TEMPO DE CONFIANÇA - Sérgio Castro [PRECE AOS SUICIDAS]

Comunhão Espírita de Brasília 21/04/2026 (há 1 mês) 873 visualizações

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Transcrição

que aprendi, toda a beleza [canto] de [música] viver, doando amor, vibrando luz, [música] buscando [canto] a ti, buscando [canto] a ti. >> Obrigado. [música] Comunhão espírita de Brasília. >> Senhor, estou aqui. [música] para agradecer de coração a paz dentro de mim que [canto] encontrei [música] na comunhão. Foi [música][canto] nessa casa que aprendi toda a beleza de [música] viver. Doando [canto] amor, vibrando luz, buscando a ti. Senhor, mesmo tão longe de atingir [canto] a [música] perfeição, aqui eu [música][canto] entendi qual o valor dessa missão. Foi nessa casa [canto] que aprendi [música] toda a beleza de viver, doando amor, [música] vibrando luz, [música] buscando a ti, buscando >> a ti. Obrigado. Comunhão espírita de Brasília. >> Senhor [música][canto] Estou aqui para agradecer [canto] de coração a paz [música] dentro [canto] de mim que encontrei na comunhão. Foi [música] nessa casa que aprendi toda a beleza de viver, doando [música][canto] amor, vibrando luz, buscando a ti. [canto] >> Senhor, [música] mesmo [canto] tão longe de [música] atingir a perfeição, [canto] aqui [música] eu entendi qual [música][canto] o valor. dessa missão. Foi nessa [música] casa [canto] que aprendi [música] toda a beleza de viver, doando amor, [música] vibrando [canto] luz, buscando a ti, buscando >> a ti. Obrigado. Comunhão [música] espírita de Brasília. Lu Gonzaga, querido Luiz Gonzaga, a comunhão espírita e tenho certeza que falo também por todos que aqui comparecem, te agradece muito por essas canções que são verdadeiras orações e que nos harmonizaram tanto porque falam assim diretamente aquilo que buscamos na nossa vida e que estamos procurando. Eh, boa tarde, boa noite a todos que comparecem ao auditório Bezerra de Menezes para mais uma atividade da casa. Cumprimentamos também aos nossos queridos irmãos e irmãs que nos assistem, que nos ouvem pelas redes sociais vinculadas à Comunião Espírita de Brasília. Hoje, nesse domingo, temos a satisfação de novamente estar com o nosso querido

s queridos irmãos e irmãs que nos assistem, que nos ouvem pelas redes sociais vinculadas à Comunião Espírita de Brasília. Hoje, nesse domingo, temos a satisfação de novamente estar com o nosso querido irmão Sérgio Castro, que nos falará sobre o tema confiança, tempo de confiança. Ele fala sobre tempo de confiança. Sérgio, todos conhecemos. Luiz Gonzaga de vez em quando, ou quase sempre, eh, canta canções compostas pelo Sérgio, que tem várias poesias, então enobrece muito a nossa a nossa vida como espíritos espíritas que somos. Sintam-se então confortáveis aqueles que estiverem com celular, coloquem no modo avião ou desligue o celular e vamos viver no modo presente, o aqui e agora estamos nessa nessa nesse auditório, nessa nesse momento em que nos reunimos e colocamos o nosso coração em prece por nós, pela nossa família e pelos nossos queridos irmãos que no momento de desespero tiraram as suas vidas. Esse domingo também é dedicado a todos eles. Como harmonização, faremos a leitura da mensagem 113 do livro Pão Nosso, de autoria do espírito Emanuel na psicografia de Francisco Cândido Xavier. é do essa e esse esse esse livro Pão Nosso, faz parte da coleção Fonte Viva e é editado pela Federação Espírita Brasileira. E essa mensagem 113, Tua Fé inicia com uma passagem, um trecho de Lucas, capítulo 8, versículo 48, que diz assim: Jesus disse: "Tem bom ânimo, filha, a tua fé te salvou. Vai em paz. E Emanu então reflete a respeito disso, dizendo: "É importante observar que o divino mestre, após o benefício dispensado, sempre se reporta ao prodígio da fé, patrimônio sublime daqueles que o procuram". Diversas vezes, ouvímo-lo na expressiva afirmação: "A tua fé te salvou". Doentes do corpo e da alma, depois do alívio ou da cura, escuta uma frase generosa: "É que a vontade e a confiança do homem são É que a vontade e a confiança do homem são poderosos fatores no desenvolvimento e iluminação da vida. O navegante sem rumo e que em nada confia somente poderá atingir algum porto em virtude do jogo

ão É que a vontade e a confiança do homem são poderosos fatores no desenvolvimento e iluminação da vida. O navegante sem rumo e que em nada confia somente poderá atingir algum porto em virtude do jogo das forças sobre as quais se equilibra, desconhecendo, porém, de maneira absoluta o que lhe possa ocorrer. O enfermo, descrente da ação de todos os remédios, é o primeiro a trabalhar contra a própria segurança. O homem que se mostra desalentado em todas as coisas não deverá aguardar a cooperação útil de coisa alguma. Almas vazias em balde reclamam o quinão de felicidade que o mundo lhes deve. As negações em que perambulam transformam-nas perante a vida em zonas de amortecimento, quais quais isoladores em eletricidade. Passacorrente vitalizante, mas permanecem insensíveis nos empreendimentos e necessidades de teu caminho. Não te isoles nas posições negativas. Jesus pode tudo. Teus amigos verdadeiros farão o possível por ti. Contudo, nem o mestre e nem os companheiros realizarão em sentido integral a felicidade que amba, que ambicionas sem o concurso da tua fé, porque também tu és filho do mesmo Deus com as mesmas possibilidades de elevação e elevado que já estamos. Convido a todos para a nossa prece inicial. Aqueles que se sentirem confortáveis, fechem seus olhos. Relembrando sempre que estamos nesse domingo e o é é uma assembleia que estamos realizando nesse instante, onde o nosso coração ele se une em prece a favor desses irmãos que no momento de desespero tiraram as suas vidas. e também para aqueles que estão no desespero, que estão com a ideiação do suicídio. Então, vamos fazer esse ato de caridade para com cada um deles. Então, vamos fechar os nossos olhos e elevando o nosso pensamento ao Pai Criador, a inteligência suprema, causa primária de todas as coisas. Pai, rogamos pela tua misericórdia em favor dos nossos irmãos suicidas, que desconhecendo tuas imutáveis leis, abreviaram a permanência nesse mundo. Permita, Pai amado, que os espíritos de luz aqui presentes e Maria, mãe de

isericórdia em favor dos nossos irmãos suicidas, que desconhecendo tuas imutáveis leis, abreviaram a permanência nesse mundo. Permita, Pai amado, que os espíritos de luz aqui presentes e Maria, mãe de Jesus, possa encaminhar nossas vibrações amorosas a esses irmãos, a fim de que eles, em um momento de lucidez, possam reconhecer o equívoco que o equívoco de suas atitudes e reconhecendo esse equívoco, Senhor, possam ter a oportunidade de retornar a esse mundo, Senhor, para uma nova oportunidade, porque a tua justiça é misericordiosa, Senhor. Visite a nossa tela mental. Visite a nossa tela mental, Senhor. E vá e descubra, Senhor, o que estamos passando, o que necessitamos, porque estamos buscando a tua luz, a intuição dos bons espíritos em nossa vida. Abençoe-nos a todos, Senhor. Abençoe também, Pai amado, o nosso irmão Sérgio Castro. Intua a mensagem que trará e que tocará o nosso coração. Graças a Deus e graças a Jesus. Queridas irmãs, queridos irmãos, boa noite a todos. Jesus nos abençoe e nos encontre. O tema da nossa reflexão deste início de noite, tempo de confiança, com base na declaração de Jesus em Lucas, capítulo versículo 25, quando Jesus disse aos apóstolos: "Onde está a vossa fé? Cadê a confiança de vocês?", pergunta ele aos apóstolos. Em que contexto isso foi ensinado por Jesus? Vamos encontrar no Evangelho de Lucas, capítulo a partir do versículo 21. Em Mateus capítulo e em Marcos capítulo 4to, a mesma narrativa de um evento especial. Vamos ler no Evangelho segundo Marcos, Novo Testamento, Evangelho segundo São Marcos, capítulo 4, versículos 35 a 41. Disse-lhe Jesus naquele dia: "Passemos para outra margem. Deixando a multidão, ele subiu no bar e eles o o levaram do modo como estava. Logo depois sobreveio uma tempestade de vento e as ondas se jogavam para dentro do barco e o barco já estava se enchendo. Jesus estava na popa dormindo sobre o travesseiro. Eles o acordam e dizem: "Senhor, não te importa que morramos?" Levantando-se, ele conjurou severamente os ventos

rco e o barco já estava se enchendo. Jesus estava na popa dormindo sobre o travesseiro. Eles o acordam e dizem: "Senhor, não te importa que morramos?" Levantando-se, ele conjurou severamente os ventos e disse ao mar: "Silêncio." Logo o vento serenou e houve grande bonança. Depois perguntou: "Por que tendes medo? Aonde está a vossa fé? E eles então ficaram com muito medo, porque diziam uns aos outros, aos outros: "Quem é este homem? Que homem é este a quem o vento e o mar obedecem?" Marcos 4:35 a 41. Emanuel toma o versículo que diz apenas assim: "Onde está a vossa fé? Estávamos em uma tempestade. Os apóstolos, obedecendo a ordem de Jesus, subiram ao barco onde Jesus já estava. Deu a ordem de partir no meio do lago, o que era muito comum. De repente, inesperadamente, surge o problema. O vento forte aumenta as ondas, fica mais forte ainda, as ondas começam a jogar água no barco. Enquanto isso acontecia no início, Jesus estava na parte de trás do barco, na popa, descansando sobre coxins e travesseiros, porque os pescadores costumavam também, para aumentar os recursos, dar passeios com pessoas que pagavam o passeio de barco. E lá no fundo eles deixavam alguns travesseiros, alguns coxins para que as pessoas relaxassem e aproveitassem o passeio. Por isso existia isso no barco. E Jesus então descansou e relaxou com a maior serenidade, enquanto no mundo dos apóstolos estava o maior caos, medo, desconfiança, ansiedade, desequilíbrio, o que fez com que, vendo que não conseguiam vencer a velocidade das ondas que jogava água e o barco iria afundar. Fizeram o que qualquer um de nós faria na mesma situação. Correram até Jesus. Mestre, socorre-nos. Tu não te importas que pereçamos aqui. Atendendo ao pedido, Jesus levantou-se e como um verdadeiro líder do planeta e da natureza, estendeu os braços e disse ao vento: "Aquiieta-te! e ao mar a serena. E como se houvéssemos desligado um ar condicionado, um ventilador, tudo foi voltando ao normal imediatamente. Este é o essa é a narrativa dos três

os e disse ao vento: "Aquiieta-te! e ao mar a serena. E como se houvéssemos desligado um ar condicionado, um ventilador, tudo foi voltando ao normal imediatamente. Este é o essa é a narrativa dos três evangelistas, São Mateus, São Lucas e São Marcos. Mas buscando o simbolismo profundo desta passagem, notamos que o vento não tem ouvidos para ouvir o que Jesus iria dizer, o comando de Jesus. Aquiieta-te. O mar também não tinha o aparelho auditivo para obedecer a ordem a Serena. Como é então que eles obedeceram? A doutrina propõe duas explicações. A primeira é que Jesus que tinha as faculdades e as potencialidades de um espírito no grau máximo, porque ele era e é um arcanjo de Deus, ele é um Messias planetário, um Cristo. que diz La Corder na revista espírita de fevereiro de 1868, que os Cristos de Deus e os Messias, mesmo quando encarnados, não perdem o seu poder e a sua potência angelical, não erram, não estão sujeitos a enganos. Então, Jesus que conhecia a substância íntima das forças da natureza, e por que ele conhecia? Porque ele recebeu do pai o convite para criar junto com ele cocriador, um novo planeta, um novo orb. e aceitou, formando uma equipe de milhares de arquitetos fiderais há muitos e muitos bilhões de há mais de 5 bilhões de anos e aproveitando uma massa ígnea, que foi uma explosão solar que se dissociou do sol. A partir daquele núcleo, o Cristo começou a trabalhar para ele começar a girar, atrair corpúsculos que vagavam no espaço, fundi-los na no calor imenso, incalculável do núcleo e foi formando até que quando ele concluiu e o que já era o necessário, começaram a diminuir o giro e toda aquela massa foi começando a resfriar milhares de anos até que o planeta se estabilizasse na região atmosférica, na superfície, no mundo acuoso de rios, lagos e oceanos e na parte do ambiente que deveria se preparar para receber a vida, a vida de uma humanidade criada por Deus, que iria começar a evoluir neste orbe. Então ele conhecia a natureza íntima da matéria e poderia,

rte do ambiente que deveria se preparar para receber a vida, a vida de uma humanidade criada por Deus, que iria começar a evoluir neste orbe. Então ele conhecia a natureza íntima da matéria e poderia, com o seu poder, realizar a calmaria no vento e consequentemente nas águas. A segunda explicação que a doutrina oferece é que a pedido de Deus, Cristo convidou espíritos, entre aspas, elementais que se vincularam à grande viagem do nosso planeta, vincularam-se a cooperar até quando fosse necessário. Esses espíritos cuidam, limitam, intensificam, diminuem e interrompem os fenômenos da natureza. E então, ao dizer ao vento, Jesus falava a esses espíritos ao dizer ao mar, a Serena estava dando a ordem aos espíritos. E eles então realizaram o processo. Será plausível? Vejamos o que tem de conteúdo em o livro dos espíritos na questão 536, cuja pergunta o título é ação dos espíritos sobre os fenômenos da natureza. O livro dos espíritos 536, letra B. Sabendo que os espíritos, pergunta Kardec, tem ação sobre a matéria e que são os agentes da vontade de Deus, perguntamos se alguns desses espíritos não exerceriam certa influência sobre os elementos da natureza. para os agitar, para os acalmar, para os dirigir? Pergunta Kardec. A resposta é: evidentemente, e nem poderia ser de outro modo. Deus não exerce ação direta sobre a matéria. Ele tem agentes dedicados em todos os graus das escalas dos mundos. Então, na nos graus e níveis da inteligência e da evolução dos grupos de espíritos, há esses elementos que estão ligados intimamente aos fenômenos e ações da natureza. Eles são coordenados por espíritos acima deles, em inteligência, em cultura e em experiência que os dirigem. E esses espíritos recebem ordem de outros mais acima. que pedem que eles inicializem ou encerram, intensifiquem ou pacifiquem a força dos fenômenos. Isso é na 536B e na 539, pergunta Kardec, na produção de certos fenômenos da natureza, por exemplo, das tempestades, aí é o nosso caso, das tempestades. É apenas um espírito que age ou eles se

ômenos. Isso é na 536B e na 539, pergunta Kardec, na produção de certos fenômenos da natureza, por exemplo, das tempestades, aí é o nosso caso, das tempestades. É apenas um espírito que age ou eles se reúnem em grande número para produzi-lo? A resposta é impressionante. Reúnem-se em massas tão grandes que considerais inumeráveis. Então, de acordo com o livro dos espíritos, provavelmente Jesus ao vir à ponta do barco, a proa, e ficar em pé, a sua luz crística, imediatamente tocou o sentimento dos espíritos, que logo perguntaram aos seus superiores, o que ele deseja. E então Jesus deu o comando. Todo mundo calminha, vento calminho, água calminha, que nós estamos aqui passeando, não queremos nada de perturbação. Agora, antes de Jesus socorrer e resolver o problema, que não é comum, Jesus tem que nos ajudar, que é o que ele faz, e nós é que temos que resolver os nossos problemas. Quando? Nos dias de tempestades, da onde? Da nossa travessia. Que travessia chamada existência, que sai do porto inicial chamado nascimento e vai para o porto final chamado morte. Essa travessia de vez em quando, como é comum a todos, acontecem incidentes e acidentes. E por que ele não se envolveu no início? Porque Jesus não tinha nada a provar, nem a resgatar, nem a espiar. Ele não precisava aprender nada em relação à terra. Quem precisava era os 12. Então ele deixou os 12 lutando para equacionar e resolver o problema. E com certeza eles fizeram tudo. Jogaram a água com as mãos ou com algum balde ou com alguma vasilha, mas não era possível. Era muito diferente o volume de água que entrava e o pouquinho de água que eles iam tirando do barco. Aí sim, quando nós estamos lutando e nos esforçando nos períodos da tempestade das nossas existências e vamos ssobrar, perigamos de afundar na vida, aí sim Jesus deve ser acionado. Senhor, eu fiz tudo que me foi possível dentro das minhas forças. do meu conhecimento, da minha energia. Ajuda-me que eu não posso mais. É uma oração. E os apóstolos fizeram uma oração.

ser acionado. Senhor, eu fiz tudo que me foi possível dentro das minhas forças. do meu conhecimento, da minha energia. Ajuda-me que eu não posso mais. É uma oração. E os apóstolos fizeram uma oração. Não é uma oração tão bonita como a de vocês quando falam com Deus, mas é uma oração. Mestre, não te importas que pereçamos? Salva-nos. Amém. É a oração deles e Jesus dá a resposta imediata. Então fica a dica de Marcos, de Lucas, de Mateus e de Jesus para nós, pro nosso dia a dia. Quando vocês tiverem dificuldades e quem imagina já ter feito todos os esforços e tomado todas as providências de que é capaz e que lhe seja possível e a coisa não está andando, não está se resolvendo, é hora de pedir ajuda. Nós não temos as bênçãos de estar num barco da nossa vida com Jesus ali descansando na popa, mas os apóstolos tinham. Por quê? Porque ali eles estão representando a humanidade. Os apóstolos representam a humanidade da Terra. O barco simboliza o planeta. E Jesus tranquilo descansando, o comandante geral, o dirigente siior ou como se diz CEO sior. Esse é o símbolo que devemos trazer pro nosso dia a dia. Emanuel, então esse é o contexto. Homo, como gosta de detalhes, ele tira a parte da fé. Depois que Jesus acalma tudo e eles se acalmam, vem o ensino. Onde está a vossa fé? Eles ficam calados porque não não sabiam o que responder. Já estavam alguns anos com Jesus. Haviam presenciado Jesus consolar, socorrer, curar, libertar e recompor. Ancenianos, deficientes visuais e paralíticos. mulher ameaçada de ser apedrejada por pelo adultério, andar sobre as águas, multiplicar pães e peixes, trazer de volta espíritos em catalepsia profunda, cujo corpo tinha morte aparente. hoje chamada no mundo moderno de ETM, experiência de quase morte pelos médicos e cientistas. Naquela época não havia ciência, então muitas pessoas eram sepultadas quando estavam em inconsciência profunda. Não havia nenhum aparelho para detectar pulsação, atividade cerebral. Então eles sabiam que Jesus tinha esse poder e utilizava nos

tas pessoas eram sepultadas quando estavam em inconsciência profunda. Não havia nenhum aparelho para detectar pulsação, atividade cerebral. Então eles sabiam que Jesus tinha esse poder e utilizava nos momentos necessários. Eles estavam passeando no lago com o governador do planeta, o Cristo planetário. Mas quando a situação ficou muito difícil, vem a perda da confiança. Por isso que Emanu dá o nome de tempo de confiança, porque esse era o momento da fé, da confiança neles mesmos e naquele que estava ali na popa do barco, o Cristo Jesus de Nazaré. Mas não tiveram, mas Jesus não condena, Jesus não critica, Jesus não comenta. Poxa, mas vocês, hein? Se fosse eu, vocês, que que é isso, gente? Vocês estão comigo há mais de 2 anos? Estão vendo aí o que eu faço? Você ainda tão comendo? Não, não faz nenhum comentário, mas faz a questão para dar o ensino. Onde está a vossa fé? Mas que fé? Aquela fé que remove montanhas, aquela fé que é o caminho para a cura, a autocura e a cura de irmãos. A fé que nos faz resistir às tendências imperfeitas nossas e de outros irmãos encarnados e desencarnados que tentam nos afogar nos nossos erros. Onde está a vossa fé? É com base nesse pensamento que Emanuel na lição de hoje escreve tempo de confiança agora no livro Caminho, verdade e vida, lição 40. A tempestade estabelecera a perturbação, o desânimo nos discípulos mais fortes. Então aqui não teve exceção. Pedro, João, Tiago, desorientados ante a fúria dos elementos. Realmente quando a natureza age, a ciência humana ainda não tem como detê-la. Uma tromba d'água quando desce, um tsunami, um raio, socorrem-se de Jesus em altos brados. Era o desespero. Você tá desorientado e a ameaça cercando você cada vez mais forte. Você já ficando fraco de tanto tentar se defender, tem que se socorrer com Jesus. Jesus então os atende, diz Emanuel, mas depois pergunta sobre a forma de ensinamento. Onde está a vossa fé? O quadro sugere ponderações de vasto alcance. Isto é, a cena que eu descrevi a vocês lendo na

esus então os atende, diz Emanuel, mas depois pergunta sobre a forma de ensinamento. Onde está a vossa fé? O quadro sugere ponderações de vasto alcance. Isto é, a cena que eu descrevi a vocês lendo na própria Bíblia. tem riquíssimos elementos de instrução, de orientação para nós. Vasto alcance no nosso dia a dia. A pergunta de Jesus indica claramente a necessidade de manutenção da confiança, da fé, exatamente naqueles momentos que nos parecem mais perdidos e obscuros. Então, o sustentáculo da fé, essa mesma que já possuímos, deve ser acionado para esses momentos. de perigo, de ameaça, de medo, de situação perdida ou obscura em nossa existência atual. Nessas circunstâncias, deve o seguidor de Jesus acionar a força da fé que já possui no tempo que lhe é propício. Isto é, logo urgente, agora não deixe para amanhã, nem depois de amanhã. Toda vez que há ensejo de trabalho e de descanso, de plantil e de colheita, revelaciará igualmente em nós a confiança no tempo adequado, tempo de confiança, tempo do trabalho, tempo do repouso. Tempo do preparo da terra, tempo da semeadura, tempo dos cuidados com a produção, com a plantinha. E mais tarde vem a glória, tempo da colheita, que é o prêmio. Assim é no coração humano e nas nossas relações. Todos os dias, a todo momento, estamos trabalhando em torno de nós e de alguém. Estamos acolhendo, estamos tranquilizando, auxiliando e eles também para conosco. Estamos semeando no coração de alguém algum bom exemplo, alguma boa frase, alguma edificação moral e recebemos semeados nossos corações a semeadura de outrem. Isso é uma coisa intrínseca à existência da alma na terra, que a gente chama de encarnação. Nesses momentos é que a confiança deve ser trabalhada, a fé deve ser exercitada, porque quando tá tudo ótimo, tudo bom, tudo dando certo, quando todas as situações se conjugam para o bem-estar, não estamos precisando da confiança, nem da fé naquele momento da nossa confiança. da nossa fé. Além disso, também é difícil demonstrarse a verdadeira amizade nos momentos felizes.

m para o bem-estar, não estamos precisando da confiança, nem da fé naquele momento da nossa confiança. da nossa fé. Além disso, também é difícil demonstrarse a verdadeira amizade nos momentos felizes. Tá tudo certo com seu amigo ou com a sua amiga, com o seu esposo ou com a sua esposa. Tá tudo alegre, tudo correndo bem. Aproveite. Carpedem. Agora, de vez em quando vem um vento mais forte, uma águazinha mais revolta. É hora então de você usar a confiança e a fé. Primeiro, sabendo que tudo nesta vida é passageiro, tudo passa. É preciso ter paciência e trabalhar para antecipar o dia ou o momento ou a hora da solução definitiva. Faz parte do nosso aprendizado na vida de convivência e no dia a dia. Logo depois, quando tudo voltar a se normalizar, nós voltamos a ser alegres, confiantes, tudo começa a correr bem até o próximo, porque a travessia é longa. às vezes 90 anos, 88 anos, 94. Chico foi até os 92, sendo 70 de trabalho, não de mediunidade, de trabalho mediúnico, porque mediunidade ele tem desde os 5 anos. A mesma coisa de Valdo Franco. Por isso, adverte Emanuel, que os discípulos de Jesus naturalmente aguardem oportunidades de lutas maiores. Então é natural que quanto mais nós vamos ficando experientes no diálogo fraterno, na resolução de problemas, no equacionamento de dores e enfermidades, no socorro aos outros, quanto mais nós vamos criando potencial de ações eficazes nesses campos de vida e de relacionamento, mais a espiritualidade vai confiando em nós, mais A providência vai investindo na nossa individualidade. Para quê? Para nos tornarmos melhores, para aprendermos mais, para termos um legado maior quando desencarnarmos, para que quando desencarnos, os que ficaram chorem de verdade a nossa falta. E não, no meu caso, comemorem. saiam para comemorar no happy hour. Não passamos o que diz Emanuel. Vencida uma etapa de luta, descansamos, nos preparamos e fiquemos espertos porque virá outra. a cada ano, às vezes a cada quinquênio, às vezes a cada década, aí vem aquela convocação.

que diz Emanuel. Vencida uma etapa de luta, descansamos, nos preparamos e fiquemos espertos porque virá outra. a cada ano, às vezes a cada quinquênio, às vezes a cada década, aí vem aquela convocação. Quando nós estamos indo no esforço, no trabalho e obtendo alguns ganhos no trato com outro, na bondade, no sorriso, no abraço, na alegria, na boa vontade, na fé, na perseverança, nas mãos amigas e todas essas esses componentes da bondade, os espíritos observam que podem ter conquistas mais profundas. Então, às vezes são ondas com um ventozinho, uma marola e a gente vai vencendo, mas em determinado ano da década vem um tsunamizinho e nós temos que encarar sem perder a fé. Assim como no tsunami, a solução emergencial, primeiro que tudo, é você subir, subir o mais alto que puder para ter segurança também na vida, na hora do tsunami, na nossa existência, nós temos que nos elevar o máximo possível para ficarmos a salvo. É uma luta. Cristo sabe disso, Deus também. E eles são pacientes. Às vezes a gente sai vitorioso, às vezes nem tanto. Eles esperam então que nos preparemos para depois enviar. Mas por que estão me enviando essas coisas? Por dois motivos. Primeiro são consequências de erros que você já cometeu. Se não lembra nesta encarnação, foi em outras pretéritas, porque ninguém paga a coisa que não fez. Deus é justo. Segundo, ao termos a experiência da dificuldade, da dor, da luta, crescemos, evoluímos. Então Deus usa um aspecto doloroso e negativo do que nós produzimos ontem ou anteontem e oportuniza que transformemos isso em prêmio, em experiência, em ganho, em benefícios. E ele sabe que nem sempre te compreende isso. Às vezes a gente fica chateado, às vezes até aborrecido, mas não perca fé e não tenha medo de pedir ajuda, nem tenha medo do emissário enviado pela providência. Às vezes ela manda o emissário, mas gente quer muito, nós somos muito desconfiados, vem aquela ansiedade e nós recuamos como aconteceu com os apóstolos. Vejam que coisa impressionante. Quando Jesus perguntou: "Por que tendes

ssário, mas gente quer muito, nós somos muito desconfiados, vem aquela ansiedade e nós recuamos como aconteceu com os apóstolos. Vejam que coisa impressionante. Quando Jesus perguntou: "Por que tendes medo? Ainda não tendes fé? Onde está a vossa fé?" E aí resolveu o problema e notou uma coisa curiosa. Todos os 12 foram lá paraa proa, ficaram lá na ponta de lá do barco e ele ficou de novo sozinho aqui na popa. Sabe o que é? Eles ficaram com medo. Tá escrito aqui. Então ficaram com muito medo, gente. Medo de Jesus. Porque diziam uns para com os outros: "Que homem é este? Quem é este a quem o vento e o mar obedecem? Em vez deles virem lá de joelho, chorando e sorrindo ao mesmo tempo, agradecendo Jesus a Jesus e abraçando o que havia havia acabado de salvar a vida dos 12, ficaram com medo. Até do bem nós temos medo. Jesus era o amor personalizado. ficaram, não disseram uma palavra até o barco chegar ao porto de volta, caladíssimos e todos amontoado lá na frente do barco, atrás só Jesus. Olha que símbolo da nossa humanidade. A gente recebe os benefícios da da providência divina e muitas vezes tememos, ficamos com medo, assustados, porque não estamos acostumados a receber ajuda sem nenhum interesse, nem a ajudar ao outro sem nenhum interesse. Mas não tem problema. A cada século nós vamos melhorando, trabalhando essa nossa deficiência até o momento em que quando, numa tempestade violentíssima apelarmos ao Cristo e ele nos enviar um emissário ou for formos bafejados pela equação e pela solução do grande problema, chorando sorrindo, ajoelhemos, olhemos para cima e digamos: "Pai querido, muito obrigado. Sem o teu amor, sem a tua ajuda, sem a tua atenção e o teu carinho, eu não conseguiria." Muito obrigado, Jesus que és o nosso irmão maior. E aí você vai incluindo logo aqueles espíritos que você ama. Afinal, não é? É bom a gente não esquecer ninguém. Obrigado, Dr. Bezerra de Menezes. Obrigada. e vai colocando logo. E quem é católico vai colocando todos os santos, já fica com crédito com eles, né?

Afinal, não é? É bom a gente não esquecer ninguém. Obrigado, Dr. Bezerra de Menezes. Obrigada. e vai colocando logo. E quem é católico vai colocando todos os santos, já fica com crédito com eles, né? Nós somos assim. Então, a encarnação pode ser comparada a um barco. Quando é que você entra no barco? Quando a sua alma é ligada ao corpo que vai nascer. Você fica meses no local seguro, o mais seguro de todos, o ventre da mamãe se preparando. No dia que nasce o barco começa, o barquinho. E quem é o timoneiro? É você o espírito, você que tem o leme e o remo nas mãos. O barquinho vai para onde você o conduzir. É por isso que a gente se desvia um bocado em cada existência. Depois tem que voltar. E alguns ficam rodando assim, ó, no desafio. Só rema de um lado, aí vai rodando. Mas com a doutrina de Jesus e mais recentemente com a doutrina dos espíritos, nós temos condições de tomar uma atitude de fé e de autoconfiança. confiança em nós mesmos, confiança no nosso irmão que nos cerca, confiança nos bons espíritos, confiança em Deus e em Cristo. Eu não sei se vocês conhece uma música chamada Meu Barquinho. Quem conhece uma música religiosa? A autora é Gisele Cristina e o compositor Moisés Cleiton. É uma música maravilhosa. Você conhece, Luiz? Meu barquinho. Eu não vou cantar porque quando eu canto acontecem duas coisas horríveis. Todos os espíritos perturbados, infelizes e obsessores saem correndo. Aí vem o pior, os bons sa correndo atrás deles. Mas o a letra diz assim: "O vento balançou meu barco em alto mar. O medo me cercou e quis me afogar. Mas eu então clamei ao filho de Davi e ele me escutou, por isso eu estou aqui. O vento ele acalmou, o medo repreendeu e quando ele ordenou, o mar obedeceu. Não temo mais o mar, pois firme está minha fé. No meu barquinho está Jesus de Nazaré. Esse é o é o melhor dos versos. Não temo mais o mar, a dificuldade, a tempestade, porque a minha fé agora tá firme. No meu barquinho está Jesus de Nazaré. Se o medo me cercar ou se mais vento soprar,

Esse é o é o melhor dos versos. Não temo mais o mar, a dificuldade, a tempestade, porque a minha fé agora tá firme. No meu barquinho está Jesus de Nazaré. Se o medo me cercar ou se mais vento soprar, o seu nome eu clamarei e ele me guardará. Aí repete a última estrofe, mudando o último verso. Não temo mais o mar, pois firme está minha fé. No meu barquinho está Jesus de Nazaré. Na nossa vidinha está o Jesus de Nazaré. Se o medo me cercar ou se mais vento soprar, se vier outra tempestade, o seu nome eu clamarei e ele me socorrerá. Fé e confiança. Se Deus confia em todos nós, por é que ainda não confiamos nele? Se Cristo tem fé em todos nós, porque ainda não cremos nele? Não foi ele que disse: "Nenhuma das ovelhas que o Pai me confiou se perderá. Nenhuma mesmo Gengiscan, Atila Uno, Hitler, nenhuma. Por quê? Diz ele em João capítulo 10, porque eu sou o bom pastor e o bom pastor conhece as suas ovelhas pelo nome. De quem vocês acham que a Receita Federal copiou os programas para ficar sabendo quem é quem aqui na terra e quanto tá gastando? copiou do projeto dos espíritos, rapaz. Ele sabe, eu sou o bom pastor. O bom pastor conhece e chama as suas ovelhas pelo nome. E foi por isso que eu vim. Olha, ele diz: "Por que desceu das regiões celestes para passar aqui um tempo conosco? Porque eu vim para que todos vós tenhais vida, mas vida em abundância. Ele sabe que é comum a gente viver essa vidinha nossa de um planeta que lentamente está junto com a humanidade subindo na escala evolutiva para se tornar nas próximas décadas e séculos um mundo de regeneração. andar, outro patamar, onde estaremos mais a salvo ou ocorrerá muito menos necessárias tempestadezinhas em nossas existências. Então, a vida que ele veio nos oferecer é a vida abundante, a vida baseada na fé, na esperança, na caridade, na bondade, nas relações e diálogos fraternais, no cultivo do amor entre as criaturas, como escreve Pedro. na sua segunda carta, pedindo que nós cultivemos. O versículo é assim: aspas, acima de

idade, na bondade, nas relações e diálogos fraternais, no cultivo do amor entre as criaturas, como escreve Pedro. na sua segunda carta, pedindo que nós cultivemos. O versículo é assim: aspas, acima de tudo, meus irmãos, cultivemos o amor mútuo. Eu amo você, você me ama. amor mútuo, acima de tudo, da profissão, dos interesses, das propriedades, dos bens materiais, das nossas contas escondidas no exterior, acima de tudo, acima de tudo, cultivai o amor mútuo. Por que isso? E ele diz, por quê? Porque o amor cobre a multidão dos nossos pecados. É o versículo oitavo do capítulo 4to da primeira carta de Pedro. 1 Pedro 4:8. Podem ver lá na Bíblia. E é essa frase de confiar em mim e confiar no outro e do outro confiar em si e confiar em mim. que nós vamos encerrar para que vocês acreditem de verdade. Acima de tudo, queridos irmãos ouvintes, queridos irmãos aqui presentes, cultivemos entre nós o amor mutuo, porque o amor cobre a multidão dos nossos pecados. Um bom domingo a todos, muita paz. Jesus os abençoe e Deus sorria quando todos os dias vocês se levantarem para mais um dia de trabalho de amor, de fé, de esperança e de muita caridade. Boa noite a todos. Muito obrigado. Muita reflexão para todos nós, né? Acredito que eu tava olhando daqui todo mundo muito pensativo. É, realmente, muito obrigado, Sérgio. Hoje ouvimos falar nessas tempestades que provavelmente esteja acometendo muitos de nós. Então, essa vai ser a nossa oração. Que cada um possa pensar na dificuldade que tá tendo, do conflito que está passando. E ao fecharmos os nossos olhos, que eu convido a todos nessa prece final, fechemos os nossos olhos e elevando o nosso pensamento a Jesus, nosso modelo, nosso guia, imaginemos a sua figura que estende as mãos sobre cada um e digamos a ele: "Jesus, mestre querido, acalme o nosso coração, acalme os conflitos que ainda vigem no meu ser. Intua-me, Senhor, a sair dessa tempestade que está me acometendo. Acalma o meu coração, acalma minha mente, acalma minha família, acalma-me,

so coração, acalme os conflitos que ainda vigem no meu ser. Intua-me, Senhor, a sair dessa tempestade que está me acometendo. Acalma o meu coração, acalma minha mente, acalma minha família, acalma-me, Senhor. E oramos a oração que Jesus nos ensinou que irá se transformar em vibrações para cada um de nós. Pai nosso que estais nos céus, santificado seja o vosso nome, venha a nós o vosso reino, seja feita a vossa vontade, assim na terra como nos céus. O pão nosso de cada dia nos dai hoje. Perdoai as nossas ofensas, assim como nós perdoamos a quem nos tem ofendido. E não nos deixeis cair quando em tentação, mas livrai-nos de todos os males. Graças a Deus e graças a Jesus. de passe da comunh auxiliar a recuperação física, mental e espiritual, substituindo os fluidos deletérios por fluidos benéficos. Durante o passe, temos [música] uma troca de energias físicas, mentais e espirituais, guiadas [música] pelo melhor sentimento, que é o amor. Essa energia amorosa auxilia no reequilíbrio [música] dos pensamentos e emoções, restabelecendo a harmonia íntima. Assim, deve ser utilizado quando sentir necessidade [música] ou até que se sinta reequilibrado. Nesse momento em que daremos início à aplicação do paz, pedimos que [música] em um ambiente tranquilo você se coloque de forma confortável, fechando os olhos, respirando de maneira tranquila e serena, para que assim possamos [música] sentir a presença do nosso Deus de amor, Senhor da vida e da misericórdia. Entrando em sintonia com o nosso mestre e amigo [música] de todas as horas e com os mentores espirituais dessa casa, rogamos que nesse momento desça sobre nós todos os fluidos salutares e benéficos necessários ao reequilíbrio do nosso corpo físico, mental [música] e espiritual. Senhor meu Deus, permita que os bons espíritos que me [música] cercam me auxiliem nos momentos de dificuldade. Que eu tenha a força necessária para continuar a caminhada no sentido do [música] bem, do amor e da caridade. Traz, Senhor, [música] a cura para os

ica] cercam me auxiliem nos momentos de dificuldade. Que eu tenha a força necessária para continuar a caminhada no sentido do [música] bem, do amor e da caridade. Traz, Senhor, [música] a cura para os males do corpo e da alma. Mas se não for o momento, traz o refrigério necessário para que eu continue a caminhada. Que nossos amigos espirituais [música] possam visitar os nossos lares, abençoando a cada um que lá se encontra, trazendo [música] a alegria de viver, a paz, a harmonia e que cada um possa colocar o amor do Mestre Jesus em seus corações. e também os mentores espirituais possam visitar [música] os nossos ambientes de trabalho, levando a cada canto a tranquilidade, a fraternidade e a [música] serenidade. Que esses bons fluidos se estendam para cada um de nós, [música] amigos e familiares, trazendo o conforto que tanto desejamos. >> a coragem e a fé para continuarmos à nossa estrada da vida. Estamos chegando [música] aos momentos finais de nosso passe. Faremos [música] então a oração que o Mestre Jesus nos ensinou. Pai nosso que estais no céu, santificado seja o teu [música] nome, venha a nós o teu reino, seja feita a tua vontade, assim na [música] terra como no céu. O pão nosso de cada dia dai-nos hoje. Perdoa as nossas dívidas, assim como perdoamos aos que [música] nos devem. Perdoa as nossas ofensas, assim como perdoamos [música] aos que nos ofendem. Não nos deixes entregues à tentação, mas [música] livra-nos do mal. E nesse momento, calmamente vamos abrindo os nossos olhos, [música] retornando ao nosso ambiente com paz e vibrações fraternais. E agradecidos que somos ao nosso mestre Jesus e aos mentores espirituais [música] desta casa, damos graças [música] a Deus, graças a Jesus e assim seja.

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