Geraldo Campetti | VIRTUDE SOLITÁRIA (PALESTRA ESPÍRITA)
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Senhor, mesmo tão longe de atingir a perfeição, aqui eu entendi qual o valor dessa Essa missão foi nessa casa que aprendi toda a beleza de viver, doando amor, vibrando luz, buscando a ti. buscando a ti. Obrigado. Comunhão espírita de Brasília. เฮ Senhor, estou aqui para agradecer de coração a paz dentro de mim que encontrei na comunhão. Foi nessa casa que aprendi toda a beleza de viver doando amor, vibrando. Boa tarde. Aí eu vou querer um boa tarde porque hoje é domingo de Páscoa. É um domingo de alegria, de renovação. Agradecimento a Deus por nós estarmos no seio da nossa família e pela oportunidade que Deus nos concede de chegarmos até aqui, buscando subsídios na palavra do evangelho, que certamente nos fortalece nessa caminhada existencial. Então eu vou dizer de novo, boa tarde. Boa tarde. Agora sim. Agora a energia veio toda. Nós aqui nos encontramos reunidos para orarmos pelos nossos irmãos suicidas. Todos os domingos às 18 horas nós nos encontramos, elevamos os nossos pensamentos, entrando em sintonia com a espiritualidade maior e envolvendo esses irmãos que, por algum momento eh desejaram retornar à pátria espiritual antecipadamente por não acreditar na imortalidade do espírito. Então, esses esses irmãos merecem todo o nosso carinho, a nossa vibração de amor, o fortalecimento da esperança e que nós possamos durante todo o período da palestra da da reflexão do nosso irmão Geraldo Campete, emanar pensamentos de força e coragem para esses irmãos e que eles fortaleçam cada vez mais a confiança na incomensurável misericórdia. do nosso criador, de Deus, porque Deus não desampara seus filhos. Então, nós vamos fazer uma leitura de uma piscografia de Divaldo Franco por é a mensagem de Bezerra de Menezes e eu achei bem apropriado fazer essa leitura que é o que é o patrono da nossa casa. Toda a leitura, durante toda a leitura, vamos mentalizar Jesus, emanando essas vibrações de amor para os nossos irmãos que anteciparam o retorno à pátria espiritual, mas principalmente rogando a Jesus para o
leitura, durante toda a leitura, vamos mentalizar Jesus, emanando essas vibrações de amor para os nossos irmãos que anteciparam o retorno à pátria espiritual, mas principalmente rogando a Jesus para o fortalecimento da harmonia familiar. As famílias precisam fortalecer os seus laços de amor e de perdão. Então, vamos rogar também a Deus por as famílias e aos irmãos que estão nesse exato momento querendo desistir da vida. Vamos também mentalizar onde quer que se encontrem, que eles tenham força, coragem, porque o minuto seguinte é diferente. Jesus e nós. Quando a sombra tétrica da ignorância predominava no desenvolvimento, Jesus veio pessoalmente à Terra e proclamou sem reserva: "Eu sou a luz do mundo." Toda a sua existência de beleza e claridade criou o amor na cultura como a presença do Pai misericordioso na mente e no coração da humanidade. Exaltando a glória da vida e todas as vibrações do astro em formação, o mestre incomparável exclamou: "Eu sou a vida". À medida que o reino de Deus se expandia nos corações, o dúce condutor elucidou: "Eu sou o caminho." Roteiro único para a verdade. A sua mensagem fez-se o alicece de todas as edificações morais e proclamou: "Eu sou a porta, a estrada para a redenção humana. teria que passar pelo desafio de um espaço estreito que não permite acesso à ilusão, às irresponsabilidades. Quando as curas e fenômenos múltiplos libertaram os corpos atormentados e preconizavam comportamentos severos, o excelso benfeitou expôs: "Eu e o Pai somos um!" Expandindo-se por toda parte o verbo fluente e libertador, a glória estelar descia aos seres humanos a fim de edificar-se na rocha. E o divino construtor se definiu: "Eu sou a verdade." A imortalidade é o hino a ser cantado pela vida em todos os momentos. E sua voz então esclareceu: "Eu sou o pão da vida". Seus poemas, suas canções de incomparável ternura foram cantados pelos anjos que o precederam e sucederam a fim de vencer os séculos inovidáveis. Seu poder e determinação determinaram: "Vinde a mim!"
Seus poemas, suas canções de incomparável ternura foram cantados pelos anjos que o precederam e sucederam a fim de vencer os séculos inovidáveis. Seu poder e determinação determinaram: "Vinde a mim!" E o mundo de sacrifícios ergueu cruzes e surgiram holocaustos através das páginas da história. Cada um tome a sua cruz e sob açoites vergado, ferido, abrace o ódio, transformando em compaixão. Milhões de convidados o seguiram e ofereceram-se em sacrifício. Muitos, porém, porque não lhe puderam ser fiéis, corromperam a sua mensagem, falsearam a sua vida. E quando o mundo se organizava para mudar de escala evolutiva, ele liberou os guias da humanidade e voltou na glória assolada à imortalidade. Hoje, quando o caos se estabelece nos corações e a vida se estiola antes das trágicas previsões, ele volve a confirmar: "Eu sou a vida, vida exuberante." Somos deste modo os servidores da última hora, fiéis ao compromisso. Sigamo-lo. Jesus e nós. Salvador. 10 de julho de 2023. Bezerra de Menezes. Senhor Jesus, agradecemos o teu amor. Agradecemos pelo dia que vivenciamos. Agradecemos, Senhor Jesus, pelos nossos familiares, pelos nossos mestres, que são os adversos, que nos impulsionam ao autoaprimoramento. Que nós possamos implantar em nossos corações e nas nossas atitudes o teu evangelho de luz. O mundo, certamente, Senhor Jesus, só será melhor quando todos nós, filhos de Deus Pai, modificarmos as nossas atitudes, vivenciando o amor, a fraternidade, a compreensão das diferenças e procurando nos harmonizar principalmente em nossos lares e com todos aqueles que cruzam o nosso caminho. conosco agora e sempre. Graças a Deus. Convido o nosso irmão Geraldo Campete. Queridos amigos e irmãos, muito boa noite a todos. Amigas e amigos. Boa noite. Boa noite. Melhor assim, Lizia, porque fica mais espontâneo, sabia? O pessoal faz de bom grado, de boa vontade. Boa noite a todos também que estão nos acompanhando aí pela TV Comunhão. Uma satisfação enorme estarmos juntos neste domingo de Páscoa.
s espontâneo, sabia? O pessoal faz de bom grado, de boa vontade. Boa noite a todos também que estão nos acompanhando aí pela TV Comunhão. Uma satisfação enorme estarmos juntos neste domingo de Páscoa. Páscoa que significa passagem. A luz do Espiritismo a gente entende como fraternidade, como solidariedade, como união, como família. A gente não tem propriamente a simbologia, não é, do espiritismo para podermos assim ter algum ritual, mas evidentemente a gente aproveita essas passagens para trazermos a presença do Cristo cada vez mais dentro de nós. Eu gostaria de trazer aqui a vocês uma informação de que nós concluímos hoje na hora do almoço o 10º Congresso Espírita do Distrito Federal. Começou na sexta-feira, foi ontem e hoje também com a presença de convidados do pessoal aqui de Brasília, da juventude, da infância. E foi um trabalho muito bonito, significativo, muito importante. Foi na LBV e foi também transmitido pela pela rede social, não é? Então o pessoal pôde, aqueles que não puderem estar presentes, acompanhar ao vivo e também fica gravado, não é? E nós estamos aqui com dois queridos amigos e irmãos que vieram especialmente para esse evento, não é? Aqui anuncio o papai, né? Sou Márcio, não é isso? e também a querida Nina, a Marina, eles são da Bahia de Tabuna e vieram participar do evento. Eh, depois vocês podem procurar pelas redes sociais, quando quiserem alguma informação, algum trabalho, né, desses nossos irmãos, né, já estão aí divulgando um trabalho sério da própria doutrina espírita no seu estudo, na sua divulgação. E a gente diz que é a nova geração, né, assim, que já chegou, que já está aí e que já está trabalhando. Então a gente tem que dar o suporte, o apoio, porque tem muita responsabilidade. Então eu digo pro pai que é pai consanguíneo e espiritual que eu sou o pai do coração dessa menina que eu já adotei também, como eu tenho alguns, né, filhos e do coração que a gente quando se identifica espiritualmente a gente adota e a gente assume uma responsabilidade também de ajudar no
a menina que eu já adotei também, como eu tenho alguns, né, filhos e do coração que a gente quando se identifica espiritualmente a gente adota e a gente assume uma responsabilidade também de ajudar no processo do trabalho que tem que desenvolver. Pode ser que venham a se configurar paraa frente missionários, mas por hora todos somos tarifeiros, tá? Então temos que ter sempre essa humildade. O papai controla direitinho para que siga em frente. Depois vocês vão ver aos poucos o trabalho que vai sendo realizado gradativamente, não é? Então a gente tem que ter essa confiança. A nova geração já está conosco e o jovem não é o futuro, é o presente. Por isso que já estão trabalhando desde agora. Nesse final de semana também, Ana Lice e Lizier está acontecendo eh no Sul, a Combragge Sul, com 700 jovens. Olha que maravilha. Então, às vezes o pessoal, né, ah, mas o movimento espírita tá envelhecendo, a gente tem que acompanhar esses jovens estão trabalhando, estão se esforçando, estão se reunindo, tem todo um trabalho de organização do movimento espírita por meio das áreas, né, da evangelização da criança e do jovem. A comunhão mesmo aqui tava conversando com o presidente, né, ainda ontem ele dizendo: "Nós estamos com jovens lá na comunhão, rapaz, são muito bons, já estão se integrando ao trabalho, né, e na certeza de que vão dar continuidade a tudo que tá sendo feito. Então, não é um elogio no sentido de, ah, que, né, são espíritos especialíssimos. A Nina sabe muito bem disso. Tenho falado com o menino também, Víor Hugo, né? Uma vez até ele me ligou, falou: "O senhor não gosta de mim? Não é? Eu falei, eu gosto tanto de você, por isso que eu trato como eu tenho te tratado. As pessoas estendem o tapete, fazem elogio, acham que é um missionário e no entanto, eu sei de toda essa trajetória a gente precisa ter perseverança e humildade. E eles próprios, né, tanto Nina quanto o menino Víor Hugo, neste evento falaram para que não fossem endeusado. Endeusados, não foi isso? Essa eu não vi, mas eu ouvi essa
ter perseverança e humildade. E eles próprios, né, tanto Nina quanto o menino Víor Hugo, neste evento falaram para que não fossem endeusado. Endeusados, não foi isso? Essa eu não vi, mas eu ouvi essa notícia. Então eles próprios sentem na pele. É importante que tenha toda uma trajetória e pessoas com autoridade moral como o papaizinho querido, para poder tá acompanhando, orientando, educando. OK? Tudo bem, gente? E o nosso tema de hoje está centrado aqui nesta obra maravilhosa que é o céu e o inferno. Quem já leu, por favor? 14 pessoas. É. Tá bem. Quem não leu ainda o céu e inferno? Olha, não leu todo, né? Tudo bem? 19. Rapaz, puxa o freio aí, pode ver. Tranquilo. Isso. Tá chegando bem. Que bom, né? Olha, o céu inferno, ele pertence ao chamado pentateuco cardeciano. São cinco livros fundamentais. O livro dos espíritos, que é o primeiro, né, Robson, que deu origem inclusive à doutrina espírita. De que dia? 18 de abril mesmo. É o livro dos espíritos. 18 de abril. Ele surgiu no dia 18 de abril de 1857. Gente, é o mês que nós estamos, não é? Por isso, esse mês de abril é tão especial que a gente também comemora exatamente a o surgimento da doutrina espírita. entre nós. Isso é uma coisa muito bonita, porque o espiritismo com o conjunto de princípios fundamentais, ele existe desde sempre, porque são princípios naturais das leis divinas, mas como doutrina codificada, organizada, planejada, sistematizada, codificada por Allan Kardec, surge com o livro dos Espíos. É uma honra nós termos vocês aqui, viu, meninas queridas? Sejam bem-vindas, viu? Deus abençoe sempre. E a gente tem esta obra, O livro dos Espíritos, trazendo para nós uma visão absolutamente diferente do que até então se pretendia ou se cogitava acerca da própria vida e do que veria depois. O livro dos espíritos abre um espaço fundamental para uma reflexão profunda para nos dizer com toda a clareza que nós somos espíritos imortais. Se somos imortais, nós continuamos vivos após a morte. E como é que fica a nossa
re um espaço fundamental para uma reflexão profunda para nos dizer com toda a clareza que nós somos espíritos imortais. Se somos imortais, nós continuamos vivos após a morte. E como é que fica a nossa situação lá? Aí Allan Kardec, na sua genialidade de codificador e também como exímio educador que foi na condição de Politonden Rifailo, ele toma do livro dos espíritos e o organiza em quatro partes. A primeira, a segunda, a terceira e a quarta. Quatro partes. Vocês entenderam até aí? Cada parte deu origem a um livro que constitui no total cinco chamado pentateu cardequiano. Segunda parte quando fala do mundo dos espíritos, do mundo espírita, da comunicabilidade dos espíritos por intermédio da mediunidade, da relação entre os dois mundos, o visível e o invisível, o plano do mundo espiritual com o mundo físico, dos desencarnados com os encarnados e vice-versa. A gente vai ver nessa segunda parte que foi desenvolvida no livro no livro dos médiuns, que é publicação de Allan Kardec em 1861. A terceira parte dá origem ao Evangelho Segundo o Espiritismo, que é quando trata das leis morais, que é um código ético moral para o nosso comportamento no dia a dia. Satisfação rever vocês duas aqui também, vocês três, vocês quatro, vocês todos, né, gente? Muito prazer, viu? Então, o pessoal vai ficar com os ciúmes, né? E olha que coisa interessante, o Evangelho Segundo Espiritismo, ele surge em 1864, na sua primeira edição, 65 a segunda, e a terceira 66 a edição definitiva. O primeiro título do Evangelho Segundo Espiritismo era imitação do Evangelho Segundo Espiritismo. Aí depois, por orientação da espiritualidade, Kardec tira imitação, fica só com o evangelho, porque realmente é esse código moral ético da mensagem essencial do Cristo que são os valores. O evangelho não vai se ater a vida comum do Cristo, não vai se ater os milagres, as predições, muito menos as palavras que a igreja tomou para fundamentar os seus dogmas, vai se sustentar no ensino moral, os valores, a ética, as virtudes, humildade e
, não vai se ater os milagres, as predições, muito menos as palavras que a igreja tomou para fundamentar os seus dogmas, vai se sustentar no ensino moral, os valores, a ética, as virtudes, humildade e caridade, que são a base de tudo que a gente precisa aprender para nós evoluirmos. E aí nós temos a quarta parte do céu, do livro dos espíritos, dando origem ao céu e o inferno, das esperanças e das consolações. A primeira parte da origem a Gênese, que foi o último livro em 1868. O céu e inferno é o nosso objeto deste ano, porque neste ano de 2025 esta obra comemora 160 anos de existência. Ela é de 1865. O livro Céu e Inferno, escrito por Allan Kardec, ele tem duas partes. A primeira parte vai trazer subsídios doutrinários, textos para explicar para nós o que é o céu, o que é o inferno, o que é o purgatório, o que são os anjos, os que são os demônios, que relação que nós temos com tudo isso. Essa é a primeira parte. Kardec faz uma segunda parte, começando com um capítulo sobre o passamento. Passamento significa passamento. Que que é passamento mesmo? Ah, vocês não sabem. Passamento é a morte. É, é a passagem. Páscoa significa também passagem. É a libertação do povo hebreu do cativeiro, não é isso? E aí nós temos esta passagem, esse passamento, um capítulo inteiro para falar sobre a morte. É muito interessante. E Kardec vai dizer que a morte não é o fim de tudo. Pelo contrário, a morte é o passaporte para a verdadeira vida. E depois ele vai trazer uma série de entrevistas que ficaram conhecidas como evocações, trazendo a situação de espíritos felizes, espíritos infelizes, espíritos endurecidos, espíritos que passaram por provas, expiações dolorosas, incluindo os nossos irmãos espíritas, ou melhor, espíritos que acabaram durante a sua existência aqui antecipando o retorno à vida. espiritual, dentre alguns espíritas também, viu? Porque nós espiritistas não estamos absolutamente isentos da ideação suicida. Parece incrível, mas acontece. Então, a gente precisa ter serenidade, nunca julgamento, muito
lguns espíritas também, viu? Porque nós espiritistas não estamos absolutamente isentos da ideação suicida. Parece incrível, mas acontece. Então, a gente precisa ter serenidade, nunca julgamento, muito menos condenação, porque todos temos possibilidades de ter uma tendência ou outra. E o nosso irmão, a nossa irmã que chegaram a ter essa ideiação ou que chegaram a concretizar o ato, merecem esses irmãos nossos o nosso respeito, a nossa consideração, o nosso acolhimento. A gente diz que o ato do suicídio não é um ato de coragem, como alguns pensam. Não podemos querer nos iludir a esse respeito, mas jamais poderemos dizer que também é um ato de absoluta irresponsabilidade, covardia, de um indivíduo que não tinha o que fazer, então acabou se matando. Seria uma irresponsabilidade nossa tratar essa questão séria desta forma, porque há n fatores, há diversas causas e tantos determinantes que nós não fazemos ideia. É por isso que a própria justiça divina, ela é misericordiosa. E é isso que Allan Kardec vai nos trazer no céu e no inferno. Ou a justiça divina segundo o Espiritismo. A gente aprende quando Kardec vai tratar nos atributos de Deus pra gente poder compreender um pouquinho melhor que é Deus. Ele vai trazer para nós no livro dos espíritos que Deus é soberanamente justo e bom. Porque a sua bondade é justa e a sua justiça é boa. Esse jogo de palavras é tão interessante, porque traz um conceito profundo. Por isso que primeira revelação que nós temos com Moisés a 1250 anos antes de Cristo foi a da justiça. E a segunda revelação pelo próprio Cristo é do amor. Porque vem primeiro a justiça e depois o amor. Porque o amor se fundamenta na justiça. Aquele que ama é justo e aquele que é justo um dia amará. E por isso o Espiritismo vem trazer a revelação da verdade, que é a essência da imortalidade da vida, ou a essência da vida imortal. Essa caridade, que é o amor em ação, contempla a justiça e o próprio amor que o Cristo nos traz para que a gente possa resgatar a verdade. Ele dizendo: "Eu sou o caminho, a
a essência da vida imortal. Essa caridade, que é o amor em ação, contempla a justiça e o próprio amor que o Cristo nos traz para que a gente possa resgatar a verdade. Ele dizendo: "Eu sou o caminho, a verdade e a vida." Como nós vimos, eu sou o caminho da verdadeira vida. E ele nos apresenta vida em abundância para que a gente possa se saciar espiritualmente. Como Maria Madalena ao avistar o Cristo, ouvindo-o pela primeira vez, ela que buscava a essência de algo íntimo que não encontrava nos prazeres, que eram as satisfações temporárias, mas ela buscava algo e sempre buscou assim, algo mais profundo. que quando ouve o Cristo pela primeira vez, ela reconhece que ali estava o que ela precisava. Ali ela encontra o de que ela sentia necessidade, o amor, o amor verdadeiro. Então nós vamos estudar nesta tarde e noite o capítulo de número três, que trata do céu, aqui no céu inferno, e é o item de número oito. Olha que interessante o que Allan Kardec nos fala. Vai dizer que a encarnação é necessária ao duplo progresso moral. e intelectual do espírito. Então, nós precisamos da encarnação. Eu fui à oftalmologista e ela disse: "Sor Geraldo, as pessoas chamam de soraldo, eu já não importo mais porque os cabelos estão ficando grisalhos, né, papaizinho? A gente já vai sentindo assim". E não é, Robson? Aí você tem autoridade para dizer, né, querido comunicólogo aí, né? que apresenta uns programas bem interessantes e a gente vai, né, ela falou: "Ol, vou fazer um óculos para você apenas para longe, porque eu só tenho mipia e astigmatismo, não tenho hipermotropia. Tanto é que para enxergar de perto eu tenho que tirar o óculos." E eu tinha um óculos que era multifocal, só que eu nunca me adaptei ao certo, porque você fica olhando e tudo, você acaba ficando assim esquisito. Eu falei: "Eu quero só óculos para longe". Não é? Tanto é que na maior parte das vezes eu tô sem óculos em casa. Então, por exemplo, se eu colocar o óculos diante da telinha, né, eu não enxergo nada direito. Eu estou vendo vocês bem à
longe". Não é? Tanto é que na maior parte das vezes eu tô sem óculos em casa. Então, por exemplo, se eu colocar o óculos diante da telinha, né, eu não enxergo nada direito. Eu estou vendo vocês bem à distância. Se eu tiro o óculos, por exemplo, eu vejo vocês incluindo o P espírito, não é? Agora para enxergar de perto, se eu tiver com óculos, eu não enxergo nem as letras, então tem que tirar o óculos. É um tira e coloca. Eu acho maravilhoso, né? Vocês também vão com paciência. Gente, a encarnação é necessária. A evolução do espírito. Para evoluir, nós precisamos encarnar, estarmos revestido de um corpo de carne. Quem é que está encarnado aqui? Todos. Não, preste atenção que vocês estão falando aí, não é? Essa jovem linda que está andando, você está encarnada? Ah, não tá encarnada não. Ah, claro que está encarnada. Todos nós estamos encarnados aqui que estamos nos vendo porque estamos revestidos de um corpo físico. Agora, existem desencarnados que a gente não vê normalmente porque não estão com corpo físico, mas tem um corpo perespiritual, não é, Nelice? Tem a sensibilidade aí e a gente vai percebendo. Quem tem a sensibilidade medianímica tem a capacidade de perceber, não é? o mundo espiritual começa a enxergar também aqueles que a gente não vê normalmente com os olhos comuns, porque a gente vê com os olhos do espírito. Essa presença espiritual é muito importante, que está no plano espiritual, mas para evoluir efetivamente na condição em que nós nos encontramos, a gente precisa encarnar. Por isso que a encarnação é valiosa e a gente precisa aprender a aproveitá-la pro nosso próprio bem, aproveitar bem a encarnação atual. em todos os seus segmentos. E Kardec vai dizer para nós aqui, né, é necessário esse duplo progresso moral e intelectual dos espíritos. Através da encarnação, a gente consegue evoluir intelectual e moralmente. Emanuel vai trazer para nós no livro Consolador essa visão que nós espiritualmente somos como se fôssemos um pássaro. E o nosso processo evolutivo
o, a gente consegue evoluir intelectual e moralmente. Emanuel vai trazer para nós no livro Consolador essa visão que nós espiritualmente somos como se fôssemos um pássaro. E o nosso processo evolutivo é preciso que esse pássaro alce e voe com ambas asas. Asa da intelectualidade, da cognição, da inteligência, do conhecimento, OK? e a asa da moralidade, do sentimento, da afetividade, do amor. É preciso manter um certo equilíbrio. E Kardec vai tratar com maestria disso em o livro dos espíritos, quando na questão de número, eu não me lembro mais o número da questão, o Nando Cordel estava lá conosco que fazendo, né, uma coisa linda, né, Nina, né, Márcia, tão bonita assim. E ele falava: "Eu musiquei parte do evangelho, agora eu tô musiicando o livro dos espíritos". várias questões e é muito bonitinho que ele canta, tem a maestria para fazer música, então já a música já nasce fazendo sucesso, a gente aprende rapidinho, né? Então ele tá músicando. Mas tem uma questão quando vai tratar da lei do progresso, vai falar exatamente da evolução e vai dizer para nós, é a questão 740, né? Fala por que que, né? Será que o progresso eh moral acompanha o progresso intelectual? Será que a gente evolui? não é moral, intelectualmente ao mesmo tempo. E o espírito da verdade responde de maneira muito inteligente. Ele diz que o progresso moral é decorrente do progresso intelectual. O progresso intelectual vem primeiro, depois vem o progresso moral. Olha que interessante. Por que isso? Porque a inteligência ela nos permite o quê? discernir, estabelecer as diferenças, poder fazer escolhas, tomar a decisão com a informação, com o conhecimento, sabendo o que de fato é a inteligência. Ela como se abre um caminho pra gente poder tomar as melhores decisões na nossa existência. Por isso a inteligência vem antes. A gente analisa, pondera, reflete e decide. Faz a escolha usando o nosso livre arbítrio, a nossa vontade, porque somos relativamente livres. Vamos lá. Aí, o que acontece com a moral? A morão vai dizer para nós o que é bom e
a, reflete e decide. Faz a escolha usando o nosso livre arbítrio, a nossa vontade, porque somos relativamente livres. Vamos lá. Aí, o que acontece com a moral? A morão vai dizer para nós o que é bom e o que é mau, o que é certo e o que é errado. Exatamente isso. A moralidade é por isso o código moral, que é o evangelho de Jesus vai nos trazer as virtudes que a gente precisa para a nossa evolução, pro nosso crescimento espiritual. Mas não basta apenas nós termos o conhecimento, temos a inteligência. É preciso ter a disposição, a vontade e efetivamente a ação no caminho do bem, que o que a gente chama de ética. A ética nos permite, então, além de saber discernir o certo errado, que é a moral, de ter esses conceitos de que nós precisamos estar seguindo o que é justo, o que é honesto, nós sermos pessoas do bem, nós respeitarmos o próximo, tudo isso é moral, mas a ética é o nosso comportamento, é essa moral aplicada na nossa atitude cotidiana. Por isso que além de moral a gente precisa ter ética. Além de moralistas nós precisamos, acima de tudo sermos éticos. Fica clara a distinção? Por isso que vem primeiro a inteligência para poder discernir. Aí vem a moral pra gente poder exercitar, pra gente poder viver. Disse que a moral é o conjunto de regras, né, de bem viver, a gente poder bem proceder. E associado a isso tem a ética, que é a vivência efetivamente transformadora. Então a gente evolui com a asa da intelectualidade e da moralidade, OK? Então, dá continuidade aqui, Kardec Belíssima ao progresso intelectual pela atividade obrigatória do trabalho. Olha, então progresso intelectual vai se dar pela nossa ação, pelo trabalho, pelo que a gente faz e o progresso moral pela necessidade que nós, seres humanos, temos uns dos outros. Aí começou a complicar, porque intelectualmente a gente até poderia caminhar sozinhos, cada um vai seguindo o seu rumo. Quantos estudos, né, a gente não pode fazer sozinho, mas a parte moral necessariamente depende da relação. Olha como Kardec fala aqui para nós. A vida
minhar sozinhos, cada um vai seguindo o seu rumo. Quantos estudos, né, a gente não pode fazer sozinho, mas a parte moral necessariamente depende da relação. Olha como Kardec fala aqui para nós. A vida social é a pedra de toque das boas ou das más qualidades. vida social. Nós somos seres sociais, nós somos seres gregários. Nós vivemos num regime de interdependência, diz o nosso querido Dr. Bezerde Menezes, numa mensagem chamada divulgação doutrinária que ele apresenta na psicografia de Chico Xavier em 1969. É publicada em reformador de 77 chamada exatamente a divulgação doutrinária. Ele diz: "Nós vivemos num regime total de interdependência. Vale dizer, nos dependemos mútua reciprocamente." Vai lá. Ninguém consegue viver sozinho, não é? E aí ele vai dizer que a bondade, a maldade, a doçura, a violência, a benevolência, a caridade, o egoísmo, a avareza, o orgulho, nossa, a humildade, a sinceridade, a fraqueza, a lealdade, a má fé e a hipocrisia. Quantas, quantas qualidades Kardec traz aqui para nós, boas e também não tão boas. Ele vai dizer que insuma tudo que constitui o homem, o ser humano de bem ou o ser humano perverso, tem por móvel, por alvo e por estímulo as relações do homem com os seus semelhantes. Tudo está vinculado às nossas relações sociais. É na relação social que a gente então vai definir a nossa bondade, a nossa maldade, a nossa humildade, o nosso orgulho, o nosso egoísmo, a nossa caridade. Para o homem que vivesse isolado, não haveria vícios nem virtudes. Se a gente vive sozinho isolado, como é que a gente vai exercitar os nossos as nossas virtudes ou os nossos vícios? Se pelo isolamento ele se preserva do mal, como alguns pensam, e se isolam, que eu quero me preservar do mal, por outro lado, o bem se anularia. Se eu fico sozinho, eu posso até relativamente me preservar do mal, mas acontece que eu não vou desenvolver o bem. O bem vai ficar no lado, não tem sentido algum. Por isso que a gente precisa uns dos outros. E neste momento, amigos da internet,
te me preservar do mal, mas acontece que eu não vou desenvolver o bem. O bem vai ficar no lado, não tem sentido algum. Por isso que a gente precisa uns dos outros. E neste momento, amigos da internet, queridos, olá para vocês e o pessoal que está aqui agora. Eu gostaria que a gente se olhasse aquele que está ao nosso lado, que a gente se olhasse um pouquinho. Olhe nos olhos. Pode ver. Veja aí o pessoal do Pante. Dá uma olhadinha assim, dá um tchauzinho. Pode ser. Quem tá sozinho, olhe para trás, por favor, ou pra frente. Eu tá olhando para mim. Muito obrigado, porque essa pessoa que está ao nosso lado é o nosso próximo. E esse próximo precisa da nossa atenção, do nosso carinho. Hoje se fala num nome muito bonito, que eu não vou lembrar qual é a palavra. Quando a gente faz a inserção do outro, quando a gente inclui o outro, o outro que é diferente. Como é que é mesmo? Inclusão, é inclusão que tem a ver com a alteridade, que é o outro, né? O outro existe e ele precisa ser incluído, merece o nosso respeito, a nossa consideração, o nosso olhar, a nossa atenção, que a gente fala da diversidade, não é isso? Que há muita gente assim que é diverso. Então, a gente precisa inserir esse que é o diverso, considerar essa pessoa que é diferente. Mas quem não é diferente? Não há ninguém que é igual a ninguém. Todos nós somos diferentes. Hoje se fala nessa inclusão da diversidade porque a própria natureza é um exemplo constante da inclusão da biodiversidade, da vida que se manifesta na sua multiplicidade, não é, mamãezinha? Cadê Angélica? Angélica tá trabalhando. Ela não pode ser a palestra porque tem que ficar lá, né? O pessoal não deixa ela vir aqui não. Muito bem. Tem a disciplina da casa e tá trabalhando e tá recebendo ajuda, não é? Oi. Pag ela recebe o salário. O salário aqui aquele salário é invisível, né? É por bônus horas. Maravilha. Então a gente vê que essa diversidade que vai se manifestando cada vez, né, mais exponencialmente, que se multiplica, é para que a gente possa saber considerar
sível, né? É por bônus horas. Maravilha. Então a gente vê que essa diversidade que vai se manifestando cada vez, né, mais exponencialmente, que se multiplica, é para que a gente possa saber considerar aqueles nossos irmãos. O outro, ninguém é igual a ninguém. Se a gente olhar um pro outro vai ver, nossa, a gente é até parecida, até semelhante, mas não é igual. Então, há essa diversidade. E Emanuel, eh, ontem uma pessoa chegou assim, Campete, nós estamos numa roda de conversa tão gostosa, eram duas, né? Uma sobre boa nova lá durante o congresso, perto da livraria, no horário lá de intervalo, fizemos uma roda de conversa sobre o Boa Nova. A Nina até nos ajudou, né? Foi ali, foi, foi na outra Nina, foi na foi na Boa Nova, né? Aí estávamos lá com Fernando e tudo e depois tivemos mais tarde uma roda de conversa sobre o céu inferno e justiça divina, né? Que é o livro que explica o céu inferno, porque esse livro faz parte de uma coletânia de coleção que é eh estudando a codificação. Então cada livro da codificação, com exceção da Gênese, tem uma obra que vai explicar um pouquinho. E o justiça divina é o que explica o céu inferno. Tá bem? E aí a pessoa chegou assim para falou: "Campete, eu tenho dificuldade em ler o céu e inferno, porque eu vou lendo e não estou entendendo as palavras". Já aconteceu com vocês, né? Às vezes você tem uma palavra difícil. Eu quando era eh mais ignorante do que eu sou hoje, eu tinha 12 anos de idade, eu li o primeiro livro espírita que eu li do início ao final, que eu sempre folhava uma coisinha ali na segunda infância e tudo. Mas quando eu fui ler, eu tava na adolescência com 12 anos, eu li o livro Sinal Verde. Vocês conhecem esse livro? Sinal Verde de Chico Xavier, André Luiz, né? Editado pela comunhão espírita cristã. E agora pela FEB também, uma parceria editorial. O livro tá lindo, tem ebook, tem também o impresso. E eu ia lendo aquele livro que é de mensagens e eu não entendia boa parte das palavras que ali estava escrito. O que que eu fazia? Eu tomava
torial. O livro tá lindo, tem ebook, tem também o impresso. E eu ia lendo aquele livro que é de mensagens e eu não entendia boa parte das palavras que ali estava escrito. O que que eu fazia? Eu tomava nota numa folha separada, pegava um lápis ou uma caneta e anotava a palavra, ia lá no pai dos inteligentes, não é? E pegava o significado daquela palavra. E aí anotava vários, né, significados, sinônimos, tal. Depois eu continuava lendo, aparecia de novo uma palavra que eu não entendia lá no dicionário, tomava nota e ia lá. E depois lá na frente eu percebi que aquela palavra que eu já tinha lido, ela apareceu de novo. E como eu era muito inteligente, acho que eu sabia qual era o significado? Claro que eu não sabia. Então eu ia na minha anotação falava essa palavra já tá aqui, pegava lá e olha a cabecinha, aquela palavra significa tal e ia fazendo isso. Na terceira quarta vez que eu recorri à palavra, eu já estava incorporando aquela palavra, aquele vocábulo ao meu repertório verbal, ao meu repositório cognitivo. Então, gradativamente a gente vai aprendendo também a falar, vai se desenvolvendo com a leitura. A leitura é fundamental. E aí eu falei para ela, para facilitar a leitura do céu e inferno, leia junto o justiça divina. Então, por exemplo, nós lemos aqui o item três, não é isso? ou o capítulo 3, o item oito, que falou dessa questão da encarnação, que a gente precisa evoluir, né, através da intelectualidade e também da moralidade. confere aí. Emanuel vai explicar para nós de maneira muito inteligente, dizendo o seguinte no capítulo 4, quando fala da virtude solitária, começa pelo título, gente, virtude solitária, ele diz assim: "Isso foi numa reunião pública lá em Uberaba, quando o Chico saiu de Pedro Leopoldo, foi para Uberaba, fundou a comunhão espírita cristã, Centro Espírita e também Editora, e tinha as reuniões e se psicograf grafava na reunião pública, era uma um costume que se tinha. Hoje em dia isso é mais raro, né? Aqui tem algumas sessões assim, são momentos
spírita e também Editora, e tinha as reuniões e se psicograf grafava na reunião pública, era uma um costume que se tinha. Hoje em dia isso é mais raro, né? Aqui tem algumas sessões assim, são momentos especiais, porque, né, geralmente você tem isso numa espontaneidade. E então eles faziam um estudo do céu e inferno, e depois vinha a espiritualidade trazer uma mensagem a respeito do assunto lido. Então, na reunião pública do dia 30 de janeiro de 1961, quem já tinha nascido aqui, por favor, permaneça como está. Obrigado, né? Eu não tinha nascido ainda. 61, né? O senhor já tinha nascido? Não, tá bem. Não tá vendo o papaizinho ali. Nem Lizier, nem alié. Mas enfim, alguns de nós. Mas que bom. Eu tava e eh vendo o Nando Cordel, tem 71 anos. A gente não pode falar isso em público, não. Mas sabia aquele músico, Nando Cordel, que fez aquela música Estou de volta pro meu aconselho, não é? e várias outras que fez também aquela paz pela paz. A paz do mundo começa em mim. É linda. Você tá aqui? Que gracinha. Aí o papai e a mamãe falam que você não foi no congresso, né? Mas tinha um congressinho para as crianças. O ano que vem se inscreve. Agora vai ter também a combragem DF. Quando é que é, Nina? É em setembro. Não é em setembro que vai ter. Não é da organização, é CGDF, né? Ah, é Cogedf. É. Aí vai lá, mamãe. Tem que escrever direitinho para participar. Quem tiver com os filhos aqui, né, crianças e adolescentes, jovens, participar desse movimento todo. Então, veja lá, é do dia 30 do 1 de61, primeira parte, capítulo 3, item 8. Há quem deseje tranquilidade ideal na terra com a pretensão de fugir ao erro. Emanuel já vai no ponto crucial. Eu quero a tranquilidade. Ah, idealiza aquela tranquilidade maravilhosa, não é? E aí para isso, claro, eu preciso fugir do erro. E se eu tiver essa tranquilidade ideal, afastado de tudo, eu estou também me afastando do erro. Casa branca no aclive da serra com vale rente, fontes claras correndo perto e jardim florido, clima doce, perfume da natureza. Nenhum
ade ideal, afastado de tudo, eu estou também me afastando do erro. Casa branca no aclive da serra com vale rente, fontes claras correndo perto e jardim florido, clima doce, perfume da natureza. Nenhum aborrecimento, nenhum cuidado, falta alguma, problema algum, solidão saborosa em que o morador conseguisse tirar inerte em poltronas e redes. Quem não quer isso? Ai, que delícia. Ai, que beleza. Ah, que maravilha. Aí ele continua o texto. No entanto, ah, no entanto, já acabou a fantasia. A gente imagina muitas coisas assim idealizadas que parecem ser as melhores. Eu quero um, como é que é mesmo? Eu quero uma casa no campo. Não é tão gostoso. Nós podemos ter o direito, sim, ter um momento de descanso numas férias, no final de semana, ter o conforto, não tem nenhum problema. O pessoal que trabalha rural mesmo, pega no pesado, é difícil, não é fácil não manter tudo aquilo, não é? Mas a gente pode ter um momento descanso, evidentemente. Mas veja bem, no entanto, é no trato da luta que as forças se enrijam e as qualidades se aperfeiçoam. Não tem como fugir. Vai ser no trato da luta, na luta cotidiana, que as forças vão se enrijecer, ou seja, se fortalecer e as qualidades se aperfeiçoarem. Considerando-se que o mal é a experiência inferior nos quadros da experiência mais nobre, olha que interessante. O mal é a experiência inferior no quadro da experiência mais nobre. é no serviço do amparo mútuo. Amparo mútuo e a tolerância recíproca que haveremos de transformá-lo o mal em bem duradouro. O mal pode se transformar em bem, como se tomássemos as nossas próprias sombras de ontem para convertê-las na luz de hoje. A mensagem consoladora e esclarecedora de Emanuel. A sombra pode se transformar em luz. Todos nós que erramos podemos acertar. Todos nós que caímos podemos nos levantar. Livres estamos interligados perante a lei para fazer o melhor e escravizados aos compromissos expiatórios, estaremos acorrentados uns aos outros no Instituto da Reencarnação. A questão 132 de O Livro dos Espíritos, Kardec
igados perante a lei para fazer o melhor e escravizados aos compromissos expiatórios, estaremos acorrentados uns aos outros no Instituto da Reencarnação. A questão 132 de O Livro dos Espíritos, Kardec pergunta: "Qual é o objetivo da encarnação? Porque que nós estamos aqui encarnados?" E a resposta é que, ó, uns estão, né, por missão, outros estão por prova, expiação, mas de fato todos estamos aqui para evoluir e todos estamos para auxiliar o criador nesse processo da criação, como cocriadores em plano maior ou menor. Tudo tem o seu sentido. Isso na questão 32. Na questão 69, Kardec vai perguntar: "Qual o fim objetivado com a reencarnação? que é a volta do espírito ao novo corpo físico. Nós aqui não só estamos encarnados, como provavelmente 100% de nós, eu diria, estamos reencarnados, porque não é a primeira vez que a gente encarna. Já vimos de outras experiências então anteriores. Por isso que vai dizer, mano, tratando aqui da reencarnação. E qual é o fim objetivado com a reencarnação? O espírito da verdade responde: expiação. Primeiro ponto da resposta, expiação. Nós viemos para espiar, para pagar a conta, para nos melhorar. E aí vai a sequência, melhoramento progressivo da humanidade. Se não fosse isso, onde é que estaria a justiça de Deus? Porque a justiça divina é da meritocracia, não é da do presentear, do privilégio, nem é da punição, nem é do castigo, mas é do mérito. Cada um recebe segundo o que faz. E aí emana vai dizer para nós, então não é nós, quando estamos escravizados aos compromissos expiatórios, estaremos acorrentados uns aos outros no Instituto da Reencarnação, segundo a lei, para anular o pior que já foi feito por nós nas existências passadas. Por que que vocês acham que a gente volta juntos? pares e ímpares, afetos e desafetos, amores e nem tão amores. Por que que nós estamos juntos em família? Para aprender a amar, a desenvolver os laços do verdadeiro amor, não é? E aí, Emana vem dizer para nós algo assim que eu vou pedir para vocês tomarem nota, por
r que que nós estamos juntos em família? Para aprender a amar, a desenvolver os laços do verdadeiro amor, não é? E aí, Emana vem dizer para nós algo assim que eu vou pedir para vocês tomarem nota, por favor. Ninguém progride sem alguém. Ninguém progride sem alguém. Ninguém progride sem alguém. Repita comigo, por favor. Ninguém progride sem alguém. De novo, com mais calma, refletindo. Ninguém progride sem alguém. O que que isso significa? Ninguém progredir sem alguém. sociedade. Lei de sociedade, convivência é a convivência, a necessidade da sociedade, da relação interpessoal e com todos os seres da natureza. Nós somos seres sociais, gregários, aprendendo com Maclum, desde a aldeia global, não é isso? da globalização que Mano trata com Chico desde a década de 30, falando da importância de nós termos estas relações que não tem fronteiras, não estabelecer muros que separam, mas criar pontes que unam. Todos nós vivemos num regime de interdependência, como Bezerra nos ensina. Nós dependemos uns dos outros. Não há como viver sozinho. Por isso, ninguém progride sem alguém. Ninguém consegue evoluir sozinho. Por isso essa virtude que ele fala solitária é algo tão interessante, porque não existe a virtude solitária, porque toda virtude é solidária, é de relação, é de comunhão, é de fraternidade. A virtude que é a por excelência, a maior de todas, que é aquela caridade que se assenta no maior desinteresse, como Kardec nos ensina, na questão de o livro dos espíritos, quando vai encerrando o capítulo 12 da terceira parte, quando fala das virtudes e dos vícios. Acho que é a 973, salvo melhor juízo. E aí a gente vê como é interessante. Qual a mais meritória de todas as virtudes? Aquela que se assenta na caridade mais desinteressada. E aí nós vemos aqui: "Ninguém progride sem alguém. Nós precisamos-nos dos outros". Por isso, olhar para o outro com gratidão, com respeito, com consideração. E vai encerrando Emanuel quando diz: "Abençoemos assim as provações que nos abençoam". As provações da vida nos abençoam. É
. Por isso, olhar para o outro com gratidão, com respeito, com consideração. E vai encerrando Emanuel quando diz: "Abençoemos assim as provações que nos abençoam". As provações da vida nos abençoam. É preciso que a gente abençoe essas provas também. Trabalho é ascensão. Pelo trabalho a gente evolui, a gente cresce. Dor é burilamento. Pela dor a gente aprimora, né? Apar as arestas, se borila, se acrisola, evolui. Toda a diversidade avisa. Todo sofrimento instrui, todo pranto lava, toda dificuldade esclarece e toda crise seleciona. Ah, pelo amor de Deus, Emanuel, Deus conosco, Emanuel maravilhoso, eu amo você. Como é que pode ser tão preciso só com esta frase aqui, com este conjunto de palavras que ele nos traz? Se a gente entender isso aqui, nós estaremos salvos. de nós mesmos, porque encontraremos as virtudes. Olha que profundidade, Emmanuel vai dizer para nós, toda a diversidade avisa. Se tem alguma diversidade na vida, nós estamos sendo avisados. Todo sofrimento instrui. A dor bate à porta para nos instruir. Todo pranto lava. Chore até lavar a sua alma diante do pranto, diante da dor, do sofrimento, da aflição, da perda de um ente querido. Passe pelo luto. Quando o papaizinho se foi, nos seus 88 anos, que eu acho tão gracioso que a a Lis faz a oração como o papaizinho fazia do Pai Nosso. final, ela inclui a primeira questão do livro dos espíritos, a resposta, que eu também faço assim, aprendi com ele quando vai dizer, não é a que ele assim seja, né? Livrai-nos do mal, né? Porque vós sois a inteligência suprema do universo, causa primária de todas as coisas, né? Encerra a prece com o conteúdo espírito. É tão interessante, não é? E aí a gente, papaizinho, foi várias vezes, eu me flagrei, gente, sentado na posição assim no chão, na posição de feto, chorando de saudades. Quem perdeu um ente querido sabe do que nós estamos falando. A saudade que bate. Mas que seja a saudade saudável, aquela saudade que a gente não reclama, que a gente não se desespera, que a gente não se revolta. É a saudade
rido sabe do que nós estamos falando. A saudade que bate. Mas que seja a saudade saudável, aquela saudade que a gente não reclama, que a gente não se desespera, que a gente não se revolta. É a saudade que toca profundamente o coração pra gente agradecer a oportunidade de ter tido a presença de um ser tão especial na nossa vida. Então, que a gente possa chorar sim, mas não parar no choro. Que a gente prossiga. Toda dificuldade esclarece e toda crise se leciona. Virtude solitária é pão na vitrine. Olha lá, ela está ali na vitrine apenas exposta. Competência no palanque é a usura da alma. Quando a gente está mostrando a competência num palco de exibição, simplesmente é uma postura de usura da nossa alma. Todos somos alunos na escola da vida, por isso todos somos aprendizes e ninguém consegue aprender sem dar a lição, a lição do próprio testemunho, como Cristo fez com todos nós. Então, queridos, queridas, que possamos nesta oportunidade da Páscoa lembrar de nos confraternizar com os entes queridos, familiares, amigos, irmãos, companheiros, colegas, aqueles que estão próximos ou distantes, saudáveis, adoentados, encarnados e desencarnados, pra gente dizer: "Nós estamos aqui e nós agradecemos a presença de cada um pela bondade da oportunidade de nós estarmos juntos e podermos juntos aprender e viver a mensagem que nos toca porque sentimos, que nos esclarece porque nós conhecemos, mas que acima de tudo nos ilumina para que amanhã possamos ser melhores do que somos hoje. e contando nas adversidades, nas agruras e também nas felicidades e nas alegrias que a gente diante deste que é o nosso mestre, o nosso senhor, o nosso guia, o nosso modelo, esse irmão maior, nosso protetor, possamos dizer do fundo do coração: "Ah, Jesus, quando a vida me anima e sorrir, é sempre tão fácil lembrar-me de ti. Visito as estrelas em meu pensamento. Não sofro, não choro, não há desalento. Porém, tenho medo de esquecer, Senhor, teu vulto sereno na hora da dor, quando a força do mundo eu sentir me deixar.
e ti. Visito as estrelas em meu pensamento. Não sofro, não choro, não há desalento. Porém, tenho medo de esquecer, Senhor, teu vulto sereno na hora da dor, quando a força do mundo eu sentir me deixar. Recorda, meu mestre, que estás a me olhar e que eu possa lembrar-me de ti junto ao meu peito e a minha mente para dizer-te obrigado, Senhor. Muito obrigado, meus amigos. Nesse instante, banhados pela luz divina, fortalecidos por essas reflexões, passamos para a nossa irmã Ana Alice para fazer o encerramento do nosso encontro da noite de hoje. Sempre muita alegria, não é, gente? A paz, a palavra boa que nos contagia. Data de hoje, alegria. Data de amor que resplandece Jesus após a dor. Data divina onde a morte não abate o espírito do Cristo Redentor. Desde tempos longevos comemorados a ascensão de Jesus, nosso mestre, Senhor e Redentor. Desde datas primevas, a ascensão de Jesus é o exemplo da vida em toda a plenitude do existir. Vivam. A existência é amor divino ao seu eu, no caminho à ascensão superior. e envolvidos nas vibrações da espiritualidade amiga que nos abraça com muito carinho, nos fazendo recordar a ascensão de Jesus. que nós possamos nesta Páscoa olhar para o nosso eu e com muito carinho agradecer pela bendce e bondade do Criador de nos conceder esta doutrina que nos eleva e nos tira da ignorância e nos apresenta a vida em toda a sua plenitude, onde haja dor, onde haja guerra, onde haja conflito. Ó Jesus, apacenta a conflituosidade e faz com que o seu amor reine por toda a eternidade. Que hoje, o amanhã e por todo o sempre nós possamos aconchegados aos ensinos que nos trazem elevação, nós possamos estar contigo, Jesus. para agradecer, louvar, bendizer ao nosso pai, Deus criador, que com muito amor nos concedeu trabalho para a edificação de um mundo novo sobre a face da terra, na coordenação dos trabalhos efetivos da nossa querida comunhão. Que Jesus nos abençoe, que o mensageiro Bezerra de Menezes nos afague em seus braços, nos mantendo em seu seio nesta
e a face da terra, na coordenação dos trabalhos efetivos da nossa querida comunhão. Que Jesus nos abençoe, que o mensageiro Bezerra de Menezes nos afague em seus braços, nos mantendo em seu seio nesta casa que para nós resplandece a nossa oportunidade de a edificar e de transformar o nosso eu interior. Gratidão Bezerra por nos receber com muito amor no dia de hoje, que recordemos a ascensão do nosso Cristo, o nosso mestre Senhor. Que assim seja. Queridos irmãos, que tenhamos uma boa semana. Aqueles que desejarem tomar passes, permaneçam sentados que o Lucas já vai convidá-los ao passe. Vez possamos nos encontrar. Graças a Deus. Graças a Jesus. Sejam bem-vindos à nossa sala de passe virtual da comunhão espírita de Brasília. O passe tem como finalidade auxiliar a recuperação física, mental e espiritual, substituindo os fluidos deletérios por fluidos benéficos. Durante o passe, temos uma troca de energias físicas, mentais e espirituais, guiadas pelo melhor sentimento, que é o amor. Essa energia amorosa auxilia no reequilíbrio dos pensamentos e emoções, restabelecendo a harmonia íntima. Assim, deve ser utilizado quando sentir necessidade ou até que se sinta reequilibrado. Nesse momento em que daremos início à aplicação do paz, pedimos que em um ambiente tranquilo você se coloque de forma confortável, fechando os olhos, respirando de maneira tranquila e serena, para que assim possamos sentir a presença do nosso Deus de amor, Senhor da vida e da misericórdia. Entrando em sintonia com o nosso mestre e amigo de todas as horas e com os mentores espirituais dessa casa, rogamos que nesse momento desça sobre nós todos os fluidos salutares e benéficos necessários ao reequilíbrio do nosso corpo físico, mental e espiritual. Senhor meu Deus, permita que os bons espíritos que me cercam me auxiliem nos momentos de dificuldade. Que eu tenha a força necessária para continuar a caminhada no sentido do bem, do amor e da caridade. Traz, Senhor, a cura para os males do corpo e da alma. Mas se não for
nos momentos de dificuldade. Que eu tenha a força necessária para continuar a caminhada no sentido do bem, do amor e da caridade. Traz, Senhor, a cura para os males do corpo e da alma. Mas se não for o momento, traz o refrigério necessário para que eu continue a caminhada. Que nossos amigos espirituais possam visitar os nossos lares, abençoando a cada um que lá se encontra, trazendo a alegria de viver, a paz, a harmonia e que cada um possa colocar o amor do Mestre Jesus em seus corações. e também os mentores espirituais possam visitar os nossos ambientes de trabalho, levando a cada canto a tranquilidade, a fraternidade e a serenidade. Que esses bons fluidos se estendam para cada um de nós, amigos e familiares, trazendo o conforto que tanto desejamos. a coragem e a fé para continuarmos à nossa estrada da vida. Estamos chegando aos momentos finais de nosso passe. Faremos então a oração que o mestre Jesus nos ensinou. Pai nosso que estais no céu, santificado seja o teu nome, venha a nós o teu reino, seja feita a tua vontade, assim na terra como no céu. O pão nosso de cada dia dai-nos hoje. Perdoa as nossas dívidas, assim como perdoamos aos que nos devem. Perdoa as nossas ofensas, assim como perdoamos aos que nos ofendem. Não nos deixes entregues à tentação, mas livra-nos do mal. E nesse momento, calmamente, vamos abrindo os nossos olhos, retornando ao nosso ambiente com paz e vibrações fraternais. E agradecidos que somos ao nosso mestre Jesus e aos mentores espirituais desta casa, damos graças a Deus, graças a Jesus e assim seja.
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