TODAS AS PESSOAS - Leila Parreira [PALESTRA ESPÍRITA]
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que encontrei [música] na comunhão. Foi nessa casa [música] que aprendi toda a beleza de [música] viver, doando amor, vibrando luz, buscando a ti. >> Senhor, mesmo tão longe de atingir a perfeição, [música] aqui eu entendi [música] qual o valor. dessa missão. Foi nessa casa [música] que aprendi toda a beleza de [música] viver, doando amor, vibrando luz, buscando a ti, buscando Amigos, [música] rendamos graças a Jesus por mais uma vez aqui estarmos reunidos em seu nome e sob a sua proteção, na certeza de que a cada nova sexta-feira, quando nos reunimos todos no único propósito, alimentamos em nosso interior a proposta de Jesus e levamos por onde passamos esta mesma proposta que é a de nos de tomarmos posse cada vez mais da nossa divindade. Especialmente para mim é uma alegria porque eu estava ausente há mais de 40 dias. Senti muita falta dos nossos encontros de sexta-feira, de todas as palavras que eu ouço aqui dos amigos que trazem a sua palavra de consolo. Então, retomamos com toda disposição e com muita alegria. Nossa harmonização, ela vai se dar a partir das da instrução dos espíritos no do Evangelho Segundo o Espiritismo de Allan Kardec, lá no capítulo 17 e que nos fala a instrução sobre o dever. É um trecho pequeno que eu vou ler porque nosso tempo é curto, mas já dá pra gente sair daqui refletindo. O dever é a obrigação moral da criatura para consigo mesma, primeiramente e em seguida para com os outros. O dever é a lei da vida. Com ele deparamos nas mais ínfimas particularidades como nos atos mais elevados. Quero aqui falar apenas do dever moral e não do dever que as profissões impõem. Na ordem dos sentimentos, o dever é muito difícil de cumprir-se por se acharem antagonismo com as atrações do interesse e do coração. Não têm testemunhas as suas vitórias e não estão sujeitas à repressão suas derrotas. O dever íntimo do homem fica entregue ao seu livre arbítrio. O aguilhão da consciência, guardião da probidade interior, o adverte e sustenta, mas muitas vezes mostra-se impotente
ressão suas derrotas. O dever íntimo do homem fica entregue ao seu livre arbítrio. O aguilhão da consciência, guardião da probidade interior, o adverte e sustenta, mas muitas vezes mostra-se impotente diante dos sofismas da paixão. Fielmente observado, o dever do coração eleva o homem. Como determiná-lo, porém, com exatidão, onde começa ele? Onde termina? O dever principia para cada um de nós, exatamente no ponto em que ameaçais a felicidade ou a tranquilidade do vosso próximo. Acaba no limite que não desejais ninguém transponha. Com relação à vós, elevemos o nosso pensamento até Jesus, sentindo a sua presença junto a nós, sentindo a sua amorosidade, o seu olhar fraterno, sentindo todas as vibrações que ele nos ele nos dispensa e, acima de tudo, comungando com ele neste instante para que nós possamos nos tornar receptivos a todo o tratamento que a espiritualidade nos concede quando aqui estamos nesta casa de socorro espiritual. Então, que esta amor amorosidade de Jesus faça morada em nosso coração. Que o divino mestre inspire a nossa palestrante, a Leila, e que tudo aquilo que aqui nos for trazido encontre em nosso coração terreno fértil e possa dar frutos. Que a paz de Jesus nos alcance e permaneça conosco. Que assim seja. Uma boa tarde a todos. Que Jesus nos abençoe e nos conceda a sua paz. Hoje nós escolhemos um tema que quero crer, seja de interesse de todos. O tema é todas as pessoas. Então, estamos falando da humanidade, estamos falando da obra de Deus, essa humanidade que mora numa casa astral de expiação e provas. Essa humanidade bonita, promissora, que tem a tarefa, o dever consigo mesmo em primeiro lugar. A nossa tarefa primeira e indelegável é a tarefa para conosco. O que devemos fazer quando tomamos consciência de quem somos? De repente aqui na casa espírita, fomos alertados, fomos despertados para essa realidade. Quem somos? Somos espíritos imortais. Ah, é? Então, não morremos. Não, não morremos. Continuamos a nossa variada vida pela eternidade. Qual o propósito disso?
s, fomos despertados para essa realidade. Quem somos? Somos espíritos imortais. Ah, é? Então, não morremos. Não, não morremos. Continuamos a nossa variada vida pela eternidade. Qual o propósito disso? Por que temos que viver até a eternidade? É para aprimorar. E nós aprimoramos a nossa qualidade humana no decurso das nossas muitas existências. Mas será que Deus nos criou para isso? É fácil aprimorar, já que temos dentro de nós tantas tendências e assistimos aqui na sociedade que chamamos civilizada ainda tanto terrorismo, tanta matança, tanta corrupção. Será que temos ferramentas para nos aprimorarmos diante dessa realidade muitas vezes cruel que o mundo apresenta para nós? Será que teríamos ou teremos condições de reverter essa realidade a nosso favor? Sim, porque Deus nos criou com um objetivo e temos todos nós, todas as pessoas dentro de nós o impulso natural para crescer, o impulso natural para alcançar a plenitude, que é que equivale à felicidade plena. Para se ter uma felicidade plena, nós precisamos trabalhar, fazer jus para alcançar isso, porque a nossa situação atual ainda é de aprendizes. Somos aprendizes num lugar que não é vale de lágrimas, mas que é escola. Aqui é uma escola. em que a gente tem muitas oportunidades de conviver. Para que que a gente tem oportunidade de conviver? Porque por meio da convivência, nós temos a chance de aprimorar as nossas qualidades. Precisamos de qualidades sociais para vivermos em paz, para vivermos sem guerra, para vivermos em harmonia uns com os outros. Já que fomos criados sob a lei de sociedade como seres gregários, precisamos uns dos outros. Somos interdependentes. Eu sozinha ou você sozinho não alcança a superação ou a satisfação de todas as suas necessidades. Precisamos de dormir numa casa e não sabemos construir uma casa. Precisamos de roupa para vestir, mas não sabemos trabalhar a seda, o algodão, a lã. Precisamos do alimento, mas não sabemos como fazer o trato da terra para que ali produza-se arroz, feijão e etc.
sa. Precisamos de roupa para vestir, mas não sabemos trabalhar a seda, o algodão, a lã. Precisamos do alimento, mas não sabemos como fazer o trato da terra para que ali produza-se arroz, feijão e etc. Então, nós somos interdependentes, precisamos uns dos outros. E aqui estamos para nos questionarmos o que é que estamos fazendo aqui? Qual será a minha competência especial para mim? Porque cada um de nós podemos reconhecer isso. É, cada um de nós é único. Não se repete a obra divina. Cada um de nós tem uma tarefa especial a cumprir. E isso nos reporta a necessidade de nos autoconhecer bem, de penetrar lá no nosso campo íntimo e buscar o que convém para a nossa realização. Então, se sabemos que temos um poder de raciocinar, temos o pensamento livre, raciocinado, isso vai nos levar a ao livre arbítrio, ao poder de escolher isso ou aquilo. E aí nós nos reportamos depois de detectar que podemos escolher isso ou aquilo que está nas nossas mãos, as nossas escolhas. Aí nós descobrimos que, dependendo da escolha que fazemos, nós podemos assegurar um futuro muito bom ou um futuro muito ruim, dependendo das nossas escolhas. Então, na lei divina não há meritocracia, não há favoritismo. Deus, que é o governador de tudo, o dono de todas as galáxias, ele não derroga as suas leis. Por quê? As leis divinas são a forma que Deus escolheu para se fazer presente em todos os mundos, nos mundos coletivos e nos mundos individuais, que somos cada um de nós. Então, Deus governa os mundos através das suas leis, que são perfeitas, são imutáveis. Então, mesmo que eu seja uma pessoa gentil, correta, se eu desejo algo que não é para o meu próprio benefício moral, Deus não vai não vai me atender no meu pedido, porque eu quero uma coisa que vá me fazer estacionar ou regredir no meu avanço moral e espiritual. Porque ninguém veio a este mundo para ficar de férias o tempo todo. É claro que esse mundo é maravilhoso. É claro que aqui nós temos muitas alegrias. É claro que aqui também nós temos muitos desafios,
Porque ninguém veio a este mundo para ficar de férias o tempo todo. É claro que esse mundo é maravilhoso. É claro que aqui nós temos muitas alegrias. É claro que aqui também nós temos muitos desafios, conflitos, crises, dificuldades a vencer. Que que será que tudo isso significa? Temos alegria, temos conflitos e desafios? Então, e somos apenas aprendizes, que é que essas coisas acontecem, as circunstâncias, as oportunidades de vivenciar em diferentes etapas. Isso significa que, como aprendiz, numa escola muito boa, que é a nossa, somos chamados, convidados pela vida a progredir, a vencer os obstáculos, a superar as dificuldades, a transcender o nosso estágio de aprendizes e penetrar no caminho de humanidade consciente. Daí Jesus vem como emissário divino, segundo a resposta dada dos espíritos a Allan Kardec, quando ele pergunta: "Qual é o espírito que nos serve de guia e modelo, mais puro que pisou a terra, que Deus nos oferece como guia e modelo?" A resposta vem na questão 920, 825, se não me engano. Jesus é Jesus, o porta-voz divino, veio trazendo através da sua vivência, das suas sentenças, das suas parábolas, dos princípios ditos por ele, veio trazer para para nós todo esse caminhar, toda essa todo esse legado que vem a ser o evangelho de Jesus. Ele não escreveu nenhuma palavra, mas permitiu que os apóstolos, os seguidores, registrassem os seus ensinos. Então, desenvolvendo todo esse trabalho, nós vamos chegar a cumprir aquele desiderato maior. Jesus veio para quê? para nos conduzir ao Pai, a Deus nosso Pai, ao Criador. Nós somos seres de natureza divina. Nós nascemos da vontade do Pai Criador. Nós não somos pouca coisa. Nós temos poderes latentes dentro de nós e aqui estamos para desenvolver ao menos dois dos poderes latentes que temos dentro de nós. E esses dois poderes, se conseguirmos realmente cultivar e desenvolver e descobrir e trazer à tona o que está dentro de nós, alcançaremos o cumprimento daquilo que Jesus falou para nós. "Fazei brilhar a vossa luz", disse
, se conseguirmos realmente cultivar e desenvolver e descobrir e trazer à tona o que está dentro de nós, alcançaremos o cumprimento daquilo que Jesus falou para nós. "Fazei brilhar a vossa luz", disse Jesus. Então, que poderes são esses? O poder da bondade. Bondade não é ser só cortez, gentil, educado. Bondade consciente é colocar o interesse dos outros à frente dos nossos interesses pessoais. é nós pensarmos no nosso semelhante, porque já entendemos que pertencemos a uma grande e única família humana e aqui estamos para desenvolver o amor. Então, claro que temos que nos amar, claro que temos que criar dentro de nós o espaço de merecimento, de reconhecimento das nossas lutas e das nossas vitórias. Então, desenvolvemos um profundo respeito por nós próprios, pela nossa existência, pelas nossas escolhas, pela nossa luta, porque a vida é de fato um combate. Não dá para ficar preguiçosamente deitado em frente à televisão. É preciso despertar para a urgência de conscientizarmo-nos de quem somos e do que estamos fazendo aqui. Se nós cultivarmos o poder da misericórdia, aprenderemos a perdoar. Se nós cultivarmos o poder da compaixão, nós aprenderemos a nos tornarmos mansos e pacíficos. Se nós aprendermos a mansidão, nós vamos exterminar a contenda, a guerra, a violência. Se nós buscarmos o amor à justiça, nós vamos trabalhar para desenvolver uma postura de busca da verdade e da libertação das nossas arestas e amarras que nos infelicitam e nos trazem para trás. Então, o nosso objetivo não é andar para trás, nosso objetivo é ir paraa frente e para o alto. É o desenvolvimento. Então, quando nós alcançamos conscientemente o poder da bondade, porque a prática do bem é o único objetivo da vida aqui na matéria, tá lá na questão 860 do livro dos espíritos, a prática do bem. Então isso vai nos propiciar o dom ou a capacidade de cultivarmos virtudes e combater vícios e ilusões deletérias, que é fácil da gente cair nas tentações. Por quê? Porque vivemos num mundo de expiação e provas, muito pesado ainda. E porque
capacidade de cultivarmos virtudes e combater vícios e ilusões deletérias, que é fácil da gente cair nas tentações. Por quê? Porque vivemos num mundo de expiação e provas, muito pesado ainda. E porque somos aprendizes. Daí muitos dos nossos irmãos pensam assim: "Ah, para que lutar? Para que me dar ao trabalho? Eu sei que não aprendo química nem física. Nunca vou aprender isso. Não, não posso fazer porque não tenho condições. ao invés de dizer, ainda não tenho condições de abraçar esse projeto, mas vou trabalhar para ter condições de abraçar esse projeto, qualquer que seja, porque estamos aqui para dilatar o nosso conhecimento, a nossa inteligência. Essa é uma dádiva que Deus nos concedeu. Não é para ficar carunchada, parada, não. Vamos encarar e enfrentar todos os desafios. Para quê? para poder dilatar o nosso entendimento, para poder dilatar a nossa percepção de mundo, para podermos abraçar o que é bom, nobre, justo. Então assim, caminhando, vamos nos conscientizando a ponto de fazer como aquele pico de la Mirândola, que escreveu no século X7 uma obra importante chamada da Dignidade Humana, o discurso da dignidade humana. E uma figura fictícia criada por ele chamada Sarraceno, ele pergunta: "Sarraceno, qual é a maior maravilha do mundo?" A maior maravilha do mundo é o ser humano. Então, como que nós, que somos a maior maravilha do mundo, com todos os poderes que detemos, nós vamos ficar apáticos? indiferentes, sem poder nos maravilharmonnos com o espetáculo da vida. É muito importante que a gente sacralize os nossos minutos, segundos da nossa existência. Como então desenvolver a inteligência, cultivar a bondade e aprender a glorificar, a sacralizar, a colocar como sagrado cada instante que temos para viver e para progredir espiritual, moral, material e emocionalmente. Nós somos um campo múltiplo de trabalho. Então, é por isso que a nossa primeira e mais importante tarefa cuidar da nossa própria iluminação. Então, se eu me transformo numa pessoa do bem, se eu tenho como dever o
campo múltiplo de trabalho. Então, é por isso que a nossa primeira e mais importante tarefa cuidar da nossa própria iluminação. Então, se eu me transformo numa pessoa do bem, se eu tenho como dever o cumprimento daquilo que me compete, fazendo o meu melhor, não só fazer o que é pedido, não. Não é só cozinhar o arroz e o feijão, não. Vamos fazer mais, porque podemos fazer mais e melhor. E esse é um dos elementos que nos conduz à paz interior, que nos conduz a satisfação. É caminho de felicidade aquela felicidade prometida por Jesus. Ninguém chegará ao Pai senão por mim, porque eu sou o caminho, a verdade, a vida. Então, se nós temos esse roteiro para alcançarmos a compreensão, a percepção, o entendimento, a nossa aproximação com o mestre, devemos cumprir o dever, o nosso dever, ou de pai, ou de filho, ou de profissional, ou de irmão, ou de amigo, em todas as situações. O outro elemento pra nossa pacificação interior, além do cumprimento do dever, é a nossa conexão com a nossa fonte de bênçãos, que é Deus, que é a espiritualidade, que é Jesus, o nosso mestre, guia e modelo. Precisamos estar cada vez mais unidos em pensamento e sentimento a esse que veio a nos ensinar. Ele que assumiu aqui a cadeira nessa grande universidade do mundo, a cadeira de mestre. E só esse título ele aceitou. De mestre eu o sou. Então, é preciso aprender as lições que ele nos trouxe. Então, a união com a fonte de bênçãos, que é da onde nós viemos e para onde voltaremos. E o terceiro elemento para pacificação interior é justamente a retidão, cumprimento do dever, união com o plano espiritual, a retidão que vai nos favorecer, o juízo perfeito em relação à nossa conduta perante nós próprios. O amor a nós vai nos facultar a possibilidade de amar o nosso semelhante e de praticarmos o bem, a caridade que vem a ser amor em movimento. A retidão é cabível em todas as situações. é não transgredir, é não se corromper, é ser honesto, justo e não fazer compromisso com mal, evitar o mal e favorecer o bem.
que vem a ser amor em movimento. A retidão é cabível em todas as situações. é não transgredir, é não se corromper, é ser honesto, justo e não fazer compromisso com mal, evitar o mal e favorecer o bem. Então, quantas oportunidades nós temos durante o dia ou durante a semana de fazer algo em favor de nós mesmos, estudando, dilatando o nosso conhecimento ou levando a palavra amiga a uma pessoa que esteja em sofrimento ou esclarecendo alguma dúvida de alguém, ou então cuidando de refrear as nossas reações, os nossos impulsos menos harmonios quando nos chega a oportunidade. Por exemplo, no ambiente doméstico, quantas vezes dizem: "Ah, não tenho paciência". "Ah, que pessoa custosa! Que dificuldade é essa para conviver?" Então, se a gente conseguir ser instrumento de paz, que nem São Francisco na oração, Senhor, que eu seja instrumento da vossa paz. Então, se a gente seguir essa advertência do mestre, né, pensar mais vezes antes de reagir instantaneamente no impulso da ira, conheço uma história em que o dono de um restaurante muito próspero, jovem ainda e muito bonito, caiu durinho de raiva, porque um funcionário dele o desobedeceu. estragou a vida dele pelos impulsos de raiva. Então, nós precisamos prestar atenção nas na nossa forma de nos conduzirmos perante o nosso próximo, buscar sermos mais justos e qualificar a nossa humanidade, porque essa é a oportunidade. E aqui temos vivido muitas experiências reencarnatórias, sem considerar esse corpo físico abençoado que Deus nos deu como veículo do espírito imortal. Precisamos cuidar dele com carinho, com cuidado, preservando a nossa saúde, porque temos muito que fazer, temos muito que aprender, temos muito a realizar. Então, convém a partir de agora fazer o nosso projeto pessoal de aprimoramento e acolhidos pelo mestre de amor, pelo mestre divino Jesus, nós teremos força, discernimento, capacidade cada vez mais aumentada para entender melhor o sentido da vida e tornarmos-nos agentes, protagonistas de fato, da nossa própria existência.
e divino Jesus, nós teremos força, discernimento, capacidade cada vez mais aumentada para entender melhor o sentido da vida e tornarmos-nos agentes, protagonistas de fato, da nossa própria existência. Não vamos culpar circunstâncias, culpar culpar os outros ou nos tornarmos vítimas, adotando um sentimento de vitimização para poder nos safar das oportunidades de crescimento. Isso é uma verdadeira loucura, deixar de aproveitar a oportunidade reencarnatória que estamos tendo para crescer em sabedoria e aprender a amar melhor. Para encerrarmos, peço licença para ler um trechinho que eu achei aqui nesse livro que eu recomendo, uma razão para viver de Richard Simonete. É muito interessante e tem um trecho aqui que nos alerta com clareza sobre esse assunto que trouxemos hoje. Cultive uma consciência reencarnatória, concebendo nossa condição de espíritos em trânsito pela carne. Fica mais fácil enfrentar dores, problemas e dificuldades, situando-os por lições que se repetem no educandário terrestre em favor da nossa evolução. Combata eventuais sentimentos negativos em relação a familiares e a quaisquer pessoas. Com o exercício da fraternidade, é possível queimar etapas. No indispensável e árduo caminho da reconciliação. Aprenda a identificar tendências inferiores em si mesmo, combatendo-as com persistente disposição. responsáveis pelos nossos fracassos no passado, constituem permanente ameaça as oportunidades e de edificação no presente. Então, que nós possamos então combater as nossas tendências inferiores e cultivar as nossas coisas, ganhos e tendências superiores, amorosas, fraternas, solidárias. Que Jesus nos abençoe a todos. Obrigada pela atenção. Uma boa tarde. O nosso muito obrigado à Leila, que sempre nos traz de uma maneira muito clara reflexões profundas que servem para nos sustentar na nossa caminhada que representa o nosso crescimento, o nosso convite de crescimento. A humanidade, como a Leila nos disse, somos todos nós, porque somos todos filhos do mesmo pai.
para nos sustentar na nossa caminhada que representa o nosso crescimento, o nosso convite de crescimento. A humanidade, como a Leila nos disse, somos todos nós, porque somos todos filhos do mesmo pai. E quando tivermos internalizados esta verdade absoluta, entenderemos que não há diferenças que possam nos afastar. Pelo contrário, crescemos na diversidade, exatamente na diferença. A riqueza da humanidade reside aí, onde eu vejo diferente no meu irmão e desperto para a diferença que eu ainda não conquistei e o contrário também. Então, que Jesus, que nos traz a oportunidade de aqui estarmos, de ouvirmos palavras que trazem tanto conforto ao nosso coração, possa nos inspirar para que sejamos todos verdadeiros discípulos da sua boa nova. Que o evangelho de Jesus seja a nossa bússola e seja também o nosso refúgio, para que quando o desânimo porventura se aproximar de nós, nós saibamos que ali, naquele evangelho, teremos a direção segura e a sustentação necessária, o o alimento necessário para prosseguir sem vacilação e sem medo, que é o que nos cabe como espíritos imortais. Agradecemos a Jesus mais esta oportunidade, rogando a ele que possa permitir que aqui estejamos na próxima sexta-feira, no mesmo horário, porque quando nos reunimos com ele e em seu nome, renovamos as nossas forças, temos o nosso bom ânimo restituído e saímos daqui renovados no propósito de nos melhorar e de servir. ir na seara do nosso divino amigo e e do nosso modelo. Que Jesus possa levá-los em segurança de retorno aos seus lares, possa derramar sobre todos nós a sua paz, o seu amor, a sua misericórdia e que a cada novo dia, quando renascermos de manhã, possamos dizer a ele: "Senhor, permite que eu seja um instrumento de trabalho na tua seara. Fiquem com Deus. Glória a Deus nas alturas. Paz na terra. a toda a humanidade. Sejam bem-vindos a nossa sala de passe virtual da comunhão espírita de Brasília. O passe tem como finalidade auxiliar [música] a recuperação física, mental e espiritual, substituindo os fluidos deletérios por
m-vindos a nossa sala de passe virtual da comunhão espírita de Brasília. O passe tem como finalidade auxiliar [música] a recuperação física, mental e espiritual, substituindo os fluidos deletérios por fluidos benéficos. Durante o passe, temos uma troca de energias físicas, mentais e espirituais, guiadas pelo melhor sentimento, que é o amor. Essa energia amorosa auxilia no reequilíbrio dos pensamentos e emoções, [música] restabelecendo a harmonia íntima. Assim deve ser utilizado quando sentir necessidade ou até que se sinta reequilibrado. Nesse momento em que daremos início à aplicação do paz, pedimos que em um ambiente tranquilo você se coloque de forma confortável, fechando os olhos, respirando de maneira tranquila [música] e serena, para que assim possamos sentir a presença do nosso Deus [música] de amor, Senhor da vida e da misericórdia. Entrando em sintonia com o nosso mestre e amigo de todas as horas e com os mentores espirituais dessa casa, rogamos que nesse momento desça sobre nós todos os fluidos salutares e benéficos necessários ao [música] reequilíbrio do nosso corpo físico, mental e espiritual. Senhor meu Deus, permita que os bons espíritos que me cercam me auxiliem nos momentos de dificuldade. [música] Que eu tenha a força necessária para continuar a caminhada no sentido do bem, do amor e da caridade. Traz, Senhor, a cura para os males do corpo e da alma. Mas se não for o momento, traz o refrigério necessário para que eu continue a caminhada. Que nossos amigos espirituais possam visitar os nossos lares, abençoando [música] a cada um que lá se encontra, trazendo a alegria de viver, a paz, a harmonia e que cada um possa colocar o amor do Mestre Jesus em seus corações. e também [música] os mentores espirituais possam visitar os nossos ambientes de trabalho, levando a cada canto a tranquilidade, [música] a fraternidade e a serenidade. Que [música] esses bons fluidos se estendam para cada um de nós, amigos e familiares, trazendo o conforto que tanto desejamos. [música]
a canto a tranquilidade, [música] a fraternidade e a serenidade. Que [música] esses bons fluidos se estendam para cada um de nós, amigos e familiares, trazendo o conforto que tanto desejamos. [música] a coragem e a fé para continuarmos à nossa estrada da vida. Estamos chegando aos momentos [música] finais de nosso passe. Faremos então a oração que o Mestre Jesus nos ensinou. Pai nosso que estais [música] no céu, santificado seja o teu nome, venha a nós o teu reino, seja [música] feita a tua vontade, assim na terra como no [música] céu. O pão nosso de cada dia dai-nos hoje. Perdoa as [música] nossas dívidas, assim como perdoamos aos que nos devem. Perdoa as nossas ofensas, assim como perdoamos aos que nos ofendem. Não nos deixes [música] entregues à tentação, mas livra-nos do mal. E nesse momento, calmamente, vamos abrindo os nossos olhos, retornando ao nosso ambiente com paz e vibrações fraternais. E agradecidos que somos [música] ao nosso mestre Jesus e aos mentores espirituais desta casa, damos graças [música] a Deus, graças a Jesus e assim seja.
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