CAPACETE DA ESPERANÇA - Sérgio Castro [PRECE AOS SUICIDAS]
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Senhor, [música] mesmo tão longe de [música] atingir a perfeição, aqui eu entendi qual o valor dessa Essa missão foi nessa casa que aprendi [música] toda a beleza de viver, doando amor, [música] vibrando luz, buscando a ti. buscando a ti. Obrigado. Comunhão espírita de Brasília. เฮ Senhor, [música] estou aqui para agradecer [música] de coração a paz dentro de mim que encontrei [música] na comunhão. Foi nessa casa [música] que aprendi toda a beleza de viver, doando amor, vibrando luz, buscando a ti. >> Senhor, mesmo tão [música] longe de atingir a perfeição, [música] aqui eu entendi qual [música] o valor dessa missão. Foi nessa casa que aprendi [música] toda a beleza de viver, [música] doando amor, vibrando luz, buscando a ti, [música] buscando a ti. Obrigado a comunhão espírita de Brasília. >> Senhor Boa noite, sejam todos bem-vindos. Sintam-se envolvidos, né, por essa energia de amor e de paz. Aí já essa música, né, os acordes da Ave Maria já nos deu com certeza uma paz, uma serenidade. E pedimos a Jesus que envolva todos nós nessa energia. né? E que possamos sair daqui, levá-la, né? E essa mesma energia com certeza chega aos nossos irmãos, irmãs internautas que nos assistem através dos meios de comunicação da comunhão espírita de Brasília. Hoje nós temos o prazer de receber nosso irmão Sérgio Castro, que todos com certeza já o conhecem, e ele abordará um tema que está no livro Fonte Viva, capacete da esperança. E antes, como sempre fazemos, uma leitura para nos auxiliar mais, né, na harmonização, embora com certeza estamos harmonizados com essa músicas que nos eleva e enleva. E nós vamos ler uma mensagem que está no livro Recados do Anacleto, psicografia da dona Hilda Alonso. E o tema é O Evangelho ilumina e faz uma citação de uma mensagem do Bezerra de Menezes que está no livro Mensagens Esparsas. A atualidade exige o evangelho por luz maior, suscetível de assegurar a paz e a alegria ao espírito imperecível. Vejamos agora a mensagem. Ao ensejo da presença do Mestre Jesus na Terra, muito
parsas. A atualidade exige o evangelho por luz maior, suscetível de assegurar a paz e a alegria ao espírito imperecível. Vejamos agora a mensagem. Ao ensejo da presença do Mestre Jesus na Terra, muito ensinou ele aos homens, sempre atento a sua felicidade, à melhoria da sua vida, à conquista da sua evolução. Por isso que todas as passagens evangélicas são regras de bem-viver, aparentemente ingênuas, mas em sua essência cheias de sabedoria, de comprovada eficácia na vivência cotidiana. Se assim não fosse, ele não teria dito, não teria recomendado tanto. O homem só fracassa, só erra porque se afasta evangelho. É quando ele contraria esse código divino que vê seus esforços baldados. Daqui de onde estamos, podemos ver o panorama do vosso planeta que se nos afigura cinzento pelas ideias negativas que povoam as mentes que ignoram e desconhecem os textos sagrados. Entretanto, regiões existem entre vós, ensolaradas, claras pela presença do Evangelho, que as ilumina e faz felizes todos os que o adotam e o exercitam em suas vidas. Procurai vós ser daqueles que não se afastam da vontade do Pai, pautando a sua trajetória nos ensinamentos do Mestre Jesus, para que a felicidade seja vossa companheira. E assim, meus irmãos, envolvidos por esse sentimento maior do amor, que possamos buscar esse caminho que Jesus sempre nos convida. o exercício do evangelho que ele nos trouxe. Mestre Jesus Bezerra de Menezes, mentor desta casa e Maria, nossa mãe amantíssima, envolva todos nós encarnados e desencarnados e que essa energia de amor seja levada aos nossos irmãos suicidas, que este horário é dedicado a eles tão necessitados, de amor, de prece, de compreensão. S conosco, Senhor, hoje e sempre. E pedimos a espiritualidade maior que inspira em tu e nosso irmão Sérgio Castro, que está com a palavra. Queridas irmãs, queridos irmãos, os nossos amigos de domingo, é uma uma alegria, uma honra estar aqui com vocês novamente neste último domingo do ano, é a nossa última reunião deste ano, do grupo de
. Queridas irmãs, queridos irmãos, os nossos amigos de domingo, é uma uma alegria, uma honra estar aqui com vocês novamente neste último domingo do ano, é a nossa última reunião deste ano, do grupo de oração aos irmãos que abreviaram a vida e a Todos nós que precisamos. Agradecemos a presença de cada um e do que nos daqueles que nos acompanham pelas mídias, pelas transmissões dos canais da comunhão espírita de Brasília. A casa pediu para falarmos hoje do item 94 deste livro que vocês todos conhecem, Fonte Viva, espírito Emanuel. com a maravilhosa psicografia do nosso querido Chico. O título é baseado na carta de Paulo aos Coríntios, capacete da esperança. De que Paulo estava falando? Qual era o recado dele com esse termo? Paulo estava considerando cada um de nós soldados de um exército. O exército é do Cristo. O exército é destinado à harmonia, ao amor, à verdade e à justiça. E nós somos soldados. Mas para o soldado empenhar uma luta com sucesso, ele precisa de elementos. a espada, o capacete, a bota, os materiais que um guerreiro naquela época eh utilizava. E ele diz nos versículos 6 a 10 da primeira carta aos Coríntios, capítulo 5to, Paulo escreve o seguinte: "Nós não somos da noite. Noite aqui sinônimo de sombra. Nem somos das trevas, ignorância, escuridão. Portanto, não durmamos a exemplo dos outros, mas vigiemos e sejamos sóbrio. O cristão é diferenciado. Ele precisa estar sempre em oração e em vigilância. Já que nós somos do dia, agora tá falando de vocês. Andemos revestidos da couuraça da fé. Então, a fé para ele é uma couraça protetora e do capacete da esperança da salvação em Cristo. A couraça da fé representa hoje o protetor que o agente da lei usa, o colete que preserva os seus elementos essenciais, seus órgãos. E vem a parte que nos interessa. Colocando, revestindo-nos com o capacete da esperança. Deus não nos destinou para as aflições, mas sim para alcançarmos a salvação no amor do Cristo. Este conceito de Paulo ainda nem existiu espiritismo, é muito importante. Nós não reencarnamos
esperança. Deus não nos destinou para as aflições, mas sim para alcançarmos a salvação no amor do Cristo. Este conceito de Paulo ainda nem existiu espiritismo, é muito importante. Nós não reencarnamos para sofrer. Não é o objetivo principal da existência na carne, mas para alcançarmos a evolução, desenvolvendo a cada existência na matéria o amor do Cristo, que é o amor fraternal, o amor por todas as pessoas. Diferente do amor conjugal, marido e mulher, do amor familiar, pai e mãe com filhos, filhos entre si como irmãos. O amor do Cristo é universal, porque ele morreu por nós. Na verdade, ele viveu por nós. A vinda de Cristo à Terra foi um ato de amor. A maior expressão do seu amor por nós foi a vinda dele aqui. Ele teve que deixar as regiões celestes o ambiente de paz perfeita, a conexão constante com Deus. nas regiões felizes em que vivia e ir baixando aos poucos a sua condição natural vibratória para poder se encaixar em um perespírito deste planeta e poder nascer. E depois durante 3 meses, 3 anos e alguns meses trabalhar na missão reveladora da vontade de Deus para a nossa felicidade, chamada de lei, a lei de Deus. Quando ele explicou, detalhou, contou histórias, deu exemplos e praticou. E ao final, a título de gratidão, nós o colocamos numa cruz. e o crucificamos, dando a ele o símbolo da morte, do castigo maior para os homens mais vi que os romanos destinavam à cruz para os criminosos mais v. Mas ele aproveitou e transformou a cruz do símbolo da vileza, da crueldade para o símbolo da salvação, da libertação, da purificação do do gênero humano. Até isso ele mudou. Então, Cristo viveu por nós, a fim de que nós possamos aprender a viver com ele, que é o que estamos fazendo em cada existência, a cada existência, aprendendo melhor a convivermos com Cristo, não mais com Jesus, mas com o Cristo. E o Cristo diferente de Jesus que comemoramos na quarta-feira que passou o seu nascimento. Cristo nasce dentro de nós qualquer dia, qualquer horário, em qualquer situação, em qualquer condição,
risto. E o Cristo diferente de Jesus que comemoramos na quarta-feira que passou o seu nascimento. Cristo nasce dentro de nós qualquer dia, qualquer horário, em qualquer situação, em qualquer condição, como aconteceu com Pedro, como aconteceu com Maria de Magdala, como aconteceu com o próprio Paulo, que perguntado a ele, ele vai dizer: "O Cristo nasceu para mim no meu coração, na estrada de Damasco, naquela manhã, quando eu ia descer para a cidade, ele me apareceu." Então, precisamos ver como anda o nosso projeto pessoal do nascimento de Cristo dentro de nós. Então, para isso, nós precisamos lutar. E para a luta, Paulo considera dois elementos importantíssimos para nossa vitória. A couraça da fé e o capacete da esperança. O capacete é a defesa principal do principal órgão que comanda as ações do homem, a cabeça, o cérebro, o pensamento. Paulo não podia lembrar de outro símbolo mais adequado para proteger nosso raciocínio, a nossa fé cristã. Paulo já associava a fé em Cristo a razão humana que depois Kardec vai deixar como base do exercício da fé cristã. A fé espírita cristã é fé raciocinada. E as nossas lutas, o nosso sentimento está sujeito aos ataques das emoções fortes, das emoções apaixonadas. Assim também como o nosso raciocínio sofre os assédios do desânimo diante das nossas lutas pela vitória do bem, primeiramente dentro de nós e a seguir exportando a sociedade, a família e ao mundo. Diz também Emanuel que raios anestesiantes são jorrados sobre o ânimo do aprendiz pelas forças contrárias do Evangelho Salvador. Naquela época, Paulo já fazendo uma referência sobre a influência que os espíritos exercem nossos pensamentos e atos da vida. Questão do livro dos espíritos. Os espíritos influenciam em nossa vida?", pergunta Kardec. Responde os os espíritos. Tanto que muitas vezes são eles que vos dirigem. Eles que vos dirigem. Então, nós temos que lutar para que os pensamentos e o nosso a nossa condição moral de comportamento atraia sempre para perto de nós para nos influenciar bons
es que vos dirigem. Eles que vos dirigem. Então, nós temos que lutar para que os pensamentos e o nosso a nossa condição moral de comportamento atraia sempre para perto de nós para nos influenciar bons espíritos, espíritos do bem que querem o nosso bem, o bem da nossa família, o bem de toda a sociedade e de toda a humanidade. As exigências de todos e a indiferença de muitos procuram cristalizar a energia do discípulo do Cristo. Exigências indiferença, dispersando seus impulsos nobres ou neutralizando seus ideais de renovação. são as influências do meio das pessoas que convivem conosco, do mundo espiritual, do mundo profissional que escolhemos, da filosofia que gostamos. Tudo vai influenciando para moldar o nosso jeito de pensar e de viver. Mas então adverte, Emmanuel, é imprescindível saber produzir dentro de si os bons pensamentos, o despertamento e o cultivo das dos valores latentes do bem. Valores são as virtudes latentes, estão dentro de nós em estado de latência, do bem, vindas de Deus. Então, se estão dentro de nós em semente, temos que plantar, adubar, cuidar até começarmos a produzir. Foi por isso que Jesus disse, copiando o Salmo 82, vós sois como deuses e depois disse aos apóstolos: "Vocês estão espantados com o que eu tenho feito? Eu vos digo em verdade, vós podeis fazer tudo isso e até muito mais. Porque ainda não sabemos a potência que temos. Isso vem com a nossa evangelização pessoal, a nossa purificação. É necessário esperar o fortalecimento do fraco, ter paciência em compreender e ajudar o que é mais frágil, que tem menos conhecimento do que nós. Como o lavrador que vê a plantinha surgindo e tem confiança, tem esperança que daqui alguns meses com ele cuidando irá granar, produzir os grão, a espiga do trigo, do milho, que será reproduzida em milhões de grão. A plantinha é pequena, mas ele tem esperança que ela irá produzir. Assim é Cristo e Deus conosco. Somos pequeninos como plantinhas frágeis, mas Cristo confia que vamos crescer, sedimentar, tornarmos maduros e produzirmos os
mas ele tem esperança que ela irá produzir. Assim é Cristo e Deus conosco. Somos pequeninos como plantinhas frágeis, mas Cristo confia que vamos crescer, sedimentar, tornarmos maduros e produzirmos os grãos. e também não perder a confiança, guardando a alegria e a coragem dos tristes, assim como o floricultor tem a esperança de que aquela plantinha logo logo será uma grande roseira com beleza e com perfume. Ele tem certeza, ele espera, mas ele trabalha adubando, protegendo, cercando, aplicando os defensivos. trabalha, espera trabalhando. Então vai Emanuel concluindo, dizendo que é imperioso reconhecer que a serenidade do cristão não é inoperante. Ele age e exemplifica o melhor para os que o cercam. Para os que os cercam. Claro que a dica de Emânel aqui é a convivência no lar. A maior parte da existência estamos com as pessoas mais próximas durante os primeiros 25, 30 anos que estamos no na casa do papai e da mamãe e nem desconfiamos que é a melhor época da nossa vida. Depois constituímos o nosso lar, a nossa esposa, nossos filhos. E aí são outros espíritos que estão mais próximos de nós, tudo programado com a nossa anuência e com a deles antes de todos nós reencarnarmos, como explica Santo Agostinho no item 9 do capítulo 14 de O Evangelho Segundo o Espiritismo, cujo título é sugestivo: A ingratidão dos filhos e os laços de família. lá no evangelho. Então, enquanto aguardamos, agimos para produzir a melhora nos nossos irmãos. Foi por isso que Paulo escolheu o capacete como a melhor proteção para o comando dos nossos atos durante as lutas, os esforços e a nossa defesa. Porque ele já disse lá no parágrafo anterior que as trevas tentam nos atacar, a escuridão, os que não querem a vitória de Cristo. E aí ele vai concluindo, todo discípulo de Jesus, tá falando de vocês, é um combatente efetivo, não é combatente aposentado, não é combatente efetivo contra o mal e não dispõe de muito tempo para ficar pensando em si mesmo, preocupado só com seu umbigo, nem pode exigir longos repousos,
efetivo, não é combatente aposentado, não é combatente efetivo contra o mal e não dispõe de muito tempo para ficar pensando em si mesmo, preocupado só com seu umbigo, nem pode exigir longos repousos, tá? Tá chegando janeiro. Vamos para Pernambuco, depois para Porto de Galinhas. Duas semanas. Depois volta para Brasília e começa tudo de novo. O repouso, lazer necessários, mas um tempo curto, porque não podemos exigir longos repousos para o cristão. E outra coisa interessante, ser cristão e espírita não tira férias. você tira fera do trabalho profissional, das atividades, mas lá continua sendo espírita cristão. Por quê? Porque o cristão sabe que o próprio Cristo permanece em trabalho ativo e edificante. Ó, antes de nós existirmos, ele já trabalhava. Antes de o planeta ser formado, Deus o convidou para formar o planeta. Antes de haver vida na terra, ele trabalhava. Depois que surgiu a vida, continuou trabalhando até surgir a vida do elemento humano. E aí a coisa complicou. E então no tempo certo ele veio para dar o roteiro, para melhorar todas as coisas. veio, cumpriu, não foi compreendido, foi rejeitado, foi crucificado. Mas em vez de ir pro céu, ele ficou ainda 40 dias com os apóstolos e discípulos dando instruções depois de morto. 40 dias de trabalho extra. Imagine o banco de horas de Cristo lá no céu. Nossa, quantas horas deve ter? E aí, antes de ir, ele disse: "Eis que eu permanecerei convosco até os confins dos séculos." Então, ele trabalhou antes, durante e depois. E nós só pensamos em gozar repouso. E aí conclui e termina, resguardemos, pois o nosso pensamento e o nosso comportamento com o capacete da esperança fiel, a fim de prosseguirmos na vitória. A vitória certa. Há alguns embaraços nesta existência, na próxima também, cada vez menos embaraços. Já estamos mais perto das existências mais tranquilas no bem. Então, prossigamos para a vitória certa e suprema do bem dentro de nós, a fim de participarmos da vitória do Cristo fora de nós. E cada um faz a sua parte,
erto das existências mais tranquilas no bem. Então, prossigamos para a vitória certa e suprema do bem dentro de nós, a fim de participarmos da vitória do Cristo fora de nós. E cada um faz a sua parte, cristificando-se, que significa evangelizando-se, o conjunto da sociedade ficará muito melhor em pouco espaço de tempo. Para isso, precisamos estar sempre com aquelas três condições mais nobres da existência humana. É. Esperança e caridade, a couraça da fé, o capacete da esperança e a espada da caridade. Com esses três elementos, o guerreiro de Cristo está pronto para quê? Para combater o bom combate, que vocês todos conhecem o pensamento de Paulo, não é? Combati o bom combate, completei minha carreira, a minha existência, guardei a fé, fé em Cristo e em Deus. Combati o bom combate e nasci, reencarnei e realizei o que foi planejado para esta existência. Combati o bom combate, não é combater os outros. Completei a minha carreira, o que estava previsto eu realizei durante os anos que me foram permitidos viver aqui na terra. E agora que eu desencarnei, estou com a minha fé em dia. Tá tudo OK. Vou me preparar, me melhorar para a próxima fazer tudo melhor ainda. Mas tem que ter esperança, resistência e a palavra da moda resiliência, que é uma resistência proativa. Por quê? Porque não vemos o nosso passado, nem projetamos o nosso futuro, mas Cristo vê os bons espíritos também. Então, nunca sabemos quando irá acontecer um recadinho de Deus para nos salvar, para mudar o rumo do nosso caminho, para preencher o nosso coração de amor, para termos uma ideia desse processo, fé, esperança, caridade. Vamos lembrar um caso real de um espírito que visitando Divaldo Franco, que estava em oração, pediu a ele a permissão para contar a sua história e contou. E ela se encaixa no nosso na nossa reflexão desta noite. Divaldo estava orando quando o espírito aproximou-se dele e pediu permissão para contar a sua história. Seu nome era Klaus, um judeu nascido na Chequeslováquia, que era o nome na época, em 1929,
oite. Divaldo estava orando quando o espírito aproximou-se dele e pediu permissão para contar a sua história. Seu nome era Klaus, um judeu nascido na Chequeslováquia, que era o nome na época, em 1929, numa aldeia com pouco mais de 300 judeus. Era uma aldeia de judeus no centro da Tzequoslováquia. No início do ano de 1942, um destacamento militar nazista invadiu a aldeia, reuniu todos os moradores judeus na praça e os embarcou num trem, um trem de gado, um trem que carregava animais. apinhou os judeus ali e partiu com destino ao campo de concentração de Dahau, uma localidadezinha a 16 km de Munique, um dos primeiros campos de concentração dos nazistas. Foram dois dias e duas noites de viagem, sem nenhum conforto, nenhuma acomodação, só parava para abastecer o trem. A família de Cláus era formada de sua mãe, o seu irmão mais velho, o primogênito judeu, que é o mais importante. Ele de 12 anos já ia fazer 13 em fevereiro. E duas irmãs com menos de 10 anos chegaram em Munique primeiro, estenoados, sujos, temendo pior para as suas vidas. O pai havia falecido recentemente, mas de Munique foram direto para o campo, o campo de Daral. Chegaram lá famitos imundos, ultrajados, alta hora da madrugada, desembarcaram para que tivesse início a seleção dos seres humanos que iriam morrer nos próximos dias, pila da esquerda. E os seres humanos queriam ficar como escravos trabalhos forçados pila da direita. Especialmente para a fila da esquerda, já iam direto as mulheres, as crianças, os idosos, os doentes e qualquer pessoa com qualquer tipo de deficiência física ia direto para a fila da esquerda. Os que iam paraa fila da esquerda não eram registrados, não eram entrevistados, ninguém anotava nada. Iam direto para os fornos crematórios. Claus viu a sua mãe e as suas irmãs irem na fila da esquerda. foram levadas para morrer. Não houve despedidas, nem houve adeusinho. E aquilo causou uma revolta no garoto. Ele ia fazer 13 anos, mas era de porte alto, bem acentuado. Por isso o irmão dele de 17 anos disse: "Claus, vem cá,
r. Não houve despedidas, nem houve adeusinho. E aquilo causou uma revolta no garoto. Ele ia fazer 13 anos, mas era de porte alto, bem acentuado. Por isso o irmão dele de 17 anos disse: "Claus, vem cá, vai te ser perguntado o nome e a tua idade. Quando te perguntarem, você diz que tem 16 anos. Porque se você disser que tem 12 anos, eles consideram criança e mandam pra fila da esquerda. E a fila da esquerda morrerá nos próximos dias, nas próximas horas. Mas ao saber que a mãe e as irmãs iam morrer, Cláudio não se não se controlou, saiu correndo para abraçá-las. A mãe percebendo, saiu da sua fila, foi lá e empurrou Claus de volta. Pique na sua fila. E quando ele olhou, viu que os olhos da sua da sua mãe estavam em lágrimas. Ela sabia que ia morrer, ela e as duas filhas, mas ela queria que ele se salvasse. Então ele se controlou, voltou paraa sua fila e o irmão o segurou. E ele então pela última vez dirigiu um olhar para sua mãe e para as suas irmãs que foram levadas. Chegou a vez dele, o soldado da Guestapo interrogou nome e idade e ele respondeu: "Claus, 16 anos." E o soldado empurrou para a fila da direita. Então ele foi encaminhado para os trabalhos escravos, para as equipes de trabalhos forçados do campo. O tempo passou, 3 anos se passaram, estávamos agora em 1945. 3 anos de fome, de sofrimento, de esgotamento físico, mas Claus resistiu. No fim do primeiro trimestre, em fevereiro, Claus havia completado realmente os seus 16 anos de idade. Ele era um sobrevivente. O seu irmão havia sido transferido para outro campo. Agora ele estava sozinho, entregue à própria sorte, sem ninguém. Somente nos três momentos diários de oração, Klaus recebia algum conforto. Ele era judeu. O judeu ora na manhã, no início da tarde, às 15 horas e à noite, antes de iniciar a escuridão. Só nesses momentos ele se confortava um pouco. Um dia ele acordou em profunda depressão e começou a ter pensamento de se jogar na cerca de arema farpado, que era elétrica. Ele teria uma morte imediata. Ele estava morrendo de fome
fortava um pouco. Um dia ele acordou em profunda depressão e começou a ter pensamento de se jogar na cerca de arema farpado, que era elétrica. Ele teria uma morte imediata. Ele estava morrendo de fome e quando ele ia se dirigindo para o local, a fim de tirar a própria vida, ele lembrou da mãe, influência dos espíritos em nossos pensamentos. A mãe dele vibrou ou se aproximou dele vibracionalmente e ele lembrou dela, começou a chorar e se arrependeu de querer se matar. E quando ele ia se aproximando da cerca, ele viu do outro lado, do lado da liberdade, uma menina ruiva, mais ou menos 14 anos, ele tinha 16, que estava olhando tudo assustada, parecia perdida e tinha na mão algo que chamou atenção de Claus, uma maçã. Ele nem olhou paraa menina, ele olhou para maçã. Estava morrendo de fome. A menina falava alemão e falava ides, que é a língua germânica dos judeus, falada na Europa central e na na Europa oriental. O idão perguntou a ele: "Você está com fome?" Que pergunta, não é? Ele respondeu ainda balançou a cabeça com sim. Ela então que estava do outro lado da cerca jogou a maçã. Ele a parou e começou a comer avidamente a fruta. E ela então percebeu que ele passava muita fome e teve compaixão por ele. Então ela lhe disse: "Amanhã, se você quiser, eu virei aqui de novo neste mesmo local e trarei outra maçã para você". Ele agradeceu e à noite ele pensou que era um sonho que ele tinha tido, que era uma alucinação, um delírio da fome, mas o estômago estava bem. Então dizia que não, que foi verdade, que era real. Então, no dia seguinte, perto das 10 horas, Clus voltou ao local. Ele andava devagar, estava esgotado fisicamente, cambaleando, fome e cansaço. E quando chegou lá, sorriu. E ela sorriu também. Ela estava lá esperando-o, jogou a maçã. Ele começou a comer. Desta vez começou a olhar para ela e ela olhou. E ele agradeceu emocionado. No outro dia, o mesmo encontro. Esses encontros duraram dois meses. Às vezes ela trazia uma banana, uma variação de fruta e sempre jogava para
a olhar para ela e ela olhou. E ele agradeceu emocionado. No outro dia, o mesmo encontro. Esses encontros duraram dois meses. Às vezes ela trazia uma banana, uma variação de fruta e sempre jogava para ele. Parecia um anjo que Deus enviou para segurar a onda do claus. A situação era deplorável. Então os dois jovens se apresentaram, disseram seus nomes, criaram forte laço de amizade em primeiro lugar e de afeto. E Klaus pensou, ela é a única pessoa no mundo que me ajuda sem me pedir nada em troca. Seu nome era Roma. Mas o tempo passou e no dia 7 de maio de 1945, um soldado avisou que no outro dia ele seria chamado pela última vez porque ele havia chegado o seu nome na lista de renovação. É um eufemismo. Lista de renovação. Ele já tá muito cansado, não realiza direito o trabalho. Vamos matá-lo e botar outro jovem no seu lugar. Essa era a lista de renovação. Chegou a sua vez na fila dos que seriam descartados. Naquele campo, quando chegava o dia da chamada final, não tinha como fugir, não tinha escapatória. Cláus entristeceu-se, mas não deixou de ir ao encontro com a menina da maçã. Nesse dia ele estava muito triste, comovido, mas ela o esperava com aquele sorriso que ele já amava tanto. Ela jogou a maçã e sorriu vendo o comer. E quando ia embora, ela disse: "Até amanhã, não se esqueça". Ele disse: "Não, não, não volte amanhã. Amanhã eu vou ser transferido para outro campo. E não quis dizer a ela que ia ser morto. Não venha amanhã. Roma ficou pálida, mas se controlou. Deu um sorriso meio triste, disse: "Adeus, meu amigo". baixou a cabeça, virou-se e saiu chorando. Claus também voltou-se, baixou a cabeça e saiu chorando. Então ele descobriu que a amava e que precisava dela mais do que tudo no mundo. Ele agora amava a vida, não queria se matar de jeito nenhum, mesmo naquela situação deplorável. de escravo humano, de um verdadeiro morto vivo. Ele queria mais do que nunca viver, nem que fosse na esperança de vê-la de novo, pelo menos um dia. No dia seguinte, ele começou a se preparar
plorável. de escravo humano, de um verdadeiro morto vivo. Ele queria mais do que nunca viver, nem que fosse na esperança de vê-la de novo, pelo menos um dia. No dia seguinte, ele começou a se preparar para ser chamado pela última vez. Era amanhã do dia 8 de maio de 1945. E o que aconteceu no dia 8 de maio de 1945? A Alemanha se rendeu. Um pesado silêncio durante toda a noite foi notado por Klaus. Ele não via mais nenhum movimento de soldados alemães. De repente, aquele barulho incontrolável era o sino da torre de vigilância. Tinha um soldado lá balançando. Ele só era usado para chamadas de emergência, de perigo. Klaus foi olhar, não era o uniforme de um soldado alemão. E de repente ele viu que o soldado pegou e acheiou uma bandeira, uma bandeira da Rússia. Os tanques russos haviam chegado. Então os altofalantes começaram a falar em seis idiomas diferente. O campo está livre. A Alemanha se rendeu. Hoje é o dia da liberdade. Todos vocês estão livres. Venham. Nós vencemos a guerra. Taiam sem medo. Então os portões do campo foram abertos, os tanques entraram e as pessoas começaram a sair dos pavilhões, semimortos, trapos humanos. E quando Klaus viu aquilo, relaxou, relaxou. teve uma convulsão e desmaiou. Quando acordou, ele estava num campo de refugiados, recebeu tratamento de emergência, melhorou, foi mandado para Inglaterra. O seu caso era um pouco grave. lá ele recuperou a saúde física e um ano depois, já em 46, no final de 46, voltou para Toslováquia, mas chegou lá, a sua aldeia tinha sido destruída totalmente. ficou lá algum tempo até que conseguiu descobrir por meio de vários serviços judeus de cooperação social, conseguiu saber que o seu irmão mais velho havia sobrevivido. Vivia agora nos Estados Unidos da América, na cidade de Nova York, estado de Nova York. Claus escreveu-lhe uma carta pedindo ajuda. Ele havia recuperado a saúde, mas havia as sequelas no estômago, na coluna, nos rins, nos pulmões de tanta fome e necessidade que ele havia passado. E ainda havia a saudade da família. Ele
indo ajuda. Ele havia recuperado a saúde, mas havia as sequelas no estômago, na coluna, nos rins, nos pulmões de tanta fome e necessidade que ele havia passado. E ainda havia a saudade da família. Ele não podia ficar ali sozinho na aldeia. O seu irmão imediatamente mandou a ajuda financeira, a passagem para os Estados Unidos e Klaus foi morar em Nova York. Nos arredores de Manhattan, o seu irmão estabeleceu Klaus em um comércio autônomo, comprou para ele uma empresa e ele passou a praticar o comércio para trabalhar e se instalou e o tempo correu e a vida passou. Estávamos nos anos de 1949, quando ele começou a morar em Nova York, 10 anos depois, em 1959, apesar de Klaus agora com 30 anos estar livre, ele não era livre. Ele sofria do conflito de culpa da liberdade. É um conflito daqueles que sobrevivem em guerras, em ataques terroristas e ficam abalados psicologicamente quando é muito forte, muito duradouro. Entram em conflito se perguntando: "Por que Deus não me levou? Por que levou minha mãe, minhas irmãs tão novinhas? Por que que eu fiquei?" é um conflito psicológico, precisa de tratamento especializado. Por causa disso, Klaus não saía de casa, não fazia amizades, não tinha parentes, vivia em completa solidão. Na verdade, ele ainda estava dentro do seu próprio campo de concentração privado. Ele não tirara do peito da vida. Mas certo dia o seu irmão o visitou e disse: "Claus, Hitler morreu há mais de 10 anos, mas continua comandando a tua vida. Você ainda não venceu a sua guerra. A sua vida ainda está presa num campo de concentração. Tenha fé, Claus. tem a esperança. Você está nos Estados Unidos, na terra da liberdade. Você tem que se libertar desse Hitler que existe dentro de você. Você é livre, tenha mais esperança. Procure fazer o que gosta e se arrume. Porque hoje à noite nós vamos, hoje à tarde vamos sair. Eu não vou. Vai. Eu arranjei uma namorada, Claus. Mas a minha namorada disse que não pode sair sozinha comigo. Então ela pediu a sua melhor amiga para ir conosco. Estamos em 59.
je à tarde vamos sair. Eu não vou. Vai. Eu arranjei uma namorada, Claus. Mas a minha namorada disse que não pode sair sozinha comigo. Então ela pediu a sua melhor amiga para ir conosco. Estamos em 59. A mulher não podia sair sozinha com o homem. Então ela arranjou a melhor amiga e foram para uma matinê no cinema. sessão da tarde. Vou levar você para fazer companhia a outra moça, enquanto eu namoro com a minha namorada. Eu não vou, disse Claud, eu vou levar você. Fui eu que lhe trouxe lá da Checoslováquia. Eu sou o primogênito. O papai vai aprovar o que eu vou fazer. Pode se aprontar que eu vou lhe levar de uma maneira ou de outra. Eu sou o seu primogênito, que no judaísmo é muito importante. Ele botou o Claus Prisioneiro no banco de trás, pegou o carro, foi buscar as duas meninas, a sua namorada ficou na frente e a outra moça ficou no banco de trás com o Klaus. Mas o Claus não disse uma palavra, nem boa tarde, nem boa noite. Ele não estava mais acostumado a conversar com pessoas. Ele havia perdido a facilidade de se comunicar. Entrou mudo e ficou mudo o filme inteiro. A outra moça, por volta de 28 anos, mais madura, como toda mulher que avança mais rápido que o homem na madureza, não compreendia direito. Mas ela também era tímida, ela também era calada, muito bem comportada. Mas quando acabou o filme e entraram no carro para voltar, ela provocou o diálogo, virou-se para Claus e disse: "Você gostou do filme?" E falou em id, não falou em alemão, nem em inglês. E ele então olhou para ela, disse: "Você sabe falar id?" "Claro que sei. Eu sou judia. Você é judia? Que coincidência? Eu também sou judeu. Você é judia de onde? Eu sou judia da Áustria. Aí lá vem o campo de concentração. E você não foi preso em nenhum campo sendo judia da Áustria? Ela disse: "Não, eu dei muita sorte. A minha mãe, antes de morrer, me doou por uma família católica. Essa família católica da Áustria me mandou para outra família católica de Berlim. E essa família me adotou e me criou. me criou como uma menina alemã. Quando a
orrer, me doou por uma família católica. Essa família católica da Áustria me mandou para outra família católica de Berlim. E essa família me adotou e me criou. me criou como uma menina alemã. Quando a guerra começou, nós nos retiramos de Berlim com medo e fomos morar nos arredores de Munique. E você então nunca foi num campo de concentração? Não, eu já fui num campo de concentração uma vez, algumas vezes, mas eu ficava sempre do lado de fora. E ele perguntou: "Como é que é isso?" É o seguinte, um dia eu tava passeando perto de casa e me perdi. E quando eu me vi, eu estava diante de uma cerca, de um campo de concentração. Eu estava com a minha maçã na mão, ia comer. E quando eu ia comer, eu vi um chegando um rapaz morto de fome, quase não conseguia andar. Perguntei se ele tava com fome, ele disse que estava. Então eu joguei a maçã para ele. Olha, você não ele comeu com avidez. Então eu disse: "Meu Deus, este menino está para morrer. Eu preciso ajudá-lo". E olhe, todos os dias, durante quase dois meses, eu levava uma fruta para ele, principalmente maçã. Clus ficou pálido. Mas é você mesma? Como é o seu nome? Ele teve coragem de perguntar. E ela disse: "O meu nome é Roma, eu tenho 28 anos e disse a palavra mágica: "E sou solteira. Mulher é muito inteligente, não é? O homem que é bobo, gente." Ele disse: "Mas você, você mesmo". Ele não queria acreditar. Sou eu. Qual foi a última coisa que eu lhe disse? Ela disse: "Eu me lembro que você disse que ia ser transferido para outro campo e que eu não voltasse mais a partir do outro dia." Ele disse: "Roma, é você mesmo. Eu sou o Klaus, aquele a quem você alimentou durante esses meses." Roma, eu queria lhe dizer e gaguejou e gaguejou. Eu queria lhe dizer, Roma, que desde aquele dia eu amo você. Roma sorriu com os olhos marejados de lágrimas e disse: "Eu o amo também desde aqueles tempos ele tremeu de emoção e disse: "Então vamos casar?" Ela disse: "Mas assim, de repente". Pois é. É porque nós já temos mais de 10 anos de noivado.
lágrimas e disse: "Eu o amo também desde aqueles tempos ele tremeu de emoção e disse: "Então vamos casar?" Ela disse: "Mas assim, de repente". Pois é. É porque nós já temos mais de 10 anos de noivado. Então vamos casar logo. Não, aqui na América não é assim. Primeiro eu vou levar você para apresentar os meus pais adotivos e eles todos conhecem a minha história. Todos eles conhecem a história do meu primeiro amor. Eu vou dizer então aos meus pais que você é o menino da maçã. Eles vão saber logo quem é. E assim foi. Ela levou os seus pais, o apresentou. Meses depois eles se casaram. Tiveram dois filhos, depois nasceram dois netos. O Claus desencarnou. E quando ele foi contar essa história de Valdo, ela ainda estava viva aqui na terra, idosa já. Mas ele disse algo antes de ir embora para Divaldo. Ele disse algo que eu é isso que eu quero que vocês guardem no coração. Antes do espírito ir embora, disse Adivaldo, Divaldo, eu queria lhe dizer que o meu amor por ela permanece vivo, pulsante até hoje. a continua amando. Estou aguardando o dia que ela voltará para abraçá-la. Porque, Edivaldo, quando o amor é verdadeiro, ele é capaz de vencer todas as crueldades humanas. Então, ame, Divaldo, ame, porque o amor é capaz de vencer tudo e todos. E o espírito então foi embora. Divaldo ficou com lágrimas nos olhos até se recuperar e nunca esqueceu a vida terrível que teve Claus. E o prêmio maravilhoso do amor que ele recebeu de Deus, porque manteve a fé, manteve a esperança e teve caridade. Então, como o espírito foi embora, Vânia, eu também vou embora porque o nosso tempo acabou. Olha que alegria que vocês sentiram. Tá vendo? E eu peço a Deus e ao Cristo que neste ano de 2026, os que ainda não encontraram a sua Roma, encontrem. Não tenham vergonha e digam tudo que sentem por ela e aquelas que ainda não encontraram seu claus que se declarem a ele para sentir amor. Porque como escreveu Pedro em uma de suas epístolas, só o amor é capaz de anular a multidão dos nossos pecados. Só o amor cobre a multidão dos pecados.
eu claus que se declarem a ele para sentir amor. Porque como escreveu Pedro em uma de suas epístolas, só o amor é capaz de anular a multidão dos nossos pecados. Só o amor cobre a multidão dos pecados. Feliz 2026 para todos vocês. Como eu disse, em janeiro viajarei de férias e vocês também, se Deus quiser. E quando eu voltar todo queimadinho do sol de Porto de Galinhas em Pernambuco, nos reencontraremos aqui novamente para continuar estudando e aprendendo sobre o amor. Muita paz. Boa noite, >> Jesus, [música] mestre divino do amor. É dos a dimensão [música] da nossa dor. Ampar os corações [música] necessitados. que vivem [música] a sofrer sem despertar. [música] Amigo, conduz a Deus [música] nossos anseios e vem [música] nossos [música] receios afastar assim. Quando a nova alvorada iluminas nossas vidas, permite que a tua luz e o teu carinho cicatrizem as feridas. E para gravar [música] o teu amor dentro dos [música] nossos corações, recebe as nossas [música] preces de esperanças para curar. nossos [música] irmãos. Jesus. Jesus. Com essa prece, com certeza todos nós estamos em paz. essa energia de amor que nos envolveu. Só temos a agradecer a Jesus, ao nosso irmão que nos brindou com essa oração e ao nosso irmão Sérgio Castro que nos trouxe ensinamentos tão necessários para o nosso dia a dia. Lembremos sempre do amor. O nosso apóstolo João que sempre dizia: "Irmãos, ame, ame". E assim desejo a todos um ano novo de muita paz, de muitas bênçãos e de muito trabalho no bem. Que Jesus nos abençoe hoje e sempre. Antes de passar a palavra pros nossos irmãos que vão orientar para o passe, vai haver uma palestra dia 31 de dezembro às 18 horas, que é na quarta-feira. E o título é Apaixone-se por Jesus. É nossa querida Neusa Zaponi que vai nos brindar com esta palestra. São todos convidados. Fiqu em paz. O passe tem como finalidade [música] auxiliar a recuperação física, mental e espiritual, substituindo os fluidos deletérios por fluidos benéficos. Durante o passe, temos uma troca de
dos. Fiqu em paz. O passe tem como finalidade [música] auxiliar a recuperação física, mental e espiritual, substituindo os fluidos deletérios por fluidos benéficos. Durante o passe, temos uma troca de energias físicas, mentais e espirituais, guiadas [música] pelo melhor sentimento, que é o amor. Essa energia amorosa auxilia no reequilíbrio [música] dos pensamentos e emoções, restabelecendo a harmonia íntima. Assim, deve ser utilizado quando sentir necessidade [música] ou até que se sinta reequilibrado. Nesse momento em que daremos início à aplicação do paz, pedimos que em um ambiente tranquilo você se coloque de forma confortável, fechando os olhos, [música] respirando de maneira tranquila e serena, para que assim possamos sentir a presença do nosso Deus de [música] amor, Senhor da vida e da misericórdia. Entrando em sintonia com o nosso mestre e amigo [música] de todas as horas e com os mentores espirituais dessa casa, rogamos que nesse momento desça sobre nós todos os fluidos salutares e benéficos necessários ao reequilíbrio [música] do nosso corpo físico, mental e espiritual. Senhor meu Deus, [música] permita que os bons espíritos que me cercam me auxiliem nos momentos de dificuldade. Que eu tenha a força necessária para continuar a caminhada no sentido do bem, do amor e da caridade. Traz, Senhor, a cura para os males do corpo e da alma. Mas se não for o momento, traz o refrigério necessário para que eu continue a [música] caminhada. Que nossos amigos espirituais possam visitar os nossos lares, abençoando a cada [música] um que lá se encontra, trazendo a alegria de viver, a paz, a harmonia [música] e que cada um possa colocar o amor do Mestre Jesus em seus corações. e também [música] os mentores espirituais possam visitar os nossos ambientes de trabalho, levando a cada canto a tranquilidade, [música] a fraternidade e a serenidade. Que esses [música] bons fluidos se estendam para cada um de nós, amigos e familiares, [música] trazendo o conforto que tanto desejamos.
a canto a tranquilidade, [música] a fraternidade e a serenidade. Que esses [música] bons fluidos se estendam para cada um de nós, amigos e familiares, [música] trazendo o conforto que tanto desejamos. a coragem e a fé para continuarmos à nossa estrada da vida. Estamos chegando [música] aos momentos finais de nosso passe. Faremos [música] então a oração que o mestre Jesus nos ensinou. Pai nosso que estais no [música] céu, santificado seja o teu nome, venha a nós o teu reino, seja feita a tua vontade, assim na terra como no céu. O pão nosso de cada dia dai-nos hoje. Perdoa as nossas dívidas, assim como perdoamos aos que [música] nos devem. Perdoa as nossas ofensas, assim como perdoamos aos que nos ofendem. [música] Não nos deixes entregues à tentação, mas livra-nos do mal. E nesse momento, calmamente, [música] vamos abrindo os nossos olhos, retornando ao nosso ambiente [música] com paz e vibrações fraternais. E agradecidos que somos ao nosso mestre Jesus e aos mentores espirituais desta casa, damos graças [música] a Deus, graças a Jesus e assim seja.
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