T8:E18 • Consciência nos relacionamentos • Separações
Psicologia Espírita com Joanna de Ângelis Temporada 08: Consciência nos relacionamentos: amor e crescimento Episódio 18: Separações Apresentação: Cristiane Beira No décimo oitavo episódio da oitava temporada de Psicologia Espírita com Joanna de Ângelis, Cristiane Beira aborda o tema "Separações" sob a perspectiva da psicologia espírita. O episódio propõe uma reflexão sobre os aprendizados contidos no fim dos relacionamentos, a superação da dor emocional e o crescimento interior que pode emergir desses ciclos de encerramento. » Referências bibliográficas: Jesus e o Evangelho à Luz da Psicologia Profunda, cap. 29 SOS Família, cap. 06 Encontro com a Paz e a Saúde, cap. 05 Desperte e Seja Feliz, caps. 02 e 03 » Sugestão de conteúdo: O Evangelho segundo o Espiritismo, capítulo XXII, item 5. 🔔 Inscreva-se no canal e ative as notificações para acompanhar os próximos episódios! #PsicologiaEspírita #JoannadeAngelis #Separações #Relacionamentos #Autoconhecimento #Espiritismo #AmorConsciente #CrescimentoPessoal
Olá, sejam bem-vindos a mais um Psicologia Espírita com Joana. de nós vamos falar de um tema doído, sensível, porque se estamos falando de relacionamentos, se estamos tentando entender o que faz com que duas pessoas se sintam atraídas a ponto de aceitarem iniciar uma vida juntas. Se estamos falando da beleza dessa união do par romântico, eh ninguém começa uma relação pensando que ela pode vir a acabar. Nós sempre imaginamos a tal frase felizes para sempre. Ainda que a gente saiba que a felicidade na Terra é muito relativa e o felizes para sempre parece algo muito pesado, até porque a vida é dinâmica, as pessoas mudam. Eh, então nós acabamos entendendo que essa frase ela carrega muito eh como se tivesse sendo imposto pra gente o dever de tem que dar certo, né? E e no nosso grau de evolução é impossível a gente garantir. A gente não garante nem a gente mesmo. Eu não sei como é que eu vou ser ou vou estar daqui 5, 10 anos, quem eu vou ser, porque a gente muda. Imagina o outro, imagina uma relação feita de dois. Então, realmente é mais fantasia e viveram felizes para sempre. Mas a gente pode pensar também que essa dentro dessa felicidade relativa, pensando que eu posso me considerar feliz, ainda que eu tenha as minhas discussões com o meu marido, ainda que de vez em quando eu prefira ficar longe dele por uns dias, ainda que de vez em quando a gente pensa em se separar e por outro lado, a gente vive tantos dias bons, a gente tem tantas coisas juntos, a gente construiu. Então, na na balança geral, nesse nesse balanço que a gente pode fazer e e a gente pode dizer: "Sim, eu vivi uma vida inteira com meu marido, a gente desencarnou casados e fomos sim felizes, né?" Então é é mais da gente entender o que que isso quer dizer quando a gente traz essa frase, como ela era dita no final dos filmes, ela parecia algo meio que fantasiosa e algumas vezes é mesmo. Mas então, hoje nós vamos falar sobre esse final, sobre esse eh essa decisão eh de se separar, né? Um dia a gente decidiu se unir e talvez um dia a gente
o meio que fantasiosa e algumas vezes é mesmo. Mas então, hoje nós vamos falar sobre esse final, sobre esse eh essa decisão eh de se separar, né? Um dia a gente decidiu se unir e talvez um dia a gente resolva se separar. Nós vamos falar sobre as separações. Pra gente falar sobre as separações, acho que vale a pena a gente começar pensando o que faz eh um casamento se manter, uma união, o que faz uma relação conjugal à vida entre duas pessoas ã se manter? Que que quais são os fatores que são fundamentais para que a relação se se estenda? Quando a gente encontra uma parceria que deu certo, que foi equilibrada, que fez bem, fez bem pros dois lados, que trouxe crescimento, desenvolvimento, e nós vamos analisar o que que tem como fundamento, que que sustenta, que justifica essa relação realmente ter se prolongado. Certamente a gente vai perceber alguns pontos e que são comuns a todas essas relações que se caracterizam, como a gente acabou de dizer. Por exemplo, afinidade. A afinidade é onde tudo começa. Existe algo que está afim. Tanto que a gente diz assim, né, na gira antigamente, agora já não usa mais falar isso, mas lá algumas décadas atrás a gente costumava falar: "Estou aim de fulana de fulano, estou afim dele, estou afim dela." Veja que interessante, né? E esse afim significa estou afinada, tenho a finalidade de penso num fim com com ele, com ela. Então, a afinidade é um primeiro passo. Eh, eh, não dá pra gente imaginar ã a gente começar uma relação, vamos imaginar uma coisa que eu sei que não existe, mas só prefeito do estudo. Eu vou decidir, eu que eu vou começar um relacionamento, mas eu vou fazer isso de uma forma raciocinada, racional. Vou fazer uma lista do que que eh do que que eu quero em alguém. E eu não perce, eu posso até fazer uma lista de afinidades. Nós dois gostamos de tênis, de assistir jogo de tênis ou seja lá o que for. Nós dois gostamos de de música, sei lá, eu clássica. Nós dois gostamos de ir ao cinema, nós dois gostamos de, enfim, por aí vai.
dois gostamos de tênis, de assistir jogo de tênis ou seja lá o que for. Nós dois gostamos de de música, sei lá, eu clássica. Nós dois gostamos de ir ao cinema, nós dois gostamos de, enfim, por aí vai. Eh, aí se a gente eh fizer essa lista de afinidades eh e a gente aproximar por conta disso, já tem uma grande uma grande possibilidade de dar certo. Por que que já tem uma grande possibilidade de dar certo? Porque a gente vai conviver bem, né? não vai ter tantas ã dificuldades, eh, tantas dificuldades entre os dois lados. Eu quero ir pro cinema, como eu disse, ah, eu detesto o cinema. Ah, vamos assistir um jogo juntos. Eu não suporto esse jogo. Ah, e se a gente sair para caminhar? Eu não gosto de caminhar. E se a gente ficar no final de semana em casa, ah, eu não, eu final de semana eu não quero ficar em casa. A gente não vai conviver juntos. A gente vai ter pouca pouco tempo. Cada um vai viver uma vida separada. e isso vai acabar separando o casal, não só isso, mas isso colabora. Então, precisa ter pontos afinados. Mas se eu fizer essa lista, essa lista racionalmente falando e e eu pensar que realmente a gente tem tudo para dar certo, porque a gente se entroza em muitas coisas, é garantia não, porque tem que ter um outro tipo de afinidade que é uma afinidade de percepção, de sentimento. Eu tenho que eu tenho que ter um interesse que eu não sei nem explicar, tem algo nele. precisa ter isso que a gente chama de uma certa magia, que na verdade não é magia, é o inconsciente meu escolhendo. Então não adianta eu fazer uma escolha apenas racionalmente falando, é uma pessoa boa, é um homem honesto, é é responsável, a gente tem um monte de pontos afins, a gente gosta das mesmas coisas, temos os mesmos interesses, então vai dar certo? Não sei, não sei. Já é uma grande coisa a gente afinar no mundo de fora, mas eu preciso me afinar também no mundo de dentro. Precisa que meu inconsciente também encontre nele algo que eu não saiba explicar, mas que eu sinta essa certa atração. Então,
inar no mundo de fora, mas eu preciso me afinar também no mundo de dentro. Precisa que meu inconsciente também encontre nele algo que eu não saiba explicar, mas que eu sinta essa certa atração. Então, afinidade de de jeitos, de temperamentos, de de formas de viver, de gostos. Isso é importante. Não quer dizer que a gente precisa ser perfeitamente sincronizado, mas precisa ter pontos de comum, porque se a gente for diametralmente oposto um ao outro, a gente não vai se ver por aí. Enquanto um, né, o Eduardo e Mônica da música e e lá ainda ainda parece que deu certo a história, mas fica mais difícil porque vai ficando eh chato para um ou para outro ficar cedendo. Então, se a gente tiver pontos que batem já é uma grande coisa. Então, afinidade e atração, que é isso que a gente fala, ai não sei, tem alguma coisa no olhar, tem alguma coisa, quando eu fico perto, eu me sinto diferente. Isso é inconsciente. O inconsciente tá captando alguma coisa ali, tem algum tipo de projeção, tem algum complexo constelando, mas tudo bem. É, é preciso ter ou é ou é uma recordação de alguém que eu conheci em vidas passadas? Tem algo dentro de mim que está identificando algo nele que me interessa. Então isso é importante. Quando isso pode ser problema, quando isso toma conta de mim, quando isso rouba o lugar do ego, no sentido de o ego ser aquele que pondera, né, que raciocina, que que diferencia, que analisa, que observa. Quando esse conteúdo do interior eu encontro alguém que eu fico, como a gente diz, apaixonada, quando a paixão me toma de um jeito que a razão é descartada e eu abandono toda a minha vida. Eu eu sabe essas essas situações que parece que a gente tá surtada. Então esse tipo de contato ele é ele é perigoso. Então, quando isso é demais, a ponto de eu perder a cabeça, essa paixão que me enlouquece, eu não consigo, eu passo por cima de tudo, eu destruo a minha família, eu eu largo a minha casa, eu quando a gente não consegue pensar para elaborar um plano que seja gradativo, que seja raciocinado, então
o consigo, eu passo por cima de tudo, eu destruo a minha família, eu eu largo a minha casa, eu quando a gente não consegue pensar para elaborar um plano que seja gradativo, que seja raciocinado, então esse conteúdo ele ele a gente fala, ele constelou de um jeito e que ele acabou sendo tornando a minha vida disfuncional. A relação não tem como, não é que não tem como, né? Não existe não tem como, mas é mais difícil essa relação ser uma relação prolongada. Provavelmente uma hora esse esse complexo vai ser vai ser retirado, né? Eu vou eu vou trazer ele de volta, né? E aí parece que você olha pra pessoa fala: "Nossa, cadê aquela magia? Sumiu, sumiu. Não consigo mais identificar, não sinto mais. É muito comum paixões enlouquecedoras de repente desaparecerem, né? Então esse é um outro ponto que a gente também precisa pensar. Mas voltando aqui, afinidade, atração, essa no medida do equilíbrio. Me interesso, gosto de estar junto, me dá alguma coisa aqui dentro, né? Em inglês a gente fala, tem butterflies, a gente tem borboletas na barriga. são são sinais de que ali é um campo que a gente pode ser cultivado, mas a gente precisa também ter o que eu acabei de falar, consciência. A gente precisa continuar eh sabendo o que nós estamos fazendo, raciocinando, ponderando, analisando. Podemos sair tomando decisões loucas, alucinadas. Então, todas essas decisões loucas e alucinadas, elas são indício que talvez isso não perdure, mas se eu tenho afinidade, eu tenho atração, eu tenho consciência do que eu estou fazendo, não estou fazendo loucura, não estou passando os trocando os pés pelas mãos, vamos devagar, que mais responsabilidade, né? Eu estou liberada para esse relacionamento. Meu parceiro, esse com quem eu quero ter uma parceria, tá liberado pro relacionamento. Somos responsáveis na nossa relação. Não estamos eh cometendo loucuras, não estamos prejudicando um ao outro responsabilidade, a própria parceria. Estamos fazendo juntos, estamos construindo juntos. Fidelidade. Fidelidade. Não estamos falando de
mos eh cometendo loucuras, não estamos prejudicando um ao outro responsabilidade, a própria parceria. Estamos fazendo juntos, estamos construindo juntos. Fidelidade. Fidelidade. Não estamos falando de traição sexual, estamos falando de ser fiéis ao compromisso. Eu, se eu assumi um compromisso, eu assumi uma sociedade, eu vou ser fiel, quer dizer, eu não vou ser desonesto, eu não vou enganar, eu não vou mentir, eu vou cumprir o meu, a a minha parte. Imagina se eu me torno sócio de alguém numa empresa, mas eu converso com o concorrente sem ele saber. Eu conto segredos industriais. eh, para não sei quem, porque eu fui com a cara, me interessei, tô querendo alguma coisa, não funciona. Então, a partir do momento que a gente faz um contrato, a gente passa a ter responsabilidade em ser fiel ao contrato, a nós próprios, ao nosso próprio valor, né? Então, é valor moral eu continuar seguindo aquilo que eu disse que eu faria, né? Não manipular, não enganar, não fazer jogos. Isso é fidelidade. Empatia, a gente entender que o outro é outro, ele não é uma extensão minha. Ele não é um boneco que eu vou moldar, moldar para fazer o que eu quero que ele faça. Ele não é alguém que tem que se modificar para ficar comigo como prova de amor. Não. Ele é um outro. Ele é um outro universo. E eu preciso empatizar para conhecer esse universo, entrar, mergulhar nele, conseguir compreender o que é ser um conseguir compreender um pouquinho o que é ser esse outro e respeitá-lo, ratificá-lo e ser flexível. Ser flexível quer dizer, não estou mais sozinha, de vez em quando vou ter que ceder. De vez em quando vou precisar negociar, de vez em quando vou entender que não é bem só do meu jeito. Então essas são esses são pilares pra gente poder prolongar um relacionamento. Afinidade, atração, me interessa. O outro tem algo nele, consciência, não fazer loucuras, responsabilidade pelo compromisso assumido. Isso quer dizer fidelidade, parceria, se pôr no lugar do outro, empatia, flexibilidade, né? Tudo isso ajuda a esse que esse
consciência, não fazer loucuras, responsabilidade pelo compromisso assumido. Isso quer dizer fidelidade, parceria, se pôr no lugar do outro, empatia, flexibilidade, né? Tudo isso ajuda a esse que esse relacionamento se estenda e pensa que não é fácil, né, a ao no dia a dia, ã, a gente acordar em todos os dias. Hoje preciso flexibilizar porque não vai ser bem do jeito que eu queria. Ã, não estou muito com vontade disso, mas preciso fazer, preciso ser responsável. Eh, o outro é importante para mim, então me cabe também sair de mim para ir pro outro. não é um exercício diário, é um exercício, é como se fosse uma escola que a gente a gente entra e essa escola vai nos transformar, essa escola vai nos ensinar, essa escola vai nos principalmente amadurecer. Eh, mais difícil conviver com alguém colado não é fácil. Tanto que muita gente fala: "Não quero, não quero, me deixa sozinha em casa, não consigo me imaginar acordando com alguém, dormir com alguém, dividir banheiro com alguém. e e falar sobre contas e tomar decisões juntos. Não consigo. Não é simples. Agora você fazer isso na fase do encantamento, quando tudo é azulzinho, cor de rosinha, é uma uma coisa você fazer isso por 10 anos, por 20 anos, por 30 anos, por uma vida, é é bastante complicado. Exige muita eh transformação da nossa parte, flexibilidade, superação, amadurecimento. Então é uma escola. Certamente, se a gente só conseguir manter uma relação saudável que se desenvolva com a gente, não é se conformar e cada um viver num canto ou viver em pé de guerra uma vida inteira, conseguir realmente desenvolver um relacionamento que que dure é uma das coisas que a gente, se só fizer isso, você já sai aqui muito bem dessa reencarnação, porque é realmente uma oportunidade de transformação e de mudança. Mas se a gente pensar em divórcio, se a gente pensar em separação, a gente vai pensar o quê? No oposto disso tudo. Quando a gente quebra muitos desses fatores, quando eles estão muito frágeis, a gente não sustenta a base de uma relação conjugal, né? você
m separação, a gente vai pensar o quê? No oposto disso tudo. Quando a gente quebra muitos desses fatores, quando eles estão muito frágeis, a gente não sustenta a base de uma relação conjugal, né? você não tiver aqui fidelidade, parceria, empatia, flexibilidade, atração, afinidade, começa a cair esses pilares, o plano não se sustenta e o edifício da relação se desmonta. Então, nós precisamos cultivar essas bases para que essa para que esse plano se mantenha firme ao longo do tempo. Então, se pensarmos em separação, provavelmente essas bases, algumas delas ruíram, as outras não foram capazes de se sustentar. Existe, antes da gente começar um trecho que eu deixo já aqui como dica de leitura, que está lá no Evangelho Segundo o Espiritismo. Evangelho segundo o Espiritismo, capítulo 22 e tem cinco. Então, os espíritos falam pra gente sobre o divórcio. Vamos pensar que eles estão trazendo essa mensagem lá em 1860, por volta de 1860. 1860, o divórcio era uma coisa abominada entre as pessoas eh de boa índole, né? Não era algo que se podia conversar a respeito. Então, a resposta que eles dão, que os espíritos dão, é os espíritos dão pensando que eles estão falando lá, além de ser revolucionária, esclarecedora, amorosa, consciente, porque tira peso e é clara, mas traz responsabilidade. E eles dizem numa frase lá que eu destaquei só essa frase, diz assim: "No início não era assim. Nas primeiras experiências do homem na terra não era assim. Não precisava, não, simplesmente não acontecia o divórcio. E eu fico imaginando porquê. Porque nós vivíamos muito mais de forma primitiva. Não tinha ainda as paixões que nos tentam. Nós ainda éramos atrasados. Pensa no mundo animal. No mundo animal tem animais que fazem parceria, ficam casados, né? aves e tem outros que não. Eles simplesmente se encontram, geram a a a cria e cada um segue a vida. Na próxima cria, se tiver outro, é outro. Não tem essa parceria que se mantém, mas tem animais que se mantém, que eles se casam mesmo, principalmente nas aves, já é visto
cria e cada um segue a vida. Na próxima cria, se tiver outro, é outro. Não tem essa parceria que se mantém, mas tem animais que se mantém, que eles se casam mesmo, principalmente nas aves, já é visto isso. E quando eles se juntam, nem não vai ter um momento em que um vai olhar pra cara do outro e falar assim: "Ai, enjoei da sua chatce, não aguento mais escutar você reclamando da vida. Ai, não tenho mais vontade de ficar com você". Não tem, não tem motivo. É ele, eles só vão se separar quando um morrer. E tem aves que nem consegue, nem se se propõe a fazer uma nova relação. Se mantém, entre aspas, viúva, né? Viúvo, eh, pelo restante da vida. Então, quando você age por esse instinto, quando não tem essas paixões, essas coisas, esses interesses, esses desejos de quem ainda se identifica bastante com a matéria, eh, por instinto a gente se a gente permanece, né? Mas os espíritos entendem que a gente tá evoluindo e no nosso grau de evolução nós temos, olha que combinação que Deus pôs, né? Uma combinação bombástica. Ele deu livre arbítrio para quem ainda se deixa arrastar pelas paixões materiais. Isso. Então nós vamos ter que entender que de vez em quando a gente vai levar tombos mesmo bombásticos. E ok, é para prender, levanta, chacalha a poeira, dá volta por cima. e vamos continuar a nossa vida. Faz parte essa, esses tombos, eles também nos ensinam, também nos acrescentam. Então fica como dica essa esse trecho, esse item cinco do capítulo 22 do Evangelho Segundo o Espiritismo. Vamos entrar então em Joana e eu começo com Jesus e o evangelho à luz da Jesus e o evangelho à luz da psicologia profunda. Eu vou lá no capítulo 29, Joana diz: "A fim de que os indivíduos consigam o êxito no consórcio matrimonial, que decorre da afinidade e compreensão de ambos os cônjuges, através do amor, torna-se indispensável que os conteúdos psicológicos de cada qual se encontrem em harmonia, sincronizando-se o ânimus na mulher com sua feminilidade e a ânima no homem com sua masculinidade, sem que
, torna-se indispensável que os conteúdos psicológicos de cada qual se encontrem em harmonia, sincronizando-se o ânimus na mulher com sua feminilidade e a ânima no homem com sua masculinidade, sem que haja predominância arbitrária. área de qualquer um deles, o que sempre conduz ao desequilíbrio emocional e se assim não ocorre, dando lugar a comportamentos agressivos, de sensualidade ou de desvios de conduta. Então, é por isso que a gente fala, é uma escola, porque é uma escola que você vai ter chance de vivenciar a a a ideia de completude. Porque veja, como nós ainda estamos em processo evolutivo, somos ainda muito imperfeitos e ainda estamos nas polaridades, porque sabemos que os espíritos já ã que ocupam posições de um certo nível já não reencarnam mais, já nem reencarnam mais, mas já não se apresentam mais em polarizações masculino e feminino. Nós sabemos que o espírito perfeito, ele já integrou as duas polaridades, ele já é ânima e ânimus. Os dois, o ing e o ian. Eles já eles já se ing e yang, eles já se complementam. nós estamos desenvolvendo, então ainda nos apresentamos em polaridades enquanto estamos aqui. Eh, e aí esse outro ele me complementa nesse sentido de função. Existe uma função que predomina em mim e existe uma função que predomina no meu parceiro, na minha parceira. E a gente se complementa e um aprende com o outro, desenvolve com o outro. Então, o meu mascul, o meu feminino, no meu caso, o meu feminino predomina. Então, o meu masculino que está em em no polo inferior, ele se sustenta bastante com base na projeção que eu faço pro meu marido, no meu marido, porque o masculino dele é o que predomina. Então, é como se a gente emprestasse um pro outro, o masculino e o feminino, nesse caso específico que eu estou citando. Então, mas vamos lembrar que todos nós temos ânimo e ânimas nesse sentido de que todos nós temos o masculino e o feminino. Um predomina mais que o outro e a gente tende a projetar no companheiro aquele que é inferior pra gente, porque daí é como se
mo e ânimas nesse sentido de que todos nós temos o masculino e o feminino. Um predomina mais que o outro e a gente tende a projetar no companheiro aquele que é inferior pra gente, porque daí é como se a gente fosse trocando e um acrescentando no outro, um fazendo com que o outro cresça junto, né? Então, Joana diz, precisa ter uma um equilíbrio nisso. Agora, se um dos dos polos predomina, a gente já tem um um casamento que tá pendendo para um lado. Para esse lado que pende, há um exagero. E se é um exagero, a relação já não é mais harmônica. Vamos supor que predomine o masculino e às vezes predominam pros dois. Às vezes a mulher também é machista. E ela também acha que o o masculino é superior, que o masculino deve ter mais espaço, que o masculino deve ser prioridade. Então o masculino nesse casal é pesado, ele tá lendo que ele deveria, ele ocupa espaço maior e esse feminino vai ser o quê? machucado, abusado. Então é um relacionamento que vai ter conflitos e não necessariamente, não unicamente às vezes do do masculino abusando desse feminino às vezes. E é assim, né? Porque para que tenha um um conflito instalado, tem que ter conteúdo dos dois, né? Então eu também trago. Se eu se eu tenho um feminino fortalecido, valorizado, bem representado, eu não vou nem ter afinidade inconscientemente com alguém que tenha esse peso do machismo em si. Não dá liga. Por isso que eu disse, não adianta a gente fazer a lista conscientemente. Essa pessoa, ela ela é ótima, ela tem uma um bom caráter, ela é honesta, tudo bem. Mas e se eu trago, se eu trago em mim um feminino bem representado, bem valorizado, e essa outra pessoa é machista, não vai dar liga. A gente não vai conseguir conviver porque não não vai ter combinação. A gente a gente é muito diferente nesse ponto. Mas se eu também lá no fundo acho que o feminino é mais frágil, o masculino é que tem poder, aí aí dá liga. Aí a gente a gente se sente atraído e aí a gente entra numa relação que a gente vai sofrer algum tipo de abuso, mas a gente só vai sofrer esse
mais frágil, o masculino é que tem poder, aí aí dá liga. Aí a gente a gente se sente atraído e aí a gente entra numa relação que a gente vai sofrer algum tipo de abuso, mas a gente só vai sofrer esse abuso porque lá dentro existe partes minhas que combinam com esse, por isso que eu atraí. Então como é que a gente sai de uma relação abusiva fortalecendo eu? Porque se eu fortaleço a mim, se eu valorizo o meu feminino, eh, já não consigo nem se me aproximar, não dá mais, não tem mais esse tipo de afinidade de atração, não combina, né? Então, Joana tá dizendo que precisa ter harmonia nesses dois polos. Esse é um dos fatores que precisa para ter um bom eh relacionamento, para que ele perdure. Quando a gente começa a viver com alguém, a gente precisa também entender que já não é mais eu apenas. tem dois eus na história. E do mesmo jeito que eu me amo, me cuido, gosto de fazer as minhas vontades, eh me respeito, as mesmas condições eu devo permitir pro outro, eu devo oferecer ao outro. Então, a prioridade já não sou mais eu. A prioridade agora sou eu mais o outro. A prioridade é o nós. O nós não quer dizer que os dois se fundiram, tal metade da laranja, a gente já falou disso, não. O nó significa um campo onde tem dois eus, um universo novo em que tem dois eus conectados porque querem, mas continuam sendo dois indivíduos. Eu preciso pensar enquanto dois. Não dá para eu sair vivendo, tomando decisões como se eu fosse sozinha. Já não dá mais. A gente não fala isso com os filhos também. Ah, foi a época em que eu podia acordar domingo, a hora que eu quisesse. Agora com nenê recém-nascido em casa já não dá mais. A mesma coisa foi a época em que eu resolvia 10 horas da noite numa sexta-feira pegar a minha bolsa, sair para ir passear e tomar uma cervejinha ou seja lá o que for. Tem uma pessoa agora comigo, não que eu não possa fazer, mas eu preciso considerá-la antes de fazer. Eu posso combinar, eu posso explicar, eu posso convidar, eu posso negociar, eu posso, enfim, mas eu não posso descartar. E
migo, não que eu não possa fazer, mas eu preciso considerá-la antes de fazer. Eu posso combinar, eu posso explicar, eu posso convidar, eu posso negociar, eu posso, enfim, mas eu não posso descartar. E imagina, a gente tá em casa, daqui a pouco meu marido pega a chave do carro e sai. Onde você vai? Vou pro bar e não sei das quantas. E Mas como assim? A gente não vai conversar, você não vai? O que que aconteceu? Veja, não cabe. E essa é a grande o grande desafio, porque não é uma coisa de ele me deve satisfação, ele não pode sair de casa se eu não for junto. Não é isso, é consideração. Porque a vida individual precisa acontecer. Ele precisa ter o tempo dele. Ele pode viajar sozinho, sair sozinho onde ele quiser sozinho. Ele não grudou em mim. A gente não é uma carne só, que é onde ele vai, eu preciso junto e a mesma coisa comigo. Mas precisa ter consideração, preciso lembrar que o outro existe. Não dá para eu sair tomando decisão e comunicando, viu, querida? Marquei lá um jantar com os meus amigos, não sei da onde, vai ser no dia tal. Põe aí, viu? Mas pera aí, tá me comunicando? Eu sou o quê? Sua assistente acompanhante. Está me está me contratando para acompanhar você. Como é que é? Porque eu também tenho agenda. Eu também tenho gosto, eu também escolho, né? Então não é essa abordagem. É, querida, eu gostaria muito de ir no tal lugar, gostaria muito que se você fosse comigo, é possível, consulta sua agenda, você tudo bem para você, tem alguma condição, isso é negociado, né? Então a gente precisa ter esses dois na relação, muito bem considerado, muito bem pesado. E Joana diz no SOS Família, não está na série psicológica, mas é um livro para relacionamento importantíssimo. No capítulo 6 de do SOS Família, ela diz: "Normalmente, porém, através do consórcio matrimonial, exercitam-se melhor as as virtudes morais que devem ser trabalhadas a benefício do lar, da compreensão de ambos os comprometidos na empresa redentora. Nessas circunstâncias, a prólica, né, caso tenha filhos, quase
melhor as as virtudes morais que devem ser trabalhadas a benefício do lar, da compreensão de ambos os comprometidos na empresa redentora. Nessas circunstâncias, a prólica, né, caso tenha filhos, quase sempre vinculada por desajustes pretéritos, é convocada igualmente ao buril da lapidação na oficina doméstica. Lá é uma escola, é uma oficina de cujos resultados surgem compromissos vários em relação ao futuro individual de cada membro do clã, como no grupo e em si e como em si mesmo. Então, o que que Joana tá dizendo? é uma oficina. Cada um tem sua, seu trabalho, cada um tem sua responsabilidade, cada um vai ter seus benefícios colhidos do comprometimento com essa com essa tarefa. precisa de responsabilidade e a partir daí a gente sai endividad caso a gente não tenha levado em consideração com responsabilidade, com respeito ao nosso relacionamento, ou a gente sai crescido, amadurecido, agradecido pelo tempo que a gente ficou convivendo com alguém que nos ajudou a conhecer a gente mesmo, a a gerar mudanças positivas, a crescer e aprender. É, eu eu um um outro desafio que a gente traz, o outro não, porque eu já citei ele no início, na introdução, quando a gente falou do da paixão, da constelação de um complexo, quando você fica surtado porque você ficou fascinado, vem uma fissura por alguém e você não pensa direito e você é arrastado. Então, essa situação que é um um complexo constelado, tem alguma coisa no seu inconsciente que surgiu, mas surgiu de um jeito muito vigoroso, muito forte, né? Quase que primitivo, te tomou conta a ponto de você não pensar direito e fazer loucuras e depois não saber como que você foi parar naquilo. Esse tipo de situação que a gente sabe que acontece, né? Então, eh, quando começa desse jeito, precisa de muita atenção. Se a gente começa numa relação apaixonadíssima, né, que a gente não consegue pensar em outra coisa durante o dia, o que que a gente deve fazer? Dar tempo ao tempo, porque uma hora esse complexo vai ser recolhido, as coisas vão se acalmar e eu vou ver o
que a gente não consegue pensar em outra coisa durante o dia, o que que a gente deve fazer? Dar tempo ao tempo, porque uma hora esse complexo vai ser recolhido, as coisas vão se acalmar e eu vou ver o que sobra, até para ver se sobra algo, né? Eu lembro aí do do Pequeno Príncipe que ele fala na quando ele vai conhecer a raposa, né? E e tem aquela conversa entre ele e a raposa e ele quer se aproximar da raposa, quer fazer amizade e a raposa fala: "Pera aí, pera aí." Como quem diz assim, eu não quero algo que seja passageiro, a gente se encontra e depois não quero. Porque é muito, muita responsabilidade. Se eu for me vincular a você, tem que ser algo passo a passo, planejado, amadurecido, leva tempo. Então a raposa assim, se você tem realmente interesse, porque olha, cativar alguém é sério, você se torna eternamente responsável por quem você cativa. E o espiritismo reforça, porque no nosso livro da vida vai ter lá um registro da pessoa que eu encontrei, o que eu troquei com ela, o que que a gente sentiu, como é que eu a tratei, tá lá, passa a ser um um passivo meu. Eu vou responder, eu vou me eu vou ser responsável pelo tipo de tratamento que eu ofereci para qualquer pessoa que passe pela minha vida. Então a raposa falou assim: "Não sei se eu quero, não sei se eu quero pôr um registro lá. O pequeno príncipe esteve aqui por 2 horas, não. Então vamos lá. Se você quiser mesmo se vincular a mim, então volte amanhã. E eu fico pensando, se a gente falar para alguém lá na noite, né? E se a gente falar para alguém, amanhã já foi, quem que quer esperar até amanhã? A gente quer agora no auge da festa, né? Então, e o e a e a raposa fala: "Volte amanhã, volte amanhã". E aí voltar amanhã às 3. E se você voltar às 3, desde as duas eu estou te esperando. Esse esse passo a passo, esse processo, fases que vão se desenvolvendo, isso parece que já não existe mais. A gente pula tudo isso e a gente já mergulha de cabeça, daí a paixão vem, a gente faz loucuras, às vezes destrói outros relacionamentos, magoa pessoa, gera
olvendo, isso parece que já não existe mais. A gente pula tudo isso e a gente já mergulha de cabeça, daí a paixão vem, a gente faz loucuras, às vezes destrói outros relacionamentos, magoa pessoa, gera dívida, aí daqui a pouco passa tudo e você fica com uma mala enorme para carregar simplesmente porque você foi afoito, porque você foi ansioso, porque você não respeitou as fases. Então, calma, a calma é ótima. Parece que vai acabar a graça, mas não. Aí é que você vê realmente o que tem graça, porque aquela graça que é uma um tsunami, eh, ela custa muito caro. Muitas vezes ela vai determinar uma vida inteira. Por exemplo, quando aparece uma gravidez indesejada nesse momento, é uma vida que tá começando ali. E olha como a gente já marca a vida de um espírito que tá retornando pra Terra numa condição. Olha a responsabilidade nossa. E a gente vai responder por tudo isso. Então, muita calma. Joana de Angeles, no livro Encontro com a paz e a saúde, ela diz: "O que antes se apresentava com certa dose de encantamento pelo repetir-se adquire a monótona condição de falta de criatividade, produzindo cansaço e certo malestar. As queixas que começam a surgir, resultado inevitável de pequenas insatisfações que fazem parte do cotidiano, empurram para a saturação da convivência, a perda dos temas de conversação, abre espaço para o perigo em torno do relacionamento. Então, ela diz isso, que quando sai essa fase da do encantamento e da mágica e da paixão, aí começa a ficar o que é do dia a dia. Se não existir uma base sólida, consciente, responsável, se não teve uma escolha que ela foi calma a ponto de ver se valeria a pena mesmo iniciar esse relacionamento, não sobra nada, porque essas coisinhas do dia a dia vão ser enormes. A gente não vai suportar o outro, porque de fato a gente nunca suportou. A gente só estava junto porque estava eh como se fosse vivendo numa fantasia, como se a gente tivesse sido enfeitiçado. A paixão é um feitiço. Hora que passa o feitiço, feitiço que eu digo figuradamente, a
te só estava junto porque estava eh como se fosse vivendo numa fantasia, como se a gente tivesse sido enfeitiçado. A paixão é um feitiço. Hora que passa o feitiço, feitiço que eu digo figuradamente, a hora que passa o feitiço, o que que fica? Se não tiver uma afinidade, se não tiver uma atração que que tem a ver de espírito com espírito, se não tiver plano junto, se não tiver respeito, se não tiver consciência, não sobra nada, porque o que tinha era apenas uma paixão. Depois a gente nem se combina e e aí fica essa coisa esquisita, mas esquisita só que fica, não dá para falar, paga do meu registro, aí faz de conta que isso não existiu, não tem como, né? Então, o que que pode gerar eh dissolução de casamento? Quais são os perigos, os riscos que a gente corre? Por exemplo, quando a gente começa com o que eu chamei aqui de brigas de ego, sabe? Quando a gente quer falar quem tem razão, quando a gente começa a entrar numa dinâmica de ficar discutindo para ver quem sabe mais, aí parece que já fica um espinhinho ali. Aí alguém, um, um dos dois fala assim, por exemplo, ah, eu acho que a gente poderia pintar a parede da da a fachada da casa. Aí o outro nem pensou no mérito da questão, ele só quer ganhar do argumento. E aí ele fala assim: "Ah, é você para você assim, né? Tudo é fácil porque não é você que vai fazer. Calma, entra na conversa. Por que que você tá achando? Você você viu alguma coisa? Mas, ó, vamos pensar juntos. Quem poderia fazer isso? Você conseguiria ficar responsável? A gente vai ter dinheiro para isso. Mas será que não tem o o banheiro lá que precisa de um cuidado? Isso é a gente entrar para dialogar. Agora, quando eu nem escutei e já começo a dar alfinetada, significa que eu estou incomodada antes do tema surgir. Não importa o que ele falasse. Se ele falasse assim: "Ah, eu acho que a gente não deve pintar a fachada". Seria o motivo para eu entrar numa discussão, para querer ganhar, para falar, para. Então, quando a gente percebe que a gente quer brigar e não importa o tema,
que a gente não deve pintar a fachada". Seria o motivo para eu entrar numa discussão, para querer ganhar, para falar, para. Então, quando a gente percebe que a gente quer brigar e não importa o tema, significa que a gente tem aí eh conflitos sendo constelados e isso vai minando. Tem que parar e falar assim: "Ah, bem, ó, para. Nossa, parece que eu não vejo a hora que você abre a boca porque eu quero brigar com você. Vamos entender da onde tá vindo isso." Sabe o que que é? É que eu tô cansada com a traz, põe tudo na mesa, analisa, dá espaço pro outro falar. Não, não fica na, não fica na defesa. Se a gente não dissolver esses nós, a gente vai começar a brigar, brigar, brigar, brigar, vai começar a machucar, machucar, que se torna insuportável, né? Aí fica com essa história de provocação, de disputa, de tentar dominar o outro, ver quem tem razão, ver quem ganha primeiro, quem ganha sempre, quem é um é um é um egocentrismo. Tô querendo me manter e acima. Eu quero vencer, eu quero, eu quero dominar. Então, provocações são essas provocações, essas briguinhas, ao longo do tempo, só elas já é já são suficientes para detonar, para destruir um relacionamento. Então, a respeito dessas provocações, dessas briguinhas, dessas alfinetadas, Joana diz no livro Desperte e Seja Feliz, capítulo 3. A provocação de qualquer natureza é morbo, que gera contágio e quando aceita transforma-se em desequilíbrio. O provocador está de mal com ele mesmo, saindo da cela escura em que se domicilia para perturbar, irradiando azedume, propondo anarquia, ignora-o e segue adiante. Sim, não te detenhas injustificativas, discussões inúteis que somente aumentariam as desarticulações do trabalho, estabelecendo balbúrdia e perturbação. Então, não vale a pena entrar. Começou a querer disputar, começou a querer provocar, começou a querer alfinetar, deixa quieto, porque ele não tá bem. Não importa o que você fale: "Quero pintar a parede, vai virar um problema". "Não quero pintar a parede, vai virar um problema". Então, é porque ele já está
netar, deixa quieto, porque ele não tá bem. Não importa o que você fale: "Quero pintar a parede, vai virar um problema". "Não quero pintar a parede, vai virar um problema". Então, é porque ele já está com a pedra na mão, só tá esperando você abrir a boca. Não importa o que você fale. E às vezes sou eu que já estou com a pedra na mão, só esperando ele abrir a boca para eu poder atirar. Então isso, se a gente não parar e conversar a respeito, vai ficar um tal de machuca, machuca, machuca, machuca, machuca. Chega uma hora que a gente fala: "É que nós estamos fazendo juntos?" Sendo que a gente poderia ter dissolvido essa essas provocações antes, porque elas não vêm de graça, elas vêm com base em alguma mágoa anterior. O que é que te magoou a ponto de hoje? Você tá com uma pedra na mão esperando ele abrir a boca para você poder lançar? Vamos buscar isso. Ah, é porque faz tempo que ele tá falando isso para mim. Fale isso para ele com jeito. Pergunte, traga uma conversa, não deixa isso ficar esquentando, porque vai pegar fogo. Outro tema que a gente costuma falar, as disensões, né? E aí, se você for pegar lá o dissentir no latim, ele quer dizer simplesmente diferir em sentimento, ser de opinião diferente, discordar, divergir, diferir. Por que que as dis as disensões, né, elas destróem relacionamentos? Ah, é porque eu penso diferente do outro. Ué, então você não vai ficar com ninguém, porque não tem ninguém que pensa igualzinho um ao outro, nem irmãos gêmeos nascidos no mesmo lugar, criados pelos mesmos pais. O pensar diferente, o sentir diferente é do ser humano, é do espírito. Isso não é motivo para não ficar juntos. Se isso está sendo motivo para eu me separar, significa que eu não estou sabendo usar a oportunidade que as diferenças nos trazem. Eu não quero um outro diferente. Eu quero alguém que me submeta. Eu quero um súdito. Eu quero um súdito, um funcionário que eu, né, eu pague para ele, eu mando, ele faz. Se eu quiser um parceiro, eu tenho que permitir que ele seja ele. Ele não tem
m que me submeta. Eu quero um súdito. Eu quero um súdito, um funcionário que eu, né, eu pague para ele, eu mando, ele faz. Se eu quiser um parceiro, eu tenho que permitir que ele seja ele. Ele não tem que ser quem eu quero que ele seja, senão as disensões vão gerar destruição mesmo do relacionamento, né? Então, quando eu tenho diferença de opinião, eu só eu tenho tudo para sair ganhando, porque agora eu tenho a minha opinião e eu posso aprender com a opinião do outro, ou seja, a minha opinião vai ser ampliada. Eu tenho que aprender a debater, a a negociar. Isso me ajuda. Ah, eu quero fazer uma coisa, mas eu tenho certeza que meu marido pensa diferente. E agora? Ah, vamos arranjar argumento. Eu vou conversar muito com ele. De duas uma, ou ele vai entender que isso é importante, ele vai aceitar, ou ele vai me convencer e eu também vou vou desistir. Mas houve trabalho da minha parte, tarefa, desafio, eu vou crescendo. Agora, se eu entrar para um relacionamento, falar: "Ah, eu queria fazer uma coisa, mas já sei que o meu marido pensa diferente e já parto pra briga ou desisto e falo: "Ah, não quero mais ficar com ele porque nada do que eu gosto, ele gosta". A gente não cresce. E a gente vai ficar fugindo de relacionamento em relacionamento. Não vamos encontrar alguém que pense igualzinho a gente. Então, Joana, a respeito do dissentir, no desperte seja feliz também, só que agora no capítulo dois, ela diz: "Dissentir é muitas vezes uma atitude saudável quando não se está de acordo por uma outra razão. No entanto, transformar a sua discordância em motivo de litígio é injustificável, somente compreensível por tratar-se de remanescente de inferioridade moral do opositor. A fim de manter o seu ponto de vista, o litigante, não raro, urde mecanismo de violência recorrendo à calúnia, infame e agressão inqualificável. Então, Joana diz assim: "Se você é um pingo maduro, meu filho, você vai entender que de sentir é chato, é desafiador, mas é bom, faz crescer, é oportunidade de transformação, de
ressão inqualificável. Então, Joana diz assim: "Se você é um pingo maduro, meu filho, você vai entender que de sentir é chato, é desafiador, mas é bom, faz crescer, é oportunidade de transformação, de superação, pra gente aprender a se entender." Se você, por outro lado, pensar que dissentir é é algo ruim e você já quiser partir paraa violência, então imaturidade sua, acomodação. Não quero ninguém que pense diferente de mim, senão eu vou embora, senão eu brigo, senão eu eu maltrato. Então não funciona. Eh, tá, a gente já falou aqui sobre a história do Ânimos e da ânima no primeiro trecho que a gente leu. Esse é um outro ponto importantíssimo, porque a partir dele tem muitas separações acontecem a partir dele, que tem a ver com essa história do equilíbrio dos dois, né, do feminino e do masculino. Mais uma vez, não estamos falando ã de identidade sexual, estamos falando de função. O casal é um casal independente de quem esteja presente. Nós estamos falando dessa dinâmica de dois seres humanos, né, de duas pessoas. E aí sempre vai ter essa essa polarização. Ânimos mais pesadinho aqui, mais participativo, mais presente. Ânima mais presente, né? Só Jesus conseguia ter os dois na sua plenitude. Jesus tinha os dois. Jesus tinha o feminino e o masculino totalmente integrado, porque já era um espírito perfeito. A gente ainda tem isso um pouquinho mais presente. E é um desafio a gente conseguir encontrar o valor dos dois. Porque quando eu tenho um pouco mais presente em mim um, eu tenho, eu tendo a achar, a fazer uma leitura de que ele é o melhor, ele é o mais importante, porque eu sinto, eu tenho mais isso em mim. como se fosse o natural é ser assim. Eu não consigo entender como que é ser o outro e como que ser o outro é tem valor. Então, se para mim eu sou muito, eu tenho esse ânimus muito presente, o masculino me ajudou a a conseguir tudo na vida, tudo é por força, tudo é por enfrentamento, é tudo é por por razão, por análise. Se eu sou essa pessoa bem eh ânimos, eu tendo a
nimus muito presente, o masculino me ajudou a a conseguir tudo na vida, tudo é por força, tudo é por enfrentamento, é tudo é por por razão, por análise. Se eu sou essa pessoa bem eh ânimos, eu tendo a achar que esse é um jeito perfeito, deu tudo certo, olha o que que eu que eu consegui. Aí eu olho pro outro polo e vejo alguém cuidador, protetivo, mais sensível, né? Com esses com essas características, né, do acolher, do alimentar e do nutrir, eu falo: "Nossa, mas que fraqueza, que que ela vai conseguir na vida?" Para mim, conseguir na vida é pegar a minha espada, mudar no meu cavalo, ir conquistar o mundo. A pessoa que não faz isso não é grande coisa. É porque eu ainda estou polarizado com um com uma dessas funções. E pode acontecer do outro lado também eu achar que ser o outro eu estou identificada mais com esse feminino. Então eu cuido, eu protejo, eu sou sensível, eu alimento, eu nutro, eu eu me preocupo, eu acolho. Se eu tenho esse perfil e eu acho que isso é o au do mundo e só isso é o au do mundo, eu olho pro outro que pega sua espada, sobe no cavalo e vai conquistar o mundo e fala o quê? Brutamontes. Nossa, olha que coisa agressiva, tóxica. Então, nem ânimos e nem ânima é tóxico. Se for na medida, a gente precisa trazer na medida. Hoje a gente tá misturando as coisas como se a gente tivesse desvalorizando a própria função. O masculino é maravilhoso. Realmente a gente conquistou muita coisa pela força desse ânimos na Terra enquanto desenvolvimento eh humano. Então, Joana, no encontro com a paz e a saúde, no capítulo 5, ela fala assim: "Descobrindo posteriormente a necessidade emocional da autorrealização, do destaque na sociedade na conquista de um lugar ao sol", não apenas a posição de dona de casa, a mulher passa a competir conscientemente ou inconscientemente com o parceiro, a fim de mostrar-se o alto valor que se atribui, utilizando-se das armas da insolência, da falsa superioridade, da inteligência e da emoção. Joana tá fazendo uma crítica aqui no sentido de cuidado com a forma
mostrar-se o alto valor que se atribui, utilizando-se das armas da insolência, da falsa superioridade, da inteligência e da emoção. Joana tá fazendo uma crítica aqui no sentido de cuidado com a forma como a gente vai querer crescer enquanto feminino, uma vez que o feminino tem sido ao longo da história do da humanidade nos últimos séculos, ele tem sido eh desprezado, desvalorizado, reprimido. Aí Joana tá dizendo assim: "Pa gente sair dessa posição de desvalor, ela não deve, a gente não deve sair dessa posição de desvalor batendo no polo oposto, querendo submeter o polo oposto, querendo pisar nesse polo oposto." Não é por meio da submissão do masculino, do desvalorculino, da acusação do masculino. Não. É por meio do levantamento, do da ascensão, da valorização do feminino. Deixa o masculino lá. O que eu devo fazer por mim é me valorizar enquanto feminino. Eu devo buscar o meu lugar ao sol, não o lugar do outro. Sai daí porque você ficou muito tempo. Aí agora é minha vez. Não é assim. Ele tem o lugar dele. O que ele tá fazendo com o lugar dele é problema dele. Ele tá abusando enquanto masculino. Tá prestando contas para Deus. A minha função não é ir pegar o lugar dele, já que ele ficou há muito tempo nesse lugar. Minha função é eu me valorizar, eu desenvolver o feminino, eu descobrir o valor que eu tenho no meu lugar. Não é ir ocupar o lugar do masculino para mostrar que a gente também pode, senão eu tô desvalorizando o feminino, dizendo: "Ser feminino não é tão bom. Melhor eu como mulher ir lá atrás do que é ser o masculino". Então, nem eu acredito na força, na beleza, no valor do feminino. Então essa é um esse é um tema também que a gente acaba percebendo muita muita influência nas separações, quando o casal não consegue entender que os dois são valorosos, cada um do seu jeito, na sua função, com o seu valor, mas os dois sendo tão importantes um quanto o outro. Ah, um ponto que a gente levantou também, que ainda tá no no mesmo capítulo, Encontro com a Paz e a Saúde
eu jeito, na sua função, com o seu valor, mas os dois sendo tão importantes um quanto o outro. Ah, um ponto que a gente levantou também, que ainda tá no no mesmo capítulo, Encontro com a Paz e a Saúde no capítulo 5, é quando a gente fala de separação e tem filhos envolvidos na relação, eles passam a ser a prioridade na forma como a gente vai conduzir. Primeiro a gente precisa pensar neles. A nossa maior responsabilidade é com eles, porque eles ainda não se não respondem por si, eles dependem da gente, né? Então a Joana diz que havendo filhos como resultado da afetividade desgovernada, mais complexo se torna o quadro da convivência quem infelizmente termina em separação litigiosa, com acusações pesadas da parte de uma parte e de outra parte, assinalando profundamente a psíquida prolle, quando cada um dos litigantes não se escuda nos filhos para melhor ferir o outro a quem atribui a culpa do insucesso. Isso é a maior covardia que a gente pode fazer. É colocar as crianças no meio da briga dos dois eh dos dois adultos. É usar as crianças. É não pensar no reflexo. É machucar as crianças para ferir o outro. É é deixar as crianças em situação vulnerável para chantagear o outro. Eu fiquei bravo, peguei meus filhos de noite, fugi de casa, o outro não sabia nem onde eu tava. Que isso? São situações assim covardes, imaturas. Então, Joana, chama atenção. É muita responsabilidade e a gente vai responder por isso. Então, muita atenção na hora da separação. A proteção para esse ambiente das crianças é fundamental. é o tempo todo mostrando para eles que não tem nada a ver com eles, que a questão é entre o casal, que eles são maravilhosos, porque é muito comum as crianças fazerem uma leitura de que são elas as responsáveis, que se elas fossem boas o suficiente, elas iam ter o poder de manter o pai e a mãe juntos. E aí cresce com culpa por achar que ela não foi capaz de manter os pais juntos. Então, dese o tempo todo, ser bastante claro, né? deixar eles bem protegidos na relação. Tô atrasada hoje. Ã, trouxe também a
cresce com culpa por achar que ela não foi capaz de manter os pais juntos. Então, dese o tempo todo, ser bastante claro, né? deixar eles bem protegidos na relação. Tô atrasada hoje. Ã, trouxe também a questão das fugas, né, das projeções. Ao invés de enfrentar o que não está bom na na situação, na relação, a gente tende a inventar uma outra história. Vamos começar de novo. Ai, agora vai dar certo. Então, a gente foge, né? não tá bom nessa relação. Ao invés de eu fazer uma reforma nela, investir para ver se ela tem jeito de ser reformulada, a gente abandona e começa tudo de novo numa ilusão de que agora vai ser diferente, né? Então, Joana diz no ainda nesse mesmo capítulo cinco do Encontro com a paz da saúde, quase sempre esse capítulo cinco é muito importante pro tema, viu, gente? Tanto que eu destaquei vários textos. Quase sempre, nesse período surgem terceiras pessoas que passam a influenciar a conduta daquele que se encontra incompleto, nascendo as aparentes afinidades, cominando em complicadas ligações extraconjugais que irão influenciar fortemente a separação da parceira, né, da parceria anterior. Essa solução imprópria irá culminar em futuros conflitos quando surgirão acusações mútuas, porque o problema não se encontra no outro, mas no íntimo de cada um. Eu não vou resolver o problema se eu encontrei uma nova paixão. Eu só vou trocar de problema, porque as mesmas coisas que eu não fui capaz de enfrentar aqui, eu não vou ser capaz de enfrentar lá até que eu pare e crie recursos para realmente enfrentar. Então, cuidado com essas ilusões de uma terceira pessoa que parece o príncipe encantado para me tirar da relação ruim que eu estou, né? É só questão de tempo para que isso se repita. não é solução. Então o diálogo é realmente a base principal. Talvez se a gente falar naqueles pilares, qual o que mais sustenta é o diálogo. Enquanto a gente estiver conversando, compartilhando, ouvindo, falando, a gente está trabalhando na massa. A massa não está parada, a massa não está esquecida. a
qual o que mais sustenta é o diálogo. Enquanto a gente estiver conversando, compartilhando, ouvindo, falando, a gente está trabalhando na massa. A massa não está parada, a massa não está esquecida. a gente tá trabalhando, ela tá sempre viva. Quando a gente para de conversar, é o primeiro passo para que o relacionamento realmente morra. Então, o diálogo, ainda nesse capítulo, o diálogo é um método eficaz para dirimir incompreensões, porém feito no alto nível do respeito em torno da opinião do outro, sem qualquer tipo de imposição, que resultaria no impedimento para a compreensão que se deseja. É impraticável esperar-se que a união de dois indivíduos que se amam seja tranquila, sem sinuosidade e sem desafios emocionais. Não existe, né? Mundo perfeito, relação perfeita, vai ter altos e baixos. Cada pessoa é uma construção psicológica específica que se encontra com a outra a fim de produzir uma harmonia e não uma fusão. No que resultaria em perda de identidade de alguém, conforme ocorria no passado quando a mulher era submissa, não tinha o direito de pensar, de sentir, de viver somente, de se submeter. Então, é preciso que a gente dialogue para um conhecer o outro se a gente quiser que os dois continuem sendo indivíduos e um não se submeta ao outro. Diálogo é o ponto fundamental, é o pilar mais importante pros relacionamentos, é o maior antídoto para a separação. Então, é possível sim a gente constar, contar com a maturidade, né, emocional, se os dois tiverem aimar isso, pra gente conseguir utilizar melhor a a relação, aproveitar melhor do relacionamento. Não quer dizer que vai ficar para sempre junto, mas quer dizer que a gente não vai sair correndo no primeiro problema. procurando sempre uma ilusão de um príncipe ou de uma donzela que vai nos fazer feliz imediatamente, porque a gente sabe que isso não existe. Então, mais um trecho deste capítulo ainda pra gente encerrar. No entanto, quando existem saúde emocional e amadurecimento psicológico, em ambos os parceiros, as
rque a gente sabe que isso não existe. Então, mais um trecho deste capítulo ainda pra gente encerrar. No entanto, quando existem saúde emocional e amadurecimento psicológico, em ambos os parceiros, as soluções harmônicas cicatrizam as chagas dos desentendimentos, eliminam as acusações recíprocas e restabelecem a saúde nos seus diversos aspectos. As pessoas, embora tristes com a ocorrência da separação, encontram-se amadurecidas para futuras uniões sem os erros das experiências anteriores. Com o tempo, nasce um sentimento de gratidão pelo parceiro gentil masculino ou feminino, que soube preservar a amizade, embora um insucesso na relação afetiva. Então, caso a gente chegue nesse ponto de realmente não ter mais jeito, precisar eh se afastar, que seja nessas condições que Joana traz, né? O insucesso da relação afetiva não é suficiente para destruir a amizade daquele casal que viveu tanto tempo junto. Então, o respeito continua, é, é a melhor forma que a gente tem de, se a gente chegar no caso de uma separação. Então, desculpe, avancei um pouquinho aí no tempo, mas espero suas participações, seus comentários e a gente se encontra semana que vem, se Deus quiser.
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