mas pode ficar também num processo ruminante e automático. Sim, existe dois movimentos estado de reclamação, o passivo e o reativo. As duas personagens aqui do livro eram viviam no estado de reclamação reativa. Existe a pessoa que vive no estado de reclamação parceiro. Ela é aquela pessoa quietinha fechada dentro dela mesma, mas a mente tá ruminando a 1000. eh pensamentos contrários àquilo que está acontecendo ao seu redor. Mas ela é toda, né? toda quietinha, toda paradinha, toda fechadinha. Só que a energia mental tóxica tá a todo vapor, que é a que é a polaridade passiva do estado de reclamação, tão nocivo quanto o reativo. O reativo ele ele é pior porque ele faz com que outras pessoas também reajam. É pior nesse sentido, porque a pessoa que reage, como o outro também traz um movimento egóico, é o é o caso do Joaquim e da esposa dele. Troca energia mental tóxica. da a pessoa passiva, ela manda energia mental tóxica pros outros, mas como ela é toda fechadinha dentro de si mesma, não há reatividade, porque outra nem percebe, mas a energia mental tóxica já tá sendo enviada para o outro. E claro, quando nós mandamos energia mental tóxica para alguém, a primeira pessoa que se eh suja, né, entre aspas, com essa energia somos nós mesmos. Alessandro, >> boa noite a todos. Alírio, podemos eh pegar como exemplo a pessoa eh eh passiva, a outra obra nosso lar, aquela senhora que estava há anos na colônia e ela só reclamava dos trabalhos. Então, ou seja, ela foi conversar com o ministro, o ministro quis mostrar ela o estado de reclamação, de desarmonia dela perante toda a colônia. Podemos pegar esse exemplo? >> É um bom exemplo, né? Um bom exemplo aquele que nós vimos, né? que eh quando ela era convidada a uma a um a um trabalho efetivo, ela reclamava do trabalho, ela saía da passividade e vinha paraa reatividade, porque toda pessoa passiva, ela tem um vulcão preste a explodir. Então ela ia pro campo de repouso. Lá no
rabalho efetivo, ela reclamava do trabalho, ela saía da passividade e vinha paraa reatividade, porque toda pessoa passiva, ela tem um vulcão preste a explodir. Então ela ia pro campo de repouso. Lá no campo de repouso não tinha o que reclamar, né? Ela vivia ali numa boa, né? como o céu da beatitude eterna do preguiçoso, não é? Todo a toda a colônia trabalhando e ela lá recebendo os benefícios do trabalho dos outros, né? Passivamente, eh, num processo de que a reclamação era implíc provavelmente é uma colônia de férias, né? Então fica de férias constantes, não tem o que retomar, mas basta um serviço ativo. Normalmente o o o a pessoa que vive num estado de reclamação passiva, ela solta os cachorros para fora. OK. Vamos continuar aqui. Nesse instante chamou-me Vicente para apresentar um amigo. Ao nosso lado, outro grupo de senhoras conversava animadamente. Afinal, Ernestina indagava uma delas a mais jovem: "Qual foi a causa do seu desastre?" "Apenas um medo, minha amiga," explicou me interpelada. "Tive medo de tudo e de todos. Foi o meu grande mal. Mas como tudo isto impressiona, você foi muitíssimo preparado. Recordo-me ainda das nossas lições em conjunto. As instrutoras do esclarecimento confiavam extraordinariamente no seu concurso. Seu aproveitamento era um padrão para nós outros. Sim, minha cara Benita, suas eminiscências fazem-me sentir com mais clareza a extensão da minha banca rota pessoal. Entretanto, não devo fugir à realidade. Fui a culpada de tudo. Preparei-me o bastante para resgatar antigos débitos e efetuar edificações novas. Contudo, não vigiei como se impunho. O chamamento ao serviço ressoou no tempo próprio. Orientando-me o raciocínio e a melhores esclarecimentos, nossos instrutores me proporcionavam os mais santos incentivos, mas desconfiei dos homens, dos desencarnados e de mim mesma. nos nos estudiosos do plano físico, enxergava pessoas de má fé. Nos irmãos invisíveis, presumi encontrar apenas galhofeiros fantasiados de orientadores. E em mim mesma receava as tendências
mim mesma. nos nos estudiosos do plano físico, enxergava pessoas de má fé. Nos irmãos invisíveis, presumi encontrar apenas galhofeiros fantasiados de orientadores. E em mim mesma receava as tendências nocivas. Muitos amigos tinham em conta de virtuosa pelo rigorismo das minhas exigências. Todavia, no fundo, eu não passava de enferma voluntária carregada de aflições inúteis. Então, a aestina, né, a falência dela foi pela desconfiança, né, a insegurança existencial e a desconfiança de si mesma, da vida. e dos outros, o que gerava para ela o medo patológico de tudo e de todos. Vejamos que aquilo que eh nós temos refletido muito aqui no estudo reflexivo, em outras situações, quando nós reencarnamos, nós fazemos um programa existencial e um propósito existencial. O programa é a tarefa que nós vamos realizar. O propósito tem a ver com as virtudes que nós somos convidados a exercitar. Qual é o propósito existencial de Ernestina? Ou seria >> a segurança existencial, né? >> Segurança existencial. Exatamente. A segurança existencial como virtude principal e a confiança, né, em si mesma, em Deus, na vida. né, como virtudes eh satélites, a fé convicta que ela não se dispôs a exercitar, ela não se dispôs a exercitar as virtudes que eh veja eh vejamos que a diferença, né, de a vida no mundo espiritual e a vida no mundo físico. No mundo espiritual ela é a melhor aluna. no mundo físico não se dispôs a exercitar as virtudes que a vida ofere eh que eh pediu. Por no mundo espiritual, na situação ali com as companheiras, o que mais prevalecia era o intelecto. Então, intelectualmente ela trazia uma uma facilidade maior, mas é no mundo físico que nós comprovamos que se o aprendizado teórico tá funcionando para a transformação interior. Então, na no momento da transformação interior, ela não exercitou as virtudes necessárias. E aí a falência aconteceu pelo processo de de descrença, né, de insegurança e desconfiança deitores. China, >> eh exatamente isso que eu tava refletindo em relação ao mundo
ou as virtudes necessárias. E aí a falência aconteceu pelo processo de de descrença, né, de insegurança e desconfiança deitores. China, >> eh exatamente isso que eu tava refletindo em relação ao mundo espiritual e quando vem, né? Então, nesse caso dela, eh, porque o propósito é claro para, eu, eu acredito que seja claro para nós a virtude que a gente vem trabalhar. Então, no caso dela seria essa essa segurança diferencial, a autoconfiança, etc. Eh, quer dizer, lá ela era a melhor aluna em relação a isso, mas não em relação talvez a quer dizer, em relação a que que ela seria a melhor aluna já, as virtudes que ela teria que treinar, ao entendimento, porque a compreensão daidade, né? pelo que fala aqui, porque ela fala das instrutoras do do eh a as instrutoras tinha bastante eh confiança nela pela forma como ela lidava com os ensinamentos teóricos. >> Isso. Uhum. Por quê? Nessas escolas de preparação, todo o ensinamento é teórico. >> É >> porque a é a é a mediunidade a intercâmbio entre o mundo físico e o mundo eh espiritual. >> A prática aqui na Terra, a prática sem exercício de virtudes não vaiar. >> Não tem. Eh, não é até interessante porque isso aí confirma realmente o que a gente vem refletindo em relação a como a gente sabe qual é o nosso propósito, exatamente onde a gente tem a maior dificuldade, né? >> É aquela o sentimento egóico que mais se repete. Vejamos que a insegurança da da da Enesina em toda a vida dela tava ali presente. A insegurança que gera desconfiança, né? era o mesmo, a ansiedade. Ela viveu a vida toda com isso. E e com certeza o propósito existencial dela era desenvolver a a a segurança existencial. >> Segurança existencial, né? Não, muito muito interessante. Sim. >> Veja que ela o que ela fala aqui no final, ó. Muitos amigos tinham me em conta de virtuosa. Olha a máscara funcionando pelo rigor das minhas exigências, porque ela exigia a perfeição dos outros. >> Uhum. >> Todavia, no fundo, eu não passava de enferma voluntária carregada de aflições
rtuosa. Olha a máscara funcionando pelo rigor das minhas exigências, porque ela exigia a perfeição dos outros. >> Uhum. >> Todavia, no fundo, eu não passava de enferma voluntária carregada de aflições inúteis. Então, como ela exigia pureza do aquela coisa, né, da pureza doutrinária, tudo tinha que ser perfeito, né, num mundo de imperfeição, onde que nós vamos ter tudo perfeito, né, como ela diz aqui, nos estudiosos do plano físico enxergava pessoa de má fé. Nos irmãos invisíveis presumi encontrar apenas galhofeiros fantasiados de orientadores. Em mim mesma receava as tendências auxílias. Então a pessoa paralisa pela inação, toda uma existência paralisada pela não ação com medo de não ser perfeita como ela gostaria. Porque o que gera insegurança é o orgulho. A pessoa não se coloca como aprendiz da vida, né? Uhum. >> Os três, as três virtudes que vão libertar a pessoa, eh, sentimento de aprendiz, humildade e maciidão. Humildade, >> quando ela se coloca como aprendiz, ela se lança a fazer as as atividades. Se é errou, aprende com erro, né? assume humildemente o erro de uma forma mansa e humilde de coração, aprende com erro e segue em frente. A pessoa orgulhosa, rebelde, ela quer já tudo perfeito nela e nos outros. E aí, claro, ela não vai nunca encontrar perfeição. O resultado é um aprofundamento na insegurança existencial, >> que foi a vida toda dela. >> Bem bacana. Gratidão. >> Foi e só só >> só mais uma coisa em relação então quando a gente fala assim que aqui a gente testa, quer dizer, o teste não é só a parte eh da das da dos desafios que a gente vai ter, mas esse teste, quer dizer, os desafios eles trazem esse teste, né, porque é interior, mas é muito tudo relacionado ao nosso propósito existencial. E é o tipo de Então, é interessante isso porque eu sempre pensei em teste, alguma coisa assim, porque é reparação também, né? Esses testes ele vão trazer muitas vezes eh pessoas, >> a pessoa passa no teste, ela repara, né? >> Ela repara, né? >> Porque a prova é para que haja
alguma coisa assim, porque é reparação também, né? Esses testes ele vão trazer muitas vezes eh pessoas, >> a pessoa passa no teste, ela repara, né? >> Ela repara, né? >> Porque a prova é para que haja reparação. >> Agora, se a pessoa não se dispõe a exercitar as virtudes, ela acaba não realizando nem o propósito, nem o programa. É >> porque o programa depende do propósito, é, >> né? Não tem como realizar o programa sem exercitar as virtudes, >> né? E Alírio caiu alguma coisa que que caiu a ficha agora é porque a reparação não é com outro, é reparação dos nossos próprios atos, né? Que são que que é o distanciamento, >> é o distanciamento das leis. Então, com a gente só alinha isso com a prática das virtudes. Então, quando a gente fala em reparação, é aquilo que Jesus fala, eu não quero a morte do pecador, >> né? Eh, eh, eh, e e sim pecado. Quer dizer, >> e que é a eu só reparo trazendo a virtude que vai alinhar. Muito legal. Veja que a quando a Mariana fala que ela era vista como virtuosa para todo mundo em volta, ela era uma excelente espírita. >> Nossa, que ela ela devia chegar ali carrancuda, eh, a exigindo de perfeição de todo mundo aquela coisa tal, né? É muito provavelmente uma intelectualista que ficava o tempo todo ficara fuchando para encontrar defeito das coisas. Então era vista como virtuosa, ser vista pelo outro, né, e não agrega nada porque lá no fundo, no fundo, ela sabia que virtude eh as virtudes não estavam sendo exercitadas. >> Gratidão, >> Jéssica. Alírio, boa noite. Eh, eu fiquei pensando aqui no caso da Narcisa, né? ela teve aqueles 10 anos eh nas câmaras de retificação, trabalhando, exercitando eh ali as as tarefas dela. E no caso dessa irmã que a gente tá estudando agora, ela estava mais eh no aprendizado teórico. A gente poderia dizer que se ela tivesse tido essa prática, por exemplo, como a Narcisa, os resultados teriam sido melhores? Quem que disse que ela não teve? Não, não temos essa informação, mas muito provavelmente ela teve essa prática de
se tido essa prática, por exemplo, como a Narcisa, os resultados teriam sido melhores? Quem que disse que ela não teve? Não, não temos essa informação, mas muito provavelmente ela teve essa prática de de serviço aos outros. Porque nessa preparação que é feita, não é só teoria que se estuda nesse sentido, a teoria da mediunidade. Não tem como praticar a mediunidade no mundo espiritual, a não ser eh com espíritos inferiores que são socorridos. É muito, existe mediunidade mundo espiritual, mas é muito diferente da Terra. Agora, veja que a Narcisa estava se preparando para exercitar virtudes e a ministra pediu para ela exercitar durante 8 anos consecutiv, não, seis eh não, 8 anos foi exatamente 8 anos. O quer dizer que o isso não quer dizer que a Ernestina também não realizou tarefas nesse sentido, porque a Marcisa mesmo, uma coisa lá no mundo espiritual com todo mundo trabalhando em mesma direção, que outra coisa é quando nós reencarnamos e num mundo cheio de contraste nós a exercitarmos as virtudes no mundo físico. É muito desafiador o exercício da perfeitamente possível, mas é desafiador. Foi uma grande infatilidade da sua parte e trocou a outra. Você ouvidou que na esfera carnal o maior interesse da alma é a realização de algo útil para o bem de todos, com vistas ao infinito e a eternidade. Desse mistério, é indispensável contar com assédio de todos os elementos contrários. Ironias da ignorância, ataques da insensatez, sugestões inferiores da nossa própria animalidade surgirão, com certeza no caminho de todo trabalhador fiel. São circunstâncias lógicas e fatais do serviço, porque não vamos ao mundo físico para descanso injustificável, mas para lutar pela nossa melhoria despeito de todo impedimento fortuível. Então aqui temos várias situações, né? Então a amiga dela que a vejamos que na teoria tudo é mais fácil, né? Então, a b amiga dela tá teorizando, porque é uma falida também com ela. Eh, agora o que que acontece, que que leva à falência, né? Ironias da ignorância, ataques da incessantez,
udo é mais fácil, né? Então, a b amiga dela tá teorizando, porque é uma falida também com ela. Eh, agora o que que acontece, que que leva à falência, né? Ironias da ignorância, ataques da incessantez, sugestões inferiores da nossa própria animalidade surgirã. As tendências inferiores que nós trazemos vão ficar vivas. Quanto mais a pessoa se movimenta no bem, mais fica vivo as feridas que nós trazemos. Para quê? para que nós as curemos, as feridas ficam vivas para que haja o processo de reparação. É exatamente isso. Quando nós fazemos o contraponto entre aquilo que nós éramos no passado e aquilo que somos no presente e vamos trabalhando para curar essas feridas. Então, mas quando vem as sugestões inferiores da animalidade e nós damos vazão a ela, a elas, aí surge o problema. Quando nós ficamos preocupados com as ironias da ignorância, os ataques da insensatez que vem encarnados e desencarnados, aí nós não realizamos os esforços que eh somos convidados a realizar. Veja que ela diz aqui, a realização de algo útil para o bem de todos, com vistas ao infinito e a eternidade. A pessoa perfeccionista, que quer tudo perfeito, tudo maravilhoso, acaba não realizando nada, porque ela não vai encontrar essa perfeição no mundo de pessoas imperfeitas, inclusive nela mesma. Agora, se ela fizer esforços para realizar atividades úteis, a começar dela mesma, gradualmente, ir ampliando as possibilidades, isso é perfeitamente possível de ser feito. Compreendo agora, disse a outra, todavia, o receio das mistificações prejudicou minha bela oportunidade. É, minha amiga, tornou a interlocutora. É tarde para lamentar. Tantos tem menos as mistificações que acabamos por mistificar os serviços do Cristo. Olha que fala bonita, né? O mesmo >> parágrafo anterior. Você leu parágrafo anterior? >> Sim. >> O anterior foi l Ah, compreendo agora. Disse a outra. Todavia, o receio das mistificações prejudicou minha bela oportunidade. Aí a outra fala, né? Tememos as mistificações, tanto tememos as mistificações que acabamos por
compreendo agora. Disse a outra. Todavia, o receio das mistificações prejudicou minha bela oportunidade. Aí a outra fala, né? Tememos as mistificações, tanto tememos as mistificações que acabamos por mistificar os serviços do Cristo. É uma realidade, porque o medo de da de mistificação é é era mais comum no passado, mas hoje ainda existe. Que as pessoas se fecham, enquanto que Kardec pede para que nós passemos pelo crio da razão, da lógica, do bom senso. que vem no mundo espiritual. termos de mediunidade é a única forma de se lidar com com todas as questões. Agora, para isso é necessário o exercício das virtudes, senão a pessoa, como ela ela mesmo diz, mistifica os serviços do Cristo. Eu ouvi a palestra com interesse crescente, mas o companheiro levou-me adiante para as novas apresentações. atendia esses agradáveis deveres da sociedade e de nosso lar, mas para não perder ensejo destruir-me, continuava atento às conversações em torno. Alguns cavalheiros mantinham discreta a permuta de pareceres. Reconheço que falidam deles em tom grave e muitos já espiei nas regiões inferiores, mas aguardo novos recursos da providência. Faltou-lhe, porém, bastante orientação para o caminho", perguntava o companheiro. "Explico-me", esclareceu primeiro. "Faltou-me o amparo da esposa. Enquanto a tive a meu lado, verificou-se profundo equilíbrio em minhas forças psíquicas. Companhia dela, sem que eu pudesse explicar, compensava-me todo o gasto da energia mediúnica. Minha noção de balanço estava nas mãos de minha querida Adélia. Esqueci-me, porém, de que o bom servo deve estar preparado para o serviço do Senhor em qualquer circunstância. Não aprendi a ciência da conformação, nem me resignei a percorrer sozinho as estradas humanas. Quando me senti sem a delicada companheira arrebatada pela morte, abevrontei-me por sentir-me em desequilíbrio. Erradamente procurei substituí-la e fui acidentado. Extremamente ligada a entidades malfazas, minha segunda mulher, com seus desvarios, arrastou minha perversão
ntei-me por sentir-me em desequilíbrio. Erradamente procurei substituí-la e fui acidentado. Extremamente ligada a entidades malfazas, minha segunda mulher, com seus desvarios, arrastou minha perversão sexuais de que nunca me supusera capaz. Voltei insensivelmente ao convívio de criaturas perversas e tendo começado bem, acabei mal. Meus desastres foram enormes. Entretanto, embora reconheça minha deficiência, entendo ainda hoje que o triunfo, mesmo no futuro, sermeá muito difícil sem a companheira bem amar. Tornara-se a palestra sumamente interessante. Desejava acompanhar-lhe o curso, mas Vicente chamou minha atenção para o outro assunto e era necessário acompanhá-lo. Interessante esse caso também, né? Aqui é um caso de dependência afetiva, né? as forças dele vinha da companheira, no caso de de em que a pessoa foca no outro aquilo que ele deve desenvolver dentro de si mesmo. E >> qualquer pessoa, qualquer pessoa na vida >> pode ser complementar, mas não gerar eh a essas forças, como ele mesmo diz aqui, tá? >> Eh, e essa última linha que ele fala é interessante porque ele ainda fala que entendo ainda hoje que o triunfo mesmo no futuro semear muito difícil sem a companheira bem amada. Então é um processo muito eh >> intrínseco nele dessa dependência, né, que precisa >> e provavelmente vai vir e vai ter que trabalhar essa essa >> muito provavelmente na devido a à falência na área do sexo e tudo mais, ele numa próxima existência não virá com a a companheira porque ele não acabou não sabendo valorizar, né, que ele teve durante o período. Aí ficou deve ficou viúfa e mas acabou se viciando com a segunda mulher que provavelmente não estava no programa dele. >> Uhum. É, e aí há todo um processo que ele criou para o futuro, >> até ele se libertar dessa dependência e focar nele, nos valores dele como como espírito independente psicologicamente. >> Para que nós vivamos com equilíbrio, é fundamental a independência psicológica. Nós somos espíritos independentes psicologicamente
nos valores dele como como espírito independente psicologicamente. >> Para que nós vivamos com equilíbrio, é fundamental a independência psicológica. Nós somos espíritos independentes psicologicamente e interdependentes socialmente. Quando nós entramos no movimento de dependência psicológica, se torna patológico, foi o que aconteceu com ele, né? Ele depois que houve a morte da companheira, amedrantei-me por sentir-me em desequilíbrio. Então, ele entrou no desequilíbrio porque ele ele dependia afetivamente dela. Não suportou a viuvez. casou-se pela segunda vez uma uma pessoa viciada em sexo que o levou a viciações junto com ela. Ângelo, >> é sobre isso que eu ia te perguntar, que você falou que não tava no programa e aí >> isso é uma inferência baseada no texto, né? Não dá pra gente afirmar com certeza. Sim, sim, entendo. Eh, quando você fala que não tava no plano, né, eh, essa essa segunda esposa, eh, eh, como que é? é aquela questão do plano B, ou seja, esse problema que a pessoa usando o livre arbítrio, ela faz, >> ela reprograma, né? o programação. Muito provavelmente nesse caso era ele ter a companheira afetiva, facilitaria o trabalho dele. Depois ela provavelmente é um espírito bem mais elevado que ele, pelo que se despreende do texto, ela desencarna, veio para ficar pouco tempo. Isso já numa programação, porque uma a tarefa dessa é muito bem programada. ela auxilia ele num primeiro momento, desencarna e e aí para que ele desenvolva a segurança existencial, também um caso de segurança existencial, né? Porque é insegurança existencial que gera a temeridade da dependência afetiva. Então ele era para desenvolver a segurança, só que o que que aconteceu? Ele entrou em desequilíbrio e achou que precisava de uma outra esposa para oferecer aquilo que a primeira dava. E a segunda esposa não ofereceu nada disso, muito pelo contrário, era viciado em sexo e passou a a veja, a a ele se tornou viciado em sexo também, perversãos sexuais. E os espíritos ligados a esse tipo de situação
sposa não ofereceu nada disso, muito pelo contrário, era viciado em sexo e passou a a veja, a a ele se tornou viciado em sexo também, perversãos sexuais. E os espíritos ligados a esse tipo de situação eh passaram a convivê-lo, conviver com ele e como médium isso foi a o desastre dele. Veja que ele diz: "Meus desastres foram enormes. Entretanto, embora reconheça minha deficiência, entendo ainda hoje que o triunfo, mesmo no futuro, sermeá muito difícil sem a companheira B. né? Como ele faliu, nem com a presença da esposa deveria garantir para ele o trabalho, né, eh, posterior, sem a presença física dela, mas ele não suportou. E quando não suporta, o que que acontece? Nós agravamos as situações do nosso controle. Quando nós reparamos, nós suavizamos o nosso futuro. Quando nós assim, assumirmos mais débitos, nós agravamos o nosso futuro. O que aconteceu com ele? Vamos ver agora a experiência de Joel, capítulo 10. Afastando-nos para um canto do salão, acompanhei Vicente, que se dirigiu a um velhote de fisionomia simpática. Então, meu caro Joel, como vai?", perguntou acioso. O interpelado teve uma expressão melancólica, informou: "Graças à bondade divina, sinto-me bastante melhorado. Tenho ido diariamente às aplicações magnéticas dos gabinetes de socorro no auxílio. Estou mais forte". "Cederam as vertiges,"? indagou o companheiro com interesse. Agora são mais espaçadas e quando surgem não me afliga o coração com tanta intensidade. Nesse instante, Vicente descansou os olhos muito lúcidos dos meus e disse sorrindo: "Joel também andou nos círculos carnais em tarefa mediúnica e pode contar experiência muito interessante. O novo amigo, que me parecia um enfermo em princípios de convalescência, esboçou o melancólico sorriso e falou: "Tiz minha tentativa na terra, mas fracassei. A luta não era pequena e fui fraco demais. O que mais meona dele, porém interpôs recente em tom fraterno. É a moléstia que eu acompanhou até aqui persiste ainda agora." Joel atravessou as regiões inferiores
não era pequena e fui fraco demais. O que mais meona dele, porém interpôs recente em tom fraterno. É a moléstia que eu acompanhou até aqui persiste ainda agora." Joel atravessou as regiões inferiores com dificuldades extremas após demorar-se por lá muito tempo, voltando ao ministério do auxílio, perseguido de alucinações estranhas relativamente ao pretérito. "Ao passado perguntei surpreendido." "Sim", esclareceu Joel, humilde. minha tarefa mediúnica exigia sensibilidade mais apurada. E quando me comprometi à execução do serviço, fui ao Ministério do Esclarecimento, onde me aplicar um tratamento especial que me aguçou as percepções. Necessitava condições sutis para o desempenho dos futuros deveres. assistentes, amigos desdobrarem observos por me ofere por me fornecerem a e parti para a terra por me favorecerem e partir para a terra com todos os requisitos indispensáveis ao êxito de minhas obrigações. Infelizmente, porém, mas por indaguei perdeu as realizações tão só em virtude da sensibilidade adquirida. Joel sorriu e temperou. Não, não perdi pela sensibilidade, mas pelo seu mau uso. Se fosse pela sensibilidade, seria a responsabilidade dos benfeitores e não dele, né? Que diz tornei admirado. O meu amigo o compreenderá sem dificuldades. Imagine que com o cabedal dessa natureza, em vez de auxiliar os outros, perdi-me a mim mesma. é que segundo que eu inclua agora, Deus concede a sensibilidade apurada como espécie de lente poderosa que os proprietário deve usar para definir roteiros, fixar perigos e vantagens do caminho, localizar obstáculos comuns, ajudando ao próximo e a si mesmo. Procedi, porém, ao inverso. Não utilizei a lente maravilhosa no mistério justo, deixando-me empolgar pela curiosidade doentia, apliquei-a tão somente para dilatar minhas sensações. No quadro dos meus trabalhos mediúnicos estava a recordação de existências pregressas como expressão indispensável ao serviço de esclarecimento coletivo e benefícios semelhantes que me fora concedido realizar.
dos meus trabalhos mediúnicos estava a recordação de existências pregressas como expressão indispensável ao serviço de esclarecimento coletivo e benefícios semelhantes que me fora concedido realizar. Mas existe uma ciência de recordar que não respeitei como devia. Interrompendo um instante a narrativa, aguçava-me o desejo de conhecer-lhe a experiência pessoal até o fim. Em seguida, continuou no mesmo diapazão. Ao primeiro chamado da esfera superior, acorria apressado. Senti intuitivamente a vívida lembrança de minhas promessas em nosso lar. Tinha o coração repleto de propósitos sagrados. Trabalharia, espalharia muito longe a vibração de verdade das verdades eternas. Contudo, aos primeiros contatos com serviço, a excitação psíquica fez rodar o mecanismo de minhas recordações adormecidas, como disco sobre a agulha da vitrola. E lembrei toda a minha penúltima existência quando envergar a batina sob o nome de Monsenhor Alejandre Pizarro nos últimos períodos da Inquisição Espanhola. Foi então que abusei da lente sagrada que me referi. A volúia das grandes sensações que pode ser tão prejudicial como o uso o uso do álcool que embriaga os sentidos. fez-me ouvidar os deveres mais santos. Bafjaram-me claridades espirituais de elevada expressão. Desenvolveu-se minha claridência, mas não estava satisfeito senão com rever meus companheiros visíveis e invisíveis no setor das velhas lutas religiosas. impunha a mim mesmo a obrigação de localizar cada uma deles, cada um deles do tempo, fazendo questão de reconstituir-lhe as fichas biográficas, sem cuidar do verdadeiro aproveitamento no campo do trabalho construtivo. A audição psíquica tornou-se-me muito claro. Entretanto, não prequia ouvir os benfeitores espirituais sobre tarefas proveitosas, em sim interpelá-los ousadamente no caminho da minha satisfação egoística. Despendi um tempo enorme dentro do qual fugia aos companheiros que me vinham pedir atividades a bem do próximo, engolfada em pesquisas referentes à Espanha do meu tempo.
da minha satisfação egoística. Despendi um tempo enorme dentro do qual fugia aos companheiros que me vinham pedir atividades a bem do próximo, engolfada em pesquisas referentes à Espanha do meu tempo. Exigi a notícia de bispos, de autoridades políticas da época, de padres amigos que haviam errado tanto quanto eu eu mesmo. Não faltaram generosas advertências. Frequentemente, os colegas do nosso grupo Espiritispas chamavam-me a atenção para os problemas sérios de nossa casa. Eram sofredores que nos batiam à porta, situações que reclamavam testemunho cristão. Tínhamos um abrigo de órfã em projeto, um ambulatório que começava a nascer e, sobretudo serviços semanais de instrução evangélica nas noites de terças e sextas-feiras. Mas qual? Eu não queria saber senão das minhas descobertas pessoais. Esqueci que o Senhor me permitia aquelas reminiscências, não por por satisfazer minha curiosidade, mas para que entendesse a extensão dos meus débitos para com os necessitados do mundo e me entregasse à obra de esclarecimento e conforto aos feridos da sorte. Contrariamente à expectativa dos amidegados amigos que me auxiliaram na obtenção da oportunidade sublime, não me movi concurso fraterno e desinteressei-me da doutrina consoladora que hoje revive o evangelho de Jesus entre os homens. Somente procurei a rigor os que se encontravam afins comigo desde o pretérito. Nesse propósito, descobri, com evidentes sinais de identidade personalidades outrora eminentes em relação comigo. Conheci o senhor Igino de Salcedo, grande proprietário de terras, que me havia sido magnânimo protetor perante as autoridades religiosas da Espanha, reencarnado como proletário inteligente e honesto, mas em grande experiência de sacrifício individual. E vi o velho Gaspar de Lourenço, figura solerte de inquisidor cruel, que me quisera muito bem, reencarnado como paramítico e cego de nascença. E desse modo, meu amigo, passei a existência de surpresa em surpresa, de sensação em sensação. que renascera recordante para recordando
isera muito bem, reencarnado como paramítico e cego de nascença. E desse modo, meu amigo, passei a existência de surpresa em surpresa, de sensação em sensação. que renascera recordante para recordando para edificar alguma coisa de útil. Transformei a lembrança em viciação da personalidade. Perdi a oportunidade bendita de redenção. E o pior é o estado de alucinação em que vivo. Com meu erro, a mente desequilibrou-se. As perturbações psíquicas constituem doloroso doloroso martírio. Estou sendo submetido a tratamento magnético de longo tempo. Nesse momento, porém, interlocutor empalideceu de súbito. Os olhos desmesuradamente abertos vag vagavam como se fixasse em quadro quadros impressionantes, muito longe da nossa perspectiva. Depois Cambaleou, mas Vicente o aparou de pronto e, passando-lhe a destra na fronte, murmurava em voz. firme. Joel, Joel, não se entregue às impressões do passado. Volte ao presente de Deus. Profundamente admirado, notei que o convalescente regressava a expressão normal, esfregando os olhos. Fazo muito interessante, né? Vejamos, ele renasce com a sensibilidade de perceber encarnações do passado, dele e de outras pessoas. Não é não é uma coisa comum, né? Tem tem casos que é a necessidade disso. Agora, o grande problema dele foi, como ele disse, não foi a sensibilidade, foi o mau uso dele, porque o objetivo era de ele recordar dos erros dele, recordar os erros dos outros e focar no desenvolvimento das virtudes para realizar ações úteis de si mesmo e dos outros, principalmente, como ele diz aqui, no esclarecimento e conforto e os feridos da sorte, né, que eh o objetivo era de esclarecer sobre a vida, sobre tudo mais. E a sensibilidade de perceber a internações passadas era para atuar nesse sentido. O que que ele fez? Mergulhou na encarnação passada. Então ele vivenciou em vez da encarnação presente, ele ele vivenciou a encarnação passada só com curiosidade daquilo que aconteceu na encarnação passada. Esse é uma um exemplo muito interessante, né?
Então ele vivenciou em vez da encarnação presente, ele ele vivenciou a encarnação passada só com curiosidade daquilo que aconteceu na encarnação passada. Esse é uma um exemplo muito interessante, né? Mesmo que a pessoa recorde existências passadas, tenha detalhes. Às vezes terapeuticamente nós trabalhamos com isso. Objetivo não é ficar focado no passado. O objetivo é utilizar do passado para no presente corrigir as tendências do passado. Então, qualquer que seja a lembrança do passado, nós devemos focar sempre o que que a vida está me convidando a aprender com essas experiências e reparar por meio da prática das virtudes. Quando a pessoa age assim, ela faz bom uso das recordações do passado, seja espontânea, como é o caso do Joel, seja de um processo terapêutico, eh, que a pessoa tenha realizado, não é? Mas o que que ele fez para ele? Ele ficou focado no passado, viciou a mente. Veja que o caso dele era pior do que do Acelino. O Acelino vendeu a mediunidade, tava ainda focado no passado, nas situações vividas, porque ele destrambelhou as os três últimos chakras. O Joel fez a mesma coisa quando ele fixou nessa nessa conduta mórbida só de recordar o passado para ficar ah, fulano foi isso, agora ele assim e só na curiosidade e não produziu nada útil, ele destrambele o funcionamento dos três chakras superiores, produzindo a doença mental que persiste ainda ele desencarnado, né, Cristina? E L, eu fiquei pensando aqui sobre isso em relação a, vamos dizer assim, quando a gente usa, porque ele usou mal a mediunidade, né? E o quanto isso eh eh influenciou nesse nessa energia mental psíquica dele, né? seria o que acontece mais ou menos com suicida e que fica seria algo nesse sentido quando o suicida fica revivendo aquele ato que foi um ato eh extremamente eh eh distante, né, da da das leis, um ato de desamor, né? Aí a >> ato suicida é pior ainda, né? Porque além de eh ter o processo mental, ele tem também as as repercussões no perespírito da da agressiv da agressão que ele faz
das leis, um ato de desamor, né? Aí a >> ato suicida é pior ainda, né? Porque além de eh ter o processo mental, ele tem também as as repercussões no perespírito da da agressiv da agressão que ele faz ao corpo, né? Porque o suicídio é uma vai sempre acontecer por maior ou menor intensidade uma agressão ao corpo que repercute no pelo espírito e que repercute no espírito. Então mentalmente ele fica fixado no no ato praticado e fica com o perespírito danificado devido a esse ato. Então é mais grave do que um processo assim vivido pelo Joel, >> né? Mas esse processo, então, ele é um processo devido a esse abuso da do mau uso da mediunidade associado a uma a uma carga eh psíquica, alguma coisa que traga esse transtorno psíquico para ele, porque parece que até no mundo espiritual ele vivenciava ainda, >> né, um processo, >> porque o transtorno não é do corpo, né, o transtorno A a viciação é do espírito. Espírito. Uhum. >> E aí o perespírito acaba sendo danificado nessa viciação que é do espírito, né? No corpo físico, ele provavelmente ele não ficou eh perturbado, ele ficou até o final do da vida eh recordando o passado, >> mas era um >> isso gerou um desequilíbrio eh psíquico para ele. >> É psíquico mesmo, >> porque ele não produziu nada de útil, ficou o tempo todo >> focado na não no passado, como se ele tivesse vivendo a encarnação passada. É, é muito interessante, né? Isso >> é uma vida de inutilidade, né? Inutilidade, >> inutilidade usando a mente. A pessoa passar a vida toda não produzindo nada útil, usando a mente eh, mergulhada em situações que não fazia sentido ele ficar focado nas ações do passado, tanto as que ele realizou quanto outras pessoas. né? O passado deve ser sempre uma fonte de aprendizado. Aprender com o passado é muito importante. Agora, ficar fixado, seja em culpa, seja em desculpa no passado, não faz sentido nenhum. Angelo, >> então a gente tem esse caso em que a pessoa deu tendência, deu vazão às tendências do passado, né? viveu outra personalidade, mas existem outras
desculpa no passado, não faz sentido nenhum. Angelo, >> então a gente tem esse caso em que a pessoa deu tendência, deu vazão às tendências do passado, né? viveu outra personalidade, mas existem outras questões mediúnicas como diversas, entre elas, por exemplo, o médium que vem com uma mediunidade que eh é muito falada no meio espírita da cura, por exemplo, eh da psicografia ou coisa que o vale que dê visibilidade, ele também se entra se ele entrar nesse processo da vaidade, trazendo paraa persona, acontece a mesma coisa, doutora Lírio, com relação a ao pósdcarne. >> Você fala em termos de viciação da mente? >> Isso >> sim, né? Porque todo processo de viciação da mente vai ter repercussão no espírito, seja ele encarnado ou desencarnado, ele vai estar com a mente alterada. Jéssica, eh, Alíri, eu fiquei pensando aqui, é, nesse caso que você tá falando, né, eh, de lembranças do passado, mas também tem aquelas pessoas que t aquelas como que previsões do futuro, né, conseguver o futuro. E às vezes a pessoa consegue fazer os dois, saber do passado e prever o futuro. Você poderia falar um pouquinho sobre isso? A as pessoas que prevêem o futuro >> é que a pessoa ela tem essa mescla, ela consegue tanto lembrar das vidas passadas como por alguns momentos prever coisas que vão acontecer no futuro da vida atual. No caso aqui, não é um do passado ele lembrava-se, ele se lembrava de situações que ele vivenciou no passado, não era de outras pessoas, né, dele e de pessoas que ele conviveu. No caso de futuro, existe a possibilidade da pessoa ter eh assim uma uma precognição do que pode acontecer como possibilidade, porque o futuro é o vir a ser, ele não está realizado ainda. Então pode ser que seja uma percepção que aconteça ou não. Vai depender de quem percebe, por exemplo, nas profecias de Jesus, todas estão sendo cumpridas. Se você for lá no sermão profético que Jesus fala do futuro da humanidade, nós estamos vivenciando tudo aquilo que ele eh que ele previu. Por quê? Porque o Jesus é um espírito crístico
endo cumpridas. Se você for lá no sermão profético que Jesus fala do futuro da humanidade, nós estamos vivenciando tudo aquilo que ele eh que ele previu. Por quê? Porque o Jesus é um espírito crístico capaz de ter uma onisciência relativa. A onisciência relativa à condição de espírito, né? Por quê? Existe a unisciência do criador. A onisciência do criador eh está lá estampada na primeira página de Gênesis. Para Deus não existe passado nem futuro, que existe é um eterno presente. Para nós é muito desafiador de compreender essa realidade, porque, né, como que não existe passado nem futuro para Deus não existe. Esse é a característica da onisciência. Jesus como como espírito eh em plena conexão com Deus, né? Quando ele fala: "Eu e o Pai somos um". por pela extrema conexão com Deus, ele trazia uma onisciência relativa a humanidade que ele eh tem o dever de levar até Deus, que somos nós. E devido a essa capacidade, ele previu uma série de situações que você for lá no Evangelho de Mateus, capítulo 24, você vai encontrar. Tivemos outros profetas, outros eh pessoas que tinham capacidade, como Nostradamos e outros, mas trazam as suas imperfeições. E por trazer as suas imperfeições, as previsões deles não são oniscientes como do Cristo. E aí pode haver falhas. O caso do Cristo, ele projetava a sua mente para o futuro. Não é que ele adivinhava o futuro, projetava até os nossos dias. Capaz, era a capacidade mental de fazer isso pela onisciência relativa à humanidade que ele tem o dever de levar a tendência. Ficou claro, Jéssico. Bom, >> ficou sim. >> É uma previsão, não é? uma eh porque a o passado é uma recordação do passado, algo já vivido e o futuro é uma previsão de algo que pode vir acontecer. Entendo. Eh, em relação aos espíritos imperfeitos, assim como nós, eh, o que você diria para essas pessoas que conseguem vislumbrar o futuro, que, como você disse, não vai ser exato por conta da nossa condição. Mas o que essa pessoa faria com essa informação? se a pessoa eh teve alguma
a para essas pessoas que conseguem vislumbrar o futuro, que, como você disse, não vai ser exato por conta da nossa condição. Mas o que essa pessoa faria com essa informação? se a pessoa eh teve alguma uma precognição de algum evento do futuro, eh se for com ela, que ela se precavenha em relação àquilo que pode que ela antevu. Se for com outra pessoa, ela não tiver contato com essa, às vezes a pessoa faz, temognições relacionadas a pessoas que ela nem conhece. O objetivo é que a pessoa ore, ore pela pessoa que ela percebeu alguma coisa acontecer, algum fato, alguma doença, morte, alguma coisa que ela ore por essa pessoa. Se for relativa a uma coletividade, que ela ore pela connutividade. Agora, a o que deve ser eh o que deve ser eh não aconselhável, né, desaconselhável, é a pessoa ficar desesperada querendo eh impedir que aquela situação aconteça, né? Aí o desespero, a angústia só vai perturbá-la, não vai ser útil. Então é sempre focar no no que é útil, né? Se é útil eh expressar isso verbalmente para alguém, ótimo. Senão, silenciosamente a pessoa pode fazer a parte dela orando por aquela situação. Qualquer situação de premonição, nós devemos ter esse movimento, não ficar eh perturbado com a situação, né? fazer esse esforço de esse esforço de focar no tempo presente. Se for alguma precognição relacionada a uma situação pessoal, a pessoa ficar atenta, agir com prudência e e aguardar se aquilo vai se realizar ou não. se for algo liderástico como morte da própria pessoa, e às vezes a pessoa prega isso, eh, orar, orar e aguardar, né, e com prudência, porque às vezes a a precognição é para evitar que aconteça um processo maior. Recentemente uma uma amiga nossa tava fazendo uma viagem e uma viagem aqui próxima mesmo, de trabalho. E ela teve uma pré-colognição. lá em viu psiquicamente um carro vindo e o carro que ela estava batendo de frente com o carro que ela viu que entrou na contramão e eh numa lombada veio na direção do carro que ela estava, né? E ela simplesmente teve as a
te um carro vindo e o carro que ela estava batendo de frente com o carro que ela viu que entrou na contramão e eh numa lombada veio na direção do carro que ela estava, né? E ela simplesmente teve as a precognição, mas não falou nada para uma outra que estava dirigindo o carro nesse nesse momento. E daí a menos de uma hora aconteceu exatamente só não aconteceu porque a que estava no volante teve uma atitude de calma e colocou o carro no acostamento e o outro passou rente. era para bater de frente e foi um susto enorme pras duas e tal que estavam no carro. Aí eu até recomendei para essa onde tiver algo assim, uma visão assim, para no acçamento, faz uma oração, porque se elas tivesse feito isso, nenhum susto teria. Nós estávamos numa atividade do bem, porque se tivesse talvez numa outro tipo de atividade poderia ter acontecido um acidente sério, né? Mas numa situação como essa, melhor atitude para um pouco. Compartilhe a experiência para ora e segue adiante. Se elas tivessem feito isso com a a visão da da pessoa que é médium, que teve a percepção, nem nem teria a o o fenômeno não teria acontecido. E muitas vezes essas desse tipo acontece para prevenir um problema, né, para ficar passivamente esperando as coisas acontecerem, é para prevenir. E a oração é melhor caminho para isso. Ficou claro, Jés? >> Ficou sim. Obrigada. Vamos lição faz a prece agradeçando por nós, por favor. >> Senhor Jesus, gratos estamos por essas informações tão consoladoras e esclarecedoras. Que esses espíritos irmãos recebam nossas flores da gratidão por seus testemunhos e que possamos ter óleo de ver diante dos convites amorosos e desafiadores que a vida nos ofereceu. Nosso muito obrigado, mestre, por mais um encontro em torno do teu nome. Assim seja. Uma boa noite para todos nós. Muita paz. Boa noite. >> Boa noite. >> Gratidão. Próximo. >> Gratidão. >> Gratidão. >> Obrigada.
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