ENFRENTANDO OS MEDOS - Márcia Sirotheau [PALESTRA ESPÍRITA]

Comunhão Espírita de Brasília 21/02/2026 (há 1 mês) 38:25 1,690 visualizações

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Transcrição

Senhor, estou aqui para agradecer [música] de coração a paz [música] dentro de mim que encontrei [música] na comunhão. Foi nessa casa [música] que aprendi toda a beleza de viver, doando amor, [música] vibrando luz, buscando a ti. >> Senhor, mesmo tão longe de atingir a [música] perfeição, aqui eu [música] entendi qual o valor dessa missão. Foi nessa casa que aprendi toda a beleza de [música] viver. A nossa comunhão espírita de Brasília nessa tarde que para nós é sempre um momento de conforto, de alegria, porque é quando nós nos reunimos em busca de algo que nós não podemos dar uns aos outros. mas que contamos com a ajuda do céu, do alto, para que possamos cada um de nós hoje receber realmente aquilo que mais necessita. E aí nós nos reunimos para conversar, para estudar, para trocar as nossas experiências, começando sempre pela leitura que foi feita ao acaso, vai ser feita, foi aberto o livro ao acaso, né? O livro Gotas de Esperança, uma lição que foi aberta ao acaso pela nossa amiga Fátima. E assim nós damos a oportunidade, a espiritualidade de falar para nós aquilo que nós realmente mais precisamos refletir nessa tarde de hoje. E Lorival Lopes nesse livro nos diz assim: certo. Nunca pense que Deus o colocou no lugar errado. Você está no lugar certo e vivendo a hora certa. Deus é sábio, não erra, não se enganou com relação a você. Acredite na sabedoria divina. Cada um colhe de acordo com o que planta e você merece estar onde está. Creia nisso. Aceite o mundo. Agradeça a Deus o lugar onde ele o pôs. Não reclame. Não peça a Deus para mudá-lo de lugar sem forte razão. Sentir-se bem colocado no mundo é a base para progredir sem exigir. Então vamos fazer a nossa prece. Quem quiser fechar os olhos, vamos ficar assim bem bem à vontade e vamos procurar unir não só os nossos pensamentos, mas os nossos corações em uma súplica ao nosso pai. Pai querido, nos abençoa nesse instante em que nos reunimos para nos ajudar, para pedir a tua ajuda, para que desenvolvamos a nossa lucidez

amentos, mas os nossos corações em uma súplica ao nosso pai. Pai querido, nos abençoa nesse instante em que nos reunimos para nos ajudar, para pedir a tua ajuda, para que desenvolvamos a nossa lucidez diante dos problemas da nossa vida, que tenhamos a força necessária diante das dificuldades. Pai querido, nos possibilita a dádiva de percebermos os nossos amigos espirituais ao nosso lado, principalmente nos nossos momentos de provas, de dificuldades, de indecisões. Que o nosso coração se abra para ouvir os doces conselhos do nosso anjo da guarda. que o nosso mestre Jesus com a sua voz doce possa ecuar em nosso coração, nos orientando como uma lanterna segura a nos guiar e nos fortalecendo diante dos acontecimentos que vivenciamos. Pai querido, renova a nossa esperança, renova a nossa fé e nos dá a tua permissão para o início dos nossos trabalhos dessa tarde. Graças a Deus, meus amigos. É tão interessante. Toda vez que a gente faz essa dinâmica de pedir para alguém abrir o acaso, eu fico ainda, eu vou dizer para vocês, ainda impressionada como que as lições elas conversam entre elas. E eu acho isso um motivo de grande felicidade, porque vai falar para todos nós do tamanho da proteção divina, do cuidado da espiritualidade com a gente na minúcia, no detalhe. Porque o nosso tema de hoje é o tema enfrentando os nossos medos. É uma reflexão sobre o quanto os nossos medos nos atrapalham, nos paralisam, eles nos ajudam. É verdade, né? Se a gente também não tivesse medo, a gente saia por aí destemido, se jogando aí, atravessando a rua de qualquer jeito, né? Já pensou? Ia ser um problema. E esse medo não é o medo ruim, mas o medo que paralisa, esse medo que vai falar de alguma insegurança nossa, esse é o medo que nos causa infelicidade. É um medo que é para nós uma causa atual de aflição. São momentos em que nós temos as nossas dificuldades, faz parte da nossa vida, mas às vezes elas são agravadas por esse tanto de medo que a gente traz. E eu achei interessante que essa lição aqui que foi aberta ao

em que nós temos as nossas dificuldades, faz parte da nossa vida, mas às vezes elas são agravadas por esse tanto de medo que a gente traz. E eu achei interessante que essa lição aqui que foi aberta ao acaso vem nos falar que nós estamos onde temos que estar, no lugar certo, no tempo certo. Quantos de nós olhamos para trás e falar: "Ah, mas melhor mesmo era viver sei lá quando, era viver em outro lugar, em outro país, em outra família. E aí a gente vai, né, conforme as nossas dificuldades. Queria ter outros amigos, outra profissão. E a gente começa o nosso rosário de reclamações, esquecendo que nós estamos condicionados por dois fatores que são importantíssimos para nos colocar no trilho da nossa vida. O primeiro deles é a lei de ação e reação, que nos diz que a gente colhe o que plantou. Nós somos muito livres na hora de plantar. A gente escolhe o que quer plantar, mas vai colher o que plantou. Então, às vezes, quando essa colheita não é o que a gente quer, a gente se deixa invadir pelo medo. O exemplo comum que vai acontece com todos nós, nós enfrentamos doenças, algumas tm a ver com a nossa imprevidência de agora. Aí eu exagero um determinado tipo de comida, vou ter uma dor de barriga, que seja uma dor de estômago, enfim. o exemplo mais bobinho e as nossas escolhas também do passado. Então, às vezes a gente tem determinadas desavenças e a gente vai depois se reunir para ajeitar aquelas desavenças. E qual é o problema disso? Como nós temos a visão muito limitada, na hora que a gente enfoca, focaliza o nosso presente, às vezes a gente fala assim: "Epa, pera aí, entendi essa história de ação e reação, essa lei da justiça, amor e caridade, tá tudo muito bem, mas eu tenho levado uma vida tão boa, eu tenho me esforçado para me melhorar, eu tenho feito o que o Allan Kardec fala lá no Evangelho que caracteriza o verdadeiro espírita, que é o combate às próprias as imperfeições, aos próprios vícios, a vontade de se melhorar. Eu tenho feito isso e tô colhendo o quê? Tô colhendo

lá no Evangelho que caracteriza o verdadeiro espírita, que é o combate às próprias as imperfeições, aos próprios vícios, a vontade de se melhorar. Eu tenho feito isso e tô colhendo o quê? Tô colhendo coisas ruins, mas a gente esquece que a nossa visão ela é às vezes muito limitada, imediata. E nós temos as nossas expiações do passado, que tem a ver com a lei de causa e efeito. Nós plantamos e colhemos e tem também a prova. E a prova é difícil porque na prova a gente se sente injustiçado. Mas quando a gente vai estudar, nós vemos que são instrumentos que a misericórdia divina se utiliza para nos fazer avançar. Como é bom superar uma prova, como é bom a gente olhar para trás e falar: "Olha, eu nem sei como, mas eu dei conta. Não sei nem como é que foi, mas eu sei que foi. E é tão bom a gente ter essa sensação de que, ufa, a gente não tem essa sensação toda hora. Às vezes a gente olha para trás e fala assim: "Puxa vida, realmente poderia ter feito melhor e que coisa boa. Nós temos a oportunidade de fazer novamente. E por que então às vezes a gente se deixa consumir pelo medo? falta essa compreensão que nos foi trazida aqui por Lourival Lopes, que tem a ver com tudo está no lugar certo. Então, como eu falei, tem as diretrizes que t a ver com os nossos atos passados e tem também, e essa parte é que eu queria focalizar hoje, as situações que nós vivenciamos por conta de escolhas nossas no presente. Muitas vezes a nossa maneira de encarar a situação acaba fazendo com que aquela situação que tem uma gravidade de 1 a 10, vamos supor cinco, de repente a gente acha que ela é gravidade 10. Por quê? Porque a nossa maneira de encarar aquela situação. E quem vem nos falar disso muito bem é o espírito Ramed, que no livro Dores da Alma vai dedicar três capítulos a nos falar sobre o medo. A gente não vai falar de tudo isso, né? Claro, a gente não tem tempo, mas vai só destacar alguns aspectos que ele nos fala que são muito importantes e começa nos falando que a nossa atenção ela funciona que nem uma lanterna.

tudo isso, né? Claro, a gente não tem tempo, mas vai só destacar alguns aspectos que ele nos fala que são muito importantes e começa nos falando que a nossa atenção ela funciona que nem uma lanterna. Olha que comparação interessante. Uma lanterna no meio da noite escura que vai focalizar alguma coisa. Na hora que a gente focaliza aquela alguma coisa, a nossa atenção se volta para o que está ali no centro do foco. Então aquele acontecimento ou aquela pessoa ou aquela coisa para a qual nós direcionamos a nossa lanterna, o que que ela faz? Ela adquire uma proporção gigantesca. Claro, toda a nossa atenção tá voltada para aquilo. E aí ele nos convida, então, para que a gente faça um exame sobre isso, nos lembrando que quando a gente focaliza alguma coisa ou alguém ou uma situação, nós estamos estabelecendo com aquela aquele ente, vamos dizer assim, né? Já que é algo tão abrangente, estamos falando de pessoa, de coisa, de situação, né? Então, é tudo isso. Com tudo isso, nós estabelecemos uma relação mental. É como se nós emitíssemos uma energia, aquela energia nos conecta à aquele acontecimento ou aquela pessoa e a gente estabelece um intercâmbio mental com aquela situação. E esse intercâmbio muitas vezes nos prejudica. Por isso, a necessidade que nós temos de estarmos bem atentos para onde que nós estamos direcionando a nossa lanterna, o que que nós estamos enfatizando na nossa vida. Será que nós estamos enfatizando os aspectos negativos que a gente tem? É claro que tem, né? Todo mundo tem a vida de todo mundo. Estamos no planeta Terra, planeta de provas e expiações, ou seja, nenhuma das duas é moleza. Então, nós temos as dificuldades. O que que nós estamos enfatizando? As dificuldades e deixando de perceber as facilidades ou as consolações. Quando nós vamos lá no Evangelho Segundo Espiritismo, tem uma lição lindíssima que se chama A paciência, que nos foi trazida pelo espírito Joana de Ângeles. Ela revelou isso depois, Adivaldo, né? Mas na época do evangelho utilizou o

Segundo Espiritismo, tem uma lição lindíssima que se chama A paciência, que nos foi trazida pelo espírito Joana de Ângeles. Ela revelou isso depois, Adivaldo, né? Mas na época do evangelho utilizou o pseudônimo um espírito amigo. E Joana de Ângeles, essa grande mentora que com tanto carinho nos tem ao longo das últimas décadas trazido tantas obras que nos ajudam para que possamos nos conhecer e nos aceitar e nos trabalhar e nos melhorar. Ela nos fala assim sobre a paciência, como a paciência necessária para as nossas vidas. Ela fala assim: "Muitas vezes a vida é feita de mil nadas, mil besteirinhas que acabam por nos ferir." E é verdade isso. Às vezes não é aquela grande dor que tá deixando a gente desanimado ou feliz ou meio ansioso ou deprimido, né? uma besteirinha aqui, a outra com lá, outra outra mais adiante. E aí é preciso que a gente direcione o foco da nossa lanterna para apreciar a situação de um modo geral. E ela nos fala nessa mensagem, o fardo parece muito mais pesado. O fardo que a gente tá carregando quando a gente volta a nossa cabeça para baixo do que quando a gente volta a nossa fronte para o alto. E o que que ela quer dizer com essa metáfora? Que a gente possa focalizar a nossa lanterna na totalidade dos acontecimentos. Então, diante dos acontecimentos negativos, a gente só bota o foco no negativo. E a gente pode pensar em guerra, em tanta coisa que tem acontecendo, que a gente fica revoltado no nosso planeta. Meu Deus do céu, como é que pode? E a humanidade isso e aquilo. E aí a gente tem tem o nosso rosário para falar. e as consolações que nós temos recebido. Todos nós aqui, sem exceção nenhuma nessa sala e os que estão também nos assistindo pela internet, nós temos o consolo da dádiva do entendimento. Gente, isso aí não é pouca coisa, não é muita coisa. a gente consegue, diante das nossas provas entender a razão delas estarem acontecendo. Das nossas dificuldades, a gente consegue perceber um sentido para aquele sofrimento, que é muito além do que a

. a gente consegue, diante das nossas provas entender a razão delas estarem acontecendo. Das nossas dificuldades, a gente consegue perceber um sentido para aquele sofrimento, que é muito além do que a gente conseguia perceber há alguns séculos atrás, quando nós achávamos que era castigo de Deus, que era a ira de Deus, que era porque eu tô sofrendo, porque meu pai fez isso. Perguntavam para Jesus na época que ele veio à terra, Jesus é a pessoa tá alejada, é porque é pecado dos pais e não tem nada a ver uma coisa com a outra. E nós temos esse entendimento da multiplicidade das existências, unicidade da vida. Eu acho sempre bom a gente lembrar disso, né? Nós temos várias encarnações, mas temos uma só vida. Nós nunca saímos dela. Não importa se no corpo de carne ou fora dele. E esse corpo de carne, ah, ele vai variar, ele vai ser hora feminino, hora masculino, de uma cor, de uma raça, de uma etnia. Vai variar. Para quê? Para que nós tenhamos experiências, vivências que vão fazer com que a gente desabroche a nossa capacidade de amar. Por isso não cabe para nós o sentimento de superioridade ou de inferioridade, porque estamos no mesmo barco, vivenciando experiências para o nosso crescimento. E qual é o foco da nossa lanterna? AED vai nos falar que quando a gente volta a atenção paraas calamidades, pros desastres, a gente tem impressão de que o mundo está limitado à nossa maneira catastrófica de vê-lo e senti-lo. Não é assim? Quantas vezes a gente conta uma coisa bacana para uma pessoa que a gente gosta, olha, fulana, tá acontecendo tal coisa comigo? E aí às vezes tem aquela pessoa que fala: "É, mas vai esperando, viu? Não é sempre assim não, daqui a pouco piora. Tem essa, eu tenho uma amiga querida que ela é muito querida, minha, na verdade, uma amiga que eu amo demais, mas ela mesmo fala: "Ah, eu sou tão pessimista". Minha mãe falava que eu sou o Aralto do Apocalipse, a mãe botava apelido nela. A mãe já faleceu e ela fala, eu falei: "É, você é mesmo". Mas a a gente te ama a si

mo fala: "Ah, eu sou tão pessimista". Minha mãe falava que eu sou o Aralto do Apocalipse, a mãe botava apelido nela. A mãe já faleceu e ela fala, eu falei: "É, você é mesmo". Mas a a gente te ama a si mesmo e já sabe o jeito que você é. A gente não dá muita atenção pro que você fala quando você começa no pessimismo. E assim, nós nos deixamos contaminar pela por quem tá falando assim pra gente, aquele que joga o balde de água fria. Mas às vezes somos nós que nos jogamos esse balde de água fria. Quando a gente começa então a nos deixar envolver demais pela nossa visão sobre as dificuldades, as nossas próprias, as dificuldades do nosso planeta. E a gente fala assim: "Meu Deus do céu, tá sem gerência esse planeta, não é possível". Mas Jesus não falou pros apóstolos no meio da tempestade em que ele dormia calmamente. Ele não falou, não veio e acalmou tudo, não veio e fez com que aquela tempestade cessasse. E por que que eles tinham medo? Porque nós somos humanos. Nós temos medo de sofrer. Nós temos medo de morrer. Ah, espírita tem medo de morrer? Tem, gente. É um instinto de sobrevivência. Agora, nós podemos lidar com isso de outra maneira. Nós podemos lidar com isso, com o nosso conhecimento de que a vida continua, de que nós estamos aqui numa experiência temporária. E quando a gente recebe um conhecimento desse, o que que a gente faz com ele? O que nós quisermos. Não vamos fazer nada todo mundo igual. Cada um vai fazer do seu jeito. A escolha é nossa. Esse conhecimento ficou só lá na instantezinha da minha cabeça para eu falar: "Olha que interessante". ou para eu falar numa conversa, nossa, o fulano sabe falar coisas do espiritismo, eu me sinto ali importante ou serve para eu utilizar como ferramenta pro meu dia a dia na hora que a coisa tá pegando pro meu lado, eu lembro disso ou fica só aqui na comunhão espírita? Então, meus amigos, a escolha é sempre nossa. E Ramed nos vai falar que as nossas dificuldades e tribulações, elas às vezes não sempre acabam funcionando para nós como uma

ó aqui na comunhão espírita? Então, meus amigos, a escolha é sempre nossa. E Ramed nos vai falar que as nossas dificuldades e tribulações, elas às vezes não sempre acabam funcionando para nós como uma autohipnose. O que que é isso? Nessas horas de dificuldade, a gente acaba validando e potencializando algumas crenças que a gente traz lá no nosso inconsciente. Às vezes algumas crenças que são desestruturantes psiquicamente para nós. Vamos pensar num exemplo disso aí. Crenças, por exemplo, de que eu não mereço ser feliz. Ah, eu tô aqui para pagar. Ixi, devo ter aprontado na outra vida. Outro dia eu conversava com uma pessoa no atendimento fraterno, ela falou assim para mim: "Ah, eu tenho tanto medo de saber o que que eu fui na outra vida que eu acho que eu eu não fiz coisa boa". Eu falei: "Olha, eu vou logo dizer para você, não fez nem você nem eu, porque a nossa vida agora a gente tá melhor do que na passada. Então, se a gente olhar para trás tem a prontação lá para trás. Mas e aí? Que que nós vamos fazer com isso? ficar chorando em cima do leite derramado ou vamos eh tentar corrigir ali o que a gente fez e com esperança e alegria seguir caminhando. Qual que é a nossa escolha? Então, essas crenças diante das dificuldades, às vezes elas aparecem para nós ali vindo lá do nosso inconsciente, aí vem ali no subconsciente, vem vindo e a gente tem aquela sensação esquisita e parece que não tá certo. São crenças desestruturantes e a gente acaba se colocando numa espécie de hipnose mental. Vou dar um outro exemplo. Uma pessoa que passa várias encarnações eh experimentando traições na esfera amorosa, o que que ela vem? Ela vem dizer, ó, homem não presta, nem mulher também. Aliás, a gente não presta. O negócio é bom. É mesmo cachorro. O cachorro é tão bonzinho, nunca trai o dono, não é isso? E a gente vê quantas pessoas que vão perdendo a crença no outro. Mas como perder a crença no outro se nós nos ajudamos para crescer uns aos outros? E ajudar a crescer uns aos outros não é só

o é isso? E a gente vê quantas pessoas que vão perdendo a crença no outro. Mas como perder a crença no outro se nós nos ajudamos para crescer uns aos outros? E ajudar a crescer uns aos outros não é só a gente encontrar alguém que é uma pessoa maravilhosa, amorosa, a gente encontra, né? Ah, nos ajuda tanto, como é bom, mas às vezes a gente também encontra aquele osso de pescoço que nos ajuda tanto porque nos ensina a paciência, nos ajuda a treinar o perdão, porque pisa no nosso calo, a gente reclama, tira o pé, lógico, né? Ninguém vai ficar botando o pé lá pro outro pisar, porque Jesus falou pra gente nos amar como a gente ama o próximo. Então a gente não vai ficar se martirizando. Mas o outro vem e ensina a gente a perdoar. E a gente treina uma vez, outra vez e ele pisa. A gente tá treinando perdão. Claro que não nos colocando em uma posição de se deixar machucar, porque não é o sofrimento que vai nos evoluir, mas é o despertar da nossa consciência. É a gente aprender a amar. Então, Ramed, voltando a falar sobre o medo, ele vai nos dizer que às vezes a gente fica nessa hipnose mental, se fixando no negativo. E aí que o que que acontece com o nosso medo? Cresce, fica insuportável. Nome do medo insuportável, ansiedade. Se transforma em ansiedade, em ágorafobia, que é aquele medo de qualquer coisa em público, né? A água vem de praça, a praça em grego. Então qualquer coisa que tem a ver com o público, nossa, falar não quero falar, ixe, não quero comer, ih, não quero encontrar. E nós estamos numa época que é complicada, porque a época em que nós temos muitas coisas maravilhosas que a nossa inteligência conseguiu alcançar, como a internet, todas as informações, né, e todo mundo virtual que é maravilhoso, que nos permite também tanta coisa. Às vezes a gente assiste uma palestra de alguém que a gente gosta tanto para tá lá lá no Rio Grande do Sul, outro tá lá no Pará, a gente consegue em tempo real com a internet, mas também é um instrumento de isolamento, porque eu fico ali

de alguém que a gente gosta tanto para tá lá lá no Rio Grande do Sul, outro tá lá no Pará, a gente consegue em tempo real com a internet, mas também é um instrumento de isolamento, porque eu fico ali completamente isolada. É mais fácil ficar no mundo virtual do que pro mundo real. Isso não é também o medo, o medo da crítica do outro. Ah, mas aí o outro vai me julgar. E Ramed vai nos dizer que esse nosso medo, ele tem um fundamento que ele assim, o mais profundo fundamento do medo é a nossa dificuldade de autoaceitação. Às vezes isso vem lá da nossa infância, onde a gente é acostumado assim, olha, a gente tem que fazer assim, assim, assado, porque senão o pai briga, a mãe briga e nós vamos utilizando então aquelas máscaras sociais que a gente vai construindo para agradar. E a gente acaba querendo ser o que o outro quer. Para quê? Qual é o tesouro mais precioso? Que que todo mundo quer? Quer ser amado, quer ser aceito. Ah, então eu vou ser assim porque aí vão gostar de mim. E o que acontece se eu não for assim e quiser ser dessa ou daquela maneira para agradar o outro? Eu vou me distanciando da minha essência. Eu perco a minha espontaneidade. Então, meus amigos, precisamos entender que muitas pessoas vão gostar da gente e muitas outras também não vão. Por quê? Pelo que nós somos. A gente vai agradar e vai desagradar. E qual que é o nosso eixo, a nossa base para que a gente, diante das alegrias que a gente vai ter, claro, das dificuldades, sofrimento, que a gente continue ali fiéis a nós mesmos. o autoconhecimento, eu me aceitar como eu sou, eu não me iludi, eu tô aqui com as minhas dificuldades, eu tô aqui lutando, mas eu estou procurando me melhorar. E isso me dá a satisfação do dever cumprido. O nosso dever não é a gente alcançar a santidade em uma vida. Ninguém de nós tá participando do concurso, seja santo em uma vida. Nem tem esse concurso, né? Mas se tivesse nenhum de nós estaria participando. Mas nos melhorar a cada dia, isso nós podemos fazer pelo bem de quem? Pelo

rticipando do concurso, seja santo em uma vida. Nem tem esse concurso, né? Mas se tivesse nenhum de nós estaria participando. Mas nos melhorar a cada dia, isso nós podemos fazer pelo bem de quem? Pelo nosso. Em primeiro lugar. Então, na hora que nós vamos nos entendendo, ah, eu sou uma pessoa mesmo rabujenta, eu sou a pessoa, eu sou mandona. É horrível, gente. Eu sou mand, é o que temos. Eu tô tentando ser menos. E aí a gente vai se aceitando e se trabalhando. Agora quando a gente faz que nem um avestruz, bota a cabeça ali no buraco para não se ver, a gente projeta tudo no outro. Então sempre nós somos os coitadinhos, sempre a gente tá certo, é o outro que tá errado, é o outro que não sabe. E quem se prejudica com esse nosso pensamento? Nós mesmos. Então são dessas crenças que nos desestruturam que Ramed nos fala. uma verdadeira hipnose mental da qual nós precisamos nos libertar. E esse medo da que a gente vai cultivando, ele tem uma consequência grave, que é o nosso poder de pensar e agir com responsabilidade. Porque nessa atmosfera de medo a gente acaba se deixando eh envolver pelo temor e a gente não consegue decidir onde que a gente vai agir, como a gente vai agir. Nós ficamos o quê? paralisados. Paralisados nós não avançamos. Não avançando, nós vamos fazer o quê? Nos machucar. Tem uma uma história muito bonita para retratar isso, que é a história de um pássaro muito bonito, com a asa, asas fortes. E ele uma vez caiu num buraco. E era um buraco assim de tal maneira profundo e estreito que ele não conseguia simplesmente sair voando. Abria a asa, batia ali no buraco. Não dá, porque era fácil, né? Pássaro voa. Se a gente cai no buraco, a gente tá tá frito, né? Mas o pássaro ele consegue voar. Mas esse tamanho de buraco não tava assim confortável. Ele esticava a asa, mas aí ia machucar muito se ele batesse aquela asa para sair do buraco. Bom, ia machucar, mas ele ia conseguir sair. E o pássaro fica nesse dilema. E agora sai não sai? machuco a asa e tento sair desse buraco, ou seja, enfrento uma

batesse aquela asa para sair do buraco. Bom, ia machucar, mas ele ia conseguir sair. E o pássaro fica nesse dilema. E agora sai não sai? machuco a asa e tento sair desse buraco, ou seja, enfrento uma situação de desconforto, saio do meu da minha, a gente gosta de falar hoje em dia, da minha zona de conforto. Não vou voar como eu gosto, mas vou voar ali como dá para sair dessa situação ruim ou fico aqui reclamando. E esse pássaro escolheu ficar reclamando. Ah, meu Deus, alguém me ajuda, manda ajuda. Mas ele já tinha as dava para ele sair. Não era fácil, mas dava. E ele fica então se colocando na situação de vítima. E aí essa historinha nos fala que quando ele consegue realmente se decidir a mesmo se machucando, bater as asas para sair de lá, já tinha passado o tempo, ele tinha ficado fraco e as asas não eram mais tão fortes. Então ele bateu, se machucou e continuou ali naquele buraco, não conseguiu sair. Então meus amigos, essa história ela é interessante porque ela nos leva a refletir sobre as nossas dificuldades. Elas exigem sempre de nós uma mudança, uma mudança que sempre passa pelo enfrentamento dos nossos medos. Vamos assumir a nossa responsabilidade por nós. A gente vai acertar sempre? Claro que não. Vamos errar. Responsabilidade é nossa. Eu sou um ser em evolução. Claro que eu vou errar e vou acertar. Quando eu acertar, eu me dou parabéns. Quando eu errar, eu tento fazer de novo. Eu tento consertar. E assim nós vamos caminhando com tranquilidade. Temos sempre a possibilidade de mudança, de sair daquela situação que tá nos causando sofrimento, mas muitas vezes o medo nos paralisa e aí é que ele é um inimigo a ser combatido. E como é que a gente vai evitar isso? Como é que a gente vai evitar que esse medo tome conta de nós? A média diz assim: "Nós não seríamos afetados por nenhum acontecimento, nenhum acontecimento, de maneira tão desgastante se estivéssemos centrados em nós mesmos. Nosso centro é a nossa alma. Há uma essência divina por meio da qual testemunhamos tudo que acontece dentro e

nenhum acontecimento, de maneira tão desgastante se estivéssemos centrados em nós mesmos. Nosso centro é a nossa alma. Há uma essência divina por meio da qual testemunhamos tudo que acontece dentro e fora de nós. Então, meus amigos, é este estar centrado na minha própria alma. E aí o que nos acontecer vai nos fazer chorar? Certamente. Se for ruim, lógico, né? reclamar assim também, mas ele não vai ser não vai nos afetar de uma maneira tão profunda se nós estivermos centrados na nossa alma, sabendo, conhecendo a nossa essência, o nosso propósito, o que nós viemos fazer aqui. Vamos passar por situações de saúde? Claro que sim, porque muito difícil a gente pensar em alguém que passa a vida inteira completamente doente no nível máximo. A pessoa nem sobrevive, né? Se tiver assim, teremos momentos de saúde, sim, de doença, sim. A maioria de nós vai desencarnar por alguma doença, senão a gente ficaria aqui para sempre, né? Ficaria pra semente. Faz parte do nosso processo de evolução. Vamos passar por alegria? Sim, toda hora? Não, vamos passar por também por desafio, por nos sentirmos eh magoados, desconsiderados, porque nós também já magoamos e nós também já desconsideramos. Faz parte do nosso momento evolutivo. Qual vai ser a nossa reação diante disso? Vai ser de paralisia, de autodesmerecimento de eu achar que eu tô sendo castigado, que eu me sinto sozinho, abandonado, que Deus esqueceu de mim? Quantas vezes nós ficamos nesse lugar ao longo das nossas várias existências e o que isso nos trouxe de benefício? Absolutamente nada. Só aumentou o nosso sofrimento. Então é o momento de nós escolhermos enfrentar os acontecimentos sabendo, em primeiro lugar, como diz a mensagem aqui do começo, não tem nada de errado, tá tudo certo. A gente tá onde tem que est no momento em que tem que estar. e cercado das pessoas ideais, não, mas as mais indicadas para o nosso crescimento. Estamos sozinhos nas dificuldades, por mais que às vezes na terra pareça que nós estamos sozinhos, nós não estamos.

. e cercado das pessoas ideais, não, mas as mais indicadas para o nosso crescimento. Estamos sozinhos nas dificuldades, por mais que às vezes na terra pareça que nós estamos sozinhos, nós não estamos. Temos no mínimo nosso anjo da guarda que eu queria um dia tanto se Jesus pudesse me conceder uma graça, eu queria uma vidência, eu queria olhar assim e ver o anjo da guarda, um de cada lado de vocês e aqui do meu também. Ah, como eu queria isso demais, porque eu tenho certeza que eles estão aí, esses companheiros queridos que acreditam em nós, nos incentivando, segurando a nossa mão. Você não tá sozinho, isso vai passar, você vai dar conta. Nós temos os recursos internos, então vamos focalizar a nossa lanterna nas dificuldades? Claro que sim, porque a gente também não vai passar pela vida que nem a pessoas aí com os olhos vendados. Vamos ver a dificuldade, sim, mas vamos ver também as consolações, as possibilidades de superação. Vamos olhar as nossas conquistas, elas não são poucas. Nós já saímos do primitivismo, já já somos um mundo de provas e expiações. Essa maravilha toda, claro que não, ainda predomina o mal, mas nós estamos nos esforçando para transformar o nosso mundo em algo melhor. E isso parte de cada um de nós, começando pelo nosso mundo interior. A gente ouve tanto isso, parece tão batido, mas é tão importante que a gente pense, a nossa lente determina como nós vemos o mundo. E Ramed, nessa lição que a gente vai não vai poder falar dela toda, né? Mas quem quiser, tiver curiosidade, livro Dores da Alma, ele vai nos falar que a gente vai nos convidar para que a gente possa se lembrar que a beleza não está somente nas flores do jardim, mas antes de tudo nos olhos de quem as admira. Nós estamos tendo olhos para admirar as flores do nosso jardim ou a gente está só focado nos espinhos e dando guarida no nosso coração ao medo que nos paralisa? Qual que é a nossa escolha? Vamos pedir ao nosso mestre Jesus que ele nos auxilie para que percebamos também as flores,

ó focado nos espinhos e dando guarida no nosso coração ao medo que nos paralisa? Qual que é a nossa escolha? Vamos pedir ao nosso mestre Jesus que ele nos auxilie para que percebamos também as flores, para que possamos assim também recolher o perfume delas e que se nós tivermos esse merecimento, essa vontade, que nós possamos também compartilhar essas flores com aqueles que nos acompanham na nossa caminhada. Meus amigos, eu agradeço a vocês esse momento tão importante pro meu coração e convido a todos para que façamos a a nossa prece. Então, vamos fechar nossos olhos, quem quiser, e vamos abrir o nosso coração dizendo ao nosso querido mestre Jesus das nossas dificuldades, das nossas dores. E vamos imaginar esse coração se abrindo para que recebamos nesse instante as bênçãos do alto. Porque, mestre querido, estamos aqui reunidos em teu nome para aprender, para nos fortalecer, para nos deixar envolver pela beleza do teu evangelho. Nos ajuda, mestre querido, para que essa amorosidade que vem do teu coração nos envolva e que assim nos sintamos fortalecidos. Que possamos, querido amigo, nos nos lembrar sempre de que tu viste em cada um de nós a luz que poderá um dia brilhar. Então nos ajuda, mestre, para que possamos fazer brilhar a nossa luz. que não nos deixemos envolver pelos pelo desespero, pelo medo, pelo pessimismo, mas que antes possamos cultivar a esperança, que possamos nos lembrar da tua proteção e que possamos nos lembrar sempre que todos nós fomos criados pelo nosso pai para felicidade e para a paz. nos ajuda, mestre querido, para que possamos construir esse castelo da nossa felicidade, da nossa paz, através dos tijolinhos, do esforço, da perseverança, da renúncia, do perdão e sobretudo da amorosidade. Graças a Deus. Tem um aviso para dar, gente. Pera aí que eu vou bem ali pegar e já volto, tá? Pap. Sejam bem-vindos à nossa [música] sala de pai. É imperdível, gente. de pé. Sejam bem-vindos à nossa sala de passe virtual da comunhão espírita [música] de Brasília.

bem ali pegar e já volto, tá? Pap. Sejam bem-vindos à nossa [música] sala de pai. É imperdível, gente. de pé. Sejam bem-vindos à nossa sala de passe virtual da comunhão espírita [música] de Brasília. O passe tem como finalidade auxiliar a recuperação.

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