DIANTE DO TEMPO - Geraldo Campetti [PRECE AOS SUICIDAS]

Comunhão Espírita de Brasília 28/09/2025 (há 6 meses) 1:14:05 1,516 visualizações

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Transcrição

Senhor Estou aqui para agradecer de coração a paz dentro. No silêncio da prece, teus irmãos a te pedem paz para aliviar um pouco as aflições. Senhor, enxugar nosso pronto. Precisamos do teu amor e sentir tua presença envolver nossos corações. Por isso vem Jesus e ao teu encontro queremos te seguir e afastar o mal da terra e acabar de vez com as guerras e caminhando juntos rumo à luz. E ao teu encontro queremos te seguir e afastar o mal da terra. E a capaz de vez com as guerras e caminharmos juntos como luto. Hum. Aqui nessa casa eu me encontrei. Entrei aqui dentro saída. Sim, foi nessa casa de amor que as benes do labor cicatrizaram minhas feridas. Depois de muitos e muitos passes estudar água da paciência, religar e religii, filosofiquei, tomei ciência aqui nesta casa de oração. Oi, pratiquei o evangelho. Foi nesse po espiritual que eu conheci a vida real. Rompi de vez com um homem velho. Depois de muitas e muitas preces, leituras e água da fé. Religar e religuei. A casa quando é santa é posto deciência, hospital de almas dissipando dores, transcendentes traumas, frente de serviços que a todos levanta. Pronto atendimento de Deus. Santa Casa Santa, eu fiz amigos do peito, pessoas com quem posso contar. Atendimento fraterno, culto do evangelho. Sim, essa oficina de Jesus. Chorei cantando quanta luz com as vibrações deste lugar. Depois de muitas e muitas quedas, me fortalecendo na fé, religar e religuei. Casa quando é santa é posto de emergência, hospital de almas dissipando dores transcendentes traumas frente de serviços que a todos levanta. Pronto atendimento de Deus. Santa casa, Santa. Agradecemos, Senhor, Senhor, estes momentos de paz, de paz. Nós te sentimos aqui, aqui em vibrações fraternais, na estrada da vida, conduz-nos ao bem na alegria. E na dor seja o amor. Nossa bandeira de luz amado nesta Jesus. Seja o amor, nossa bandeira de luz. Amado Mestre Jesus, Jesus. Joãozaga, todos nós te agradecemos imensamente por essas orações cantada, cantadas que muito nos harmonizaram.

de luz amado nesta Jesus. Seja o amor, nossa bandeira de luz. Amado Mestre Jesus, Jesus. Joãozaga, todos nós te agradecemos imensamente por essas orações cantada, cantadas que muito nos harmonizaram. Muito obrigado, que Deus te abençoe. Cumprimentamos também todos que nos ouvem, que nos assistem pelas redes sociais vinculadas à Comunião Espírita de Brasília e a vocês que comparecem esse auditório, encarnados e desencarnados para mais uma atividade da casa. E hoje novamente recebemos Geraldo Campete que nos falará sobre Diante do Tempo, uma palestra que todos nós aguardamos e muito irá nos ensinar. Hoje também é um daqueles dias, é um domingo em que formamos um grupo ainda nesse setembro amarelo, mês de de prevenção ao suicídio. E é o convite que a mesa faz para que possamos em prece, durante as nossas orações e preces, levarmos energias de amor para esses irmãos que abreviaram sua vida e aqueles que ainda estão nessa vida na ideação desse pensamento de tirar a sua vida. Então, que Deus nos abençoe e agradecemos pela oportunidade desse trabalho que iremos realizar. Para a leitura da nossa harmonização, leremos uma mensagem do livro Pão Nosso, de autoria do Espírito Emanuel, na psicografia do nosso querido e saudoso Chico Xavier. É a mensagem 69 que tem o título hoje. E Emanuel cita uma passagem que está em Hebreus, capítulo 3, versículo 13. Diz assim: "Antes, exortai-vos uns aos outros todos os dias durante o tempo que se chama hoje, para que nenhum de vós se endureça pelo engano do pecado." E vem Emanuel e faz essa reflexão. O conselho da exortação recíproca diária indicado pelo apóstolo, requisita bastante reflexão para que se não estabeleça a guarita a certas dúvidas. Salientemos que Paulo imprime singular importância ao tempo que se chama hoje, destacando a necessidade de valorização dos recursos em movimento pelas nossas possibilidades no dia que passa. Acreditam muitos que para aconselharem os irmãos necessitam falar sempre, transformando-se em discutidores com

de de valorização dos recursos em movimento pelas nossas possibilidades no dia que passa. Acreditam muitos que para aconselharem os irmãos necessitam falar sempre, transformando-se em discutidores com tumazes. Importa reconhecer, porém, que uma advertência, quando se constitua somente de palavras, deixa invariável vazio após sua passagem. Qual ocorre no plano das organizações físicas, edificação espiritual alguma se levantará sem bases. O Exortai-vos uns aos outros representa um apelo mais importante que o simples chamamento aos duelos verbais. Convites e conselhos transparecem com mais força do exemplo de cada um. Todo aquele que vive na prática real dos princípios nobres a que se devoltou no mundo, que cumpre zelosamente os deveres contraídos e que demonstre o bem sinceramente, está exortando os irmãos em humanidade ao caminho de elevação. É para esse gênero de testemunho diário que o convertido de Damasco nos convoca. Somente por intermédio desse constante exercício de melhoria própria, libertar-se ao homem de enganos fatais. Não te endureças, pois, na estrada que o Senhor te levou a trilhar, em favor de teu resgate, aprimoramento e santificação, recorda a importância do tempo que se chama hoje. E aqui todos presentes no aqui e agora convidamos todos para a nossa prece inicial. Quem se sentir confortável, que feche os seus olhos e elevando o nosso pensamento ao Pai Criador, sentindo Deus em nosso coração. Oremos. Pai de infinito amor, justiça e misericórdia, abençoe-nos a todos, Senhor. Visite a nossa tela mental e aqueles que nela estão nesse instante. Visite os nossos lares, os nossos locais de trabalho, Senhor. abençoe-nos, oriente-nos e que teu filho Jesus, o nosso caminho, o nosso guia exemplo, esteja sempre nesse nosso caminhar, Senhor, dando-nos as mãos e elevando-nos, Senhor, a chegarmos junto a ti e um dia atingirmos, quem sabe, esse reino dos céus que dá dentro de cada um de nós. Abençoe o nosso irmão Geraldo Campete para a sua palestra que iniciará nesse instante. Graças a Deus e

s junto a ti e um dia atingirmos, quem sabe, esse reino dos céus que dá dentro de cada um de nós. Abençoe o nosso irmão Geraldo Campete para a sua palestra que iniciará nesse instante. Graças a Deus e graças a Jesus. Queridas amigas, queridos amigos, muito boa noite a todos. Vocês sabem que eu cheguei aqui hoje e quando a gente ouve o nosso querido amigo musicista, maestro com essa afinação tão encantadora, com o tocar dos instrumentos de maneira irretocável, eu fico pensando assim: quando eu crescer numa outra encarnação, eu quero ser igual a ele. Ainda vamos chegar lá porque ontem inventaram de eu cantar depois de fazer uma palestra em Caçapava, em São Paulo, e em Taubaté também, lá no interior de São Paulo à noite, de tarde e de noite, numa casa espírita e num outra casa espírita. E a gente cantou, mas cantou do nosso jeito, que o nosso Gonzaga já deu um toque assim em mim, falou: "Você só tem que achar o tom, só falta isso, tudo mais tá certo". Ele foi tão delicado comigo. E aí ontem cantando, falei: "Só umas duas músicas que eu sei de cabeça". E aí na hora de cantar eu esqueci a letra, errei as notas, foi uma beleza e o público lá todo incentivando, mas uma delícia. Mas gente, eh, eu entrei aqui, me senti envolvido. Esse auditório Bezer de Menezes é especial. Esta casa é uma casa de trabalho, de oração, de assistência e nos traz uma proteção muito grande e a gente se sente bem aqui. ouvindo o Gonzaga cantando, eu me sentei ali, comecei a sentir assim uma um ambiente leve, um ambiente de uma festividade espiritual que eu não sabia traduzir. E quando vim aqui a convite da Nelice, do nosso irmão à mesa, eu comecei a reparar vocês chegando, alguns que estavam cumprimente outros que foram chegando, cada um da sua maneira. Eu vi esses três jovens aqui, eu falei: "Me coisa linda! Quem são vocês? De onde vem? Para onde vão? Estão aqui na casa, fazem parte? São trabalhadores, são frequentadores? Sejam muito bem-vindos. E aí, de repente eu vejo as mulheres, cada uma delas a sua

! Quem são vocês? De onde vem? Para onde vão? Estão aqui na casa, fazem parte? São trabalhadores, são frequentadores? Sejam muito bem-vindos. E aí, de repente eu vejo as mulheres, cada uma delas a sua maneira, na sua elegância. Todas as mulheres são lindas, estão assim arrumadas impecavelmente e de repente vem um jovem de short, bonito à sua maneira. Aí vem um outro rapaz, um outro senhor vestido assim mais, digamos, esportivo e cada um lindo da sua forma. E eu comecei a ver, será que nós estamos aqui nos sentindo bem? Eu vi uma senhora belíssima carregando um bebezinho tão lindo. Eu falei: "Ei, mas aqui, ó, nossa Ana, elice, que coisa, não é?" E foi me sentindo envolvido nessa atmosfera. de alegria. Eu não conseguia traduzir trazendo essa palavra. Eu tava sentindo. Aí a nossa amiga médium, né, médium é uma coisa séria, né? Ela falou: "Vocês estão percebendo aqui uma atmosfera, conversando com o nosso irmão, uma atmosfera assim de alegria tá contagiante?" Eu falei: "Exatamente essa palavra que eu tava querendo encontrar. Vocês estão sentindo isso, gente? Esta casa é casa de alegria. Sabe por quê? Porque é a casa da boa nova, do evangelho de Jesus. E a mensagem do evangelho de Jesus é a mensagem de esperança que deve nos trazer júbilo, nos renovar intimamente. Se por um acaso estivermos atravessando um momento difícil na vida, provas dolorosas, expiações assim que parece que a gente não vai dar conta de vencer, é bom a gente encontrar o abrigo, a proteção, a assistência. E o ânimo pra gente seguir em frente nesta oportunidade, estando aqui presentes hoje. Ontem já passou. Às vezes a gente se lamenta: "Ah, se eu pudesse voltar no passado, quem já não pensou assim? Quem já vai fazer quase 60 anos como eu, que nunca pensou: "Ah, se eu pudesse voltar? Ah, se eu tivesse". Eu perguntei paraa minha mamãezinha, a dona Maria, quem conhece a dona Maria? A Andréia. Pode levantar a mão, Andréia, amiga, irmã querida, ela sempre está conosco. Vocês também, quem conhece a dona Maria é porque conhece o evangelho

ha, a dona Maria, quem conhece a dona Maria? A Andréia. Pode levantar a mão, Andréia, amiga, irmã querida, ela sempre está conosco. Vocês também, quem conhece a dona Maria é porque conhece o evangelho no lar da dona Maria, que a gente faz todo dia, não é, Robson querido? E é uma graça. Eu perguntei pra minha mãe, hoje fomos almoçar, que ela vai fazer 87 anos amanhã. Eu perguntei: "Mãe, como é que é fazer 87 anos?" Ela olhou para mim assim, como se como assim essa pergunta, né? Eu falei assim, mas se ela tá feliz. Ela falou: "Meu filho, eu só queria uma coisa, eu queria ter 10 anos menos". Eu falei: "Mas por que, mãe?" Para eu poder fazer coisas que hoje eu já não dou conta mais, que se eu tivesse 77, eu daria. Aí, gente, que coisa impressionante, que disposição, que ânimo, que alegria desses pássaros, né, que tem ali certamente o seu ninho, não é assim? Eles estão fazendo a festa. Deixa eles ali à vontade, estão lindos. Essa disposição, essa alegria, ela é importante pra gente viver bem, pra gente se sentir bem. E hoje estávamos no almoço em família dos que estão aqui. Então, estávamos com a sobrinha, filha da minha irmã, e com o meu filho, a minha nora e o meu netinho Bernardo. #meetinho Bernardo. Uma figura. Aí a gente foi fazer uma foto no final. Imagina a cara do guri da criança fazendo careta de todos os jeitos. Difícil tirar uma foto em que ele não esteja numa expressão assim. engraçada. E aí a mãe pediu para que ele corresse ao encontro da bisa, da bisavó. E aí ele foi e abraçou a Bisa e saiu uma foto com ele abraçado. Ela filmou também, foi uma graça. E a gente almoçando, o pai do Bernardo, que é o meu filho, portanto o Bernardo é meu neto, vocês estão acompanhando a história, né? Ele disse assim: "O Ricardo, o Bernardo tem uma coisa para te falar, pai." Eu falei: "Ah, tem. É, o que é?" Aí o meu neto olha para mim assim, diz: "Vô, te amo. Te amo. Eu não sei quem é avô aqui. Aó, olha, bastantes, né? O sentimento de ser avô, de ser avó algo indescritível. A gente não consegue traduzir por

o meu neto olha para mim assim, diz: "Vô, te amo. Te amo. Eu não sei quem é avô aqui. Aó, olha, bastantes, né? O sentimento de ser avô, de ser avó algo indescritível. A gente não consegue traduzir por palavras. É encantador, é algo divino, é sublime. E a gente se sente assim, ser pai já é uma coisa maravilhosa. Ser pai duas vezes. Então, e a minha, no caso da minha mãe, que é bisavó, então já é por três vezes, né? É uma coisa muito linda e a gente sente na criança a alegria, a disposição, a felicidade, o querer movimentar, agir, o brincar. Eu pergunto aqui para cada um de nós, qual foi a última vez que nós brincamos? Alguém se lembra? Você se lembra? Faz tempo? Oi. Ah, brincou de baralho faz pouco tempo. Ontem. Muito bem. A gente brincar, fazer alguns jogos é diversão, é coisa boa. Quem que faz tempo que não brinca aqui? Isso, mamãe, pode se entregar. Não tem tempo nem de brincar com o filho. Não há nada mais sério do que uma criança brincando. Isso é do livro Um Toque na Nuca de Nei Postman. É tão interessante porque, olá, sejam bem-vindos esse casal lindo com essa filha maravilhosa que é a Maria Clara. né? A gente vê alegria, disposição. Estamos falando sobre isso e como as crianças nos trazem e como é importante a gente brincar. O brincar pode ser um olhar para alguma coisa em que a gente tira cisudez do nosso rosto. Nós tiramos a expressão que não necessariamente é séria, mas é mal humorada, porque a gente vê o que a vida nos tem para mostrar. com os olhos de enxergar como Jesus nos ensinou, aqueles que chegarão ao reino dos céus, que possuirão o reino dos céus, como o nosso amigo na prece inspiradamente colocou que está dentro de nós. O reconhecimento desse reino, a sua conquista, a sua posse efetiva, é para aqueles que forem como as criancinhas, que tiverem essa pureza, essa inocência. Maria Clara já tá mocinha, não é? Aqui quando a gente fazia as palestras há alguns anos, ela estava correndo aqui na frente fazendo a festa. não é tão gostoso. E a gente vai crescendo,

essa inocência. Maria Clara já tá mocinha, não é? Aqui quando a gente fazia as palestras há alguns anos, ela estava correndo aqui na frente fazendo a festa. não é tão gostoso. E a gente vai crescendo, mas jamais poderemos perder a essência, que é este lado lúdico da criança interna, alimentar esse estado de alma que nos leva à felicidade. Nós estamos aqui fazendo uma, digamos assim, um perfilar, um olhar sobre o livro Céu Inferno, que comemora 160 anos de existência agora em 2025. Todos sabemos que esse livro integra a codificação espírita, o chamado pentateuco cardeciano, porque são cinco livros, não é isso? O livro dos espíritos, o livro dos médiuns, o Evangelho segundo o Espiritismo, o céu e o inferno e a Gênese. OK? do livro dos espíritos, constituído de quatro partes, tivemos a origem dos outros quatro livros da segunda parte do do livro dos espíritos, que fala do mundo espírita, do mundo dos espíritos, da relação entre os dois planos, da comunicabilidade, da mediunidade, surgiu o livro dos médiuns. Da terceira parte que fala das leis morais surge o Evangelho Segundo o Espiritismo. E da quarta parte surge que fala das esperanças e das consolações, o céu, o inferno ou a justiça divina segundo o Espiritismo. E da primeira parte vai surgir a gênese. E nós tivemos a genialidade da espiritualidade amiga através de Emanuel e de outros espíritos na psicografia do nosso inovidável, inesquecível Cândido, Francisco Cândido Xavier. e também de Valdo Fieira, cinco livros que fazem explicações sobre itens destes livros do chamado Pentateuco. Então, nós temos, por exemplo, o livro Religião dos Espíritos, que comenta itens, perguntas de O livro dos Espíritos. O Seara dos Médiuns vai trazer alguns tópicos de O livro dos Médiuns. O Espírito da Verdade, itens de O Evangelho Segundo Espiritismo, Justiça Divina, que eu tenho aqui em mão, vai comentar alguns trechos do livro O céu e o inferno. E também nós temos o Estude Viva, que traz apontamentos em torno do livro dos espíritos e também do livro O Evangelho

que eu tenho aqui em mão, vai comentar alguns trechos do livro O céu e o inferno. E também nós temos o Estude Viva, que traz apontamentos em torno do livro dos espíritos e também do livro O Evangelho Segundo o Espiritismo. Não temos propriamente um livro que vai fazer esse comentário sobre a Gênese, mas o rumo certo, o roteiro são livros que pincelam trechos desta obra magnífica de Allan Kardec, que é a Gênese. E hoje nós temos um tema sobre a questão do tempo. O nosso irmão leu do livro, não é, da coleção Fonte Viva, Foi o Pão Nosso. Ele leu o tema hoje, já falando da importância do tempo, do aproveitamento do tempo e como hoje é importante, porque o ontem já passou. Quantas vezes não gostaríamos de voltar, mas não dá para voltar. Ah, no meu tempo. Quantas vezes já pronunciamos isso, né, gente? O nosso tempo, na verdade, é o agora. O amanhã ainda não chegou, vai ser depois. Olha que bonito, esses jovens aqui estão fazendo é um quarteto agora. Que maravilha. Sejam bem-vindos. Bonito. Você já frequenta essa casa? Étimo. E o hoje é o momento precioso que a gente tem à nossa disposição para fazer o melhor ao nosso alcance. Então veja, emana no livro Justiça Divina, ele vai comentar trechos do céu e inferno. E o trecho que é comentado é sobre o capítulo 5, que fala do purgatório. Vocês já leram o seu inferno, gente? Já leram? Ninguém leu o seu inferno. Ah, sim. Cinco pessoas a 8, 10, 12. Você também já leu seu inferno, Maria Clara? É o que eu te dei, ela já leu. Que coisa mais linda. Tá vendo como é importante? Esse livro traz esclarecimentos para nós significativos em torno do que é o céu, do que é o inferno e do que é o purgatório, dos anjos, dos demônios. vai falar aqui inclusive da morte, vai falar desse tal eh de purgatório que Kardec explica para nós que o purgatório sabe onde é que é, porque ele coloca o purgatório não existe no Evangelho, não está escrito no Antigo, nem no Novo Testamento, o purgatório, ele surge depois, foi uma criação da igreja em 593. três.

o sabe onde é que é, porque ele coloca o purgatório não existe no Evangelho, não está escrito no Antigo, nem no Novo Testamento, o purgatório, ele surge depois, foi uma criação da igreja em 593. três. Mas Kardec diz que foi uma criação interessante, porque a questão de ir direto pro céu ou de ser condenada irremediavelmente para o inferno ficava uma coisa muito taxativa, muito injusta, inclusive. Então, a ideia de um purgatório, que seria o meio termo, ou seja, um local, um espaço para onde se vai e se aguarda um julgamento, é como se fosse assim, olha, a possibilidade, não é, de enquadrar ou eh classificar aqueles que não poderiam nem ir pro céu diretamente e nem serem condenados no inferno. Mas é tão interessante que quando surge essa ideia do purgatório, veio com grande força a ideia das chamadas indulgências. Sabe o que que é isso? É quando você fazia o pagamento para remissão de pecados. Então você paga a indulgência e aí você tá livre do pecado. E aí Martinho Lutero não concordou com essa ideia. E uma das razões da reforma foi exatamente o fato dele não ter concordado com o purgatório. Interessante, não é? E o espiritismo vem mostrar para nós que o purgatório é a própria Terra. A Terra como um plano de expiação de provas numa transição pro mundo de regeneração, já dando os primeiros passos para essa regeneração, ainda representa um purgatório, porque o purgatório é exatamente o local ou o espaço ou a circunstância que nos será ofertada pra gente poder se purificar, se purgando, se libertando. se curando, passando por processos muitas vezes doridos, mas que nos levarão a uma melhoria. Então vem Kardec explicando para nós e no capítulo 5, item 5, ele diz assim: "Apas, aquele pois que sofre nesta vida, pode dizer que é porque não se purificou suficientemente em sua existência anterior." Então, todos os que passam por sofrimento, eu só tô vendo os pelíritos de vocês, tá bem? Todos os que sofrem e que sofremos é porque não nos purificamos suficientemente no passado, numa

cia anterior." Então, todos os que passam por sofrimento, eu só tô vendo os pelíritos de vocês, tá bem? Todos os que sofrem e que sofremos é porque não nos purificamos suficientemente no passado, numa existência anterior ou outras existências, devendo, se não sofrer ainda na seguinte. Então, se a gente não sofrer nesta existência, em próxima a gente vai sofrer, porque ainda não nos purificamos o suficiente, ou seja, não somos puros. Isto é, ao mesmo tempo e lógico. Veja que Kardec coloca, ele que tá escrevendo aqui, ele diz que essa ideia então do purgatório, ela é equitativa, ela é de certa maneira justa e ela oferta a possibilidade de o próprio indivíduo, agindo por conta própria, ser responsável pelos seus atos e pelas consequências deles decorrentes. OK? Então, é ao mesmo tempo equitativo e lógico, sendo o sofrimento inerente à imperfeição. Ou seja, a gente só sofre porque é imperfeito. Se a gente não fosse imperfeito, nós não sofreríamos. À medida que a gente evolui, então, nós vamos minimizando gradativamente a escala de sofrimento. Tanto mais tempo se sofre, quanto mais imperfeito se for. Então, a duração do nosso sofrimento é proporcional também ao nosso estado de inferioridade espiritual. Quanto mais imperfeito formos, maior será o nosso sofrimento. À medida que a gente vai se purificando na ascensão, na evolução, a gente vai sofrendo menos. Da mesma forma, porque tanto mais tempo persistirá uma enfermidade, uma doença, quanto maior a demora em tratá-la. Quanto mais tempo a gente leva para tratar uma doença ou, né, buscar um um acompanhamento médico, um tratamento, maior o tempo também dessa doença, ela vai se prolongando. Assim é que enquanto o homem for orgulhoso, sofrerá as consequências do orgulho. Enquanto for egoísta, sofrerá as consequências do egoísmo. Que interessante, não é? Porque na verdade a base do céu inferno, da justiça divina segundo o Espiritismo, é que a cada um é dado segundo as suas obras. Nós vamos receber segundo aquilo que nós estivemos fazendo. Ninguém vai receber a

verdade a base do céu inferno, da justiça divina segundo o Espiritismo, é que a cada um é dado segundo as suas obras. Nós vamos receber segundo aquilo que nós estivemos fazendo. Ninguém vai receber a lei, nem a quem. Não há injustiça por parte de Deus. Todos receberemos sob medida, na medida da nossa necessidade e do nosso merecimento. A crescida da misericórdia divina, isso é fundamental, porque não é simplesmente a entrega. Você fez algo, você vai receber algo em troca. Se você fez o bem, você recebe o bem. Se você fez o mal, você recebe o mal. Não é assim que funciona necessariamente a lei de Deus. Se a gente faz o bem, evidentemente estamos ampliando a possibilidade de sermos felizes, porque estamos ajudando as pessoas. Se nós nos desviamos do caminho, nos afastando de Deus, prejudicando o semelhante, evidentemente estamos criando situações presentes ou futuras, das quais nós não conseguiremos fugir pela própria necessidade do acerto de contas. Porque toda vez que a gente faz algo que não está alinhado ao propósito divino, a nossa consciência onde está registrada a lei de Deus vai apontar que algo não está bem. E isso para nós é um motivo de alento, de alerta, de vigilância, de estarmos acordados, despertos consciencialmente para fazer o que precisa ser feito. E veja que a gente sofre, a gente sente dor, a gente atravessa por momentos assim de provas extremamente difíceis, porque muitas vezes nós mesmos somos os criadores dessas vicissitudes. Nós somos aqueles quem provocamos a necessidade de corrigenda, queridos e queridas, se a gente agisse conforme a vontade de Deus, tudo seria mais fácil, né, mamãe? Como é que é o nome desse bebê lindo? Gabriel. Olha só, mulher do céu, que lindo. Chupando ali, né? A chupeta já com a camisa polo de jeans. É muito lindo, né? A gente precisa ter o olhar para ver as coisas belas da vida. Quando a gente se fecha ao que é bom, ao que é belo, ao que é útil, a gente vai amargando a nossa vida e vamos nos tornando infelizes. A vida é tão bela, há tantas

ar para ver as coisas belas da vida. Quando a gente se fecha ao que é bom, ao que é belo, ao que é útil, a gente vai amargando a nossa vida e vamos nos tornando infelizes. A vida é tão bela, há tantas oportunidades, a natureza ela é assim tão eh pródiga, ela nos oferta tanto que basta a gente olhar, basta ter olhos de olhar, de ver, basta ter ouvidos de ouvir, de escutar, pra gente poder sentir isso. E vem a explicação de Emanuel, que é o último capítulo 82, diante do tempo. Diante do tempo. O que é o tempo? Queridos, queridas, o que é o tempo? Quantas 24 horas tem o dia? 24 horas. Alguém já sentiu assim que perdeu tempo ou que está perdendo tempo? Tem essa sensação de que parece que não tá dando conta de fazer o que deveria fazer? É um sentimento que via de regra nos bate a intimidade do coração. Por que isso? Porque ainda há tempo da gente poder melhor aproveitar o tempo do qual somos usufrutuares. Deus nos concede o tempo pra gente dele fazer o melhor. André Luiz no livro Ação e Reação diz assim: "Aproveita o minuto de cada hora, de cada dia é precioso e não deve ser desperdiçado. No minuto nós fazemos muitas coisas. O nosso querido Gonzaga aqui, ele pergunta quanto tempo faltava. Faltavam 2 minutos. E em 2 minutos ele executou a prece musicada, aproveitou integralmente o tempo que lhe estava disponível. Um minuto pode transformar a nossa vida e a gente precisa aprender a aproveitar cada momento da nossa existência. E vamos começar aproveitando desde agora. Eu gostaria de convidá-los para que olhassem para o seu vizinho, por favor. Quem está do seu lado? Dá uma olhadinha para o seu vizinho da esquerda ou da direita, por favor. Já o cumprimentou? Ele está sentado ao seu lado, não é? Assim. Já reparou alguma coisa nesse seu irmão, irmã? de seu filho, filha, sua esposa, esposo. Viram agora nesse momento, algo que não tinham visto? Viram ou não viram, gente? Se vocês viram, vocês não olharam. E se olharam, não enxergaram. Cada momento que a gente olha, a gente enxerga

esposo. Viram agora nesse momento, algo que não tinham visto? Viram ou não viram, gente? Se vocês viram, vocês não olharam. E se olharam, não enxergaram. Cada momento que a gente olha, a gente enxerga coisas maravilhosas. E a vida tem esse dinamismo. A, o rapaz vai até abraçar, olha só, e ela vai deitar no ombro dele. Que coisa linda. Valorizar cada momento de nós estarmos juntos. Isso faz toda a diferença. Isso nos torna felizes, alegres. Diante do tempo, Emanuel, comentando esse item 5 do capítulo 5 do livro O céu inferno. Contempla o mundo a que voltaste. Contempla o mundo. Contemplar o mundo. Que a gente já parou para contemplar o mundo. A gente tá convidando vocês a esse exercício, olhando para o outro, contemplar o mundo, a natureza, as pessoas, as circunstâncias, os pássaros, as árvores, o céu, a noite. Contemplar o mundo, contemplar. estar com tempo para se aproveitar da melhor forma, não desperdiçando, não deixando passar aquele momento não voltará mais daquela forma. Então aqui voltaste porque nós estamos de volta ao mundo. Todos nós aqui, via de regra, somos espíritos reencarnados. Pode até ter um que tá encarnando pela primeira vez, pode ser, mas é mais provável que a gente já esteja retornando, não encarnando pela primeira vez. Estamos todos encarnados, mas reencarnados. E então a gente volta. Será que a gente já contemplou esse mundo? A recomendação de Emanuaste, mediante a reencarnação para resgatar o passado e construir o futuro. Todos nós estamos aqui para isso, resgatar o passado que já foi, em que nós cometemos ações acertando e errando. Os acertos que a gente cometeu vão somar na nossa contabilidade espiritual e os erros que nós cometemos também vão ficar anotados na nossa contabilidade espiritual. Os acetos são méritos e os equívocos são débitos. Esses débitos, os erros que a gente cometeu aparecem em outras existências por meio de provas, que a gente chama de expiações, porque tem a vinculação com o passado de erros, de faltas. E a gente precisa dar um jeito de arrumar esse

nte cometeu aparecem em outras existências por meio de provas, que a gente chama de expiações, porque tem a vinculação com o passado de erros, de faltas. E a gente precisa dar um jeito de arrumar esse caminho que a gente andou meio aí de uma forma que não deveria. As provas surgem como oportunidades de evolução, de melhoria, de testes, de testemunhos. E as expiações são estas provas que também são testes, são oportunidade de melhoria, mas que estão vinculadas ao pretérito. Elas surgem com alguma relação a algo que a gente já fez e que a gente precisa agora, de certa forma resgatar, precisa consertar. diz: "Emano então nós estamos aqui para isso, para trabalhar resgatando esse passado e construindo o futuro." É atribuído a Chico Xavier, certamente pela orientação da espiritualidade que que ninguém pode voltar ao passado. Voltar já é ao passado, mas aqui é um pleno asmo permitido, né? para gerar um novo presente. Nós não conseguimos voltar esse passado, mas a gente pode a partir do presente fazer um novo futuro. Por isso que no espiritismo a gente não se atém apenas às causas, sejam anteriores ou presentes, os porquês, que são fundamentais, mas há também as finalidades, os propósitos, os paraquês, já projetando para o futuro. Sol que brilha, nuvem que passa, vento que ondula, terra expectante, árvore erguida, fonte que corre, fruto que alimenta e flor que perfuma, utilizam a riqueza das horas para servir. Depois dizem que emano não é um poeta. Olha que coisa linda, que linguagem mais poética, sublime, tocante, sensível, nos despertando as fibras mais íntimas da nossa alma. Sol que brilha. Imaginemos o sol brilhando. Nuva, aquela nuvem que passa, fruto que alimenta. Como é gostoso. Quem já comeu uma fruta hoje aqui? Ótimo. Podem dizer o que comeram. Pera, maçã, morango, tangerina, mamão. Ah, mamão é minha fruta predileta. Laranja, abacaxi. Olha aí, não é? Então, fruta ou fruto não é que alimenta, flor que perfuma. A mamãe estava mostrando lá na Andreia querida, na nas centenas de plantas que ela tem,

a fruta predileta. Laranja, abacaxi. Olha aí, não é? Então, fruta ou fruto não é que alimenta, flor que perfuma. A mamãe estava mostrando lá na Andreia querida, na nas centenas de plantas que ela tem, uma planta amarelinha que resolveu dar flor. Ela não dava flor, agora deu flor. Caixinhos lindos, dezenas assim de florzinhas amarelinhas. E aí vem lá os as abelhinhas, vem os passarinhos. Então, sabe assim? E a gente vai ver por que eles vão lá, porque a flor ela ela é doce. Ela tem um cheiro doce, é um cheiro agradável, é, é tão maravilhoso a natureza, a gente fica assim pensando, então veja, a flor que perfuma, tem aquele perfume tão agradável, não é? Utilize uma riqueza das horas para servir. Tudo na natureza tá trabalhando para servir. Prestar algum serviço. Aproveita igualmente, recomenda Emanuel, os minutos para fazeres o melhor. Qualquer minuto na nossa vida deve ser aproveitado pra gente fazer o melhor. O que de melhor a gente pode fazer nesse minuto agora que tá transcorrendo diante da pessoa que está ao seu lado? Eu estou provocando vocês, convidando-os para que aproveitem esses minutinhos. Olha lá o papai beijando a filhota. Quer coisa mais gostosa do que essa. Como é bom, não é? A gente aproveitar esses momentos. a gente curtir o tempo, o tempo a nosso favor, não correr atrás do tempo, porque a gente vai perder, porque o tempo não é um inimigo, o tempo é aliado, é companheiro. OK? Então, vejamos. Perdeste nobres aspirações em desenganos, desenganos esmagadores. Quantas vezes já não aconteceu? Quem já não se desenganou aqui, né? Já cometeu algum erro, fez o que não deveria fazer? No entanto, óvativa, as esperanças renascem no coração de lacerado, a maneira de rosa sobre ruínas. A esperança renas. A esperança faz com que a gente se sinta vivo. É a vida que retorna. Diz o ditado popular que a esperança é a última que poucos de nós nos lembramos que a esperança é sempre a primeira que renasce. Na verdade, a esperança nunca morre. Por isso ela ativa a vida. Mesmo a gente

ditado popular que a esperança é a última que poucos de nós nos lembramos que a esperança é sempre a primeira que renasce. Na verdade, a esperança nunca morre. Por isso ela ativa a vida. Mesmo a gente tendo cometido alguns erros, a gente não ficar na lamentação, não estacionar no remorço, na consciência de culpa, mas reconhecer o equívoco e seguir em frente, buscando os recursos da melhoria, da corrigenda. Vocês se lembram daquela ponte luminosa do livro Voltei? Irmão Jacó vai narrando que havia ali uns, acho que em torno de uns 15 irmãos, irmãs, que iriam atravessar essa ponte. Essa ponte era travessia de uma margem a outra, de uma situação a outra. Eles já iam seguir o seu curso no plano espiritual, já cada um tomando o seu caminho de acordo com a necessidade, mas já era uma sequência. Eles iam dar um passo fundamental para seguirem adiante. E na hora de atravessar, um dos irmãos, ele sentiu um remorço profundo e ele reagiu, achando-se incapaz e sem mérito de atravessar aquela ponte luminosa. Aí ele disse: "Eu sou um criminoso". Eu não tenho direito de atravessar essa ponte. Vocês se lembram, gente, dessa cena no livro Voltei? Vai virar filme, viu? E aí, quem estava conduzindo aquele time? Qual que é o nome, gente, desse auditório mesmo? O nosso querido médico dos pobres, o Kardec brasileiro, Dr. Bezer de Menezes, estava conduzindo. Sabe o que que ele fez? Ele veio junto daquele irmão, trazido com outros ali, fortalecendo vibracionalmente para que ele pudesse ter mais confiança. E começaram a conversar, olha, de fato, você cometeu erro. Quem de nós não cometeu algum erro? A questão é que você está aqui para fazer essa travessia porque você tem condições, você tem mérito porque depois do erro cometido, ele cometeu um crime, ele fez muita coisa boa. Ele não estacionou naquele erro, ele seguiu compensando no auxílio, na proteção, na assistência, na benemerência. E todo esse ato de bondade, essas sucessivas ações, posturas que ele teve, evidentemente entraram para sua

aquele erro, ele seguiu compensando no auxílio, na proteção, na assistência, na benemerência. E todo esse ato de bondade, essas sucessivas ações, posturas que ele teve, evidentemente entraram para sua contabilidade espiritual. E ele então tinha mérito para poder fazer a travessia. Não obstante, a consciência ainda o interpelisse sobre a questão do erro cometido, o acusando. Isso significa para nós, queridos, a esperança, a possibilidade da retomada, não nos estacionarmos no erro, porque quem daqui não cometeu algum erro? Quem nunca errou aqui, por favor, pode vir à frente. Nós todos cometemos erros porque ainda somos imperfeitos. Não significa que para evoluirmos e atingirmos a perfeição relativa a que estamos destinados, precisamos cometer erros, precisamos errar. Mas uma coisa é certa, nós temos o dever de tirar a lição que o erro nos traz para o nosso aprendizado, paraa gente poder crescer. Então, vejamos aqui vem Emanuel trazer para nós aí depois Bezerra conversa se nosso irmão é lentado e tudo e vai seguindo o curso dele, não é? Perdeste créditos valiosos na insolvência passageira que te aflige o caminho. Alguma coisa ficou pendente insolvência é porque nós não saldamos, nós não resolvemos todos os problemas e às vezes a gente não resolve o problema que precisa ser resolvido e cria outros. Acontece com vocês ou é só comigo? Eu não estou sozinho, né, gente? Então, veja lá, a gente ainda acaba usando o livre arbítrio como não deve. Então, perdemos créditos valiosos na insolvência passageira que te aflige o caminho. Todavia, o trabalho dá-te a recursos multiplicados para conquistas novas. Nós temos a oportunidade do trabalho para novas conquistas e a gente não deve desperdiçar. Sempre, cada dia se renova, o sol renasce, a esperança está ativa. Basta a gente ter vontade, a vontade de fazer o que deve ser feito. A alegria vai fazer a diferença. Estou disposto, mas é uma alegria que é alimentada pelo pensamento e pela vontade na perseverança, para que eu não desista diante do primeiro

zer o que deve ser feito. A alegria vai fazer a diferença. Estou disposto, mas é uma alegria que é alimentada pelo pensamento e pela vontade na perseverança, para que eu não desista diante do primeiro obstáculo, da primeira dificuldade que apareça, porque eu tenho condições de vencer as provas. Eu tava ontem indo para São Paulo e hora que eu sentei assim, que eu gosto de sentar sempre no corredor, já tinha um rapaz sentado no meio. Aí eu falei para ele: "Você vai passar frio em São Paulo? Porque tá frio". Ele tava assim só de camiseta e tal. Ele falou: "Mas eu não vou ficar em São Paulo, eu tô indo para outro lugar". E a gente começou a conversar, começamos a conversar e tal. E aí ele foi contando um pouco da história dele, muito interessante, com episódios assim curiosíssimos. E nós começamos a falar do espiritismo, porque ele foi fazendo algumas perguntas e a gente foi falando, foi falando. Aí nós estarmos com livro na nossa bolsa, na nossa mochila, o livro Coragem, que é um livro de espíritos diversas e psicografado por Chico Xavier e também Valdo Vieira, sof melhor juízo, publicado em parceria da FEB com a comunhão espírita cristã. Aí eu dei esse livro para ele, ele falou: "Olha, ele ia fazer concurso e tudo mais e tal". e foi relatando a experiência, a situação que ele estava vivendo, as condições que estava enfrentando. a gente entregou o livro para ele e ele disse assim: "Olha, você sabe que nós estamos aqui em cinco que vamos fazer essa prova de concurso numa cidade do Nordeste e era pra gente ter ido direto porque fizemos uma conexão de onde a gente estava vindo, mas houve um atraso no voo e a companhia não aguardou. Por 20 minutos, nós cinco perdemos o voo. Agora eu estou entendendo a razão pela qual eu perdi esse voo, porque era preciso que eu estivesse aqui para ouvir isso que você está me dizendo. Amigos, nós somos só instrumentos. há umas uns 15 dias, três semanas, no máximo, num outro voo, a gente estava para embarcar. Eu falo isso porque a gente volta e meia aqui a pular, né, nos

me dizendo. Amigos, nós somos só instrumentos. há umas uns 15 dias, três semanas, no máximo, num outro voo, a gente estava para embarcar. Eu falo isso porque a gente volta e meia aqui a pular, né, nos finais de semana e tudo, um trabalho doutrinário, as pessoas vão convidando e a gente vai divulgando o espiritismo. Havia uma senhora conversando com outra e eu estava bem atrás na fila, né, para embarcar e ouvindo a conversa. E a gente percebeu na conversa que ela havia perdido o esposo, com o qual tivera uma relação de pelo menos uns 20 anos. E a outra perguntava sobre isso numa visão talvez mais psicanalítica, talvez uma abordagem mais materialista. E umam conversando. Quando ela disse que ainda sentia saudade e que não pudera propriamente ter se despedido dele como gostaria, eu senti a presença dele e ele deu um abraço nela. Ela embarcou, eu estava na sequência. Aí quando eu passei assim, ela já estava sentada, eu disse assim para ela, ele lhe mandou um abraço, ele lhe deu um abraço. Ela olhou assim para mim, agradeceu. Nunca mais vi essa senhora. Nós somos instrumentos. Há situações que acontecem na nossa vida que a gente não pode deixar aquele minuto passar. sem que a gente oferte a nossa modesta contribuição, porque Deus nos coloca em algumas circunstâncias, situações, exatamente para que nós sejamos o instrumento do consolo, da paz, do esclarecimento. E se a gente não o faz, nós perdemos a oportunidade. Diz assim, Emanu: Perdeste felizes ocasiões de prosperidade e alegria à vista da calúnia com que te ferem, mas no culto da tolerância removerás a maledicência, demandando níveis mais altos. Como é importante a tolerância diante da ofensa, da mágoa, né? Sim. Ah, a pessoa falou mal, né? Maledicência. Se a gente é tolerante, nós vamos ter um tratamento para aquela situação de forma muito mais assim proveitosa. Perdeste familiares queridos que te largaram a solidão. No entanto, recuperá-los a recuperá-los a tão logo consigas sazonar os frutos do entendimento na esfera da

de forma muito mais assim proveitosa. Perdeste familiares queridos que te largaram a solidão. No entanto, recuperá-los a recuperá-los a tão logo consigas sazonar os frutos do entendimento na esfera da própria alma. Recentemente, uma querida amiga e irmã entrou em contato dizendo do amor que eu tenho por minha mãezinha. a dona Maria. E eu tenho mesmo, eu tenho a honra de ter a minha mãe que vai fazer 87 anos, como eu tive a honra de viver os dois últimos anos da vida do meu papaizinho aqui, que desencarnou com 88 anos em 2019, antes da pandemia e procurando aproveitar o máximo possível da presença dele e agora da mamãezinha. E ela colocava de uma forma pesarosa a ausência da demonstração afetiva por parte dos filhos e que ela então sofria demais com isso. Eu perguntei para ela se ela fazia algum trabalho voluntário. Ela disse que sim e que tem que se sentido cada vez melhor, mas que não é fácil. Então, queridos e queridas, nem sempre nós temos a correspondência da afetividade, da amorosidade, dos nossos sentimentos. Mas não é por isso que a gente vai cobrar ou vai deixar de amar. Porque aquele que ainda não consegue demonstrar o amor, não é porque não necessariamente não ame, é porque pode ter alguma dificuldade. Mas aquele que é um filho e é ingrato, ele é infeliz, porque a ingratidão é o dos sentimentos assim que devem ser mais evitados e que Deus olha realmente no sentido de que aquele espírito ainda tem muita necessidade. Porque a ingratidão para com os pais é algo lamentável. Nós devemos sempre ser agradecidos. Mesmo que a gente não concorde com uma ação ou outra, uma maneira ou outra, um jeito ou outro dos nossos pais. Só pelo fato da gente ter reencarnado, a gente tem que agradecer a eles. Não é? Perdeste afetos sublimes na fronteira da morte, todavia, reaverás todos eles um dia, quando te sentires de espírito liberto nos planos da grande luz. Olha a esperança, a imortalidade, não é? Nós vamos nos reencontrar. Perdeste dons preciosos na enfermidade que te flagela, mas o próprio corpo

te sentires de espírito liberto nos planos da grande luz. Olha a esperança, a imortalidade, não é? Nós vamos nos reencontrar. Perdeste dons preciosos na enfermidade que te flagela, mas o próprio corpo físico é santuário que te refaz. Olha que maravilha esse veículo, esse sistema que é o nosso, né, corpo físico, que a gente deve fazer um um excelente uso dele enquanto estamos aqui. Aí encerra Emanuel, observa, observa. Veja que o texto bem escrito começa com contempla. Aí ele encerra: observa contudo o que fazes do tempo e vale-te dele para instalar bondade e compreensão. O que é que nós estamos fazendo do tempo à nossa disposição? Instalar bondade e compreensão vai facilitar a nossa trajetória e arruma felicidade, discernimento e equilíbrio em ti mesmo vai fazer com que a gente se sinta bem, a gente está no caminho certo, porque o dia que deixas passar, vazio e inútil, é realmente um tesouro perdido que não mais voltará. Então, gente, como nós estamos ainda ao longo do dia, não é? Já no começo desta noitinha, 18:55 na capital brasileira, a gente pode aproveitar ainda esse dia para fazer o que a gente não fez, com disposição, com ânimo, com interesse, de nos reconciliarmos com o inimigo, de abraçar o nosso irmão, de olhar nos olhos de quem a gente não viu ainda, de poder cumprimentar a pessoa com prazer, com satisfação, de poder fazer o bem da maneira mais simples possível. Seja cavalheiro. Nós abramos a porta para as damas entrar no carro, por exemplo, para dar passagem para que entre antes de nós. Coisas simples que a gente pode fazer, o pai ajudar a educação dos filhos, ajudar a mãezinha que muitas vezes está sobrecarregada. Nós temos um olhar para com o nosso companheiro, a nossa companheira de forma afetiva, caridosa, compreensiva, agradecida, porque aquele que agradece vive bem, aquele que reclama não está bem. Por isso, gente, alegria é o convite para que aproveitemos bem o dia de hoje, porque ele está à nossa disposição paraa gente fazer o que bem quiser. Aproveitemos fazendo o melhor. Vamos

não está bem. Por isso, gente, alegria é o convite para que aproveitemos bem o dia de hoje, porque ele está à nossa disposição paraa gente fazer o que bem quiser. Aproveitemos fazendo o melhor. Vamos escrever a página da nossa história de vida, escrevendo uma história feliz, de resgate, de elevação, de amor e de esperança. Muito obrigado pela atenção de todos. Agradecemos ao nosso irmão Geraldo Campete. Com quanta leveza ele nos conduziu nesta uma hora que trouxe para nós tanto alento, tanta esperança para viver o nosso dia de hoje, o aqui e agora, não é? E vamos ser felizes agora com alegria. E a mensagem de um irmãozinho que passou muito rapidamente disse assim: "A alegria é estado de alma que contagia a todos os que conosco estagia. Ao trabalho da alegria a todo ser que em tarefa sabe perceber que a alegria é dever a todo dia. Vos alegrais, mesmo que às vezes queiram chorar. A lágrima derramada é bálsamo revigorador que traz ao ser o convite a perceber que após a dificuldade a bonança se faz presente. Alegrai-vos, assim nos ensina o mestre, um irmão. e envolvidos na alegria que hoje este salão repleto de energia bondosa no amor imenso do nosso benfeitor Bezerra de Menezes. Simplesmente que nós possamos dizer: "Cheios de alegria, queremos agradecer à vida e que possamos vivê-la em abundância. Sentindo prazer em observar a criação divina que encanta o nosso olhar da pequenina relva ao mais frondoso de tudo que está posto na natureza. Alegremo-nos. Deus criou para que tudo funcione, para que tudo reine da forma mais perfeita, para que aqui presente neste planeta, nós possamos nos sentir presenteados a todo instante. Alegremo-nos. Somos únicos e somos detentores da majestosa capacidade de interagir com o divino quando nos alegramos. Graças a Deus. Graças a Jesus. Uma boa semana para todos. E queremos lembrar que aos domingos de 17:30 às 19:30 o atendimento fraterno na nossa casa é presente. Aquele que precisar, tiver alguém que precisa ser atendido fraternalmente, a nossa casa tem esse

E queremos lembrar que aos domingos de 17:30 às 19:30 o atendimento fraterno na nossa casa é presente. Aquele que precisar, tiver alguém que precisa ser atendido fraternalmente, a nossa casa tem esse horário também implantado aos domingos. espírita de o passe tem como finalidade auxiliar a recuperação física, mental e espiritual, substituindo os fluidos deletérios por fluidos benéficos. Durante o passe, temos uma troca de energias físicas, mentais e espirituais, guiadas pelo melhor sentimento que é o amor. Essa energia amorosa auxilia no reequilíbrio dos pensamentos e emoções, restabelecendo a harmonia íntima. Assim deve ser utilizado quando sentir necessidade ou até que se sinta reequilibrado. Nesse momento em que daremos início à aplicação do paz, pedimos que em um ambiente tranquilo você se coloque de forma confortável, fechando os olhos, respirando de maneira tranquila e serena, para que assim possamos sentir a presença do nosso Deus de amor, Senhor da vida e da misericórdia. Entrando em sintonia com o nosso mestre e amigo de todas as horas e com os mentores espirituais dessa casa, rogamos que nesse momento desça sobre nós todos os fluidos salutares e benéficos necessários ao reequilíbrio do nosso corpo físico, mental e espiritual. Senhor meu Deus, permita que os bons espíritos que me cercam me auxiliem nos momentos de dificuldade. Que eu tenha a força necessária para continuar a caminhada no sentido do bem, do amor e da caridade. Traz, Senhor, a cura para os males do corpo e da alma. Mas se não for o momento, traz o refrigério necessário para que eu continue a caminhada. Que nossos amigos espirituais possam visitar os nossos lares, abençoando a cada um que lá se encontra, trazendo a alegria de viver, a paz, a harmonia e que cada um possa colocar o amor do Mestre Jesus em seus corações. e também os mentores espirituais possam visitar os nossos ambientes de trabalho, levando a cada canto a tranquilidade, a fraternidade e a serenidade. Que esses bons fluidos se estendam para

corações. e também os mentores espirituais possam visitar os nossos ambientes de trabalho, levando a cada canto a tranquilidade, a fraternidade e a serenidade. Que esses bons fluidos se estendam para cada um de nós, amigos e familiares, trazendo o conforto que tanto desejamos. a coragem e a fé para continuarmos à nossa estrada da vida. Estamos chegando aos momentos finais de nosso passe. Faremos então a oração que o mestre Jesus nos ensinou. Pai nosso que estais no céu, santificado seja o teu nome, venha a nós o teu reino, seja feita a tua vontade, assim na terra como no céu. O pão nosso de cada dia dai-nos hoje. Perdoa as nossas dívidas, assim como perdoamos aos que nos devem. Perdoa as nossas ofensas, assim como perdoamos aos que nos ofendem. Não nos deixes entregues à tentação, mas livra-nos do mal. E nesse momento, calmamente, vamos abrindo os nossos olhos, retornando ao nosso ambiente com paz e vibrações fraternais. E agradecidos que somos ao nosso mestre Jesus e aos mentores espirituais desta casa, damos graças a Deus, graças a Jesus e assim seja.

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