TEMA LIVRE - Leila Parreira [PALESTRA ESPÍRITA]
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e coração. A paz dentro de mim que encontrei na comunhão. Foi nessa casa que aprendi toda a beleza de viver, doando amor, vibrando luz, buscando a ti. Senhor, mesmo tão longe de atingir a perfeição, aqui eu entendi qual o valor. dessa missão. Foi nessa casa que aprendi toda a beleza de viver, doando amor, vibrando luz, buscando a ti. Boa tarde, amigos. Que a doce paz de Jesus esteja com todos nós aqui do salão. Aqueles que estão nos assistindo, aqueles que irão nos assistir, sejam todos muito bem-vindos a esse nosso momento, né, das 16 horas. Para começar, vamos fazer nossa prece. começando a nos harmonizar, porque nós temos um tratamento depois, que é o passe, né, de harmonização, que acontece depois da reflexão do tema da tarde de hoje. Então, Pai de infinita bondade, aqui nós nos encontramos, Pai, para te agradecer, agradecer pelos benefícios que temos que recebido ao longo desses nossos anos, dessa nossa vida toda. te agradecer por hoje podermos estar aqui cuidando de nós, que a gente quando chega nessa casa, a finalidade é nos cuidar no autocuidado que nós temos que ter. Então nós, com esse agradecimento, nós começamos esse nosso momento te pedindo a proteção e o amparo do Senhor, da espiritualidade maior, dos nossos guias protetores, para que nós possamos sair daqui bem melhores do que aqui chegamos. Que assim seja e graças a Deus. Bom, amigos, nós mais uma vez estamos aqui, não é? Vocês poderiam estar esperando a Lélia Parreira, mas a Lila Parreira não pode estar aqui, então fica com a Rute mesmo, não é? Então que sejam muito bem-vindos. Vamos falar do capítulo 9 do Evangelho Segundo o Espiritismo, que fala: "Bem-aventurado aqueles que são mansos e pacíficos". Quem aqui gostaria de ser manso e pacífico? Quem aqui é manso e pacífico? ou de vez em quando é meio bravinho, as ruinhas assim cresce, né, com alguma coisa que acontece. Todos nós lutamos todos os dias para sermos brandos e pacíficos, né? Porque quando nesse mundo que nós estamos hoje ser brando e pacífico, vai
ruinhas assim cresce, né, com alguma coisa que acontece. Todos nós lutamos todos os dias para sermos brandos e pacíficos, né? Porque quando nesse mundo que nós estamos hoje ser brando e pacífico, vai evitar muitas doenças, né? A gente tem tanta coisinha, dor no estômago, dor aqui, dor ali. Por quê? Porque a gente acaba não tendo essa doçura, né, essa essa mansidão esse e essa passividade se espacificar, né, todo momento. Então nós trazemos uma carga de energia que nos faz muito mal. Às vezes nós nem sabemos o que que nós temos, mas alguma coisa tá incomodando. Então lá no capítulo 9 ele tem outras coisas, mas eu tirei só essa essa paciência e mais algumas coisinhas pra gente falar, porque nós vamos falar do que é bom, do que a gente pode melhorar. Quando a gente fala do duelo, a gente acha muito ruim. Ah, duelo, duelo é uma coisa ruim, não é aquele duelo de espada, não é doelar. Eu falo uma coisa, você responde, eu falo outra e no fim a gente briga. É esse é duelar eu querer eu querer fazer as coisas do meu jeito e ganhar as coisas só para mim. E a gente esquece de falar das coisas boas, porque as coisas boas é que vai nos eh energizar, que vai nos alimentar. A coisa ruim, você fala: "Não, não, isso é muito ruim. A gente já tá com tanta coisa assim que não é tão boa". E a gente, ela, a gente começa falando da paciência. Aí eu pergunto, quem é que tem paciência aqui? Quem desenvolveu essa paciência? A gente tem paciência a todo momento. E aí lá no no Evangelho Segundo Espiritismo vai falar que todos nós necessitamos da paciência primeiro um para com os outros. Nós não falamos da paciência para conosco. Um para de mim para aquele outro. Todos nós necessitamos, mas compete-nos. Então agora ele fala más. Sempre quando tem a palavra mas, alguma coisa vai dar, ó, mas você não deve fazer isso. Mas isso tem que ser dessa forma, mas compete-nos igualmente a todos estudar a paciência em sua função da educativa. Eu achei tão interessante que eu já li tanto esse evangelho e nunca vi. Acho
isso. Mas isso tem que ser dessa forma, mas compete-nos igualmente a todos estudar a paciência em sua função da educativa. Eu achei tão interessante que eu já li tanto esse evangelho e nunca vi. Acho que ele falar a paciência eh estudar a paciência em função educativa, porque nós precisamos de nos educar para termos essas eh esses comportamentos adequados, porque o que o a raiva não é a raiva é um é um sentimento, né, eh que nos causa mal. Eu não tô educada ainda para ser ponderada. Então vamos ver o que que o evangelho disse. Ele fala que quando nós somos paciente, nós temos serenidade, não é? Alguém encheu a nossa paciência, olha, parece até que é um depósito. Eu falo: "Não, não, não, não vou entrar nessa dessa pessoa, então vou ficar o quê? sereno, tranquilo. Às vezes eu, esses dias eu brinquei com uma pessoa aqui, ela falou assim: "Ah, e eu é porque é muito difícil, é isso." Fulano falou que é aquilo. Ela tava sem a paciência. Falei: "Olha, faz, fica, faz de morta, de morta, fica de mortinha. Mortinha é sereno. O outro pode falar, falar, falar e você não se altera, não é? Eu já vi, eu gosto muito do reino animal de assistir. Quando um bicho quer atacar o outro e esse que vai ser atacado, ele é bem menor e não tem a competência para lutar. O que que ele faz? Ele faz de morto, né? De quietinho, quietinho. Porque muitos animais não comem o outro se ele tiver morto. Ele só come se ele tiver vivo, entendeu? Então eu uso muito isso para mim, sabe? fazer de morta de às vezes a gente usa de sonça, né? E o que que essa paciência que eu tenho que ter a serenidade? Essa serenidade, o que que qual o outro ingrediente que ela coloca na serenidade? Eu tô com paciência, eu tô num estado de serenidade, eu entro num momento de calma, de calma. Não vou, não vou falar nada. Vou deixar o outro falar. Vou esperar ele esvaziar tudo que ele tem para depois eu poder falar alguma coisa ou não falar, né? Calma. E a calma às vezes fal assim: "Não, mas isso aí é muito, eu não sei nem a expressão que eu uso que
sperar ele esvaziar tudo que ele tem para depois eu poder falar alguma coisa ou não falar, né? Calma. E a calma às vezes fal assim: "Não, mas isso aí é muito, eu não sei nem a expressão que eu uso que tá aí todo mundo usando, né?" Ah, não, mas esse aí também não é possível. com essas com essa calma toda, com essa serenidade toda, ele parece nem sei o quê, né? Não é essa serenidade com essa calma, não é uma aprovação no desequilíbrio. Nós não pensamos que o outro tá desequilibrado, que o outro é um bobo, que é vários adjetivos que a gente coloca, né? Não, ele não é. Ele é simplesmente, ele está no estado que de manso e pacífico. O outro pode falar o que for. Você já viu alguma briga que o outro não responde e que a outra pessoa que tá brigando, ele vai ficando mais cada vez mais nervoso? É isso que nós temos que fazer em qualquer situação, principalmente, amigos, dentro da nossa casa, porque na nossa casa é onde a gente fica mais livre para falar qualquer coisa. Quando alguém falar, ela vai falar talvez num estado alterado das emoções, porque ela vai reclamar de alguma coisa. Se eu mantenho a paciência, fico sereno e isso vem me vai me acalmando, eu não não tem confusão nenhuma, não tem desacerto ou não tem briga, né? Agora também tem um outro um outro itenzinho que a gente tem que trazer. É a paciência é compreensão. Todo mundo paciente ele é compreensivo. É tão bom, né? Alguém compreensivo. E essa compreensão leva ao quê? entendimento. Eu sou eh sou paciente, eu tenho compreensão e essa compreensão me faz entender. Quando nós não temos isso, nós desentendemos. Nós nem escutamos o outro. Nós não temos entendimento do que o outro tá nos trazendo. Se a gente parar, falar: "Espera aí, me explica". Já vi uma história que eu não presto atenção e eu entro no julgamento, entro. Às vezes causa até uma inimizade que depois de muito tempo vai saber que não, que aquele fato que aconteceu não era bem desse jeito, mas pela impaciência, pela incompreensão e a falta de entendimento, eu fiquei muitos
é uma inimizade que depois de muito tempo vai saber que não, que aquele fato que aconteceu não era bem desse jeito, mas pela impaciência, pela incompreensão e a falta de entendimento, eu fiquei muitos anos julgando a outra pessoa, né? E essa compreensão e esse entendimento não é passaporte ao abuso. Quer dizer, se eu sou e paciente, se eu compreendo, se eu entendo, às vezes o outro tem uma tendência a abusar desse meu comportamento, né? Mas aí nós não vamos falar de limite, né? Porque aí já é uma outro momento que a gente pode falar. limite. Eu dei limite para aquela aquela pessoa com o abuso dela. Não tô sendo mal educada, não tô eh infringindo alguma alguma regra de bom entendimento. A paciência também é harmonização. Quando nós temos paciência, nós somos harmônicos. Nós não alteramos de jeito nenhum. Não altera batimento cardíaca, não faz ficar suado, não fica vermelho de raiva, né? E essa harmonização, o que que ela me traz? Um ajuste. Um ajuste. Quando eu tô desarmonizada, eu estou o quê? Desajustada, né? Eu não raciocino, eu fico alterada, né? E esse ajuste não é um apoio aí eu achar que o eu posso fazer qualquer coisa que o outro vai sempre tá harmônico e ajustado com as minhas com as minhas atitudes, não é? E paciência também é tolerância. Todo paciente ele é tolerante. E a tolerância leva o quê? A brandura. Olha que tantos adjetivos maravilhosos que nós temos que trazer pro dia a dia. E essa brandura não é com comestação com erro deliberado. Eu não tô tolerante ao erro do outro. Eu não sou branda com o erro do outro. Eu não tenho paciência com o erro do outro. Mas eu não preciso de ficar intolerante, brava, sair do meu eixo, porque o outro, o outro tá errando, o outro tá fazendo alguma coisa, porque amigos, o outro é o outro, o outro não sou eu. E nós embolamos com embolar é uma termo da de uma amiga minha. Nós embolamos com a confusão do outro. Por isso que nós saímos desse eixo de paciência nossa. Então isso serve pros ador pros jovens, para os adultos e para aqueles mais
a termo da de uma amiga minha. Nós embolamos com a confusão do outro. Por isso que nós saímos desse eixo de paciência nossa. Então isso serve pros ador pros jovens, para os adultos e para aqueles mais amadurecidos na idade. Em qualquer idade, a situação é a mesma, a mesma, né? E aí o evangelho vem falando que a paciência é a capacidade de verificar a dificuldade ou desacerto das engrenagens do cotidiano. Resumindo, a paciência é a capacidade que eu tenho de verificar a dificuldade. Tem a dificuldade, tem. É, o desacerto existe no meu dia a dia. Quem não tem dificuldade desacerto no dia a dia, toda hora nós temos, toda hora nós temos alguma coisinha que é difícil e que não tá dando certo. Não é assim que acontece no trânsito, na escola que eu tô vendo tem gente jovem, né, na nas aulas, com os professores, com os pais, com a família, com o companheiro ou a companheira, com o às vezes até o quando a gente tem pais mais idosos, bem mais idosos, né, às vezes acontece isso, né, é uma dificuldade, um desacerto que a gente tem em função da falta de paciência. com aquele que tá já não tá entendendo às vezes alguma coisa, né? Entendeu? Então nós precisamos de pensar que isso vai acontecer a todo instante. É, vocês vão tomar o passe. Chegar alguém de pressa, dá licença, dá licença que eu preciso tomar o passo que eu tô com muita pressa, não é? Aí é todo mundo olha e fala: "Es pera aí, mas tem uma ficha, tem uma senha, depois ele vai chamar aqueles que chegaram por último." Não, não, mas a gente aí a gente já perdeu a paciência, já entrou na não tem serenidade, não tem compreensão, não tá harmônica e não tem tolerância. E vamos tomar o passe. Olha aí que engraçado, não é? Vamos tomar o passe. O então a gente precisa dessa harmonização quando, principalmente harmonização quando as coisas acontecem. né, do cotidiano e ele desacerto nas engrenagens do cotidiano, buscando a solução do problema ou a transposição do obstáculo sem toques de alarde ou sem farpas de irritação. Tranquilo, sereno, não vamos irritar.
diano e ele desacerto nas engrenagens do cotidiano, buscando a solução do problema ou a transposição do obstáculo sem toques de alarde ou sem farpas de irritação. Tranquilo, sereno, não vamos irritar. É muito complicado no mundo de hoje, porque eu tava pensando esses dias, nós irritamos muito e eu vi até alguém me falou: "Ah, Rute, você tá fora da realidade? Eu não importo tá fora da realidade não, porque a minha realidade é, eu não quero essa realidade que tem por aí, porque eu não tô a par das coisas muito ruins que tá acontecendo. É o governo isso, é a saúde aquilo, é a guerra não sei onde, é fulano que tomou uma atitude, entendeu? Então eu brinco muito com a secretária da lá da nossa diretoria, eu falo assim: "É com é com o olhar de Jesus ou sem olhar de Jesus?" É sem olhar de Jesus. Então não quero saber não. É o ouvido de Jesus ou é o ouvido que não é de Jesus? É a fala que é de Jesus ou que não é de Jesus? Porque o que não é de Jesus, assim brincadeira, o que não é harmônico, o que não me convém, o que não me traz tranquilidade, harmonia, por que que eu vou querer saber se eu não posso estar lá para resolver aqui? Eu posso resolver, que é da minha responsabilidade estar aqui dirigindo a palestra, entendeu? A palalecante não veio, não tem problema. Motivo muito justo, motivo muito justo. Então, quem tem que resolver é a Rute. Não desarmonizei, fiquei um pouquinho assim, eh, com calor a mais, viu? Mas sem problema nenhum. Mas então o que não é da nossa competência, por me des me desarranjar totalmente, né? Então, em todos os aspectos da paciência, vamos recordar Jesus. Jesus não não perdeu a paciência, como a gente fala, a gente nem teve como que a gente perde, né? Entendeu? Ele não perdeu a paciência, né? Em todos os momentos da sua vida, ele manteve o equilíbrio, a serenidade, não julgou, não condenou, foi traído, mandou o pessoal vigiar e o pessoal dormiu. Já pensou o que que a gente ia fazer? dormiu e o soldado chegou e prendeu ele. A gente ia dar uma bronca do tamanho do
não julgou, não condenou, foi traído, mandou o pessoal vigiar e o pessoal dormiu. Já pensou o que que a gente ia fazer? dormiu e o soldado chegou e prendeu ele. A gente ia dar uma bronca do tamanho do mundo, né? A gente ia se aborrecer. Não aborreceu. Mas Jesus é Jesus, não é? Então ele fala da paciência nesse sentido, certo? E lá no evangelho, aliás, eu vou pegar o final dela aqui porque depois eu resolvi fazer um textinho. A paciência nos ajuda a aceitar as dificuldades e os obstáculos da vida. e superá-los com coragem. Eu adoro a palavra coragem, porque nós precisamos de tanta coragem para tudo. Olha, eu tava vendo um bebezinho e levantar e querer andar hoje no no coisa que eu passei lá e vi, parei. O bebezinho, ele tem que ter coragem para ele, ele sabe que tá desequilibrado, mas ele quer andar. Por quê? Porque é o desenvolvimento dele é de andar e ele levanta e ele começa a fazer, ele cai, ele levanta de novo. Ele tem muita coragem para enfrentar. O jovem tem muita coragem para enfrentar, gente, uma uma jornada de trabalhos de de pais ali exigindo, estuda, vai, não vai dormir tarde, vai não sei o quê, enfrentar uma uma sala, enfrentar as eh as divergências de professor, de colegas. Se ele não tiver coragem, fala: "Não vou estudar, vou ficar". Né? Nós quando vamos ter nossos filhos, né? Nós temos coragem porque a gente fala: "Nossa, botar no mundo uma criança esse mundo horroroso". Eu já vi falando isso. Esse mundo é lindo. Eu que às vezes fico horrorosa no mundo, mas sou eu, não é o mundo. E quando estamos mais com a idade maior, maior, cada idade a gente tem que ter uma uma e enfrentar, né? Tem ter essa coragem para enfrentar. Então, a coragem ela precisa pra gente superar a cada obstáculo que aparece no dia a dia, né? E isso também se chama resignação e obediência à vontade de Deus. Eh, eu não gosto bem quando falo resignação e obediência à vontade de Deus, que parece que eu tenho que ficar ali no julgo dele, né? Se eu não fizer isso, acho que eu acho que deve ser
ontade de Deus. Eh, eu não gosto bem quando falo resignação e obediência à vontade de Deus, que parece que eu tenho que ficar ali no julgo dele, né? Se eu não fizer isso, acho que eu acho que deve ser algum resquício da igreja, da minha religião bem anterior, porque é pecado, eu vou ser castigada, eu vou pro inferno, não é? Não, eu vou repetir de novo até aprender. Quer dizer, não, não, não, não tive resignação, não fui obediente. Não tem problema, Rut. Você tem uma eternidade. Vai embora desse momento de vida, volta para fazer a mesma coisa. até aprender. Sabe por quê? Porque Deus não desiste de nós. Nós desistimos. E às vezes nós desistimos e saímos dessa vida porque não estamos dando conta, né? Mas vamos ser, segundo meu pai, cabeçuda. Essa menina é cabeçuda. Ele falava porque eu insistia, insistia, insistia até cansá-lo. Mas de vez em quando ele falava um pouquinho mais alto. Aí um bom entendedor, a palavra mais alta era sinal de que não vai acontecer. Então é melhor você quietar e fazer diferente, né? Então, no sermão do monte, Jesus diz: "Bem-aventurados os mans porque darão a terra. Bem-aventurados pacíficos, porque serão chamados filhos de Deus. Então, se eu sou mansa, eu vou, eu sou dona dessa terra, eu sou dona de tudo, né? E se eu sou pacífico, eu sou filho de Deus. Eu já sei que eu sou filha de Deus, às vezes desobediente, né? Então a gentileza se exercita que tá falando, né, através de pequenos gestos, um simples bom dia, porque aí nós já estamos na na agora eu agora sim vocês vão esperar onde que na fabilidade doçura que nós vamos falar. Essa afabilidade doçura hoje se vê não pouco, não pouco aplicada, mas de vez em quando a gente encontra alguém que não exerce essa gentileza. E o que que o que como que eu posso exercer essa gentileza? Simples, simples, simples. Um bom dia é uma gentileza. Mas bom dia, olhando passe bom dia. Quando a gente fala aqui, boa tarde, amigos. Sejam bem-vindos. Não dá para eu olhar para um só, mas o olhar faz isso aqui, ó, né? Passa por todo
ia é uma gentileza. Mas bom dia, olhando passe bom dia. Quando a gente fala aqui, boa tarde, amigos. Sejam bem-vindos. Não dá para eu olhar para um só, mas o olhar faz isso aqui, ó, né? Passa por todo mundo, né? Faz um print, não é isso que é? Faz um print e registra, né? Um sorriso, um agradecimento. Muito obrigada por tá um boa tarde da passagem com aquele que tá com pressa, né? Pode parecer, pode não parecer, mas esses pequenos gestos que faz a gente ser doce e meigo, afábio, né? Então, a gente viu a paciência, mas tem obediência, obediência e resignação. Porque a paciência, amigos, a paciência é a é a eh a paciência é eu botei tudo aqui, é que essa palestra eu fiz lá no Val Paraíso. Eu adorei. A paciência, a obediência e reginação. É o é o consentimento da razão e a paciência é do coração, entendeu? Então, obediência e resignação, eh, que é o segundo item do livro do do Evangelho, capítulo 9, ele fala que a doutrina de Jesus nos ensina em todos os seus pontos obedecer e resignar. Resignar é falar assim: "Eu posso mudar isto?" Não. Então, por que que eu vou criar tanto caso com isto, né? duas virtudes. E eu achei tão bom porque nós viemos para ser virtuosos, né? O homem de bem é virtuoso. E quem é que não quer ser o homem de bem nessa terra? O homem de bem significa mulher e homem, viu? Então são duas virtudes acompanhadas da doçura e da e da doçura e muito doçura e muitas ativas e de uma doçura muito ativa, uma doçura muito meiga, uma doçura muito educada, uma doçura muito pacífica, uma doçura muito cheia de paciência, né, que ele quer dizer. Então, e às vezes nós eh confundimos, a gente confunde com a negação do sentimento e da vontade. Ah, eu preciso de ser obediente. Eu preciso ser obediente e eu tenho que ser resignado. Eu tudo que for da vontade de Deus eu tenho que fazer sim, mas tudo que é a vontade de todo mundo, eu tenho que fazer. Não, eu tenho que começar a ver o que é bom para mim. Eu sempre falo isso, o que é bom pro outro, que é bom para todo mundo, não é? Então, obedecer aquilo que
ontade de todo mundo, eu tenho que fazer. Não, eu tenho que começar a ver o que é bom para mim. Eu sempre falo isso, o que é bom pro outro, que é bom para todo mundo, não é? Então, obedecer aquilo que manda as leis. A gente não gosta muito de obedecer, não. A gente não vai nem falar de leis de Deus e lei dos homens, que não dá tempo, porque essa palestra foi para 1 hora30 e a gente só tem 30 minutos, né? É por isso que eu tô pensando as partes melhor mais importantes pra gente sair daqui, né? Então a gente confunde muito com a negação. Não, não vou ser obediente. E o governo falou que é desse jeito e eu não vou. Eu recebi um negócio aqui que eu fiquei fiquei meio sem com vontade de negar, mas é uma lei, é uma lei do GDF, então eu vou ter que cumprir. Fiquei muito chateado no comecinho, fiquei depois eu falei: "Não, olha aqui, ele falou que não foi desse jeito, foi desse jeito. Eu não tenho culpa disso, a culpa é dele. Mas existe uma lei que fala que é, ele esqueceu, então ele tirou os juros e eu vou ter que pagar alguma coisa retroativa 2020. Fui obediente, não fui? Foi sim, né? Resignei, resignei. Então deixa. Ele falou que vai parcelar até 60 vezes. Eu não quero 60 não. Pode ser bem menos, umas seis. Tá bom. Resignei porque é uma lei do homem. A lei de Deus também a gente vai contra. E o pior que quando a gente vai contra qualquer uma das duas tem penalidade. A de Deus é consciência que não fica tranquila. Porque todas as vezes que nós não somos obedientes às leis, às leis de Deus, amar o próximo, eh, todo aquele sentimento que eu posso trazer para para de mim para fora, que eu não sou obediente, eu fico com peso de consciência. É a caridade que eu não faço. Eu tinha condições de fazer, eu não fiz, entendeu? E a lei do homem, essa não tem jeito, porque há uma punição, né? E essa nós não gostamos, mas nós ficamos indignados com ela. Mas vamos analisar. Eu tô trazendo um exemplo bem pessoal, vocês me desculpa, mas é porque eu vi isto ontem e fiquei indignada. Eu nem
né? E essa nós não gostamos, mas nós ficamos indignados com ela. Mas vamos analisar. Eu tô trazendo um exemplo bem pessoal, vocês me desculpa, mas é porque eu vi isto ontem e fiquei indignada. Eu nem tive paciência para poder ver o que que era. Já julguei, condeni. Aí depois alguém foi me explicando, falou: "Não, Rute, é porque aconteceu isso, isso, isso, isso?" Aí eu falei: "Ah, é". Eu falei: "Ah, mas eu tô". Eles têm que descontar direitinho da da do que do que eles me pagam, né? Porque que eles não fizeram agora tá botando juros. Isso é um absurdo. Olha aí, ainda tava impaciente, né? Não tava resignada. Aí, aí veio a autoridade falou: "Não, então vamos tirar os juros. Você vai pagar aquilo que se refere". E não é só eu, não. Deve ter não sei quantas mil pessoas que vai entrar nessa, né? E agora tô tranquila. Eu tem um ano que eu fiquei sem eles, eles não recolheram porque eu nem tenho não tenho direito, eles já tira de contracheque. Então fí, eu fiquei resignada porque agora eu entendi, eu me pacifiquei para poder entender ou alguém me pacificou, porque às vezes a gente tem que ouvir o outro, a gente vai na fonte que pode explicar pra gente o atendimento fraterno é um caminho que a gente tem para isto. Eu tô muito chateada, muito aborrecida, nervosa, irada. Eu vou no atendimento fraterno porque não tá, não tô sentindo bem, tô com uma perturbação. Chega aquela conversa, às vezes o atendente nem fala nada. Quando eu falo, eu me ouço. E quando eu me ouço num ambiente sereno, eu entendo. Tá vendo? A gente não pode eh contar as falar as coisas para quem fica é alterado. Então, como a obediência, resignação é o consentimento da razão, o lá no Evangelho o Lázaro falou que a gente eh são que essas duas virtudes são essas obediência, virtudes e resignação são virtudes ativas. Elas estão o tempo todo trabalhando conosco. O tempo todo eu não estou resignado. O tempo todo eu não tô obediente, mas o tempo todo eu estou fazendo quando eu ouço, quando eu tenho a paciência, né? Por que que a gente ele
o trabalhando conosco. O tempo todo eu não estou resignado. O tempo todo eu não tô obediente, mas o tempo todo eu estou fazendo quando eu ouço, quando eu tenho a paciência, né? Por que que a gente ele lá no evangelho falou primeiro da paciência, né? Então elas exigem uma participação consciente do de nós. É porque lá eles fala do encarnado e desencarnado de nós. Uma participação consciente. Eu preciso primeiro, eu peguei meu exemplo, primeiro me ajeit não não tive paciência, não tive nada daquilo que eu falei para vocês. Depois hoje eu resolvi a ter. Resolvi o quê? ter alguém que me informasse, né? Tive uma consciência da situação, né? E aceitei, aceitei, falei: "Não, tá tudo OK, tudo certo, né? Sem problema nenhum". Então, eh, virtudes, elas são companheiras da doçura, doçura ativa, né? Doçura ativa. Por que que será que Lázaro insistiu tanto falando? vocês lê o capítulo 9, porque ele é ele é muita coisa, não dá pra gente trazer. Por que que será que ele insistiu tanto nessa situação de da fabilidade, da doçura, da paciência, né? Porque naquela época dele e até hoje muitos associavam resignação e passividade e obediência a omissão cega, fazer as coisas sem saber, sem porque foi mandado realmente, né? Quando a lei manda, às vezes a gente tem que obedecer porque tem uma punição. Mas isso não quer dizer que eu preciso de ficar indignada. Se eu tenho que fazer alguma coisa e aquela lei não tá bem esclarecida e ela tá tá me punindo ou ou quer que eu faça daquela forma, eu não preciso de me adoecer em função daquela atitude. Eu preciso de falar: "Bom, eu não tenho uma autoridade para mudar as coisas, então eu vou Não é um conformar. Então tá, deixa para lá". ou vou começar a falar dele para todo mundo. E às vezes nós fazemos isso também com as coisas de Deus. Ah, Deus não me ouve, Deus não me ajuda, Deus não olha por mim. Tá vendo? Olha aí, indignados, né? Então, por tanto naquela época como até hoje a gente vê dessa forma. Nós aqui já entendemos um pouquinho mais, mas outros não. Outros que não tm
us não olha por mim. Tá vendo? Olha aí, indignados, né? Então, por tanto naquela época como até hoje a gente vê dessa forma. Nós aqui já entendemos um pouquinho mais, mas outros não. Outros que não tm esse esse essa esse entendimento, né? Então ele fala que a obediência a lei divina, esse eu tenho que falar porque, né, nós estamos aqui dentro de uma casa vendo as leis divinas. Em primeiro lugar devemos considerar a obediência à lei de Deus. É uma lei divina. Ela expressa pela nossa consciência. Eu tenho consciência do que é ou eu não tenho consciência do que é. Não é pela voz. Quando eu tenho eh consciência da da dessa lei e eu sigo essa lei, é porque uma voz interior me orienta para o bem. Quando eu não tenho, é que uma voz interior fala: "Não, Rute, não é bem desse jeito não. Isso eu acho que Deus não fez essa coisa direito, não. Isso não é justo, né? Então, eh, Deus não olhou por você, Deus só olha por fulano de tal, porque a gente pega aqueles que tá dando tudo certo, mas será que dá certo para ele, né? Entendeu? Então, nós, na prática, isso significa aceitar os limites que a vida nos apresenta. Nós temos uma vida aqui nesse momento, nós temos esta vida. A vida é uma só. Nós estamos nesse momento vivendo no planeta Terra com as as dualidades, lei divina e lei do homem o tempo todo. E esta lei divina ela ela é certa, ela não ela não muda em função do meu querer. Essa lei do homem às vezes muda de acordo com o querer de muitos. E esta lei do homem é que me faz desequilibrar. E às vezes eu ficar contra essa lei divina. Por quê? Porque não é justa. Porque não é justo. Deus não é justo comigo. Deus não gosta de mim. Deus me pune por qualquer coisa. Ah, eu eu tô com eu tenho um filho que nasceu com problema. É Deus. Por que que Deus fez isso comigo? Por que que Deus mandou uma criança desse jeito? Porque todo mundo quer ter um filho 10. Mas filho 10 é aquele que tira a nota máxima. Um dia eu perguntei aqui se eu não sei que que mi ms que as notas, né? SS não é a nota
ou uma criança desse jeito? Porque todo mundo quer ter um filho 10. Mas filho 10 é aquele que tira a nota máxima. Um dia eu perguntei aqui se eu não sei que que mi ms que as notas, né? SS não é a nota maior? Acho que é. Entendeu? Mas não. Às vezes aquele filho que nasceu com um problema grave, ele é que vai me ensinar. O outro não. O outro é uma inteligência superior, vai estudar, vai embora. nem sei se volta para casa, o outro vai me dar a chance de todos os dias eu ser afável, eu ser dóceil, eu ser abnegada, eu ter paciência. Olha aí, vai me ensinar tudo isto. Então, Deus é um presente de Deus para nós. Então, como que eu vou contra essa vontade de Deus, né? Então, eh, nós, como já demos o nosso tempo, aqui tem oito páginas que tem uma sequência. Eu fiquei eh pipocando aqui com vocês, né? Mas só pra gente entender que nós precisamos de ter a paciência com as com as coisas que nos acontecem, né? E dentro da paciência nós temos todo aquele esquemazinho. Nós temos que ser afável e doce, educado, quer dizer, na na nossa na nossa linguagem educado. Nós temos que ser abnegado, abnegado tudo e obediente, né? Obediente nas coisas que nós temos que ser. A gente não não, eu sou obediente a algumas coisas, mas eu o outro também às vezes é obediente com as coisas que eu que eu tô cuidando. Então nós estamos o tempo todo sendo comandado ou comandando. É entender que a vida é dessa forma, não é diferente disto. Aí nós vamos viver bem, aí nós vamos viver em paz, aí nós vamos ser viver pacíficos e serenos. Enquanto não fizermos isto, a gente fica meio atordoado. Aí a gente toma passe, aí a gente vai em outro lugar, aí a gente procura um psicólogo, aí a gente toma um remédio para dormir porque a cabeça tá tá muito difícil. Aí a gente procura o que tá lá fora e tá tudo aqui dentro. Nada tá lá fora. Lá lá fora tá um movimento que eu posso até ter uns recursos, mas o recurso lá de fora ele veio daqui de dentro. Ele veio daqui de dentro, não veio lá de fora. Então isso eu lembro muito de uma psicóloga lá de
a tá um movimento que eu posso até ter uns recursos, mas o recurso lá de fora ele veio daqui de dentro. Ele veio daqui de dentro, não veio lá de fora. Então isso eu lembro muito de uma psicóloga lá de Belo Horizonte. Eu sou da dependência química dos grupos, né, que nós vamos ter seminário e mês que vem. Ela falou que a gente usa os remédios, as drogas para melhorar uma coisa que tá aqui dentro. buscou lá fora melhorar aqui dentro, mas depois de um certo tempo aquilo nos causa um mal tão grande. Aí a gente vai começar a meditar, começar fazer passe, a começar a ir a missa, começar a ir o culto para buscar cadê eu aqui dentro para eu melhorar, para eu não precisar do que tá lá fora, ainda correndo um risco, né? e assim na nossa vida toda. Então, amigos, vamos terminando esse nosso momento que nosso companheiro ali, amigo, já chegou para buscar vocês pro passe, né? Eu então acompanhar vocês até o passe. Vamos fazendo o nosso nossa prece final, agradecendo a Jesus, agradecendo a Deus, agradecendo a Dr. Bezerra de Menezes, mentor dessa casa, agradecendo o nosso guia protetor anjo da guarda que foi não pode deixar que eu vou tomar conta deles lá, vou botar eles direitinho, né? Quer dizer que não deve ser um trabalho fácil, né? mas que são trabalho, é um trabalho de com muito amor, com muita abnegação, com muita doçura, muito afável que com muita paciência. Então nós temos que agradecer no dia de hoje. Sempre agradecer. A gratidão é uma das virtudes mais bonitas que tem. eu falar: "Eu te agradeço, Pai, pelo dia de hoje. Eu te agradeço por hoje eu estar aqui. Hoje eu poder entender um pouquinho das coisas que o Senhor veio, pediu Jesus para nos ensinar. Então essa é a prece que nós fazemos e pedimos também, a gente sempre pede, né? E não podíamos sair daqui sem pedir que nos ajude, nos ajude crescer dentro dos princípios do homem de bem no mundo que às vezes não tá tão bem, mas que nós precisamos, porque o mundo quem faz somos nós. E a partir da hora que nós fizermos, tivermos amor nesse planeta onde nós
os princípios do homem de bem no mundo que às vezes não tá tão bem, mas que nós precisamos, porque o mundo quem faz somos nós. E a partir da hora que nós fizermos, tivermos amor nesse planeta onde nós vivemos, esse planeta vai ser bem melhor e vamos sair daqui com muito mais capacidade de enfrentar qualquer outra situação num outro momento de vida. Então que a doce paz de Jesus se faça presente em nossos corações e uma boa tarde para vocês. Até semana que vem. >> Sejam bem-vindos à nossa sala de passe virtual. da comunhão espírita de Brasília. O passe tem como finalidade auxiliar a recuperação física, mental e espiritual, substituindo os fluidos deletérios por fluidos benéficos. Durante o passe, temos uma troca de energias físicas, mentais e espirituais, guiadas pelo melhor sentimento que é o amor. Essa energia amorosa auxilia no reequilíbrio dos pensamentos e emoções, restabelecendo a harmonia íntima. Assim deve ser utilizado quando sentir necessidade ou até que se sinta reequilibrado. Nesse momento em que daremos início à aplicação do paz, pedimos que em um ambiente tranquilo você se coloque de forma confortável, fechando os olhos, respirando de maneira tranquila e serena, para que assim possamos sentir a presença do nosso Deus de amor, Senhor da vida e da misericórdia. Entrando em sintonia com o nosso mestre e amigo de todas as horas e com os mentores espirituais dessa casa, rogamos que nesse momento desça sobre nós todos os fluidos salutares e benéficos necessários ao reequilíbrio do nosso corpo físico, mental e espiritual. Senhor meu Deus, permita que os bons espíritos que me cercam me auxiliem nos momentos de dificuldade. Que eu tenha a força necessária para continuar a caminhada no sentido do bem, do amor e da caridade. Trai, Senhor, a cura para os males do corpo e da alma. Mas se não for o momento, traz o refrigério necessário para que eu continue a caminhada. Que nossos amigos espirituais possam visitar os nossos lares, abençoando a cada um que lá se encontra, trazendo a
s se não for o momento, traz o refrigério necessário para que eu continue a caminhada. Que nossos amigos espirituais possam visitar os nossos lares, abençoando a cada um que lá se encontra, trazendo a alegria de viver, a paz, a harmonia e que cada um possa colocar o amor do Mestre Jesus em seus corações. e também os mentores espirituais possam visitar os nossos ambientes de trabalho, levando a cada canto a tranquilidade, a fraternidade e a serenidade. Que esses bons fluidos se estendam para cada um de nós, amigos e familiares, trazendo o conforto que tanto desejamos. a coragem e a fé para continuarmos a nossa estrada da vida. Estamos chegando aos momentos finais de nosso passe. Faremos então a oração que o Mestre Jesus nos ensinou. Pai nosso que estais no céu, santificado seja o teu nome, venha a nós o teu reino, seja feita a tua vontade, assim na terra como no céu. O pão nosso de cada dia dai-nos hoje. Perdoa as nossas dívidas, assim como perdoamos aos que nos devem. Perdoa as nossas ofensas, assim como perdoamos aos que nos ofendem. Não nos deixes entregues à tentação, mas livra-nos do mal. E nesse momento, calmamente, vamos abrindo os nossos olhos, retornando ao nosso ambiente com paz e vibrações fraternais. E agradecidos que somos ao nosso mestre Jesus e aos mentores espirituais desta casa, damos graças a Deus, graças a Jesus e assim seja.
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