ESPIRITISMO EXPLICANDO - Geraldo Campetti [PRECE AOS SUICIDAS]
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Jesus nos abençoe e nos encontra em paz. Hoje vamos celebrar a vida, que é a única coisa que existe. A existência é um detalhe da vida em evolução. Entramos na Terra pelo renascimento e depois saímos da Terra pela desencarnação, tudo dentro da vida. Então, a nossa oração pelos nossos irmãos que se enganaram com esse princípio básico e nos deixaram antes do devido tempo. esta oração, esta reunião, esta celebração com a participação de vocês, é para emitir aos nossos irmãos uma vibração de consolo, de paz, de autoconfiança, devida futura. O futuro é uma bênção, nos aguarda. Vamos hoje na na nossa reflexão ouvir as orientações e conselhos do nosso irmão Geraldo Campete com muita atenção, de podermos educar ainda um pouco mais os nossos espíritos. O tema é o espiritismo explicando, explicando as nossas situações, tanto da existência na matéria como da vida normal que é a do espírito. Como preparação, nós faremos uma leitura do capítulo 20, Os obreiros do Senhor, do capítulo Os trabalhadores da última hora. Faremos uma oração breve para passar a palavra, que eu sei que vocês estão ansiosos para ouvi-lo. E enquanto nós permaneçamos em vibração durante a palestra, a nossa irmã Analícia, que à esquerda, receberá os recadinhos do Dr. Dezerre sua equipe se vier se vierem, porque o médico não garante nada. Como dizia o Chico, o telefone agora não é mais o smartphone, vamos atualizar o smartphone manda mensagem só de lá para cá, não é isso, Anânia? Nossa. Então vamos lá. Os obreiros do Senhor, o item cinco é o último do capítulo, aproxima-se o tempo. Isso foi há 165 anos atrás. Então, o tempo já chegou. Aproxima-se o tempo em que se cumprirão as coisas anunciadas para a transformação da humanidade. Já escrevia Paulo: "Renovai-vos, renovai-vos. De todosos serão os que houverem trabalhado no campo do Senhor, trabalho com desinteresse sem outro móvel que não seja a caridade. Seus dias de trabalho serão pagos pelo centuplo do que tiverem esperado. Ditosos os que hajam dito a seus irmãos: "Trabalhemos juntos e
abalho com desinteresse sem outro móvel que não seja a caridade. Seus dias de trabalho serão pagos pelo centuplo do que tiverem esperado. Ditosos os que hajam dito a seus irmãos: "Trabalhemos juntos e unamos os nossos esforços, a fim de que o Senhor, ao chegar encontre acabada a obra. Porquanto o Senhor lhes dirá: "Vinde a mim, vós que sois bons servidores, vós que soubestes impor silêncios aos vossos ciúmes e as vossas discórdias, a fim de que daí não viesse dano para a obra, a obra de Cristo." E o gerente geral, claro, é Deus. Mas ai daqueles que, por efeito de suas discensões, houverem a hora da colheita, pois a tempestade virá e eles serão levados no turbilhão. Clamarão graça, graça. Porém o Senhor lhes dirá: Como implorais graças? Vós que não tivestes piedade dos vossos irmãos e que vos negastes a estender-lhes as mãos, que esmagastes o fraco em vez de o amparardes, que buscastes vossa recompensa nos gozos da terra e na satisfação do vosso orgulho, já recebeste vossa recompensa. Nada mais buscar pedir. As recompensas celestes são para os que tenham buscado, não tenham buscado as recompensas da terra. Deus procede neste momento ao senso de seus servidores fiéis e já marcou com um dedo aqueles cujo devotamento é apenas aparente, a fim de que não usurpem o salário dos servidores animosos. Pois aos que não recuarem diante de suas tarefas, é que ele vai confiar os postos mais difíceis na grande obra da regeneração pelo espiritismo. Servidores animosos, trabalhar com alegria, com ânimo, com fé, com autoconfiança, com a certeza da vitória. E encerra a mensagem: "Cumpre serão estas palavras. Muitos primeiros serão últimos e muitos últimos serão os primeiros no reino dos céus. O Espírito de Verdade, Paris, 1862. Vamos orar saudando os nossos irmãos que nos acompanham pela transmissão da TV Comunhão e das redes sociais, os que já estão conectados com a nossa transmissão. Isso faz com que a massa mental de vibrações elevadas se multiplique indefinidamente, infinitamente. Então convido a todos
nhão e das redes sociais, os que já estão conectados com a nossa transmissão. Isso faz com que a massa mental de vibrações elevadas se multiplique indefinidamente, infinitamente. Então convido a todos eles e a vocês e a nós para juntos dizermos Jesus, amigo fiel de todos nós. Aqui estamos, Senhor, unidos e reunidos em Teu nome, buscando a mensagem reveladora, confortadora, esclarecedora para os nossos passos nesta existência, mas também para a orientação e o consolo dos nossos irmãos. desencarnados que foram programados para uma terapêutica nesta tarde e noite. Olha por eles, Senhor. recebe nossas vibrações e sentimentos em favor de sua recuperação, despertamento, conscientização e aproveita dos nossos pensamentos as mais novas, nobres vibrações, a fim de podermos colaborar nos trabalhos desta tarde. Que seja feita a vontade de Deus, o Pai Criador, que nos ama a todos e que nos criou para sermos felizes. Que assim seja, Senhor. Graças a Deus. Então, sem mais delongas, com vocês o nosso irmão Geraldo Campete. Queridos amigos e irmãos, muito boa noite a todos. Amigos e irmãos queridos. Boa noite. Melhor assim, né, nosso amigo dirigente. Fica mais espontâneo. A nossa querida amiga irmã na sensibilização medianímica também. Muito obrigado pelo convite, oportunidade de estarmos aqui neste domingo. Hoje é dia 18, não é isso? De maio. A nossa gratidão também pela presença dos amigos que estão nos acompanhando aí, os irmãos pela TV Comunhão, pela internet. É tão interessante o fenômeno da internet, né? A gente postou a palestra de hoje às 13 horas uma divulgação falando que ia ser transmitida pelo YouTube. 100 pessoas cerca de viram, né, de 1 hora da tarde para agora. É impressionante, não é? Claro que a gente poderia imaginar, poderia ser 1.00.000, né? Mas também não exageremos, que é tão importante. O nosso amigo tá aqui Robson, sabe exatamente, né, do poder da comunicação. É impressionante. Nós estamos eh nesta semana muito significativa, queridos. É uma semana muito especial
e é tão importante. O nosso amigo tá aqui Robson, sabe exatamente, né, do poder da comunicação. É impressionante. Nós estamos eh nesta semana muito significativa, queridos. É uma semana muito especial diante do passamento da desencarnação do nosso querido apóstolo do Cristo, o considerado Paulo da atualidade, não é? o nosso amigo, irmão e pai do coração, Divaldo Pereira Franco, que no dia 13 de maio, exatamente no dia em que a princesa Isabel assinava, não é, a lei Áurea, abolição da escravatura. Eh, nesse dia 13 de maio, às 21:45, Divaldo retornava à pátria verdadeira, com a missão absolutamente cumprida. de um missionário entre nós, do qual a gente teve o privilégio de ser contemporâneo, mas é um privilégio, responsabilidade por conta dos ensinos, dos exemplos, das lições e dos testemunhos que ele nos deixou como um legado que a todos nós estimula a perseguirmos e a prosseguirmos trabalhando. Naturalmente, uma pergunta que surge é: quem dará continuidade ao trabalho de Divaldo, quem é o sucessor de Divaldo, né? Como perguntaram quem era o sucessor de Chico? E a gente responde: "Assim como não houve sucessor de Chico, não haverá sucessor de Divaldo, porque o Espiritismo, ele não trabalha nessa linha de hierarquia, de sacerdócio na organização desta forma. Boa noite, querida. Seja bem-vindo. Boa noite. Tô bem, graças a Deus. Prazer, viu? Seja muito bem-vinda. Então, nosso querido Edivaldo fez o trabalho, cumpriu a sua missão, deixou aí um legado enorme e a gente, como tarifeiros, milhares espalhados, Brasil e mundo afora, seremos aqueles, né, como os nossos amigos, como cada um de nós que está atuando na divulgação, vai seguir trabalhando. Isso é o mais importante, porque na verdade como Chico, como Divaldo, seguiam e continuam seguindo o Cristo, nós também seguimos e continuamos seguindo, né, Jesus, o espírito da verdade ali tão bem lido nessa mensagem tão atual, apesar dos 165 anos, não é? eh trazendo para nós aí na condição de obreiros do Senhor, que todos somos quando nós nos colocamos à
esus, o espírito da verdade ali tão bem lido nessa mensagem tão atual, apesar dos 165 anos, não é? eh trazendo para nós aí na condição de obreiros do Senhor, que todos somos quando nós nos colocamos à disposição do trabalho. Este ano nós estamos comemorando 160 anos de lançamento da primeira edição do livro Céu Inferno, que foi publicado na sua primeira edição em 1865 por Allan Kardec. Aí teve a segunda edição, a terceira edição e a quarta edição definitiva, que é aquela que foi utilizada para se fazer as traduções para os outros idiomas. E todas estas edições foram revistas, revisadas, corrigidas, ampliadas, eh às vezes até mesmo enxugadas em alguns capítulos, reestruturadas pelo próprio codificador da doutrina espírita. Assim também aconteceu com os dois últimos livros do chamado pentateuco cardequiano, não só com o livro dos espíritos, que teve a sua segunda edição definitiva em 1860, a primeira de 1857 e praticamente dobrou, mais que dobrou, né? Eram 501 perguntas na primeira edição, a segunda edição definitiva passou a ter 1019. o livro dos médiuns, que é a primeira edição de 1861 do primeiro semestre. A segunda edição definitiva, que também foi revisada, foi corrigida por Allan Kardec, ela foi publicada no segundo semestre de 1861. O Evangelho Segundo o Espiritismo, que é a terceira obra do Pentateuco, né? Porque são cinco obras Pentateu com Cardano. Ela foi publicada na primeira edição 1864, a segunda edição 1865, mudando o título, né? Porque era a Imitação do Evangelho Segundo Espiritismo, passou a ser Evangelho Segundo Espiritismo. E a terceira edição de 1866 que é definitiva, aí reestruturou a obra. Realmente como hoje a gente conhece o magnífico evangelho segundo o Espiritismo. Aí nós tivemos em 65 o livro O Céu Inferno e em 1868 a Gênese. A edição definitiva do céu e inferno é a quarta e da Gênese é a quinta. estas edições todas trabalhadas, ampliadas por Kardec e ele era publicando na revista espírita desde 1858 até quando ele desencarnou em 1869. eh estudos, eh aprofundamentos,
ta e da Gênese é a quinta. estas edições todas trabalhadas, ampliadas por Kardec e ele era publicando na revista espírita desde 1858 até quando ele desencarnou em 1869. eh estudos, eh aprofundamentos, curiosidades, vários desses conceitos que depois foram incorporados ao próprio conteúdo da codificação nas edições que foram se sucedendo. Isso feito pelo próprio Allan Kardec e a genialidade desse codificador, né, Maria Clara, boa noite. Boa noite, mamãe e papai. Sejam bem-vindos. A gente tem aqui Kardec explicando para nós o céu, o inferno ou a justiça segundo o Espiritismo, que vai desenvolver a quarta parte do livro dos espíritos, que fala das esperanças e das consolações. Esse livro tem duas partes. A primeira vai tratar da teoria, da doutrina, dos conceitos, sobre o que é o céu, que é o inferno, que é o purgatório. Fala dos anjos, dos demônios. vai tratar inclusive de um Código Penal da Vida Futura que a gente pode muito bem trazer pra vida presente, o que é muito interessante para nossa preparação, né, para a vida que é a única vida que existe, que é a vida do espírito. Como o nosso irmão destacou, a gente está aqui apenas de passagem, né, numa existência física, mas que merece aproveitada, né, devidamente. Então, nós temos a primeira parte com esses conceitos e a segunda parte, Kardec traz um capítulo sobre o passamento, que é a desencarnação, a morte e depois ele traz entrevistas com espíritos em diversos níveis de evolução, espíritos felizes, espíritos infelizes, sofredores, espíritos atravessando provas e expiações difíceis e espíritos suicidas. Lembrando que todo domingo às 18 horas nós temos aqui esse momento de prece aos nossos irmãos e irmãs suicidas, aqueles que anteciparam o retorno à verdadeira vida e que merecem todo o nosso carinho e acolhimento, a nossa consideração, o nosso respeito sem julgamento. O Espiritismo não julga, muito menos nós devemos julgar. Nós devemos acolher, amparar, assistir, dar todo o apoio necessário para que o espírito, na
ossa consideração, o nosso respeito sem julgamento. O Espiritismo não julga, muito menos nós devemos julgar. Nós devemos acolher, amparar, assistir, dar todo o apoio necessário para que o espírito, na condição que ele se encontrar, ele possa se sentir abrigado, acolhido, como esta casa faz, para que encontre a força necessária para dar seguimento, porque encontra-se diante da morte, depando-se com a vida, porque todos somos espíritos imortais. E aqui Kardec traz o primeiro capítulo sobre o passamento, sobre a morte, sobre a desencarnação. E é do item 14 deste capítulo primeiro que nós vamos ter o estudo desta tarde noite, que está no capítulo 5 do livro A justiça divina, que é uma obra psicografada por Chico Xavier, pelo espírito Emanuel, publicado pela FEB editora. E a gente tem aqui são o estudo da codificação, obras de Emanuí, espíritos diversos, trazendo para nós análise de alguns textos contidos nas obras da codificação, como a gente tem, por exemplo, o caso do livro dos espíritos, sendo estudado pelo religião dos espíritos. Temos aqui os o livro dos médiuns, estudados pelo Seara dos Médiuns, O Evangelho Segundo o Espiritismo pelo espírito da verdade, o céu e o inferno, que é o estudo que a gente tá fazendo aqui ao longo deste ano, comemorando 160 anos. O estudo é pelo Justiça Divina e temos o livro que é o livro dos espíritos e o Evangelho pelo livro Estude Viva. Nenhum especificamente estudou a Gênese. Segundo estudos do nosso querido Elará, ele aponta o livro Rumo Certo, o livro roteiro, trazendo tópicos ali da Gênese para o aprofundamento do nosso estudo. Então, o item 14 do capítulo primeiro da segunda parte do livro Céu e Inferno. Memorizaram a fonte? Oi, vou repetir. Não é difícil. Tudo é uma questão de lógica. Maria Clara, anota aí. O livro tem duas partes e é o primeiro capítulo da segunda parte, o seu item 14. Simples. Então, item 14 do capítulo primeiro da segunda parte do livro Sé Inferno de Allan Kardec, traduzido por Manuel Quintão, publicado pela Feb
o primeiro capítulo da segunda parte, o seu item 14. Simples. Então, item 14 do capítulo primeiro da segunda parte do livro Sé Inferno de Allan Kardec, traduzido por Manuel Quintão, publicado pela Feb editora. Quando a gente vai citar a fonte, a gente procura citar o mais completo possível, pelo menos com autor, se for espírito também, o médium e o autor espiritual, o título da obra e a editora. Como aqui é um item específico, a gente cita o item também, OK? Então, vamos à leitura desse item 14. Veja bem, o tema de hoje é o espiritismo explicando. Eu quando eu tiro o óculos, eu vejo o super espíritos de vocês, tá bom? E consigo perceber um pouquinho mais da realidade espiritual também, porque o meu óculos agora, olha aqui, Sérgio, é só paraa distância, eu só tenho me pia, não é? Eu já não preciso usar um óculo para perto. A questão é que se eu estou com óculos, eu não consigo enxergar de perto. Se eu tiro óculos, eu não consigo enxergar de longe. É uma beleza. Então, para que cada qual trabalhe na sua purificação, veja aqui o contexto para que cada qual trabalhe na sua purificação. tava me recordando de uma lição no Evangelho Rede Vivo, que é um estudo maravilhoso promovido pela Federação Espírita Brasileira. São nove livros, já seis foram publicados. A Marta Antunes, que é responsável, coordenando uma equipe grande de trabalho no Brasil e mundo afora, já nos deixou o sétimo volume e nós vamos publicar todos eles do Evangelho Rede Vivo. Nós estávamos facilitando junto com uma outra colega um item do Evangelho em que dizia assim, né, sobre Moisés ter permitido que os homens eh dispensassem as suas mulheres. Vocês lembram dessa passagem? E ele diz: "Foi por causa da dureza do vosso coração". E quando a gente encerrou o evangelho, ela colocou um slide lindo que de um lado era assim: "A dureza do vosso coração que justificou Moisés ter autorizado aos homens então despedirem as suas mulheres, não é? Veja lá que situação. Tem um contexto machista aí, mas vamos lá, né? Vamos pegar a essência."
do vosso coração que justificou Moisés ter autorizado aos homens então despedirem as suas mulheres, não é? Veja lá que situação. Tem um contexto machista aí, mas vamos lá, né? Vamos pegar a essência." E aí ela colocou de outro lado do slide, mudando a palavra dureza apenas a letra D pela letra P. Então, com a letra D se forma, eu vou repetir, por favor. Com a letra D, nós temos aquela palavra dureza. Com a letra P, nós temos a palavra. Olha só que coisa maravilhosa. Dureza do vosso coração para a pureza do coração. Porque se os nossos corações fossem puros já aquela época, Moisés não precisaria ter autorizado esse tipo de ação. Mas ele só autorizou porque os corações eram duros. E que o que o evangelho faz conosco? apacenta o nosso coração, a nossa emoção. E aí a gente vai se sentindo mais amor, o nosso sentimento vai fluindo de uma maneira mais espontânea, mais natural, que é a proposta amar a Deus sobre todas as coisas de todo o meu, de todo o meu e de toda a minha. É uma coisa impressionante. Pentecoste tá funcionando, né, gente? Então, de todo o meu, de todo a minha, isso, de toda a minha alma, todo o meu coração, toda a minha mente, toda a minha alma. E amar ao próximo como a nós mesmos é a recomendação. Tá ali a essência do amor. Então, a pureza dos vossos corações é que leva o amor. Bem-aventurados os que têm puro coração, porque eles verão a Deus. Olha, a pureza de coração que nos faz enxergar Deus. compreender Deus e a gente precisa ir se purificando. Então, para que cada qual trabalhe na sua purificação, viram que o Espiritismo é uma bênção, né? Só pra gente falar de uma palavra para chegar nessa purificação. Que coisa linda. Quem gostou? Todo mundo. É unânimo, não é? Obrigado. Então, para que cada qual trabalhe na sua purificação, reprima as má tendências. Quem é que tem má tendência aqui? Alguém tenha uma má tendência aqui, por favor, permaneça como está. É por isso que no capítulo 17 O Evangelho Segundo o Espiritismo, Allan Kardec na sua generalidade coloca no
e tem má tendência aqui? Alguém tenha uma má tendência aqui, por favor, permaneça como está. É por isso que no capítulo 17 O Evangelho Segundo o Espiritismo, Allan Kardec na sua generalidade coloca no item três, o homem de bem e diz assim: "O verdadeiro homem de bem é aquele que pratica a lei de justiça, amor e caridade em toda a sua pureza, sua plenitude, integralidade." A gente já lê isso, já começa a entrar em depressão. É uma coisa impressionante. Estamos muito longe desse homem de bem. Aliás, o próprio Cristo quando fala bom mestre, bom só Deus o é. Que interessante. Se Jesus, espírito puro não era bom nós, então, hein? Mas nós estamos chegando lá, porque ele também disse: "Vós sois deuses e podeis fazer o que eu faço e muito mais". Porque Jesus sempre viu o potencial nosso, a nossa capacidade, não é? E vai lá. Então, de repente nós temos essa questão que vai nos aproximando, né, Kardec? dizendo, olha, vamos elencar aqui apenas 19 características do homem de bem e ao final ele diz: "Não estão aqui relacionadas todas elas". Aí é que a gente acaba de estar em depressão mesmo profunda, né? Porque Jesus do céu, como é que nós vamos fazer? Mas ele é tão interessante, tão sábio, que ele faz o seguinte, coloca o item quatro desse capítulo 17 como sendo o os bons os bons espíritas. E aí vai aquela frase que todos nós conhecemos: "Reconhece-se o verdadeiro espírita pela sua transformação moral, pelos esforços que empreguem domar as suas más inclinações. Ora, então assim, a gente sai meio deprimido ali do homem de bem que a gente tá, mas bom no espírito pode ser. Ah, por quê? Porque a gente pode ser o quê? Esforçado, né? fazer aquele esforço, ó, buscar a nossa transformação moral e domar as nossas más inclinações. Por isso, coloca aqui Allan Kardec no céu inferno para que reprima as más tendências, as más inclinações. E a questão 90 de O livro dos Espíritos, Kardec indaga se a gente já poderia inclusive dar conta, né, de cuidar dessas más tendências, se a gente conseguiria,
ma as más tendências, as más inclinações. E a questão 90 de O livro dos Espíritos, Kardec indaga se a gente já poderia inclusive dar conta, né, de cuidar dessas más tendências, se a gente conseguiria, digamos assim, erradicar essas más inclinações. E o espírito da verdade, que é o mesmo que editou a mensagem ali, que coordenou todo o trabalho de codificação, que quando Kardec pergunta como devo chamar? O espírito estava orientando toda a codificação espiritista. E o espírito responde: "Chame-me verdade". Era o anúncio do consolador prometido na figura do Espírito de verdade. Se me amais, guardai os meus mandamentos e eu vos enviarei outro consolador, o Espírito de verdade, para que fique eternamente convosco. É o próprio Cristo que se manifesta na figura impessoal e coletiva do espiritismo. É uma coisa impressionante como a gente começa a entender a essência da mensagem, não é? E aí então ele responde assim: "O homem muito bem poderia, no sentido do ser humano, domar as suas más inclinações, já reprimir as suas más tendências. Para isso basta ter, vocês não sabem, ah, vontade. Ah, se nós tivéssemos um pouco de vontade, fizesse um pouquinho de esforço, tudo seria diferente. Mas nós estamos a caminho, viu? A gente precisa ter essa vontade de fortaleccê-la. Então, para reprimir as más tendências e dominar as paixões, as paixões que são ali o prelibar ou prelúdio daquilo que virá depois se constituir no sentimento e que vai ter a sua manifestação mais sublimes no amor. A gente vai ver aqui, preciso se faz que abdique. é se vocês não souberam também não sei. Pelo amor de Deus, como é que é mesmo abidicar, hein? Renunciar. Obrigado. Renunciar. Aquele que abdica renuncia. Lembra de Joana de Cusa com o seu filho lá nos circos Máximos, né, romanos? Não era o Coliseu, gente, porque o Coliseu não existia ainda. Foi no ano ali por volta de 68. que Coliseu começou a ser construído a partir de 70 depois de Cristo. Ela então estava ali mártires do cristianismo junto com seu filho. E ele então diante de um soldado
oi no ano ali por volta de 68. que Coliseu começou a ser construído a partir de 70 depois de Cristo. Ela então estava ali mártires do cristianismo junto com seu filho. E ele então diante de um soldado que estava ali de guarda pedindo: "Pelo amor de Deus, renuncie, abdique". E o filho, então tomado daquela vontade de não morrer, falou pra mãe: "Abdica, abdica, mãe, abdica". E ela não abedicou. Ela não renunciou ao testemunho do Cristo e os dois morreram ali naquele momento, porque ela levou o filho também para aprender o testemunho. É uma coisa tão impressionante. E a gente vê que no sentido de abdicar das vantagens imediatas, é preciso renunciar às vantagens imediatas. pra gente se purificar, pra gente reprimir as massas tendências, pra gente poder dominar as paixões. Então, nós precisamos abdicar das vantagens imediatas em prol do futuro, pensando no amanhã, no futuro, na vida que é verdadeira, porque que a existência ela é passageira, é transitória, visto como para identificar-se com a vida espiritual, encaminhando para ela todas as aspirações e preferindo-a à vida terrena, não basta crer, mas compreender. Para além da crença, é necessária compreensão. Por isso, o espiritismo tira da letra que mata, o espírito que vivifica, tira da palavra, da sua simbologia o seu verdadeiro sentido e do texto, muitas vezes emblemático, o seu contexto, para que a gente possa compreender significativamente o seu conceito. E aí nós vamos entender o antes e o que virá depois, compreendendo presente. É isso que o Espiritismo nos ensina. Devemos considerar essa vida debaixo de um ponto de vista que satisfaça ao mesmo tempo a razão, a lógica, ao bom senso e ao conceito em que temos a grandeza, a bondade e a justiça de Deus. Todos nós estamos submetidos à justiça divina. Mas como nos ensina Allan Kardec, no atributo divino de que Deus é soberanamente justo e bom, aprendemos que a justiça divina é boa e que a bondade de Deus também é justa. Tudo caminha junto. Não há injustiça. Sempre há
Allan Kardec, no atributo divino de que Deus é soberanamente justo e bom, aprendemos que a justiça divina é boa e que a bondade de Deus também é justa. Tudo caminha junto. Não há injustiça. Sempre há oportunidade de nós mesmos empreendermos os nossos passos para melhoria. Então, vejamos. Considerado deste ponto de vista, o espiritismo, pela fé inabalável que proporciona, é de quantas doutrinas filosóficas que conhecemos a que exerce mais poderosa influência. Lá no finalzinho do livro O Problema do CO destino da dor, ao tratar na sua terceira parte das questões das potências anímicas, o poeta e filósofo do Espiritismo, Leon Deni, nesta obra publicada no Brasil pela Federação Espírita Brasileira e também pelo CEL de Centro Espírita Leão Denir do Rio de Janeiro, vai nos dizer qual é aquela doutrina que seja a mais satisfatória, aquela que pode atender as nossas necessidades principais, aquela que vai atender as questões psíquicas, racionais e aquelas que vão proporcionar o mais adequado consolo às nossas aflições. É impressionante qual essa doutrina. Kardec, além de ser o intermediário, missionário, codificador, sistematizador, organizador, materializador da doutrina entre nós, que é a doutrina dos espíritos, ele nos deixa o legado da fé raciocinada. A gente acredita, mas sabendo porque acredita. Isso faz toda a diferença, essa compreensão. Por isso é importante sim acreditar, mas acima de tudo no espiritismo, conforme está no capítulo do Evangelho Segundo Espiritismo, que trata da fé que transporta montanhas, a fé mais que crença e esperança, mais que confiança e atestado de perseverança, a fé é a certeza de se alcançar o que se espera. Isso simplesmente faz toda a diferença. O espírita sério não se limita a crer porque compreende e compreende porque raciocina. Olha que interessante como Kardec é didático, né? Então nós acreditamos porque compreendemos. Não é uma crença séria, senão levaria o fanatismo. Mas nós compreendemos. E nós compreendemos porque raciocinamos. A
nteressante como Kardec é didático, né? Então nós acreditamos porque compreendemos. Não é uma crença séria, senão levaria o fanatismo. Mas nós compreendemos. E nós compreendemos porque raciocinamos. A vida futura é uma realidade que se desenrola. A vida futura, gente, é uma realidade que se desenrola incessantemente aos seus olhos. Uma realidade que ele toca e vê, por assim dizer, a cada passo e de modo que a dúvida não pode empolgá-lo ou ter guarida em sua alma. Nós não devemos ter dúvida com relação a esses aspectos. Nós somos espíritos imortais. A vida continua. que lhe importam os incidentes da jornada, se lhe ele compreende a causa e a utilidade das vicissitudes humanas quando suportadas com resignação. Lembrando que resignação é aceitação do coração. Paciência é saber esperar, resignação é saber aceitar. E resiliência é saber saber o que mesmo que eu esqueci. Hã? Hum hum. Saber transformar. Um minutinho. Chama para Eduardo. OK. Eh, o nosso amigo irmão Eduardo está aqui no salão. Eduardo, Eduardo, se tiver aqui, por favor, tá? Se identifique aqui com a nossa irmã Anelise. Pois não, querida. Carlos Eduardo. Tá bem. Se tiver aqui, se identifique. Pessoal tá procurando. OK. Então a gente vê aqui essa beleza, né, da doutrina espírita nos trazendo a questão da paciência, que é saber esperar, da resignação, que é saber aceitar e aceitar com o coração, e a resiliência, que é saber transformar. Não é só se adaptar, não é só ser resistente, mas é preciso ter flexibilidade para transformação. OK? A perturbação consequente à transição pouco perdura, porque uma vez franqueado passo, para logo se reconhece, nada entranhando antes, compreendendo a sua nova situação. Aqui está falando do passamento quando nós adentramos a nossa nova realidade, que é o retorno à vida verdadeira, que é a vida espiritual. Quem já leu o livro? Voltei aqui, por favor. Duas pessoas, porque agora pode levantar a mão. Quem leu realmente o livro Voltei. É sério? Eu não tô acreditando. É isso mesmo. Eu tô fazendo uma enquete agora.
á leu o livro? Voltei aqui, por favor. Duas pessoas, porque agora pode levantar a mão. Quem leu realmente o livro Voltei. É sério? Eu não tô acreditando. É isso mesmo. Eu tô fazendo uma enquete agora. Pode, vamos levantar a mão. Quem leu o livro voltei agora. Mais algumas pessoas, oito pessoas só. É aqui. 9 10. Ótimo. Então vamos lá. O livro Voltei é o livro escrito, né? Segundo Carlos Campete, que é meu irmão com sanguíneo espiritual. Ele disse isso uma vez numa palestra, nunca me esqueci. O livro Voltei, é o primeiro livro espírita escrito por um espírito espírita destinado aos espíritas. E é impressionante, não é? Claro que qualquer pessoa pode lê-lo, mas realmente pelos conceitos. Se a gente tá fazendo o evangelho no lar da dona Maria todo dia 8:30, também trazendo as anotações desse texto belíssimo do irmão Jacó, que é o Frederico Figner, espírito que dita esta obra Chico Xavier e que é a publicação da febre editora. Bom, queridos, Emanuel vai explicar esse texto que a gente leu aqui, capítulo primeiro da segunda parte, item 14, OK? E Emanu vai dizer o título que é o capítulo 5 do justiça divina como sendo espiritismo explicando. Não é espiritismo explicado, não. Espiritismo explicando, porque é a atuação do espiritismo em cada momento aqui da nossa existência. OK, pessoal? Todo mundo concentrado aqui em mim? Ok, tudo bem? Então vamos lá. Olha só que coisa linda. Indagavas quanto ao grande por vir. O que virá? Quem é que não pergunta? O que será? Como será a nossa vida futura? Eu vou pro plano espiritual? Eu sou espírito imortal? Eu sei que eu nunca morro. O que vai acontecer? E aí a gente fica se perguntando, não é, como é que vai ser a minha vida depois? Eu já passei tantas vezes por isso, agora uma vez mais, no tempo certo, eu passarei por isso novamente. Então eu indago, mas mesmo sendo espírita, como é que vai ser? André Luiz, ele passou, gente, por uma surpresa muito grande, que foi exatamente a se descobrir vivo depois da morte, porque ele até então não tinha o conhecimento propriamente da
como é que vai ser? André Luiz, ele passou, gente, por uma surpresa muito grande, que foi exatamente a se descobrir vivo depois da morte, porque ele até então não tinha o conhecimento propriamente da realidade da vida. Nós espiritistas temos. Confere? Então esse grande porvir, como é que vai ser? A doutrina espírita sossegou-te as ânsias. essa ansiedade que a gente tem de como é que vai ser, explicando que te encontras provisoriamente no mundo. Todos nós estamos aqui na terra de passagem e é uma passagem breve, uma passagem curta que tem um início, meio e fim. A encarnação, a existência terrena, ela começa no momento da concepção do óvulo pelo espermatozoide e ali tem todo o período, não é, da gestação. Depois tem o nascimento, a primeira, segunda infância, pré-adolescência, adolescência, juventude, a fase adulta, a primeira, segunda, terceira, quarta idade, não é isso que a gente vai passando ali e é impressionante. De repente a gente morre, extingue-se a vida material orgânica e extinta esta existência, o espírito, que somos nós, a essência, nos desligamos do corpo físico. Assim deve ser exatamente a desencarnação. Mas às vezes a gente morre, mas não desencarna, porque a morte é a extinção da vida orgânica. A desencarnação é a liberação do espírito das questões materiais. Confere? Então a gente morre, mas não desencarna. O ideal é que a gente morra o corpo, mas como essência que nós somos da individualidade, a inteligência, que permanecemos vivos, que a gente se desliga. OK? Então, a gente tem essa ideia muito clara pelo espiritismo que nós nos encontramos provisoriamente no mundo. Estamos aqui de passagem a serviço do próprio burilamento, ou seja, para o nosso próprio progresso, pra gente se melhorar, pra gente se aperfeiçoar, se desenvolver para a imortalidade vitoriosa. Do plano espiritual nós viemos para o plano espiritual nós retornaremos. OK? Então é momento da gente começar a se preparar desde agora que se aqui a existência é transitória, passageira, né, nós temos
o plano espiritual nós viemos para o plano espiritual nós retornaremos. OK? Então é momento da gente começar a se preparar desde agora que se aqui a existência é transitória, passageira, né, nós temos todo um desenrolar que virá no futuro, para o qual a gente deve já se preparando desde o dia de hoje. Ficou claro até aí? Alguém tem questionamento sobre o futuro? Como é que vai ser o seu futuro? Vamos pensar. A existência terrena passa depressa. Ela tem começo, meio e fim. A vida que é única, que é do espírito, é imortal. Um dia nós somos criados, mas nunca jamais seremos destruídos, jamais morreremos, porque a vida sempre prossegue. Ok? Então, a gente tem que aproveitar o momento que nós estamos vivendo nas provas para o nosso aprendizado e seguirmos em frente. Perguntava sobre os amargos desajustes entre o corpo e a alma, quando a enfermidade ou a mutilação aparece. Meu Deus, como fazer se eu sou doente? Se eu estou doente, se eu passo por uma prova de enfermidade difícil, se eu estou enfrentando um câncer, como fazer? Como entender a enfermidade? No contexto da minha existência. Emano diz que a doença jamais erra de endereço. Ninguém passa pela dor sem ter um propósito, uma razão. E o espiritismo vai responder a doutrina espírita serenout, a aflitiva contenda íntima, explicando que a individualidade eterna, que é o espírito, se utiliza temporariamente de um corpo que é imperfeito, como alguém que se vale de instrumento determinado para determinada tarefa. de corrigenda a si mesmo. Então, nós todos estamos aqui encarnados utilizando provisoriamente de um corpo que é uma vestimenta, que é esse instrumento, que é esta ferramenta, mas que acima de tudo é um valioso sistema que nós precisamos utilizar. Inspire profundamente, deixe se envolver pela espiritualidade amiga nos momentos mais difíceis da nossa vida. nos sintamos protegidos, amparados, assistidos, não estamos sós. Se a dor bate a porta, que saibamos resignadamente com a aceitação do coração, trabalhá-la, não nos
mentos mais difíceis da nossa vida. nos sintamos protegidos, amparados, assistidos, não estamos sós. Se a dor bate a porta, que saibamos resignadamente com a aceitação do coração, trabalhá-la, não nos revoltando, não sendo recalcitrantes, não cometendo novamente equívocos que já no passado nós cometemos. inquirias com respeito à finalidade dos problemas domésticos. Tantos problemas que a gente enfrenta no lar. Quem tem um lar aqui que não tem nenhum problema, por favor, venha aqui à frente agora e se justifique. Ninguém, porque todos nós enfrentamos problemas no lar, não é? Porque o lar é o cadinho purificador. A doutrina espírita harmonizou-te o pensamento, explicando que o lar é instituto de regeneração de amor, onde retomas a convivência dos amigos e dos desafetos. Nós temos ali os pares e os ímpares, os afetos e os desafetos, os amores e os desamores, não é assim? das existências passadas para a construção de um futuro melhor. Por isso que a família é a grande oportunidade do aprendizado do amor na sua essência profunda e na relação interpessoal com os nossos entes queridos e nem tão queridos por vezes que a gente vai aprender verdadeiramente a amar. Então eu rogava em torno dos entes amados ali em túmulo. Ô meu Deus do céu, entes queridos que partiram esta semana. Quantos não partiram? Não é esta semana mesmo, né? A pouco tempo o papa, não foi? Esta semana o Divaldo, o irmão do querido Alberto Almeida também desencarnou, não é? Tivemos um líder aí de um país que também desencarnou. É interessante. A doutrina espírita disse: "Pou-te as dúvidas, quantos entes queridos a gente não tem, não é? Que já partiram. Todos nós temos aqui, sejam filhos, sejam pais, sejam mães, sejam irmãos, parentes, amigos, companheiros, colegas conhecidos. E é preciso atravessar a dor do luto, é preciso passar pelo luto, é preciso chorar. Eu me flagrei, queridos, durante algumas oportunidades após a partida do meu querido papaizinho, que foi em 13 de julho de 2019, vai fazer 6 anos. Depois
é preciso passar pelo luto, é preciso chorar. Eu me flagrei, queridos, durante algumas oportunidades após a partida do meu querido papaizinho, que foi em 13 de julho de 2019, vai fazer 6 anos. Depois que ele desencarnou, ainda primeiras semanas eu me flagrava feito uma criança sentada no chão chorando de saudade. Então, sentir a saudade é uma demonstração de amor. Há um depoimento do Divaldo falando que se ninguém chorasse no no velório no enterro dele, que ele não se sentiria muito bem, porque esse choro é uma demonstração do amor, mas não pode ser um choro desequilibrado, um choro da revolta, mas é da saudade saudável que nós temos por aqueles a quem amamos, não é isso? A doutrina discipou as dúvidas explicando que o sepulcro não é o fim. Tanto quanto berço não é o princípio, e que toda criatura, ao desenfaixar-se dos laços físicos, prossegue na marcha do aprimoramento e da ascensão do ponto evolutivo em que se achava na Terra. Veja esse constante ir e retornar, né? Nós estamos no plano espiritual, reencarnamos e da presente existência física voltamos ao plano espiritual. Nessa sucessividade reencarnatória do processo evolutivo em que nos encontramos por hora, faz parte da nossa trajetória o ir, o vir, o voltar. Isso é o dinamismo da vida. E nós ainda estagiamos em existências corporais temporárias para o nosso aprendizado, para as nossas lições. Interpelavas o campo religioso acerca da justiça divina, não é? Como é que é? Deus com relação à justiça divina, tantos entendimentos que tem sobre o céu, sobre o inferno, sobre o purgatório, sobre pena, sobre recompensas, né, sobre indulgências, como é que é isso? A doutrina espírita suprimiu-te a inquietação, explicando que Deus não concede privilégios e que em qualquer instância do universo, a alma recebe inelutavelmente da vida o bem ou mal que dá de si própria. Por isso que no espiritismo existe o princípio da lei de causa e não é defeito, é lei de causa e efeito, porque a cada um é dado segundo as suas obras. Então é uma lei de
ou mal que dá de si própria. Por isso que no espiritismo existe o princípio da lei de causa e não é defeito, é lei de causa e efeito, porque a cada um é dado segundo as suas obras. Então é uma lei de meritocracia, não é de privilégio. Não adianta eu pagar indulgência, não é? Tem até aquela história, você paga a indulgência dos crimes que você cometeu e já paga adiantados que você vai cometer, tá bom? Que você já fica pronto para cometer outros erros, você já vai estar perdoado. Não pode. Hoje a própria igreja já tem entendimento que isso não funciona, não é? E que o inferno com todo aquele temor já não causa aquele medo, porque nós já não somos tão ignorantes assim. tem que tocar a a lógica, a razão. É muito mais racional pensar nas consequências. Nós somos responsáveis pelos nossos atos e a gente percebendo assim fica mais fácil ainda, porque vamos entender que as ações vão trazer o mérito ou demérito. A felicidade, a infelicidade vai depender do que nós estivermos fazendo ou não. Então, tudo depende de nós. Nós somos os artífices do nosso próprio destino. Somos cocriadores do nosso caminho com Deus, nosso pai. Então é importante a gente reconhecer isso. A cada um é dado segundo as suas obras. E aqui no capítulo 7 da primeira parte, quando fala do Código Penal da Vida Futura, que são 33 artigos, o 33º resume: "O sofrimento é inerente à imperfeição humana ou espiritual, melhor dizendo. Então a gente só sofre porque nós somos ainda espíritos imperfeitos. À medida que a gente vai evoluindo, nós vamos sofrendo menos. E a gente pode fazer as escolhas. Se são equivocadas, vamos sofrer. Se são acertadas, a gente vai seguindo a evolução no caminho natural, normal que deve ser rumo a Deus, nosso pai, ruma à felicidade, à plenitude, a que todos estamos destinados mais cedo ou mais tarde, porque não depende, no caso de Deus, porque Deus já fez tudo pronto, mas não completo. filosoficamente está tudo pronto, mas não está completo. Porque nessa incompletude Deus expressa a sua
ais tarde, porque não depende, no caso de Deus, porque Deus já fez tudo pronto, mas não completo. filosoficamente está tudo pronto, mas não está completo. Porque nessa incompletude Deus expressa a sua perfeição e a sua misericórdia, permitindo que nós, seres humanos inteligentes racionais, possamos ser cocriadores em plano maior ou em plano menor, auxiliando no processo dessa cocriação com Deus. Isso é o que dá sentido e razão à nossa própria existência. Isso está na questão 132 de O livro dos Espíritos. Qual o objetivo da encarnação? Torturavas a mente qual se devesse respirar em cárcere de mistério, toda vez que cogitavas das questões transcendentes de fé. A fé é uma coisa impressionante, não é? O que significa a fé? Afinal de contas, pela fé nós somos salvos. De repente a gente vai vendo aqui a importância do entendimento da fé, segundo a doutrina espírita. Acalmou, explicando que ninguém pode violentar os outros em matéria de crença, acentuando, porém, que toda a fé para nutrir-se de luz deve ser raciocinada em bases de lógica, porquanto diante das leis divinas, cada consciência é responsável pelos próprios destinos. A gente não vai violentar, forçar, coagir nenhuma mente e nenhum coração. Nós espiritistas não devemos ser proselitistas, porque o espiritismo não faz essa imposição, mas divulga consolando e esclarece, nos tocando profundamente para que a gente desperte a consciência a ponto de estarmos acordados para as realidades maiores da vida imortal. E a fé em bases sólidas da razão, como o próprio codificador vai nos ensinar no capítulo da fé, que a fé inabalável só o é aquela que pode enfrentar face a face a razão em todas as épocas da humanidade. Essa é a fé raciocinada, é a fé atemporal, porque está trazendo a verdade. Isso o espiritismo nos traz. É necessário, finaliza Emanuel, valorizar a doutrina que generosamente nos valoriza. Queridos, não precisamos ser espíritas ou espiritistas para estarmos aqui na comunhão, para receber as benéces que esta casa nos
finaliza Emanuel, valorizar a doutrina que generosamente nos valoriza. Queridos, não precisamos ser espíritas ou espiritistas para estarmos aqui na comunhão, para receber as benéces que esta casa nos oferta. Não há necessidade, não há imposição, porque a doutrina espírita é inclusiva e ela acolhe a todos. Mas, evidentemente, nós que estamos adentrando os conhecimentos espiritistas, nós que estamos aprendendo os conceitos do evangelho de Jesus à luz do Espiritismo, precisamos aprender a valorizar a doutrina que generosamente nos valoriza. Sustentar-lhe a integridade e a pureza perante Jesus que a chancela é procurar o nosso aperfeiçoamento e trabalhar por nossa união. Melhor maneira da gente então apresentar o testemunho diante desta doutrina que é luz e que é consolo é exatamente nós buscarmos a melhor versão de nós mesmos, que é o dia de hoje. Hoje nós somos melhores do que ontem. Amanhã nós seremos melhores do que hoje. E a doutrina espírita Robson, queridos amigos, irmãos que estão nos acompanhando aqui presencialmente, espíritos que estão conduzindo outros espíritos para aprenderem como estamos todos aprendendo. E vocês que nos acompanham pela internet, nós temos uma oportunidade sagrada de exatamente hoje começarmos a ser seres melhores. Nós podemos empreender uma jornada definitiva de ascensão, de crescimento, a depender das escolhas que nós fizermos a partir de agora. Temos esse poder, temos essa capacidade, porque não estamos sozinhos e Deus quer o melhor para cada um de nós, porque Deus é nosso pai. E é em nome desse nosso pai de amor e de misericórdia que nós entregamos a nossa vida, tendo Jesus como esse mestre Senhor intermediário, tendo Maria simbolicamente a mãezinha de todos nós, para que nos sintamos abrigados, protegidos, assim como o irmão Jacó Frederico Figner, protegido e amparado por Bezerra de Menezes à frente na condução daquela jornada que haveria de fazer a travessia por aquela aquela ponte de luz junto ali também com o irmão Andrade e com a filha
ner, protegido e amparado por Bezerra de Menezes à frente na condução daquela jornada que haveria de fazer a travessia por aquela aquela ponte de luz junto ali também com o irmão Andrade e com a filha Raquel. Nós nos sentimos amparados porque Deus está conosco. A espiritualidade amiga assiste e nos vela. E nesse instante nós vislumbramos aqui neste auditório a beleza dos orientadores, trazendo os irmãozinhos em necessidade que anteciparam o seu retorno à pátria verdadeira para que possam receber os benefícios fluídicos, magnéticos e espirituais desta assembleia de comunhão entre os dois planos da vida, para saber que a vida é imortal e que merece ser valorizada em todos os instantes a começada oportunidade que a gente tem desde agora nesta existência, neste momento. Gratidão do fundo do coração a todos vocês. Que Deus nos abençoe hoje sempre. Vamos fazer uma oração para encerrar. Em seguida, a nossa irmã irá ler alguns recadinhos e vamos depois passar o comando para os irmãos do grupo de passes. Nós vamos orar a Deus. Ele é que manda, né? Vamos falar com quem manda, gente. Ó Deus, espírito eterno e infinito, criador dos mundos, sustentador da vida, país eterna de todo bem e de toda perfeição, verdade absoluta e justiça infalível, ilumina-nos com os raios de tua luz encriada. Abre a nossa visão a sabedoria de tuas leis e os nossos ouvidos a percepção perfeita da voz da pura consciência. Envolve-nos com os fluídos da inocência, da pureza e da espiritualidade superior, para que possamos merecer o nome de aprendizes da ciência sagrada do amor. Ó Deus, de todo conhecimento, de todo bem e de toda pureza, faz com que a cada dia nós também nos renovemos, sendo os mais fortes, mais justos, mais puros, mais sábios, mais perfeitos. Ó majestoso sol da divindade, espírito eterno infinito, criador dos mundos, Deus onipotente, que és o arquiteto do universo, tu que sendo o repouso e a paz, não obstante crias por toda parte um movimento evolutivo, disseminando a vida e a luz. É a ti que nós nos dirigimos,
s, Deus onipotente, que és o arquiteto do universo, tu que sendo o repouso e a paz, não obstante crias por toda parte um movimento evolutivo, disseminando a vida e a luz. É a ti que nós nos dirigimos, Senhor, como nosso Pai e Criador, constatando em nossos corações, neste ambiente e em nossas vidas, a tua divina presença. A ti nós nos recomendamos como nosso pai criador e a ti nós nos entregamos como nosso eterno bemfeito. Deus nos abençoe a todos. Muita paz. Nosso poeta fez bonito, não é? E ele fica se escondendo. Geraldo, gratidão. Lindo. Tudo muito lindo, né? Durante a palestra, um mensageiro disse assim: "Paira sentimento de muita emoção e gratidão". Um outro disse assim: "Senhor, que eu veja o trabalho edificador para que eu possa contribuir nesta bendita seara de amor. Embotado estava, desperto me encontro. Estou amparado por inteiro, mas preciso ver como devo laborar em elevação para aproveitar minha oportunidade de redenção. Um amigo e o patrono da nossa casa simplesmente disse assim: "Jesus espera por nós, bezirra". Campanha do agasalho. Sua doação aquece vidas. Atendemos no momento 150 famílias e a cada sexta-feira 40 moradores em situação de rua. O que doar? Cobertores, agasalhos, femininos, masculinos e infantis, calçados, meias, toucas e bonés. Onde entregar? aqui ao lado no nosso almoxarifado de 7 horas da manhã às 17:30 de segunda de sábado, sábado e quarta e nos demais dias de 7 horas à 19:30 ou entregar na portaria que os nossos irmãos irão receber lá na portaria. Então vamos contribuir com a campanha do agasalho. O frio chegou e chegou intenso e quando se sente frio, o nosso mental não funciona. Então vamos acolher e agasalhar aquele que está a esperar por nós o estender das nossas mãos. Que sejamos mãos estendidas, não é, Débora? Que Jesus nos abençoe. Uma boa semana para todos nós. Lucas é com você. Sejam bem-vindos à nossa sala de passe virtual da comunhão espírita de Brasília. O passe tem como finalidade auxiliar a recuperação física, mental e
e. Uma boa semana para todos nós. Lucas é com você. Sejam bem-vindos à nossa sala de passe virtual da comunhão espírita de Brasília. O passe tem como finalidade auxiliar a recuperação física, mental e espiritual, substituindo os fluidos deletérios por fluidos benéficos. Durante o passe, temos uma troca de energias físicas, mentais e espirituais, guiadas pelo melhor sentimento que é o amor. Essa energia amorosa auxilia no reequilíbrio dos pensamentos e emoções, restabelecendo a harmonia íntima. Assim, deve ser utilizado quando sentir necessidade ou até que se sinta reequilibrado. Nesse momento em que daremos início à aplicação do paz, pedimos que em um ambiente tranquilo você se coloque de forma confortável, fechando os olhos, respirando de maneira tranquila e serena, para que assim possamos sentir a presença do nosso Deus de amor, Senhor da vida e da misericórdia. Entrando em sintonia com o nosso mestre e amigo de todas as horas e com os mentores espirituais dessa casa, rogamos que nesse momento desça sobre nós todos os fluidos salutares e benéficos necessários ao reequilíbrio do nosso corpo físico, mental e espiritual. Senhor meu Deus, permita que os bons espíritos que me cercam me auxiliem nos momentos de dificuldade. Que eu tenha a força necessária para continuar a caminhada no sentido do bem, do amor e da caridade. Trai, Senhor, a cura para os males do corpo e da alma. Mas se não for o momento, traz o refrigério necessário para que eu continue a caminhada. Que nossos amigos espirituais possam visitar os nossos lares, abençoando a cada um que lá se encontra, trazendo a alegria de viver, a paz, a harmonia e que cada um possa colocar o amor do Mestre Jesus em seus corações. e também os mentores espirituais possam visitar os nossos ambientes de trabalho, levando a cada canto a tranquilidade, a fraternidade e a serenidade. Que esses bons fluidos se estendam para cada um de nós, amigos e familiares, trazendo o conforto que tanto desejamos. a coragem e a fé para continuarmos a nossa estrada da
fraternidade e a serenidade. Que esses bons fluidos se estendam para cada um de nós, amigos e familiares, trazendo o conforto que tanto desejamos. a coragem e a fé para continuarmos a nossa estrada da vida. Estamos chegando aos momentos finais de nosso passe. Faremos então a oração que o Mestre Jesus nos ensinou. Pai nosso que estais no céu, santificado seja o teu nome, venha a nós o teu reino, seja feita a tua vontade, assim na terra como no céu. O pão nosso de cada dia dai-nos hoje. Perdoa as nossas dívidas, assim como perdoamos aos que nos devem. Perdoa as nossas ofensas, assim como perdoamos aos que nos ofendem. Não nos deixes entregues à tentação, mas livra-nos do mal. E nesse momento, calmamente, vamos abrindo os nossos olhos, retornando ao nosso ambiente com paz e vibrações fraternais. E agradecidos que somos ao nosso mestre Jesus e aos mentores espirituais desta casa, damos graças a Deus, graças a Jesus e assim seja.
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