DIANTE DOS DESAFIOS, SERENIDADE E FÉ - Márcia Sirotheau [PRECE AOS SUICIDAS]
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Senhor, [música] estou aqui para agradecer de [música] coração. A paz dentro de [música] mim que encontrei na comunhão. Foi nessa [música] casa que aprendi toda a beleza de viver, doando amor, vibrando luz. buscando [música] a ti. [música] Senhor, mesmo tão longe de atingir a perfeição, [música] aqui eu entendi [música] qual o valor dessa missão [música] foi nessa casa que aprendi [música] toda beleza. de viver, doando amor, vibrando luz, buscando a ti, buscando a ti. Obrigado. Comunhão espírita de Brasília. Tarde, boa noite. Estamos na transição do Pô do Sol. Segundo domingo do mês, mês de março de 2026, dia de oração específica para o universo do suicídio. Sejam todos e todas bem-vindos a este salão. A todos que estão nos assistindo agora pela TV e rádio comunhão. Quem nesse trabalho também desejar colocar nomes, coloque lá no chat. Nós já vemos que as pessoas de vários estados do Brasil coloca o nome, coloque seus nomes das pessoas a quem desejam pedir preces, que depois nós vamos lendo e vamos trabalhando em cima desses nomes que no momento aqui agora não podemos ver. Saudamos as pessoas que estão conectadas, que estarão conectadas conosco pelas redes sociais. Uma vez que esses trabalhos são gravados, estão disponíveis em cinco redes sociais comunhão espírita de Brasília. Então, ninguém tem desculpa. Ah, eu não podia comunhão tal dia não não assisti a palestra. Vai lá na data e veja o trabalho gravado. Então, nós vamos iniciar esse encontro da noite para quem está pela primeira vez. Lembrando que esse trabalho dos domingos sempre é dedicado a suicidas desde 1964 por uma questão familiar na família do seu Mário Barata. Então, trabalho de décadas, só que neste dia nós não temos a palestra integral. Nós temos uma palestra em tempo parcial para termos um tempo de oração conjunta. Todo mundo que está aqui trabalha conosco, doa de si e doa para aqueles a quem ele queira. auxiliar. Então, nosso trabalho hoje é um trabalho mediúnico em grupo coletivo. E vamos então iniciar essa atividade.
do que está aqui trabalha conosco, doa de si e doa para aqueles a quem ele queira. auxiliar. Então, nosso trabalho hoje é um trabalho mediúnico em grupo coletivo. E vamos então iniciar essa atividade. Primeiramente, uma leitura preparatória breve. Escolhemos o livro Fonte Viva. Eh, nós temos nesse livro capítulo 56, Renasce Agora. O texto de referência é o Evangelho de João, capítulo terceiro, versículo terceiro, em que Jesus diz assim: "Aquele que não nascer de novo não pode ver o reino de Deus." Aquele que não nascer de novo não pode ver o reino de Deus. E nós vamos ler alguns trechos para refletirmos nesta mensagem. Alguém te magoa? Reinicie o esforço da boa compreensão. Alguém te não entende? Persevera em demonstrar os intentos mais nobres. Deixa-te reviver cada dia na corrente cristalina incessante do bem. Não ouvires a assertiva do Mestre. Aquele que não nascer de novo não pode ver o reino de Deus. Renasce agora em teus propósitos. deliberações e atitudes, trabalhando para superar os obstáculos que te cercam e alcançando antecipação da vitória sobre ti mesmo no tempo. Mais vale auxiliar ainda hoje que ser auxiliado amanhã. Que essas palavras inspiradoras de Emânel comentando o Evangelho de Jesus por meio de Chico Xavier fiquem gravadas em nossos corações. Vamos então agradecer a Deus por estarmos reunidos mais uma vez. O ano avança. Já estamos no terceiro domingo do mês, no terceiro domingo de encontros para prece para suicidas. Que o Senhor nos abençoe e e ilumine o nosso caminhar. Que Jesus nos dê muito sentido e propósito de vida. Comunhão, como é uma casa de trabalho, de auxílio, a gente vê muita gente chegando aqui com vazio interior, que isso não aconteça em nós, porque nós temos o evangelho como pão da vida, como alimento espiritual para nós. E o espírito da verdade. nossos amigos e irmãos invisíveis que estão aqui enchendo esse salão, cuidando, tratando de cada um, trazendo irmãos suicidas que já t condições de vir estar conosco, que vão pegar a nossa doação e levar
sos amigos e irmãos invisíveis que estão aqui enchendo esse salão, cuidando, tratando de cada um, trazendo irmãos suicidas que já t condições de vir estar conosco, que vão pegar a nossa doação e levar imediatamente como se fosse um SAMU para atender gente em hospital, gente na rua, gente desesperada, gente aflita, enfim, é uma legião imensa de trabalho e nós somos convidados a integrar essa legião dentro da nossa condição de encarnados e no futuro também quando estivermos livres da matéria integrarmos as hostes de Jesus. Saudamos particularmente a Bezerra de Menezes, o patrono dessa casa, que guia todos esses trabalhos que são numerosos, a Ismael Cuidando do Brasil, que tem muito trabalho e manter o país no seu destino, no seu rumo, acolhendo-nos e nos encaminhando para termos um progresso individual e coletivo. e a Ana Leal, irmã que um dia sentou-se conosco e hoje a nossa patronce das esferas invisíveis do mundo maior, nos abençoando, porque ela, como dona Helene, como a dona Emília, desde 64 se dedicaram o quanto puderam em prol dos irmãos suicidas. Lembrando que as religiões não acatam o suicídio. Aqui na casa espírita, na doutrina espírita, o suicídio é tratado como irmão sofredor. Ele não tá irremediavelmente perdido, condenado ao inferno, a purgatório, o que quer que seja. Aqui ele tem a chance de dizer: "Venha, levante e segue adiante". E essa mensagem de Cristo para todos nós, sermos bons samaritanos na vida de pessoas, assim como Cristo e suas legiões já são em nossas vidas. Rendamos graças e iniciamos esse trabalho. Na noite de hoje, nossa irmã Márcia Cirotou vai nos falar sobre diante do dos desafios, serenidade e fé. Tema esse abordado contendo como base um livro de Joana de Angeles chamado >> desperte e seja feliz. >> Desperte e seja feliz. Quem que não quer ser feliz aí, né? Só que a gente precisa caminhar por essa conquista. Márcia, por gentileza, diante dos desafios, serenidade e fé. >> Meus amigos, boa noite a todos. É sempre uma alegria quando nós nos
er feliz aí, né? Só que a gente precisa caminhar por essa conquista. Márcia, por gentileza, diante dos desafios, serenidade e fé. >> Meus amigos, boa noite a todos. É sempre uma alegria quando nós nos encontramos nesse trabalho, porque é como se um pedacinho do céu se abrisse e desse a cada um de nós a oportunidade de manifestar o nosso amor, de contribuir com o presente do nosso carinho, da nossa compreensão para todos aqueles que se encontram em situação de sofrimento. E somos todos nós também, porque somos frequentemente também invadidos por esses sentimentos que nos causam tristeza, desolação. Muitas vezes a gente se percebe sem esperança. E como é bom poder contar com essa energia, com esse amparo, com essa visão que nos convida a dar o próximo passo, o nosso passo de luz. Então, o tema que nos foi proposto é diante dos desafios, serenidade e fé. Nós temos desafios a enfrentar. A nossa vida é feita de desafios. E Jesus não nos enganou sobre isso, porque nos avisou: "No mundo tereis tribulações, ou seja, vocês vão passar dificuldade, a coisa vai ficar feia, mas tem de bom ânimo, tenham aquela energia suficiente para acreditar na própria superação." Ainda falou para nós: "Eu venci o mundo". E falou para nós que ele estaria conosco sempre até o fim dos tempos. Esse fim dos tempos, muitas vezes a gente pode eh perceber como algo um pouco complicado. Meu Deus, será que Jesus quis falar que ele tá conosco até que o planeta cabe e tem tanta guerra acontecendo por aí? Será que ela era isso? Mas o Cristo veio nos trazer uma mensagem de que a sua companhia amorosa estaria conosco até que nós atingíssemos o nosso objetivo, que é a plenitude, que é o nosso desenvolvimento completo, espiritual. É aquele momento em que ele nos falou assim: "Brilhai a vossa luz". E nós estamos aqui tentando acender essa luzinha que a gente traz. E como um ingrediente para o nosso aprendizado, surge surgem as tribulações que nos convidam ao bom ânimo. Então, meus amigos, é interessante, nós trouxemos
ando acender essa luzinha que a gente traz. E como um ingrediente para o nosso aprendizado, surge surgem as tribulações que nos convidam ao bom ânimo. Então, meus amigos, é interessante, nós trouxemos aqui para nos ajudar essa mensagem que o nosso irmão falou do espírito Joana de Angeles, esse livro eh Desperte Seja Feliz. Mas é interessante que Joana de Angeles é também aquele espírito que colaborou na codificação com Kardeco. E uma delas é uma mensagem intitulada A paciência, em que ela naquela época se apresentou utilizando o Pseudônimo, um espírito protetor. E mais tarde ela revelou a Defaldo que aquele aquela lição era de sua autoria. E essa lição é lindíssima porque ela vem nos falar da compreensão desse espírito tão maravilhoso, tão amoroso com a nossa própria dor. Esse espírito que veio depois e através da mediunidade de de Divaldo Franco nos brindou com tantas obras que nos convidam a olhar as nossas emoções, a nos perceber, a adquirir ferramentas para esse processo de autoconhecimento, que é o processo pelo qual nós vamos trazer o evangelho da nossa mente para o nosso coração. Então, é esse espírito Joana de Angeles que nos deixou essa lição sobre a paciência, entendendo tão bem a profundidade das nossas dores e com aquele sentimento amoroso, ela nos conduz a uma reflexão sobre como nós agimos, o que nós fazemos com a nossa dor. E demonstrando essa profunda compreensão, ela vai nos dizer que a vida é difícil. Bem o sei, nos diz ela no Evangelho, no capítulo 9, bem-aventurados os aflitos, no item sete. A vida é difícil, eu sei, eu entendo, passei por isso já. É feita de mil bagatelas. Tem traduções que falam mil nadas, ou seja, mil besteirinhas que acabam por nos ferir, que são como alfinetadas que acabam por nos ferir. E essa imagem que Joana deângeles nos apresenta é tão interessante, porque é claro, as grandes dificuldades nos atingem muito, mas quantas pessoas nós conhecemos ou até mesmo a gente se vê nessa situação, não tem nada gravíssimo que tenha
apresenta é tão interessante, porque é claro, as grandes dificuldades nos atingem muito, mas quantas pessoas nós conhecemos ou até mesmo a gente se vê nessa situação, não tem nada gravíssimo que tenha acontecido, mas é um é um desânimo ali, é uma decepção mais adiante, é um desacreditar em algo. E aí nós vamos às vezes nos sentindo sem energia, sem força, sem vontade, meio que assim, eh, despidos da nossa esperança. Ficamos murcho, né, borocochou, para falar maneira mais elegante. Nós vamos ficando dessa maneira. E aconteceu alguma coisa grave, nem sei. É um desânimo, é uma besteira. E Joana de Angeles vem então nos convidar a compreender essa nossa situação, nos oferecendo a possibilidade de que nós possamos, constatado esse nosso estado diante da dor, refletir qual a posição que nós queremos tomar, para onde nós vamos direcionar a nossa força, a nossa energia. Então, ela vai nos dizer que eh é lindo também essas passagens do Evangelho, que a dor, o fardo parece muito mais pesado se a gente olha pro chão do que se a gente eleva a nossa fronte para o alto. E o que que ela quer nos dizer com isso? A dor, olha, olha a maneira amorosa com que ela nos conduz. Olha, eu sei que tá doendo. A dor é grave. Às vezes é uma coisa que aconteceu de maior monto, às vezes é uma besteirinha. Eu sei que dói, mas a dificuldade parece maior se a gente olhar pro chão do que se a gente elevar a nossa fronte para o mais alto. Ou seja, se nós nos fixarmos apenas no nosso problema, essa dor é aumentada, é como que ampliada. Mas se em vez disso, percebendo a nossa dor, não é que a gente vai dar uma de avestruz e fingir que não é com a gente, mas percebendo a nossa dor, se a gente olhar pro alto, ou seja, se nós tivermos também a atenção para ver as bênçãos que nós recebemos, fica mais fácil nós transportarmos esse fardo até que ele realize em nós o trabalho que ele veio realizar, que não é a nossa punição. Não é a nosso, a nossa chateação, o nosso aborrecimento, não é a nossa transformação.
transportarmos esse fardo até que ele realize em nós o trabalho que ele veio realizar, que não é a nossa punição. Não é a nosso, a nossa chateação, o nosso aborrecimento, não é a nossa transformação. Então, a dor vem com esse objetivo. E no livro Desperte, Seja Feliz, tem um capítulo que eu trouxe aqui paraa nossa reflexão, é o capítulo 21, em que Joana de Angeles vai nos falar da dor reparação. E ela nos fala que a nossa dor é uma dor muito pessoal, ou seja, não adianta, o outro não vai sentir essa mesma dor pela gente. A nossa dor, ela vai nos dizer, é intransferível e a gente não pode compartir ela com alguém no sentido de, olha, divide aqui um pouquinho, agora tá comigo, melhorou. Não, a gente pode desabafar, conversar, mas a gente, a dor é nossa e nós precisamos então enfrentá-la. E ela nos diz, muitas vezes a gente quer que os amigos, familiares, eles possam entender exatamente o que nos aflige ou o contrário. Às vezes tem alguém que a gente ama muito e a gente quer compreender aquela dor, se pudesse pegar pra gente, né? Principalmente quem é mãe, quem é pai. Às vezes tem essa esse sentimento em relação a quem a gente ama. A gente quer às vezes tirar da pessoa, não deixa que eu aguento melhor. Mas não dá para ser feito dessa maneira. Isso não é possível no Gana de Angeles, porque há experiências que necessitam ser vividas para mais bem dimensionadas. São as lições que são pessoais, que a gente precisa vivenciar na própria pele para depois ter a alegria de superá-las, porque todas as experiências serão por nós superadas. Disso nós não tenhamos dúvida. em que tempo, de que maneira, aí entre ação, nosso livro é arbítrio. Então essa superação vai nos dar um profundo ganho, um aprendizado, um reconhecimento do nosso valor. É como se esse exercício de superação fosse uma verdadeira enchada que a gente vai utilizando para cavar no nosso próprio coração esses tesouros que nós trazemos ocultos. Essa luz que Jesus viu em nós e falou: "Brilhai a vossa luz". Ela vai brilhar, mas precisa desse
que a gente vai utilizando para cavar no nosso próprio coração esses tesouros que nós trazemos ocultos. Essa luz que Jesus viu em nós e falou: "Brilhai a vossa luz". Ela vai brilhar, mas precisa desse trabalho nosso para que possamos acessar esses recursos que nós trazemos ainda em forma de semente. Tem uns que estão mais florescidinhos, tá? a gente já tem assim mais acesso. Outros a gente nem imagina que tenha, mas nós temos todas essas potencialidades no nosso coração. Então, ela vai nos dizer que eh cada um de nós vai conduzir a sua própria dor, mas ela nos lembra que ninguém passa pela Terra sem a presença da agonia. Não é, não é, não existe nenhum ser humano que não sofra. Aí às vezes a gente olha assim: "Nossa, não, mas o fulano parece que tá tão bem, tem tudo que eu queria ter e não tenho." Tem saúde, tem estabilidade financeira, aí a gente fala lá um montão de coisa e eu acho que sofre muito pouco. Mas meus amigos, quem somos nós para avaliar a dor de cada coração, as expectativas, as decepções, nós não sabemos dizer. Por isso que nós temos que ter muito respeito com o outro nas pequenas coisas ali da vida. Às vezes alguém que atende uma pessoa num serviço de saúde, por exemplo, com uma cara assim de poucos amigos, uma cara assim, uma atitude mais grosseira, às vezes é uma besteira, né? mil bagatelas, como nos diz Joana de Angeles no Evangelho, mas às vezes aquela pessoa tá tão necessitada e aquela cara feia adquirio terrível. Então nós não sabemos. Por isso, devemos procurar nos esforçar para tratar aquelas pessoas que nos cercam bem, sem julgar o que cada um sente. Ela nos vai dizer que todos nós aqui na Terra temos a necessidade de resgate do nosso próprio passado. Então, diante disso, diante dos nossos equívocos, a gente não tem um livre arbítrio, a gente faz o que com ele? Coisa boa. Claro que sim. A gente acerta. demais. Vamos lembrar disso. Nós acertamos também e também erramos. Na hora que nós erramos, em que consiste esse erro? É toda hora que a gente se desvia da lei de amor. A
aro que sim. A gente acerta. demais. Vamos lembrar disso. Nós acertamos também e também erramos. Na hora que nós erramos, em que consiste esse erro? É toda hora que a gente se desvia da lei de amor. A gente desviou, estamos errados. Temos que restabelecer aquele equilíbrio. Temos que, como foi lida na mensagem pelo nosso irmão, que renascer. Isso a gente faz a cada dia, nos deixando banhar dessa fonte, essa fonte de amor que vem nos inspirar a olhar pro nosso próprio, o nosso próprio presente, passado e reavaliar as nossas atitudes. E aí de repente a gente fala: "Não, puxa, realmente poderia ter feito diferente naquela hora lá. Não, como diz uma amiga, se não falei com voz de Jesus, né? Não falei com voz de Jesus, deveria ter falado diferente. E aí, qual é a nossa conduta? É refazer o nosso caminho. E nós estamos aqui para isso. Por isso Joana deângeles nos fala nessa dor resgate, que é aquela dor que vem quando a gente de alguma maneira fere esse equilíbrio da lei de amor, quando a gente se envolve na necessidade de reparação. A gente quebrou, vamos consertar, né? Não é assim que que a gente aprende, vai numa loja assim, olha, se danificar qualquer produto tem que pagar. Às vezes tem umas que estão mais antipáticas que colocam assim esse aviso. Mas é isso, gente. Quebrou, pagou, não é assim? E a gente toda vez que quebra alguma coisa em relação à lei de amor, a gente precisa consertar, a gente precisa reparar. E aí entram em ação os mecanismos automáticos da lei divina para não para a nossa punição, mas para o nosso resgate, para que a gente possa desenvolver isso que a gente traz no nosso próprio coração para que a nossa luz possa brilhar. E aí esses mecanismos de reparação que são aplicação da lei divina, eles entram em ação. E aí nós nos perguntamos: "Entendi, tudo bem, do resgate?" Joana de Ângela está explicando. E como é que eu vou agir diante dessa dor? Eu posso agravar essa dor ou posso amenizar essa dor? E o título que nos foi proposto é Diante da dor, serenidade e fé. Já é um excelente
la está explicando. E como é que eu vou agir diante dessa dor? Eu posso agravar essa dor ou posso amenizar essa dor? E o título que nos foi proposto é Diante da dor, serenidade e fé. Já é um excelente começo para nós, que a gente não se desespere diante da dor. E por isso que eu trouxe a lição de Joana deângeles do Evangelho, para que a gente possa pensar junto com essa lição do livro Desperte Seja Feliz sobre a paciência. A paciência é ferramenta para amenizar o nosso sofrimento, porque a paciência vai nos lembrar para que a gente possa olhar pro alto também, que a gente não enxergue só a dor, que a gente além da dor enxergue as bênçãos que a gente tem, as oportunidades de entendimento. Olha que maravilha que é experimentar uma situação difícil na vida, mas a gente compreender que estamos aqui num processo transitório no corpo de carne. Olha que maravilha que é passar por uma dificuldade e compreender que nos momentos em que materialmente nós nos sentimos sozinhos, nós não estamos desamparados, que temos a espiritualidade amiga ali nos dando força, automaticamente não. Infelizmente não. Felizmente, a gente precisa autorizar eh essa intervenção. E como é que a gente faz isso? Através da prece, da sintonia. Ah, mas eu tô tão desesperado que às vezes eu não consigo nem rezar. Vocês já ouviram alguém falar assim? Já se sentiram dessa maneira? E nós vamos lá no livro dos espíritos aprender com Kardecta aos espíritos. Diante do arrependimento, adianta orar? E os espíritos respondem assim, além de vários várias eh lições, né? Mas o a parte que eu queria destacar é eles falam: "Sim, adianta, mas as boas ações valem mais do que qualquer prece". Olha que instrumento precioso. Na hora que eu estiver desavorada e com uma dificuldade, eu posso fazer a prece das boas ações. Todos nós temos essa condição, a boa ação de olhar pro outro. com mais carinho, com mais atenção de perceber o outro. Uma coisa que para nós é muito difícil, porque às vezes o outro tá falando e a gente tá
nós temos essa condição, a boa ação de olhar pro outro. com mais carinho, com mais atenção de perceber o outro. Uma coisa que para nós é muito difícil, porque às vezes o outro tá falando e a gente tá assim: "Aham, sei, entendi, tá bom?" Não tá nem ouvindo nada, é falta de caridade nossa. Então, precisamos nos comprometer com essa prática do bem que vai nos beneficiar. E nesse livro que nós estamos comentando, né, da Joana de Angeles, eh, Desperte, Seja Feliz, essa lição do Reparação é o capítulo 21 para quem quiser depois ler. Ela vai nos dizer assim: "Diante da dor, mantém-te em paz íntima na tua dor. Qual a dificuldade para que eu não me mantenha em paz?" Joana de segue explicando. A rebeldia torna a dor insuportável. A rebeldia é assim, eu não aguento mais, não quero, não aceito, não vou, fica insuportável. Então, quando a rebeldia estiver nos ameaçando, nós vamos sentir rebeldi. É uma é um sentimento, né? uma emoção, a gente pode sentir, mas a gente vai se deixar dominar por aquela rebeldia, porque esta rebeldia não vai nos ajudar, ela vai tornar a dor insuportável. A dor passa, sim, passa, porque nós já temos esse conhecimento sobre a transitoriedade dos sofrimentos. Então ela vai passar, mas a rebeldia vai fazer com que naquele momento ela seja para nós insuportável, porque a gente quer alterar imediatamente do nosso jeito e isso não é possível. Então, precisamos combater essa rebeldia com a nossa humildade, com a fé, entregando a Deus, sabendo que aquela situação tem uma razão de ser, que eu não estou ali vítima do mundo, que aquela aquela situação que eu estou vivenciando tem algo a me ensinar, foi por mim provocada. Ah, mas eu não fiz nada. Não fizemos que a gente se lembre, né, gente? Mas nós nós já aprendemos que nós temos outras existências, não outras vidas, porque vidas nós temos apenas uma. Nós estamos temos outras existências na matéria. Então temos as nossas reparações a ser feitas. A desesperação faz a dor ser maior do que ela é. A gente fica desesperado e aquilo ali
temos apenas uma. Nós estamos temos outras existências na matéria. Então temos as nossas reparações a ser feitas. A desesperação faz a dor ser maior do que ela é. A gente fica desesperado e aquilo ali parece que não tem fim. E aí a dor assume uma proporção assustadora para nós, muito maior. O desânimo acaba conspirando contra a superação. Porque para a superação das nossas dores, nós precisamos de uma resignação. E é da Joana de Angeles também essa expressão ativa. O que é isso? é a gente entender que aquilo ali está acontecendo conosco, aceitar que aquela situação decorre da lei de causa e efeito, mas ativamente procurar superar aquela situação. Então essa resignação ativa, ela precisa de ânimo. Por isso que Jesus falou para nós: "Tereis tribulações, mas tende de bom ânimo para que a gente não se deixe desanimar e com isso as nossas forças vão sendo minadas, mas que a gente não readquira, recupera essas forças. Tá difícil? Vamos pedir ajuda. Por isso que nós fomos criados para viver em sociedade. E é tão interessante isso na nossa espécie, porque a gente observa que um ser humano, ao contrário de outros animais, não sobrevive sem a ajuda do outro. Outros animais não, né? Às vezes nasce ali o bichinho já sai de um ovo, sai eh caminhando, come ali o que tiver ali no caminho. Mas nós, se não tivermos quem nos pude, quando a gente acaba de nascer, a gente não sobrevive, não tem possibilidade. E aí eu pergunto a vocês, por que que Deus fez isso com a gente, hein? Será que foi um erro de projeto? Ele não poderia ter dado uma melhorada nesse aspecto? Tem alguma lição na maneira como nós nascemos? É a lição da solidariedade. Desde pequenininho a gente aprende assim: se eu não depender do outro, do amor do outro, da ajuda do outro, eu não sobrevivo. Aí nós crescemos, ficamos independentes, mas continuamos envolvidos no mesmo processo da lei de amor. E quanto mais cedo a gente entender isso, mais nós vamos nos ajudar. A mágoa de Joana de Angeles vai tornar a dor mais rude, mais pesada.
, mas continuamos envolvidos no mesmo processo da lei de amor. E quanto mais cedo a gente entender isso, mais nós vamos nos ajudar. A mágoa de Joana de Angeles vai tornar a dor mais rude, mais pesada. Como é difícil. E a gente vê tanto isso nos tratamentos de de desobsessão, nos grupos mediúnicos, quando depois que a gente acaba de tomar o passe, os nossos acompanhantes espirituais permanecem lá e são convidados ao diálogo fraterno, a gente vê isto, como que a mágoa pesa, a criatura já sofreu alguma coisa que deixoua profundamente triste, revoltada, magoada e ela traz aquilo, às vezes fica anos remoendo aquela aquela situação desencarna e fica ali remoendo. Meu Deus do céu, o outro me roubou, eu não acredito que aquilo ali, que que nós estamos fazendo com a mágoa? A gente está revivendo. E eu pergunto a vocês, não foi suficiente viver a dificuldade uma vez? Para que que a gente vai reviver aquilo na nossa cabeça? Isso que a mágoa faz conosco. Então, meus amigos, é importante que a gente se deixe envolver por esse processo de resignação ativa, aceitando e lutando paraa superação daquela dificuldade com serenidade, porque se a gente se desespera, nós vamos agravar a situação. E para que a gente possa é ir se encaminhando pro final, eu gostaria só de lembrar a vocês uma lição que nos é trazida pelo espírito Ramed no livro As Dores da Alma, quando ele fala de medo. Eu acho uma lição de uma grande riqueza, porque ele nos convida a pensar na nossa atenção como o foco de uma lanterna à noite. À noite a gente direciona o foco da lanterna e aquilo que a gente tá ali focalizando, que que acontece? Se evidencia. Então ele diz para nós, quando a gente focaliza alguma situação, alguma pessoa, alguma coisa, nós começamos a estabelecer com aquele aquele ser ou aquele objeto ou aquela situação profundos laços mentais. ficamos ligados àquela situação, é o foco. E ele nos convida então a pensar no direcionamento desse foco. Porque na hora que a gente vai eh avaliar ou analisar uma situação difícil que a
aços mentais. ficamos ligados àquela situação, é o foco. E ele nos convida então a pensar no direcionamento desse foco. Porque na hora que a gente vai eh avaliar ou analisar uma situação difícil que a gente tá vivendo ou mesmo algo que vive o nosso planeta, uma grande catástrofe, uma grande guerra, a gente está o quê? estabelecendo profundas ligações mentais com aquela situação. E precisamos ser capazes, nos fala Ramed, de exercitar o focalizar e o desfocalizar ou ampliar esse foco para que a gente possa perceber também as outras situações, porque caso contrário, se a gente focaliza apenas naquele aspecto doloroso ou negativo ou difícil, vai parecer para nós que aquele aspecto é a totalidade do conjunto que nós estamos observando, não é? Mais ou menos o que Joana de Angeles fala no Evangelho, quando ela vai falar sobre a paciência, que a gente ao invés de voltar a nossa cabeça para baixo, a gente eleve a nossa fronte para o mais alto, percebendo as bênçãos, as consolações, as oportunidades e que nós possamos nos abrir a essa oportunidade, porque muitas vezes é um preconceito que nos impede de aceitar uma ajuda, é uma prevenção. Quanta gente fala assim: "Ah, eu tenho tal tratamento pra coluna". Tem uma amiga da minha mãe que passou por essa situação. Ah, não, mas eu não vou em fisioterapeuta, detesto fisioterapeuta. Gente, isso é preconceito, isso é uma ignorância nossa. é fechar a porta para ajuda. Então, vejam como essas fixações mentais que a gente traz, essas prevenções, essa rigidez nos atrapalha, não joga no nosso time. Precisamos então fazer essa mudança para que nós aproveitemos as oportunidades para construir a nossa alegria, a nossa felicidade. A gente às vezes aprende no evangelho, a felicidade não é deste mundo, não é mesmo? a plena, não é? Mas é possível viver em contentamento. É preciso, é, é possível experimentar a alegria. Consiste esse processo em que a gente possa realmente olhar ao nosso redor, não se deixar ficar cego pelo que nos acontece, nos magoa, nos fere. aquilo
É preciso, é, é possível experimentar a alegria. Consiste esse processo em que a gente possa realmente olhar ao nosso redor, não se deixar ficar cego pelo que nos acontece, nos magoa, nos fere. aquilo existe, existe. Mas vamos ver também os o os outros aspectos, as ajudas que nós temos, as pessoas que estão ao nosso lado, quanta coisa tem para nos ajudar e vamos abraçar essas oportunidades, desenvolvendo também a nossa fé. E o que é a fé? É a certeza que nós estamos sendo cuidados. A gente não veio aqui caído de para-quedas por acaso. Viemos com programa a ser cumprido na medida do possível. Quanto melhor a gente cumprir, melhor para nós, né? A gente não consegue cumprir tudo que a gente promete lá em cima. Nós percebemos isso pelos depoimentos nas obras espíritas. Mas quanto mais a gente fizer, mais nós estamos nos adiantando, mais nós estamos construindo a nossa felicidade. Então vamos, vamos nos abrir a mudança, a ajuda, a percepção de todas as coisas boas que estão ao nosso redor. Quem mora em Brasília não tem desculpa, porque essa cidade tem um dos céus mais bonitos que eu já vi. Para todo lugar que a gente olha tem esse céu lindo nos nos falando o quê? nos convidando à renovação. E a gente vê que esse céu, a paisagem muda. Essa hora que a gente tá aqui é maravilhosa, 6 horas da tarde. Hoje choveu em Brasília, né, para quem não está aqui. Mas a gente vê que é uma hora em que o céu tá se organizando para que a noite chegue e a gente vê as nuvens cada dia elas se apresentam de uma maneira diferente. A claridade incide sobre a nuvem e sobre a cidade, sobre o lago, sobre as as árvores, de uma maneira diferente, rearranjando. E o que é isso senão o nosso pai nos convidando para que a gente possa utilizar as nossas energias e rearranjar a nossa vida, tendo uma ilimitada possibilidade de novas combinações, de modificações que a gente pode fazer a partir da nossa maneira de ver o mundo. Então vamos nos abrir para reorganizar a nossa vida, deixando que essa luz entre e nos envolva, como nos
s combinações, de modificações que a gente pode fazer a partir da nossa maneira de ver o mundo. Então vamos nos abrir para reorganizar a nossa vida, deixando que essa luz entre e nos envolva, como nos falou o espírito emano na lição que foi lida, que a gente se deixe banhar nessa corrente de luz que nos envolvem permanentemente e que possamos assim nos renovar e renovados encarar as nossas dores com esperança, com alegria e não acreditando, mas sabendo da proteção que todos nós temos. Eu agradeço a vocês e volto lá pro meu lugarzinho, né? Muito obrigada a todos. Boa noite. Temos a exposição do nosso Alô. Tivemos a exposição de nossa irmã Marcot. Nós vamos agora eh estamos dizendo que estivemos a exposição da nossa irmã Márcia Se rotô e nós vamos agora ao momento de oração. É momento de trabalho coletivo. Todas as pessoas que estão aqui são convidadas a sentaremse e conectarem-se com este ambiente porque é um trabalho mediúnico. É um momento de doação. Eu vou doar do quê? A tua vontade vai alavancar e mobilizar os teus corpos. Sim, você tem três corpos, o físico, mental e espiritual, e deles sairão recursos que a espiritualidade recolhe para auxiliar quem precisa. São corpúsculos mentais, ideiações, ideoplastia, como queiram chamar. No primeiro instante, nós pensamos nos suicidas nesse universo. Muitas pessoas são envolvidas nisso. Família, amigos, as próprias pessoas que já partiram ou que estão pensando em partir. A gente tenta impedir que essas coisas aconteçam, que as pessoas tomem decisões mais sábias. É o momento também de pensarmos nas pessoas a quem nós sabemos que estão com problemas, aflições, necessidades, qualquer um, um amigo doente, um parente, um conhecido e também nós mesmos. É o momento de pensarmos em nossas necessidades, pedindo a Deus que nos dê humildade e de expor as nossas mazelas, nossas dores e pedirmos auxílio. Um auxílio que nós possamos escutar, acolher e obedecer, além do auxílio direto que a espiritualidade já está fazendo e todos nós que aqui estamos trabalhando as
elas, nossas dores e pedirmos auxílio. Um auxílio que nós possamos escutar, acolher e obedecer, além do auxílio direto que a espiritualidade já está fazendo e todos nós que aqui estamos trabalhando as nossas forças e energias e nos renovando. É um momento de cura, é um momento de recomeço, como foi a mensagem inicial, é um momento de alegria e de superação, como disse a palestra de hoje. Então, nós vamos iniciar esse trabalho, todos nós em conjunto. A mesa faz orações apenas como se fosse um maestro regendo uma orquestra para que os nossos pensamentos possam adentrar nesse ritmo, nesse diapazão e todos unidos focarmos naqueles temas. Os temas que são trazidos aqui é fruto de pesquisa, dos atendimentos que a casa faz, das estatísticas do universo suicídio. Nós focamos onde realmente existe possibilidades de haver suicídio, onde há problemas e onde ele acontece com maior frequência. A primeira prece do nosso irmão Luís Gonzaga, porque a música espírita é uma prece cantada, ela nos eleva. Na sequência virá nossa irmã Conceição orando pelos jovens suicidas, que é muito recorrente. E na sequência, a irmã Lívia vai orar pelos idosos suicidas, que é algo que começou a ocorrer em nossas vidas, os jovens e os idosos suicidas. Então nós teremos na sequência essas três primeiras preces do irmão Luiz Gonzaga, da Conceição e da Lívia. Nos concentremos e vamos trabalhar pedindo por todos que sabemos necessitados, inclusive nós mesmos. Que Deus nos abençoe. เฮ >> Jesus, mestre divino do amor. >> É do a dimensão da nossa [música] dor. Paz. Os corações necessitados [música] que vivem a sofrer sem despertar. [música] Amigo, conduz a Deus nossos [música] anseios e vem [música] nossos receios afastar assim quando a nós >> álvor, ilumin as nossas [música] vidas. Permite que a tua luz e o teu carinho cicatriz em as feridas e para gravar o teu amor dentro dos nossos corações recebe as nossas preces e esperanças para curar nossos irmãos. Jesus. Jesus. Deus, nosso pai, criador e fonte de todas as coisas,
triz em as feridas e para gravar o teu amor dentro dos nossos corações recebe as nossas preces e esperanças para curar nossos irmãos. Jesus. Jesus. Deus, nosso pai, criador e fonte de todas as coisas, Jesus, meigo rabi, nosso Mestre e irmão maior. Amada mãe santíssima, nós vos louvamos, nós vos agradecemos por momento tão especial em nossas vidas, pelas lições da noite que calam fundo em nossos corações, tão atuais, tão necessárias ao caminho que trilhamos. Agradecemos pela assistência, pelo amparo que se faz sobre todos nós. Diante de tantas bênçãos, mestre amado, nós pedimos pelos nossos irmãozinhos, jovens que, sentindo-se em momentos de angústia, de aflição, muitas muitas vezes não percebendo ajuda espiritual ou ajuda de alguém próximo. resolveram abreviar a sua partida para o mundo espiritual. Mestre amado, que o teu amor possa resgatá-los, que o teu amor possa acender a luz que existe em cada coração, mostrando-lhes a vida que continua, mostrando-lhes a esperança e a continuidade da vida. Que a mãe santíssima possa acalentá-los em seu regaço de amor e que os amigos espirituais possam ajudá-los na recuperação, no tratamento necessário, para que no amanhã sigam felizes, mais fortalecidos. E ainda te pedimos, mestre, por aqueles irmãozinhos que, diante de tantos desafios, sentem-se também angustiados, depressivos e que possam pensar nesta possibilidade, que recebam, Senhor Jesus, a ajuda necessária, o entendimento para a grandeza da oportunidade que nós aqui temos e que possam ser vitoriosos e continuar a caminhada. Pedimos também pelos familiares, pelos pais, pelos irmãos, pelos avós, por todos os que amam estes entes que partem diante da dor, do luto, da saudade, da perda. Que todos possam encontrar o caminho através da fé, da paciência que foi tão bem colocada pela nossa irmã, da esperança, da certeza de que somos espíritos eternos e de que nos encontraremos. Jesus amado, fortalece a família para que possamos melhor preparados. termos uma caminhada mais feliz, mais
sa irmã, da esperança, da certeza de que somos espíritos eternos e de que nos encontraremos. Jesus amado, fortalece a família para que possamos melhor preparados. termos uma caminhada mais feliz, mais profíqua com relação aos nossos filhos, aos nossos amados. Agradecemos por esta oportunidade bendita, Senhor, pedindo que nos ajudes a amar, a bem aproveitar o que aqui viemos fazer. Que a tua luz, Senhor, possa estar com toda a humanidade diante de tanta dor e sofrimento com o nosso Brasil querido, com todos nós. Amado mestre, dá-nos uma semana de paz e tranquilidade. E agradecemos imensamente também ao nosso querido Dr. Bezerra e a nossa querida Ana Leal. Que assim seja. Vivemos dos dois lados da vida sob leis de um pai que é infinito amor e bondade, infinita miseric Icórdia, por tanto amor temos cuidando de nós, enxergando os lados mais profundos e íntimos de nossas almas, o mestre Jesus. Mestre, neste momento, como se o Senhor abrisse os próprios braços, abrindo o céu, que a tua luz possa alcançar todos os corações conectados a ti, ainda que muitas vezes. nos esqueçamos ou não acreditemos que temos, você ao nosso alcance, que o teu amor incondicional possa fazer acender a luz de esperança, a luz divina que habita a cada ser, para que todos se lembrem de seu valor. na balança universal, no banquete de amor de qual é feito o universo. E neste momento mentalizaremos em especial aqueles que estão na maior idade e que muitas vezes pela solidão, pela visita do sentimento, da falta de propósito, ou também pelo tempo que se transforma como se tivesse um outro sentido nesta fase da vida, permitindo que muitas das gavetas que cada um esconde fundo no coração sejam revisitadas. Façam com que nossos irmãos acreditem que não é mais importante ou valioso persistir vivendo. Auxilia, Senhor, abraça cada coração dos nossos irmãos idosos, dos nossos queridos vozinhos e vozinhas, de toda a sociedade, pois somos uma família universal. Abraça cada um, principalmente aqueles que não suportando, acreditando não
ção dos nossos irmãos idosos, dos nossos queridos vozinhos e vozinhas, de toda a sociedade, pois somos uma família universal. Abraça cada um, principalmente aqueles que não suportando, acreditando não poder mais suportar a dor, decidiram abreviar a partida pro mundo maior. Abraça todos eles, entrega a tua luz e ajuda a fazer com que eles levantem a cabeça para olhar em seus olhos e ver que nunca, em momento algum estiveram sós, que todos têm e tiveram sempre até o último segundo, um propósito, um papel, uma importância. e uma missão divina, pois essa é a vontade de Deus. Que o Senhor acolha aqueles que estão em maior sofrimento, principalmente os que já partiram pelas vias do suicídio, acolhendo também as famílias, os filhos, os netos, os irmãos, todos que ficaram sentindo imensas saudades, mas também acolhendo com a certeza do reencontro na hora divina. Obrigada, mestre. Obrigada, espiritualidade amiga. Obrigada, Deus. Que seja sempre feita a tua vontade, Senhor. E que você que nos enviou Jesus ajude-nos a recordar que nosso mestre sempre estará conosco e nunca deixará nenhum de nós, nenhum deles para trás. Obrigada. Que sem seja. Graças a Deus e graças a Jesus. Na sequência, a irmã Tatá nos conduzirá em prece pelas mães suicidas. Casos esses em que os filhos ficam geralmente profundamente traumatizados. Peçamos por essas famílias que enfrentaram esse incidente. E por fim, nosso irmão Sérgio Castro orará por aqueles que ceifaram a própria vida em decorrência de perdas severas. Alguma coisa ou alguém que de forma abrupta, extremamente importante para nós, deixou de fazer parte do nosso caminhar. Ficou um vazio. Como devemos reagir? Nossa irmã já nos trouxe essa lição nessa palestra de hoje. Então, com a palavra, irmã Tatá e o irmão Sérgio Castro. Mãe Maria Santíssima, ó mãe de todos nós, teu ventre nos trouxe o guia da humanidade. E nos ensinaste, mãe amantíssima, a amar uma vez mais, a não desistir jamais. Quando as dores do parto na estrada poirenta sobre o jumentinho
de todos nós, teu ventre nos trouxe o guia da humanidade. E nos ensinaste, mãe amantíssima, a amar uma vez mais, a não desistir jamais. Quando as dores do parto na estrada poirenta sobre o jumentinho lhe doía, seguias confiante. Anda soldadesca romana cercou com filho no sexto, disseste corajosamente porque amava a verdade, estava com o filho. O soldado não acreditou e a deixou passar. E na estrada de Job, na pequenina casa, acolheu Magdala no alto da febre e da lepra, que a libertava das dores do espírito, ensinando a acolher a todos. Ó mãe querida, és o regaço amoroso de todos nós. Quando as feras cercaram os mártires, intuiu-os a cantar, a não desistir jamais. Mãe Maria, rogamos humildemente, amadíssima, ao teu coração por aquelas mães que em um momento de vida, de desespero e de vazio existencial, de dor ou de violência, de traumas ou transtornos mentais que naquele instante não conseguiram superar, que possam ser acolhidas no teu regaço amoroso, porque numa decisão equivocada optaram pelo suicídio. que as suas famílias amadas sejam também acolhidas com imenso amor. Mãe querida, abençoa também, mãe, e dar forças mães que acalentam a ideiação suicida, dada a perda dos filhos devido à violência doméstica que graça no mundo. São tantas as mulheres em sofrimento, mãe querida. Mas sabemos que as mães, as mulheres foram aquelas que caminharam ao lado do teu filho no calvário, quando aqueles que se disseram amigos não tiveram coragem suficiente de assumir a amizade. perante a perseguição. Que a força das mães, que a força das mulheres possam ser acolhidas e iluminadas cada vez mais, mãe. Que a bondade divina recaia sobre estes corações sofridos, porque sabemos que Deus é amor e o coração divino sempre se abre aos arrependimentos. Que a força, o amor, a coragem possam acolher estas mães desencarnadas. Envolva em paz para uma nova jornada e que suas famílias se fortaleçam no agora, sabendo que a melhor forma de amar é prosseguir e perseverar vivendo. Que assim seja. Graças a Deus
mães desencarnadas. Envolva em paz para uma nova jornada e que suas famílias se fortaleçam no agora, sabendo que a melhor forma de amar é prosseguir e perseverar vivendo. Que assim seja. Graças a Deus e graças a Jesus. Querida mãe santíssima, fica um pouco mais conosco. Neste momento nos damos as mãos em pensamento e cada um dos que aqui estão eleva ao máximo o seu sentimento de amor, a sua vibração de paz e juntos produzimos a esperança e a fé. que te pedimos recolhas para levar a cada aposento, a cada quarto, onde esteja alguém pensando em abreviar a sua vida, em razão dos pesados problemas e dificuldades, porque passam, recolhe e multiplica. este tesouro de preces e abraça um por um esses irmãos onde quer que estejam e eles possam sentir uma luz surgindo à sua frente. O teu manto, mãe querida, é o nosso céu. O brilho dos teus olhos são as nossas estrelas. O teu olhar é como o luar nas noites claras de verão. E do teu coração o jato de luz. banha esses irmãos em desespero, evitando que eles continuem fixados na ideia de fugir da vida, porque a vida, mãe querida, é produto do amor do pai e ninguém pode, ninguém tem um direito de matar a vida. Toca o coração desses nossos irmãos para que eles modifiquem o ambiente mental e as dores emocionais que o crucificam e comece a ter um pouco de autoconfiança, de alegria de viver, dê inteligência mais aplicada aos seus problemas e dificuldades, podendo então antever uma recuperação com o passar dos dias, dos tempos, uma das maiores bênçãos do Pai para todos os seus filhos. Mãe querida da nossa humanidade, tu és a mulher, a mãe, a matrona, a misericordiosa e aquela cheia de mansuetude que advoga as nossas causas e doras perante a justiça, implorando ao Pai a misericórdia. Então, mãe querida, recebe aqueles que já realizaram o ato impensado do suicídio. E aqueles que estão ainda pensando neste momento, sejam visitados pela tua luz e pelo teu amor, protegidos pelo teu coração, alimpados pela tua vibração, controlados pela tua mente
ensado do suicídio. E aqueles que estão ainda pensando neste momento, sejam visitados pela tua luz e pelo teu amor, protegidos pelo teu coração, alimpados pela tua vibração, controlados pela tua mente e envolvidos no teu manto sagrado. os espíritos sejam conduzidos à reflexão diante do amor do Cristo. Então, nós só temos a te dizer, mãe querida, muito obrigado e a todas as mães aqui presentes, a todas as mães da terra, a todas as mulheres deste mundo, verdadeiras rainhas do amor de Deus. Nós, em teu nome, mãe santíssima, transmitimos os teus parabéns por este dia que é dedicado às homenagens a nossas irmãs. Então, querida mãe santíssima, permita que eu encerre recebendo o teu abraço e espalhando em todas as direções e rincões esse amor que hoje trouxestes a esta casa em nome do teu filho e em nome do nosso Deus. Graças a Deus. E assim envolvidos nestas energias de acolhimento em respeito às dores e as luzes que chegam para clarear o horizonte das mentes encarnadas e desencarnadas neste salão. Nós simplesmente dizemos graças a Deus. por este momento de luz, por esta oportunidade de paz, por este banquete oracional, que no mês vindouro, no segundo domingo, possamos mais uma vez aqui estar. Que todos tenhamos uma semana repleta de muita luz e muita paz. Sejam bem-vindos à nossa [música] sala de passe virtual da comunhão espírita de Brasília. O passe tem como finalidade [música] auxiliar a recuperação física, mental e espiritual, substituindo os fluidos deletérios [música] por fluidos benéficos. Durante o passe, temos uma troca de energias físicas, mentais [música] e espirituais, guiadas pelo melhor sentimento que é o amor. Essa energia amorosa auxilia no reequilíbrio dos pensamentos e emoções, restabelecendo a harmonia íntima. Assim, deve ser utilizado quando sentir necessidade [música] ou até que se sinta reequilibrado. Nesse momento em que daremos início à aplicação do paz, pedimos que [música] em um ambiente tranquilo você se coloque de forma confortável, fechando os [música] olhos, respirando
sinta reequilibrado. Nesse momento em que daremos início à aplicação do paz, pedimos que [música] em um ambiente tranquilo você se coloque de forma confortável, fechando os [música] olhos, respirando de maneira tranquila e serena, para que assim possamos sentir a presença do nosso Deus de amor, Senhor da vida e da misericórdia. Entrando em sintonia com [música] o nosso mestre e amigo de todas as horas e com os mentores espirituais dessa [música] casa, rogamos que nesse momento desça sobre nós todos os fluidos salutares e benéficos necessários ao reequilíbrio do nosso corpo [música] físico, mental e espiritual. Senhor meu Deus, permita que os bons espíritos que me cercam me auxiliem nos [música] momentos de dificuldade. Que eu tenha a força necessária para continuar a caminhada no sentido do bem, [música] do amor e da caridade. Trai, Senhor, a cura para os males do corpo e da alma. Mas se não for o momento, traz o refrigério necessário para que eu continue a caminhada. Que nossos amigos espirituais possam visitar os nossos lares, [música] abençoando a cada um que lá se encontra, trazendo a [música] alegria de viver, a paz, a harmonia e que cada um possa colocar o amor do Mestre Jesus em seus corações. e também os mentores espirituais possam visitar os nossos ambientes [música] de trabalho, levando a cada canto a tranquilidade, a fraternidade e a [música] serenidade. Que esses bons fluidos se estendam para [música] cada um de nós, amigos e familiares, trazendo o conforto que tanto desejamos. a coragem e a fé para continuarmos a nossa estrada da vida. Estamos [música] chegando aos momentos finais de nosso passe. Faremos [música] então a oração que o Mestre Jesus nos ensinou. Pai nosso que estais [música] no céu, santificado seja o teu nome, venha a nós o teu [música] reino, seja feita a tua vontade, assim na [música] terra como no céu. O pão nosso de cada dia dai-nos hoje. Perdoa as nossas dívidas, assim como perdoamos aos que nos [música] devem. Perdoa as nossas ofensas, assim como
tua vontade, assim na [música] terra como no céu. O pão nosso de cada dia dai-nos hoje. Perdoa as nossas dívidas, assim como perdoamos aos que nos [música] devem. Perdoa as nossas ofensas, assim como perdoamos [música] aos que nos ofendem. Não nos deixes entregues à tentação, mas livra-nos do mal. E nesse momento, calmamente, [música] vamos abrindo os nossos olhos, retornando ao nosso ambiente [música] com paz e vibrações fraternais. E agradecidos que somos ao [música] nosso mestre Jesus e aos mentores espirituais desta casa, damos graças a Deus, graças a Jesus e assim seja.
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