T8:E6 • Consciência nos relacionamentos • Automatismos
Psicologia Espírita com Joanna de Ângelis Temporada 08: Consciência nos relacionamentos: amor e crescimento Episódio 06: Automatismos Apresentação: Cristiane Beira No sexto episódio da oitava temporada de Psicologia Espírita com Joanna de Ângelis, refletimos sobre os automatismos que influenciam nossos relacionamentos e comportamentos. Cristiane Beira nos convida a identificar padrões inconscientes que limitam nosso crescimento e a desenvolver maior consciência para agir com mais liberdade e autenticidade. » Referências bibliográficas: Amor, imbatível amor, caps. 04 e 08 Autodescobrimento: uma busca interior, cap. 02 Vida: desafios e soluções, cap. 03 » Sugestões de leitura: • A Natureza da psique, livro por Carl Gustav Jung • O Buraco, texto extraído de O Livro Tibetano do Viver e do Morrer, de Sogyal Rinpoche 🔔 Inscreva-se no canal e ative as notificações para acompanhar os próximos episódios! #PsicologiaEspírita #JoannadeAngelis #Relacionamentos #Autoconhecimento #Automatismos #CrescimentoPessoal #Espiritismo
Olá sejam bem-vindos a mais um psicologia espírita com Joana de Ângeles estamos falando sobre relacionamentos e trazendo temas que se relacionam com esse com essa temática principal desta Temporada em em todos os primeiros episódios eh a algo foi comum em todos eles falamos sobre temas variados mas tinha sempre um ponto que tocava em todos e hoje especificamente nós vamos falar sobre esse ponto eu trouxe como tema para hoje o conceito de automatismo e quando nós falamos sobre Enfim tudo que se relaciona com relacionamento vai passar por isso Por quê porque quando eu me relaciono eu tendo a reproduzir tendências eu tendo a reproduzir hábitos então como eu costumo me relacionar com as pessoas esse esse verbo já mostra certo padrão Ah eu tenho costume de abraçar eu não tenho o costume de abraçar Ah eu tenho o costume de falar tudo que eu penso tudo que eu sinto Ah eu não tenho esse costume eu tenho um costume de ficar mais na minha Ah eu tenho um costume de mandar mensagens de dizer eu te amo de dar presentes mandar flor Ah eu não tenho esse costume eu nem lembro de datas Então nós vamos falar muito sobre costumes sobre tendências sobre automatismos aquilo que a gente faz porque parece que nós fomos programados para fazer e é importante a gente se a gente ter consciência disso tem alguma de coisa de errada com o automatismo tem ele ser inconsciente a partir do momento que eu percebo que eu tenho um hábito que eu exerço um padrão mas ele é consciente eu pensei a respeito eu analisei eu estou Ok com ele tudo bem então não tem problema é eu tenho hábito de abraçar é um é automático eu chego e eu abraço mas eu sei o que eu estou fazendo eu tomei consciência disso eu escolho fazer isso eu valorizo fazer isso então tudo bem o problema são os automatismos que são inconscientes a gente faz sem saber que está fazendo como se não tivesse outro jeito de se fazer a gente age como se fosse natural fazer isso e nem sempre é muitas vezes nós temos padrões comportamentos que não são naturais
az sem saber que está fazendo como se não tivesse outro jeito de se fazer a gente age como se fosse natural fazer isso e nem sempre é muitas vezes nós temos padrões comportamentos que não são naturais e que podem inclusive nos fazer mal mas não percebemos e ficamos reproduzindo reproduzindo prejudicando a gente prejudicando o outro vivendo de forma escravizada então quando nós falamos deste tipo de automatismos de automatismo nós estamos falando sobre o que Car Gustav Yung em Sua psicologia profunda chamou de complexo nada mais é do que isso do que um registro que eu carrego no meu inconsciente que tende a se repetir Dependendo do quanto foi afetado cutucado dependendo do que eu vivo um complexo constela outro complexo constela e Eu repito experiências passadas Eu vivo o presente do mesmo da mesma maneira que eu vivi outras experiências parecidas no passado ou seja estou repetindo padrões estou no piloto automático o complexo constela me toma e eu faço aquilo que eu sempre fiz e não tenho consciência disso Isso é o complexo bom vamos começar de novo de um jeito mais mais detalhado pra gente porque é um tema difícil de se compreender eh eu sei que eu tenho registros guardados na minha memória no meu inconsciente Todos estamos de acordo com isso nós que somos espíritas e acreditamos na reencarnação portanto acreditamos em vidas passadas sabemos que esses registros guardam informações experiências histórias emoções sentimentos conhecimentos não só est vida mas de muitas e muitas vidas passadas aquilo que eu experimentei aquilo que eu pensei aquilo que eu vivi aquilo que eu aprendi aquilo que eu conheci e fica fica armazenado fica armazenado na minha memória fica registrado e E isso não está lá morto perdido interrompido não existe uma barreira que me impeça de acessar esses registros do inconsciente eles Estão guardados e eles de vez em quando permeiam conversam participam do presente vamos supor um exemplo mais fácil vamos supor que eu vou ã eu vou dirigir um carro que eu Nunca
s do inconsciente eles Estão guardados e eles de vez em quando permeiam conversam participam do presente vamos supor um exemplo mais fácil vamos supor que eu vou ã eu vou dirigir um carro que eu Nunca dirigi é um carro novo mas eu faço uso das experiências que eu tive com outros tipos de carro para me ajudarem a me adaptar a esse carro novo Ah esse carro aqui eu o botão dele não é virando a chave eu tenho que apertar um botão de liga e desliga mas eu sei por experiências passadas que o carro precisa ser ligado eu preciso entrar no carro e eu preciso dar a ignição nele eu preciso dar a iniciação Eu Preciso Dizer para ele vamos ligar tudo bem que o meu ligava na chave virando a chave esse não tem lugar para pôr a chave mas o meu conhecimento passado a minha experiência passada faz com que eu procure um lugar para para iniciar esse carro será que é algum botão será que ao invés de virar a chave eu aperto uma manivela o que que é eu vou buscar Eu uso as experiências passadas eu tiro proveito delas senão a gente fica ficaria reinventando a roda sempre cada vez que eu sentasse num num veículo para dirigir imagina se eu tivesse que aprender tudo de novo então eu uso as experiências passadas a gente faz isso também nos relacionamentos Quantas vezes a gente diz assim não repito o mesmo erro do relacionamento passado no meu relacionamento passado Ah eu aceitava tudo eu não tinha voz para nada eu concordava com qualquer coisa eu queria agradar e e eu vi que eu não cheguei a lugar nenhum então vou ficar atenta vou prestar atenção para não fazer de novo nesse novo relacionamento que eu estou iniciando que que eu estou querendo dizer sei tenho consciência de um padrão esse padrão é do agradador quero agradar quero fazer o outro ficar felizinho quero que ele tudo dê certo então eu fico me esforçando demais eu me esqueço faço tudo do outro do jeito do outro no tempo do outro atendo o outro e me esqueço e percebi que isso não faz bem como eu sei que eu tenho essa tendência eu vou prestar atenção para
mais eu me esqueço faço tudo do outro do jeito do outro no tempo do outro atendo o outro e me esqueço e percebi que isso não faz bem como eu sei que eu tenho essa tendência eu vou prestar atenção para não repetir Esse modelo no meu próximo relacionamento eu ten eu descobri um complexo quando eu descubro um complexo ele já deixa de de ser chamado de complexo por segundo Jung porque o complexo é aquele automatismo que eu não me dou conta que eu faço então vamos supor que eu fique agradando agradando aí uma amiga minha fala assim Cris você percebeu que você fica tentando agradar muito o seu marido e eu falo não imagina Impressão sua eu não estou me dando conta desse complexo então ele é complexo ele chama complexo porque ele é um padrão que ele se repete de acordo com a experiência que eu estou vivendo um complexo é constelado outro complexo é constelado ele constela ele me toma eu passo a viver de acordo com essas experiências passadas mas eu não me dou conta então ele é inconsciente E aí a minha amiga fala sim Cris você não tem voz para nada nada é do seu jeito tudo é do jeito dele e eu falo não imagina eu não tô percebendo então é complexo a partir do momento que eu falo assim nossa Caiu a Ficha eu percebi Realmente realmente eu nunca nunca digo o que eu quero eu sempre Ah então já deixa de ser complexo porque ele foi consciente agora ele é um padrão conhecido eu posso vigiá-lo eu posso prestar atenção nele para eu evitar que ele fique se repetindo indefinidamente o problema eu volto a dizer não é o que eu faço o problema é eu não saber porque eu faço o problema é não saber que eu faço inclusive o automatismo prejudicial e a gente chama ele de automatismo justamente porque ele parece um robô Ele simplesmente é produzido no automático Ou seja a razão não participa a razão Não não tem consciência do que está acontecendo esse que é prejudicial porque eu vivo deessa dessa forma como se eu tivesse um zumbi como se eu fosse um zumbi né eu vou lá fazendo sem saber o que eu tô fazendo
em consciência do que está acontecendo esse que é prejudicial porque eu vivo deessa dessa forma como se eu tivesse um zumbi como se eu fosse um zumbi né eu vou lá fazendo sem saber o que eu tô fazendo repetindo sem saber o que eu tô repetindo vivendo sem saber como eu tô vivendo e a nossa dica para sermos mais felizes no relacionamento é ser consciente é você saber responder porque que você age assim você sabe sei eu ajo assim porque o meu marido tem uma personalidade mais assada e aí eu se eu perceber que eu faço desse jeito eu consigo me aproximar mais ótimo eu tenho um padrão que eu escolho ter eu sei justificar eu explico porque que esse padrão me é interessante Então tudo bem o problema do automatismo que a gente tá trazendo é a repetição inconsciente essa sim atrapalha então Y Yung fala a respeito disso eu trouxe um um trecho dele mesmo que está no livro dele eh das da da coleção dele a natureza da psique no parágrafo 191 ele diz assim quando os indivíduos se deixam mover pelos seus afetos pessoais seus julgamentos são sempre subjetivos deixa eu fazer um uma parada aqui eu vou repetir afetos pessoais é aquilo que me toa e que desperta um complexo é aquilo que me irrita é aquilo que me incomoda é aquilo que me abala é aquilo que me desconcerta é isso que dispara o complexo e eu passo a fazer de um jeito repetitivo então por exemplo alguém diz assim ou eu digo assim ai não pode tocar nesse assunto se tocar nesse assunto eu viro bicho que que eu t querendo dizer isso me afeta Esse assunto me afeta oca me incomoda de um jeito que eu não respondo por mim ou seja ele constela um complexo esse complexo toma conta e eu começo a fazer aquilo que eu não queria Não toque nesse assunto porque eu viro bicho eu fico irritada eu vou xingar todo mundo que que eu tô dizendo esse complexo ainda não desmembre ainda não desbravei então esse afeto esse complexo me afeta esse tema me afeta dispara em mim um automatismo que eu não dou conta e eu acho de um jeito que eu não queria
e complexo ainda não desmembre ainda não desbravei então esse afeto esse complexo me afeta esse tema me afeta dispara em mim um automatismo que eu não dou conta e eu acho de um jeito que eu não queria essa é uma característica também do complexo ele vem carregado de Uma emoção e essa emoção ela elas ela muitas vezes ela está em dissonância com o que a razão queria fazer então eu não queria ter falado eu falo eu queria ter mantido a calma e eu fiquei irada eu queria ter falado e eu calei fica em em antagonismo ao que eu queria ter feito por isso que a gente tem a sensação de que é um outro eu uma outra forma que a gente descreve o complexo é como se fosse Nossa fiquei possuída não respondi por não parecia eu parecia uma outra em mim é isso o complexo ele vem e é como se ele fosse uma personalidade diferente da que eu conheço daquela que a razão diz então alguém me xingou o meu ego a minha o meu eu que eu identifico gostaria de ter Perdoado de ter dado a outra Face de ser cristã mas o complexo constel quando eu vi eu tava grudando na outra pessoa brigando Então quem sou eu eu sou tudo isso tudo isso junto e misturado eu sou essa que eu gostaria de ser mais cristã mas eu sou também essa que de vez em quando é tomada pelo complexo e age de um jeito que não gostaria então Yung vai chamar de afeto isso que me afeta que me provoca que mexe comigo de um jeito que me muda que me permite que permite que complexo se constele e eu aja de jeito que eu nem sei por que eu estou agindo Então vou retomar agora pra gente entender quando os indivíduos se deixam mover pelos seus afetos pessoais seus julgamentos são sempre subjetivos porque consideram impossível tudo o que não parece valer para o seu caso ou que preferem ignorar são incapazes de entender que aquilo que se aplica eles pode não valer para outras pessoas com uma psicologia diferente em qualquer dos casos estamos ainda infinitamente longe de um esquema de explicação que valha para todos então o que que ele está dizendo aqui Justamente que esse
pessoas com uma psicologia diferente em qualquer dos casos estamos ainda infinitamente longe de um esquema de explicação que valha para todos então o que que ele está dizendo aqui Justamente que esse complexo quando ele constela ele não vem com razão carregado de razão ele vem carregado de emoção então a gente diz assim não sei por que aquela pessoa ficou alterada daquele jeito não precisava não era para tanto desnecessário que que Jung tá falando pode parar com esse julgamento porque o que vale para você não vale pro outro porque você não conhece que complexos que estão dentro do outro e o complexo ele é carregado de emoção ele não é carregado de razão ele não vem explicando racionalmente porque que ele está agindo a gente parece maluco a gente fala o que não devia a gente fica quieto quando deveria falar ele é irracional porque ele vem do inconsciente ele é tomado de emoção então o que que o Yung tá dizendo pra gente aceita Por que que toda vez que eu toco nesse assunto você emburra não adianta emburrar né vamos conversar a respeito então fica na sua por quê Porque ele emburra porque um complexo constela ele não tá agindo racionalmente não adianta querer conversar com ele pela razão ele está tomado por uma emoção ele está muito com raiva então ele faz que nem criança ele emburra fecha a cara ah mas vamos conversar racionalmente eu não estou tomado pela razão eu estou tomado pela emoção me dá um tempo deixa esse complexo acalmar deixa a emoção acalmar depois a gente pode conversar então não adianta a gente fazer os nossos julgamentos como ele diz Com base no que é para nós Ah mas por que que quando a gente viveu aquela experiência você ficou daquele jeito eu fiquei daquele jeito porque eu fui tomada por uma emoção que veio direto do inconsciente que roubou a minha razão eu não estava pensando com a cabeça eu estava sentindo com o coração eu não dei conta de segurar é por isso então percebe como que para falar de relacionamento a gente precisa falar sobre essa teoria dos
não estava pensando com a cabeça eu estava sentindo com o coração eu não dei conta de segurar é por isso então percebe como que para falar de relacionamento a gente precisa falar sobre essa teoria dos complexos do Jung a gente precisa falar do que eu estou chamando de automatismo para ficar mais fácil mas que na verdade eu estou falando aqui justamente desses complexos que constel que roubam minha razão que me fazem parecer doida alucinada muitas vezes eu preciso entender não adianta nessa hora a gente querer trazer a razão acalma um pouco deixa esse complexo baixar Deixa essa emoção asserenar um pouquinho aí depois a gente pode você voltou a razão você tá conseguindo raciocinar agora a gente pode conversar a respeito do que aconteceu mas não adianta ficar daqui julgando and ah toda vez que eu toco nesse assunto você faz isso você faz um um né um tropéia constelado de acordo com a com aquilo que o afeta Normalmente quando eu toco nesse assunto deixa ele transtornado Respeita respeita você também tem seus complexos que são constelados de acordo com um com o outro tema Ah mas sempre que eu a gente vai numa festa você fica muda Pois é respeita não julga não é porque você não tem um complexo de timidez que faz com que você fique introspectivo que o outro não pode ter Não julgue o outro a partir das suas experiências passadas respeite respeite que o ser humano de vez em quando é tomado por complexos e age de um jeito que a gente não sabe explicar Inclusive a gente mesmo então para eu me relacionar eu preciso ter consciência de que de vez em quando não vou reconhecer o meu companheiro a minha companheira de vez em quando ele vai parecer ou ela vai parecer maluca falando coisas tendo surtos Parece que ficou fora de si ficou mesmo e isso faz parte eu também vou ter esses momentos nesses momentos não adianta querer discutir brigar convencer consertar não adianta aceita que ela está tomada por esse complexo é uma coisa automática ela não dá conta ela não conseguiu se segurar espera acolhe
entos não adianta querer discutir brigar convencer consertar não adianta aceita que ela está tomada por esse complexo é uma coisa automática ela não dá conta ela não conseguiu se segurar espera acolhe aceita depois numa outra situação a gente pode voltar no assunto com mais calma para ver se a gente consegue elaborar alguma coisa a respeito e ao mesmo tempo ajudar a pessoa sabendo que ela tem certos complexos que se constel frente a uma ou outra situação ajudá-la olha querida e eu sei a gente vai fazer a reunião lá de fam eu sei que nessa hora complexos constel em você e quando você tá junto com a sua família muitas vezes você não dá conta então tô com você tá tô aqui junto tá tudo certo vamos ver o que que a gente pode fazer para para né melhorar isso amenizar isso é trazer a consciência faz parte e ao mesmo tempo a gente se esforçar por tomar consciência para ir diluindo esses complexos para que lá na frente a gente tenha conversas do tipo Lembra no começo do nosso namoro que eu não podia falar do assunto x que você surtava ou seja um complexo constelado e você não respondia por si e era tomada de emoção então ao longo do nosso tempo juntos a gente conversou bastante você foi refletindo a gente foi falando foi tomando consciência e hoje já não é mais assim o objetivo dos relacionamentos é a a gente também se ajudar uns aos outros com esses complexos que são fazem parte da natureza humana no nosso grau de evolução então ao invés da gente cobrar que o outro não aja assim ao invés da gente apontar o dedo que ele sempre age daquele jeito ao invés da gente condenar esses automatismos vamos entender que eles fazem parte como eles funcionam o que nós podemos fazer a respeito vamos detectar vamos refletir eu quero continuar com Esse automatismo eu não quero mais eu vou falar dele para que ele fique mais consciente assim se ele não for bom aos poucos eu vou diluindo a gente precisa pôr ele na mesa e falar a respeito e para eu colocar esse automatismo na mesa para falar a respeito eu preciso prestar
is consciente assim se ele não for bom aos poucos eu vou diluindo a gente precisa pôr ele na mesa e falar a respeito e para eu colocar esse automatismo na mesa para falar a respeito eu preciso prestar atenção para detectá-lo porque se ele for um complexo ele é inconsciente Eu Nem percebo o que eu faço eu não me dou conta desses automatismos quando eles são complexos eu faço sem saber então por exemplo um complexo de inferioridade então eu me sinto pequena não sou não enxergo valor em mim ten uma crença que eu acho que eu não sou melhor eu sou pior do que todo mundo aí eu estou num relacionamento aí eu não percebo mas existe um automatismo do tipo o meu marido fala assim para mim Ah você tá bonita hoje e eu respondo para ele automaticamente não tô você tá querendo só me agradar aí outro dia ele fala assim Nossa que legal isso que você fez hein Ah você tá falando porque porque te interessou eu sempre justifico não consigo aceitar nada que ele me dá de valor para mim mesma não consigo aceitar que ele me tá que ele está me valorizando isso é um complexo eu fico justificando não não vem falar que eu sou boa não vem falar que eu tô bonita não vem falar que eu acertei não vem falar Lógico que isso vai cansar vai chegar uma hora que ele vai falar assim poxa vida eu não posso te fazer um elogio que você rebate você do jeito que você fala parece que eu tô manipulando enganando eu tô te sendo sincero e aí cria eu estou dando um exemplo até fofo né gente só que a gente pode pegar outras coisas muito mais pesadas né e e e o que ele tá querendo dizer ele tá querendo dizer o seguinte isso daí é uma coisa sua aceita tem um complexo aí constelando e que automaticamente você não pode aceitar que você tem valor que você é importante mas um relacionamento você precisa escutar o que eu tô falando eu preciso ser ouvido eu tô dizendo eu te valorizo Então se a gente não for trabalhando esses automatismos eles vão desgastando o relacionamento vai ficando cansativo a gente vai perdendo a graça
ando eu preciso ser ouvido eu tô dizendo eu te valorizo Então se a gente não for trabalhando esses automatismos eles vão desgastando o relacionamento vai ficando cansativo a gente vai perdendo a graça porque porque esgota eles demandam muita carga de energia emocional a gente termina esgotado porque porque muita emoção consome energia a gente se cansa muito mais com as emoções do que uma hora lá fazendo academia levantando o peso então eu preciso olhar paraas minhas emoções para saber se elas têm razão de ser ou se elas estão vindo de um lugar automático reproduzindo o modelo porque sempre foi assim porque eu sempre agi assim eu tenho uma professora que sempre usa essa expressão o passado se presentifica que que ela tá dizendo quantas vezes eu estou vivendo no presente Como se eu tivesse no passado então o meu Sei lá o meu pai ou alguém do passado falava para mim Ah você nunca acerta imagina Ah só podia ser você então eu cresci acostumando escutar essa história de que eu nunca acerto de que comigo dá tudo errado porque o que eu faço não é bom aí meu marido vem hoje e fala assim Nossa que legal que você fez eu gostei você cuidou da planilha financeira da nossa casa brilhantemente aí eu falo Ah você tá vai que que você quer que você tá querendo em troca por você tá falando isso percebe o passado presentifica no passado eu não era validada eu não era valorizada Hoje eu estou sendo mas eu estou vivendo hoje como se fosse o passado o meu marido está me validando mas eu estou vivendo o presente como se fosse o passado no passado eu não era validado então meu marido não deve estar me validando ele deve estar com algum interesse escuso ele deve estar com segundo intenção eu não sou capaz de viver o presente ele está dizendo para mim que eu fiz um bom trabalho com a parte financeira da nossa família é simples aceita muito obrigada realmente deu tudo certo a gente conseguiu pagar as contas a gente conseguiu poupar um pouco de dinheiro eu consegui evitar um gasto desnecessário foi bom muito bom
lia é simples aceita muito obrigada realmente deu tudo certo a gente conseguiu pagar as contas a gente conseguiu poupar um pouco de dinheiro eu consegui evitar um gasto desnecessário foi bom muito bom por que que eu não posso viver o presente que está acontecendo está acontecendo isso deu certo a parte financeira fui eu que fiz aceita não porque tem uma voz um complexo que constela que diz não Cris Lembra Você não faz nada certo tudo que você faz Dá errado você não é boa em nada tem uma voz que pode não ser do meu pai pode ser minha mesma de vidas passadas quando eu fiz um monte de coisa errada gerei uma culpa e a voz é minha mesma que coisa feia Cris o que você fez olha que que absurdo e essa voz tá comigo até hoje então eu manter consciência eu sou capaz de diferenciar Olha eu não sei o que eu fiz no passado eu não sei o que o meu pai achava de mim hoje eu fiz um bom serviço com a parte financeira da minha família eu aceito o elogio do meu marido Obrigada querido obrigada você também é muito importante para mim no tema x y z isso é realidade isso é momento presente mas se eu vivo o momento presente o passado se presentifica eu vivo uma falsa realidade e o meu marido fica lá com cara de pateta porque assim puxa vida ela faz o negócio certo eu elog e ela fica com essa frescura de não aceitar tá querendo o quê confete pode ser que sim às vezes não às vezes eu só não consigo realmente acreditar no que você tá falando porque existe uma voz que se constela e que fala para mim não você não deve ter feito certo ele deve estar falando para te agradar então se eu não me der conta dos dos automáticos da minha vida eu deixo de viver a vida como ela é a realidade do presente e isso vai atrapalhar desgastando nossos relacionamentos se eu tenho uma tendência tenho baixa autoestima Então eu tenho carência afetiva a gente já falou de carência afetiva é um automatismo é um complexo tenho carência afetiva eu sou um saco sem fundo eu preciso de afeto afeto afeto afeto Atenção atenção atenção atenção porque
afetiva a gente já falou de carência afetiva é um automatismo é um complexo tenho carência afetiva eu sou um saco sem fundo eu preciso de afeto afeto afeto afeto Atenção atenção atenção atenção porque eu não não tô bem resolvida dentro de mim né E aí o meu marido me dá um abraço aí eu ele me dá um braço e eu grudo nele não deixo mais ele sair e aí ele fala nossa mas que que tá acontecendo Ah eu vou aproveitar porque você nunca me abraça já ficou pesado né Puxa vida tinha ganhado tinha ganhado um abraço espontâneo natural ele veio me abraçou aí tô inventando aqui uma cena né Aí eu agarro ele Nossa que que foi minha querida ah é porque você nunca me abraça Então vou aproveitar porque agora que você tá me abraçando agora você não me desgruda Nossa eraa um negócio tão bonito tão gostoso Tão natural ficou pesado ficou cobrança é isso então quando eu não me conscientizo dos meus padrões eles vão contaminando as relações eu vou contaminando as outras pessoas quer ver uma coisa que aí a gente já vai entrando em Joana uma coisa que acontece muito quando eu não me dou conta desses complexos desses automatismos eu acabo muitas vezes contaminando transferindo prejudicando os filhos por exemplo quantas vezes os meus os nossos filhos crescem e eles vão sendo marcados pelos nossos conteúdos do inconsciente que constel E como eles estão se desenvolvendo e eu sou a figura de referência eu acabo imprimindo neles marcas parecidas sabe como Jung descobriu ou ou definiu essa teoria dos complexos ele fez um experimento vou tentar falar bem rapidinho esse experimento era assim ele pegava uma lista de sem palavras aleatórias casa cabelo coração amor sei lá sem palavras aleatórias ele punha uma pessoa e e media colocava aqueles aqueles sensores para medir o batimento cardíaco né media a reação da pessoa e Ele começava a falar a lista na sequência e a e a cada palavra que ele falava a pessoa tinha que automáticamente falar uma outra então se eu falasse assim sapato a pessoa falara falaria meia ou falaria cadarço ou
a falar a lista na sequência e a e a cada palavra que ele falava a pessoa tinha que automáticamente falar uma outra então se eu falasse assim sapato a pessoa falara falaria meia ou falaria cadarço ou falaria calça sei lá mas tinha que ter assim ó pá pá pá pá maçã pera sapato cadarço casa Hospital sei lá qualquer coisa assim rapidinho rapidinho aí eh o Yung pegava as palavras que demoravam para ser respondidas ali ele percebia que tinha alguma increnca algum algum probleminha então se eu falasse assim e não saiu nada ele separava o tema família aí ele ia investigar esse essa demora da reação significa que não foi natural teve ali um um obstáculo Então esse tema é sensível e aí ele pegava esses temas e ele ia depois fazer a análise e ele percebeu que nas famílias ele ele entrevistava uma mãe e uma filha e o gráfico saía idêntico o mesmo tema que atrapalhava a mãe que deixava a mãe desconcertada deixava a filha e aí ele trabalha essa coisa do quanto que os inconscientes se contagiam se contaminam o quanto nossos inconscientes se interferem uns nos outros e aí depois ele vai falar que a a o problema dos filhos é a vida não vivida dos Pais justamente porque ele diz que o inconsciente dos Pais entra muito no inconsciente dos filhos então A melhor coisa que a gente pode fazer PR os filhos é a gente cuidar da gente quanto mais eu for livre leve solta quanto mais eu diluir os meus complexos menos esse inconsciente tenso vai estar influenciando no inconsciente dos filhos e Joana vai falar a respeito desse contágio do quanto que esses padrões desses complexos acabam atrapalhando os relacionamentos e inclusive no desenvolvimento dos filhos Então nós vamos começar com o livro Amor Imbatível amor no capítulo 4 Joana diz todos nascem para ser livres e felizes no entanto pessoas emocionalmente enfermas que trazem esses complexos com muita frequência muitos complexos eh muitos automatismos né Eh eh eh não saudáveis né No entanto pessoas emocionalmente enfermas ante o próprio fracasso
almente enfermas que trazem esses complexos com muita frequência muitos complexos eh muitos automatismos né Eh eh eh não saudáveis né No entanto pessoas emocionalmente enfermas ante o próprio fracasso transferem para os filhos aquilo que gostariam de seguir suas culpas incapacidades quando não descarregam todo o insucesso ou insegurança naqueles que vivem sob sua dependência então o que que ela tá dizendo que se a gente não prestar atenção na gente se a gente não conversar a respeito com a gente mesmo a respeito das coisas que que nos afetam que nos abalam a gente vai tender a transferir isso para quem vive com a gente a gente se apropria a gente rou a gente despeja a gente vomita nas pessoas que vivem com a gente então a gente acaba afetando nossos relacionamentos por isso que eu desde o primeiro encontro eu estou falando o maior investimento que eu posso fazer para o meu relacionamento é o autoconhecimento que que eu faço para ter um relacionamento melhor se conheça mas como assim tô falando de relacionar pois é melhor coisa que você pode fazer para se relacionar bem com o outro é você estar bem com você é você se conhecer porque quando eu me conheço eu vou descobrindo os complexos os automatismos eu vou conversando comigo a respeito deles eu vou diluindo esses surtos emocionais E aí eu sou uma pessoa mais livre e feliz como ela diz mais livre e feliz pros outros imagina que delícia que é conviver com Jesus que não constela nenhum complexo né ele não tem nenhuma S lá que de vez em quando surta e não ele consegue viver o momento presente Ele ama a gente do jeito que a gente é Imagina você viver com alguém assim mas a gente não vive e a gente não está nesse grau de evolução Então vamos ter empatia tanto a gente com a gente mesmo quanto a gente com o outro então tá tudo bem Ah esse tema é assim mesmo ih meu marido quando a gente vai entrar por esse caminho ele acaba Tá tudo certo não vou exigir que ele seja o que ele ainda não dá conta né querido ó vamos conversar de novo você tá aí
é assim mesmo ih meu marido quando a gente vai entrar por esse caminho ele acaba Tá tudo certo não vou exigir que ele seja o que ele ainda não dá conta né querido ó vamos conversar de novo você tá aí transtornado por conta do que aconteceu vamos conversar a respeito ajuda o outro a diluir compreende a melhor o melhor investimento então é esse é a conscientização quanto mais eu tornar consciente o meu inconsciente mais eu vivo Livre dos complexos dos automatismos dos padrões repetitivos mas o meu relacionamento é presente Eu vivo o momento presente eu não vivo o meu relacionamento presente como se fosse o passado algumas vezes as pessoas a gente escuta isso por exemplo eu tô num novo relacionamento e o o meu companheiro eu falo alguma coisa ele fala assim para mim por exemplo eh eu não sou o seu ex não é essa frase não é muito comum que que ele tá querendo dizer para mim você está vivendo agora como você viveu lá ele podia provocar em você isso eu não então não venha contagiar o nosso relacionamento com conteúdos que não são dele não deixe que o passado do outro relacionamento contagie o momento presente desse relacionamento mas a gente tem o hábito do automatismo então a gente tende a querer fazer de novo parecer aquilo que já foi e nem sempre se o meu companheiro tiver consciência ele vai falar isso para mim pode parar você está falando comigo como se fosse o ex eu não sou o ex aí ele me traz consciência a gente pode diluir tudo e arrumar mas se ele não tem essa consciência ele pode entrar em disputa comigo aí ele não tá entendendo o que tá acontecendo ele entra na defensiva daí vira uma briga vira um né uma bagunça então estar consciente Por que que você está falando isso para mim agora do que eu não isso que você está falando não tá combinando com o que eu estou vendo será que isso que você tá trazendo agora não é algo que você tá trazendo de passado de outras experiências traz a consciência traz a consciência Ah querida vamos jantar fora no final de semana aí eu falo assim ah para você me
trazendo agora não é algo que você tá trazendo de passado de outras experiências traz a consciência traz a consciência Ah querida vamos jantar fora no final de semana aí eu falo assim ah para você me levar naquele lugar que não sei e a pessoa fala nossa Por que você tá falando isso porque a última vez que você me convidou Na verdade era porque você queria ir não sei aonde porque o seu amigo ia tá lá e aí você me enganou tá vendo a gente vive contagiando o presente com automatismos do passado Então essa é a ideia a ideia é a gente tomar consciência pra gente não ficar vivendo aquilo que não está no momento presente né Eh ainda no no no amor Imbatível Amor Capítulo 4 ela fala esse infeliz recurso continuando fere o cerne da criança que se faz pusilânime a fim de sobreviver Ela vai tentar encontrar um caminho para sobreviver nem que seja manipulando também ou leva a refugiar-se no em si mesm mamento ou ela vai crescer introspectiva de um jeito que não vai ser bom na melancolia sentindo-se vazia de afeto e objetivo de vida com o tempo essas feridas pululam impelindo a atitudes exóticas a comportamentos instáveis a fugas para o fumo droga álcool ou diversões violentas mediante as quais extravasa o ressentimento acumulado ou mergulha no anestésico perigoso da depressão com altos reflexos na Conduta Sexual incompleta insatisfeita alienadora eu destaquei isso pra gente ter consciência do desenvolvimento então quando eu encontro um adulto hoje que extravasa né as suas questões extravasa na na droga no álcool no fumo no sexo maluco eh lembra que existe aí uma criança que que que está ferida existe uma uma fragilidade nessa psique e que eu posso inclusive poder ajudar e também é uma reflexão do tipo eh olha para si se você hoje não está vivendo os seus relacionamentos como reprodução dos seus passados né inclusive outra reflexão que é Presta Atenção se você é pai e mãe porque a a relação que você tá tendo com seus filhos vai influenciar na relação que eles vão ter com os seus parceiros
eus passados né inclusive outra reflexão que é Presta Atenção se você é pai e mãe porque a a relação que você tá tendo com seus filhos vai influenciar na relação que eles vão ter com os seus parceiros futuramente então é um uma atenção pro relacionamento mostrando o quanto a gente contagia uns aos outros quando a gente não cuida do nosso da nossa psí aí eu trouxe agora alguns exemplos de automatismos né Eh processos repetitivos comuns então um tipo de automatismo frequente é o que eu chamei aqui de fulga alienação irresponsabilidade eu tenho uma tendência de fugir do compromisso eu tenho uma tendência uma tendência de negar o que que tá acontecendo Eu tenho uma tendência de não me comprometer né então por exemplo nos relacionamentos aí a gente sei lá alguém pode dizer assim ah eu não consigo me relacionar por muitas vezes eu não percebo mas tem um padrão repetitivo um automatismo instalado que é quando eu percebo quando negócio tá ficando sério como eu quero fugir inconscientemente do compromisso eu começo a achar pelo em ovo Ah mas essa pessoa é muito espaçosa Mas aquela lá fala demais ah mas aquele outro não me deu espaço Ah mas eu arranjo uma desculpa para escapar porque eu não quero me comprometer eu não quero me responsabilizar então um automatismo muito comum é esse não quero assumir responsabilidade eu ó fujo dou no pé então no livro A autodescobrimento uma busca interior e no capítulo 2 Joana fala não conscientes das respostas da vida obedecendo aos automatismos muitas criaturas permanecem adormecidas em relação aos seus deveres tornando-se instrumento de Sofrimento para si mesmas como para os outros que lhes experimentam a presença ou delas dependem então um dos pilotos automáticos que não nos fazem B é quando a gente permanece adormecido com relação aos nossos deveres a gente quer fugir daquilo que exige de nós responsabilidade né presença tomada de decisão a gente prefere deixar as coisas rolarem e aí a gente fica repetindo modelos ah eu não consigo parar em
veres a gente quer fugir daquilo que exige de nós responsabilidade né presença tomada de decisão a gente prefere deixar as coisas rolarem e aí a gente fica repetindo modelos ah eu não consigo parar em nenhum trabalho eu não consigo ficar em nenhuma relação Ai que que a vida está fazendo para não é a vida não vai olhar se não tem um piloto automático aí de não assumir responsabilidade o negócio começa a ficar meio sério ó puxa o carro aí a gente se boicota já falamos também da autossabotagem a gente se boicota para escapar para não precisar assumir deveres responsabilidade então é esse é essa é uma das fugas né da da do automatismo na forma de fuga outra coisa que a gente costuma ver bastante que tem de automatismo de complexo constelado a indiferença a frieza esse mecanismo de defesa de distanciamento né então eu eu eu eu me eu me reservo ah eu sou reservada será ou eu estou na defesa porque eu estou com medo de entrar e sentir e me emocionar eu prefiro ficar distante para não correr o risco de sentir emoções desconfortáveis né então muitas vezes eu tenho o piloto automático de me manter distante nos relacion porque eu tenho medo de entrar e sentir eu tenho medo das emoções então Joana diz ainda no autodescobrimento no capítulo 2 ainda nesse mesmo Capítulo ela diz vitimado pelos atavismos do desamor pelos Caprichos do egoísmo o ser fecha-se na rebeldia e passa a sentir dificuldades em espalhar a luz do sentimento do bem permanecendo indiferente ao outro mesmo quando ele faz parte do seu grupo e familial Então imagina a gente ter uma relação próxima com alguém ser da família ter um um parceiro e a gente se manter na defensiva dele a gente se manter frio com relação a ele não dá para perceber que existe um complexo constelando aí que não te deixa viver o momento presente se entrega vai experimentar o que que é essa intimidade ai não por que não tá com medo de repetir alguma coisa do passado no passado Você já se entregou e sofreu e agora você vive o presente como se fosse o passado e não
imentar o que que é essa intimidade ai não por que não tá com medo de repetir alguma coisa do passado no passado Você já se entregou e sofreu e agora você vive o presente como se fosse o passado e não se deixa aproximar para não sofrer de novo mas isso não é vida você está sequestrado lá naquela experiência passada quem diz que a de hoje vai ser igual Experimenta se permita se aproxime outro automatismo bastante comum a vitimização a autocomiseração ó pobre de mim ó dia céus ó azar ó eu nada dá certo comigo de novo fica confortável falar que a vida é cruel comigo será que não sou eu que estou eh que abri mão soltei as rédeas da minha vida e não quero me esforçar para conquistar aquilo que eu almejo eu prefiro dizer que comigo nada dá certo no livro vida desafios e soluções Capítulo 3 Joana diz a postura de vítima constante é uma das suas carac refugiando-se nesse esconderijo na busca de compaixão de justificação para todos os seus desequilíbrios torna-se enfadonha cansativa para os demais a sua forma de apresentar-se sempre incompreendido sem o menor esforço para compreender tomando postura de responsabilidade dos atos então o que que Jona tá dizendo isso é um esconderijo quando você fica aí de coitadinho e na verdade o que você você não tá querendo é se esforçar para compreender para fazer acontecer para melhorar para fazer as coisas dar certo é uma fuga então de novo ai no passado eu me esforcei e não deu certo então agora eu não faço mais nada esperimente uma coisa diferente se esforce busque vá atrás e você merece faça acontecer saia da postura de vítima de coitadinho então é outro automatismo que a gente também precisa tomar eh cuidado mais um tipo de automatismo manipulação chantagem fazer joguinho né seduzir enganar manipular eh discursos sofistas eu falo que você quer ouvir para conseguir o que eu quero de você né Essa manipulação essa chantagem isso é péssimo pro relacionamento e muitas vezes a gente faz sem saber a gente ao invés de eu quero pedir uma coisa ao invés de chegar
nseguir o que eu quero de você né Essa manipulação essa chantagem isso é péssimo pro relacionamento e muitas vezes a gente faz sem saber a gente ao invés de eu quero pedir uma coisa ao invés de chegar e pedir eu faço um ama que eu não tenho que eu queria ter para ver se o outro compra minha morde minha isca para Chega fala direto seja transparente né então é é muito é muito é um contágio muito ruim a gente trazer pro relacionamento esse esse jogo né então Joana De Angeles ainda no vida desafios e soluções no capítulo 3 no mesmo Capítulo ela diz confundindo afetividade com paixão o paciente transfere o seu potencial de irrealização para o ser elegido e propõe-se a dominar-se di ardis variados através dos quais sentindo-se sem valor para receber o Amor tenta conquistar Piedade simpatia fazer-se necessário isolando o afeto de outros relacionamentos e atividades de forma a estar sempre presente e tornar-se um misto de servo e amante ao alcanço ao alcance das mãos Ai Que feio isso né É é é uma manipulação enorme eu vou criando armadilhas para que o outro precise de mim para que ele fique longe de todo mundo para que eu não eu ele não possa viver sem mim ô louco o que que é isso isso não é relacionamento né Isso é manipulação isso é escravidão isso é sequestro então a transparência desarma esse automatismo da chantagem da manipulação dos jogos mais um automatismo a aquilo que eu chamei de de teatralização maquiagem aparência quando a gente fica usando de artifícios da aparência pra gente conseguir o que a gente quer de novo para não ser transparente para não ir de cara limpa a gente fica também tentando aparentar uma coisa que não é isso também é um automatismo que não é bom e não faz bem no livro ainda no capítulo trê do vida desafios e soluções não obstante consiga conquistar alguém não é capaz de mantê-lo porque sempre aspira mais a ponto de tornar insuportável convívio convívio fugindo para autodestruição psicológica suas maneiras são artificiais sua preocupação única é
alguém não é capaz de mantê-lo porque sempre aspira mais a ponto de tornar insuportável convívio convívio fugindo para autodestruição psicológica suas maneiras são artificiais sua preocupação única é cercar o ser querido com demonstrações cansativas que se diz ser amor que devota não compreendendo que o outro tem inquietações próprias anseios diferentes dos seus Nem sempre está disposto a suportar a asfixia que lhe é imposta então de novo não adianta querer fazer um jogo um teatro uma cena a transparência sinceridade são Pilares que se constrói realmente uma relação agora manipulação teatralização chantagem coitadismo tudo isso detona um relacionamento e o último eh automatismo que eu destaquei aqui é eh o que eu chamei de comportamento robotizado quando a gente fica agindo né Sem consciência dessa forma parece que eu parece que eu eu fui programado para fazer no livro Amor Imbatível amor no Capítulo 8 Joana diz o amor trabalhado mediante fórmulas é destituído de luz e de calor Com duração efêmera podendo saturar com rapidez por outro lado o sentimento sem controle escraviza perturbando a função afetiva com exigências descabidas Principalmente se o ego comanda a conduta Então nada que seja robotizado que seja automático nem de mais nem de menos se eu fico só presa em Fórmula ai para para se namorar tem que ser assim desse jeito desse jeito eu tô eu estou travando não é bom por outro lado se eu também fico emotiva demais e e me entrego demais e também não é bom então é um equilíbrio nem muito muit razão fazendo parece que um roteiro de como se namora e nem muito só emoção vivendo só emoção é uma é um balanço né Aí sim é o natural senão de novo eu estou sendo condicionado apenas a uma forma então condicionamento é automatismo não é bom não é o presente sendo vivido é o passado que se reproduz tem uma frase do Jung que eu trouxe aqui também que é interessante a gente já vai indo para pras finalizações eu queria deixar ela Yung diz assim até você se tornar consciente o inconsciente
reproduz tem uma frase do Jung que eu trouxe aqui também que é interessante a gente já vai indo para pras finalizações eu queria deixar ela Yung diz assim até você se tornar consciente o inconsciente irá dirigir sua vida e você o chamará de destino Olha que lindo se eu não tomar consciência do por que eu estou repetindo você vai ficar repetindo e vai falar que isso é seu destino ai meu destino é que ninguém me ama Ah meu destino é nunca conseguir ficar em nenhum relacionamento será ou você tem um padrão reproduzindo você não se deu conta dele ele está inconsciente você fica afastando todo mundo afastando todo mundo e falando que é seu destino ficar afastada das pessoas toma consciência enquanto você não tomar consciência o seu inconsciente vai ficar reproduzindo e você vai achar que é o seu destino aquilo que te acontece e eu deixo também um um poema do livro tibetano do viver e do morrer que é muito é um poema mas que fala desses automatismos dessas repetições desses padrões e o poema é assim Ando pela rua Há um buraco fundo na calçada eu caio estou perdido sem esperança não é culpa minha levo uma eternidade para eu encontrar a saída Ando pela mesma rua repetição Há um buraco fundo na calçada Mas finjo não vê-lo caio nele de novo não posso acreditar que eu estou no mesmo lugar mas não é culpa minha ainda assim leva um tempão para eu sair Ando pela mesma rua Há um buraco fundo na calçada eu vejo que ele está ali Ainda assim eu caio é um hábito meus olhos se abrem sei onde estou é culpa minha saio imediatamente Ando pela mesma rua Há um buraco fundo na calçada dou a volta Ando por outra rua é isso isso é a gente se se desligar é a gente se desvencilhar dos automatismos a vida está aí cada dia é um dia diferente Não ande pela mesma rua não caia nos mesmos buracos Experimente novas estratégias novas formas se permita viver o presente deixe o passado no passado Obrigada pela atenção de vocês e espero vocês na próxima semana se Deus quiser
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