T8:E12 • Consciência nos relacionamentos • Parceria

Mansão do Caminho 30/04/2025 (há 11 meses) 54:53 3,900 visualizações 595 curtidas

Psicologia Espírita com Joanna de Ângelis Temporada 08: Consciência nos relacionamentos: amor e crescimento Episódio 12: Parceria Apresentação: Cristiane Beira No décimo segundo episódio da oitava temporada de Psicologia Espírita com Joanna de Ângelis, o tema Parceria é explorado por Cristiane Beira como um elemento essencial para relacionamentos saudáveis e conscientes. A partir da visão da psicologia espírita, refletimos sobre como construir laços baseados em cooperação, respeito mútuo e crescimento conjunto. » Referências bibliográficas: Vida: desafios e soluções, cap. 07 Amor, imbatível amor, cap. 06 Encontro com a paz e a saúde, cap. 04 O despertar do Espírito, cap. 07 Momentos de Saúde e de Consciência, cap. 03 🔔 Inscreva-se no canal e ative as notificações para acompanhar os próximos episódios! #PsicologiaEspírita #JoannadeAngelis #Relacionamentos #Parceria #AmorConsciente #Autoconhecimento #Espiritismo #CrescimentoPessoal

Transcrição

Olá, sejam bem-vindos a mais um Psicologia Espírita com Joana. de falar sobre parceria. Talvez esse seja realmente um dos temas fundamentais para pensarmos num relacionamento. O quanto que precisamos ser parceiros de vida, parceiros de contas para pagar, parceiros de tarefas domésticas que precisam ser feitas, parceiros na criação dos filhos quando a gente faz uma família e tem filhos. Eh, parceria de sonhos de vida, parcerias de para onde vamos viajar, essa necessidade de sempre estarmos em contato um com o outro, trocando ideias, pensando juntos, negociando um com o outro, entrando em acordo, eh eh juntando forças. Isso realmente é um ponto fundamental para pensarmos sobre relacionamentos. Eu gosto sempre de procurar a origem da palavra, porque eu acho que sempre traz uma reflexão quando a gente entende o por que ela foi criada, que que a humanidade, que que o ser humano quis expressar para criar uma palavra querendo dizer todo um conjunto de pensamentos, sentimentos, aquilo que eu queria expressar. E é interessante porque parceria vem de partiales do latim, partiales, que a gente já vem do parte, né? partiales, que significa divisível, pedaço de Então, que interessante, né? Então, vamos pensar. Em algum momento a humanidade quis expressar uma um conceito de parte, ou seja, nós olhamos para uma situação e tentamos falar dela por partes. Parceria é isso. Parceria é olhar pro relacionamento e falar: "São duas partes que formam esse relacionamento. Ainda que cada indivíduo, como nós conversamos no primeiro episódio dessa temporada, ainda que cada indivíduo seja um inteiro, quando nós falamos sobre relacionamento de dois, nós falamos sobre duas partes. O relacionamento é um. Um relacionamento é feito por tantas partes quantas as formarem. Então, olhando pelo ponto de vista de um casamento, de um relacionamento, nós teremos, por exemplo, se for um casal, nós teremos duas partes para formar um relacionamento. O um relacionamento é formado por duas partes, mas quando eu

ta de um casamento, de um relacionamento, nós teremos, por exemplo, se for um casal, nós teremos duas partes para formar um relacionamento. O um relacionamento é formado por duas partes, mas quando eu olhar para uma parte, eu preciso enxergar um inteiro enquanto indivíduo. Então, talvez uma definição que a gente possa usar aqui de um relacionamento entre duas pessoas seja o relacionamento entre dois inteiros, formando duas partes de um todo. Então, existe um todo aqui que é um indivíduo inteiro, não falta pedaço dele, mas para um relacionamento falta. Eu não consigo ter um relacionamento, no caso de relacionamento entre pessoas sozinha. Não quer dizer que eu não possa me relacionar comigo. Eu devo, eu devo conversar comigo, eu devo dar atenção para mim, eu devo ter essa essa relação comigo mesma. Mas pensando num relacionamento, querendo dizer entre pessoas, eu não posso ser a única desse relacionamento, senão eu não formo um relacionamento. Então, pensando num relacionamento entre pessoas, eu vou dizer que um relacionamento é feito por uma união de partes. E cada parte é um indivíduo inteiro. Então, um indivíduo inteiro aqui é parte de um relacionamento. um indivíduo inteiro aqui, um indivíduo inteiro aqui, formam um todo que se chama relacionamento. Então, parceria significa isso. Temos duas partes que são dois indivíduos inteiros, mas pro relacionamento são partes. Temos duas partes que precisam se entrosar, que precisam se relacionar, que precisam se apoiar, que precisam trocar. Então, se nós não olharmos pro relacionamento com a importância das partes, a gente não validar as partes como sendo principais, fundamentais, a gente não estabiliza esse relacionamento. Muitas vezes isso acontece. Muitas vezes nós temos um relacionamento em que essas partes não são divisíveis, equitativamente falando. Nós temos um aqui que é grandão e temos uma partezinha lá pequenininha. Aí a gente fala de um de uma dominação, por isso que um dos temas é o poder. Porque quando eu entro com poder no

amente falando. Nós temos um aqui que é grandão e temos uma partezinha lá pequenininha. Aí a gente fala de um de uma dominação, por isso que um dos temas é o poder. Porque quando eu entro com poder no relacionamento, eu faço uma parte crescer mais, não é mais parceria. Aí já vira hierarquia, aí já vira submissão, dominação. Então o relacionamento precisa ter partes. Essas partes se equivalem. Elas se equivalem em termos de valor, de de presença, de importância. Se eu pego uma parte e faço ela ser muito maior que a outra, já não temos parceria, já temos hierarquia. Aqui quem manda é fulano. Esse belrano aqui sempre se submete. Ele não tem voz, ele não tem vez. Tudo é do jeito desse daqui. Esse daqui fica quietinho para não apanhar, para não ser abusado, para não ser violentado. Aí isso não é relacionamento. Isso é é isso é uma coisa tóxica. Isso é doente. Isso é isso é isso é questão psiquiátrica e psicológica. Não temos aí uma definição de relacionamento. Então, se você identifica no seu relacionamento que as partes não são dos dos tamanhos equivalentes, significa que esse relacionamento precisa ser cuidado, esse relacionamento precisa ser olhado. O relacionamento precisa ter partes que se complementam, que se equiparam, senão a gente não vai ter relacionamento. Se tiver um lado maior do que o outro, a gente já não tem parceria. Parceria é par. Outro, outra palavra que tem a ver com parceria é par. Ele é meu par, ou seja, ele ele é meu ele é meu colega. Precisa ter essa questão de colaboração, de coleguismo. Ele é o meu par. A gente não fala numa sala de aula que tem uma criança e os seus pares, que significa que são várias crianças com os mesmos direitos, importância, valor, se equivalem. Elas são todas equivalentes, ainda que cada uma seja especial do seu jeito. Dentro de um relacionamento de duas pessoas, três pessoas, de uma família, é preciso ter esse ambiente de parceria. São pares ali. Você cuida disso, eu cuido daquilo, a gente troca, eu te ajudo aqui, você me ajuda ali.

ionamento de duas pessoas, três pessoas, de uma família, é preciso ter esse ambiente de parceria. São pares ali. Você cuida disso, eu cuido daquilo, a gente troca, eu te ajudo aqui, você me ajuda ali. Precisa ter essa relação horizontal. Se eu tiver vivendo um relacionamento de forma vertical, quando é a questão de pai e filho, sim, existe hierarquia, existe autoridade, existe responsabilidade. Mas trazendo pro ambiente que a gente tá mais abordando aqui, que são relacionamentos românticos, relacionamentos amorosos entre pessoas que se amam, que trocam a vida juntos, que levam a vida juntos, não pode existir uma hierarquia, uma dominação, uma autoridade sobre o outro. É preciso que o relacionamento seja entre pares, entre colegas, entre amigos. Os os amores precisam se olhar de igual para igual. Estamos na mesma linha. Não posso olhar para você como se você fosse quase que um pai para mim. Ai, eu vou pedir permissão pra minha esposa. Se ela deixa eu fazer tal coisa. Eu preciso ver se o meu marido vai deixar. Quando eu vou para esse caminho, eu estou olhando para cima ou olhando para baixo. Eu saio da parceria, eu saio da relação de pares. Então, a gente precisa pensar como parte, mas parte não significa que eu estou partida, não significa que eu sou metade, não. Eu sou uma inteira. Pro meu ponto de vista enquanto indivíduo, eu sou inteira completa. Agora, pensando num relacionamento, precisa de dois indivíduos ou três. Então, ou três ou quatro, dependendo de que de que nicho nós estamos falando. Se é uma família, são vários. Mas é um par romântico. Ó, veja, par romântico. Um par romântico significa são dois inteiros que são partes de um todo, que é o relacionamento. Então eu preciso enxergar essa relação de par, de parceria, de parte, de divisão. De divisão no sentido de vamos formar um. Mas esse um é dividido entre dois, que é o que eu tava dizendo. A gente divide as contas, a gente divide as tarefas domésticas, a gente divide ideias, troca ideias na na organização dos filhos, a

um. Mas esse um é dividido entre dois, que é o que eu tava dizendo. A gente divide as contas, a gente divide as tarefas domésticas, a gente divide ideias, troca ideias na na organização dos filhos, a gente vive dividindo um com o outro. A gente divide o peso de carregar uma doença de um familiar, um ajuda o outro, um dá suporte pro outro. A gente vive, a gente divide um monte de coisas na vida. Então é, é, é um jeito mais leve, porque a gente se ajuda, isso é parceria. É sobre isso que nós falamos quando nós falamos sobre parceria. Agora, interessante porque nós estamos falando de parte e e psicologicamente falando, a gente vai falar agora até que se complementa assim. Ã, vamos devagar para não ser mal interpretado isso. Vamos pra teoria primeiro que fica mais fácil. eh, Jung, né, Carl Gustav Jung, esse psiquiatra que que foi o o fundador, né, o o criador da psicologia profunda sobre a qual Joana se debruça e estuda, além dele também a transpessoal, Joana costuma costurar as, ela traz em diversos âmbitos várias correntes da psicologia e humanismo, mas ela se apoia bastante sobre Jung e ele trabalha com todo o fundamento da da teoria dele é com base na integração de opostos. Então o Jung fala muito sobre isso. O equilíbrio está na integração dos opostos. A gente precisa entender que a vida se dá entre essa vivência entre pares de opostos. É dia e é noite, mas a vida não não tá parada no dia. A noite tá o dia o dia começa a crescer e até ele se tornar noite, depois até ele se tornar dia. Quase que a gente não sabe bem onde começa, onde termina o outro, porque a vida é fluida e ela é movimento, ela não para. Então, quando a gente fala que o dia está nascendo, o dia está nascendo e a noite está morrendo, mas ao mesmo tempo esse nascer do dia já tá se aproximando da noite. Então, a noite também já tá nascendo. Conforme o dia vai avançando, ele vai perdendo força e a noite vai chegando. Então, é uma mescla que é muito bonita, né? É tênue a diferença, não é? Não é parado, não é isso, não é isso, mas ao

cendo. Conforme o dia vai avançando, ele vai perdendo força e a noite vai chegando. Então, é uma mescla que é muito bonita, né? É tênue a diferença, não é? Não é parado, não é isso, não é isso, mas ao mesmo tempo daqui a pouco é aquilo e é isso. E assim a gente vai. É noite, dia, é alto e baixo, é bonito e feio, é é branco e preto. Todos os, os opostos eles estão participando da vida. Então, hoje a gente fala tanto de polarização e a gente fica querendo que as pessoas se definam de um lado, do outro lado. É lógico que a gente precisa ter opinião, a gente precisa ter argumentação, mas em termos de vida a gente deveria viver todas essas nuanças. A gente deveria integrar, a gente deveria, quanto mais eu integro, menos sombra eu tenho. O que que é sombra? é aquilo que eu nego, que está escondido porque eu não aceito. E a gente tem vivido muito isso. Mas voltando aqui pro tema de hoje, pra gente não devagar, um dos pares de opostos que Jung descreve brilhantemente, que Joana também explica, tem relação com o feminino e o masculino em função. Por isso que eu disse, vou fazer um parênteses aqui para não ser mal interpretado. Não estou falando de pessoa, não estou falando de identidade, de gênero, não estou aqui fazendo defesa de um ou de outro lado, não estou falando de pessoa que se identifica com gênero ou com outro gênero. Não é esse o caso. Estamos falando de função. Então ficou bem esclarecido para não ter mal interpretação. Estamos falando de função. Existe uma função que se chama feminino e existe uma função que a gente chama de masculino. A função feminina e a função masculina, elas se complementam no ser humano. Todos os seres humanos têm essas polaridades. Como a gente tem a polaridade da paciência e da impaciência, a gente tem a polaridade do masculino e feminino, não enquanto gênero, mas enquanto função. A função feminino feminina, ela ela é o quê? Ela é acolhedora, ela é alimentadora, ela é nutridora. A função feminina é sensível. É toda uma descrição de algo que a gente diz. Isso

as enquanto função. A função feminino feminina, ela ela é o quê? Ela é acolhedora, ela é alimentadora, ela é nutridora. A função feminina é sensível. É toda uma descrição de algo que a gente diz. Isso é feminino. A gente identifica. O feminino é aquele colo que acolhe, é o útero que recebe, que cuida, que protege. Então a mãe, o materno, é feito com base nesse feminino que se dedica a um ser humano, a um ser, a um ser vivo. Quando eu cuido de uma plantinha, é o meu feminino se expressando pelo meu materno que protege aquela aquela plantinha, que alimenta aquela plantinha, que dá atenção para aquela plantinha. Então, nós temos um lado nosso feminino e nós temos um lado masculino. Lado masculino, esse lado que se volta pra ação, que se volta pro enfrentamento, pra ordem, pro logos, pra organização. Então, todos nós temos. Então, ao mesmo tempo que eu pego uma criança e acolho ela no meu colo, experimentando o feminino e o materno, eu sou a mesma pessoa que de vez em quando pega essa criança e põe para correr pro mundo experimentando o masculino e o paterno. Vai, vai conquistar. Você é capaz. Eu tô aqui. Eu ponho como ação. Eu dou energia. Vamos lá. Vamos organizar o que que você vai fazer. Vamos fazer um procedimento. Vamos fazer um planejamento de vida. Filho, vem aqui. Como é que está questão financeira? Eu vou te ensinar a fazer uma planilha. Esse é o paterno, é o masculino que organiza, que estimula esse esse esse masculino que é essa, representa essa, esse símbolo dessa faca, né, que vai eh eh cortando, abrindo, desbravando, que é esse elemento que fecunda. Então nós nós integramos esses opostos dentro também do relacionamento. E veja que Deus é perfeito, porque ele faz essa essa diferenciação pra gente buscar a integração. Então, nós podemos dizer que num relacionamento eh existe esses dois lados. Não necessariamente. A pessoa mulher da da relação é a representante do polo feminino. A gente vê às vezes um casal, um exemplo ilustrativo. Nós temos uma mulher casada

nto eh existe esses dois lados. Não necessariamente. A pessoa mulher da da relação é a representante do polo feminino. A gente vê às vezes um casal, um exemplo ilustrativo. Nós temos uma mulher casada com um homem. A mulher é muito mais o masculino no sentido de que ela põe a ordem na casa, ela dá ela dá ã rega pros filhos e ela põe energia, vai filho. Enquanto o homem do casal do dos pais é aquele que chama pro colo, é aquele que protege, é aquele que põe no ombro, aquele que é sensível. Então, todo ser humano possui internamente o que a gente, o que Jung chamou de ânima, que é a alma feminina, que é o feminino, e ânimus, que é a alma masculina, que é o masculino. Alma aqui não no sentido de espírito, mas no sentido de estado interno. Então, todos nós temos ânima e ânimos, um lado feminino e um lado masculino, psicologicamente falando, não estou falando de identidade de gênero, estou falando em função psicológica. E aí dentro do relacionamento, eles vão se complementar no sentido de que um possui um pouco mais de um e outro um pouco mais do outro. Não necessariamente o feminino está na mulher e o masculino no homem, mas toda pessoa existe uma predominância da ânima, uma predominância do ônibus. na maioria das vezes costuma casar. A mulher possui uma alma ânima, o lado feminino dela é mais a é mais e eh brotou mais e o homem tem mais uma um comportamento, uma postura vinculada com o ânimos. Às vezes isso inverte. Mas o que que é interessante a gente trazer, já que nós estamos falando sobre parceria, porque nós falamos sobre partes, essas partes se ajudam e a gente faz isso muito através da função e ânimos. Então, quanto que a gente que vive que vive em relacionamento por muito tempo, a gente é capaz de ver isso, de medir, de mensurar. E a gente é capaz de falar assim: "Nossa, quando eu entrei no meu relacionamento, por exemplo, eu sou mulher, eu tenho uma expressão muito de ânima, então eu sou muito eh eh acolhedora, sensível, mas de viver com o meu marido por muitos anos, eu fui me espelhando

eu relacionamento, por exemplo, eu sou mulher, eu tenho uma expressão muito de ânima, então eu sou muito eh eh acolhedora, sensível, mas de viver com o meu marido por muitos anos, eu fui me espelhando nele e aprendendo com ele o ânimos, o forte, o que vai, o que luta, o que faz, o que acontece, o que organiza." e eu acabei desenvolvendo o meu ânimus com base na troca, na parceria desse relacionamento. Então, quando a gente fala sobre parceria e a gente fala sobre partes e a gente fala sobre partes, a gente fala também daquilo que a gente se ajuda mutuamente naquela parte que a gente não é tão desenvolvida. Então isso é um benefício da parceria, né? a gente acaba se sentindo atraída também, não só exclusivamente, mas também por aquela parte que já tem no outro desenvolvida em mim. Não, eu projeto a minha sombra. A minha sombra é a parte não desenvolvida. Então, pegando um exemplo bem clássico aqui, simples para ilustrar, eu não tenho esse lado de vou pra vida e vou competir e vou fazer acontecer e vou me posicionar, não tenho esse lado. Mas aí eu começo a namorar alguém, me relacionar alguém que é muito assim, ah, ele vai, ele pega a espada dele, ele vai pra vida, ele conquista, ele coloca a voz dele, ele fala e aí eu vou conviver com ele. É como se eu tivesse buscando um professor nessa hora. Eu preciso desse espelho para ir internalizando, para eu desenvolvendo esse lado meu ainda não desenvolvido. E vice-versa ele pode falar assim: "Nossa, eu sou muito frio, eu sou muito insensível, eu preciso aprender essa coisa do acolher, essa coisa do do ser mais sensível". Então, vivendo comigo que tenho esse lado, ele vai aprendendo o olhar, a empatia, o cuidado, a atenção, a preocupação e ele vai desenvolvendo. Então, até nisso a parceria é importante da gente ir se espelhando e como a gente ainda está em desenvolvimento, precisamos desenvolver, a gente vai internalizando o lado de um de outro. Quando formos espíritos eh perfeitos, que nem Jesus, teremos já os dois lados internalizados. Jesus era

tá em desenvolvimento, precisamos desenvolver, a gente vai internalizando o lado de um de outro. Quando formos espíritos eh perfeitos, que nem Jesus, teremos já os dois lados internalizados. Jesus era ânima e ânimos, equivalente. A gente ainda tem predominância para um, predominância para outro. Então, a gente vai fazendo parcerias para um ir ajudando o outro e ao mesmo tempo a gente vai se desenvolvendo e se tornando um pouco do outro e vice-versa. Eu tenho muito texto, já falei demais, precisamos ir. Eu fui selecionando por tópicos que costuram muito bem com esse tema da parceria. Primeiro, eu trouxe um trecho eh do vida, desafios e soluções, capítulo 7, em que Joana fala do da ânima e do ânimos pra gente. E e ela traz justamente Jesus como exemplo desse que integrou já os polos. Ela diz: "Jesus, por exemplo, harmonizava as duas naturezas, o ânimus, quando era necessário usar da energia e vontade e vontade forte para invectivar os hipócritas e lutar sem receio pelo dual do amor, e o anima quando atendia os infelizes que o buscavam, os necessitados de atendimento, de auxílio. Ninguém como ele conseguiu essa perfeita identificação do yang e do in, né, do da crença do chinesa, provando ser o espírito mais elevado que Deus ofereceu ao homem para servir-lhe de modelo e guia, conforme responderam os mensageiros da humanidade a Kardecão 625. Então, Joana traz ele como esse modelo de que conseguia ter os dois lados. Nós temos mais tendência para um do para outro. Sou mais acolhedora. Eu não sou mais enérgico, né? Mas é importante a gente trazer isso. A parceria também vai tentar casar esses dois polos. E ao trazer mais, um tem mais ânima, outro tem mais ânimos e eles se tornam parceiros, vai ser um belo benefício, porque essa parte que me falta, o outro tem e vice-versa. Então podemos como parceiros, como pares, um trocar com o outro até para que um vá internalizando o que o outro tem mais. e eles vão se equilibrando cada vez mais ao longo da sua vida. Então, estamos falando sobre parceria,

eiros, como pares, um trocar com o outro até para que um vá internalizando o que o outro tem mais. e eles vão se equilibrando cada vez mais ao longo da sua vida. Então, estamos falando sobre parceria, sobre complementaridade, sobre diferenciação e ao mesmo tempo a junção dos diferentes para um todo bem harmonioso. Então, por isso que é interessante a gente fala que a gente se sente atraído pelo o nosso oposto, justamente por isso, porque se eu tenho isso e me falta aquilo, seria interessante eu ter alguém que tem bastante aquilo e que falta isso, porque fica inteligente a gente a gente trocar, né? Eu tenho várias coisas disso, mas não tenho daquilo. Ah, eu sou o contrário. Então, que ótimo, a gente faz uma boa parceria juntos. Por isso que é comum a gente falar que a gente se sente atraído pelo nosso oposto, né? Quando a gente encontra alguém bem parecido com a gente, tem a facilidade de que os dois pensam iguais, porque quando pensa como são opostos, muitas vezes dá algumas tensões, né? E quando eu encontro alguém muito parecido comigo, a vida fica muito amanteigada. No entanto, a gente vai perder. sempre tem vantagens e desvantagens. A gente vai perder nesse outro lado que é a parte que me falta também o deve faltar pro outro, porque somos tão parecidos. Por isso que a gente tende a buscar de alguma forma e em alguns temas o nosso oposto, porque é ele que vai me ajudar a desenvolver aquilo que ainda está em germen em mim, que não foi desenvolvido. Quando falamos sobre parceria, falamos também sobre essa ah ã Jung, quando ele fala dessa dessa integração dos pares opostos, ele usa uma expressão latina, ele chama de conúncio opositorum. Então essa concto opositórium é a comunhão dos opostos. E quando a gente fala de parceria, de relacionamento, de cônjuge, a gente fala de comunhão. Então comunhão é um dos sinônimos de parceria, porque nós estamos comungando do mesmo interesse, do mesmo sonho, das mesmas dos mesmos ideais. Então, estamos comungando, estamos em comunhão, existe aí uma união, existe aí

os sinônimos de parceria, porque nós estamos comungando do mesmo interesse, do mesmo sonho, das mesmas dos mesmos ideais. Então, estamos comungando, estamos em comunhão, existe aí uma união, existe aí uma integração, né? Então, parceria combina muito com comunhão. Por isso que é interessante. Parceria tá falando de partes, comunhão tá falando de união, mas é isso. É a comunhão de duas partes que se integrando formam um todo, que se chama relacionamento. Então, nós falamos de parte e falamos de comunhão. Falamos de parte no sentido de que ela é feita por diferentes, ao mesmo tempo que cada um já é inteiro. E falamos de comunhão porque a parceria estabelece aí um contrato entre os dois. Joana deângeles no livro Amor imbatível Amor ela fala: "O matrimônio representa um estágio de autodesenvolvimento do selfie quando se reveste de respeito e consideração pelo cônjuge, firmando-se na fidelidade e nos compromissos da camaradagem." Olha, um sinônimo de parceria. em qualquer estágio da união que os vincula, reciprocamente, um ao outro ser. Então, duas palavras, três palavras a gente a gente destaca aqui. Esse matrimônio nessa nessa nesse sentido de comunhão da Conúnctio, nós falamos sobre camaradagem, né, meu camarada, meu parceiro de vida, meu par, meu amigo. E nós falamos sobre reciprocidade. Reciprocidade, né? Existe essa troca, existe essa eh esse relacionamento de igual para igual, né? Reciprocidade, recíproco é isso, é o mesmo, é o mesmo andar da pirâmide, né? A reciprocidade, ela vai falar sobre parceria, ela vai falar sobre troca entre pares. Isso que é reciprocidade, que a frase máxima dela é Jesus nos lembrando, né? Amar ao próximo como a si mesmo é a máxima da reciprocidade. Eu fazer o melhor que eu sou capaz de fazer pelo outro, como eu faço para mim, e o outro fazer para mim o melhor que ele é capaz de fazer, assim como ele faz para ele. Eu me amo, o outro se ama, mas eu também o amo e ele também me ama. Existe aí uma reciprocidade. Se a gente conseguisse praticar essa lei, o nosso mundo já

capaz de fazer, assim como ele faz para ele. Eu me amo, o outro se ama, mas eu também o amo e ele também me ama. Existe aí uma reciprocidade. Se a gente conseguisse praticar essa lei, o nosso mundo já seria um mundo feliz. Então, a reciprocidade combina muito com o tema que nós estamos falando, que é parceria. Outro tema que combina bastante, que tem a ver com o que nós estamos falando, a gente tá falando de várias formas, sempre tocando no mesmo assunto para ir ã ampliando, para ir amadurecendo a ideia. É quando a gente fala sobre cooperação. Existe uma expressão no mundo dos negócios que também cabe aqui, que é aquilo que a gente chama de relação ganha ganha, porque antes se praticava muito essa esse aspecto maquiavélico. Maquiavélico no sentido de essa coisa de que preciso ganhar sobre o outro, preciso falar o que for, preciso ser falado para vencer o outro, para submeter o outro, né? Maquiavel no príncipe descreve muito essa relação de poder no sentido de fale pro seu povo que ele gosta de ouvir para você capturá-lo e depois faça o que você acha que é bom ser feito. Então, uma pessoa maquiavélica é essa que não é transparente, não é clara, ela vai falar, ela vai fazer jogos, ela vai usar de sofismas para te convencer, para te agradar. Enquanto isso, ela tem uma agenda oculta. que ela vai fazer julgando que é o melhor. Pode até ser o melhor, mas onde ela peca? Ela peca na subestimação do outro. Eu, o outro é um ignorante. Se eu falar para ele que eu vou fazer isso, ele pode não concordar. Como eu sei que esse é o melhor, eu faço, ainda que seja enganando ele. Ou seja, eu entendo que eu sou melhor do que o outro, que o que eu sei é melhor do que o outro, que a minha opinião é melhor do que o outro, que o que eu quero vale sobre o outro. Então é uma manipulação. Eu vou te manipular para fazer o que eu acho que é que é bom. Ainda que tem uma intenção por trás que é: "Eu procuro um bem, mas eu procuro um bem a custa de te deixar na sombra que só eu que tô mandando, só eu que tô

ar para fazer o que eu acho que é que é bom. Ainda que tem uma intenção por trás que é: "Eu procuro um bem, mas eu procuro um bem a custa de te deixar na sombra que só eu que tô mandando, só eu que tô dando as cartas". Então, não é uma relação saudável, é uma relação de dominação. Quando a gente fala de parceria, eu não devo ir por esse caminho. Ah, eu vou contar uma história pro meu marido, porque se eu falar a verdade, ele vai se negar, porque já conheço a história. Então, eu vou dar uma floreada aqui, porque eu sei que daí eu toco num ponto dele que é sensível, aí ele me deixa fazer o que eu acho que eu devo fazer. Então essa é uma relação maquiavélica. Ela não é uma relação indicada pra gente fazer uma parceria. Basta eu perguntar: "Você quer um parceiro paraa sua vida que vai contar umas historinhas bonitinhas para te convencer enquanto ele faz alguma coisa que você não sabe, mas que ele jura que ele está fazendo pro bem de vocês dois? Você quer de parceiro de vida alguém que tem uma agenda oculta, mas que no fundo ele tá querendo fazer o bem para você. só não vai contar diretamente porque você pode não entender, você pode não concordar. Então ele vai contar aquilo que você precisa escutar para você concordar. Enquanto isso, ele vai fazendo as coisas que ele acha que é o bem para vocês dois. Você quer um parceiro desse? Pois é, mas a nossa sociedade hoje tá muito baseada nisso. Isso está se miscuiu em todas as relações. Infelizmente a sociedade hoje predomina muito essa história de que os fins justificam os meios. para eu fazer uma coisa boa, não importa qual seja o caminho, nem que eu seja na enganação. Fala aí para esse povo que ele gosta de escutar. Enquanto isso, a gente vai fazendo o que ele precisa receber, né? Ainda que a intenção, no fundo, seja boa, o meio não é bom. Se a gente não quer isso pra gente, a gente não deve fazer isso pro outro. Então, por isso que eu trago essa relação ganha ganha. Por isso que essa relação precisa ser priorizada. Ai, mas se eu falar, se eu

ente não quer isso pra gente, a gente não deve fazer isso pro outro. Então, por isso que eu trago essa relação ganha ganha. Por isso que essa relação precisa ser priorizada. Ai, mas se eu falar, se eu for sincera, se eu for transparente, certamente ele não vai querer e uma coisa tão boa vai deixar de ser feita. Talvez esse seja o preço que a gente pague para manter o equilíbrio no total. Talvez no fundo eu e quem sabe dessa vez eu não vou conseguir fazer o que eu queria porque eu sei que ele tem preconceito e isso vai ser suficiente para lá na frente eu olhar e falar: "Tá vendo? você aquele dia não quis colaborar comigo quando eu tava querendo fazer isso. Olha onde a gente poderia ter chegado. De repente aí dá um clique e ele fala: "Realmente, aí eu me ele se modifica e numa próxima vez quando você trouxer esse assunto ele já tá atualizado. Aí essa pessoa que antes dizia: "Não vou fazer", agora diz: "Agora eu já entendi." Agora, se eu continuar mantendo ele no escuro e não contando para ele o que tá acontecendo, ele não vai atualizar, ele não vai aprender com os erros. Então é ilusão nossa a gente achar que se a gente enganar o outro a gente vai conseguir o resultado que a gente quer. A gente consegue o resultado momentâneo, mas a gente não tá fazendo investimento a longo prazo. Isso não vai ser saudável. Agora imagina que eu estou enganando, contando uma historinha para convencer meu marido. Lá na frente ele descobre: "Será que não vai abalar?" Claro que vai. Se fosse comigo, ia ficar muito magoada de pensar que um dia ele elaborou uma história para me enganar, porque senão eu teria falado não, né? né? Então assim, ele ele não quis que eu fosse quem eu era, ele não aceitou eu sendo eu. Então isso não funciona. A relação de ganha ganha sim. Então, Joana de Angeles, no livro Encontro com a Paz e a Saúde diz capítulo 4, a parceria de qualquer natureza é uma conduta na qual os seus membros comprometem-se a cooperar reciprocamente em favor do interesse comum, respeitando a área de liberdade

az e a Saúde diz capítulo 4, a parceria de qualquer natureza é uma conduta na qual os seus membros comprometem-se a cooperar reciprocamente em favor do interesse comum, respeitando a área de liberdade em que cada qual se encontra. Eu preciso da liberdade do outro ser quem ele é. Ah, mas se eu for falar esse assunto, eu já sei que ele não vai concordar comigo. Paciência. Ele é seu parceiro. Se precisar pagar o preço de ter que abrir mão de alguma coisa para respeitar ele sendo quem ele é, se eu não puder pagar esse preço, eu não mereço estar com ele, porque daí eu quero só ganhar, eu quero estar com ele, mas quando eu tiver que tocar num assunto que eu sei que ele não vai concordar, então eu eu finjo, eu manipulo, mas aí não é não é honesto da nossa parte, né? Se eu quiser me relacionar com ele, tem que ser por inteiro. Eu tenho que amá-lo por inteiro, do jeito que ele é. Essa é a relação que funciona, ainda que muitas vezes a gente vai bater com a cara na porta por conta dessa diferença de temperamento, mas é o é o preço pra gente ter uma coisa profunda e inteira. Que mais? A gente, uma outra coisa que eu destaquei aqui, relacionamentos saudáveis são termômetros para nossa saúde emocional e psicológica. Então, a gente consegue fazer uma ponte, um paralelo. Se eu perguntar para vocês como são os seus relacionamentos com seu marido, com a sua esposa, com seu amigo, com seu colega de trabalho, como eles são? Como você define seus relacionamentos? Ah, meus relacionamentos são bons, eu me dou bem, a gente tem trocas interessantes, eu ajudo, eu sou ajudada. Eu posso dizer que isso é um é um é uma foto, é um uma amostra do seu interno. Ah, então eu poderia talvez muito provavelmente dizer: "Ah, você é uma pessoa que se dá bem, que se sente bem, que faz boas trocas", internamente falando. Agora, se eu digo assim: "Como que é o seu relacionamento?" Nossa, é muito complicado, muito complicado. É sempre com muita briga, é sempre com muito, é abuso de um lado, é violência de outro

falando. Agora, se eu digo assim: "Como que é o seu relacionamento?" Nossa, é muito complicado, muito complicado. É sempre com muita briga, é sempre com muito, é abuso de um lado, é violência de outro lado, é infidelidade, é traição, eu diria. Então, internamente você tem muitos conflitos que precisam ser dissolvidos. conflitos de culpa, conflitos de complexos de inferioridade, de superioridade, porque nós vamos expressar a vida de fora, ela é um reflexo do mundo de dentro. Então, se nós analisarmos como são nossos relacionamentos, nós saberemos um pouco mais sobre nós próprios. Então tem muita relação quem eu sou com os relacionamentos que eu crio. Então Joana de Angeles, no livro Despertar do Espírito, capítulo 7, nos diz: quando alguém não mantém relacionamentos saudáveis, encontra-se em distúrbio de comportamento que pode ter características patológicas a caminho de agravamento. Mesmo assim, salvadas as exceções naturais, existem processos inconscientes de identificação com os outros do mesmo nível emocional, estruturando um tipo qualquer de relação, embora de natureza agressiva, cruel ou dependente. Joan está dizendo assim: "Se você se relaciona com o outro, identifica no outro um agressor, é porque existe um agressor dentro de você que deu liga, que atraiu, que foi íã para aquele. Se você vive uma relação, nossa, toda relação tem traição. Toda vez que eu me relaciono com alguém, seja no ambiente de trabalho, eu passo por traição. Esse tema existe em você. Você precisa tocar nesse tema, conversar sobre ele, que história sua, sua de vidas passadas, dessa vida tem aí dentro do tema traição, porque ele está sendo um íã que está atraindo do mundo de fora. Eu não vivo histórias que não têm relação com quem eu sou. Todas as histórias que eu vivo no ambiente de fora, elas dizem respeito a aspectos meus. É isso que Joana está trazendo ainda sobre essa questão de fidelidade, né, do quanto que eu preciso fazer de investimento, de disciplina, de esforço, de me manter ali para fazer o

ito a aspectos meus. É isso que Joana está trazendo ainda sobre essa questão de fidelidade, né, do quanto que eu preciso fazer de investimento, de disciplina, de esforço, de me manter ali para fazer o progresso e o desenvolvimento do relacionamento. Todo relacionamento é um ser vivo. A gente pode falar não vivo de vitalidade animal, né, vegetal, mas vivo no sentido de dinâmico. Então ele está em desenvolvimento. Se eu não der o direcionamento para ele que eu quero com base ao custo de esforço, de disciplina, de atenção, se eu não dou direcionamento, ele vai para qualquer direcionamento. Então, é preciso que eu cuide do relacionamento. Ele está vivo, ele é dinâmico. Então, se eu falo assim: "Ah, sabe que de uns anos para cá eu fui parando de conversar com meu marido? Ai, cansava muito, ah, era muita, muita, muita briga. Eu fui desistindo, eu parei de fazer o envacimento do sacrifício, de encontrar uma forma de me comunicar. Não dá para comunicar assim, vamos tentar comunicar assado, não dá para comunicar de assado, vamos trazer uma terapia de casal. Quando eu paro de investir em dar um direcionamento, preciso ter uma boa comunicação com meu marido. Quando eu desisto disso, o casamento vai para algum outro lugar, mas ele vai, ele não fica parado no no estático. A é questão de tempo para não ter mais diálogo nenhum. E é questão de tempo para esse diálogo se tornar inclusive oposto, de virar briga. Então, precisa de um investimento meu. Eu preciso olhar, cuidar, me esforçar. É como se eu tivesse educando um filho. Não dá para falar assim: "Ai, deixa ele fazendo, vai". Não é deixa ele fazendo. Ele vai, ele vai para um caminho, depois você vai se arrepender de ter deixado. Precisa, filho. Vem cá. Não, não, não, não, não. Aí não, não, filho. Já falei 29 vezes. Vamos. precisa desse, desse investimento que é um alimento diário, diário. Eu preciso pôr água no meu relacionamento, preciso pôr sol, preciso pôr nutrientes, eu preciso investir, precisa de disciplina, de esforço, senão o

desse investimento que é um alimento diário, diário. Eu preciso pôr água no meu relacionamento, preciso pôr sol, preciso pôr nutrientes, eu preciso investir, precisa de disciplina, de esforço, senão o relacionamento vai para algum lugar aí acomodado, mas não vai ser onde eu gostaria de ter ido. Bom, Joana de Angeles fala: "A fidelidade no relacionamento com o parceiro conjugal ou não, quando há compromisso sexual é preponderante porque demonstra a autenticidade do sentimento que os envolvem. Quando se apresentam falsas necessidades de novas experiências, defrontam-se transtornos emocionais, insegurança, debilidade de caráter, futilidade. Então, o que que Joana tá dizendo aqui? Eu trouxe um ponto específico da questão do relacionamento sexual, mas vale para todas as outras instâncias do relacionamento. Quando eu não olho com cuidado para isso e deixo correr do jeito que está mais acomodado, do jeito que, ah, não vou me importar com isso, deixa para ver o que que vai. Quando eu não invisto na autenticidade, na veracidade, quando eu não faço questão que as coisas sejam como elas são, eu acabo me entrando em ilusão. Com o tempo, sabe o que que a gente vai conseguir? Transtornos emocionais, insegurança psicológica, debilidade de caráter, futilidade. Eu vou viver uma relação fútil. Eu parei de conversar, ai dá muito trabalho. Nossa, difícil. A gente vai tocando. Ah, não. Eu parei de contar, de perguntar para ele, conversar sobre temas importantes. Ah, porque ele sempre dava opinião contrária. Ah, não, eu parei também de chamar ele comigo para todos os lugares porque ele não gosta. Quando eu parei, eu parei, eu parei, eu tenho o que depois? É um teatro. Porque o que que existe ali de relacionamento? Nada. Duas pessoas morando sobre o mesmo teto, só. Mas vira algo superficial, algo débil, algo fútil. É uma casca só. O relacionamento é uma casca, não tem profundidade, não tem mais raiz. Então, é preciso que a gente cuide, tome conta, como se tivesse educando um filho. Outro ponto interessante que cabe

ma casca só. O relacionamento é uma casca, não tem profundidade, não tem mais raiz. Então, é preciso que a gente cuide, tome conta, como se tivesse educando um filho. Outro ponto interessante que cabe muito no que a gente tá trazendo, que essa relação entre pares, OK, subiu de nível, virou hierarquia, virou dominação, não é mais parceria, não vai mais gerar saúde. Quando a gente vai por esse nível ou quando a gente fala esse lado grandão, aquele outro lado pequenininho, a gente entra em controle de poder. Esse aqui manda, esse aqui escolhe, esse aqui oprime, né? Então isso não gera parceria, não gera saúde no relacionamento. A partir disso, a gente vai falar sobre submissão, a gente vai falar sobre vitimização, a gente vai falar sobre complexo de inferioridade. Cadê a igualdade, né? Cadê o equilíbrio? Então, Joana de Angeles, no livro Encontro com a Paz e a Saúde, no capítulo 4, ela diz: "Ninguém nasceu para submissão injustificável". E quando isso se dá em um consórcio, em uma em uma comunhão, em uma conúncio, né? Nessa parceria, aquele que se permite a perda da identidade, a fim de ceder sempre, esconde na aparente bondade. Ah, eu eu deixo passar assim, não dá briga, sabe? Essa carinha de santinha assim, eu sou evoluída. Ah, não, eu não, não vale a pena discutir, deixa ele fazer do jeito dele. A, então ela diz, nem todos, né? Mas a fim de e eh a fim de ceder sempre, esconde na aparente bondade a covardia moral que o aturde, o medo de perder a convivência com o outro, a insegurança tornando-se desajustado e infeliz. Então é como se ela tivesse falando no fundo o que acontece é vai que eu fale para ele, ele vai embora. Eu não consigo ficar sozinha porque eu não me vejo como o ser inteiro. Então é bem mais profundo, é mais embaixo o buraco. Então quando eu fico, ah, eu não ligo, deixa do jeito dele. Ah, eu detestei isso, mas achei melhor não criar caso. Quando a gente vai por esse caminho, olha se lá embaixo não tem um baita complexo de inferioridade, de insegurança, que

igo, deixa do jeito dele. Ah, eu detestei isso, mas achei melhor não criar caso. Quando a gente vai por esse caminho, olha se lá embaixo não tem um baita complexo de inferioridade, de insegurança, que aceita qualquer coisa do outro, nem que seja violência, só para não ficar sozinho, isso é muito triste. Precisa de cuidado, precisa de terapia. Ainda nessa linha, agora do outro lado, né, quando eu sou o agressor também tem isso. Eu preciso no meu relacionamento, eu quero um parceiro, eu quero um par. Ou eu quero um súdito, ou eu quero alguém que que seja um capacho, que se submeta, eu quero um subordinado, né? O meu lado é poderoso, ele quer amor ou ele quer poder? Porque não vai dar para ter os dois. Então, no encontro com a paz e a saúde ainda, né? no Encontro com a paz da saúde, no mesmo capítulo 4ro, ela diz: "Da mesma forma, aquele que se impõe e pretende ser obedecido não busca uma convivência harmônica e feliz. Antes atormentado conforme é, descarrega os seus conflitos no outro de maneira a sentir-se seguro nos valores internos que gostaria de possuir, mas não tem, receando ser descoberto, portanto, desnudado da sua arrogância". Então ela tá dizendo o seguinte: do mesmo jeito que não é santinha aquela que aquele que fala, ai mas é que eu não quero briga, deixa assim. E Joana deângeles fala: "Será que é bondade ou é covardia com medo de ficar sozinha e se sujeita a qualquer coisa, aceita migalhas?" Do mesmo jeito o outro que fala: "Não, é porque eu sei mais das coisas, é porque eu tenho poder, é porque eu sou mais nessa arrogância. é arrogância porque acha que é fortão e é e é o bonzão mesmo ou é na verdade medo de que descubram a sua fragilidade? Então eu grito bastante para amedrontar o outro, porque vai que o outro descubra que aqui tem um uma pessoa muito fraquinha, muito fragilzinha. De qualquer forma, tá sendo feita a compensação aí e essa compensação não vai ser boa. A gente não vai conseguir compensar nada no fim, né? a gente cria uma relação desigual e aqui em relação

ilzinha. De qualquer forma, tá sendo feita a compensação aí e essa compensação não vai ser boa. A gente não vai conseguir compensar nada no fim, né? a gente cria uma relação desigual e aqui em relação desigual não tem parceria, não tem parceria, não tem trocas, existe aí só ordens e obediência, né? E mais um trecho que fala dessas dessa codependência que a gente chama, né? Que é essa relação que está em dois níveis. Não é uma relação de trocas em que eu vejo o outro como igual a mim, eu vejo o outro como maior, eu me vejo como menor. Então eu fico, é uma relação de codependência, eu preciso dele. Não é que eu gosto de estar com ele, eu preciso dela. Não sei viver sem ela. Não é que eu gosto de estar com ela. Essa relação de de codependência, né? Quase que uma transação, como a gente já falou, não é uma troca, é uma transação que eu me eu me eu não me sinto inteira, então eu dependo do outro, então eu aceito ser capacho para poder ficar com outro. Joana diz no livro Momentos de Consciência, capítulo 3, o primeiro pode ser denominado como codependente, constituído por pessoas condicionadas, aquelas que estabelecem as suas metas através das circunstâncias alheias à sua vontade, não adquirindo uma consciência pessoal de satisfação como esforço individual autorrealizador. Não vou ficar feliz, não vou me realizar. As suas aspirações estão fundamentadas nas possibilidades de outrem, nos fatores ocasionais e afirmam que somente serão felizes se amadas, se realizarem tal viagem ou qual negócio. Sempre dependo de algo de fora. Eu não me realizo por mim. A falta de confiança em si mesmas proporciona-lhes desequilíbrio desagregador de saúde e mais facilmente em médias. em médias são acessíveis ao câncer, atingindo o obituário maior do que aquelas que se demoram nas outras áreas. Então, Joana tá falando aí sobre no momento de consciência sobre os efeitos de uma pessoa que não luta para saber se posicionar, fazer seus enfrentamentos, ter voz, ter vez, falar, fazer parte. Ela fica aqui embaixo

falando aí sobre no momento de consciência sobre os efeitos de uma pessoa que não luta para saber se posicionar, fazer seus enfrentamentos, ter voz, ter vez, falar, fazer parte. Ela fica aqui embaixo porque eu sou coitadinha. Deixa ele fazer do jeito dele. Essas pessoas não vão se realizar. precisam sempre do de fora. Elas não vão ser felizes sozinhas e elas somatizam e muitas vezes em forma de câncer. Então não é bom ficar aqui no capacho. Não é bom nem para você, nem pro relacionamento, nem para ninguém. E um último tema nesses pares de opostos que tem a ver com a parceria e tem a ver com essa coisa de quando a gente sai da parceria e a gente vive um relacionamento que tá desequilibrado, é a questão do que a gente chama de machismo ou de feminismo, né? os dois aqui de novo. Não estou entrando em campanhas nem defendendo lado nenhum. Estou trazendo eh desequilíbrio. Quando o masculino pesa e a gente chama de machismo porque ele acha que ele é melhor, que ele é superior, ele quer submeter a mulher. Quando ele quer um destaque, quando ele enxerga a mulher como menos, a gente fala que existe aí um exagero, passou do limite, é doença. E a gente chama isso de machismo, quando ele acha que o masculino é maior, é superior. Mas de outro lado, a gente vai também chamar de feminismo nesse mesmo conceito. Não estou falando de campanhas ideológicas que se faz lá fora. Estou falando de conceito de feminismo. Quando nesse sentido de que quer colocar a mulher como superior, quer submeter o homem, quer descontar o que recebeu ao longo da história, quer eh eh eh subjugar o outro. Quando eu estou nesse lugar também não é equilíbrio. De novo, a gente tem que buscar o valor dos dois. Esses ismo e o e o sufixo vai trazer esse exagero doentil. Quando eu falo egoísmo, é um é um exagero do ego, é algo doentil. Esse ego fica tão grande que ele passa do limite. Quando o feminino passa do limite, o masculino passa do limite e quer só olhar para si, quer ser maior do que o outro, quer subjugar outro, é doença.

Esse ego fica tão grande que ele passa do limite. Quando o feminino passa do limite, o masculino passa do limite e quer só olhar para si, quer ser maior do que o outro, quer subjugar outro, é doença. Então a gente precisa trazer os dois para um equilíbrio. Masculino e feminino, os dois são valorizados. Eu preciso aprender a valorizar, entender as diferenças, que eu não tô falando de de gênero, eu estou falando de função. Os dois são importantes. Quando eu for espírito superior, que a gente já sabe que não existe espírito de homem e espírito de mulher, espírito não tem sexo. Por quê? Porque ele já passou pelo desenvolvimento e já integrou os dois. Por isso que Jesus já tinha os dois. Nós ainda não temos. Estamos aprendendo. É como se eu tivesse treinado mais um lado, o outro treinou mais o outro. Então a gente ainda precisa se complementar. Por isso que a gente reencarna em corpos diferentes de homem e de mulher, porque ainda não estamos num grau de evolução que já somos esses dois integrados. Estamos aprendendo. Então, ora, aprendemos bastante sobre o masculino, ora bastante sobre o feminino. Na próxima vida a gente troca e a gente vai experimentando pra gente integrando. Quando a gente for espírito superior, lá não tem nem sexo, a gente é uma única coisa, não tem mais esses dois, esses dois, essas duas representações, né? Então vamos olhar para isso. Parceria em que existe um preconceito contra o homem ou contra a mulher não é parceria, porque eu vou entrar em desigualdade, não vai dar certo. Então eu trouxe o encontro com a paz e a saúde, o capítulo 4ro, que Joana fala dos dois, do machismo e do dá pra gente trabalhar essas duas coisas. Então, primeiro ela disse: "A sistemática indução à inferioridade produziu um profundo conflito na mulher que passou a submeter-se aos caprichos da irresponsabilidade machista, obrigando-a a introjetar os sonhos e ambições naturais, tombando em lamentáveis processos depressivos ou de rebeldia interior, que se convertiam em enfermidades de diagnose difícil. Então,

e machista, obrigando-a a introjetar os sonhos e ambições naturais, tombando em lamentáveis processos depressivos ou de rebeldia interior, que se convertiam em enfermidades de diagnose difícil. Então, o o a sociedade, como a gente diz, patriarcal e machista, que ainda predomina, adoeceu o feminino, desvalorizou o feminino. Então, o feminino hoje ele está doente em termos de função, está doente porque é é uma repressão, é uma opressão, é uma dominação. Isso não está bom. Então, cuidado com o machismo dentro do relacionamento, né? E num outro trecho ela diz: "Como o efeito psicológico do ressentimento feminino mal contido por séculos sucessivos adveio a reação mediante a qual a mulher, procurando evadir-se da responsabilidade maternal ou não desejando filhos que sempre se apresentam com obstáculos ou impedimento a sua ascensão no mundo das disputas financeiras e sociais, sente-se liberada do compromisso." Essa interpretação equivocada, infeliz, defluente do feminismo exagerado, tem produzido danos emocionais muito graves nos sentimentos da mulher, frustrando-a e deixando-a em solidão destrutiva. Então, ao invés da gente fazer um movimento de machismo, para com isso, vocês não são nada mais do que o do que o feminino, volta aqui pro seu lugar. Mulher que tava aqui embaixo, erga e vem pro seu lugar. E aqui a gente tem um equilíbrio. O que que é do masculino? O que que é do feminino? Vamos valorizar, vamos buscar uma troca de parceria. Não. A mulher quis ir lá para cima junto com com o com o machismo e aí ela começa a negar nela os aspectos. Eu não posso ser sensível, eu tenho que ser fortona. Por que que eu tenho que ser fortona? Eu mesma estou achando que ser sensível é ruim. Então veja, se a mulher uma das características é a sensibilidade e eu como mulher não posso ser sensível, eu tô dizendo o que? Que eu sou machista. Eu tô dizendo que eu não valorizo um aspecto que é próprio do feminino. Olha que triste isso. Não, eu tenho que falar assim: ser sensível é bom, gente. É bom, faz bem. Não quer que

ue eu sou machista. Eu tô dizendo que eu não valorizo um aspecto que é próprio do feminino. Olha que triste isso. Não, eu tenho que falar assim: ser sensível é bom, gente. É bom, faz bem. Não quer que não quer dizer que eu vou cair no sentimentalismo, que aí é um um distúrbio. Agora, ser sensível, ser emotiva, olhar com afeto pras coisas, isso é valoroso. Agora, quando a mulher fala: "Não, não posso ser assim porque eu tenho que ir lá em cima competir com o machismo", ela sai de um polo, vai para outro, é doença do mesmo jeito. Então, o que que Joana tá dizendo? Cuidado, porque a repressão do feminino não é boa, mas o feminino sair do por rebeldia, querer ir lá em cima competir com o masculino também não é bom. É bom que a gente valorize os dois como importantes. Não tem superioridade. Então são dois temas também que no caso de falarmos de parceria precisam ser observados, analisados. Você não existe um machista dentro de você, não importa se você seja homem ou mulher, porque tem muita mulher machista que ao invés de valorizar o que o feminino lhe oferece, tenta reprimir isso para ser igual aos homens. Então, é como se lá no fundo ela falasse: "É, realmente, eu eu não sou mulher não, eu sou bem homem. Ó, como eu ajo igual ao homem. Por quê, né? Por que que eu preciso agir igual a homem para ser para ser boa?" Então, é esse alerta que Joana traz. Eu preciso valorizar os dois e enxergar valor nos dois. Bom, aqui ficam as reflexões pra gente pensar se nós estamos em relacionamentos entre parceiros de vida, em que trocamos, em que complementamos, em que ajudamos, reciprocidade, união de esforços ou se estamos vivendo relacionamentos em que existe aí algum tipo de hierarquia, porque isso não vai ser bom. São relacionamentos de codependência, de submissão, de poder e não vão gerar um bom resultado no final. Vai pensando aí, troca comigo aqui nas mensagens, no chat e a gente se encontra, se Deus quiser, semana que vem.

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