O LEGADO DO MESTRE - Leila Parreira [PALESTRA ESPÍRITA]

Comunhão Espírita de Brasília 06/12/2025 (há 4 meses) 44:02 202 visualizações

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Transcrição

Rendamos [música] graças a Jesus por nos permitir estar aqui novamente na tarde desta sexta-feira, envolvidos pelas suas vibrações de amor. e sob a sua tutela, como sempre fazemos, vamos ler uma mensagem para que possamos nos harmonizar e entrar em comunhão com as esferas superiores. Hoje a Leila estará conosco e ela pediu para eu ler do capítulo um do Evangelho Segundo o Espiritismo, não vim destruir a lei lá no item cinco e três, o Cristo. Jesus não veio destruir a lei, isto é, a lei de Deus. veio cumpri-la, isto é, desenvolvê-la, dar-lhe o verdadeiro sentido e adaptá-la ao grau de adiantamento dos homens. Por isso é que se nos depara nessa lei o princípio dos deveres para com Deus e para com o próximo, base da sua doutrina. Quanto às leis de Moisés propriamente ditas, ele ao contrário, as modificou profundamente, quer na substância, quer na forma, combatendo constantemente o abuso de práticas exteriores e as falsas interpretações, por mais radical reforma, não podia fazê-las passar, do que as reduzindo a esta única prescrição. Amar a Deus acima de todas as coisas e o próximo como a si mesmo e acrescentando: "Aí estão a lei e os profetas". Por estas palavras, o céu e a terra não passarão sem que tudo esteja cumprido até o último iota. Quis dizer Jesus ser necessário que a lei de Deus tivesse cumprimento integral. isto é, fosse praticada na terra inteira em toda sua pureza, com todas as suas ampliações e consequências. Efetivamente, de que serviria haver sido promulgada aquela lei se ela devesse constituir privilégio de alguns homens, ou menos de um único povo? Sendo filhos de Deus todos os homens, todos, sem distinção nenhuma, são objeto da mesma solicitude. Levemos o nosso pensamento até Jesus, rogando ao mestre divino que esteja conosco em todos os instantes de nossas caminhadas, de nossas jornadas, rogando ao divino pastor que possa inspirar a Leila, a fim de que as palavras que aqui nos chegarem encontrem guarida em nosso coração e possam nortear a nossa tarefa na experiência da

ossas jornadas, rogando ao divino pastor que possa inspirar a Leila, a fim de que as palavras que aqui nos chegarem encontrem guarida em nosso coração e possam nortear a nossa tarefa na experiência da carne. Que Jesus, em sua infinita misericórdia permaneça conosco, nos envolva com a sua paz e nos inspire para que a nossa sintonia se faça sempre com as forças do bem. Que assim seja. Uma boa tarde a todos. Que Jesus nos abençoe e nos envolva em sua paz. Cumprimentamos também todos aqueles que nos assistem pelos canais da internet, pelos canais da de comunhão espírita de Brasília. Esse mês de dezembro que há pouco iniciou representa o final do ano, o final de um ciclo em que todos nós buscamos refletir sobre coisas que nos humanizem melhor, que nos distingam como seres humanos bem intencionados ou que buscamos uma melhoria íntima, uma participação efetiva na melhoria da sociedade em torno de nós e dentro de nós. Nós nos movemos nessa busca, buscando sempre alcançar objetivos nobres, objetivos que colidam, que estejam junto, ajustados aos ensinos do aniversariante maior do mês, do ano, de todos os tempos, que é nosso Senhor Jesus Cristo. Esse mês de dezembro sempre falamos sobre ele. Falamos da sua descendência davídica, falamos da manjedoura, da estrela de Belém. Falamos dos Reis Magos, falamos do Natal, falamos de Maria, falamos de José, da família, falamos coisas que nos elevam, o pensamento e o sentimento. Por quê? Porque esse Jesus é o mestre divino, é o ser que Deus nos presenteou e que é o mais puro espírito que pisou esse planeta. E é o mensageiro, o embaixador do todo-pereroso, do governador dos mundos. Então esse Jesus veio como mestre nessa grande universidade do mundo, assumiu a cadeira de professor, veio para nos ensinar e os ensinos dele foram exemplificados com uma vivência. Ele ensinou com palavras, com toda autoridade, autoridade de quem tinha galgado em espírito a posição mais elevada que podemos supor. Jesus é o alto espírito mais puro. Ele é um Messias, um ungido do Pai. O

sinou com palavras, com toda autoridade, autoridade de quem tinha galgado em espírito a posição mais elevada que podemos supor. Jesus é o alto espírito mais puro. Ele é um Messias, um ungido do Pai. O que fazem os Messias? Porque não é um só. Há outros Messias nesses mundos, nesses universos. Mas Jesus é o Messias da Terra. Ele se comprometeu com o Pai a cuidar dessa humanidade, a guiá-la, a orientá-la, a libertá-la. Ora, libertar a humanidade do quê? da ignorância. Com certeza nós temos uma destinação porque somos filhos de Deus. A nossa natureza é natureza divina. Nós nascemos em espírito da vontade do Pai e todos nós, humanidade temos a mesma origem. E também a mesma destinação, que é uma destinação honrosa, uma destinação feliz, como cabe aos filhos do pai, aos filhos de Deus. E Jesus afirmou para quietar a nossa alma que nenhuma das ovelhas do Pai se perderá. Isso significa que nós todos, até o maior dos criminosos, será liberto das arestas, das grosserias, das inferioridades e galgará os espaços e os patamares mais elevados, porque a nossa destinação é o aperfeiçoamento. E para isso, Jesus veio como mestre a ensinar. Ele na verdade não deixou nada escrito, mas a boa nova, os evangelhos que significam boas novas, pô, é todo da autoria dele, porque ele fez registrar por inspiração ou por intuição, por sei lá o quê, ele fez registrar os princípios, as parábolas, as sentenças. os ensinos pelo por aqueles que o rodeavam. Quem rodeava Jesus? Quem? Os seguidores, os apóstolos, os discípulos? Todos aqueles que se sentiram chamados a participar. Claro, eles tinham sido escolhidos, já conversaram em espírito lá na na dimensão espiritual, antes de renascerem fisicamente, já eram escolhidos dia antes. Todos eles queriam participar desse projeto grandioso de oferecimento pra humanidade de um roteiro para a própria emancipação. Allan Kardec também é um missionário. Allan Kardec já tinha conversado com Jesus lá lá atrás há milênios antes. Moisés também. Abraão também, José também,

ade de um roteiro para a própria emancipação. Allan Kardec também é um missionário. Allan Kardec já tinha conversado com Jesus lá lá atrás há milênios antes. Moisés também. Abraão também, José também, os profetas todos, porque cada um deles tinha uma missão importante nesse projeto de libertar a humanidade das arestas, da animalidade e conduzi-la pouco a pouco para uma real humanização e depois para a angelitude, porque que o nosso caminho é esse. A passo e passo vamos aos poucos alcançando uma qualidade espiritual melhorada, aprimorada no decurso das nossas muitas existências na matéria. E é a doutrina dos espíritos que vem tornar mais claro ainda o que Jesus já tinha dito antes para aquele rabino a respeito da reencarnação. Ninguém verá o reino de Deus se não nascer de novo. referindo naturalmente a essa misericórdia divina que nos oferece oportunidades, tantas quantas sejam necessárias para que a gente progrida espiritualmente. Então, podemos concluir aqui. Estamos por uma razão para aprimorar o espírito imortal. Nós não morremos, nós continuamos vivos. E de encarnação em encarnação, de experiência material em experiência material, o espírito vai se aprimorando a pouco e pouco, gradativamente, com experiências novas, alargando os horizontes, dimensionando a compreensão, penetrando mais no sentido da vida. E com isso nós vamos nos ajustando àquela tarefa que Jesus trouxe para si mesmo. Enfatizar, dar relevância, importância à lei divina. E é por isso que a leitura de hoje foi essa, quando ele disse: "Eu não vim destruir a lei". Jesus não veio para brigar com os judeus da época. radicais, legalistas, que só enxergavam a Torá na interpretação deles. Torá quer dizer ensinos. São é o conjunto de livros de Moisés que está na Bíblia, mas que tem uma interpretação humana muito pessoal e particular dentro do contexto da época. Jesus veio podar as arestas, dar uma interpretação nova. Por exemplo, aquela concepção do tempo de Moisés e até mesmo no tempo de Jesus era que Deus era o chefe dos exércitos,

ro do contexto da época. Jesus veio podar as arestas, dar uma interpretação nova. Por exemplo, aquela concepção do tempo de Moisés e até mesmo no tempo de Jesus era que Deus era o chefe dos exércitos, que ele era alguém como ser humano, que tinha raiva, que tinha ciúme, que podia até exterminar a sua criação. Mas Jesus veio trazer uma concepção nova, um entendimento diferente a respeito de Deus. Veio ensinando para nós que Deus é pai e como todo pai ama. O pai humano que não é tão bom quanto Deus, quando o filho lhe pede peixe ou pão, não lhe oferece cobra ou escorpião. Quanto mais Deus, que é o pai criador de todos, ele é misericordioso. E então ele nos ensina que Deus é pai e desce a pedido dos apóstolos aquela oração chamada Pai Nosso. É Pai Nosso. Pai do negro, do amarelo, do branco, do rico, do pobre, do sábio, do inculto. É pai de todos. Ora, é pai do povo daquele tempo, mas é também pai dos que antecederam os hebreus, e dos que vieram depois e até o fim do mundo. Ele é sempre o Pai, o Pai amoroso em quem podemos confiar e que representa a fonte de todas as bênçãos. E é por isso que é ser muito inteligente quando nós nos voltamos para essa realidade e buscamos na fonte aquilo que desejamos, aquilo que necessitamos. E aí a gente faz a oração e o pedido. Fazemos a comunhão com o Pai, que foi por isso que Jesus veio para nos conduzir ao Pai, a fonte de todas as bênçãos. Porque só verá o Pai, aquele que passar por mim, disse Jesus, sendo eu o caminho, a verdade e a vida. Não há como ir ao Pai senão seguindo o roteiro traçado por Jesus. Se nós não compreendemos a boa nova, o evangelho do Cristo, então nós estamos como que paralisados, estacionados no caminho. E por conta desse arbítrio, porque podemos ir ou ficar. Mas se escolhermos ficar, teremos que pagar um preço que é o sofrimento, que é a o afastamento do cumprimento da lei divina. Não é uma ameaça, é uma lógica, é a lei da causalidade. Porque Jesus revela que a cada um segundo suas obras, se eu opto para estacionar para não sair

e é a o afastamento do cumprimento da lei divina. Não é uma ameaça, é uma lógica, é a lei da causalidade. Porque Jesus revela que a cada um segundo suas obras, se eu opto para estacionar para não sair do meu horizonte de conforto, não é que seja castigo, não. É resultado da minha escolha. Então, importa muito que nós no tempo de hoje façamos um bom aproveitamento das oportunidades que estamos tendo, morando num país maravilhoso, num planeta magnânimo, tendo como companhia pessoas queridas. Olha que bênção a gente poder amar, a gente poder se desprender do próprio egocentrismo e dedicar um pouco do nosso tempo pro cachorro zelando por ele ou pro gato, ou pra pessoa, pro filho, pro irmão, para um amigo ou para qualquer um ser humano que se veja na rua, desenvolvendo o quê? habilidades sociais, virtudes de convivência, porque fomos colocados nesse mundo como seres gregários, interdependentes, precisamos uns dos outros. Então, é preciso educar a fala. Então, quando nós conversarmos com alguém, que a gente faça de uma maneira pacífica, harmoniosa, abondosa, mesmo compreendendo, acolhendo, dando o melhor de nós, a vida nos convida a reverenciá-la dessa maneira, qualificando a nossa humanidade, utilizando bem os nossos instrumentos. E a fala é um instrumento sagrado. Foi uma das últimas aquisições que tivemos como seres humanos. Lá no tempo da caverna, a gente grunha rava feito bicho. Aos poucos fomos descobrindo como articular de acordo com o que se sentia. E aí foi desabrochando o poder de se comunicar. Olha que maravilha. Isso é uma ferramenta. É uma ferramenta de conquista. É uma ferramenta que a vida nos oferece para avançarmos em nossa caminhada. Quando Jesus veio, ele fez, ofereceu instruções, todas anotadas por Mateus, por exemplo, depois pelo amigo mais próximo, João, e também por Marcos. por Lucas, os evangelistas. Muitos outros anotaram as instruções de Jesus, mas esses são os que compõem o Novo Testamento. Além que no Novo Testamento tem o Antigo, que é a Torá, os escritos de Moisés, dos

ucas, os evangelistas. Muitos outros anotaram as instruções de Jesus, mas esses são os que compõem o Novo Testamento. Além que no Novo Testamento tem o Antigo, que é a Torá, os escritos de Moisés, dos profetas, de Daniel, aqueles registros mais antigos. Depois a boa nova vem sendo completada pelo apocalipse e também pelas epístolas que dizem ser um quinto evangelho. As epístolas de Paulo, de Pedro, de João, de Tiago. As epístolas são cartas. Paulo começou a escrevê-las porque não tinha como ele estar ao mesmo tempo em todos os núcleos fundados por ele, quando ele trabalhou para disseminação do legado do Cristo, dos ensinos do Cristo, do evangelho de Jesus. Então ele escrevia cartas para orientar aquele núcleo ou para estimular ações nobres. Muitos foram os trabalhadores que sedimentaram o cristianismo primitivo iniciante. Tudo sob o influxo do magnetismo do Mestre Jesus que muito nos trouxe. Essa boa nova tem validade definitiva para todos os tempos. é atemporal, é válido naquele tempo e para todo sempre. São lições perfeitas, adequadas à nossa condição de espíritos imortais. É resposta do Mestre para nos ensinar a ser bosta de Jesus aos aflitos e tristes da Terra. Por que podemos dizer aflitos e tristes da Terra? Porque nós vivíamos numa confusão mental muito grande, não tínhamos ainda os esclarecimentos libertadores. Só com Jesus podemos começar a compreender a realidade nossa, a realidade espiritual. Para que viemos? O que estamos fazendo e a quem vamos prestar contas? Tudo isso ficou aos poucos. Mas claro, quando o ser humano entende, quando ele sabe, fica mais fácil o enfrentamento, fica mais fácil a aceitação, a resignação até perante o sofrimento. Então, era uma luta árdua. Aí isso no cristianismo primitivo, muita luta para se estabelecer os ensinos do mestre. Depois, na idade média, outra grande luta, muitos interesses pessoais, muitas necessidades e vaidades. Aí veio a magia, a superstição, o dogma a alterar a pureza dos ensinos de Jesus. Muitos rituais foram colocados, muitos

, outra grande luta, muitos interesses pessoais, muitas necessidades e vaidades. Aí veio a magia, a superstição, o dogma a alterar a pureza dos ensinos de Jesus. Muitos rituais foram colocados, muitos sacramentos, muita coisa desnecessária, tanto quanto era desnecessário para Paulo e os cristãos novos o fato de que já não se precisava circuncidar os meninos da família. Isso era um costume judeu e foi um motivo de desentendimento entre Paulo e outros apóstolos. Tiago e Paulo discutiram por conta da circuncisão, até que esse elemento saiu do contexto. Não havia mais necessidade de carimbar com a circuncisão, o corte. né, nos meninos para dizer que era cristão. Isso era um costume judaico e era rigoroso o costume judaico. Tantas leis, tantos preceitos, 613 que Moisés colocou como divinos, mas não eram. Por isso Jesus diz que ele não veio destruir a lei, mas dar-lhe cumprimento e podar tudo aquilo que não era legitimamente de Deus. Por exemplo, os preceitos de Moisés, muito justos à época, necessários nos primeiros tempos, depois da travessia do deserto. Por quê? Porque era um povo indisciplinado, era um povo rude, precisava de freio para conviverem socialmente, mas não tinha nada a ver com lei divina, preceitos rigorosos até, por exemplo, a obediência restrita aos sábados. Nada se podia fazer do sábado, enquanto que a pedagogia de Jesus era a da valorização do ser humano, independente do dia da semana ou do mês. Se tivesse alguém doente no sábado e se Jesus tivesse por perto e fosse conclamado a ajudar e a curar, ele não pensava duas vezes. Oferecia o seu magnetismo, a sua aura benéfica e conseguia curar. E por isso mesmo ele era tido como rebelde, né, como desobediente à lei judaica. Então ele desmascarava as hipocrisias, por exemplo, dos fariseus, que eram tido como pessoas da mais alta elegância, da mais alta estirpe, da nobreza. Mas Jesus dizia para eles: "Sois como sepulcros caiados, brancos por fora, mas cheios de podridão por dentro." e dizia para os seguidores dele: "Não

s alta elegância, da mais alta estirpe, da nobreza. Mas Jesus dizia para eles: "Sois como sepulcros caiados, brancos por fora, mas cheios de podridão por dentro." e dizia para os seguidores dele: "Não façam como os fariseus que me honram com o com os lábios, mas não com o coração." Então ele pregava de maneira simples a lealdade, a bondade, a simplicidade, a humildade e todas as virtudes. Ele nos ensinou através de vários sermões, o mais famoso deles todos nós conhecemos. Talvez até tivéssemos estado lá naquele tempo, o sermão da montanha, né? O sermão da bem-aventurança, quando ele dizia: "Felizes, bem-aventurados os pobres em espírito, porque deles é o reino dos céus". Isso é um ensino importante e é o primeiro que tá na base de tudo. Se nós não alcançamos, que dependemos uns dos outros, que não sabemos tudo e que estamos, como todo mundo, sujeitos a acidentes, a acontecimentos nefastos, todos nós estamos sujeitos a quaisquer coisas. Então isso nos dá uma dimensão do nosso tamanho. Não somos tão poderosos assim. Então precisamos criar um sentido de humildade, saber quem somos, o quanto dependemos e o quanto ainda não dominamos. Não temos o poder de controlar tudo e por isso não cabe para o cristão ser arrogante, ser preconceituoso, achar-se melhor do que os outros. O orgulho e a vaidade não cabe no coração cristão. Então, se ainda temos algum resquício desses vícios, que saibamos então trabalhar para minimizar esses sentimentos inferiores que nos tornam pequenos, amesquinhados. A grande lição de Jesus desde a manjedoura, foi a lição da humildade. Ele que disse: "Se não vos fizerdes do tamanho dessas crianças, não entrareis no reino dos céus, significando que é preciso cultivar pureza de sentimento, pureza de pensamento, inocência. Então, quem faz uma lei de cência está sendo contrário à lei divina." Jesus ensinou tudo isso. Ele é libertador. Por quê? Porque em nos ensinando, abre o nosso entendimento e nos faz aceitar os reves da vida, mostrando para nós eh com o suporte vidouro do consolador

a." Jesus ensinou tudo isso. Ele é libertador. Por quê? Porque em nos ensinando, abre o nosso entendimento e nos faz aceitar os reves da vida, mostrando para nós eh com o suporte vidouro do consolador prometido, que é o Espiritismo, nos mostra que as dificuldades, os reveses, as aflições, são decorrentes das nossas próprias escolhas anteriores e que são muito mais do que dor e sofrimento, oportunidade de ressarcimento perante a lei divina, oportunidade de aprendizado. E nós estamos aqui por dois motivos. Aprender a amar melhor, porque esse é o maior dos mandamentos. Jesus resumiu todos os ensinos, todas as revelações nessa frase. Amar a Deus sobre todas as coisas e ao próximo como a si a si mesmo. Então é preciso auto amor, amor ao próximo, mesmo que seja inimigo. Respeitar o outro, mesmo que seja inimigo, como irmão, como ser humano da família humana. Então, estamos aqui para aprender a amar melhor através da prática da caridade, que para Jesus significa benevolência para com os outros, indulgência para com as falhas alheias e perdão das ofensas. É o famoso bip que a gente tem que ter no coração. Benevolência, indulgência, perdão. Aprender a amar melhor depende da caridade, do amor que nós consigamos desenvolver ao longo da vida. Aprender a amar melhor e sabedoria. Aqui estamos para desenvolver a nossa inteligência. Usar bem o pensamento raciocinado, fazer boas escolhas, progredir espiritualmente, materialmente, intelectualmente, porque vivemos todos sob a lei do progresso. As leis são a forma de Deus, o governador do mundo, se fazer presente entre nós. Então, para terminar, Jesus nos ensinou tudo, porque ele é o condutor, é o guia e modelo, é o orientador do desenvolvimento futuro da humanidade. Ensinou-nos a instalar o reino de Deus na terra, porque o tema central dos ensinos de Jesus é o reino de Deus. E o convite para dezembro, para agora, é que nós aprendamos a instalar o reino de Deus, o Natal aqui dentro, no nosso sentimento, na nossa emoção. Agradecemos a atenção de todos.

us é o reino de Deus. E o convite para dezembro, para agora, é que nós aprendamos a instalar o reino de Deus, o Natal aqui dentro, no nosso sentimento, na nossa emoção. Agradecemos a atenção de todos. Uma boa tarde, um bom fim de semana e se não nos vermos novamente aqui na casa, um bom Natal, um feliz ano novo. O nosso muito obrigado às palavras da Leila. É tão bom ouvir sobre a boa nova de Jesus, porque é como se nós fôssemos assim realimentados na nossa disposição de abraçar essa proposta e de vivenciá-la a cada novo dia. Certa feita, perguntaram ao Chico Xavier se teria validade nós nos tornarmos tão generosos apenas no Natal, não é? porque passávamos o restante de do ano sem esta sensibilidade que nos toca na época de Natal. E Chico disse que era importantíssimo, mesmo que fosse o único dia, porque toda a cristandade estava aberta a ajudar em nome do Mestre. Então é isso, que aproveitemos esse mês, como nos disse a Leila, para solidificar, amalgamar no nosso íntimo esse desejo de servir a Jesus e de sermos multiplicadores da sua boa nova, porque não há absolutamente ninguém que não se sinta amparado e consolado diante das palavras que Jesus nos ofertou. Então, que esse mestre, esse amigo tão amoroso possa permanecer conosco, possa levá-los em segurança de retorno a seus lares e que na próxima sexta-feira que estejamos todos, como tem sido sempre, abrindo o nosso coração e dizendo a Jesus que nós queremos estar com ele sempre, porque ele é o alimento que nos dá a força. necessária para prosseguirmos confiantes na vitória do bem. Sigam em paz. Glória a Deus nas alturas. Paz na terra a toda a humanidade. Fiquem com Deus. Sejam bem-vindos à nossa sala de passe virtual da comunhão espírita [música] de Brasília. O passe tem como finalidade auxiliar a recuperação física, mental e espiritual, substituindo os fluidos deletérios por fluidos benéficos. Durante o passe, [música] temos uma troca de energias físicas, mentais e espirituais, guiadas pelo melhor sentimento que é o amor.

espiritual, substituindo os fluidos deletérios por fluidos benéficos. Durante o passe, [música] temos uma troca de energias físicas, mentais e espirituais, guiadas pelo melhor sentimento que é o amor. Essa energia amorosa auxilia no reequilíbrio dos pensamentos e emoções, [música] restabelecendo a harmonia íntima. Assim, deve ser utilizado quando sentir necessidade [música] ou até que se sinta reequilibrado. Nesse momento em que daremos início à aplicação do paz, pedimos que em um ambiente tranquilo você se coloque de forma confortável, fechando os olhos, [música] respirando de maneira tranquila e serena, para que assim possamos sentir [música] a presença do nosso Deus de amor, Senhor da vida e da misericórdia. Entrando em sintonia com o nosso mestre e amigo de todas as horas e com os mentores espirituais dessa casa, rogamos que nesse momento desça sobre nós todos os fluidos salutares e benéficos necessários [música] ao reequilíbrio do nosso corpo físico, mental e espiritual. Senhor meu Deus, permita que os bons espíritos que me cercam me auxiliem nos momentos de dificuldade. Que eu tenha a força necessária para continuar a caminhada no sentido do bem, do amor e da caridade. Traz, Senhor, [música] a cura para os males do corpo e da alma. Mas se não for o momento, traz o refrigério necessário para que eu continue a caminhada. Que nossos amigos espirituais possam visitar os nossos lares, abençoando a [música] cada um que lá se encontra, trazendo a alegria de viver, a paz, a harmonia e que cada um possa colocar o amor [música] do Mestre Jesus em seus corações. que também os mentores espirituais possam visitar [música] os nossos ambientes de trabalho, levando a cada canto a tranquilidade, a fraternidade e a serenidade. [música] Que esses bons fluidos se estendam [música] para cada um de nós, amigos e familiares, trazendo o conforto que tanto desejamos. a coragem e a [música] fé para continuarmos a nossa estrada da vida. Estamos chegando aos momentos finais de nosso passe. Faremos então [música]

e familiares, trazendo o conforto que tanto desejamos. a coragem e a [música] fé para continuarmos a nossa estrada da vida. Estamos chegando aos momentos finais de nosso passe. Faremos então [música] a oração que o Mestre Jesus nos ensinou. Pai nosso que estais [música] no céu, santificado seja o teu nome, venha a nós o teu reino, seja feita a tua vontade, assim na terra [música] como no céu. O pão nosso de cada dia dai-nos hoje. Perdoa as nossas dívidas, assim como perdoamos aos que nos [música] devem. Perdoa as nossas ofensas, assim como perdoamos aos que nos ofendem. Não nos deixes [música] entregues à tentação, mas livra-nos do mal. E nesse momento, calmamente, vamos abrindo os nossos olhos, retornando ao nosso ambiente com paz e vibrações fraternais. [música] E agradecidos que somos ao nosso mestre Jesus e aos mentores espirituais desta [música] casa, damos graças a Deus, graças a Jesus e assim seja.

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